Desarmamento espiritual não é ideia de Deus

Julio Severo

Defesa armada é a resposta adequada para a violência armada. E da perspectiva da segurança pessoal e familiar, o desarmamento não faz sentido, e seus defensores são burros e irresponsáveis.

No entanto, a violência física não é a única ameaça a você e sua família. Há ameaças rastejantes invisíveis das trevas espreitando do mundo espiritual. E elas são tão letais quanto as ameaças físicas.

Assim como escritores esquerdistas burros propõem desarmamento (que no final eles querem como proibição total de armas) para a sociedade, teólogos liberais e burros propõem desarmamento espiritual para a igreja: nada de dons sobrenaturais do Espirito Santo para combater e expulsar demônios.

Desarmamento secular é movido por ideologia política e desarmamento espiritual é movido por ideologia teológica.

Rapazes e moças, que foram criados até em lares cristãos conservadores, são seduzidos por forças das trevas, e suas famílias são impotentes e desarmadas para combater seus escravizadores espirituais porque foram enganadas por desarmamentistas espirituais.

Há uma guerra espiritual assolando ao redor de todos. Dons sobrenaturais são armas espirituais. Sem eles, até cristãos são presas fáceis de forças demoníacas e seus ataques.

Profecia, revelação, curas, línguas e outros dons sobrenaturais são o arsenal de Deus para sua igreja. Eles são necessários para o ministério de libertar os cativos e oprimidos. Eles são necessários contra inimigos espirituais.

Satanás tem um arsenal poderoso, disponível para feiticeiros e outros satanistas, para destruir indivíduos e famílias, e suas armas só podem ser enfrentadas com a autoridade e armas de Jesus.

Pregar o evangelho sem tal autoridade e armas é algo que Jesus nunca deixou seus apóstolos fazer, e ele prometeu essa autoridade e equipamento militar espiritual para sua igreja na sua missão no mundo inteiro, pois você nunca deveria ficar sem eles, principalmente no confronto com forças malignas.

Jesus disse para seus discípulos:

“Vão pelo mundo todo e preguem o evangelho a todas as pessoas. Quem crer e for batizado será salvo, mas quem não crer será condenado. Estes sinais acompanharão os que crerem: em meu nome expulsarão demônios; falarão novas línguas; pegarão em serpentes; e, se beberem algum veneno mortal, não lhes fará mal nenhum; imporão as mãos sobre os doentes, e estes ficarão curados.” (Mark 16:15-18 NIV)

Ele não prometeu desarmamento espiritual. Ele prometeu o direito de ter e portar armas espirituais no mundo inteiro! Pelo fato de que os apóstolos originais não conseguiram alcançar o mundo inteiro, essa promessa é para você e para mim!

Contudo, como os esquerdistas querem banir armas na sociedade, teólogos burros querem banir armas espirituais na igreja.

Os cristãos têm o direito de ter armas espirituais e usá-las contra as forças das trevas. Desarmamento secular é bom só para assassinos, que acham vítimas indefesas. Desarmamento espiritual é bom só para Satanás e suas forças, que acham vítimas indefesas.

O método de propaganda deles para enganar suas vítimas é semelhante. Desarmamentistas seculares usam casos bizarros de violência armada como pretexto para banir armas para todas as famílias que precisam de proteção. Desarmamentistas espirituais usam casos bizarros de manifestações espirituais como pretexto para banir armas para todas as famílias cristãs que precisam de proteção. Quer seculares ou espirituais, os desarmamentistas só pensam em sua ideologia, quer política ou teológica.

Desarmamento secular beneficia a Esquerda secular. Desarmamento espiritual beneficia a Esquerda espiritual.

Livros e artigos de teólogos burros que defendem o desarmamento espiritual são uma ameaça à segurança do povo de Deus.

Se você tem necessidades espirituais e físicas de segurança, você tem o direito de ter o que Deus disponibilizou para você, por meio de Sua Palavra e Seu Espírito, para defender você e sua família.

Uma mentalidade desarmamentista nunca foi a vontade de Deus para você. Ele quer dar poder para você e usar você como canal de Seu Espírito para trazer bênçãos para você e sua família, inclusive proteção, defesa e, quando necessário, ataque.

O primeiro passo é abrir seu coração a Jesus e Seu Espírito. Em seguida, seguindo 1 Coríntios 14:1, você precisa “buscar com dedicação os dons espirituais, principalmente o dom de profecia.” (NVI)

Essa é a oportunidade do Espírito para lhe dar poder e armar você!

Um Cristianismo livre de armas é a ideia de Satanás, até mesmo quando inspirada nas mentes de teólogos. Deixa os cristãos sem defesa e deixa Satanás sem oposição e sem ser detectado em suas atividades.

É meu entendimento como cristão conservador que cidadãos obedientes às leis devem ser plenamente respeitados em seu direito de ter e portar armas para defesa e proteção. Só um comunista se oporia a tal direito.

É meu entendimento igual como cristão conservador que cristãos obedientes à Palavra de Deus devem ser plenamente respeitados em seu direito de ter e portar armas espirituais para defesa e proteção. Só um teólogo “comunista” se oporia a tal direito e diria que Deus não concede hoje dons sobrenaturais.

Cristianismo espiritualmente armado é ideia de Deus, e funciona. Funcionou com Jesus e seus primeiros discípulos, que pregavam e demonstravam o Evangelho curando os enfermos e expulsando demônios.

Funcionará para você também.

Há uma guerra espiritual assolando. Arme-se com as armas de Deus hoje.

Defesa e ataque armado são ideias de Deus.

Versão em inglês deste artigo: Spiritual Gun Control Is Not God’s Idea

Fonte: www.juliosevero.com

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Despotismo de Silas Malafaia ou de calvinistas “apologéticos”?

Julio Severo

Um pastor calvinista, a quem chamarei educadamente de “apologeta antipentecostal” (pelo fato de que ele é conhecido por seu blog que ataca os pentecostais e neopentecostais, embora eu não conheça nenhum blog calvinista cessacionista que não tenha esse péssimo hábito), esbravejou evasivamente no sábado que o Pr. Silas Malafaia é “despótico” por responder ao ataque de um pastor calvinista chamado PJ que, como o “apologeta antipentecostal,” é preletor da VINACC (conhecida hoje como Visão Nacional da Consciência Calvinista).

Não, ele não citou o nome “Silas Malafaia,” mas seus próprios leitores perceberam que sua “indireta,” feita logo após a resposta televisiva de Malafaia a PJ, foi dirigida ao pastor assembleiano. Assim, imitando o próprio estilo dele, dou também uma “indireta” sem citar o nome dele.

Mas “pastor despótico” não foi seu único adjetivo lançado contra Malafaia. Ele também o chamou de “ditador da fé” e “terrorista espiritual.”

O “apologeta antipentecostal” é convidado frequente na TV Boas Novas, que pertence à Assembleia de Deus. Erro estúpido dessa TV, pois não me lembro de Malafaia ou outro pastor assembleiano proeminente ser convidado frequente numa TV calvinista.

Não me lembro também de nenhum pastor assembleiano chamando o “apologeta antipentecostal” de pastor despótico, ditador da fé e terrorista espiritual por sua insistência em impor sua fé calvinista como a única fé perfeita e esculachando e anatematizando os pentecostais e neopeontecostais.

Anos atrás, denunciando o que ele chamou de “loucura gospel” dos pentecostais e neopentecostais, o “apologeta antipentecostal” apontou que havia “sete mil que não haviam dobrado os joelhos a Baal,” entre os quais ele louvou publicamente Hermes C. Fernandes e Ariovaldo Ramos, chamando-os de “defensores da fé.”

Uau, eu devo ser um grande “herege,” pois faz anos que denunciou esses dois exemplos resplandecentes de “defensores da fé”!

Afinal, quem são esses dois louvados pelo “apologeta antipentecostal”?

Ariovaldo Ramos é o maior ativista da Teologia da Missão Integral (TMI), que é a versão protestante da Teologia da Libertação. Ele é, inclusive, defensor do ditador comunista Hugo Chavez.

Hermes C. Fernandes é um liberal ultra-radical que acredita que os homossexuais não são pecadores, mas normais e aceitos por Deus do jeito que são. Ele defende a Teologia Gay e merecia ser alvo preferencial dos blogs calvinistas, especialmente porque o grande sucesso dele foi feito justamente nos meios calvinistas. Mas os calvinistas parecem não estar interessados em chamar Hermes de herege. Eles preferem usar esse adjetivo em Malafaia!

Estudo e denuncio há anos esses autoproclamados “defensores do Evangelho,” e o que mais vi em minhas observações é que ele são colaboradores diretos ou indiretos da TMI.

Numa pesquisa que fiz anos atrás, constatei que todos os blogs calvinistas que atacam o neopentecostalismo são promotores diretos ou indiretos da Teologia da Missão Integral. O resultado da minha pesquisa foi o artigo “A maior ameaça à Igreja Evangélica do Brasil.”

No blog do “apologeta antipentecostal,” há centenas de citações positivas de Hermes. Quando precisou “criticar” Hermes em 2015, o “apologeta antipentecostal” teve o máximo de delicadeza possível, como se estivesse tocando na Sua Majestade Real, dizendo: “Antes de qualquer coisa gostaria de ressaltar que este texto não visa atacar o Bispo Hermes Fernandes, o qual respeito.” O “apologeta antipentecostal” preferiria ter um infarto a ter de dizer que algum ensino do Hermes tem heresia ou loucura gospel. É sempre ao Hermes com carinho. No caso dos neopentecostais, é exatamente o contrário: Ele preferiria ter um infarto a ter de dizer que eles — com suas experiências de dons de cura, profecia, revelação e batismo no Espírito Santo — não estão envolvidos em heresia e loucura gospel. É sempre aos neopentecostais com explosivos.

O “apologeta antipentecostal” tratava com muito carinho Robinson Cavalcanti, bispo assassinado em 2012 que tratava igualmente o marxismo com muito carinho. Em seu livro A Igreja, o País e o Mundo, da Editora Ultimato, Cavalcanti disse: “Eu creio que a teologia da libertação deu uma contribuição muito importante ao cristianismo… dando uma abertura positiva à reflexão marxista.”

Por causa do carinho dele por Cavalcanti, o “apologeta antipentecostal” teve um embate público comigo no qual seus aliados (VINACC, Universidade Presbiteriana Mackenzie e Editora Fiel) o defenderam enquanto eu insistia em que se o “apologeta antipentecostal” tem boca para criticar impiedosamente pentecostais, por que boca tão doce para evangélicos marxistas? Você pode acompanhar o embate aqui: “Robinson Cavalcanti, o pecado veio cobrar a sua conta.”

Cavalcanti sempre atacava os evangélicos conservadores dos EUA em seus artigos na revista Ultimato e nunca vi o “apologeta antipentecostal” e outros blogs calvinistas denunciando a revista Ultimato ou Cavalcanti de despotismo, ditadura e terrorismo espiritual contra o conservadorismo evangélico dos EUA. Quem fazia essas denúncias há mais de uma década era Julio Severo.

Contudo, o “apologeta antipentecostal” teve boca para defender PJ. Aliás, outro calvinista comparou PJ com João Batista só porque PJ tentou angariar fama criticando nominalmente Malafaia. Minha resposta ao calvinista:

Se João Batista conhecesse o estado deplorável da Universidade Presbiteriana Mackenzie, que pertence à Igreja Presbiteriana do Brasil, mas tem professores abortistas, homossexualistas e marxistas, ele esbravejaria contra essa apostasia. Esse não é o caso do PJ. Você pode encontrar fotos dele todo sorridente com Augustus Nicodemus lá na VINACC. Nicodemus foi chanceler da Universidade Presbiteriana Mackenzie e nada fez com sua elevada autoridade para remover os professores abortistas, homossexualistas e marxistas. Se João Batista fosse chanceler da Universidade Presbiteriana Mackenzie, ele removeria todos esses ativistas. Se João Batista estivesse na VINACC, você não o veria numa foto sorridente com Nicodemus. A foto claramente o mostraria repreendendo Nicodemus e PJ. E ele não teria medo de perder a cabeça por apontar os pecados daqueles teólogos santarrões que metem a boca nos “pecados” dos quintais dos outros, mas não levantam um só dedo para lidar com os pecados da Universidade Presbiteriana Mackenzie e outros lugares de seus próprios quintais. Os pecados da Universidade Presbiteriana Mackenzie não são graves. São gravíssimos. Aquilo é apostasia. Agora, só falta um verdadeiro João Batista para denuncia isso. Eu, por falar desses problemas da Universidade Presbiteriana Mackenzie, tenho sido até atacado por ativistas gays presbiterianos, que dizem publicamente que querem me ver preso. Confira: Ativista gay radical defende a Universidade Presbiteriana Mackenzie: http://bit.ly/2gqkQEV

Na visão do “apologeta antipentecostal,” Hermes C. Fernandes, Ariovaldo Ramos e Robinson Cavalcanti merecem ser tratados com carinho. Mas ele não tem paciência e carinho para evangélicos como Malafaia, que na opinião dele tem a obrigação de permanecer calado quando PJ o critica movido por antipatia e desejo de aparecer.

Ora, em seu Facebook e blog o “apologeta antipentecostal” bloqueia sem dó nem piedade quem ousa fazer um comentário que discorde de suas críticas. E o despótico é o Malafaia?

O despotismo dos críticos calvinistas de Malafaia não se limita ao Facebook. Pastores presbiterianos que ousam pregar e demonstrar o Evangelho do Reino de Deus como Jesus fazia (curando enfermos e expulsando demônios) são ameaçados e até expulsos da Igreja Presbiteriana do Brasil (IPB). Um pastor conhecido foi expulso da IPB no ano passado por acreditar que o Espírito Santo dá hoje os mesmos dons que dá no Novo Testamento.

Se isso não é despotismo, o que é? Se não é uma demonstração de ditadura da fé e terrorismo espiritual, então o que é?

O que fizeram com o pastor foi maldade. Mas o que o “apologeta antipentecostal” e seus colegas da VINACC estão fazendo com Malafaia é só dor de cotovelo, dor de barriga e inveja, ou é mais que isso?

Cadê a verdadeira defesa do Evangelho contra essas maldades, hipocrisias, pecados e abusos cometidos em nome de uma pretensa defesa do Evangelho?

Em defesa de PJ, que é agora um de seus palestrantes, a VINACC publicou um artigo assinado por Misael Antognoni, que é identificado como redator da VINACC. Cinco anos atrás, o mesmo Misael, que era co-editor do blog calvinista Púlpito Cristão, se queixou de que a Esquerda evangélica estava fragmentada por não mais conseguir atacar o neopentecostalismo como no passado. Minha resposta a ele foi dada neste artigo: A esquerda apologética e o neopentecostalismo.

Por que a VINACC precisa de um defensor da Esquerda, e suas paranoias antineopentecostais, para defender PJ e atacar Silas Malafaia?

Por que, em vez de se deixarem mover por antipatias, o “apologeta antipentecostal” e a VINACC não usam todas as suas energias apologéticas contra a TMI, a revista Ultimato, Hermes C. Fernandes, Robinson Cavalcanti e o bruxo que está convertendo evangélicos no Brasil em esotéricos?

Fonte: www.juliosevero.com

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Jesus, os fariseus e os cessacionistas

Julio Severo

O maior confronto que Jesus tinha em seu ministério de pregar o Evangelho, curar os enfermos e expulsar os demônios (tudo isso era sempre junto) não era com o povo, mas com teólogos incrédulos. Eram teólogos que diziam amar e crer na Bíblia que tinham, mas não aceitavam Jesus e seus discípulos pregando o Evangelho, curando os enfermos e expulsando demônios.

Afinal, na mentalidade teológica deles, se Abraão, José, Davi, Elias, Isaías e Jeremias não saíam no meio do povo curando enfermos e expulsando demônios, então o que Jesus fazia não tinha base bíblica. Aliás, eles diziam que o poder de Jesus era satânico.

Eles achavam que tinham mais autoridade bíblica e teológica do que Jesus.

O nome desses teólogos era “fariseus,” termo que hoje também significa “santarrão” e “hipócrita.” Isto é, os ataques teológicos deles contra Jesus acabaram marcando-os, com o tempo, como religiosos tão vazios de Deus que não sabiam reconhecer a visitação do Dono da Bíblia e seus milagres entre eles.

Pergunto-me como serão conhecidos os calvinistas cessacionistas com o tempo. Mas é certo que diante de Deus e na eternidade, eles não passam de incrédulos. São os parentes mais próximos dos deístas. Creem num Deus distante que só faz o que eles determinam teologicamente. O que sai de fora de suas determinações teológicas é “demoníaco,” “antibíblico” e “herético.”

Para os fariseus, Jesus era apenas um enganador. Para Jesus, os fariseus eram líderes religiosos, teólogos famosos, que estavam indo para o inferno. A esta altura, já chegaram lá 2.000 anos atrás!

Os teólogos fariseus se consideravam donos exclusivos da Bíblia e sua interpretação e condenavam Jesus, suas curas e expulsões de demônios.

Os teólogos fariseus modernos se consideram donos exclusivos da Bíblia e sua interpretação e condenam como “hereges” todos os cristãos que pregam o Evangelho com curas e expulsões de demônios… Enfim, depois de 2.000 anos, NADA MUDOU: Os fariseus continuam, como sempre, entre nós, fazendo a única coisa que sabem fazer: condenar as obras de Jesus.

A tentativa de se achar dono da Bíblia e sua interpretação exclusiva tem trazido destruição e morte, desde os fariseus. A Bíblia é de Deus, não dos homens. Esquecer-se disso é desastroso. A instituição romana que se achava dona ou inventora da Bíblia criou a Inquisição, não diferente da instituição que se achava dona da Bíblia 2 mil anos atrás e matou, com ajuda dos romanos, Jesus por entender que ele contrariava a Bíblia.

Eles achavam que tinham mais autoridade bíblica e teológica do que Jesus.

Embora não tenham ainda a autoridade de matar ninguém — uma autoridade que João Calvino tinha e usou e abusou contra o médico Miguel Serverto por discordâncias teológicas —, os calvinistas cessacionistas usam todo o seu vasto conhecimento teológico farisaico moderno para “matar” todas as possibilidades, expectativas e anseios em suas congregações de que o Jesus que pregava o Evangelho, curava os enfermos e expulsava demônios continua vivo e atuante, fazendo obras e milagres maiores.

Sua especialidade teológica farisaica é obstruir, atrapalhar, matar, cessar e exterminar. Eles são os cessacionistas, que, assim como os fariseus, querem e exigem a cessação das obras de Jesus no meio do povo. E usam como autoridade sua pretensa posse da Bíblia através de um conhecimento teológico superior a todos os demais mortais. Tais fariseus, tais cessacionistas.

Eles acham que têm mais autoridade bíblica e teológica do que Jesus.

Eles bem que poderiam gastar suas energias teológicas e hábitos incorrigíveis de criticar para resolver pragas teológicas que empesteiam as igrejas calvinistas.

Se os calvinistas cessacionistas classificassem os adeptos da Teologia da Missão Integral (TMI) de hereges do jeito que eles costumam xingar pentecostais e neopentecostais, suas igrejas estariam limpas do liberalismo teológico há décadas.

Cessacionismo é a doutrina, predominante entre calvinistas, que diz que depois da morte de Jesus e seus apóstolos, o Espírito Santo parou de conceder profecia, línguas, revelações e outros dons. Na visão teológica deles, que é rejeitada até por muitos teólogos calvinistas respeitados, as manifestações de profecia, línguas, revelações e outros dons hoje são demoníacas. Daí, os calvinistas cessacionistas crerem que tanto o pentecostalismo quanto o neopentecostalismo são “heréticos.”

Contudo, nem todo calvinista é cessacionista. Enquanto alguns calvinistas radicais fazem tudo para cessar nas suas vidas e na vida dos outros as obras e milagres de Jesus e se mostram discípulos dedicados dos fariseus, calvinistas sérios agem como verdadeiros seguidores de Jesus, dando liberdade ao Espírito Santo.

As práticas e teologias dos calvinistas John Wimber, Jack Deere e Wayne Grudem, que creem que o Espírito Santo continua ativo, estão em conflito com as opiniões dos calvinistas cessacionistas, inclusive John MacArthur, que recusam aceitar que o Espírito Santo esteja atuante em nossos dias.

Para justificarem suas antipatias e frescuras pessoais contra a atuação do Espírito Santo, os cessacionistas fazem uso de uma série de malabarismos e truques teológicos.

Assim como os fariseus do passado criticavam tudo o que Jesus fazia de milagres e curas, especialmente expulsão de demônios, os cessacionistas criticam tudo o que Jesus faz hoje através de homens e mulheres abertos ao mesmo Espírito que usava os apóstolos e seguidores de Jesus.

A TMI assola há décadas os calvinistas do Brasil, mas os cessacionistas não conseguem lidar com esse grave problema de liberalismo teológico em suas igrejas reformadas empinadas, pois eles estão ocupados demais atacando como “demoníaco” o que o Espírito Santo faz através de homens e mulheres que amam Jesus e Sua Palavra.

Mas, graças a Deus, o poder de Jesus, por meio do seu Santo Espírito, continua entre nós, pela fé, para libertar os cativos e oprimidos e curar os enfermos quando homens e mulheres cheios do Espírito pregam o Evangelho.

Fonte: www.juliosevero.com

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Uma carta aberta de A.W. Tozer para John MacArthur: Mesmo morto, ele ainda fala

Por que a birra contra Silas Malafaia?

Julio Severo

Alguns têm birra do Pr. Silas Malafaia porque ele prega o que eles interpretam como Teologia da Prosperidade. Outros porque ele tem uma fortuna.

Críticas vindas de pessoas do mundo são comuns e esperadas. Mas a maior parte das críticas a Malafaia, que é presidente da denominação Assembleia de Deus Vitória em Cristo, está vindo de evangélicos, especialmente assembleianos desgostosos e calvinistas raivosos.

Fico impressionado com as críticas. Embora eu não tenho o estilo religioso do Silas e me alinhe mais com o movimento carismático dos Estados Unidos, reconheço as qualidades conservadoras desse proeminente pastor assembleiano, que bate de frente com a ideologia do aborto e homossexualismo até mesmo em arenas hostis de programas de TV. Ele não tem medo e vergonha de dar a cara a tapa na defesa de valores que são importantes para todos os cristãos.

Contudo, a preocupação dos críticos é que ele tem um casarão no Rio de Janeiro e um apartamento em Miami, EUA. Tudo por culpa, de acordo com a acusação deles, da Teologia da Prosperidade.

Em primeiro lugar, a Teologia da Prosperidade, termo usado pelos críticos, não é uma camisa-de-força que consiga confinar e definir todas as práticas religiosas das mais diversas denominações desde pentecostais até neopentecostais que pregam que Deus prospera. As teologias dessas práticas são muito variadas e diferentes.

Enquanto denominações como a Igreja Universal do Reino de Deus são radicais numa busca obsessiva e carnal por prosperidade, outras, como a Comunidade Evangélica Sara Nossa Terra e Igreja Bola de Neve, são mais moderadas.

E se Malafaia adquiriu suas propriedades por algum tipo de teologia de prosperidade, o que isso quer dizer? Que ele é herege? Que ele não pode comercializar, a preço de mercado, seus livros e CDs? Que a Bíblia proíbe prosperar?

Muitos dos críticos de Malafaia são do universo calvinista. Eles se esquecem de que outrora o mais famoso astro gospel do Brasil era um pastor presbiteriano que criticava ferozmente a Teologia da Prosperidade enquanto ganhava rios de dinheiro comercializando suas pregações, inclusive contra a Teologia da Prosperidade.

Antes de sua queda em adultério, Caio Fábio tinha uma casa num condomínio de luxo em Niterói, outra em Manaus e uma em Miami, EUA. Ninguém cobrava nada dele sobre essas propriedades, que não se tornaram obstáculo para sua amizade com calvinistas e assembleianos.

Ele tinha fama de pregador do Evangelho. Ele viajava o tempo inteiro de avião para suas casas, numa época em que passagem era muito mais cara que hoje. Ele já chegou a ter uma rotina de passar 15 dias no Brasil e 15 dias nos EUA. Era um estilo de vida de gastos muito elevados. Viagem internacional naquela época custava preços exorbitantes e só os ricos podiam fazer o que o Caio estava fazendo.

Os colegas presbiterianos dele nunca cobraram nada dele. Mas agora vivem cobrando de Malafaia, como se não houvesse pastores presbiterianos vivendo no luxo e como se Caio, em seus tempos de glória gospel, gastasse pouco e preferisse andar de jumentinho, como Jesus nos tempos do Novo Testamento.

Na época, eu lia as publicações da Igreja Presbiteriana do Brasil e não me recordo de nenhuma crítica e cobrança de líderes presbiterianos sobre a vida financeira de seu astro maior.

Na entrevista que deu ao jornalista Roberto Cabrini no programa Conexão Repórter no domingo passado, Malafaia se abriu demais, ainda que de forma franca, sobre suas propriedades, talvez porque tenha sido bombardeado de cobranças do mundo jornalístico.

Será que se ele fosse um pregador contra a Teologia da Prosperidade ele teria sido poupado do bombardeio? Pelo menos, assim era com Caio Fábio. Ele era publicamente contra essa teologia e gozava, literalmente, do carinho da Rede Globo e outros canais de TV, cujos repórteres não hostilizavam a mega-estrela presbiteriana com cobranças sobre sua fortuna.

Caio tinha basicamente as mesmas grandes propriedades e luxo de Malafaia, mas sem ser cobrado nem por evangélicos nem por jornalistas seculares.

Aliás, muitos evangélicos hoje não têm nenhuma vergonha de dizer que sonham com a volta de Caio antes de sua queda em adultério. Eles sonham com o Caio dos tempos em que ele vivia num condomínio de luxo em Niterói, tinha casa em Miami e outros regalias que a vasta maioria dos evangélicos mortais nem sonha em ter.

Caio era livre para fazer o que quisesse com a fortuna que tinha comercializando seus livros e K-7s. Se tal comercialização era errada, por que os milhares de líderes presbiterianos nunca disseram nada contra? Por que as grandes revistas evangélicas e seculares não questionavam sua vida financeira e propriedades?

E por que Malafaia não deveria ser livre para fazer o que quer com a fortuna que tem comercializando seus livros e CDs?

Claro que Malafaia errou feio apoiando Lula duas vezes. Mas Caio errou pior nisso, pois ele iniciou a onda pró-Lula entre pastores. Ele usou seu status de papa gospel para induzir o povo evangélico à grave erro político. E se você acha que politicamente Caio mudou, tempos atrás ele atacou os eleitores evangélicos de Donald Trump. Ele, que sempre apoiou a TMI subliminarmente, não se arrependeu de estar na esquerda

Malafaia se arrependeu de ter apoiado Lula. Hoje, ele tem lutado por bandeiras conservadoras. Por que não apoiá-lo?

Silas Malafaia ficou rico, vendendo livros e CDs. Ele está matando de inveja os olhos gordos. Como diziam bem os puritanos calvinistas americanos do passado, a prosperidade é fruto do trabalho e sinal da benção de Deus. Eles estavam certos. Pena que os calvinistas brasileiros de hoje tenham abraçado o socialismo evangélico, principalmente a TMI, que é a forma mais predominante de liberalismo teológico.

Mas, embora tenham abraçado a retórica esquerdista da TMI, muitos proeminentes líderes calvinistas vivem no luxo. Na boca, eles são contra a Teologia da Prosperidade. Na prática, eles a vivem.

Na boca, eles são contra Malafaia. Na prática, eles vivem a mesma vida de conforto material de Malafaia.

Se presbiterianos e assembleianos não criticavam nem questionavam a fortuna de Caio Fábio, por que fazer isso com Malafaia?

Essas críticas e questionamentos nada têm a ver com o que eles interpretam como Teologia da Prosperidade. Têm a ver com malícia. Se não fosse a malícia, os críticos e questionadores mirariam também em figuras como Augustus Nicodemus, e lhe cobrariam: “Malafaia revelou publicamente no programa Conexão Repórter quantas propriedades e dinheiro ele tem. Agora é sua vez!”

Agora é a vez dos outros. O Malafaia que dá a cara a tapa contra a agenda gay deu a cara a tapa para mostrar transparência nas suas finanças. Agora, é a vez de outros líderes evangélicos darem a cara a tapa e mostrar transparência nas suas finanças.

Agora é a vez dos que sempre cobram do Malafaia cobrarem também dos outros.

Fonte: www.juliosevero.com

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Síria condena invasão de tropas americanas em seu território

Julio Severo

O presidente sírio Bashar al-Assad disse que tropas americanas na Síria são invasoras porque estavam ali, desde Obama, sem permissão governamental.

Ele também disse que ainda não viu nada concreto do Presidente Donald Trump com relação à promessa de sua campanha de derrotar o Estado Islâmico.

Enquanto Trump está falando sobre combater o ISIS, a Síria está realmente combatendo o ISIS e vários grupos terroristas islâmicos, inclusive rebeldes apoiados, desde Obama, pelos EUA e Arábia Saudita.

Assad, numa entrevista à estação de TV chinesa Fênix, disse que está aberto à cooperação com Trump, mas que Trump não tem mostrado a mesma abertura. A presença militar russa na Síria combatendo o ISIS tem a permissão e cooperação total do governo sírio.

Assad disse que a promessa de campanha de Trump de priorizar a derrota do Estado Islâmico havia sido “uma atitude promissora,” mas acrescentou: “Ainda não vimos nada de concreto com relação a essa retórica.”

Indagado sobre uma mobilização de tropas americanas perto da cidade nortista síria de Manbij, Assad disse: “Todas as tropas estrangeiras que chegam à Síria sem nosso convite… são invasoras.”

A coalizão liderada pelos EUA vem atacando o Estado Islâmico na Síria há vários anos, desde Obama. Os ataques de Obama contra o ISIS nunca produziram nenhum resultado positivo, principalmente para os cristãos sírios, que têm sido as vítimas principais desse grupo terrorista islâmico.

No entanto, por que Trump deveria imitar Obama e suas intervenções antidemocráticas em territórios estrangeiros?

Se Trump quiser combater o ISIS na Síria, ele precisa da permissão oficial do governo sírio. Obama e sua secretária de Estado, a belicista Hillary Clinton, nunca buscaram tal permissão. Obama simplesmente invadiu e mobilizou suas tropas na Síria sem nenhuma permissão. Aliás, de acordo com o próprio Trump, Obama criou o ISIS.

Será que o governo dos EUA está a serviço do terrorismo islâmico? Afinal, pelas leis americanas, aquele que ajuda e coopera com um grupo terrorista é cúmplice de terrorismo. E se o ISIS é responsável pelo genocídio de cristãos na Síria e no Iraque, Obama tornou o governo dos EUA cúmplice do genocídio desses cristãos?

Por que Obama não é julgado por tornar o governo dos EUA cúmplice do genocídio de cristãos?

Então, considerando que Trump já reconheceu que o ISIS foi criado por Obama, seria apropriado que Trump pedisse perdão, em nome do governo dos EUA, ao governo e povo sírio pelas ações americanas, sob Obama, que provocaram destruição na Síria e sacrificaram sua população cristã. Os EUA têm uma obrigação moral de pedir desculpas à Síria, sem mencionar dar indenizações.

Se Trump quiser ajudar os cristãos sírios perseguidos pelo ISIS, seu primeiro passo é revogar sua medida barrando viajantes e imigrantes da Síria, ou pelo menos facilitando para os cristãos sírios. No nome do governo dos EUA, Trump deveria pedir desculpas a eles pelas ações de Obama contra eles, especialmente ao criar o ISIS. Os EUA têm uma obrigação moral de ajudar e abrigar os cristãos sírios, inclusive com indenizações.

Sobre as ações contra o ISIS, Trump deveria fazer o que Obama nunca fez: pedir permissão do governo sírio. Quer concordemos ou não com um governo, isso não é desculpa para invadirmos esse país, principalmente se ações malignas de nosso governo provocaram devastação na nação que pretendemos invadir.

Ou Trump pode apoiar esforços russos na Síria para derrotar o ISIS.

Tenho apoiado totalmente as ações de Trump para proteger as fronteiras dos EUA de invasores. Ele tem o direito de proteger sua nação e as pessoas que desejam entrar nos EUA precisam da permissão apropriada. No entanto, se Trump não quer invasores em sua nação, ele não deveria invadir nenhuma nação.

A maioria dos terroristas que cometeram o atentado terrorista de 11 de setembro de 2001 contra os EUA era saudita. Mesmo assim, os EUA nunca invadiram a Arábia Saudita. Pelo contrário, no mês passado, o governo de Trump enviou seu diretor da CIA para recompensar a Arábia Saudita por combater o terrorismo islâmico.

Então, para a Arábia Saudita, que ajudou o governo americano sob Obama a criar o ISIS, o governo de Trump concede um prêmio insano, e para a Síria, que foi vítima do ISIS, o governo de Trump concede proibições e invasões militares? De longe, isso não é justo! Isso é loucura. Isso é injustiça pura.

Se Trump quiser invadir a Arábia Saudita, com ou sem permissão, entendo. Se Trump quiser barrar viajantes e imigrantes sauditas, entendo. Mas não entendo suas ações contra a Síria. Essas ações são semelhantes às ações de Obama.

A Síria, principalmente seus cristãos, está esperando um pedido oficial de desculpas do governo americano por suas invasões militares, desde Obama, em seu território e pela criação do ISIS.

Recentemente, Trump convidou Mahmoud Abbas, presidente da Autoridade Palestina, para visitar a Casa Branca. O presidente conservador americano Ronald Reagan nunca teria feito isso. Aliás, Reagan nunca convidou o líder dos palestinos para nada e ameaçou boicotar sua presença até mesmo na ONU. Se Trump pode convidar um líder palestino islâmico que luta contra Israel, por que ele não pode convidar Assad para oferecer desculpas e indenizações e, principalmente, oferecer assistência para sua luta contra o ISIS?

Se Obama deu assistência militar para o ISIS e para os rebeldes islâmicos que combatem Assad e a população cristã síria, por que Trump não pode oferecer assistência militar para Assad e para a população cristã síria? Isso não é justo o suficiente?

A Síria, principalmente seus cristãos, tem sido vítima de um intervencionismo americano maligno. A Síria, principalmente seus cristãos, merece um pedido de desculpas, não medidas barrando seus cidadãos.

A Síria, principalmente seus cristãos, merece assistência militar americana contra o ISIS e os rebeldes islâmicos que receberam assistência militar de Obama.

Ainda que a Síria tenha uma das comunidades cristãs mais antigas do mundo, minha conexão espiritual, como evangélico, é com os evangélicos dos Estados Unidos, e aprecio que Trump esteja sendo aconselhado por bons líderes evangélicos e neopentecostais.

Espero e oro para que esses bons conselheiros incentivem Trump a pedir desculpas aos cristãos sírios e imponha uma medida barrando cidadãos sauditas, em vez de cristãos sírios.

Não sou conselheiro de Trump, mas se tivesse a oportunidade de oferecer um conselho, como evangélico conservador, estas são minhas palavras.

Com informações do DailyMail.

Versão em inglês deste artigo: Syria Condemns Invasion of U.S. Troops in Its Territory

Fonte: www.juliosevero.com

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O Evangelho, os demonizadores e os expulsadores de demônios

Julio Severo

Jesus Cristo e seus discípulos pregavam o Evangelho, curavam os enfermos e expulsavam demônios. Em contraste, teólogos e pastores hoje que se julgam donos do Evangelho pregam um evangelho que não cura ninguém e em vez de expulsarem demônios, demonizam os que não vivem o falso evangelho deles.

São criaturas espiritualmente recicladas de um passado longínquo.

Os fariseus se achavam donos das Escrituras e vigilantes e policialescos contra tudo o que eles viam como desvios das Escrituras. Eles eram os teólogos oficiais, os apologetas oficiais, os protetores oficiais das Escrituras. E nem Jesus passava pelo crivo teológico deles. Para eles, os discípulos de Jesus eram hereges. Para eles, Jesus expulsava demônios pelo poder de Satanás.

Eles não viam base bíblica para as práticas de Jesus, especialmente expulsar demônios.

Enfim, na visão deles Jesus era um satanista, um feiticeiro, um bruxo. Para eles, Jesus estava bruxificando as Escrituras.

“Alguns mestres da Lei, que tinham vindo de Jerusalém, diziam: —Ele está dominado por Belzebu, o chefe dos demônios. É Belzebu que dá poder a este homem para expulsar demônios.” (Marcos 3:22 NTLH)

Os mestres da Lei eram os teólogos. O fato de que vieram de Jerusalém, a sede mundial da teologia das Escrituras da época, revela que a teologia oficial mais importante da época estava presa a uma visão literal sem nenhuma comunhão com Deus. Eles se tornaram meros demonizadores. Tudo o que eles sabiam fazer era demonizar Jesus.

Outra versão diz:

“Os líderes religiosos de Jerusalém espalharam o boato de que ele estava praticando magia negra, fazendo truques diabólicos para impressionar o povo, mostrando poder espiritual.” (Marcos 3:22 A Mensagem)

Os maiores teólogos das Escrituras condenaram Jesus como satanista. Eles o demonizaram em todas as suas redes da época. O que esperar dos teólogos reciclados de hoje?

Os teólogos demonizadores de hoje usam suas redes, conferências, blogs e outros canais para demonizar tudo o que não se enquadra em sua visão teologia morta das Escrituras. Não perdem o hábito: continuam espalhando boatos de que seguidores de Jesus praticam magia negra fazendo truques diabólicos para impressionar o povo.

Enquanto os fariseus pregavam as Escrituras sem nenhum poder, nenhuma cura e nenhuma expulsão de demônios — apenas demonizando Jesus, seus discípulos, o Evangelho e sua autoridade —, Jesus e seus discípulos continuavam pregando o Evangelho com poder: curando enfermos e expulsando demônios.

A ocupação dos teólogos modernos com um farisaísmo reciclado de um passado longínquo é demonizar como satanistas os seguidores de Jesus que, em confronto com as forças das trevas, são instrumentos para libertar os cativos e oprimidos, curar enfermidades e expulsar demônios.

A Bíblia, que os modernos fariseus afirmam crer, revela que haverá maior atividade de bruxaria em nossos dias. O único poder que enfrenta o poder satânico é o mesmo poder que Jesus já demonstrou: ministério de expulsão de demônios.

Uma igreja e ministério legítimo necessariamente incluem expulsão de demônios. Sem isso, é patente que está sendo pregado um evangelho doente e até mesmo falsificado, que Jesus nunca pregou nem demonstrou.

A Bíblia promete para nossos dias maior derramamento do Espírito Santo. Isso inclui sinais, prodígios, maravilhas, curas e milagres. Isso inclui expulsão de demônios.

Contudo, os modernos fariseus, seguindo fielmente o comportamento dos fariseus originais na “fidelidade” às Escrituras, farão contra os seguidores de Jesus a mesma acusação que fizeram contra Jesus. Eles os acusarão de estarem dominados por Belzebu, o chefe dos demônios, e dirão que é Belzebu que dá poder a esses seguidores para expulsar demônios.

Os modernos fariseus acusarão os seguidores de Jesus de bruxificarem o Evangelho.

Os primeiros fariseus demonizaram Jesus e seus discípulos. Os modernos fariseus continuarão essa tradição.

É tempo, mais do que nunca, de se aprofundar no ministério de expulsão de demônios. Esse ministério faz toda a diferença na vida de satanistas, bruxos, feiticeiros, pais-de-santo e outros esotéricos que precisam da libertação sobrenatural de Jesus.

Quanto aos teólogos demonizadores, sua eternidade será com os fariseus que demonizaram Jesus.

Fonte: www.juliosevero.com

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Padre Paulo Ricardo louva Papa Francisco por “conversão” de jovem evangélico ao catolicismo

Julio Severo

Em post de Facebook publicado ontem, o Padre Paulo Ricardo disse: “Conheça o belo testemunho de Joathan, o jovem que, graças ao Papa Francisco e à formação do site, abandonou o protestantismo para abraçar a fé católica.”

Mas, na realidade, que culpa tem o Papa Francisco dessa suposta conversão? Absolutamente nada.

O Padre Paulo Ricardo é famoso por suas ligações (e hangouts) com o filósofo esotérico Olavo de Carvalho, cujos seguidores, que também são seguidores simultâneos do padre, insistem, entre palavrões, que o Papa Francisco é um excomungado.

Na visão deles, um católico que adote ideias marxistas está automaticamente excomungado. Eles entendem que o papa está incluso nesse caso. Daí, a decisão deles, especialmente seu mestre, de aplicar no papa a excomunhão automática.

Como então Paulo Ricardo atribui ao papa a conversão de um jovem evangélico se o papa é reconhecidamente rejeitado pelo movimento católico conservador do qual ele é, junto com Carvalho, um dos líderes?

Conversões de fato estão ocorrendo entre jovens evangélicos, mas o papa é de fato culpado, conforme alega o padre? Eu poderia concordar com o Padre Paulo Ricardo se ele, para embasar sua declaração, tivesse textos e hangouts com o papa. Ele realmente tem textos e hangouts, mas não com o papa. É com o filósofo esotérico, famoso por suas previsões “políticas,” que o qualificariam bem como astrólogo. Aliás, ele fundou a primeira escola de astrólogos do Brasil.

Em seus hangouts, padre e astrólogo tratam de “conservadorismo” e “catolicismo.” Não qualquer conservadorismo, mas só o conservadorismo em que o astrólogo reine mais que o papa. Não qualquer catolicismo, mas só o catolicismo em que o astrólogo reine mais que o papa.

No “conservadorismo” e “catolicismo” do astrólogo, o Papa Francisco é, entre outros palavrões, um excomungado. Nenhum dos seguidores do padre, os quais também são seguidores do astrólogo, discorda desse tratamento.

Por que então agora culpar o papa pela suposta conversão de um evangélico a esse “conservadorismo” e “catolicismo”? Como ocorre esse tipo de “conversão”?

Jovens evangélicos, famintos por conservadorismo, vão aumentando seu interesse em questões políticas conservadoras e diminuindo drasticamente seu interesse no Evangelho ao se aproximarem do astrólogo.

O principal esquema do astrólogo, do qual o Padre Paulo Ricardo faz parte, é: apresentar diante de jovens evangélicos a propaganda falsa de que o “catolicismo” representa o verdadeiro conservadorismo. Depois, a vítima precisa fazer (pagando, é claro!) os cursos da dupla, onde aprende, conforme observou uma amiga católica: “É terra plana, gravidade zero, geocentrismo, EUA católico, Inquisição que não houve, Papa excomungado, cigarro que faz bem, astrologia como ciência, apostolado do palavrão… em sã consciência, só colocando um laranja pra defender tanta sandice!”

Otário, termo que o próprio padre usou contra os evangélicos anos atrás, descreve muito bem os alunos e seguidores da dupla.

Acima de tudo, a vítima otária aprender a tratar o papa na visão do astrólogo: excomungado. E como dizer que o Padre Paulo Ricardo tem uma visão diferente? O próprio site do padre deixa muito claro: “O trabalho intelectual do Padre Paulo Ricardo foi profundamente influenciado por Olavo de Carvalho.”

O padre é nada mais e nada menos do que filho “intelectual” do astrólogo!

Faria, pois, sentido o padre dizer que o jovem evangélico se converteu ao “catolicismo” através do papa se o padre fosse filho “intelectual” daquele que é tratado como excomungado pelos seguidores da dupla padre-astrólogo.

A Bíblia diz: “Dai a César o que é de César.” Paulo Ricardo deveria dar ao astrólogo o que é do astrólogo. Todas as conversões de evangélicos ao “conservadorismo” e “catolicismo” em que o astrólogo é adorado e idolatrado como um papa nada têm a ver com o “excomungado.”

No catolicismo verdadeiro, quem manda é o Papa Francisco. No catolicismo político-esotérico do Brasil, quem manda é o astrólogo.

A propaganda “conservadora” do astrólogo é caótica. Ele apregoa que o catolicismo é o verdadeiro conservadorismo. E para provar sua “coerência,” ele mora no Vaticano ou no Brasil, o maior país católico do mundo. Ops, errei! Na verdade, o astrólogo vive nos EUA, o maior país EVANGÉLICO do mundo, tripudiando os fundamentos e legados evangélicos do próprio país em que vive.

Ser “profundamente influenciado” pelo astrólogo é ser marionete dessa propaganda caótica, que ele insiste em chamar de “católica.”

E os convertidos são apenas marionetes menores, cuja função é louvar o astrólogo e xingar o papa.

Então por que Paulo Ricardo, que faz dupla com o astrólogo, está louvando o papa? Ele está arrependido da boca suja de seus seguidores olavetes contra o papa?

É absurdo fazer propaganda de um conservadorismo “católico” dando glória a um papa amplamente xingado pelos olavetes. O Papa Francisco nada ganha com esse “catolicismo” e suas “conversões.”

Com um pouquinho de honestidade, o Padre Paulo Ricardo deveria ter postado: “Conheça o belo testemunho de Joathan, o jovem que, graças ao meu mestre Olavo e à propaganda que nós dois fazemos pintando o nosso catolicismo particular como único conservadorismo verdadeiro, abandonou o protestantismo para abraçar a fé católica.”

O papa do “catolicismo” do astrólogo é o próprio astrólogo. E ai de quem ousar xingá-lo de EXCOMUNGADO, mesmo que todo o seu esoterismo o desqualifique de ser um católico de acordo com as tradições.

O Pe. Paulo Ricardo deveria parar de se engasgar e confessar qual dois dos EXCOMUNGADOS converteu o suposto jovem evangélico para o olavismo disfarçado de “catolicismo.”

Fonte: www.juliosevero.com

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