O Partido da Guerra avança implacavelmente

Pr. Chuck Baldwin

Quando o povo americano entenderá o fato de que os Estados Unidos não têm dois partidos políticos em Washington, D.C.? Existe um ÚNICO partido em Washington: o Partido da Guerra.

Não importa qual partido controle a Casa Branca ou o Congresso, o Partido da Guerra manda em tudo. Neocons belicistas no Partido Republicano e neoliberais belicistas no Partido Democrático controlam o governo federal dos EUA.

Oh, eles podem até fazer estardalhaço e se digladiar entre si por causa de questões nacionais e sociais (aborto, homossexualidade, assistência social, imigração, direitos civis, etc.), mas eles estão juntos, como irmãos, na questão que mais importa para eles: O Estado Belicista. Sim, essas questões nacionais são muito importantes — mas não para o Partido da Guerra.

Membros do Partido da Guerra podem ser pró-vida ou pró-aborto; desarmamentistas ou a favor do porte de armas; pró-“casamento” homossexual ou pró-casamento tradicional; pró-imigração ilegal ou pró-imigração legal; pró-expansão da assistência social ou contra essa expansão; mas todos no Partido da Guerra são unidos no apoio a guerras perpétuas.

Com pouquíssimas exceções, conduzir guerras no mundo é um direito sagrado para o Partido Republicano e para o Partido Democrata. Nada, absolutamente nada, une e inspira mais os neocons e os neoliberais do que guerras perpétuas. E nada enche mais os cofres dos neocons e dos neoliberais de dinheiro do que guerras perpétuas.

Na semana passada nesta coluna recordei às pessoas:

Os presidentes Bush, Obama e agora Trump lançaram quase 200.000 bombas e mísseis no Iraque, Afeganistão, Síria, Líbia, Paquistão, Iêmen e Somália. O índice de bombardeios de Trump ofusca tanto Bush quanto Obama; e Trump está no ritmo de lançar mais de 100.000 bombas e mísseis em países do Oriente Médio durante seu primeiro mandato de governo — o que equivaleria ao número de bombas e mísseis lançados por Obama durante sua presidência inteira de oito anos.

Agora, pare e pense. Os EUA lançaram 200.000 bombas (esse número é provavelmente maior do que isso a esta altura) em sete países do Oriente Médio — cada um comparável em tamanho aos estados do Alasca, Texas, Califórnia e Washington. Tente imaginar sete estados dos EUA sofrendo o bombardeio de 200.000 bombas. Pense na morte e destruição que nós, americanos, estamos apoiando com nossos impostos. Quantas pessoas inocentes são mortas com cada bomba e míssil? Estimativas moderadas calculam que centenas de milhares de pessoas inocentes já foram mortas (e quantas mais feridas e aleijadas?) na fajuta “guerra contra o terrorismo” feita pelos EUA.

Além disso, o ISIS está praticamente acabado. Mas não foram as bombas, mísseis ou tropas dos EUA que destruíram o ISIS. A verdade é que os EUA, a Inglaterra, Israel e a Arábia Saudita criaram o ISIS e lhes deram cobertura e apoio enquanto puderam. A mesma realidade é verdade com relação à al-Qaeda e ao talibã. Não, os EUA não destruíram o ISIS; quem destruiu o ISIS foi a Rússia. Essas organizações terroristas são apenas instrumentos e invenções do Partido da Guerra no governo americano, para dar ao povo americano um bicho-papão contra o qual lutar, de modo que o Partido da Guerra continue alimentando o complexo militar e o Estado Policial e Monitorador. Sem esquecer, é claro, a conexão dos petrodólares dos muçulmanos sauditas.

A aliança entre EUA, Israel e Arábia Saudita queria, [desde o governo de Obama com Hillary Clinton], destruir o governo de Assad na Síria e submeter a Síria à Nova Ordem Mundial. Mas, para tristeza deles, Vladimir Putin estragou esse plano enviando as forças armadas russas para destruir os terroristas do ISIS apoiados pelos EUA, Israel e Arábia Saudita, e salvar a Síria.

O Partido da Guerra que controlava G.H.W. Bush, Bill Clinton, G.W. Bush e Barack Obama — e que agora controla Donald Trump — decidiu usar o Afeganistão para manter o bicho-papão vivo no Oriente Médio. Trump acabou de enviar mais 4 mil soldados a esse país sitiado. O número total de tropas americanas agora no Afeganistão é 15.000. E, claro, Trump continua a demonizar o Irã, pois o Partido da Guerra e seus aliados precisam se certificar de que sempre haja um bicho-papão no Oriente Médio para nos preocupar.

Com o ISIS quase extinto, o Partido da Guerra precisa produzir mais bichos-papões contra os quais lutar.

O problema é: quase ninguém chega a se importar de notar isso. O povo americano da esquerda e direita está tão enfeitiçado com todas as distrações que o Partido da Guerra cria para eles que ninguém está olhando a verdadeira estratégia final: guerras perpétuas e até guerra nuclear.

Traduzido, editado e adaptado por Julio Severo do original em inglês do site de Chuck Baldwin: The War Party Marches On

Fonte: www.juliosevero.com

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Igreja protestante fundada por George Washington o rejeita e adota o feminismo e a teologia da libertação

Julio Severo

Havia um tempo, não muito distante, em que qualquer igreja protestante americana teria orgulho de afirmar que George Washington, o primeiro presidente dos Estados Unidos e fundador da nação americana, foi um de seus fundadores e primeiros membros.

George Washington orando

Esse tempo já era.

Na Igreja de Cristo da cidade de Alexandria, Virginia, EUA, onde o lema é “Todos são bem-vindos, sem exceção,” seus líderes decidiram que seu membro mais famoso, George Washington, não é mais bem-vindo.

A Igreja de Cristo anunciou em outubro passado que removerá uma placa de pedra que diz “Em memória de George Washington” atualmente exibida do lado esquerdo do altar.

Washington foi um dos membros fundadores da Igreja de Cristo, que está ligada à Igreja Episcopal dos EUA. Ele comprou o banco número 5 quando a igreja abriu em 1773 e a frequentou por mais de 20 anos. A Igreja de Cristo era tão importante para Washington que sua família doou uma das Bíblias dele para a igreja depois da morte dele.

Igreja de Cristo fundada por George Washington

A Igreja de Cristo disse que a placa de pedra do lado do altar se tornou polêmica porque Washington possuía escravos.

Mas o feminismo não é polêmico para eles. A Igreja Episcopal dos EUA adotou a teologia da “Mãe Terra,” um feminismo supostamente “cristão.”

A Igreja de Cristo, fundada por Washington, é hoje tão feminista que não tem um único pastor do sexo masculino registrado em seu site. Todos os quatro pastores dessa igreja são do sexo feminino. Uma delas, a Reverenda Ann Gillespie, é uma ex-atriz de Hollywood que recentemente incluiu em sua pregação uma nova versão do Credo dos Apóstolos.

O novo credo diz: “Creio em Deus, nossa Mãe Ursa, fonte de toda a existência,” e se refere à Maria mãe de Jesus como “Maria, a agressiva teóloga feminista da teologia da libertação.”

Esse “credo” foi inventado por uma lésbica chamada Sarah Moon, que é membro da Igreja Metodista Unida de Toledo, Ohio.

Moon declarou num post de blog de setembro de 2014 que ela não conseguia mais aguentar a recitação do Credo dos Apóstolos, o que a levou a reescrevê-lo e inventar seu próprio “Credo Feminista dos Apóstolos.”

O site da Igreja Episcopal dos EUA indica que a teologia da libertação, a justiça social, a adoração da Terra e a inclusividade são prioridades acima das missões cristãs tradicionais de tentar viver uma vida santa e testemunhar do Evangelho.

Então a Igreja de Cristo, fundada por Washington, é hoje inclusiva para a teologia da libertação, o feminismo e a agenda gay, mas não consegue tolerar Washington por causa da escravidão.

A escravidão era uma realidade universal na época de Washington, e até negros na África, séculos antes de seus primeiros contatos com os brancos, escravizavam outros negros. Até mesmo negros nos EUA escravizavam negros. A escravidão não foi iniciada por Washington e outros cristãos, e não foi terminada por negros ou adeptos da teologia da libertação. Foi terminada por William Wilberforce e outros brancos protestantes.

Se as pastoras feministas da Igreja de Cristo conseguem ver escravidão em Washington, por que elas não conseguem ver a escravidão moderna?

As pastoras feministas anti-Washington na Igreja de Cristo andam nuas? Quase nenhum americano hoje usa roupas não feitas por mão de obra escrava.

“‘Todo mundo adora uma barganha, mas o custo verdadeiro daquela aquisição de roupa mais recente no seu guarda-roupa é um salário de miséria para a legião de trabalhadores industriais de Bangladesh,’ escreve Simon Parry” em sua reportagem “O verdadeiro custo das roupas baratas: salários de escravo para os trabalhadores industriais de Bangladesh.” Roupas americanas baratas hoje são feitas por trabalhadores escravos de Bangladesh e outras nações pobres.

Contudo, você não vê feministas e ativistas negros nos EUA se queixando da situação horrenda desses pobres escravos modernos. Você não os vê andando nus em boicote. Culpar Washington é mais fácil.

As pastoras feministas anti-Washington na Igreja de Cristo não usam iPhone? Quase nenhum americano hoje fica sem iPhone — cuja fabricação envolve escravidão do começo ao fim.

Um componente essencial do iPhone, Samsung e outros smartphones e notebooks é o coltan, que é extraído das minas do Congo por mão de obra escrava de crianças até de 13 anos. O Congo na África tem 80 por cento do coltan do mundo, o qual é enviado para as fábricas da China — a maior parte as fábricas da Foxconn em Shenzhen. Essas fábricas, que produzem componentes para o iPhone, são campos de trabalho em que estudantes adolescentes são forçados a trabalhar mais que o dobro ou triplo do limite de hora extra (36 horas por mês sob as leis trabalhistas da China). Regularmente, trabalhadores tentam o suicídio. Ainda que haja redes anti-suicídio para impedir os trabalhadores de pularem de cima dos prédios, alguns têm êxito.

Você pode ver feministas e ativistas negros vestidos com seus iPhones na mão se queixando da “escravidão de Washington,” mas nenhuma indignação de que eles mesmos estão ativamente sustentando a escravidão moderna.

Os escravos modernos não têm nenhum tempo para estudar.

A história americana indica que muitos donos brancos permitiam que seus escravos estudassem. Mas as feministas e negros na igreja protestante fundada por Washington não se importam se ele foi bondoso ou não com seus escravos. Eles querem continuar usando seus iPhones e roupas feitos por escravos modernos, independente se a mão de obra escrava é cruel ou não.

Agora George Washington é expurgado de sua própria igreja por feministas e adeptos da teologia da libertação, numa onda de ativistas negros para remover monumentos de personalidades brancas, inclusive Cristovão Colombo.

Para feministas, adeptos da teologia da libertação e ativistas negros, Washington era racista só por ser branco.

O que virá em seguida? Eles recriarão a bandeira e a Constituição dos EUA porque foram feitas por brancos anglo-saxões e produzirão uma bandeira e Constituição com a participação conjunta de negros, índios, chineses, etc.

Eles recriarão a bandeira e a Constituição dos EUA porque foram feitas por homens e produzirão uma bandeira e Constituição com a participação conjunta de homossexuais, etc.?

Eles recriarão a bandeira e a Constituição dos EUA porque foram feitas por homens em grande parte protestantes e produzirão uma bandeira e Constituição com a participação conjunta de muçulmanos, hindus, feiticeiros, etc.?

Quando a igreja protestante fundada por George Washington o rejeita, mas adota o feminismo e a teologia da libertação, é um sinal escuro do satanismo invadindo a fundação protestante dos EUA.

É hora de defender Washington e o princípio protestante da Bíblia guiando indivíduos, famílias e nações para derrotar o feminismo, a teologia da libertação e a agenda gay. Washington disse: “É impossível governar corretamente uma nação sem Deus e a Bíblia.”

Nesse espírito, tenho certeza de que enquanto bruxas, ocultistas e satanistas estavam celebrando o Dia das Bruxas (Halloween) em 31 de outubro de 2017, Washington estaria celebrando a data histórica dos 500 anos da Reforma protestante.

Se até mesmo Donald Trump escolheu celebrar o Dia das Bruxas, em vez da Reforma protestante, o que esperar da Igreja de Cristo?

A igreja protestante fundada por Washington precisa mais do que nunca obedecer à Bíblia.

Os Estados Unidos fundados por Washington precisam mais do que nunca obedecer à Bíblia.

Se os EUA negarem e esquecerem sua fundação espiritual, Deus se esquecerá deles.

Com informações do WorldNetDaily, DailyMail e Huffington Post.

Versão em inglês deste artigo: Protestant Church Founded by George Washington Rejects Him and Embraces Feminism and Liberation Theology

Fonte: www.juliosevero.com

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Israel condena Irã, não a Arábia Saudita, por perseguir cristãos

Julio Severo

“O primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu convocou um grupo de jornalistas cristãos para dar publicidade à perseguição dos cristãos sob o regime islâmico do Irã. Falando na primeira Cúpula de Mídia Cristã em Jerusalém, Netanyahu disse que é hora de abrir a boca para denunciar o sofrimento dos cristãos no Irã,” de acordo com a Rede de Televisão Cristã, de Pat Robertson em outubro passado.

Todas as nações que são vizinhas de Israel são muçulmanas, inclusive a Arábia Saudita. Em grau menor ou maior, todas essas nações perseguem os cristãos, e a Arábia Saudita persegue os cristãos mais do que o Irã. Por que Israel selecionou especificamente o Irã para denunciar?

Se é hora de abrir a boca para denunciar o sofrimento dos cristãos no Irã, e quanto aos cristãos perseguidos pela Arábia Saudita?

Netanyahu acrescentou: “Alguns líderes mundiais estão dispostos a ignorar essa repressão e buscar aplacar o Irã, mas eu não sou um deles. Penso que o jeito que um país trata suas minorias religiosas é um indicador muito bom do jeito que tratará seus concidadãos e seus vizinhos.”

Deveríamos medir se a prioridade de Netanyahu está correta avaliando como o Irã e a Arábia Saudita tratam os cristãos e os judeus.

Quantas igrejas cristãs há no Irã?

Há pelo menos 600 igrejas cristãs e entre 300.000 e 370.000 cristãos no Irã.

Há igrejas oficiais e não oficiais no Irã. A igreja oficial, fundada em 1830, é a Igreja Evangélica Presbiteriana do Irã, que não é perseguida porque é registrada e membro do Conselho Mundial de Igrejas, que é uma organização esquerdista.

A maioria dos cristãos perseguidos no Irã é pentecostal. Por exemplo, o pastor iraniano Youcef Nadarkhani tem sido perseguido porque ele é membro de uma igreja pentecostal não registrada. Os pastores iranianos das igrejas presbiterianas oficiais registradas também condenaram Nadarkhani porque, para eles, ele é um “herege” que não tem formação teológica.

Quantas igrejas há na Arábia Saudita?

De acordo com Paul Marshall em seu livro “Persecuted: The Global Assault on Christians” (Perseguidos: A Agressão Mundial aos Cristãos): “A Arábia Saudita proíbe todas as igrejas e manifestações públicas do Cristianismo. Não permite nem mesmo igrejas que são controladas pelo governo. Além disso, congregações secretas que oram juntas em lares particulares correm risco de sofrer batidas policiais e serem fechadas, resultando em membros chicoteados, surrados, presos, deportados ou até mortos. Os únicos cultos seguros de oração são os que são mantidos em silêncio na Embaixada dos EUA e várias embaixadas europeias para seus próprios cidadãos.”

A Bíblia é permitida no Irã?

Sim.

A Bíblia é permitida na Arábia Saudita?

A distribuição da Bíblia é ilegal na Arábia Saudita.

Os judeus têm permissão de viver no Irã?

Estimativas do tamanho da comunidade judaica variam entre 20.000 e 30.000 no Irã.

O judaísmo é uma religião reconhecida no Irã. Apesar da desconfiança oficial do Irã acerca da nação de Israel, o governo iraniano não ataca diretamente o judaísmo.

Os judeus têm permissão de viver na Arábia Saudita?

Não. Além disso, o judaísmo não é uma religião reconhecida na Arábia Saudita.

Os cristãos e os judeus têm permissão de ocupar postos governamentais no Irã?

Sim. Pela lei e prática, as minorias religiosas podem ser eleitas para um órgão representativo ou ocupar posições governamentais ou militares elevadas, e ter 5 de um total de 270 cargos nas assembleias legislativas. Três desses cargos são reservados para membros da religião cristã, inclusive dois cargos para os cristãos armênios no Irã, e um para os assírios. Há também um cargo para um membro da religião judaica.

Os cristãos e os judeus têm permissão de ocupar postos governamentais na Arábia Saudita?

Não. Nenhum cristão ou judeu tem permissão de ocupar posições governamentais ou militares na Arábia Saudita.

Então, se os cristãos e os judeus têm permissão de viver no Irã e até ter suas igrejas e sinagogas e se eles não podem ter igrejas e sinagogas na Arábia Saudita, por que o Irã, não a Arábia Saudita, é condenado por Israel? Pelo fato de que Israel tem uma parceria geopolítica com os Estados Unidos, a Arábia Saudita, que é um aliado militar dos Estados Unidos e persegue os cristãos mais violentamente do que o Irã, é poupada, e o Irã não.

Se Israel realmente se preocupasse com a perseguição de cristãos, salvaria os cristãos do ISIS. Num artigo editorial intitulado “Uma súplica para Israel: Salve os cristãos do Oriente Médio,” Joseph Farah, dono do portal conservador WorldNetDaily, pediu para que Israel estendesse a mão “para salvar os cristãos do Oriente Médio que estão neste exato momento enfrentando um mini-holocausto, nada menos do que um genocídio, perseguição sem paralelo desde o nascimento do islamismo 1.300 anos atrás.”

O responsável por esse mini-holocausto, ou genocídio, é o ISIS. Suas vítimas cristãs estão ao alcance de Israel. Contudo, Israel vem dirigindo operações militares para salvar terroristas que massacram cristãos. Oitenta por cento dos sírios feridos que recebem assistência médica em Israel são rebeldes islâmicos do sexo masculino que lutam contra os cristãos.

Israel nunca deu atenção à súplica de Farah.

O ISIS, que foi fundado pelo governo esquerdista de Obama, é financiado e armado pela Arábia Saudita, que era um aliado forte de Obama e agora é um aliado forte de Trump. Então, por causa dos interesses geopolíticos dos EUA, Israel não está ajudando os cristãos. Está ajudando seus opressores.

Por causa dos interesses geopolíticos dos EUA, Israel condena o Irã, mas não condena a Arábia Saudita por sua ficha pior de perseguição de cristãos e por seu patrocínio ao ISIS, que está cometendo um mini-holocausto, ou genocídio, de cristãos.

Mesmo assim, os cristãos americanos se preocupam demais com Israel e sua segurança, enquanto Israel não se preocupa com os cristãos e sua segurança — pelo menos não com os cristãos massacrados pelo ISIS.

Os cristãos poderiam objetar dizendo que Israel tem razões para selecionar especificamente o Irã por causa das ameaças iranianas de fazer uma bomba nuclear para atacar Israel. De forma alguma os cristãos podem apoiar o ódio iraniano a Israel. Mas será que tal ódio não pode ser em grande parte explicado pelas intromissões geopolíticas dos EUA? Ainda que os EUA sejam incapazes de guardar suas próprias fronteiras, os EUA estão “guardando” as fronteiras iranianas: O Irã está cercado por mais de 40 bases militares dos EUA.

Bases militares americanas perto do Irã

Se os EUA tivessem uma preocupação sincera com o Irã fazendo uma bomba nuclear, teriam impedido o Paquistão, vizinho do Irã e aliado dos EUA, de fazer suas próprias bombas nucleares. O Paquistão, que abrigou Osama bin Laden, é uma inconfiável nação islâmica que abriga muitos terroristas, mas os EUA não fizeram contra o Paquistão o mesmo estardalhaço que estão fazendo contra o Irã.

Se o Irã fizer uma bomba nuclear, Israel está indefeso? Não. Neste exato momento, enquanto o Irã está tentando fazer uma bomba nuclear, Israel tem 200 ogivas nucleares todas apontadas contra o Irã.

Se Israel não tivesse nenhuma defesa nuclear, haveria justificativa para a histeria contra o Irã. Mas Israel tem defesa militar extrema e abundante. E o ódio iraniano tem justificativa: O Irã está cercado por intrusivas bases militares dos EUA.

Os Estados Unidos têm uma longa ficha de intromissões nos assuntos nacionais do Irã nas décadas de 1950, 1960 de 1970. Como era esperado, essa intromissão provocou ódio no Irã. Pelo fato de que Israel e a Arábia Saudita são os aliados mais próximos dos EUA no Oriente Médio, o Irã desabafa sua ira em ambos.

As muitas bases americanas que cercam o Irã poderiam ter uma função melhor protegendo os cristãos contra o ISIS, mas não estão fazendo isso. Ou poderiam guardar as indefesas fronteiras americanas. Não existe razão para os EUA terem tantas bases para proteger a Arábia Saudita, que não merece proteção. Não existe razão para os EUA intimidarem o Irã, não a Arábia Saudita.

Israel pode se defender. Tem 200 ogivas nucleares contra o Irã. E tem muitas outras ogivas nucleares para se proteger contra outras nações muçulmanas.

Quantas ogivas nucleares os cristãos no Oriente Médio têm para se defender contra o ISIS e seu patrocinador, a Arábia Saudita? Absolutamente nada.

Como é que Netanyahu pode condenar o Irã por perseguição parcial de cristãos e não condenar a Arábia Saudita por perseguição total de cristãos?

Como é que Netanyahu pode condenar o Irã por perseguição parcial de cristãos e não condenar o ISIS por seu mini-holocausto, ou genocídio, de cristãos?

Como é que Netanyahu pode enviar unidades militares para salvar terroristas islâmicos que massacram cristãos em vez de enviá-las para salvar cristãos?

Apoio os esforços de Netanyahu para defender Israel em sua devida Terra Prometida. Mas não posso defender a atitude hipócrita dele de ignorar os cristãos perseguidos pelo ISIS e Arábia Saudita para servir às ambições neocons dos EUA.

Enquanto Netanyahu está condenando o Irã por perseguição parcial de cristãos, as igrejas católicas, gregas ortodoxas e luteranas estão acusando Israel de minar o Cristianismo na Terra Santa.

Netanyahu terá direito de condenar o Irã por perseguição parcial de cristãos só depois que Israel condenar a Arábia Saudita e o ISIS por perseguição total de cristãos.

Netanyahu terá direito de condenar o Irã por perseguição parcial de cristãos só depois que Israel parar de salvar terroristas islâmicos e começar a salvar cristãos da Arábia Saudita e do ISIS.

Com informações da CBN, Newsweek, New York Post, Julian Assange e Wikipedia.

Versão em inglês deste artigo: Israel Condemns Iran, Not Saudi Arabia, for Persecuting Christians

Fonte: www.juliosevero.com

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Cidade mais evangélica do Brasil rechaça Lula e PT

Julio Severo

Arroio do Padre não faz jus ao seu nome católico. A cidade gaúcha há tempos não tem um padre católico. E, se tivesse, ele ficaria sem o que fazer ali.

Principal igreja luterana de Arroio do Padre

Afinal, Arroio do Padre, situada na região sul no Rio Grande do Sul, a 200 km de Porto Alegre, é o município brasileiro com maior número de evangélicos.

De acordo com o último censo (2010), 85,8% dos seus 2.900 habitantes professa a fé evangélica, enquanto apenas 7,7% são católicos, 4,7% definem-se como “sem religião” e há menos de 1% de espíritas e de testemunhas-de-jeová.

Dentre as denominações protestantes em Arroio do Padre, a maioria da população é luterana, cerca de 69,34% dos habitantes do município. Os pentecostais são 6,88%, dentre os quais, as Assembleias de Deus são o maior grupo pentecostal, com 1,42% da população, seguida pela Igreja Evangélica Pentecostal O Brasil Para Cristo com 0,14%.

A maioria dos habitantes é membro das igrejas luteranas (IECLB, IELB e a IELI).

O que de fato não há muito ali: simpatizantes do PT. Na eleição de 2006, Arroio deu a Lula sua menor votação proporcional no país (11,5% contra 81,5% do tucano Geraldo Alckmin).

“Esta situação com a esquerda se complicou bastante. Em função da religiosidade aqui, complica [o apoio] a essa ala”, afirma o secretário de administração local, Loutar Prieb, que se locomove num carro com adesivos de crucifixo e peixe (antigo símbolo cristão). “Nosso primeiro prefeito era do PDT, mas teve origem na Arena [partido de suporte ao governo militar].”

Em 2014, Aécio Neves (PSDB) perdeu a eleição presidencial, mas bateu Dilma (PT) ali por 70,5% a 30,5%. O atual prefeito, Leonir Baschi, é do DEM, e seus antecessores, do PFL (atual DEM) e do PP, siglas menos esquerdistas do que o PT. “A ideia esquerdista não é muito bem-aceita pelos que são de origem [alemã]”, diz o pastor Agner.

Tradicionalmente, a maioria dos evangélicos não aceita a esquerda. Por isso, nos anos do governo militar as operações da CIA encontravam maior aceitabilidade entre os evangélicos enquanto que as ações da KGB comunista encontravam maior aceitabilidade entre católicos.

Apesar de a ideologia esquerdista não ser bem aceita pela população majoritariamente luterana de Arroio do Padre, esse não é o caso da Igreja Evangélica de Confissão Luterana do Brasil, a IECLB, que é a maior denominação luterana do Brasil. A IECLB, que imita ideologicamente a CNBB, sucumbiu, em grande parte, à Teologia da Libertação, à Teologia da Missão Integral e à Teologia Gay.

Os pastores luteranos de Arroio do Padre não criticam abertamente as apostasias da IECLB, as quais fatalmente levarão a uma maior esquerdização, cedo ou tarde. Mas criticam o neopentecostalismo.

Em entrevista à Folha de S. Paulo, esses pastores condenaram as igrejas neopentecostais por suas “promessas de curas milagrosas, libertação de possessões demoníacas e cultos para ‘sucesso financeiro.’”

Um dos críticos, o Rev. Michael Kuff, foi entrevistado enquanto vestia uma camisa estampada com uma caveira com fones de ouvido, ouvindo rock cristão. Ele é fã do Oficina G3, banda de rock que nasceu numa grande igreja neopentecostal, mas abandonou o neopentecostalismo e hoje está trilhando o caminho da Teologia da Missão Integral.

Talvez para Kuff, sair do neopentecostalismo seja mais importante do que sair da TMI. Se esse for o caso, por quanto tempo a cidadezinha luterana de Arroio do Padre continuará conseguindo evitar a esquerda?

A entrevista, que poderia ser melhor aproveitada atacando o esquerdismo, ocupou-se atacando o neopentecostalismo.

Outra parte importante da entrevista focou nos hábitos pessoais dos luteranos de Arroio do Padre. A Folha de S. Paulo encerra a entrevista dizendo (resumidamente):

Zelosos da raiz germânica, os evangélicos de Arroio sabem valorizar um bom caneco de cerveja, diz Andiara Bonow, chefe de gabinete do prefeito Leonir Baschi (DEM).

Foi inclusive em um “bailão” no qual não faltou álcool que conheceu seu marido, de quem herdou o sobrenome Bonow — do clã que também batiza a cervejaria local, maior point da cidadezinha.

“Somos uma comunidade que consome muita cerveja”, ratifica o prefeito do município, com PIB per capita de R$ 14 mil em 2013 (quando a média brasileira era de R$ 26,5 mil), numa economia baseada na produção de tabaco.

O pastor Kuff defendeu os hábitos da cidade luterana: “Muitos acham que é pecado dançar, beber cerveja, vinho. Mas o pecado não está nas coisas, mas dentro de si.”

A poucos metros, numa tarde de setembro, caminha um rapaz com uma garrafa PET em mãos (conteúdo desconhecido) e camisa que ostenta o coelhinho símbolo da revista “Playboy”. Como tantos ali, é também evangélico.

Em vez de combaterem ferrenhamente o neopentecostalismo, que atrapalha as pretensões da esquerda, os pastores luteranos de Arroio do Padre deveriam combater ferrenhamente as apostasias da IECLB. A esquerda brasileira já reconheceu várias vezes que a única resistência real às suas pretensões é o neopentecostalismo.

Em vez de se encherem de bebida alcoólica, deveriam fazer o que a Palavra de Deus orienta:

“Não se embriaguem com vinho, que leva à libertinagem, mas deixem-se encher pelo Espírito.” (Efésios 5:18 NVI)

Com informações da Folha de S. Paulo, GospelPrime e Wikipédia.

Fonte: www.juliosevero.com

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Cresce nos EUA número de evangélicos esquerdistas que abandonam o rótulo de evangélico

Evangélicos esquerdistas criticam a associação da fé evangélica com o conservadorismo

Julio Severo

Um crescente número de evangélicos americanos está abandonando o rótulo de evangélico para se distanciar do conservadorismo evangélico.

Tony Campolo, pastor progressista e fundador do movimento “Red Letter Christians” (Cristãos da Letra Vermelha), também tomou essa decisão. Em entrevista recente ao site Premier Christianity, o conselheiro espiritual do ex-presidente esquerdista Bill Clinton afirmou que muitas conotações negativas foram atribuídas ao termo, principalmente entre não cristãos.

— Sentimo-nos desconfortáveis em nos chamarmos como evangélicos, porque o público em geral supõe coisas sobre nós que não são verdadeiras — afirmou Campolo. — Não somos favoráveis à pena de morte, não somos a favor da guerra, não odiamos gays e não somos antifeministas.

Originalmente, o termo “evangélico” foi usado pela primeira vez por Lutero e os luteranos para se referir às igrejas que abandonaram o catolicismo para seguir o Evangelho. O termo abrange não só denominações antigas e centenárias, como a luterana, a metodista e outras, mas também novas denominações.

A preocupação dos evangélicos esquerdistas americanos é que pelo fato de que a vitória de Donald Trump aconteceu principalmente graças aos evangélicos a população em geral identifique todo evangélico como conservador e apoiador de Trump — embora nem sempre Trump respeite os evangélicos conservadores que o elegeram. Na data de 500 anos da Reforma protestante, Trump deu de ombros e preferiu celebrar o Dia da Bruxas.

Para Christopher Stroop, um ex-evangélico que agora critica as igrejas evangélicas, a eleição de Trump e as políticas implementadas após sua posse estão contribuindo para os evangélicos esquerdistas abandonarem o rótulo “evangélico.”

Por pressão dos evangélicos conservadores, Trump tem assumido posturas sobre o aborto e agenda gay que, em muitos pontos, contrariam as posições dos esquerdistas em geral e dos esquerdistas evangélicos em particular.

Com informações de O Globo.

Fonte: www.juliosevero.com

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Julio Severo

O presidente Donald Trump tinha motivos abundantes para celebrar a Reforma protestante em 31 de outubro de 2017.

* A maioria dos eleitores que lhe deram a vitória em 2016 era protestante.

* Os Estados Unidos foram fundados por uma população 98 por cento de protestantes.

* O primeiro presidente dos EUA, George Washington, era protestante. Aliás, todos os presidentes americanos eram protestantes, exceto o católico John F. Kennedy e o religiosamente híbrido islâmico-protestante Barack Obama.

* Nenhuma outra nação no mundo promoveu tanto o protestantismo e a leitura da Bíblia quanto os Estados Unidos. Alguns presidentes americanos chegaram a ajudar sociedades bíblicas.

* Nenhuma outra nação no mundo enviou tantos missionários protestantes quanto os Estados Unidos. Os EUA deram ao mundo gigantes cristãos como Billy Graham, Rex Humbard, Pat Robertson e muitos outros líderes evangélicos que abençoaram as nações.

Contudo, a Casa Branca de Trump não celebrou os memoráveis 500 anos da Reforma. Foi uma data histórica, e Trump a ignorou. Isso revela muito sobre seu respeito pelos valores cristãos que fundaram os Estados Unidos.

O que ele celebrou em 31 de outubro?

Celebração do Halloween na Casa Branca

Uma simples busca pelo Google mostra que Trump passou 31 de outubro celebrando o Halloween.

Uma simples busca pelo Google também mostra que enquanto outros governos ocidentais estavam celebrando a Reforma, Trump não estava.

O portal USNews noticiou: “Família Trump Celebra Halloween na Casa Branca.”

A Rede de Televisão Cristã, de Pat Robertson, numa reportagem intitulada “Paganismo e Bruxaria: A Realidade Escura do Halloween,” disse: “Muitos não percebem que há uma realidade mais escura nessa celebração e está mergulhada em paganismo e bruxaria.” Trump conhece a Rede de Televisão Cristã, pois Robertson entrevistou exclusivamente um Trump aparentemente cristão neste ano.

Num artigo no site da revista Charisma intitulado “O Halloween é Maligno? Por que as Bruxas, os Ocultistas e os Satanistas Celebram o Halloween e Por que Você Não Deveria,” o autor Michael Snyder disse: “A noite de Halloween é uma das noites mais importantes do ano para as bruxas, ocultistas e satanistas.”

Celebração do Halloween na Casa Branca

Gostando ou não, Trump se colocou do lado das bruxas, ocultistas e satanistas e deu de ombros para o protestantismo.

Celebrar Satanás foi mais importante para ele do que celebrar o movimento cristão que engrandeceu os Estados Unidos.

Pobre América! Ela não tem um governo que reconhece os valores cristãos que a fundaram.

Tal ingratidão é muitíssimo bem-vinda por muçulmanos, bruxas, ocultistas e satanistas, que estão lutando para impor seus próprios valores religiosos nos EUA.

Talvez na próxima vez em que Trump precisar de votos numa eleição, ele devesse tentar as bruxas, ocultistas e satanistas, já que ele desprezou os eleitores evangélicos que lhe deram a vitória.

Versão em inglês deste artigo: Trump, the Reformation and Halloween

Fonte: www.juliosevero.com

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Moisés, seu patrocinador e seus bruxos

Julio Severo

Moisés foi criado no palácio do faraó, comendo sua comida, desfrutando de seu luxo e tudo o mais. Mas quando chegou a hora de atender ao chamado de Deus, Moisés estava pronto para confrontar tudo, até seu antigo “patrocinador” — o faraó. E ele fez exatamente isso: Ele confrontou poderosamente faraó e seus feiticeiros — e venceu.

Ele pertencia a Deus, não ao seu antigo patrocinador.

Só porque Deus escolheu o ímpio para “patrocinar” você em determinado tempo de sua vida não significa que você seja escravo dele e não deva confrontá-lo. Faça a vontade de Deus, não de seu antigo patrocinador.

Para confrontar Moisés, faraó teve a ajuda de seus feiticeiros, que usavam o poder de Satanás para realizar atos sobrenaturais.

Moisés derrotou a sobrenaturalidade da bruxaria com a sobrenaturalidade suprema do poder de Deus. O Deus infinitamente sobrenatural foi vitorioso, através de Moisés, contra o diabo finitamente sobrenatural, através de faraó e seus bruxos.

Primeiro, Deus, que é soberano, escolheu usar faraó e sua casa cheia de bruxarias para criar Moisés.

Depois, Deus usou Moisés para derrotar o poder sobrenatural dos bruxos de faraó, que era um homem que adorava o ocultismo e o esoterismo.

Em faraó, política e ocultismo andavam de mãos dadas. Em Moisés, política e Deus andavam de mãos dadas.

Deus pode usar esotéricos e bruxos para patrocinar você. Mas aguarde a voz dEle, que pode um dia chamar você para glorificar o nome dEle derrotando o poder demoníaco de patrocinadores envolvidos em esoterismo e bruxaria. Deus pode usar você para confrontá-los mesmo que eles sejam politicamente tão poderosos quanto o faraó.

Eles não podem acusar você de ter cuspido no prato que você comeu, assim como eles não podiam acusar Moisés de ter comido às custas de faraó. Tudo o que os faraós (os governantes ímpios deste mundo), os esotéricos e os bruxos têm para dar veio de Deus. E é Deus quem determina que eles sustentem os justos e sejam depois confrontados por eles.

Versão em inglês deste artigo: Moses, His Sponsor and His Sorcerers

Fonte: www.juliosevero.com

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