Impulsionada por grande fonte de esquerda, revista pentecostal Charisma ajuda a espalhar acusação de alegado conluio de Franklin Graham com Trump e Putin

Julio Severo

Quando a Rússia era a União Soviética, os esquerdistas dos EUA não viam nenhum problema. Agora, quando o conservadorismo ortodoxo cristão voltou ao governo russo, não é surpresa que os esquerdistas dos EUA estejam vendo todo tipo de problema na Rússia. A grande surpresa é que os direitistas americanos, inclusive seus apoiadores evangélicos, estão embarcando em uma espécie de conluio com esquerdistas americanos no mesmo sentimento de hostilidade à Rússia.

Franklin Graham e Vladimir Putin

O mais trágico é uma mídia pentecostal embarcando no mesmo conluio político. Digo trágico porque os pentecostais, os carismáticos e os neopentecostais são conhecidos por crerem e terem profecias e revelações. Mas de que vale acreditar em revelações se os pentecostais escolhem viver no baixo nível de escuros e sórdidos conluios políticos de esquerdistas ou neoconservadores (neocons), os falsos conservadores? Revelações e profecias são concedidas por Deus para dar às pessoas a chance de ver acima do baixo nível de escuros e sórdidos conluios políticos.

Em uma reportagem recente intitulada “The Russian Connection: When Franklin Graham Met Putin” (A conexão russa: quando Franklin Graham se encontrou com Putin), Charisma, que é a maior mídia pentecostal do mundo, disse:

Quando o presidente Trump ficou do lado do presidente russo Vladimir Putin… a tempestade subsequente de críticas incluiu tanto esquerdistas quanto republicanos proeminentes. Mas havia um grupo que se manteve incomumente quieto: os conselheiros evangélicos do presidente.

A reportagem de Charisma acrescentou:

Há boas razões para alguns líderes da direita cristã estarem menos do que ansiosos para lidar com as tentativas de Trump de aquecer as relações entre os EUA e a Rússia. Durante anos, os evangélicos americanos cultivaram laços com a Rússia, destacados por um encontro de 2015 entre Franklin Graham, filho do falecido Billy Graham, e Putin na Rússia.

Mas na época em que Trump foi empossado em 2017, o Kremlin se tornou o que a revista Politico descreveu como “o líder da direita cristã mundial,” em grande parte com base em uma aliança com o patriarca Kirill, da Igreja Ortodoxa Russa.

O relacionamento público de Graham com Trump remonta pelo menos a 2011, quando ele disse à ABC News: “Quanto mais você ouve [Trump], mais você diz para si mesmo: ‘Sabe, talvez o cara esteja certo.’” No ano seguinte, a fundação de Trump teria dado à organização que tem o nome do pai de Franklin Graham, a Associação Evangelística Billy Graham, um cheque de US$ 100.000 em 2012, enquanto Samaritan’s Purse, uma organização de assistência cristã também administrada por Franklin Graham, recebeu US$ 25.000 no mesmo ano e US$ 10.000 em 2013.

Enquanto isso, a influência ideológica de Putin sobre partes da direita religiosa americana remonta a pelo menos 2014.

Em março daquele ano, Putin foi destaque na capa da revista Decision, publicada pela Associação Evangelística Billy Graham, em uma edição que incluía um artigo de opinião de Franklin Graham que oferecia elogios cautelosos ao presidente russo. O líder evangélico apontou a decisão de Putin de sancionar uma lei que impede a disseminação de “propaganda de relações sexuais não tradicionais” para crianças.

“É óbvio que o presidente Obama e seu governo estão impondo a agenda gay e lésbica nos EUA hoje e se venderam completamente para aquilo que é contrário aos ensinos de Deus,” escreveu Graham. Mais adiante, ele acrescentou: “Em minha opinião, Putin está certo nessas questões. Obviamente, ele pode estar errado em muitas coisas, mas ele assumiu a posição de defender as crianças de sua nação contra os efeitos destrutivos da agenda gay e lésbica.”

Então, Charisma menciona reuniões de líderes cristãos ortodoxos russos com líderes evangélicos conservadores nos Estados Unidos como um suposto exemplo de algum tipo de “intriga.” O grande problema — e você não precisa de nenhum dom sobrenatural de profecia para vê-lo — é que a fonte de todas as acusações de intriga não é a própria Charisma. Não é também alguma mídia evangélica conservadora. A fonte foi o Religion News Service, que significa Serviço de Notícias Religiosas, que usou como sua própria fonte… Mother Jones, uma famosa revista de esquerda dos EUA.

Na verdade, Charisma reproduziu descuidadamente a reportagem completa do Serviço de Notícias Religiosas, a qual é pura propaganda contra Trump, contra Graham e contra a Rússia.

Se Charisma tivesse feito uma reportagem investigativa diligente, teria visto que o Serviço de Notícias Religiosas não era a fonte original. O Serviço de Notícias Religiosas usou uma fonte muito grande de esquerda.

A questão não é por que Mother Jones e outros esquerdistas americanos estão preocupados ou até mesmo desesperados com contatos de evangélicos conservadores com Trump e de evangélicos conservadores com a Rússia. A grande questão é por que os evangélicos, inclusive os pentecostais, estão permitindo que Mother Jones e outros esquerdistas americanos lhes ditem como deve ser seu relacionamento com Trump e a Rússia.

Pentecostais, carismáticos e neopentecostais seguindo cegamente fontes não esquerdistas é ruim. Mas seguir fontes de esquerda é muito pior.

Em uma longa reportagem intitulada “What Happened in Moscow: The Inside Story of How Trump’s Obsession With Putin Began” (O que aconteceu em Moscou: A história interna de como começou a obsessão de Trump por Putin), Mother Jones mencionou a visita de Trump à Rússia em 2013 como um ponto preocupante. Outro ponto preocupante era a lei russa proibindo a propaganda homossexual para crianças. Essa reportagem de esquerda foi a fonte para o Serviço de Notícias Religiosas e, no final das contas, e consequentemente, para Charisma.

Donald Trump e Franklin Graham

A esquerdista Mother Jones abriu o coração sobre todos os seus sentimentos ruins sobre Trump, Rússia, Graham e a lei russa contra a propaganda homossexual, dizendo:

…A Duma russa [o parlamento russo] aprovou uma lei que tornava ilegal expor crianças a informações sobre a homossexualidade. A nova medida anti-homossexualismo foi a ação mais nova de Putin para apelar para a Igreja Ortodoxa, que é conservadora, e para as forças ultranacionalistas.

Os defensores dos direitos humanos e dos direitos dos homossexuais na Rússia e em todo o mundo denunciaram a nova lei. Boicotes da vodka russa foram lançados. Houve uma campanha para mudar para outro país as Olimpíadas de Inverno, programadas para o ano seguinte em Sochi, na Rússia. Nos Estados Unidos, a [organização homossexual] Campanha de Direitos Humanos exortou Trump e a Organização Miss Universo a retirar o evento da Rússia, observando que, de acordo com a nova lei, uma competidora poderia ser processada se expressasse apoio aos direitos homossexuais.

O alvoroço por causa da lei russa anti-homossexualismo confrontou Trump com um dilema — como se distanciar da lei sem colocar em risco seu grande concurso na Rússia. A Organização Miss Universo divulgou uma declaração afirmando que “acredita na igualdade para todos os indivíduos.” Isso não impediu os protestos. O apresentador do programa de entrevistas Bravo, Andy Cohen, e a repórter de entretenimento Giuliana Rancic, que já sido apresentadora do desfile, deixaram o programa. Funcionários do Miss Universo com muita dificuldade encontraram substitutos: Thomas Roberts, um âncora abertamente gay da MSNBC, e a ex-Spice Girl Mel B.

Roberts explicou sua decisão em um editorial no MSNBC.com: “Boicotar e difamar de fora é muito fácil. Em vez disso, escolho oferecer meu apoio à comunidade LGBT na Rússia indo a Moscou e apresentando esse evento como jornalista, âncora e um homem que por acaso é gay, deixando as pessoas verem que não sou diferente de qualquer outra pessoa.”

Isso foi uma salvação para Trump. Ele concedeu a Roberts uma entrevista na MSNBC. “Eu acho que você vai fazer um trabalho fantástico,” ele disse a Roberts, “e adoro o fato de você sentir o mesmo sobre toda a situação como eu.” Inevitavelmente, a conversa se voltou para Putin e se ele apareceria no concurso. “Sei com certeza que ele quer muito vir,” disse Trump, “mas vamos ter que ver. Ainda não ouvimos falar, mas nós o convidamos.”

Embora as relações dos EUA com a Rússia estivessem nesse momento se deteriorando, Trump estava promovendo Putin como um líder astuto e forte. Em setembro, Putin publicou um artigo no jornal New York Times que se opunha a um possível ataque militar dos EUA contra o governo de Bashar al-Assad na Síria (em retaliação por seu uso de armas químicas) e que denunciou o presidente Barack Obama por se referir ao Excepcionalismo Americano. No dia seguinte, Trump na Fox News elogiou a atitude de Putin. “Isso realmente faz com que ele pareça um grande líder,” disse ele.

No mês seguinte, Trump apareceu no programa de TV de fim de noite de David Letterman. O apresentador perguntou se Trump já tinha feito negócios com os russos. “Tenho feito muitos negócios com os russos,” respondeu Trump, acrescentando: “Eles são inteligentes e são durões.” Letterman perguntou se Trump já tinha se encontrado com Putin. “Ele é um cara durão,” disse Trump. “Encontrei-me com ele uma vez.” Na verdade, não havia nenhum registro desse encontro.

Você tem um relacionamento com Putin e qualquer influência com o líder russo? Roberts perguntou a ele. Trump foi inequívoco: “Tenho realmente um relacionamento.” Ele fez uma pausa. “Posso lhe dizer que ele está muito interessado no que estamos fazendo aqui hoje. Ele provavelmente está muito interessado no que você e eu estamos dizendo hoje. E tenho certeza que ele vai ver isso de alguma forma.”

Trump mal podia conter seus elogios ao presidente da Rússia: “Olha, ele tem feito um trabalho muito brilhante em termos do que ele representa e a quem ele está representando. Se você olhar para o que ele tem feito com a Síria, se você olhar para muitas das coisas diferentes, ele realmente derrotou nosso presidente Obama. Não vamos nos enganar. Ele tem feito um trabalho incrível… Ele tem se colocado na vanguarda do mundo como líder em um curto período de tempo.”

Mas Trump decidiu participar da celebração do aniversário de 95 anos do evangelista Billy Graham no dia 7 de novembro no Grove Park Inn em Asheville, Carolina do Norte. Na Rússia, Trump disse a Goldstone que tinha sido necessário que ele aparecesse no evento de Graham: “Há algo que estou planejando para o futuro e isso é realmente importante.”

Goldstone sabia exatamente do que Trump estava falando: uma corrida para a Casa Branca. Franklin Graham, o filho do evangelista, era uma figura influente entre os conservadores cristãos. Quando Trump, dois anos antes, estava defendendo o birtherism — a teoria da conspiração infundada de que Barack Obama havia nascido no Quênia e era inelegível para ser presidente —, Graham juntou-se a esse movimento, levantando questões sobre a certidão de nascimento do presidente Obama. Aparecer nesse evento e pedir favores a Franklin Graham era uma parada obrigatória para Trump, se ele estava interessado em buscar a indicação presidencial do Partido Republicano. E valeu a pena: Trump e sua esposa Melania estavam sentados na mesa VIP junto com Rupert Murdoch e Sarah Palin. Franklin Graham mais tarde disse que Trump estava entre aqueles que “deram o coração a Cristo” naquela noite.

Então, essas são as preocupações da Mother Jones, uma das publicações mais esquerdistas dos Estados Unidos. O mistério não é por que Mother Jones e outras publicações esquerdistas americanas são tão contrárias ao envolvimento evangélico com Trump e com o conservadorismo russo hoje e o envolvimento de Trump com a Rússia. O mistério é por que os evangélicos, especialmente Charisma, usaria sua poderosa mídia para deixar um artigo de esquerda espalhar seu veneno contra Trump e o conservadorismo russo.

O problema não é apenas a falta de atenção à Palavra de Deus e profecias e revelações. É uma falta de bom senso cristão.

Enquanto Charisma e alguns pentecostais estão dando atenção a Mother Jones e outros esquerdistas, a Rede de Televisão Cristã e outros canais carismáticos estão dando atenção aos neoconservadores, os conservadores falsos. Isso também é pura falta de bom senso.

Trump é melhor que Obama e a Rússia não é pior que o Vaticano. Se os EUA têm tido um longo relacionamento e parceria com o Vaticano, por que não com a Rússia?

A Rússia é muito melhor que a ditadura islâmica da Arábia Saudita. Se os EUA têm tido um longo relacionamento e parceria com a Arábia Saudita, por que a esquerda dos EUA está tão enfurecida e desesperada para impedir os evangélicos conservadores dos EUA de uma parceria com a Rússia?

Pelo fato de que a pressão anti-Rússia dos esquerdistas e neoconservadores tem sido tão grande, em um momento em que a Rússia está mais aberta à cooperação, os EUA encontram-se, mesmo sob Trump, buscando toda razão e não-razão para impor sanções, isolar e até provocar a Rússia.

Se os EUA fizessem com o Vaticano apenas dez por cento do que estão fazendo com a Rússia, seria chamado, em meio a protestos, de hostilidade anticatólica.

Se os EUA fizessem com Israel apenas dez por cento do que estão fazendo com a Rússia, seria chamado, em meio a protestos, de hostilidade anti-Israel ou mesmo antissemitismo.

A mesma esquerda que sempre não via nenhuma razão para culpar a antiga União Soviética hoje vê toda razão e não-razão para culpar a Rússia conservadora por tudo e por nada. A incoerência deles está evidente aos olhos normais, mas por que não também aos olhos espirituais pentecostais e carismáticos de Charisma e de outros evangélicos?

Esquerdistas e neocons estão destruindo a melhor chance que os EUA já tiveram de parceria com uma Rússia conservadora.

Talvez um dos sinais mais importantes de tal parceria tenha ocorrido em 2014, em Moscou, quando o Kremlin realizou uma conferência pró-família com a participação de líderes internacionais pró-família, inclusive eu. A conferência condenou claramente o aborto, a agenda homossexual e o marxismo. O falecido Larry Jacobs, que era um grande líder no Congresso Mundial de Famílias, disse-me pessoalmente que o governo de Obama e esquerdistas americanos estavam ameaçando os americanos conservadores que estavam participando da conferência. Jacobs e outros americanos foram muito corajosos de desafiar as ameaças de Obama. Jacobs era um pentecostal das Assembleias de Deus.

O que não é surpresa é que Mother Jones viu uma conspiração conservadora na conferência pró-família em Moscou. Mas o que esperar de esquerdistas?

Os pentecostais, os carismáticos e os neopentecostais conservadores não deveriam deixar que os neoconservadores e os esquerdistas — que abraçam a Arábia Saudita e seus sangrentos petrodólares — os guiem em seu conluio odioso contra a Rússia conservadora.

Com informações de Charisma e Mother Jones.

Versão em inglês deste artigo: Spurred by Big Left-Wing Source, Pentecostal Charisma Helps Spread Accusation of Alleged Collusion of Franklin Graham with Trump and Putin

Fonte: www.juliosevero.com

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Tirando a máscara para fora! É revelado quem é o rei da censura na mídia social

A recente onda de censura de vozes conservadoras na internet feita por gigantescas empresas da tecnologia como Facebook, Twitter, YouTube e Apple espelha um plano tramado por uma coalizão de grupos progressistas financiados por George Soros para retomar o poder em Washington do governo do presidente Trump.

George Soros

Um memorando confidencial de 49 páginas para derrotar Trump trabalhando com as principais plataformas de mídias sociais para eliminar “propaganda de direita e notícias falsas” foi apresentado em janeiro de 2017 pelo fundador de Media Matters, David Brock, em um retiro na Flórida com cerca de 100 contribuintes financeiros, o jornal Washington Free Beacon noticiou na época.

Na segunda-feira, o blog Gateway Pundit notou a relação do memorando com as recentes iniciativas das gigantescas empresas da tecnologia do Vale do Silício para “banir secretamente” candidatos e especialistas políticos conservadores e remover conteúdo.

O Free Beacon obteve uma cópia do memorando “Questões de Democracia: Plano Estratégico de Ação,” participando do retiro.

O memorando descreve uma agenda de quatro anos que mobilizou Media Matters, juntamente com American Bridge, Shareblue e Citizens for Responsibility and Ethics em Washington (CREW) para atacar Trump e os republicanos. As estratégias são impeachment, expandir a missão de Media Matters para combater a “desinformação do governo,” garantir o controle democrata do Senado nas eleições de 2018, entrar com processos contra o governo Trump, monetizar a defesa política, usar um “atacante digital” para deslegitimar a presidência de Trump e prejudicar os republicanos, e fazer parceria com o Facebook para combater “notícias falsas.”

Anulando “notícias falsas” com “precisão matemática”

O Free Beacon na sua reportagem de janeiro de 2017 disse que Brock buscou arrecadar US$ 40 milhões em 2017 para suas organizações.

O documento afirma que Media Matters e grupos de extrema esquerda têm “acesso a dados brutos do Facebook, Twitter e outros sites de mídia social” para que possam “monitorar e analisar sistemicamente esses dados não filtrados.”

“Quanto mais cedo pudermos identificar uma notícia falsa, mais efetivamente poderemos anulá-la,” afirma o memorando. “Com essa nova tecnologia na ponta dos dedos, os pesquisadores que monitoram as notícias em tempo real poderão identificar as origens de uma mentira com precisão matemática, criando um sistema de alerta antecipado para notícias falsas e desinformação.”

Media Matters se reuniu com o Facebook, que se gaba de possuir cerca de 2 bilhões de membros em todo o mundo, para discutir como reprimir notícias falsas, de acordo com o memorando.

A gigantesca empresa da mídia social recebeu “um mapa detalhado da constelação de páginas de direita no Facebook que foram os maiores fornecedores de notícias falsas.”

O memorando de Brock também diz que Media Matters deu ao Google “as informações necessárias para identificar 40 dos piores sites de notícias falsas,” para que pudessem ser banidos da rede de publicidade do Google.

O Gateway Pundit apontou que, em 2016, o Google executou esse plano no blog Gateway Pundit e em outros sites conservadores, inclusive o Breitbart, o Drudge Report, Infowars, Zero Hedge e Conservative Treehouse.

O Facebook, enquanto isso, mudou seu algoritmo de newsfeed, ostensivamente para combater “notícias falsas,” causando uma redução abrupta no tráfego de muitos sites conservadores.

O próprio presidente Donald Trump foi afetado, com seu engajamento no Facebook caindo 45%.

Um estudo realizado em junho pela Gateway Pundit revelou que o Facebook eliminou 93% do tráfego das principais agências de notícias conservadoras.

O Western Journal, em seu próprio estudo, revelou que, enquanto os esquerdistas que publicam notícias viram um aumento de aproximadamente 2% no tráfego de internet do Facebook depois das mudanças no algoritmo, sites conservadores viram uma perda de tráfego de cerca de 14%.

 “Impulso totalitário” da esquerda

O diretor da campanha de 2020 do presidente Trump acusou na semana passada as empresas gigantescas do Vale do Silício de estarem sufocando a liberdade de expressão, particularmente o discurso conservador, manifestando o “impulso totalitário inerente” da esquerda.

Na sexta-feira, o Facebook parecia estar banindo secretamente o site de educação sem fins lucrativos PragerU, fundado pelo apresentador de talk shows Dennis Prager, causando uma queda no engajamento de 99,9999 por cento ao remover dois vídeos considerados como “discurso de ódio.”

Depois que o Facebook rejeitou um anúncio altamente inspirador de um candidato republicano ao Congresso que incluía imagens que mostravam a perseguição de seus pais sob o regime comunista do Khmer Vermelho no Camboja, o Twitter seguiu com sua própria proibição.

O WND noticiou no início deste mês que o Facebook baniu um anúncio de vídeo pró-vida de um candidato judicial, dando a mesma explicação.

Em 6 de agosto, o WND informou que o Facebook, o YouTube e a Apple baniram o comentarista Alex Jones e seu site Infowars em poucas horas um do outro.

No mês passado, o WND informou que muçulmanos moderados e ativistas antiterroristas estavam sendo cada vez mais restringidos pelo Vale do Silício, enquanto conteúdo terrorista permanece nas plataformas de mídia social, de acordo com pesquisadores.

O diretor da campanha de Trump, Parscale, disse na semana passada que a proibição de Jones “inevitavelmente levará ao silenciamento de pessoas com opiniões muito menos controversas.”

“O que estamos vendo nas grandes empresas de tecnologia é o impulso totalitário inerente da esquerda entrar em foco total,” disse Parscale.

Traduzido por Julio Severo do original em inglês do WND (WorldNetDaily): Mask off! Social-media censor king revealed

Fonte: www.juliosevero.com

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Presidente da Igreja Evangélica de Confissão Luterana do Brasil intimida e ameaça pastores de sua denominação que compartilharem denúncia de Julio Severo contra defensores luteranos de Lula e da Teologia da Libertação

Julio Severo

Em carta de 17 de agosto de 2018 dirigida a todos os pastores da Igreja Evangélica de Confissão Luterana do Brasil (IECLB), seu presidente, Pr. Nestor Paulo Friedrich, disse: “Tenho acompanhado com indignação as manifestações envolvendo a IECLB nas redes sociais, agora também com ataques pessoais!”

Templo da IECLB

Ele então explica o que são os supostos ataques pessoais:

“O autor de um texto acusa ‘os líderes da IECLB de defender Lula e o aborto’. Acompanha uma foto de culto de ordenação. Trata-se de uma manifestação de calúnia e ódio! Alerto que, compartilhar um texto assim, torna-me conivente com tal manifestação de calúnia e ódio. Pior ainda é quando um Ministro ou Ministra compartilha tal texto sem antes conferir a veracidade do que ali está sendo afirmado.”

O presidente da IECLB se refere ao artigo “Líderes da Igreja Evangélica de Confissão Luterana do Brasil apoiam Lula e o aborto desrespeitando suas próprias congregações,” que é de minha autoria.

Enquanto que o que está mais destacado na carta dele são as palavras “calúnia e ódio,” o que está mais destacado no meu artigo são as palavras “Teologia da Libertação e Teologia da Missão Integral.”

Ataques pessoais, como palavrões e adjetivos maliciosos, estão ausentes do meu artigo. Essa ausência invalida completamente a falsa acusação de Friedrich de que meu texto contém supostos “ataques pessoais.”

Denunciar que Walter Altmann, ex-presidente da IECLB, é um famoso defensor internacional da Teologia da Libertação não constitui calúnia nem ataque pessoal.

Denunciar que Lusmarina Campos, que é pastora da IECLB, defendeu o aborto no Supremo Tribunal Federal não constitui calúnia nem ataque pessoal.

Denunciar que o presidente da IECLB assinou manifesto em apoio a Lula não constitui calúnia nem ataque pessoal, pois o link do manifesto veio registrado, com a devida assinatura, no meu artigo.

Para que a acusação de Friedrich (de que meu artigo é uma manifestação de calúnia e ódio) tenha fundamento, primeiro ele precisa provar que o que escrevi é calúnia, que significa “mentira, falsidade e invenção.”

Ele precisa provar que pastores principais da IECLB não defendem a Teologia da Libertação e a Teologia da Missão Integral. Se ele conseguir provar que Walter Altmann na verdade combate ambas as teologias, serei obrigado a reconhecer que caluniei ao dizer que Altmann e outros pastores da IECLB defendem a Teologia da Libertação e a Teologia da Missão Integral.

Se ele conseguir provar que pastores da IECLB não defendem o aborto e nenhum pastor da IECLB nunca foi ao Supremo Tribunal Federal para defender o aborto, sua acusação de calúnia terá base para me punir legalmente. Então terei de reconhecer que caluniei ao dizer que uma pastora da IECLB foi ao Supremo Tribunal Federal defender o aborto.

Se ele conseguir provar que nenhum pastor da IECLB foi visitar Lula na cadeia para prestar solidariedade, então serei obrigado a reconhecer que cometi calúnia ao dizer que o vice-presidente da IECLB foi visitar o criminoso condenado Lula.

Apesar de tudo, reconheço que o presidente da IECLB está certo numa acusação: ódio. Confesso que tenho profundo ódio da Teologia da Libertação e da Teologia da Missão Integral, que são ideologias marxistas que parasitam a missão da Igreja, usando-a como plataforma de causas estranhas ao Evangelho.

Sim, reconheço que sou culpado desse tipo de ódio. Portanto, se existe na lei alguma cláusula que pede punição e prisão para alguém que odeia essas duas teologias, então mereço punição e prisão!

Se Friedrich quiser saber a razão por que odeio tanto a Teologia da Libertação e a Teologia da Missão Integral, a explicação é muito simples: É porque amo Jesus Cristo e Seu Evangelho puro.

O discursinho de “ódio” é o mesmo discurso da esquerda, que apela dizendo que oposição ao aborto é “ódio” às mulheres, que oposição à doutrinação homossexual de crianças é “ódio” às crianças e que oposição à agenda gay é “ódio” aos homossexuais.

Agora, na versão do presidente da IECLB, “calúnia e ódio” é fazer oposição à Teologia da Libertação e a Teologia da Missão Integral!

Se com esse discurso patentemente marxista ele quisesse amedrontar só a mim, ele teria enviado sua carta blefadora diretamente para mim. O fato de que ele enviou aos pastores é sinal de que ele quer intimidá-los com tais blefes, acusando de calúnia e “ataques pessoais” um artigo que apenas desmascara a defesa de Lula, do aborto, da Teologia da Libertação e da Teologia da Missão Integral.

A ameaça de processo é contra o autor do texto (eu mesmo!) e aos compartilhadores. Isso ficou evidente no trecho da carta onde Friedrich diz: “Alerto que, compartilhar um texto assim, torna-me conivente com tal manifestação de calúnia e ódio.”

Sua carta foi na verdade uma manifestação de bullying, intimidação e autoritarismo. Sendo-lhe impossível negar que a IECLB está infestada de líderes que promovem a Teologia da Libertação e a Teologia da Missão Integral, o presidente da IECLB apelou para a tática de amedrontar os pastores de sua denominação com uma carta com falsas acusações.

Acusar, sem base alguma, de ódio e calúnia e ao mesmo tempo intimidar é tática tipicamente esquerdista. Ameaçar de processo a mim e aos pastores que compartilham meu artigo é conduta esquerdista.

Não fui o único que percebi a intimidação do presidente da IECLB. Em email enviado a todos os pastores da IECLB, o pastor emérito Werner Dietz denunciou:

Aos Ministros e Membros da IECLB!

Eu nem sei com que palavras manifestar meu desconforto com a Direção da IECLB, encabeçada hoje pelo colega P. Dr. Nestor Paulo Friedrich.

1.- Em primeiro lugar ele, Nestor, persegue e permite que sejam perseguidos membros da nossa Igreja. Não me refiro somente ao fato de a IECLB PROCESSAR um membro por ele ter externado o seu ponto de vista. Onde estamos? A DIREÇÃO da Igreja processando aqueles que a sustentam financeiramente? Amanhã a IECLB não vai mais ter MEMBROS, que foram todos espantados porque não queriam se ver processados, e sobra apenas uma DIREÇÃO, mas que então pode dizer: “Nós ganhamos na justiça!”

Hoje a DIREÇÃO da IECLB persegue um membro simplesmente por ter passado adiante um LINK em que uma verdade sobre a IECLB está sendo apontada: o desvio DOUTRINÁRIO, MORAL e POLÍTICO da DIREÇÃO da IECLB – com uma foto de uma cena de ordenação de pastores em que aparece o Presidente da IECLB (“Por postar no facebook invadiram a minha conta, denunciaram e o face me bloqueou.”).  O nosso Pastor Presidente não gostou que tenha sido usada indevidamente uma FOTO ilustrativa. Depois de tirada a FOTO, ele se tranquilizou; só que isso não mudou o conteúdo pesado do LINK com a VERDADE contra a DIREÇÃO DA IECLB! A liderança da IECLB CONTINUA a defender o aborto, além de um bandido condenado por roubo, bem como os seus asseclas. Para a nossa Direção o sistema judiciário brasileiro é que é o criminoso, e não a bandidagem que desmontou a economia do nosso País e depenou a Petrobrás, para ficar só nestes dois exemplos. 

2.- Hoje recebo um LINK da parte da PRESIDÊNCIA DA IECLB (“Compartilhamos, através do link http://www.aplicativosieclb.org.br/docs/267020.pdf , carta do Pastor Presidente da IECLB, Dr. Nestor P. Friedrich”). Neste ele tenta remendar o uso político a que a IECLB está sendo submetida nas últimas décadas.

Coitado do Pastor Presidente, ele se queixa de “ódio e calúnia.”

“Forte Abraço” Ai do abraço dela!

Werner J. Dietz

Se não houver reação de luteranos conservadores contra as investidas de luteranos esquerdistas, as palavras de Jesus se cumprirão na IECLB:

“E Jesus disse ainda: —Eu digo isso para que vocês não abandonem a sua fé. Vocês serão expulsos das sinagogas, e chegará o tempo em que qualquer um que os matar pensará que está fazendo a vontade de Deus. Eles vão fazer essas coisas porque não conhecem nem o Pai nem a mim. Mas eu digo isso para que, quando essas coisas acontecerem, vocês lembrem que eu já os tinha avisado.” (João 16:1-4 NTLH)

Parafraseando:

“Eu digo isso para que vocês não abandonem a sua fé. Vocês serão expulsos da IECLB, e chegará o tempo em que líderes da IECLB que intimidarem, caluniarem e ameaçarem vocês de processo pensarão que estão fazendo a vontade de Deus. Eles vão fazer essas coisas porque não conhecem nem o Pai nem a mim. Mas eu digo isso para que, quando essas coisas acontecerem, vocês lembrem que eu já os tinha avisado.”

Fonte: www.juliosevero.com

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Julio Severo busca mobilizar os cristãos a orações diárias com “Prophetic Prayers” (Orações Proféticas)

Meninas corajosas rechaçam, com táticas impressionantes, homem que tentou sequestrá-las

Carly Hoilman-Faithwire

Um homem que tentou realizar um sequestro encontrou vítimas à altura no fim de semana quando tentou agarrar quatro meninas do lado de fora de uma loja de conveniência em Michigan, EUA. As meninas corajosas frustraram seu agressor jogando café quente nele e resistindo, de acordo com a polícia.

O confronto aconteceu na noite de sexta-feira, quando Bruce Hipkins, de 22 anos, seguiu as meninas, com idades entre 11 e 14 anos, quando elas saíram de uma loja de conveniência em Millington, Michigan, informou o canal televisivo noticioso ABC News. Segundo a polícia, Hipkins agarrou uma das meninas e “disse que ela ia com ele.”

“As outras três meninas chutaram, bateram e jogaram café quente nele,” disseram policiais do Departamento de Polícia de Millington em comunicado no sábado. “O suspeito largou a menina e pegou outra das meninas pelos cabelos. O suspeito foi novamente chutado e atingido pelas meninas até que ele a soltou e fugiu a pé.”

As irmãs Allison e Lauren Eickhoff, de 11 e 13 anos, relembraram o encontro traumático em uma entrevista à WJRT-TV.

“Ele disse: ‘Você vem comigo.’ E tipo, ele agarrou meu rosto,” disse Allison.

“Isso não pode estar acontecendo,” ela pensou na hora. “Eu pensei que era um teste no começo, mas na hora fiquei pensando, ‘Isso é real.’”

A irmã mais velha de Allison, Lauren, disse que gritou e fez tudo o que pôde para deter o agressor. O pai das meninas ensinou-as a resistir se sentissem que estavam em uma situação perigosa, acrescentou Lauren.

“Peguei minha bebida e joguei na cabeça dele. Tentei, dei-lhe um soco na cabeça,” ela disse. “Ver que sua irmãzinha seria pega é muito assustador.”

Todas as quatro meninas conseguiram escapar ilesas e correram para um hotel próximo, onde ligaram para relatar o incidente.

Os policiais rastrearam Hipkins minutos depois, de acordo com o WJRT, e o prenderam sob acusações de aprisionamento ilegal, agressão e violência e duas acusações de conduta sexual criminosa, informou a ABC.

Desde terça-feira, Hipkins está sendo mantido na Cadeia do Condado de Tuscola em uma fiança de US$ 250.000.

Traduzido por Julio Severo do original em inglês da Rede de Televisão Cristã do EUA (Christian Broadcasting Network): Brave Young Michigan Girls Fight off Would-Be Kidnapper With Impressive Tactics

Fonte: www.juliosevero.com

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O local de nascimento do parlamentar trabalhista britânico Harold Wilson é o mais recente local de um escândalo de abuso sexual infantil. Huddersfield.

Acusações foram feitas contra 31 pessoas, 12 das quais não podem ser nomeadas para fins legais, por delitos que vão desde facilitar a prática de crime sexual infantil até estupro de meninas novas, com idades entre 12 e 18 anos. Os crimes ocorreram entre 2005 e 2012.

A maioria dos acusados é da área de Huddersfield e Dewbury, situada entre Leeds e Manchester. Uma mulher e 30 homens foram acusados e devem comparecer ao Tribunal de Magistrados de Kirklees nos dias 5 e 6 de setembro.

O jornal Huddersfield Daily Examiner publicou a lista de réus e as acusações contra eles. A lista é a seguinte:

Mohammed Sajjad, de 31 anos, de Huddersfield, tem contra si quatro acusações de estupro de uma vítima do sexo feminino entre 13 e 15 anos, um estupro de uma menina de menos de 13 anos e por facilitar a prática de crime sexual infantil.

Banaras Hussain, de 37 anos, tem contra si uma acusação de estupro de uma vítima do sexo feminino de mais de 16 anos.

Mubasher Hussain, de 35 anos, de Huddersfield, é acusado de estupro de uma vítima do sexo feminino de 13 a 15 anos e de agressão sexual.

Banaris Hussain, de 35 anos, de Huddersfield, tem contra si uma acusação de estupro de uma garota de 13 a 15 anos.

Mohammed Suhail Arif, de 30 anos, também de Huddersfield, é acusado de estupro de menina entre 13 e 15 anos.

Shaqeel Hussain, de 35 anos, de Dewsbury, é acusado de estupro de uma vítima do sexo feminino de 13 a 15 anos e de duas acusações de tráfico.

Iftikar Ali, de 37 anos, de Huddersfield, é acusado de tentativa de estupro de uma menina entre 13 e 15 anos e três acusações de estupro de uma menina de 13 a 15 anos.

Fehreen Rafiq, de 38 anos, de Huddersfield, tem contra si duas acusações de facilitar a prática de crime sexual infantil.

Umar Zaman, de 30 anos, de Huddersfield, tem contra si duas acusações de estupro de uma vítima do sexo feminino de 13 a 15 anos.

Basharat Hussain, de 31 anos, de Huddersfield, tem contra si duas acusações de estupro de uma vítima do sexo feminino de 13 a 15 anos.

Amin Ali Choli, de 36 anos, de Huddersfield, tem contra si duas acusações de estupro de uma vítima do sexo feminino de mais de 16 anos de idade.

Samuel Fikru, de 30 anos, tem contra si duas acusações de estupro de vítimas do sexo feminino entre 13 e 15 anos.

Abdul Majid, de 34 anos, tem contra si duas acusações de estupro de vítimas do sexo feminino entre 13 e 15 anos.

Mohammed Dogar, de 35 anos, de Huddersfield, tem contra si duas acusações de facilitar a prática de crime sexual infantil.

Usman Ali, de 32 anos, de Huddersfield, em contrasi duas acusações de estupro de uma vítima do sexo feminino de 13 a 15 anos.

Mohammed Waqas Anwar, de 29 anos, de Huddersfield, tem contra si cinco acusações de estupro de uma vítima do sexo feminino de 13 a 15 anos.

Gul Riaz, de 42 anos, de Huddersfield, é acusado de estupro de uma vítima do sexo feminino de 13 a 15 anos.

Mohammed Akram, de 4 anos, tem contra si duas acusações de tráfico, com vista à exploração sexual de uma vítima do sexo feminino e à violação de uma vítima do sexo feminino de 14-15 anos.

Manzoor Akhtar, de 29 anos, é acusado de tráfico e três acusações de estupro de uma vítima do sexo feminino de 13 a 15 anos.

Traduzido por Julio Severo do original em inglês do Voz da Europa: Five Mohammeds and others charged for abusing girls as young as 12 in Huddersfield, UK

Fonte: www.juliosevero.com

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Facebook censura comentário sobre lésbicas, mas não censura comentários homossexuais contra Jesus Cristo

Julio Severo

Poucos minutos atrás recebi a seguinte mensagem do Facebook:

Este post vai contra nossos Padrões Comunitários.

Só você pode ver este post porque vai contra nossos padrões sobre discurso de ódio.

Em seguida, o Facebook mostrou o comentário “ofensivo”: “As duas sapatonas foram mau exemplo.” Esse não foi um post de Facebook em minha conta. Foi apenas um comentário na página de uma amiga conservadora.

Então, o Facebook me disse:

Você Está Temporariamente Bloqueado de Postar

Esse bloqueio temporário durará 30 dias, e você não poderá postar no Facebook até o fim do bloqueio.

Se você postar algo que vai contra nosso padrão de novo, sua conta será bloqueada por outros 30 dias.

Por favor tenha em mente que pessoas que frequentemente postam coisas que não são permitidas no Facebook poderão ter suas contas permanentemente desativadas.

Assim, minha conta de Facebook (https://www.facebook.com/julio.severo) estará bloqueada por trinta dias (em vigor a partir de 17 de agosto de 2018) não porque defendi violência contra lésbicas. Fui bloqueado porque usei o termo bastante popular “sapatona”!

Recentemente, um cantor homossexual brasileiro chamou Jesus de “gay,” “travesti” e “transexual.” Seu comentário ofensivo inundou as páginas do Facebook em todo o Brasil, e não houve censura ou bloqueio registrado contra o que o ativista homossexual disse contra Jesus. No entanto, pelo fato de que eu simplesmente disse que o comportamento de duas “sapatonas” foi um mau exemplo, o Facebook, que não viu nenhum discurso de ódio em um homossexual xingando Jesus, está me punindo com um bloqueio de 30 dias da minha conta. Então tenho a obrigação de dizer que a conduta de lésbicas “honradas” é um bom exemplo, principalmente para crianças?

Esses são os padrões do Facebook: Qualquer termo popular que os homossexuais não gostam é “discurso de ódio,” mas quando suas palavras sujas contra Jesus Cristo inundam o Facebook, não há nenhum discurso de ódio.

Esse não é o primeiro bloqueio de 30 dias do Facebook contra mim.

De 10 de junho a 10 de julho, minha conta do Facebook foi bloqueada por causa de um post contra a violência sexual islâmica contra meninas europeias.

O mês inteiro de fevereiro de 2018 estive bloqueado porque denunciei a agenda homossexual e a invasão islâmica da Europa. Veja meu artigo: Por que o Facebook atormenta e censura os cristãos?

O Facebook também impôs um bloqueio de 30 dias contra mim em dezembro de 2017, porque mencionei o dever cristão de amar os pecadores, inclusive os homossexuais. Você pode ler meu artigo aqui: Por que o Facebook concede liberdade de expressão para radicais anticristãos e impõe censura nos cristãos?

E em junho de 2017 o Facebook impôs outro bloqueio de 30 dias contra mim porque eu estava informando sobre brasileiros que foram multados por chamarem um homossexual de “bicha.” Veja meu artigo: “Facebook, censura, palavrões, xingamentos e linguagem suja.” Nesse caso, o Facebook recuou depois que uma organização jurídica da Califórnia ameaçou processar o Facebook em meu nome. Por causa da ameaça legal, o Facebook reconheceu que suas ações foram de censura. Veja meu artigo: Facebook reconhece sua própria censura contra Julio Severo. E agora?

Talvez um dos atos mais vergonhosos do Facebook contra mim foi censurar Levítico 18:22, um famoso versículo da Bíblia que eu publiquei no meu perfil, mas o Facebook não gostou e o removeu. Veja meu artigo: Socorro! O Facebook está censurando versículos da Bíblia

Essa censura contra um versículo da Bíblia imediatamente se tornou manchete no WND (WorldNetDaily), numa reportagem intitulada “Famoso versículo da Bíblia intolerável demais para o Facebook.”

Devido a esse escândalo, o Facebook entrou em contato com o WND com esta mensagem:

“Logo que fomos notificados do problema, começamos a investigar e restauramos o conteúdo logo que pudemos identificar o erro. O conteúdo foi restaurado já que não violava nossos padrões. Informamos ao Sr. Severo acerca do restabelecimento e fizemos um pedido de desculpas pelo erro.” (Veja a reportagem traduzida do WND “Facebook finalmente responde sobre sua censura a versículo picante da Bíblia”)

No entanto, o post da Bíblia não foi restaurado e eu nunca recebi nenhum pedido de desculpas do Facebook.

Se o dono do Facebook, que é um judeu esquerdista, não se importa nem mesmo com Levítico 18:22, um famoso versículo das Escrituras judaicas, por que ele se importaria com um post que ataca a violência sexual islâmica contra garotas europeias?

O que eu fico tentando imaginar é: Como é que pode um judeu, que pertence a uma raça e religião historicamente oprimidos por muçulmanos, censurar meu esforço para denunciar a violência sexual islâmica?

No início deste ano, um judeu denunciou o Facebook por excluir Israel e incluir a Palestina. O presidente do Facebook, Mark Zuckerberg, é contra sua própria raça e cristãos evangélicos, os aliados mais importantes dos judeus?

Digam ao Sr. Zuckerberg que Julio Severo é um evangélico defensor apaixonado da Bíblia e de Israel em suas fronteiras bíblicas.

Versão em inglês deste artigo: Facebook Censors Comment about Lesbians But It Does Not Censor Homosexual Comments against Jesus Christ

Fonte: www.juliosevero.com

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Famoso versículo da Bíblia intolerável demais para o Facebook

Manchete de hoje no WND (WorldNetDaily): Censura do Facebook contra post de Julio Severo citando Levítico 18:22

Socorro! O Facebook está censurando versículos da Bíblia

Facebook exclui Israel e inclui Palestina

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Facebook reconhece sua própria censura contra Julio Severo. E agora?

Facebook, censura, palavrões, xingamentos e linguagem suja

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Cantor homossexual chama Jesus de “gay”, “travesti” e “transexual”, sofre repercussão negativa e recebe solidariedade da ONU

Julio Severo

“Eu estou aqui hoje pra dizer pra vocês que Jesus é travesti, sim, Jesus é transexual, sim, Jesus é bicha, sim, p*! Pode vaiar a vontade. Enfia a vaia no c*,” disse um cantor homossexual durante seu show no Brasil em julho passado.

Houve reação negativa imediata, não de grupos de direitos humanos e do governo. A reação veio da população brasileira, especialmente de grupos católicos e evangélicos.

O comentário ofensivo contra Jesus foi feito por Johnny Hooker, um cantor homossexual brasileiro que foi nomeado como “campeão” na campanha Livres e Iguais pelo escritório da ONU no Brasil em 17 de maio, o Dia Internacional Contra Homofobia, Transfobia e Bifobia.

De acordo com a ONU no Brasil, o convite foi feito ao homossexual brasileiro porque “assim como Johnny, a ONU Brasil acredita que a visibilidade de pessoas LGBTI nos mais variados espaços da sociedade é fundamental para mudar as mentes e tocar as vidas das pessoas.”

Assim, parece que a luta contra a alegada homofobia equivale a lançar ataques ofensivos contra Jesus Cristo e seus seguidores. Pelo menos, essa é a conclusão prática pela resposta da ONU, que não demitiu Hooker de sua campanha, mas publicou uma nota no Twitter dizendo: “Em solidariedade a Johnny Hooker contra ataques de ódio e discriminação.”

O tuíte de solidariedade da ONU também continha o link para uma entrevista de Hooker com a ONU. Na entrevista, intitulada “‘A gente vai resistir’, diz novo campeão da igualdade da ONU,” a ONU lhe fez várias perguntas sobre sua homossexualidade, inclusive “Que mensagem você gostaria de passar para as pessoas sendo agora campeão da igualdade da Livres & Iguais?”

Hooker respondeu: “É uma grande responsabilidade e uma grande alegria ser um dos campeões da igualdade da ONU Brasil. Eu fico muito honrado.”

Se usar uma posição e cargo da ONU para abusar e ofender Jesus é ser um “campeão,” será que Hooker poderia também tentar ser um campeão contra Maomé na Arábia Saudita?

Contudo, o que esperar de um ativista que usa como sobrenome “Hooker,” nome em inglês que significa “prostituta”?

Respondi ao tuíte absurdo da ONU: “Esse cantor cometeu OFENSAS graves aos cristãos do Brasil. Se vc acha que isso não é nada, favor mandá-lo à Arábia Saudita para que ele faça lá com Maomé a mesma coisa que ele fez com Jesus.”

Se esse cantor homossexual fosse corajoso, ele iria para a Arábia Saudita e diria: “Eu estou aqui hoje pra dizer pra vocês que Maomé era travesti, sim, Maomé era transexual, sim, Maomé era bicha, sim, p*! Pode vaiar a vontade. Enfia a vaia no c*.”

Depois da típica reação negativa saudita, gostaria de ver a ONU dizendo: “Em solidariedade a Johnny Hooker contra os ataques de ódio e discriminação.”

Tenho certeza de que os sauditas saberiam como “recompensar” o cantor homossexual por seus insultos contra Maomé! E a ONU acabaria dizendo: “Em memória de Johnny Hooker, morto pelo ódio e discriminação islâmica na Arábia Saudita.”

A campanha Livres e Iguais da ONU é uma hipocrisia total. A ONU quer os ativistas homossexuais livres para ofender os cristãos e seus valores, concedendo-lhes proteção total contra punições por seus atos e palavras ofensivas.

No ano passado, três vizinhos brasileiros foram condenados a pagar US$ 1.500 cada um por chamarem um homossexual de “veado.” Pelo fato de que só noticiei esse caso, o Facebook bloqueou minha conta por 30 dias.

Os homossexuais brasileiros chamam uns aos outros de “veado.” Mas obviamente só eles têm o direito de insultar.

Então, se um indivíduo pode ser multado em US$ 1.500 por proferir um único insulto contra um homossexual, por que um homossexual não pode ser multado por proferir vários insultos contra Jesus e os cristãos? Por que Hooker deveria ser poupado de uma multa de US$ 1.500 por cada um de seus insultos (Jesus é travesti, Jesus é transexual, Jesus é gay)?

Por que a conta de Facebook dele não é bloqueada por 30 dias?

A ONU não quer igualdade para homossexuais como Hooker. Ela os quer livres para insultar os cristãos e se você mencionar que na Arábia Saudita esse comportamento ofensivo é punido com a pena de morte, há o papo furado de “islamofobia.” Os cristãos não têm permissão de reagir a insultos homossexuais e não têm permissão de dizer que os muçulmanos matam homossexuais.

Enquanto os cristãos apenas protestam contra insultos homossexuais, os muçulmanos matam homossexuais, mesmo quando eles não insultam ninguém. Mas a campanha Livres e Iguais não está atrás de muçulmanos que matam homossexuais. Está atrás de cristãos que não matam os homossexuais.

“Livres e Iguais” nada mais é do que pura propaganda fajuta da ONU. Deveria ser chamada de “Livres para Insultar Cristãos.” Essa campanha da ONU simplesmente não critica cristãos progressistas, como Desmond Tutu, um membro de “Livres e Iguais” que disse que prefere ir para o inferno a ir a um céu homofóbico.

O Brasil tem sido um aliado especial da ONU e de outros propagandistas internacionais da agenda homossexual. Em 2015, Randy Berry, Embaixador Especial do Departamento de Estado dos EUA para os Direitos Humanos de Indivíduos LGBTI, visitou o Brasil para engajar o governo brasileiro na luta contra a “homofobia” internacional. O cargo de embaixador especial dos Estados Unidos para os Direitos Humanos de Indivíduos LGBTI, o único posto governamental na história mundial para a propaganda homossexual internacional, foi criado por Obama e não foi abolido por Trump.

Curiosamente, Berry e a Campanha “Livres e Iguais” da ONU nunca visitaram a Arábia Saudita, um aliado próximo dos EUA, para envolver a ditadura islâmica saudita na luta contra a “homofobia” internacional.

Com informações da ONU Brasil e Globo.

Versão em inglês deste artigo: Brazilian Homosexual Singer Calls Jesus “Gay,” “Transvestite” and “Transsexual,” Gets Backlash and Receives U.N. Solidarity

Fonte: www.juliosevero.com

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