Como ajudar Julio Severo por meio da conta de PayPal do Instituto Judaico de Consciência Global dos EUA

Julio Severo

Depois de mais de cinco anos banido do PayPal por causa de uma campanha internacional de militantes homossexuais nos Estados Unidos, tenho uma boa notícia para os leitores e apoiadores que usavam o PayPal como o jeito mais fácil para fazer suas contribuições chegarem até mim. Não, minha conta não foi restaurada.

Entretanto, o Instituto Judaico de Consciência Global (IJCG), uma organização judaica com sede nos EUA, está oferecendo a meus leitores e apoiadores a oportunidade de fazerem contribuições para mim por meio da conta de PayPal do IJCG.

Se você tem uma conta PayPal e quer começar a apoiar meu trabalho pró-família ou renovar o apoio que você já dava por meio do PayPal anos atrás, por favor faça isso por meio do Instituto Judaico de Consciência Global neste LINK.

Aperte o botão na página do IJCG e você poderá facilmente fazer sua contribuição.

Doe hoje para apoiar um trabalho que os militantes homossexuais têm há anos buscado banir e censurar. CLIQUE NESTE LINK.

Você pode confirmar sua doação efetuada enviando mensagem para mim neste email: juliosevero@hotmail.com

O Instituto Judaico de Consciência Global busca dar a toda a humanidade maior consciência da existência dos valores e princípios universais que dependem de ensinos bíblicos.

A mensagem do IJCG é:

Mantenha a voz de Julio viva!!

Julio Severo é um blogueiro lendário (em 4 línguas: inglês, português, espanhol e alemão) e jornalista investigativo de liberdade religiosa, tanto no Brasil quanto no mundo inteiro. Como um ativista individual, seu trabalho foi tão eficaz que atraiu a atenção de ativistas gays que orquestraram uma campanha para impedi-lo de receber contribuições diretamente por meio da internet. Até aquele momento, o apoio principal que Julio recebia para seu ativismo cristão era mediante contribuições enviadas diretamente a ele por meio do PayPal e era o que sustentava a ele e sua família.

Em janeiro de 2012, a revista Charisma noticiou uma classificação, feita pela Comissão Cristã Anti-Difamação, dos dez maiores atos anticristãos durante 2011. Entre eles estava uma campanha de ativistas homossexuais fazendo com que o PayPal investigasse transferências online de dinheiro para várias “organizações cristãs pró-família.” Embora vários indivíduos ou organizações pró-família tivessem sido inicialmente visados 5 anos atrás, Julio foi a única pessoa que perdeu sua possibilidade de receber ajuda financeira. A razão dada foi que ele não era parte de uma entidade dos EUA. (O PayPal lhe enviou uma carta declarando que não podia processar a ajuda financeira que ele recebia porque ele não estava funcionando dentro dos Estados Unidos conforme uma organização aprovada pela lei americana 501(c)(3).)

O efeito no Julio tem sido devastador, deixando-o financeiramente aleijado e isolado de muitos de seus apoiadores. Seu ativismo incessante depende de encontrar um meio aceitável para seus contribuintes o ajudarem. Pelo fato de que o IJCG é uma entidade legal dentro dos Estados Unidos, e aceitará contribuições designadas para ele, Julio pode finalmente satisfazer aos requisitos impostos. Ele está esperando reconstruir uma base de leitores que estejam dispostos a sustentar financeiramente seu trabalho em questões socialmente conservadoras como direitos dos pais ao homeschooling e questões pró-vida e pró-família. Ele inicialmente buscar arrecadar um mínimo de 25 mil.

Julio é um evangélico carismático devoto e praticante que está vivendo sua fé. Ele tem uma esposa e sete filhos.

Julio é um dos fundadores da Rede Nacional Pró-Vida e Pró-Família no Brasil e é muito conhecido em círculos conservadores sociais como blogueiro, autor de livros e ativista. Ele é o autor do livro “Prophetic Prayers” (Orações Proféticas), publicado pela editora americana WestBow, uma divisão das editoras Thomas Nelson & Zondervan. Suas obras têm sido mencionadas no Congresso do Brasil e em várias grandes revistas evangélicas brasileiras. Além disso, muitos sites brasileiros e americanos (por exemplo, o Barbwire.com) publicam seus artigos.

Seus blogs são muitas vezes descritos como expressões da voz do Reino de Deus. Como o próprio Julio escreveu num de seus blogs: “No deserto de desinformação de revistas, jornais e blogs que espelham a voz da ideologia e do sistema, Deus pode conduzir até por meio de sonhos aqueles que precisam conhecer a verdade. Esse é o valor que Deus dá aos blogs que espelham a Sua voz.”

Vários anos atrás, ele foi forçado a deixar o Brasil por causa de falsas acusações criminais contra ele por “homofobia,” uma acusação que ele nega fortemente. Em toda a sua ocupação, devido ao impacto feito por seus livros, atividade de internet e ativismo público sólido, ele tem sido perseguido e hostilizado. Apesar disso, ele continua a ser um guerreiro na guerra cultural e precisa de sua ajuda para sobreviver.

Para fazer uma contribuição, CLIQUE NESTE LINK.

Se você não usa PayPal, mas pode contribuir via Banco Itaú, CLIQUE NESTE LINK.

Versão em inglês deste artigo: How to Help Julio Severo through the PayPal Account of the Jewish Institute for Global Awareness

Fonte: www.juliosevero.com

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Crivella escolhe homossexual presbiteriano para chefiar secretaria de defesa de causas LGBT

Julio Severo

O prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella, escolheu Nélio Georgini, de 41 anos, para chefiar a Coordenadoria Especial da Diversidade Sexual (CEDS). Ele era coordenador de Educação do Partido Republicano Brasileiro (PRB), o mesmo partido de Crivella.

O jornal O Globo disse que Georgini pertence à igreja presbiteriana e vive amasiado com outro homem, o bancário Ronie Adams. Falando ao jornal O Globo, ele declarou: “Vou manter todos os programas de meu antecessor. Meu princípio é que todos têm o direito à felicidade.” O cargo dele está subordinado diretamente ao gabinete do prefeito Crivella.

Homossexualidade é felicidade? Impor a agenda de gênero nas escolas é felicidade? Só se for em Sodoma.

Como é que um prefeito evangélico pode manter os programas anteriores? Os programas do chefe anterior da CEDS eram marcados por uma militância estridente pelas causas gays, inclusive a promoção da ideologia de gênero nas escolas.

O caso de Nélio, que é um ativista gay presbiteriano, é parecido com outro ativista gay presbiteriano que recentemente defendeu a Universidade Presbiteriana Mackenzie.

Ao nomear um ativista gay para uma secretaria que deveria, por bom senso, ter sido eliminada, Crivella mostra que não pretende reverter os avanços da agenda gay. Pelo contrário, sua escolha dará prosseguimento a esses avanços.

Já que era do interesse de Crivella, que já foi bispo, nomear um presbiteriano para chefiar uma secretaria, por que ele não escolheu um líder presbiteriano idôneo? Ele poderia, por exemplo, escolher o Pr. Hernandes Dias Lopes para chefiar uma Secretaria da Promoção da Família Natural, que tivesse como meta defender os valores morais tradicionais. Em vez de investir nas CEDS, que não têm utilidade, ele poderia investir em tal secretaria pró-família.

Não há falta de bons presbiterianos no Brasil, mas quando até a Universidade Presbiteriana Mackenzie prefere contratar ativistas anti-família em vez de bons presbiterianos, o que esperar de Crivella, que não é presbiteriano?

Crivella pode ter se esquecido de seus compromissos com Deus, mas Ele não se esqueceu de que um dia, cedo ou tarde, ele prestará contas a Ele. Até lá, todos os homens (inclusive a grande mídia) que ele tanto teme hoje, terão todos ido. Será então só entre ele e Ele.

Espero que Crivella dê um telefone ao Pr. Hernandes e exonere o Nélio.

Com informações do GospelPrime e O Globo.

Fonte: www.juliosevero.com

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Magno Malta louva Obama

Julio Severo

A página oficial de Facebook de Magno Malta disse em 12 de janeiro de 2017 sobre Obama: “Um bom exemplo de homem público. Vai deixar saudades. Senador Magno Malta teve a honra de conhecê-lo pessoalmente.”

Deixará saudades? Obama foi um péssimo exemplo de homem público. Ele lutou pelo aborto no mundo inteiro. Trabalhou intensamente para impor a agenda gay nos países mais fracos. Fez tudo ao seu alcance para destruir a família natural de marido e esposa.

É óbvio que Obama se parece com Lula, pois ambos sempre tiveram uma obsessão por causas socialistas como o aborto, a agenda gay, etc.

Manchete do jornal FolhaVitória de 2008 disse: “Magno Malta compara eleição de Obama à de Lula.” Na matéria, Magno disse: “As classes menos favorecidas tiveram esperança.” Na verdade, os menos favorecidos dos menos favorecidos, os bebês em gestação, perderam toda esperança com a eleição do homicida Obama, que tem sangue de milhares de bebês em suas mãos.

Em 2004, eu estava num culto da sede da Comunidade Sara Nossa Terra em Brasília, onde o pregador foi Magno Malta, que passou uma hora exaltando supostas qualidades de Lula, especialmente compaixão pelos pobres. Ora, os pobres são pessoas desprotegidas. O que Lula fez para proteger os mais pobres e indefesos, os bebês em gestação? Onde estava a compaixão dele? No governo de Lula, só vimos compaixão por Fidel Castro e criminosos como um assassino italiano que Lula recusou extraditar para a Itália.

Compaixão por assassinos não é verdadeira compaixão.

Magno acabou acordando da ilusão de Lula e tratou o caso na realidade do que é: pesadelo socialista. Mas por que agora ele quer fantasiar o caso de Obama, que ele sabe que é igual ao caso de Lula? Amnésia?

Vigie e ore, Magno Malta, para que você pare de se iludir com a tentação do homicida Obama! O pior homicida é aquele que massacra os mais indefesos e inocentes. Obama é tal homicida.

Além disso, com suas intervenções militares em vários países que acabaram trazendo grande perseguição e mortandade aos cristãos, Obama tem sangue cristão nas mãos. Aliás, ele fundou o ISIS, uma verdadeira máquina de matar cristãos.

Quem louva homicida, seja da ilha de Cuba ou da Casa Branca, não merece a confiança de pessoas que odeiam homicídios.

Fonte: www.juliosevero.com

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Belicistas pró-família, neocons pró-sodomia e não-neocons pró-sodomia: o que é pior para os cristãos?

Julio Severo

Eu estava assistindo ao Franklin Graham, filho do evangelista Billy Graham, no canal noticioso de televisão esquerdista CNN (https://youtu.be/_2-ycehCnuM) sabiamente respondendo a perguntas enquanto a apresentadora o pressionava a condenar a intervenção russa na Síria. Para ela, essa intervenção era responsável por massacres, mas ela nunca mencionou que a Rússia estava lutando contra rebeldes muçulmanos financiados, treinados e armados pelo governo de Obama. Ela nunca mencionou que antes da intervenção russa, esses rebeldes estavam torturando, estuprando e massacrando cristãos. Ela nunca mencionou que o objetivo real da intervenção de Obama na Síria, principalmente por meio da secretária de Estado dos EUA Hillary Clinton, nunca foi combater o ISIS, mas ajudar os rebeldes a derrubar o presidente sírio Assad, que é apoiado pela Rússia.

Apesar da pressão psicológica, Graham não condenou a Rússia.

O fato é que com Hillary, o Departamento de Estado dos EUA era uma máquina de guerra fazendo guerras contra os cristãos na Síria, Iraque, Líbia, Afeganistão, etc. Há evidência de que a secretária de Estado Hillary criou e armou o ISIS, que massacrou milhares de cristãos. Os EUA criaram uma bagunça horrível no Iraque, Líbia, Afeganistão e Síria.

Além disso, enquanto os muçulmanos têm representado uma vasta maioria dos imigrantes que estão sendo bem-vindos e reassentados nos EUA pelo Departamento de Estado, as vítimas cristãs representam menos de 5 por cento.

Outra guerra fomentada pelo Departamento de Estado de Obama foi a guerra cultural em favor da agenda homossexual. Esse departamento financiou e treinou ativistas homossexuais no mundo inteiro. De forma ativa e categórica, promoveu os interesses deles, inclusive nomeando o primeiro embaixador mundial para promover a agenda homossexual.

Hillary era uma neocon pró-sodomia no Departamento de Estado.

O que esperar de um secretário de Estado de Trump? Primeiro, coerência com seu discurso na campanha confrontando os neocons, conhecidos por suas parcerias com o terrorismo islâmico contra a Rússia, e por sua abertura para imigrantes islâmicos, não cristãos.

Quando Trump estava considerando Mitt Romney para secretário de Estado, era difícil não pensar que o espírito de Hillary não estaria continuando sua missão por meio dele, pois sob o governador Romney Massachusetts foi o primeiro estado dos EUA a legalizar o “casamento” homossexual. Além disso, ele queria confrontar a Rússia na Síria e Ucrânia, exatamente como Obama estava fazendo e exatamente como Hillary queria fazer em seu sonho de uma presidência.

Então Trump escolheu Rex Tillerson, presidente da Exxon Mobil, para secretário de Estado. Tillerson tem um histórico de boas relações com Putin e a Rússia, mas não com o ISIS. E ele não parece querer guerras, mas boas relações. Esse é um bom sinal.

Diferente de Hillary, que estava matando cristãos na Síria por meio dos rebeldes muçulmanos e do ISIS e no Iraque por meio do ISIS, Tillerson parece entender que não tem nexo apoiar tal guerra injusta e castigar a Rússia por seu envolvimento pró-cristão.

Diferente de Hillary e Obama, a esperança é que Tillerson compreenda que cristãos perseguidos, não muçulmanos, deveriam receber prioridade para imigração.

Entretanto, há uma preocupação. Tillerson estava na diretoria da organização de escoteiros dos EUA e aprovou sua decisão infame de permitir líderes homossexuais. Isso o torna igual a Hillary.

Contudo, e se Trump escolhesse Ted Cruz? As posturas pró-família e pró-Israel de Cruz são excelentes. Em política externa, ele não usaria o Departamento de Estado para promover a agenda homossexual. Mas com relação à Rússia, ele e neocons como Marco Rubio são iguais a Hillary: Cruz queria um confronto com a Rússia na Síria e Ucrânia por causa da Crimeia, uma região tradicionalmente russa por centenas de anos e da qual a Rússia fez reintegração de posse em 2014. Sua política seria uma continuação da política de Hillary.

Então, todas as escolhas são difíceis. No entanto, embora Hillary e o governo de Obama zombassem e hostilizassem a lei russa que proíbe propaganda homossexual para crianças e acabasse impondo sanções contra a Rússia usando como desculpa a reintegração da Crimeia, Tillerson se manifestou publicamente contra tais sanções.

Se ele fosse tão obcecado pela agenda gay quanto Obama e Hillary são, ele provavelmente se manifestaria a favor de tais sanções.

Como avaliar as diferenças? Cristãos como Ted Cruz são muito bons em defender a vida e a família. Eles merecem ser elogiados por seus esforços pró-família. Mas seus esforços neocons de combater a Rússia enquanto a Rússia está combatendo o ISIS e ajudando os cristãos no Oriente Médio os coloca em pé de igualdade com Hillary, cujas políticas anti-Rússia eram anticristãs e pró-ISIS e pró-rebeldes islâmicos.

Ted Cruz, Marco Rubio e outros são belicistas pró-família. Cristãos perseguidos por muçulmanos na Síria e outras nações dificilmente teriam alguma esperança de serem ajudados pelas políticas deles, e as opiniões pró-família deles seriam úteis apenas para cristãos pró-família fora das zonas de guerras islâmicas.

Romney seria uma continuação de Hillary, sem benefício para cristãos pró-família nos EUA e cristãos perseguidos por muçulmanos em outras nações.

Tillerson não parece ser belicista. Ele não tem histórico de guerras, mas de amizades e acordos. Isso é mudança real, pois o Departamento de Estado tem tido muitos belicistas por tempo demais

Tillerson seria perfeito se ele fosse um cristão pró-família contra a agenda gay — como Ted Cruz seria perfeito se ele não fosse belicista e confrontador numa época em que a Rússia está buscando paz e parceria contra o terrorismo islâmico. A Rússia tem o desejo exato que Trump mostrou em sua campanha.

Aliás, Trump disse na semana passada que só indivíduos estúpidos e idiotas veriam boas relações com a Rússia como coisa má. Isso está em conformidade com sua campanha e com o histórico de Tillerson.

Se Tillerson fosse um militante homossexual, haveria confronto entre ele e Putin, pois embora ele aprovasse líderes homossexuais de escoteiros para ensinar propaganda homossexual para crianças, Putin aprovou uma lei proibindo tal propaganda.

Como Trump, Tillerson está aberta à agenda gay, mas ambos, diferente de Hillary e Obama, estão abertos ao diálogo.

Contudo, ao avaliar entre belicistas pró-família, neocons pró-sodomia e não-neocons pró-sodomia, o que é importante? As vidas de cristãos perseguidos por muçulmanos na Síria são tão importantes quanto as vidas de bebês em gestação defendidas por bons cristãos pró-família.

Qualquer secretário de Estado disposto a apoiar os esforços russos, ou pelo menos não interferir negativamente como Obama e Hillary fizeram, na Síria está ajudando a salvar vidas, principalmente cristãos vitimados pelo ISIS. Nesse aspecto, Tillerson parece ser a única esperança para o Departamento de Estado parar sua intromissão pró-islamismo contra os cristãos na Síria.

Espero estar certo: Tillerson não parece ser neocon.

Versão em inglês deste artigo: Pro-Family Warmongers, Pro-Sodomy Neocons and Pro-Sodomy Non-Neocons: What Is Worse for Christians?

Fonte: www.juliosevero.com

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Pesquisa tendenciosa de teóloga feminista viralizou depois de divulgada nos maiores sites evangélicos do Brasil

Publicada pela maior universidade presbiteriana do Brasil, pesquisa de teóloga feminista que abandonou a igreja há anos vira manchete no GospelPrime, GospelMais e Guiame

Julio Severo

Em entrevista na semana passada ao portal UOL intitulada “‘Quando a igreja não discute gênero, ela nega direitos humanos’, diz evangélica feminista,” Valéria Cristina Vilhena, que se apresenta como ligada à Universidade Presbiteriana Mackenzie, disse que vê com tristeza e como profundo retrocesso a bancada evangélica no Congresso Nacional se posicionar contra o “casamento” homossexual, o aborto e a ideologia de gênero.

Ela disse: “Quando a bancada evangélica sai pregando nos púlpitos que está lá para representar a vontade de Deus ou para proteger o único modelo de família, está pautando, na realidade, homofobia, racismo, sexismo e as violências que são perpetradas por conta dessas questões, que também são de gênero.”

Ela se queixa de que as mulheres evangélicas “estão nos espaços de serviços, não de liderança da igreja.” Ela também se queixa de que “a teologia que é passada é a da obediência ao marido.”

Em 2015, ela fundou a entidade Evangélicas pela Igualdade de Gênero. Embora sua entidade trabalhe para trazer as questões de gênero para dentro das igrejas, Valéria disse ao UOL: “Eu fui criada em uma igreja em que era pecado cortar cabelo, se depilar, usar maquiagem, calça comprida. Me vi feminista muito cedo dentro da igreja… Hoje não frequento nenhuma igreja.”

Embora ela não tenha gostado do ambiente pentecostal de sua infância, ela não parece estar incomodada com o ambiente da Universidade Presbiteriana Mackenzie nem da Universidade Metodista de São Paulo, onde ela estudou. Essa instituição metodista é uma das mais liberais do Brasil, e aceita muito bem a Teologia da Libertação, o feminismo e o homossexualismo.

Em novembro de 2016, Valéria viu sua pesquisa virar manchete, sem crédito ao seu nome, em grandes sites evangélicos, repercutido até por importantes líderes evangélicos nacionais. A pesquisa tratava do tema de que “40% das mulheres que sofrem violência doméstica são evangélicas.”

Quando a Universidade Presbiteriana Mackenzie publicou a pesquisa dela, os portais GospelPrime, GospelMais e Guiame divulgaram a pesquisa dando crédito só à universidade presbiteriana. Muitos líderes evangélicos conservadores fizeram divulgação em massa sem fazer o mínimo questionamento, confiando totalmente na maior instituição calvinista do Brasil.

Manchete do GospelPrime em 10 de novembro de 2016: “Cerca de 40% das mulheres vítimas de violência doméstica são cristãs.” O texto começa: “Uma pesquisa realizada pela Universidade Presbiteriana Mackenzie…

Manchete do GospelMais em 10 de novembro de 2016: “40% das mulheres que sofrem violência doméstica são evangélicas, diz pesquisa recente.” O texto diz: “A descoberta é resultado de uma pesquisa da Universidade Presbiteriana Mackenzie…

Manchete do Guiame em 9 de novembro de 2016: “Cerca de 40% das mulheres vítimas de violência doméstica são cristãs, diz pesquisa.” O texto diz: “Uma pesquisa realizada pela Universidade Presbiteriana Mackenzie apontou…

Valéria disse para o UOL: “O que eu coloquei na pesquisa é que aproximadamente 40% das mulheres atendidas na Casa Sofia, que era o meu campo de pesquisa, se declaravam evangélicas. Então, é uma amostragem de pesquisa. Isso viralizou.

Realmente viralizou, em benefício da agenda feminista anticristã, graças à promoção enorme da maior instituição calvinista do Brasil e do GospelPrime, GospelMais e Guiame.

A pesquisa dela foi totalmente baseada na amostragem de uma única instituição: a Casa Sofia. Em contraste, quando ela pesquisou outra instituição, a Casa Eliane de Grammont, o resultado foi igualmente estranho. Valéria disse ao UOU: “A diferença é que a maioria das mulheres da Casa Eliane de Grammont, segundo as profissionais, se declarava Seicho-No-Ie.

Pela pesquisa dela, então a maioria das vítimas de violência doméstica são evangélicas e adeptas da Seicho-No-Ie, ainda que o Brasil seja a maior nação católica do mundo. Além disso, há um número grande de brasileiros que seguem o socialismo pró-aborto e a bruxaria. Mas, ao que tudo indica, os evangélicos e os adeptos da Seicho-No-Ie, os quais não têm nenhuma representação demográfica significativa no Brasil, são os campeões de violência doméstica.

Como explicar a pesquisa dela? A primeira explicação é a militância de Valéria. Ela tem envolvimento com o grupo Católicas pelo Direito de Decidir, que convidou Valéria como palestrante especial no congresso feminista “Influência Religiosa na (Des)Construção das Políticas para as Mulheres,” a se realizar em novembro próximo.

Católicas pelo Direito de Decidir não é uma entidade verdadeiramente católica nem tem apoio algum do Vaticano. É uma organização abortista, feminista e homossexualista que usa o rótulo “católico” para enganar católicos.

Desconstrução é a missão da Valéria. Ela não fala como evangélica nem defende valores evangélicos. Em 2015, a Câmara Municipal de São Paulo realizou o evento “Evangélicos/as debatem a questão de gênero no PME,” que tratou da introdução da ideologia de gênero (a agenda gay) no Plano Municipal de Educação.

Os debatedores foram: Cristiano Valério, pastor homossexual da Igreja da Comunidade Metropolitana (ICM, uma igreja homossexual); José Barbosa, teólogo pró-homossexualismo, criador do movimento Jesus Cura a Homofobia; e Valéria Vilhena, teóloga feminista. Todos esses nomes estão comprometidos com a agenda homossexual, e assim como a missão de Católicas pelo Direito de Decidir é sabotar os verdadeiros católicos, a missão desses falsos evangélicos é sabotar os verdadeiros evangélicos.

A sabotagem já está acontecendo. A Revista Azusa de Estudos Pentecostais publicou artigo de David Mesquiati de Oliveira, onde ele disse: “Como afirmou Valéria Vilhena, a influência de uma cultura patriarcal, machista e opressora contra as mulheres não foi superada e, em alguns casos, as próprias instituições cristãs reproduzem tal sistema organizacional.

David é apresentado como pastor na Assembleia de Deus em Vitória (ES) e membro do RELEP (Red Latinoamericana de Estudios Pentecostales) e do FPLyC (Foro Pentecostal Latinoamericano y Caribeño). Ele é mestre em teologia prática pela EST (Escola Superior de Teologia), uma das instituições luteranas mais liberais do mundo e que tem o único teólogo homossexualista do Brasil. David é autor do livro “Missão, cultura e transformação,” publicado pela Editora Sinodal, que publica livros a favor do marxismo, feminismo e ideologia de gênero.

David é um ativista pentecostal citando uma ativista feminista desigrejada da Universidade Presbiteriana Mackenzie.

Valéria é uma ativista contra os valores cristãos e, com sua pesquisa, buscou retratar as igrejas evangélicas como produtoras ou facilitadoras de violência doméstica em necessidade de intervenção feminista ou estatal.

Como explicar que o GospelPrime, GospelMais e Guiame tenham dado grande difusão à pesquisa tendenciosa dela sem questionar a motivação dela, mas dando crédito exclusivo à Universidade Presbiteriana Mackenzie, instituição à qual Valéria é ligada? Sem perceberem, eles, especialmente a universidade presbiteriana, ajudaram a promover uma propaganda perversa que explorou o problema de violência doméstica em benefício da farsa feminista.

A Universidade Presbiteriana Mackenzie tem estado envolvida também em outros escândalos por contratar professores marxistas, abortistas e homossexualistas.

Como explicar a amostragem de Valéria que mostra que as evangélicas são quase metade das vítimas de violências doméstica? Evidentemente, é tendenciosa.

Trabalhei alguns anos como líder de uma igreja. A maioria dos frequentadores era de novos convertidos ou pessoas em necessidade de conversão. Havia mulheres que estavam indo às reuniões porque tinham problemas domésticos. Se uma pesquisa perguntasse nesse ponto se elas eram evangélicas, elas responderiam que sim. Elas não tinham um longo histórico evangélico. Na vasta maioria das vezes, os maridos delas não eram evangélicos e elas foram à igreja por causa de vários problemas: alcoolismo do marido, violência doméstica, desemprego, problema de drogas nos filhos, etc.

Em 2006, conheci uma ONG evangélica no Rio de Janeiro que dava espaço para uma organização de mulheres que fazia trabalho comunitário de conscientização contra a violência doméstica. Mulheres da comunidade pobre que sofriam tal violência vinham ao grupo para serem “aconselhadas” e muitos desses trabalhos eram realizados no prédio da ONG evangélica.

Fiz uma pequena investigação, onde descobri que o grupo de mulheres não só recebia subsídio do Estado em seus objetivos feministas, mas também aparecia numa lista de muitos outros grupos de mulheres que, no dia 18 de março, reivindicavam na Assembleia Legislativa a legalização do aborto como direito fundamental das mulheres.

Conversei então com a diretora da ONG evangélica e expliquei que as instalações de sua organização estavam sendo usadas para o recrutamento e doutrinamento feminista de mulheres simples, que eram atraídas pelo apelo de solução da “violência doméstica”, um trabalho que no final fortalecia o poder e intervencionismo do Estado nas famílias e também fortalecia os objetivos pró-aborto das estrategistas feministas.

A diretora da ONG evangélica me agradeceu e cortou o espaço para o grupo de mulheres. Ela nunca havia imaginado que um grupo que supostamente luta contra a violência doméstica tinha motivações e ambições muito mais sinistras. Esse episódio serviu para ela não confiar em fachadas.

Assim é que os casos de violência doméstica (que a Bíblia jamais aprova) acabam virando desculpa e recurso de manobra para as feministas e o Estado intervirem para destruir o papel de cabeça do marido no lar e exigir o direito de as mulheres abortarem bebês em gestação. O marido que dá um tapa na esposa vira criminoso, porém a mulher que covardemente mata os filhos por meio do aborto não cometeu crime algum: ela está apenas exercendo um direito legal! A mulher passa de “oprimida” para opressora e assassina de seus próprios filhos.

Valéria Cristina Vilhena diz que não frequenta nenhuma igreja, porém usa uma fachada de “teóloga” para avançar seu feminismo entre evangélicos. Mas a incompatibilidade entre feminismo e Evangelho é vasta.

Em dezembro passado, uma moça de 23 anos foi estuprada e morta num bar em São Paulo. Ela passou a noite numa boate com amigos e já de manhã, saiu com um jovem até um bar, onde ambos usaram drogas e onde ela foi estuprada e assassinada. A imprensa a identificou como “feminista evangélica.”

Ela era mãe de duas crianças pequenas, mas estava vadiando em boates e bares.

Embora boate e bar sejam ambientes perfeitos para a vida depravada de feministas, eles não são ambientes para mães, muito menos evangélicas.

Sem dúvida, a morte dessa jovem é lamentável, mas se ela se ocupasse com sua missão de mãe, não passaria a noite numa boate nem usaria drogas num bar. Se ela se ocupasse com o Evangelho, que deveria ser a missão de todo evangélico, ela não desperdiçaria sua vida no feminismo, que estupra e explora a causa das mulheres e até a causa do Evangelho em benefício de uma agenda depravada de charlatões.

GospelPrime, GospelMais, Guiame e líderes evangélicos conservadores deveriam vigiar e orar, para não caírem nas tentações de pesquisas acadêmicas da Universidade Presbiteriana Mackenzie e outras instituições que têm um nome evangélico, mas não honram o Evangelho. Uma dessas pesquisas veio diretamente de Valéria Cristina Vilhena, que quer avançar o feminismo nas igrejas evangélicas.

Enquanto Valéria quer passar a ideia de que a cultura evangélica provoca ou facilita violência doméstica, a verdade é que mulheres com problema de violência doméstica buscam as igrejas evangélicas porque a solução governamental ou feminista sempre traz mais problemas.

Enquanto isso, jovens evangélicas iludidas pelo feminismo buscam satisfação em boates e morrem drogadas em bares.

Versão em inglês deste artigo: Biased Study by Feminist Theologian Has Viralized After Being Spread by the Largest Evangelical Websites in Brazil

Fonte: www.juliosevero.com

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Chame este ataque exatamente do que é: um crime racial de ódio a Trump contra um homem branco indefeso cometido por negros que envergonham os EUA

Piers Morgan

Comentário de Julio Severo: Este artigo foi escrito pelo esquerdista Piers Morgan reconhecendo o óbvio que outros esquerdistas tapam os olhos para não ver e reconhecer: Há crimes raciais praticados por negros. Leia o artigo a seguir:

Poucas coisas me chocam, como um jornalista endurecido.

Mas hoje, estou em choque.

Acabei de assistir a um vídeo que não só me causou náuseas, mas também contaminou todo poro da minha alma com sentimentos de nojo e indignação crua, pura e total.

O vídeo curto que aguentei ver mostra uma gangue de quatro criminosos adolescentes negros, dois do sexo masculino e dois do sexo feminino, abusando e torturando de um pobre jovem branco aterrorizado com necessidades especiais.

A escala absoluta da perversidade deles parece não conhecer limites.

Esses canalhas sarcásticos o amarram, o amordaçam, o chutam, lhe dão murros, lhe arrancam o escalpo cruelmente lhe cortando os cabelos com uma faca, e jogam cinzas ardentes de cigarro nas feridas da cabeça que eles infligem no processo.

Eles riem, zombam, então um deles grita: “F**a-se Donald Trump, f**am-se os brancos!”

Outro pressiona a vítima a dizer: “Adoro negros.”

E então eles o forçam sob ameaça de faca a dizer: “F**a-se Donald Trump.”

Essa não foi uma agressão rápida e espontânea. Acredita-se que a vítima foi mantida presa por 48 horas. O próprio Facebook transmitiu ao vivo por mais de 30 minutos.

“Beije o chão, p**a,” uivaram os agressores. Então eles enfiam, à força, a cara dele numa privada de banheiro.

A meta deles é humilhá-lo totalmente, que é muito evidente pelo que eles mesmos dizem, porque ele é branco.

Isso é retribuição, de novo confirmada pelas próprias palavras deles, para Donald Trump, um homem que eles presumem ser racista, se tornando presidente.

No entanto, a polícia de Chicago, onde o ataque ocorreu, está atualmente se recusando a dizer se está tratando isso como “crime de ódio” de motivação racial ou política.

“Crianças cometem erros estúpidos,” disse Eddie Johnson, superintendente da polícia. “Parte de se ou não buscamos identificar um crime de ódio é decidir se ou não essa fala doida e desvario é sincero ou estúpido. Penso que parte disso é pura estupidez. Nessa altura, não temos de nada concreto que indique ser crime de ódio.”

Estão zombando de nós?

Primeiro, esses não são de jeito nenhum “crianças.” Todos eles têm 18 anos de idade.

Segundo, o que eles fizeram não foi “pura estupidez,” foi tortura premeditada de um crime horrendo.

Terceiro, o que mais eles precisavam para justificar ser um crime de ódio de motivação racial e política? Pichar o corpo dele com as palavras “Rapaz branco lixo de Trump”?

Imagine por um momento se um rapaz negro com necessidades especiais tivesse sido raptado, abusado e torturado por uma gangue de jovens brancos sarcásticos.

Imagine assistir a um vídeo do sofrimento horrível desse jovem negro transmitido ao vivo pelo Facebook.

Imagine ver e ouvir os agressores brancos sistematicamente atormentando física e mentalmente sua vítima negra.

Imagine vê-los chutando, dando-lhe murros, lhe arrancando o escalpo e jogando cinzas ardentes de cigarro nas feridas que eles infligiram com sua agressão cruel e prolongada.

Imagine ouvir um deles gritando “F**a-se Barack Obama! F**am-se negros” como fizeram eles.

Então imagine o vídeo disso tudo aparecendo e chegando às telas de TV e sites noticiosos nos EUA.

A destruição seria, com justiça, total.

Haveria imediatamente manifestações imensas de protestos, e provavelmente tumultos.

A organização #BlackLivesMatter (Vidas Negras São Importantes) inundaria a mídia social exigindo “justiça.”

Celebridades negras, lideradas por gente como Beyoncé e John Legend, fariam declarações expressando sua fúria contra o caso e sua solidariedade à vítima.

A polícia, sob pressão imensa de tal revolta pública unida, sem a menor dúvida confirmaria o crime como crime de ódio.

Contudo, enquanto escrevo este artigo, não vejo nenhuma manifestação de protesto, tumultos, campanhas de mídia social ou declarações de celebridades.

Nem mesmo vejo a polícia tendo a coragem de chamar esse ataque pelo que é.

E sim, eu diria exatamente a mesma coisa se fosse o contrário e essa fosse uma gangue de brancos que tivesse feito isso para um negro indefeso no nome do poder branco ou raiva de um presidente negro.

O racismo é uma via de mão dupla. Ambos lados o cometem.

Traduzido por Julio Severo do original em inglês do DailyMail: Call this disgusting attack in Obama’s back yard exactly what it is: a Trump-hating race crime against a defenseless white man by young black Americans who shame their country

Fonte: www.juliosevero.com

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Papa nomeia pastor presbiteriano para liderar jornal do Vaticano na Argentina

Julio Severo

O Papa Francisco nomeou um pastor protestante como o editor da nova versão argentina do jornal católico do Vaticano L’Osservatore Romano.

“Queremos divulgar o trabalho pastoral universal de Francisco, de um modo que alcance toda a Argentina,” disse Marcelo Figueroa, um pastor presbiteriano que é o ex-presidente da Sociedade Bíblica da Argentina.

O líder presbiteriano também disse que a edição argentina do L’Osservatore incluirá não só proeminentes personalidades católicas como o arcebispo Víctor Manuel Fernández, reitor da Universidade Católica da Argentina, mas também membros de outras religiões, frisando os esforços ecumênicos e inter-religiosos de Francisco.

“Creio que aqueles que querem escutar a voz do papa, seguindo seu trabalho pastoral, com alguns comentários adicionais, serão enriquecidos por nossa edição,” Figueroa disse. “Creio que será bom para a alma de todo argentino seguir cuidadosamente a voz de quem hoje é o líder espiritual mais relevante do mundo.”

Figueroa é amigo de Francisco. Na primavera de 2015, quando ele precisou passar por uma operação cirúrgica delicada na Argentina, Francisco permaneceu próximo dele com cartas e ligações telefônicas contínuas. Depois que ele se recuperou, em setembro do mesmo ano o papa lhe deu uma longa entrevista para a FM Milennium 106.7, uma estação de rádio de Buenos Aires. E um ano mais tarde, ele chegou a promovê-lo não só como diretor da edição semanal argentina do L’Osservatore Romano, mas até como colunista da edição diária maior.

Os dois trabalharam num programa ecumênico de televisão juntos quando o Papa Francisco era arcebispo na Argentina.

O que o papa pretende nomeando um pastor presbiteriano? Atrair a atenção do presidente americano Donald Trump, que é presbiteriano? Ambos estão num conflito desde fevereiro de 2016 quando Francisco disse que não era cristã a atitude de Trump de cercar os Estados Unidos com um muro que impedisse a entrada de imigrantes ilegais.

Mas é certo nomear um pastor presbiteriano para um posto católico?

De acordo com o site noticioso católico LifeSiteNews, “Católicos e protestantes discordam acerca do que se exige para a salvação, a autoridade do papa, vários ensinos marianos tais como se Maria era perpetuamente virgem, a missa e outros importantes aspectos da vida cristã.”

LifeSiteNews está correto. Não é adequado que um presbiteriano ou outro protestante lidere um grupo católico, e seria igualmente impróprio que um católico liderasse um grupo protestante. Eles podem ser amigos? Sem dúvida. Mas amizade ou parceria em causas pró-família e pró-vida jamais deveria ser equivalente de ecumenismo.

Quando possível, deve haver unidade entre os cristãos para o bem comum, para combater o aborto, a agenda homossexual, o fanatismo islâmico e para apoiar Israel.

Mas unidade espiritual é impossível. As doutrinas católicas exigem que Maria e determinados santos sejam intercessores entre Deus e os homens enquanto as doutrinas protestantes ensinam que Jesus é plenamente suficiente para mediação e intercessão.

Francisco e o pastor presbiteriano deveriam separar sua amizade de suas obrigações religiosas.

Pelo menos, o papa não nomeou um homem pró-aborto e pró-sodomia. Em contraste, a universidade presbiteriana mais proeminente do Brasil tem contratado professores marxistas, pró-aborto e pró-sodomia.

Mesmo assim, os católicos estão muito descontentes com a nomeação do papa. E por que os evangélicos deveriam ficar contentes?

É correto dizer que Francisco é um grande líder pró-família. Mas é muito problemático um ex-presidente da Sociedade Bíblica da Argentina dizer que Francisco é “o líder espiritual mais relevante do mundo.”

Com informações de LifeSiNews, EWTN e Cruxnow.

Versão em inglês deste artigo: Pope appoints Presbyterian minister to lead Vatican newspaper in Argentina

Fonte: www.juliosevero.com

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