Maior conferência conservadora dos EUA bane organização cristã pró-família e aprova grupo homossexualista

Julio Severo

A Conferência de Ação Política Conservadora (CAPC), a maior e mais antiga conferência “conservadora” anual dos Estados Unidos, abruptamente baniu a organização pró-família MassResistance como expositor em seu encontro nacional para 21-24 de fevereiro enquanto ao mesmo tempo permitiu que o grupo homossexualista Log Cabin Republicans permanecesse. Log Cabin Republicans é uma ala de militantes homossexuais dentro do Partido Republicano. Veja o Log Cabin Republicans em ações homossexuais aqui: https://youtu.be/saztH0Xl9zc

“Conservador” pró-sodomia Jeb Bush dando palestra na CAPC

A CAPC havia oficialmente aprovado MassResistance em janeiro, mas dias atrás Dan Schneider, diretor-executivo da CAPC, desconvidou a organização. A CAPC justificou sua decisão citando a postura bíblica dessa organização na guerra cultural — principalmente contra a agenda transgênero nas escolas públicas.

Com o banimento de MassResistance da lista de expositores, nenhuma organização exclusivamente pró-família e pró-casamento estará presente na CAPC.

“Nos três anos passados — inclusive neste ano — o grupo homossexual radical Log Cabin Republicans (LCR) tem sido um patrocinador e expositor na CAPC,” explicou Brian Camenker, fundador e presidente de MassResistance. “Antes disso, outro grupo homossexual chamado GOProud [Republicanos Gays Orgulhosos] foi um expositor oficial em 2009 e 2010.”

“O LCR faz muita campanha para homossexualizar o Partido Republicano e para levar à nomeação de autoridades e juízes LGBT,” continuou Camenker. “Eles lutam para aprovar leis ‘antidiscriminação’ LGBT que são usadas para punir lojas e empresas cristãs. Eles têm feito muitas campanhas para forçar a aceitação de homossexuais assumidos — e recentemente transgêneros — nas forças armadas dos EUA. Eles colocaram um anúncio na revista USA Today para denunciar fortemente o comitê de plataforma do Partido Republicano de 2016 por apoiar o casamento tradicional. Eles se gabam de que estão ‘criando mudança.’”

Não é só a presença de grupos homossexualistas e transgêneros na CAPC que preocupa o fundador de MassResistance.

“Em 2016 e 2017 o grupo Eleitor Ateu foi um expositor na CAPC,” disse Camenker. “Em 2015, sua organização mãe, Ateus Americanos, recebeu permissão de ser um dos principais palestrantes. Essa organização faz campanha para estabelecer políticas governamentais sem Deus, remover a ‘ideologia cristã’ de todos os órgãos governamentais, revogar isenções religiosas de leis LGBT onerosas e estabelecer mais leis de denúncia contra as igrejas. Eles também apoiam a agenda LGBT, ‘direitos’ de aborto e ‘lutam contra a educação de abstinência até o casamento.’”

“É inconcebível que uma organização que se autoproclame conservadora como a CAPC proíba um estande de patrocínio para uma grande organização pró-família como MassResistance — enquanto permite que o grupo de ativistas gays Log Cabin Republicans patrocine um estande na mesma conferência,” disse Peter LaBarbera, fundador e presidente de Americanos em Favor da Verdade acerca da Homossexualidade (cuja sigla em inglês é AFTAH). O que é interessante é que a entidade precursora de AFTAH foi lançada na CAPC 25 anos atrás.

“Está tudo de cabeça para baixo,” continuou LaBarbera. “É o Log Cabin Republicans, que faz cruzadas para avançar o ‘casamento’ homossexual, que está minando o conservadorismo. Peço que a CAPC e seu presidente Matt Schlapp revertam essa decisão horrível.”

LaBarbera disse que o conservador social veterano Camenker é um “corajoso herói pró-família.”

“Brian vem lutando contra a agenda gay e transgênera radical há décadas, e nunca vacilou. Ele certamente não merece ter seu bom nome manchado e sua organização expulsa da CAPC.”

“A CAPC precisa parar de paparicar ativistas LGBTQ e de defender essa paparicação como algo certo. Banir líderes que defendem valores morais é uma tática da esquerda, não da direita,” ele acrescentou.

“É simplesmente inconcebível que uma organização ‘conservadora’ acolha ativistas homossexuais enquanto bane a principal organização nacional de base que combate o lobby LGBTQ (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Queer). É por isso que peço que a União Conservadora Americana, que dirige a CAPC, reverta sua decisão e permita que MassResistance tenha um estande. O boletim Lambda Report, que é o predecessor da AFTAH, foi lançado na CAPC 25 anos atrás. Por isso, esse absurdo politicamente correto mais recente me machuca pessoalmente. Como havíamos predito, homossexuais assumidos e arrogantes estão agora corrompendo o conservadorismo e o Cristianismo nos EUA; é incompatível com ambos.”

Quando o banimento de MassResistance virou escândalo depois que foi denunciado por LaBarbera, LifeSiteNews e outros sites pró-vida, a CAPC convidou o Conselho de Pesquisa da Família (CPF) para ter um estande, como estratégia de último minuto para acobertar seu banimento escandaloso contra MassResistance. Essa estratégia mal ajuda a CAPC, pois se o CPF estará presente como organização conservadora contra a agenda homossexual, por que não há nenhum espaço para muitas outras excelentes organizações conservadoras que lutam contra a agenda homossexual? Esse é um escândalo maior, pois é inconcebível que a “maior conferência conservadora” dos EUA não tenha convidado todas as maiores organizações conservadoras dos EUA. Aliás, depois de saber da ação contra MassResistance, Peter LaBarbera se inscreveu e pagou por um estande de expositor na CAPC. Ele teve de pagar 2 mil dólares. Se existe um líder conservador cristão que merece ser palestrante e muito mais na CAPC é LaBarbera. Contudo, ele não recebeu nenhuma resposta da CAPC após vários dias.

O evento anual da CAPC em Washington, DC tem sido muito importante para os conservadores americanos desde seu início, atraindo milhares de pessoas de mentalidade conservadora de todas as partes dos EUA todos os anos. É onde candidatos republicanos e outras grandes personalidades políticas conservadoras chegam para dar palestras e serem vistas — todos, desde os presidentes Ronald Reagan a Donald Trump; senadores conservadores como Ted Cruz e Marco Rubio; e ícones da mídia como Sean Hannity e Mark Levin.

Muitos dos palestrantes dessa conferência, tais como o ex-governador do Novo México Gary Johnson (palestrando neste ano), são a favor da agenda LGBT. Grupos de legalização da maconha foram expositores da CAPC em 2015.

Patrocinada pela União Conservadora Americana (UCA), a conferência anual tem sido uma presença importante em Washington desde 1973. De acordo com seu site, a UCA tem atuado por mais de 50 anos “como uma organização mãe captando a força coletiva de organizações conservadoras que lutam em prol de americanos que estão preocupados com liberdade, responsabilidade pessoal, valores tradicionais e forte defesa nacional.”

A CAPC e sua organização mãe UCA declaram que são “a principal voz conservadora dos EUA” e que a “UCA define o conservadorismo.”

No entanto, o foco do casamento tradicional — o alicerce dos valores conservadores sociais — parece ter menos presença na agenda da CAPC, enquanto a ideologia LGBT está avançando no meio de seus “conservadores.”

Ausente também está a presença de notáveis líderes pró-família como Franklin Graham, James Dobson, Scott Lively, Joseph Farah, William J. Murray e muitos outros.

“Parecido com a direção que a elite do Partido Republicano tomou, em anos recentes a CAPC tem se direcionado mais para ideias libertárias e pró-LGBT — e quase nenhuma organização pró-família tem sido expositora ou patrocinado a CAPC,” disse Camenker de MassResistance.

“É nisso no que se transformou o conservadorismo nos Estados Unidos?” pergunta Camenker. “Qual o grupo que acha que tem o direito de definir o que é conservadorismo? Será que MassResistance é a única organização pró-família que está publicamente assumindo uma postura contra o movimento poderoso de radicalismo sexual?”

Parece que a CAPC não aprendeu suas lições sobre a incompatibilidade total entre homossexualismo e conservadorismo. No ano passado, o “conservador” nacionalista gay Milo Yiannopoulos havia sido convidado como principal palestrante da CAPC, mas foi rapidamente desconvidado depois que vídeos vieram à tona dele defendendo sexo entre homens e meninos.

Muitos conservadores haviam criticado a CAPC por escolher Yiannopoulos como palestrante principal porque eles não o viam como conservador tradicional. Em vez disso, Yiannopoulos era visto como o líder do movimento alt-Right, um movimento que se orgulha do nacionalismo, que muitos acusam de racismo e antissemitismo.

Entretanto, os vídeos pró-pedofilia destruíram abruptamente sua oportunidade de palestrante principal.

“Devido à revelação de um vídeo ofensivo nas últimas 24 horas desculpando a pedofilia, a União Conservadora Americana decidiu cancelar o convite para Milo Yiannopoulos dar palestra na Conferência de Ação Política Conservadora,” Matt Schlapp, presidente da UCA, disse numa declaração.

Apesar disso, a CAPC convidou o grupo homossexualista Log Cabin Republicans. Isso sinaliza uma tendência perigosa entre conservadores americanos. Até mesmo o presidente americano Donald Trump, que é louvado entre conservadores por suas políticas pró-vida, tem louvado o Log Cabin Republicans. Aliás, ele escolheu manter em seu governo a ativista LGBTQ Chai Feldblum num importante cargo. A decisão de Trump foi fortemente criticada por rabinos americanos. Feldblum havia sido originalmente nomeada por Obama por seu ativismo homossexual.

Trump tem também mantido em seu governo o símbolo mais poderoso do imperialismo homossexual do ex-governo de Obama: o cargo de Embaixador Especial de Direitos Humanos de Indivíduos LGBTI. Muitos conservadores americanos têm se queixado da decisão ruim de Trump. LaBarbera disse: “A reintegração de Randy Berry como Embaixador Especial de Direitos Humanos de Indivíduos LGBTI é outra derrota para os líderes pró-família que estavam esperando que Trump removesse os ativistas homossexuais da burocracia de relações exteriores.”

Essa tendência perigosa se espalhará entre conservadores?

Em Israel sob a coalizão direitista de Benjamin Netanyhau, há um esforço semelhante de apoiar a agenda homossexual.

A tentativa de associar a homossexualidade com o conservadorismo produzirá um divórcio automático do aliado mais importante do conservadorismo: os valores cristãos.

O conservadorismo pode sobreviver sem o homossexualismo, mas não pode sobreviver sem valores cristãos.

A nova união do nacionalismo e homossexualidade não destruirá o movimento homossexualista. Trará o movimento homossexualista para dentro do movimento conservador, dando aos militantes gays o privilégio supremo de avançar sua ideologia por meio da Esquerda e da Direita ao mesmo tempo. Destruirá a união tradicional entre o movimento conservador e cristãos que creem na Bíblia nos Estados Unidos.

MassResistance, que se opõe à doutrinação homossexual em crianças de escolas, foi banido da CAPC, enquanto o Log Cabin Republicans, que ataca a postura do Partido Republicano em defesa do casamento tradicional, teve permissão de permanecer.

O que a CAPC quer? Aprender mais lições? Mais homossexuais “conservadores” sendo expostos como foi Milo Yiannopoulos?

Grandes personalidades políticas da CAPC, inclusive Marco Rubio, são neocons — cuja ambição é avançar a hegemonia militar americana no mundo inteiro, muitas vezes às custas dos próprios valores cristãos defendidos pelos fundadores dos EUA. O neoconservadorismo está corrompendo a CPAC.

Em 2017 foi palestrante da CAPC Trevor Loudon, um esotérico neocon.

Os verdadeiros cristãos conservadores precisam assumir uma postura com relação ao “conservadorismo” da CAPC.

Em solidariedade para com MassResistance, o Conselho de Pesquisa da Família deveria se dispensar do encontro da CPAC e exigir uma explicação plena da razão por que MassResistance e muitas outras organizações pró-família semelhantes não foram oficialmente convidadas para participação principal e por que Log Cabin Republicans não foi banido e expulso. O CPF devia protestar contra a presença do Log Cabin Republicans na CPAC.

Pior do que uma esquerda corrupta é um conservadorismo corrupto. Da esquerda, esperamos corrupção como normal. Mas do conservadorismo, não esperamos corrupção e aceitação de ideologias, inclusive a agenda homossexual, que entram em choque direto com os valores da Bíblia que fundaram os Estados Unidos.

Com informações de Americans for Truth e LifeSiteNews.

Versão em inglês deste artigo: Top U.S. conservative conference bans pro-family Christian group and approves homosexualist group

Fonte: www.juliosevero.com

Leitura recomendada:

Defesa da pedofilia derruba proeminente gay “conservador”

Trump continua o imperialismo homossexual de Obama e frustra conservadores cristãos

O que é neoconservadorismo? Quem são os neocons?

Benjamin Netanyahu, judeus direitistas e a agenda gay em Israel

Trump faz discurso pró-vida histórico, mas comete a gafe de congratular republicanos homossexuais

Anúncios

Por que a esquerda americana odeia a Rússia

O conservadorismo da Rússia provoca histeria e medo

Julio Severo

A China, o maior país comunista do mundo, roubou bancos inteiros de informações de computadores do governo dos EUA. Os novos sistemas de armas deles se parecem suspeitamente semelhantes aos sistemas americanos de armas. A China tem manipulado mercados e sua moeda para roubar dos EUA suas riquezas e seus segredos comerciais.

No entanto, não há nenhuma histeria dos EUA contra a China. Nenhuma sanção ou boicote dos EUA contra a China, que é oficialmente ateísta e comunista. Pelo contrário, apesar dos ataques chineses, o presidente esquerdista Barack Obama e o presidente direitista Donald Trump visitaram oficialmente a China e mostraram respeito pelos seus governantes comunistas.

Em contraste, a Rússia, que não é ateísta e comunista, tem sido sistematicamente acusada, pela grande mídia esquerdista dos EUA, de intrusões cibernéticas durante a eleição presidencial de 2016. Obama impôs sanções na Rússia e Trump tem continuado as sanções.

Então se as ações da China comunista são piores do que as ações da Rússia, por que a Rússia é a vítima favorita de ataques da mídia corrupta dos EUA, do Partido Democrático e da esquerda americana em geral?

A propaganda anti-Rússia da mídia tem sido tão generalizada e bem-sucedida que até Trump sucumbiu à pressão para mudar. O Trump de 2016 que pregava parceria com a Rússia contra o terrorismo islâmico foi substituído por um Trump, agora presidente, que não faz concessões à Rússia e sucumbiu totalmente ao pântano neocon e suas ambições.

Os Estados Unidos toleram bondosamente até mesmo a Arábia Saudita, que tem fomentado o terrorismo islâmico no mundo inteiro. O atentado terrorista contra Nova Iorque em 11 de setembro de 2001 foi cometido por terroristas sauditas.

Mas os EUA não toleram a Rússia.

O que explica tal intolerância extrema? A resposta é muito simples: A Rússia personifica tudo o que a esquerda americana odeia.

A Rússia é cristã. Aliás, a Rússia é o maior país cristão ortodoxo do mundo. O Cristianismo russo não é semelhante ao evangelicalismo americano. Os Estados Unidos são o maior país protestante do mundo. O Cristianismo russo é mais semelhante, em alguns aspectos tradicionalistas, inclusive na adoração de santos, ao catolicismo.

Há um relacionamento simbiótico entre o governo russo e a Igreja Ortodoxa Cristã Russa. Eles se ajudam a manter dinheiro e poder.

Escrevendo no jornal Washington Times, L. Todd Wood disse: “Visitar Moscou me faz lembrar até certo ponto do Sul [evangélico] dos EUA. Há uma nova igreja sendo construída a cada esquina da capital da Rússia. Não dá para evitar os sons dos sinos tocando em algum lugar durante o dia de alguma igreja ou monastério perto. Os domos dourados das igrejas marcam a paisagem.”

Nós todos sabemos como a esquerda despreza o Cristianismo e ajuda o islamismo, a agenda homossexual, etc.

A Rússia é majoritariamente branca. Embora 30 por cento da Rússia sejam muçulmanos, a Rússia tenta proteger sua cultura reprimindo brutalmente o extremismo islâmico. A Rússia trata seus cidadãos e mesquitas muçulmanas exatamente como Israel trata seus cidadãos e mesquitas muçulmanas.

O esquerdista Obama costumava fazer comentários pejorativos sobre a Rússia e Putin que ele nunca fazia com relação à China comunista, tais como “A Rússia é uma potência regional que não faz nada” e “Putin é um aluno desengonçado e incompetente.”

A Rússia é conservadora em muitos aspectos. Em grande parte, as mulheres russas odeiam o feminismo. Elas tiveram a oportunidade de experimentar a “igualdade” real durante os tempos soviéticos — e elas não gostaram. “Por que eu deveria desejar agir como um homem e ter de fazer tudo?” perguntam as mulheres russas. Os papéis sexuais são bastante definidos na Rússia, para horror dos marxistas culturais do Ocidente.

Você pode entender o conservadorismo russo lendo uma entrevista exclusiva de William J. Murray para mim em 2015. Murray, que é o filho de uma proeminente marxista e ateísta americana, se converteu a Cristo e oferece hoje uma visão cristã da atual Rússia.

A Rússia tem uma lei que proíbe a propaganda homossexual. A lei simplesmente criminaliza o ato de expor a propaganda homossexual para crianças e adolescentes. Enquanto na Rússia pais que não querem seus filhos sendo doutrinados no estilo de vida homossexual são respeitados, no Ocidente em geral e nos EUA em particular, a homossexualidade está sendo entupida goela abaixo das crianças nas escolas, passando por cima das objeções da maioria dos pais.

O esquerdista Obama e toda a grande mídia dos EUA zombaram da Rússia e de Putin por causa dessa lei. “The Advocate,” a revista homossexual mais proeminente dos EUA e do mundo, anunciou de modo sarcástico que sua Personalidade do Ano para 2014 foi Vladimir Putin, dizendo: “O presidente russo se tornou a maior ameaça mundial aos LGBTs em 2014.”

A Rússia está empesteada de corrupção, não muito diferente do Brasil, o maior país católico do mundo. O Cristianismo tradicionalista parece ser propenso à corrupção.

Contudo, a Rússia não é a União Soviética. A Rússia não está buscando conquistar o mundo — diferente dos neocons americanos, que realmente querem total hegemonia mundial. Como o maior país do planeta, a Rússia só está tentando defender sua presença geopolítica.

Os evangélicos americanos que elegeram Trump e estão sendo sistematicamente bombardeados por uma propaganda anti-Rússia da mídia esquerdista deveriam encontrar meios, exatamente como Trump propôs em sua campanha de 2016, de trabalhar juntos com a Rússia cristã para lidar com a maior ameaça à segurança dos EUA, Europa e Rússia: o terrorismo islâmico.

Com informações do jornal Washington Times.

Versão em inglês deste artigo: Why the American Left Hates Russia

Fonte: www.juliosevero.com

Leitura recomendada:

O que é neoconservadorismo? Quem são os neocons?

Vladimir Putin: Personalidade do Ano em revista gay dos EUA

Liberdade cristã nos EUA, Rússia, Israel e Brasil

Unilever ameaça retirar anúncios do Facebook, Google e Twitter se não atacarem conteúdo “tóxico” e “notícias falsas”

O problema é quando esquerdistas definem o que é conteúdo tóxico e notícias falsas

Julio Severo

A Unilever, um dos maiores anunciantes do mundo, está ameaçando retirar seu investimento e marketing de gigantes tecnológicos como Google, Facebook e Twitter se essas plataformas incentivarem “ódio” e criarem “divisão” — uma acusação suspeita considerando a motivação esquerdista do acusador.

“Como um dos maiores anunciantes do mundo, não podemos ter um ambiente em que nossos consumidores não confiem no que eles veem online,” disse Keith Weed, diretor de marketing da Unilever.

Executivos do Facebook e outras empresas americanas de tecnologia confessam que poderiam fazer mais para combater o “ódio,” “abuso” e “extremismo” em suas plataformas. Considerando que esses termos nunca são dirigidos a atividades esquerdistas, a acusação de “ódio,” “abuso” e “extremismo” revela muito sobre o acusador. É claro, isso não é negar que há ódio, abuso e extremismo entre alguns direitistas — o esforço católico de reabilitar a Inquisição por meio de um revisionismo marxista é um exemplo. Mas tal extremismo é rejeitado pela maioria esmagadora dos conservadores, enquanto entre esquerdistas ódio, abuso e extremismo — a adoração de Che Guevara e outros assassinos comunistas — não são rejeitados.

“A Unilever não investirá em plataformas ou ambientes que não protejam nossas crianças ou que criem divisão na sociedade, e promovam ira ou ódio,” Weed disse. “Priorizaremos investir somente em plataformas responsáveis que tenham o compromisso de criar um impacto positivo na sociedade.”

Weed pediu que a indústria de tecnologia dos EUA “melhore” suas ações contra as “notícias falsas” e conteúdo online “tóxico.” O problema sempre é que o Facebook e a Unilever, dominados por esquerdistas, nunca aplicam tais termos para notícias e conteúdo esquerdistas.

A Unilever disse que tem o compromisso de atacar “estereótipos de gênero” nos anúncios e só fará parcerias com organizações que tenham o compromisso de criar infraestruturas digitais “melhores.” Melhores para quem? Como sempre, para sua ideologia esquerdista.

“Estereótipos de gênero” é, na visão da Unilever, uma desculpa para proteger as crianças de visões bíblicas e conservadoras. O fato é que a Unilever acha que a falta de doutrinação homossexual torna as crianças “desprotegidas.”

Quando a Unilever diz que “não investirá em plataformas ou ambientes que não protejam nossas crianças,” quer dizer que a única proteção que as crianças precisam é de ideias conservadoras.

É um milagre a presença conservadora no Facebook, pois essa empresa esquerdista está fazendo tudo o que pode para censurar os conservadores. E agora a Unilever quer que o Facebook aumente a censura.

A Unilever foi muito criticada no ano passado por um anúncio da Dove, enormemente denunciado por usuários no Facebook, tendencioso contra as mães.

O anúncio da Dove celebrou o que a Unilever vê como mães reais “cujos estilos diferentes de criar filhos destroem estereótipos acerca do papel de mãe e provam que não existem hoje normas sobre como ser mãe ou pai.”

As “mães reais” no anúncio da Dove eram dois homens biológicos que se identificam como mulheres. Para a Unilever, tal propaganda “cria um impacto positivo na sociedade.” Para a Unilever, dois homens homossexuais têm a mesma capacidade de ser mães biológicas quanto as mulheres e ser uma mulher de verdade não é um requisito para ser mãe.

O anúncio da Dove enfrentou represália enorme dos usuários, que usaram amplamente o Facebook, Google e Twitter para denunciar, por meio de artigos e posts conservadores, a propaganda da Unilever contra as mães reais.

Agora, de vingança, a Unilever está pressionando o Facebook, Google e Twitter para atacar as ferramentas de represália contra suas propagandas pró-homossexualidade banindo posts conservadores e o compartilhamento de artigos conservadores.

O Facebook, Google e Twitter ficariam mais do que felizes de fazer como a Unilever deseja. Quando essas plataformas digitais se queixam de “ódio,” “abuso” e “extremismo” entre seus usuários, de forma alguma querem dizer fotos de muçulmanos degolando cristãos, ativistas homossexuais xingando e zombando de cristãos ou fanáticos esquerdistas atacando cristãos que apoiam as posturas conservadoras de Trump. Numa representação distorcida orwelliana, eles querem dizer muçulmanos, militantes homossexuais e esquerdistas sendo atacados por cristãos!

Só como um caso ao ponto, neste exato momento estou bloqueado em meu perfil de Facebook. A justificativa do Facebook para o bloqueio foi que dois posts, de cinco anos atrás, são agora considerados “ofensivos,” pois tinham links para dois artigos no meu blog. Um artigo contra a invasão islâmica na Europa, denunciando a violência islâmica. E outro artigo expondo como grupos homossexuais no Brasil exploram os pagadores de impostos recebendo milhões para espalhar seu estilo de vida imoral.

Você pode ler a censura descarada do Facebook aqui: Por que o Facebook atormenta e censura os cristãos?

Fui banido por trinta dias. Esta é a terceira vez, em apenas seis meses, que o Facebook impôs um banimento de 30 dias no meu perfil pessoal.

Se, como a Unilever quer, o Facebook deveria fazer mais para atacar os usuários que fazem represália às propagandas imorais da Unilever, então os usuários conservadores serão censurados, banidos e expulsos do Facebook?

Em 2015, a entidade Faith Driven Consumer (Consumidor Movido pela Fé) — representando 41 milhões de consumidores cristãos americanos que gastam $2 trilhões anualmente — rotulou a Unilever, com a Microsoft e Apple, uma das empresas que mais desrespeitam a cosmovisão da Bíblia.

Como usuário do Facebook, fortemente discordo da propaganda da Unilever que representa dois homens homossexuais como “mães reais.” Farei tudo o que eu puder, como usuário no Facebook, Google e Twitter, para expressar minha opinião contra tal perversão. E a Unilever está fazendo tudo o que pode para banir minha opinião.

A Unilever prevalecerá contra a vontade do público conservador?

O Facebook, Google e Twitter prevalecerão contra seus usuários conservadores?

Com informações da FoxNews, Reuters, Charisma e BusinessInsider.

Versão em inglês deste artigo: Unilever threatens to pull advertising from Facebook, Google and Twitter if they don’t tackle “toxic” content and “fake news”

Fonte: www.juliosevero.com

Leitura recomendada:

Por que o Facebook atormenta e censura os cristãos?

Facebook exclui Israel e inclui Palestina

Você pode querer parar de usar Dove agora mesmo

Como Deus usou três jovens cristãos para deter um terrorista islâmico

Julio Severo

Deus capacita os cristãos para fazer o extraordinário: Três jovens cristãos se atracaram com um terrorista islâmico do ISIS determinado a massacrar passageiros num trem lotado, o desarmaram e salvaram centenas de vidas inocentes num ato corajoso.

El-Khazzani estava armado com um fuzil AK-47, uma pistola, um estilete, 270 balas de munição e uma garrafa de gasolina durante a viagem de trem de alta velocidade para Paris. Sabendo que a qualquer momento, o terrorista poderia desencadear seu poder de fogo e executá-lo ali mesmo, Stone se atracou com El-Khazzani.

Em luta corporal, Skarlatos tirou a arma do terrorista. Mas o terrorista pegou um estilete e começou a cortar Stone.

Todos os três homens lutaram com El-Khazzani e o deixaram inconsciente. Skarlatos e Sadler então cuidaram de outros passageiros feridos no trem até que chegassem paramédicos e a polícia.

Os três jovens viraram notícia internacional por seus esforços heroicos.

Os três jovens dão toda a glória a Deus por tê-los colocado no trem e tê-los preparado para aquele momento crítico. Eles são amigos desde que frequentaram juntos a Escola Cristã Liberdade na Califórnia.

A declaração de missão de sua escola evangélica diz: “A Escola Cristã Liberdade tem o compromisso de dar uma educação academicamente excelente com base na Bíblia num ambiente de estímulo e família de modo que os estudantes possam de modo efetivo realizar o propósito para o qual eles foram criados e impactar o mundo para Cristo… Os estudantes conhecerão Jesus Cristo como seu Salvador e seu Senhor, demonstrarão um desejo de servi-Lo e serão treinados para viver de acordo com Seus ensinos.”

“As chances de nossa situação exata acontecendo a nós são astronômicas demais para acreditar que foi apenas coincidência,” Skarlatos disse. “Quero dizer, não devíamos estar aqui hoje, para ser honesto. Realmente acho que Deus estavam com a mão dele nessa situação.”

“É como se estivéssemos sendo treinados a vida inteira para aquele momento sem mesmo saber disso,” ele disse.

Stone, um paramédico formado que disse que foi criado num lar cristão e frequentava a igreja todos os domingos, acrescentou: “Deus, para mim, é alguém que está sempre presente, que sempre me protegerá — quer seja uma situação boa ou uma situação ruim.”

“Deus não vai colocar você numa situação que você não possa resolver. Penso que é o que aconteceu naquele momento no trem. Às vezes, somos vasos para serem usados por ele para fazer sua obra. E é uma honra fazer algo que é bom… Só quero ganhar a vida que Deus nos deu.”

Anthony Sadler, que é filho de um pastor batista, disse que acredita que Deus não só os colocou ali para salvar vidas, mas também planejou usá-los para propagar o Evangelho.

“Sinto que estamos apenas confirmando o plano de Deus para nossas vidas ao sermos o que devemos ser no trem naquele dia e confirmando as coisas que aconteceram desde então. É só outro passo no plano maior que não conhecemos,” disse Sadler.

“No que se refere ao trem naquele dia, não dá para negar que Deus estava com sua mão em nós porque tanta coisa podia ter dado errado. Foi intervenção divina. Sinto como se tivéssemos o propósito de divulgar esse testemunho, e o objetivo é tocar pessoas.”

Agora o diretor de Hollywood Clint Eastwood está, em parceria com a Warner Bros., contando novamente o caso deles no filme recente “The 15:17 to Paris” (15h17min: Trem para Paris), que foi lançado nos cinemas americanos em 9 de fevereiro. Eastwood alistou os três heróis para fazerem os papéis de si mesmos no filme, que tem mais linguagem suja e farras do que as famílias antecipam.

De acordo com o site Plugged In, no filme os três cristãos são frequentemente mostrados bebendo cerveja, usando impropriamente o nome de Jesus e falando palavrões. Eles são mostrados bêbados numa boate em Amsterdã, que é a capital europeia da prostituição legal e acessibilidade de drogas.

No filme, todos os três jovens ficam muito embriagados bebendo vários copos de bebida alcoólica. Você os vê acordando grogues ao meio dia do dia seguinte (em seu quarto de hotel) se queixando de suas ressacas. Spencer fuma um cigarro numa cena em que ele faz uma declaração um tanto profunda, e um de seus amigos brinca acerca do que ele realmente deve estar fumando.

Há um conflito óbvio entre seu testemunho cristão e o que o filme mostra. Talvez tal testemunho conflitado seja útil para mostrar que Deus é misericordioso quando vítimas aflitas se lembram dEle em momentos críticos, e o ataque islâmico foi um momento muito crítico.

Se Deus pode usar três cristãos imperfeitos dos EUA, o maior país evangélico do mundo, para deter um terrorista islâmico, é óbvio que Ele pode usar os EUA para deter um número muito grande de terroristas islâmicos.

Então por que Ele não está fazendo isso? Porque os EUA têm outros planos e, governamentalmente, não estão se conduzindo com motivações cristãs.

Aliás, por causa principalmente das políticas mal-orientadas da OTAN, os terroristas islâmicos estão invadindo a Europa, onde os três jovens americanos sofreram o ataque.

Vamos entender os fatos corretamente.

A Europa está sob a proteção da OTAN, que foi criada pelo governo dos EUA.

Então a OTAN deveria ter como sua prioridade absoluta proteger a Europa da invasão islâmica, mas não está fazendo isso porque não quer antagonizar a Arábia Saudita, a ditadura islâmica sunita que é um aliado forte dos Estados Unidos. A maioria esmagadora dos invasores islâmicos na Europa é sunita.

A OTAN não tem assumido sua responsabilidade de proteger a Europa dos invasores islâmicos, mas tem sido responsável pela atual onda em massa de invasores.

* Sob o presidente americano esquerdista Bill Clinton, a OTAN bombardeou a Sérvia cristã ortodoxa para criar um enclave islâmico, o Kosovo, na década de 1990. Esse enclave, criado pela OTAN e EUA, é uma porta aberta na Europa para multidões de terroristas islâmicos e todo tipo de tráfico.

* Sob o presidente americano esquerdista Barack Hussein Obama, a OTAN atacou a Líbia, e como consequência direta dessa intervenção militar ilegal, feita exclusivamente para agradar à Arábia Saudita, a Líbia é hoje um ponto de passagem para multidões de muçulmanos africanos invadindo a Europa. Antes do ataque da OTAN, a Líbia era um impedimento para tal invasão. Depois do ataque, a Líbia tem estado sob a influência do ISIS e outros grupos terroristas islâmicos. Como secretária de Estado, Hillary Clinton ajudou a enviar armas da Líbia, mediante operações da CIA, para terroristas sunitas na Síria para derrubar o governo sírio e massacrar cristãos.

* Embora ainda não diretamente atacada pela OTAN, a Síria tem sido vítima de operações militares ilegais, inclusive da CIA, primeiramente sob o governo de Obama e agora sob o governo de Trump. Especialistas conservadores americanos como Ann Coulter têm condenado tais intervenções. No caso de Trump, Coulter tem lembrado que por anos Trump claramente condenou Obama por intervir na Síria e prometeu não imitar Obama. Sob Obama, os terroristas islâmicos sírios eram financiados e armados para derrubar o governo sírio. Tal política invasiva e ilegal continua sob Trump.

O ato dos três cristãos americanos foi heroico. Mas as ações da OTAN, esporeadas pelos EUA, não têm sido heroicas.

Três cristãos americanos deram um belo exemplo para os EUA, no que se refere à luta deles contra um terrorista. Deus pode usar o Cristianismo dos EUA para combater e derrotar o terrorismo islâmico. Mas primeiro os EUA precisam mudar sua política de apoiar a Arábia Saudita ao financiar, treinar e armar terroristas sunitas. Tal política é anticristã, pois no Oriente Médio e África, os muçulmanos sunitas massacram montões de cristãos. Aliás, o ISIS, que Trump disse em 2016 foi criado por Obama, é totalmente sunita e uma máquina de genocídio de cristãos.

Uma atitude verdadeiramente cristã contra o terrorismo islâmico é os EUA sob Trump:

* abandonarem sua presença e operações ilegais na Síria e indenizar pelos anos de intervenções americanas ilegais na Síria.

* armarem as populações cristãs na Síria e Iraque que foram vítimas do ISIS. Se sob Obama operações da CIA armavam muçulmanos sunitas para massacrar cristãos na Síria e Iraque, por que sob Trump as operações da CIA não podem armar os cristãos para se defenderem? Isso é indenização justa.

* trabalharem para abolir o enclave islâmico de Kosovo e indenizar a Sérvia cristã.

* guiarem a OTAN para proteger a Europa da invasão de muçulmanos sunitas. Se a Arábia Saudita e a Turquia ficarem descontentes com esse ajuste de segurança, os EUA deveriam se afastar desses “aliados” islâmicos e expulsar a Turquia da OTAN. Aliás, o que é que a Turquia islâmica está fazendo na OTAN?

Os EUA não querem invasões ilegais em suas fronteiras. Então por que os EUA têm apoiado e feito intervenções ilegais em outras nações? Como Jesus disse: “Assim, em tudo, façam aos outros o que vocês querem que eles lhes façam.” (Mateus 7:12 NVI)

Os EUA sob Trump podem escolher continuar o plano desastroso de apaziguar a Arábia Saudita deixando a Europa desprotegida, debaixo do nariz da OTAN, contra invasores islâmicos, ou podem guiar a OTAN para atacar e derrotar os terroristas islâmicos, inclusive aqueles que os EUA têm financiado, treinado e armado por um longo tempo.

Os EUA podem e devem financiar, treinar e armar cristãos no Oriente Médio para autodefesa contra a violência islâmica. Os três heróis americanos subjugaram um terrorista do ISIS porque confiaram em Deus e porque haviam sido treinados pelo Exército dos EUA. Os cristãos no Oriente Médio precisam do mesmo treinamento. Eles precisam de armas.

Enquanto os três jovens cristãos dos EUA foram usados por Deus para impedir um ataque terrorista em 2015 numa Europa desprotegida pela OTAN, os EUA sob Obama estavam ativamente incentivando tais terroristas por meio de políticas mal-orientadas e pervertidas. Deus pode e quer mudar tal curso. Ele pode mudar os EUA de uma nação que equipa terroristas islâmicos para uma nação que os derrota.

O Deus que usou os três cristãos americanos contra o terrorismo islâmico pode usar também os EUA.

Os três heróis jovens cristãos são um exemplo e modelo para os EUA, que deveria financiar, treinar, equipar e armar os cristãos contra a máquina de terrorismo islâmico.

Os três jovens impactaram o mundo porque receberam educação em princípios cristãos evangélicos, ainda que eles tivessem muita dificuldade de vivenciar esses princípios. Mas eles se lembraram de Deus no momento crítico.

Só Jesus Cristo pode fazer uma transformação no governo dos EUA.

Com informações de WND (WorldNetDaily) e Plugged In.

Versão em inglês deste artigo: How God Used Three Christian Young Men to Stop an Islamic Terrorist

Fonte: www.juliosevero.com

Leitura recomendada:

Dívida, caridade ou controle populacional? Trump designa 55 milhões de dólares para a USAID “ajudar” cristãos iraquianos

O que é neoconservadorismo? Quem são os neocons?

Pentecostais e evangélicos são o grupo mais perseguido do Cristianismo

Facebook exclui Israel e inclui Palestina

Julio Severo

O Facebook deveria parar sua exclusão vergonhosa de Israel. Essa é a opinião de Dov Hikind, deputado estadual do Partido Democrático no Estado de Nova Iorque, EUA. Hikind diz que, ao escolher uma foto de fundo para perfil, o Facebook dá aos usuários a opção de 50 nacionalidades. Essas opções, ele afirma, incluem a Palestina, mas Israel está visivelmente ausente.

“A Palestina não é nem um país,” disse Hikind. “Como é que virou uma opção? Olha, todos sabemos a resposta para isso.”

“Mark Zuckerberg já foi citado dizendo: ‘Como judeu, meus pais me ensinaram que precisamos confrontar ataques contra todas as comunidades.’ Estou pedindo que o Sr. Zuckerberg vá ao fundo desse ataque aos judeus e israelenses. A exclusão de Israel do Facebook, uma empresa de comércio público, enquanto a Palestina é incluída, não é por acaso — é um insulto racista propositado que precisa ser tratado imediatamente.”

Muitas vezes os piores inimigos dos judeus são… os próprios judeus. Ainda que sua postura contra a atitude anti-Israel do Facebook seja louvável, Hikind é um político judeu do Partido Democrático, que não é amigo de Israel no que se refere à Bíblia. Tradicionalmente, o Partido Democrático, de Barack Obama e Hillary Clinton, é hostil a Israel. Mesmo assim, tradicionalmente a população judaica nos Estados Unidos apoia em grande parte o Partido Democrático.

Então Zuckerberg não é o único judeu americano que é traiçoeiro para Israel. Outros exemplos de judeus traiçoeiros são:

* Karl Marx, um dos mais famosos judeus na história, era anti-judeu ao defender o marxismo, que é fundamentalmente contra as Escrituras judaicas. Ele era um judeu que negava suas raízes judaicas.

* George Soros, bilionário judeu capitalista-socialista, tem investido em toda causa anti-Israel. Ele também tem negado suas raízes judaicas.

* Henry Kamen, um dos mais famosos judeus revisionistas, tem sido anti-judeu ao defender o revisionismo da Inquisição, que é fundamentalmente contra a enorme bibliografia judaica sobre a Inquisição. Ele também tem negado suas raízes judaicas.

Então como é que eu poderia ficar surpreso quando o Facebook tem se engajado em censura sistemática contra meu perfil e me bloqueado por denunciar a violência islâmica?

Isso é um contrassenso, pois o dono do Facebook, sendo um judeu americano que vive no país mais evangélico do mundo, sabe que judeus e evangélicos são grandes vítimas do islamismo. Por que então favorecer o islamismo? Por que censurar a mim, um evangélico brasileiro que defende Israel? Por que censurar a mim, um evangélico brasileiro que defende os cristãos que são vítimas da violência islâmica sistemática?

A resposta é simples: Se o Facebook pode excluir Israel, pode censurar qualquer evangélico pró-Israel.

Com informações do Israelnationalnews.

Versão em inglês deste artigo: Facebook excludes Israel and Includes Palestine

Fonte: www.juliosevero.com

Leitura recomendada sobre o Facebook:

 Por que o Facebook atormenta e censura os cristãos?

Questões judaicas: um esclarecimento aos cristãos sobre sua percepção dos judeus

Suicídio não é só uma tragédia, mas também um ato maligno

Dr. Jerry Newcombe

O suicídio está no noticiário recente. Uma estrela de vídeos na internet explorou uma floresta no Japão em que pessoas vão se enforcar. E ele mostrou (pelo menos parcialmente) um tal homem morto. Esse vídeo provocou revolta compreensível.

Há também a notícia de um designer que promoveu um cinto da moda usando uma foto de uma modelo com o cinto em volta do pescoço (com a palavra “enforcador” na camiseta dela) — aparentando sugerir suicídio. Isso provocou tal revolta que o anunciante removeu as imagens.

Concluindo, um campeão de natação olímpica (ganhador de 28 medalhas), Michael Phelps, confessou que havia considerado o suicídio e está agora muito grato que ele não realizou isso.

O tratamento de saúde mental para a depressão de Phelps ajudou, e hoje ele ajuda outros compartilhando seu caso. Ele diz que ele adora ajudar os outros a sair da depressão mais “do que ganhar a medalha olímpica de ouro.” Phelps conclui: “Estou extremamente grato que não tirei minha vida.”

Tudo isso me faz pensar acerca do assunto de tirar a própria vida. O suicídio, é claro, não é novo. Certo homem disse: “Exatamente como escolho um navio para navegar ou uma casa em que viver, assim escolho uma morte para minha passagem desta vida.” Quem disse isso foi Sêneca, que viveu de 4 a.C a 65 d.C.

O Instituto Nacional de Saúde Mental (INSM) dos EUA diz em seu site: “Mais de 40.000 pessoas morrem de suicídio anualmente nos Estados Unidos; é a quarta causa principal de morte total. O suicídio é complicado e trágico, mas é muitas vezes evitável.”

Procure os sinais potenciais de alerta naqueles que você conhece. O INSM dá uma lista dos seguintes potenciais “sinais de que alguém está pensando acerca de suicídio,” inclusive:

* Falar sobre querer morrer ou querer se matar

* Falar sobre se sentir vazio, sem esperança ou não ter motivo para viver

* Usar álcool ou drogas mais vezes

* Agir preocupado ou agitado

* Isolar-se da família e amigos

* Dar de presente posses importantes

* Dizer adeus aos amigos e família

* Colocar em ordem os assuntos pessoais, fazer um testamento.

A Fundação Americana de Prevenção ao Suicídio incentiva aqueles que estão pensando no suicídio a ligar para este número nos EUA: 1-800-273-TALK.

A Bíblia, longe de defender o suicídio, só o mostra como um ato maligno. Há cinco exemplos de suicídio na Bíblia, e o mais proeminente, é claro, é o de Judas Iscariotes. Isso não significa que todos os que são vítimas de um ato de desespero de depressão são malignos; mas isso significa que o suicídio é considerado um ato maligno.

Em nosso livro “E Se Jesus Nunca Tivesse Nascido?” D. James Kennedy e eu escrevemos: “O Cristianismo é há muito tempo inimigo do suicídio, no mundo antigo e agora no mundo moderno. Hoje a perspectiva neo-pagã está barateando o valor da vida humana tudo de novo. Em anos recentes, um dos livros mais vendidos nos EUA era um manual de suicídio.”

Conheci alguém pessoalmente que ia cometer suicídio. Por acaso, ele entrou no escritório de seu patrão às 7h da manhã. As luzes estavam apagadas, que geralmente significava que o patrão não estava ali. Então meu amigo foi até a janela e começou a abri-la — a fim de pular para fora e se atirar para morrer vários andares abaixo.

De repente, do nada, ele ouviu uma voz, dizendo: “Smith, o que você está fazendo?” Smith afirmou que ele estava somente tentando abrir a janela para respirar um pouco de ar fresco — no escritório de seu patrão 90 minutos antes do horário de trabalho? Esse jovem mais tarde se tornou-se cristão e ficou muito grato que ele não havia tido êxito em sua tentativa de suicídio. Assim são os que entre nós o conheciam.

Nossas vidas não pertencem a nós. Portanto, já que não são nossas, não podemos tirá-las. Compreendo que às vezes as pessoas perdem a cabeça e acabam se matando. Enquanto isso, qualquer um de mente sã que deliberadamente tira sua vida precisa estar ciente das consequências espirituais.

Recordo que certa vez numa estação de rádio cristã recebi uma ligação de um ouvinte que estava angustiado. Sua esposa o havia deixado, e ele queria terminar tudo. Ele me perguntou se ele, como cristão, ainda iria para o céu mesmo que se matasse. Eu lhe disse que seria horrível descobrir do jeito difícil que ele não iria. Ele me ligou alguns meses mais tarde, muito feliz que não havia se matado — e que sua esposa havia voltado para ele.

Às vezes atravessamos períodos difíceis. Talvez sejam tempos de teste. Mas para parafrasear C.S. Lewis: “Nunca duvide no escuro do que o Senhor lhe mostrou na luz.”

A vida é um presente de Deus. Como uma senhora idosa que estava com a saúde muito ruim explicou: “Só Aquele que nos deu a vida tem o direito de tirá-la.”

Jerry Newcombe é pastor adjunto da Igreja Presbiteriana Nova em Wilton Manors, Flórida, EUA.

Traduzido por Julio Severo do original em inglês do BarbWire: Suicide Is Not Only a Tragedy, It Is Also a Wicked Act

Fonte: www.juliosevero.com

Outros artigos de Jerry Newcombe:

Rastreando as raízes marxistas do ataque à família

O mundo inteiro virou gay?

Leitura recomendada sobre suicídio:

O que a Bíblia diz sobre suicídio

Suicídio: A porta para escapar de uma vida cheia de problemas?

Matthew, filho do Pr. Rick Warren, comete suicídio, diz igreja

Pastor se mata depois de mandar por engano para membros de sua igreja suas fotos nuas que eram para sua amante

Suicidou-se homem que pensava que era um tigre

Casal de psicólogos, donos do programa Busca da Felicidade, comete suicídio

Pastora ora por clínica de aborto: “Santificamos Este Lugar e O Honramos como Santo”

Gabriel Hays

Tim Graham do jornal Newsbusters argumenta que a seção “Atos de Fé” do jornal Washington Post deveria ser chamada de “Trolando os Crentes.” Eis 7 mil razões do porquê.

Rev. Carlton Veazey

Cristãos devotos são principalmente pró-vida, e 75 por cento de todos os americanos acreditam que o aborto deveria ser limitado ao primeiro trimestre da gravidez. Então é claro que num artigo de “Atos de Fé,” Julie Zauzmer do Washington Post descobre um grupo de líderes religiosos orando dentro de uma infame clínica que oferece abortos no último mês de gravidez. Ela cita o pastor batista Carlton Veazey suplicando a Deus em favor do médico, funcionários e pacientes da clínica: “Protege-os e fortalece-os. E que eles sempre saibam que tudo o que eles fazem é para a Tua glória.”

“O que eles fazem,” é o problema, e Zauzmer está tratando como celebridades quatro pastores evangélicos e um rabino por abençoarem isso. A clínica, que fica na cidade de Bethesda, em Maryland, é dirigida por LeRoy Carhart, um fanático que faz abortos de último mês de gravidez e matou uma de suas pacientes num aborto malfeito em 2013 — um incidente do qual ele literalmente fugiu. A mulher tinha 33 semanas de gravidez.

Zauzmer não menciona o histórico de Carhart, o retrata como um assistente social inconformista e diz que ele acredita “muito fortemente” em Deus. Carhart “sente que está praticando sua fé ao ajudar mulheres no que é muitas vezes o pior momento de suas vidas — a doença ou outra circunstância devastadora que as leva ao consultório dele.”

Engraçado, mas você precisa ler até quase o final do artigo de mil palavras para descobrir o que trouxe Veazy e seus colegas ao consultório de Carhart. Não foi uma visita de improviso. Eles são todos membros da Coalizão Religiosa de Escolha Reprodutiva, uma organização esquerdista que diz que “traz a força moral da religião para proteger e avançar a saúde, escolha, direitos e justiça reprodutiva por meio de conscientização, testemunho profético, presença pastoral e ativismo.” E — a interseccionalidade seja louvada! — essa organização está preocupada com o “tsunami de injustiça e opressão” que está no momento esmurrando os imigrantes ilegais. Veazy é ex-presidente dessa organização “majestosa.”

Zauzmer cita outro membro dessa organização, a Reverenda Cari Jackson, que disse: “Damos honra a todas essas mulheres que escolheram vir a este espaço,’” disse Cari, pastora ordenada da Igreja Unida de Cristo que tem pastoreado em congregações da Igreja Metodista Unida e da Igreja Presbiteriana dos EUA. “Santificamos este lugar, e o honramos como santo.”

O que dizer? Muitos cristãos honram o útero como espaço sagrado. Zauzmer deveria buscar alguns desses cristãos.

Traduzido por Julio Severo do original em inglês de LifeNews: Baptist Pastor Prays for Abortion Clinic: “We Sanctify This Space and Honor It as Holy”

Fonte: www.juliosevero.com

Leitura recomendada:

Trump faz discurso pró-vida histórico, mas comete a gafe de congratular republicanos homossexuais

Aborto em Israel: Por que não há protestos públicos generalizados de cristãos pró-vida?

Holocausto, aborto e sodomia

Tom Parker: A maior ameaça à agenda do aborto nos EUA, de acordo com escritora pró-aborto

Desmascarando a agenda de controle populacional global

Os Estados Unidos conseguirão sobreviver ao aborto?

Pastor presbiteriano diz que bebê em gestação só se torna uma pessoa “quando alguém o ama”

Bispo Macedo e aborto

O Mackenzie e sua professora abortista

Pastor presbiteriano: “Adoro a maior organização de aborto nos EUA.”

Bispo Macedo: a favor do aborto e contra profecia

Anthony Comstock: o primeiro ativista pró-vida da história moderna, lutou contra fundadora da IPPF

Aborto nos casos difí­ceis: um teste para os lí­deres evangélicos?

Pastor presbiteriano: “Adoro a maior organização de aborto nos EUA.”

Morre pioneiro pastor pró-aborto nos EUA

Pastor batista, que é médico aborteiro, confessa: “Será que estou matando? Sim, estou”