Fake News sobre “refugiados” muçulmanos nos grandes meios de comunicação dos EUA

Organizações cristãs que lucram com imigração muçulmana protestam contra proibição

William J. Murray, presidente da Coalizão de Liberdade Religiosa

Comentário de Julio Severo: Quando William J. Murray escreveu este artigo, Trump estava ainda prometendo prioridade aos refugiados cristãos para entrar nos EUA. Aliás, ele fez uma lei nesse sentido. Mas isso durou muito pouco tempo. A pressão veio e Trump voltou atrás e removeu a prioridade aos refugiados cristãos. Hoje, os cristãos perseguidos não têm nenhuma prioridade no governo Trump. Mas o artigo de Murray, que já foi entrevistado por mim aqui, contém uma importante denúncia contra a grande mídia. Leia:

No ano de 2016, só 68 refugiados cristãos da Síria obtiveram autorização para entrar nos Estados Unidos — não os 37.521 que o jornal Daily Mail e outros grandes veículos de comunicação estão insinuando.

O Daily Mail, o Atlantic e muitas outras publicações estavam baseando seus artigos em informações fornecidas por organizações cristãs que lucram financeiramente com a imigração de refugiados muçulmanos aos EUA. Essas organizações estão sendo pagas milhares de dólares por pessoa para “reassentamento.”

O jornal Atlantic baseou seus números numa citação de Jenny Yang, vice-presidente sênior da entidade ativista World Relief (Socorro Mundial), braço da Associação Nacional de Evangélicos nos EUA que fornece serviços de reassentamento para refugiados e imigrantes. Essa organização, como outros que apoiam a imigração da Síria, recebem verbas do governo.

O Daily Mail, uma grande publicação impressa e online mundial, está na vanguarda da transmissão de informações falsas sobre imigração de refugiados muçulmanos versus cristãos aos Estados Unidos. Enquanto estava noticiando sobre uma entrevista que o presidente Trump deu, o Daily Mail em sua edição de 30 de janeiro escreveu:

“…o presidente se comprometeu a dar prioridade aos cristãos que solicitam condição de refugiados, dizendo que era mais fácil para os muçulmanos entrarem nos Estados Unidos do que para os cristãos. Contudo, as evidências disponíveis mostram que os EUA receberam 37.521 refugiados cristãos e 38.901 refugiados muçulmanos em 2016.”

A publicação então citou uma pesquisa de opinião pública do Pew de que “… a população da Síria é composta de 93 por cento de muçulmanos e cinco por cento de cristãos.” A conclusão óbvia que o Daily Mail quer que seus leitores tirem é que embora a população da Síria tenha apenas 5% de cristãos quase metade dos refugiados sírios que entram nos EUA eram cristãos em 2016. A omissão das estatísticas reais de refugiados sírios foi pior do que jornalismo ruim: teve a intenção deliberada de conduzir os leitores a uma conclusão errada.

A estatística de 37.521 refugiados cristãos entrando nos Estados Unidos no ano de 2016 não representou cristãos sírios, mas em vez disso todos os refugiados de todas as nações. O Daily Mail declara que os cristãos são apenas 5% da população síria, mas aproximadamente 50% dos refugiados sírios que entram nos EUA.

Na realidade, um total de só 68 refugiados cristãos sírios tiveram permissão de entrar nos EUA em 2016, enquanto 98% dos refugiados sírios que eram muçulmanos sunitas tiveram permissão, de acordo com o Departamento de Estado.

As estatísticas sobre refugiados informadas no Daily Mail incluíam todos os refugiados cristãos, até mesmo aqueles que escaparam da Coreia do Norte comunista. Dos 85.000 refugiados que Obama recebeu em 2016, só 12.587 eram da Síria. Os dados do Centro de Processamento de Refugiados do Departamento de Estado mostram que dos 12.587 refugiados sírios que entraram nos Estados Unidos no ano de 2016, a vasta maioria — 12.363 (98,2 por cento) — era muçulmana sunita. Só 68 dos 12.587 — pouco mais que meio por cento — eram cristãos.

Há uma discrepância final. Os números da pesquisa do Pew foram usados porque indicavam a percentagem mais baixa da população cristã na Síria. Contudo, fontes mais confiáveis, inclusive o governo sírio e o Livro de Fatos Mundiais da CIA, discordam dessa percentagem e colocam a população da Síria em 10%, não 5%. Além do mais, até o número de 10% inclui só cidadãos sírios e ignora o fato de que dezenas de milhares de cristãos iraquianos fugiram para a Síria em busca de segurança depois que George Bush invadiu o Iraque em 2003. Essa invasão deixou os cristãos indefesos contra o terrorismo muçulmano sunita.

Os cristãos iraquianos fugiram em busca da segurança da Síria, que tem um governo que os tratou em igualdade com os muçulmanos. Entretanto, logo eles se viram no meio de uma revolta muçulmana sunita financiada pela Arábia Saudita e manipulada e armada pelos Estados Unidos.

O Daily Mail, assim como o Washington Post e outros grandes meios de comunicação, não mencionam que os grupos terroristas na Síria são muçulmanos sunitas. Até mesmo o Departamento de Estado dos EUA sob Obama declarava que o Estado Islâmico (ISIS) era muçulmano sunita e estava cometendo genocídio contra os cristãos e muçulmanos xiitas.

O presidente Trump está tentando ajudar as vítimas de genocídio, um fato que o Daily Mail e a maioria dos grandes meios de comunicação que têm um desejo forte de culturas “diversas” se recusam a admitir.

Traduzido por Julio Severo, com a permissão do autor, do original em inglês: Fake News on Muslim “refugees” in Major Media Outlets. Uma versão editada em inglês deste artigo foi publicada pelo WND (WorldNetDaily).

Fonte: www.juliosevero.com

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Embaixadas americanas sob Trump avançam a agenda LGBT

Julio Severo

Os evangélicos conservadores, cujo voto deu vitória a Donald Trump, haviam esperado que quando ele se tornasse presidente o governo dos EUA pararia de usar suas embaixadas para promover a agenda homossexual, como ocorria muitas vezes sob o ex-presidente Obama.

Entretanto, na semana passada, quando ativistas esquerdistas, inclusive Cuba, estavam celebrando o Dia Internacional contra a Homofobia, Transfobia e Bifobia (DIHTB), várias embaixadas dos EUA sob Trump também o celebraram.

A Embaixada dos EUA na Macedônia tuitou isto:

Estamos hasteando a bandeira do arco-íris hoje para comemorar o Dia Internacional contra a Homofobia, Transfobia e Bifobia. #DIHTB2017

Trump não fez uma proclamação DIHTB formal, mas seu Departamento de Estado realizou uma “Celebração Mundial de Diversidades de Sexo e Gênero.” Além da bandeira homossexual hasteada na Embaixada dos EUA na Macedônia, Kyle Randolph Scott, embaixador americano na Sérvia, realizou um Prêmio do Arco-Íris na Embaixada dos EUA na Sérvia. Ele disse:

“Os Estados Unidos continuam com o compromisso de avançar os direitos humanos de todos os seres humanos: isso inclui indivíduos LGBT aqui e no mundo inteiro. É por isso que minha embaixada e eu temos o orgulho de apoiar o trabalho da Aliança Gay-Hétero… O Prêmio do Arco-Íris serve como reconhecimento importante para um indivíduo ou instituição que tem contribuído para a luta contra a homofobia e transfobia na Sérvia… A Embaixada dos Estados Unidos contribui para avançar os direitos de indivíduos LGBT na Sérvia de muitas formas. Apoiamos várias organizações ativistas, tais como a Aliança Gay-Hétero, e Pais e Amigos de Lésbicas e Gays.”

Como é que um embaixador americano pode descaradamente usar sua embaixada para promover a agenda homossexual em outros países, inclusive premiando ativistas e grupos gays, sem a autorização de seu governo?

Ted Osius, homossexual assumido que é o embaixador americano no Vietnã, escreveu um texto no blog oficial do Departamento de Estado dos EUA honrando o DIHTB.

Em fevereiro, Trump frustrou sua base de evangélicos conservadores que esperavam que ele removesse Randy Berry, embaixador especial LGBT de Obama (o primeiro desse tipo), cuja missão é promover a aceitação da homossexualidade, bissexualidade e transgenerismo no exterior sob a rubrica de “direitos humanos” e no nome do governo dos Estados Unidos. Em vez de dar atenção aos seus eleitores conservadores, Trump escolheu manter o embaixador homossexual de Obama.

Contudo, muitos conservadores não estão protestando contra tal imperialismo homossexual sob Trump porque seu governo está fazendo avanços econômicos (é a economia, idiota!), mesmo quando a um preço de sangue.

Com informações de LifeSiteNews (Peter LaBarbera) e da Embaixada dos EUA na Sérvia.

Versão em inglês deste artigo: U.S. Embassies Under Trump Advance LGBT Agenda

Fonte: www.juliosevero.com

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Dinheiro de sangue: Arábia Saudita conquista Trump

Julio Severo

Abandonando parte da retórica de sua campanha presidencial que era dura contra os muçulmanos e deixando suas promessas de uma “interrupção total e completa” da entrada de muçulmanos nos Estados Unidos, o presidente Donald Trump visitou a Arábia Saudita, o lugar mais sagrado do islamismo.

Em sua primeira viagem internacional, Trump, cuja campanha defendia “Os EUA em Primeiro Lugar,” colocou a Arábia Saudita como prioridade máxima, acima de Israel. Ele é o único presidente americano a transformar a Arábia Saudita — ou alguma nação islâmica — em prioridade em sua primeira visita internacional.

Ele recebeu boas-vindas deslumbrantes dos líderes na Arábia Saudita. Ele foi saudado no aeroporto pelo rei Salman, o que foi de chamar a atenção considerando que o monarca muçulmano não apareceu no ano passado para dar boas-vindas ao presidente Barack Obama em sua visita final à Arábia Saudita.

Mais tarde, Salman condecorou Trump com a Medalha de Abdulaziz al Saud, a honraria saudita mais elevada.

Trump estava acompanhado na viagem pelos presidentes de várias grandes empresas americanas, que anunciaram contratos multibilionários com os sauditas.

Na Arábia Saudita, ele deu um discurso para os líderes de 50 países muçulmanos dizendo: “Esta não é uma guerra entre religiões diferentes, seitas diferentes ou civilizações diferentes. Esta é uma guerra entre os que buscam destruir a vida humana e os que buscam protegê-la. Esta é uma guerra entre o bem e o mal.”

Por sua vez, o rei saudita Salman disse: “O islamismo é a religião da paz e tolerância… o islamismo considera matar uma alma inocente o equivalente de matar a humanidade inteira.”

Trump disse: “O terrorismo vem se espalhando no mundo todo. Mas o caminho da paz começa bem aqui, nesta antiga terra, nesta terra sagrada. Os Estados Unidos estão preparados para ficar ao lado de vocês.”

Trump aclamou a amizade dos EUA com a Arábia Saudita, a qual “se estende por várias décadas e cobre dimensões numerosas.” É uma mensagem acentuadamente diferente de sua campanha que dizia “a Arábia Saudita e muitos dos países que deram vastas quantias de dinheiro para a Fundação Clinton querem as mulheres como escravas e querem matar gays.”

Enquanto isso, Ivanka Trump, que acompanhou seu pai presidencial na visita, louvou o “progresso” saudita nos direitos das mulheres.

O Trump de 2016 dizia que “Penso que o islamismo nos odeia” e que os muçulmanos têm “grande ódio dos americanos.” O Trump de 2017 pediu unidade com os sauditas e outras nações muçulmanas sunitas contra o terrorismo islâmico.

A Arábia Saudita financia o terrorismo

Entretanto, como é que as nações muçulmanas poderiam combater o terrorismo islâmico se a Arábia Saudita, de acordo com a Rede de Televisão Cristã dos EUA, tem um papel proeminente na propagação do terrorismo islâmico?

Um importante porta-voz da liberdade religiosa disse que o governo dos EUA não fará nenhum esforço sério para derrotar os terroristas do ISIS porque eles são sunitas. William J. Murray, presidente da Coalizão de Liberdade Religiosa, disse que a família real da Arábia Saudita sunita não quer permitir nenhuma tentativa genuína de deter os violentos ataques do terrorismo sunita no Oriente Médio porque são de natureza sunita.

Murray disse que os Estados Unidos têm sido “marionetes” militares da família real saudita, atacando e isolando nações xiitas como a Síria. Em sua opinião o Estado de maioria xiita da Síria, que protege a minoria cristã, é alvo dos Estados Unidos só porque os membros da família real saudita estão dando as ordens, não o povo americano.

Trump, que tem condenado o presidente da Síria Bashar Assad por cometer “crimes indescritíveis contra a humanidade,” não tem aberto a boca sobre a Arábia Saudita e seus aliados sunitas que perseguem cristãos e apoiam o ISIS. Em vez disso, nos primeiros dias de seu governo ele premiou Arábia Saudita por combater o terrorismo islâmico.

Mais recentemente, Trump recusou chamar de genocídio as matanças em massa de cristãos armênios cometidas por turcos muçulmanos, enquanto seu vice Mike Pence louvou a suposta cultura islâmica tolerante da Indonésia.

Se é irracional ter a Arábia Saudita como aliada contra o terrorismo islâmico, por que Trump fez desse país islâmico sua prioridade máxima para sua primeira viagem internacional como presidente? O motivo é o dinheiro.

Dinheiro de sangue, lucro de sangue, empregos de sangue

Em seu primeiro dia na Arábia Saudita, Trump assinou um contrato extraordinário no valor total de 350 bilhões de dólares para um período de dez anos. Ele disse: “Este foi um dia tremendo. Investimentos tremendos nos Estados Unidos. Centenas de bilhões de dólares de investimentos nos Estados Unidos e empregos, empregos e empregos.”

Separadamente, empresas americanas no setor petrolífero ganharão 22 bilhões de dólares em novos acordos com a empresa estatal saudita de petróleo Aramco. E acordos com outras empresas americanas poderão chegar à cifra de 50 bilhões de dólares.

Gary Cohn, assessor econômico do presidente da Câmara dos Deputados dos EUA, disse aos jornalistas que a Arábia Saudita “vai contratar empresas americanas” para “muitas coisas relacionadas à infraestrutura,” se gabando de que o acordo vale “muito dinheiro. Bilhões e bilhões de dólares.”

A Arábia Saudita “investirá muito dinheiro nos EUA e contratará muitas empresas americanas para investir e construir coisas aqui nos EUA,” disse Cohn.

O acordo mais tangível entre Trump e o líder saudita foi a venda de 110 bilhões de dólares em equipamento militar para a Arábia Saudita que entrou em vigor imediatamente. A Casa Branca disse que o acordo produzirá “dezenas de milhares de novos empregos nos Estados Unidos.”

Sean Spicer, assessor de imprensa da Casa Branca, afirmou que os 110 bilhões de dólares em equipamento militar representam o “maior acordo de armas da história dos EUA.”

Trump e sua equipe deixaram claro que violações de direitos humanos não afetarão esses contratos. Então a lógica do governo Trump, a qual é muito compatível com a lógica dos neocons, é que as nações muçulmanas que dão lucros enormes para os EUA serão aliadas na luta americana contra o terrorismo islâmico, ainda que financiem tal terrorismo e estejam envolvidas no genocídio de cristãos. Esse é o caso saudita.

As nações muçulmanas que não dão lucros para os EUA serão inimigas na luta americana contra o terrorismo islâmico, ainda que protejam minorias cristãs. Esse é o caso sírio.

O segredo para conquistar Trump, Obama, Bush e Clinton são acordos econômicos lucrativos.

Como é que os Estados Unidos esperam derrotar o terrorismo islâmico se armam pesadamente seu principal patrocinador?

Como é que os Estados Unidos esperam derrotar o terrorismo islâmico se dependem economicamente de seu principal patrocinador?

O Trump de 2016 ficaria envergonhado do Trump de 2017.

Trump escolheu continuar o imperialismo homossexual de Obama ao manter o embaixador especial de Obama para questões homossexuais mundiais. Por que foi que Trump não levou o embaixador consigo para repreender a Arábia Saudita por matar homossexuais?

O maior acordo de armas da história dos EUA

O acordo enorme de 110 bilhões de dólares em equipamento militar representa não só o “maior acordo de armas da história dos EUA,” mas também uma despesa militar maior do que a despesa militar de nações vastamente maiores do que a Arábia Saudita.

O Brasil, que é territorialmente a quinta maior nação do mundo e é maior do que os Estados Unidos sem o Alasca, tem um orçamento militar anual de 24 bilhões de dólares. De longe, a pequena Arábia Saudita ultrapassou o Brasil.

A Rússia, que é territorialmente a primeira maior nação do mundo, tem um orçamento militar anual de 65 bilhões de dólares. De longe, a pequena Arábia Saudita ultrapassou a Rússia.

Além de seu acordo colossal, a Arábia Saudita tem um orçamento militar anual de 81 bilhões de dólares.

O que a pequena Arábia Saudita pretende fazer com seu novo equipamento militar imenso comprados dos EUA? A Arábia Saudita pretende usar tudo isso só para si? Não será generosa para muitos de seus irmãos sunitas que lutam pelo islamismo no mundo inteiro, principalmente na Síria?

O dinheiro saudita de sangue conquistou Bush, Clinton, Bush, Obama e agora Trump.

Por causa do dinheiro saudita, o ISIS está vivo e ativo, cometendo genocídio contra os cristãos.

O papel saudita no atentado de 11 de setembro de 2001 contra os EUA

Se os EUA e seus líderes se envergonhassem de receber dinheiro de sangue, eles reconheceriam o fato de que a maioria dos terroristas muçulmanos que cometeram o atentado de 11 de setembro de 2001 contra os EUA eram sauditas. Mas a Arábia Saudita nunca foi invadida por tropas americanas.

Os sauditas há muito tempo são suspeitos de financiarem os atentados terroristas que atingiram Nova Iorque e Washington.

Os terroristas islâmicos mataram aproximadamente 3 mil pessoas. Quinze dos 19 terroristas eram sauditas.

Na época dos atentados em 2001, a Arábia Saudita estava financiando o radicalismo muçulmano em mesquitas e entidades muçulmanas de caridade. Esse foi dinheiro de sangue indo para causas de sangue.

O dinheiro de sangue não parou aí. Depois que o Congresso dos EUA aprovou uma nova lei permitindo que as famílias das vítimas do atentado de 11 de setembro de 2001 processassem a Arábia Saudita em tribunais americanos, muçulmanos armaram uma campanha política caríssima, inclusive dando dinheiro para veteranos militares americanos para visitar o Congresso dos EUA e avisar os legisladores acerca do que eles disseram poderia ter consequências inesperadas.

O que poucas pessoas sabiam, inclusive alguns dos próprios veteranos recrutados, era que o governo da Arábia Saudita estava em grande parte financiando a campanha, no valor de centenas de milhares de dólares.

O dinheiro saudita de sangue conquistou os EUA, inclusive Bush, Clinton, Bush, Obama e agora Trump, e produzirá centenas de milhares de novos empregos nos Estados Unidos.

Com a assistência enorme do gordo cliente saudita, o índice de empregos nos EUA subirá nas alturas. São empregos de sangue.

Para Trump, o lucrativo petróleo saudita vale mais do que o sangue cristão derramado por muçulmanos sunitas apoiados pelos sauditas.

Acredito no capitalismo guiado por valores judaico-protestantes. Mas o capitalismo sem tais valores é destrutivo.

Comprando o silêncio e a indiferença dos americanos

Ao pagar 100 bilhões de dólares para Trump em equipamento militar, a Arábia Saudita comprou a indiferença dos americanos para com o genocídio que os muçulmanos sunitas estão cometendo contra os cristãos e se protegeu de ser acusada do que é: o principal patrocinador do terrorismo islâmico mundial.

A Arábia Saudita tem abundantes petrodólares para comprar a indiferença americana, e os EUA não têm mais valores judaico-protestantes para guiar seu capitalismo e rejeitar dinheiro de sangue.

Depois de dois dias de reuniões na Arábia Saudita, Trump tem agenda marcada para viajar para Israel e para o Vaticano para se encontrar com o Papa Francisco.

Por que Trump não fez de Israel a primeira nação de sua viagem internacional é um mistério confundindo conservadores e desafiando a retórica da amizade EUA-Israel.

No entanto, mesmo que Trump tivesse escolhido visitar a Arábia Saudita no final de sua lista de viagens internacionais, isso não mudaria o fato de que a Arábia Saudita vem espalhando o terrorismo islâmico no mundo inteiro.

A única visita adequada dos EUA à Arábia Saudita deveria ser por tropas americanas.

Com informações do DailyMail, Associated Press, ABC News, Coalizão de Liberdade Religiosa e WND.

Versão em inglês deste artigo: Bloody Money: Saudi Arabia Conquers Trump

Fonte: www.juliosevero.com

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Nova Lei de Migração abre fronteiras do Brasil para a invasão islâmica e tráfico de drogas?

Julio Severo

Os conservadores brasileiros estão expressando preocupação que o Brasil esteja enfrentando a ameaça da islamização com sua Nova Lei de Migração, aprovada pelo Senado e enviada para sanção presidencial. Essa lei segue a deterioração do panorama político do Brasil com sua corrupção endêmica.

Durante uma conferência islâmica em Chicago nos EUA em 2008, um imam muçulmano descreveu como o Brasil se tornaria uma nação islâmica dentro de 50 anos. Ainda que os EUA e principalmente a Europa estejam enfrentando um influxo em massa de muçulmanos e sua religião destrutiva, por que o Brasil seria de interesse para os muçulmanos?

Em 2014 a Turquia realizou uma cúpula islâmica com o comparecimento de 76 líderes islâmicos de 40 países. A América Latina foi representada pelo Brasil, Venezuela, Argentina, Chile, México, Suriname, Uruguai, Paraguai, Nicarágua, Panamá, Colômbia, Bolívia, República Dominicana, Guiana, Equador, Jamaica e Haiti. A Turquia é a única nação islâmica na OTAN e um aliado dos EUA que é, conforme noticiado pelo site conservador WND (WorldNetDaily), “talvez a maior base da al-Qaeda no mundo.”

Na cúpula, Recep Tayyip Erdogan disse que marinheiros islâmicos descobriram o Novo Mundo em 1178. Ele disse: “Os muçulmanos descobriram a América em 1178, não Cristóvão Colombo.”

Ele e outros líderes islâmicos querem a América Latina.

O Brasil tem sido de interesse porque é maior do que os EUA sem o Alaska e é uma usina de força da América do Sul não só devido ao seu tamanho, mas também devido ao tamanho de sua economia e influência. Diz-se que a América do Sul segue o Brasil. De fato.

O contato do Brasil com o radicalismo islâmico não é novo.

Durante o governo militar, o Brasil abriu o primeiro escritório diplomático da OLP, a Organização para a Libertação da Palestina, uma organização terrorista islâmica, em 1979. Além disso, o governo militar era um proeminente vendedor de armas para nações islâmicas no Oriente Médio.

Na década passada, o governo socialista de Lula ajudou a financiar a Autoridade Palestina.

Mais recentemente, o prefeito de São Paulo, João Doria, social democrata, vendeu ações municipais com a desculpa de querer melhorar os serviços. Aonde foi que ele foi anunciá-las? Nos países do Golfo Pérsico. Ele é um forte candidato presidencial para as eleições do próximo ano.

As expectativas não são boas, mas o mau exemplo brasileiro não tem sido pior do que o mau exemplo americano. Sob o presidente Donald Trump, o governo dos EUA aumentou seu financiamento à Autoridade Palestina e a CIA premiou Arábia Saudita, que é o principal patrocinador do terrorismo islâmico mundial, por combater o “terrorismo islâmico.”

Se a América do Sul imita o Brasil, o Brasil imita os EUA.

A maior parte da Esquerda no Brasil é antissemita, anti-Israel e pró-palestinos. Adicione a essa equação o fato de que a Esquerda brasileira ama a paixão cega da Esquerda americana pelo islamismo. Pelo fato de que o Brasil é a maior nação católica do mundo, adicione também a animosidade inerente e histórica das tradições e costumes católicos contra os judeus e Israel, e o resultado é uma receita perfeita para os esquerdistas abrirem as portas brasileiras para os muçulmanos.

Desde o final da década de 1990 Arábia Saudita vem apoiando a construção de mesquitas e madrassas no Brasil, ainda que o número de muçulmanos permaneça pequeno (registros oficiais mencionam menos de 100.000 enquanto líderes islâmicos mencionam dois milhões).

A Arábia Saudita é o principal aliado islâmico dos Estados Unidos no Oriente Médio, e essa aliança tem facilitado a expansão saudita de uma forma radical de islamismo, inclusive no Brasil.

Tem havido um aumento no número de visitas de líderes islâmicos para autoridades governamentais em nível municipal, estadual e federal no Brasil. Tem havido também uma atividade crescente envolvendo a segurança pública, inclusive a prisão de vários muçulmanos acusados de conspirações terroristas.

Mas o islamismo não tem feito um impacto na população local como seus líderes gostariam. O único jeito de haver um crescimento mais rápido é fomentando a imigração muçulmana ao Brasil. Tem havido um esforço concentrado unindo autoridades governamentais, ONGs (inclusive organizações americanas como a Fundação Ford, a Fundação Sociedade Aberta de George Soros, etc.), grupos cristãos e líderes islâmicos para abrir as portas para mais imigrantes e refugiados. Todos eles têm apoiado a Nova Lei de Migração, que tem sido criticada pelos conservadores brasileiros.

Por que grupos cristãos teriam interesse na imigração islâmica?

O escritor católico Cliff Kincaid disse: “De acordo com seu relatório financeiro para o ano de 2014, o ano mais recente com estatísticas disponíveis, a Conferência dos Bispos Católicos dos Estados Unidos recebeu mais de 79 milhões de dólares em verbas governamentais para fornecer benefícios para os refugiados.”

Ele acrescentou que o governo dos EUA deu mais de 1,5 bilhão de dólares para organizações católicas durante os dois anos passados.

Então grupos cristãos, principalmente a Igreja Católica, recebem milhões de dólares para facilitar invasão de imigrantes islâmicos nos EUA

Grupos cristãos no Brasil teriam interesses e lucros diferentes?

No Brasil, entre católicos, a instituição mais proeminente defendendo a Nova Lei de Migração é a poderosa tradicionalmente esquerdista Conferência Nacional dos Bispos Católicos do Brasil. Entre protestantes, a ANAJURE divulgou uma nota pública defendendo a nova lei.

A nota da ANAJURE não faz menção de cristãos ou Cristianismo e, considerando que seu diretor, Uziel Santana, visitou uma mesquita para uma reunião com líderes islâmicos e uma parceria com grupos muçulmanos, qual o interesse em sua defesa da Nova Lei de Migração?

Entretanto, a VINACC, que foi instrumental na fundação da ANAJURE, tem criticado fortemente a nova lei.

O senador Aloysio Nunes, que era um guerrilheiro comunista, hoje ministro das Relações Exteriores, é o autor da Nova Lei de Migração que, entre outras coisas, abre as fronteiras do Brasil.

Essa lei, em termos práticos, deixa a política migratória do Brasil nas mãos de organizações internacionais, principalmente a ONU, sem limitar o número de imigrantes que entram no Brasil. Como o ministro da Justiça disse: Pode haver mil, dez mil, cem mil, todos são bem-vindos. Acontece que o Brasil não tem condições de suprir as necessidades de seu povo, com dezenas de milhões vivendo na pobreza. Como conseguirá suprir as necessidades de “cem mil refugiados por ano”?

O Brasil está enfrentando confrontos do pior tipo. Uma crise de confiança, uma crise moral, uma crise econômica, desemprego com dezenas de milhões de pessoas desempregadas, a sobrecarga da previdência social, uma crise séria em seu sistema de saúde pública e uma carga pesada de impostos que impede a prosperidade econômica. Há 60.000 assassinatos por ano, 38.000 estupros e 7,6 milhões de armas ilegais cruzando as fronteiras brasileiras e um nível incontestável de crime organizado e traficantes de drogas.

Considerando que a União Europeia já expressou seu interesse de transferir os refugiados muçulmanos para fora da Europa, será que o Brasil está em perigo de se tornar o esgoto islâmico da União Europeia?

A Nova Lei de Migração facilitará as ambições islâmicas da Arábia Saudita e Turquia?

Com informações do site Israel, Islam and End Times.

Versão em inglês deste artigo: Does New Immigration Law Open Brazil’s Borders to Islamic Invasion and Drug Trafficking?

Fonte: www.juliosevero.com

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O esquerdista, o direitista e o bolo

Julio Severo

Fico pensando nas atitudes esquerdistas e direitistas vastamente diferentes com relação ao bolo, ou o poder governamental.

Se Barack Obama, Bill Clinton ou outro socialista está no poder, a matilha de lobos esquerdistas exige o bolo inteiro — e o recebe.

Entretanto, quando George W. Bush, Donald Trump ou outro direitista está no poder, a matilha de lobos esquerdistas continua exigindo o bolo inteiro — e choramingando e rosnando quando recebe uma fatia.

Os direitistas têm razões abundantes para se queixar sob Obama e Clinton: eles não receberam nenhuma fatia do bolo.

Mas os esquerdistas não têm razão para se queixar sob Bush e Trump: eles receberam e recebem uma fatia do bolo.

Sob Clinton e Obama:

Medidas de aborto satisfizeram só à ganância esquerdista.

Medidas homossexuais satisfizeram só à ganância esquerdista.

Medidas contraceptivas satisfizeram só à ganância esquerdista.

Medidas de educação sexual satisfizeram só à ganância esquerdista.

Em comparação, sob Trump:

Medidas pró-vida, principalmente a Política da Cidade do México, estão satisfazendo só ao desejo conservador, ainda que uma revogação da lei ultra-aborto Roe versus Wade não esteja perto.

Medidas homossexuais estão satisfazendo tanto à ganância esquerdista quanto ao desejo pró-família. Embora Trump tenha revogado alguns dos decretos homossexualistas de Obama, ele praticamente manteve o imperialismo homossexual de Obama. Do bolo homossexual, uma fatia para os conservadores e uma fatia maior para os lobos esquerdistas.

Os conservadores não estão protestando contra a atitude bondosa de Trump de repartir o bolo homossexual entre direitistas e esquerdistas.

Os esquerdistas recebem sua fatia do bolo choramingando e rosnando, como sempre. Uma eterna atitude de lobo. A matilha de lobos esquerdistas quer o bolo inteiro.

Mas os conservadores demonstram uma atitude de ovelha encabulada. Parece que eles pensam: “Clinton e Obama jamais nos dariam um pedaço do bolo. Pelo menos Trump nos deu uma fatia do bolo, e estamos gratos!”

Se Trump não dá o bolo inteiro aos conservadores, não há problema: Eles ficam satisfeitos com uma fatia.

Mas se ele não dá o bolo inteiro aos esquerdistas, há um problema sério! A matilha vai choramingar e ameaçar. Uma fatia só nunca é suficiente!

Evidentemente, só dá para justificar a atitude de Trump de repartir o bolo homossexual com o fato de que ele não tem nenhum histórico conservador ou direitista.

Além disso, em sua campanha em 2016, ele nunca prometeu dar o bolo inteiro de questões homossexuais para os conservadores.

O que ele prometeu foi não dar nenhuma fatia do bolo para os lobos neocons. Os evangélicos conservadores, que são a base que lhe deu a vitória eleitoral, ficaram exultantes com sua promessa e os esquerdistas, com alguns republicanos belicistas, choramingaram e rosnaram…

Mas agora, os lobos neocons estão cortando o bolo e “ajudando” Trump a reparti-lo. Uma grande fatia para a Arábia Saudita, que é o principal patrocinador do terrorismo islâmico mundial e cujos cidadãos terroristas foram em grande parte responsáveis pelo atentado islâmico de 11 de setembro de 2001 contra os Estados Unidos.

Por causa das promessas de Trump, principalmente de uma aliança com a Rússia contra o terrorismo islâmico, nós evangélicos conservadores achávamos que ele não daria nenhuma fatia do bolo para os lobos neocons, cuja ganância belicista nos governos de Bush, Clinton, Bush e Obama foi amplamente gratificada por uma aliança dos EUA com o islamismo contra a Rússia.

Agora, de novo, os lobos neocons têm o bolo inteiro, e não há Trump ou conservador para confrontar a eles e sua ganância.

Que Deus tire o bolo dos lobos. Ou que Deus use americanos corajosos para tirar o bolo dos lobos!

Versão em inglês deste artigo: The Left-Winger, the Right-Winger and the Cake

Fonte: www.juliosevero.com

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Por que o Observatório da Direita, da entidade esquerdista americana People for the American Way, está preocupado com Julio Severo?

Presidente Donald Trump expande sua política pró-vida contra abortos cirúrgicos, mas não contra a contracepção, a educação sexual imoral e a agenda gay

Julio Severo

O noticiário da Rede de Televisão Cristã dos EUA está informando que o governo de Trump expandirá de forma significativa a Política da Cidade do México.

A Política da Cidade do México, iniciada pelo Presidente Ronald Reagan em 1985, impede o financiamento com dinheiro de impostos para grupos que realizam e promovem abortos no exterior, mas não impede assistência internacional contraceptiva e homossexual. A ordem garante que milhões de dólares dos EUA continuarão a ir para assistência médica e humanitária que fornecem contracepção e educação sexual. Só não subsidiará abortos cirúrgicos no exterior.

A Política da Cidade do México tem sido cíclica nas políticas americanas, com Reagan, Bush e Trump a apoiando, e Bill Clinton e Obama a revogando. Se o próximo presidente americano for um democrata, ou socialista, ele irá revogá-la.

O governo de Trump está modernizando a Política da Cidade do México para cobrir toda a assistência médica de agências governamentais, inclusive o Departamento de Estado, a Agência dos EUA de Desenvolvimento Internacional, a Secretaria Americana do Coordenador Mundial de AIDS e o Ministério da Defesa. Antes, essa política cobria apenas verbas de planejamento familiar.

Só a atividade de abortos cirúrgicos é afetada. O governo dos EUA sob Trump provavelmente continuará financiando programas e atividades questionáveis que defendem a contracepção e a homossexualidade como planejamento familiar e educação sexual imoral, embora a contracepção muitas vezes envolva micro-abortos.

Em 1992, numa reunião internacional com o diretor latino-americano do FNUAP (Fundo de População da ONU), me encontrei com a diretora da filial brasileira da Federação Internacional de Planejamento Familiar (conhecida pela sigla inglesa IPPF). Ela me deu um documento especial sobre como guiar os legisladores e autoridades a apoiar a educação sexual imoral para adolescentes. O documento havia sido oficialmente impresso na Gráfica do Governo dos EUA em 1989 durante o governo de Bush, quando a Política da Cidade do México estava em vigor.

O documento não tinha nenhuma defesa do aborto, mas tinha instruções detalhadas dirigidas aos legisladores sobre a “necessidade” dos adolescentes brasileiros de educação sexual imoral abrangente e contracepção. A Política da Cidade do México foi impotente para impedir esse documento depravado de ser impresso na Gráfica do Governo dos EUA à custa do dinheiro dos americanos que pagam impostos.

As instituições pró-aborto mais poderosas do mundo são americanas, inclusive a Fundação Ford, Fundação MacArthur, Fundação Soros e muitas outras fundações. A organização pró-aborto, de educação sexual e contraceptiva mais proeminente do mundo é a Federação Internacional de Planejamento Familiar, fundada pela americana Margaret Sanger.

Se Trump pudesse tratar essas organizações americanas que exportam o aborto no mundo inteiro do jeito que os neocons tratam nações vulneráveis, a ideologia pró-aborto sofreria destruição e morte.

A Política da Cidade do México é um bom passo para impedir abortos cirúrgicos. Mas não impede medidas de controle populacional, inclusive a contracepção e a educação sexual imoral. A mentalidade contraceptiva é uma mentalidade de controle populacional sempre levando ao aborto.

A Política da Cidade do México não impede poderosas fundações americanas de exportar o aborto no mundo inteiro e é impotente para criminalizar suas atividades criminosas e assassinas.

O governo de Trump, seguindo basicamente o infame NSSM 200, continuará financiando a contracepção e programas de educação sexual no mundo inteiro, inclusive assistência de AIDS, a qual financia grupos homossexuais. Nenhuma nação no mundo defende e exporta mais a cultura contraceptiva, que é anti-família, do que os EUA.

O Departamento de Estado sob Trump está anunciando sua expansiva, embora contraceptiva, Política da Cidade do México sob o título “Protegendo a Vida na Assistência de Saúde Global.”

Sob a secretária de Estado Hillary Clinton no governo de Obama, o Departamento de Estado defendia o aborto, a homossexualidade e guerras neocons. Hillary foi a principal responsável por provocar a guerra civil na Síria.

Com Trump, o que mudará no Departamento de Estado?

Não haverá defesa do aborto, pelo menos não abortos cirúrgicos. Micro-abortos provocados pela contracepção não são cobertos pela política de Trump.

A homossexualidade será parte do Departamento de Estado de Trump como foi no governo de Obama? Ao que tudo indica sim, pois o governo de Trump manteve o embaixador especial para questões homossexuais mundiais nomeado por Obama.

Uma política “Protegendo a Vida na Assistência de Saúde Global” no Departamento de Estado que está travando uma guerra na Síria, iniciada por Hillary Clinton, é um exemplo bem estranho de ser “pró-vida.”

Se o governo Trump tem seriedade sobre ser pró-vida, deveria suspender o imperialismo homossexual de Obama e as intervenções americanas iniciadas por Hillary na Síria.

Ser pró-vida é muito mais do que impedir abortos cirúrgicos. É também sobre impedir a agenda homossexual e a agenda neocon de guerras intermináveis.

Quando neocons seduzem um presidente americano a se intrometer numa nação, o resultado é um rastro de destruição e morte: Iraque, Líbia, Afeganistão e agora a Síria.

O aborto mata bebês. Neocons matam nações.

É impossível Trump ser pró-vida e ficar alimentando a guerra neocon de Hillary na Síria, onde os cristãos estão sofrendo genocídio nas mãos do ISIS, criado por Hillary e apoiado pela Arábia Saudita.

Com informações de LifeNews.

Versão em inglês deste artigo: President Donald Trump Expands His Pro-Life Policy Against Surgical Abortions, But Not Against Contraception, Immoral Sex Education and the Gay Agenda

Fonte: www.juliosevero.com

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Por que Israel está salvando terroristas islâmicos?

Oitenta por cento dos sírios feridos que recebem assistência médica em Israel são rebeldes islâmicos do sexo masculino contra os cristãos e contra Assad. Só 20 por cento dos sírios tratados por Israel são civis

Julio Severo

Tenho assistido a alguns vídeos de propaganda de Israel dando assistência médica a sírios feridos. Tal propaganda tem como propósito colocar Israel numa luz bastante positiva aos olhos do público. Como cristão evangélico que apoia Israel, amo todo ato de bondade de Israel.

Soldados israelenses resgatando militante islâmico ferido na Síria

Contudo, tenho visto alguns fatos preocupantes acerca da assistência médica de Israel aos sírios.

Uma reportagem do jornal israelense Times of Israel, cuja manchete é “Israel acknowledges it is helping Syrian rebel fighters” (Israel reconhece que está ajudando combatentes rebeldes sírios), disse: “O ministro da Defesa [de Israel] Moshe Ya’alon disse na segunda-feira que Israel vem fornecendo assistência aos rebeldes sírios” e “vem ajudando exércitos que estão lutando para derrubar o presidente sírio Bashar Assad.”

“Ya’alon se referiu à assistência médica israelense aos rebeldes sírios, alguns dos quais estão presumivelmente combatendo junto com a Frente al-Nusra, ligada à al-Qaeda, para derrubar o presidente sírio Bashar Assad,” disse o Times of Israel, acrescentando, “Israel tem tratado mais de 1.000 sírios feridos em seus hospitais desde o início da guerra em 2011.”

Outro jornal israelense proeminente, o Jerusalem Post, numa reportagem cuja manchete é “Report: Israel treating al-Qaida fighters wounded in Syria civil war” (Reportagem: Israel está tratando combatentes da al-Qaeda feridos na guerra civil síria), disse: “Israel vem abrindo suas fronteiras com a Síria a fim de dar tratamento médico aos combatentes da Frente Nusra e al-Qaeda feridos na guerra civil.”

O Jerusalem Post acrescentou: “Israel tem dado assistência médica a quase 2.000 sírios… ‘uma autoridade militar israelense’… disse que a maioria dos que foram tratados eram rebeldes armados que estavam combatendo o governo sírio.”

Confirmando as reportagens israelenses, numa reportagem intitulada “Heartstopping footage shows Israeli commandos rescuing wounded men from Syrian warzone — but WHY are they risking their lives for Islamic militants?” (Filmagem extremamente chocante mostra soldados das forças especiais de Israel resgatando homens feridos da zona de batalha na Síria — mas POR QUE RAZÃO eles estão arriscando a vida para salvar militantes islâmicos?) o jornal britânico DailyMail disse que tropas de elite israelenses têm resgatado em grande parte homens sírios da guerra síria quase todas as noites.

O DailyMail comentou: “Israel insiste em que esses resgates noturnos perigosos são puramente humanitários, e que com isso espera ‘ganhar corações e mentes’ na Síria. Mas os analistas indicam que o Estado judeu tem realmente feito um ‘acordo mortal com o diabo’ — oferecendo apoio aos militantes sunitas,” que são “membros de Jabhat al-Nusra, um grupo sírio ligado à al-Qaeda que tem sequestrado muitos soldados da força de paz da ONU nessa região, e tem massacrado cristãos no interior da Síria.”

O DailyMail também disse: “Nos três anos que vem dirigindo essas operações, Israel salvou a vida de mais de 2.000 sírios — pelo menos 80 por cento dos quais são homens em idade de serviço militar — a um custo de 50 milhões de shekels (mais de 8 milhões de dólares),” acrescentando que só “20 por cento dos sírios tratados por Israel são civis.”

Há um genocídio de cristãos em andamento avançado na Síria. Qualquer que seja a estratégia militar de Israel, as tropas de elite israelenses estão resgatando militantes islâmicos selvagens diretamente responsáveis pelo genocídio de cristãos sírios.

Um ano atrás, o bispo caldeu de Aleppo, Antoine Audo, disse que a população cristã na Síria havia sido reduzida em dois terços em cinco anos — de 1,5 milhão para só 500.000.

Falando numa coletiva à imprensa na sede da ONU em Genebra, Audo disse que só em Aleppo a população cristã foi reduzida de 160.000 para 40.000.

De acordo com o site noticioso conservador Breitbart, esses 40.000 cristãos restantes são pró-Assad e temem os rebeldes islâmicos apoiados pelos EUA. Eles temem que se esses rebeldes ganharem território, os cristãos virarão alvos, tanto por sua fé quanto pelo apoio que dão ao governo sírio.

Quem está combatendo quem na Síria — e qual tem sido a postura de Israel com relação ao sofrimento dos cristãos?

Por seis anos amargos, a guerra civil síria vem assolando a apenas 1 km de Israel.

Israel tem interesses importantes em jogo na guerra síria. O que é mais óbvio é que Israel está preocupado com o papel do Hezbollah no conflito sírio. Pelo fato de que o ISIS e os rebeldes sírios são inimigos do Hezbollah, Israel os apoia. De um ponto-de-vista israelense, é um caso de “o inimigo do meu inimigo é meu amigo.”

Entretanto, os inimigos do Hezbollah estão cometendo genocídio contra os cristãos sírios.

Abaixo está um resumo dos agentes principais na Síria, e o que cada um significa para os cristãos e Israel.

Tropas de Assad: O Exército Sírio é significativamente pró-cristãos e, com a ajuda do apoio aéreo russo, vem combatendo o ISIS e os rebeldes sírios. Israel vê mais problemas com Assad do que com o ISIS e os rebeldes sírios.

Hezbollah: A organização libanesa xiita de guerrilha ajuda o Irã na Síria. O Hezbollah vem combatendo o ISIS e os rebeldes sírios, e os cristãos sírios não têm enfrentado nenhum genocídio por parte do Hezbollah. No entanto, o Hezbollah é um dos inimigos mais mortais de Israel, tendo sequestrado vários soldados israelenses e tido conflitos debilitantes com o Estado judeu.

Rússia: Oficialmente em termos amistosos com Israel, Vladimir Putin tem apoiado Assad. O site noticioso conservador WorldNetDaily disse que a presença russa na Síria está combatendo o terrorismo e protegendo os cristãos. Raymond Ibrahim, autor do livro best-seller “Crucified Again” (Crucificados de Novo) sobre a perseguição islâmica aos cristãos, tem louvado os esforços russos na Síria para proteger os cristãos, mas ele tem condenado os esforços americanos de ajudar os rebeldes sírios que matam cristãos.

Numa matéria de capa da revista Decision, Franklin Graham, filho do evangelista famoso Billy Graham, disse:

Nunca ouvi Putin citar a Bíblia, mas durante sua campanha eleitoral de 2012, ele se encontrou com líderes cristãos em Moscou e se comprometeu a proteger os cristãos perseguidos no mundo todo. Essa é uma das razões por que ele apoia o governo de Assad na Síria.

A Síria, por todos os seus problemas, pelo menos tem uma constituição que garante proteção igual dos cidadãos. No mundo inteiro, temos visto que isso é essencial onde os cristãos são minoria e não são protegidos. Os radicais na Síria querem uma constituição islâmica baseada na lei islâmica.

Os cristãos têm vivido na Síria desde a época de Cristo. O Apóstolo Paulo estava na estrada para Damasco quando teve um encontro com Cristo. Os cristãos na Síria sabem que se os radicais derrubarem Assad, haverá perseguição generalizada e massacres em grande escala de cristãos.

ISIS: O grupo jihadista brutal, que se tornou o inimigo número um dos cristãos na Síria e Iraque, controla áreas do Iraque e Síria que abrigam cinco milhões de pessoas e ganha mais de 2 bilhões de dólares por ano.

Arábia Saudita: A ditadura islâmica saudita é o principal patrocinador e financiador dos militantes sunitas, inclusive rebeldes islâmicos ligados à al-Qaeda, que estão combatendo Assad. O ISIS é também um grupo sunita. A Arábia Saudita está envolvida numa luta de longa data pela supremacia com o Irã. Entende-se que a Arábia Saudita e outros países do Golfo Pérsico têm um relacionamento em andamento com Israel contra Assad.

Milícias xiitas: O Irã tem mobilizado uma rede multinacional de milícias xiitas na Síria para combater as redes sunitas do ISIS e al-Qaeda. Israel vê a ameaça xiita como maior do que a ameaça do ISIS. Mas para os cristãos sírios, a ameaça do ISIS é maior do que a ameaça xiita.

Al-Qaeda: Vários grupos ligados à al-Qaeda estão combatendo Assad na Síria, inclusive a temida Frente al-Nusra, também conhecida como al-Qaeda síria.

Rebeldes sírios: Uma variedade de militantes islâmicos opostos a Assad é mencionada geralmente como Exército Sírio Livre. Eles não têm desejo urgente de combater Israel, mas têm o mesmo ódio geral pelo Estado judeu que domina na Síria. Eles vêm também massacrando cristãos sírios. Eles recebem apoio dos Estados Unidos e Europa.

Estados Unidos: Como secretária de Estado sob Obama e defensora implacável do complexo industrial militar, Hillary Clinton ajudou a espalhar violência desde a Líbia até o Afeganistão.

Talvez o desastre mais glorioso dela foi sua promoção implacável de mudança de regime liderada pela CIA na Síria. Com o apoio da CIA, que fornecia e fornece armas e treinamento para rebeldes islâmicos, Hillary queria derrubar o presidente sírio Bashir al-Assad e disse que isso seria uma ação rápida, econômica e bem-sucedida. Em agosto de 2011, Hillary levou os EUA ao desastre com sua declaração de que Assad “tem de sair,” com o apoio de operações secretas da CIA.

Seis anos depois, nenhum país neste mundo está tão devastado por guerra infindável quanto a Síria. A população cristã síria tem sido praticamente dizimada, mais de 10 milhões de sírios foram desalojados, e os refugiados sírios estão minando a estabilidade política da União Europeia. No caos criado pelas operações da CIA e da Arábia Saudita para derrubar Assad, o ISIS preencheu o vácuo e usa uma boa parte do território sírio como base para atentados terroristas islâmicos no mundo inteiro.

Trump não parece ter aprendido lições dos desastres de Hillary na Síria e ele vem apoiando a propaganda da CIA de que Assad deve ser deposto. Como o governo de Obama, o governo de Trump não tem feito nada para resgatar os cristãos sírios da violência de Hillary e Obama na Síria.

Esse é o quadro caótico na Síria e as intervenções dos EUA, com assistência saudita, não estão ajudando os cristãos.

Israel está absolutamente certo em lutar por sua Terra Prometida, principalmente contra a agressão palestina. Mas Israel está absolutamente errado em ajudar radicais islâmicos.

Israel deveria usar sua elevada capacidade militar, e seus soldados das forças especiais, para resgatar vítimas cristãs na Síria. Ao ajudar os terroristas islâmicos que estão cometendo genocídio contra os cristãos, Israel está se desviando do propósito de Deus.

Deus está absolutamente certo quando diz sobre Israel: “O meu povo é inclinado a desviar-se de mim.” (Oséias 11:7 King James Atualizada)

Os Estados Unidos têm recebido milhares de refugiados muçulmanos sírios e dado visto, moradia, alimentação e emprego. Israel tem tratado milhares de sírios islâmicos feridos. Eles não poderiam fazer muito mais pelos cristãos? Eles não podem receber milhares de cristãos em suas terras? Por que não?

Tanto Israel quanto os Estados Unidos poderiam usar suas tropas de elite para resgatar os cristãos do genocídio que o ISIS e a al-Qaeda estão cometendo contra eles. Por que eles não fazem isso?

Com informações do Jerusalem Post, Times of Israel, DailyMail, Breitbart, revista Decision e Huffington Post.

Versão em inglês deste artigo: Why Is Israel Saving Islamic Terrorists?

Fonte: www.juliosevero.com

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