Julio Severo

Governo de Dilma Rousseff quer monitoração de mulheres grávidas

Publicado em gravidez de risco, monitoração, mulheres grávidas por juliosevero em 25 25UTC janeiro 25UTC 2012

Governo de Dilma Rousseff quer monitoração de mulheres grávidas

Julio Severo e Dr. Zenóbio Fonseca, professor de direito e assessor legislativo
Todos os sistemas públicos e privados de saúde serão obrigados, por norma compulsória, a identificar e cadastrar todas as mulheres grávidas no Brasil, conforme o Sistema Nacional de Cadastro, Vigilância e Acompanhamento da Gestante e Puérpera para a Prevenção da Mortalidade Materna, instituído pela Medida Provisória nº 557/11 do governo de Dilma Rousseff em 26/12/11.
À primeira vista, a ação do governo federal até parece preocupação com as mulheres, com sua pretensão de cuidar das gestantes em situação de risco, impondo o exame pré-natal e concedendo um auxílio de até R$ 50 para o pré-natal e o acompanhamento pós-parto. As mulheres mais pobres vão pular de alegria com a generosidade estatal.
O governo alega que está obrigando todas as instituições de saúde do Brasil a registrar TODAS as mulheres apenas para saber quais as mulheres que estão em situação de risco.
Entretanto, o que é de chamar a atenção é: qual a razão do governo apresentar uma Medida Provisória em caráter de urgência, bem no dia 26 de dezembro, quando toda a população do Brasil, inclusive os parlamentares, estava totalmente distraída com o Natal? Qual o motivo do governo querer compulsoriamente cadastrar todas as gestantes com o pretexto de ajudar a gravidez se a política partidária e ideológica do PT é no sentido de legalizar o aborto no Brasil?
Essa Medida Provisória foi elaborada por um governo repleto de feministas que alegam que a legalização do aborto fortalece os direitos humanos das mulheres, que tratam o aborto como mero “direito de escolha” nos casos de gravidez comum, ou seja, abortar (matar) o bebê “simplesmente” porque a mulher deveria ter a liberdade de decidir se continua ou não uma gravidez.
É assombroso que a Medida Provisória, que já está em vigor, tem como foco o controle compulsório de todas as mulheres grávidas do Brasil, como questão de saúde pública, mas silencia totalmente na questão do bebê em gestação e seu valor e proteção.
O artigo 3º, inciso V, aponta que o foco é somente a mulher e não o bebê:
 “V - estabelecer políticas, programas e ações com o objetivo de aprimorar a atenção à saúde das gestantes e puérperas de risco.”
O artigo 7º, inciso IV e VI, estabelece medidas para evitar novas ocorrências de morte nas mulheres, mas exclui totalmente os bebês em gestação. Ué? Bebês em gestação também não morrem? Qual então é a pretensão do governo? Estabelecer e fortalecer um sistema obrigatório para preparar as mulheres para interromper a gravidez em determinados casos? Implementar a eugenia? Veja:
“IV - informar, em sistema informatizado, a ocorrência de óbitos de mulheres gestantes ou puérperas, com informações sobre a investigação das causas do óbito e das medidas a serem tomadas para evitar novas ocorrências;
“VI - propor aos gestores federal, estaduais, distrital e municipais do SUS a adoção de medidas necessárias para garantir o acesso e qualificar a atenção à saúde das gestantes e puérperas, e para prevenir o óbito materno”.
O fato mais preocupante é que a Medida Provisória limita a garantia individual de liberdade da mulher ao obrigá-la compulsoriamente a cadastrar-se em sistema de controle e vigilância pelo simples fato de estar grávida, mesmo que tenha todas as condições econômicas equilibradas, pague o seu próprio plano de saúde, esteja saudável e não precise do Estado para nada. A Medida Provisória deixa as mulheres grávidas à mercê do controle e intrusão estatal.
Tirar a liberdade dos cidadãos não é prática de governos democráticos. É prática de governos autoritários.
No Brasil agora, basta à mulher estar grávida e o Estado passará, cedo ou tarde, a controlar o fruto de seu ventre compulsoriamente, independente das escolhas dela. Com tal controle, será fácil o governo brasileiro impor o número de filhos que as mulheres poderão ter e exigir um controle da natalidade forçado, conforme a ONU exigir. Afinal, o sistema de cadastramento compulsório das mulheres grávidas do Brasil está sendo estabelecido para atender às exigências da ONU.
Com o tempo, o que o governo fará para regulamentar seu controle sobre as mulheres grávidas? O que será dos bebês em gestação e sua proteção? Se o governo decidir que a gestação de um bebê com síndrome de Down é uma gravidez de risco e a mãe decidir prosseguir, o que o governo fará? Se a mãe tiver algum problema de saúde, porém decidir prosseguir sua gravidez, o que o governo fará? Quais as pressões “médicas” que as mulheres sofrerão dentro do sistema compulsório de acompanhamento pré-natal estatal?
Esta Medida Provisória, por tirar a liberdade das mães e por omitir completamente a proteção dos bebês em gestação, precisa ser denunciada.
A perfeita preocupação às mães envolve garantir sua plena liberdade e proteção e a proteção da vida desde a concepção.

Capitão Covarde: eis nosso admirável novo mundo sexualmente emancipado

Publicado em Costa Concordia, Feminismo, Francesco Schettino, Titanic por juliosevero em 25 25UTC janeiro 25UTC 2012

Capitão Covarde: eis nosso admirável novo mundo sexualmente emancipado

SANTA MARINELLA, Itália, 23 de janeiro de 2012 (LifeSiteNews.com) — Que tipo de homem foge, sob o manto da escuridão, de seu navio que está afundando, deixando aproximadamente 4.200 passageiros e tripulação para se virarem sozinhos? Que tipo de homens empurra violentamente mulheres idosas, menininhas e jovens mães para entrar primeiro nos botes salva-vidas? Ora, ora, os homens modernos, os homens sexualmente emancipados que foram criados conforme as doutrinas do feminismo e de nossos costumes “modernos”.

O que significa uma expressão como “mulheres e crianças primeiro” para homens modernos que foram ensinados a vida inteira que as mulheres nada mais são do que brinquedos sexuais e que as crianças nada mais são do que uma carga descartável?

Os detalhes do tombamento do Costa Concordia, um dos maiores navios cruzeiros que navegam pelo Mediterrâneo, chegaram à imprensa de língua inglesa uma semana mais tarde e todo mundo agora conhece a conversa de telefone gravada na qual o capitão da guarda costeira, Gregorio De Falco, ordena furiosamente que o capitão do navio, Francesco Schettino, volte a seu navio. Schettino respondeu mentindo repetidamente, enquanto estava tentando fugir num bote salva-vidas.
Os passageiros foram abandonados para se resgatarem sozinhos, ajudados por artistas contratados e poucos membros da tripulação. Uma mulher disse: “Havia homens grandalhões, membros da tripulação, empurrando todos nós para entrarem nos botes salva-vidas”. Outra passageira, uma avó, disse: “Eu estava ao lado dos botes salva-vidas, e homens grandalhões estavam me acertando e empurrando as meninas com brutalidade”.
Nos primeiros dias depois que o Costa Concordia tombou na água rasa a quase 300 metros da praia, toda a Itália foi pega em vergonha com as reportagens sobre a conduta de Schettino. Ele foi preso depois que chegou à praia e acusado de homicídio involuntário e abandono de seu navio. Ele foi apanhado tentando entrar num táxi, tendo, pelo que foi relatado, pedido ao taxista: “Tire-me daqui o mais rápido possível”.
Francesco Schettino (“Capitão Covarde”) é o símbolo do moderno homem sexualmente emancipado, criado por uma cultura feminista.

Apelidado de “Capitão Covarde”, Schettino se tornou o centro da fúria nacional para os italianos que já estão fartos do estereótipo — que com demasiada frequência é acurado — dos homens italianos como permanentes adolescentes vaidosos, preguiçosos, irresponsáveis, egoístas e inconfiáveis.

Mas o problema não está limitado à Itália. A propósito, na mesma semana do caso do navio o grande apologeta católico americano Michael Voris estava fazendo uma série de vídeos sobre a feminilização dos homens e o efeito do feminismo na Igreja Católica e no mundo em geral, um assunto que poucos na Igreja Católica ousam puxar.
Num vídeo, Voris mencionou o tipo de homem que é aprovado pelos meios de comunicação controlados pelas feministas: fraco, burro e inútil, que precisa ser governado por mulheres fortes, modernas e inteligentes. Nos 50 anos passados, a Igreja Católica vem seguindo o mundo ao adotar o modelo feminista. Esse ideal, diz Voris, expulsou os homens fortes da Igreja e da vida familiar, empurrando-os para encontrar um canal para sua masculinidade em caminhos prejudiciais como a criminalidade e o tratamento das mulheres como meros objetos.
Depois de assistir ao vídeo, enviei um email a Michael perguntando se ele havia se lembrado de falar sobre o outro lado do feminismo: o ódio feminista aos homens e sua atitude de difamar e demonizar a força dos homens. De acordo com as doutrinas da ideologia feminista, os homens fortes são violentos, malignos e apavorantes. Em vez de heróis protegendo mulheres e crianças, o feminismo retrata homens fortes como monstros brutais, surradores de esposas e estupradores de crianças.
O desastre do Costa Concordia trouxe ao centro das atenções os efeitos que o feminismo, e sua filha prostituta, a Revolução Sexual, tiveram nos homens. O feminismo matou a prioridade cultural dos homens protegendo e se responsabilizando pelas mulheres. Num vídeo, Michael Voris falou da “jornada do herói”, o modelo original da cultura ocidental do rapaz que deixa o lar, enfrenta e vence adversidades e se torna um homem com capacidade de proteger uma família. Mas nossa cultura inspirada pelo feminismo, juntando forças com o materialismo consumista que mata a alma, jogou esses conceitos na lata de lixo.
Ao dizer às mulheres que elas não precisam dos homens e ao demonizar o valor da masculinidade, o feminismo ao mesmo tempo diz aos homens que eles nunca precisam crescer. Se o feminismo disse às mulheres que elas podem sair por aí dormindo com qualquer um “como se fossem homens”, devemos nos lembrar de que isso significa que os homens podem, em retribuição, fazer a mesma coisa. Em vez de insistirem em que os homens cresçam, se casem com uma mulher e protejam e cuidem de seus filhos, o feminismo oferece aos homens as mulheres como brinquedos e ao mesmo tempo oferece às mulheres a pílula anticoncepcional, aborto e tribunais para resolver questões de pensão alimentícia como plano B. O feminismo define “igualdade” como homens e mulheres competindo igualmente no mercado de trabalho e usando um ao outro igualmente como objetos.
Algum tempo atrás li um site interessante, embora profundamente assustador, que afirmava dar apoio aos homens contra o mundo feminista. Num artigo, os homens claramente irados apontavam para o injusto padrão duplo nas leis relativas à família. O sistema legal, agora preso firmemente nas garras das feministas, mantem os homens financeiramente responsáveis pelos filhos que eles geram quando se separam da mãe. Mas o artigo apontou, com suficiente lógica, que ao mesmo tempo o feminismo exige que a contracepção e o aborto sejam disponibilizados gratuitamente. Por que então, se as mulheres têm agora a liberdade de usar os homens como objetos sexuais, um homem deveria em algum momento ser responsabilizado pela paternidade? Por que os homens deveriam ser rotineiramente arruinados por ações legais de pensão alimentícia quando o aborto é legal e muito mais barato e fácil de conseguir?
Realmente, por quê? O feminismo, pelo fato de que é essencialmente desonesto, pueril e age só em causa própria, nunca confessará francamente as conclusões lógicas de suas suposições.
Recentemente, os papas escreveram contra o tipo de feminismo que promove o aborto e a contracepção e ao mesmo tempo cria uma divisão de hostilidade entre homens e mulheres. A promiscuidade geral, a contracepção, o aborto legal, o divórcio fácil, junto com uma cultura que adora a juventude e é loucamente materialista, disseram eles, criaram uma sociedade individualista de consumidores isolados para os quais todos os relacionamentos rotineiramente terminam em abandono. Uma vasta catástrofe cultural que deixa os filhos sem pais, diz às mulheres que elas não precisam dos homens e que diz aos homens que eles podem permanecer a vida inteira como adolescentes felizes e despreocupados.
Essa mensagem parece ter tido resultado especialmente evidente na Itália onde é facílimo encontrar homens que são a personificação do estereótipo consumista. O homem-criança efeminado é uma praga na Itália; meninos das mamães vaidosos, convencidos, superficiais e egoístas que vivem na casa dos pais quando já estão com trinta e quarenta anos de idade. Outrora, o centro de vida dos italianos era a família; agora eles estão cada vez mais se divorciando ou se recusando a casar em primeiro lugar.
A jornalista italiana Rosaria Sgueglia escreve no Huffington Post que o ex-capitão do Costa Concordia é um daqueles homens italianos que estão à altura desse estereótipo ponto por ponto. Os italianos estão “furiosos”, escreveu ela, com “gente como o sr. Schettino que não fazem nada a não ser comprometer a imagem já danificada que o resto do mundo tem do povo italiano”.
“Diz-se que o homem italiano comum é narcisista, egomaníaco, covarde, egoísta, incapaz de seguir procedimentos básicos e incapaz de seguir as regras. Verdade ou não, é um estereótipo, um estereótipo que é fortemente comprovado pelos eventos trágicos mais recentes na Itália”.
Embora os italianos estejam descarregando sua fúria em Francesco Schettino por ser tudo o que eles odeiam em si mesmos, precisamos nos lembrar de que muitos países estavam representados na lista da tripulação do Costa Concordia. O desastre tem, por todos os lados, as impressões digitais de nossa cultura ocidental que está envenenada e morrendo.
Lendo as reportagens do Costa Concordia, não pude evitar reconhecer os resultados das novas prioridades de nossa sociedade. Muitos observadores fizeram a comparação com o desastre do Titanic. Cem anos atrás, os homens da primeira classe levantaram as mulheres e crianças da classe pobre e as colocaram nos botes salva-vidas tendo plena consciência de que estavam dando suas vidas. O capitão do Titanic, de acordo com os relatos, foi visto pela última vez segurando uma criança em seus braços buscando um jeito de salvá-la. Cem anos mais tarde, o que vemos é um oficial da guarda-costeira gritando para o “Capitão Covarde”: “Vada a bordo, cazzo!” que significa “Volte à bordo, caralho!”
Eis nosso admirável novo mundo sexualmente emancipado.
Para informações detalhadas sobre o paganismo feminista dentro das igrejas evangélicas, adquiria o livro De Volta Ao Lar

Admirável Mundo Novo: especialista em ética da Inglaterra quer que mulheres abandonem maternidade e usem úteros artificiais

Publicado em Feminismo, feministas por juliosevero em 24 24UTC janeiro 24UTC 2012

Admirável Mundo Novo: especialista em ética da Inglaterra quer que mulheres abandonem maternidade e usem úteros artificiais

NORWICH, Inglaterra, 23 de janeiro de 2012 (LifeSiteNews.com) — Em comentários que os críticos dizem que, de forma preocupante, lembram a famosa novela antiutopia “Admirável Mundo Novo” de Aldous Huxley, uma especialista em ética da Inglaterra está argumentando que pelo fato de que a gravidez provoca “desigualdade natural” entre o sexo feminino e o sexo masculino, as mulheres devem ser libertas dos “pesos e riscos da gravidez” por meio do uso da “ectogênesis”, ou úteros artificiais.
O plano de Smajdor lembra o livro “Admirável Mundo Novo”, de Aldous Huxley, onde bebês são gerados em “chocadeiras”.

“A gravidez é uma condição que provoca dor e sofrimento, e que afeta somente as mulheres. O fato de que os homens não precisam passar pela gravidez para ter um filho com ligações genéticas, ao passo que as mulheres precisam, é uma desigualdade natural”, escreve a Dra. Anna Smajdor num artigo que apareceu recentemente na revista Cambridge Quarterly of Healthcare Ethics.

Em seu artigo Em Defesa da Ectogênesis, publicado online em dezembro de 2011, Smajdor interpreta a gravidez como um “problema médico, junto com outros problemas de saúde que causam dor e sofrimento”. Smajdor é conferencista de ética na Escola de Teoria e Prática de Saúde e Medicina na Universidade de East Anglia.
“Se houvesse uma doença que provocasse sintomas e riscos semelhantes aos que a gravidez causa, afirmo que seria considerada como razoavelmente séria, e que teríamos boas razões para tentar fazer um seguro contra ela”, argumenta Smajdor, que agrupa a gravidez junto com “doenças” que persistem por vários meses, tais como o sarampo.
Para Smajdor, atualmente “os homens colhem todos os benefícios da gestação das mulheres, enquanto as mulheres suportam os riscos e pesos”.
Por isso, na cosmovisão de Smajdor, “as mulheres são um grupo em desvantagem com um destino brutal, pois os homens podem se reproduzir sem passar pelos riscos da gravidez”.
Em outras palavras, ser mulher, para Smajdor, significa simplesmente se tornar biologicamente mais parecida com o homem. Para alcançar essa igualdade, o potencial inato e natural da mulher de procriar, gerar e cuidar de uma nova vida humana tem de ser eliminado e entregue à ciência e tecnologia. Ela propõe que nos aproximaremos mais da genuína igualdade somente quando todos os seres humanos não gerarem filhos.
“Talvez nem todas as desvantagens de ser mulher sejam atribuíveis à maternidade”, reconhece Smajdor, “mas suavizar esses pesos certamente ajudaria”.
Na novela de Huxley, “Admirável Mundo Novo”, o Estado Mundial assume completamente a reprodução, onde filhos são criados, “decantados” e gerados em “incubadoras” e criados em “centros de condicionamento”.
Para Smajdor, a questão é simplesmente de igualdade sexual: “Ou vemos as mulheres como portadoras de bebês que devem subjugar seus outros interesses ao bem-estar de seus filhos ou reconhecemos que nossos valores sociais e nível de especialização médica não são mais compatíveis com a reprodução ‘natural’”, conclui ela.
Para informações detalhadas sobre o paganismo feminista dentro das igrejas evangélicas, adquiria o livro De Volta Ao Lar

Escorregadinhas evangélicas?

Publicado em Davi e Jônatas, Silas Malafaia por juliosevero em 23 23UTC janeiro 23UTC 2012

Escorregadinhas evangélicas?

Revista da Assembleia de Deus diz que Jônatas e Davi eram amantes

Julio Severo
Uma mulher, membro da Assembleia de Deus em Campo Grande, no Rio de Janeiro, estava fazendo umas “Cruzadinhas Evangélicas” da revista “Palavras Cristãs” quando, olhando na página 6, ela viu a pista para encontrar a palavra-chave: “Jônatas, com relação a Davi, conforme o livro de 1 Samuel, capítulo 18”.

Por incrível que pareça, a palavra-chave que coube no espaço foi “amante”.

Nessa altura, a mulher precisou esfregar os olhos e se beliscar. Mas quando ela foi conferir a resposta na página 29, ela ficou estarrecida. A resposta certa era realmente “amante”!

A revista é publicada pela Assembleia de Deus em Campo Grande, no Rio de Janeiro, igreja dirigida pelo Pr. Daniel Malafaia, parente do Pr. Silas Malafaia.

Será que a influência gay e midiática chegou a um ponto catastrófico nas igrejas evangélicas?
Peço aos leitores do meu blog que enviem ao Pr. Daniel Malafaia uma cópia das excelentes pregações do Pr. Silas Malafaia contra as mentiras da agenda gay. Aliás, mandem uma cópia para toda a liderança dessa igreja, pois se Jônatas e Davi eram homossexuais por serem muito amigos, então o que dizer de nós, homens cristãos, que somos apaixonados por Jesus Cristo?

A nova missão do FBI: monitorar cristãos

Publicado em monitoração, FBI, KGB, Gestapo por juliosevero em 23 23UTC janeiro 23UTC 2012

A nova missão do FBI: monitorar cristãos

Julio Severo
Historicamente, a Gestapo e a KGB são notórias como agências policiais estatais de monitoração, repressão e perseguição, inclusive de cristãos.
Enquanto a Gestapo e a KGB miravam dissidentes e cristãos, o FBI mirava criminosos.
Os tempos mudaram. A Gestapo e a KGB desapareceram nos escombros da história. E agora o FBI, que deveria estar mirando islâmicos terroristas, mira os cristãos, se tornando aos poucos como a Gestapo e a KGB.
Primeiro, conforme foi denunciado no meu blog, o FBI está atrás de uma ex-lésbica e sua filha. A mulher se tornou cristã e teve de fugir dos EUA, porque a ex-amante, uma ativista lésbica, exige a menina. Mas o FBI não está do lado da mãe natural. O FBI está com o movimento gay, prendendo pastores e movendo uma perseguição internacional contra a mãe cristã e sua filha.

E agora, WND relata o caso de um pregador de rua na mira do FBI. É de se temer o que o FBI acabará se tornando em futuro não muito distante.

E não seria difícil o FBI perseguir grupos cristãos e conservadores. Numa das excelentes aulas de seu curso de filosofia, o Prof. Olavo de Carvalho disse que por ano são aprovadas milhares de leis nos Estados Unidos. É claro que é impossível os cidadãos conhecerem todas essas leis. E quando você tem inimigos políticos, como apontou o Prof. Olavo, fica fácil pegar qualquer lei, que você desconheça, e jogar contra você.
Só no ano passado, os Estados Unidos aprovaram 40 mil leis, de modo que, conscientemente ou não, todo americano deve estar quebrando alguma lei! Um terço dos americanos já passou, em algum momento de suas vidas, algum tempo na cadeia.
Os tribunais americanos declaram aos que confessam que não sabiam: “O desconhecimento da lei não é desculpa”. Isso era fácil quando havia só os Dez Mandamentos. Mas se é impossível decorar dez por cento de todas as leis que foram aprovadas somente no ano passado nos EUA, como então se lembrar das leis que foram aprovadas nos outros anos? Esse enorme labirinto legal pode ser usado e abusado para prender e destruir os desafetos do sistema político no poder.
E os maiores desafetos desse sistema agora são os cristãos conservadores. Sei disso porque o governo americano já está monitorando sites cristãos. Sei disso porque eu mesmo estou em alguma lista negra. Sei disso porque o governo americano já declarou que os EUA vão estabelecer uma agência policial internacional a favor da agenda gay.
Perto do policiamento politicamente correto que o governo americano quer instaurar mundialmente, temo que a Gestapo e a KGB venham ainda a parecer coisa de criança.
Eis o artigo de WND:

Pregador quer saber se seu nome está na lista de terroristas

Bob Unruh
O Instituto Rutherford, um escritório de advocacia, está buscando saber se o FBI colocou em sua lista de monitoração de terroristas um pregador de rua que prega o Evangelho sem rodeios.
O pregador, Michael Marcavage, recorreu à ajuda legal depois que ficou sabendo que o FBI estava querendo entrevistar e interrogar seus amigos sobre as atividades dele.
Michael Marcavage

O Instituto Rutherford confirmou que “uma fonte confiável informou Marcavage de que ele estava sendo alvo de uma investigação do FBI e que seu nome havia sido acrescentado à lista do FBI de monitoração de terroristas, com base na ligação alegada dele a uma organização antiaborto conhecida como ‘Exército de Deus’”.

John Whitehead, presidente do Instituto Rutherford, disse que o FBI estava conduzindo uma investigação secreta nas ligações e atividades de Marcavage. Ele exigiu que o FBI revelasse o que está acontecendo ou pare a investigação.
“Michael Marcavage merece saber o motivo por que está sob investigação e se ele foi, de fato, colocado na lista do FBI de monitoração de terroristas. Contudo, se, conforme suspeitamos, Marcavage não é culpado de nada, a não ser de dar mensagens religiosas pacíficas que autoridades governamentais veem como polêmicas, então o governo claramente ultrapassou seus limites constitucionais”, disse Whitehead.
Marcavage é o diretor de um ministério de evangelismo cuja missão é a proclamação pública do Evangelho. Ele rotineiramente viaja pelo país pregando em fóruns públicos tradicionais, distribuindo literatura cristã e envolvendo os transeuntes em debates sobre a fé cristã.
Traduzido e adaptado por Julio Severo do artigo de WND: Preacher demands to know ‘terror watch’ status

Bebê em gestação salva a vida do pai com chute na barriga cedo de manhã

Publicado em Uncategorized por juliosevero em 22 22UTC janeiro 22UTC 2012

Bebê em gestação salva a vida do pai com chute na barriga cedo de manhã

16 de janeiro de 2012 (LifeSiteNews.com) — Sara McDonald está com uma gravidez de 7 meses e meio, mas diz que seu bebê em gestação já salvou a vida de seu pai.
Nas primeiras horas de sábado, 7 de janeiro, Sara despertou depois de levar um forte chute de seu bebê em gestação. O que ocorreu em seguida foi o que ela descreveu para a TV CBS de Atlanta como “um dos momentos mais assustadores pelos quais alguém poderia passar”, quando ela percebeu que seu marido não estava respirando e não tinha nenhuma pulsação.
Sara McDonald

Graças ao fato de que ela foi despertada na hora certa, ela estava em condições de iniciar imediatamente um procedimento de reanimação cardiopulmonar, além de ligar para o telefone de emergência. Embora ela não tivesse tido êxito em seus esforços de reanimação cardiopulmonar, dois policiais que chegaram puderam reviver o marido de Sara.

O sargento Mike Hales disse que no início, “Ele parecia ter falecido. Não pudemos sentir nenhuma pulsação nele. Ele não estava respirando”.
Contudo, depois de várias compressões, ele começou a respirar de novo.
Esse caso teve um final feliz para essa jovem família, mas provavelmente o final não teria sido tão feliz se o mais novo membro da família não tivesse usado seu chute sortudo.
“É como se meu bebê tivesse salvado a vida de meu marido. Ele ainda nem nasceu, mas já salvou a vida de seu papai”, disse Sara.
“A sensação que temos é maravilhosa”.

Piragine e a carta de agradecimento da ministra da Dilma

Publicado em Gleisi Hoffmann, Paschoal Piragine por juliosevero em 21 21UTC janeiro 21UTC 2012

Piragine e a carta de agradecimento da ministra da Dilma

Julio Severo
O Pr. Paschoal Piragine está galgando as alturas de sua denominação. Ele é hoje o presidente da poderosa Convenção Batista Brasileira. Ele chegou a essa posição merecidamente: Ele ficou famoso por causa de um vídeo de YouTube, em que ele denunciou a obsessão gayzista e abortista do PT durante as eleições de 2010.
Por causa desse vídeo, o pastor batista sofreu ameaças, que foram denunciadas no meu blog. Como matilha de lobos loucos, pastores batistas progressistas atacaram ferozmente Piragine, e novamente meu blog o defendeu.
Minha ajuda para defender o pastor atacado ultrapassou as fronteiras do Brasil. A pedido meu, LifeSiteNews, o maior portal-pró-vida de língua inglesa, publicou dois artigos denunciando os ataques ao pastor, que ficou conhecido internacionalmente. Os artigos, traduzidos por mim depois para o português, são:
Essa repercussão internacional gerou um apoio muito importante para o pastor ameaçado, produzindo a simpatia necessária para sua eleição à presidência da Convenção Batista Brasileira.
Mas eis que Piragine convida para a 92ª Convenção Batista Brasileira (de 20 a 22 de janeiro) a petista Gleisi Hoffmann, ministra-chefe da Casa Civil da Presidência da República.
Não me oponho, de forma alguma, a convidar Dilma e seus ministros para um culto a fim de ouvirem o Evangelho e receberem oração. Temos a obrigação cristã de fazer tais convites.
Entretanto, convidar um importante representante do governo para uma reunião de pastores é uma demonstração no mínimo de adulação. E esse governo, que foi corretamente denunciado por Piragine, está caminhando de modo determinado para a “institucionalização da iniquidade”, termo empregado pelo próprio Piragine.

A Igreja Renascer em Cristo já cometeu aberração semelhante, trazendo Marta Suplicy para uma reunião de pastores.

Afagar Acabe, Jezabel e seus ministros não é chamado da igreja. O chamado da igreja é pregar o Evangelho, nas reuniões apropriadas. Reuniões de líderes não deveriam jamais estar abertas aos ímpios. Reuniões de pastores são somente para pastores.
Além do chamado de pregar, alguns líderes têm o chamado profético de denunciar os pecados da liderança da nação. Tal denúncia foi feita de forma tremenda pelo vídeo de Piragine.
Se ele convidou a ministra petista Gleisi Hoffmann apenas para, a semelhança de João Batista, repreender as políticas pró-aborto e pró-homossexualismo do PT na cara dela e diante de todos os pastores, então quero expressar publicamente meus cumprimentos ao Pr. Paschoal Piragine, por seguir os rastros de ousadia profética de Elias — um chamado que muito poucos líderes cristãos têm a coragem de seguir.

Rabinos pedem a evangélicos que restaurem os valores americanos

Publicado em rabinos por juliosevero em 21 21UTC janeiro 21UTC 2012

Rabinos pedem a evangélicos que restaurem os valores americanos

“Nação nenhuma sobreviveu depois que se corrompeu moralmente”

Bob Unruh
Os eleitores da Carolina do Sul, incluindo um grande número de cristãos evangélicos e católicos, estão na mira das campanhas políticas do Partido Republicano, que buscam definir quem irá enfrentar o democrata Barack Obama em novembro.
Eles agora estão sendo convidados por centenas de rabinos ortodoxos a refletir sobre a sua decisão de “votar moralmente”, em oposição ao foco predominante da política e da economia.
“Nenhuma nação, nenhum império sobreviveu historicamente após um certo estágio em que se tornou moralmente corrompido”, disse Yehuda Levin, um rabino e porta-voz da Aliança Rabínica da América.
O pedido vem dos membros da organização, e não da organização em si.
Levin destaca que sua organização não endossa oficialmente um candidato político, mas alerta os eleitores da Carolina do Sul a pensarem no futuro da nação.
“De qualquer ponto de vista, o Governdor [Mitt] Romney não é socialmente conservador de forma alguma. Ele não é biblicamente conservador. Não acredito que suas posições estejam de acordo com a sua fé mórmon”, afirma.
“Portanto, nosso país enfrenta uma situação horrível, em que continuamos sendo arrastados em direção à decadência de Gomorra”.
Ele diz ainda que uma perda da moralidade dará sequência a prejuízos econômicos, culturais e religiosos.
“Fazemos um apelo aos evangélicos e católicos para que definam a moralidade e a decência como uma questão primordial, mais importante até do que o dinheiro”.
“Pedimos encarecidamente que espalhem essa mensagem. Escolham um candidato que viveu uma vida pró-família”.
Levin também divulgou sua mensagem em vídeo:
“Lembremo-nos da história de Jonas e Nívine. O profeta alertou que Deus havia anunciado a destruição da cidade em quarenta dias”, disse Levin em um discurso preparado. “O destino dos EUA provavelmente será determinado nas primárias presidenciais da Carolina do Sul em 21 de janeiro. Quem os eleitores escolherem provavelmente será o candidato republicano à presidência, o homem encarregado de derrotar o Presidente Obama e a queda livre moral e econômica incentivada por ele e sua equipe”.
Ele afirma ainda que “a principal preocupação de Romney é dinheiro e poder”.
“Em um recente debate presidencial republicano na TV, o gov. Romney, um perigoso homossexualista, vangloriou-se de que iria continuar a favorecer os mais baixos elementos da sociedade americana em muitas áreas, incluindo a nomeação da Suprema Corte”, afirma Levin.
“Outro candidato no debate adotou uma posição oposta. Ele comentou o assassinato de crianças indefesas, confrontou abertamente a defesa da imoralidade promovida pela mídia, etc., e apontou claramente a ligação entre o sucesso financeiro e militar dos EUA e o seu comprometimento histórico com os princípios bíblicos de jurisprudência e moralidade”, afirma.
“Se os EUA quiserem reconquistar a graça de Deus e reconstruir a nossa economia arruinada, é crucial que a Carolina do Sul rejeite ativamente o histórico e as aspirações futuras do gov. Romney. Escolham o homem certo. Escolham quem viveu e compartilha nossos valores bíblicos, um homem moral, de posições firmes morais, e que assim trará as bênçãos de Deus, mais uma vez, à nossa sociedade”.
Ele acrescenta: “O capitalismo não pode salvar os Estados Unidos. Resgate financeiro algum pode salvar um país falido moralmente; isso é o que aprendemos do declínio e da queda dos grandes impérios da história”.
O grupo, de cerca de 850 rabinos ortodoxos dos EUA e Canadá, que atendem cerca de 500.000 judeus praticantes, havia declarado anteriormente que estava “compelido” a “condenar o apoio e a promoção por parte de Mitt Romney da imoralidade do estilo de vida e da agenda homossexual”.
O WND procurou a comissão de campanha de Romney para comentar sobre o assunto, mas não obteve resposta.
A declaração anterior era resultado de uma assembleia especial dos rabinos:
O WND noticiou no mês passado sobre a “Declaration on the Torah Approach to Homossexuality” assinada por dezenas de rabinos, líderes comunitários e profissionais de saúde mental.
Ela afirma que a atração pelo mesmo sexo pode ser modificada e “curada”, e condena o “bombardeio propagandístico” que foi lançado “para persuadir o público sobre a legitimidade do homossexualismo”.
“Predominam na mídia as rotulações negativas que sugerem que quem não aceita o estilo de vida homossexual como legítimo o faz por ‘ódio’ ou porque é ‘homofóbico’. Essa coerção política silenciou muitos à condescendência. Infelizmente, essa atitude permeou a comunidade judaica, e muitos ficaram confusos ou aceitaram a postura da mídia sobre esse assunto”, afirma o documento.
“A Torá declara explicitamente que o homossexualismo não é um estilo de vida aceitável ou uma identidade genuína, e proíbe severamente a conduta. Além disso, a Torá, sempre visionária sobre as influências seculares negativas, nos alerta em Vaicrá (Levítico) 20:23: ‘E não andeis nos costumes das nações que eu expulso de diante de vós…’ Principalmente se a Torá menciona o homossexualismo e outras práticas sexuais proibidas”, afirma a declaração.
A declaração feita hoje pelos rabinos citou um novo livro de Amy Contrada intitulado “Mitt Romney’s Deception” (As Mentiras de Mitt Romney). O livro documenta as promessas de carreira de Romney de avançar a agenda homossexual e emitir proclamações que celebram o orgulho homossexual jovem.

A culpa de Obama

Ela é Janet Boynes, do Janet Boynes Ministries, que afirma logo de cara que o seu objetivo é “ministrar a pessoas que questionam a própria sexualidade ou que queiram deixar o homossexualismo”. “O JBM busca informar e desafiar as igrejas e a sociedade sobre as questões acerca do homossexualismo e ensinar como ministrar à comunidade homossexual”.
Boynes disse ao WND que muitos “secularistas jovens e ingênuos” estão ocupados seguindo a liderança de Obama em sua agenda sexualmente permissiva, cujo resultado será “o fim dos valores e das famílias tradicionais”. A agenda de Obama também “propaga o ataque às crenças judaico-cristãs em escala global”.
Mas enquanto vários outros ministros criticam a determinação pró-homossexualismo de Obama, este colocou mais homossexuais em posições de poder do que qualquer outro presidente, abriu as forças armadas para o homossexualismo declarado, e promulgou um plano de “crimes de ódio” que garante proteção especial aos homossexuais. Boynes vai além.
“A Bíblia diz que o ladrão vem senão para roubar, matar e destruir (João 10:10)”, afirma. “O seu principal objetivo é trazer confusão e causar divisões dentro da igreja, e ele o faz alterando a verdade de Deus de uma maneira que muitos cristãos acabam sendo enganados se não estiverem firmados e fundamentados na palavra de Deus”.
O WND recentemente noticiou que a política da administração Obama é a nova polícia sexual, e que recentemente foi emitido um decreto presidencial que alguns dizem ter como objetivo certo criar “cotas” para LGBTs nas contratações do governo federal.
O WND também noticiou a pressão de várias autoridades administrativas para normalizar o comportamento LGBT, incluindo a designação de “identidade de gênero” como um status protegido pelos cargos federais.
O articulista Matt Barber do WND escreveu que os esquerdistas estão “desesperados” nos seus esforços para “desencavar alguma racionalização natural e biológica, para a qual a ciência não encontrou nenhuma, para validar um comportamento comprovadamente não natural”.
“É por isso que estamos vendo um ódio tão visceral da esquerda à comunidade ex-gay”. Do ponto de vista político e legal, é estrategicamente crucial que esses esquerdistas solapem e marginalizem a experiência real de incontáveis milhares de ex-homossexuais”, afirma Barber. “Essa malevolência representa uma profunda falta de respeito pelo ‘direito de escolha’ das pessoas”. A mentira favorita é a seguinte: ‘O gay dentro de você não vai sair com reza’. Uma vez que você se identifica, ou é rotulado, como ‘gay’, não há mais saída.
“Ironicamente, esses mesmos liberais sugerem cinicamente que algo realmente inato como o sexo biológico pode ser mudado. Se você é um homem hoje, mas se sente como uma mulher, basta alguns cortezinhos e voilá! Você se torna mulher”, afirma Barber.
Traduzido por: Luis Gustavo Gentil
Fonte em português: www.juliosevero.com

Evangélicos americanos começando a repensar o controle da natalidade

Publicado em Allan Carlson, controle da natalidade, Howard Center for Family, Religion and Society por juliosevero em 20 20UTC janeiro 20UTC 2012

Evangélicos americanos começando a repensar o controle da natalidade

ROCKFORD, Illinois, EUA, 11 de janeiro de 2012 (LifeSiteNews.com) — Um recente livro de um dos mais importantes estudiosos do mundo em questões de família examina como os líderes evangélicos de meados do século XX seguiram as tendências culturais predominantes e apoiaram o controle da natalidade e, mais raramente, o aborto.
O livro, intitulado “Godly Seed: American Evangelicals Confront Birth Control, 1873-1973” (Semente Piedosa: Evangélicos Americanos Confrontam o Controle da Natalidade, 1873-1973), escrito pelo Dr. Allan Carlson, chega num momento em que alguns evangélicos americanos estão repensando sua posição na questão do controle da natalidade. Por exemplo, há seguidores do Quiverfull Movement (Movimento da Aljava Cheia), que “aceitam apaixonadamente seus filhos como bênçãos de Deus”, evitando não somente o controle da natalidade artificial, mas até mesmo o planejamento familiar natural. Desse jeito, eles dizem que “confiam no Senhor para decidir o tamanho da família”.
“Criados dentro de um movimento religioso que tem quase que uniformemente condenado o aborto, muitos jovens evangélicos estão começando a perguntar se o aborto pode de modo satisfatório ser isolado da questão da contracepção”, diz a descrição do livro pela editora. “Um número significativo de famílias evangélicas está, nas últimas décadas, rejeitando o uso do controle da natalidade e está voltando à prática de confiar em Deus em questões de decisões com relação ao tamanho da família”.
O Dr. Allan Carlson, que trabalha para que a família natural seja reconhecida como a unidade básica da sociedade, é o presidente do Centro Howard para a Família, Religião & Sociedade e o fundador e secretário internacional do Congresso Mundial de Famílias.
Em seu livro recente, Carlson examina o ensino cristão histórico com relação ao controle da natalidade e descobre as origens de tal ensino na igreja primitiva, de acordo com a editora. Ele examina uma mudança nos argumentos por trás desse ensino feitos pelos reformadores do século XVI e traça os efeitos dessa mudança durante todo o final do século XX.
Os elogios ao novo livro do Dr. Carlson já estão aparecendo.
“A oposição ao controle da natalidade é amplamente vista como uma ‘questão católica’. O historiador Allan Carlson demonstra que na realidade histórica, as igrejas cristãs eram unidas em sua oposição à contracepção até 1930”, disse a Dra. Jennifer Roback Morse, fundador e presidente do Instituto Ruth.
“Carlson mostra habilmente como a mudança ocorreu, por meio de uma combinação de táticas tipo ‘dividir para conquistar’ empregadas pelos grupos de controle populacional, esgotamento intelectual entre as grandes denominações protestantes e sentimentos anticatólicos entre os evangélicos. Livro que recomendo fortemente”.
Russell D. Moore, deão da Escola de Teologia do Seminário Teológico Batista do Sul, disse que os argumentos “fortes e implacáveis” de Carlson indicam que “talvez o evangelicalismo americano inconscientemente tenha trocado a Bendita Virgem Maria por Margaret Sanger”.
Esta não é a primeira vez que Carlson tem lidado com a questão complexa do controle da natalidade. Num artigo de muita força que apareceu na revista Touchstone intitulado “Sanger’s Victory: How Planned Parenthood’s Founder Played the Christians—and Won” (A Vitória de Sanger: Como a Fundadora da Federação de Planejamento Familiar Brincou com os Cristãos — e Ganhou), Carlson frisou o que ele argumenta era a “estratégia brilhante” de Sanger para criar uma “visão favorável ao controle da natalidade, uma visão que faria uma brecha na oposição tradicionalista”.
“Ao demonizar apenas a Igreja Católica… e ao afirmar defender a consciência protestante contra a opressão de Roma, ela deixou a impressão de que os protestantes estavam do lado dela, na aparente esperança de que isso acabaria se cumprindo como uma profecia”, diz ele.
Numa conferência cristã de outubro passado em Chicago, Carlson falou sobre o que ele chamou de uma verdade simples, isto é, que “as comunidades cristãs fiéis produzem abundância de filhos, e ao fazer isso, mudam este mundo”. Ele apontou para o fato de que desde o começo do Cristianismo há o que ele chamou de um firme “consenso reprodutivo” de que aqueles que creem em Cristo se opõem ao aborto, infanticídio, mentalidade contraceptiva e divórcio fácil.
Artigo de Julio Severo publicado em 2006 pelo Centro Howard para a Família, Religião & Sociedade.
Artigos sobre o controle da natalidade:

Finalmente, Brasil terá lei contra o terrorismo?

Publicado em terrorismo, Aloysio Nunes Ferreira, massacre do Realengo por juliosevero em 19 19UTC janeiro 19UTC 2012

Finalmente, Brasil terá lei contra o terrorismo?

Julio Severo
Se os Estados Unidos têm uma lei contra o terrorismo, o Brasil também precisar ter. É com essa preocupação que o senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP) elaborou um projeto de lei que classifica como terrorismo “a conduta de provocar ou infundir terror ou pânico generalizado mediante ofensa à integridade física ou privação de liberdade de pessoa, por motivo ideológico, religioso, político ou de preconceito social, étnico, ‘homofóbico’ ou xenófobo. As penas chegam a 30 anos de prisão em caso de morte”.
Contudo, a imprensa deixou claro que tal lei não é uma resposta ao famoso caso do massacre do Realengo, onde jornalistas e o próprio governo nublaram a motivação islâmica do assassino.
A lei também não é uma resposta ao terrorismo político. O famoso caso Celso Daniel está há anos acumulando cadáveres e acobertamentos, e a imprensa brasileira não ousa ligá-lo a terrorismo ou máfia política, embora todos os envolvidos fossem do PT e tivessem interesses explícitos para silenciar o político do PT que administrava milhões para as campanhas eleitorais do PT.
O senador reconheceu que “não há consenso sobre a definição do que é terrorismo”. Mesmo assim, o projeto de lei dele torna o terrorismo crime inafiançável, sem chance de receber graça ou anistia, e ataca diretamente as fontes de financiamento do terrorismo.
A falta de consenso sobre a definição de terrorismo deixa o campo aberto para interpretações nebulosas.
A lei antiterrorismo brasileira seguirá, basicamente, o espírito da lei americana, que não mira muçulmanos nem motivações muçulmanas para os crimes de terrorismo. Aliás, depois do ataque terrorista ao World Trade Center em 2001, George Bush, o presidente conservador dos EUA, saiu proclamando para o mundo que o “islamismo é uma religião de paz”. Com esse “João Batista” da adulação islâmica preparando o caminho, foi perfeitamente natural que o próximo ocupante da Casa Branca fosse não só esquerdista, mas também radicalmente pró-islamismo.
O Ministério de Segurança Nacional (MSN) dos EUA, que foi criado especificamente em resposta ao primeiro grande ataque terrorista aos EUA, tem hoje muita dificuldade de criticar islâmicos, apesar de que todos os terroristas desse ataque aos EUA eram islâmicos.
Entretanto, o MSN não tem tido dificuldade de mirar grupos cristãos por atividades contra o aborto e contra o chamado “casamento” gay. Em sua luta contra o “terrorismo”, o MSN está monitorando os cristãos, inclusive meu blog.
Esse quadro nos dá uma ideia de como virá a definição de terrorismo para a lei brasileira, que seguirá as principais preocupações do governo e da mídia, que obedecem fielmente à “doutrina” de Bush e Obama: o islamismo é uma religião de paz. A preocupação deles, pois, não são os islâmicos.
A preocupação obsessiva da mídia e do governo do Brasil tem sido os cristãos e sua “homofobia”, e cada agressão e assassinato de homossexuais em pontos de prostituição às altas horas da madrugada deixa os jornalistas esquerdistas com um prato cheio para passar uma semana criticando a “homofobia” cristã, “incitadora” de agressões e assassinatos.
Com a lei antiterrorismo em vigor, esses jornalistas poderão manobrar suas “reportagens” para cobrar a ação do governo contra o “terrorismo” e contra as fontes de financiamento. No meu caso, mesmo sem uma lei brasileira, a campanha de um grupo gay dos EUA encerrou minha conta no PayPal.
Como então definir o que é terrorismo no Brasil? Se um jornalista perguntar a um ativista gay se ele considera como “terrorista” um cristão que se opõe ao “casamento” homossexual ou à adoção de crianças por duplas gays, a resposta dele será um retumbante “sim”. E o governo e a mídia são todo ouvidos para eles.
Não tenha pois falsas expectativas. Se a lei antiterrorismo for aprovada, o Brasil estará dando um importante passo para a “americanização” de suas leis.
Com informações do Estadão.

Grécia causa revolta ao colocar pedofilia na lista de “deficiências físicas”

Publicado em deficiência física, Grécia, pedofilia por juliosevero em 19 19UTC janeiro 19UTC 2012

Grécia causa revolta ao colocar pedofilia na lista de “deficiências físicas”

17 de janeiro de 2012 (FRCblog.com) — Esta semana trouxe ainda outro daqueles casos que fazem qualquer um dizer: “Você só pode estar brincando!”
A Associated Press noticiou que o governo grego expandiu sua lista de “deficiências físicas” oficialmente reconhecidas para incluir os pedófilos (e também os que gostam de exibir os órgãos sexuais, os cleptomaníacos e os piromaníacos [indivíduos que têm impulso doentio de provocar incêndios]).
Isso significa que os pedófilos na Grécia estão agora em condições de receber salários por deficiência física totalmente pagos pelo governo. Eles vão receber não apesar da pedofilia, mas por causa dela.
Presumo que a classificação de “deficiência física” tenha origem nas iniciativas que identificam a pedofilia como doença mental. Mas nem toda “doença” é uma “deficiência física”. A Wikipédia oferece várias definições de “deficiência física”, mas um conceito central é a existência de uma “restrição na capacidade de realizar uma atividade normal da vida diária”. Os pedófilos não têm uma “restrição na capacidade de realizar uma atividade normal”. Eles têm uma inclinação de realizar uma atividade anormal. Isso não é deficiência física.
Remover a pedofilia da esfera da condenação moral e colocá-la na esfera da saúde mental é um passo a mais para normalizá-la. Alguns defensores da pedofilia, como aqueles que participaram de uma conferência de Baltimore no ano passado, gostariam de ir muito mais longe, removendo a pedofilia totalmente da lista de desordens mentais. Agora a Grécia esta a beira de efetivamente financiá-la.
Levada ao extremo, a atitude do governo grego corre o risco de criar um incentivo realmente pervertido — para que indivíduos saudáveis se tornem (ou finjam ser) pedófilos meramente para obter os pagamentos de assistência do governo.
Felizmente, os que defendem os deficientes físicos na Grécia estão condenando a atitude governamental como “incompreensível”. Yannis Vardakastanis, que é cega, disse: “Não é realmente certo dar aos predadores sexuais uma proporção de 20 a 30 por cento, e só 10 por cento aos diabéticos”.
Considerando a crise econômica que vem confrontando a Grécia em anos recentes, é de assustar que eles chegariam ao ponto de considerar dar pagamentos para pedófilos.
Publicado com permissão de FRCblog.com
Anarquia sexual: o legado de Kinsey, da Dra. Judith Reisman
Anarquia sexual, de Matt Barber

Os críticos e os criticados nas igrejas evangélicas: quem nos salvará?

Publicado em igrejas neopentecostais, igrejas pentecostais, igrejas tradicionais, impostos, ladrão por juliosevero em 18 18UTC janeiro 18UTC 2012

Os críticos e os criticados nas igrejas evangélicas: quem nos salvará?

Uma mensagem para os evangélicos em suas crises

Julio Severo
Eu estava ouvindo a pregação de um pastor pentecostal contra os pregadores da prosperidade. As palavras dele, cheias de emoção e indignação, estavam corretíssimas, denunciando “servos de Deus” vivendo no luxo, com carrões, aviões, helicópteros, mansões, etc.
Fui tentado a me perguntar: o pai desse pastor, no passado um famoso televangelista da Assembleia de Deus, virou manchete por um escândalo onde foi flagrado com uma prostituta. Mas meu pensamento foi logo vencido pela lógica cristã de que os filhos não devem pagar pelos pecados dos pais — sem mencionar que a graça de Deus abunda muito mais do que o pecado.
Mas, poucas horas depois, me chegaram informações de que o pastor pentecostal se divorciou duas vezes… Crítico e criticados em barcos furados.
Outro pregador, outrora um ícone da Igreja Presbiteriana do Brasil, ataca tradicionais, pentecostais e neopentecostais, e tem um histórico ainda mais bizarro: traiu a esposa, depois traiu a secretária-amante e mais tarde casou com uma “pastora”. Como amante do PT, ele acabou se envolvendo em grandes escândalos políticos e financeiros. Mesmo assim, ele é um grande criticador — e até eu sou um de seus criticados.
Que mundo louco, não?
Se ficamos então decepcionados com as igrejas pentecostais e neopentecostais, podemos então pensar que a solução é as igrejas tradicionais. Mas aí vem outro problema pós-moderno: as igrejas tradicionais estão correndo como manadas de vacas loucas para apriscos politicamente corretos, onde as ovelhas podem pastar sob a liderança de pastoras lésbicas que se aliam a bruxas!
Grandes denominações evangélicas dos EUA e Europa estão nesses pastos há algum tempo, e se você visitar uma dessas igrejas não estranhe se o pastor gay apresentar seu “marido”.
Aparentemente, as igrejas tradicionais do Brasil ainda não estão nos novos pastos de suas igrejas-mães dos EUA e Europa, mas algumas denominações timidamente ensaiam passos nessa direção. É uma questão de tempo.
O que o pastor pentecostal divorciado duas vezes faz, denunciando a extravagância de pastores neopentecostais, está certo. Mas sua vida está errada.
Da mesma forma, os frequentes ataques de certo blogueiro evangélico tradicional aos neopentecostais não estão totalmente sem razão (por incrível que pareça, ele consegue acertar dez por cento ou menos), embora ele mesmo esteja envolvido em vigarices e tenha uma vida sexual suspeita — além de ser fã de um dos maiores vigaristas evangélicos do Brasil. Outro famoso criticador de neopentecostais, igualmente fã do vigarista evangélico, tenta esconder sua homossexualidade, mas sua paixão por Philip Yancey sugere que ele pode estar preparando o público evangélico para uma triunfante saída evangélica do armário. Um adora o deboche, o outro a malícia. E ambos adoram a mentira.
Quando um famoso televangelista brasileiro apresentou em seu programa de TV pastores americanos pedindo muito dinheiro, ninguém foi obrigado a dar. Eu não dei. Muitos o criticaram, inclusive o blogueiro vigarista e o evangélico homossexual enrustido. E quando em seguida a essa petição de dinheiro, o televangelista comprou um jatinho, as criticas se tornaram “onipresentes” na rádio, televisão, jornais, revistas, blogs, sites, etc.
Contudo, até agora não vi evangélicos usando seus espaços em rádio, televisão, jornais, revistas, blogs e sites para denunciar o maior Ladrão do Brasil. O governo federal, com sua política abusiva de impostos, não precisa chamar americanos para pedir uma oferta de 900 reais. O governo tem roubado literalmente bilhões da população do Brasil, e os ladrões estatais têm investido não só em jatinhos e jatões, mas têm também engordado organizações que estão trabalhando ativamente para destruir as famílias do Brasil, sem que o blogueiro vigarista e o evangélico homossexual enrustido deem um pio de contrariedade.
Os “onipresentes” críticos do televangelista brasileiro também fazem vista grossa ao maior Ladrão do Brasil.
Com esse panorama desanimador, onde críticos e criticados estão em barcos furados, o que fazer?
Um homem jovem, convertido há dois anos, me perguntou o que eu achava das “igrejas caseiras”. Com tanto escândalos nas igrejas tradicionais, pentecostais e neopentecostais, muitos estão recorrendo a igrejas nos lares, achando que essa é a única salvação.
Minha resposta a ele foi:
O problema é o homem. Onde há o homem, há pecado. Daí, qualquer lugar onde há o homem, seja numa igreja grande ou numa reunião caseira, há propensão ao pecado e ao escândalo. Há alguns grupos caseiros que são heréticos. Outros julgam que a heresia está somente nas igrejas e que esses grupos caseiros são a salvação. Eu creio que Jesus Cristo é a única salvação.
Claro que, mesmo indo a uma igreja grande ou pequena, nada deve nos impedir de ter “reuniões caseiras”, isto é, independente dos cultos de domingo, é saudável termos reuniões em nossos lares, para ensinar nossos filhos, louvar a Deus, orar, ler um trecho da Palavra de Deus, etc.
A maioria dos cristãos conseguiria fazer esse tipo de reunião em seus lares, se conseguisse dar o horário nobre para Jesus, não para a telinha…
Então, até mesmo dentro dos nossos lares, enfrentamos desafios, onde muitas vezes deixamos que nosso precioso tempo, que deveria ser dado a Deus, seja desperdiçado em banalidades como a novelinha da Globo. A glória de Deus, que poderia ser experimentada na oração e leitura da Palavra de Deus no ambiente do próprio lar, é trocada por “gloriosas” cenas de nudez e sexo, divórcio, traições, etc.
Onde há ser humano — seja na igreja grande, pequena, na igreja caseira, ou mesmo em nossos lares —, há pecado. Quem poderá nos livrar? Jesus! Ele pode nos salvar dos nossos pecados, dos pecados dos nossos lares, das igrejas tradicionais, das igrejas pentecostais e das neopentecostais.
Se amamos a Jesus, devemos segui-Lo. Se amamos a Jesus, devemos colocar a Palavra dEle acima da nossa palavra e acima da palavra dos pastores, sejam tradicionais, pentecostais e neopentecostais. Do contrário, enfrentaremos ruína.
Minha esposa me conta que a igreja luterana onde ela nasceu, foi batizada e criada ensinava frequentemente contra as manifestações dos dons do Espírito Santo hoje como se fossem meros produtos fabricados pelas igrejas pentecostais ou exclusivamente para as igrejas pentecostais, de forma que os membros estavam vacinados contra a influência “pentecostal”. Mas, ao se deparar com enfermidades ou outros problemas graves, vários membros passaram para o espiritismo em busca de ajuda “sobrenatural”, porque o pastor não costumava pregar contra os perigos do espiritismo. Sua preocupação era o “pentecostalismo”.
Se tivessem medido a palavra do pastor com a Palavra de Deus saberiam que as manifestações sobrenaturais de Deus não pertencem aos pentecostais, que apenas se abrem (ou se abriam) para o que Deus dá, e não precisariam recorrer ao espiritismo.
Portanto, não deixe de ir à igreja, mas tenha a consciência de que você é fraco e também o pastor. Tanto você quanto o pastor precisam de salvação. Tenha a consciência de que, por melhor que seja a igreja ou pastor, nenhum deles salva. Nenhuma igreja salva. Só Jesus Cristo salva, resgata e nos liberta de nossos pecados.
Se frequentar uma igreja tradicional onde o pastor nega ou ignora que Deus atua sobrenaturalmente hoje, fique com a Palavra de Deus. As igrejas que estão de portas fechadas para o Espírito Santo são hoje as mais escancaradas para a ordenação de pastores gays. Portanto, mantenha a porta da sua vida aberta para o Espírito Santo e sua santificação.
Se frequentar uma igreja pentecostal onde o pastor impõe usos e costumes, especialmente o que a mulher deve ou não usar, fique com a Palavra de Deus. Siga o Espírito, não a carnalidade religiosa.
Nenhum pregador pedinte pode obrigar você a dar nada

Se frequentar uma igreja neopentecostal onde o pastor pede dinheiro sem parar, fique com a Palavra de Deus. Lembre-se: por mais “persuasiva” que seja a pregação, você não é obrigado a dar nada. Se o pastor disser que quem der tudo receberá uma bênção especial, não vá na palavra do pastor. Siga o Espírito Santo e o bom senso.

Por mais radical que seja a igreja que pede dinheiro, tudo o que ela pode fazer é pedir. Nós temos sempre a escolha de decidir dar ou não. E nenhum pastor pode nos obrigar a dar tudo ou pouco.
Pena que não tenhamos essas mesmas escolhas diante do chamado Estado “laico” adorador de homossexualismo, aborto e bruxaria como “cultura” sagrada.
Quando o governo “pede” dez por cento do seu salário, você não tem escolha, pois suas leis de impostos não são opcionais, mas obrigatórias.
Quando o governo “pede” vinte por cento do seu salário, prometendo saúde, educação, etc., você é obrigado a obedecer.
Quando o governo “pede” quarenta por cento do seu salário, você até pode dizer (para você mesmo e sua família) que é roubo, mas você está de mãos atadas, pois com governo está a “lei”, que ele faz do jeito que quiser.
Felizmente, o governo não “pede” dez por cento do seu salário. Se pedisse, seria como igreja pedindo dízimo. (O PT não é igreja, mas “pede” um dízimo de seus filiados!)
Felizmente, o governo hoje já não “pede” vinte por cento do seu salário. “Pedia” assim mais de dois séculos atrás, mas então havia no Brasil um Tiradentes para se revoltar contra esse roubo estatal.
Infelizmente, o governo hoje “pede” quarenta por cento do seu salário! E ai de você se tentar imitar Tiradentes contra o roubo estatal!
Se você não der 40% de seu salário, o governo mostrará que você não tem escolha

Você tem toda liberdade de não dar dinheiro para uma igreja que pede muito dinheiro. Mas, acorde: você não tem liberdade nenhuma de não dar quando o governo lhe “pede” muito dinheiro.

No entanto, você tem a liberdade garantida por Deus de colocar a Palavra de Deus acima do roubo estatal justificado por abusivas leis de impostos, que tiram dos cidadãos muito, muito além do que deveriam. Se até Tiradentes, usando o bom senso, pôde se revoltar contra isso, por que é que nós estamos de braços cruzados e boca fechada? Onde fica nosso bom senso e a Palavra de Deus?
Se um dos Dez Mandamentos diz que Deus proíbe roubar, por que ficamos calados e parados enquanto o governo rouba de todos os cidadãos? Só porque os outros cidadãos, dormindo em berços esplêndidos, não se importam com o sistemático roubo estatal, deveríamos imitar sua apatia? Ou será que imaginamos que Deus deu isenção para roubo somente quando praticado pelo Estado, significando que o governo está livre para fazer qualquer lei de imposto e cobrar o tanto que quiser?
As igrejas que são acusadas de “roubar” dos membros não atingem nem 10 por cento da população, ainda que ninguém nunca tenha sido obrigado a dar nada ali, com ou sem força de lei. Mesmo assim, esse “roubo igrejeiro” desperta a ira de certos cristãos, alguns dos quais são notórios por seu caráter vigarista.
Mas quem se ira contra o “onipresente” roubo estatal? Quem escapa do roubo governamental? Quem se ira contra o destino do nosso dinheiro sistematicamente roubado através de impostos tão absurdamente elevados que teriam deixado Tiradentes com revolta dobrada? As vítimas do governo atingem 100 por cento da população. Ninguém escapa das leis de impostos. Até produtos básicos, comprados por pobres, vem taxado pelo maior Ladrão do Brasil.
Essa, na minha opinião, é a maior luta. Por isso, me esforço para que, com todas as suas fraquezas, igrejas tradicionais, pentecostais e neopentecostais se unam contra o inimigo comum, que está usando o governo para destruir todas as bases morais e éticas da família e da sociedade.
Há uma grande revolução do mal ocorrendo, onde a população cristã, que é maioria no Brasil, está sendo involuntariamente cúmplice, através do seu dinheiro pago em impostos, usados pelo governo para financiar a promoção do aborto, do homossexualismo e de outras perversões ideológicas, inclusive da bruxaria como “cultura” sagrada.
Cruzar os braços e manter a boca fechada diante desse mal é confirmar nossa cumplicidade.
Eu não tenho um programa de TV, mas se tivesse, eu faria exatamente o que tenho feito no meu blog há anos: denunciar para todo o Brasil o mesmo ladrão que Tiradentes já denunciava mais de duzentos anos atrás. Mas se Deus quiser, e outros se unirem nesse propósito, um dia ainda poderemos ter um programa de TV para fazer essas denúncias públicas, quer o maior Ladrão goste ou não.
Não roube: o governo detesta competição

Se podemos sempre dizer “não” para os televangelistas que precisam de nosso dinheiro para comprar mansões, jatinhos e helicópteros, por que não podemos dizer “não” para o governo que usa nosso dinheiro para investir no homossexualismo, aborto e outras perversões?

Se temos o direito de não ter nosso bolso sugado por pastores que pedem muito, façamos também uso de nosso direito de não ter nosso bolso sugado pelo governo que exige muito, muito mais do que lhe é devido.

Bancada evangélica reage depois que ministro da Educação recusa dar explicações sobre distribuição de camisinhas para crianças nas escolas

Publicado em bancada evangélica, Frente Parlamentar Evangélica por juliosevero em 17 17UTC janeiro 17UTC 2012

Bancada evangélica reage depois que ministro da Educação recusa dar explicações sobre distribuição de camisinhas para crianças nas escolas

BRASÍLIA — O presidente da Frente Parlamentar Evangélica, o Dep. João Campos (PSDB-GO), e o Dep. Paulo Freire (PR-SP) protocolaram na manhã desta terça-feira, 17, uma representação na Procuradoria-Geral da República (PGR) contra o ministro da Educação, Fernando Haddad. Eles pedem a apuração de prática de crime de responsabilidade por parte do ministro por não ter respondido a um requerimento sobre a distribuição de camisinhas para crianças de escolas da rede pública. O requerimento foi encaminhado inicialmente em 14 de setembro de 2010 e, pela Constituição brasileira, o ministro teria até 30 dias para se pronunciar.
O requerimento, que nunca obteve resposta do ministro, é de autoria dos dois parlamentares. Eles questionaram Haddad sobre a implantação de máquinas para a distribuição de camisinhas para crianças de escolas. Entre as perguntas estão dúvidas sobre a faixa etária dos alunos que terão acesso, se haverá consulta aos pais, e qual o objetivo do governo federal com esse tipo de distribuição.
Haddad está de saída do Ministério para disputar a Prefeitura de São Paulo pelo PT. Durante sua administração, ele teve conflitos de ordem ética com a bancada evangélica. O maior conflito envolveu a distribuição do chamado “kit gay”, que o Ministério da Saúde alegava tinha o objetivo de combater a “homofobia” nas escolas.
A elaboração do kit gay foi feita pela ABGLT (Associação Brasileira de Gays, Lésbicas e Transexuais), que recebeu uma verba governamental de um milhão e quinhentos mil reais, através de emenda parlamentar do Dep. Chico Alencar (PSOL-RJ).
Apesar do enorme investimento, a pressão da bancada evangélica fez a presidente Dilma Rousseff suspender a distribuição do “kit gay 1”, embora haja informações na imprensa de que que a versão 2 já está a caminho.
Com informações do Estadão.

Crianças abusando sexualmente de outras crianças: a pornografia é a principal causa

Publicado em abuso sexual infantil por juliosevero em 17 17UTC janeiro 17UTC 2012

Crianças abusando sexualmente de outras crianças: a pornografia é a principal causa

MELBOURNE, Austrália, 16 de janeiro de 2012 (LifeSiteNews.com) — Organizações de assistência infantil e que combatem a pedofilia no Estado de Vitória relatam que estão lidando com um número crescente de casos de crianças que estão abusando sexualmente de outras crianças, e apontam para a proliferação e acesso fácil de pornografia em dispositivos portáteis como a causa.
Bernie Geary, diretor da Secretária de Segurança das Crianças do Estado de Vitória, disse para o jornal The Age: “Se você está preparado para colocar seus filhos no mundo eles vão ser inundados com esse tipo de informação [pornografia]. Você precisa estar em condições de a) protegê-los, ou b) aguardar quais serão as consequências absolutamente desgraçadas”.
Essas “consequências desgraçadas” — conduta sexualmente abusiva entre crianças até de nove anos de idade — estão “explodindo”, de acordo com Carolyn Worth, coordenadora estadual dos Centros Contra Violência Sexual (CCVS) de Vitória. Ela disse que o número de crianças encaminhadas que demonstram conduta sexualmente abusiva é muito maior do que os materiais que eles têm para ajudá-las. Havia 237 vagas em todo o estado em programas que lidam com problemas de conduta sexual financiados pelos CCVS, mas houve 414 encaminhamentos, disse ela.
Worth disse que a maioria, mas não todas, as crianças mais novas (de cinco a nove anos de idade) foram encaminhadas para os programas porque haviam sido vítimas de abuso, sendo que a maioria eram meninos. Contudo, ela observou que problemas de conduta sexual entre meninas — mencionando uma menina de onze anos no programa que enviava fotos sexualmente explícitas de si mesma através do celular) — estavam também piorando.
“É evidente que a pornografia torna as pessoas insensíveis, provavelmente dando-lhes uma ideia estranha do que é o melhor modo de interagir com outras pessoas, principalmente com mulheres”, disse Worth. “Se as pessoas passam muito tempo vendo pornografia, elas não têm nenhuma ideia de como realmente fazer para ter sexo com outros. Elas simplesmente não entendem isso”.
Worth explicou que algumas crianças encaminhadas para os programas dos CCVS que lidam com problemas de conduta sexual tinham problemas tão graves que a participação delas foi proibida porque a conduta delas era criminosa.
Geary avisou: “Isso é um alerta para os pais. Não pense que essa questão não merece preocupação. Não pense que são as escolas que devem cuidar disso. Isso é algo que deve ser lidado em casa, de modo bem forte”.
“Não tenho simpatia por pais que não ficam próximos de seus filhos para protegê-los, pois essa responsabilidade faz parte do papel de criar e educar filhos”, Geary disse, mas avisou que não dá para culpar as crianças por serem expostas à pornografia e a resultante confusão nas vidas delas.
“Não é que as crianças estão imitando mais em suas condutas hoje do que no passado. O caso é que o mundo adulto está forçando informações para crianças numa força muito maior do que as crianças já experimentaram antes. É por isso que temos de lidar com isso”, disse Geary.

Dupla homossexual de pais-de-santo estupra criança e Globo, novamente, omite os nomes dos criminosos

Publicado em crimes homossexuais, pai-de-santo, pedofilia, TV Globo por juliosevero em 17 17UTC janeiro 17UTC 2012

Dupla homossexual de pais-de-santo estupra criança e Globo, novamente, omite os nomes dos criminosos

Julio Severo
No ano passado, o G1 da Globo publicou uma reportagem com o título “Pais de santo são presos por estupro de menina e aborto no RS”.
A Globo reconheceu a dupla como pais-de-santo e homossexuais, mas, numa reverência assustadora às políticas governamentais de proteção às religiões afro-brasileiras, omitiu completamente o nome dos criminosos.
Eu bem entendo essas pressões. Tenho recebido mensagens de pais-de-santo ameaçando acionar o governo federal contra mim e meu blog. Afinal, qualquer crítica às práticas religiosas deles é encarada como ataque a uma cultura e às vezes até classificada de racismo!
Contudo, o comportamento da Globo é pérfido. Quando noticia pedofilia de padres ou pastores, a Globo sempre cita os nomes completos dos criminosos. E raramente a Globo deixar de noticiá-los. Mas quando esse tipo de crime envolve homossexuais ou pais-de-santo, raramente a Globo noticia. E quando noticia, não cita nomes! Sem mencionar que a Globo jamais menciona a pedofilia no mundo televisivo.
Recentemente, publiquei artigos de artistas de Hollywood que hoje confessam que foram estuprados quando eram crianças. Foram estuprados dentro de Hollywood. Foram estuprados por indivíduos poderosos do mundo artístico.
Anos atrás, conversei com um adulto que, quando criança, foi usado sexualmente por um artista brasileiro.
Nesse caso, a Globo mantém silêncio monástico sobre a pedofilia da televisão brasileira pelo simples fato de que esse é o segredo mais bem guardado da televisão brasileira.
Eu, como cristão, não me oponho à atitude da Globo de noticiar pedofilia de pastores e padres. Não me oponho também à atitude da Globo de sempre citar os nomes deles. Eles devem ser expostos e pagar por seus crimes.
Mas seria interessante descobrir qual o canal de TV que mais influenciou esses pastores e padres pedófilos na infância deles. Desgraçadamente, 99% das famílias católicas e evangélicas que conheci eram viciadas nas novelas da Globo. Com esse estímulo global, quem é que não cai em perversões? Na igreja e na Bíblia, essas famílias, e especialmente seus filhos, não eram sexualizados precocemente. Eles aprendiam sexualização precoce na tela global.
O menino então cresce vendo, junto com a família, cenas de sexo em novelas e filmes da Globo e depois, quando se torna pastor ou padre, coloca em prática o que via, e aparece a Globo acusando de pedofilia. E o inspirador desse crime, junto com o patrocinador, fica numa boa. Efetivamente, eles jogam gasolina e álcool na fogueira e depois dizem que não fizeram nada.
Certa vez, ao aguardar numa casa a vinda de pessoas para uma reunião de estudo bíblico, o casal da casa estava com a TV ligada na Globo. Quando apareceu uma cena com dois pelados na cama, pedi aos donos da casa que desligassem o televisor. Já tive de fazer o mesmo pedido em outros lares e lugares evangélicos.
A Globo sexualizou gerações e multidões de crianças de todo o Brasil e agora, para enfrentar a trágica onda de crianças sexualizadas e abusadas, invoca a intervenção do governo, o próprio patrocinador da sexualização televisiva, em suas campanhas de culpabilização das famílias. Nem a Globo nem o governo federal têm a mínima moralidade de combater a pedofilia que tanto promovem.
Oponho-me à atitude da Globo de nunca denunciar crimes de pedofilia no mundo televisivo, inclusive em seu próprio meio.
Oponho-me à atitude da Globo de incitar a pedofilia no Brasil por meio de sua programação imoral patrocinada por empresas estatais como a Petrobras. É o governo federal pagando para pedofilar o Brasil através da Globo. Depois, para pagar pelos crimes deles, usam a família como bode-expiatório, como se a família fosse responsável por todos os crimes sexuais que a Globo e o governo federal estimulam.
Oponho-me à atitude da Globo de rarissimamente denunciar crimes de pedofilia nas religiões afro-brasileiras.
Oponho-me à atitude da Globo de, nos raríssimos casos em que noticia crimes nas religiões afro-brasileiras, omitir os nomes dos pais-de-santo.
A notícia a seguir, com a Globo omitindo os nomes dos pais-de-santo criminosos, é do G1. Aproveite e copie, antes que pais-de-santo apadrinhados pelo governo venham me mandar mensagens ameaçadoras:
Pais de santo são presos por estupro de menina e aborto no RS, diz polícia
Segundo a polícia, crimes ocorreram entre os anos de 2007 e 2009.
Garota teria sido estuprada dos 9 aos 12 anos, em Guaíba (RS).
Glauco Araújo
Dois pais de santo foram presos, nesta quinta-feira (26), por suspeita de estuprar uma menina – hoje com 14 anos – durante três anos e provocar um aborto na vítima, em Guaíba (RS). Os crimes ocorreram dos 9 aos 12 anos da garota, entre os anos de 2007 e 2009. A mãe descobriu o estupro e o aborto e denunciou os crimes à polícia. Eles foram levados para o Presídio Estadual de Osório.
Segundo o delegado Rafael Soares Pereira, de Guaíba, os dois pais de santo seriam homossexuais e moravam juntos em uma casa na cidade, onde também funcionava um terreiro. “Eles usavam a vítima, que era filha de santo, para ficarem excitados e manterem relação sexual entre si, sempre após o estupro da menina.”
Ainda de acordo com Pereira, os dois ainda serão julgados pela Justiça de Guaíba pelos estupros cometidos contra a menina. “Eles respondiam pelo crime em liberdade, já que o juiz da cidade não expediu o mandado de prisão que pedimos naquela época.”
Um dos pais de santo foi preso no terreiro, em Guaíba, e o outro, a caminho do trabalho, em Canoas (RS). “Eles estavam ameaçando a família da menina e o juiz expediu o mandado de prisão preventiva. A mãe denunciou o aborto que a filha foi obrigada a fazer quando a garota tinha 12 anos. A gravidez foi fruto de um dos estupros cometidos pelos pais de santo”, disse a delegada Valquíria Meder, que preside um segundo inquérito contra a dupla de religiosos, que versa sobre aborto.
A mãe da vítima teria dito à polícia que sabia que a menina era “filha de santo” no terreiro dos pais de santo, em Guaíba, de acordo com a delegada. Ela soube dos problemas enfrentados pela filha quando a garota contou o caso para uma amiga da família, que é policial militar, e que depois revelou o caso para ela.
“Ela nos disse que a garota chegou a morar com eles durante um ano, período em que estava se separando do marido e precisou mudar de casa, não tendo condições financeiras pra ficar com a filha. A mãe nos revelou que frequentava o terreiro deles e que tinha confiança nos dois. Quando soube do que estava ocorrendo com a filha, registrou o caso na polícia”, disse Valquíria.
A delegada explicou que a vítima teria realizado o aborto em Capão da Canoa (RS), na casa das duas mulheres, que também foram indiciadas pelo crime com os pais de santo. “Elas respondem ao processo de aborto em liberdade, pois não temos registros de que elas estivessem ameaçando a família da vítima”, afirmou Valquíria.
“Foi um prazer prender esses dois pais de santo, principalmente por ter sido um trabalho em conjunto entre duas delegacias, mas também pelo fato que agora responderão aos dois inquéritos presos”, disse o delegado Pereira.
Fonte: www.juliosevero.com, via G1.

Beijo gay: obrigatório para crianças?

Publicado em Alexandre Vidal Porto, beijo gay, Marcelo Serrado, Mônica Bergamo, Ministério das Relações Exteriores, MRE por juliosevero em 16 16UTC janeiro 16UTC 2012

Beijo gay: obrigatório para crianças?

Hoje, querem obrigar crianças a ver beijos gays. Amanhã, o que imporão?

Julio Severo
O ator Marcelo Serrado, que faz o papel do homossexual Crô na novela “Fina Estampa”, tinha tudo para receber o selo de aprovação do movimento gay.
Ele não é homossexual, mas é a favor da união civil homossexual, chegando a dizer: “Isso é fundamental. Estamos em 2011. Acho um absurdo quando vejo cenas de homofobia”.
Mas o movimento homossexual não o está aplaudindo. Pelo contrário, o ator está sendo vaiado, porque numa entrevista para Mônica Bergamo, da Folha de S. Paulo (em 8 de janeiro de 2012), ele disse, sobre a exibição de um beijo gay na TV: “Isso é algo que tem que ir quebrando aos poucos. Não quero que minha filha [Catarina, 7] esteja em casa vendo beijo gay às nove da noite [na TV]. Que passe às 23h30.”
Quem protegerá as crianças?

Imediatamente, as turbas bárbaras do movimento gay reagiram no Twitter e outras redes sociais, chamando o ator global de “homofóbico”. Tudo porque ele, como pai, não quer que sua filha de apenas 7 anos de idade assista a um beijo gay.

Para os militantes gays, a classificação de programação para menores de 12 anos não deve se aplicar às cenas gays, que devem ser obrigatórias para o público infantil. “Quanto mais cedo as crianças aprenderem a gostar das nossas opções sexuais, melhor”, devem pensar eles.
Os sites e blogs gays condenaram a atitude do ator.
Marta Suplicy, ex-funcionária da Globo e formada em universidades americanas, comentou sobre a postura do ator: “Acredito que Marcelo Serrado não se veja como homofóbico… [mas] o preconceito homofóbico introjetado é supercomum”. (Folha de S. Paulo, 14 de janeiro de 2012)
Apenas expressar a opinião de que seus filhos não devem ver um beijo gay ganha a rotulação de “homofobia” — um termo que o movimento gay emprega abundantemente para igualar os opositores da agenda gay a criminosos. Então, com o PLC 122 aprovado, pais e mães serão tratados de que jeito?
Essa loucura toda ficará restrita só ao beijo gay? Se os pais e as mães aceitarem passivamente essa agressão ideológica, em pouco tempo eles serão também rotulados de “homofóbicos” se impedirem seus filhos de verem cenas de dois homossexuais na cama. E loucuras muito piores virão. Os sinais já estão aí: a maior organização pedófila do mundo é a NAMBLA, sigla em inglês que significa Associação Norte Americana de Amor entre Homens e Meninos. A NAMBLA é uma organização exclusivamente homossexual.
Três décadas atrás, Michael Swift (que se proclama revolucionário gay) profetizou:
“Nós sodomizaremos seus filhos. Todas as leis que proíbem a atividade homossexual serão revogadas. Todas as igrejas que nos condenam serão fechadas. Tremam, porcos heterossexuais, quando aparecermos diante de vocês, sem máscara”.
Será então obrigatório não só deixar nossos filhos verem beijos gays, mas também serem pegos pelos beijadores?
Acho que nossos avós tinham muito mais juízo do que nós. Se dois homossexuais dissessem a nossos avós, “Vocês têm a obrigação de deixar seus filhos de 7 anos verem nosso beijo gay!”, provavelmente, nossos avós chamariam os vizinhos e juntos dariam uma bela surra nos dois sem-vergonhas. Hoje, essa surra merecida seria tratada como crime “homofóbico”. No tempo de nossos avós, a polícia viria e acrescentaria suas próprias surras aos dois sem-vergonhas, elogiando nossos avós e os vizinhos por protegerem seus filhos.
Contudo, perdemos a vitalidade, coragem e valores morais de nossos avós. Muitos já não protegem seus filhos por medo do “terrível” rótulo de “homofobia”.
A defesa da canalhice alcançou proporções políticas e acadêmicas. Alexandre Vidal Porto, diplomata brasileiro formado em direito pela Universidade de Harvard, opinou sobre o beijo gay: “A maneira como Serrado educa a sua filha é problema dele. Não se condena o teor de suas declarações preconceituosas, porque a homofobia ainda não é crime no Brasil. O condenável em sua atitude é a negação do óbvio. Ele tem o direito de educar a sua filha como quiser, mas não pode enganar a população tentando descaracterizar a natureza do seu preconceito. Ou seja, Serrado é um homofóbico no armário… A caricatura homossexual que Aguinaldo Silva compôs e que Marcelo Serrado se presta a interpretar, por exemplo, levará anos para ser desmantelada no imaginário da nação. Produzirá discriminação e gerará violência”. (Folha de S. Paulo, 13 de janeiro de 2012)
Por que obrigar meninos a ver o que não é normal?

Antes do ator dizer que sua filha não deveria ver beijo gay, estava tudo tranquilo. Ninguém via nenhuma “homofobia” no ator. Marta Suplicy, os ativistas gays e o diplomata não o condenavam. Mas agora tudo mudou. A opinião do ator se refletirá na própria novela, “produzindo discriminação e gerando violência”. Apenas por causa da questão do beijo gay, ele virou, nas palavras do “ilustre” diplomata, um “homofóbico no armário”!

Provavelmente, o trecho mais assustador da declaração do diplomata foi: “Não se condena o teor de suas declarações preconceituosas, porque a homofobia ainda não é crime no Brasil”. Quer dizer então que se o Brasil já tivesse uma lei em vigor criminalizando a “homofobia”, as “declarações preconceituosas” do ator protegendo sua filha de um beijo gay resultariam em prisão? Ele iria para a cadeia apenas por se preocupar com sua filha? Ele ficaria atrás das grades e sua filha sem a presença do pai até ele aprender a deixar sua filha ver beijos, carícias e sem-vergonhices gays? Com autoridades dessa espécie a solta, qualquer cidadão brasileiro que seja bom pai corre perigo!
Daqui a pouco, para não perder oportunidades de emprego na Globo, o ator se sentirá obrigado, de joelhos e em lágrimas, a colocar sua filha na frente de um telão com cena de beijo gay, diante de jornalistas de todo o Brasil, apenas para provar para políticos e acadêmicos canalhas que ele não é “homofóbico”.
Harvard, que formou o diplomata que enxerga o ânus gay como o sol do universo, em torno do qual tudo deve girar, é uma universidade americana que, séculos atrás, foi fundada para formar pastores evangélicos, para pregar o Evangelho. Hoje produz criaturas que se prestam a pregações homossexuais, formando mentalidades de vandalismo acadêmico contra os valores morais e cristãos.
São indivíduos desse calibre sem moral que conseguirão convencer os políticos da necessidade do kit gay, para que as crianças nas escolas vejam como normal o que os defensores da pedofilia veem como normal.
Se o Brasil tivesse um governo sério, o diplomata já estaria no olho da rua. Mas, em vez disso, ele aparece elogiando abertamente as paradas gays, mostrando em que pé anda a política externa do Brasil. E não é de estranhar: O MRE (Ministério das Relações Exteriores) tem fama de gostar desse tipo de relações.
Talvez o diplomata não concorde com o que seus colegas acadêmicos estão defendendo, mas sua atitude de colocar o bem-estar das crianças e a autoridade protetiva dos pais abaixo das exigências lascivas do movimento gay o deixa numa situação muito desconfortável moralmente.
Os famigerados Conselhos Tutelares não mostram a cara para condenar Marta Suplicy, o diplomata e outros que, implicitamente ou não, exigem que uma criança de 7 anos seja exposta a um beijo gay. Mas nossos avós não teriam nenhuma dificuldade de entender — e muito menos de resolver — essas questões. Mesmo que o Brasil já tivesse uma Lei Anti-Palmada, nossos avós saberiam agir contra os sem-vergonhas. Suspeito que nem o “ilustre” diplomata escaparia da justa fúria deles.
Julio Severo é autor do livro “O Movimento Homossexual”, publicado originalmente pela Editora Betânia e agora disponível em PDF aqui. Entre 2003 e 2005, ele foi assessor de questões éticas para a Frente Parlamentar Evangélica.
Artigos relacionados no Blog Julio Severo:
Artigos sobre a NAMBLA:
Brasileiros que defendem a pedofilia homossexual:

Câncer de Lula está sob cuidados de médium

Publicado em câncer de Lula por juliosevero em 16 16UTC janeiro 16UTC 2012

Câncer de Lula está sob cuidados de médium

João de Deus (foto), 69, é o médium que está cuidando de Luiz Inácio Lula da Silva, 66, que sofre de um câncer na laringe. O médium tem viajado a São Paulo para realizar operações espirituais no ex-presidente da República e acompanhar a sua recuperação.
Médium de Lula: Lula será curado e será presidente de novo

“Não vou falar dele [Lula]. Já viu médico falando de paciente?”, disse João de Deus à Istoé desta semana, que dedicou uma longa reportagem sobre o médium.

Ele apenas disse que Lula vai se curar e voltará a ser presidente.
Na medicina convencional, o ex-presidente está sendo tratado por médicos do Hospital Sírio-Libanês, um dos melhores do país e mais caro. Ele já foi submetido a três sessões de quimioterapia e atualmente encontra-se recebendo aplicações de radioterapia.
João de Deus já teve outros pacientes famosos, como a atriz Shirley MacLaine e a apresentadora Xuxa.
Quanto a Lula, no seu câncer ele prefere recorrer a tudo e qualquer coisa, menos o SUS.
Esse não é o primeiro contato dele com médiuns e pais-de-santo. Embora se considere católico, em visita à África antes da eleição presidencial em 2006, Lula teve uma forte experiência espiritual em Benin, país que é berço do vudu.
Ao som de tambores africanos, de acordo com o jornal O Globo, Lula “passou a tarde toda sendo reverenciado com orações e danças feitas por feiticeiros vudus, líderes tribais e pelos descendentes de escravos brasileiros que formam uma espécie de colônia em Ouidá, nos arredores de Cotonou, capital do paupérrimo Benin”.
Os feiticeiros garantiram que Lula ganhou em Benin três fortes espíritos para o “ajudarem”.
Com informações de Paulo Lopes e artigo de Julio Severo.

Até tu, cardeal!

Publicado em CNBB por juliosevero em 15 15UTC janeiro 15UTC 2012

Até tu, cardeal!

Francesco Scavolini
Fernando Henrique Cardoso, Marta Suplicy e Raymundo Damasceno são pessoas diferentes umas das outras em função da sua formação cultural, da sua história pessoal e da sua atividade profissional.
Todavia, apesar das diferenças, há um denominador comum entre essas personalidades: a falta de sintonia com o pensamento da imensa maioria do povo brasileiro, em especial do povo cristão e católico, sobre duas questões éticas essenciais: o aborto e a família.
O leitor poderia objetar que não representa uma surpresa o fato de o ateu FHC e a católica herética Marta serem a favor do aborto e do homossexualismo, mas como é possível envolver nisso o cardeal Damasceno?
Alguns episódios recentes poderão esclarecer a dúvida.
Durante a última campanha eleitoral para a escolha do novo presidente da República, a Conferência dos Bispos Católicos do Estado de São Paulo aprovou e divulgou um documento em que condenava aberta e comprovadamente a escolha abortista do PT e de sua candidata Dilma Rousseff.
Os bispos acatavam as claras diretrizes da Santa Sé sobre a necessidade de intervenção também em assuntos políticos, quando estivessem em jogo o aborto e outros direitos fundamentais.
Questionado pela imprensa sobre qual orientação eleitoral daria aos católicos, o cardeal Damasceno, arcebispo de Aparecida, disse que “cada bispo tem autonomia em sua diocese” e que ele não daria orientações, pois a Igreja não deve dar indicações, “a não ser em casos extremos”.
Parece, portanto, evidente para o cardeal que salvar uma vida humana inocente e indefesa não representa “um caso extremo”.
Além disso, é equivocada a conduta do cardeal sobre o projeto de lei da homofobia, de autoria de Marta Suplicy. Embora, em uma ambígua nota à imprensa, ele tenha negado um acordo com Marta, a própria senadora petista reafirmou na TV que todas as sugestões do cardeal foram acatadas.
Assim poderão ser criminalizadas decisões que, por exemplo, recusem, em escolas, seminários e templos religiosos, o acesso de pessoas cujos comportamentos são vetados pela lei de Deus e pela lei moral.
Isso poderá acontecer, sim, porque, embora o projeto de Marta fale em permitir manifestações de pensamento contrárias ao homossexualismo e outras perversões, o mesmo projeto pune expressamente o ato de recusar ou impedir o acesso aos serviços públicos aos protegidos pelo projeto de lei em questão.
Mas, pela Constituição, os cultos religiosos em geral podem ser considerados serviços públicos, especialmente quando são ministrados em colaboração com o poder público, como é o caso de escolas, hospitais e quarteis do Exército.
A suspeita de que tenha havido, sim, um acordo entre o cardeal e Marta é reforçada pelo próprio comportamento de Damasceno.
Depois de ter recusado o convite do presidente da Comissão de Direitos Humanos para expor no Senado a posição da CNBB sobre a questão da homofobia, ele não hesitou em receber Marta na sede da CNBB, ignorando também o fato de que a Bíblia veta receber aqueles que pregam doutrinas perversas, para não tomar parte em suas obras más (cf. segunda epístola de São João, versículos 10 e 11).
FRANCESCO SCAVOLINI, 56, doutor em jurisprudência pela Universidade de Urbino (Itália), è especialista em direito canônico
Fonte: Folha de S. Paulo de 15 de janeiro de 2012
Divulgação: www.juliosevero.com

Os dois senhores da CNBB

O Festival Promessas da TV Globo e suas relações de interesse

Publicado em Uncategorized por juliosevero em 15 15UTC janeiro 15UTC 2012

O Festival Promessas da TV Globo e suas relações de interesse

Orley José da Silva
A Rede Globo de Televisão dedicou pela primeira vez, no dia 18 de dezembro do ano passado, um programa inteiro de conteúdo evangélico. A transmissão do Festival Promessas ocupou 75 minutos de sua programação vespertina e alcançou 13 pontos de audiência, quase o dobro do IBOPE de sete pontos obtidos pela emissora no mesmo horário do domingo anterior. As opiniões favoráveis e contrárias ao Festival circulam dentro da própria TV Globo e também entre os evangélicos. O evento que reuniu nove nomes da música gospel foi gravado na tarde e noite do anterior dia 10, no Aterro do Flamengo, e teve um custo de R$ 2,9 milhões à prefeitura do Rio de Janeiro.
A organização do show mostrou-se decepcionada com o público de aproximadamente 20 mil pessoas porque esperava lotar o espaço que comporta mais de 200 mil. Como precisava de boas imagens para a TV, a equipe de produção tratou de aproximar a platéia do palco para dar a impressão de massa compacta e reajustou o posicionamento das câmeras.
Os rumores que creditam o fracasso de público à baixa popularidade dos cantores, não se sustentam. Em condições normais e através de divulgação “igrejeira”, a cantora Ana Paula Valadão, do Diante do Trono, sozinha, é capaz de tornar pequeno o espaço do Aterro do Flamengo. A chuva que caiu sobre o Rio naquela tarde afastou muita gente. Algumas outras possíveis explicações também podem ser levantadas. Uma delas é que os organizadores globais acreditaram que poderiam atrair o público gospel com o mesmo formato de promoção dos shows seculares. Portanto, confiaram na força de convencimento da mídia e menosprezaram o poder de (des)mobilização das igrejas.
Outra explicação possível é que, mesmo sendo uma operadora da comunicação, a Globo não teve o cuidado de adequar a mensagem e a linguagem utilizadas no texto das chamadas ao público almejado. A mensagem convida para um ajuntamento, sem que para isso estabeleça um claro objetivo espiritual. A linguagem traz palavras seculares como “fã” e “ídolo” para tratar da relação dos crentes com os cantores, e os princípios doutrinários dos protestantes rejeitam, veementemente, a posição de “fã” além de considerarem a “idolatria” uma abominação.
Pode ter ajudado também para esse fiasco de público a ausência de um(a) apresentador(a), reconhecidamente evangélico(a), que emprestasse credibilidade e intimidade às participações. Com o Serginho Groisman nessa função, (ele não é reconhecido pelos crentes como um “irmão” que professa a mesma fé) é possível que o público tenha entendido que não se trataria de um culto inteiramente dedicado ao louvor e a adoração à Deus,  como esperava e gostaria que fosse. 
A resistência em não participar da festa pode ter maior razão na desconfiança de boa parte dos evangélicos com a repentina aproximação da TV Globo, porque eles trazem na memória marcas de hostilidades causadas pela emissora. Lembram, por exemplo, de como foram desdenhados e caricaturados em novelas, humorísticos e minisséries, além do sofrimento com difamação, injúria e depreciação da fé deles em reportagens e documentários.
A decisão de aproximar-se dos Reformados faz parte de um conjunto de medidas que visa melhorar a audiência da emissora junto à nova classe média e o consequente acréscimo do faturamento. Esse novo direcionamento resulta da observação de pesquisas que avaliam os anseios do telespectador e também de uma leitura cuidadosa do atual cenário econômico e social do país. Estudos acadêmicos recentes e informações atualizadas do IBGE apontam, por exemplo, para uma forte e crescente presença evangélica na composição da nova classe média. Dessa forma, apesar de contar com apenas 20% da população brasileira, de acordo com o Novo Mapa das Religiões publicado no ano passado pela Fundação Getúlio Vargas, é possível observar sinais de que esse segmento religioso já consegue influenciar a moral, a ética, a política, a cultura, a literatura, as artes, os costumes e a natureza do consumo em espaços sociais nos quais estão inseridos.
Atenta à nova configuração social e econômica brasileira, a emissora procura adequar-se ao novo momento. As mudanças ocorrem na grade da programação e na filosofia que direciona suas escolhas discursivas. A tendência, inclusive, é continuar com a mesma política de promoção de temas relacionados ao catolicismo romano e também ao espiritismo em sua programação. Por outro lado, deve abrir espaço na grade aos evangélicos e, logicamente, dispensar-lhes melhor tratamento e consideração. Isso inclui o uso do bom senso em pontuar ou particularizar eventuais críticas aos escândalos que surgirem no meio protestante, tendo o cuidado de preservar o restante do grupo.
A parceria entre os antigos desafetos vai sendo aos poucos viabilizada, iniciando-se pela música. Não será estranho, no futuro, que pastores ministrem através da tela da Globo. Cooperam para isso, a recusa da Rede Record em abrir espaço para as igrejas em sua grade, e a sua preferência por uma programação secularizada. Interessada em explorar o ainda insipiente e semiprofissional mercado da música gospel, que rende cerca de R$ 2 bilhões por ano, a Gravadora Som Livre, empresa das organizações Globo, criou a sua divisão “gospel” e contrata cantores que se destacam nesse meio.  Animada com a audiência do Festival e a ampla circulação de mensagens e vídeos relacionados ao tema nas redes sociais da internet, a emissora já prepara mais três edições do evento para este ano e estuda a criação de um programa musical gospel para as tardes de sábado.
Essa até recentemente impensável aproximação encontra resistências dentro da própria TV Globo e também entre os protestantes. O grupo ligado ideologicamente ao ex-diretor José Bonifácio de Oliveira Sobrinho, o “Boni”, não concorda com mudanças na filosofia da programação cristalizada e consagrada pela emissora. Essa discordância advém do temor de que as medidas causem prejuízos à imagem da empresa junto ao público e aos anunciantes. Do lado protestante podem ser encontradas pelo menos três correntes de opinião sobre a parceria com a Rede Globo; todas elas oriundas de igrejas, da mídia evangélica e de seminários teológicos.
A primeira diz respeito ao discurso dos que se posicionam radical e incondicionalmente contrários à midiatização do Evangelho, também chamada por eles de espetacularização do Evangelho. Eles são ainda mais intransigentes quando se trata de associação da igreja com a mídia secular, especialmente com a Globo. Para eles, é impossível a conciliação de interesses entre as duas partes visto que os propósitos delas são incompatíveis. Um exemplo desse discurso de resistência pode ser encontrado no blog do pastor Renato Vargens, para quem “é claro que os interesses globais estão bem além dos ritmos e melodias entoadas pelos cantores evangélicos tupiniquins.”
A segunda opinião reflete a visão também crítica e desconfiada, mas com relativa abertura ao diálogo, do grupo dos moderados. Eles são favoráveis à presença do Evangelho na mídia, desde que a temática seja puramente cristã. Assim, alertam para o perigo de se compartilhar a programação santa com a profana; os interesses do Reino de Deus com os do mercado, visto que essas coisas podem resultar na descaracterização ou na banalização da mensagem do Evangelho. No entanto, os moderados não são de todo relutantes em negociar os métodos e as técnicas de evangelismo, desde que essa negociação não ofereça riscos aos princípios da ética cristã e à integridade da mensagem das boas novas de salvação.
O terceiro grupo compartilha as mesmas preocupações quanto à necessidade de divulgar e de preservar a essência do Evangelho. No entanto, diferencia-se dos dois primeiros grupos ao não oferecer resistência à aproximação da mídia secular e por não apresentar rígidas e claras condições prévias para o encontro, o que pode deixar vulnerável a prática dos princípios éticos cristãos e diluir a mensagem do Evangelho. Como objetiva garantir a sua inserção no contexto da programação televisiva, prefere confiar na possibilidade de que os parâmetros balizadores do relacionamento entre as partes sejam construídos, dialogicamente, durante o processo de convivência. Dessa forma, o grupo não se sente constrangido, por exemplo, em participar aleatoriamente de qualquer formato de programa de auditório secular por acreditar que no final, o Evangelho sairá em vantagem.
 O pastor Silas Malafaia é uma das vozes mais representativas do discurso evangélico a favor da parceria com a televisão. Ele, inclusive, é o principal articulador do Festival Promessas junto à diretoria da TV Globo. Em resposta às críticas ao show, escreveu no Twitter que os crentes não são ingênuos quanto aos interesses comerciais da emissora. Na ocasião, destacou a importância desse show que pregou a palavra de Deus, por meio da música, utilizando-se da excelente estrutura da maior rede de televisão do país. Para ele, o evento ocorreu em resposta às orações de muitos que sonharam com oportunidades assim, em que milhões de pessoas pudessem ouvir falar da salvação em Jesus, o Cristo. Resumindo o pensamento desse grupo e expressando a natureza dos interesses envolvidos nessa relação de parceria, o jovem pastor Junior Souza afirma em seu blog que “a Globo usa os evangélicos para ganhar audiência e nós usamos a Globo para pregar o Evangelho”.
Para efeito de conclusão, pode-se afirmar que a repercussão desse acontecimento é boa para o arraial protestante porque promove o debate entre as suas mais variadas correntes ideológicas. Longe de ser um problema, a diferença de opinião é saudável em qualquer sociedade. Até porque a heterogeneidade de vozes pode promover a correção de rumo, o controle e o equilíbrio das práticas discursivas numa dada comunidade. Em Provérbios 11:14 mesmo diz que numa multidão de conselhos, é possível encontrar conselhos sábios. 
Algumas perguntas preocupadas emergem das discussões sobre o Festival e merecem consideração. Deve-se avançar ou retroceder nesse processo? É possível conciliar os interesses comerciais da emissora com a pregação do Evangelho? Como agir com aqueles que estarão interessados em prestígio pessoal, fama e dinheiro no lugar da evangelização? É possível conciliar prestígio pessoal, fama e dinheiro com a vida de pregação do Evangelho? O que fazer quando chegarem os escândalos dos que estiverem em evidência? Como aproveitar o espaço na TV para evangelizar com eficácia e eficiência? O que muda nas estratégias de evangelismo e de missões de agora em diante, levando-se em consideração essa nova realidade? Quais seriam as condições restritivas básicas a serem apresentadas pelos evangélicos na mesa de negociação com a TV? Que projeções sobre a situação espiritual e sobre o crescimento numérico podem ser feitas, a longo prazo, da parte evangélica que participa da programação da TV secular e da parte que não participa?
Querendo ou não, o Festival Promessas constituiu-se em marco para a grade da TV brasileira e também para a relação dos evangélicos com a televisão. Essa parceria é uma realidade que está posta. Agora é saber como esse relacionamento será conduzido. Possivelmente outras redes de TV também procurarão se aproximar dos crentes com os mesmos objetivos. E não se pode negar a capacidade delas em alcançar o grande público, o que interessa aos evangelizadores. Com isso, espera-se que as águas sejam mexidas e as redes de indistintas denominações evangélicas encham-se de almas. Pode-se estar no tempo da grande colheita de almas tantas vezes orada e profetizada.
Para isso, urgem investimentos cuidadosos e expressivos no treinamento de obreiros e no discipulado dos novos crentes que virão. Essas medidas são necessárias para que o esforço da evangelização resulte em pessoas nascidas de novo em Cristo, que esperem o Céu e sejam testemunhas fiéis do Senhor perante o mundo. Do contrário, poderemos ter um amontoado de admiradores e adeptos sem que sejam, de fato, convertidos. Que o Espírito Santo nos dirija em todo o bom propósito, tornando-nos sensíveis e obedientes à voz de Deus e também que Ele convença uma multidão de brasileiros dos seus pecados, do Juízo e da Justiça. 
Orley José da Silva, é professor universitário em Goiânia, mestrando em linguística/UFG e evangelista da Assembléia de Deus do bairro de Campinas. E-mail: proforleyjose@gmail.com

Grupo de bruxas mira Tebow, mas intercessores cristãos reagem

Publicado em Tim Tebow por juliosevero em 15 15UTC janeiro 15UTC 2012

Grupo de bruxas mira Tebow, mas intercessores cristãos reagem

Um coven de bruxas se uniu para lançar um feitiço, na esperança de encerrar a sequência de vitórias miraculosas do jogador Tim Tebow em favor de seu time Denver Broncos.
Tebow orando antes de uma partida

Lorelei e Lori Bruno, duas bruxas de Massachusetts, realizaram uma sessão espírita ao meio-dia da sexta-feira 13 na Esquina do Esconderijo do Corvo, na cidade de Salem, Massachusetts. A meta delas: garantir que o time New England Patriots derrote Tebow e seu time Denver Broncos.

“Vou levantar a energia do universo e enviar todos os encantamentos”, Lorelei disse para o jornal Boston Herald. “Lori invocará os anjos”.
As bruxas afirmam que não estão fazendo bruxaria contra Tebow, mas confessaram que querem fazer um altar com um boneco de Tom Brady, zagueiro do New England Patriots [para ajudá-lo a vencer Tebow]. Uma bruxa da localidade teria costurado o boneco, que ficará no altar ao lado das bolsas cheias de ervas e pedras para ajudar todos os jogadores do New England Patriots.
Bruxas Lorelei e Lori invocando espíritos

“Tom Brady verá o que ele precisa ver, estará onde ele precisa estar e conduzirá o New England Patriots a outra vitória”, Lorelei disse ao Boston Herald.

Entretanto, os cristãos não estão se curvando a essa bruxaria. Kim Daniels, fundadora dos Ministérios Palavra Falada, uma igreja multirracial de periferia de cidade, e vereadora da cidade de Jacksonville, Flórida, está organizando intercessores para orar às 17h e meia-noite, horários que as bruxas chamam de “a hora das bruxas” e que Kim chama de “a hora do Espírito Santo”.
“O governo de Deus está se manifestando e expondo a escuridão. Vamos ter muitos montes Carmelos onde nos defrontaremos com o diabo, e ele não vai ficar com a glória”, disse Kim.
“Exatamente como cremos em Jesus, há pessoas que acreditam no diabo. Essa é uma chamada para a igreja despertar. O mal existe e em qualquer lugar em que a luz, haverá choque com as trevas. No estádio de futebol é hora de Tebow. Mas na esfera espiritual é hora de Jesus. Tebow pertence a Jesus”.
Fonte: Charisma
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