Revista americana The Atlantic apresenta o fundador intelectual e espiritual da extrema direita esotérica do Brasil

Julio Severo

A mente de um ocultista é um labirinto de verdades, meias-verdades, mentiras descaradas e contradições. Para os brasileiros, o melhor exemplo disso é Olavo de Carvalho, filósofo-astrólogo brasileiro que se exilou nos Estados Unidos em 2005.

The Atlantic decidiu publicar um artigo sobre ele. Quem é The Atlantic? É uma das revistas mais antigas dos Estados Unidos. A declaração de missão publicada na primeira edição da revista The Atlantic, em novembro de 1857, foi assinada por muitos dos maiores escritores americanos, inclusive Ralph Waldo Emerson, Herman Melville, Harriet Beecher Stowe e Nathaniel Hawthorne. Melville é o autor do famoso clássico Moby-Dick.

The Atlantic, como parte de sua série “Democracy Undone” sobre a erosão da democracia liberal em todo o mundo, decidiu abordar o caso brasileiro, em uma reportagem intitulada “Meet the Intellectual Founder of Brazil’s Far Right” (Conheça o Fundador Intelectual da Extrema Direita do Brasil). Pelo fato de que Carvalho é prolífico em português, mas não em inglês, The Atlantic usou a reportagem de Letícia Duarte, jornalista brasileira sediada em Nova Iorque. Ela visitou Carvalho em sua residência nos EUA para fazer a entrevista com ele.

Ela teve de se submeter, para obter a entrevista, a uma imposição de Carvalho: ler 10 livros e livretos dele, disponíveis apenas em português. Quando jornalistas dos EUA, inclusive do Washington Post, solicitaram uma entrevista com ele, ele os submeteu à mesma imposição, mas eles não mostraram nenhum interesse porque ele não tem 10 livros publicados em inglês, e abandonaram a ideia de uma entrevista. E mesmo que ele tivesse 10 livros em inglês, isso o protegeria de escrutínio e críticas? Carvalho odeia qualquer crítica de seus escritos.

O único interesse dos jornalistas dos EUA não está nos livros de Carvalho, mas em como ele atraiu um presidente brasileiro. Eles não estão interessados em ver o que ele quer mostrar em seus livros mais apresentáveis. Eles estão mais interessados no que ele procura esconder, no que ele não mostra em seus livros atuais, ainda que seus livros mais antigos, que ele esconde do público, mostrem muito de seu histórico ocultista. Seus segredos sombrios imploram para ser investigados jornalisticamente e, por acaso, ele escolheu para seu auto-exílio uma nação onde os jornalistas adoram investigar tudo. Se o pouparem, será um sinal de forças das trevas que o protegem?

Letícia foi mais persistente e leu os livros, embora, obviamente, Carvalho tenha listado, para leitura recomendada, apenas os livros políticos mais recentes escritos por ele, omitindo todos os livros que escreveu na década de 1980 promovendo astrologia, alquimia e outras formas de ocultismo.

Ela percebeu que no escritório de Carvalho “mais de cem cachimbos estavam enfileirados em uma prateleira,” mas não mencionou que Carvalho é um ávido defensor do fumo, negando seus efeitos negativos. Ainda que ele e o presidente dos EUA, Donald Trump, tenham a mesma idade, a aparência de Carvalho é mais velha e obviamente doente.

A menção à defesa que Carvalho faz do cigarro seria relevante, considerando que recentemente Trump aprovou uma lei que eleva a idade legal para fumar de 18 para 21 anos, tanto para cigarros normais quanto para cigarros eletrônicos, para proteger os jovens dos males do fumo.

Presumo que a jornalista brasileira é de esquerda, porque em sua longa entrevista ela nunca falou sobre o papel de Carvalho como o mais proeminente negador e defensor brasileiro da Inquisição. Ele nega que a Inquisição tenha torturado e matado multidões de judeus e protestantes, acrescentando que foi uma ficção criada por evangélicos dos EUA. E ele defende que a Inquisição foi promotora de direitos humanos.

Carvalho diz que no passado ele era comunista. Suponho que, como comunista, ele negava que o comunismo torturava e matava multidões de pessoas, acrescentando que era uma ficção criada pelos americanos. E provavelmente ele defendia que o comunismo era promotor de direitos humanos. Portanto, ele não mudou em suas negações e defesa. Ele apenas adaptou seu discurso para se ajustar às suas novas ideologias.

Antes, ele era comunista e astrólogo. Agora, ele é um direitista que “prevê” infalivelmente. Então, se um astrólogo é um homem que prevê e a principal característica de Carvalho são previsões, como desconectá-lo da astrologia quando seu ativismo político é marcado por predições? Ele apenas adaptou, novamente.

Como Letícia Duarte foi contratada pela The Atlantic para dar ao público dos EUA uma visão de Carvalho que só um brasileiro pode ter, apenas preencherei as lacunas com mais informações e correções, citando as passagens necessárias.

A jornalista já havia entrevistado Carvalho em 2018, e ele ficou muito descontente, com a jornalista registrando a reação dele agora:

“Você é muito maliciosa, perversa, mentirosa — você está me difamando!” ele gritou.

“Você é uma vagabunda,” ele continuou, abanando o dedo. “Você vem à minha casa com esse sorriso cínico… Você não vale nada, mulher!”

No entanto, ninguém pode acusar que Carvalho xinga apenas esquerdistas e jornalistas. Ele critica conservadores e evangélicos, inclusive Lutero e Calvino. Inclusive também a mim, contra quem ele usou todo tipo de linguagem suja desde que eu o expus por suas mentiras sobre a Inquisição.

Carvalho admitiu que sua boca suja foi inspirada pelo revolucionário comunista russo Vladimir Lenin, que tinha boca suja. Portanto, ninguém na suposta direita brasileira segue mais Lênin do que Carvalho. Sua lógica é que, se a língua suja era um sucesso para Lênin, também poderia se tornar um sucesso para ele.

Ela tolerou os xingamentos dele por amor à entrevista. Ela disse:

Adorado pela direita e ridicularizado como um extremista pela esquerda, Olavo e suas convicções são discutidos quase diariamente no Brasil, desde tópicos no Twitter até longos artigos de revistas. Ele é poderoso por outro motivo. Esse homem de 72 anos é o arquiteto da visão de extrema direita do presidente Jair Bolsonaro. Filósofo autodidata que nunca concluiu o ensino médio, Olavo formou uma nova geração de líderes conservadores no Brasil por meio de um curso de filosofia on-line que ministra há 10 anos. Ele estima que cerca de 5.000 estudantes estejam atualmente matriculados em seu programa e 20.000 pessoas assistiram a suas aulas, inclusive ministros de Bolsonaro.

Carvalho tem o mesmo número de seguidores no Facebook que Walter Mercado, o famoso astrólogo porto-riquenho já falecido. A diferença é que, enquanto Mercado conquistou muitos corações fracos através de seu programa de TV astrológico, apenas Carvalho conseguiu o feito de atrair os corações do presidente brasileiro e de seus filhos. Tal feito foi visto antes apenas com Rasputin, que atraiu o czar russo e sua família.

É muito natural que Carvalho esteja no centro das atenções diariamente, porque Bolsonaro e seus filhos simplesmente não conseguem parar de promover ou falar sobre ele, assim como o czar russo não conseguiu escapar do encantamento de Rasputin.

Como Bolsonaro escolheu ligar sua dependência e fama a Carvalho, assim como o czar russo escolheu ligar sua dependência e fama a Rasputin, não seria surpresa se Carvalho recebesse a mesma atenção que Rasputin recebeu. Livros e filmes foram feitos sobre Rasputin e sua influência no czar russo. Serão igualmente feitos livros e filmes de Carvalho e sua influência em Bolsonaro? Provavelmente sim.

Por causa da ligação, o nome de Rasputin tornou-se tão famoso quanto o nome do czar. O caso brasileiro terá o mesmo destino?

Letícia disse:

Seria fácil compará-lo a outro ideólogo de direita mais conhecido, que oferecia orientação a um vencedor presidencial surpreendente. No entanto, Olavo se irrita quando o comparam a Steve Bannon, ou pelo menos ele costumava se irritar. Quando conheci Olavo, há um ano, Bolsonaro havia sido eleito, mas não tomado posse, e Olavo ainda não conhecia Bannon pessoalmente. Ele me disse na época que não levava Bannon a sério. Muito mudou desde então. Duas semanas depois da posse de Bolsonaro em janeiro, Bannon se encontrou com Olavo em sua casa em Petersburgo e, alguns meses depois, Olavo foi o convidado de honra em um evento realizado por Bannon no Trump Hotel em Washington, onde o ex-estrategista-chefe da Casa Branca apresentou-o a um grupo seleto de cerca de 100 convidados conservadores. “Olavo é um dos grandes intelectuais conservadores do mundo,” disse Bannon.

Preenchendo as lacunas, hoje Carvalho e Bannon são amigos íntimos. Talvez Bannon tenha feito seu evento no Trump Hotel, aberto a qualquer evento por ser um edifício comercial, para chamar a atenção de Trump: “Ei, Trump! Consegui influenciar o governo brasileiro através de Carvalho. Você pode me contratar de novo?” Não funcionou. Embora Bannon gastasse muito dinheiro para alugar uma sala no Trump Hotel, Trump não o contratou novamente. A propósito, antes de Trump expulsá-lo da Casa Branca, Bannon era rotulado como “Rasputin de Trump.” Mas Trump conseguiu expulsar essa má influência de sua presidência.

Quanto à atitude de Carvalho que Letícia notou, com ele não respeitando Bannon antes, e depois do encontro deles, mudando-o para um homem muito respeitando Bannon, Carvalho é o tipo de homem que elogia quem o elogia. Então ele pode mudar constantemente.

Letícia disse:

No dia depois que Bannon festejou Olavo, foi a vez de Bolsonaro. Durante uma visita a Washington — a primeira viagem internacional do líder brasileiro como chefe de Estado — Bolsonaro realizou um jantar formal na residência do embaixador brasileiro. Olavo estava sentado à direita de Bolsonaro, Bannon à esquerda. Bolsonaro disse em um discurso que sonhava há muito tempo em libertar o Brasil da nefasta ideologia esquerdista. Depois, olhou para Olavo e disse: “A revolução que estamos vivendo, devemos em grande parte a ele.”

Mais uma vez preenchendo as lacunas, quando Bolsonaro escolheu ter Carvalho e Bannon no lado direito e esquerdo, ele escolheu dois adeptos do ocultista islâmico René Guénon. Tanto Carvalho quanto Bannon foram inspirados por Guénon, que é mais conhecido por seu discípulo mais proeminente, Julius Evola, que se tornou um guru de Benito Mussolini, o ditador fascista italiano. Evola era um “filósofo” e autor de ideias de direita e ocultismo que inspiraram o nazismo na Alemanha.

Em 2014, em uma conferência no Vaticano, Bannon louvou Guénon e Evola. Carvalho costumava louvar muito Guénon, mas depois que comecei a criticar essas conexões sombrias, ele tentou estrategicamente manter distância do ocultista islâmico que formou seu ativismo político.

Os adeptos de Guénon, inclusive Evola, Bannon e Carvalho, têm a mesma ambição política de dominar tudo e todos. Outro adepto de Guénon, Alexander Dugin (ou Aleksander Dugin), tem a mesma ambição em relação à Rússia. Ele elogia Evola da mesma maneira que Bannon o elogiou. Da mesma maneira que Carvalho se irritava quando o comparavam a Bannon, ele se irrita quando o comparam a Dugin, embora ambos tenham a mesma fonte de inspiração política, esotérica e ocultista. Embora se irritem uns com os outros e alegem que são diferentes, nas ambições espirituais e políticas são iguais. Eles têm a mesma alma.

Apesar de suas ambições, Bannon foi expulso do governo dos EUA pelo próprio Trump e Dugin foi demitido de uma universidade governamental em Moscou em 2014. Somente no Brasil um dos iguais foi tratado de maneira diferente: Carvalho recebeu de Bolsonaro a maior condecoração do governo brasileiro. Nem Bannon nem Dugin chegaram a receber tal condecoração e admiração excessiva de um presidente.

O fato é que, por se tratar de uma teia ocultista interconectada, os adeptos têm a mesma fonte, elogios e interesses. Por exemplo, em dezembro de 2019, a polícia brasileira identificou um suspeito católico em um atentado a cineastas do Jesus gay da Netflix. Em sua casa, policiais apreenderam livros de Carvalho e René Guénon, interpretados como livros islâmicos, porque Guénon elogiava o islamismo. O suspeito acabou fugindo para Moscou, supostamente para procurar ajuda dos adeptos de Dugin.

Quanto a Bolsonaro dizendo que a revolução que os brasileiros estão vivendo, eles devem em grande parte a Carvalho, é um triste sinal da dependência excessiva dele para com Carvalho. No entanto, antes da eleição, Bolsonaro disse várias vezes que sem os evangélicos ele não conseguiria ser eleito presidente. Ele disse ao televangelista Silas Malafaia várias vezes que se a maioria dos evangélicos votasse nele, ele venceria. A maioria dos evangélicos votou nele, e o resto é história.

Além disso, em sua entrevista à CBN, o famoso canal de TV evangélica nos EUA, Bolsonaro reconheceu que os evangélicos foram fundamentais para sua vitória.

Ele quis dizer que os evangélicos foram fundamentais para ele avançar uma revolução inspirada e controlada por Carvalho? Parece que sim, ainda que ele não tenha dito nada sobre Carvalho na CBN.

Bolsonaro está fundando um novo partido populista e para registrar membros, ele não está pedindo a ajuda de Carvalho, que não tem os milhares e milhares de membros que as igrejas têm. Ele está pedindo às igrejas evangélicas, que esperam que, se elas lhe derem membros suficientes, ele dê a elas um ou dois cargos ministeriais. Enquanto isso, Bolsonaro vem empregando, para altos cargos no governo, cada vez mais adeptos de Carvalho. E eles adoram promover o ocultismo. Por exemplo, o ministro das Relações Exteriores do Brasil, Ernesto Araújo, tem um documento diplomático louvando Guénon, Evola, Carvalho e Bannon.

Portanto, não é de admirar que a conclusão de Letícia tenha sido: “Bolsonaro e os ministros mais importantes são seguidores do Olavo.” E eles realmente são. No governo Bolsonaro, todos devem prestar culto a Carvalho. Se o criticarem, são demitidos.

Talvez no futuro sejam escritos livros sobre como os evangélicos no Brasil foram enganados e usados para avançar a revolução de um adepto de Guénon.

Letícia também disse:

Não foi a primeira vez que Bolsonaro honrou Olavo publicamente. Em seu primeiro discurso à nação depois de sua eleição, o ex-capitão do exército colocou quatro livros em sua mesa: a Bíblia, a constituição do Brasil, as Memórias da Segunda Guerra Mundial de Winston Churchill e um livro de Olavo — O Mínimo Que Você Precisa Saber Para Saber para Não Ser um Idiota. “O que eu mais quero é seguir os ensinamentos de Deus ao lado da constituição brasileira,” disse ele. “Eu também quero ser inspirado por grandes líderes, dando bons conselhos.”

O público brasileiro vê Bolsonaro raramente citando Churchill. Às vezes ele cita a Bíblia. Mas o tempo todo ele menciona Carvalho, ou compartilhando artigos, através de suas contas na mídia social ou contas de seus filhos, de Carvalho e seus adeptos. Então, no governo Bolsonaro, Carvalho está em primeiro lugar, a Bíblia em segundo, etc. A dependência é tão grande que muitas vezes o lema populista de Bolsonaro “Brasil acima de todos, Deus acima de tudo” é entendido como “Olavo acima de todos, Olavo acima tudo.”

Letícia disse:

Olavo chegou aos Estados Unidos pela primeira vez em 2005, para trabalhar como correspondente em Washington do Diário do Comércio, então um jornal econômico impresso. Ele me disse que, embora anteriormente estivesse em contato próximo com políticos e jornalistas americanos, ele logo “perdeu o interesse” porque “eles são um bando de pessoas chatas.”

Entendo por que Carvalho logo “perdeu o interesse” pelos politicos e jornalistas americanos. Vários conservadores americanos proeminentes, católicos e evangélicos, o conhecem pessoalmente, mas não se atrevem a recomendá-lo. Eles provavelmente suspeitam de coisas estranhas nele. Ele tem um histórico tão problemático e nebuloso, envolvendo desde ocultismo, islamismo até estelionato, que os críticos, mesmo os mais maliciosos, não precisam inventar nenhuma acusação fraudulenta contra ele. Seu histórico está cheio de acusações contra si mesmo.

Para Letícia, Carvalho disse que foi para os Estados Unidos para trabalhar como correspondente. Há duas razões para o auto-exílio de Carvalho. Em entrevista à revista New American em 2010, sobre a primeira razão, ele disse que saiu do Brasil porque estava cansado de receber ameaças semanais de morte de maníacos esquerdistas. Mas como o Brasil hoje tem um presidente que é capitão do Exército e que o adora, haveria proteção de sobra para Olavo visitar o Brasil para pelo menos receber a condecoração.

Sua relutância de voltar ao Brasil seria na verdade o temor de enfrentar processos de ex-alunos que se sentiram ludibriados por seus cursos de astrologia e ocultismo? Seria o temor de enfrentar processos de ex-parceiros e parceiras?

A segunda razão que ele usou como explicação foi que ganhou emprego no jornal Diário do Comércio para ser correspondente nos EUA, embora não esteja claro como esse jornal, que é não de grande porte, conseguiria dar ao Olavo um salário elevado compatível que pudesse garantir um visto de correspondente nos EUA.

Como é que o Diário do Comércio, um jornal de pequena tiragem (apenas 25 mil exemplares), pôde sustentar o visto de correspondente de Olavo nos EUA durante anos é um mistério. Esse jornal cessou sua edição impressa em 2014.

Esquemas para obter vistos americanos também foram detectados no Instituto Inter-Americano, criado por John Haskins, mas cuja criação Olavo atribui para si mesmo.

Duarte descreve supostas “táticas” ou características pessoais de Carvalho, dizendo que ele

geralmente usa linguagem sexualmente carregada para chamar a atenção — em nosso encontro inicial, Olavo descreveu a eleição de Bolsonaro como uma “ejaculação precoce.” Ele argumenta que os dissidentes devem ser intimidados e, em um vídeo postado por um apoiador no YouTube, instrui os espectadores sobre como usar ataques pessoais para intimidar “comunistas.” Seus seguidores devem, diz ele, usar “todos os palavrões da língua portuguesa” contra os críticos. “Não se trata de destruir ideias,” continua Olavo, “mas de destruir as carreiras e o poder das pessoas. Você precisa ser direto e sem respeito — isso é muito importante.”

Esclarecendo: Carvalho prega intimidações e ataques não apenas contra “comunistas,” ainda que ele tenha ficado praticamente calado quando Bolsonaro visitou a China na comemoração de 70 anos da revolução comunista. Ele ataca qualquer um que desafie sua “intelectualidade.” Em 2013, ele iniciou uma campanha implacável de difamações diárias, semanais, mensais e anuais contra um escritor evangélico conservador que desafiou sua ideia de que a Inquisição não torturava e matava judeus e protestantes, mas promovia direitos humanos. Eu posso falar sobre esse caso, que envolveu todo tipo de linguagem suja dele contra o esritor evangélico, porque a vítima foi eu. Bons conservadores me dizem que no meu lugar eles o processariam, mas em meu lugar eles não teriam condições de pagar um advogado americano para se defenderem.

Talvez o momento mais revelador e importante da entrevista com Carvalho boca suja tenha sido quando Letícia Duarte captou, bem no final, a essência das ambições dele. Ela terminou a entrevista dizendo:

Olavo me disse com orgulho que através de seus ensinamentos ele criou uma “fábrica de gênios” online. “Minha influência na cultura brasileira é infinitamente maior do que qualquer coisa que o governo esteja fazendo,” disse ele. “Estou mudando a história cultural do Brasil. Os governos vão embora; a cultura permanece.”

Rasputin conseguiu ser tão famoso quanto o czar russo. Mas Carvalho tem ambições maiores: ele quer que sua fama seja infinitamente maior do que o governo Bolsonaro. A intenção de Carvalho é superar o Rasputin “normal” para se tornar um grande Rasputin na história brasileira. No que depender de Bolsonaro, ele terá seus desejos atendidos.

A única força que pode resistir a essa revolução maligna é a mesma força que elegeu Bolsonaro: os evangélicos e suas orações.

Espero que os evangélicos possam reagir, porque se não o fizerem, os livros de história dirão que os evangélicos foram responsáveis pela revolução ocultista que varreu o governo Bolsonaro com as bênçãos plenas de Bolsonaro e seus filhos.

Não posso evitar o pensamento de que evangélicos e católicos na Alemanha, para derrotar a ameaça comunista, elegeram a revolução nazista, inspirada também por Julius Evola, um ocultista direitista elogiado por Bannon e pelo mais elevado ministro do governo Bolsonaro, Ernesto Araújo, que tem também louvado e se encontrado regularmente com Bannon e Carvalho. Eles têm em mente sua própria revolução, independentemente do que pensam os eleitores evangélicos.

Para onde essa revolução levará o Brasil?

Versão em inglês deste artigo: The Atlantic Introduces the Intellectual and Spiritual Founder of Brazil’s Esoteric Far Right

Fonte: www.juliosevero.com

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Donald Trump aumenta a idade legal para fumar de 18 para 21 anos para cigarros comuns e eletrônicos para proteger os jovens dos males do fumo

Julio Severo

Donald Trump sancionou uma lei abrangente em 20 de dezembro de 2019 que inclui o aumento da idade legal para fumar de 18 para 21 anos para cigarros comuns e eletrônicos.

Trump sanciona lei anti-fumo

Essa lei foi apoiada por republicanos e democratas, socialistas e capitalistas.

Tornou-se necessária uma repressão ao fumo entre jovens, alterando a idade mínima para compra de cigarros e outros tipos de tabaco, de 18 para 21 anos, porque o fumo produz 480.000 mortes por ano nos EUA, inclusive mais de 41.000 mortes resultantes de exposição ao fumo passivo. Isso representa uma em cada cinco mortes anualmente, ou 1.300 mortes por dia.

Espera-se que a proibição do acesso a cigarros para jovens de 21 anos produza grandes benefícios à saúde, com o governo dos EUA estimando quase 250.000 mortes a menos devido ao tabaco por várias décadas.

Que não fumar é muito melhor do que fumar é uma experiência que Trump conhece por si. O relatório de um médico da Casa Branca mostrou que Trump é muito mais saudável do que parece porque ele não bebe nem fuma.

Ele se absteve de ambos por toda a vida.

Há certas coisas das quais é melhor se abster. E se essas coisas causam um grande dano social, é correto promulgar leis para proteger crianças e adolescentes, e Trump simplesmente fez isso em relação ao fumo.

Entretanto, fumar não é o único mal que ameaça os jovens.

A homossexualidade era tradicionalmente criminalizada nos Estados Unidos até a década de 1990, quando o Supremo Tribunal dos EUA, instigado por um poderoso lobby homossexual, derrubou as leis anti-sodomia.

A liberalização da homossexualidade pode ter sido excelente para grupos homossexualistas, mas não foi saudável para os jovens. Essa liberalização tornou-se um problema sério, não apenas porque a homosexualidade vem recebendo cada vez mais proteção e promoção do Estado, mas também porque, assim como no caso do fumo, os jovens são as vítimas mais vulneráveis.

O Centro de Pesquisa Pew, em um relatório intitulado “Os EUA têm a maior taxa de crianças do mundo vivendo em famílias de mães solteiras,” disse:

Por décadas, a parcela de crianças americanas que vivem com mãe solteira tem aumentado, acompanhada por um declínio nas taxas de casamento e um aumento de nascimentos fora do casamento. Um novo estudo do Centro de Pesquisa Pew de 130 países e territórios mostra que os EUA têm a maior taxa de crianças do mundo vivendo em famílias de mães solteiras.

Quase 25 por cento das crianças americanas com menos de 18 anos vivem com um dos pais e nenhum outro adulto (23%), mais de três vezes a proporção de crianças em todo o mundo que vivem assim (7%). O estudo, que analisou como as condições de vida das pessoas diferem de acordo com a religião, também revelou que crianças americanas de famílias cristãs e sem nenhuma religião têm a mesma probabilidade de viver nesse tipo de acordo.

Em comparação, 3% das crianças na China… vivem em famílias de mães solteiras.

Ou seja, até a China comunista protege as famílias melhor do que os EUA, embora a China tenha uma infame política de planejamento familiar obrigatória de limitar o número de bebês por casais.

Lares de mães solteiras tornam as crianças e os adolescentes vulneráveis à confusão de identidade, inclusive confusão sexual. Por causa de seu estado de confusão, eles são especialmente vulneráveis à propaganda e doutrinação homossexual predatória. Sem uma intervenção necessária do governo, com o aumento do número de pais solteiros nos EUA, inevitavelmente a homossexualidade também aumentará entre os jovens.

As próximas gerações de americanos, vítimas das irresponsabilidades sexuais dos pais, serão presas fáceis da homossexualidade predatória por causa dos lares de mães solteiras.

Filhos de lares de mães solteiras já têm problemas suficientes. Expor essas crianças a pressões adicionais, especialmente a propaganda e doutrinação homossexual predatória, deveria ser crime.

Se fumar é prejudicial para os jovens, por que achar que a homossexualidade não é?

Se o governo dos EUA pode proibir o fumo para proteger os jovens, por que não proibir a propaganda e doutrinação homossexual predatória para proteger crianças e adolescentes?

Com informações do DailyMail, Pew Research Center e Business Insider.

Versão em inglês deste artigo: Donald Trump raises the legal smoking age from 18 to 21 for both cigarettes and vapes to protect young people of the evils of smoking

Fonte: www.juliosevero.com

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Trump critica Christianity Today (Cristianismo Hoje), revista evangélica fundada pelo evangelista Billy Graham, por dizer que ele deveria ser removido da presidência dos EUA. Trump disse que Graham votou nele e que a revista, que se afastou de Graham há muito tempo, tornou-se de extrema esquerda e moralmente perdida e confusa.

Julio Severo

Donald Trump repreendeu fortemente uma importante revista evangélica em 20 de dezembro de 2019 e elogiou o filho de seu fundador, o lendário evangelista Billy Graham, por dizer que seu pai votou no presidente americano antes de sua morte.

Trump disse que Christianity Today (Cristianismo Hoje), fundada em 1956, se tornou uma revista de extrema esquerda. O principal editor da revista escreveu em um editorial publicado em 19 de dezembro de 2019 que Trump deveria ser removido do cargo.

“Obrigado a Franklin Graham por afirmar que seu pai, o falecido grande Billy Graham, votou em mim nas eleições de 2016. Eu sei como você está satisfeito com o trabalho que todos fizemos juntos!” disse Trump.

Billy Graham, o famoso pregador evangélico, morreu em 2018. Franklin Graham divulgou o voto pró-Trump de seu pai em um post de Facebook.

Trump observou que Christianity Today não é mais ligada aos ministérios de Graham. Ele indicou que a revista está “buscando gente com inclinações socialistas/comunistas, para proteger sua religião.” Ele também disse que “eles preferem ter um não-cristão da esquerda radical, que quer remover sua religião e suas armas, do que Donald Trump como seu presidente.”

“O fato é que nenhum presidente jamais fez o que eu fiz pelos evangélicos ou pela própria religião!” afirmou ele.

O Rev. Billy Graham era conhecido por aconselhar presidentes no passado. Ele aconselhava presidentes de direita e de esquerda. Seu filho escreveu no Facebook que seu pai “conhecia Donald Trump, ele acreditava em Donald Trump e votou em Donald Trump. Ele acreditava que Donald J. Trump era o homem certo para este momento na história dos EUA.”

“Christianity Today ficar do lado do Partido Democrata em um ataque totalmente partidário ao presidente dos Estados Unidos é inconcebível,” acrescentou o filho de Graham, catalogando algumas das realizações políticas de Trump.

“A lista de realizações é longa, mas para mim como cristão, o fato de ele ser o presidente mais pró-vida da história moderna é extremamente importante — e Christianity Today quer que ignoremos isso, dizendo que não conta?” ele perguntou.

O ataque de Christianity Today ocorreu um dia depois que a Câmara dos Deputados dos EUA, controlada pelos democratas, aprovou dois artigos de impeachment contra Trump. Os democratas querem realizar o impeachment de Trump porque ele pediu ao presidente ucraniano que investigasse a corrupção e lavagem de dinheiro dos democratas na Ucrânia desde o golpe de 2014 orquestrado por Barack Obama, George Soros e os neocons que derrubou o presidente pró-Rússia na Ucrânia e o substituiu por um presidente favorável à corrupção dos democratas.

O ataque de Christianity Today está entre as condenações mais públicas contra Trump da mídia cristã desde a campanha de 2016.

O Centro de Pesquisa Pew relata que 77% dos evangélicos brancos aprovam a presidência de Trump. No entanto, algumas ações de seu governo estão causando confusão entre os evangélicos. Embora ele seja um defensor da vida — exceto nos casos de bebês concebidos em estupro —, Trump não apenas nomeou juízes pró-homossexualidade, mas, assim como Obama, seu governo tem também se intrometido em assuntos externos e repreendido nações cristãs que proíbem a homossexualidade.

Entretanto, a postura progressista de Trump sobre a homossexualidade dificilmente é um problema para Christianity Today, que tem a mesma postura progressista.

Christianity Today mencionou muitas questões “problemáticas” de Trump, mas estranhamente não mencionou nada sobre homossexualidade — provavelmente porque não viu nenhum problema nessa questão. Foi a única questão em que Christianity Today isentou Trump.

Eu não tive tanta sorte. Em 2009, Christianity Today, em sua edição brasileira chamada de “Cristianismo Hoje,” publicou uma longa entrevista comigo, e eles viram muitos problemas em minha postura cristã contra a ideologia gay.

Minha entrevista na versão brasileira de Christianity Today foi publicada em sua revista impressa e em seu site. Você pode vê-la aqui na Cristianismo Hoje. Como a Cristianismo Hoje editou pontos importantes da minha entrevista, você também pode lê-la na íntegra aqui no meu blog.

Em um dos pontos da entrevista, a Cristianismo Hoje disse:

Severo é daqueles crentes quixotescos, disposto a lutar contra moinhos que talvez só ele consiga enxergar. Nas suas palavras, até mesmo o governo brasileiro teria interesse em pedir sua deportação por conta das críticas que faz a Luiz Inácio Lula da Silva. “O presidente faz defesa intransigente do homossexualismo e do aborto. Quanto ainda falta para considerarmos Lula e seu governo como possessos? Ele está acabando com a moralidade e a honestidade da sociedade”, dispara. O tom histriônico dá ao perfil de Julio Severo um contorno incendiário que ele faz questão de alimentar, e não apenas quando fala da homossexualidade. Ele defende, por exemplo, o direito de os pais crentes educarem seus filhos em casa (prática proibida pela legislação brasileira) como forma de mantê-los a salvo de supostas influências perniciosas da escola.

Lula era a versão brasileira de Obama e amigo de Obama. Embora Cristianismo Hoje tenha me retratado como um evangélico “quixotesco” — uma referência a Dom Quixote, que via ameaças imaginárias —, a ameaça homossexualista está muito longe de ser imaginária.

Felizmente, evangélicos conservadores dos EUA mostram mais respeito pelo meu trabalho. O WND publicou várias entrevistas comigo por mais de uma década e o The Religion and Society Report, do falecido teólogo Harold Brown, publicou um longo artigo meu em 2006 intitulado “Por trás do tsunami homossexual no Brasil,” detalhando as ameaças não imaginárias do governo Lula no Brasil.

Como Christianity Today dos EUA, a Cristianismo Hoje brasileira vê apenas evangélicos e não evangélicos de esquerda como realistas, pés no chão, práticos e sérios.

Originalmente, Billy Graham fundou Christianity Today na década de 1950 para combater as revistas evangélicas de esquerda. Mas o vírus progressista é tão forte que Christianity Today foi infectada. Essa infecção se espalhou, através de Christianity Today dos EUA, para outras nações, inclusive o Brasil, que tem sua Cristianismo Hoje tão espiritualmente podre quanto a original.

Fico feliz que finalmente Christianity Today tenha sido exposta pelo que é agora: de extrema esquerda. E foi exposta por Franklin Graham, um homem que tem toda a autoridade para dizer o que disse sobre a revista de extrema esquerda. Fico feliz também que Christianity Today, que se alinha com políticos de esquerda, tenha atacado Trump. Isso mostra que Trump está no caminho certo.

Contudo, estou triste que a mesma Cristianismo Hoje de extrema esquerda que viu muitos problemas em minha postura cristã contra a ideologia homossexual não tenha visto nenhum problema com a postura de Trump sobre a homossexualidade.

Diferente de Christianity Today que criticou tudo sobre Trump, exceto sua postura em relação à homossexualidade, louvo seu histórico pró-vida, mas condeno a insistência de seu governo de continuar pressionando as nações cristãs da África a adotarem a sodomia.

Trump foi covardemente atacado por Christianity Today. Como evangélico que também foi covardemente tratado pela Cristianismo Hoje, gostaria de oferecer meu humilde conselho evangélico para Trump mudar de rumo na ideologia gay.

Eu nunca ofereceria conselhos a Obama e Lula, porque em seu socialismo eles os rejeitariam. Mas, se tivesse uma oportunidade, eu os ofereceria a Trump, porque ele não está fechado para os evangélicos.

Ou Trump poderia ouvir Franklin Graham. Em uma matéria de capa da Decision, a revista oficial publicada pela Associação Evangelística Billy Graham, Franklin elogiou o presidente russo Vladimir Putin por aprovar uma lei que protege crianças e adolescentes contra propaganda homossexual. Ele também criticou os esforços de Obama para atacar a Rússia por sua lei protetora.

Se eu pudesse oferecer um conselho a Trump, seria exatamente o que Franklin disse em defesa da lei russa que protege crianças e adolescentes.

Quanto a Christianity Today e Cristianismo Hoje, não tenho conselhos, mas apenas uma pergunta: é tarde demais para livrar-se do vírus progressista?

Com informações do DailyMail.

Versão em inglês deste artigo: Trump blasts Christianity Today, evangelical magazine founded by evangelist Billy Graham, for saying that he should be removed from presidency. Trump said that Graham voted for him and that the magazine, which drifted away from Graham long ago, became far left and morally lost and confused.

Fonte: www.juliosevero.com

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Olavo na frente e evangélicos atrás… ou convertidos

Julio Severo

Os sinais claros dispensam erros de interpretação. Logo depois de se reunir, num culto no Palácio do Planalto, com líderes evangélicos que prometeram mobilizar igrejas evangélicas por todo o Brasil para obter assinaturas para estabelecer o partido Aliança pelo Brasil, o Presidente Jair Bolsonaro teve reunião com um ex-evangélico que lhe trouxe uma camiseta com o lema “Olavo Tem Razão.”

O ex-evangélico é o ultra-olavista Bernardo Kuster, que abandonou o evangelicalismo depois de reconhecer que “Olavo tem razão.” Hoje, ele se identifica como católico olavista, até segunda ordem de Carvalho.

De acordo com Carvalho, em post de Facebook datado de 20 de dezembro de 2019, o próprio Bolsonaro teria dito no encontro: “O Olavo é o grande desbravador da libertação do Brasil.”

Não haveria base para duvidar de mais uma glorificação, pois em agosto Carvalho recebeu, na Embaixada Brasileira em Washington, a maior condecoração do governo brasileiro, concedida pelo próprio Bolsonaro.

“Olavo Tem Razão” não é um lema novo. Foi copiado do lema do fascismo italiano, que tinha seu “Mussolini Tem Razão.” E há outras afinidades. O guru de Mussolini era Julius Evola, o principal discípulo de René Guénon — um ocutista islâmico promovido no Brasil durante décadas por Carvalho. Evola era o “Olavo de Carvalho italiano” e foi autor de vários livros promovendo ocultismo e valores direitistas.

O ministro das Relações Exteriores Ernesto Araújo, escolhido cegamente por Bolsonaro que seguiu a orientação de Carvalho, é um admirador confesso de Evola, Guénon e Carvalho. Digo “cegamente” porque quando o ministro da Educação Ricardo Vélez fracassou no cargo, ninguém — muito menos Carvalho — quis assumir a culpa, apesar de que Vélez era olavista e Bolsonaro admitiu publicamente que o escolheu cegamente por recomendação de Carvalho.

Como foi que um presidente da República chegou ao ponto de concordar com um lema de origem fascista? Como foi que um evangélico se tornou tão olavista que abandonou a igreja evangélica para abraçar um lema fascista?

Mesmo com esses sinais claros, o Bispo Robson Rodovalho, de acordo com o televangelista Silas Malafaia, e outros evangélicos estão empenhados, inclusive com coleta de assinaturas em milhares de igrejas, a formar o novo partido de Bolsonaro, que logo depois do evento político, chamado de culto, de novo glorificou Olavo de Carvalho e seu lema fascista.

Então, querendo ou não, os evangélicos acabam fortalecendo a própria plataforma em que o lema é glorificado. Eles terminarão como Bernardo Kuster, que virou um olavista tão conhecido em sua identidade de ex-evangélico que virou manchete no GospelPrime, o principal site evangélico do Brasil?

Se eles não se converterem, correm o risco de se tornarem pastores abobalhados, como Marco Feliciano, que hoje no governo presta muito mais serviços ao olavismo do que aos evangélicos. Ou Daniel Lopez, pastor da Igreja Bola de Neve que se tornou tão olavista que faz, de forma pública e desavergonhada, propaganda de livros defendendo a Inquisição e Carvalho.

Se não se converterem nem se tornarem olavistas, correm o risco de servirem de escada para a glorificação alheia. De que adiantará Rodovalho e outros mobilizarem igrejas para apoiarem, inclusive com coleta de assinaturas, o novo partido de Bolsonaro se no final Bolsonaro glorifica só Carvalho?

Em novembro de 2019, Bolsonaro usou visita a uma grande igreja evangélica para coletar assinaturas para seu novo partido, mas logo depois ele deu mais cargos para olavistas.

Evangélicos se sacrificam para receber migalhas, enquanto olavistas recebem cargos e glorificações sem nenhum sacrifício.

Talvez os sinais no Brasil sejam mais claros do que na Itália. Enquanto o “Olavo de Carvalho italiano” dizia que “Mussolini Tem Razão,” no Brasil é Bolsonaro que diz que o Julius Evola brasileiro tem razão. Nem Evola recebia de Mussolini tanta bajulação quanto Carvalho recebe de Bolsonaro.

Sem Evola, Mussolini não era nada. Sem Olavo, Bolsonaro também acha que não é nada?

Apesar de tudo, tenho esperança em Jesus, que disse: “E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará.” (João 8:32 King James Atualizada)

Quando Bolsonaro conhecer a verdade, a verdade o libertará e ele não se deixará mais enganar por Evolas sabidões da direita e do ocultismo. Ele nunca mais dirá que o Evola brasileiro tem razão.

Quando Carvalho conhecer a verdade, a verdade o libertará e ele deixará de ser um Evola sabidão da direita e do ocultismo que é enganado e engana.

Quando Bernardo Kuster conhecer a verdade, a verdade o libertará e ele verá que ao sair do evangelicalismo para abraçar o olavismo ele caiu direto no abismo sem fundo do mesmo tipo de ocultismo direitista que envolveu Mussolini através de Evola.

Fonte: www.juliosevero.com

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Governo Trump usa linguagem esquerdista para repreender a Zâmbia por suas leis contra a homossexualidade

Julio Severo

A interferência do governo dos EUA contra as nações africanas por causa de suas leis que proíbem a homossexualidade era uma prática padrão sob o presidente esquerdista Barack Hussein Obama. Mas parece que essa interferência está continuando sob o presidente Donald Trump.

Zâmbia é hoje 75% evangélica, de acordo com o Anuário Mundial da CIA 2018-2019

O Embaixador dos EUA na Zâmbia se queixou publicamente sobre as leis da Zâmbia que criminalizam a homossexualidade em novembro de 2019.

“Fiquei horrorizado ao ler sobre a sentença de dois homens, que tiveram um relacionamento consensual,” escreveu o embaixador dos EUA Daniel Foote em comunicado.

Se Foote pudesse ler a história da homossexualidade na África, ele ficaria muito mais horrorizado. Antes do domínio britânico em Uganda, por exemplo, a homossexualidade reinava. Meninos e rapazes eram forçados à sodomia por seus governantes africanos. Quando os ugandenses começaram a se converter ao Cristianismo no século XIX, um grupo de católicos, liderado por Charles Lwanga, recusou-se a ser sodomizado pelo rei Mwanga. Enfurecido, o rei ordenou que fossem amarrados e torturados, e tendo de andar a pé 59 quilômetros para depois serem assados vivos em uma fogueira. A data de sua execução foi 3 de junho de 1886 e é hoje um feriado nacional que comemora a rejeição de Uganda à homossexualidade e o compromisso com os valores cristãos.

A sodomia era obrigatória na África. Africanos que, em nome de Cristo, rejeitavam ser sodomizados eram torturados e mortos por governantes homossexuais.

O Evangelho, trazido pelos britânicos, trouxe libertação da homossexualidade e de governantes homossexuais africanos que escravizavam meninos e jovens à lascívia homossexual dos poderosos.

Como o embaixador dos EUA não tem essas informações?

Foote também disse em sua declaração:

“Enquanto isso, autoridades governamentais podem roubar milhões de dólares públicos sem serem processados, funcionários políticos podem bater em cidadãos inocentes por expressar suas opiniões sem consequências, ou caçadores/traficantes podem matar numerosos elefantes, usar barbaramente motosserras para serrar e vender seus marfins, e enfrentar um máximo de apenas cinco anos de prisão na Zâmbia.”

Para justificar sua postura diplomática pró-sodomia, o embaixador dos EUA acusou a Zâmbia de corrupção. E se a Zâmbia acusasse os Estados Unidos de corrupção e leis sangrentas?

Os EUA assassinam legalmente cerca de 1 milhão de inocentes bebês em gestação por ano através de suas clínicas de planejamento familiar. A corrupção nos EUA não é menor do que na Zâmbia, embora seja mais sofisticada. Trump foi submetido a um processo de impeachment em 2019 depois de sugerir que o presidente ucraniano deveria investigar poderosos políticos democratas que fizeram lavagem de dinheiro e muita corrupção na Ucrânia. Em vez de investigar a corrupção e solicitar impeachment dos democratas corruptos, a Câmara dos Deputados, controlada pelos democratas, iniciou sua investigação contra o homem que lutava contra a corrupção: Trump.

Portanto, o embaixador dos EUA não tem direito moral e legal de acusar nenhuma nação africana de corrupção. Os EUA já têm corrupção suficiente com que se preocupar.

A declaração de Foote continuou:

“Eles perpetuam a perseguição contra grupos e minorias desprivilegiados, como pessoas de outras tribos ou filiações políticas, albinos, pessoas com deficiência, nossos irmãos e irmãs lésbicas, gays, bissexuais, transgêneros e intersex e qualquer pessoa que seja considerada ‘diferente’.”

Considerando que o embaixador dos EUA está se intrometendo nos assuntos internos da Zâmbia, e se o embaixador da Zâmbia nos EUA também se intrometer nos assuntos internos dos EUA e disser “Os EUA perpetuam a perseguição contra imigrantes”?

Quando a homossexualidade reinava na Zâmbia e em outras nações africanas, uma corrupção assassina também reinava.

Entretanto, a menção de albinos por Foote é interessante e traz, para os leitores atentos, preocupações relevantes. Infanticídio, sequestro, amputações e decapitações de albinos são cometidos na África com o objetivo de fornecer partes de corpos altamente valorizadas usadas para amuletos, que são vendidos no mercado negro de bruxaria. Quem comete esses crimes contra os albinos?

Bruxos promovem uma crença nas propriedades mágicas e supersticiosas em potencial das partes de corpos dos albinos, prometendo riqueza, sucesso e poder quando cabelos ou membros albinos são usados em poções como parte das práticas de bruxaria. Essas partes do corpo são vendidas por até US$ 75.000 no mercado negro para um conjunto de braços, pernas, orelhas e órgãos genitais de um indivíduo com albinismo.

Embora centenas de feiticeiros tenham sido presos por envolvimento em interações e intenções desumanas com albinos, há uma extensa quantidade de assassinatos de albinos, e os albinos continuam tendo membros cortados, deixando muitos aleijados ou severamente mutilados, traumatizados e torturados.

O problema da bruxaria africana e seu poder e influência é que um bruxo africano é quase sempre reverenciado pela sociedade africana como verdade suprema.

Os feiticeiros africanos são geralmente homossexuais e veem a homossexualidade como um comportamento perfeitamente normal e até divino. Divindades africanas na bruxaria glorificam a homossexualidade.

O embaixador dos EUA poderia acrescentar que o Brasil também é uma nação extremamente corrupta, mas se ele não conhece corretamente nem os problemas africanos, como ele conseguiria entender os problemas brasileiros?

Políticos corruptos no Brasil costumam consultar bruxos, ou “pais-de-santo,” como são conhecidos no Brasil, que seguem uma tradição de bruxaria trazida originalmente por escravos africanos. Como na África, os feiticeiros brasileiros são homossexuais e invocam divindades africanas, ou espíritos, que glorificam a homossexualidade. Como consequência, agora a sociedade brasileira é corrupta e glorifica a homossexualidade.

Se o Brasil, que não é a África, tem ligações com tais religiões e corrupção, o que esperar das nações africanas com abundância dessas religiões, que glorificam a homossexualidade?

Assim, enquanto o embaixador dos EUA tentou retratar a homossexualidade como um comportamento humano benigno, a história e os fatos não corroboram suas alegações. O jornal Zambian Reports disse que “Ele afirmou que indivíduos gays historicamente representam mais de 10% da população do mundo, desde a época de renomados filósofos gregos, que era declaradamente gays, como Platão e Aristóteles.”

Embora ele esteja certo ao dizer que Platão e Aristóteles eram homossexuais, por que ele não acrescentou o fato de que eles também eram pedófilos, abusadores sexuais de meninos?

Contudo, sua ideia de que “indivíduos gays historicamente representam mais de 10% da população mundial” é uma mentira chocante. Historicamente, não há apoio à alegação de que os homossexuais compreendem mais de 10% da população mundial. Essa alegação foi inventada e promovida pela primeira vez pelo pervertido sexual Alfred Kinsey em sua “pesquisa,” usando informações de prisos do sistema prisional dos Estados Unidos.

Na população criminosa, a homossexualidade pode estar acima de 10%, mas na população geral nunca foi mais de 1 ou 2%. Se existe um crescimento hoje, é por causa de vasta propaganda, e a Zâmbia quer, mesmo sob pressão do governo Trump, evitar essa propaganda.

A população criminosa não pode ser usada como representante da população não criminal em geral. No entanto, escritores esquerdistas usam a “pesquisa” de Kinsey como a palavra final sobre homossexualidade e seus números. Somente esquerdistas, que apreciam mentiras e fraudes, usam Kinsey.

A Dra. Judith Reisman escreveu vários artigos e livros desmascarando os mitos e fraudes inventados por Kinsey. O governo de Obama, que promovia fraudes esquerdistas, defendia Kinsey. Então, por que um embaixador do governo Trump critica a Zâmbia usando fraudes e mentiras esquerdistas?

Usar Kinsey para criticar a Zâmbia por causa da homossexualidade é usar a linguagem da esquerda. Por que o governo Trump está copiando o governo Obama? Então, embora o governo Trump tenha, exceto nos casos de bebês concebidos em estupro que também são condenados à pena de morte pelo aborto, tenha uma postura conservadora contra o aborto, no que diz respeito à homossexualidade, o governo Trump tem uma postura geralmente de esquerda.

As nações ocidentais, especialmente os Estados Unidos e o Reino Unido, trouxeram o Evangelho para a África e leis que proíbem a homossexualidade, quando a homossexualidade africana era livre para estuprar meninos e matar pessoas inocentes que recusavam a homossexualidade. Agora que as nações ocidentais estão rejeitando o Evangelho, elas querem que as nações africanas rejeitem o Evangelho e as leis que protegem a sociedade contra os males e crimes comprovados da homossexualidade.

O que o embaixador dos EUA quer é que a Zâmbia retorne à homossexualidade, paganismo e barbárie, o que certamente tornará a corrupção muito pior do que é agora.

E como o embaixador dos EUA mostrou sem querer, em sua repreensão analfabeta contra a Zâmbia, Platão e Aristóteles eram homossexuais. Se até mesmo o tipo de homossexualidade grega for permitido, haverá o mesmo resultado produzido na sociedade grega: abuso homossexual de meninos.

Depois da repercussão negativa na Zâmbia por sua repreensão, o embaixador dos EUA produziu outra resposta, onde ele disse:

“Leis discriminatórias e homofóbicas, sob as falsas bandeiras do Cristianismo e da cultura, continuam matando zambianos inocentes… Seus cidadãos têm medo de serem considerados HIV positivos, por causa das associações imprecisas e arcaicas entre HIV e homossexualidade.”

Ele acrescentou:

“Meu trabalho como embaixador dos EUA é promover os interesses, valores e ideais dos Estados Unidos.”

Os interesses, valores e ideais dos Estados Unidos sob Obama eram a promoção da homossexualidade. Nada mudou sob Trump?

Foote disse:

“Visar e marginalizar minorias, especialmente homossexuais, tem sido um sinal de alerta de atrocidades futuras por parte de governos em muitos países.”

Nessa perspectiva, o embaixador dos EUA poderia facilmente acusar Deus de ter a intenção de “futuras atrocidades” contra homossexuais porque ele destruiu Sodoma por causa da homossexualidade. Contudo, as maiores vítimas das atrocidades atuais são os cristãos. Cerca de 100.000 cristãos são martirizados por ano, especialmente em nações islâmicas.

A Zâmbia não executa homossexuais. A Arábia Saudita, aliada dos EUA, os executa. Se o embaixador dos EUA na Arábia Saudita tentar repreender a execução de homossexuais na Arábia Saudita, ele será expulso imediatamente. Os zambianos são tolerantes demais para fazer isso.

Foote incluiu o Papa Francisco em seu apelo para que Zâmbia aceite a pressão do governo Trump para legalizar a homossexualidade:

“Permita-me citar o papa Francis. Ele falou repetidamente sobre a necessidade de sua igreja acolher e amar todas as pessoas, independentemente da orientação sexual. Em 2016, o papa disse: ‘Quando uma pessoa chega diante de Jesus, Jesus certamente não diz: “Vá embora porque você é homossexual”.’”

Embora o papa reconheça a orientação sexual, a Bíblia não faz isso. Existe apenas homem e mulher. Qualquer coisa além disso é perversão.

Além disso, embora seja o papel da igreja acolher os pecadores, inclusive homossexuais, para libertá-los de seus pecados, a igreja não tem nenhum papel e chamado de Deus para defender pecados, inclusive a homossexualidade.

Foote terminou sua mensagem dizendo:

“Espero que o governo da Zâmbia se comprometa a melhorar seu relacionamento decadente com os Estados Unidos.”

Entretanto, quem está trazendo decadência em seu relacionamento com a África impondo a homossexualidade é o governo dos EUA, primeiramente sob Obama e agora sob Trump.

A Zâmbia deveria se submeter à decadente cultura pró-sodomia dos EUA?

Um artigo editorial de 17 de julho de 2019 do DailyMail da Zâmbia, intitulado “Homossexualidade: Não na Zâmbia,” disse:

Nos últimos anos, muitos países em desenvolvimento estão sendo pressionados por algumas partes do mundo ocidental para abraçar a homossexualidade em troca de ajuda financeira.

Esses países com o poder financeiro usam isso para atrair países em desenvolvimento por meio de ajudas financeiras volumosas.

Algumas partes da sociedade afirmam que aqueles que praticam a homossexualidade merecem o direito de fazer isso livremente em seus respectivos países.

Contudo, na Zâmbia, a homossexualidade não é apenas ilegal, mas vai contra a cultura e os valores do país como nação cristã.

Portanto, é louvável que o Presidente Edgar Lungu tenha demonstrado inabalável ousadia e compromisso de resistir a qualquer pressão para legalizar a homossexualidade.

Ele tem repetidamente se pronunciado fortemente contra a homossexualidade, mesmo para benfeitores em potencial.

Quando se encontrou ontem com o embaixador sueco na Zâmbia Henrik Cederin e o chefe da delegação da União Europeia Alessandro Mariani, o presidente reafirmou a posição do país contra a homossexualidade.

O presidente Lungu disse aos embaixadores, cujos países são conhecidos por apoiar o gayzismo, que a Zâmbia não o imporá isso em seus cidadãos em troca de assistência financeira de outros países.

O Presidente Lungu disse que existem certos assuntos que são gozados como direitos em algumas partes do mundo, mas esses não podem ser considerados e aceitos como tal pelos zambianos.

“Algumas diferenças culturais provam que alguns dos direitos de alguns países não podem ser aplicados em outros lugares, como na Zâmbia,” disse ele.

O presidente acertou em cheio. Certos chamados direitos são melhores quando restritos onde estão. A Zâmbia não tem brigas sobre isso. A Zâmbia, porém, tem o direito de determinar seus próprios padrões.

Para a Zâmbia, que é uma nação cristã consagrada na constituição, abraçar a homossexualidade é uma afronta à declaração na constituição.

Através da declaração na constituição como nação cristã, a Zâmbia escolheu ser governada por princípios bíblicos.

A Bíblia é muito clara sobre a homossexualidade — é uma abominação e é detestável aos olhos de Deus.

É rebelião contra Deus — Deus criou os seres humanos como homem e mulher, para se casar, multiplicar e criar famílias.

Deus deu ordens claras para regulamentar a sexualidade humana.

Levítico 18:22 diz: “Não se deite com um homem como alguém com uma mulher; isso é detestável.”

“Se um homem se deita com um homem como se deita com uma mulher, os dois fizeram o que é detestável. Eles devem ser mortos; o sangue deles estará em suas próprias cabeças” (Levítico 20:13).

Deus demonstrou Sua seriedade com Seus mandamentos que regulamentam a sexualidade humana quando fez chover enxofre sobre Sodoma e Gomorra, por causa do envolvimento em atividades homossexuais (Gênesis 19:24-25).

Quer os defensores da homossexualidade estejam cientes ou não, esses atos atraem a ira de Deus.

Não é preciso dizer que a homossexualidade é uma afronta e rebelião contra a unidade familiar, pois desafia a natureza e a biologia humana.

As pessoas que decidem se casar como homossexuais não podem produzir filhos e, portanto, recorrem à adoção.

Deus criou os seres humanos de tal maneira que seus filhos novos fossem criados por uma mãe e um pai.

Sujeitar filhos a pais do mesmo sexo é crueldade do mais alto nível, pois os priva de uma oportunidade de crescer em uma família normal.

Sujeita também as crianças a tormentos e confusões psicológicas.

As crianças que crescem em lares de gays também têm maior probabilidade de se tornarem homossexuais por causa de seus “pais.”

Se todas as pessoas se tornassem gays, como é que fica a sociedade?

O vento do gayzismo está soprando e, como país, a Zâmbia precisa estar atenta para proteger as gerações futuras.

É um fato conhecido que os defensores da homossexualidade estão usando dinheiro para atrair jovens para esse mal.

O Ministro da Orientação Nacional e Assuntos Religiosos também merece elogios por estar alerta e proibir uma celebridade gay sul-africana de vir à Zâmbia para oficiar em algum evento.

Como país, precisamos ser vigilantes, porque apesar da homossexualidade ser ilegal, algumas pessoas a promovem secretamente. Isso poderia explicar por que um gay conhecido pode ser convidado a oficiar um evento.

Os defensores estão embalando sutilmente a homossexualidade num pacote com a etiqueta de orientação sexual e direito.

Seja como for rotulada, a homossexualidade é uma abominação e não tem lugar na Zâmbia.

O governo da Zâmbia escreveu ao governo Trump para remover seu embaixador Daniel Foote depois de seus comentários polêmicos contra a lei da Zâmbia que proíbe a homossexualidade.

“O presidente Edgar Lungu diz que isso ocorre porque a Zâmbia não quer pessoas que apoiam valores não-cristãos, como a homossexualidade,” disse a Rede Nacional de Televisão da Zâmbia (ZNBC) ao afirmar que ele apareceu em um evento de angariação de fundos numa Igreja ao sul do país.

A tensão entre a Zâmbia e o governo Trump se aprofundou depois que o embaixador americano se queixou contra a sentença de uma dupla homossexual à prisão.

Em meio a ameaças de rompimento de laços com o governo Trump, o presidente Lungu disse que seu governo está pronto para perder ajuda se estivesse ligada à aceitação da homossexualidade em uma nação predominantemente cristã.

Grupos e indivíduos cristãos que condenaram o governo esquerdista de Obama por interferência contra leis anti-sodomia na África têm a obrigação moral de condenar agora o governo direitista de Trump por interferência semelhante. Pelo fato de que eu fui um dos cristãos que condenaram o governo Obama, agora estou cumprindo minha obrigação atual em relação ao comportamento esquerdista do governo Trump de continuar a atitude pró-sodomia do governo Obama contra as nações africanas.

Graças ao trabalho missionário no passado, a Zâmbia é hoje 75% evangélica, de acordo com o Anuário Mundial da CIA 2018-2019. Os missionários americanos, que evangelizaram a Zâmbia no passado, nunca poderiam imaginar que algum dia o governo dos EUA seria inimigo desse trabalho e de seus resultados.

Os cristãos que condenaram o imperialismo homossexual do governo de Obama agora têm a obrigação de condenar o imperialismo homossexual do governo de Trump.

Que a Zâmbia cuide soberanamente de seus próprios problemas de corrupção e homossexualidade, sem intromissão estrangeira.

Com informações do DailyMail Zâmbia, Yahoo, Zambia Report, Foreign Policy, BBC, Defend the Family, The East African e Wikipedia.

Versão em inglês deste artigo: Trump Administration Uses Left-Wing Language to Rebuke Zambia For Its Laws Against Homosexuality

Fonte: www.juliosevero.com

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Pintura de artista lésbica de homossexuais islâmicos como parceiros de Adão e Eva no Paraíso é colocada no altar da Igreja Luterana da Suécia

Julio Severo

Quando o pintor renascentista Lucas Cranach, o Velho, amigo íntimo de Martinho Lutero, pintou sobre o paraíso, ele pensou apenas em Deus, Adão e Eva. Mas agora, a artista lésbica sueca Elisabeth Ohlson Wallin acha que é injusto manter os homossexuais fora desse paraíso.

A artista lésbica criou uma pintura, intitulada “Paradise” (Paraíso), onde ela deu a Adão um parceiro homossexual de pele escura, uma referência sutil de que homens suecos, de pele clara, deveriam abraçar as hordas de africanos islâmicos que estão invadindo a Suécia. E ela deu a Eva uma parceira lésbica de pele escura, uma referência sutil de que mulheres suecas, de pele clara, deveriam abraçar as hordas de africanos islâmicos que estão invadindo a Suécia.

A artista lésbica matou dois coelhos com uma cajadada só. Se você criticar os parceiros homossexuais africanos do Adão e Eva suecos, você pode ser legalmente acusado de discriminação com base em orientação sexual e raça ao mesmo tempo.

Não sei o que os muçulmanos africanos pensam sobre serem retratados como parceiros homossexuais dos suecos. Mas eles não se preocupam em ser acusados de nada na Suécia, principalmente porque eles são campeões de estupros contra meninas e mulheres suecas. Em contraste, os suecos ficam horrorizados de apontar os muçulmanos como estupradores por medo de serem acusados de racistas, porque a onda enorme de estupradores islâmicos por coincidência é muçulmana africana de pele escura.

A artista lésbica não esqueceu a serpente, que em sua pintura se tornou uma serpente transgênera. Nessa questão, concordo com a artista lésbica. O autor da homossexualidade, lesbianismo, transgenerismo e todos os outros pecados e disfunções sexuais é a velha serpente, que de modo algum fica ofendida de ser retratada como serpente transgênera, homossexual e lésbica.

A pintura “Paraíso” foi colocada no altar na Igreja de São Paulo em Malmö, Suécia. De acordo com a igreja, o objetivo é criar “maior inclusão e identificação na Igreja.”

“É com orgulho e alegria que recebemos Paraíso na Igreja de São Paulo. Precisamos de imagens que se abram para maior inclusão e identificação na igreja,” disse em comunicado a Igreja de São Paulo. “Somos gratos à arte de Elisabeth, que nos permite construir uma igreja credível que mostre que todos nós, independentemente de quem amamos e de que modo nos identifiquemos, somos abrigados no Paraíso.”

Helena Myrstener, a pastora luterana da igreja, foi à mídia social para elogiar o trabalho demoníaco.

“A única obra de arte  LGBT de altar da Suécia (Elisabeth Ohlsson Wallin) é recebida pela igreja de São Paulo em Malmö… Estamos muito felizes e orgulhosos!” escreveu ela.

A “obra de arte” homossexual permanecerá no altar da Igreja Luterana de São Paulo. Se o objetivo é criar maior inclusão e identificação demoníacas na Igreja Luterana, a artista lésbica possessa e sua cúmplice pastora luterana tiveram sucesso.

A Igreja Luterana de São Paulo esqueceu as palavras de São Paulo, inspiradas pelo Espírito Santo:

“Vocês não sabem que os perversos não herdarão o Reino de Deus? Não se deixem enganar: nem imorais, nem idólatras, nem adúlteros, nem homossexuais passivos ou ativos, nem ladrões, nem avarentos, nem alcoólatras, nem caluniadores, nem trapaceiros herdarão o Reino de Deus.” (1 Coríntios 6:9-10 NVI)

Dá para você entender quando as pessoas do mundo colocam uma imagem profana do Paraíso no altar de um ritual satânico ou nas telas da TV. Eles não têm Deus. Mas é vastamente pior quando uma imagem profana do Paraíso é colocada no altar de uma igreja evangélica.

Por décadas, luteranos renovados, que acreditam e acolhem o poder do Espírito Santo, inclusive profecias e outros dons sobrenaturais, vêm alertando os luteranos tradicionais de que eles precisam rejeitar a heresia cessacionista, que tornou a igreja luterana vulnerável a invasões satânicas, inclusive demônios pró-sodomia e pró-aborto. Chegou a hora dos luteranos suecos finalmente prestarem atenção aos luteranos renovados e sua mensagem.

O pregador de cura divina mais proeminente do século XIX foi o Rev. Johann Christof Blumhardt, um pastor luterano que expulsava demônios exatamente como os apóstolos de Jesus faziam. Mas o que a Igreja Luterana da Suécia está fazendo, colocando uma pintura homossexual em seu altar, está convidando demônios.

A Igreja Luterana da Suécia precisa se abrir para o mesmo Deus que Blumhardt serviu, não para demônios homossexuais. O papel da igreja é libertar as pessoas dos demônios, não trazer demônios e sua influência para as pessoas.

Os luteranos suecos não deveriam brincar com isso. Muitos africanos islâmicos que estão invadindo a Suécia estão trazendo uma espécie de bruxaria forte que nenhuma teologia cessacionista, nenhum ritual luterano pode expulsar. Somente o nome de Jesus, falado por pessoas capacitadas por Sua presença, pode expulsar esses demônios.

A serpente profanou o Paraíso original, convencendo Eva de que ela poderia se tornar como Deus. Agora, a serpente quer convencer as pessoas de que o homem pode se tornar como mulher e a mulher pode se tornar como homem.

Agora, inspirada pela mesma serpente, uma pastora de uma igreja luterana quer convencer os cristãos de que Adão pode ter um parceiro homossexual islâmico e Eva pode ter uma parceira lésbica islâmico.

A Igreja Luterana na Suécia fortaleceu a liderança feminina e enfraqueceu a liderança masculina. O resultado, numa Suécia onde 63% da população é luterana, é que não há força masculina para proteger mulheres e meninas contra estrangeiros islâmicos e sua onda de estupros. E sempre que a liderança feminina é fortalecida e a liderança masculina é enfraquecida, a homossexualidade é fortalecida e a influência e possessão demoníacas são fortalecidas para o prejuízo dos seres humanos mais vulneráveis: as crianças.

Com informações de Out.

Versão em inglês deste artigo: Lesbian Artist’s Painting of Islamic Homosexuals as Partners of Adam and Eve in the Paradise Is Put at the Altar of the Lutheran Church of Sweden

Fonte: www.juliosevero.com

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Pais finlandeses perdem a custódia de sua filha por recusarem tratamento de mudança de sexo para transformá-la externamente em rapaz

Julio Severo

Um casal finlandês perdeu a custódia de sua filha de 15 anos depois de se recusar a permitir que ela se submetesse à terapia hormonal para transformá-la externamente em homem.

Em 2017, quando a família se mudou da Finlândia para outro país da União Europeia, a adolescente disse aos pais que achava que estava no corpo errado e exigiu terapia hormonal.

“Ela tinha apenas quinze anos. Não podíamos concordar que ela começasse a usar hormônios,” disse a mãe.

Depois que seus pais se recusaram a ceder à exigência de sua filha, ela ficou com raiva e, poucas semanas depois, uma de suas amigas entrou em contato com a polícia e registrou uma denúncia criminal contra a mãe e o pai. Pouco depois, o governo do país não identificado da União Europeia decidiu tirar a custódia dos pais da jovem.

“Depois de se vestir de maneira provocativa e feminina apenas alguns meses antes, ela começou a usar roupas mais masculinas, como os outros em sua nova turma de amigos,” disse a mãe.

“Ela disse que queria começar a terapia hormonal imediatamente e depois remover os seios,” acrescentou.

“Obviamente, já era ruim que a própria filha estivesse fazendo isso, mas o pior foi que as autoridades concordaram. Nós éramos ingênuos e pensávamos que os médicos e as autoridades agiriam com juízo. Foi um grande erro,” disse o pai.

Os pais dizem que a filha adolescente, que agora se identifica como rapaz, raramente fala com eles.

Depois de assistir a um videoclipe de sua filha depois de seis meses de terapia hormonal, o pai disse: “Sem dramatizar demais, você pode dizer que quando a voz, a aparência e a personalidade mudam, é como se tivessem matado nossa filha.”

O número de crianças encaminhadas para tratamento de redesignação de gênero explodiu desde que a mídia extremista e culturalmente marxista começou a impor a ideologia transgênero e a comercializá-la especificamente para crianças há alguns anos.

Por causa da propaganda massiva na mídia e da doutrinação nas escolas, o número de casos de crianças sexualmente “mudadas” no Reino Unido aumentou de 94 em 2010 para 2.519 em 2018, com a vítima mais jovem com apenas três anos de idade.

É a medicina, a psicologia e o governo a serviço do marxismo e da ideologia homossexual.

Cerca de uma semana atrás, uma dupla escocesa conhecida como a primeira família de transgêneros da Grã-Bretanha provocou polêmica quando anunciou que começaria a mudar o sexo de seu filho de 5 anos.

Primeiro, os ativistas homossexuais popularizaram suas ações de sair do armário. Agora eles estão estrategicamente forçando as crianças a serem mudadas contrariamente a seu sexo biológico e natural.

Embora os ativistas homossexuais sejam apenas uma pequena parte de 1% ou 2% da população que escolhe a homossexualidade, sua influência na sociedade, especialmente através da mídia, tem sido massiva.

A Rússia sob Putin fez muito bem ao criminalizar a propaganda homossexual para crianças e adolescentes, porque é um crime real fazer lavagem cerebral em crianças e adolescentes para pensarem que eles podem mudar sua sexualidade biológica.

Se os governos não criminalizarem a propaganda homossexual, os homossexualistas farão com que os governos criminalizem os pais que protegem seus filhos da doutrinação homossexual e, pior, de “terapias” para transformá-los em ferramentas e peões nas mãos de homossexualistas.

Com informações da Voz da Europa.

Versão em inglês deste artigo: Finnish parents lose custody of their daughter for refusing sex change treatment to transform her externally into a young man

Fonte: www.juliosevero.com

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