STF criminaliza a “homofobia,” tornando atos e opiniões discriminatórios contra os homossexuais um crime como o racismo

Julio Severo

O Supremo Tribunal Federal (STF) oficialmente inventou a “homofobia” e “transfobia” como crimes semelhantes ao racismo em 13 de junho de 2019. Oito dos 11 ministros votaram para tratar a “homofobia” da mesma forma que o racismo sob a lei brasileira, tornando-se um ato criminoso como racismo.

O grande avanço homossexualista no Brasil fez manchetes nos principais jornais americanos e internacionais, inclusive:

Reuters: “Supremo Tribunal do Brasil considera a homofobia um crime.”

Associated Press: “Supremo Tribunal do Brasil vota para tornar a homofobia um crime.”

The Wall Street Journal: “Supremo Tribunal do Brasil Criminaliza Atos Homofóbicos.”

USAToday: “Supremo Tribunal do Brasil criminaliza a homofobia e a transfobia.”

The Daily Beast: “Supremo Tribunal do Brasil vota para criminalizar a homofobia.”

O racismo foi criminalizado no Brasil em 1989, com penas de prisão de até cinco anos. Os juízes do STF decidiram que a “homofobia” tem de ser enquadrada na lei do racismo.

“Crimes homofóbicos são tão alarmantes quanto a violência física,” disse o vice-presidente do STF, Luiz Fux, em seu voto, citando “níveis epidêmicos de violência homofóbica.”

Essa definição de violência engloba não apenas atos, mas também opiniões. “Todo preconceito é violência,” disse a ministra Carmen Lucia. Assim, um cristão que defende o ensino da Bíblia de que atos homossexuais são pecado seria visto como um indivíduo com um “preconceito religioso.”

O Dicionário Oxford define “preconceito” como “uma ideia ou opinião formada antes de ter evidência de sua verdade ou utilidade.” Nesse caso, o fornecedor da evidência da “verdade” é o Estado e qualquer opinião, bíblica ou não, que não se conforme à opinião do Estado é “preconceito.”

Na lei brasileira de racismo, qualquer opinião ou uma única palavra chamando um indivíduo negro de “negro” é passível de punição legal. Portanto, se a lei contra a “homofobia” for agora enquadrada na lei do racismo, a conclusão é que um indivíduo que expresse qualquer palavra negativa sobre homossexuais estará sujeito à punição legal.

A ação julgada pelo STF para tornar a “homofobia” um crime foi originalmente trazida pelo Partido Socialista Popular e pela Associação Brasileira de Gays, Lésbicas e Transgêneros (conhecida como ABGLT).

O Partido Socialista Popular está por trás da criminalização da “homofobia” no Brasil porque é natural que os socialistas busquem criminalizar a principal ameaça ao socialismo: cristãos que acreditam na Bíblia.

A ABGLT também está por trás da criminalização da “homofobia” no Brasil porque há muitos anos ela persegue os cristãos que creem na Bíblia que nunca machucaram nenhum homossexual, mas defendem o que a Bíblia diz: que os atos homossexuais são abomináveis aos olhos de Deus e que os homossexuais não herdarão o Reino de Deus.

Em 2011, a ABGLT apresentou uma queixa ao Ministério Público Federal contra o televangelista pentecostal Silas Malafaia, o líder evangélico mais proeminente no Brasil, por “incitar a violência contra pessoas LGBT.” A interpretação da ABGLT de “incitar violência contra pessoas LGBT” é pregar contra o pecado homossexual e se opor à doutrinação homossexual de crianças em idade escolar.

Em 2007, a ABGLT apresentou uma queixa ao Ministério Público Federal contra mim, Julio Severo, por “por manter um site que incita a violência contra a comunidade LGBT.”

Meu blog busca informar, em uma perspectiva cristã, o público sobre assuntos homossexuais censurados pela grande mídia. Por exemplo, enquanto o STF estava ocupado criminalizando a “homofobia,” os grandes meios de comunicação estavam mantendo um apagão sobre o horrível caso de duas lésbicas brasileiras que mataram a facadas um menino um ano depois de cortar seu órgão sexual para torná-lo uma “menina.”

Os meios de comunicação do Brasil estão em silêncio. A ABGLT e outros grupos homossexuais estão em silêncio. O que devo fazer? Ficar em silêncio para ser cúmplice do silêncio maligno deles? No entanto, quando eu exponho esse e outros casos horríveis de violência homossexual contra crianças, sou acusado de “incitar a violência contra pessoas LGBT.”

O processo federal contra mim só não avançou porque deixei o Brasil em 2009 justamente quando o Ministério Público Federal estava intimando para suas audiências o homem responsável pelo domínio do meu site para dar-lhes a minha localização para avançar suas ações.

Portanto, a lei da “homofobia” no Brasil é baseada no socialismo e em um grupo gay que tem um histórico de perseguir líderes evangélicos, inclusive a mim. Essa lei certamente terá como alvo cristãos como eu, porque é uma lei produzida para atender a grupos ideológicos a seus próprios pedidos. Mais conveniente que isso, impossível.

A BBC disse: “Por quase 20 anos houve esforços para tornar a homofobia um crime no Brasil, mas a legislação sobre o assunto tem enfrentado resistência entre grupos conservadores e religiosos no Congresso.” Meu livro “O Movimento Homossexual,” publicado em 1998 pela Editora Betânia, que era na época uma das principais editoras evangélicas do Brasil, era usado por parlamentares evangélicos no plenário do Congresso Nacional. “O Movimento Homossexual” foi o primeiro livro publicado contra o movimento homossexual no Brasil e preparou profeticamente a Igreja Cristã no Brasil para o vindouro ataque homossexualista à liberdade de expressão cristã.

Incrivelmente, os juízes do STF disseram que sua decisão foi necessária porque os homossexuais são legalmente desprotegidos.

O “casamento” homossexual foi legalizado no Brasil em 2013. Mesmo com tal privilégio, os homossexualistas e sua máquina de propaganda na grande mídia continuam pregando que os homossexuais são vítimas de violência no Brasil e precisam de proteção especial e mais e mais privilégios.

Ao noticiar sobre o STF criminalizando a “homofobia,” a Associated Press (AP), que é o maior serviço noticioso do mundo, disse que o Brasil “ainda é um país perigoso para os membros da comunidade LGBT e tem um grande movimento evangélico que frequentemente critica os direitos dos gays.”

Assim, a AP sugeriu que existe uma ligação entre “perigo para os homossexuais” e “crítica evangélica da agenda homossexual.”

Assim como a origem da criminalização da “homofobia” foi socialista e homossexualista, a origem no Brasil da principal resistência ao socialismo e à agenda homossexual é o evangelicalismo. O EuroNews disse: “O apoio de igrejas pentecostais conservadoras ajudou Bolsonaro a vencer a eleição,” com relação a Jair Bolsonaro, que foi eleito especialmente por evangélicos para derrotar um candidato socialista.

A Reuters disse: “Evangélicos e outros brasileiros socialmente conservadores ajudaram Bolsonaro a vencer a eleição do ano passado, enquanto ele prometia derrubar anos de políticas sociais esquerdistas, inclusive mais direitos para casais do mesmo sexo. Bolsonaro [é] um católico que foi batizado por um pastor evangélico em uma viagem a Israel há três anos.”

Embora seja reconhecido internacionalmente que Bolsonaro teve sua vitória graças aos evangélicos conservadores, ele vem nomeando para seu governo especialmente indivíduos de um grupo esotérico extremista de direita que está enganando muitos católicos, alguns evangélicos e principalmente o próprio Bolsonaro.

Em 14 de junho de 2019, Bolsonaro disse a jornalistas que o STF estava “completamente errado” em criminalizar a “homofobia” e ultrapassou seus poderes, invadindo a esfera legislativa. Ele acrescentou que tal criminalização prejudicaria os homossexuais porque um empregador “pensaria duas vezes” antes de contratar uma pessoa gay por medo de ser acusado de “homofobia.”

De acordo com o Euronews, “O Congresso tem uma maioria conservadora sob a influência da Igreja Evangélica.” Aliás, a maioria dos parlamentares conservadores brasileiros são evangélicos, que tradicionalmente estão na política brasileira na linha de frente da resistência pró-família contra o aborto e agenda homossexual.

O Euronews está certo. Muitas vezes, trabalhei nos bastidores com parlamentares brasileiros para deter projetos de lei homossexualistas. Desde 2003, por exemplo, fui consultor informal do presidente do Frente Parlamentar Evangélico.

A criminalização da “homofobia” acabará tratando como “crime” qualquer opinião crítica de atos e propaganda homossexuais, porque se é crime racial criticar os outros por causa de sua cor de pele, por que não seria crime “homofóbico” criticar os comportamentos homossexuais?

Vários jornais americanos e internacionais usaram como única fonte de referência o Grupo Gay da Bahia para explicar que a lei da “homofobia” é necessária para proteger os homossexuais da violência.

A reportagem da Associated Press disse:

“De acordo com o grupo de direitos humanos Grupo Gay da Bahia, 420 indivíduos LGBT foram mortos em todo o Brasil em 2018, enquanto pelo menos 141 foram mortos neste ano.”

A BBC, o Daily Beast, o USAToday e o EuroNews também mencionaram o Grupo Gay da Bahia e suas estatísticas.

Para eles, menos de 500 mortes por ano são motivo suficiente para criminalizar a “homofobia.”

Agora, pelo fato de que a Associated Press, a BBC, o Daily Beast, o USAToday e o EuroNews fizeram suas reportagens sem fazer uma leitura e pesquisa adequada do caso, vamos mostrar os fatos sobre a violência no Brasil. Mais de 60.000 brasileiros são assassinados por ano no Brasil. Os homossexuais são menos de 1% dessa contagem enorme de violência. Como então eles deveriam obter mais privilégios se a população em geral no Brasil sofre uma taxa explosiva de assassinatos?

É claro que as reportagens da Associated Press, da BBC, do Daily Beast, do USAToday e do EuroNews não se preocuparam com a epidemia de violência homossexual contra crianças. O caso do menino de 9 anos castrado, torturado e decapitado por duas lésbicas é ignorado pela grande mídia. Os repórteres têm medo de serem acusados de “homofobia” se mencionarem violência homossexual contra crianças?

A principal causa de assassinatos de homossexuais no Brasil é a paixão irracional de um amante da vítima. A maioria dos homossexuais assassinados é de travestis, conforme Oswaldo Braga, presidente do Movimento Gay de Minas, que declarou: “São homossexuais que estão mais envolvidos com a criminalidade, como prostituição e tráfico de drogas, ficando mais expostos à violência.” (Tribuna de Minas, 09/03/2007, p. 3.)

Luiz Mott, fundador do Grupo Gay da Bahia, citado pela Associated Press, a BBC, o Daily Beast, o USAToday e o EuroNews, não se queixa de narcotraficantes assassinando homossexuais. Em 2008, conforme noticiado pelo site pró-vida internacional LifeSiteNews, ele postou na Internet os endereços residenciais de líderes pró-família cristãos no Brasil. Ele também incluiu meu nome. Por que ele não postou os endereços residenciais de traficantes de drogas? Se ele tivesse feito isso, ele estaria morto agora.

Se eu tivesse postado na internet o endereço dele, ele me acusaria de ameaçá-lo e eu estaria preso. Por que ele não está preso?

Quando a Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais havia apresentado queixa no MPF contra mim por “homofobia” em 2007, Mott se regozijou com a notícia. “Estamos todos orgulhosos da ABGLT pela denúncia contra este nosso arquiinimigo Julio Severo,” ele foi citado como declarando numa lista homossexual de emails do Yahoo. “Tomara que ele seja condenado à prisão perpétua em Sodoma e Gomorra.”

Se eu tivesse me regozijado com a desgraça de Mott e dito “Tomara que ele seja condenado à prisão perpétua em Sodoma e Gomorra,” todo grupo gay brasileiro e internacional me denunciaria por “homofobia.”

Então, a principal fonte de violência contra homossexuais para a reportagem da Associated Press, a BBC, o Daily Beast, o USAToday e o EuroNews é um grupo homossexual fundado por um homossexualista que não tem como alvo os traficantes de drogas que realmente matam homossexuais. Ele tem como alvo cristãos como eu. Cristãos que nunca mataram ou até mesmo nunca machucaram homossexuais. Cristãos cujo único “crime” é acreditar e pregar a Palavra de Deus, onde Deus diz que o pecado homossexual é uma abominação.

Como é que dá para eu duvidar que o STF não está criminalizando os cristãos?

Com informações da Associated Press, Reuters, BBC, Daily Beast, USAToday, EuroNews, Migalhas e Wall Street Journal.

Versão em inglês deste artigo: Brazil’s Supreme Court criminalizes “homophobia,” making discriminatory acts and views against homosexuals a crime like racism

Fonte: www.juliosevero.com

Leitura recomendada:

Duas lésbicas matam a facadas um menino, um ano depois de lhe cortarem o órgão sexual para transformá-lo em “menina,” mas imprensa e psicólogos se recusam a ligar o crime ao comportamento homossexual

Cantor homossexual chama Jesus de “gay”, “travesti” e “transexual”, sofre repercussão negativa e recebe a solidariedade da ONU

Homolatria: As vítimas VIP da violência no Brasil

Quem é culpado de crimes contra os homossexuais?

PLC 122: propaganda, fantasia e farsa na promoção do homossexualismo

Onde estão os espancadores e assassinos homossexuais?

“Gay” e homofobia: na República Federativa de Sodoma, o que vale é a ficção

Quando os que não aceitam o comportamento homossexual são tratados como criminosos

Luiz Mott livra Igreja Católica de sofrer mega-escândalo de pedofilia

Parada gay de São Paulo: a maior propaganda gay do mundo

Líder homossexual publica os endereços residenciais de ativistas pró-família

Site do PT publica queixa da ABGLT contra Silas Malafaia no Ministério Público Federal

Leitura recomendada sobre a Esquerda dos EUA contra Julio Severo:

Maior revista gay dos EUA furiosa com protesto evangélico contra iniciativa do governo dos EUA de descriminalizar a homossexualidade em todo o mundo

Incrível! Observatório da Direita, que rastreia posturas conservadoras para atacar líderes conservadores, defende a catedral de Notre Dame contra Julio Severo

Quem está incomodado que pedi mais energia conservadora do Conselho de Pesquisa da Família contra a agenda gay? O Observatório da Direita, da organização esquerdista People for the American Way!

O que o Observatório da Direita, da entidade esquerdista americana People for the American Way, tem contra mim?

Observatório da Direita, da entidade esquerdista americana People for the American Way, coloca Julio Severo na lista negra

Observatório da Direita, da entidade de extrema esquerda People for the American Way, preocupado por eu não apoiar decisão de Trump nomeando juiz gay

Patheos ataca Julio Severo por mencionar origem islâmica da Estátua da Liberdade

Socialista obstinado critica Julio Severo por dizer que Estátua da Liberdade representa maldição pagã-islâmica sobre os EUA

Ateísta Ed Brayton: Julio Severo é um ‘doido’ brasileiro

Entendendo a extrema Esquerda: doidos esquerdistas chamam conservadores do que eles são

Entendendo a extrema esquerda e seu ataque contra o Breitbart e o BarbWire: a perversão gay, encoberta e pública

CNN ataca Roy Moore só porque ele compartilhou meu artigo no portal conservador BarbWire

Socialista obstinado critica Julio Severo por não culpar o aquecimento global pelo Furacão Harvey

Socialista obstinado critica Julio Severo por dizer que Estátua da Liberdade representa maldição pagã-islâmica sobre os EUA

Outra leitura recomendada:

Importante: Como ajudar Julio Severo

Julio Severo busca mover os cristãos a orações diárias com “Prophetic Prayers” (Orações Proféticas)

Recusa de financiar com dinheiro de impostos Olavo de Carvalho e sites e blogs olavistas teria derrubado general de seu cargo de ministro

General Santos Cruz era contra o financiamento de sites e blogs olavistas e chegou a bloquear elevada soma de dinheiro governamental para Olavo de Carvalho

Julio Severo

Fontes militares, de acordo com o site informativo A Republica, que fazem parte do governo Bolsonaro afirmam que o general Carlos Alberto Santos Cruz acabou perdendo seu cargo de ministro na Secretaria de Governo por causa pressão cada vez maior de Carlos Bolsonaro, que busca aumentar a influência de olavistas no governo.

De acordo com essas fontes, na primeira reunião de Cruz com Fábio Wajngarten, secretário de Comunicação da Presidência (Secom), foi apresentado ao ministro o projeto de pagar 320 mil reais por mês a Olavo de Carvalho para que ele tivesse um programa de TV veiculado na EBC, TV Escola e em plataformas digitais do governo. Além disso, Wajgarten, que é ligado a Carlos Bolsonaro, propôs a Cruz colocar um olavista em cada uma das secretarias de comunicação dos ministérios. Cruz rejeitou a ideia.

A ideia foi reapresentada uma segunda vez. O valor passou de 400 mil. Cruz novamente rechaçou a ideia.

A oposição de Cruz às ideias do homem ligado a Carlos Bolsonaro aumentou o confronto com Carvalho, conhecido como “Rasputin de Bolsonaro,” culminando na sua queda.

Cruz também se opôs ao financiamento de blogs e sites olavistas. “Fábio quer promover esses blogueiros e sites, distribuir recursos, e Santos Cruz era contra. O embate ficou forte e somou-se a outras discordâncias. A convivência estava muito difícil,” disse uma das fontes.

“O racha final foi pelo controle da comunicação e principalmente pela intenção de uma ala do bolsonarismo liderada por Carlos de financiar meios ideologicamente identificados com o governo,” concluiu a fonte.

A ala do bolsonarismo liderada por Carlos Bolsonaro, que vinha pressionando o General Santos Cruz, é olavista.

O general vinha sendo xingando por adeptos de Olavo de Carvalho depois que o guru deles disparou seus xingamentos aos militares do governo. Enquanto Jair Bolsonaro permanecia calado e neutro, sem defender seus ministros militares contra os palavrões de Rasputin, seu filho Carlos, um olavista roxo, tuitava apoio total ao Rasputin, ajudando na disseminação das contentas, fofocas, intrigas e confusões dele.

O general atacado por Rasputin e seu bando chegou a pedir pessoalmente ajuda ao presidente contra a perseguição olavista que vinha sofrendo nas redes sociais, oferecendo colocar seu cargo de ministro à disposição de Jair Bolsonaro. A resposta de Bolsonaro para tentar acalmar seu Rasputin e sua matilha foi conceder a Carvalho a condecoração máxima do governo brasileiro. De nada adiantou. Carvalho continuou xingando os militares.

Nos tempos dos governos Lula e Dilma, havia também financiamento a sites e blogs esquerdistas, mas eu cumpria meu papel de escritor evangélico conservador denunciando as perversidades desses dois governos, tendo o sustento de mim e minha família inteiramente bancado por apoiadores individuais, sem nenhum centavo governamental.

Era uma luta desigual e injusta. Eu, com o bolso praticamente vazio, enfrentava, junto com outros escritores conservadores, a matilha de sites e blogs esquerdistas que tinham muito dinheiro de uma única fonte: meu bolso e o bolso de cada leitor — através de impostos.

Sei como é então enfrentar blogs e sites bancados pelo governo. Pegar agora de novo dinheiro de impostos — que é pegar dinheiro do povo — para bancar Carvalho e seus seguidores em sites e blogs é imitar os governos esquerdistas. Tanto num caso quanto no outro o dinheiro para financiar tudo vem do nosso bolso.

Ainda que sites e blogs olavistas não sejam, pelo menos, abortistas, há problemas que um verdadeiro conservador não pode e não deve ignorar. Esses canais defendem a Inquisição, que historicamente torturou e matou judeus e protestantes, como se tivesse sido vítima das “mentiras” de historiadores judeus e protestantes. Isso é uma das maiores loucuras já vistas, equiparável à loucura de defender clínicas de aborto.

Outra aberração de sites e blogs olavistas é a idolatria escancarada ao Rasputin, como se ele fosse um gênio infalível. Aliás, há vários assessores de Bolsonaro, escolhidos imprudentemente por ele mesmo, que veem Rasputin como um semideus e um deles chegou a dizer que “Olavo é um verdadeiro profeta.”

Se Bolsonaro, seus filhos e seus ministros quiserem financiar esses sites e blogs com dinheiro de seus próprios salários mensais, não vejo problema. Todos são livres para fazer o que quiserem. Mas não é certo nem justo pegar dinheiro de impostos para fazer isso, pois dinheiro de imposto sai do meu bolso e do bolso de muitos outros conservadores que não concordam com o fanatismo olavista.

Assim como nos governos de Lula e Dilma, hoje no governo de Bolsonaro meu blog continua sendo financiando exclusivamente por ofertas voluntárias, sem nenhum centavo de impostos, embora o Rasputin de Bolsonaro, tirando proveito de suas óbvias regalias com o atual governo, tenha pedido para a Polícia Federal investigar sua calúnia de que recebo dinheiro do governo russo.

Se o governo Bolsonaro me investigar, vai passar vergonha e humilhação internacional, pois não há governos nem instituições entre meus apoiadores financeiros. Vai descobrir que sou um escritor conservador que vive pela fé em Jesus Cristo.

Viver pela fé é muito mais desafiador do que viver recebendo, às escondidas, dinheiro de governos e ideólogos poderosos, mas é mais gratificante, porque sou independente, sem conflito de interesses (o famoso “rabo preso”), sem ligações com governos.

Se fizerem uma CPI para investigar se meu blog já recebeu dinheiro de impostos, não vão encontrar nenhum financiamento governamental. Mas dá para dizer a mesma coisa sobre o Rasputin e os blogs e sites olavistas, que criticam ferozmente a esquerda, mas a imitam na boca cheia de palavrões e ganância de bolsos vorazes por dinheiro do bolso dos outros através de impostos?

Com informações de A Republica, Gazeta do Povo, O Globo e O Antagonista.

Fonte: www.juliosevero.com

Leitura recomendada sobre o governo Bolsonaro:

Ministério da Educação é fundamental para Bolsonaro, mas ele confessou que escolheu cegamente ministro desastroso da Educação por influência de Rasputin

Sob o presidente Jair Bolsonaro, o Brasil é consagrado à Santa Maria

Olavista compara Bolsonaro com Jesus Cristo depois que Bolsonaro deu a Olavo de Carvalho a condecoração mais elevada do governo brasileiro

Confirmado: Olavo de Carvalho é o Rasputin do presidente Jair Bolsonaro. Líder do PSL diz que Bolsonaro está apaixonado por Olavo

“Conservadores” contra “conservadores”: Bolsonaro é chamado de “homófobo” pelo canal de TV “conservador” Fox News dos EUA

Steve Bannon move católicos conservadores para abraçar seu “conservadorismo” para se opor ao Papa Francisco

Inimigos dentro da Igreja: pessoas influenciadas pelo ocultismo estão instigando antimarxismo estridente entre evangélicos?

Netanyahu: “Não temos melhores amigos no mundo do que a comunidade evangélica, e a comunidade evangélica não tem melhor amigo no mundo do que o Estado de Israel.”

Televangelista Silas Malafaia diz que é simplesmente ridículo descartar os evangélicos para creditar a vitória de Bolsonaro ao astrólogo Olavo de Carvalho

Astrólogo Olavo de Carvalho provoca Pr. Silas Malafaia e recebe resposta à altura

Eduardo Bolsonaro diz que “sem Olavo, não haveria a eleição de Jair Bolsonaro”

Steve Bannon, expulso por Trump por vazamento de informações e autopromoção, será o convidado especial de Jair Bolsonaro na véspera da reunião do presidente brasileiro com o Presidente Trump na Casa Branca

Líderes evangélicos desabafam críticas ao governo Bolsonaro por lhes dar pouquíssimo espaço

Senador Arolde de Oliveira desabafa: Com linguajar chulo contra militares, Olavo de Carvalho já ultrapassou todos os limites

Astrólogo Olavo de Carvalho apela para que Polícia Federal investigue Julio Severo sob a alegação de que denúncias contra ele envolvendo Inquisição e ocultismo são conluios pagos pelo governo russo que ameaçam segurança nacional

Os tentáculos da doutrinação ideológica de Olavo de Carvalho sobre 57 milhões de crianças e jovens nas escolas do Brasil

Novo ministro da Educação: hostil ao socialismo e Trump, amistoso com Bolsonaro e Hillary

Um agente secreto da Inquisição no Ministério da Educação do Brasil?

Ministro da Educação Abraham Weintraub e seu socialismo de direita ou estatismo de direita

Política externa brasileira: do marxismo ao ocultismo

Steve Bannon e Olavo de Carvalho juntos: dois ocultistas promovendo um “conservadorismo” ocultista

O movimento ocultista de Steve Bannon, Brasil e evangélicos conservadores

Bolsonaro entregou governo nas mãos de olavetes, de acordo com a BBC

Como a poderosa união de Trump com evangélicos salvou os EUA de Steve Bannon e seu plano ocultista de um governo “tradicionalista”

Rasputin de Jair Bolsonaro? Como enfraquecer um direitista

Fernando Haddad reconhece que o maior responsável pela sua derrota nas urnas foi o “fenômeno evangélico”

Observatório da Direita, da entidade esquerdista Povo pelo Jeito Americano, ataca Jair Bolsonaro: “Direita dos EUA ajuda e encoraja ascensão de autoritário brasileiro”

Apoiado por evangélicos revoltados com a esquerda e seus ataques contra a família, Jair Bolsonaro é eleito presidente do Brasil

Evangélicos poderão colocar um candidato de direita na presidência do Brasil

Evangélicos exercem poder de voto em toda a América Latina, inclusive o Brasil

Evangélicos representam a maior força conservadora nas eleições brasileiras

Evangélicos, que são uma força crescente no Brasil, vão impactar eleições

Evangélicos do Brasil dizem que candidato presidencial de extrema direita é resposta às suas orações

A força dos evangélicos na eleição

Em meio à crise no Brasil, evangélicos destacam-se como a principal força conservadora

A guerra religiosa entre CIA e KGB na América Latina

Blog Julio Severo precisa de sua colaboração

Governo Trump proíbe a bandeira gay nos mastros das embaixadas americanas, mas não reverte a campanha de Trump para legalizar a homossexualidade em todo o mundo

Julio Severo

Depois da reação negativa de líderes evangélicos condenando a declaração do presidente dos EUA Donald Trump endossando o Mês do Orgulho LGBT, seu governo decidiu neutralizar a má repercussão proibindo a bandeira gay nos mastros das embaixadas.

Desde o presidente esquerdista dos EUA Barack Hussein Obama, a bandeira gay era hasteada nos mastros das embaixadas americanas. Até mesmo durante o governo Trump, os mastros tinham as bandeiras gays.

Pela nova ordem oficial, os diplomatas podem exibir os símbolos e bandeiras gays em outros lugares, inclusive nos muros e dentro dos prédios das embaixadas. A única exclusão é os mastros da bandeira. De acordo com LifeSiteNews, “a ordem oficial parece ser menos sobre rejeitar a agenda homossexual do que sobre reservar o mastro oficial para as nações representadas.”

Várias embaixadas dos EUA estão encontrando outras formas de exibir a bandeira gay.

“O reconhecimento que o presidente fez do Mês do Orgulho [Gay] e seu tuíte encorajando nossa campanha de descriminalização me dá ainda mais orgulho de marchar novamente na Parada do Orgulho [Gay] de Berlim, pendurar uma enorme bandeira ao lado da Embaixada reconhecendo nosso orgulho, realizar vários eventos na Embaixada e na residência, e desfraldar a bandeira do orgulho gay,” disse o embaixador dos EUA na Alemanha, Richard Grenell, um “conservador” homossexual casado com outro homossexual. Um porta-voz da embaixada americana na Alemanha acrescentou: “a bandeira do orgulho estará em tantos lugares quanto possível na embaixada.”

Diplomatas americanos em várias embaixadas, inclusive na Coréia do Sul e na Índia, colocaram bandeiras LGBT nas fachadas de seus prédios, enquanto o embaixador dos EUA em Nova Delhi iluminou o prédio com luzes do arco-íris, e vários outros embaixadores divulgaram fotos e vídeos de membros da equipe fazendo demonstrações a favor do orgulho homossexual.”

O embaixador Randy Berry, um homossexual assumido casado com outro homossexual, tuitou:

“Hoje, juntamente com a comunidade da Missão dos EUA no Nepal, me junto com pessoas de todo o mundo para celebrar o mês do orgulho homossexual, gay, bissexual, transgênero e intersexual e reafirmo o compromisso dos EUA com a defesa dos direitos humanos para todos. #Orgulho2019.”

Portanto, a decisão de Trump, apesar de proibir a bandeira gay nos mastros da bandeira, não impede que as embaixadas usem seus outros espaços para celebrar a homossexualidade.

Sua decisão de forma alguma revoga sua declaração endossando o Mês do Orgulho LGBT e lançando uma campanha global para legalizar a homossexualidade em todo o mundo.

Trump tem um histórico misto sobre questões LGBT. Ele defende a liberdade religiosa, opõe-se à ideologia de gênero nas escolas públicas e nas forças armadas e nomeou para seu governo vários líderes pró-família.

Por outro lado, Trump nomeou uma variedade de personalidades homossexuais para cargos no seu governo e como juízes de tribunais, e continuou com uma série de políticas pró-LGBT da era Obama. Ele também declarou depois da eleição de 2016 que a decisão do Supremo Tribunal de 2015, Obergefell versus Hodges, forçando todos os cinquenta estados americanos a reconhecerem o “casamento” entre homossexuais, era “lei estabelecida.”

Mais recentemente, Trump não viu nenhum problema na homossexualidade assumida de Pete Buttigieg, que é um homossexual casado com outro homossexual e aspira a ser o primeiro presidente homossexual dos Estados Unidos.

Essa “nova” atitude de Trump pouco tem de nova. Seu histórico revela um homem que sempre procurou agradar aos dois lados. Por muitos anos ele enviou contribuições financeiras para grupos conservadores e cristãos e, ao mesmo tempo, para grupos homossexualistas.

Entretanto, sua tentativa de agradar aos dois lados pode sair pela culatra. Em termos políticos, ele não ganha nada fazendo concessões aos homossexualistas. E ele pode perder tudo se avançar sua campanha para legalizar a homossexualidade em todo o mundo, porque sua reeleição depende de evangélicos que não aceitam a sodomia legal, não de homossexuais que o odeiam por proibir a bandeira deles nos mastros das embaixadas.

A sodomia está reinando tão poderosamente nos EUA que, até mesmo quando os homossexualistas são autorizados a colocar seus símbolos e bandeiras em todos os espaços das embaixadas dos EUA, eles não ficarão felizes se não receberem os mastros da bandeira. Os cristãos se regozijariam se as embaixadas dos EUA lhes dessem a liberdade de colocar símbolos e bandeiras cristãs em todos os espaços das embaixadas americanas, mesmo que não recebessem os mastros da bandeira.

A decisão de Trump não está impedindo que os homossexuais desfraldem suas bandeiras nos mastros da bandeira. O site homossexual LGBTQNation publicou a manchete: “Embaixadas americanas em todo o mundo estão desafiando Trump e desfraldando a bandeira do orgulho sem permissão.”

Em setembro passado, o LGBTQNation atacou minha opinião cristã sobre um mês inteiro dedicado a celebrar o orgulho do sexo homossexual.

Quando o esquerdista Obama apoiava a agenda homossexual, ele liderou o mundo em um péssimo exemplo, e ele era apoiado por esquerdistas em todo o mundo e combatido por cristãos conservadores.

Agora, o direitista Trump apoia a mesma agenda e lidera o mundo no mesmo mau exemplo, lançando sua campanha para legalizar a homossexualidade em todo o mundo. Resta ver se os homossexualistas e os esquerdistas aceitarão ou não a política de Trump de agradar a ambos os lados.

E resta ver também se os cristãos conservadores se oporão ou não ao esforço dele para legalizar o que Deus claramente condenou.

Com informações de LifeSiteNews e LGBTQNation.

Versão em inglês deste artigo: Trump administration bans gay flag on embassies’ flagpoles, but it does not reverse Trump’s campaign to make homosexuality legal around the world

Fonte: www.juliosevero.com

Leitura recomendada:

Engrandecendo a sodomia de novo: Trump se torna o primeiro presidente do Partido Republicano a celebrar o Mês do Orgulho LGBT ao lançar campanha para legalizar a homossexualidade em todo o mundo

Maior revista gay dos EUA furiosa com protesto evangélico contra iniciativa do governo dos EUA de descriminalizar a homossexualidade em todo o mundo

Quem está incomodado que pedi mais energia conservadora do Conselho de Pesquisa da Família contra a agenda gay? O Observatório da Direita, da organização esquerdista People for the American Way!

Conselho de Pesquisa da Família: Servindo ao conservadorismo ou servindo ao Partido Republicano?

Trump apoia o “casamento gay” enquanto seus apoiadores cristãos conservadores permanecem em silêncio

Governo Trump busca legalização da homossexualidade em todo o mundo enquanto crianças e outras vítimas da homossexualidade são esquecidas

Pelo segundo ano, Departamento de Estado de Trump reconhece junho como Mês do Orgulho LGBTI

O que os EUA ganharão engrandecendo a sodomia?

EUA, União Europeia, Brasil, Argentina, Chile e Israel pressionam Romênia a adotar o ativismo homossexual

Trump faz discurso pró-vida histórico, mas comete a gafe de congratular republicanos homossexuais

Departamento de Estado de Trump reconhece junho de 2017 como Mês do Orgulho LGBTI

Ivanka Trump posta mensagem de apoio ao Mês do Orgulho LGBTQ nos EUA

Embaixadas americanas sob Trump avançam a agenda LGBT

Trump continua o imperialismo homossexual de Obama e frustra conservadores cristãos

Trump e Obama: O que mudou entre eles sobre homossexualidade e Arábia Saudita?

Uma Inquisição Mundial para Matar Homossexuais?

George Washington: “É dever de todas as nações reconhecerem a Deus”

Spotlight: Expondo escândalos de pedofilia e escondendo escândalos homossexuais na Igreja Católica

Governo Trump mostra resposta progressista à agenda gay

O esquerdista, o direitista e o bolo

Trump e profecias, e um novo modelo de líder nacional e mundial

Carta Aberta ao Presidente Donald Trump

Israel celebra parada do orgulho gay em Jerusalém enquanto o primeiro-ministro direitista Benjamin Netanyahu nomeia ministro da Justiça gay, o primeiro ministro assumidamente gay em Israel

Embaixada dos EUA em Jerusalém também enviou uma delegação para a parada gay para mostrar apoio

Julio Severo

O primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu nomeou o legislador do Likud, Amir Ohana, como ministro da Justiça em 5 de junho de 2019. Ohana é um homossexual de direita.

Parada gay em Jerusalém

A nomeação aconteceu apenas um dia antes da Parada do Orgulho LGBTQ em Jerusalém.

O porta-voz de Netanyahu, Yonatan Urich, disse: “Pela primeira vez, um membro da comunidade LGBT será um membro de alto escalão do governo israelense.”

O parlamentar Idan Roll, que também é gay, parabenizou Ohana e disse que espera que o novo ministro use o cargo para avançar as reivindicações da comunidade LGBT.

A nomeação de Netanyahu de um homossexual como ministro da justiça foi um presente para os homossexualistas e sua parada em Jerusalém.

Mais de 10.000 se juntaram à Parada do Orgulho Gay em Jerusalém em 6 de junho. Um mar de bandeiras de arco-íris inundou as ruas de Jerusalém com israelenses e estrangeiros marchando na 18ª parada anual do orgulho gay.

Amir Ohana também participou do evento.

Eitan Ginzburg, que é o primeiro israelense assumidamente homossexual a servir como prefeito em Israel, também participou.

A Embaixada dos EUA em Jerusalém também enviou uma delegação à parada para mostrar apoio e solidariedade. Tal atitude segue a nova direção do presidente dos EUA, Donald Trump, de mostrar apoio à homossexualidade em todo o mundo.

O problema com Netanyahu nomeando o primeiro ministro assumidamente homossexual em Israel é que, como líder de direita, ele deveria lutar contra a tendência pró-homossexualismo claramente promovida pelos esquerdistas. Se ele quer promover a causa homossexual, por que não se juntar à esquerda?

Quanto à Embaixada dos EUA em Jerusalém, líderes e pastores evangélicos participaram de sua inauguração no ano passado. Certamente, eles fizeram isso para orar e consagrá-la para melhores relações com Israel, não para melhores relações com a homossexualidade. Eles oraram e consagraram a embaixada para apoiar Israel, não para apoiar a homossexualidade.

Líderes evangélicos nos EUA e em todo o mundo apoiam com entusiasmo Netanyahu e, em espírito de oração, apoiaram a decisão de Trump de transferir a embaixada dos EUA para Jerusalém. Agora eles precisam dizer a Netanyahu e Trump que eles não concordam com ações governamentais para apoiar a homossexualidade, por Netanyahu nomeando um homossexual e pela Embaixada dos EUA em Jerusalém enviando uma delegação para apoiar a Parada do Orgulho Gay em Jerusalém.

A grande questão para os evangélicos conservadores é que se eles fizeram todos os esforços para lutar contra Obama e outros líderes de esquerda que mostraram apoio à homossexualidade, por que tolerar esse mesmo apoio de direitistas?

Os evangélicos sabiam o que fazer quando o governo Obama apoiava paradas gays. Mas eles não sabem o que fazer quando veem o governo Trump fazendo exatamente a mesma coisa. Eles correm o risco de parecer incoerentes ou até mesmo hipócritas por tolerar em Netanyahu e Trump o que eles nunca toleraram em Obama.

A direita em Israel e nos EUA está se corrompendo. Os evangélicos conservadores precisam orar e vigiar para que a direita não os faça cair em tentação.

Com informações do jornal israelense Jerusalem Post.

Versão em inglês deste artigo: Israel Celebrates Gay Pride Parade in Jerusalem as Right-Wing Prime Minister Benjamin Netanyahu Appoints Gay Justice Minister, the First Openly Gay Minister in Israel

Fonte: www.juliosevero.com

Leitura recomendada:

Igreja Evangélica dos EUA cancela evento em honra de Israel depois que diplomatas israelenses se juntaram à parada do orgulho homossexual local

Os profetas de Israel celebrariam o aniversário de 70 anos do Estado de Israel?

Israel recusa reconhecer genocídio de cristãos armênios

Benjamin Netanyahu, judeus direitistas e a agenda gay em Israel

Aborto em Israel: Por que não há protestos públicos generalizados de cristãos pró-vida?

Por que Israel está salvando terroristas islâmicos?

O Holocausto e as críticas mal direcionadas de um judeu brasileiro contra conservadores na Europa e América

Liberdade cristã nos EUA, Rússia, Israel e Brasil

Questões judaicas: um esclarecimento aos cristãos sobre sua percepção dos judeus

Israel condena Irã, não a Arábia Saudita, por perseguir cristãos

O que todo cristão precisa saber sobre Israel

Engrandecendo a sodomia de novo: Trump se torna o primeiro presidente do Partido Republicano a celebrar o Mês do Orgulho LGBT ao lançar campanha para legalizar a homossexualidade em todo o mundo

Duas lésbicas matam a facadas um menino, um ano depois de lhe cortarem o órgão sexual para transformá-lo em “menina,” mas imprensa e psicólogos se recusam a ligar o crime ao comportamento homossexual

Julio Severo

Comportamento lésbico obsessivo. Essa era a vida nos últimos cinco anos de Rosana da Silva Candido, 27, e Kacyla Damasceno Pessoa, 28, que mataram com golpes de faca o menino Rhuan Maycon, de 9 anos, filho de Rosana, em 31 de maio de 2019.

 

Lésbicas Rosana da Silva Candido e Kacyla Damasceno Pessoa

De acordo com o depoimento dado na delegacia, as duas lésbicas haviam decepado o pênis do menino há cerca de um ano.

“Foi uma espécie de cirurgia de mudança de sexo. Após retirarem o pênis, elas costuraram a região mutilada e improvisaram uma versão de um órgão genital feminino, fazendo um corte na virilha,” disse a conselheira tutelar Claudia Regina Carvalho.

A mãe lésbica queria transformá-lo em uma menina.

Sem nenhum acompanhamento médico, o menino passou por sofrimentos físicos que culminaram um ano depois com as duas lésbicas matando Rhuan, com golpes de faca, enquanto ele dormia.

Rhuan

Psicólogos apressadamente afirmaram que o crime não teve nenhuma ligação com o comportamento homossexual, chamado pela esquerda de “orientação sexual.”

Curiosamente, quando um caso de crime parece indicar homossexuais como vítimas, psicólogos se apressam em apontar que as supostas vítimas sofreram por serem homossexuais. Quando o caso é negativo para a imagem homossexual, eles simplesmente rejeitam qualquer conexão homossexual.

A grande imprensa teve a mesma atitude. Nenhum grande jornal brasileiro, que costuma apontar a homossexualidade de supostas vítimas de crimes, chamou de lésbicas as duas mulheres envolvidas num crime violento contra uma criança inocente.

O crime chocou o Brasil inteiro, mas o fator homossexual do crime foi devidamente encoberto e protegido de uma exposição negativa na mídia.

A imprensa internacional, que sempre noticia supostos crimes contra homossexuais no Brasil apontando a conexão anti-homossexual do criminoso, não noticiou nada do crime brasileiro apontando a natureza homossexual do crime.

O público brasileiro tem perguntado como as autoridades não conseguiram investigar o sofrimento do menino nas mãos das duas lésbicas. Onde estava o pai?

O pai viveu um relacionamento sexual, sem nenhum casamento, de quase dois anos com Rosana, que o traiu para ficar com a lésbica Kacyla, que já tinha uma filha (hoje com 8 anos) em 2014. Depois da traição, as duas fugiram.

O pai de Rhuan registrou boletim de ocorrência logo em seguida e disse para a imprensa brasileira que durante cinco anos ele procurou o filho, tinha obtido a guarda dele na Justiça e buscou a polícia e o Conselho Tutelar para ajudá-lo. “Tentamos salvar o Rhuan. Postamos nas redes sociais, procuramos polícia e Conselho Tutelar. Ninguém nos ajudou,” desabafou Maycon Douglas Lima de Castro, pai de Rhuan, em entrevista ao UOL.

As duas lésbicas fugiam mudando de lugar para lugar. Elas estiveram em vários estados. Elas conseguiram escapar do Conselho Tutelar, mesmo havendo denúncias contra elas desde 2014. Durante cinco anos o Conselho Tutelar não conseguiu fazer absolutamente nada para salvar um menino torturado por duas lésbicas sádicas.

Entretanto, são notórios os casos no Brasil em que o Conselho Tutelar persegue pais e mães que educam os filhos em casa, na escolha educacional chamada internacionalmente de homeschooling, totalmente legal e praticada nos Estados Unidos e outros países avançados. Até a Rússia dá liberdade para os pais praticarem o homeschooling.

O Conselho Tutelar persegue implacavelmente essas famílias, que não estão decepando o pênis de seus meninos nem matando-os com golpes de faca, do jeito que deveriam ter perseguido as duas lésbicas, mas não o fizeram.

As duas lésbicas praticaram tortura física e psicológica contra o menino Rhuan, forçando-o a rejeitar sua masculidade. Quanto à filha de Kacyla, a menina tem aversão à figura masculina, pois as duas lésbicas a convenceram de que todos os homens são agressores e maus.

De acordo com a polícia, as duas lésbicas planejavam também matar a menina, que testemunhou os anos de tortura delas contra ela e seu irmão.

O governo Bolsonaro, que só assumiu neste ano, não tem culpa do assassinato do menino Rhuan, embora pudesse ter tentado fazer alguma coisa em seus primeiros 5 meses de governo. A culpa principal nesses 5 anos em que as duas lésbicas viviam fugindo e torturando um menino é do Conselho Tutelar que estava sob a responsabilidade da presidente esquerdista Dilma Rousseff e depois Michel Temer, que nada fizeram.

O esquerdismo, que imperou na era Dilma, não se importa com crimes praticados por homossexuais. Talvez por isso ninguém no governo Dilma tenha se mobilizado para atender aos pedidos de socorro de um pai que recorreu à polícia e ao Conselho Tutelar, mas ninguém o ajudou.

Neste exato momento, o Supremo Tribunal Federal está criminalizando a chamada “homofobia,” impedindo assim toda crítica ao comportamento homossexual. O resultado sinistro de tal lei draconiana é que torturas físicas e psicológicas cometidas por homossexuais, inclusive doutrinação para crianças odiarem homens e assassinato de meninos vítimas do sadismo homossexual, não poderão ser noticiadas como crimes homossexuais. Quem ousar dizer a verdade poderá ser preso.

Embora o Presidente Jair Bolsonaro acuse com todo o direito a imprensa de fabricar fake news, ninguém no governo Bolsonaro ainda se manifestou sobre a fake news da imprensa buscando desligar o homossexualismo da tortura e assassinato de Rhuan.

O menino Rhuan sofreu torturas durante cinco anos. Muito antes de seu pênis ser decepado, sua masculinidade já tinha sido violentada. Mesmo assim, psicólogos buscam um milhão de razões para o crime, mas não encontram explicação satisfatória, pois evitam a todo o custo a conexão homossexual. O governo Bolsonaro está perdendo uma chance de ouro de falar a verdade.

A normalização do homossexualismo nas novelas, músicas, filmes e cultura durante muitos anos trouxe como consequência duas mulheres que viram como normal sua obsessão lésbica e tortura física e psicológica para transformar um menino em “menina” e para fazer uma menina odiar homens.

Enquanto o governo Dilma privilegiava supostos crimes contra homossexuais e ocultava crimes cometidos por homossexuais, espero que o governo Bolsonaro faça justiça por Rhuan depois de morto, mostrando que relacionamentos homossexuais têm realmente ligações com perversões e crimes violentos, inclusive contra crianças.

Com informações do UOL, Midiamax e Globo.

Versão em inglês deste artigo: Two Brazilian lesbians stab a boy one year after cutting off his sex organ to make him a “girl,” but the press and psychologists refuse to link the crime to homosexual behavior

Fonte: www.juliosevero.com

Leitura recomendada:

Ministra Damares recebe ameaças esquerdistas terroristas, mas é ridicularizada pela esquerda por afirmar que a personagem Elsa, de Frozen, é uma lésbica que está transformando meninas em lésbicas

“Conservadores” contra “conservadores”: Bolsonaro é chamado de “homófobo” pelo canal de TV “conservador” Fox News dos EUA

Supremo Tribunal Federal vota para tornar a “homofobia” crime como o racismo

Cantor homossexual chama Jesus de “gay”, “travesti” e “transexual”, sofre repercussão negativa e recebe a solidariedade da ONU

Homolatria: As vítimas VIP da violência no Brasil

Quem é culpado de crimes contra os homossexuais?

Quando os que não aceitam o comportamento homossexual são tratados como criminosos

Luiz Mott livra Igreja Católica de sofrer mega-escândalo de pedofilia

Maior revista gay dos EUA furiosa com protesto evangélico contra iniciativa do governo dos EUA de descriminalizar a homossexualidade em todo o mundo

“Londres Caiu” através de muçulmanos que não podem ser identificados como muçulmanos

Julio Severo

Se eu lhe dissesse que a maior máquina de propaganda islâmica está na Arábia Saudita, provavelmente você responderia que é normal que uma nação islâmica propague o islamismo.

Mas não é a Arábia Saudita ou sua Meca que, a propósito, adora a propaganda islâmica.

É Hollywood.

Tomemos, por exemplo, “London Has Fallen” (cuja tradução literal é “Londres Caiu,” mas que no Brasil recebeu o título de “Invasão a Londres”), um filme de suspense produzido em Hollywood em 2016 repleto de ação. À primeira vista, como foi o meu caso, você pensaria que o filme apresenta um cenário apocalíptico em que Londres está de tal forma sob controle islâmico que até o presidente dos Estados Unidos não está mais seguro lá.

Nessa interpretação “à primeira vista,” “Londres Caiu” não está longe da realidade. Com um prefeito islâmico e o crescente problema da violência islâmica em suas ruas, quem pode dizer que Londres não caiu? Londres é cada vez mais insegura — por cortesia de seus invasores muçulmanos. Mas você não pode descrever a realidade do jeito que é, porque é um crime politicamente correto, devidamente protegido por uma imprensa prostituta submissa ao islamismo.

Ao assistir “Londres Caiu,” você não consegue encontrar as palavras “islâmico” e “muçulmano” uma única vez. Um terrorista, identificado como o traficante de armas paquistanês Aamir Barkawi, é rastreado pelos serviços de inteligência dos EUA, cujo drone, ao atacá-lo, não consegue matá-lo, mas mata sua família em uma cerimônia de casamento.

Por vingança, Barkawi, que nunca é identificado como muçulmano, mata líderes mundiais estrangeiros quando eles se reúnem em Londres. O presidente dos EUA é caçado por terroristas, que nunca são identificados como muçulmanos, nas ruas de Londres.

Com os muçulmanos dominando Londres e todo o Reino Unido, você pensaria que esse cenário é muito possível. Aliás, é cada vez mais possível.

Durante a visita do presidente dos EUA, Donald Trump, ao Reino Unido em junho de 2019, ele se queixou do comportamento desagradável do prefeito de Londres, que é muçulmano.

Trump tuitou:

“@SadiqKhan, que, de acordo com a opinião geral, tem feito um péssimo trabalho como prefeito de Londres, foi tolamente ‘desagradável’ para o presidente visitante dos Estados Unidos, de longe o mais importante aliado do Reino Unido. Ele é um total fracassado que deveria se concentrar no problema dos crimes em Londres, não em mim…”

Eu tuitei em resposta:

“O Reino Unido está em situação COMPROMETEDORA! Os muçulmanos dominam Londres e muitos outros cargos importantes do governo. Mais cedo ou mais tarde, o Reino Unido será apenas um apêndice da Arábia Saudita.”

Embora sejam apenas minoria, os muçulmanos no Reino Unido não estão muito satisfeitos de controlar só Londres e outros postos do governo do Reino Unido, e usarão os meios democráticos para serem desagradáveis para aqueles que defendem os antigos valores cristãos ocidentais. Mas assim que atingirem a maioria, os meios democráticos serão substituídos pelos meios islâmicos.

Por enquanto, os presidentes dos EUA não são caçados em Londres, embora seja muito duvidoso que esse não seja o sonho da maioria dos muçulmanos no Reino Unido.

No filme “Londres Caiu,” não há menção ao islamismo e aos muçulmanos e, enquanto policiais britânicos e autoridades do governo britânico estão ajudando os muçulmanos a caçar o presidente dos EUA nas ruas de Londres, é digno de nota que a maioria desses policiais e autoridades não é islâmica. Eles são britânicos. Eles são brancos. O filme retrata os brancos britânicos ansiosos para ajudar os muçulmanos (que não são identificados como muçulmanos) a matar o presidente dos EUA por razões islâmicas!

Mesmo que você possa identificar claramente o filme como feito em Hollywood, você pensaria que foi dirigido por um muçulmano. Exatamente. Foi dirigido por Babak Najafi, um muçulmano.

Portanto, não é de admirar que “Londres Caiu,” embora com características que se ajustam apenas ao islamismo e seus adeptos, não se trata de violência islâmica. É sobre a vingança de um traficante de armas paquistanês contra os EUA que matou sua família em uma operação de drone.

O Ocidente, especialmente Hollywood, está dando ao islamismo todas as armas culturais necessárias para destruir a civilização ocidental, especialmente o Cristianismo.

Hollywood simplesmente se recusa a apresentar os muçulmanos como eles são. Ainda que os muçulmanos cacem o presidente dos EUA, Hollywood apresentará os caçadores como traficantes de armas paquistaneses sem conexão com o islamismo. E Hollywood assegurará que o filme, com muitos terroristas brancos, seja dirigido por um muçulmano para assegurar que o filme seja islamicamente “equilibrado.”

Se Hollywood não pode ou não quer retratar os muçulmanos como terroristas, quem será o bode expiatório? Russos, obviamente. Nos filmes de Hollywood, os russos são retratados de todas as maneiras negativas que os muçulmanos não podem ser retratados: terroristas, criminosos, selvagens, etc.

No que depender de Hollywood, que está a serviço de interesses islâmicos, o mundo nunca saberá que “Londres Caiu”, que “Estocolmo Caiu,” que “Berlim Caiu” e que “Paris Caiu.”

Porque “Hollywood Já Caiu.”

Versão em inglês deste artigo: “London Has Fallen” through Muslims Who Cannot Be Identified as Muslims

Fonte: www.juliosevero.com

Leitura recomendada:

Na lista negra de Hollywood: Alá é amoroso, mas a não aceitação da homossexualidade leva à violência, sadismo e terrorismo

Cristãos sofreram um aumento de perseguição no ano passado, com 245 milhões de cristãos enfrentando violência ou opressão islâmica em todo o mundo — 30 milhões a mais que há um ano, enquanto a Grã-Bretanha rejeita cristãos perseguidos e nomeia muçulmano como embaixador especial de liberdade religiosa

Bandeiras falsas inglesas, de novo? Theresa May expulsa diplomatas russos, mas não estupradores islâmicos

O casamento real do príncipe Harry e Meghan Markle foi um exemplo cristão?

Artistas ingleses boicotam Israel enquanto 1 milhão de meninas inglesas são estupradas por gangues muçulmanas

Maomé se torna o nome mais popular para bebês na Inglaterra

Rápida islamização da Europa, com ajuda cristã

Um doce saudita para os EUA: uma escultura e uma bandeira saudita erguida no World Trade Center, onde 3.000 americanos foram mortos por terroristas sauditas

Estátua da Liberdade, uma maldição pagã-islâmica sobre os EUA?

Engrandecendo a sodomia de novo: Trump se torna o primeiro presidente do Partido Republicano a celebrar o Mês do Orgulho LGBT ao lançar campanha para legalizar a homossexualidade em todo o mundo

Julio Severo

Donald Trump surpreendeu os esquerdistas e desapontou os cristãos conservadores em 31 de maio de 2019, inaugurando oficialmente junho de 2019 como o Mês do Orgulho LGBT, dizendo: “Meu governo está lançando uma campanha mundial para legalizar a homossexualidade e convidar todas as nações a se juntarem aos EUA nessa campanha!”

É a primeira vez que um presidente do Partido Republicano celebra publicamente o Mês do Orgulho LGBT, em que os 30 dias de junho são dedicados a celebrar o comportamento sexual de homossexuais. Se Trump dedicasse 30 dias de um mês para celebrar o Cristianismo, especialmente a religião evangélica que fundou os Estados Unidos, haveria protestos generalizados. Seria impossível para ele fazer tal celebração. Aliás, na comemoração dos 500 anos da Reforma protestante em 31 de outubro de 2017, Trump não fez nenhuma menção dela, mesmo sendo o presidente da maior nação protestante do mundo. Em vez disso, ele celebrou o Dia das Bruxas e seu ocultismo. Obviamente, para ele o comportamento homossexual e o Dia das Bruxas merecem mais celebrações do que o Cristianismo.

“Ao celebrarmos o Mês do Orgulho LGBT e reconhecermos as excelentes contribuições que os indivíduos LGBT deram à nossa grande nação, vamos também nos solidarizar com os muitos indivíduos LGBT que vivem em dezenas de países do mundo que punem, aprisionam ou até mesmo executam indivíduos com base na sua orientação sexual,” escreveu Trump em apoio ao Mês do Orgulho LGBTI. Seu comentário não foi diferente dos comentários de Barack Hussein Obama e Hillary Clinton, que também usavam a linguagem de direitos humanos e punição, prisão e execução legal de homossexuais como pretextos para suas campanhas para legalizar a homossexualidade em todo o mundo.

Líderes evangélicos dos EUA já estão expressando suas preocupações. O Dr. Michael Brown, escritor e pastor judeu pentecostal dos EUA, tuitou:

“Estou profundamente desapontado com o fato de que o Presidente Trump esteja celebrando o orgulho gay neste mês. Nos primeiros dois anos, ele quebrou a tendência, mas infelizmente foi na direção errada desta vez. Peço-lhe que reconsidere. realDonaldTrump.”

Robert A. J. Gagnon, professor de teologia e autor do livro “A Bíblia e a Prática Homossexual: Textos e Hermenêutica,” escreveu em seu Facebook:

“Tuítes terrivelmente equivocados de Trump celebrando o ‘orgulho LGBTQ.’ Ele merece todas as críticas que puder receber dos conservadores sobre isso… Trump nunca foi totalmente confiável para se opor às incursões ‘LGBTQ.’ Os políticos do Partido Democrata foram sempre ‘confiáveis’ para apoiar toda tirania ‘LGBTQ.’ Trump precisa saber que o apoio à agenda ‘LGBTQ’ lhe renderá poucos votos e lhe custará muitos.”

A Ativista Mamãe Elizabeth Johnston tuitou:

“Sr. Presidente, com todo o devido respeito, celebrar a anormalidade sexual é muito impróprio para o líder do mundo livre. Além disso, a comunidade LGBT é descaradamente contra a liberdade de expressão (se você discordar deles) e contra a liberdade religiosa (se você for cristão).”

O Rev. Michael S. Heath disse:

“Fui um dos primeiros apoiadores de Trump para presidente. Mas não o apoio para a reeleição. O perigo da aprovação da sodomia está muito além da política. Se ele não se arrepender de sua cruzada em favor da homossexualidade, ele não será reeleito.”

Peter LaBarbera, presidente da entidade conservadora Americanos em favor da Verdade sobre a Homossexualidade, tuitou:

“Esse tuíte foi escrito por @RichardGrenell, assumidamente homossexual, ‘gay cristão’ e embaixador de Trump para a Alemanha? Por que devemos celebrar um comportamento que é claramente chamado de pecado pela Bíblia (o livro favorito de Trump)? Além disso, nenhuma ‘Cidade que Brilha no Monte’ promove a sodomia para o mundo.”

“Cidade que Brilha no Monte” é uma expressão que o presidente conservador Ronald Reagan usava, com base nas palavras de Jesus: “Vocês são a luz do mundo. Não se pode esconder uma cidade construída sobre um monte.” (Mateus 5:14 NVI) Reagan usou isso para significar que os EUA têm como missão ser uma “Cidade que Brilha no Monte.” Mas com Obama e agora Trump, os EUA são, no que se refere ao pecado homossexual, uma “Cidade que Peca no Monte.”

LaBarbera também disse:

“Querido @Franklin_Graham, espero que você se pronuncie contra esse tuíte feito por @realDonaldTrump promovendo a imoralidade (homo)sexual e rebelião de gênero para o mundo. Nenhum presidente dos EUA deve desafiar a verdade bíblica. Observação: geralmente sou um forte apoiador do presidente Trump e não sou um opositor.”

Graham é um crítico assumido da agenda homossexual e um defensor assumido de valores pró-família. Ele critica Hollywood e os políticos do Partido Democrata por apoiarem a agenda gay. E quando Obama, seu governo e a grande mídia americana atacaram o presidente russo Vladimir Putin por causa da lei russa que proíbe a propaganda homossexual para crianças e adolescentes, Graham escreveu a reportagem de capa na revista Decision, publicada pela Associação Evangelística Billy Graham, elogiando a coragem do presidente russo de enfrentar a poderosa Nova Ordem Mundial Gay.

Contudo, em relação a Trump, Graham está em uma situação muito delicada, porque Trump tem sido muito gentil com sua família, inclusive comparecendo ao funeral de seu pai e elogiando-o. Essa foi uma das coisas mais bacanas que um presidente dos EUA já fez para um evangelista. Graham também é seu conselheiro pessoal. Provavelmente, ele falou ou tentou falar com Trump sobre tudo isso. Enquanto Trump tuitava sua celebração do Mês do Orgulho LGBTI, Graham tuitou: “Quero lembrar a todos da importância de orar pelo Presidente dos Estados Unidos Donald Trump…”

Se um presidente tivesse sido gentil com minha família, eu também teria dificuldade de confrontá-lo abertamente sobre sua propaganda homossexual, mesmo que esse fosse meu dever espiritual como cristão.

Era muito fácil deixar a zona de conforto para confrontar o esquerdista Obama com sua propaganda homossexual. Mas tem sido muito difícil, um grande desafio, para muitos evangélicos conservadores deixarem sua zona de conforto de interesses políticos para confrontar o direitista Trump sobre sua propaganda homossexual.

Depois de tuitar sua celebração do Mês do Orgulho LGBTI, Trump retuitou algumas mensagens de Franklin Graham. Ele sabe que Graham tem autoridade e influência para influenciar os evangélicos. E sua mensagem sutil é que ele não quer que Graham influencie os evangélicos contra sua campanha para legalizar a homossexualidade em todo o mundo.

Para manter os canais de comunicação abertos, Graham não deveria criticar Trump abertamente, mas deixar que outros façam isso. E os cristãos precisam orar por Trump e Graham para que ele possa usar sabiamente seus canais de comunicação com Trump para falar em particular o que Trump precisa saber.

Trump escolheu Richard Grenell, o embaixador dos EUA na Alemanha, em fevereiro para liderar sua campanha internacional para legalizar a homossexualidade em todo o mundo. Grenell, que é casado com outro homossexual, é o nomeado homossexual de mais elevado escalão do governo Trump.

Contactado pelo jornal britânico DailyMail em Berlim, Grenell disse que “o presidente Trump nunca vacilou em seu apoio à legalização da homossexualidade.” Grenell, um homossexual assumido, disse à Fox News no mês passado que o vice-presidente Mike Pence participará da campanha. Pence, novamente, colocou a política acima dos valores conservadores e cristãos?

Em fevereiro passado, quando Grenell lançou sua campanha, denunciei em meu artigo “Governo Trump busca legalização da homossexualidade em todo o mundo enquanto crianças e outras vítimas da homossexualidade são esquecidas”. A maior revista gay dos EUA, The Advocate, fez uma reportagem dizendo que Scott Lively, o Conselho de Pesquisa da Família (Family Research Council [FRC]) e Julio Severo eram vozes evangélicas proeminentes que se opunham a essa campanha. Você pode ler no meu artigo “Maior revista gay dos EUA furiosa com protesto evangélico contra iniciativa do governo dos EUA de descriminalizar a homossexualidade em todo o mundo”.

Entretanto, embora eu interpretasse corretamente que essa era uma campanha do governo Trump, o FRC teve uma interpretação diferente. Em seu artigo intitulado “Direitos Humanos São Direitos Humanos,” o FRC disse que “Grenell escreveu em um artigo de opinião no jornal alemão Bild que ‘autoridades governamentais devem. . . exigir que os países membros da ONU descriminalizem a homossexualidade,” mas assegurando que “Há apenas um problema — além do embaixador, não parece que o presidente Trump — ou qualquer outra pessoa no seu governo — tenha autorizado essa ‘campanha.’”

Para o FRC, Trump era inocente de tal campanha, que foi uma traição aos apoiadores evangélicos de Trump. O FRC simplesmente não acreditou que Trump apoiaria a campanha de Grenell. Publiquei nos Estados Unidos dois artigos mostrando que o FRC estava errado e que eles precisavam de uma postura mais forte com relação às questões homossexuais no governo Trump. O FRC reagiu solicitando com sucesso a remoção desses dois artigos de um site americano proeminente, mas uma cópia desses artigos também está disponível em meu blog pessoal aqui:

Conselho de Pesquisa da Família: Servindo ao conservadorismo ou servindo ao Partido Republicano?

Quem está incomodado que pedi mais energia conservadora do Conselho de Pesquisa da Família contra a agenda gay? O Observatório da Direita, da organização esquerdista People for the American Way!

Apesar dos esforços do FRC de negar, o governo Trump já estava avançando a agenda homossexual e Trump estava apenas esperando o momento certo para ele sair em sua defesa. Enquanto isso, ele estava usando ministérios de seu governo para defender a agenda gay no lugar dele.

Em 2017, o Departamento de Estado, sob o comando de Rex Tillerson, celebrou o mês de junho como Mês do Orgulho LGBTI, mas quem não quis ver Trump envolvido nisso não viu sua voz falando através de Tillerson. Um mês inteiro em que autoridades do governo dos EUA celebraram a homossexualidade nos EUA e suas embaixadas em todo o mundo! Como poderiam os apoiadores evangélicos conservadores de Trump pensar que ele não teve nenhum envolvimento em tudo isso?

Em 2018, o Departamento de Estado, sob o comando do “evangélico” Mike Pompeo, celebrou novamente o mês de junho como Més do Orgulho LGBTI, mas quem não quis ver Trump envolvido nisso não viu sua voz falando através de Pompeo. Um mês inteiro em que autoridades do governo dos EUA celebraram a homossexualidade nos EUA e suas embaixadas em todo o mundo! Como poderiam os apoiadores evangélicos conservadores de Trump pensar que ele não teve nenhum envolvimento em tudo isso?

Outras figuras proeminentes no governo Trump, especialmente a Embaixadora dos EUA na ONU Nikki Haley, expressaram apoio ao Mês do Orgulho LGBTI, mas aqueles que não queriam ver Trump envolvido nisso não viram sua voz falando através de Haley.

Os sinais eram claros, mas não eram vistos por aqueles que não queriam ver.

Quanto ao FRC, mesmo tendo contato com republicanos de alto escalão e tendo informações privilegiadas, apresentou Trump de forma deturpada para suas audiências evangélicas, como se a voz dele através de seus próprios secretários de Estado, embaixadora dos EUA na ONU e outros não fossem as vozes estratégicas dele, como se sua campanha homossexual não fosse uma campanha homossexual.

O que pode ter deixado os apoiadores evangélicos de Trump em dúvida com relação a essa voz clara é que às vezes Trump fazia concessões a eles, por exemplo, a proibição de transexuais nas forças armadas. Mas essa é uma concessão menor em contraste com as concessões maiores para homossexualistas. Por exemplo, Trump manteve em seu governo o cargo de embaixador homossexual mundial dos EUA criado por Obama.

Trump manteve muitos outros cargos homossexuais criados por Obama no governo federal, mas seus apoiadores evangélicos não os levaram a sério por causa de sua pequena concessão a eles. Chamo isso de “estratégia do bolo,” onde Trump, para deixar todo mundo feliz, deu fatias de bolo para todo mundo. Fatias cada vez menores (ou concessões) para os evangélicos e fatias cada vez maiores (ou concessões) para os homossexualistas.

A diferença é que, enquanto os conservadores estão satisfeitos com uma ou duas fatias, os esquerdistas reclamam o tempo todo. Independentemente de quantas fatias ele dá a eles, eles nunca estão satisfeitos, porque eles sempre querem o bolo inteiro.

No ano passado, Trump nomeou um juiz conservador para alegrar os conservadores e nomeou um juiz homossexual para alegrar os homossexualistas. Critiquei a concessão de Trump aqui: “Trump e seus juízes, um para os conservadores e um para os ativistas gays”. O que não é de surpreender é que a esquerda dos EUA me criticou por não aceitar o juiz gay de Trump.

Trump pode estar preocupado, porque imediatamente depois que ele tuitou sua trágica celebração do Mês do Orgulho LGBT, ele começou a retuitar mensagens evangélicas, especialmente de Franklin Graham. Mesmo assim, a pressão evangélica sobre ele precisa continuar.

Se a maioria dos apoiadores de Trump fosse homossexualista ou esquerdista, eu poderia entender sua postura de ceder aos seus caprichos. Mas esse não é o caso.

Os evangélicos são a principal base política de Trump, e ele está usando essa base para legalizar a homossexualidade em todo o mundo, em um esforço calculado para sair pela culatra — contra os evangélicos, porque a agenda gay é contra o Cristianismo.

Há também outras concessões no Partido Republicano. A maior conferência “conservadora” nos EUA — a Conferência de Ação Política Conservadora (CPAC) — tem abrigado homossexualistas, ao mesmo tempo em que rejeita evangélicos conservadores opostos à agenda homossexual.

Assim, à medida que os homossexualistas avançam no Partido Republicano e em conferências conservadoras, os evangélicos e outros conservadores serão cada vez mais hostilizados.

Os conservadores não devem ser enganados pela campanha de Trump para legalizar a homossexualidade. O modo padrão e clássico usado pelos esquerdistas para iniciar uma campanha para legalizar a homossexualidade é abordar os direitos humanos e proteger os homossexuais da violência. O resultado final é sempre o mesmo: privilégios homossexuais cada vez maiores resultando em perseguição cada vez maior de cristãos.

Mesmo que a iniciativa do governo Trump tratasse apenas da violência contra os homossexuais, por que priorizar indivíduos conhecidas por suas más escolhas sexuais?

Quando penso em violência e homossexualidade, o primeiro pensamento que vem à minha mente não é de indivíduos que sofrem violência por seu estilo de vida sexual. O primeiro pensamento é de crianças que sofrem violência homossexual — física e psicológica. Há um enorme esforço para encobrir o sofrimento das crianças nas mãos de predadores homossexuais.

A Igreja Católica é prova viva da gravidade da violência homossexual contra crianças. Jovens com problemas homossexuais ocultos entram nos seminários católicos e, embora nunca sejam libertados de seus demônios e vícios homossexuais, eles se tornam padres e bispos. A consequência natural é que a homossexualidade deles acaba produzindo violência sexual contra crianças.

Se você não pode impedir até mesmo um ambiente cristão onde há homossexualidade de cometer violência sexual contra crianças, como é que o governo dos EUA espera proteger uma cultura homossexual conhecida por tornar as crianças especialmente vulneráveis a abuso sexual?

Não tenho dúvidas de que George Washington, o primeiro presidente dos EUA conhecido por dispensar com desonra um soldado por causa de seu comportamento homossexual, nunca aceitaria o governo dos EUA celebrando um “Mês do Orgulho LGBTI.” Em vez disso, ele lançaria um “Mês de Proteção de Crianças Contra Propaganda e Violência Homossexual.” Ele também lançaria uma iniciativa para encorajar as nações a proteger crianças e adolescentes contra a propaganda homossexual e sua violência psicológica e física.

A Rússia de Putin deu um bom exemplo ao promulgar em 2013 uma lei proibindo a propaganda homossexual para crianças. O governo Obama, que estava ocupado celebrando a homossexualidade em seu Departamento de Estado e engajado em esforços para descriminalizar a homossexualidade em todo o mundo, rosnou contra a lei russa e usou a questão ucraniana como um pretexto para impor sanções à Rússia.

Com Trump, minha expectativa era que ele usaria o governo dos EUA para fazer muito mais do que a Rússia contra a poderosa agenda homossexual e sua ameaça predatória às crianças. No entanto, em muitos sentidos e ano após ano Trump, seu governo e seu Departamento de Estado estão fazendo mais e mais para imitar Obama e sua obsessão de celebrar a homossexualidade.

Obama nunca se preocupou com as crianças e sua proteção contra a ameaça predatória da propaganda homossexual. Trump também nunca demonstrou tal preocupação. Nada de “Mês de Proteção de Crianças contra Propaganda e Violência Homossexual.”

Todos eles estão interessados em proteger um comportamento sexual predatório que trouxe o juízo de Deus para Sodoma como um exemplo de sociedades que escolheriam a homossexualidade como seu estilo de vida oficial. Os EUA, sob Obama e Trump, não estão apenas celebrando e protegendo esse estilo de vida pervertido, mas o governo Obama trabalhou e o governo Trump vem trabalhando para espalhar a celebração e proteção desse estilo de vida que ainda hoje está trazendo grandes maldições à Igreja Católica e vai acabar trazendo grandes maldições e destruição para as sociedades que insistem em adotar o que Deus sempre condenou.

Deus disse:

“Não te deitarás com um homem como se deita com uma mulher. Isso é abominável!” (Levítico 18:22 King James Atualizada)

“O que aconteceu com Sodoma e Gomorra e as cidades vizinhas é, para nós, um exemplo do castigo do fogo eterno. O povo daquelas cidades sofreu o mesmo destino que o povo de Deus e os anjos sofreram, pois cometeram pecados sexuais e se engajaram em atividades homossexuais.” (Judas 7 GWV)

Em uma época em que 100.000 cristãos são massacrados por sua fé por ano, não faz sentido focar na homossexualidade. Aliás, nos primeiros 6 meses de 2018, o governo Trump permitiu a entrada nos EUA de apenas 21 refugiados cristãos. Essa foi uma flagrante traição às promessas de Trump em 2016 de que ele seria um protetor de cristãos perseguidos. E agora ele quer ser um protetor da homossexualidade quando há milhares e milhares de vítimas da homossexualidade, inclusive na Igreja Católica?

Por que tratar a homossexualidade como uma característica de vitimização quando está provado que a homossexualidade é uma característica de violência, inclusive sexual, especialmente contra os meninos?

Os EUA foram chamados para ser uma “Cidade que Brilha no Monte,” não uma “Cidade que Peca no Monte” para agradar aos globalistas da Nova Ordem Mundial Gay.

Trump foi eleito pelos evangélicos para engrandecer os EUA de novo, não para engrandecer Sodoma de novo. As pessoas que leem a Bíblia conhecem a história e o fim de Sodoma, cujas práticas homossexuais receberam o nome de “sodomia.” Será que Trump quer que os EUA tenham o mesmo destino de Sodoma?

Sodoma engrandeceu a sodomia e pagou um alto preço. Por que os EUA gostariam de engrandecer a sodomia de novo?

De que vale engrandecer os EUA para os EUA liderarem o mundo na celebração da homossexualidade, assim como Trump está fazendo em junho de 2019?

Concordo com Franklin Graham que os americanos precisam orar por Trump.

Os evangélicos que elegeram Trump precisam orar para que ele pare de imitar Obama. E eles precisam pedir a ele que destitua o ativista homossexual Richard Grenell de seu governo e nomeie evangélicos que possam celebrar um “Mês de Proteção de Crianças Contra Propaganda e Violência Homossexual” no Departamento de Estado e lançar uma iniciativa internacional com tal excelente propósito.

Conservadores e evangélicos, nos EUA e em todo o mundo, esperam nada menos que isso dos Estados Unidos.

Com informações do DailyMail.

Versão em inglês deste artigo: Making Sodomy Great Again: Trump becomes first Republican president to celebrate LGBT Pride Month as he launches campaign to make homosexuality legal around the world

Fonte: www.juliosevero.com

Leitura recomendada:

Maior revista gay dos EUA furiosa com protesto evangélico contra iniciativa do governo dos EUA de descriminalizar a homossexualidade em todo o mundo

Quem está incomodado que pedi mais energia conservadora do Conselho de Pesquisa da Família contra a agenda gay? O Observatório da Direita, da organização esquerdista People for the American Way!

Conselho de Pesquisa da Família: Servindo ao conservadorismo ou servindo ao Partido Republicano?

Trump apoia o “casamento gay” enquanto seus apoiadores cristãos conservadores permanecem em silêncio

Governo Trump busca legalização da homossexualidade em todo o mundo enquanto crianças e outras vítimas da homossexualidade são esquecidas

Pelo segundo ano, Departamento de Estado de Trump reconhece junho como Mês do Orgulho LGBTI

O que os EUA ganharão engrandecendo a sodomia?

EUA, União Europeia, Brasil, Argentina, Chile e Israel pressionam Romênia a adotar o ativismo homossexual

Trump faz discurso pró-vida histórico, mas comete a gafe de congratular republicanos homossexuais

Departamento de Estado de Trump reconhece junho de 2017 como Mês do Orgulho LGBTI

Ivanka Trump posta mensagem de apoio ao Mês do Orgulho LGBTQ nos EUA

Embaixadas americanas sob Trump avançam a agenda LGBT

Trump continua o imperialismo homossexual de Obama e frustra conservadores cristãos

Trump e Obama: O que mudou entre eles sobre homossexualidade e Arábia Saudita?

Uma Inquisição Mundial para Matar Homossexuais?

George Washington: “É dever de todas as nações reconhecerem a Deus”

Spotlight: Expondo escândalos de pedofilia e escondendo escândalos homossexuais na Igreja Católica

Governo Trump mostra resposta progressista à agenda gay

O esquerdista, o direitista e o bolo

Trump e profecias, e um novo modelo de líder nacional e mundial

Carta Aberta ao Presidente Donald Trump