Julio Severo

A Igreja Evangélica do Brasil precisa de Caio Fábio? Segundo ele, Augustus Nicodemus diz que sim

A Igreja Evangélica do Brasil precisa de Caio Fábio? Segundo ele, Augustus Nicodemus diz que sim

É possível um reavivamento sem as manifestações sobrenaturais do Espírito Santo? Maior teólogo cessacionista do Brasil acha que sim

Julio Severo
De acordo com as palavras de Caio Fábio, o Rev. Augustus Nicodemus lhe declarou: “Reverendo, sua contribuição é importante para nós ainda. Precisamos de você.”

Caio Fábio

Em novo vídeo (http://youtu.be/_8RIfHJP8PM), Caio mostra mais uma vez que em matéria de arrogância teológica, ele não perde para nenhum dos grandes teólogos do Brasil. Ele se queixa de que não tem tempo para blogueiros que o criticam. Mesmo assim, gasta 16 minutos para explicar isso. Para não cansar o leitor, editamos o longo tempo que ele passou zombando dos blogueiros e mantivemos apenas as falas dele sobre Nicodemus, teologia e Leonardo Boff.

Caio Fábio, outrora o maior líder da Igreja Presbiteriana do Brasil (IPB), se gabou de ter lido e conhecido inúmeros teólogos internacionais, especialmente calvinistas. O que isso trouxe para ele? Muita fama. Mas nem isso impediu que ele caísse de seu trono de glória. Para entender um pouco quem é Caio Fábio, confira: http://bit.ly/1aTuB6Y
Augustus Nicodemus recebendo prêmio da ANAJURE

Nicodemus, provavelmente o maior líder atual da IPB, pode igualmente se gabar de ter lido e conhecido os mesmos inúmeros teólogos, alguns dos quais foram colocados, por influência dele, nos cabides da ANAJURE. Por sua vez, a ANAJURE retribuiu lhe presenteando, em dezembro de 2013, com sua “placa de Honra ao Mérito por seu trabalho na igreja cristã brasileira.” Ajudar a igreja cristã brasileira — encher os cabides da ANAJURE de teólogos visando posteriormente torná-la uma espécie de mini-Vaticano protestante falando com autoridade para a Igreja Brasileira.

Marco Feliciano sob ataque dos adeptos do liberalismo teológico

Uma amostra foi o episódio de Marco Feliciano. Quando toda a esquerda do Brasil, inclusive a esquerda evangélica capitaneada por Ariovaldo Ramos e pelo ativista gayzista evangélico André Sidnei Musskopf, queria o pastor assembleiano fora da Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados, o papel da ANAJURE foi estranho, insensível e autoritário.
Marco Feliciano

Feliciano chegou a pedir socorro à entidade evangélica supostamente fundada para defender as liberdades civis fundamentais, principalmente dos cristãos. Mas a nota públicada ANAJURE, assinada por seu presidente, Uziel Santana, não teve nenhuma defesa tal das liberdades civis fundamentais de Feliciano. Pelo contrário, a nota acusou o pastor da Assembleia de Deus de “fomentar e participar de uma tresloucada ‘guerra santa’ por estar agindo com intolerância para com os intolerantes”.

A nota também questionou as motivações pessoais do pastor pentecostal, dizendo: “Tudo isso porque os projetos pessoais estão acima dos valores da Verdade do Evangelho de Cristo.”
Eu mesmo tenho divergências com Feliciano. Mas quando ele estava sob ataque intenso das esquerdas, não era hora de se juntar às esquerdas. As divergências podem ser resolvidas em outro momento. Aquele era momento de apoiá-lo, não de se unir aos linchadores anticristãos e revolucionários.
Se Caio Fábio não tivesse caído da graça na Igreja Evangélica Brasileira e estivesse na ANAJURE, ele poderia lhes dar maiores cabides com maiores teólogos. E, como sempre, ele se alinharia com a esquerda evangélica e secular, inclusive no episódio de Feliciano. A prova é que no vídeoem que ele mostra desamor para com os cabides teológicos, amplamente conhecidos por ele, ele mostra especial carinho por Leonardo Boff, considerado, juntamente com Frei Betto, o maior teólogo católico da Teologia da Libertação.
Ajudando assim a ANAJURE, Caio garantiria também sua condecoração.
O fato é que quem ocupa cargo de destaque na ANAJURE é Augustus Nicodemus. O que ele tem feito para receber sua plaquinha?

Teísmo aberto & “deísmo” cessacionista

Durante a condecoração, a ANAJURE o entrevistou:
ANAJURE: Como o senhor tem visto o avanço do teísmo aberto e do liberalismo nas igrejas evangélicas, não só em seus púlpitos, mas também em seus projetos sociais?
Nicodemus:O teísmo aberto já ficou marcado claramente em nosso país como uma heresia, tanto por líderes calvinistas como arminianos e pentecostais, pois afronta um ponto que é querido de todos eles, que é a onisciência de Deus. O liberalismo teológico não é Cristianismo, é uma outra religião. Eles apenas usam o nosso vocabulário e nosso Livro, mas o conteúdo é completamente outro. Apesar disto, continuam presentes e ativos no Brasil e influenciando os incautos e despreparados.
Alguns anos atrás, Nicodemus refutou uma doutrina herética chamada “teísmo aberto,” propagandeada principalmente por Ed René Kivitz. A questão é que essa doutrina desconhecida não tinha praticamente nenhuma aceitação em nenhuma igreja brasileira. Qual é a igreja pentecostal que aceitava isso? Recordemos: a Igreja Evangélica Brasileira é majoritariamente pentecostal. Além disso, Kivitz esteve recentemente, juntamente com Ariovaldo Ramos, como palestrante na Universidade Presbiteriana Mackenzie, onde Nicodemus ainda tem enorme influência. Mas Nicodemus não condenou a presença desses dois “apóstolos” da Teologia da Missão Integral. Aliás, Ariovaldo já tinha algumas atuações discretas dentro do Mackenzie, com seu colega de Teologia da Missão Integral Ricardo Bitun, enquanto Nicodemus ainda era chanceler. Se Nicodemus de fato tem intenção de combater o tal “liberalismo teológico” e ajudar a Igreja Brasileira, por que ele nunca tomou uma atitude concreta contra a Teologia da Missão Integral, considerada, conforme Ariovaldo, a versão protestante da marxista Teologia da Libertação?
Que combate é esse ao “liberalismo teológico” que não envolve lutar diretamente contra uma de suas maiores expressões, a Teologia da Missão Integral?
Um perigo muito maior do que o “teísmo aberto” é o que o Rev. Mark Driscoll, um pastor calvinista, chama de “deísmo” dos cessacionistas.
Embora o “deísmo” desses teólogos incrédulos seja rejeitado na vasta maioria das igrejas cristãs do Brasil, não se pode acusar que todos os reformados e calvinistas são cessacionistas. O teólogo calvinista Vincent Cheung ensina que o cessacionismo é uma doutrina falsa e que os teólogos cessacionistas são representações de Satanás.
John Piper, Paul Washer e Wayne Grudem são outros calvinistas que também rejeitam o cessacionismo e aceitam os dons sobrenaturais do Espírito Santo.
O Rev. Driscoll declarou que o cessacionismo é “deísmo” e mundanismo. Assista ao vídeo aqui: http://youtu.be/-bC_COacPn0
Esse tipo de “deísmo” é uma ameaça muito maior à Igreja Brasileira do que o tal teísmo aberto que afeta quase que exclusivamente a igreja de Kivitz. Mas quem o enfrentará? Quem ganhará da ANAJURE uma placa por defender a Igreja Brasileira, que é majoritariamente pentecostal, contra a heresia que nega que o Espírito Santo dá hoje dons sobrenaturais? Se esses dons de fato não existissem, conforme querem os cessacionistas, não existiria nenhuma igreja pentecostal hoje no mundo.
No seu verbete “Cessacionismo,” a Wikipédia cita vários teólogos presbiterianos e batistas calvinistas internacionais, e menciona apenas um brasileiro como o maior defensor dessa heresia: Augustus Nicodemus.

Reavivamento cessacionista: cheio de teologia e sem manifestações sobrenaturais do Espírito Santo

Evidentemente, a Wikipédia é inconfiável. Mas num de seus textos em inglês, Nicodemus vê somente uma esperança para a Igreja Brasileira: ser cheia da teologia calvinista. E ele fornece o exemplo, que ele considera louvável, de uma congregação da Assembleia de Deus que parou de falar em línguas e se tornou calvinista. Abandonar o pentecostalismo e abraçar o calvinismo cessacionista seria reavivamento? A análise do artigo inteiro dele está aqui: http://bit.ly/1eWe6LT
No vídeode Caio Fábio, Nicodemus é citado como ansiando um reavivamento no Brasil. Um reavivamento com cessacionismo? Um reavivamento sem manifestações e dons sobrenaturais do Espírito Santo? Um reavivamento cheio de vazio do Espírito? Como Deus poderia atender às especificações teologicamente mimadas de um teólogo que quer reavivamento repleto de cessacionismo e um combate a um “liberalismo teológico” que não envolve nem combater o esquerdismo nem o cessacionismo entre presbiterianos? É um combate tão vago e matreiro que ninguém sabe o que é.
É vital o combate ao esquerdismo que está crescendo nas igrejas evangélicas, muitas vezes sob a capa de Teologia da Missão Integral. É igualmente vital o combate à heresia deísta e mundana do cessacionismo. Mas ambos os problemas são abrigados na Universidade Mackenzie, onde o ex-chanceler ainda tem influência. Basta conferir este link: http://bit.ly/17lyaDm

Guerra santa? Feliciano não pode responder aos ataques?

Na entrevista da ANAJURE, a perguntaseguinte foi:
ANAJURE: O senhor acredita que em nossos dias existem líderes cristãos que incentivam um clima de guerra santa? 
Nicodemus:Infelizmente, sim. Podemos e devemos lutar pelas liberdades fundamentais, como liberdade de consciência, de fé e de expressão, mas sem ataques pessoais e sem menosprezar quem pensa diferente de nós, trazendo o debate para o fórum correto e da forma correta.
Considerando o que Uziel Santana, presidente da ANAJURE, já havia dito, acerca do episódio Marco Feliciano, sobre “fomentar e participar de uma tresloucada ‘guerra santa,’” a pergunta da ANAJURE a Nicodemus de novo mira Feliciano?

Quanto ao que Nicodemus afirmou “Podemos e devemos lutar pelas liberdades fundamentais, como liberdade de consciência, de fé e de expressão, mas sem ataques pessoais,” isso inclui a nota pública de Uziel, onde ele questiona as motivações pessoais do pastor pentecostal, dizendo: “Tudo isso porque os projetos pessoais estão acima dos valores da Verdade do Evangelho de Cristo”? Ou “ataques pessoais” significa Feliciano reagir aos ataques pessoais?

Em entrevista exclusiva ao Blog Julio Severo, o próprio Dep. Marco Feliciano explicou sua relação com a ANAJURE no auge dos ataques de toda a esquerda brasileira contra ele:
Julio Severo: Em seu desespero, você chegou a procurar ajuda da ANAJURE, uma associação evangélica criada recentemente para defender os direitos civis dos cristãos. Qual foi a resposta?
Marco Feliciano: Era desespero mesmo. Fazia quase 30 dias que eu estava sob fogo cruzado e até então pouquíssimos saíram ao meu socorro. Lembrei-me da ANAJURE. Lembrei-me também do pedido desesperado que esses nobres juristas “cristãos” fizeram à Frente Parlamentar Evangélica dizendo que a ANAJURE só seria reconhecida se houvesse a aprovação dos parlamentares. Afinal, era para isso que estavam criando essa entidade: para proteger os parlamentares evangélicos em suas lutas pela liberdade religiosa e pela família. Liguei para o então presidente* da ANAJURE que estava na França. Falei com ele mais de uma vez, e o que ele me disse era que estava do meu lado e que a ANAJURE iria me defender juridicamente. Papo furado! Balela! Dias depois uma nota destes santos juristas me espancou e me aconselhou a sair da CDHM porque eu não era uma pessoa qualificada. Após esse episódio, a ANAJURE perdeu alguns de seus membros fundadores mais importantes, inclusive nossa guerreira da fé em Brasília, Dra. Damares.
Julio Severo: Na época da grande perseguição contra você, o presidente da ANAJURE lançou um comunicado nacional alertando que sua presença na Comissão de Direitos Humanos iria “dividir, ainda mais, a própria igreja evangélica… Tudo isso porque os projetos pessoais estão acima dos valores da Verdade do Evangelho de Cristo”. Por que, em vez de ajudar você, o presidente da ANAJURE optou por tal comunicado público?
Marco Feliciano: Por ser covarde, porque não era conveniente aliar a imagem de sua instituição a um “cão leproso” como eu naquele momento. Eu era um vexame para eles. Pouquíssimos acreditavam que eu conseguiria aguentar a pressão. Ele apostou na minha saída, na minha queda. Mas o Senhor através da oração da igreja me sustentou.
Depois de tudo o que Feliciano passou com a ANAJURE, o que Nicodemus quer? Empoleirar os cabides da ANAJURE de teólogos para dar ao seu presidente autoridade e autoritarismo com o peso de reputações alheias?
E se Feliciano desse ao presidente da ANAJURE a resposta exata que recebeu dele em nota pública? “Tudo isso [os cabides] porque os projetos pessoais estão acima dos valores da Verdade do Evangelho de Cristo.”
Como Nicodemus e ANAJURE pretendem combater o “liberalismo teológico” se combatem quem está sendo atacado por todas as esquerdas do Brasil? Como eles pretendem combater o “liberalismo teológico” se combatem quem foi atacado por Ariovaldo Ramos e outros líderes evangélicos cheios de esquerdismo e liberalismo teológico? Para que serve sua lista de nomes de teólogos se na hora do combate optam pelo lado mais fácil — os linchadores anticristãos e revolucionários? Só faltou Nicodemus empoleirar nos cabides da ANAJURE John MacArthur, teólogo calvinista que no ano passado publicou um livro que afirma que o pentecostalismo inteiro é heresia. MacArthur é sensação máxima entre os calvinistas cessacionistas do Brasil.

Cessacionismo contra o Espírito Santo versus cessacionismo contra o esquerdismo

Em vez de ser famoso por seu cessacionismo contra os dons sobrenaturais do Espírito Santo, a necessidade vitalmente maior é que Nicodemus fosse famoso por um cessacionismo contra todo esquerdismo, mundanismo e “deísmo.”
O Brasil não precisa de um reavivamento sem as manifestações sobrenaturais do Espírito Santo.
A Igreja Brasileira não precisa de cessacionistas contra o Espírito Santo. Mas precisa urgentemente de cessacionistas contra o esquerdismo, contra a Teologia da Missão Integral, contra a Teologia da Libertação, etc.
E Nicodemus & Cia nem precisam fazer isso em toda a Igreja Brasileira. Basta que atuem no seu quintal presbiteriano. Ali, sim, o terreno está repleto de socialistas, maçons e liberais teológicos, produzindo material teológico que muitas vezes contamina o restante da Igreja Brasileira.
No vídeode Caio Fábio, Nicodemus é citado como dizendo a ele: “Reverendo, sua contribuição é importante para nós ainda. Precisamos de você.”
Considerando que Caio mente descontroladamente, é possível que Nicodemus não tenha dito isso. Por outro lado, o teólogo presbiteriano até agora não o desmentiu. Nenhum contraponto foi dado à afirmação de Caio.
Mas é fato que alguns presbiterianos dizem que se Caio voltasse para sua esposa original, tudo estaria resolvido e ele seria uma bênção para a Igreja Brasileira. Portanto, se Caio não mentiu sobre a declaração de Nicodemus, a pergunta importante é: Em que sentido Caio é necessário para a Igreja? Já não foi suficiente todos os danos que ele causou tramando contra a Igreja e aproximando-a do esquerdismo? Não foi o próprio Caio que se gabou anos atrás, dizendo“Aproximei Lula dos evangélicos”?
Caio Fábio e Lula, antes do adultério

Os grandes teólogos do Brasil acham que antes de sua queda escandalosa de adultério, estava tudo bem com Caio. Não, não estava. Um dos grandes filhos espirituais de Caio é Ariovaldo Ramos, que está hoje com seu casamento destruído (essa informação foi dada ao público pelo próprio pai espiritual dele, Caio, anos atrás) e é o maior promotor da Teologia da Missão Integral. Ari, como é chamado por sua turma, não promove essa teologia ideológica por ingenuidade, sem saber o que está fazendo. Ele próprio já afirmou que a Teologia da Missão Integral é a versão protestante da Teologia da Libertação. E quem é que não sabe que a Teologia da Libertação é apenas plataforma do marxismo?

E no vídeo, Caio faz questão de dizer que tem carinho por Leonardo Boff. Esse carinho por esquerdistas e suas heresias não é novidade em sua vida.
Em sua biografia, ele conta que, muito antes de sua queda em adultério, ele já andava, nos bastidores, com os homens fortes do PT, inclusive José Dirceu e Lula. E Ariovaldo, que no ano passado fez uma parceria entre evangélicos e o governo do PT, é prova dos horrendos frutos esquerdistas de Caio na Igreja Brasileira.
Esses frutos incomodam Nicodemus? Sim, ele já criticou o esquerdismo, de forma geral, sem dar nome aos bois. Talvez por estarem quase todos eles circulando bem à vontade dentro do Mackenzie. Mas de que adianta atacar algumas vezes o esquerdismo e ter tolerado Ricardo Bitun, professor do Mackenzie e conhecido promotor da Teologia da Missão Integral?
Já vi também, uns dez anos atrás, Nicodemus andar muito bem, em congressos, com Caio Fábio, Ricardo Gondim e Robinson Cavalcanti — todos promotores da Teologia da Missão Integral. Se ele de fato acredita existir um “liberalismo teológico,” ficava convenientemente em silêncio diante dos figurões desse liberalismo.
Sobre Gondim, ele chegou a falar, mas somente quando o caso já estava em estágio terminal. Um líder cristão com discernimento espiritual aguçado é capaz de ver a gravidade da doença muito antes de chegar ao estágio terminal, podendo assim evitar muitos estragos desnecessários.
Quando não se reconhece o problema na fase inicial, as tragédias são inevitáveis. Gondim chegou a fazer muitos seguidores, contaminando multidões com a Teologia da Missão Integral.
Cavalcanti contaminou também outras multidões, e Caio Fábio os superou, mas ambos não chegaram a ser tratados como casos terminai pelo ex-chanceler do Mackenzie, o qual, se Caio não mentiu como de costume, deseja as “contribuições” de Caio para a Igreja Brasileira. O que Caio poderia fazer nesse ponto? Levar a Igreja ao estágio terminal do câncer esquerdista?
Se Caio mentiu, é hora do ex-chanceler combater o esquerdismo e o liberalismo teológico não de modo vago e hipotético, mas dar nome ao problema e a seus autores e cúmplices.
O estado caído de Caio hoje mostra que não adianta se cercar de figuras teológicas importantes. Mostra também que certo é o versículo que diz que o que o homem semear, isso ele colherá. Caio semeou esquerdismo na Igreja Brasileira, e caiu, apesar de andar com os mais famosos teólogos calvinistas do mundo.
Se as palavras de Caio sobre Nicodemus ansiando um reavivamento estiverem certas, o que o Brasil ganhará com um reavivamento cessacionista?
O que o Brasil ganhará com um reavivamento cheio de teologia, mas com o banimento das manifestações do Espírito Santo?
O que o Brasil ganhará tendo de volta Caio Fábio na Igreja Presbiteriana do Brasil?
Ganhará de volta seu antigo “papa” evangélico, para restaurar a glória da IPB e produzir milhares de outros Ariovaldos, conforme a imagem e semelhança de Boff? Se assim for, Nicodemus terá de se contentar com o segundo lugar. Quanto à pretensão de tornar a ANAJURE um mini-Vaticano, ou outra AEVB, tudo dependerá da vontade do “papa” evangélico logo que ele recuperar seu trono.
Quanto a mim, não estou ajudando a construir nenhum Vaticano protestante.
Desejo um reavivamento com manifestações sobrenaturais do Espírito Santo.
Combato o “liberalismo teológico” sem ser vago, mas dando o nome dos problemas e dos causadores dos problemas. Basta baixar meu livro gratuito aqui: http://bit.ly/11zFSqq
Combato também as heresias mundanas e deístas.
E sou um “cessacionista,” no melhor sentido da palavra. Não contra o Espírito Santo e seus dons. Trabalho incessantemente para que a Teologia da Libertação, a Teologia da Missão Integral e outras formas de esquerdismo nas igrejas sejam cessadas, aniquiladas e exterminadas.
Leitura recomendada:

Governo vai começar campanha de vacinação do HPV em meninas nas escolas em março

Posted in Alexandre Padilha, HPV, Merck, Ministério da Saúde, vacinação by juliosevero on 13 de janeiro de 2014

Governo vai começar campanha de vacinação do HPV em meninas nas escolas em março

Meta do Ministério da Saúde é vacinar, até dezembro, 5 milhões de meninas entre 11 e 13 anos

Julio Severo
Começará em março, de acordo com o jornal Estado de S. Paulo, a campanha nacional de vacinação de meninas entre 11 e 13 anos contra o vírus HPV, que supostamente protege contra o câncer de colo de útero. A campanha terá como alvo prioritário as escolas, disse nesta sexta-feira, 10, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha. O anúncio foi feito durante evento no Instituto Butantan, em São Paulo, no qual o laboratório responsável pela produção do item, em parceria entre o laboratório Merck Sharp & Dohme, entregou o primeiro lote de vacinas, com 4 milhões de doses.
Segundo o Ministério da Saúde, foram gastos R$ 465 milhões na compra desses lotes.

“Cada município vai poder ter uma estratégia específica de vacinação. Alguns vão utilizar um espaço dentro da escola, outros vão concentrar nos postos de saúde. Nós daremos as duas opções, mas vamos reforçar nos municípios que as ações na escola devem ser priorizadas”, disse Padilha.

O governo pretende vacinar 5 milhões de meninas ainda neste ano, o que equivale a 80% da população dessa faixa etária.

Perguntas que precisam ser feitas

A campanha de vacinação governamental do HPV para meninas é necessária?
Segundo a Dra. Diane Harper, diretora do Grupo de Pesquisa de Prevenção ao Câncer na Universidade de Missouri, e principal pesquisadora no desenvolvimento das vacinas Gardasil e Cervarix do HPV, “as drogas polêmicas pouco farão para reduzir os índices de câncer cervical e poderão causar mais males do que a doença que visam prevenir,” conforme reportagem do LifeSiteNews.
A vacina é segura?
O Dr. Joseph Mercola comenta que os dados do Sistema de Registro de Efeitos Colaterais das Vacinas (SREC) do governo americano indicam que a Gardasil está ligada a 49 mortes súbitas, 213 invalidezes permanentes, 137 registros de displasia do colo do útero, 41 registros de câncer de colo do útero e milhares de registros de efeitos colaterais, abrangendo desde dores de cabeça e náuseas até erupção de verrugas genitais, choque anafilático, epilepsia tonicoclônica generalizada, espumação pela boca, coma e paralisia.
O Dr. Mercola também diz que é preocupante o fato de que as vacinas do HPV protejam contra apenas duas das variantes mais comuns do HPV associadas com câncer, o HPV-16 e o HPV-18, ainda que haja mais de 100 diferentes tipos de HPV, pelo menos 15 dos quais provocam câncer.
Confira também o caso registrado em vídeo de duas adolescentes prejudicadas pela vacina do HPV:
Adolescente arruinada pela vacina Gardasil do HPV: http://youtu.be/oTuN7DRlBKI
Vítima da Gardasil se manifesta 2 anos depois de vacinada: http://youtu.be/xWVQ04fAhfI
Uma reportagem especial do WND indicou mais mortes envolvendo a vacina do HPV.
Nesse tipo de campanha de vacinação, há interesses entre governo e empresas farmacêuticas?
Há exemplos no histórico do governo brasileiro. Em 2009, Lula recebeu o Prêmio Chatham House por seu papel como “importante promotor de estabilidade e integração na América Latina”. Um dos principais patrocinadores desse prêmio internacional foi a empresa farmacêutica GlaxoSmithKline. No final de 2009, a GlaxoSmithKline recebeu R$ 465.532.000,00 do governo brasileiro, numa compra sem licitação, de doses da vacina contra a “epidemia generalizada” da gripe suína.
Em reportagem do WND, o ator mundialmente famoso Chuck Norris disse: “O governo está debaixo dos panos e debaixo da pele dos outros — literalmente — fazendo algo que pode ser prejudicial para a saúde de seus filhos e para a nossa saúde.” Ele então revela o acobertamento que o governo federal vem fazendo no caso das vacinas debaixo da total omissão e silêncio dos grandes meios de comunicação.
Quais outros escândalos?
Conforme reportagem do Examiner, “O governo japonês cancelou a vacinação contra o vírus do papiloma humano (HPV) em Kitui, mencionando reações adversas que incluíam infertilidade, dores prolongadas, fraqueza e paralisia, enquanto a Organização Mundial de Saúde (OMS) está sendo criticada por sua posição de defender a eficácia da vacina contra o HPV com a alegação de que é uma ferramenta útil para prevenir o câncer do colo do útero. Um artigo da agência de notícias queniana Standard Digital de 14 de julho afirma que críticos acusaram a OMS de promover vacinas que beneficiam os fabricantes, e acusações do mesmo teor foram feitas contra a Vigilância Sanitária (FDA) americana.”
A GlaxoSmithKline, multibilionária empresa de vacinas que fabrica uma das vacinas do HPV, foi condenada em 2012 a pagar multa de 3 bilhões de dólares depois de se declarar culpada de cometer a maior fraude de saúde da história dos EUA.
O governo agiria para enfraquecer a resistência à sua campanha para vacinar as meninas do Brasil?
Durante a campanha de vacinação contra a rubéola em 2008, as denúncias do Blog Julio Severo atraíram não só a atenção da mídia comprada (veja notícia do jornal O Dia, ligado à Globo, culpando-me pelo número baixo de vacinações), mas também a ira do Ministério da Saúde, que contou com uma equipe de profissionais de internet para sabotar meus artigos sobre a campanha da vacinação. A meta era postar textos e comentários nos locais onde meus textos haviam sido publicados, questionando-os, quebrando a força deles e destruindo minha credibilidade. Um trabalho de guerrilha. Só fiquei sabendo disso porque uma mulher ligada a essa equipe conversou com uma amiga dela, que por sua vez é minha amiga!
Quem deve decidir as questões de saúde dos filhos: o governo ou os pais?
Em reportagem do WND, Chuck Norris disse: “O governo precisa parar de ocupar o papel de administrador e controlador de nossas vidas e das vidas de nossos filhos e precisa começar a desempenhar o papel de apoiar as decisões dos pais para seus próprios filhos. Os filhos pertencem a seus pais, não ao governo. E os pais precisam ter o direito e apoio governamental para criar seus filhos sem imposições federais, e sem intervenções em nossos lares e educação e saúde de nossos filhos.”
Com informações do jornal Estado de S. Paulo.
Leitura recomendada:

Carta de igreja protestante moderna ao Apóstolo Paulo

Posted in Apóstolo Paulo, Ariovaldo Ramos, cessacionismo, Teologia da Missão Integral by juliosevero on 12 de janeiro de 2014

Carta de igreja protestante moderna ao Apóstolo Paulo

Tentativa de Paulo ocupar uma vaga de missionário numa grande agência missionária brasileira se depara com resistências teológicas e éticas

Conta-se que o Apóstolo Paulo enviou seu currículo para a Junta de Missões Mundiais de certa denominação protestante, oferecendo-se para trabalhar como missionário. Depois de algumas semanas, o secretário da Junta escreveu-lhe esta carta, justificando a razão por que não poderia aceitá-lo.
Apóstolo Paulo tenta vaga de missionário na Igreja Protestante do Brasil

Ao Reverendo Saulo Paulo
Missionário Independente

Roma, Itália
Prezado Sr. Paulo:
Recebemos recentemente seu currículo, exemplares de seus livros e o pedido para ser sustentado pela nossa Junta como missionário na Espanha.
Adotamos a política da franqueza com todos os candidatos. Fizemos uma pesquisa exaustiva no seu caso. Para ser bem claro, estamos surpresos que o senhor tenha conseguido “passar” até aqui como missionário independente.
Em Antioquia, o senhor provocou uma confusão com Simão Pedro, um pastor muito estimado na cidade, chegando a repreendê-lo em público. O senhor provocou tantos problemas que foi necessário convocar uma reunião especial da Junta de Apóstolos e Presbíteros em Jerusalém. Não podemos apoiar esse tipo de atitude.
Acha que é adequado para um missionário trabalhar meio-período em uma atividade secular? Soubemos que fabrica tendas para complementar seu sustento. Em sua carta à igreja de Filipos, o senhor admite que aquela é a única igreja que lhe dá algum suporte financeiro. Não entendemos o motivo, já que serviu a tantas igrejas. O senhor não se dá bem com as igrejas que funda? Então por que agora está atrás de nosso sustento?
É verdade que já esteve preso diversas vezes? Alguns irmãos nos disseram que passou dois anos na cadeia em Cesareia e que também esteve preso em Roma, e em outros lugares. Não achamos adequado que um missionário da nossa Junta tenha ficha suja na polícia, pelo fato de que esse tipo de mancha compromete gravemente seu testemunho e credibilidade, e também o testemunho e credibilidade de nossa Junta.
O senhor causou tantos problemas para os fabricantes de ídolos da deusa Diana em Éfeso que eles o chamavam de “o homem que virou o mundo de cabeça para baixo.” Sensacionalismo é totalmente desnecessário no trabalho missionário. Deploramos, também, o vergonhoso episódio em que o senhor fugiu de Damasco escondido em um grande cesto. Nossos missionários jamais fogem das autoridades.
Estamos admirados em ver sua falta de conduta conciliatória. Os homens educados e que sabem chegar a um acordo não são apedrejados nem arrastados para fora dos portões das cidades, muito menos atacados por multidões enfurecidas. Alguma vez parou para pensar que palavras mais agradáveis poderiam ganhar mais ouvintes? Envio-lhe um exemplar do excelente livro “Como Ganhar os Judeus e Influenciar os Gentios”, do Dr. Presunçoso Sabetudo, o maior teólogo da nossa denominação.
Em uma de suas cartas, o senhor se descreve como “Paulo, o velho.” As normas de nossa Missão não permitem a contratação de missionários além de certa idade.
Percebemos que é dado a fantasias e alucinações. Em Trôade, o senhor alegou que viu “um homem da Macedônia” e em outra ocasião diz que “foi levado até o Terceiro Céu e que ouviu palavras inexprimíveis.” Afirma ainda que viu o próprio Senhor Jesus e que ele o confortou. Achamos que a obra de evangelização mundial requer pessoas com os pés no chão e com mente saudável.
Num de seus livros, o senhor ensina: “Busquem com dedicação os dons espirituais, principalmente o dom de profecia.” (1 Coríntios 14:1 NVI)
Como se não lhe bastasse ter essas “profecias,” “sonhos,” “visões” e outras alucinações, o senhor ainda se esforça para estimular seus ouvintes a buscar as mesmas fantasias. Não podemos permitir tais ensinos que violam nossas normas doutrinárias e denominacionais, colocando a saúde mental dos ouvintes em risco.
Além disso, o senhor tem mostrado incoerência em seus próprios ensinos estranhos. E temos prova disso em seus próprios livros. O senhor disse, em 1 Coríntios 12, que Deus dá vários dons sobrenaturais, inclusive o dom de cura, mas não vive de acordo com o que prega. Por exemplo, em Gálatas 4:13, o senhor confessou ter uma grave enfermidade física. Não acha estranho pregar sobre dons sobrenaturais de cura quando o senhor é incapaz de curar suas próprias enfermidades?
O Dr. Lucas nos deu esta informação sobre você: “Deus fazia milagres maravilhosos por meio das mãos de Paulo, de tal maneira, que até lenços e aventais que Paulo usava eram levados e colocados sobre os doentes. Estes eram curados de todas as suas enfermidades, assim como espíritos malignos eram expelidos deles.” (Atos 19:11-12 KJA)
O testemunho do Dr. Lucas é importante, pois mostra que o senhor, usando um alegado dom de cura, apenas tocava em pessoas ou objetos que elas usariam para que houvesse experiência de curas e expulsão de demônios. Essa questão dos lenços e aventais é algo que está a uma galáxia de distância das práticas oficiais de nossa denominação. Mais parece heresia neopentecostal. Além disso, ao dizer ao Dr. Lucas e a outros que o senhor tem esse suposto poder de cura nas mãos, o senhor entrou em grave contradição consigo mesmo.
Em 2 Timóteo 4:20, com suas próprias palavras o senhor admitiu: “Deixei Trófimo enfermo em Mileto.” Já pensou o escândalo que o senhor traria para nossa denominação saindo por aí dizendo que Deus cura através de dons sobrenaturais pelas suas mãos, mas nos bastidores deixando seus ajudantes pastorais enfermos? O que o público diria de nós se esse escândalo, por causa de sua pregação e atitudes incoerentes, viesse a público?
Por isso, a postura oficial de nossa denominação é que esses dons sobrenaturais cessaram dois mil anos atrás. Com isso, evitamos muita confusão, coisa que o senhor parece gostar. Temos mais provas. Sua igreja em Corinto estava enfrentando uma crise muito grande, e entre suas soluções o senhor apontou como ter e utilizar dons sobrenaturais do Espírito Santo, inclusive profecias e curas. Aliás, foi justamente para essa igreja que o senhor disse: “Busquem com dedicação os dons espirituais, principalmente o dom de profecia.” (1 Coríntios 14:1 NVI)
Em que o uso de fantasias e alucinações poderia ajudar uma igreja problemática? Seguindo as normas práticas de nossa denominação, o senhor teria uma solução simples e fácil. A confortável doutrina do cessacionismo, que é uma de nossas principais tradições religiosas, resolve eficazmente o problema de alucinações e fantasias pessoais e coletivas. Mas em vez dessa solução prática, o senhor preferiu estimular todos em Corinto a buscar mais alucinações do que eles já tinham. O senhor não percebe que esse tipo de conselho só aumenta a confusão?
Mas quem disse que o senhor gosta de evitar confusão?
Em toda a parte por onde andou, o senhor provocou muitos problemas, especialmente de relacionamentos. Em Jerusalém, entrou em conflito com os líderes do seu próprio povo. Se alguém não consegue se relacionar bem com seu próprio povo, como pode querer servir no exterior? O senhor parece desconhecer o que Deus diz em Sua Palavra: “Esforçai-vos para viver em paz com todas as pessoas.” (Hebreus 12:14 KJA)
O senhor parece ter rasgado essa passagem da sua Bíblia! É de admirar então as consequências? O senhor mesmo admite: “Todos me abandonaram.” (2 Timóteo 4:16 NVI) Temos na nossa denominação famosos teólogos que são referência constante nas revistas evangélicas nacionais e congressos de missões. São homens equilibrados, sem fantasias e alucinações. Por isso, ninguém se esquece deles nem os abandona. Entenda bem: Os homens bons nunca são esquecidos pelos seus amigos. Três excelentes irmãos, Diótrefes, Demas e Alexandre, o ferreiro, disseram-nos que acharam impossível trabalhar com o senhor e com seus planos cheios de fantasias e alucinações. Eles disseram que o senhor é um encrenqueiro que não consegue se dar bem com ninguém.
Esse problema, que é digno de tratamento em consultório, vem de longe em seu histórico. Soubemos que muito antes de suas discórdias com os três queridos irmãos, o senhor teve uma discussão amarga com um colega missionário chamado Barnabé e que acabaram encerrando uma longa parceria. Palavras duras não ajudam em nada a expansão da obra de Deus.
Analisando friamente seu ministério, vemos que não para em lugar algum e quando para, fica pouco tempo. Primeiro, a Síria, depois, Chipre, vastas regiões da Turquia, Macedônia, Grécia, Itália, e agora o senhor fala em ir à Espanha. E o pior é que no trabalho missionário, o senhor insiste em ser guiado por fantasias e alucinações. E agora quer nosso sustento? Se suas fantasias fossem divinas, o senhor não precisaria recorrer a nós.
Em um sermão recente, o senhor disse “Longe de mim gloriar-me, a não ser na Cruz de Cristo.” Achamos justo que possamos nos gloriar da história e doutrinas da nossa denominação. Como poderemos sustentá-lo se o senhor não se gloriar de nossa missão?
Seus sermões são muito longos. Em certa ocasião, um rapaz que estava sentado em um lugar alto, adormeceu após ouvi-lo por várias horas, caiu e quase quebrou o pescoço. Já está provado que as pessoas perdem a capacidade de concentração após trinta ou quarenta minutos, no máximo. Nossa recomendação aos nossos missionários é: Levante-se, fale por trinta minutos, e feche a boca em seguida.
O Dr. Lucas nos informou que o senhor é um homem de estatura baixa, calvo, de aparência desprezível, de saúde frágil e que está sempre agitado, preocupado com as igrejas e que nem consegue dormir direito à noite. Ele nos disse que o senhor costuma levantar durante a madrugada para orar. Achamos que o ideal para um missionário é ter uma mente saudável em um corpo forte. Uma boa noite de sono também é indispensável para garantir a disposição no trabalho no dia seguinte. Para que orar tanto? Cinco minutos de oração é o suficiente. Afinal, Deus não é surdo.
Algumas testemunhas relataram que o senhor ora numa “língua desconhecida.” Pensávamos que poderia ser apenas fofoca. Mas quando consultamos um de seus livros, vimos escrito: “Dou graças a Deus por falar em línguas mais do que todos vós.” (1 Coríntios 14:18 KJA) Aí o senhor mesmo reconhece que sua igreja, provavelmente sob sua influência, fala nessa “língua estranha,” e o senhor fala mais. Como se já não bastassem as perturbações da igreja, o senhor deu mau exemplo ao introduzir práticas pagãos a ela.
Evidentemente, além de alucinações, o senhor parece estar sofrendo de alguma perturbação mental. Línguas estranhas, de acordo com nossa documentação teológica, é prática comum em algumas religiões heréticas e até mesmo na bruxaria. Portanto, é totalmente incompatível com um cristão verdadeiro que se propõe ao trabalho missionário.
Finalizando, o senhor mostrou desconhecer totalmente a Teologia da Missão Integral. Quando tentamos lhe explicar que essa teologia é hoje padrão nas missões das igrejas protestantes, o senhor disse que nunca ouviu falar. Como o senhor pode ser missionário se desconhece o que é fundamental para as modernas agências missionárias?
Hoje, na Igreja Protestante do Brasil, Teologia da Missão Integral e missões são inseparáveis.
Quando lhe mencionamos que o Rev. Ariovaldo Ramos, um dos líderes protestantes mais importantes nas missões do Brasil, declarou que a Teologia da Missão Integral é a versão protestante da marxista Teologia da Libertação, o senhor não demonstrou nenhum interesse. Não é possível trabalhar hoje em missões brasileiras sem apreciar a Teologia da Missão Integral e seus teólogos. Rejeitá-los é terminar sozinho. Isso explica sua situação. Quem é que não ficaria em igual estado de abandono se rejeitasse o que hoje todos aceitam?
Nosso irmão Ariovaldo Ramos é querido por todos. Sua teologia é querida por todos. Ele era até convidado especial de Hugo Chávez, cuja morte foi uma grande tristeza para ele. Se o senhor tivesse se espelhado nele, teria também sido convidado especial dos grandes deste mundo, e seu nome seria famoso. O senhor tem sofrido perdas por sua teimosia e espírito de discórdia.
Grande é o seu despreparo teológico para trabalhar em nossa denominação e nas missões oficiais. E o pior é que o senhor não tem humildade para se adaptar aos novos tempos e às novas teologias.
Lamento muito dizer isto, irmão Paulo, mas nenhuma igreja protestante moderna poderia aceitar seu currículo. Em meus vinte e cinco anos de experiência, nunca encontrei um homem tão dado a fantasias e alucinações, envolvido com tantas confusões e encrencas e que agora, depois que todos o abandonaram, conforme o senhor mesmo nos confessou, deseja trabalhar para nós para ter nosso sustento. Se o aceitássemos, estaríamos violando as normas de nossa Junta e as doutrinas mais importantes de nossa denominação, colocando em perigo a reputação dos nossos grandes teólogos.
Sinceramente,
Reverendo Dr. Teo Lógico Cabeçadura
Secretário da Junta de Missões Mundiais
da Igreja das Doutrinas Esplêndidas e Gloriosas
Adaptado por Julio Severo de um texto anônimo que tem andado pela internet há anos.
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Jovem “morta” apresenta sinais vitais durante doação de órgãos

Posted in doação de órgão, morte cerebral by juliosevero on 11 de janeiro de 2014

Jovem “morta” apresenta sinais vitais durante doação de órgãos

Ela sofrera um acidente de trânsito e teve graves lesões no pescoço

Rafael Marcante
Comentário de Julio Severo: Para atender à alta demanda de órgãos humanos, o critério de morte foi adulterado. Esse critério é agora, diferente de toda a história humana, a chamada “morte cerebral,” que nem os médicos conseguem definir com precisão. Pelo novo critério, o “morto” precisa estar vivo para que os médicos possam canibalizar seus órgãos.
Uma jovem de 24 anos, dada como morta pelo diagnóstico médico apresentou sinais vitais na hora da retirada dos órgãos que seriam doados.

O fato curioso foi registrado na cidade de Curitiba, capital do Paraná. A mulher que não teve o nome divulgado, foi internada no dia 16 de dezembro, após sofrer um acidente de trânsito.

Ela apresentava lesões graves no pescoço. No dia 31 o hospital atestou a morte da jovem. Diante das circunstâncias, a família autorizou a doação de órgãos.
Na mesa de cirurgia a jovem apresentou sinais vitais e foi transferida à UTI. A mãe da moça, Maria das Graças, contou ao portal Banda B que o estado de saúde dela é bastante grave, mas estável.
Segundo os médicos a mulher está com problema no rim e precisa passar por hemodiálise. O caso chegou ser registrado pela polícia para que fosse descoberta a causa da morte, mas diante dos fatos o registro foi cancelado.
Fonte: CGN UOL
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Análise: “Dia da Caridade” da ONU em Honra de Madre Teresa Contrasta com Políticas de Aborto

Posted in Madre Teresa de Calcutá by juliosevero on 11 de janeiro de 2014

Análise: “Dia da Caridade” da ONU em Honra de Madre Teresa Contrasta com Políticas de Aborto

Dra. Susan Yoshihara
NOVA IORQUE, EUA (C-FAM) Madre Teresa é o resumo da caridade. Assim diz a ONU quando declarou o primeiro Dia da Caridade em sua honra em 2013, exortando os líderes nacionais a educar e conscientizar acerca da caridade entre seus cidadãos.

Ao incentivar a caridade como Madre Teresa, a Assembleia Geral da ONU lançou um desafio para os que argumentam que o aborto e medidas sexuais progressivas são soluções para a pobreza e desigualdade.

O trabalho de Madre Teresa de aliviar o sofrimento dos mais pobres entre os pobres está em harmonia com o propósito da ONU de promover paz e desenvolvimento humano. Mas a compreensão que ela tinha sobre caridade contrasta fortemente com as noções populares de caridade, e principalmente com os objetivos às vezes promovidos nas políticas sociais da ONU.
A caridade é o próprio propósito da existência do homem. “Amar e ser amado,” a Madre Teresa disse a delegados da ONU. O amor real, a caridade real, significa “dar até doer,” ela lhes disse.
Entre as fontes de violência e conflito, a Madre Teresa selecionou as leis que permitem o aborto. Num discurso na Assembleia Geral da ONU em 1985 ela disse: “Se realmente formos sinceros em nossos corações de que realmente queremos paz hoje, vamos fazer essa forte decisão de que em nossos países, em nossas cidades, não permitiremos que uma única criança se sinta indesejada, se sinta não amada, para jogar fora uma sociedade… que em nossos países essa terrível lei de matar os inocentes, de destruir a vida, destruir a presença de Deus, seja removida de nosso país, nossas nações, de nosso povo, de nossas famílias.”
“Eu disse muitas vezes e estou certa disso, de que o maior destruidor da paz no mundo hoje é o aborto,” ela escreveu aos delegados da Conferência Internacional de População e Desenvolvimento do Cairo em 1994. “Se uma mãe pode matar seu próprio filho, o que impedirá você ou eu de matarmos uns aos outros? O único que tem o direito de tirar a vida é Aquele que a criou. Ninguém mais tem esse direito, não uma conferência, nenhum governo.”
Indo mais longe, ela disse que os que promovem o controle populacional destroem a própria caridade. “Dá-me medo pensar em todas as pessoas que matam a consciência de modo que possam fazer um aborto… Deus criou um mundo grande o suficiente para todas as vidas que Ele deseja que nasçam. São somente nossos corações que não são grandes o suficiente para querê-las e aceitá-las.”
Nenhum governo pode fornecer caridade, a Madre Teresa lembrou aos líderes, porque o dinheiro não pode dar “amor e cuidado.” Foi em sociedades ricas que ela viu uma grande pobreza de solidão. Remover o sofrimento dos idosos e indesejados numa “sociedade indiferente,” como ela a chamou, era “muito difícil” e só podia ser feito com muita oração.
A Madre Teresa criticou fortemente os que negaram as “diferenças belas” entre homens e mulheres. Numa carta aos delegados da Conferência da ONU sobre Mulheres em Beijing em 1995 ela disse: “Eles só trarão divisão, infelicidade e destruição da paz ao mundo,” e que “os que querem tornar as mulheres e os homens iguais são todos a favor do aborto.”
Ela ligou o feminismo radical ao sofrimento das mulheres, sua falta de caridade com relação a si e a seus filhos. “Nenhum emprego, nenhum plano, nenhuma posse, nenhuma ideia de ‘liberdade’ pode tirar o lugar do amor. Por isso, qualquer coisa que destrói o dom de ser mãe que Deus deu destrói seu dom mais precioso para as mulheres — a capacidade de amar como uma mulher,” escreveu ela.
Mencionando o modo como o aborto levou a um declínio na condição das mulheres e do papel de mãe, testemunhado hoje nos 33 a 100 milhões de meninas mortas antes e depois do nascimento na China e Índia, a Madre Teresa disse: “Deus nos disse, ‘Ame seu próximo como a você mesmo.’ Portanto, primeiro tenho de amar a mim mesmo com certeza, e então amar meu próximo desse jeito. Mas como posso amar a mim mesmo a não ser que eu aceite a mim mesmo como Deus me fez?”
Tradução: Julio Severo
Fonte: Friday Fax
Divulgação: www.juliosevero.com
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Rock in Teologia da Missão Integral camufla pedrada no Evangelho

Rock in Teologia da Missão Integral camufla pedrada no Evangelho

Missão Jovens da Verdade conduz, juntamente com bandas gospel, jovens aos pés dos “apóstolos” da Teologia da Missão Integral, sob o silêncio da blogosfera esquerdista que nunca poupa os cantores gospel de críticas e até xingamentos

Julio Severo
Anunciadocomo “o maior festival de rock cristão da história,” a Missão Jovens da Verdade (JV) realizou o “Rock no Vale,” sob a liderançaprincipal de Marcos Botelho, do JV.

O evento, que foi realizado no Acampamento do JV em Arujá (SP) de 6 a 8 dezembro de 2013, teve como palestrantes: Ariovaldo Ramos, Ed René Kivitz, Marcos Botelho, Carlos Bezerra e outros.

No mês de novembro, essa mesma turma esteve na Universidade Presbiteriana Mackenzie, com o mesmo propósito de promover a Teologia da Missão Integral (TMI). O evento do Mackenzie foi anunciado pela Lixeira Gossip como o “principal evento de juventude cristã no Brasil.”
O perfil dos palestrantes do evento do JV é:
Ariovaldo Ramos: principal defensor da TMI no Brasil, ele louvou Hugo Chavez como um herói dos fracos e pobres. Suas proeminentes atividades esquerdistas não têm sido contestadas por teólogos supostamente tradicionalistas que nunca fecham a boca para criticar pentecostais e neopentecostais.
Ed René Kivitz: líder da TMI, seu papel tem sido crucial para unificar as esquerdas evangélicas e combater as igrejas neopentecostais e sua Teologia da Prosperidade enquanto exalta a TMI.
Carlos Bezerra Jr: pastor da Comunidade da Graça em São Paulo, considerado como “político ideal” pela Lixeira Gossip por dizer que Jesus nunca condenou a homossexualidade. Recentemente, Bezerra disse: “[Leonardo Boff] me inspira há anos com o que escreve e prega… Um salve ao grande mestre Leonardo Boff.” Boff é um dos principais promotores da Teologia da Libertação.
Marcos Botelho: articulista da revista Ultimato e autor da estranha ideia de que os cristãos têm a obrigação de lutar pelo direito das pessoas cometerem atos homossexuais e outras abominações. Além disso, Botelho é filho do presidente da JV e da diretora da FLAM (Faculdade Latino Americana), que funciona nas dependências do Acampamento do JV e onde Ariovaldo Ramos é professor.
Quando essas figuras estão juntas em qualquer evento falando do “Reino” — código que, para os incautos, parece o Reino de Deus, mas para os adeptos da TMI é apenas o reino de Karl Marx —, o resultado é sempre mesmo: Teologia da Missão Integral.
Oficina G3 na onda da Teologia da Missão Integral?

Claro que a especialidade deles não é o rock — palavra em inglês que significa “pedra,” mas que é usada para definir um estilo musical moderno. A “pedrada” no Evangelho ficou por conta dos “apóstolos” da TMI. O rock, usado como açúcar da pedrada, ficou por contade bandas como Resgate, Livres, Crombie, Simonami, Mahmundi, Danni Distler, Gungor, Tanlan e Oficina G3 que cuidaram para que sua música atraísse os jovens aos pés dos “apóstolos” da TMI.

Não dá para saber se essas bandas sabiam que estavam sendo usadas para embelezar a propaganda da TMI entre jovens. Provavelmente, todos ou a maioria foram inocentes úteis de uma causa ideológica que desconhecem completamente.
O certo é que um possível casamento entre música gospel e TMI vai eliminar em quase 90 por cento as críticas que os cantores gospel recebem. Muitos dos críticos são de blogs e sites de adeptos da TMI. Se esses blogs e sites, com a ajuda do Jovens da Verdade, estão jogando um beijo em direção aos cantores gospel, uma resposta positiva, vinda dos cantores gospel, ao canto da sereia da TMI pode findar as habituais críticas.
Apesar de que o evento foi alardeado por Marcos Botelho como “o maior festival de rock cristão da história,” eu só fiquei sabendo dele esta semana, através de um amigo de Facebook. Se as bandas gospel como Ofician G3 tivessem se reunido para um evento qualquer que nada tivesse a ver com TMI, a habitual blogosfera raivosa faria sua gritaria contra os cantores gospel xingando-os de tudo: “corruptos,” “vendilhões,” etc.
Coloque então a etiqueta “TMI” em qualquer evento, seja neopentecostal ou rock evangélico, e os críticos que compõem o exército de falsos apologetas ligados a TIM fecham totalmente o bico, pois a motivação deles é ideológica, não espiritual. Tire essa etiqueta, e os “apologetas” gritam palavrões.
É de duvidar se a tentativa de mesclar Rock e TMI vai dar certo. Mas é certeza que o Evangelho verdadeiro está levando pedradas.
A Teologia da Missão Integral (que de acordo com Ariovaldo Ramos é a versão protestante da marxista Teologia da Libertação) parece estar saindo de sua redoma de igrejas protestantes históricas para se introduzir pioneiramente nas igrejas neopentecostais. Em dezembro, a Igreja Batista da Lagoinha realizou o primeiro congresso neopentecostal de Teologia da Missão Integral no Brasil.
Será que o neopentecostalismo vai começar a abraçar a TMI a fim de deter as constantes críticas dos adeptos dessa teologia?
Não se iluda. A hostilidade tradicional dos adeptos da TMI à Teologia da Prosperidade é puramente ideológica. Em entrevista com Caio Fábio na revista Cristianismo Hoje anos atrás, o entrevistado afirmou que na década de 1980, quando a TMI estava já para dominar toda a Igreja Evangélica do Brasil, foi o neopentecostalismo e sua Teologia da Prosperidade que detiveram a propagação total dessa heresia socialista disfarçada de Evangelho. Você pode encontrar maiores informações sobre o confronto dessas duas teologias no meu livro gratuito, que pode ser baixado aqui: http://bit.ly/11zFSqq
É evidente que a Missão Jovens da Verdade não é neopentecostal. O JV está ligado principalmente a presbiterianos e seu principal articulador, Marcos Botelho, é pastor presbiteriano e articulista na Ultimato, a mais antiga revista presbiteriana de TMI no Brasil. Por isso, não é de estranhar que em novembro de 2013, o diretor do JV participou em Goiânia da “Missão na Íntegra,” a maior conferência da TMI no Brasil com os palestrantes de sempre e também com Marina Silva.
O “Rock no Vale,” aparentemente, tinha como objetivo tratar de sustentabilidade— termo usado e abusado por Marina Silva e muitos outros esquerdistas—, e uma suposta preocupação com a natureza, nada que Ariovaldo Ramos não tenha devidamente aprendido de seu mestre e pai espiritual.
Jovens ouvindo Rock no Acampamento do JV aos pés dos “apóstolos” da Teologia da Missão Integral

No “Rock no Vale,” que nada mais era do que um Rock in TMI, havia algumas bandas de igrejas neopentecostais, evidenciando que a contaminação da TMI já começou a afetar essas igrejas. Se essa moda pegar, daqui a pouco veremos Frei Betto e Leonardo Boff de guitarra na mãos fazendo o maior barulho de rock para atrair os jovens.

A propagação do falso evangelho de falso amor aos pobres e a Deus conta agora com Rock e outros meios para iludir os jovens. A única coisa que não é falsa no movimento deles é o amor ao deus do marxismo e da natureza.
Os métodos são cada vez mais outros (rock e igrejas neopentecostais como a Igreja da Lagoinha), mas as caras são, quase sempre, as mesmas. Por isso, quando vir Ariovaldo Ramos, Ed René Kivitz, Marcos Botelho, Carlos Bezerra e outros juntos, o resultado é um só: Teologia da Libertação. O Brasil tem tido, infelizmente, grandes nomes evangélicos ao lado dessa teologia.
Mas nem sempre a Missão Jovens da Verdade esteve envolvida com a TMI. O Rev. Alberto Thieme, que já foi presidente dessa missão, concede entrevista exclusiva onde explica o que era antes e o que é agora o Jovens da Verdade.
Blog Julio Severo: Qual era o objetivo do Jovens da Verdade?
Rev. Thieme: Com certeza ganhar almas para Cristo, que era o principal objetivo do JV, levou milhares de jovens a um encontro com Cristo, sem necessidade de lançar mão de ideologias políticas. Mantivemo-nos fiéis à Palavra de Deus sem permitir misturas heréticas de tipo algum com a mensagem que pregávamos.
Blog Julio Severo: Por quanto tempo você trabalhou no JV? Nesse tempo todo, o JV tinha como missão ser promotor da Teologia da Missão Integral?
Rev.Thieme:Trabalhei por mais de 18 anos e ocupei posições de destaque no JV, que ainda amo. Até o retorno de Ariovaldo Ramos nos últimos anos, depois de ter sido fortemente influenciado por Caio Fábio, por ter trabalhado na Vinde, jamais tivemos qualquer envolvimento ideológico e jamais aceitamos qualquer heresia. Continuo orando para que seus novos responsáveis retomem a simplicidade do Evangelho e abandonem essa ideologia herética. A volta ao Evangelho simples seria a melhor decisão que a diretoria do JV que tanto amamos pudesse tomar.
Blog Julio Severo: Como antigo participante do Jovens da Verdade, o que você acha do envolvimento atual do JV com a Teologia da Missão Integral, inclusive com Ariovaldo Ramos, um dos “apóstolos” dessa teologia?
Rev. Thieme: Acho horrível e desagrada profundamente a Deus. Isso é o “outro evangelho,” como Paulo cita. Usar meios legítimos para contextualizar a mensagem do Evangelho é bom e ajuda, mas jamais devemos mudar a mensagem original do Evangelho. É lamentável que Ariovaldo Ramos esteja tentando misturar a ideologia marxista sobre a luta de classes com os ensinos bíblicos. Ele cita isso em seus vídeos do Youtube. Confira lá enquanto estão postados! Infelizmente, muitos estão sendo enganados por este homem que já esteve comigo, minha esposa e outros pastores em vigília, no monte, tendo falado em línguas, profetizando, porém perdeu o referencial do que é biblicamente correto, ao se envolver com política. Já tentei por algumas vezes abrir o diálogo com o Ariovaldo Ramos, inclusive com o pedido da diretora da FLAM, porém, ele se negou totalmente.
Se posso deixar um conselho à diretoria da Missão Jovens da Verdade, como ex-presidente, ex-vice-presidente, ex-tesoureiro por três mandatos, pediria que abandonassem esse “lixo herético,” não permitindo que mais preletores dessa linha falem nos acampamentos do JV, muito menos dar aulas ou ocupar cargos de diretoria no JV. Tudo começou exatamente porque ele, Ariovaldo, ao ser influenciado pela TMI de Caio Fábio, acabou fazendo a cabeça de alguns dos diretores do JV, e talvez da própria diretora da FLAM, atingindo também o próprio Marcos Botelho. Infelizmente, posso garantir que o final não será nada feliz se não houver conserto e arrependimento da parte deles, pelo que estão fazendo e por estarem permitindo que “outro evangelho” seja pregado nos eventos que realiza. É muito triste. Estão desonrando o Evangelho do Senhor Jesus Cristo.
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Mundo gossip: A proliferação de calúnias virtuais de evangélicos sobre evangélicos

Posted in fofoca, língua, Lixeira Gossip by juliosevero on 9 de janeiro de 2014

Mundo gossip: A proliferação de calúnias virtuais de evangélicos sobre evangélicos

Comentário de Julio Severo: O artigo de hoje, muito oportuno, vem do Gospel Prime. É sobre estórias inventadas acerca da vida dos outros. No passado, os fofoqueiros de igrejas eram limitados em sua sede e fome de difamação, pois não havia meios de comunicação para lhes dar espaço. Mas com a internet, alguns dessa espécie começaram a proliferar em blogs e sites para fazer em grande escala o que um mexeriqueiro do passado fazia em pequena medida. Talvez alguns deles até tenham algumas informações certas, mas seu propósito é cumprir a missão do “diabo” — palavra que no original grego da Bíblia significa “difamador.”

O universo online evangélico, especialmente sua blogosfera, está infestado de difamações e difamadores. Uma boa explicação sobre a missão do difamador encontra-se no subtítulo “Apologetas do mundo gossip” do artigo “O herético neo-panteísta e seus fãs apologéticos.” Gossip (para diferenciar de gospel) é uma palavra em inglês que significa “fofoca” e “mexerico” e, em sentido jornalístico, significa “informação de caráter pessoal e privado sobre nomes conhecidos do público, veiculada, principalmente”, em tabloides. O adepto do gossip é, de acordo com os dicionários, “uma pessoa que tem o hábito de transmitir informações escandalosas, sensacionalistas e muitas vezes inexatas da vida privada dos outros”.

Se a palavra “diabo” de fato significa “difamador” ou “caluniador,” então tragicamente o universo virtual evangélicos está cheio de “diabos.”

Qual é a intenção deles? Num dos casos, um famoso pastor do Brasil precisou pagar uma elevada grana para que um desses sites evangélicos de fofoca não revelasse ao público as informações pessoais dele. Funcionou! Embora esse site que se diz evangélico faça mexericos de muitos pastores, o pastor que pagou está hoje isento de ataques.

Alguns deles podem ter optado por esse caminho como meio de ganhar a vida. Falar mal de pastores pode, se o escândalo for verdadeiro em algum ponto, render uma boa grana para o difamador. Mas esse não é o caminho nem o espírito do Evangelho. Uma propina pode livrar momentaneamente a vítima da língua do difamador, mas ambos um dia terão de prestar contas diante de Deus, que não aceita subornos de ninguém. E a Palavra de Deus tem orientações específicas sobre os difamadores, inclusive os que vivem de subornos:
“Não sabeis que os injustos não herdarão o Reino de Deus? Não vos deixem enganar: nem imorais, nem idólatras, nem adúlteros, nem os que se entregam a práticas homossexuais de qualquer espécie, nem ladrões, nem avarentos, nem viciados em álcool ou outras drogas, nem CALUNIADORES, nem ESTELIONATÁRIOS herdarão o Reino de Deus.” (1 Coríntios 6:9-10 KJA)
Parabéns ao Gospel Prime por essa oportuna matéria, que reproduzo na íntegra abaixo:

Notícias inventadas sobre evangélicos se multiplicam na internet

Notícias de sites de humor sobre pastores e evangélicos são encaradas como verdades.

Jarbas Aragão
Os evangélicos em muitos lugares do Brasil são chamados de crentes, mas isso não significa que creem em tudo que leem. Infelizmente, devido ao grande número de notícias bizarras e vergonhosas envolvendo pastores e igrejas, as pessoas já se acostumaram a ver esse tipo de coisa.
De tempos em tempos surgem matérias falsas, que são reproduzidas em sites e blogs, alguns deles até de conteúdo evangélico. Infelizmente, a maioria dos donos dessas páginas não se dá ao trabalho de investigar se a notícia procede, qual a fonte, etc.
Em tempos como os nossos, onde as redes sociais e o e-mail acabam divulgando ideias a uma velocidade impressionante, não é difícil verificar o grande número de bobagens que são repassadas toso os dias como se fossem autênticas. Sejam textos e frases atribuídos a autores que não os escreveram, sejam imagens tão bem manipuladas que parecem verdadeiras, sejam vídeos com os mais variados devaneios, tudo é “consumido e digerido” pela sociedade.
Mas quando essas falsas notícias usam o nome de pastores e/ou igrejas, podem causar muito constrangimento. Pior ainda quando são repassadas pelos próprios evangélicos.
Nesta semana, assessoria do pastor e deputado Marco Feliciano iniciou uma campanha para denunciar e tirar do ar postagens feitas no Facebook com textos falsos.  São acusações sobre ele que não procedem e ainda causam constrangimento.
A principal talvez seja uma mensagem que tem como título “Pastora Suzane Richthofen Nomeada presidente da Comissão de Seguridade Social e Família”.  Há alguns meses atrás, o Fantástico noticiou a conversão de Suzanee a chamou de pastora.
Porém, em momento algum ela foi solta da cadeia onde cumpre pena, não é filiada ao PSC, partido de Feliciano, tampouco foi nomeada para um cargo que só poderia ser ocupado por um político eleito. Ou seja, sem qualquer comprovação, a “notícia” circulou por e-mail e foi postada por milhares de pessoas no Facebook. A postagem original tem cerca de 40 mil compartilhamentos.
Trata-se, obviamente do que na internet se chama de hoax, uma informação falsa, que geralmente é considerada “piada”.
Outro exemplo disso é a matéria “Pastor que dizia ter “membro abençoado” é preso no interior de Goiás”. Trata-se de uma invenção do site de humor “Jesus Manero”, especializado em macular a imagem de Jesus. Ao citar um suposto pastor chamado Valdecir Picanto Sobrinho, relatava que ele foi preso no interior de Aporé, interior de Goiás, sob a acusação de que abuso sexual de mulheres da cidade.
A repercussão foi tão grande que a Prefeitura de Aporé, decidiu fazer uma nota oficial de esclarecimento, alertando que a notícia era mentira. “É tudo falso, fantasioso e originário de mente desocupada”, afirma em seu site.
Esta semana, surgiu outra notícia do gênero. O site de humor Bobagento (o nome é uma dica do conteúdo) publicou uma reportagem falsa com o título “Pastor aconselha jovens a fazerem sexo oral para preservar a castidade”.
Novamente os fatos e os nomes das pessoas são inventados. Mesmo assim, uma busca no Google indica que foi reproduzida por mais de 20 sites, incluindo o de uma rádio FM, o que pode indicar que foi lido no ar como notícia verídica.
Algumas vezes, esse tipo de postagem tem uma conotação até inocente, como o caso da notícia sobre o pastor Jeremiah Steepek que pregou vestido de mendigo em uma igreja. Contudo, era novamente uma história falsa. Mesmo sendo uma bela ilustração, não procedia, mas foi compartilhada milhares de vezes e aplaudida.
Levando tudo isso em conta, a questão que se apresenta é simples. Podemos acreditar (e compartilhar) tudo que lemos hoje em dia? Claro que não. Ao se deparar com esse tipo de situação restam dois caminhos:
Uma rápida observação se há indícios da fonte original. Se não houver, desconfie. Depois, uma breve pesquisa numa ferramenta de busca deve ajudar a esclarecer os fatos.
A segunda opção, e que parece ser mais comum, é simplesmente ajudar a espalhar, sem se preocupar se é ou não verdade e se está (ou não) ferindo a imagem de alguém, seja de uma pessoa ou dos evangélicos em geral.
O portal Gospel Prime tem um compromisso com a verdade, por isso não publicamos nenhuma matéria sem nos certificarmos antes. Mesmo assim, muitas vezes recebemos “dicas” de leitores para esse tipo de hoax.
Não estamos isentos de falharmos, mas como cristãos acreditamos que não devemos perpetuar uma mentira. Não importa o quão “engraçada” ou “insignificante” ela possa parecer. Afinal de contas “dar falso testemunho”, além de estar previsto no artigo 342 do Código Penal também é proibido por um dos 10 mandamentos.
Divulgação: www.juliosevero.com
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Rachel Sheherazade: a mulher que aterroriza a esquerda

Posted in Paulo Ghiraldelli Jr, Rachel Sheherazade by juliosevero on 8 de janeiro de 2014

Rachel Sheherazade: a mulher que aterroriza a esquerda

Autor de vários livros adotados em faculdades de Pedagogia, o filósofo Paulo Ghiraldelli Jr. desejou, como votos para 2014, que a âncora do jornalismo do SBT seja estuprada — não por ser misógino, mas por ser membro de uma universidade quase totalitária

José Maria e Silva
Hoje, o “terrorismo intelectual”, para usar uma expressão do jornalista e ensaísta francês Jean Sévillia, está cada vez mais ousado, disfarçando-se de ciência de ponta quando não passa da mais baixa mistura de ideologia marxista e instintos primitivos. Uma de suas versões mais sorrateiras é a suposta luta contra o preconceito, por meio da ditadura do “politicamente correto”. Para­doxalmente, o terrorista intelectual também é capaz de fingir que se insurge contra essa ditadura em nome da liberdade de expressão, sendo que, na prática, faz o contrário. Um exemplo de terrorismo intelectual que se enquadra justamente nesse último aspecto do fenômeno são os agressivos ataques à jornalista Rachel Sheherazade, âncora do telejornal “SBT Brasil”. Uma das fontes desses ataques é o filósofo Paulo Ghiraldelli Jr., autor de vários livros e professor da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro.

Na quinta-feira, 26 de dezembro, no Facebook do filósofo Paulo Ghiraldelli Jr. foi postada a seguinte mensagem: “Meus votos para 2014: que Rachel Sherazedo seja estuprada”. Logo em seguida, foi postada outra mensagem com o mesmo teor: “Votos para 2014: que a Rachel Sherazedo abrace bem forte, após ser estuprada, um tamanduá”. Alertada por um amigo, Shehera­zade denunciou os ataques em seu Twitter: “Caso grave de incitação ao crime, promovido pelo Sr. Paulo Ghiraldelli ou quem se faz passar por ele. Compartilhem!” Em seguida, questionou diretamente o próprio filósofo: “Sr. Ghiraldelli, liberdade de expressão termina onde começam calúnia, difamação, ameaça, incitação ao crime! Vai aprender isso num tribunal!” E, no dia 30, a jornalista postou no Twitter: “Mis­são cumprida: esta manhã fui à delegacia competente representar penalmente contra meu agressor ou quem se faz passar por ele. Agora, é só aguardar as providências legais e a providência divina. Tenho a certeza de que cumpri meu papel de cidadã”.

Diante da pronta reação da jornalista, o filósofo recuou. Numa mensagem enviada diretamente para o Twitter de Sheherazade, Ghiraldelli tentou se justificar: “Prezada Rachel Sheherazade, não sou favorável a qualquer incitação à violência contra mulher, menos ainda à imprensa. Posso me explicar?”
Paulo Ghiraldelli negou ser o autor dos votos de que Rachel Sheherazade seja estuprada em 2014. Ele alegou que seu Facebook foi invadido por “hackers” e apagou as mensagens de incitação à violência contra a jornalista. Mas o filósofo deve ter fugido das aulas de lógica. Se não é o autor das mensagens injuriosas contra Sheherazade, Ghiraldelli não pode se limitar a pedir desculpas a ela por um crime que alega não ter cometido – até para demonstrar sua alegada inocência, seu dever é prontificar-se a ajudar a jornalista a descobrir o criminoso que a atacou. Para isso, tão logo se deu conta da invasão, além do pedido de desculpas e de apagar as mensagens, ele próprio deveria ter recorrido à polícia para descobrir quem foi que o usou para atacar a âncora do SBT. Todavia, o filósofo fez o contrário: ele tentou – e continua tentando – se passar por vítima, não só do suposto “hacker” que teria invadido seu perfil, mas também da “direita” e até da própria Rachel Sheherazade, a verdadeira vítima nessa história, uma vez que tem sido alvo recorrente de ataques da esquerda.

O desespero do filósofo contraditório

Paulo Ghiraldelli Jr. é um dos que atacam sistematicamente a âncora do SBT apesar de ter tentado negar esse fato na entrevista que concedeu à “Folha de S. Paulo” em 28 de dezembro, em reportagem de Anahi Martinho. Ghiraldelli, segundo o jornal, negou ser o autor das postagens e disse: “Se eu for processado, vou lá no tribunal, respondo. Se for condenado, pago uma cesta básica e pronto. Não vai acontecer absolutamente nada,’ disse.” Ainda segundo a “Folha”, Paulo Ghiraldelli “também negou ser o autor de outras postagens antigas ironizando Shehera­zade, encontradas em suas contas no Twitter e Facebook”.
Ao mesmo tempo em que diz não ser autor dos ataques à jornalista, ele zomba da Justiça ao dizer que sua condenação, se ocorrer, não passará do pagamento de cestas básicas. Mas, valendo-se do Twitter, ele mandou uma sequência de mensagens para a âncora do SBT que revelam certo desespero: “Prezada Rachel Sheherazade, eu retirei minha conta do ar, em respeito a você, agora peço que tire o post do ar para não incitarmos torcidas. Não há nenhuma justiça nos julgamentos a priori, nas denúncias a partir de meios inseguros. Isso é linchamento público. Repudio. Gostaria que tirasse do seu Face a conclamação contra mim, pois trata-se de injustiça. Eu estou pedindo desculpas públicas”. Reparem na distorção dos fatos promovida pelo filósofo: de algoz de Rachel Sheherazade, ele tenta se passar por sua vítima, acusando a jornalista de linchá-lo publicamente, quando ela está apenas se defendendo dos ataques sórdidos que sofreu. É uma ignomínia que um filósofo e professor universitário – sustentado com dinheiro público – tenha esse tipo de comportamento.
Nas declarações à “Folha de S. Paulo”, o filósofo Paulo Ghiraldelli Jr. manteve essa estratégia de criminalizar Rachel Sheherazade: “Quando recebi o recado dela no Twitter, duvidei que era ela de verdade. Sou um simples professor de filosofia, um coitado, completamente desconhecido do mundo. E de repente uma jornalista da televisão querendo me caçar? A maneira com que ela me abordou não foi normal”. Ele disse que jamais faria piadas com conteúdo violento: “Eu não gosto desse tipo de brincadeira [sobre estupro]. Não é do meu feitio. Embora não ache que se deve censurar humorista, caçar gente por aí”. Como fica claro, Paulo Ghiraldelli, que se define como “o filósofo da cidade de São Paulo”, resolveu concorrer com o “Porta dos Fundos” e está se autonomeando “humorista”, numa tentativa desesperada de escapar da Justiça. Espero que a Faculdade de Pedagogia da Universidade Federal de Goiás e demais cursos de pedagogia do País retirem de suas respectivas bibliografias de graduação e pós-graduação os livros desse humorista confesso.
Divulgação: www.juliosevero.com
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Chocante evidência de que Hitler escapou da Alemanha

Chocante evidência de que Hitler escapou da Alemanha

Informações de arquivos secretos do FBI e dos serviços de inteligência dos EUA, finalmente revelados ao público, levantam questões surpreendentes

WASHINGTON — Todo mundo sabe que Adolf Hitler cometeu suicídio com um tiro em seu abrigo subterrâneo em 30 de abril de 1945.
Pelo menos, essa tem sido a opinião geralmente aceita.
Adolf Hitler e Eva Braun

Agora, chega o recente livro “Hunting Hitler: New Scientific Evidence That Hitler Escaped Germany” (Caçando Hitler: Nova Evidência Científica de que Hitler Escapou da Alemanha), escrito pelo jornalista veterano do WND Jerome R. Corsi.

Examinando arquivos que até pouco tempo atrás eram mantidos em segredo pelo FBI e pelos serviços de inteligência das forças armadas dos EUA, Corsi argumenta de forma convincente que os investigadores dos EUA suspeitavam desde o início que Hitler havia escapado. Por razões políticas, indica a evidência, eles estavam dispostos a aceitar a mentira de que nos dias finais da 2ª Guerra Mundial, Hitler se casou com sua amante, Eva Braun, e os dois tiraram a vida num ritual de suicídio conjunto logo antes que o exército soviético entrasse em Berlim.
Mas a verdade é, ninguém realmente viu Hitler cometer suicídio. Não existem fotografias documentando um suicídio conjunto de Hitler e Eva Braun, e os corpos dos dois nunca foram recuperados ou preservados para identificação positiva.

Em 2009, Corsi mostrou, Nicholas Bellatoni, o arqueólogo do estado de Connecticut, recebeu permissão do Arquivo do Estado da Federação Russa em Moscou para examinar os fragmentos de crânio que os russos afirmam por décadas são prova de que Hitler cometeu suicídio.

As descobertas surpreendentes de Bellatoni levaram Corsi a fazer mais investigações.
“O que me fez questionar o suicídio de Hitler foi a análise de DNA que Bellatoni realizou. Essa análise provou de forma conclusiva que os fragmentos de crânio não pertenciam a Hitler, mas a uma mulher de 40 anos que não tinha parentesco nenhum com Eva Braun,” disse Corsi.
Em “Hunting Hitler,” Corsi sugere que Hitler foi para a Argentina com a ajuda de agentes de inteligência dos EUA que vinham trabalhando secretamente com os nazistas desde 1943. Allen Dulles, então um agente do Escritório de Serviços Estratégicos, ou ESE, a agência anterior à CIA, estava se comunicando secretamente com os nazistas mais importantes a partir de seu escritório em Berna, Suíça, disse Corsi.
Corsi traz à tona muitas questões preocupantes, inclusive:
* Por que os americanos não conseguiram obter evidência física dos restos mortais de Hitler depois que os russos esconderam o corpo dele?
* Por que Stálin e Eisenhower duvidavam da morte de Hitler?
* Por que ninguém no abrigo subterrâneo de Hitler ouviu tiros?
* Os agentes de inteligência dos EUA na Europa, inclusive o ESE e Allen Dulles (que mais tarde dirigiu a CIA sob o presidente Eisenhower), ajudaram Hitler a escapar, assim como haviam ajudado muitos outros nazistas?
Os meios de comunicação da Argentina noticiaram que Hitler havia chegado ao país e continuaram a noticiar sua presença. Por que essas descobertas não chegaram aos EUA?
Corsi contou com relatórios de autópsia, transcrições de interrogações, documentos dos arquivos soviéticos, relatórios da CIA, pesquisas extensivas na Administração Nacional Arquivos e Registros em Washington, D.C., e em College Park, Md., e muito mais para dar respaldo ao seu argumento.

Os serviços de inteligência dos EUA ajudaram Hitler a escapar?

Sua evidência é chocantemente abundante, e seu argumento claro dá crédito a uma nova teoria que desentranha o relato do duplo suicídio.
“A estória de que Hitler e Eva Braun cometeram suicídio era uma mentira planejada por agentes de inteligência dos EUA no final da 2ª Guerra Mundial para facilitar a fuga não só de Hitler e Eva Braun, mas também de importantes nazistas que eram criminosos de guerra como Adolf Eichmann que foi descoberto em 1960 escondido na Argentina,” argumentou Corsi.

Ele apresenta evidência documentada de que a missão em tempo de guerra de Allen Dulles na Suíça incluía ajudar Martin Bormann, secretário de Hitler, a canalizar bilhões de dólares de lucros financeiros mal obtidos da Alemanha e investir no mercado de valores dos EUA e Argentina para fornecer uma proteção financeira para sobreviver escondidos depois da guerra.

Nos Arquivos Nacionais em College Park, Corsi descobriu um recorte do jornal militar americano “The Stars and Stripes” publicado em 8 de outubro de 1945, relatando uma declaração chocante feita pelo General Dwight D. Eisenhower, então o supremo comandante das Forças Aliadas.
O curto texto diz: “Há ‘razão para crer’ que Hitler pode ainda estar vivo, de acordo com um comentário feito pelo General Eisenhower para jornalistas holandeses. A declaração do general anulou sua opinião anterior de que Hitler estava morto.”
Corsi pergunta por que a chocante declaração de Eisenhower ficou, em grande parte, sem ser noticiada em jornais e livros de história dos EUA até mesmo hoje.

Hitler estava no U-530?

Investigando o rastro da rota de fuga de Hitler, Corsi descobriu evidência documentada nos Arquivos Nacionais de que Hitler conseguiu chegar a Argentina num submarino alemão, o U-530 que misteriosamente emergiu no porto de Mar del Plata sob o comando de Otto Wermuth e seu subcomandante, Karl Felix Schuller, depois de terem passado semanas fazendo desembarques clandestinos de passageiros ao longo das praias argentinas no oceano Atlântico.

Bem escondido nos Arquivos Nacionais, Corsi descobriu um relatório dos serviços navais de inteligência dos EUA escrito em 18 de julho de 1945, pelo adido naval em Buenos Aires que notificou Washington de que havia razão para acreditar que o U-530 havia desembarcado Adolf Hitler e Eva Braun no sul da Argentina antes que o submarino fizesse sua viagem para se entregar em Mar del Plata.

Corsi tinha as reportagens dos jornais traduzidas de Hitler e Braun recebendo as boas vindas de ricos simpatizantes nazistas da grande comunidade alemã da Argentina. Os alemães ali haviam construído uma mansão escondida nas densas florestas montanhosas de Bariloche para dar conforto e segurança ao führernazista em seus anos de velhice.

Corsi escreve: “Em 1943, o arquiteto Alejandro Bustillo, a pedido de apoiadores alemães de Hitler então vivendo na Argentina, planejaram e construíram uma muito bem planejada residência de resort para Hitler e Eva Braun, Residencia Inalco, localizada numa região remota entre San Carlos de Bariloche Villa La Angostura, que tem limite no lago Nahuel Haupi, fora da cidade de Bariloche, na província de Rio Negro, Argentina.”

No sul da Argentina na região dos Andes vizinha do Chile, ele escreve: “As cercanias e a residência de Hitler foram selecionadas e projetadas para ter uma distinta sensação do refúgio Obersalzberg de Hitler acima da cidade de Berchtesgaden nos Alpes da Bavária. Hitler se mudou para a residência em junho de 1947.”
Traduzido por Julio Severo do artigo do WND: Shocking evidence Hitler escaped Germany
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Ressuscitando a Teologia da Libertação

Ressuscitando a Teologia da Libertação

Mark D. Tooley
Comentário de Julio Severo: Boa parte deste artigo é importante, mas o autor mostra uma visão limitada quando afirma: “A maioria dos cristãos na América Latina nunca aceitou as tentativas da Teologia da Libertação de sequestrar o Cristianismo.” Pelo menos no Brasil, as ações da Teologia da Libertação não se limitaram simplesmente a tentativas. O próprio Lula já confessou que o PT nunca teria chegado ao poder se as bases da Igreja Católica no Brasil não tivessem dado apoio. O fundador da CNBB, Dom Hélder Câmara, era conhecido como cardeal vermelho. Mas o presente traz preocupações maiores. O Papa Francisco, que veio da Argentina, tem recebido elogios regulares de Leonardo Boff, da Teologia da Libertação. Fontes católicas confiáveis me informaram que, muito antes de ser papa, Francisco já se batia com líderes católicos conservadores. Hoje, ele é a personalidade mais importante para grandes publicações esquerdistas, inclusive a maior revista gay do mundo, que o escolheu como “Personalidade do Ano.”Obama, que veio de uma igreja protestante da Teologia da Libertação Negra, está em seu segundo mandato nos EUA. A Teologia da Libertação Palestina ameaça saquear a herança judaica de Jesus e enganar os cristãos com uma suposta identidade palestina, com um Jesus falsificado oprimido por Israel. No Brasil, a Teologia da Missão Integral (que de acordo com Ariovaldo Ramos é a versão protestante da marxista Teologia da Libertação) parece estar saindo de sua redoma de igrejas protestantes históricas para se introduzir pioneiramente nas igrejas neopentecostais. Recentemente, a Igreja Batista da Lagoinha realizou o primeiro congresso neopentecostal de Teologia da Missão Integral no Brasil. Essas amostras indicam que a Teologia da Libertação está longe de morrer e seu fortalecimento mostra que tudo está sendo preparado para a Nova Ordem Mundial e o Anticristo. Quanto ao líder luterano brasileiro mencionado no artigo, embora sua influência no Conselho Mundial de Igrejas seja enorme, na Igreja Evangélica Brasileira, que é majoritariamente pentecostal, o esquerdismo dele não representa nada. De maior preocupação, que não recebeu o devido tratamento pelo autor, é o avassalador poder esquerdista da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil). Por exemplo, o autor diz: “Graças a Deus, a maior parte das campanhas da Teologia da Libertação se desmoronou, com a exceção notável do Oriente Médio.” Com exceção também, devo acrescentar, do Brasil, pois ao contrário do que ele diz, a Teologia da Libertação está viva e muito bem de saúde na CNBB, que tem vasto controle sobre as congregações católicas do Brasil. Vive muito melhor, é claro, no Conselho Mundial de Igrejas, a maior entidade ecumênica protestante do mundo. Eis agora o texto completo, escrito originalmente em 2009, de Mark Tooley:
O aniversário de 20 anos do colapso do Muro de Berlim deveria levar os líderes cristãos a pedir desculpas pela Teologia da Libertação, que tentou mesclar marxismo com Cristianismo, e alinhou organizações cristãs ao bloco soviético. A América Latina nas décadas de 1970 e 1980 foi o principal solo produtivo dos adeptos dessa teologia, onde católicos e protestantes esquerdistas afirmavam que a ideologia de Fidel Castro e dos sandinistas era um arauto do Reino de Deus.
Graças a Deus, a maior parte das campanhas da Teologia da Libertação se desmoronou, com a exceção notável do Oriente Médio, onde prelados ocidentais e palestinos ainda tentam retratar Israel como o opressor colonial e os palestinos como as vítimas do imperialismo. Mas o principal líder luterano brasileiro, que também é um dos cabeças do Conselho Mundial de Igrejas (CMI) com sede na Suíça, está agora afirmando que a “certidão de óbito” da Teologia da Libertação é prematura.
Walter Altmann: maior líder luterano mundial da Teologia da Libertação

A maior parte dos cristãos brasileiros são católicos ou pentecostais, de modo que Walter Altmann, como presidente da Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil, representa apenas uma pequena parte das igrejas do Brasil. Mas como moderador do Comitê Central — um nome convenientemente autoritário — do CMI, o Rev. Altmann presumivelmente representa alguns esquerdistas protestantes da Europa e EUA que ainda sonham com a luta de classes.

“Desde a queda do Muro de Berlim, foram muitos os críticos que se precipitaram a declarar a morte da teologia da libertação,” Altmann lamentou numa recente coluna para o CMI. “A maioria o fez porque viu nela apenas uma apologia do socialismo do caduco estilo soviético. No entanto, esse certificado de morte parece ter sido emitido prematuramente.”
Altmann admitiu que os teólogos da Teologia da Libertação utilizaram “categorias marxistas para a análise socioeconômica e a crítica dos males do capitalismo.” Mas ele, um tanto que defensivamente, insistiu em que o “o marxismo nunca foi o elemento central da teologia da libertação.” Ao que parece, foi apenas coincidência que os teólogos da Teologia da Libertação nunca tiveram muito interesse em libertar a Cuba comunista ou a Nicarágua sob o regime sandinista, pois presumivelmente já estavam “libertos.”
Em vez de marxismo, Altmann declarou que a Teologia da Libertação era meramente a “a empatia com os pobres e com sua luta pela justiça, inspiradas na vida e nos ensinamentos de Jesus.” Supostamente, os adeptos dessa teologia estavam apenas pedindo que os cristãos fossem fiéis ao Evangelho ao derrubar injustas estruturas sociais e econômicas. De acordo com Altmann, “O fundamento espiritual e a motivação da teologia da libertação estão enraizados no encontro — que muda a vida — com Cristo como libertador e com nosso próximo necessitado,” cujos sofrimento é resultado de “opressão e das injustiças sistemáticas.”
Entre suas muitas heresias, a Teologia da Libertação se esforçou para reinterpretar Cristo não como Salvador do mundo, mas como revolucionário político da espécie de Che Guevara. Em vez de aceitarem a compreensão cristã ortodoxa da natureza humana e do mundo como naturalmente caídos, os utópicos da Teologia da Libertação afirmavam que dava para se aperfeiçoar a humanidade e que só o capitalismo e o imperialismo injetavam artificialmente sofrimentos ao mundo que, em outras circunstâncias, eram evitáveis. A “libertação” política e econômica livrariam permanentemente a humanidade da opressão e infelicidade. A revolução, não a salvação, era a resposta.
A maioria dos cristãos na América Latina, até mesmo ao lutar contra ditadores direitistas da década de 1970, nunca aceitou as tentativas da Teologia da Libertação de sequestrar o Cristianismo. Mas as elites protestantes, educadas em universidades da Europa e dos EUA, de forma determinística insistiam em que a Teologia da Libertação era o futuro. Algumas dessas elites ainda sobrevivem, muitas delas em cargos em instituições ocidentais de ensino ou agarradas a cargos em decadentes organizações protestantes, como o Rev. Altmann.
Procurando uma brisa para ressuscitar a implodida Teologia da Libertação, Altmann afirmou que a “recente crise financeira internacional, ocasionada pelas forças desenfreadas de um capitalismo governado pela avareza e pelos interesses privados e empresariais, o número de pobres — ou melhor dito, de empobrecidos — no mundo aumentou em centenas de milhões.” Essa é apenas uma verdade parcial, pois o crescimento econômico do livre mercado dos últimos 25 anos, simultâneo com o colapso do comunismo, realmente ergueu centenas de milhões no mundo inteiro da pobreza crônica para a classe média ou perto dela.
Altmann celebrou que a Teologia da Libertação havia influenciado fortemente o movimento ecumênico e o CMI durante as décadas de 1970 e 1980. Ele não conseguiu admitir que o declínio internacional do movimento ecumênico liderado pelo Ocidente também é paralelo a essa influência, pois o Cristianismo mundial, sob o protestantismo evangélico, se fortaleceu no Sul, principalmente o pentecostalismo, e o catolicismo romano ortodoxo. Em vez disso, ele saudou as lutas do movimento ecumênico contra as velhas ditaduras latino-americanas e contra o apartheid na África do Sul. Ele preferiu não reconhecer que o colapso de autoritários direitistas na América do Sul, com o velho regime racista da África do Sul, ocorreu de modo simultâneo ao colapso da União Soviética e à expansão da democracia em seu rastro, facilitado em parte pela influência e confiança dos EUA redespertados.
Conselho Mundial de Igrejas: a força ecumênica da Teologia da Libertação

Sem perder o ânimo e vivendo em sua própria bolha teológica e política, Altmann insistiu em que a Teologia da Libertação nunca foi “estática” e simplesmente, de forma criativa, se transformou em novas ênfases, como “povos indígenas, racismo, desigualdades de gênero e ecologia.” De acordo com o luterano brasileiro, “Na atualidade, a teologia da libertação também se ocupa da interpretação das culturas e de questões antropológicas como, por exemplo, da tentação do poder. O empenho por conseguir uma sociedade mais justa na qual haja “lugar para todos” persiste, mas a forma de chegar a ela passou a ser através da ação da sociedade civil.” Em outras palavras, a Teologia da Libertação não mais é tanto sobre movimentos de guerrilhas quanto é sobre irados comícios antiglobalização ou, de forma mais agressiva, o populismo esquerdista na América Latina.

Esse é o jeito de Altmann explicar que a Teologia da Libertação essencialmente se redefiniu para incluir qualquer luta contra os mercados livres, a democracia constitucional e a Civilização Ocidental tradicional. Não mais especificamente promovendo a revolução marxista, a Teologia da Libertação agora é quase inteiramente uma força negativa, definida mais pelo que é contra do que pelo que é a favor. Altmann entusiasmou-se que a Teologia da Libertação está hoje de modo vibrante moldando os “esforços políticos latino-americanos dirigidos ao estabelecimento de um modelo de democracia que supere a pobreza e as injustiças sociais,” citando os presidentes esquerdistas do Brasil, Bolívia, Equador, Nicarágua e Paraguai. Supostamente, todos esses presidentes têm “íntimo contato” com os teólogos da Teologia da Libertação, afirmou ele.
Note que Altimann omitiu Hugo Chavez, mas não os discípulos do homem forte da Venezuela, dessa lista de líderes políticos da Teologia da Libertação na América Latina. Será que um texto do CMI não teria coragem de aplaudir especificamente Chavez? Se esse é o caso, a Teologia da Libertação no estilo do CMI perdeu parte de sua determinação. Outrora, a Teologia da Libertação demonstrava muito mais confiança. A versão diluída que Altmann tem de uma força revolucionária outrora potente prova que a Teologia da Libertação é em grande parte apenas uma memória que idosos prelados esquerdistas guardam com carinho da luta de classes.
Traduzido por Julio Severo do artigo da revista FrontPage: Resurrecting Liberation Theology
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Cantor Nelson Ned morre

Posted in Nelson Ned by juliosevero on 5 de janeiro de 2014

Cantor Nelson Ned morre

“O pequeno gigante” parte para a eternidade

Roberta PennafortO Estado de S. Paulo
Julio Severo: Nunca fui fã do tipo de música do Nelson Ned, mas sou fã de todo testemunho para Jesus Cristo. Por isso, registro o testemunho magnifico dele para os leitores.

Morreu neste domingo, 5, às 7h25, no Hospital Regional de Cotia, o cantor Nelson Ned. Ele estava internado desde sábado e foi vítima de complicações de uma pneumonia. A saúde do músico estava debilitada desde 2003, quando ele sofreu um AVC, que causou a perda da visão de um olho, e o deixou em uma cadeira de rodas.
Nelson Ned

Sempre privilegiando o repertório ultrarromântico, Nelson Ned, mineiro de Ubá, filho de uma professora e de um fazendeiro, começou sua carreira muito jovem, nos anos 1960, cantando no rádio canções talhadas a seu vozeirão, como Eu Sonhei Que Tu Estavas Tão Linda (Lamartine Babo/Francisco Mattoso).

O auge do sucesso – não só no Brasil, mas em países da América Latina (México, Argentina, Colômbia), onde fez longas turnês e alcançou grande popularidade, da Europa e da África e nos Estados Unidos – foi nos anos 70 e 80, em que o gênero brega estava em alta.
Gravou 32 discos em português e em espanhol e vendeu mais de 45 milhões de cópias de LPs e fitas, numa época em que a pirataria ainda não ameaçava a indústria fonográfica. Toda a discografia foi lançada em CD. Cantou no Carnegie Hall por quatro vezes e no Madison Square Garden, ambos palcos de grande prestígio de Nova York. Dividiu microfones com ídolos mundiais, como o norte-americano Tony Bennet e o espanhol Julio Iglesias.
No Brasil, lotou estádios e teatros e foi presença frequente em programas populares de auditório, em especial os de Chacrinha, Silvio Santos e Raul Gil. Participou de festivais da canção e teve composições gravados por seus pares, como Moacyr Franco, Antônio Marcos e Agnaldo Timóteo.
O maior sucesso em sua voz foi Tudo Passará, composição própria que gravou em 1969. Depois dos anos 1990 passou a gravar louvores evangélicos, em português e também em espanhol e inglês, por conta de sua conversão religiosa.
Em 1996, lançou, com o autor Jefferson Magno Costa, a biografia O Pequeno Gigante da Canção, depois traduzida para o espanhol. Ned não tinha problemas em falar sobre seu nanismo – tinha 1,12 metro –, assim como a dependência de álcool e de cocaína, a depressão que enfrentou ao longo da trajetória artística e o fato de ser considerado um dos ícones do brega.
Ele precisou se tratar para se livrar dessas substâncias, e se apoiou na religião para tal, conforme relatou abertamente em entrevistas: “Quando eu conheci o poder de Deus, estava no chão. Perguntam: como uma pessoa que tem milhares de dólares no banco pode estar no chão? Eu tive muitos problemas. O artista é uma vítima do sucesso. Eu tinha a egolatria, era um sucesso no mundo e um fracasso dentro do meu lar. Durante muitos anos, procurei alegria no uísque, na cocaína, no sexo e nos calmantes. Maior do que o artista, tem que ser o homem. Eu era um anão moral”, disse, certa vez, a Jô Soares.

Divulgação: www.juliosevero.com

Será que Putin é um de nós?

Posted in conservadorismo, Imperialismo cultural, Nicholas Berdyaev, Pat Buchanan, Rússia, Vladimir Putin by juliosevero on 5 de janeiro de 2014

Será que Putin é um de nós?

Pat Buchanan valoriza “clareza moral” de líder russo em condenar os progressistas dos EUA

Pat Buchanan
Será que Vladimir Putin é um paleoconservador?
Na guerra cultural pelo futuro da humanidade, ele é um de nós?
Pat Buchanan: colunista do WND e ex-assessor do presidente Ronald Reagan

Embora muitos em círculos ocidentais vejam tal pergunta como blasfêmia, considere o conteúdo do discurso sobre o estado da nação que o presidente russo fez.

Claramente com os Estados Unidos em mente, Putin declarou: “Em muitos países hoje, as normas morais e éticas estão sendo reconsideradas.”
“Estão agora exigindo não somente o total reconhecimento da liberdade de consciência, opiniões políticas e vida privada, mas também o reconhecimento da igualdade do bem e do mal.”
Tradução: Embora a privacidade e a liberdade de pensamento, religião e expressão sejam direitos apreciados, igualar o casamento tradicional e o casamento homossexual é igualar o bem com o mal.
Não há confusão moral aí. Isso é clareza moral, quer você concorde ou não.
Certa vez, o presidente Reagan chamou o velho Império Soviético de “o foco do mal no mundo moderno.” O presidente Putin está indicando que os Estados Unidos de Barack Obama podem estar merecendo esse título no século XXI.
Quem pode dizer que ele está sem argumento quando refletimos no fato de que os Estados Unidos adotaram o aborto desenfreado, casamento homossexual, pornografia, promiscuidade e a enorme variedade de valores de Hollywood?
Nossos avós não reconheceriam os EUA em que vivemos.
Além do mais, Putin afirma, a nova imoralidade vem sendo imposta de modo antidemocrático.
A “destruição dos valores tradicionais” nesses países, ele disse, vem “da cúpula” e é “inerentemente antidemocrática porque é baseada em ideias abstratas e vai contra a vontade da maioria do povo.”
Ele não está tendo um bom argumento?
Ministros dos tribunais mais elevados, que não foram eleitos pelo povo, declararam o aborto e os atos homossexuais como direitos constitucionalmente protegidos nos EUA. Juízes têm sido a principal força por trás da imposição do casamento homossexual. O ministro da Justiça Eric Holder se recusou a exigir o cumprimento da Lei de Defesa do Casamento [frente aos ataques dos ativistas gays que exigem seu “casamento” deformado].
Os Estados Unidos foram descristianizados na segunda metade do século XX mediante ordens judiciais, passando por cima das veementes objeções de uma maioria imensa de um país que era esmagadoramente cristão.
E o casamento homossexual é, de fato, uma ideia “abstrata” sem nenhuma raiz na história ou tradição do Ocidente. De onde veio isso?
Povos do mundo inteiro, afirma Putin, estão apoiando a atitude da Rússia de “defender os valores tradicionais” contra uma “tão chamada tolerância” que “não tem sexo nem fertilidade.”
Embora a postura dele de defender os valores tradicionais venha sendo zombada pelos meios de comunicação e elites culturais do Ocidente, Putin não está errado em dizer que ele pode falar em nome de boa parte da humanidade.
O casamento homossexual tem o apoio dos jovens dos EUA, mas a maioria dos estados ainda resiste, com os pastores negros visíveis na vanguarda da contrarrevolução. Na França, um milhão de pessoas foram às ruas de Paris para denunciar que os socialistas estavam impondo o casamento homossexual.
Das mais que 190 nações que existem, só 15 reconheceram esse tipo de casamento.
Na Índia, a maior democracia do mundo, o Supremo Tribunal derrubou a decisão de um tribunal de primeira instância que havia tornado o casamento homossexual um direito. E é improvável que o parlamento dessa nação socialmente conservadora de mais de um bilhão de pessoas vá querer tão cedo revogar o que o Supremo Tribunal fez.
Nas 50 nações que são predominantemente muçulmanas, que compõem um quarto da Assembleia Geral da ONU e um quinto da humanidade, o casamento homossexual nem mesmo está no debate. E o Papa Francisco tem reafirmado a doutrina católica sobre a questão para mais de um bilhão de católicos.
Embora boa parte dos meios de comunicação dos EUA e do Ocidente o rejeitem como um autoritário e reacionário, um retrógrado, Putin pode estar vendo o futuro com mais clareza do que os americanos que ainda estão presos a um paradigma da Guerra Fria.
A luta decisiva da segunda metade do século XX era vertical, Oriente versus Ocidente. Mas a luta do século XXI pode ser horizontal, com conservadores e tradicionalistas de todos os países organizados contra o secularismo militante de uma elite multicultural e transnacional.
E embora a elite dos EUA esteja no epicentro do anticonservadorismo e antitradicionalismo, o povo americano nunca esteve mais alienado ou cultural, social e moralmente mais dividido do que hoje. 
Os EUA agora são dois países.
Putin diz que sua mãe o batizou secretamente quando ele era bebê e professa ser cristão. E o que ele está dizendo aí é ambicioso, até mesmo audacioso.
Ele está buscando redefinir o conflito mundial do futuro de “Oriente versus Ocidente” como um conflito em que conservadores, tradicionalistas e nacionalistas de todos os continentes e países vão fazer resistência ao imperialismo cultural e ideológico do que ele vê como um Ocidente decadente.
“Não prejudicamos os interesses de ninguém,” disse Putin, “nem tentamos ensinar ninguém como viver.” O inimigo que ele identificou não são os EUA em que nós crescemos, mas os EUA em que vivemos. Putin vê a atual nação americana como pagã e selvagemente progressista.
Sem mencionar diretamente nenhum pais, Putin atacou as “tentativas de se impor modelos de desenvolvimento mais progressistas” em outras nações, o que tem levado ao “declínio, barbaridade e muito derramamento de sangue,” um tiro certeiro nas intervenções americanas no Afeganistão, Iraque, Líbia e Egito.
Em seu discurso, Putin citou o filósofo russo Nicholas Berdyaev, a quem Solzhenitsyn elogiou por sua coragem ao confrontar seus inquisidores bolcheviques. Embora não seja conhecido, Berdyaev é visto de modo favorável no Centro Russell Kirk de Renovação Cultural.
Com isso, a pergunta que surge é: Quem está escrevendo os discursos de Putin?
Pat Buchanan é colunista do WND e foi assessor do presidente Ronald Reagan.
Traduzido por Julio Severo do artigo do WND: Is Putin one of us?
Leitura recomendada:

Embaixador de Israel responde na Folha de S. Paulo

Posted in embaixador de Israel, Folha de S. Paulo, Rafael Eldad by juliosevero on 4 de janeiro de 2014

Embaixador de Israel responde na Folha de S. Paulo

Rafael Eldad, embaixador de Israel no Brasil, pôde responder a uma matéria de Natal da Falha de S. Paulo que insinuava que Maria era palestina e estaria ameaçada pelo muro de Israel. O embaixador deixa claro que o muro é para proteger os judeus contra ataques terroristas muçulmanos. Como se sabe, a vasta maioria dos palestinos são muçulmanos.
Rafael Eldad, embaixador de Israel

Se Maria estivesse viva hoje, o que ela diria do muro? Ela só elogiaria, pois o muro é para proteger judeus, que são o seu povo. Isto é, o muro é para proteger exatamente judeus como Maria.

O lamentável é que a Falha tenha colocado o artigo do embaixador num espaço público do jornal, sem nenhum destaque, explicando ainda que as opiniões dele não refletem as opiniões do jornal. E com relação à matéria mentirosa que insinuou que Maria era palestina e que Israel, não um suposto Estado palestino, seria uma ameaça para Maria? Ficou em lugar de destaque, refletindo as opiniões da Falha— que pelo visto não têm apreço nenhum pela verdade.
Em momento algum, a Falha pediu perdão, e acha que a mera resposta do embaixador publicada num canto público pode acalmar os leitores e amantes do verdadeiro jornalismo.
Eis o artigo do embaixador na Folha tentando fazer um acerto dentro da Falha incorrigível:

Rafael Eldad: Preservar vidas

Foi com muita surpresa e apreensão que lemos a reportagem “Um muro no caminho de Maria”, publicada na edição da Folha do dia 25 de dezembro, no caderno “Mundo”.
O texto, estranhamente, mesclou relatos da Bíblia com questões políticas contemporâneas. E, como se não bastasse tal mistura explosiva, pecou por não ouvir o outro lado, pilar básico do jornalismo praticado por esta empresa de comunicação.
A reportagem, superficial e baseada em comparações sem sentido, não explicou ao leitor o motivo da existência de barreiras e de bloqueios na conflagrada região. Optou por criticar Israel, sem dar o devido direito à defesa, exatamente em um dos dias mais sagrados para o cristianismo, o Natal.
Passado o impacto inicial, tentamos entender tal iniciativa num jornal que aprendi a respeitar e admirar desde o primeiro dia em que cheguei ao Brasil. Com o espaço agora oferecido, reforço meu respeito por um diário que apresenta a admirável qualidade de acolher as críticas.
Como é amplamente sabido, liberdade –seja de expressão, seja de religião– é um bem escasso no Oriente Médio. Israel, apesar da constante beligerância de vizinhos empenhados em destruí-lo, jamais abriu mão de construir uma sociedade democrática.
Vejamos, por exemplo, a situação dos cristãos. Representavam 20% da população do Oriente Médio até o início do século 20. Hoje, porém, representam apenas 5%. Fogem da repressão e da violência.
O único país na região onde a população cristã cresce regularmente é o Estado de Israel. Em 1980, lá viviam 90 mil cristãos. Atualmente, eles são mais de 155 mil.
Lembremos também que mais de 1,6 milhão de turistas visitaram em 2013 a cidade de Belém, na Cisjordânia, marcando um recorde para a cidade, e dezenas de milhares chegaram especificamente para comemorar o Natal.
Deve ser lembrado, ainda, que a construção de uma barreira defensiva (o chamado muro) entre Israel e a Cisjordânia foi decorrência dos múltiplos ataques terroristas perpetrados por facções palestinas contra a população civil de Israel e tiveram origem na margem ocidental do rio Jordão.
Entre 2000 e 2005, mais de mil israelenses foram assassinados durante a chamada Segunda Intifada, iniciativa tristemente baseada no terrorismo e na figura dos homens-bomba que se seguiu à recusa palestina em assinar um acordo de paz após as negociações de Camp David.
Depois da construção do muro, os atentados foram reduzidos em 100%, preservando o mais importante para todos os amantes da paz: as vidas humanas.
O governo de Israel cumpre a missão de proteger seus habitantes. Sem terrorismo, não precisaremos mais de muros e barreiras.
No próximo ano, desejamos que o voto do papa Francisco, proferido em seu discurso natalino, se torne uma realidade ao pedir a “conversão do coração dos violentos por um desfecho feliz das negociações de paz entre israelenses e palestinos”.
Feliz ano novo para o Oriente Médio e para todo o povo brasileiro.
RAFAEL ELDAD, 64, é embaixador de Israel no Brasil
Divulgação: www.juliosevero.com
Leitura recomendada:

Os “abomináveis” católicos

Posted in Sola Scriptura, Walid Shoebat by juliosevero on 3 de janeiro de 2014

Os “abomináveis” católicos

Walid Shoebat
Comentário de Julio Severo: Compreendo a revolta de Shoebat, um palestino que havia sido membro da Irmandade Muçulmana, ao ver o estado do protestantismo nos EUA, que outrora eram a maior nação protestante do mundo. Grandes denominações protestantes americanas (presbiteriana, luterana, anglicana, etc.) ordenam pastores gays e fazem boicotes contra Israel. Se Shoebat vivesse no Brasil, ele também poderia ver a apostasia da CNBB, que tem levado a maior parte das congregações católicas no Brasil no conto da sereia da Teologia da Libertação, sendo causa direta da vitória do PT e outros partidos socialistas no Brasil. Claro que a Igreja Católica no Brasil não faz, por exemplo, o que faz a Igreja Presbiteriana (PCUSA): apoiar o “casamento” gay. Mas com seu papel fundamental de antigo apoio ao PT, a CNBB e seus bispos apoiam o “casamento” gay, quando o PT, seu filhote, o apoia. Vendo da perspectiva apenas do que está acontecendo nos EUA, Shoebat desanimou e se revoltou contra o protestantismo nos EUA. Ele foi de um extremo ao outro, chegando a “agradecer a Deus” pelo fato de que no passado os católicos “esmagaram” os heréticos, inclusive os seguidores de João Huss e John Wyclif — considerados precursores de Lutero. (E parece que Shoebat se esqueceu de mencionar que os judeus também foram vítimas da implacável Inquisição católica, que lhes saqueava tudo: casas, dinheiro, propriedades, trabalho, etc.) Ele cita Lutero e seu antissemitismo, mas ignorou o contexto social e cultural católico antissemita que havia formado Lutero. Seja qual for o entendimento que Shoebat esteja buscando de igreja, a igreja ideal de Jesus não mata heréticos. Se matasse, Jesus teria iniciado seus apóstolos originais na missão de “esmagar” os fariseus e muitos outros heréticos. Mas não. Com exceção de João, todos os apóstolos de Jesus foram martirizados, isto é, eles estavam dispostos a morrer pelo Evangelho, em vez de torturar e matar pelo Evangelho. Jesus não veio para “esmagar” os heréticos para impor o Reino de Deus. Ele veio para pregar e demonstrar o Evangelho de Reino de Deus por meio do amor, pois Deus é Amor. Ele veio também para morrer. Tenho visto muitos cristãos americanos desapontados com a radical apostasia das grandes igrejas protestantes nos EUA. É uma apostasia tão grande que está levando muitos, inclusive Shoebat, à confusão. Mas no Brasil, Shoebat teria igual desapontamento com relação ao imenso poder esquerdista da CNBB na Igreja Católica do Brasil. Desconsiderando alguns pontos extremos que Shoebat adotou, seu texto em boa parte tem conteúdo muito aproveitável. Eis o artigo de Shoebat:
Em toda a sua história, a Igreja Católica travou guerra contra o islamismo. Contudo, hoje não tem nada a nos oferecer. Essa é a típica resposta que recebo quando discuto história cristã com muitos evangélicos. Eles me dizem que fora da Bíblia, nada há mais que precisemos. Por isso, da próxima vez que houver um incêndio na sua casa, leia a Bíblia, não se esqueça de orar enquanto estiver discando o número de emergência e goze a fumaça e o fogo crescendo dentro de casa.
Acho difícil até mesmo fazer as seguintes perguntas: Como é que foi a história cristã, que resistiu ao mal do islamismo e o derrotou na Europa? Por que e como a Cristandade perdeu o Egito e a Ásia Menor para o islamismo? E o que estamos fazendo em nossa época para imitar ou não imitar essa história?
A pergunta que vale um milhão de dólares a que ninguém consegue responder — embora receberei muitos comentários de pessoas me condenando como herético — é esta: Por que Deus escolheu os católicos para deter o islamismo em todas as grandes batalhas que visavam destruir a Cristandade? Se alguém tem a resposta, por favor dê um passo adiante.
O que a maioria dos evangélicos cheios do Espírito Santo sabe sobre a Batalha do Lepanto, a Batalha de Tours, a Batalha de Viena e a Batalha de Malta?
Se os “abomináveis” católicos não tivessem lutado na Batalha de Tours, toda a Europa seria muçulmana hoje, como na Ásia Menor. Seria o fim do Cristianismo, como o conhecemos. Hoje, a Turquia (Bizâncio) é 99% muçulmana e parece bem provável que produzirá o Anticristo, embora os evangélicos ainda achem que o Anticristo e a Meretriz é a Igreja Católica Romana.
Por que é tão raro achar evangélicos santos, cheios do Espírito, que não falam dessa história pintando-a como negra, cheia de guerras, cruzadas e sede de sangue? Qual é a diferença então que há entre o esquerdista teimoso e o evangélico cheio do Espírito? Ambos criticam essa história. Indo mais longe, como muitos evangélicos e esquerdistas, os muçulmanos também condenam essa história. Então, por que ecoamos a interpretação deles ao praguejar contra os católicos?
Por quê? É por causa desses “abomináveis” católicos que defenderam a Cristandade e salvaram os protestantes da total aniquilação? Será que os católicos fizeram algo certo, como lutar contra os abomináveis muçulmanos e frustrar os planos deles de aniquilar a Cristandade?
Em todas essas batalhas não havia nenhum protestante vindo para ajudar a salvar a Europa e os estados protestantes abstiveram-se de ajudar ou até mesmo levantar um dedo. Eles estavam ocupados demais fazendo estudos da Bíblia sobre como os “abomináveis” católicos eram o Anticristo.
Talvez eu precise exercer o típico hábito americano de falar sobre tais assuntos e buscar aprovação antes de fazer minhas declarações. Não estou dizendo, pelo amor de Deus, que todos os protestantes são maus. Contudo, toda vez que digo a palavra “católico,” os evangélicos pulam de nervosismo e apontam para o céu dos católicos sem nem mesmo investigar as montanhas de livros heréticos, dignos de esterco, produzidos pelos tão chamados evangélicos.
Será que a rica história católica é um assunto maligno sobre o qual a Bíblia nos avisou a não tocar e a fazer pouco caso das guerras católicas contra o islamismo? Até mesmo durante o nazismo, houve mais desses “abomináveis” católicos que escolheram morrer nos fornos de Hitler do que houve evangélicos e protestantes juntos. Será que esses católicos estão condenados ao inferno apesar de terem feito uma escolha de entrar na fornalha de Hitler? Qual dos dois agrada mais a Deus, os pastores amantes dos sodomitas ou os católicos que amavam os judeus e morreram nos crematórios de Hitler?

E então? Quem dará respostas às minhas perguntas? Será algum adolescente evangélico ignorante, imaturo, cabeludo, tatuado, de piercing no nariz, de argolas na orelha, zombador, inútil e herético do Movimento Graça Grátis que instantaneamente, de sua própria autoridade, me amaldiçoará e me excomungará porque não creio, como eles, que os pecadores homossexuais devem ser recebidos na igreja como cristãos se não houve confissão de arrependimento? Tais mutantes serão os futuros soldados que ultrapassarão os Cavaleiros de São João e lutarão para frustrar as forças das trevas e do diabo? O que eles utilizarão para lutar, os brincos que eles usam no nariz e seus cabeços com pontas de espinho de porco de aparência estúpida? Ou será que eles mesmos não são filhos do diabo?

Por que tenho de denunciar o papa como herético enquanto fico em silêncio sobre o maior pastor dos Estados Unidos, esse autonomeado papa do diabo chamado Rick Warren que assinou um tratado com o islamismo dizendo que “nós adoramos o mesmo Deus”? Será que não posso dizer nada sobre essa prostituta engordada que evita comprometer-se em questões sobre homossexualismo, mas condena as Cruzadas nesse mesmo tratado?
Talvez essas coisas possam ajudar a responder à minha pergunta, que já fiz mais de uma vez e ninguém parece ter respondido: Durante minha caminhada de duas décadas em minha fé evangélica cheia do Espírito Santo, Jesus disse: “Edificarei minha igreja e as portas do inferno não prevalecerão contra ela.” Veja bem, em dois mil anos, quem era essa igreja? Foi a igreja perdida no tempo desde que os autores do Novo Testamento morreram até a época em que o santo Martinho Lutero apareceu? Hitler usou “Sobre os Judeus e Suas Mentiras,” texto demoníaco de Martinho Lutero, para ajudar a livrar a Europa de seis milhões de judeus.
Os evangélicos respondem a esse dilema dizendo que a verdadeira Igreja estava sempre ali, mas era perseguida pelos “abomináveis” católicos. Entretanto, tais respostas são impossíveis de provar. Talvez algumas perguntas no estilo de Jesus ajudarão a esclarecer essa questão. Então, qual foi o movimento cristão que os “abomináveis” católicos perseguiram? Foram os montanistas, os novacionistas, os donatistas, os docetistas, os cátaros, os albingenses, os valdenses, os hussitas e os seguidores de Wyclif? Será que esses movimentos eram a “Igreja” sobre a qual falou Jesus? Eram eles que eram os crentes cheios do Espírito, que criam na Bíblia e eram semelhantes aos evangélicos?
Não há historiador que lhe dirá que esses movimentos chegam a se encaixar na definição de modelo evangélico “cheio do Espírito.” Tais movimentos, que os católicos esmagaram (graças a Deus), eram radicalmente não-cristãos, heréticos e gnósticos. Só os valdenses e os hussitas eram de certo modo cristãos, mas mesmo eles estavam mais próximos do catolicismo do que os evangélicos. Como um evangélico comum, cheio do Espírito Santo, chegaria a saber a natureza desses movimentos? Afinal, só precisamos da Bíblia e dane-se a história, certo? Ignorar a história é ignorar também a Bíblia.
Até mesmo Martinho Lutero e o movimento protestante, que veio com a Confissão de Fé de Westminster (CFW), que é seguida por denominações protestantes, realmente ajudou os muçulmanos otomanos e lhes forneceu cobre para construir canhões para destruir estados católicos porque na opinião deles, a Igreja Católica era a Meretriz da Babilônia e o Anticristo.
A CFW era tão importante que era uma doutrina de fé fundamental e não era negociável. Se a Trindade era essencial, da mesma forma era também essa crença com relação aos católicos. Apesar de que o islamismo nega publicamente a Trindade, a CFW nunca mencionou isso. Esse documento preferiu focar muito mais nos católicos, não nos muçulmanos, embora os católicos tivessem impedido os muçulmanos de aniquilarem a Cristandade. Até o próprio Martinho Lutero pensou melhor nessa questão e confessou, depois de ler “Refutação ao Corão,” livro maravilhoso escrito pelo católico Riccaldo Di Montecroce. Como resultado, Lutero mudou de opinião e de acordo com ele o islamismo era o sistema do Anticristo, mas a Confissão de Westminster nunca chegou a mencionar isso.
Sobre a teologia da graça versus obras. Uma coisa é certa: Jesus deu o exemplo do homem que pratica boas obras e o empolgado igrejeiro de Sua época quando Ele escolheu o samaritano, não o fariseu que estava andando e se deparou com um homem nu e surrado por perseguidores e nada fez, afirmando que ele estava fazendo a vontade do Senhor. Se pegarmos esse exemplo, o samaritano daquele tempo seria visto do jeito que vemos um católico: ele estava todo danado e confundia tudo. O samaritano nem mesmo seguia Sola Scriptura e seu cânon da Escritura não tinha muitos livros. Ele até cria em loucuras tipo o Templo estava no monte Gerizim, não em Jerusalém. No entanto, Jesus honrou o samaritano, não o fariseu, que entendia a Bíblia e o Templo de forma correta, mas não ajudou o perseguido.
Quando Jesus vier, Ele jogará no inferno muitos “abomináveis” católicos e “abomináveis” evangélicos por não ajudarem os judeus, os católicos, os evangélicos e outros (Mateus 25). Hoje, nem os católicos nem os evangélicos estão fazendo muito para salvar os cristãos massacrados em países muçulmanos. Consegue dizer o nome da organização que resgata os cristãos hoje? Não existe NENHUMA. Tentamos ajudar e nossos apoiadores são predominantemente armênios, coptas e assírios. Onde está o maior pastor dos EUA? Onde estão os evangélicos e católicos dos EUA? Talvez eu devesse seguir os coptas, os assírios ou até os armênios e jogar no lixo essa versão americanizada do Cristianismo que ama a homossexualidade.
Embora acusemos essas igrejas antigas de apego a livros deuterocanônicos como a Sabedoria de Salomão, que os evangélicos rejeitam, em menos de cinquenta palavras, resume o propósito inteiro da Encarnação do Filho de Deus e por que Deus se tornou homem:
“Quando um silêncio profundo envolvia todas as coisas e a noite mediava o seu rápido percurso, tua Palavra onipotente lançou-se, guerreiro inexorável, do trono real dos céus para o meio de uma terra de extermínio.” (Sabedoria 18:14-15 Bíblia de Jerusalém)
Quem é esta “tua Palavra onipotente”? Quem era a “Palavra”? Quando Ele se lançará “do trono real dos céus”? Quando Ele será esse “guerreiro inexorável”? Essa não é uma profecia sobre Cristo vindo para guerrear nos últimos dias? Contra quem Ele está guerreando? Contra os católicos, que preservaram a Bíblia — inclusive a Sabedoria de Salomão? Será que a sabedoria partiu da terra de modo que nenhum homem possa apontá-la? Será que o Espírito Santo não está me levando a redescobrir tais profecias arrancadas das Bíblias evangélicas dos Estados Unidos? A Igreja Copta que foi fundada por São Marcos não era importante? Não foi Cristo que edificou a Igreja no Egito? Até mesmo quando os portugueses entraram pela primeira vez na Índia eles encontraram cristãos nativos que, para sua surpresa, declararam sua sucessão apostólica desde São Tomé.
Quando me tornei cristão, entrei numa igreja evangélica que me ensinou que em Daniel capítulo 2, as duas pernas eram a Igreja do Oriente e a Igreja do Ocidente (Ortodoxa e Católica) e que essas igrejas eram o espírito do Anticristo. No entanto, nunca acreditei neles, pois examinei a Palavra de Deus e descobri que as profecias da Bíblia estavam falando do islamismo. Era eu que não estava seguindo a Bíblia ou será que esses evangélicos estavam interpretando a Bíblia de forma errada? Foram os evangélicos que também interpretaram mal muitas coisas na Bíblia.
Rejeito todas as doutrinas que diferem da Bíblia. Os santos protestantes têm apontados vários papas como o Anticristo, e todas essas opiniões no final se mostraram falsas. Será que isso não é difamação profana? Jesus não nos alertou com relação a tais difamadores malditos?
Nós proclamamos em voz alta: “Meu povo perece por falta de conhecimento” quando nós, os que proclamamos tais versículos, estamos perecendo. Há uma diferença entre conhecer a Bíblia e fazero que está na Bíblia.
Mas há também uma diferença entre amar emocionalmente Jesus e fazer o que Jesus diz. Pregamos algo. Mas seguimos o oposto; continuamos com falta de conhecimento.
Como consequência, vemos as coisas a partir de certo prisma ótico que achamos que é santo, mas não é.
Walid Shoebat é um palestino ex-membro da Irmandade Muçulmana. Ele é também dono do site Shoebat.
Traduzido por Julio Severo do artigo do site Shoebat: Them ‘Damned’ Catholics
Leitura recomendada:
Sobre a Inquisição:
Outro artigo do site Shoebat:

O engano da aparência: blogs, blogueiros, blogagens e blogosfera cristã

Posted in Augustus Nicodemus Lopes, cessacionismo, John MacArthur, Maya Felix, Norma Braga, Renato Vargens by juliosevero on 2 de janeiro de 2014

O engano da aparência: blogs, blogueiros, blogagens e blogosfera cristã

Maya Felix
Comentário de Julio Severo: Não sei se é correto, como fez o texto da Maya, enquadrar Norma como cessacionista. De acordo com seus amigos mais chegados, no passado ela não era. É possível que ela seja hoje, considerando que não muito tempo atrás ela disse algo como “no tempo em que eu era neopentecostal…” Em 1 Tessalonicenses 5:19 o Apóstolo Paulo nos manda não apagar (em nós e nos outros) o fogo do Espírito, pois como toda chama natural, o fogo espiritual também pode ser apagado com muita facilidade. Um dos grandes teólogos ao lado de Norma, por exemplo, era batizado no Espírito Santo e tinha dons sobrenaturais. Hoje, ele é cessacionista. Ele é um especialista no apagamento do fogo. Quando esse tipo de teólogo calvinista conta de uma igreja Assembleia de Deus que abandonou o dom de línguas para se tornar uma igreja calvinista (veja o relato neste link: http://bit.ly/1eWe6LT), ele fala de experiência própria. O apagamento que ocorreu em sua vida ele quer para outros também. Todos de fogo apagado. Não sei se seria justo o texto da Maya rotular os calvinistas de reformados como se fossem os únicos herdeiros da Reforma, já que a Reforma veio de Lutero, mas os calvinistas tentam aparentar que eles são os legítimos guardiões de toda a Reforma. Dave Hunt, que é protestante tradicional, tem um vídeo acusando os calvinistas de terem sequestrado a Reforma. Nada entendo de arminianismo. Só sei que antes de existir o rótulo protestante, católico, calvinista e arminiano, havia Jesus e seus apóstolos, e é aí que estou. Fora essas considerações, o texto da Maya é interessante, ainda mais que o teólogo calvinista John MacArthur escreveu recentemente um livro acusando o pentecostalismo inteiro de herético. Isto é, se você é da Assembleia de Deus ou qualquer outra igreja pentecostal, você está contra Deus, especialmente se você fala em línguas e tem profecias, na opinião de MacArthur, que é referência obrigatória entre os calvinistas cessacionistas do Brasil. Em seu cessacionismo fanático, MacArthur nunca recomendou nenhum pentecostal. O que é ultrajante e vergonhoso é que muitos pentecostais, inclusive líderes desatentos da Assembleia de Deus, recomendam MacArthur. A CPAD, a maior editora assembleiana e pentecostal do Brasil, publicou um livro de MacArthur, recomendando-o a milhões de seus leitores. Isto é, se os cessacionistas precisarem degolar os pentecostais “heréticos,” a CPAD e outros com muita alegria lhes darão uma faca ou espada! Uma pergunta que os pentecostais poderiam fazer a MacArthur e seus seguidores fanáticos no Brasil é: “Se o pentecostalismo é que é a heresia, por que então a maior denominação presbiteriana dos EUA ordena pastores gays e a Assembleia de Deus não?” É rir para não chorar: os assembleianos não estão cometendo a heresia e apostasia de ordenar pastores gays, e a maior denominação presbiteriana dos EUA (repleta dos famosos apologetas) já tem pastores gays, e quem leva o nome de “heréticos” são os assembleianos? Claro que há muitos outros problemas heréticos entre os presbiterianos americanos, inclusive a maçonaria e a postura de incitar boicotes contra Israel em apoio da causa palestina. Com isso, não quero dizer que os assembleianos estão isentos de problemas. Em 2008, meu blog fez a denúncia pioneira de que o Bispo Manoel Ferreira, presidente da segunda maior denominação assembleiana do Brasil, estava aliado com o falso messias Rev. Moon: http://bit.ly/JwfsA8 Mas o “apologeta” MacArthur não atacou os pentecostais por isso. A motivação dele foi o cessacionismo: a heresia que diz que Deus não concede hoje dons sobrenaturais como línguas, profecias, curas, etc. Se MacArthur tivesse dito que aliar-se ao Rev. Moon e ter pastores e presbíteros maçons é heresia, eu concordaria. Mas definir como “heréticos” quem tem dons sobrenaturais do Espírito já é em si uma grande heresia. A seguir, o texto da Maya que precisa ser divulgado entre os que cegamente recomendam MacArthur e outros cessacionistas fanáticos:
Maya Felix

Neste ano de 2013 comecei a me dar conta de que as postagens da página de um portal de blogs de maioria pentecostal no Facebook traziam cada vez mais frases, pequenos textos e imagens de pastores calvinistas. Não só calvinistas, eu percebi: cessacionistas. Mas o que é um “calvinista cessacionista”? Em linhas muito gerais, é alguém que não somente crê que o homem não tem absolutamente nenhum papel, nenhuma escolha a desempenhar no processo da salvação (pois ele é um “escolhido”, ou seja, será salvo mesmo se não quiser ser salvo) como também que os dons do Santo Espírito, revelados ao longo de todo o Novo Testamento, não mais nos são dados hoje. Isso que dizer: Deus não mais age, por meio de homens, para curar, por exemplo. Dons de língua também não existem, são apenas invencionices. Para os calvinistas cessacionistas, o movimento pentecostal não passa de uma heresia. Sim, para os cessacionistas eu sou uma herege.

Ao fazer um tour por blogs de calvinistas cessacionistas, como o famoso Ó Tempora, Ó Mores! [célebre frase do senador romano Cícero, em latim, que foi publicada nas famosas Catilinárias, discursos em que Cícero condenava Catilina, outro senador, e apontava os tempos e costumes perversos da época. Significa: Ó tempos, ó costumes!] e o Blog da Norma Braga, não vi nem sequer um link para algum blog pentecostal, arminiano, adepto do sinergismo. Todos eles só têm entre seus links “recomendados”, blogs e sites calvinistas cessacionistas. É claro, têm toda a liberdade para tal e para mim isso não é nenhuma surpresa.
O que me deixa perplexa é perceber quantos blogs pentecostais, cujos autores se definem como arminianos, de igrejas como Assembleia de Deus ou Metodista, recomendam expressamente, com links e artigos copiados, esses blogs que se intitulam “reformados” [que designa uma parcela muito pequena dos cristãos adeptos do evangelicalismo no Brasil e no mundo: os calvinistas cessacionistas].
É claro, não indico um blog em minha lista de blogs somente se esse blog me indicar. A questão não é precisamente a “reciprocidade”, apesar de ela ter, também, sua razão de ser. O ponto central é precisamente a base da doutrina teológica dos que se chamam reformados e por que tantos pentecostais se rendem a seus textos sem enxergar o que de fato eles pregam.
Vamos por partes:
1. Os calvinistas cessacionistas advogam o total alijamento da vontade do homem no processo de salvação. Ainda que eu quisesse crer nisso, pois sei que Deus é onipotente, não poderia, pois, como disse C. S. Lewis, entre tantos outros, podemos impedir Deus de agir, se quisermos: temos o livre-arbítrio (Cristianismo Puro e Simples, p. 271). Não porque Deus não seja onipotente, mas porque escolheu limitar-se em relação à nossa escolha de amá-lo ou não. Assim como Cristo escolheu limitar-se a um corpo humano para nos salvar. Os arminianos, pentecostais ou não, creem que o homem escolhe amar a Deus; os calvinistas creem que o homem não tem nenhuma escolha a fazer em relação à sua salvação;
2. Em segundo lugar, os dois blogs de que eu falei, além de outro, do pastor Renato Vargens, de Niterói – entre tantos – apoiam declaradamente ou tacitamente os blogs “apologéticos”, conhecidos pelo escárnio e pela zombaria com que tratam assuntos ligados aos neopentecostais. Refiro-me ao blog Genizah, sobretudo, conhecido por sua falta de postura leal e de ética no debate teológico. Só o escárnio e a falta de respeito que têm para com outros cristãos [que eles nem mesmo consideram cristãos, aliás] já seria motivo para nos afastarmos de blogs que se julgam sérios mas nada dizem contra os “apologéticos”. Mas os blogueiros pentecostais fecham os olhos para isso também. Julgam a Teologia da Prosperidade mais grave – e mais kitsch, mais brega, menos chique, menos “acadêmica” – que a Teologia Cessacionista. Ora, ora. Os cessacionistas, que fique registrado, apresentam-se envoltos em uma aura de academicismo, racionalidade, cientificidade, ordem… Já os neopencostais são barulhentos, ridículos, ostentadores de riquezas… E aí fica meio difícil julgar as pessoas pelo que elas realmente são: mentirosas. Os cessacionistas mentem, quando afirmam que o Espírito Santo não mais age nos dias de hoje, produzindo “maravilhas e sinais” como nos tempos de Jesus. Os adeptos da Teologia da Prosperidade mentem, quando afirmam que se você der muito dinheiro para a igreja, Deus vai recompensá-lo. Tanto uma quanto outra teologia podem se embasar em trechos da Bíblia. Se até Jim Jones se baseou em trechos da Bíblia, nenhuma dessas teologias leva vantagem sobre outra;
3. O problema é que muitos pentecostais acreditam que as igrejas neopentecostais são um mal maior diante dos cessacionistas. Porque os neopentecostais estão na TV, nas ruas, nas gravadoras, em todo lugar. Não queremos que nossa fé, tão “pura”, seja maculada pelo vil metal, não querermos nos identificar com os neopentecostais. Já os cessacionistas, até por serem em número muito menor, não se colocam em franca evidência. São discretos, repetem o mantra da “ordem no culto” [será que pode bater palmas, falar um “aleluia” de vez em quando, um “oh! Glória!”...?], não gostam da “música gospel”, condenam o excesso de entusiasmo nas orações, no louvor, na pregação. Ou seja: os cessacionistas estão para os neopentecostais como a bossa nova está para o axé music. E, é claro, como somos todos muito civilizados, cultos e racionais, não examinamos as escrituras: preferimos a bossa nova, ainda que seja tão herética quanto a axé music [foi só uma ilustração, eu gosto do João Gilberto, ok?];
4. Além de tudo o que já disse, devo acrescentar: os cessacionistas combatem a Teologia Pentecostal. Sim, é isso mesmo. Enquanto blogueiros pentecostais fazem propaganda de blogs cessacionistas, os cessacionistas não se cansam de repetir, entre si ou, mais discretamente, em seus blogs, que crer na ação do Espírito Santo nos dias de hoje – nas curas, na glossolalia, em arrebatamentos e outros fenômenos espirituais sobrenaturais – é mistificar a fé cristã. E aí, mais uma vez, os pentecostais morrem de medo de serem identificados com a toalhinha da Igreja Mundial do apóstolo Valdemiro Santiago. Por isso, tendem a se aproximar, na crítica aos excessos dos neopentecostais, de quem nega por completo a ação do Espírito. Não conseguem explicar – e acham que ninguém vai entender, tão tênue é a linha – que os fenômenos do Espírito Santos existem, mas que precisamos ser um tanto céticos quanto à maneira como acontecem e examinar tudo à luz da Bíblia, já que há mais mercado da fé hoje do que nos tempos de Lutero;
5. A prova do que acabo de dizer no ponto anterior é exatamente a lista de blogs recomendados pelos blogueiros cessacionistas. Visite um deles. Dois. Dez. Dificilmente, quase nunca, provavelmente jamais haverá a divulgação de blogs pentecostais/arminianos nos blogs dos irmãos calvinistas cessacionistas. E os pentecostais, ao desejar alcançar a unidade com tais irmãos, não percebem que a reciprocidade na divulgação dos blogs não existe porque eles descreem e condenam tudo o que é arminiano e pentecostal. Só que, ao contrário dos pentecostais, os cessacionistas não fazem propaganda do que não creem em seus sites. E, se nós [estou me incluindo como pentecostal, mas não faço propaganda de blogs que combatem a minha fé] fazemos propaganda de seus blogs, é porque cremos no que eles dizem, certo? Errado. Não podemos blasfemar contra o Espírito Santo, afirmando que Ele não mais cura, e que os sinais não mais se fazem ver. Não podemos afirmar que o homem é uma marionete, se cremos que todo homem escolhe a salvação, dá um passo em direção a Deus, toma a decisão de amá-lo, ainda que de modo imperfeito. Por curiosidade, a fim de escrever este texto, visitei o Blog da Norma. Deparei-me com seus desejos para 2014. Entre eles, dois me chamaram a atenção: “Que a igreja se desembarace cada vez mais da influência do paganismoda teologia da prosperidade e da teologia da libertação”.Bravo! Concordo! Mas… e o cessacionismo? A igreja não deveria se desembaraçar dele também, a fim de perceber que os sinais e maravilhas de que Deus fala claramente na Bíblia se cumprem e que a volta de Cristo deve estar próxima? Não seria um desserviço a Deus, um agir demoníaco, não divulgar que Cristo está voltando? Como está escrito em Atos, capítulo 2, verso 17: “E nos últimos dias acontecerá, diz Deus, que do meu Espírito derramarei sobre toda a carne; e os vossos filhos e as vossas filhas profetizarão, os vossos jovens terão visões, e os vossos velhos sonharão sonhos; e também do meu Espírito derramarei sobre os meus servos e as minhas servas naqueles dias, e profetizarão [...]” Por que não devemos tirar as vendas dos olhos da Igreja quanto ao derramamento do Santo Espírito nos dias de hoje? Outro desejo de Norma para 2014: “Que mais livros reformados sejam lidos, escritos, debatidos (orem por mim!)”.Sabemos que quando Norma Braga e todos os demais cessacionistas falam “reformados” eles se referem especificamente à literatura calvinista cessacionista. Não se referem aos pentecostais, nem aos metodistas, nem à Igreja Cristã Maranata, nem à Quadrangular… Por que Norma Braga não desejou simplesmente que mais livros “cristãos” sejam “lidos, escritos, debatidos (orem por ela!)” em 2014? Ou então “mais livros cristãos protestantes…”? Alguém aí sabe dizer? E o seu blog, irmão arminiano, sinergista e pentecostal, não está entre os recomendados por Norma Braga e Augustus Nicodemus?;
6. No mais, e para fechar, gostaria de mencionar uma curiosidade que vou desenvolver em outro texto: alguém além de mim já percebeu o quanto a ideia errônea de Deus dos cessacionistas se aproxima da ideia de Deus também equivocada dos teístas abertos? Não? Pensem a respeito. Voltarei ao tema depois.
E que o Santo Espírito nos alimente em 2014, nos cure, nos transforme, nos abençoe, nos perdoe, nos leve a pregar a Palavra da verdade e a repudiar as mentiras que têm se abatido sobre os cristãos. Que em 2014 estejamos mais atentos aos nossos irmãos perseguidos em tantos países. Que a nossa palavra seja mais ação para um mundo sedento de amor. Que nossa mão esteja pronta a ser estendida aos que sofrem. Que Deus tenha misericórdia de todos nós. E que Jesus venha!
Um abraço, feliz 2014.
Maya Felix
Fonte: Maya Felix
Divulgação: www.juliosevero.com
Leitura recomendada:

Ano novo explosivo para embaixador palestino

Ano novo explosivo para embaixador palestino

Julio Severo
O embaixador palestino na República Checa, Jamal al-Jamal, morreu nesta quarta-feira após uma explosão acidental em sua residência, em Praga, informou a polícia local.
Jamal, 56 anos, estava com sua família no apartamento no momento da explosão, que ocorreu quando ele abriu um velho cofre que estava fechado há mais de 20 anos, conforme o porta-voz da embaixada Nabil El-Fahel.
Palestinos em saudação nazista

O Ministério de Relações Exteriores palestino comunicou que o embaixador vinha tentando abrir um cofre que havia sido movido recentemente para sua nova moradia.

“Houve a detonação de uma mistura explosiva até o momento não identificada,” disse Andrea Zoulova, porta-voz da polícia checa, de acordo com o Daily Mail.
“No momento, é impossível identificar que tipo de explosivo era. Uma busca está sendo feita,” disse ela.
De acordo com um leitor do Daily Mail, “Explosivos transpiram num ambiente confinado e quente, e se tornam instáveis. Um simples erro e tudo explode.”
O cofre havia sido mudado de um prédio que costumava ser o escritório da Organização para a Libertação da Palestina (OLP) na década de 1980, segundo a Associated Press
Naquela época, antes da queda da União Soviética, a OLP tinha relações íntimas com os países comunistas da Europa Oriental, inclusive a antiga Checoslováquia. Entretanto, recentemente as relações têm sido mais tensas entre a República Checa e os palestinos, pois o governo checo vem adotando uma postura mais pró-Israel nos conflitos do Oriente Médio.
Há muitos registros de palestinos usando explosivos para matar cidadãos israelenses. Explosivos nas mãos de palestinos não são novidade, mas acidentes são.
Enquanto o mundo inteiro está celebrando o Ano Novo com explosões de fogos de artifício, o embaixador palestino se acidentou num explosivo secreto da organização terrorista palestina OLP. E só Deus sabe a finalidade original do explosivo.
Sou seguidor de Cristo e não gosto de ver ímpios morrerem. Prefiro que eles tenham um encontro com Cristo. Mas os que não querem nada com Cristo têm direito de se acidentarem nos instrumentos de maldade que usam para matar inocentes.
Vou explodir um mito agora. Se faz sentido um Estado palestino dentro dos EUA ou do Brasil, então faz sentido um embaixador representar um Estado palestino dentro do território que por direito divino é de Israel.
Os EUA e o Brasil são territorialmente enormes, mas duvido que teriam generosidade suficiente para dar um pedacinho de terra para esses amantes de explosivos. Por que então EUA e Brasil exigem que Israel aceite o que eles mesmos não aceitariam?
Se existe um país chamado Palestina artificialmente montado dentro de Israel, então existe “Alice no País das Maravilhas.” A diferença é que o país de Alice é uma fantasia inocente, criada pelo pastor evangélico Charles Lutwidge Dodgson, mais conhecido como Lewis Carroll. Em contraste, a fantasia palestina, sustentada por radicais islâmicos e esquerdistas mundiais, não tem nada de inocente e já matou muita gente inocente.
Sem querer, a explosão acidental explodiu um mito. Embaixador palestino é uma fantasia e piada de mau gosto, pois nunca existiu, dentro das fronteiras bíblicas de Israel, um país chamado Palestina.
Com informações do DailyMail, Associated Press e agências internacionais.
Leitura recomendada:

Abertura para Deus: meta fundamental para 2014

Posted in Uncategorized by juliosevero on 1 de janeiro de 2014

Abertura para Deus: meta fundamental para 2014

Julio Severo
O Rev. Johann Christoph Blumhardt, pastor luterano alemão (1805-1880), é um exemplo de que uma vida religiosamente treinada e acostumada com as tradições da igreja não significa automaticamente uma vida cheia do Espírito Santo e seu poder. Ao entender isso, ele buscou, e achou.
Ouvir a Deus

Depois da mudança, ele viu milagres. O artigo “Quando o poder de Deus se revela” relata:

Blumhardt sentia que a Igreja estava em necessidade de um novo derramamento do Espírito Santo, tal qual ocorreu no dia de Pentecostes, e que sem isso nada seria de duração. Eis o que ele mesmo disse:
“Isso me levou a orar pedindo um derramamento do Espírito, e essas eram orações incessantes, principalmente porque os sinais pareciam indicar que não estávamos longe dos últimos tempos. Quanto mais vejo a corrupção e as diversas deficiências da atual Cristandade, mais difícil se torna eu deixar de suplicar por sua renovação, o que só poderá ser realizado mediante uma atuação especial do Espírito de Deus. Após um estudo minucioso de Joel 3 e Apocalipse 14, posso e tenho de acreditar que os tempos anticristãos, conforme profetiza a Palavra de Deus, serão precedidos por reavivamentos no mundo inteiro. Meu coração se entristece quando olho para o mundo, mas se alegra quando olho pra o céu e para as profecias da Bíblia. Oh, que as abominações e sofrimentos da terra fossem logo aniquilados”.
No artigo “O tipo de pessoa que ouve a voz de Deus,” o Rev. Jack Deere diz:
“Se quisermos uma amizade profunda com Deus, é importante cultivar um estado de mente em que vemos todo nosso tempo como tempo de Deus, um estado de mente em que estamos totalmente à disposição dele. É necessário fazer isso porque Deus nos fala nos momentos mais inconvenientes. Às vezes, ele até permite que seus servos favoritos gastem tempo, energia e dinheiro organizando uma viagem missionária. Então ele espera até que eles estejam no meio dessa viagem e os proíbe de se envolver na atividade ministerial que eles tinham planejado. Paulo e seus amigos haviam feito planos para ministrar na Ásia, mas Deus os queria na Europa (Atos 16:6-10). Ele permitiu que eles “desperdiçassem” tempo, dinheiro e energia antes de redirecioná-los ali.”
Deus está levantando nestes dias uma geração com unção de Elias — homens e mulheres para ouvir Sua voz e experimentarem o sobrenatural de Deus.
Pessoas têm sido extremamente abençoadas por esse artigo sobre Elias. Um dos testemunhos está aqui:
Deus está se movendo no Brasil e, como sempre, o espírito religioso é uma barreira para o sobrenatural de Deus.
A escolha é nossa: dar ouvidos ao espírito religioso ou ao Espírito de Deus.
Que neste ano de 2014 Deus nos conceda ouvidos e corações abertos para Ele, inclusive para Seus propósitos com relação a Israel, que se encontra cada vez mais sob pressões e opressões das grandes potências.

Rússia vai se endurecer contra religião islâmica

Posted in Arábia Saudita, mesquitas, Rússia, Theodore Shoebat by juliosevero on 31 de dezembro de 2013

Rússia vai se endurecer contra religião islâmica

Theodore Shoebat
Comentário de Julio Severo: O artigo a seguir foi publicado no site Shoebat, cujos textos são publicados também no WND, que é de longe meu site favorito em inglês.
A recente série de ataques terroristas que ocorreram na Rússia, em que dezenas de pessoas foram mortas, são acontecimentos que só estão aumentando a já crescente tensão da Rússia contra o islamismo, e também representa que uma inquisição religiosa [da Igreja Ortodoxa] será imposta na heresia de Maomé.
Ônibus destruído por ataque terrorista islâmico na Rússia

De acordo com o jornal Izvestiya, que é a favor do governo russo, autoridades de segurança da Rússia ambicionam impor certas medidas para controlar a imigração descontrolada, e também impor monitoração nas mulheres que se converteram ao islamismo.

Kirill Benediktov, analista de política russa, atribuiu o ataque terrorista ao apoio da Arábia Saudita ao wahabismo na Rússia:
“Não há dúvida de que os governos salafistas do Golfo Pérsico, principalmente a Arábia Saudita, têm apoiado o terrorismo islâmico na Rússia… A Rússia é agora forte o suficiente para retribuir as medidas hostis para os governos que vêm utilizando a quinta coluna Wahhabi, a fim de desestabilizar a situação no nosso país.”
Galina Khizreyeva, especialista em guerra santa islâmica no Instituto de Estudos Estratégicos da Rússia, foi mencionada pelo popular jornal Moskovskiy Komsomolets, como afirmando que deve-se aprovar leis contra o wahabismo:
“Os terroristas têm uma nova estratégia de envolver os russos na realização de ataques terroristas para mostrar que os russos estão descontentes com as autoridades. Esse problema deve ser resolvido em nível federal. É necessário aprovar leis o mais rápido possível para ajudar a deter o extremismo e o wahabismo, que resultam em terrorismo.”
Nunca nos esqueçamos de que os ataques na Rússia têm a intenção de matar os cristãos.
Aleksandr Grishin, escritor e patriota russo, defendeu a medida governamental de prender, não apenas os terroristas, mas todos os seus familiares também:
“Estamos ficando sem escolha, além de declarar tolerância zero em relação aos terroristas e membros das suas famílias… Não deve haver concessões do Estado aos familiares dos bandidos. Quem estava ciente dos preparativos para um ataque terrorista, mas não informou os órgãos de segurança, deve ser preso… Deve haver uma sentença de prisão perpétua para o terrorismo, a pena de morte para os organizadores.”
Todos estes sentimentos, e os relatos de planos de medidas governamentais focados em certos muçulmanos (especialmente mulheres convertidas), são prenúncios de uma futura imposição significativa de penalidades na religião islâmica. Agora, para deixar ainda mais claros os sinais que mostram uma futura supressão do islamismo, há vários eventos que ocorreram pouco antes dos recentes ataques terroristas.
No início deste mês, escrevi sobre como a cidade de Moscou decretou que os muçulmanos não podiam mais construir mesquitas. O prefeito de Moscou, Sergei Sobyanin, declarou enfaticamente:
“Nenhuma nova licença de construção será dada. Eu acho que Moscou tem mesquitas suficientes.”
O mesmo prefeito disse em um programa de rádio:
“Os moscovitas estão ficando irritados com pessoas que falam uma língua diferente, têm costumes diferentes, e mostram um comportamento agressivo. Essa não é uma questão puramente étnica, mas está ligada a algumas características étnicas.”
Além disso, adicione a isso o fato de que apenas alguns dias antes desses ataques terroristas ocorrerem, o Patriarca Kirill, que preside a Igreja Ortodoxa da Rússia, expressou sua preocupação e ilustrou sua visão sobre o Islamismo na Rússia:
“O aumento do número de migrantes, principalmente da Ásia Central e do Cáucaso, em Moscou aumentou o risco de conflitos étnicos.”
Ele também disse que muitos muçulmanos com mentalidade de guerra santa “são recrutados por organizações extremistas e terroristas, às vezes mesmo em Moscou,” e ele também acrescentou sua preocupação sobre a construção de mesquitas e os sentimentos anticristãos entre os muçulmanos:
“Os radicais são extremamente negativos para com a fé ortodoxa: eles mataram seis sacerdotes ortodoxos, inclusive o padre de Moscou Daniil Sysoyev, nos últimos 15 anos… A criação de um ambiente favorável sobre a questão da construção de mesquitas no território onde predomina uma população ortodoxa depende diretamente das relações étnicas em cada lugar específico, o nível de criminalidade étnica e terrorismo.”
O Patriarca, que é muito influente, disse que esperava que Moscou se expurgasse dos “enclaves de ilegalidade, que os problemas da imigração ilegal e do comportamento imprudente de alguns migrantes sejam resolvidos, que as atividades de alguns sabotadores e extremistas sejam controladas.”
Todos estes sinais são indícios de que a supressão do islamismo sob as mãos do Estado irá acontecer.
Traduzido por Alfa Luís (com revisão de Julio Severo) do artigo do site Shoebat: Russia Will Get Tougher On Islamic Religion
Leitura recomendada:

Macumbaria de cinismo da Falha contra Maria e contra os judeus

Posted in Estado laico, Folha de S. Paulo, judeus, macumba, macumbeiros, palestinos, religiões afro-brasileiras by juliosevero on 30 de dezembro de 2013

Macumbaria de cinismo da Falha contra Maria e contra os judeus

Julio Severo
No dia de Natal, a Folha de S. Paulo (mais conhecida como Falha de S. Paulo, por mais errar do que acertar) publicou uma pseudo-reportagem sobre Maria, a mãe de Jesus. Depois da reação negativa de muitos leitores (inclusive minha, expressa neste artigo: “Um presente de Natal contra o Natal: Folha de S. Paulo retrata Maria como mulher preocupada com a causa palestina”), a Falhatentou, sem sucesso, simular um pedido de desculpas, dizendo:  
“Na quarta-feira passada, judeus reclamaram, com razão, da reportagem ‘Um muro no caminho de Maria,’ que elencou os percalços que a Virgem teria que enfrentar se fizesse hoje o trajeto entre Nazaré e Belém. O texto trazia várias críticas a Israel.”
A Falha pintou Maria como uma palestina sofrendo as inconveniências das forças armadas de Israel. Foi uma falha muito tosca, pois nem de longe Maria era palestina. Ela era judia.

A Falha diz que apenas os judeus reclamaram. Nesse ponto, tenho a obrigação de perguntar: Onde estão os evangélicos para cobrar da Falha esse erro histórico e bíblico? Maria jamais se oporia aos procedimentos de segurança dos soldados de seu povo, especialmente em questões relativas aos riscos (ataques a bombas sendo apenas um entre muitos) representados pelos ocupadores palestinos de Israel.

E onde estão os católicos, que veem Maria como mãe de Deus? Não há evidência de que Maria tenha gerado Deus desde a eternidade, mas há uma segurança de 100 por cento de que Maria era judia, com linhagem e tudo o mais a que um judeu tem direito.
Portanto, a afronta da Falha não foi somente aos judeus, que discordam do Cristianismo e suas raízes patentemente judaicas. Foi também aos evangélicos e católicos.
E a declaração da Falha, interpretada por alguns ingênuos como “desculpa,” nada mais é do que malícia descarada.
Quando a cobra se desculpar, cuidado com o bote. Quando a Falha se desculpar, não se espante com mais falhas.
A nota de pseudo-desculpa da Falha foi publicada num cantinho escuro, iniciando o texto da seguinte forma cínica: “Em menos de uma semana, a Folha conseguiu desagradar a dois grupos religiosos. No último dia 20, o título ‘Não multa que é macumba’ chamava para uma reportagem que informava que oferendas religiosas em locais públicos não serão enquadradas no Programa Lixo Zero, criado neste ano pela Prefeitura do Rio. O termo ‘macumba,’ de conotação pejorativa, deve ser evitado, como recomenda o ‘Manual da Redação.’”
O que macumba tem a ver com uma retratação escandalosamente mentirosa de Maria, dos judeus e de Israel?
Que história é essa de que a Falhaconseguiu desagradar a dois grupos religiosos? Judeus e macumbeiros colocados no mesmo poleiro?
A Falha tem a cara-de-pau de ensinar o público que é errado dizer que macumbeiros fazem macumba, mas não tem coragem de dizer que seu jornalista mentiu ao insinuar que Maria era palestina? O que macumbeiros e macumba têm em comum? Tudo! O que Maria e uma identidade palestina têm em comum? Nada!
O que macumba e Maria têm em comum? Para a Falha, tudo! Esquerdistas defensores de um suposto Estado laico almejam nivelar todas as religiões, deuses e demônios. Nessa nivelação maldosa, a bruxaria sempre leva a melhor. Maria, que representa muito bem os valores judaico-cristãos (pois ela era totalmente judia e cristã), é tratada como mera ferramenta da causa esquerdista pró-Palestina.
Não é mentira dizer que as oferendas com sacrifícios de animais, velas e porcariadas do candomblé, umbanda e outras religiões afro-brasileiras são “macumba.”
Contudo, é mentira insinuar que Maria era palestina e sofreria dos soldados judeus o mesmo tratamento que sofreriam invasores e ocupadores da Terra de Israel.
Somente no caso da “macumba,” a Falha chegou mais perto de uma “desculpa,” embora não houvesse nada do que se desculpar, pois macumba sempre teve tudo a ver com as religiões afro-brasileiras.
Mas o que macumba tem a ver com judeus?
O que está subtendido na notinha cínica da Falhaé: “Podemos até pedir desculpas ao candomblé e à umbanda por chamarmos seus trabalhos e oferendas de macumbas. Fazemos isso apenas para agradar a eles. Quanto aos judeus que reclamaram, sua religião e valores não são melhores do que as religiões macumbeiras! Por isso, se insinuamos que Maria era palestina, e daí? Os católicos, evangélicos e até judeus vão continuar comprando e valorizando nosso jornal. Vamos colocá-los todos no mesmo nível religioso dos macumbeiros, mas respeito, com certeza, daremos mais à bruxaria, pois nossa luta é contra os valores judaico-cristãos!”
Pelo menos, é a leitura que dá para fazer da notinha da Falha.
É a macumbaria de falhas e cinismo da Falhacontra a cultura judaico-cristã.
Leitura recomendada:

Jovem brasileira denuncia ao exterior escândalo dos gastos da Copa enquanto população é castigada por assistência estatal de péssima qualidade

Posted in impostos by juliosevero on 29 de dezembro de 2013

Jovem brasileira denuncia ao exterior escândalo dos gastos da Copa enquanto população é castigada por assistência estatal de péssima qualidade

Julio Severo
Um vídeo que está sendo divulgado na internet traz uma jovem brasileira que está denunciando ao público internacional o escândalo dos elevados gastos que o governo socialista do Brasil está tendo com a Copa do Mundo. O vídeo está neste link: http://youtu.be/HoAVX6LBUYg

Enquanto os serviços estatais de atendimento à população são precários e ineficientes, o governo responsável pelo mau atendimento usa depois toda essa precariedade e ineficiência como desculpa para cobrar mais impostos. Quanto maior a ineficiência e precariedade de seus serviços, maior é a desculpa para “cobrar impostos.”
O governo irresponsável tira do bolso do brasileiro que trabalha para enfiar na Copa e no bolso de políticos corruptos. A mesma crise que afeta o brasileiro trabalhador comum não afeta os políticos que vivem de impostos, parasitando o bolso dos brasileiros. Esse parasitismo, que é roubo, é condenado por Deus, seja cometido por um indivíduo, grupo ou governo. Deus diz em Sua Palavra:
“Não furtarás.” (Êxodo 20:15)
Dona Dilma no passado era uma adoradora da Rússia soviética. Hoje, a Rússia cobra um imposto único de 13 por cento. Por que Dona Dilma não imita a Rússia de agora? Por que não para de forçar o governo brasileiro a roubar de seus cidadãos?
Tiradentes se rebelou contra o governo português que, mediante impostos de 20 por cento, roubava do povo brasileiro.
Hoje, o próprio governo brasileiro rouba quase 40 por cento de seu povo — o dobro de maldade que cometia o governo português.
Enquanto a igreja não compreender, se conscientizar, orar e se mobilizar, o governo continuará atacando e parasitando o bolso do trabalhador brasileiro.
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