Cristãos sofreram um aumento de perseguição no ano passado, com 245 milhões de cristãos enfrentando violência ou opressão islâmica em todo o mundo — 30 milhões a mais que há um ano, enquanto a Grã-Bretanha rejeita cristãos perseguidos e nomeia muçulmano como embaixador especial de liberdade religiosa

Julio Severo

“Cristãos em todo o mundo sofreram um enorme aumento de perseguição no ano passado — com cerca de 30 milhões de cristãos a mais sendo alvos do que no ano anterior,” disse George Martin numa reportagem do DailyMail.

A reportagem completa do DailyMail disse:

Um relatório de Open Doors, uma instituição de caridade holandesa que dá apoio a cristãos perseguidos, mostrou que, no total, 245 milhões de cristãos enfrentaram violência ou opressão em 2018, com 73 países listados como zonas de perigo para os cristãos.

A China foi mencionada entre os lugares mais perigosos para ser um cristão, depois que novas leis que regem a expressão religiosa levaram a invasões e à demolição de dezenas de igrejas.

Pelo menos 50 milhões de pessoas devem sofrer algum tipo de repressão neste ano, enquanto o governo aperta seus controles sobre o culto religioso.

Enquanto a Índia também viu uma onda de ultranacionalistas contra minorias não-hindus — o relatório afirmou.

“O crescente nacionalismo está levando a uma perseguição semelhante em outros países, como Butão, Mianmar e Nepal, onde a identidade nacional está ligada à religião,” disse a entidade.

Open Doors disse em sua Lista de Vigilância Mundial de 2019, a qual classifica 50 países, que um em cada três cristãos enfrenta altos níveis de perseguição na Ásia — enquanto a Índia entrou na lista dos 10 países principais pela primeira vez.

A reportagem do DailyMail então explica que a Lista de Open Doors

aparece apenas três semanas depois que o ministro das Relações Exteriores da Inglaterra, Jeremy Hunt, ordenou uma revisão independente sobre a perseguição aos cristãos em todo o mundo. Hunt disse: “A Grã-Bretanha defende há muito tempo a liberdade religiosa internacional, e a primeira-ministra frisou nossa liderança global nessa questão quando nomeou meu excelente colega, Lorde Ahmad, como seu embaixador especial de liberdade de religião ou crença. Muitas vezes, a perseguição dos cristãos é um sinal de alerta precoce da perseguição de todas as minorias.”

Existem pelo menos duas falhas graves na reportagem. Primeiro, se “Grã-Bretanha defende há muito tempo a liberdade religiosa internacional,” por que a católica perseguida Asia Bibi teve pedido de asilo negado na Grã-Bretanha? Uma reportagem publicada no jornal britânico The Telegraph esclarece a verdadeira realidade da Grã-Bretanha. É intitulada “Asia Bibi ‘não obteve asilo no Reino Unido em meio a preocupações de tumultos e atentados.’”

Asia não conseguiu asilo na Grã-Bretanha em meio a preocupações de tumultos e atentados de uma grande população de invasores muçulmanos na Grã-Bretanha! Uma nação tradicionalmente cristã, especialmente evangélica, vive agora com medo dos invasores muçulmanos.

Entretanto, em vez de reconhecer a ameaça dos invasores, a reportagem do DailyMail diz desavergonhadamente que a Primeira Ministra, Theresa May, “nomeou o Lorde Ahmad como seu embaixador especial de liberdade de religião ou crença.”  Conservadores, especialmente cristãos, esperavam muito mais de May, que se apresenta como conservadora. Obviamente, sua nomeação não foi feita para agradar aos cristãos perseguidos, mas a seus opressores islâmicos.

Lorde Ahmad é muçulmano. Nomear um muçulmano como “embaixador especial de liberdade de religião” para examinar a perseguição dos cristãos em todo o mundo é como colocar uma raposa para examinar se as galinhas no galinheiro estão sendo perseguidas por raposas. A Grã-Bretanha está rindo na cara dos cristãos perseguidos em todo o mundo.

Ao negar asilo à católica perseguida Asia Bibi e ao nomear um muçulmano como embaixador especial de liberdade de religião, a Grã-Bretanha não pode ser levada a sério como uma nação que defende a liberdade religiosa internacional.

A propósito, gosto de ler o jornal britânico DailyMail, mas as reportagens deles sobre questões islâmicas são tendenciosas. Sempre que comento nas reportagens deles sobre o islamismo tentando explicar a irresponsabilidade da Grã-Bretanha e Europa permitirem hordas de invasores islâmicos, o DailyMail rejeita meus comentários — da mesma forma que jornais na Arábia Saudita censurariam meus comentários mostrando que a explicação para a perseguição aos cristãos em todo o mundo é muito simples: os cristãos têm sido, em grande parte, vítimas de opressores islâmicos.

Versão em inglês deste artigo: Christians suffered an increase in persecution last year with 245 MILLION facing Islamic violence or oppression around the world — 30 million more than a year ago, while Great Britain rejects persecuted Christians and appoints Muslim as special envoy on freedom of religion

Fonte: www.juliosevero.com

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Senadores e deputados federais do partido de Bolsonaro vão à China comunista importar sistema para monitorar cidadãos brasileiros

Julio Severo

Deputados federais e senadores do partido do Presidente Jair Bolsonaro foram convidados pelo governo comunista chinês, que está pagando todas as despesas da viagem, para conhecerem de perto o sistema de reconhecimento facial.

Um dos objetivos da viagem é a bancada do PSL (Partido Social Liberal) conhecer o quartel-general comunista de onde é operado o sistema chinês de monitoração dos cidadãos chineses e também empresas comunistas que dominam essa tecnologia. A ideia do PSL é conseguir uma parceria com os comunistas chineses e trazer essa tecnologia para o Brasil.

“Os chineses estão muito à nossa frente na questão da segurança pública, e como representante do estado do Rio de Janeiro essa tecnologia toda muito me interessa,” afirmou o deputado Felício Laterça ao UOL antes de embarcar junto com uma comitiva de 12 parlamentares rumo à China, na terça-feira (15).

Participam da viagem a senadora eleita Soraya Thronicke, os deputados eleitos Carla Zambelli, Daniel Silveira, Tio Trutis, Felício Laterça,  Bibo Nunes, Charlles Evangelista, Marcelo Freitas, Sargento Gurgel e Aline Sleutjes, a deputada estadual Delegada Sheila, todos do partido de Bolsonaro.

Comitiva do partido de Bolsonaro que viajou para a China

O Partido Comunista da China usa o sistema de monitoração para manter amplo controle social, político e religioso sobre seus cidadãos, ao vigiá-los sem que percebam ou tenham feito algo de errado. Embora o governo comunista chinês diga que só usa esse sistema contra criminosos, cristãos e dissidentes políticos são rotineiramente punidos e presos.

De acordo com o UOL, deputados federais e senadores da bancada do PSL no Congresso Nacional vão apresentar um PL (Projeto de Lei) que obriga a implantação de tecnologia de reconhecimento facial em locais públicos para auxiliar as forças de segurança pública no combate ao crime e captura de suspeitos ou foragidos.

A China comunista tem em uso o maior e mais moderno sistema de vigilância do mundo, que usa o reconhecimento facial para identificar os cidadãos — e, desta maneira, prender criminosos e suspeitos. Os equipamentos conseguem reconhecer o rosto das pessoas, permitindo identificar seu sexo e idade, inclusive informações como o carro que o cidadão utiliza, suas rotas mais frequentes, a seus parentes e às pessoas com quem ele entra em contato, dados do fisco, profissionais e outros.

Essa aproximação com a China comunista acontece num momento em que o governo Bolsonaro, amplamente visto como direitista, condena claramente a ditadura de Nicolas Maduro na Venezuela. Apesar de tudo, a ditadura venezuelana tem sido menos comunista do que o governo chinês, pois a ditadura de Maduro não tem perseguido os cristãos tanto quanto o governo chinês os persegue. Quem pois denuncia Maduro tem a obrigação de denunciar muito mais a ditadura comunista chinesa.

Se o PT, que governou o Brasil durante os governos de Lula e Dilma (2002-2016), enviasse seus senadores e deputados para a China para importarem para o Brasil o sistema comunista chinês de monitoração dos cidadãos, haveria manifestações e protestos. Todos os escritores conservadores e direitistas denunciariam isso como manobra comunista de controle dos cidadãos. Mas o que acontecerá agora que o governo direitista de Bolsonaro está fazendo isso?

Muitos apoiadores de Bolsonaro criticaram o Papa Francisco por enviar um representante para a posse de Maduro. Mas quem criticará os senadores e deputados do partido de Bolsonaro por fazerem algo vastamente pior?

Mesmo que o partido de Bolsonaro enviasse seus senadores e deputados para os EUA para importarem para o Brasil algum sistema americano de monitoração dos cidadãos, isso não deixaria de ser um controle ditatorial. Há muitos anos os conservadores americanos denunciam a monitoração imoral do governo americano sobre os cidadãos americanos. As denúncias de Edward Snowden contra esse sistema foram amplamente apoiadas por conservadores americanos.

Seja da China comunista ou dos EUA, a monitoração e controle estatal constante dos cidadãos é algo perigoso.

Não importa se é o PT de Lula ou o PSL de Bolsonaro que está buscando esse controle, precisa ser denunciado.

Não importa se estão buscando esse sistema da Venezuela, China ou EUA, precisa ser denunciado.

Um dos meus seriados favoritos era “Person of Interest,” com Jim Caviezel lutando para que o governo americano não obtivesse controle de um supercomputador para monitorar os cidadãos. Infelizmente, o problema de monitoração não existe só em seriados de TV. É uma realidade ambicionada por governos de esquerda e — quem diria! — um governo direitista do Brasil que quer a ajuda da China comunista para monitorar os cidadãos brasileiros.

Com informações do UOL.

Versão em inglês deste artigo: Senators and Congressmen of Brazil’s Bolsonaro Go to China to Import Communist Surveillance System of Citizens

Fonte: www.juliosevero.com

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Julio Severo

Considerado uma espécie de Rasputin na família Bolsonaro, Olavo de Carvalho conseguiu que seus adeptos fossem nomeados para os cargos mais importantes do governo do Presidente Jair Bolsonaro. Enquanto o Pr. Silas Malafaia havia recomendado Guilherme Schelb para o Ministério da Educação (MEC), sua recomendação virou pó diante da influência de Carvalho, que indicou seu adepto Ricardo Vélez. Além desse olavete, dois outros olavetes, Carlos Nadalim e Murilo Resende, foram escolhidos respectivamente para a Secretaria Especial da Alfabetização e a direção da Avaliação da Educação Básica do Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira).

O fanatismo se apossou de tal forma do MEC que até apoiadores de Bolsonaro que não idolatram Carvalho foram, de acordo com o UOL, removidos de cargos de liderança do MEC. É a limpeza ideológica em prol do pensamento único do olavismo.

A doutrinação ideológica de Carvalho deve influenciar o MEC nos próximos quatro anos, desde a alfabetização até o ensino superior, cujo impacto fatalmente atingirá os cerca de 48,6 milhões de estudantes matriculados nas escolas da educação básica e sobre os pouco mais de 8,3 milhões de alunos do ensino superior (segundo o último Censo Escolar, de 2017).

A doutrinação ideológica dele abarca desde luta contra o marxismo até uma estranha luta contra o que ele chama de “mito,” “lenda” e “mentira” da Inquisição. A Inquisição e o Holocausto torturavam e matavam preferencialmente judeus, mas revisionistas amenizam seus crimes. Carvalho é o maior revisionista brasileiro da Inquisição, indo de encontro a um fato atestado pela vasta maioria dos historiadores judeus.

Se Carvalho visitasse Israel e proclamasse que a Inquisição é mentira, os judeus o veriam como um louco não diferente dos loucos que minimizam os crimes do Holocausto.

A Inquisição, que também matava evangélicos, chegou a torturar e matar muitos judeus no Brasil. Há até um Museu da Inquisição em Belo Horizonte que documenta os horrores da Inquisição.

Movidos por esforços de historiadores judeus e evangélicos, os Estados Unidos, onde Carvalho vive autoexilado como imigrante desde 2005, se tornou o país que mais investiu em campanhas de informação para combater a propaganda desinformatória de militantes da Inquisição.

Com um desinformante da Inquisição dominando o MEC, o que é que vai prevalecer agora? O ponto-de-vista americano, que é predominantemente anti-Inquisição? O ponto-de-vista das vítimas judias e evangélicas da Inquisição? Ou a doutrinação e analfabetismo moral e histórico dos revisionistas desinformantes, que é exatamente o grupo em que estão Carvalho e seus adeptos?

Você pode ler mais sobre a Inquisição no meu artigo: “Aborto, Inquisição e revisionismo na Enciclopédia Britânica.”

Ignorando a gravidade do assunto da Inquisição, Bolsonaro e seus filhos acreditam que a influência ideológica de Carvalho é necessária para destruir a influência ideológica de Paulo Freire (1921-1997) na educação brasileira. Mas poucos sabem que o famoso método Paulo Freire foi construído com o mesmo ingrediente básico que o método Olavo de Carvalho vem sendo construído: oportunismo às custas do evangélicos.

De acordo com a BBC de Londres: “A influência de Olavo na montagem do governo supera a da bancada evangélica, cujo eleitorado foi crucial na vitória de Bolsonaro, mas recebeu um único ministério (Mulher, Família e Direitos Humanos).” Imparcialmente, a BBC acabou reconhecendo que os evangélicos deram a vitória a Bolsonaro, que em retribuição e “gratidão” deu tudo para o astrólogo Olavo e seus adeptos. Isso se chama oportunismo.

Não diferente do oportunismo de Paulo Freire. De acordo com o Dr. David Gueiros Vieira, o Método Paulo Freire nada mais é do que uma cópia pirata pervertida do Método Laubach.

Em matéria no site do Escola Sem Partido intitulada “Método Paulo Freire ou Método Laubach?” Vieira explicou que o Método Laubach foi criado pelo missionário evangélico americano Frank Charles Laubach (1884–1970) para ajudar populações analfabetas do Terceiro Mundo a lerem a Bíblia.

Em 1915, Frank Laubach fora enviado por uma missão evangélica à ilha de Mindanao, nas Filipinas, que estava então sob o domínio americano — desde que os EUA derrotaram a Espanha numa guerra. A dominação católica espanhola deixara à população filipina uma herança de analfabetismo total e ódio aos americanos. Laubach usou seu método para ensinar os filipinos a ler a Bíblia.

Depois de 1915, o Método Laubach foi utilizado com grande sucesso em toda a Ásia e em várias partes da América Latina, durante quase todo o século XX.

Vieira disse:

No Brasil, este foi introduzido pelo próprio Laubach, em 1943, a pedido do governo brasileiro. Naquele ano, esse educador veio ao Brasil a fim de explicar sua metodologia, como já fizera em vários outros países latino-americanos.

Lembro-me bem dessa visita, pois, ainda que fosse muito jovem, cursando o terceiro ano ginasial, todos nós estudantes sabíamos que o analfabetismo no Brasil ainda beirava a casa dos 76% — o que muito nos envergonhava — e que este era o maior empecilho ao desenvolvimento do país.

A visita de Laubach a Pernambuco causou grande repercussão nos meios estudantis. Ele ministrou inúmeras palestras nas escolas e faculdades.

Houve também farta distribuição de cartilhas do Método Laubach, em espanhol, pois a versão portuguesa ainda não estava pronta. Nessa época, a revista Seleções do Readers Digest publicou um artigo sobre Laubach e seu método — muito lido e comentado por todos os brasileiros de então, que, em virtude da guerra, tinham aquela revista como único contato literário com o mundo exterior.

Na mesma época, subitamente, começaram a aparecer em Pernambuco cartilhas semelhantes às de Laubach, porém com teor filosófico totalmente diferente. As de Laubach, de cunho evangélico, davam ênfase à cidadania, à paz social, à ética pessoal, ao Cristianismo e à existência de Deus. As novas cartilhas, utilizando idêntica metodologia, davam ênfase à luta de classes, à propaganda da teoria marxista, ao ateísmo e a conscientização das massas à sua “condição de oprimidas”. O autor dessas outras cartilhas era Paulo Freire, que emprestou seu nome à essa “nova metodologia” — da utilização de retratos e palavras na alfabetização de adultos — como se a mesma fosse da sua autoria.

A verdade então é que a luta de um missionário evangélico americano para alfabetizar a população brasileira para o Evangelho foi pirateada e corrompida por Paulo Freire em prol da propaganda do marxismo. Isso se chama oportunismo.

Se foi péssimo o oportunismo de Paulo Freire às custas de um evangélico americano, o que poderia resultar do oportunismo de Olavo de Carvalho às custas da vitória que os evangélicos deram a Bolsonaro? Que tipo de educação a doutrinação ideológica dele poderia trazer para crianças?

Um bom jeito de avaliar a capacidade educativa dele é ver os frutos dessa educação na vida dos próprios filhos dele. Dois filhos dele são muçulmanos. Outra filha fora forçada, quando era menor de idade, a casar com um muçulmano numa mesquita. O próprio Carvalho recebeu prêmio da ditadura islâmica da Arábia Saudita por uma biografia de Maomé que ele escreveu.

O histórico de Carvalho é saturado de esoterismo, astrologia e islamismo esotérico. Mesmo hoje, ele continua com fortíssimas ligações esotéricas. Nenhum filósofo de renome dos EUA elogia e recomenda Carvalho, mas Wolfgang Smith, esotérico americano adepto do bruxo islâmico René Guénon, tem elogiado e recomendado Carvalho e vice-versa. Esotérico sempre elogia esotérico. Se tudo isso é confuso para o público, o que dizer de seus próprios filhos? Como eles poderiam ficar menos confusos?

Um dos filhos de Carvalho, num post de 12 de outubro de 2018, fez algo certo pelos motivos errados. Luiz Gonzaga de Carvalho Filho, autodenominado professor que dá aulas de astrologia e esoterismo, disse:

“Agora se você quer poder ter liberdade real para criar instituições culturais islâmicas independentes ou para fazer homeschooling islâmico para seus filhos e ter uma verdadeira independência cultural e religiosa em relação ao governo, vote em Bolsonaro.”

Eu votei em Bolsonaro, como milhões de evangélicos. Mas não votei nele para que seu governo fosse tomado de adeptos de um esotérico cujos filhos confusos vivem e pregam o islamismo e o esoterismo.

Os filhos muçulmanos de Carvalho e sua revisionismo louco da Inquisição não impediram que o Presidente Bolsonaro desse a ele um amplo poder de influência ideológica no MÈC nos próximos quatro anos. Dos Estados Unidos — de onde Carvalho não saiu nem para comparecer à posse de Bolsonaro —, o astrólogo indicou três nomes para o MEC, inclusive o ministro Ricardo Vélez. No discurso de posse, Vélez disse que sua gestão se inspirará em Carvalho, como se fosse novidade um olavete não fazer propaganda de Carvalho. Você pode ler mais sobre ele aqui: “Novo ministro da Educação: hostil ao socialismo e Trump, amistoso com Bolsonaro e Hillary.”

Não sem razão, Olavo de Carvalho diz que a esquerda exerce o controle do ensino brasileiro. Mas agora ele quer, com a cumplicidade de Bolsonaro e seus filhos, substituir esse controle ideológico por seu próprio controle ideológico, que foi tão desastroso na vida de seus próprios filhos, que se tornaram muçulmanos e astrólogos. É o Brasil trocando um buraco de doutrinação ideológica por outro buraco de doutrinação ideológica.

Coincidência ou não, Trump enfrentou o mesmo desafio que Bolsonaro está enfrentando. Havia um oportunista que queria encher o governo americano com oportunistas. Mas Trump acabou enxotando-o da Casa Branca. O nome do oportunista é Steve Bannon, adepto do bruxo islâmico René Guénon, o mesmo bruxo seguido e recomendado por Carvalho.

Coincidência ou não, Eduardo Bolsonaro vem se encontrando tanto com Bannon quanto com Carvalho. Se a família Bolsonaro imitasse Trump, evitaria os oportunistas, em vez de promovê-los, principalmente às custas dos evangélicos que elegeram Bolsonaro. Se até Trump conseguiu enxotar o adepto americano de Guénon, por que é que Bolsonaro prefere idolatrar o adepto brasileiro de Guénon?

Por vontade de socialistas, o oportunista Paulo Freire se tornou ídolo na educação brasileira. Agora, por vontade da família Bolsonaro, o astrólogo oportunista, que é o maior adepto e propagandista brasileiro de Guénon, se tornou ídolo na educação brasileira.

Havia um ídolo no governo de Nabucodonosor, e todos os ministros se prostravam a ele, mas Sadraque, Mesaque e Abednego não se prostraram, porque eles amavam mais a Deus do que os ídolos dos homens. Sadraque, Mesaque e Abednego jamais se prostrariam a nenhum ídolo do governo Lula ou do governo Bolsonaro.

Se a doutrinação ideológica de Carvalho trouxe confusão para seus próprios filhos, que se tornaram muçulmanos e astrólogos, poderia gerar miraculosamente conservadorismo através do MEC? O próprio Carvalho, que fala mais que a boca, disse:

“Já decidi: quem quer veja na política conservadora a finalidade e essência dos meus escritos é uma besta quadrada, um filho da puta e um bosta em toda a linha.”

Não fique surpreso, pois, se o MEC sob controle de olavetes que estão sob controle de Carvalho promover um suposto “conservadorismo” que no final gerará confusão para milhões de crianças. Esse “conservadorismo” não está centrado em Jesus Cristo e no Evangelho, mas num homem extremamente confuso e contraditório que tem uma boca que fede mais que latrina.

Numa coisa Laubach estava absolutamente certo: As pessoas precisam aprender a ler e escrever para conhecerem melhor a Bíblia e seu Autor. Só assim elas conseguirão se ver livres de doutrinações, analfabetismos e idolatrias ideológicas — de qualquer fonte e abismo de onde venham.

Com informações do jornal El País.

Fonte: www.juliosevero.com

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Papa enviou representante para a posse do ditador Maduro da Venezuela

Julio Severo

O Papa Francisco enviou um representante do Vaticano para participar da cerimônia de posse do ditador venezuelano Nicolás Maduro.

Enquanto muitos países — inclusive os EUA e a maioria das nações da América Latina e da Europa — boicotaram a posse do ditador venezuelano, o Vaticano enviou o monsenhor polonês George Koovakod para participar do evento. Maduro agradeceu a solidariedade do Vaticano.

O ditador Nicolás Maduro declarou-se o vencedor da eleição de maio passado, que foi amplamente rejeitada internacionalmente como fraudulenta.

Na quarta-feira, alguns bispos venezuelanos emitiram uma declaração denunciando o novo mandato de Maduro como “ilegítimo” e alertando-o para uma era de governo arbitrário, violando a constituição do país.

Mas essa nota é um progresso pálido, considerando que no passado líderes da Igreja Católica na Venezuela deram apoio forte à Teologia da Libertação, que possibilitou a vitória de Hugo Chavez e do socialismo.

De acordo com o Livro de Fatos da CIA de 2016, 96% dos venezuelanos são católicos e só 2% são evangélicos. Com uma Venezuela esmagadoramente católica, era impossível Chavez instalar o comunismo na Venezuela sem a colaboração de bispos e padres.

Mais do que ninguém, a Igreja Católica tem uma dívida enorme para com o povo venezuelano por todos os males e desastres do comunismo bolivariano.

Com informações do Breitbart.

Fonte: www.juliosevero.com

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Bolsonaro entregou governo nas mãos de olavetes, de acordo com a BBC

Julio Severo

“A influência de Olavo na montagem do governo supera a da bancada evangélica, cujo eleitorado foi crucial na vitória de Bolsonaro, mas recebeu um único ministério (Mulher, Família e Direitos Humanos),” disse a BBC em seu serviço noticioso de língua portuguesa.

A reportagem da BBC, intitulada “Quem são os discípulos de Olavo de Carvalho que chegaram ao governo e Congresso,” não deixa dúvidas de que os adeptos do astrólogo Olavo são, de longe, a força mais controladora e dominante no governo Bolsonaro.

A BBC começou sua reportagem mencionando o entusiasmo de Josias Teófilo, que disse: “Vivi para ver um filósofo indicar mais gente para o governo do que o PMDB.” Mais que filósofo, Carvalho tem raízes tão ocultistas quanto Josias, que é adepto da teosofia. Um pouco desse espiritualismo sobressaiu no documentário produzido por ele em louvor a Carvalho, “O Jardim das Aflições.”

Embora sejam profundamente esotéricos, Josias identificou Carvalho como monarquista ao dizer para a BBC: “Quem diria que um monarquista se tornaria um dos homens mais influentes da República.”

A julgar pela alegria de Josias e Carvalho, a monarquia deve ter sido muito favorável aos esotéricos. Mas judeus e evangélicos, que viviam sob liberdade controlada e quase não tinham liberdade de expressão durante a monarquia, não têm o mesmo entusiasmo. Se pois esotéricos e bruxos guardam boas lembranças da monarquia, judeus e evangélicos nem tanto.

Contudo, a pergunta importante é: Como Bolsonaro, que foi eleito crucialmente por uma população evangélica conservadora, acabou entregando quase tudo nas mãos de um astrólogo profissional que mente pelos quatro cantos da boca ao afirmar que o cigarro não faz mal, que a Inquisição, que torturava e matava judeus, é mito, lenda e mentira e que os protestantes dos EUA — entre os quais ele adora viver como imigrante — são inventores de mentiras?

Os maiores jornais dos EUA e de Israel já confirmaram que os evangélicos deram a vitória a Bolsonaro.

Até mesmo olavetes confirmam que foram os evangélicos, não os olavetes, que foram a resistência principal que não deixou o Brasil cair no comunismo. A olavete Claudia Wild reconheceu publicamente nesta semana que “graças aos evangélicos o Brasil não se tornou um antro 100% socialista.”

O que foi que deu errado então que os evangélicos deram tudo para Bolsonaro e ele deu quase tudo para um astrólogo que disse descaradamente que “As igrejas evangélicas fizeram mais mal ao Brasil do que a esquerda inteira”?

Lendo a reportagem da BBC, a única imagem que os eleitores evangélicos de Bolsonaro poderiam ter é a imagem de um jumento com a placa “OTÁRIO” em cima da cabeça. Eu sou um desses eleitores. Fomos todos usados para que Bolsonaro fosse usado para o projeto de poder político e espiritualista do astrólogo Olavo.

A representatividade dos evangélicos, em comparação com olavetes, é quase nula no governo Bolsonaro. A única ocupação evangélica num cargo elevado no governo Bolsonaro é no Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos, o qual está nas mãos da Pra. Damares Alves, que tem agido com muitíssima competência.

A BBC disse: “Há ‘olavetes’ — como ele próprio já se referiu aos seguidores — com postos no Palácio do Planalto e em três ministérios: Educação, Relações Exteriores e Economia.”

Na Câmara dos Deputados, Olavo tem cinco adeptos — presença discreta, mas que vai crescer, pois o PSL, partido de Bolsonaro, está implementando seu plano de levar em romaria seus 52 deputados eleitos aos EUA para serem doutrinados pelo astrólogo Olavo. A meta de Bolsonaro é doutrinar todos os políticos de seu partido no olavismo.

A BBC identificou os seguintes adeptos do olavismo no governo Bolsonaro:

Governo Federal

Ernesto Araújo, ministro das Relações Exteriores. Por onde ele vai, ele faz propaganda do astrólogo. No seu discurso de posse, ele elogiou o astrólogo. Você pode ler mais sobre ele neste artigo: “Política externa brasileira: do marxismo ao ocultismo.”

Filipe Martins, assessor da Presidência para Assuntos Internacionais. É considerado um dos adeptos mais fanáticos do astrólogo. Aos 31 anos, desempenha papel equivalente ao que o professor Marco Aurélio Garcia (1941-2017) tinha nos governos Lula e Dilma.

Ricardo Vélez Rodriguez, ministro da Educação. No discurso de posse, ele disse que sua gestão se inspirará em Olavo de Carvalho. Você pode ler mais sobre ele aqui: “Novo ministro da Educação: hostil ao socialismo e Trump, amistoso com Bolsonaro e Hillary.”

Carlos Nadalim, secretário de Alfabetização do Ministério da Educação (MEC). Aluno do Curso Online de Filosofia (COF) de Carvalho, Nadalim era até a nomeação coordenador pedagógico de uma mera escola infantil, Mundo do Balão Mágico, em Londrina (PR), e mantinha um blog com dicas sobre a educação infantil.

Murilo Resende Ferreira, diretor de Avaliação da Educação Básica do Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira) do MEC. Aluno de Carvalho desde 2009, a quem se refere como “meu grande professor.” No MEC, supervisionará a elaboração do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).

Adolfo Sachsida, secretário de Política Econômica do Ministério da Economia. Em 2016, Olavo e Sachsida gravaram um vídeo juntos.

Câmara dos Deputados

Bia Kicis (PRP-DF), deputada federal eleita. Ela já foi aluna no Curso Online de Filosofia (COF) e se refere a Olavo como “nosso querido Mestre.” Para ela, Carvalho “é um grande Pai de muitos brasileiros.” Kicis é mestre em Reiki, uma modalidade de ocultismo tibetano, também conhecido entre evangélicos como Nova Era.

Joice Hasselmann (PSL-SP), deputada federal eleita.

Paulo Martins (PSC-PR), deputado federal eleito. É aluno de Carvalho, que ele considera “o grande responsável pelo início da reação cultural do Brasil.” Quando era comentarista do Jornal da Massa, transmitido pelo SBT no Paraná, Martins recomendou no programa o livro “O mínimo que você precisa saber para não ser um idiota,” de Olavo.

Marcel van Hattem (Novo-RS), deputado federal eleito. Aluno de Carvalho.

Carla Zambelli (PSL-SP), deputada federal eleita.

Fieis a comportamentos de seguidores de seita, os adeptos do astrólogo Olavo não cansam de promovê-lo, falando no nome dele em todas as oportunidades, tal qual um muçulmano fala de Maomé.

Mas quem é de fato Olavo de Carvalho, adorado por seus adeptos como o maior filósofo do universo?

Esoterismo islâmico e astrologia

Olavo de Carvalho, hoje com 71 anos, vive auto-exilado como imigrante nos EUA desde 2005, supostamente por receber ameaças de morte do PT todas as semanas. Apesar dos grandes esforços dele, ele não conseguiu obter fama nos EUA, sendo conhecido quase que exclusivamente por grupos esotéricos americanos. Wolfgang Smith é um desses esotéricos.

Sem jamais ter se formado na universidade, Carvalho criou um Curso Online de Filosofia (COF) pelo qual, segundo ele, já passaram 12 mil alunos, alguns dos quais foram nomeados para os cargos mais importantes no governo Bolsonaro, em detrimentos dos evangélicos e outros eleitores. O COF, que cobra uma mensalidade, não dá diploma e é interminável. Há alunos “estudando” há dez anos. Nas décadas de 1970 e 1980, antes de se envolver em ativismo político, Carvalho era membro de uma tariqa (ordem mística muçulmana) e trabalhava como astrólogo profissional em São Paulo, cobrando cursos e escrevendo livros.

Hoje Carvalho se define como “católico,” assim como seu núcleo principal de olavetes — embora critique com frequência o papa Francisco, que já chamou de “lelé da cuca.”

O Brasil é a terra do ocultismo, onde um médium espírita como “João de Deus” fez sucesso, entre presidentes, autoridades e artistas, durante décadas, até a essência de seu ocultismo enganador e estuprador ser exposta.

Qualquer ocultista, desde “João de Deus” até Olavo de Carvalho, faz sucesso no Brasil, desde que tenha uma boa lábia.

Tudo isso é muito estranho no governo Bolsonaro, que se gaba de imitar Trump. Mas isso está longe da realidade. Trump expulsou da Casa Branca Steve Bannon, chamando-o de oportunista. Bannon é adepto do bruxo islâmico René Guénon, seguido e recomendado por Carvalho.

Enquanto Trump expulsou o ocultista oportunista, Bolsonaro não só mantém o seu ocultista oportunista como conselheiro, mas ainda traz os oportunistas do oportunista para inundarem seu governo.

Com informações da BBC.

Fonte: www.juliosevero.com

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“Acabou a doutrinação ideológica de crianças e adolescentes no Brasil,” diz Damares ao assumir Ministério dos Direitos Humanos

Julio Severo

A advogada e pastora evangélica Damares Alves assumiu nesta quarta-feira (2) o cargo de ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos. No discurso, ela afirmou: “Acabou a doutrinação ideológica de crianças e adolescentes no Brasil.”

Damares Alves é educadora, advogada e foi assessora da Frente Parlamentar Evangélica durante muitos anos. Ela nasceu no Paraná, mas mudou-se aos seis anos para o Nordeste, onde morou em Alagoas e na Bahia.

O Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos foi criado por Bolsonaro para coordenar as políticas e as diretrizes destinadas à promoção dos direitos humanos.

O ministério vai defender os direitos da mulher, da família, do idoso, da criança e do adolescente, da pessoa com deficiência, do índio e das minorias.

O ministério terá oito secretarias e 12 conselhos ou comitês. A Secretaria Nacional de Políticas para as Mulheres e a Secretaria Nacional de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, que tiveram status de ministério nos governos Lula e Dilma, estarão debaixo do comando do ministério de Damares Alves.

Discurso

Durante o discurso desta quarta-feira, a nova ministra afirmou que a base da estruturação das políticas públicas do governo Jair Bolsonaro será a família.

“Todas as políticas públicas neste país terão que ser construídas com base na família. A família vai ser considerada em todas as políticas públicas,” enfatizou.

Ao lembrar da filha, a ministra se emocionou. Segundo Damares Alves, a filha está fora de Brasília por conta das ameaças que ela vem sofrendo.

Outros assuntos prioritários na agenda de Damares são:

Vida desde a concepção: Damares afirmou que gostaria que o ministério se chamasse “Ministério da Vida e da Alegria.” “E por falar em vida, eu falo vida desde a concepção,” destacou ela.

Violência contra a mulher: Damares Alves citou denúncias de violência contra a mulher e afirmou que, no governo de Jair Bolsonaro, nenhuma será ignorada.

Doutrinação ideológica: A nova ministra também afirmou que um dos desafios do governo será acabar com o “abuso da doutrinação ideológica.” “Acabou a doutrinação ideológica de crianças e adolescentes no Brasil,” disse ela. “Neste governo, menina será princesa e menino será príncipe. Está dado o recado. Ninguém vai nos impedir de chamar nossas meninas de princesas e nossos meninos de príncipes,” acrescentou ela.

Riscos à família

Em uma palestra de 2014, cujo tema era “Riscos que corre a família brasileira,” Damares Alves disse que, à época, estava preocupada com um decreto editado em 2009 pelo governo Luiz Inácio Lula da Silva. Segundo ela, o texto apontava na direção de que a família brasileira tem que ser destruída.

O decreto mencionado na palestra pela ministra trata do Programa Nacional de Direitos Humanos e estabelece a “desconstrução da heteronormatividade” — em outras palavras, a desconstrução da normalidade sexual homem/mulher — sob o argumento de que é preciso “incluir nos sistemas de informação do serviço público todas as configurações familiares constituídas por lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais.”

“Eles querem muito mais que construir no Brasil a homonormatividade [isto é, a homossexualidade como coisa normal]. Eles querem, pior, destruir a heteronormatividade. Isso me preocupa muito, mas eu gostaria que esta nação tivesse outro decreto. Sou cristã, pastora e a minha regra de fé é a Bíblia,” disse Damares na ocasião.

As declarações pró-família de Damares estão em sintonia com a vasta maioria de milhões de brasileiros, que preferem o bem-estar da família à imposição de doutrinação homossexual nas crianças nas escolas.

Os brasileiros estão batendo palmas para as posturas que Damares adotou no Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos. Agora, ela precisa das orações de todos os brasileiros para cumprir seus objetivos pró-família.

Com informações do G1 da Globo.

Fonte: www.juliosevero.com

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Netanyahu: “Não temos melhores amigos no mundo do que a comunidade evangélica, e a comunidade evangélica não tem melhor amigo no mundo do que o Estado de Israel.”

Julio Severo

O primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu disse no domingo em um encontro de evangélicos brasileiros que eles são os melhores amigos do Estado judeu. Netanyahu está em uma visita de seis dias ao Brasil para participar da posse de Jair Bolsonaro como presidente.

Esta é a primeira vez que um primeiro-ministro israelense visita o Brasil. Embora o Brasil tivesse vários presidentes católicos conservadores, nenhum deles estava disposto a se aproximar de Israel. Com Jair Bolsonaro, um católico nominal, foi diferente, porque sua base de votação principal era evangélica.

“Não temos melhores amigos no mundo do que a comunidade evangélica, e a comunidade evangélica não tem melhor amigo no mundo do que o Estado de Israel,” disse Netanyahu no evento no Rio de Janeiro. De acordo com o jornal israelense World Israel News, “A grande população evangélica do Brasil tem o crédito de liderar o caminho para a ascensão do presidente eleito Jair Bolsonaro ao poder no início deste ano.”

Netanyahu espera que as relações de Israel com o Brasil melhorem por causa da influência que os evangélicos têm em Bolsonaro. Netanyahu disse no evento evangélico: “O Presidente Bolsonaro diz: ‘Somos irmãos.’ Somos irmãos e vamos aproveitar o futuro juntos.

“Você sabe que o primeiro nome do Presidente Bolsonaro em hebraico é Yair, que também é o nome do nosso filho. Mas Yair significa algo em hebraico: Aquele que traz luz. E acho que agora temos uma oportunidade de juntos trazer muita luz para o povo do Brasil e para o povo de Israel. Essa é uma aliança de irmãos. Por isso, quero convidar todos vocês no próximo ano em Jerusalém.”

Mais cedo no domingo, Netanyahu disse a líderes judeus brasileiros que Bolsonaro havia informado que ele queria transferir a embaixada brasileira em Israel de Tel Aviv para Jerusalém. Ele disse que Bolsonaro havia prometido que “não é uma questão de se, apenas uma questão de quando.”

A promessa de Bolsonaro de transferir a embaixada brasileira para Jerusalém foi uma promessa para agradar aos eleitores evangélicos. Não se sabe se ele cumprirá sua promessa o mais rápido possível ou se ficará adiando indefinidamente para não desagradar a seus eleitores evangélicos.

Embora World Israel News e outras agências de notícias israelenses creditem aos evangélicos brasileiros a vitória de Bolsonaro, depois de sua eleição Bolsonaro deixou de dar aos evangélicos o principal crédito, que ele agora dá aos revisionistas da Inquisição.

A Inquisição teve sua mão negra no Brasil, que é hoje a maior nação católica do mundo. Nos últimos anos, autores judeus brasileiros publicaram vários livros sobre o sofrimento e a morte de judeus brasileiros presos na rede da Inquisição.

Judeus brasileiros conseguiram estabelecer um feriado em memória dos judeus que sofreram perseguição e morte sob a Inquisição no Brasil. Há também o Museu Brasileiro da Inquisição, criado por judeus.

A Inquisição, que tem uma história de perseguição e execução de judeus, inclusive no Brasil, tem sido uma bandeira muito importante de vários grupos católicos “conservadores” radicais no Brasil que defendem seu revisionismo. O mais proeminente defensor brasileiro do revisionismo da Inquisição, Olavo de Carvalho, tem em Bolsonaro a mesma má influência que Steve Bannon teve sobre o presidente dos EUA, Donald Trump, no passado. Aliás, tanto Carvalho quanto Bannon são adeptos do ocultista islâmico René Guénon.

Trump acabou vendo Bannon como um oportunista e expulsou-o da Casa Branca. A esperança e oração de muitos evangélicos que votaram em Bolsonaro é que ele veja também que Carvalho é um oportunista e expulse sua influência do governo dele.

Em contraste com o pai de Netanyahu, que é autor de um livro volumoso contra a Inquisição e seu revisionismo, Carvalho minimiza a gravidade dos horrores da Inquisição, inclusive neste comentário público:

“Até mesmo na imagem popular das fogueiras da Inquisição a falsidade domina. Todo mundo acredita que os condenados “morriam queimados”, entre dores horríveis. As fogueiras eram altas, mais de cinco metros de altura, para que isso jamais acontecesse. Os condenados (menos de dez por ano em duas dúzias de países) morriam sufocados em poucos minutos, antes que as chamas os atingissem.”

É mais do que natural que o mais proeminente defensor brasileiro da Inquisição veja os melhores amigos de Israel como piores do que os marxistas. Hostilizando (algo que o autoproclamado “estrategista” no caso de Trump nunca tentou fazer) os evangélicos, o autoproclamado “estrategista” no caso de Bolsonaro disse: “As igrejas evangélicas fizeram mais mal ao Brasil do que a esquerda inteira.” Isso significa que ele quer que Bolsonaro lute mais agora contra as igrejas evangélicas do que a luta que ele teve contra a esquerda?

Significa que quando os evangélicos, que foram vítimas da Inquisição, abraçam Israel e os judeus, que também foram vítimas da Inquisição, como seus melhores amigos, um dano maior do que o marxismo resultará?

Ele também disse:

“Quem quer que tenha estudado a ofensiva cultural soviética e a posterior estratégia gramsciana compreende algo que parece ainda totalmente ignorado de cem por cento dos liberais e conservadores neste país: eliminar da consciência popular mitos como a ‘Inquisição’… é infinitamente mais valioso do que ‘tirar a Dilma.’”

Dilma sofreu impeachment, conforme a imprensa americana, por uma iniciativa evangélica. Então, por pura inveja, para Carvalho eliminar o “mito” da Inquisição é infinitamente mais importante do que eliminar a esquerda.

Ele também disse:

“Repito: nunca existiu uma entidade chamada ‘Inquisição’ e muito menos ‘Santa Inquisição.’”

Se a Inquisição nunca existiu, então a multidão de livros judaicos contra a Inquisição propaga mentiras? Ou o grande mentiroso é Olavo de Carvalho, adepto e propagandista de outro mentiroso, o ocultista islâmico Guénon?

Meu artigo “Olavo de Carvalho e a Inquisição” diz:

Em 2013, o primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu se encontrou com o Papa Francisco no Vaticano, e deu ao líder da Igreja Católica “The Origins of the Inquisition in Fifteenth Century Spain” (As Origens da Inquisição na Espanha do Século Quinze), um livro que em grande parte gira em torno de católicos espanhóis questionando, torturando e castigando judeus, expondo como milhares deles foram expulsos da Espanha ou queimados vivos na estaca.

A Revista Judaica (Jewish Journal) disse que “As Origens da Inquisição na Espanha do Século Quinze,” uma obra-prima acadêmica e um tomo minucioso sobre a Inquisição da Espanha, descreve como a Igreja Católica perseguia, e muitas vezes executava, multidões de judeus.

O Business Insider comentou que “é importante pensar no contexto do livro, que foi escrito Ben-Zion Netanyahu, pai de Netanyahu. Ben-Zion era um historiador conceituado que trabalhava na Universidade Hebraica de Jerusalém e na Universidade Cornell nos EUA.”

A CBS News disse: “Ben-Zion Netanyahu, pai de Netanyahu, era um historiador israelense… melhor conhecido em círculos acadêmicos por suas pesquisas acerca da Inquisição da Igreja Católica contra os judeus da Espanha na Idade Média.”

Os evangélicos são uma sólida esperança para o governo Bolsonaro, mas os revisionistas da Inquisição e seu oportunismo representam um verdadeiro desafio e ameaça.

Contudo, com os evangélicos e suas orações, o Brasil está tendo um excelente novo começo: com Israel ao seu lado. Com Netanyahu dizendo oficialmente que os evangélicos brasileiros são os melhores amigos de Israel, o Brasil está tendo uma grande nova chance de avançar como uma nação que encontra as bênçãos de Deus.

Pergunto-me se Deus vai abrir as portas para o Brasil de uma maneira extraordinária. Em 2008 conheci o profeta americano Chuck Pierce, que disse que se o Brasil se aproximasse de Israel, Deus daria ao Brasil a unção que os EUA perderam. Você pode ler sobre sua visão neste artigo: Brasil, a próxima ameaça (regional ou global) à supremacia econômica dos EUA?

Como um evangélico conservador brasileiro, saúdo as palavras de Netanyahu: “Não temos melhores amigos no mundo do que a comunidade evangélica.”

Entretanto, tenho uma dúvida sobre seu outro comentário: “A comunidade evangélica não tem melhor amigo do mundo do que o Estado de Israel.” Considerando que o governo israelense, mesmo sob a coalizão de direita de Netanyahu, defende a agenda homossexual, Netanyahu e seu governo tratariam os evangélicos conservadores que se opõem à agenda gay como amigos ou inimigos?

Somente Deus pode ajudar o católico nominal Bolsonaro a ter um encontro real com Jesus Cristo e proteger a si mesmo e seu governo dos oportunistas, especialmente os revisionistas da Inquisição.

Só Deus pode ajudar Netanyahu a ter um verdadeiro encontro com Jesus Cristo e se tornar um verdadeiro amigo dos evangélicos conservadores que se opõem ao aborto e à agenda homossexual, porque não há maiores defensores de Israel do que os evangélicos conservadores, e estou feliz em ser um deles.

Minha esperança é que nós evangélicos conservadores, em nossa amizade com Israel, tenhamos mais e mais influência sobre o governo Bolsonaro e que os católicos direitistas, que amam a Inquisição e seu revisionismo (que é um óbvio sinal de inimizade clara ou velada aos judeus), percam sua influência no governo Bolsonaro.

A luta no Brasil agora é mais do que socialismo versus capitalismo. São os melhores amigos de Israel contra os melhores amigos da Inquisição.

Com informações do jornal israelense World Israel News.

Versão em inglês deste artigo: Netanyahu: “We have no better friends in the world than the Evangelical community, and the Evangelical community has no better friend in the world than the State of Israel.”

Fonte: www.juliosevero.com

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