O cigarro, o canalha e a Inquisição

Julio Severo

Não fume. Eu fumei. Eu queria nunca ter fumado.” Esse comentário honesto e sincero, que é uma bela propaganda anti-fumo, ou antitabagismo, veio diretamente de um ex-fumante famoso: Leonard Nimoy, ator de Jornada nas Estrelas.

Mas o cúmulo da canalhice é o sujeito fumante defender seu vício chamando de canalha quem luta contra esse vício. Em vez de honestamente dizer que o revisionismo e a reabilitação da Inquisição são o refúgio dos canalhas, ele declara com a maior cara de pau: “O antitabagismo é o penúltimo refúgio dos canalhas. O último é o desarmamento.”

Grandes ativistas pró-família nos EUA são antitabagismo. Então, todos eles são “canalhas”? Nimoy, o famoso Spock, foi também um “canalha” ao se opor ao cigarro?

O fumante de hálito e boca sujos é o mesmo sujeito que trata como canalhas os que se opõem ao seu revisionismo e reabilitação da Inquisição, que torturava e matava judeus e protestantes. (Nimoy e eu viveríamos sob risco de morte naquele tempo. Ele, por ser judeu. Eu, por ser evangélico.)

Você queria que um sujeito dessa espécie tivesse o direito de portar armas? Sou totalmente a favor de porte de armas para pessoas ajustadas que precisam de proteção para si e suas famílias. Na época da Inquisição, eu seria totalmente a favor do porte de armas para todos os judeus e protestantes, que eram as vítimas preferidas de torturadores e assassinos sádicos do que a Igreja Católica chamava de “Santa Inquisição,” mas não chama mais. Só os loucos a chamam disso hoje.

O porte de armas é necessário não só por causa de criminosos, mas também para que perseguições, torturas, assassinatos e atrocidades como os cometidos pela Inquisição nunca mais se repitam.

Por isso, sou totalmente a favor do desarmamento para bandidos e canalhas que desculpam a Inquisição. O desajuste mental, moral e espiritual de ambos é um perigo para a sociedade e exige tal controle extremo.

O sujeito fumante pró-Inquisição defende gostosamente cigarros acesos na boca, mas não dá a mínima para as vítimas judias e protestantes da Inquisição, desprezando seu sangue inocente derramado. Ele prefere, do conforto de sua poltrona, defender a máquina assassina da Inquisição. Para ele, o vício que prejudica a saúde tem valor especial e merece proteção, mas vidas inocentes não. Se isso não é canalhice pura, então o que é?

Ele parece desconhecer que a Inquisição, que havia se tornado uma máquina descontrolada, prendeu o católico Rodrigo de Jerez 500 anos atrás. O crime dele? Ele era fumante.

Até onde se tem registro, Jerez, que foi marinheiro de Cristóvão Colombo, foi o primeiro fumante da Europa. Ele conheceu o fumo durante uma das viagens de Colombo ao continente americano. Quando Jerez voltou para a Espanha, ele trouxe algum tabaco. A fumaça que cercava a face dele quando ele fumava deixava as pessoas amedrontadas. A Inquisição o jogou na cadeia porque “só o diabo podia dar ao homem o poder de exalar fumaça de sua boca.” A Inquisição o manteve encarcerado por sete anos.

Seja o que for que Jerez passou em seus sete anos de prisão, ele saiu vivo. Seu castigo foi “brando.” Seu sofrimento não foi nada em comparação com a tortura e morte que a Inquisição infligia aos judeus e protestantes. O castigo deles não era nada brando.

A Inquisição era muito mais tolerante com fumantes do que com judeus e protestantes. Talvez por isso o famoso fumante brasileiro seja um revisionista apaixonado da “Santa Inquisição.”

A Inquisição pode não ter aplicado a pena de morte em Jerez, mas as consequências médicas do fumo têm condenado milhões a enfermidades e morte. Se fumar já é ruim, que tipo de exemplo é reabilitar a Inquisição?

Precisamos seguir bons exemplos, não maus. Os EUA têm excelentes liberdades legais de porte de armas, liberdades herdadas de uma cultura predominantemente evangélica com base na Bíblia, que apoia a defesa armada. O Brasil precisa imitar isso e dar a mesma liberdade aos seus cidadãos.

Recentemente, a Assembleia Legislativa de Pernambuco instituiu oficialmente o “Dia em Memória dos Judeus Vítimas da Inquisição.” Esse é um exemplo excelente, que precisa ser imitado no Brasil inteiro, que deveria instituir nacionalmente o “Dia em Memória dos Judeus Vítimas da Inquisição.” O Brasil precisa de tal feriado nacional.

Se os bons não instituírem nacionalmente o bem, os maus poderão acabar instituindo seus males. Afinal, como é que pode o sujeito defender, com a maior sem-vergonhice, dois males (tabagismo e Inquisição) ao mesmo tempo e ainda posar de intelectualmente honesto ao xingar os que discordam de seu extremismo? Se isso não é canalhice pura, então o que é? Se isso não é desonestidade intelectual, moral e espiritual, então o que é?

O fato é: Se os canalhas não forem repreendidos por suas canalhices, eles vão tratar os outros com o mesmo desprezo que suas canalhices e desonestidade merecem. Eles vão tratar os outros conforme o boca-suja Lênin orientou os marxistas de seu tempo: “Acuse seus inimigos do que você faz, chame-os do que você é.”

Antes que eles acusem você da desonestidade que eles praticam e chamem você do que eles são, diga alto para eles ouvirem e escreva forte para eles lerem:

“A reabilitação da Inquisição é o refúgio dos canalhas.”

Se você não os repreender, eles vão xingar você. Aliás, eles já estão fazendo isso. O que você está esperando?

Fonte: www.juliosevero.com

Leitura recomendada:

Os judeus e a Inquisição

Assembleia Legislativa de Pernambuco cria Dia em Memória dos Judeus Vítimas da Inquisição

Olavo de Carvalho e a Inquisição

Se tratássemos a homossexualidade do jeito que tratamos o fumo

Campanha contra devassidão gay assemelha riscos de fontes indiretas de AIDS e outras doenças ao risco do cigarro e uso de drogas

Especialista diz que o fim das grandes empresas de cigarro oferece um guia de como obter vitória sobre as empresas pornográficas

Ator do famoso cowboy do cigarro Marlboro morre de enfermidade pulmonar

Ator Matt Damon pede abrangente proibição de armas nos EUA

Jornal pró-Hezbollah insinua que Putin é judeu

Hezbollah é o maior grupo terrorista islâmico xiita

Adam Eliyahu Berkowitz

Um serviço noticioso libanês fez uma afirmação chocante nesta semana: Os laços cada vez mais próximos do presidente russo Vladimir Putin com Israel são porque ele é judeu. Na terça-feira, o jornalista Sami Kleib escreveu um artigo intitulado “A Natureza Judaica de Putin: Serve aos Árabes e a Síria?” O artigo apareceu no As-Safir, um importante jornal diário pró-Hezbollah de língua árabe com sede em Beirute.

O artigo comenta as reuniões frequentes entre Putin e o primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu e o aumento dos laços econômicos e cooperação militar entre Rússia e Israel. Outra prova citada foi Israel escolhendo não se unir às sanções internacionais contra a Rússia quando os russos anexaram a Crimeia, e a cooperação que vem impedindo confrontos entre as Forças e Defesa de Israel e as forças russas que atuam na Síria. A reportagem sugere que essa amizade crescente poderá levar a Rússia a não cumprir sua promessa de transferir os sistemas avançados de mísseis antiaéreo S-300 ao Irã.

A reportagem descreve os laços pessoais íntimos de Putin com judeus na sua infância e adolescência. Vários desses amigos de infância continuam amigos íntimos do líder russo, se tornando ricos como resultado. Esses laços pessoais são também creditados com a tolerância religiosa recente e inédita para com o judaísmo na Rússia. Putin frequentemente participa oficialmente de cerimônias judaicas e está próximo de líderes da comunidade judaica.

Vladimir Putin com supremo rabino da Rússia acendendo um menorá durante o feriado judaico do Hanukkah

Putin escreveu muito sobre suas experiências de infância com judeus em sua autobiografia publicada no ano 2000. Seu treinador de box, uma figura paterna para Putin, era um judeu praticante.

O site Algemeiner especulou que a reportagem de As-Safir teve como base vários sites de teorias de conspiração que afirmavam que a infância de Putin entre judeus de sua comunidade foi devido ao fato de que ele realmente é judeu. Embora nenhuma prova tivesse sido apresentada, o site Debatepolitics fez a afirmação surpreendente de que os avós maternos e paternos de Putin eram judeus. Depois, fez uma declaração preocupantemente racista.

“Só dê uma olhada de perto na face e ouvidos de Putin; ele é tão cristão quanto Benjamin Netanyahu. Ele é apenas outro cripto-judeu, tendo convenientemente se convertido ao Cristianismo ortodoxo. Muito conveniente.”

A reportagem do As-Safir comenta sobre a importante imigração de judeus russos para Israel como um dos fatores nos laços cada vez mais próximos entre Rússia e Israel. Os israelenses russos, sob o ministro da Defesa Avigdor Lieberman, que é um judeu russo, que lutam contra os árabes nas Forças de Defesa de Israel são um ponto importante de preocupação levantado pelo artigo.

Numa afirmação preocupantemente similar ao manifesto antissemita os Protocolos dos Sábios de Sião, a reportagem afirma que devido à benevolência de Putin, os judeus estão assumindo o controle da economia e dos meios de comunicação da Rússia.

Traduzido por Julio Severo do original em inglês do site israelense BreakingIsraelNews: Hezbollah News: Is Putin Jewish?

Fonte: www.juliosevero.com

Leitura recomendada:

Rússia e Israel formam aliança contra o terrorismo

Putin e os judeus

Líder judeu agradece Putin por combater o antissemitismo

Putin oferece refúgio russo para judeus europeus que enfrentam antissemitismo

Israel vai ajudar a Rússia na guerra contra o ISIS na Síria

Por que a Rússia nunca invadirá Israel

Putin diz que Israel e Rússia continuarão a compartilhar informações de inteligência sobre ações antiterrorismo

Questões judaicas: um esclarecimento aos cristãos sobre sua percepção dos judeus

Putin e a Noite dos Lobos

Trump é um agente da KGB?

Ex-diretor da CIA endossa Hillary Clinton, apoia muçulmanos na CIA e caracteriza Trump como agente de Putin

Importante jornalista anti-Rússia apresenta dossiê sugerindo que Trump pode ser um agente russo

Vladimir Putin: Personalidade do Ano em revista gay dos EUA

Sexo anal: Amor ou dano?

Julio Severo

Um argumento muito comum contra o sexo anal entre homossexuais é que há numerosos riscos de saúde envolvidos. Esses riscos são apresentados por pastores evangélicos e líderes pró-família como uma razão forte para desestimular as pessoas do sexo anal homossexual.

Os riscos são reais e verdadeiros, mas não limitados aos homossexuais. Qualquer indivíduo que se engaje em sexo anal corre os mesmos riscos. Uma mulher, casada ou não, que recebe analmente o pênis de um homem é tão vulnerável a esses riscos quanto um homossexual.

Em seu livro “Sexual Sabotage” (Sabotagem Sexual), publicado por WND Books em 2010, a escritora americana-judia Judith A. Reisman, lidando com o que ela rotulou de variadas condutas pervertidas, cita que “11% dos indivíduos casados participam de sodomia anal pelo menos uma vez.” Essa percentagem provavelmente é muito menor, pois, como Reisman deixa claro, sua fonte, o Instituto Kinsey, exagera em suas afirmativas sexuais e infla seus números sexuais. Esse instituto é notório por sua defesa descarada de atos e conduta homossexual.

Exageradamente, só 11 por cento das mulheres casadas se envolvem em sexo anal pelo menos uma vez.

Provavelmente, os homens casados cristãos que exigem que suas esposas se submetam a esse tipo de sexo ficam silenciosos na igreja e em seu testemunho cristão sobre fatores de risco do sexo anal para homossexuais. Eles estão certos sobre seu silêncio. Afinal, de que adianta homens casados que fazem isso o condenarem entre homossexuais se os riscos são exatamente os mesmos para quem não é homossexual?

Em ambos os casos, eles estão envolvidos em sodomia, palavra que, de acordo com o Dicionário Macmillan de Língua Inglesa (2ª edição, 2007), é definida como “um ato sexual em que um homem coloca seu pênis dentro do ânus de outra pessoa.”

Então o sexo anal, praticado por homossexuais ou não, é sodomia.

Há numerosos riscos de saúde no sexo anal, e a relação anal é a forma mais arriscada de atividade sexual por várias razões, inclusive as seguintes:

  • Diferente da vagina, os tecidos do ânus não são elásticos. Isso significa que o ânus pode facilmente rasgar, o que coloca o parceiro que recebe o pênis em perigo de abscessos anais, hemorroidas ou fissuras (um rasgo muito grande). A penetração pode rasgar o tecido dentro do ânus, permitindo que bactérias e vírus entrem na corrente sanguínea. A natureza frágil do tecido anal facilita que DSTs e bactérias entrem na corrente sanguínea. Um rasgo muito pequeno pode provocar, entre muitas outras infecções bacterianas, endocardite bacteriana, levando bactérias fecais na corrente sanguínea até chegar às válvulas do coração.
  • O tecido dentro do ânus não está bem protegido como a pele fora do ânus. Nosso tecido externo tem camadas de células mortas que servem como uma barreira de proteção contra infecções. O tecido dentro do ânus não tem essa proteção natural, que o deixa vulnerável a rasgos e à disseminação de infecções.
  • O ânus foi feito para segurar as fezes. O ânus é cercado por um músculo anelar, chamado de esfíncter anal, que aperta depois que defecamos. Quando o músculo está apertado, a penetração anal pode ser dolorosa e difícil. Sexo anal repetitivo pode levar ao enfraquecimento do esfíncter anal, dificultando segurar as fezes até você poder chegar ao banheiro.
  • O ânus está cheio de bactérias. Ainda que ambos os parceiros não tenham uma infecção ou doença sexualmente transmissível, as bactérias que normalmente vivem no ânus podem potencialmente infectar o parceiro que cede. Praticar o sexo vaginal depois do sexo anal pode também levar a infecções da vagina e do aparelho urinário.

O sexo anal pode trazer outros riscos também. O contato oral com o ânus pode colocar ambos os parceiros em risco da hepatite, herpes, HPV e outras infecções. Para os casais heterossexuais, a gravidez pode ocorrer se o sêmen for depositado perto da abertura da vagina.

Ainda que ferimentos graves do sexo anal não sejam comuns, podem ocorrer. Hemorragia depois do sexo anal pode ser devido a uma hemorroida ou rasgo, ou algo mais sério como uma perfuração (furo) no cólon. Esse é um problema perigoso que exige atenção médica imediata. O tratamento envolve estadia hospitalar, cirurgia e antibióticos para impedir uma infecção.

O Dr. Stephen Goldstone, um homossexual assumido e autor de “The Ins and Outs of Gay Sex: A Medical Handbook for Men” (Os Prós e Contras do Sexo Gay: Um Manual Médico para Homens), publicado pela Editora Dell de Nova Iorque em 1999, disse em seu livro:

“Exatamente como o músculo do seu esfíncter interno involuntariamente relaxa quando as fezes entram no seu reto, involuntariamente se contrai quando um pênis ou outro objeto tenta entrar a partir do lado de fora… Um rasgo anal pode ocorrer durante a fase inicial do sexo anal precisamente porque seu parceiro força a entrada do seu pênis num esfíncter fechado. Pense no seu pênis como um aríete, contra o qual o seu esfíncter interno não é páreo.”

O Dr. Goldstone é professor-assistente clínico de cirurgia na Faculdade de Medicina Mount Sinai e especialista em “questões de saúde de homens gays” e “desordens do ânus e reto.”

O Instituto Médico de Saúde Sexual, fundado pelo escritor evangélico Joe S. McIlhaney (que é doutor em medicina e um proeminente especialista em obstetrícia, ginecologia e infertilidade), diz sobre o sexo anal:

“É muito prejudicial para sua saúde e tem muitas possibilidades de ameaçar a vida.”

“O sexo anal é claramente uma forma perigosa de atividade sexual.”

De acordo com o Dr. David Delvin, do NetDoctor: “O sexo anal (retal) costumava ser mencionado nas leis inglesas como ‘crime contra a Natureza,’ e esse termo alarmante é ainda usado nas leis de cerca de nove estados dos EUA. O sexo anal sempre foi um assunto muito polêmico, e a polêmica que o cerca parece marcada para continuar nos anos futuros porque a evidência está se acumulando de que essa prática pode às vezes levar ao câncer anal.”

Ele também diz:

A Sociedade Americana do Câncer declara que ter sexo anal é um fator de risco para câncer anal tanto em homens quanto em mulheres.

Nossa impressão é que durante o século XXI o sexo anal se tornou mais comum entre casais heterossexuais, em parte porque eles assistem pornografia em que essa atividade ocorre com muita frequência.

Um estudo pequeno realizado em 2009 sugeria que na Inglaterra, por volta de 30 por cento dos DVDs pornográficos mostram relação sexual anal. Muitas vezes, isso é mostrado como algo que é tanto rotineiro quando indolor para as mulheres. Na vida real, esse não é o caso. A relação sexual anal é muitas vezes muito dolorosa para as mulheres, principalmente nas primeiras vezes.

Muitos apontam que pelo fato de que a Bíblia é silenciosa sobre o sexo anal, é permitido. No entanto, a Bíblia também é silenciosa sobre numerosas questões importantes de hoje, inclusive maconha e cocaína. Então, elas também são permitidas? Claro que não, e os críticos são rápidos para frisar os riscos de saúde do uso de drogas, mas muitos são muito lerdos para reconhecer que um homem e uma mulher que se engajam em sexo anal correm os mesmos riscos de saúde que dois homens engajados na mesma atividade sexual.

Vamos ver o “silêncio” da Bíblia:

“O casamento deve ser honrado por todos; o leito conjugal, conservado puro; pois Deus julgará os imorais e os adúlteros.” (Hebreus 13:4 NVI)

Esse versículo sugere que, além do adultério, a cama conjugal pode ser contaminada por um número não especificado de atos imorais, deixando claro que Deus vai jugar os que contaminam suas camas conjugais.

Deus não está silencioso também nesta instrução:

“A vontade de Deus é que vocês sejam santificados: abstenham-se da imoralidade sexual. Cada um saiba controlar o seu próprio corpo de maneira santa e honrosa, não dominado pela paixão de desejos desenfreados, como os pagãos que desconhecem a Deus. Neste assunto, ninguém prejudique seu irmão nem dele se aproveite. O Senhor castigará todas essas práticas, como já dissemos e asseguramos. Porque Deus não nos chamou para a impureza, mas para a santidade. Portanto, aquele que rejeita estas coisas não está rejeitando o homem, mas a Deus, que lhes dá o seu Espírito Santo.” (1 Tessalonicenses 4:3-8 NVI)

Sobre “Cada um saiba controlar o seu próprio corpo de maneira santa e honrosa,” a Bíblia Expandida (publicada por Thomas Nelson) diz que essa passagem pode também ser colocada deste jeito: “Ele quer que cada um de vocês aprenda a viver com sua própria esposa de uma maneira santa e honrosa.”

Sobre “Neste assunto, ninguém prejudique seu irmão nem dele se aproveite,” essa passagem pode, de acordo com a Bíblia Expandida, ser colocada deste jeito: “Não explore nem tire vantagem de sua irmã cristã” nesse assunto sexual.

Existe exploração com relação ao sexo anal? Alguns anos atrás, uma proeminente advogada me disse que ela havia feito o divórcio de esposas de seus maridos, que eram pastores evangélicos. As mulheres estavam sofrendo enfermidades anais e relacionadas ao ânus e, para evitar as causas por parte de seus maridos insistentes que não cooperavam, escolheram o divórcio. Quantas mulheres, indispostas a sacrificar seus casamentos, sacrificam sua saúde para satisfazer as lascívias anais de seus maridos? Essa lascívia, com sua consequência na saúde de mulheres cristãs, parece ser um grande problema silencioso na igreja hoje — mais silencioso do que o suposto silêncio da Bíblia sobre esse assunto.

Muito embora o Primeiro Mandamento de nossa cultura hedonista seja GOZE O SEXO, o Primeiro Mandamento de Deus, que inclui prazer, tem outra prioridade.

Casais casados engajados em sexo anal não estão colaborando com o Primeiro Mandamento de Deus para o primeiro casal: Crescer e se multiplicar. A vagina e o útero são canais adequados para crescer e se multiplicar e trazer bebês. Um ânus não tem nada a ver com esse mandamento. O sexo anal traz doenças, problemas de saúde e nenhum bebê. Por isso, os maridos estão cooperando contra esse mandamento quando escolhem o canal errado e potencialmente prejudicam a saúde de suas esposas.

Além disso, pelo fato de que o corpo do cristão é o templo do Espírito Santo, os amantes do sexo anal deveriam enfrentar a realidade de que essa atividade sexual pode prejudicar esse templo. Contudo, se eles não querem razões da Bíblia, há abundantes razões médicas para evitar essa atividade e focar no canal apropriado criado, planejado e abençoado por Deus.

Se eles não querem dar atenção ao bom senso na Palavra de Deus, apelando para um suposto “silêncio,” o megafone da medicina grita nos ouvidos deles as consequências da sodomia.

Talvez os 11 por cento das pessoas casadas, de acordo com os números inflados do enganosos Instituto Kinsey, não se importem com os riscos de saúde da sodomia, mas os 90 por cento merecem conhecê-los.

Se os homossexuais merecem ser alertados sobre os riscos de saúde da sodomia, por que as esposas cristãs e seus maridos deveriam ser privados desse alerta?

Com informações do NetDoctor, Medical Institute for Sexual Health, Peter LaBarbera e WebMD.

Versão em inglês deste artigo: Anal Sex: Love or Harm?

Publicado originalmente em português no GospelPrime.

Fonte: www.juliosevero.com

Leitura recomendada:

Perspectiva bíblica diante do aumento do divórcio entre os evangélicos

George Soros é hackeado, seus documentos são postados online

Um novo site chamado DCLeaks.com está expondo vários americanos importantes, inclusive o bilionário George Soros.

Rachel Kaplan

Comentário de Julio Severo: Hackers russos desnudaram o bilionário George Soros, um dos maiores ativistas esquerdistas do mundo que financia desde movimentos de boicotes contra Israel até movimentos “populares” na Ucrânia para aproximar esse país da União Europeia e distanciá-la da Rússia. No Brasil, Soros é amigo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, o fundador do PSDB. Apesar de ter origem judaica (que faz com que alguns o identifiquem erradamente como judeu “sionista”), Soros trabalha contra o Estado de Israel. Os judeus sionistas, quer socialistas ou não, sempre trabalham pelo bem de Israel. Esse não é o caso de Soros. Leia agora a reportagem do jornal israelense Israel National News, que mostra como Soros está financiando a esquerdista pró-aborto Hillary Clinton em sua pretensão de se tornar presidente dos EUA:

Há um novo hacker na cena: O DCLeaks.com, presumivelmente os mesmos hackers russos que violaram o servidor de e-mails da Convenção Nacional Democrata, tem postado informações sobre personalidades americanas importantes, inclusive o bilionário americano George Soros.

Soros, cujo patrimônio líquido está em 23 bilhões de dólares de acordo com estimativas da revista Forbes, usa sua fortuna principalmente para ativismo mundial. Isso inclui financiar organizações de boicote contra Israel, como a Mada al-Carmel, o Centro Árabe de Pesquisa Social Aplicada, Adala, NIF, Mulheres contra Violência, o Centro Mossawa e Molad, que trabalha para fazer com que o público se posicione contra as colônias judaicas na Judeia e Samaria.

O DCLeaks postou relatórios e estratégias das Fundações Sociedade Aberta (FSA) de Soros. Essas fundações colocam “Palestina” em suas listas como um estado em elevada necessidade de bolsas e assistência. Outro documento indica que a grande estratégia das FSAs é “focar no encarecimento da ocupação [israelense] e acabar com ela por um lado e em ativismo e proteção de direitos humanos por outro.”

As FSAs comunicaram ao FBI (polícia federal americana) a violação de segurança em junho, disse a porta-voz Laura Silber. Ela acrescentou que a violação parece ter sido limitada a um sistema de intranet usado por membros da diretoria, funcionários e parceiros das fundações.

Um email da Convenção Nacional Democrata, entre 20 mensagens vazadas pelo Wikileaks, indica que Soros assessorou a candidata presidencial democrata Hillary Clinton sobre como tratar a Albânia como secretária de Estado em 2011, tranquilizando-a de que “minha fundação na capital da Albânia está monitorando a situação bem de perto, e pode fornecer análise independente da crise.” A Soros Fund Management, uma entidade de Soros que arrecada dinheiro para finalidades políticas, doou 7.044.600 dólares para a campanha da eleição de Hillary em 2016.

Traduzido por Julio Severo do original em inglês do jornal israelense Israel National News: George Soros hacked, documents posted online

Fonte: www.juliosevero.com

Leitura recomendada:

Rússia é suspeita de ataques cibernéticos contra campanha da candidata pró-sodomia Hillary Clinton

George Soros com FHC no Brasil: Somente drogas?

Cuidado com o homem das revoluções: bilionário socialista George Soros gastou 33 milhões de dólares para transformar protesto de Ferguson em revolução nacional

Investidores como George Soros representam uma ameaça para o apoio dos evangélicos a Israel?

George Soros investiu pesadamente na crise da Ucrânia

Importante jornalista anti-Rússia apresenta dossiê sugerindo que Trump pode ser um agente russo

Julio Severo

Ativistas anti-Rússia tinham um argumento forte 30 anos atrás. Havia a União Soviética, governada por ditadores comunistas cruéis, e havia uma América democrática governada pelo evangélico conservador Ronald Reagan, que valorizava a liberdade e os valores cristãos. Enquanto a União Soviética louvava o ateísmo, Reagan fazia exatamente o contrário ao proclamar 1983 como o “Ano da Bíblia.”

Reagan, que disse que a União Soviética era um Império do Mal, o derrotou com a Bíblia e diplomacia estratégica e inteligente.

Hoje, a União Soviética não existe mais, a Rússia é mais conservadora e valoriza seu Cristianismo ortodoxo e os EUA, que são a maior nação protestante do mundo, são menos conservadores e menos cristãos. Hoje, os EUA não têm um Reagan, mas só um presidente cripto-islâmico, homossexualista assumido nascido no Quênia, que não pode ser exposto por suas enganações e socialismo porque qualquer crítica a ele é tratada como “racismo.”

Então, passaram-se 30 anos e a Rússia e os EUA mudaram. Mas os ativistas anti-Rússia não acompanharam as mudanças. Eles permanecem entalados na mentalidade da Guerra Fria.

Numa reportagem recente intitulada “Is Trump a Russian agent? Top Kremlinologist presents a tantalising and disturbing dossier on why the presidential hopeful could have closer links to the Kremlin than it may appear” (Proeminente Kremlinologista apresenta dossiê tentador e preocupante do porquê o candidato presidencial pode ter ligações mais próximas com o Kremlin do que pode parecer), o jornal britânico DailyMail apresentou uma lista de razões por que o proeminente jornalista anti-Rússia Edward Lucas acha que a Rússia é a maior ameaça e por que o candidato presidencial americano Donald Trump pode ser um “agente russo.”

Meses atrás, eu estava pensando por que os ativistas anti-Rússia no Brasil não estavam acusando Trump de ser um agente da KGB. Lidei com a incoerência deles em meu artigo “Trump é um agente da KGB?

Não preciso mais ficar pensando. Lucas perguntou e respondeu: “‘Será que Donald Trump é um agente russo?’ Embora a resposta possa ser não, ele certamente foi o que o primeiro líder soviético chamava de ‘idiotas úteis’ — referindo-se àqueles no Ocidente que ignoravam assassinatos em massa e escolhiam apoiar o grande projeto comunista.”

Por essa pergunta e resposta, um leitor entenderia que Lucas vê a Rússia como comunista e que ele quer um candidato americano anticomunista para combater a Rússia. É evidente que Trump não é o candidato dele.

Então ele se queixa: “Espiões russos também invadiram os computadores ligados ao Partido Democrático [que é similar ao PT] e a Hillary Clinton quatro vezes, roubando uma mina de ouro de documentos que lançam uma luz desagradável nas maquinações internas do partido. Eles também ganharam acesso aos e-mails da sra. Hillary…”

Então “comunistas” (na mentalidade de Guerra Fria dele) ganharam acesso aos e-mails da sra. Hillary. Será então que ela é anticomunista? Será que ela é contra a ideologia progressista e socialista? Será que ela é contra o aborto e a sodomia, que são uma prioridade máxima da ideologia progressista e socialista?

Em seu livro “God and Hillary Clinton” (Deus e Hillary Clinton), publicado por HarperCollins, o autor conservador Paul Kengor retrata Hillary como metodista progressista. Progressista é outro termo para socialista.

Por que então Lucas vê “comunismo” na Rússia, mas não o vê em Hillary?

Para confirmar sua tendenciosidade anti-Rússia, Lucas menciona que “o ex-diretor da CIA Michael Morell disse que ele ‘não tem dúvida’ de que Putin vê Trump como um ‘agente inconsciente.’” Contudo, ele não menciona que Morell louva muçulmanos na CIA, especialmente um muçulmano que por dez anos, sob Bush e Obama, foi diretor do Centro Antiterrorista da CIA. Ele não menciona também que Morell está endossando Hillary.

Então para combater o “comunismo” na Rússia os ativistas anti-Rússia têm de louvar muçulmanos na CIA e endossar a socialista Hillary, que é ativamente pró-aborto e pró-sodomia?

Para provar os laços “soviéticos” de Trump, Edward Lucas apresenta uma lista de empreendimentos econômicos entre russos e Trump durante os anos. Ele aponta como Trump está recebendo dinheiro russo. Ele não parece se importar que esses eram empreendimentos capitalistas — muito detestados por comunistas verdadeiros. Ele não parece se importar com a realidade. Trump não é pobre. Ele é um bilionário. Ele não precisa do dinheiro de ninguém. Se ele está recebendo dinheiro de russos para empreendimentos capitalistas, ele só está mostrando que é capitalista, e os russos estão igualmente mostrando que são também capitalistas!

Mesmo assim, citando o jornal Washington Post, Lucas disse: “Desde a década de 1980, Trump e membros de sua família fizeram muitas viagens a Moscou em busca de oportunidades empresariais, e eles têm dependido de investidores russos para comprar suas propriedades no mundo inteiro.”

Ele também disse: “O filho de Trump, Donald Jr., se gabou numa conferência da indústria de propriedades em 2008: ‘Os russos compõem uma parte muito desproporcional de muitas de nossas propriedades.’ No mesmo discurso, ele disse que havia visitado a Rússia seis vezes nos 18 meses passados.”

Suas críticas anti-Trump estão entrelaçadas com muitas menções de “soviéticos,” “KGB” e outros adjetivos da Guerra Fria.

Seu dossiê profundamente negativo, conforme mencionado no DailyMail para denunciar Trump e suas ligações “soviéticas,” foi escrito para torpedear a campanha presidencial de Trump e ajudar Hillary.

Lucas critica Trump de forma amarga porque, conforme ele disse, “Trump se mostra amigável para a Rússia.”

Ele se queixa: “Outro fator desgraçado nas relações de Trump com a Rússia é a composição de seu círculo interno. Paul Manafort, o presidente da campanha eleitoral dele, se beneficiou de acordos empresariais de milhões de dólares com oligarcas pró-Rússia. Ele era um assessor próximo de Viktor Yanukovych, o humilhado presidente ucraniano que foi derrubado em 2014.”

Lucas não menciona que o democraticamente eleito Yanukovych foi derrubado por uma revolução apoiada pelo bilionário esquerdista George Soros, Obama e seu governo esquerdista e muitos neocons proeminentes. Conservadores americanos denunciaram esse golpe. Então se Manafort, o presidente da campanha de Trump, estava do lado de Yanukovych, ele estava contra Obama e seus neocons. Isso é ruim para Lucas?

Obama, Soros e os neocons queriam uma Ucrânia aberta à agenda da sodomia. Lucas acha que isso está certo? Eu não sei as razões para Manafort ser contra o golpe ucraniano, mas ele estava certo.

Lucas também se queixa de outros membros do círculo interno de Trump: “Ainda mais assustadora é a conduta de um dos principais chefes do serviço secreto dos EUA, o General Michael Flynn, que agora assessora Donald Trump. Como ex-diretor dos serviços de inteligência do Pentágono, a Agência de Inteligência de Defesa, o chefe forte de cabelo aparado espantou seu ex-colegas ao visitar Moscou em dezembro de 2015, onde ele se sentou perto do sr. Putin num jantar… Outro assessor de política externa na campanha de Trump é Carter Page, que passou boa parte de sua carreira na Rússia… Ele justifica a invasão e ocupação russa da Crimeia, repudiando a revolução pró-democracia e liderança pró-Ocidente da Ucrânia.”

De acordo com Lucas, Trump está qualificado para ser um “agente russo,” não um presidente americano. Ele disse:

Quando o sr. Putin escreveu um artigo reprovando o papel dos EUA como polícia do mundo, Trump chamou a repreensão de brilhante.

Em 2007, ele louvou Putin por reconstruir a Rússia.

Um ano mais tarde ele acrescentou, numa referência ao então presidente: “Ele faz bem seu trabalho; muito melhor do que nosso [presidente George W.] Bush.”

Trump louva o taciturno ex-homem da KGB que governa a Rússia por sua liderança.

Então Lucas diz: “O que o líder russo quer é ajudá-lo — em especial, minando a sra. Hillary, a única pessoa que pode manter Trump fora da Casa Branca.”

Hillary é a única pessoa também que pode manter a homossexualidade como prioridade máxima na política externa americana, o que ela, sob Obama, já vinha fazendo como secretária de Estado.

Havia também muitos acordos entre Hillary, quando ela era secretária de Estado dos EUA, e a Rússia. Mas talvez Lucas favoreça Hillary porque depois que o governo de Obama começou suas sanções contra a Rússia por causa de uma lei russa que proíbe a propaganda homossexual para crianças e adolescentes, os acordos pararam. Mas Trump nunca parou seus esforços de amizade com a Rússia.

O que está preocupando e enfurecendo Lucas não é os EUA e seu governo recente, que tem colocado o homossexualismo como prioridade máxima em suas políticas externas, inclusive impondo a doutrina homossexual em outras nações. Eles até tentaram forçar a Rússia a se submeter a isso.

O que está preocupando e enfurecendo Lucas é a perspectiva de um governo Trump buscando relações mais amistosas com a atual Rússia cristã ortodoxa.

Não sei se Trump sobreviverá ao ataque violento de críticas e pressões de neocons, a esquerdista Hillary Clinton e outros ativistas anti-Rússia como Edward Lucas, mas se os tempos mudaram, e a Rússia e os EUA mudaram, Trump representa um ar fresco longe da atmosfera mofada da Guerra Fria.

Gostaria que Trump também tivesse um ar fresco longe da atmosfera bolorenta da ideologia gay. Nesse ponto, ele poderia aprender muito com a Rússia.

Indivíduos de mente fraca poderiam igualar opiniões anti-Rússia com anticomunismo, mas isso está muito longe da realidade.

Em 2014 participei de um encontro pró-família no Kremlin, em Moscou, com vários líderes pró-família proeminentes dos Estados Unidos.

Os americanos estavam sob ameaça de americanos feministas, homossexualistas e esquerdistas, que queriam que o Departamento de Estado dos EUA os investigasse por violarem as sanções que o governo de Obama estava impondo na Rússia.

Não, esses não eram americanos anticomunistas ameaçando americanos “comunistas” visitando russos “comunistas” em Moscou. Esses eram americanos socialistas ameaçando americanos pró-família que estavam visitando russos pró-família em Moscou.

Edward Lucas e outros ativistas anti-Rússia não param para pensar que se o argumento deles contra a Rússia é por causa do comunismo, por que apoiar Hillary Clinton, cujas políticas são mais socialistas (inclusive uma defesa estridente do aborto e sodomia) do que a Rússia moderna? Se eles se importassem com socialismo, eles confessariam que os socialistas estão na Casa Branca e que esses socialistas são contra a Rússia.

Isso é sobre nacionalismo, que é fortemente anti-Rússia entre americanos conservadores e socialistas, mas não é fortemente anti-islamismo, e Donald Trump está mudando radicalmente o panorama nacionalista ideológico partilhado igualmente por americanos conservadores e esquerdistas. Os neocons, cujo nacionalismo radical domina as alas conservadoras e socialistas nos EUA, são ávidos criadores de problemas e guerras contra a Rússia.

Se os ativistas anti-Rússia precisam de um candidato para manter as sanções de Obama contra a Rússia, Trump não é o candidato deles. Hillary é. Mas só recorde: tanto Hillary quanto Obama são socialistas!

A mensagem simples parece ser: ser um comunista americano é correto, mas não é correto ser um russo capitalista ou comunista.

Outra mensagem parece ser: É correto ser muçulmano, mas não é correto ser russo.

Portanto, a luta ideológica contra a Rússia hoje é sobre nacionalismo irracional, não anticomunismo racional. Sou anticomunismo, antissocialismo e antiesquerdismo, e esse é o motivo por que sou contra Obama e Hillary. Esse é o motivo por que eu apoiava Reagan e me opunha à União Soviética. Naquele tempo, contatei a Embaixada dos EUA no Brasil expressando meu apoio a Reagan, e enviei cartas de encorajamento para prisioneiros cristãos em campos soviéticos.

Como ativista pró-família, minha razão para apoiar a Rússia hoje é sua lei incomparável proibindo propaganda homossexual para crianças e adolescentes. Essa razão inclui também o fato de que a Rússia vem defendendo valores tradicionais na ONU. Mas valores pró-família não parecem ser a razão pela qual Trump tem sido o maior torcedor americano da Rússia. A razão de Trump parece ser exclusivamente capitalista ou econômica: a Rússia tem sido uma parceira muito boa para os empreendimentos capitalistas dele.

Se adotar empreendimentos capitalistas faz de você um capitalista, o que está impedindo Lucas de ver a Rússia como capitalista? E se endossar uma ávida apoiadora (Hillary) de uma agenda gay e abortista muito socialista faz de você um socialista, deveria Lucas ser poupado?

Então Lucas tem muito mais interesses ideológicos em comum com socialistas do que Trump tem.

A acusação dos ativistas anti-Rússia de que Trump está recebendo dinheiro russo porque ele precisa dele para financiar sua campanha presidencial é ridícula, pois Trump não é pobre. Ele é um bilionário, e ele faz negócio com qualquer um, russo ou não.

Nos dias da Guerra Fria, você era um agente russo se defendesse interesses socialistas. Agora se você não apoia a socialista Hillary Clinton e sua agenda de aborto e sodomia, você é um agente russo também!

Se é importante para os EUA darem prioridade para a sodomia e impô-la em massa nas outras nações, é igualmente importante para os cristãos conservadores apoiarem nações que fazem resistência a essa imposição estúpida.

A Guerra Fria não existe mais, mas sua mentalidade mofada está tornando seus adeptos loucos e irracionais com relação ao que é mais importante para cristãos conservadores pró-Reagan: valores conservadores e cristãos.

A única coisa que me preocupa não são as obsessões dos neocons ou uma preocupação anti-Rússia. É a agenda gay e o que ela faz para perseguir cristãos, desfigurar as famílias, destruir a inocência das crianças e demolir a sociedade. Hillary com certeza vai agravar as ameaças homosexualistas contra os cristãos e as famílias. E Trump, o que ele vai fazer?

Ele se aliou a Peter Thiel, o dono do PayPal que tem perseguido cristãos. Na Rússia, Thiel jamais poderia fazer isso.

Trump é melhor do que Hillary em muitos aspectos, mas no aspecto homossexualista, ele precisa escutar e imitar a Rússia exatamente como a Rússia devia ter escutado e imitado a América de Reagan 30 anos atrás.

Versão em inglês deste artigo: Top Anti-Russia Journalist Presents a Dossier Suggesting Trump May Be a Russian Agent

Fonte: www.juliosevero.com

Leitura recomendada:

Ex-diretor da CIA endossa Hillary Clinton, apoia muçulmanos na CIA e caracteriza Trump como agente de Putin

Uma armadilha para Trump

Putin ama Hillary!

Trump é acusado de crime por pedir ajuda para Rússia

Trump é um agente da KGB?

Rússia é suspeita de ataques cibernéticos contra campanha da candidata pró-sodomia Hillary Clinton

Do lado da “religião da paz”: Obama, Bush, Brzezinski…

Trump e o papa: um populista de direita (hoje) em conflito com um populista de esquerda

Trump-Pence é a chapa republicana mais anticatólica da moderna história dos EUA

Daniel Mastral: Amor, islamismo e homossexualismo

Julio Severo

Se Daniel Mastral fosse um papa evangélico, ele certamente rivalizaria e ameaçaria a posição confortável e populista do Papa Francisco, que goza de admiração internacional por frases como “É errado igualar islamismo com violência.”

Não muito longe dessa declaração papal, Mastral, que ganhou notoriedade imensa entre os evangélicos anos atrás por boatos ao ser interpretado como dizendo polemicamente que Michel Temer era satanista e que ele seria filho de Temer, disse (conforme documentado por mim): “Os ensinamentos de Maomé estão fundamentados na paz, na unidade e no diálogo.”

Se alguém apontar que o Estado Islâmico é prova de que os ensinamentos de Maomé não estão fundamentados na paz, a resposta categórica de Mastral é: “O Estado Islâmico é condenado por 99% dos muçulmanos.”

Não sei qual é a base dele para essa afirmação mirabolante, mas tudo o que ele consegue provar é que é um sósia ideológico perfeito do Papa Francisco!

Ele então explica como os muçulmanos são vítimas usadas como bodes expiatórios de atos de terrorismo. Tudo isso e muito mais está registrado no vídeo “Daniel Mastral: Estado Islâmico,” produzido por ele mesmo em fevereiro de 2015.

Ele parece desconhecer totalmente que o islamismo é a maior máquina assassina que o mundo já viu.

Os três principais destaques no vídeo são as palavras “amor,” muçulmanos como pacíficos e ataques sistemáticos à liderança cristã, como se Mastral tivesse sofrido algum ataque terrorista de pastores, mas de muçulmanos só tivesse recebido carinho e amor. Ele fala dos pastores com a mesma amargura de Caio Fábio.

Contudo, os comentários polêmicos de Mastral não se restringem a tratar o islamismo como um movimento pacífico. Ele vai mais longe e, numa entrevista no Portal Guiame intitulada “Não vejo nenhum relato de Jesus ofendendo homossexuais,” ele afirma: “O Movimento LGBT está buscando seus direitos civis, previstos em nossa constituição.”

Ou Mastral ou Julio Severo é totalmente ignorante nessas questões, pois eu nunca vi a Constituição brasileira defendendo doutrinação homossexual para crianças nas escolas. Esse é apenas um dos itens reivindicados pela militância gay. A doutrinação de crianças nas escolas é uma meta tão importante para o movimento gay internacional que quando a Rússia aprovou uma lei banindo propaganda homossexual para crianças, os EUA, a Europa e a ONU esbravejaram seus protestos não em defesa das inocentes crianças russas, mas em defesa dos militantes gays nada inocentes que exigem acesso às crianças.

Estou aqui com a Constituição nas mãos. Ou eu sou ignorante ou sou cego, pois não estou conseguindo encontrar absolutamente nada sobre doutrinação homossexual de crianças como direito civil previsto na Constituição.

Em seguida, Mastral diz no Guiame: “A Bíblia nos ensina a não julgar… O amor não aponta o dedo; estende a mão… quem fala demais, acaba falando do que não sabe.”

Será então que, ao falar demais sobre islamismo e homossexualismo, Mastral não está falando do que não sabe?

O Guiame perguntou a ele: “Muito se fala na disputa Homofobia X Cristofobia, você acredita que alguma dessas partes esteja sofrendo certo tipo de perseguição (seja ela religiosa ou ideológica)?”

Resposta de Mastral: “Não vejo esta linha dualista extremista. Vejo algumas exceções pontuais em cada lado, que acabam, às vezes, sendo referência para muitos. Seria o mesmo que afirmar que todo muçulmano é terrorista. Apenas uma minoria do seguimento é extremista. Há cristãos extremistas também dentro de seu legalismo e tradições. E há também, às vezes, exagero em algumas manifestações do grupo LGBT. Porém, a maioria das partes é equilibrada, a meu ver.”

A maioria dos membros dos grupos homossexuais é equilibrada, na opinião de Mastral. Isso é novidade para mim. Já que eles estão assim tão ajustados e equilibrados, para quê eles precisariam do Evangelho?

Outro ponto polêmico na sua entrevista foi quando ele tratou a relação homossexual como “amor.” Ele disse: “Eu, particularmente, tenho amigos homossexuais e isso não é impedimento para o convívio. Há respeito mútuo entre nós. São monogâmicos, não promíscuos e leais um ao outro. E quem sou eu para julgar este amor? Não vejo nenhum relato de Jesus ofendendo homossexuais de seu tempo.”

Quem costuma rotular a relação homossexual como “amor” são esquerdistas e militantes gays. A Bíblia não chama isso de “amor.” Chama de abominação. Qual será o próximo degrau da degradação? Mastral dizer: Quem é a Bíblia para julgar esse “amor” como abominação?

Baseando-se então em pesquisas de DNA, Mastral afirma sobre o homossexualismo: “existem pessoas que nascem assim. Nascem ‘diferentes’!” Essa é uma ideia comum entre evangélicos progressistas (esquerdistas). O Bispo Hermes C. Fernandes, por exemplo, diz que “ser gay não é uma opção.”

Mastral então não está sozinho nessas ideias claramente esquerdistas.

Açucarando seu bolo esquerdista e homossexualista, ele afirma: “Nossa missão não é ‘ide e aponte o dedo e todos’! Mas ide e pregai o evangelho a toda criatura. E este evangelho é amor.” Apesar da declaração doce, no vídeo sobre o islamismo ele aponta bastante o dedo — contra os evangélicos.

Tanto no vídeo sobre islamismo quanto na entrevista sobre homossexualismo, ele frisa muito a palavra “amor” — um recurso frequentemente usado por esquerdistas ateus, católicos e evangélicos. Numa campanha homossexual na ONU, a cantora lésbica Daniel Mercury, que não é evangélica, apresentou às nações seu vídeo intitulado “Celebrando o Amor,” que coloca em pé de igualdade uma família normal de pai e mãe e filhos com uma aberração formada por dois marmanjos. “Não sou a Cinderella nem a Bela Adormecida,” ela disse. “Sou uma rainha má. A rainha má da macumba.”

Outros esquerdistas não pensam diferente. A palavra “amor” só está aberta, na visão deles, para englobar abominações. Se é para englobar o padrão de Deus, eles acham melhor castrar essa palavra. O evangélico progressista Ronilso Pacheco disse:

“A Bíblia diz que DEUS É AMOR. Mas é como se ela tivesse dito que DEUS É SEXO. Porque é violentamente apavorante a vigilância e o controle exercidos por pastores líderes evangélicos e teólogos que se mantêm engajados em padronizar, (hetero)normatizar e moralizar a sexualidade dos outros, como se falassem em nome da sexualidade de Deus. Neles, o amor não desperta tara alguma.”

Por amor à ideologia esquerdista, ele castrou a palavra amor. Ele a castrou da Bíblia e seus valores.

O que encontramos na Bíblia é um Deus de amor condenando o pecado homossexual e outros tipos de pecados. O que não encontramos na Bíblia? Não encontramos um discurso que condena “padronizar, (hetero)normatizar e moralizar a sexualidade dos outros,” como se ensinar que o padrão de sexo masculino e feminino fosse uma violência contra Deus.

Onde é que encontramos o discurso de ódio usando o termo heteronormatização? Exclusivamente na cartilha ideológica da Esquerda. Exclusivamente na cartilha ideológica homossexual.

O que isso nos mostra então? Que Ronilso anda lendo tanto a cartilha da Esquerda que a confundiu com a Bíblia. Mas o deus de amor da Esquerda não tem nada a ver com o Deus de amor da Bíblia. O Deus verdadeiro realmente padronizou, heteronormatizou e moralizou a sexualidade, e isso está amplamente registrado na Bíblia, e isso é amplamente condenado pela Esquerda.

Não é de admirar então que Ronilso estreou numa matéria do jornal “O Globo” respostada no meu blog com o título de “Esquerda evangélica pró-aborto e pró-homossexualismo ganha mais visibilidade na grande mídia.” Para esse tipo de evangélico, que lê muito mais a cartilha da Esquerda e do movimento homossexual, Deus É Homossexual e Deus É Aborto.

Para agradar à Esquerda, evangélicos progressistas estupram a Bíblia — apagando de Sua boca palavras que Ele falou e colocando na boca dEle coisas que Ele nunca disse —, mas nunca estupram a ideologia homossexualista.

As posturas de cristãos conservadores sobre questões sexuais têm como base a Bíblia. Claro que não existe nenhuma passagem especifica orientando-nos a combater a propaganda homossexual para crianças, assim como não existe nenhuma passagem da Bíblia nos orientando a combater o sistema da escravidão, que era comum e amplo nos tempos da Bíblia, nas sociedades bíblicas e pagãs, embora nas sociedades bíblicas o tratamento dos escravos fosse muito melhor do que nas sociedades pagãs. Mas a abolição da escravidão não começou com ateus, comunistas, muçulmanos, pagãos e secularistas. Começou com cristãos da Inglaterra e depois dos EUA.

Ao pregarem que só devemos amar, não condenar, os evangélicos progressistas acabam insinuando que a Bíblia não é um livro de amor, mas de condenação. Se o amor é mais importante e condenar é condenável, para quê pregar a Bíblia? Eles deveriam reescrever a Bíblia ou buscar a Bíblia do Amor, que só manda amar os pecadores e nunca condenar seus pecados.

Os evangélicos esquerdistas condenam os que pregam contra a ideologia homossexual como se a Bíblia tivesse inventado que homossexualismo é condenado.

Condenam os que pregam contra a ideologia homossexual como se não existisse na Bíblia uma única condenação ao pecado homossexual.

Ao pregar uma mensagem simplista e trivialista de “Deus é Amor,” querendo ou não Daniel Mastral se alinha com evangélicos progressistas como Ronilso.

Não é de admirar então que no final de sua entrevista ao Guiame, Mastral declarasse: “Aproveito o ensejo, para pedir perdão, em nome da Igreja, ao movimento LGBT.”

Por que ele não aproveitou também para pedir perdão aos adeptos do islamismo “pacífico”? Se o islamismo, que é responsável pela perseguição de 150 milhões de cristãos, é merecedor do adjetivo de “pacífico,” o que o diabo merece então? O título de príncipe da paz?

Mastral pode pedir perdão a Deus pelos seus pecados, inclusive por ignorância e por ensinamentos errados típicos de um falso mestre. Mas ele definitivamente não está falando em nome da Igreja. Ele fala e age em nome de um falso evangelho inspirado na ideologia homossexual e esquerdista.

Fonte: www.juliosevero.com

Leitura recomendada:

Voltemos ao Evangelho! Jesus salva, cura e liberta do homossexualismo

Como pregar o Evangelho para homossexuais

Homossexualidade: há esperança e libertação fora da psicologia?

Direitos gays: Ed René Kivitz versus Silas Malafaia

Estranha graça: Philip Yancey e o homossexualismo

Para Hermes C. Fernandes, ser gay não é uma opção

Viadagens teológicas: ambiente da teologia da libertação e TMI produzindo teologia gay no Brasil

A maior ameaça à Igreja Evangélica do Brasil

Islamismo: a maior máquina assassina da história da humanidade

O Corão e a guerra eterna

150 milhões de cristãos perseguidos pelo islamismo

Muçulmanos são os líderes mundiais em perseguição aos cristãos

Caso Patrícia Lelé está deixando a Direita lelé?

Julio Severo

O caso Patrícia Lélis, a quem Olavo de Carvalho chama de “Lelé,” afetou só a cabeça da moça ou está afetando a cabeça de muitos esquerdistas e direitistas? Então, por que de ambos os lados há versões contraditórias e desmentições inconvincentes?

Analisemos a cronologia das “insinuações.”

Olavo, a quem Marco Feliciano sagrou como “verdadeiro profeta” no Congresso Nacional em abril, fez dois comentários públicos sobre o caso Feliciano (um deles obsceno). Na minha opinião, ele exagerou no segundo comentário, embora hipoteticamente possa ser um pouco por aí mesmo. Veja então os dois comentários contraditórios do “verdadeiro profeta” sobre o caso Feliciano em 6 de agosto de 2016:

Não tenho nenhuma conclusão a emitir sobre o caso Patricia Lellis, nem creio que isso seja da minha alçada,

Hoje em dia, é assim. Você leva a dona para o motel e come-a. Se ela gostou, é amorzinho. Se não gostou, é estupro.

Em 12 de agosto, publico meu artigo “A falta de moral da Esquerda contra Marco Feliciano” contendo esses dois comentários. Horas depois, o “verdadeiro profeta” manda um tuíte público para mim e o Feliciano buscando de alguma forma desmentir a insinuação dele divulgada no meu artigo. Com seu jeito obsceno, ele respondeu:

O @JulioSevero diz que eu insinuei que o Pastor @MarcoFeliciano comeu a Patrícia Lelé. Não insinuei, não pensei, não quero saber.

Imediatamente, dei minha resposta pública à tentativa do Olavo desmentir sua própria insinuação. Eu disse:

Sua insinuação sobre a “dona” Patrícia e Feliciano está registrada: bit.ly/2aXa2yW

O que você pode fazer agora é pedir perdão ao Feliciano por sua insinuação bit.ly/2aXa2yW

Horas depois Olavo, novamente com seu jeito obsceno, deu outra insinuação, desmentindo sua desmentição anterior e confirmando a primeira insinuação. Ele disse no seu Facebook:

Suponhamos que o pastor tenha mesmo transado com a garota e até, no calor da paixão, mordido o beicinho dela. Que gravidade tem isso, se comparado a uma falsa acusação de estupro? Cometeram um crime horrível contra o pastor e, desmascarados, ainda querem tirar uma vantagenzinha do fracasso, bancando os paladinos da moral e trocando a acusação de estupro por uma de… adultério, caralho!, que nem mesmo é crime. Todos os adúlteros do mundo entrarão no céu antes dessa gente.

Mas não é exatamente o Feliciano que é sempre acusado pela Esquerda de ser “paladino da moral”? Olavo usa um expediente esquerdista para tirar o corpo fora depois de já ter colocado o corpo inteiro dentro? Eu já não havia deixado claro no meu artigo que adultério, na legislação brasileira, não é crime? Ele quer então dizer que fazer exatamente o que ele fez, insinuar que a Lelé e o Pastor tiveram um caso extraconjugal, é ser “paladino da moral”?

Insinuou. Desmentiu. Insinuou de novo, disfarçando e confirmando com mais força a primeira insinuação, que ele já havia desmentido.

Disse, desdisse, disse e desconversou…

Não insinuei, não pensei, não quero saber” são palavras do “verdadeiro profeta” que ainda estão ecoando entre seus seguidores, que acreditam que seu mestre é incapaz de incoerências.

Não insinuei, não pensei, não quero saber.” Imagine então se ele quisesse insinuar, pensar e saber!

É evidente que Patrícia tem se comportado como uma moça lelé, contraditória e mentirosa. Mas será que a novela “A Lelé e o Pastor” não está deixando mais pessoas lelés, contraditórias e mentirosas?

O que Feliciano fará agora? Chamará, em pleno Congresso Nacional, o insinuador-desmentidor-insinuador de “verdadeiro profeta lelé”?

Fonte: www.juliosevero.com

Leitura recomendada:

A falta de moral da Esquerda contra Marco Feliciano

Marco Feliciano: Olavo de Carvalho é como um “verdadeiro profeta”