Como a OMS distorceu dados da mortalidade materna para avançar a agenda do aborto
Como a OMS distorceu dados da mortalidade materna para avançar a agenda do aborto
Comentário de Elizabeth Walsh
WASHINGTON, DC, 6 de julho de 2009 (Notícias Pró-Família) — Num relatório anual recentemente divulgado sobre a condição da saúde mundial, a Organização Mundial de Saúde (OMS) apresenta estatísticas que enganosamente parecem colocar a mortalidade materna em pé de igualdade com outras doenças assassinas mundiais como a malaria e o HIV/AIDS. Essa nova abordagem contradiz outros relatórios da OMS em que a mortalidade materna nem mesmo chega entre as dez principais doenças que mais matam no mundo, ficando na posição de certo modo mais baixa do que as fatalidades de acidentes de carro.
A confusão surge primeiro na segunda tabela do relatório, que fornece dados sobre a mortalidade devido a causas maternas, o HIV/AIDS, a malaria, a tuberculose, as doenças cardiovasculares, o câncer e os ferimentos. Todas essas causas de morte, exceto a mortalidade materna, estão entre as dez principais causas de morte mundial. Mas a mesma tabela de estatísticas mostra a mortalidade materna, como se fosse comparável aos outros.
Ainda mais confusa para o leitor casual é que as estatísticas na tabela de mortalidade materna realmente parecem ser uma causa maior do que as outras. A tabela mostra que a mortalidade materna tem um “índice de mortalidade” de 400 enquanto as doenças do coração, consideradas a causa número um de mortes no mundo inteiro, têm um índice de mortalidade de 301. Embora a própria OMS diga que a mortalidade materna mate 536.000 por ano e as doenças do coração matem 7,2 milhões, essa aparente paridade é alcançada quando os números de mortalidade materna são mostrados como um número variável de nascimentos vivos totais enquanto os outros são mostrados como um número variável da população total — uma mistura de maçãs e laranjas.
Os críticos acusam que o relatório é parte de uma contínua campanha das agências da Organização das Nações Unidas (ONU) e da OMS de exagerar a incidência real da mortalidade materna com o propósito de promover o aborto.
Um boletim da OMS de 2005 admitiu que relativamente poucos países fornecem dados confiáveis e completos sobre a mortalidade ou causa de morte. Aliás, dos 46 países africanos, que supostamente representam cerca de 50% das mortes maternas, só um país tinha dados completos disponíveis. Ainda assim, a OMS rotineiramente declara que cerca de meio milhão de mulheres morrem anualmente de “causas maternas” nos países em desenvolvimento, independente do fato de que os dados disponíveis dos países em desenvolvimento sobre esse assunto são inconfiáveis, com “margens de incerteza elevada”. A Divisão de População da ONU, o escritório oficial da ONU que lida com estatísticas, se recusa a usar o número de 500.000 precisamente porque não dá para confirmá-lo.
A ONU e suas agências firmemente propõem o aborto e a contracepção, sob o eufemismo de “planejamento familiar”, como o melhor jeito de resolver o problema exagerado da mortalidade materna. A declaração conjunta de 1999 disponibilizada pelo Banco Mundial, FNUAP, UNICEF e OMS reiterou a importância de reduzir a mortalidade materna por meio de “três áreas chaves para ação”: “capacitar as mulheres a fazer escolhas em suas vidas reprodutivas”, melhorar o “acesso para e qualidade de serviços de saúde materna” e “garantir acesso para informações e serviços de planejamento familiar”.
A conferência “Mulheres Dão a Luz” de 2007 patrocinada pela ONU também defendeu o que a Dra. Susan Yoshihara denominou de mentalidade “aborto primeiro” para melhorar a saúde materna. Isso subestima métodos comprovados de reduzir a mortalidade materna associada ao parto por meio do acesso a enfermeiras de parto especializadas e assistência obstétrica de emergência.
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com/2009/07/como-oms-distorceu-dados-da-mortalidade.html
Veja o artigo original aqui: http://www.lifesitenews.com/ldn/2009/jul/09070602.html
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“Anciões” da globalização querem ordenação de mulheres como pastoras, padres e rabinas
“Anciões” da globalização querem ordenação de mulheres como pastoras, padres e rabinas
Campanha dos 12 “apóstolos” da Nova Ordem Mundial critica igrejas por exclusão de mulheres da liderança masculina
Julio Severo
O bilionário Richard Branson e Nelson Mandela, um conhecido marxista pró-aborto e pró-homossexualismo, lançaram uma campanha internacional contra as igrejas que se recusam a ordenar mulheres. Para sua campanha, eles convocaram os “Anciões”, um grupo formado por doze ex-líderes mundiais que trabalham juntos para promover a paz e os “interesses comuns da humanidade”, e para lutar contra o sofrimento humano.
Os “Anciões” incluem o ex-presidente do Brasil Fernando Henrique Cardoso; o ex-secretário geral da ONU Kofi Annan; a ex-primeira ministra irlandesa, alta comissária de direitos humanos da ONU e feminista pró-aborto, Mary Robinson; a ex-primeira ministra da Noruega, Gro Brundtland; Nelson Mandela; o ex-presidente americano Jimmy Carter; e outros. O presidente dos “Anciões” é o arcebispo anglicano Desmond Tutu.
Na campanha, os “Anciões” atacam a Igreja Católica, a Convenção Batista do Sul dos EUA e todas as outras igrejas que se recusam a permitir que mulheres se tornem pastoras, padres ou bispas. Na sua participação, o “Ancião” Jimmy Carter comenta que abandonou a Convenção Batista do Sul porque as mulheres são “proibidas de trabalhar como diaconisas, pastoras ou capelãs no serviço militar”.
“Cremos que a justificação de discriminação contra as mulheres e meninas na base da religião ou tradição, como se tivessem sido prescritas por uma Autoridade Mais Elevada, é inaceitável”, diz uma declaração escrita pelos Anciões.
“De forma especial, exortamos os líderes religiosos e tradicionais a darem exemplo e mudarem todas as práticas discriminatórias dentro de suas próprias religiões e tradições”, diz a nota divulgada, referindo-se à proibição de mulheres ocuparem posições de chefia nessas religiões e tradições.
Carter: “não” para as igrejas cristãs que não ordenam mulheres, mas “sim” para os grupos muçulmanos que maltratam mulheres
Carter é o “Ancião” que mais tem escrito sobre esse assunto. Escrevendo numa coluna no jornal inglês Observer, a qual já foi reproduzida em outras publicações, Carter afirma: “Durante os anos da igreja primitiva as mulheres atuavam como diaconisas, pastoras, bispas, apóstolas, mestras e profetisas. Só foi a partir do quarto século que líderes cristãos dominadores, todos homens, torceram e distorceram as Sagradas Escrituras para perpetuarem suas posições de autoridade dentro da hierarquia religiosa”.
Carter liga a recusa de ordenar mulheres como pastoras, padres e rabinas ao abuso contra as mulheres, dizendo que a decisão de limitar o ministério aos homens “fornece a base ou justificação para boa parte da geral perseguição e abuso contra as mulheres no mundo inteiro”.
Embora Carter seja muito duro com os evangélicos, católicos e judeus, ele porém não demonstra semelhante dureza com os muçulmanos. Recentemente, ele agiu amigavelmente com grupos terroristas islâmicos como o Hamas, que querem a destruição de Israel e têm políticas horríveis de tratamento das mulheres.
Ele abandonou a Convenção Batista do Sul por causa da questão da ordenação feminina, mas ele tem dificuldade de evitar os grupos muçulmanos terroristas por causa dos maus-tratos e até mesmo “assassinatos de honra” contra mulheres. Acerca do aborto, ele disse: “Pessoalmente, sou contra o aborto, mas as mulheres têm o direito”. Embora sua ex-Convenção Batista do Sul não tenha simpatia alguma pelo aborto legal e pelos maus-tratos e “assassinatos de honra” contra mulheres, esta é basicamente a opinião dele:
* A liberdade feminina tem de envolver acesso ao aborto e a todos os cargos de liderança masculina.
* O Hamas, que comete atos terroristas contra Israel e crimes contra as próprias mulheres muçulmanas, deve ser respeitado e não deve ser tratado como um grupo terrorista.
* As igrejas evangélicas e católicas e as sinagogas que não ordenam mulheres devem ser boicotadas…
“Ancião” ateu marxista repreende igrejas
Os 12 “Anciões” atacam o que eles consideram discriminação religiosa às mulheres em vídeos produzidos para a campanha condenando a exclusão das mulheres dos espaços masculinos de liderança nas igrejas. O “Ancião” Fernando Henrique Cardoso diz em seu vídeo: “A idéia de que Deus está por trás da discriminação é inaceitável”.
Embora seu perfil como ateu marxista e defensor da maconha o distanciem do Cristianismo, o “Ancião” FHC está empenhado na eliminação dos obstáculos para a inclusão total das mulheres na liderança das igrejas cristãs.
O envolvimento de um ateu marxista na repreensão às igrejas é uma mudança drástica nas políticas globais voltadas para as mulheres. Essas políticas, que há décadas exigem a abertura de todos os espaços do mercado de trabalho para as mulheres, sempre se limitaram à esfera secular.
Conferência Mundial da ONU sobre as Mulheres
Um dos principais objetivos da ONU, por exemplo, é empurrar todas as mulheres ao mercado de trabalho, principalmente os cargos de liderança. A 4ª Conferência Mundial sobre as Mulheres, realizada pela ONU em Beijing, China, de 4 a 15 de setembro de 1995, deu grande destaque à formulação de políticas e leis nacionais e internacionais para empurrar as mulheres casadas ao mercado de trabalho. Muitas outras conferências e documentos da ONU colocam a mulher como prioridade de suas políticas.
O relatório final dessa conferência da ONU recomenda de modo enfático:
“Os governos têm de adotar medidas especiais para garantir que as moças tenham as qualificações necessárias para participar de forma ativa e eficaz de todos os níveis de liderança social, cultural, política e econômica”. (Relatório oficial da 4ª Conferência Mundial da ONU sobre as Mulheres, Beijing, China, 4 a 15 de setembro de 1995, Capítulo II:40)
“Os governos têm de desenvolver treinamento e oportunidades de liderança para todas as mulheres, incentivando-as a assumir papéis de liderança…” (Relatório oficial da 4ª Conferência Mundial da ONU sobre as Mulheres, Beijing, China, 4 a 15 de setembro de 1995, Capítulo IV:83.[h])
Aparentemente, a intenção da ONU é apenas promover o bem-estar das mulheres. Contudo, todas as políticas da ONU na área de educação, saúde e trabalho para as mulheres estão ligadas a medidas contraceptivas, isto é, medidas que afastam as mulheres do lar e de uma fertilidade normal, livre e saudável.
NSSM 200: O que está por trás das “boas” intenções…
Para entender o que está por trás dessas políticas, é indispensável conhecer o documento “National Security Study Memorandum 200: Implications of Worldwide Population Growth for U.S. Security and Overseas Interests” (Memorando de Estudo de Segurança Nacional 200: Implicações do Crescimento da População Mundial para a Segurança e os Interesses Externos dos Estados Unidos), classificado sob o código “NSSM 200”, documento confidencial elaborado pela Casa Branca em 1974. O NSSM 200 diz:
“Finalmente, prestar serviços de planejamento familiar integrado aos serviços de saúde de maneira mais ampla ajudaria os EUA a combater a acusação ideológica de que os EUA estão mais interessados em limitar o número de pessoas dos países menos desenvolvidos do que em seu futuro e bem-estar”. (NSSM 200, pág. 177)
O NSSM 200 deixa claro que as constantes recomendações no sentido de incutir nas mulheres a igualdade com os homens no mercado de trabalho e na liderança política e social têm como objetivo não a libertação da mulher no sentido cristão da palavra, mas o uso da mulher para o controle de nascimentos:
“A condição e a utilização das mulheres nas sociedades dos países subdesenvolvidos são particularmente importantes para a redução do tamanho da família. Para as mulheres, trabalhar fora de casa oferece um incentivo para se casarem e engravidarem mais tarde, e para terem menos filhos após o casamento. As pesquisas mostram que a redução da fertilidade está relacionada com o trabalho da mulher fora do lar”. (NSSM 200, pág. 151)
O NSSM 200 revela que, além do aborto, a estratégia mais eficaz para reduzir a população mundial é integrando o controle da natalidade aos serviços de saúde dirigidos às mulheres e investindo em leis internacionais para promover a entrada em massa das esposas no mercado de trabalho.
A Nova Ordem Mundial imposta pela ONU sob inspiração americana
Com investimentos colossais do governo americano durante décadas, as recomendações secretas do NSSM 200 acabaram sendo aplicadas. A ONU tem sido o principal veículo para a implementação dessas políticas que, com a desculpa de avançarem os direitos das mulheres, promovem os interesses da elite globalista, que vê as mulheres como prioridade absoluta em sua missão ambiciosa de diminuir o número de bebês que nascem no mundo.
Embora a extinta União Soviética tenha sido o maior investidor na promoção mundial do socialismo (cuja ideologia pregou e praticou na sociedade soviética o controle de nascimentos, a inclusão forçada das mulheres casadas no mercado de trabalho, o esvaziamento do lar de toda presença feminina, etc.), de longe o maior investidor e promotor nos bastidores internacionais, inclusive na ONU, de políticas e leis promovendo o aborto, a contracepção e a entrada em massa das mulheres casadas no mercado de trabalho são os EUA.
O controle da ONU e dos EUA sobre as mulheres através dos serviços de saúde e de políticas que incentivam as mulheres a ocupar posições de liderança masculina no mercado de trabalho tem o objetivo exclusivo de reduzir o número de bebês no mundo e diminuir o tamanho da família humana.
É exatamente nesse contexto que se deve entender a campanha dos “Anciões”, cuja iniciativa para a inclusão das mulheres na liderança das igrejas nada mais é do que uma extensão religiosa das medidas seculares dos EUA e da ONU para a redução da população mundial.
“Ancião” Tutu: ordenação de mulheres e homossexuais
Hoje, os “Anciões” exigem das igrejas ordenação das mulheres, sob a alegação de que não ordená-las como pastoras, padres ou rabinas equivale à perseguição e abuso contra elas. No que depender de Desmond Tutu, o cabeça dos “Anciões”, as exigências da Nova Ordem Mundial sobre as igrejas não ficarão limitadas ao feminismo, pois recentemente Tutu comparou a ordenação de homossexuais à ordenação de mulheres, dizendo: “Eu acharia impossível ficar parado quando pessoas estão sendo perseguidas por algo sobre o qual elas nada podem fazer — sua orientação sexual”.
O trabalho das mulheres casadas, seja como pastoras ou qualquer outra profissão, reduz a fertilidade delas e o tamanho de suas famílias. De forma igual, o envolvimento dos homens no homossexualismo resulta em menos fertilidade masculina na sociedade: menos homens se casando com mulheres e gerando filhos no casamento. Ambos os exemplos atendem aos interesses da elite que almeja a redução da população mundial.
O discurso de Tutu é: não abrir o púlpito para mulheres e homossexuais é abuso contra mulheres e homossexuais e é, segundo ele, a causa da perseguição e violência contra as mulheres e os homossexuais.
As igrejas estão assim recebendo repreensões e ordens de religiosos ultra-liberais como Tutu e até de ateus como Fernando Henrique Cardoso, para que se adaptem à Nova Ordem Mundial. Depois de muitas décadas de ações dos planificadores sociais da ONU e dos EUA, agora nem as igrejas estão conseguindo ficar isentas das transformações globais exigidas pelos 12 “apóstolos” da Nova Ordem Mundial.
Se as mulheres podem agora trabalhar como soldadas, generais militares e ocupar muitos outros cargos de liderança masculina, por que elas deveriam ser proibidas de ser pastoras, padres e rabinas? Se as religiões ficarem isentas da inclusão das mulheres em sua liderança, o NSSM 200 e os planos da ONU não poderão ser totalmente e eficazmente implementados nas sociedades. Para que a agenda deles de nascimentos reduzidos avance, todas as mulheres têm de ter acesso a todas as posições de liderança, inclusive religiosas.
Controle populacional: seus efeitos
Quando o assunto é controle populacional, os EUA, a ONU e os “Anciões” estão dispostos a fazer a família humana pagar qualquer preço. E o preço deles é mais mulheres na contracepção e em posições de liderança masculina e mais homens no homossexualismo.
O mesmo sistema mundial que impôs a inclusão das mulheres em todas as esferas de liderança masculina secular agora impõe sobre as igrejas a inclusão das mulheres na liderança eclesiástica, tornando todos os púlpitos parte da ambiciosa agenda de redução populacional para todas as famílias da terra. O mesmo sistema mundial que hoje impõe a valorização do homossexualismo na sociedade e a inclusão de homossexuais em papéis de liderança secular cedo ou tarde não isentará as igrejas e seus espaços de liderança dos mesmos ataques.
Entretanto, todas essas medidas são insuficientes para realizar uma completa redução da população mundial, pois como diz o NSSM 200: “Nenhum país já reduziu o crescimento de sua população sem recorrer ao aborto” (NSSM 200, pág. 182). É por isso que as conferências da ONU, que já conseguiram implementar e solidificar as recomendações do NSSM 200 sobre inclusão de mulheres na liderança social mundial, agora empenham-se em transformar, junto com o homossexualismo, o aborto em direito humano inalienável.
Os promotores do controle populacional têm várias estratégias, mas seu alvo é um só: os bebês. Suas estratégias incluem:
* Contracepção generalizada nos casamentos: menos bebês. Um produto internacionalmente imposto pela ONU e pelos EUA.
* Generalizado sexo divorciado do compromisso conjugal: menos bebês. Um produto internacionalmente imposto pela ONU e pelos EUA.
* Inclusão generalizada de mulheres em todas as ocupações masculinas de liderança no mundo secular: menos bebês. Um produto internacionalmente imposto pela ONU e pelos EUA. O que os “Anciões” querem é apenas uma extensão dessa estratégia ao mundo religioso.
* Homossexualidade generalizada entre os homens: menos fertilidade masculina na sociedade e menos bebês. Um produto internacionalmente imposto pelos EUA e pela ONU.
* Generalizado aborto legal como mero “direito” das mulheres: menos bebês vivos. Um produto internacionalmente imposto pelos EUA e pela ONU.
Essa é a guerra contra os bebês. Esse é o preço da agenda do controle populacional.
Controle populacional: suas raízes
Entretanto, a campanha dos “Anciões” não é a primeira iniciativa de controle populacional a atingir os cristãos. O movimento de controle da natalidade, que deu à luz o movimento de controle populacional, era um movimento espiritual, não secular. A primeira pessoa a pregar a redução do número de bebês nascidos para famílias cristãs foi a lésbica Annie Besant (1847-1933), que era uma líder teosófica, espiritualista, feminista e socialista radical na Inglaterra. O público da pregação dela era uma Inglaterra predominantemente protestante.
Mais tarde, a promíscua Margaret Sanger (1883-1966), que inventou o termo “controle da natalidade” e era igualmente uma socialista, teósofa e feminista revolucionária nos EUA, lançou o desafio da liberação da mulher por meio da contracepção. Ela fundou o movimento de controle da natalidade na nação americana predominantemente protestante e organizou a pioneira Conferência de População Mundial em Genebra, na Suíça, em 1927. Essa primeira conferência de controle populacional foi a precursora das grandes conferências modernas de população da ONU.
Hoje, a Federação Internacional de Planejamento Familiar (cuja sigla em inglês é IPPF), fundada por Sanger em 1952, é a mais importante aliada e inspiradora da ONU e é há várias décadas a maior promotora de aborto, planejamento familiar e educação sexual do mundo.
Em seu primeiro jornal The Woman Rebel (A Mulher Rebelde), Sanger confessou: “O controle da natalidade atrai os radicais mais avançados do socialismo porque sua prática mina a autoridade das igrejas cristãs. Algum dia espero ver a humanidade livre da tirania do Cristianismo…”
Ela estava certa. As nações hoje mais pró-aborto, pró-homossexualismo, pró-contracepção e pró-feminismo tinham outrora culturas predominantemente protestantes. Elas agora são nações pós-cristãs, onde sob a dominante cultura contraceptiva — com suas mulheres em liderança masculina, homens no homossexualismo e poucas e pequenas famílias — a população européia está diminuindo drasticamente e os muçulmanos na Europa estão — com suas esposas em casa gerando filhos — experimentando um crescimento populacional explosivo por meio de suas muitas famílias grandes. O controle da natalidade garantiu para futuro bem próximo a extinção da civilização européia e a dominação muçulmana sem precedente na Europa. (Sobre esse assunto, veja este vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=e8mFeWLwJx8)
Quem resistirá aos “Anciões”?
Quer conscientemente ou não, o estilo de vida e a mentalidade de muitas igrejas e cristãos já sucumbiram sob os imensos feitiços e ilusões da Nova Ordem Mundial inspirada e criada por Annie Besant, Margaret Sanger, NSSM 200, a Federação Internacional de Planejamento Familiar e a ONU. Como conseguirão eles agora resistir aos “Anciões” da globalização?
Com informações do artigo “Jimmy Carter, Kofi Annan e outros ex-presidentes criticam pesadamente as igrejas cristãs por não ordenarem mulheres”, de John-Henry Westen & Patrick B. Craine.
See this article in Portuguese: Globalization “Elders” want female ordination as ministers, priests and rabbis
Fonte: www.juliosevero.com
Leia mais:
Rios de sangue: evangélico pró-vida do Brasil escreve sobre a cultura contraceptiva e as profecias do Apocalipse
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Perigo de divórcio instantâneo no Brasil
Perigo de divórcio instantâneo no Brasil
uma PEC prepara no Brasil a tragédia pela qual hoje passa a família na Espanha
Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz
Em 17 de novembro de 2007, o jornal italiano Avvenire noticiava que a Espanha estava sendo devastada pela lei do “divórcio express”, introduzida em 2005[1] pelo Partido Socialista Operário Espanhol (correspondente ao PT brasileiro). Essa lei permite o fim da união matrimonial por decisão de uma das partes, sem necessidade de separação prévia ou de explicar as razões. O Instituto Nacional de Estatística registrou em 2006 um aumento de 330% de divórcios entre casais casados a menos de um ano.
Pode acontecer com o Brasil o que já acontece na Espanha, onde a lei do “Divórcio Express” fez explodir a quantidade de divórcios do país.
Está em tramitação uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que pretende acabar com qualquer requisito constitucional para que um matrimônio seja desfeito. A proposta, originária na Câmara, está agora prestes a ser aprovada no Senado, onde recebeu o número PEC 28/2009.
Vejamos o que ela pretende.
Atualmente, assim se exprime a Constituição Federal acerca do divórcio:
Art. 226, §6º – O casamento civil pode ser dissolvido pelo divórcio, após prévia separação judicial por mais de um ano nos casos expressos em lei, ou comprovada separação de fato por mais de dois anos.
A PEC 28/2009 pretende simplesmente suprimir o texto acima sublinhado, dando ao dispositivo a seguinte redação:
Art. 226, §6º – O casamento civil pode ser dissolvido pelo divórcio[2].
O que isso significa? Que o legislador ordinário poderá, se quiser, instituir o divórcio sem quaisquer condições: sem prévia separação judicial, sem prazo de convivência, sem prévia separação de fato…
Se essa proposta de emenda for aprovada, o que deve acontecer em breve, não haverá mais nenhum obstáculo constitucional ao divórcio instantâneo, que tanto estrago fez e está fazendo à família espanhola. Casa-se hoje. Divorcia-se amanhã. Recasa-se depois de amanhã.
A PEC recebeu parecer favorável do relator Senador Demóstenes Torres (DEM/GO), que foi aprovado em 24/06/2009 na Comissão de Justiça e Cidadania[3].
Se não fizermos alguma coisa, acabará o resíduo de proteção à família que a Constituição promete no caput do mesmo artigo 226: “A família, base da sociedade, tem especial proteção do Estado”.
MANIFESTE-SE USANDO O “ALÔ SENADO”
O procedimento é simples e gratuito. Primeiro, tenha em mãos o número de seu CEP. Depois disque gratuitamente 0800 612211 A telefonista do “Alô Senado” atenderá perguntando o seu nome. Perguntará se é a primeira vez que você liga para o “Alô Senado”. Depois, ela perguntará o número do seu CEP, a fim de fazer sua ficha, para novas ligações. Feita sua ficha, ela anotará sua mensagem, que pode ser, por exemplo:
Quero que os senadores votem pela rejeição total da PEC 28/2009, que abre caminho para o divórcio instantâneo no país. A família merece proteção constitucional.
Depois de ter anotado com atenção sua mensagem, a telefonista perguntará a quem você quer enviar a mensagem.
Você pode responder: a todos os senadores do meu Estado.
E ainda poderá acrescentar: Quero que os senadores de meu Estado usem a tribuna para protestar contra a PEC 28/2009
É fácil e é grátis. Ligue e ensine outros a ligar. Coragem!
MANIFESTE-SE USANDO O SÍTIO DO SENADO FEDERAL
Você pode também ir até o sítio do Senado para se manifestar.
Navegue até http://www.senado.gov.br/sf/senado/centralderelacionamento/sepop/?page=alo_sugestoes&area=alosenado
Preencher o campo “Remeter para” com “Comissão e Liderança”
Preencher o campo “Destinatário” com “Todos os Senadores”.
Clique em “Solicitação”
Preencha os campos “Remente”, “E-mail”, “Telefone”, “Cidade” e “UF” (obrigatórios)
Escreva a mensagem no campo “Sua mensagem”. Pode ser, por exemplo:
Quero que os senadores votem pela rejeição total da PEC 28/2009, que abre caminho para o divórcio instantâneo no país. A família merece proteção constitucional.
Preencha os dados pessoais marcados com asterisco.
Clique em Enviar.
Divulgação: www.juliosevero.com
[1] Spagna devastata dal “divorzio express”. Avvenire, 17-11-2007, p. 16.
[2] Cf.
[3] Cf. tramitação em
Entrevista de Julio Severo ao Ministério CACP
Entrevista de Julio Severo ao Ministério CACP
Ele sentiu na pele o que é ter seu direito de expressão vedado em um país que diz possuir uma das Constituições mais democráticas do mundo.
Julio Severo está no exílio!
O entrevistado desta vez é o ativista cristão Júlio Severo. Considerado uma das pessoas mais influentes da vanguarda conservadora no Brasil. Severo é reconhecido dentro e fora do Brasil por seus trabalhos de engajamento político na esfera literária contra os posicionamentos das ideologias esquerdistas e, sobretudo, na luta contra o que ele chama de “ditadura gay”. Do exterior, onde reside atualmente com sua família, ele concedeu esta entrevista ao Ministério CACP
CACP: Você considera seu ativismo cristão um ministério? Quando começou?
JS: Basicamente, sinto a inspiração do Espírito Santo me dirigindo a escrever textos que preencham as necessidades das pessoas, dentro de uma perspectiva de alerta. Minha preocupação, oração e ação social começaram em 1987, quando tomei duas iniciativas. Orando muito a Deus, fui até uma clínica clandestina de aborto na cidade de São Paulo e, me fazendo de interessado, consegui acesso direto à dona da clínica. Nesse encontro, falei de Jesus Cristo a ela e expliquei que o que ela estava fazendo era assassinato. Como ela não quis se arrepender, busquei muito a Deus e fiz contatos com polícias providenciados por Deus. A clínica foi fechada e a dona foi conduzida algemada. Pouco tempo depois, no mesmo ano, entrei no consulado americano para distribuir folhetos em inglês contra o aborto. Fiz isso porque achava (e ainda acho) repugnante que uma nação que se considere tão democrática seja indiferente aos bebês a ponto de defender legalmente o assassinato deles. Levei os folhetos para dentro do consulado e comecei a distribuir. Em seguida, uma funcionária americana chamou os seguranças e tirou-me à força os folhetos. Expliquei para ela que se ela não devolvesse, eu iria relatar para a mídia brasileira o que ela havia feito. Ela devolveu-me os folhetos e eu saí e fiquei na calçada do consulado, distribuindo os folhetos diante de seguranças americanos. Deixei bem claro para eles que o que eu estava fazendo era direito de livre expressão e que a calçada pertencia ao Brasil. Não tive problemas.
CACP: Recentemente você teve de sair do país por que sustentou algumas posições contrárias ao governo. Quais foram estas posições?
JS: Lula e seu governo não escondem de ninguém que querem criminalizar palavras contra a homossexualidade. E infelizmente todo o aparelho estatal está agora a serviço da vontade do socialista Lula. Nesse clima, os ativistas gays ameaçam ações contra toda pessoa que ousar manifestar uma opinião contrária à agenda gay. Já recebi muitas ameaças, e tudo o que faço é expressar minha opinião cristã de que o homossexualismo é pecado e perversão. Na opinião dos ativistas gays e do governo que os apóia, minha opinião é crime. Há agora algumas ações contra mim no Ministério Público Federal. Tive de sair do país, não porque desisti do meu ministério, mas apenas para não ser abusado por um governo sem seriedade que não consegue e não quer assegurar aos cidadãos de bem o direito legítimo de livre expressão.
CACP: Seu blog também foi cassado?
JS: Sim, meu blog já foi interditado, em julho de 2007, num caso que ficou muito conhecido. Na época, até mesmo o famoso filósofo Olavo de Carvalho escreveu um artigo importante no Jornal do Brasil denunciando a interdição, que foi provocada por uma avalanche de denúncias principalmente à ONG SaferNet, que considero hoje uma da ONGs mais perigosas para o direito de livre expressão no Brasil. Contudo, com a contínua denúncia de ativistas gays, o MPF continua pressionando o Google a fechar definitivamente meu blog. O Google responde que só o fechará com medida judicial adequada. Daí, o governo está buscando mecanismos — a aprovação do PLC 122 e outros projetos anti-“homofobia” — que consigam solapar a livre expressão. Se essas leis forem aprovadas, serei como um perseguido na época em que o nazismo assumiu “democraticamente” o governo alemão. Meu blog continua sob risco.
CACP: Em sua opinião o Estado Democrático de Direito pode estar sendo ameaçado?
JS: O que está sob gravíssima ameaça são as famílias naturais, a moralidade, os valores cristãos, etc. O tal “Estado Democrático de Direito” grita que deve haver separação entre igrejas e Estado, mas promove descaradamente a “cultura” afro-brasileira (que, para cristãos católicos e evangélicos, nada mais é do que bruxaria). Um Estado pode e deve ser separado das religiões e igrejas, mas não pode nem deve ser separado de Deus e seus valores. O Estado, conforme Romanos 13, tem o chamado imutável de ser ministro de Deus, isto é, servir a Deus, não servir a agenda gay, ou a agenda da “cultura” afro-brasileira, ou a agenda feminista, ou a agenda humanista, etc.
O chamado “Estado laico” nada mais é do que um embuste socialista para empurrar goela abaixo da população a “religião” (ou ideologia) socialista, feminista, homossexualista, ocultista, etc. O Estado que não quer nada com valores morais e cristãos está hoje essencialmente casado e colado com essas ideologias ultra-radicais.
CACP: Com o surgimento dos cyberespaços criaram-se novos paradigmas na esfera das relações sociais. A queda das fronteiras espaciais pela blogosfera ajuda de que maneira o direito de expressão?
JS: As mídias tradicionais (televisão, rádio e jornais e revistas impressos) estão em grande parte nas mãos de esquerdistas, mesmo entre os evangélicos, apenas fingindo um papel democrático. Basta ver que grandes redes de televisão “independentes” costumam receber patrocínio do governo, através de anúncios comerciais caríssimos feitos por estatais que nada mais são do que braços do governo para comprar a mídia. Quando o governo, com o coro de ONGs sustentadas por ele com nossos impostos, pede a legalização do aborto e a sacralização legal do homossexualismo, a mídia quase que inteira grita “Amém”, ainda fornecendo embasamentos jornalísticos para os pedidos do governo. É um surpreendente ventriloquismo com muita logística ideológica!
Graças a Deus, nos blogs não temos de dizer “Amém” às exigências imorais do governo. A internet fornece uma alternativa muito ampla e diferente de discordar e denunciar a visão esquerdista fechada que é imposta ao público brasileiro, seja evangélico ou não. É na blogosfera que o público tem acesso a informações que nunca estão disponíveis nos meios de comunicação. Não é a toa que o governo esteja preocupado com a internet, estudando meios para impor censura.
CACP: Há uma polêmica no evangélico sobre o cristão participar ou não da política. Qual a sua opinião a respeito?
JS: Querendo ou não, todos os cristãos já participam da política. Quando eles votam, escolhendo muitas vezes políticos incapazes, ineptos e ladrões, eles estão atuando politicamente. Para que um cristão ficasse totalmente neutro nos processos políticos, ele teria de não votar, mas o Estado brasileiro, que desconhece o direito democrático da livre escolha, impõe a ferro e fogo o voto obrigatório.
Além disso, quando pagamos impostos, conscientemente ou não estamos atuando politicamente, pois quando o governo Lula trabalha para implementar o aborto e o homossexualismo, não é com o dinheiro do bolso de Lula e seus amigos de partido que tal implementação é feita. Todas essas e outras medidas políticas são feitas com o dinheiro de cada cidadão brasileiro. Assim, querendo ou não, todos os cristãos do Brasil estão participando ativamente da política brasileira, sustentando financeiramente todas as intenções e ações políticas do governo na questão do aborto, homossexualismo, etc.
É claro que muitos cristãos vão muito além do voto e dos impostos em seu envolvimento político. Mas se é para participar da política para entrar nos esquemas de corrupção, sou contra. Na vasta maioria dos casos, é isso o que geralmente acontece.
Se é para entrar na política apenas para ser um bom administrador dos recursos estatais, sou contra também, pois a maior parte dos recursos estatais de hoje tem origem em roubo, isto é, o Estado está roubando dos cidadãos.
O ideal é um governo cobrar 10% ou menos de impostos. Mas hoje o governo Lula cobra praticamente 40%! Por muito menos (20%), Tiradentes lutou pela independência do Brasil. Hoje, ninguém luta pela independência desse sistema estatal opressivo, corrupto e ladrão. A maioria quer continuar dependente, pagando 40% de impostos. A maioria quer ficar nessa escravidão.
Nesse caso, como pode um cristão na política esperar a bênção de Deus para uma boa administração dos recursos estatais sabendo que a maior parte desses recursos foi obtida pelo Estado mediante uma cobrança criminosa de 40% de impostos? Deus não abençoa o roubo. Roubo é pecado, seja praticado por um indivíduo, um empresário ou pelo próprio Estado.
Esquecemos que o mandamento de Deus “Não furtarás” não se aplica somente a cidadãos, mas também a ladrões de maior tamanho. O Estado brasileiro viola frequentemente esse mandamento. Não podemos ser cúmplices desse grande ladrão.
CACP: Como você avalia a consciência política do cristão evangélico no Brasil?
JS: O que existe no meio cristão do Brasil (seja católico ou evangélico) é uma consciência política de linha exclusivamente esquerdista. Entre os católicos, o que predomina é a Teologia da Libertação. Entre os evangélicos, é a teologia da missão integral, embora os rótulos sejam muito flexíveis, pois os “cristãos” esquerdistas empacotam sua agenda ideológica com vários enfeites. A moda do momento é eles se classificarem como evangélicos “progressistas”. Os cristãos brasileiros então têm teologias influenciadas pela ideologia socialista. É dentro dessa realidade que eles têm envolvimento político. Falta uma consciência política inspirada nos valores do Reino de Deus. Somente tal inspiração pode enfrentar a predominância de idéias socialistas entre os cristãos.
CACP: Você acredita então que essa lacuna cultural política entre os evangélicos pode ser um fator determinante de estas leis, contrárias aos princípios cristãos, estarem sendo “empurradas” na sociedade?
JS: O que está faltando exatamente não é a presença cristã na política. Há hoje no Brasil muito mais políticos evangélicos do que políticos homossexuais. O problema é que essa presença cristã faz diferença apenas para os interesses de partidos políticos ou denominacionais, não dos interesses do Rei Jesus. Eles não querem se espelhar no rei Davi e outros excelentes modelos bíblicos.
Os políticos evangélicos progressistas (ou esquerdistas), que são maioria no Brasil, não têm interesse de derrotar a agenda gay, enquanto que os ativistas gays estão totalmente empenhados em varrer da sociedade e da cultura todo traço de influência cristã. A grande presença evangélica na política não é, infelizmente, reflexo de grande influência positiva. Uma minoria homossexual está prevalecendo porque tem uma agenda, enquanto os cristãos, sem saber qual é a agenda do Reino de Deus, pegam carona em agendas de inspiração duvidosa ou abertamente malignas. O resultado é que a minoria homossexual está passando a perna na maioria dos políticos cristãos.
CACP: Você poderia citar alguns destes projetos de leis anticristãs que estão em tramite na esfera governamental atualmente?
JS: Há vários projetos de lei que ameaçam o Brasil. Eu poderia fazer uma lista longa, mas há sempre novos projetos, sem mencionar que os parlamentares esquerdistas, em sua obsessão desesperadora de avançar sua agenda, chegam ao ponto de enfiar, por exemplo, num projeto sobre pesca algo que nada tem a ver: concessão de cargos elevados para homossexuais no governo!
Aqui vão as noções das principais ameaças:
1. Equiparar legalmente a união homossexual com a união conjugal normal, efetivamente protegendo e honrando uma relação sexual extremamente prejudicial.
2. Dar ao Estado autoridade ilimitada de intervir nas famílias em questões particulares de saúde e educação dos filhos. Uma consciência social ou cristã saudável reconhece que o Estado não tem esse direito. Os cidadãos devem trabalhar e lutar para coibir os abusos estatais.
3. Lançar incessantes medidas e campanhas para criminalizar todos os tipos de disciplina física de filhos dentro do lar, transformando pais e mães honestos em criminosos. Já há uma tendência no governo, principalmente entre psicólogos estatais e assistentes sociais, de definir e classificar TODA disciplina física no lar como “violência doméstica”.
4. Expor crianças de escolas a aulas obscenas e criminosas de educação sexual. Nesse caso, os pais nada podem fazer, porque o criminoso é o próprio Estado. Se um estranho da rua falasse para seu filho as mesmas coisas que o Estado fala para ele na escola, seria caso de polícia. Mas a quem recorrer quando o Estado age igualzinho a um criminoso da rua?
5. A sacralização legal do homossexualismo implicará na proibição de todo tipo de “preconceito” contra o homossexualismo. Por sua vez, isso implicará em inúmeras conseqüências horrendas. Por exemplo, se um pai ou mãe tentar proteger um filho de influências ou ambientes homossexuais ou até mesmo de aulas pró-homossexualismo na escola, sua atitude poderá ser classificada como preconceito, sem mencionar que se um menino de 12 anos cair na influência de homossexuais os pais nada poderão fazer, sob risco de serem acusados de preconceituosos se trabalharem para tirar o filho do homossexualismo.
6. Há muitos projetos de lei que tratam do aborto, como se fosse um problema de saúde pública, não um problema criminal. Isso é uma vergonha! Crime é crime. Assassinato é assassinato. Não podemos tratar crimes como o estupro e o aborto deliberado como se fossem problemas de saúde pública.
7. Vários projetos que, com a desculpa de combater o racismo ou a desigualdade racial, protegem e promovem diversas práticas de bruxaria debaixo da bandeira da “cultura” afro-brasileira.
CACP: Você tem falado muito atualmente sobre “lei da mordaça gay”, “ditadura gay” e expressões afins. O que isto significa realmente?
JS: O termo “lei da mordaça gay” não é por mim usado, pois considero-o suave diante das intenções dos projetos anti-“homofobia”. O que as leis anti-“homofobia” querem de fato é mandar para a cadeia toda pessoa que tiver opiniões contrárias ao homossexualismo.
Todas as leis anti-“homofobia” são essencialmente fascistas, pois impõem sua ideologia sobre a população e deixam apenas uma opção para os discordantes: o silêncio.
Para quem não sabe, o fascismo, em sua forma mais elevada, dominou a Alemanha no passado, mediante o Partido dos Trabalhadores Nacional Socialista, mais conhecido como Partido Nazista. Hoje sabe-se que Hitler e quase toda a cúpula nazista eram homossexuais.
Desde então, os mais famosos líderes fascistas da Europa sempre foram homossexuais.
Daí, não é de estranhar as características patentemente fascistas dos projetos de lei pró-homossexualismo e anti-“homofobia”. A agenda gay anda sempre de mãos dadas com o fascismo.
CACP: Recentemente foi lançado no Brasil um comercial de um remédio mostrando entre vários casais heterossexuais um casal gay masculino com uma criança. A mídia é importante aliada política na causa homossexual?
JS: A mídia é importante por vários motivos. Há nos meios de comunicação mais homossexuais do que no meio do público. Além disso, os valores da mídia são bem diferentes dos valores do público. Por exemplo, se a maioria do público rejeita o divórcio, o aborto, a prostituição e o homossexualismo, nos meios de comunicação as atitudes são exatamente contrárias. E, tal qual os religiosos mais devotos que querem converter as pessoas para sua fé, a mídia se enxerga no dever de converter o público de sua “ignorância” para a iluminação deles.
CACP: Neste caso qual o limite entre preconceito e liberdade de expressão?
JS: Para que haja limites numa família, grupo ou sociedade, alguém tem de estabelecer algumas regras importantes baseadas em valores. É impossível impor limites ou regras sem valores. Nenhuma sociedade existe num vácuo de valores. Quem definirá o que é preconceito? A definição ocorrerá num vácuo? Claro que não! Geralmente, valores humanistas, esquerdistas e homossexualistas dirigem a moderna definição de preconceito.
A liberdade de expressão nasceu nos países protestantes. Com a deterioração da ética protestante, modernamente a liberdade de expressão — totalmente desamparada de seus alicerces cristãos originais — se tornou uma ferramenta poderosa para avançar a ideologia de grupos ultra-radicais.
A sociedade está confusa. Quando vê cristãos sendo violentados em seus direitos, a mídia se recusa a dar-lhes voz ou mesmo citar que eles sofreram preconceito. Literalmente centenas de milhares de cristãos ao redor do mundo são todos os anos torturados e martirizados exclusivamente por sua fé, sem que os grupos de direitos humanos — que sabem proteger tão bem assassinos e estupradores — ajam para proteger esses cristãos, que não são assassinos, nem estupradores. Por outro lado, quando dois homossexuais adultos são justamente impedidos de se beijarem em público, a tropa de choque politicamente correta aparece correndo para colar a etiqueta “vítimas de discriminação” nos dois sem-vergonhas. Uma sociedade ou mídia destituída de valores morais não está apta a definir o que é preconceito, pois está cega e é motivada por muitas más intenções, manipulando assim notícias, os dados e as situações.
O limite ideal entre preconceito e liberdade de expressão só pode ser pesado por uma sociedade dirigida por valores cristãos. Quando as sociedades ocidentais tinham essa direção, a ameaça do homossexualismo e do aborto era um pesadelo inaceitável. Hoje o pesadelo está sendo imposto a essas mesmas sociedades, que abandonaram os valores cristãos. Quem está defendendo a livre expressão nesses países agora são os esquerdistas — mas uma livre expressão enganosa e maldosa que destrói a liberdade dos cristãos e dá a um comportamento antinatural (o homossexualismo) o direito de se expressar livremente.
Se não trabalharmos para construir uma sociedade baseada nos valores cristãos, o futuro é bem simples. As previsões demográficas indicam que em menos de cem anos a Europa e a maior parte de outros países ocidentais serão muçulmanas. Com o domínio muçulmano, a liberdade de expressão ficará a serviço da ideologia muçulmana. O homossexualismo voltará para o seu devido estado de ilegalidade, e isso é muito positivo. Contudo, os cristãos também serão colocados na ilegalidade. É um dilema inescapável e trágico. Se o islamismo não fosse dominar a Europa e a maior parte do mundo ocidental, os cristãos ainda assim seriam colocados na ilegalidade, pois é meta firme do fascismo homossexual exterminar os valores cristãos da sociedade e criminalizar as opiniões bíblicas. Os cristãos estão assim num imenso beco sem saída.
A liberdade de expressão, que no passado foi uma conquista tão importante das sociedades protestantes, hoje está a serviço da ideologia homossexual, humanista esquerdista e, em breve, muçulmana.
O crescimento muçulmano explosivo na Europa é conseqüência direta de famílias muçulmanas grandes, enquanto os cristãos suicidas têm famílias pequenas. Os muçulmanos são dirigidos por uma ética que coloca a família em primeiro lugar. Os cristãos são dirigidos pela ideologia do planejamento familiar. Essa ideologia impõe o prazer sexual em detrimento de tudo o mais. Esse contexto de obsessão social pelo planejamento familiar e sexo livre é o terreno ideal para a proliferação de todos os tipos de aberração sexual estéril, inclusive o homossexualismo.
O direito de livre expressão está sendo decidido hoje pela ideologia esquerdista e homossexual, mas em poucas décadas a ideologia muçulmana é quem decidirá. Os cristãos estão sem vez e sem voz na Europa porque se venderam ao controle da natalidade, que agora controla seu futuro, suas famílias, seu destino e sua espiritualidade. A cultura contraceptiva — que está destruindo as famílias cristãs — está prosperando hoje o homossexualismo e já lançou os alicerces irremovíveis da dominação do islamismo. É por isso que eu digo: os cristãos ocidentais são suicidas. Querendo ou não, eles são contra o projeto de Deus para a família e são a favor do homossexualismo e do islamismo. A ideologia do controle da natalidade, promovida e imposta pela ideologia socialista, traz consigo o aborto e o homossexualismo, que são fundamentais para a destruição da família cristã. É pura coincidência que muçulmanos radicais como o presidente do Irã apóiem Hugo Chavez, o socialista sem cérebro da Venezuela?
Nessa guerra cultural imensa, os cristãos escolheram o papel de agentes passivos, não agentes ativos de mudança. Daí, o direito de livre expressão é pesado e definido pelos esquerdistas e homossexuais, até que os muçulmanos se multipliquem o suficiente para assumir o controle.
CACP: Você é um dos articulistas do site Mídia Sem Máscara que é antagônico ao partidarismo de esquerda. Até que ponto a esquerda contribui e incentiva projetos que colidem com a fé cristã?
JS: O site Mídia Sem Máscara é um dos raros exemplos de resistência ao pensamento esquerdista dominante hoje no Brasil. A esquerda está por trás da vasta maioria das iniciativas pró-aborto e pró-homossexualismo no Brasil.
Temos o governo mais esquerdista do Brasil e, por pura coincidência, o governo mais pró-maconha, mais pró-aborto, mais pró-homossexualismo e mais pró-estupro psicológico de crianças nas escolas e menos pró-liberdade de expressão. Se um governo estrangeiro invadisse o Brasil e fizesse apenas metade das coisas que o governo Lula vem fazendo, pegaríamos em armas para derrubá-lo. Talvez seja exatamente por isso que o governo faça tantas campanhas de desarmamento.
CACP: Há um livro de “Rosa Luxemburgo” onde ela tenta juntar cristianismo e socialismo. Uma pessoa pode ser cristã e marxista ao mesmo tempo?
JS: Claro que não. O marxismo é essencialmente satânico e foi sem a menor sombra de dúvida a ideologia que mais derramou sangue cristão na História. Mas vivemos na era da hipocrisia e da cara-de-pau: homossexuais praticantes que se apresentam como pastores dizem com a maior naturalidade que o homossexualismo é um dom de Deus. Há também ladrões que se dizem pastores. E será estranho se um deles disser que é socialista?
CACP: Mas a Teologia da Libertação não comprova o que Luxemburgo diz?
JS: A Teologia da Libertação é uma aberração teológica, que profana o nome de Jesus Cristo, apenas usando-o como palanque da ideologia socialista. Enquanto que na Teologia da Prosperidade Jesus é o mordomo (ou garçom) que atende os pedidos de crentes gananciosos, na Teologia da Libertação Jesus é apenas um palanque político, onde cristãos socialistas oportunistas e igualmente gananciosos sobem em cima de Jesus para gritar e desabafar suas mediocridades políticas ao público. Embora Jesus ame os pobres como nenhum socialista mentiroso, Seu chamado aqui na terra não era marcado pela alimentação aos pobres. Aliás, Ele só fez isso duas vezes, na multiplicação dos pães, depois que as multidões estavam com Ele já havia mais de um dia ouvindo o Evangelho e estava tarde demais para comprarem alimento em outros lugares.
O Evangelho de Jesus Cristo cura, liberta e salva. O socialismo mente, escraviza, provoca feridas e mata. A Teologia da Libertação igualmente mente, escraviza, provoca feridas e mata, usando obscenamente o nome de Jesus.
CACP: Diante das desigualdades sociais geradas pela exploração dos ricos sobre os pobres na América Latina, não justificaria a opção de alguns evangélicos pelo socialismo?
JS: Eu acho muito interessante a atitude dos “cristãos” esquerdistas. Quando vemos um governo corrupto e imoral como o de Lula e nos revoltamos, eles nos dizem: “Temos de respeitar as autoridades. A Bíblia ensina isso”. Mas quando o governo não é socialista, eles imediatamente esquecem seus próprios conselhos e apelam para todos os tipos de iniciativas revolucionárias, rebeldes e insubmissas, podendo chegar ao absurdo da luta armada.
Em primeiro lugar, a Bíblia diz que sempre haverá pobres, e o próprio socialismo é prova disso. Por onde o socialismo passou, trouxe miséria. Na extinta União Soviética, enquanto a elite socialista era riquíssima, o povo vivia a igualdade do socialismo: todos eram pobres. Em Cuba, a mesma coisa. Enquanto o ditador Fidel Castro é um dos homens mais ricos do mundo, o povo cubano é um dos mais pobres… O socialismo sabe explorar os pobres com as promessas mais elegantes.
Apesar disso, os socialistas pregam que o simples fato de um homem ser rico já o torna digno do título de opressor. Assim, na visão socialista TODOS os ricos são opressores. Embora a Bíblia condene a opressão, certamente o socialismo e a Bíblia têm padrões muito diferentes para medir o que é opressão. Pelo padrão socialista, Abraão, Isaque, Davi e outros israelitas do Antigo Testamento eram opressores, pois tinham riquezas e empregados.
Deus não deu ao Estado nenhuma autoridade de redistribuir renda. Por isso, a resposta para a exploração dos pobres pelos ricos não é o socialismo, mas a Palavra de Deus.
Em situações em que há exploração, os ricos devem ser julgados. Em situações em que não há exploração, os ricos são exortados (nunca ordenados por nenhuma imposição legal ou o que quer que seja) a dividir com os pobres. Leis que obrigam a divisão de riquezas violentam a Palavra de Deus, pois mesmo Deus sendo Juiz não ordena nenhuma distribuição de renda. Isso deve ser feito por amor e iniciativa do próprio dono das riquezas. Quando não há amor, o resultado é ódio, morte e destruição — características que estão muito ligadas ao socialismo.
Abraão, Isaque e outros homens da Bíblia eram ricos: tinham muito gado, ouro e empregados. Deus os abençoou e seria um crime dividir essas riquezas com pagãos que usam recursos para o pecado. Diferente deles, eu não tenho riquezas nem propriedades, mas a Palavra de Deus deixa claro que não é pecado tê-las. Pelo contrário, elas são resultado de esforço e trabalho. Tudo o que os ricos precisam fazer é estar abertos ao Espírito Santo, para poderem ser usados para todo tipo de boa obra:
“Aos que têm riquezas neste mundo ordene que não sejam orgulhosos e que não ponham a sua esperança nessas riquezas, pois elas não dão segurança nenhuma. Que eles ponham a sua esperança em Deus, que nos dá todas as coisas em grande quantidade, para o nosso prazer! Mande que façam o bem, que sejam ricos em boas ações, que sejam generosos e estejam prontos para repartir com os outros aquilo que eles têm. Desse modo eles juntarão para si mesmos um tesouro que será uma base firme para o futuro. E assim conseguirão receber a vida, a verdadeira vida.” (1Tm 6:17-19 NTLH)
Portanto, a definição de exploração deve ser decidida pelo padrão da Palavra de Deus, não pela ideologia socialista, que está devorando o Brasil como um câncer e querendo usar o Estado como uma ferramenta de justiça social artificial e uma ferramenta de amor artificial em favor dos pobres. O papel do Estado não é impor o amor — o que acaba gerando justo ódio —, mas apenas castigar os criminosos. É papel da igreja pregar o amor e é papel dos cristãos — sejam eles ricos ou pobres — viver o amor.
Nem mesmo a igreja tem o chamado de impor o amor.
Nessa importante questão, o Estado está desrespeitando e violando a parede entre Estado e igreja.
Um trabalhador trabalhou e o patrão não pagou? É dever do Estado punir aquele que quebrou o contrato de trabalho. Um homem é rico e outros ao seu redor são pobres? Não é dever, nem chamado do Estado tirar (através de impostos criminosos) daquele que tem mais para dar para quem tem menos. Isso é roubo.
É dever da igreja, e somente da igreja, ensinar que tudo isso seja feito na base do amor.
CACP: Em sua opinião o que falta à igreja brasileira na atual conjuntura?
JS: Compreender nosso papel na sociedade. As feministas, os ativistas homossexuais, os socialistas e os sacerdotes da “cultura” afro-brasileira avançam furiosamente suas agendas na sociedade, e quando o cristão tenta avançar uma ideologia cristã, eles gritam: “Lembre-se: O Estado é laico. Você não tem o direito de promover ou impor a agenda cristã na sociedade. Só nós temos o direito de impor nossa ideologia nas leis e sociedade”. Falta aos cristãos visão para enxergar que o Estado laico-louco está deliberadamente removendo a agenda cristã da sociedade para dar espaço para outras agendas. Temos de parar de choramingar, sair da posição defensiva e assumir uma posição ofensiva, avançando a agenda política do Reino de Deus.
CACP: Qual a mensagem que você deixaria aos internautas do nosso site?
JS: Buscar o Reino de Deus acima de todas as coisas. O Reino de Deus é o Governo de Deus. Somos chamados a promover a maior ideologia política do universo: A ideologia do Reino de Deus.
Buscando o Reino de Deus sobre todas as coisas, todas as coisas nos são acrescentadas. Essa é a promessa do Senhor Jesus em Sua Palavra.
Karl Marx e seus nefastos descendentes ideológicos (ateus e pseudo-cristãos) fazem promessas em cima de mentiras e ilusões, inspirados pelo pai da mentira.
Quando buscamos o governo deste mundo, que promete emprego, saúde, educação, etc., não experimentamos a realidade de todas as coisas nos sendo acrescentadas.
Só Jesus faz promessas reais e as cumpre. Só o Governo de Deus pode nos suprir tudo — educação, saúde, emprego, moradia, etc.
Por isso, convido todos os leitores cristãos deste site, que têm vontade de atuar politicamente, a abraçarem o Rei Jesus e serem instrumentos da poderosa e sublime ideologia política do Reino de Deus.
Fonte: Ministério CACP
Divulgação: www.juliosevero.com
Há uma ligação entre autismo e o DNA de bebês abortados presente nas vacinas?
Há uma ligação entre autismo e o DNA de bebês abortados presente nas vacinas?
Dra. Theresa A. Deisher
21 de julho de 2009 (Notícias Pró-Família) — Exatamente quando a indústria farmacêutica estava pensando que a controvérsia vacinas-autismo havia sido resolvida, a Comissão Consultiva Nacional sobre Vacinas (CCNV) recomendou estudos adicionais para averiguar a segurança das vacinas. Uma sensação de medo com relação à segurança do calendário americano de vacinação está levando um número cada vez mais elevado de pais a optarem por não participar de todas as campanhas de vacinação. O número de crianças que não têm todas as vacinas chegou agora a um ponto em que a imunidade de todos pode estar sob risco, levando a Vigilância Sanitária dos EUA a realizar reuniões informais com o público e a formar um Grupo de Trabalho sobre a Segurança das Vacinas. Apesar de pesquisas excluindo o mercúrio (tiomersal) ou a dose de sarampo de uma vacina específica, o autismo continua a crescer num nível de uma em cada 64 crianças na Inglaterra.
O relatório inicial da CCNV recomenda estudos adicionais sobre o potencial para as vacinas contribuírem com o autismo em crianças que têm doenças mitocondriais subjacentes, um relatório importante considerando o histórico clínico de tais crianças contraindo autismo depois de serem vacinadas (veja o caso Poling). O que a CCNV não considerou, porém, em suas recomendações, é que o autismo regressivo epidêmico está ligado à troca que a indústria farmacêutica fez, deixando de usar células animais para produzir vacinas e usando em vez disso células de bebês abortados para a produção de vacinas. Agora quando vacinamos nossos filhos, algumas vacinas também transmitem DNA contaminador de bebês abortados. Nunca se testou a segurança disso.
O autismo e a desordem do espectro do autismo são doenças poligênicas, o que significa que genes múltiplos estão associados com essas doenças. Estudos também mostram claramente que há um componente ambiental, um gatilho. As vacinas são um óbvio gatilho ambiental potencial para o autismo por causa da exposição quase que universal das crianças às vacinas nos países do primeiro mundo. A conexão vacina-autismo foi especulada pela primeira vez depois da introdução da nova vacina tríplice (sarampo caxumba e rubéola, ou MMR) nos EUA em 1979, com plena participação no mercado de ações nos EUA em 1983. Essa vacina foi introduzida na Inglaterra em 1988. Os índices de autismo começaram a subir nos EUA depois de 1979 e se elevaram dramaticamente depois de 1983, e de forma semelhante se elevaram na Inglaterra depois de 1988, levando os médicos a suspeitar de uma ligação. Inicialmente, suspeitou-se que o componente do sarampo da vacina MMR II era o culpado. Estudos subseqüentes também focalizaram na presença do mercúrio nas vacinas, que incidentalmente a vacina MMR II não continha.
Esses estudos em grande parte excluíram a nova dose de sarampo da MMR II ou o mercúrio como o gatilho ambiental para o autismo. Contudo, não dá para ignorar ou desculpar a ligação sazonal convincente entre esta nova vacina MMR e autismo. O que tem sido ignorado é o fato de que esta nova vacina MMR introduziu o uso de células de bebês abortados na produção de vacinas. Num ponto, 94 por cento das crianças americanas e 98 por cento das crianças inglesas receberam essa vacina. Hoje, mais de 23 vacinas estão contaminadas com o uso de células de bebês abortados. Não há lei que exija que os consumidores sejam informados de que algumas vacinas são feitas com células de bebês abortados e contêm DNA residual de bebês abortados. Embora as vacinas mais novas produzidas com células de bebês abortados realmente informem aos consumidores, nos encartes de suas embalagens, que as vacinas contêm DNA contaminador das células usadas para produzir a vacina, elas não identificam as células como sendo derivadas de bebês humanos propositadamente abortados.
Em outras palavras, elas lhe dizem o que está na vacina, mas não informam inteiramente a você de onde vieram. As primeiras vacinas produzidas com células de bebês abortados, tais como a Meruvax (rubéola) e a MMR II, nem mesmo informam aos consumidores que as vacinas contêm DNA contaminador de células usadas para produzi-las. Além disso, é irresponsável que se ignore o risco de saúde pública de injetar em nossas crianças DNA contaminador de bebês humanos abortados.
Como é que o DNA contaminador de bebês abortados poderia criar problemas? Cria o potencial para reações auto-imune e/ou a integração indevida em nossos genomas por meio de um processo chamado recombinação. Há grupos que estão pesquisando a ligação potencial entre esse DNA e doenças auto-imunes tais como o diabete juvenil (tipo I), esclerose múltipla e Lupo. Nossa organização, Sound Choice Pharmaceutical Institute (SCPI), focaliza em estudar a quantidade, características e recombinação genômica do DNA de bebês abortados achados em muitas das vacinas.
As pesquisas preliminares de bioinformática conduzidas no SCPI indicam que os “pontos quentes” da recombinação de DNA se acham em nove genes associados com o autismo presentes no cromossomo X. Esses genes estão envolvidos na formação sinapse de células do sistema nervoso, no desenvolvimento do sistema nervoso central e na função mitocondrial.
Será que a integração genômica do DNA de bebês abortados, encontrado em algumas vacinas infantis desde 1979, poderia ser um gatilho ambiental para o autismo? Será que o fato de que genes cruciais para a formação sinapse dos nervos e para o desenvolvimento do sistema nervoso achados no cromossomo X fornecem alguma explicação do motivo por que o autismo é predominantemente uma doença achada em meninos? Será que os “pontos quentes” identificados nesses genes associados com o autismo poderiam ser locais para a integração de DNA contaminador de bebês abortados?
Essas perguntas precisam ser respondidas, e rapidamente. Literatura recente sugere que a desordem do espectro do autismo pode agora estar impactando uma de cada 100 crianças. A indústria farmacêutica está também atualmente tomando passos para substituir mais vacinas produzidas com material animal com a produção de vacinas com células de bebês abortados e está também agindo para produzir drogas biológicas usando células de bebês abortados.
A prática de usar células de bebês abortados para vacinas e para a produção de drogas cria dilemas morais angustiantes para pais e consumidores, ignora os direitos de consentimento informado e expõe nossos filhos e a nós mesmos a agentes contaminadores que não passam por avaliações de segurança. Não podemos ignorar essa questão em boa consciência, e não podemos nos dar ao luxo de ficar esperando de braços cruzados.
(A Dra. Deisher é presidente do Sound Choice Pharmaceutical Institute (www.soundchoice.org), bem como co-fundadora e diretora de pesquisa e desenvolvimento da Companhia de Biotecnologia Ave Maria (www.avmbiotech.com), que promove biotecnologia pró-vida. Este artigo é uma adaptação e atualização do boletim de junho de 2009 do SCPI e foi publicado com sua bondosa permissão.)
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com/2009/07/ha-uma-ligacao-entre-autismo-e-o-dna-de.html
Veja o artigo original aqui: http://www.lifesitenews.com/ldn/2009/jul/09072106.html
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Um orgasmo por dia é bom para a saúde, Ministério da Saúde diz aos adolescentes ingleses
Um orgasmo por dia é bom para a saúde, Ministério da Saúde diz aos adolescentes ingleses
Hilary White
LONDRES, 15 de julho de 2009 (Notícias Pró-Família) — Embora os índices de gravidez e aborto entre adolescentes estejam subindo na Inglaterra, o Ministério da Saúde inglês está dizendo aos adolescentes que “um orgasmo por dia mantém você longe do hospital”. Intitulado “Prazer”, um novo livreto planejado para distribuição em escolas públicas foi aprovado pelos maiores grupos governamentais promotores de sexo, a Brook e a Associação de Planejamento Familiar.
O livreto, que foi distribuído para professores, pais e assistentes sociais de jovens na cidade industrial de Yorkshire, em Sheffield, diz que os adolescentes podem reduzir seu risco de ataque do coração fazendo mais sexo. O livreto pergunta: “Que tal fazer sexo duas vezes por semana? Os especialistas de saúde recomendam cinco porções de frutas e vegetais por dia e 30 minutos de atividade física três vezes por semana”.
O livreto foi feito para adolescentes acima de 14 anos, que são os principais alvos das tentativas do governo para reduzir o índice de gravidez. Diz que alguns especialistas focalizam demais em propaganda de “sexo seguro” e não enfatizam o prazer sexual.
O livreto aconselha que os professores e educadores “promovam masturbação para moças e rapazes. A masturbação pode ajudar a dar sensações boas e prazerosas e ajuda a explorar e descobrir o próprio corpo”.
O livreto continua: “Inicie debates com os jovens. Esses debates devem tratar da experimentação em relacionamentos sexuais para tentar dissipar o mito de que há só um jeito de ter sexo ‘adequado’ (isto é, penetração)”.
Steve Slack, diretor do Centro de HIV & Saúde Sexual da Secretaria de Saúde de Sheffield, disse aos meios de comunicação que enquanto os adolescentes estão plenamente informados sobre sexo e estão fazendo decisões livremente como parte de seus “relacionamentos amorosos”, eles têm tanto direito ao sexo quanto os adultos.
Em 2006, quando Sheffield ficou conhecida por ter um dos índices mais elevados de gravidez entre adolescentes na Inglaterra, Slack disse aos meios de comunicação que “muitas iniciativas” haviam sido planejadas para reduzir concepções entre moças menores de idade. Ele disse que estava confiante em que a cidade cumpriria as metas estabelecidas em 1999 pelo governo de Blair para cortar seus índices de gravidez entre adolescentes em 2010.
Contudo, em 2006 os programas patrocinados pelo governo que envolviam mais educação sexual para idades mais novas, haviam provocado um aumento recorde de índices de gravidez entre adolescentes. Esse aumento foi registrado numa época em que outros municípios de Yorkshire estavam registrando índices mais baixos de gravidez de moças solteiras de menos de 18 anos.
O Dr. Trevor Stammers, diretor da Associação Médica Cristã, disse para o jornal Daily Mail: “É inacreditável que esse livreto esteja sendo enviado às escolas”.
Falando em nome do grupo cristão de lobby Preocupação pela Família e pelos Jovens, o Dr. Stammers disse: “Gostaria de saber qual prova científica há para apoiar isso. Há um número enorme de assistentes sociais que promovem saúde. Esses assistentes, cujos salários são elevados e que mal têm o que fazer, estão obcecados com sexo”.
Incentivar sexo para menores de idade, disse ele, é “nada menos do que incentivar abuso contra as crianças”. “Se o Ministério da Saúde quer promover um coração saudável, como diz que quer no livreto, deveria investir o dinheiro na redução do consumo de álcool e fumo”, disse ele.
Mas Sue Greig, assessora de saúde pública da Secretária de Saúde de Sheffield, repudiou as preocupações de que o livreto incentivará os jovens a ter sexo.
Ela disse que em países em que há mais “abertura sobre sexo”, como a Holanda, os jovens aguardam mais do que os adolescentes ingleses antes de “ter sua primeira experiência”.
Apesar de tais garantias, a insistência do governo em incentivar sexo entre os adolescentes está começando a ser rejeitada pela esquerda e pela direita. Na semana passada, Yasmin Alibhai-Brown, colunista que se descreve como de “centro-esquerda”, escreveu no Daily Mail repreendendo o governo trabalhista por continuar sua rota “catastrófica de educação sexual mais e mais explícita para crianças novas que, disse ela, é um fracasso monumental”.
A decisão recente de introduzir educação sexual nas escolas primárias é “um sinal de desespero”, escreveu ela. Essa decisão institucionalizou a “sexualização das crianças novas, indiscutivelmente uma das razões principais para as alarmantes estatísticas de gravidez entre adolescentes”.
“As crianças inglesas já sabem o suficiente sobre sexo. O sexo grita para elas dos outdoors, sussurra-lhes nas revistas e jornais, as seduz na internet e na TV e as destrói em modernos livros para crianças, etc. O problema é que essa consciência sexual é recebida e digerida, mas sem nenhuma orientação sobre conseqüências, nem quaisquer costumes sociais preventivos”.
Aproximadamente 40.000 adolescentes ficam grávidas anualmente na Inglaterra, o índice mais elevado da Europa Ocidental. Recentemente, estatísticas divulgadas mostram que mais da metade das gravidezes de adolescentes inglesas terminam em aborto propositado.
Leia a cobertura relacionada de LifeSiteNews.com:
£6 Million Government Reduction Program Resulted in More than Twice as Many Teen Pregnancies
http://www.lifesitenews.com/ldn/2009/jul/09070904.html
UK Sex-Ed Backfire: Survey Reveals Increased Pregnancy Rates in Teens Subjected to Program
http://www.lifesitenews.com/ldn/2004/mar/04031505.html
UK Announces Mandatory Sex Education for Kindergarteners
http://www.lifesitenews.com/ldn/2008/oct/08102406.html
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com/2009/07/um-orgasmo-por-dia-e-bom-para-saude.html
Veja o artigo original aqui: http://www.lifesitenews.com/ldn/2009/jul/09071506.html
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Homossexuais marcham em Madri dando vivas ao sexo com animais e exigindo “diversidade afetivo-sexual” nas escolas
Homossexuais marcham em Madri dando vivas ao sexo com animais e exigindo “diversidade afetivo-sexual” nas escolas
Autoridades se recusam a transferir parada para outro local, apesar de queixas anuais de agressões físicas contra residentes, prostituição, barulho excessivo e lixo
Matthew Cullinan Hoffman
MADRI, Espanha, 14 de julho de 2009 (Notícias Pró-Família) — “Gosto de cães, gosto de maçãs, em minha cama durmo com quem quero”, essa foi uma das principais melodias na Parada do Orgulho gay da semana passada em Madri, onde centenas de milhares marcharam pelas ruas para defender os “direitos gays” e a ideologia homossexualista, de acordo com o que relatou a mídia local.
A parada deu destaque a uma ampla variedade de homens vestidos em trajes de couro sadomasoquistas, enquanto outros vestiam biquínis, cobriam o corpo com maquilagem e pintura, e ostentavam chapeis elaborados e coloridos.
Entre outros slogans obscenos demais para relatar, os participantes da marcha denunciaram líderes religiosos, entoando: “Padre, imam ou rabino, não bloqueie meu caminho”.
O tema da marcha deste ano foi “Educação Sem Armários”. A meta desse tema é promover a “diversidade afetivo-sexual” nas escolas do país, um conceito que os organizadores descreveram como “um instrumento político para normalizar o homossexualismo nas escolas” e para “evitar a prejudicial homofobia, transfobia e bifobia nas gerações futuras”.
Os organizadores criaram um vídeo mostrando cenas de escolas secundárias com casais homossexuais adolescentes abraçando-se e beijando-se nos lábios, enquanto ao mesmo tempo eram socialmente rejeitados ou ameaçados por outros adolescentes. Uma vara mágica com a palavra “educação” é então abanada, e os oponentes são transformados em apoiadores.
Depois das festividades e da parada, que duraram um total de dez dias, os residentes da área de “Chueca” requisitaram às autoridades municipais que transferissem o evento para outra parte de Madri, afirmando que os excessos e tumultos dos participantes deixam suas vidas e vizinhança de cabeça para baixo.
Nos últimos vários anos, os residentes da área repetidamente se queixaram de agressões contra eles, prostituição aberta, tráfico de drogas, brigas, barulhos, lixos nas ruas e outros delitos cometidos durante a marcha. Muita gente deixa o próprio lar e vai residir em outro lugar durante o evento, e alguns dizem que estão se preparando para partir permanentemente.
Os meios de comunicação espanhóis locais noticiam que os participantes homossexuais da marcha deixaram em seu rastro quase 100 mil kilos de lixo este ano.
Embora as autoridades municipais inicialmente concordassem com o pedido de transferir a parada, eles recuaram quando os organizadores objetaram, afirmando que estavam sofrendo discriminação.
A “Ministra da Igualdade” da Espanha, Bibiana Aido, apoiou a parada e a meta de ensinar a ideologia homossexual nas escolas.
“Temos muitos motivos de que nos orgulhar”, disse Aido. “Somos um país aberto que tem ampliado direitos”, e acrescentou que os gays, as lésbicas, os transexuais e os bissexuais “têm o governo do lado deles”.
“Todos nós temos de ajudar as escolas a ser um espaço seguro para a diversidade, pois o que as crianças aprendem fica para sempre”, disse ela.
Cobertura relacionada de LifeSiteNews:
Thousands of Spanish Families Boycott Homosexual Indoctrination Program
Spain’s Bishops Willing to Pay the Price to Give Catholic Teaching on Homosexuality
Homosexual Activists Sue Catholic Cardinal in Spain over Sermon
Spain’s Gay “Marriage” Law Comes into Effect
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com/2009/07/homossexuais-marcham-em-madri-dando.html
Veja o artigo original aqui: http://www.lifesitenews.com/ldn/2009/jul/09071408.html
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Cientista mais importante de Obama visualizou “Regime Planetário” de aborto forçado e campanha de esterilização forçada em livro
Cientista mais importante de Obama visualizou “Regime Planetário” de aborto forçado e campanha de esterilização forçada em livro
Peter J. Smith
WASHINGTON, D.C., EUA, 13 de julho de 2009 (Notícias Pró-Família) — Embora a escolha do presidente Obama como cientista mais importante do governo americano tenha recebido aprovação unânime do Senado americano em março, pouca menção se fez da carreira do professor de Harvard John Holdren como auto-proclamado “neo-malthusiano”. Nessa posição, Holdren defendeu o controle populacional compulsório nos EUA, inclusive aborto forçado e a adição de agentes esterilizantes na água de beber, e a criação do que ele literalmente chamou de “regime planetário” que imporia a execução dessa campanha a nível mundial.
O Presidente Barack Obama declarou em dezembro que ele havia nomeado Holdren como diretor da Secretaria de Ciência e Políticas Tecnológicas (SCPT) como parte da missão de seu governo de promover uma ciência imparcial. A meta, disse Obama, era proteger “inquirições livres e abertas” e “garantir que fatos e evidência jamais sejam torcidos ou obscurecidos por políticas ou ideologia”.
“É sobre prestar atenção ao que nossos cientistas têm a dizer, até mesmo quando é inconveniente — principalmente quando é inconveniente”, anunciou Obama.
Ocupando a posição científica mais elevada no governo de Obama, Holdren ajuda o presidente como diretor da Secretaria de Ciência e Políticas Tecnológicas e co-diretor do Conselho de Assessores de Ciência e Tecnologia do Presidente. Holdren acumulou uma lista impressionante de credenciais para seu nome: ex-presidente da Associação Americana para o Avanço da Ciência (AAAC), membro da Academia Nacional de Ciências, ex-professor de Políticas Ambientais da Faculdade Kennedy de Governo na Universidade de Harvard, ganhador do Prêmio de Meio-Ambiente Volvo de 1993 (junto com o proponente de controle populacional Paul Ehrlich), e outros.
Contudo, nada revela melhor as opiniões envolvendo ciência e políticas globais do Assessor Científico de Obama do que seus livros sobre questões ambientais, que ajudam a dar um quadro do homem que ocupa posição de autoridade no círculo mais interno dos assessores científicos do presidente.
No começo de fevereiro, a revista FrontPage revelou pela primeira vez que Holdren havia proposto calmamente muitas prescrições para uma cruel campanha de controle populacional que se poderia aplicar aos Estados Unidos num livro publicado em 1977 intitulado “Ecoscience: Population, Resources, Environment” (Eco-ciência: População, Recursos e Meio-Ambiente). Holdren escreveu o livro juntamente com Paul e Anne Ehrlich, defensores do controle populacional, com a premissa básica de que os governos podem restringir os direitos humanos individuais “onde a sociedade tem um interesse urgente e subordinativo na regulação do tamanho da população”.
Exemplos apresentados pelos autores incluem a possibilidade de aborto forçado para atender cotas populacionais, esterilizar populações por meio da contaminação propositada do abastecimento de água com drogas de infertilidade, obrigar mães solteiras e adolescentes a escolher entre aborto e dar seus filhos para adoção e a imposição de um “Regime Planetário” para impor a execução de políticas de controle populacional, com um mecanismo de execução da lei sendo uma força policial transnacional global.
“Aliás, concluiu-se que as leis de controle populacional compulsório, incluindo até leis que exigem aborto forçado, poderiam ser sustentadas sob a Constituição existente se a crise populacional se tornasse suficientemente grave para colocar a sociedade em perigo”, escreveu Holdren na página 837.
Holdren defende essa afirmação na página seguinte declarando que “nem a Declaração de Independência nem a Constituição mencionam um direito de se reproduzir” e que para a sobrevivência da sociedade, o governo pode tanto forçar as mulheres a ter filhos quanto forçá-las a abortar.
Famílias grandes são um alvo especial de Holdren e dos Ehrlichs, que escrevem que os pais de tais famílias “contribuem para a deterioração social geral produzindo excesso de filhos” e “a lei pode exigir que essas famílias exercitem responsabilidade reprodutiva”.
Holdren avança várias idéias para o controle da fertilidade compulsório. Ele declara (págs. 786-7) que “esterilizar mulheres depois de seu segundo ou terceiro filho” pode ser mais viável do que esterilizar homens, propõe uma “cápsula esterilizante de longa duração que se poderia implantar debaixo da pele” na puberdade e então “podendo ser removida somente com a autorização do governo, para um número limitado de nascimentos”.
“Adicionar um agente esterilizante à água de beber ou alimentos básicos é uma sugestão que parece deixar as pessoas mais horrorizadas do que propostas para controle da fertilidade involuntário”, diz Holdren.
“Aliás, isso introduziria algumas questões políticas, legais e sociais bem difíceis, sem mencionar os problemas técnicos. Tais agentes esterilizantes não existem hoje, e parece que não estão sendo desenvolvidos. Para ser aceitável, tal substância teria de atender a alguns requisitos um tanto rígidos: tem de ser uniformemente eficiente, apesar de doses amplamente variadas recebidas por indivíduos, e apesar de graus variados de fertilidade e sensibilidade entre indivíduos; tem de ser livre de efeitos colaterais perigosos e desagradáveis; e não pode ter efeito nos membros do sexo oposto, filhos, idosos, bichos de estimação ou gado”.
Holdren propõe nas páginas 942-3, um mecanismo máximo de execução na forma de um “Regime Planetário — um tipo de super-agência internacional dedicada a questões de população, recursos e meio-ambiente” que controlariam e distribuiriam todos os recursos naturais e decidiriam também “o tamanho ideal para a população mundial”.
“O controle do tamanho da população poderia ficar sob a responsabilidade de cada governo, mas o Regime teria algum poder de forçar a implementação dos limites aceitos”, declara Holdren. No começo Holdren havia mencionado a criação de “uma organização internacional armada, um equivalente global de uma força policial” (pág. 917) como um meio de conquistar a segurança internacional.
Leia as citações e trechos de “Ecoscience” com fotos e scans do texto original via o blogueiro ZombieTime aqui.
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com/2009/07/cientista-mais-importante-de-obama.html
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesitenews.com/ldn/2009/jul/09071401.html
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Honduras é a fortaleza sitiada
Honduras é a fortaleza sitiada
Bruno Pontes
Honduras é uma fortaleza sitiada por bolivarianos sedentos de sangue. O Foro de São Paulo sabe que, se a democracia hondurenha resistir, surge uma pedra no caminho da dominação continental. Um exemplo triunfante de reação. Os comunistas sabem que Honduras deve ser subjugada o quanto antes, a qualquer custo.
Um resumo dos acontecimentos, já que a imprensa brasileira se recusa a contar a história toda: Manuel Zelaya e Hugo Chávez estavam prontos para instaurar o “socialismo do século XXI” (a velha ditadura do partido único) em Honduras. As instituições hondurenhas (Ministério Público, Forças Armadas, Congresso e Suprema Corte), em obediência à Constituição do país, tiraram o pirulito da boca das crianças. Zelaya, ex-futuro ditador, foi chutado antes da coroação. O chavismo foi mandado solenemente para a pqp. E isso é coisa que os democratas da região não podem tolerar: Chávez, Evo Morales, Daniel Ortega, Rafael Correa, Fidel & Raúl Castro e Lula correram para denunciar a barbaridade e prestar solidariedade ao companheiro. Também se uniram em defesa de Zelaya o resto da quadrilha da OEA, os socialistas da ONU, os socialistas da União Européia e o socialista elegante que ocupa a Casa Branca.
Mas a história que a televisão conta é outra: houve um golpe violentíssimo em Honduras, um retrocesso democrático, um estupro institucional. Os truculentos militares derrubaram o pobre Zelaya só porque o santo queria privilegiar as camadas pobres da população. Revoltante! Tudo orquestrado pela elite branca. É a única conclusão possível para os brasileiros que se desinformam diariamente lendo os nossos jornais.
Responda: você sabia que milhares de hondurenhos foram às ruas APLAUDIR a deposição de Zelaya? Enquanto eu escrevo, tarde de quarta (22), centenas deles estão novamente nas ruas de Tegucigalpa reiterando: “Zelaya, não te queremos” (escrito numa faixa que acabo de ver na internet). Você sabia que esses hondurenhos estão perplexos com a assessoria que a imprensa estrangeira está prestando a Chávez? Você sabia que Chávez e Daniel Ortega estão enviando agitadores para Honduras com o objetivo singelo de provocar o caos e forçar o retorno de Zelaya, mesmo que seja caminhando sobre poças de sangue?
Outra coisa que você não sabe. Eu informei no meu blog na tarde de domingo (19): autoridades do departamento de Investigação Criminal de Honduras apreenderam computadores do palácio presidencial que traziam, vejam que bonito, os resultados do referendo que Zelaya queria promover na marra em 28 de junho, dia em que ele foi enxotado. Não houve referendo. Mas a apuração oficial já estava prontinha! Certificada e tudo mais. Não é incrível? Ele venceu um referendo que nem aconteceu. O povo já tinha decidido entronizar Zelaya antes mesmo de ir às urnas. Isso se chama socialismo do século XXI. Esses são os bandidos que estão sitiando Honduras. Essa é a história verídica que você não vê na televisão.
Por falar em Lula, ele mandou cortar todos os programas de ajuda técnica com Honduras para isolar o governo de Roberto Micheletti. O mesmo Lula que vai dar 300 milhões de dólares para Fidel Castro reformar o porto de Mariel. Fidel, aquele que possui uma ilha há 50 anos e executa os traidores da causa. Aquele que mantém centenas de cubanos presos por cometerem crimes de opinião. Um herói para Lula e todos os bolivarianos que não suportam a ousadia hondurenha.
Bruno Pontes é jornalista. http://brunopontes.blogspot.com/
Publicado no jornal O Estado.
Fonte: Mídia Sem Máscara
Divulgação: http://www.juliosevero.com/
UN Approves Brazilian Homosexualist Group, Drops Christian Charity
UN Approves Brazilian Homosexualist Group, Drops Christian Charity
By Hilary White
NEW YORK, July 28, 2009 (LifeSiteNews.com) – The United Nations Economic and Social Council (ECOSOC) has overruled a decision by 19 of its 54 member states to bar official recognition of a Brazilian homosexualist organization. The Associated Press reports that this is the third year that ECOSOC has allowed the recognition of the Brazilian Association of Gays, Lesbians and Transsexuals (ABGLT).
Founded in 1995, the ABGLT is an umbrella organization claiming to be made up of 141 homosexualist activist groups and 62 “collaborating” organizations. Its aims are consonant with the rest of the international homosexualist political movement: to pressure the government for programs promoting homosexuality as a normal “lifestyle,” including the establishment of homosexual “civil unions” or same-sex “marriage.” It will join the other 3000 NGOs recognized by ECOSOC to participate in debates at the UN.
At the same time, ECOSOC has de-recognized a leading Christian international charity after a complaint from the communist government of China that the group had refused to disclose the names of its workers in that country. The Dynamic Christian World Mission Foundation, that promotes Christianity through educational projects in Russia, Japan and Kyrgyzstan, was dropped by a vote of 22 to 23 at the UN Human Rights Council. India, Russia, Egypt, Cuba, Pakistan and Sudan were among the countries that voted to drop the group.
Source: LifeSiteNews
See information on the persecution ABGLT is doing against Christians in Brazil:
Luiz Mott Under Investigation for Pedophilia
ABGLT Files “Hate” Charges Against Julio Severo and Other Brazilian Christians
NGO Committee Rejects Brazilian Homosexual Group for UN Accreditation
Carta de Marcio de Assis Santos Cordeiro às autoridades brasileiras sobre a ADIN 4277
Carta de Marcio de Assis Santos Cordeiro às autoridades brasileiras sobre a ADIN 4277
Vossas Excelências,
venho utilizar esse instrumento para vos alertar acerca de uma atitude anti-democrática e golpista que está sendo realizada pela Procuradoria Geral da República em conluio com o Presidente do STF, o Ministro Gilmar Mendes. Um grandioso risco para o Estado Democrático de Direito. Trata-se da ADPF 178 sobre a união homoafetiva agora transformada em ADIN 4277.
A ADPF 178 da Procuradora em exercício Duprat revelou-se um abacaxi jurídico para seus impetrantes e para seu maior simpatizante manifesto o Ministro Gilmar Mendes. Processualmente não possuía pólo passivo e meritoriamente não encontrava materialidade jurídico-consitucional para sua justificativa, um erro grosseiro que refletiu uma motivação política do governo em atender a pressão dos grupos defensores dos homossexuais e seus simpatizantes que formam sua base política. Permitiu também a infeliz constatação que a Procuradoria e o STF não estão livres do domínio político do governo federal. Apesar do erro grosseiro da ação não ter pólo passivo, ao invés de rejeitá-la o Ministro deu prazo para que a Procuradora achasse o impossível que seria o tal pólo passivo da ação, e como tendo observado o caráter impraticáel e mesmo patético dessa situação , para tirar sua amiga dessa situação constrangedora orientou à Procuradora a transformar essa ação em uma ADIN, a 4277.
Nada mais infeliz que isso! Só o fato de se estar diante de uma manobra golpista clara, daqueles que não respeitam o Estado Democrático de Direito e suas regras, pode nos fazer entender como os ícones do que se deveria esperar serem o que se tem de melhor em formação e conhecimento da ciência do direito agir de forma tão crassa, tão canhestra, tão ruim, a ponto de cometer erros tão absurdos, patéticos e grosseiros. Agora adentraram por um caminho ainda mais constrangedor e sombrio na medida em que para levarem esse disparate adiante estarão expondo suas verdadeiras motivações políticas e ainda nos revelarão até que ponto e grau o STF na pessoa de seus ministros está envolvido nessa galhofa jurídico-golpista.
O principal problema disso tudo é a tentaiva do govero federal em impor seu programa passando por cima dos legítimos caminhos democráticos. Essa questão como tantas outras não podem ser resolvidas senão pelo Congresso Nacional. Como eles vão conseguir fazer o mundo jurídico e a população engolir a declaração de inconstitucionalidade da própria Constituição Federal !?!
Para demonstrar isso basta uma comparação simples entre o Art. 1723 do Código Civil objeto da ADIN 4277 e o Art. 226 § 3º da Constituição Federal.
“Art. 1.723 CC. É reconhecida como entidade familiar a união estável entre o homem e a mulher, configurada na convivência pública, contínua e duradoura e estabelecida com o objetivo de constituição de família.”
“Art. 226 CF -§ 3º – Para efeito da proteção do Estado, é reconhecida a união estável entre o homem e a mulher como entidade familiar, § 5º – Os direitos e deveres referentes à sociedade conjugal são exercidos igualmente pelo homem e pela mulher.devendo a lei facilitar sua conversão em casamento.”
É notável a impossibilidade de se declarar incostitucional um artigo do código civil que é uma reprodução literal do texto constitucional. Notável é também que isso só pode ser feito pelo Congresso Nacional revisando o artigo 226 e seus artigos acima citados. Se o STF simpatiza com a mudança porque não propõe projeto de lei ao Congresso Nacional, já que é a única ação que é cabível nesse caso? Por isso peço a Vossas Excelências de bom siso e com espírito solidário a conversar com os protagonistas desse descalabro a evitar o constrangimento público e a própria vexação e desistir dessa idéia, se é que se pode chamar essa aberração de idéia.
Outro problema que esses engenheiros jurídicos devem tratar é o fato de se declararem inconstitucional o art 1723 do CC via golpe, o que farão com seus efeitos retroativos. A ADIN pode declarar inconstitucional uma norma legal ou lei, mas não pode revisá-la, adendar ou subtrair-lhe texto. Assim todos os casamentos praticados e contratados sob amparo do referido código seriam anulados? Por favor, poupem o Brasil, nossa amada pátria, desse juridicínio. Está em vossas mãos levar um pouco de lucidez e paciência a esses vossos pares acometidos de acromegalia política, e defender a Constituição Federal e a independência dos poderes da nossa amada República.
abraço a todos!
Fonte: www.juliosevero.com
Leia também:
É tempo de chorar: Deputados evangélicos assinam PEC que destruirá proteção ao casamento e à família na Constituição
É tempo de chorar: Deputados evangélicos assinam PEC que destruirá proteção ao casamento e à família na Constituição
Julio Severo
Proteção especial à instituição fundamental do casamento e família na Constituição brasileira? No que depender do deputado Regis de Oliveira (PSC-SP), o casamento e a família deixarão de ser assuntos cruciais da Constituição. Ele é autor de uma PEC (proposta de emenda constitucional) que pretende remover da Constituição Federal nada menos do que 189 artigos.
A PEC já recebeu parecer favorável do relator na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados, Sérgio Barradas Carneiro (PT-BA). Carneiro é autor do PL 2.285/07, intítulado “Estatuto das Famílias”, que tem enfrentado resistência por sua ambição de descaracterizar a família em toda a sua relevância e importância natural, banalizando-a com o único objetivo de conferir a classificação de “família” aos ajuntamentos homossexuais e outros tipos anormais.
Carneiro viu na PEC de Oliveira um meio excelente de alcançar os mesmos objetivos. Retirando o casamento e a família da prioridade e proteção constituicional, fica muito mais fácil impor deformidades legais, inclusive dando título de casamento e família às perversões homossexuais.
O perigo dessa PEC foi muito bem resumido pelo Pe. Luiz Carlo Lodi da Cruz, que disse:
Essa PEC parece ser mais uma estratégia para extinguir o que resta de proteção constitucional à vida e à família.
A modificação é de tal modo extensa e profunda que já parece caracterizar uma nova Constituição, à semelhança da EC de 1969. É estranho que o Congresso tenha legitimidade para fazer essa “emenda”.
De acordo com o substitutivo já aprovado, a “família” será um dos tantos assuntos regulados por lei ordinária (art. 75, XVII). Não gozará mais da “especial proteção do Estado” (art. 226, caput). Desaparecerá o “casamento”, a união entre “um homem e uma mulher” e as restrições atuais ao divórcio que estão no art. 226, CF. Abrir-se-ão as portas para o casamento de homossexuais e para o divórcio instantâneo. Desaparecerá também a proteção constitucional à família no uso dos meios de comunicação social (art. 221,IV, CF, um dispositivo que até hoje não foi regulamentado).
desaparecerá a proteção à criança e ao adolescente “com absoluta prioridade” (art. 227, CF).
Restará apenas o “caput” do artigo 5º, com a inviolabilidade do direito à vida.
Parece-me que temos que lutar pela rejeição total desta PEC, uma vez que é muito difícil, no momento crítico em que estamos, discernir o que poderia ser retirado da Constituição sem comprometer os valores cristãos.
A família existe antes do Estado e não é direito nem dever do Estado ou de políticos enfraquecerem a família ou a redefinirem. Portanto, toda manobra para retirar da família a proteção constitucional deve ser rejeitada por toda a sociedade brasileira.
Entretanto, graças ao número grande de assinaturas de deputados, a PEC anti-família está em condições de avançar em seus objetivos de modificar e mutilar a constituição em sua proteção ao casamento e à família.
O que não dá para compreender é porque tantos deputados evangélicos assinaram essa PEC.
Abaixo, a lista completa dos deputados (inclusive evangélicos) que, com conscientes ou não, assinaram a PEC:
CÂMARA DOS DEPUTADOS
ABELARDO CAMARINHA PSB SP
ACÉLIO CASAGRANDE PMDB SC
ADEMIR CAMILO PDT MG
AELTON FREITAS PR MG
ALEX CANZIANI PTB PR
ALINE CORRÊA PP SP
ANDRÉ DE PAULA DEM PE
ANDRE VARGAS PT PR
ANÍBAL GOMES PMDB CE
ANTÔNIO ANDRADE PMDB MG
ANTONIO BULHÕES PMDB SP
ANTÔNIO CARLOS BIFFI PT MS
ANTONIO CRUZ PP MS
ANTONIO FEIJÃO PSDB AP
ANTÔNIO ROBERTO PV MG
ARIOSTO HOLANDA PSB CE
ARNON BEZERRA PTB CE
ASSIS DO COUTO PT PR
ÁTILA LINS PMDB AM
ÁTILA LIRA PSB PI
BENEDITO DE LIRA PP AL
BERNARDO ARISTON PMDB RJ
BETO ALBUQUERQUE PSB RS
BILAC PINTO PR MG
BISPO GÊ TENUTA DEM SP
BRUNO ARAÚJO PSDB PE
CÂNDIDO VACCAREZZA PT SP
CARLOS ALBERTO CANUTO PMDB AL
CARLOS ALBERTO LERÉIA PSDB GO
CELSO MALDANER PMDB SC
CHICO DA PRINCESA PR PR
CHICO LOPES PCdoB CE
CIRO PEDROSA PV MG
CLEBER VERDE PRB MA
CLÓVIS FECURY DEM MA
COLBERT MARTINS PMDB BA
DAMIÃO FELICIANO PDT PB
DANIEL ALMEIDA PCdoB BA
DÉCIO LIMA PT SC
DELEY PSC RJ
DEVANIR RIBEIRO PT SP
DR. NECHAR PV SP
DUARTE NOGUEIRA PSDB SP
EDIGAR MÃO BRANCA PV BA
EDINHO BEZ PMDB SC
EDMILSON VALENTIM PCdoB RJ
EDUARDO BARBOSA PSDB MG
EDUARDO LOPES PSB RJ
EDUARDO VALVERDE PT RO
ELIENE LIMA PP MT
ELISEU PADILHA PMDB RS
ELIZEU AGUIAR PTB PI
ENIO BACCI PDT RS
EUDES XAVIER PT CE
EUGÊNIO RABELO PP CE
EUNÍCIO OLIVEIRA PMDB CE
FÁBIO FARIA PMN RN
FELIPE MAIA DEM RN
FÉLIX MENDONÇA DEM BA
FERNANDO CHUCRE PSDB SP
FERNANDO COELHO FILHO PSB PE
FERNANDO CORUJA PPS SC
FERNANDO DE FABINHO DEM BA
FERNANDO FERRO PT PE
FERNANDO MELO PT AC
FILIPE PEREIRA PSC RJ
FLÁVIO DINO PCdoB MA
GERALDO PUDIM PMDB RJ
GERALDO SIMÕES PT BA
GERSON PERES PP PA
GILMAR MACHADO PT MG
GIVALDO CARIMBÃO PSB AL
GLADSON CAMELI PP AC
GUILHERME CAMPOS DEM SP
GUSTAVO FRUET PSDB PR
ILDERLEI CORDEIRO PPS AC
JACKSON BARRETO PMDB SE
JAIME MARTINS PR MG
JAIR BOLSONARO PP RJ
JERÔNIMO REIS DEM SE
JÔ MORAES PCdoB MG
JOÃO CAMPOS PSDB GO
JOÃO DADO PDT SP
JOAQUIM BELTRÃO PMDB AL
JORGE KHOURY DEM BA
JOSÉ CARLOS VIEIRA DEM SC
JOSÉ EDUARDO CARDOZO PT SP
JOSÉ FERNANDO APARECIDO DE OLIVEIRA PV MG
JOSÉ OTÁVIO GERMANO PP RS
JULIÃO AMIN PDT MA
JURANDIL JUAREZ PMDB AP
LAERTE BESSA PMDB DF
LEANDRO VILELA PMDB GO
LELO COIMBRA PMDB ES
LEO ALCÂNTARA PR CE
LEONARDO MONTEIRO PT MG
LEONARDO QUINTÃO PMDB MG
LINDOMAR GARÇON PV RO
LÚCIO VALE PR PA
LUIZ BASSUMA PT BA
LUIZ BITTENCOURT PMDB GO
LUIZ CARLOS BUSATO PTB RS
LUIZ CARREIRA DEM BA
LUIZ COUTO PT PB
LUIZ SÉRGIO PT RJ
MAGELA PT DF
MANATO PDT ES
MANOEL JUNIOR PSB PB
MARCELO ALMEIDA PMDB PR
MARCELO CASTRO PMDB PI
MARCELO SERAFIM PSB AM
MARCELO TEIXEIRA PR CE
MÁRCIO FRANÇA PSB SP
MARCIO JUNQUEIRA DEM RR
MARCOS MEDRADO PDT BA
MÁRIO DE OLIVEIRA PSC MG
MÁRIO HERINGER PDT MG
MAURÍCIO QUINTELLA LESSA PR AL
MENDES RIBEIRO FILHO PMDB RS
MIGUEL CORRÊA PT MG
MILTON MONTI PR SP
MOACIR MICHELETTO PMDB PR
MOISES AVELINO PMDB TO
NATAN DONADON PMDB RO
NEILTON MULIM PR RJ
NELSON MARQUEZELLI PTB SP
NELSON MEURER PP PR
NELSON PELLEGRINO PT BA
NELSON TRAD PMDB MS
NILSON PINTO PSDB PA
ODAIR CUNHA PT MG
OSMAR JÚNIOR PCdoB PI
OSMAR SERRAGLIO PMDB PR
PAES LANDIM PTB PI
PASTOR MANOEL FERREIRA PTB RJ
PASTOR PEDRO RIBEIRO PMDB CE
PAULO HENRIQUE LUSTOSA PMDB CE
PAULO PIAU PMDB MG
PAULO PIMENTA PT RS
PAULO ROBERTO PTB RS
PAULO RUBEM SANTIAGO PDT PE
PAULO TEIXEIRA PT SP
PEDRO CHAVES PMDB GO
PEDRO EUGÊNIO PT PE
PEDRO FERNANDES PTB MA
PEDRO NOVAIS PMDB MA
PEDRO WILSON PT GO
PEPE VARGAS PT RS
POMPEO DE MATTOS PDT RS
PROFESSOR SETIMO PMDB MA
RATINHO JUNIOR PSC PR
RAUL HENRY PMDB PE
RAUL JUNGMANN PPS PE
REGIS DE OLIVEIRA PSC SP
RENATO MOLLING PP RS
RIBAMAR ALVES PSB MA
RICARDO BERZOINI PT SP
ROBERTO BRITTO PP BA
RODRIGO DE CASTRO PSDB MG
ROGERIO LISBOA DEM RJ
RÔMULO GOUVEIA PSDB PB
RUBENS OTONI PT GO
SANDES JÚNIOR PP GO
SANDRO MABEL PR GO
SEBASTIÃO BALA ROCHA PDT AP
SÉRGIO BRITO PDT BA
SÉRGIO MORAES PTB RS
SERGIO PETECÃO PMN AC
SEVERIANO ALVES PDT BA
SILVIO LOPES PSDB RJ
SILVIO TORRES PSDB SP
TAKAYAMA PSC PR
TATICO PTB GO
ULDURICO PINTO PMN BA
VALADARES FILHO PSB SE
VELOSO PMDB BA
VICENTINHO PT SP
VICENTINHO ALVES PR TO
VIGNATTI PT SC
VILSON COVATTI PP RS
VITOR PENIDO DEM MG
WOLNEY QUEIROZ PDT PE
ZÉ GERALDO PT PA
ZÉ GERARDO PMDB CE
ZENALDO COUTINHO PSDB PA
ZEQUINHA MARINHO PMDB PA
Fonte: www.juliosevero.com
Leia mais:
Autismo em crianças pode estar ligado a células de bebês abortados na produção de vacinas infantis, afirma grupo
Autismo em crianças pode estar ligado a células de bebês abortados na produção de vacinas infantis, afirma grupo
6 de julho de 2009 (Notícias Pró-Família) — O aumento nos índices de autismo regressivo nas crianças dos EUA e da Inglaterra pode estar historicamente associado com o fato de que as empresas farmacêuticas deixaram de usar células animais na produção de vacinas para usarem células de bebês humanos abortados, um grupo está afirmando.
“Agora quando vacinamos nossos filhos, algumas vacinas também transmitem DNA contaminador de bebês abortados. Nunca se testou a segurança disso”, diz a Dra. Theresa Deisher, presidente de Sound Choice Pharmaceutical Institute (SCPI).
SCPI, um grupo de educa o público acerca do uso de materiais de bebês humanos abortados usados na produção de drogas farmacêuticas, alerta que as vacinas tríplices (sarampo caxumba e rubéola) introduzidas nos EUA e na Inglaterra em 1979 e 1988 respectivamente, foram produzidas usando células de bebês abortados, enquanto as versões anteriores eram feitas usando somente células animais. Essa troca coincide com o que o SCPI diz são aumentos “dramáticos” nos índices de autismo regressivo nas crianças, em que o desenvolvimento social e verbal de uma criança sofre uma parada.
O alerta veio em resposta à recomendação em junho feita pela Comissão Consultiva Nacional sobre Vacinas (CCNV) do Ministério da Saúde dos EUA para a realização de mais estudos sobre a segurança das vacinas com relação ao autismo. Alguns pais preocupados de filhos com autismo sustentam que há uma ligação entre vacinações infantis e autismo.
Apesar das garantias das agências de saúde e da classe científica contestando isso, um número crescente de pais está optando por não participar das campanhas governamentais de vacinação. Isso levou a Vigilância Sanitária dos EUA a formar um Grupo de Trabalho sobre a Segurança das Vacinas. Um relatório da CCNV recomendou mais estudos sobre o potencial das vacinas para contribuir com o autismo regressivo nas crianças.
O SCPI aponta para estudos que mostram um fator ambiental, “um gatilho”, que provoca a doença. Mas embora os cientistas tenham apontado para a presença do mercúrio nas vacinas tríplices, o SCPI diz que o autismo continuou a crescer depois que o mercúrio foi removido.
“As primeiras vacinas produzidas usando células de bebês abortados, tais como a MMRII, nem mesmo informam aos consumidores que DNA de bebês abortados é injetado em cada vacina”, o SCPI disse numa nota à imprensa. Vacinas introduzidas mais recentemente, diz o grupo, informam aos consumidores que elas contêm contaminação de DNA de “células diplóides humanas”, mas não dizem que essas células são de um bebê humano abortado.
“A segurança de injetar em nossos filhos DNA de bebês abortados vem sendo debatida há 40 anos, mas nunca foi estudada”, disse o SCPI.
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com/2009/07/autismo-em-criancas-pode-estar-ligado.html
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesitenews.com/ldn/2009/jul/09070611.html
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Novas investigações de campo confirmam cumplicidade do FNUAP na política coerciva de controle populacional da China
Novas investigações de campo confirmam cumplicidade do FNUAP na política coerciva de controle populacional da China
Kathleen Gilbert
FRONT ROYAL, Virginia, 7 de julho de 2009 (Notícias Pró-Família) — O Instituto de Pesquisa Populacional (IPP) está aumentando as pressões no governo de Obama por entregar 50 milhões de dólares ao Fundo de População das Nações Unidas (FNUAP) com a notícia de mais outra investigação confirmando a cumplicidade do FNUAP nas políticas coercivas de controle da natalidade na China.
Em março e maio de 2009, o IPP realizou duas investigações separadas, cobrindo 6 “municípios modelos” do FNUAP. Esses municípios em que o FNUAP afirma que suas campanhas “removeram metas e cotas de natalidade e introduziram uma abordagem de qualidade de assistência” — uma alegação que os investigadores chamam de “ultrajante”.
O investigador do IPP Colin Mason e o presidente Steven Mosher dizem que descobriram que não só as medidas coercivas permanecem em vigor, mas a situação é de algumas maneiras pior do que nos anos anteriores, quando uma investigação original levou o governo de Bush a parar o financiamento do FNUAP com o dinheiro de impostos americanos.
“Fomos pessoalmente aos lugares em que o FNUAP atua e descobrimos que a afirmação do FNUAP de ter desempenhado um papel catalítico na introdução de uma abordagem de saúde reprodutiva voluntária na China é patentemente absurda”, disse Mason. “A política é exatamente tão coerciva nessas áreas como em qualquer outra”.
“Mulheres continuam a ser presas pelo crime de engravidar”, disse Steven Mosher. “Elas continuam sendo obrigadas a abortar seus bebês. As minorias continuam sendo alvos. Os deficientes são proibidos de ter filhos. Essas violações de direitos humanos estão ocorrendo bem debaixo do nariz do FNUAP. É ridículo sugerir que os especialistas de controle populacional da ONU não sabem acerca deles”.
Em 2001, o IPP entregou ao Departamento de Estado dos EUA um dossiê das atividades do FNUAP na China. A resposta do Presidente Bush foi enviar delegados do Departamento de Estado numa segunda investigação. Embora a equipe tivesse sido bem recebida e acompanhada pelo governo chinês, as autoridades concluíram que o FNUAP era de fato cúmplice das coercivas políticas de controle da natalidade da China, e o financiamento de assistência externa foi cortado do FNUAP em 2002.
Contudo, dias depois de assumir a presidência em janeiro, o Presidente Obama anunciou que voltaria a financiar o FNUAP sem comentar as investigações.
De acordo com a lei americana, conhecida como emenda Kemp-Kasten, nenhum financiamento originário de impostos pode ir para uma organização que apóie o controle da natalidade coercivo. Quando o FNUAP foi beneficiado com 50 milhões de dólares do projeto de lei de diversas verbas, incluiu-se uma cláusula que especificamente isentava o FNUAP da proibição Kemp-Kasten.
O projeto de lei explicitamente proibia que o dinheiro fosse usado para financiar programas na China. Mas não há evidência de que o dinheiro do FNUAP é insubstituível, e poderia pois ser usado para liberar outros fundos para uso na China. Além disso, a emenda Kemp-Kasten proíbe que financiamentos sejam dados para organizações que apóiam tais programas, em vez de proibir os próprios programas.
“A lei dos Estados Unidos é clara: os dólares de nossos impostos não devem ser usados para financiar abortos ou medidas coercivas no exterior”, disse Mosher. “Mas é igualmente claro que o FNUAP está envolvido precisamente no que a lei proíbe”.
“Pedimos que o Congresso reconheça, ainda que o presidente não queira, que o financiamento ao FNUAP é de fato financiamento para o planejamento familiar coercivo na China. Tal financiamento tem de ser suspenso imediatamente”.
Mosher disse para LifeSiteNews.com numa entrevista hoje que ele ouviu os relatos de abusos de direitos humanos contados por residentes de três dos municípios “modelos” do FNUAP em maio: o Município Autônomo de Fengning Manchu e o Município de Wenshui. Em Fengning, Mosher falou com vários habitantes que confirmaram que “multas pesadas e abortos forçados são a ordem do dia”.
O IPP diz que os municípios do FNUAP também facilitam as metas eugênicas do governo chinês. Mosher falou acerca de seu encontro com uma mulher muda no município de Luan, de quem a equipe investigativa ficou sabendo que ela havia sido esterilizada a força.
“Ela era muito inteligente, e muito amistosa, e entre as pessoas mais animadas que encontrei enquanto eu estava na China — ela se comunicava mediante gestos manuais”, disse ele. “Então chegamos ao assunto de filhos, e ela havia sido esterilizada, porque era muda. E o que as pessoas não percebem acerca da política de um só filho na China é que é também uma política eugênica…
“Bebês deficientes são mortos no nascimento; se uma pessoa com uma deficiência se inscreve para se casar, ela poderá receber permissão para casar, mas primeiro precisa ser esterilizada. Portanto, a China não quer nenhum filho de pessoas que nasceram mesmo com pequenas deficiências”.
Mosher disse que um relatório acerca das investigações mais recentes seria completado nesta semana e enviado para várias autoridades do governo de Obama, que não deram nenhuma resposta à investigação do IPP em março envolvendo semelhantes municípios “modelos” do FNUAP na China.
Mosher expressou frustração com a disposição de Obama de aceitar as próprias alegações do FNUAP sem fazer crítica alguma, em contraste imenso com a reação do governo de Bush em 2001.
“Se não acreditam em nós, o governo deveria examinar por si mesmo este problema”, disse ele.
Veja cobertura relacionada de LifeSiteNews.com:
U.S. Dept. of State Announces $50 Million Contribution to UNFPA
http://www.lifesitenews.com/ldn/2009/mar/09032712.html
On-the-Ground China Investigation Re-Confirms UNFPA Complicit in Coercive One-Child Policy
http://www.lifesitenews.com/ldn/2009/mar/09032501.html
Congress Snubs Proposed Amendments Blocking Coerced Abortion/Sterilization Funding
http://www.lifesitenews.com/ldn/2009/feb/09022605.html
UNPFA Loses $235 Million Due to Pro-Life Group’s Efforts
http://www.lifesitenews.com/ldn/2008/jul/08070206.html
UNFPA Supports Coercive Family Planning-Including Forced Abortion-in China
http://www.lifesitenews.com/ldn/2001/oct/011005c.html
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com/2009/07/novas-investigacoes-de-campo-confirmam.html
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesitenews.com/ldn/2009/jul/09070709.html
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Manobra no STF para que ADPF 178 (que defende a união homossexual) não seja extinta
Manobra no STF para que ADPF 178 (que defende a união homossexual) não seja extinta
Dr. Zenóbio Fonseca
Brasília — Manobra processual aceita pelo Presidente do STF em 22/07/2009 evita que a ADPF 178, que requer o reconhecimento da união de homossexuais como entidade familiar (casamento), seja extinta por falta dos requisitos legais básicos para a sua propositura e regular tramitação, ou seja, impede que a referida ação vá direto para a caixa do arquivo.
A ADPF 178 foi proposta em 02/07/09 pela Procuradora-Geral Interina Deborah Duprat, que nos poucos dias de sua chefia interpôs também Ação Direta de Inconstitucionalidade — ADI 4275, pede ao STF o reconhecimento do direito de transexuais a mudar de nome.
O exercício da interinidade da procuradora foi muito comemorado pelos ativistas gays, pois em poucos dias o STF foi “bombardeado” com ações de interesses direto da comunidade GLTB, que podem ter efeitos vinculantes em todo o território nacional. O Presidente Lula colaborou estrategicamente com esse fato ao demorar na nomeação do novo Procurador-Geral e deixar a interina na função sem qualquer motivo.
A procuradora interina, “provocada” através de representação do Grupo de Trabalho de Direitos Sexuais e Reprodutivos da Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão e amparada com pareceres jurídicos de renomados constitucionalistas, interpôs a ADPF 178. Entretanto, apesar de todo barulho na imprensa nacional, a ação não contém os requisitos legais para sua aceitação e tramitação regular, a saber:
1) a inexistência de violação dos preceitos fundamentais apresentados: dignidade da pessoa humana (art. 1º, inciso III), da igualdade (art. 5o, caput), da vedação de discriminações odiosas (art. 3º, inciso IV), da liberdade (art. 5º, caput), proteção à segurança jurídica;
2) o pedido não está bem especificado com as suas delimitações e argumentos de quais atos do Poder Público violariam os preceitos fundamentais apresentados.
Em 8 de julho de 2009 o Presidente do STF informou à Procuradoria Geral da República (PGR) sobre os erros apresentados na ação fixando o prazo de 10 dias para esclarecimento. Essa postura pareceu mais uma dica para não extinguir a ação.
Em 13 de julho de 2009 a PGR apresenta as suas justificativas, fazendo um aditamento ao pedido inicial, incluindo um novo pedido subsidiário ao anterior, isto é, pede que a ADPF não seja extinta, que venha ser recebida pelo Tribunal como uma Ação Direta de Inconstitucionalidade — ADI, com pedido de interpretação conforme do artigo 1723, do Código Civil.
Verificando a iminente derrota processual, a Procuradora interina agora mirou seus ataques contra o artigo 1723 do CC, que trata da união estável, pedindo que esse artigo seja declarado inconstitucional por violar os princípios: da dignidade da pessoa humana, da igualdade, das vedações das discriminações e da segurança jurídica.
O Presidente do STF aceitou em 22/07/09 esta adequação processual determinando a reautuação do processo como Ação Direta de Inconstitucionalidade — ADI 4277 — e considerou relevante a matéria aplicando ao processo o rito abreviado.
Como se pode verificar, quer-se de todas as formas obrigar a equiparação da união de indivíduos homossexuais à entidade familiar, sob a alegação de estar ferindo a dignidade humana do homossexual.
É importante frisar que a homossexualidade é um comportamento e não um ato inerente à pessoa humana. Portanto, não se pode falar em agressão ao principio da dignidade.
A Constituição Federal no art. 226 § 3º já legislou sobre o tema e reconheceu como entidade familiar a convivência duradoura, pública e contínua, de um homem e uma mulher, estabelecida com objetivo de constituição de família, caracterizando-se essencialmente por 4 elementos: a dualidade de sexos, o conteúdo mínimo da relação, a estabilidade e a publicidade.
De igual forma, as leis nº 8.971/94 e nº 9.278/96, que regulam a união estável, afirmam ser entre homem e mulher.
Não podemos assistir de camarote a mais uma tentativa de se instituir a união homossexual no Brasil sem a intervenção do povo e sem a discussão do tema no fórum legítimo que é o Congresso Nacional. O Supremo Tribunal Federal não deve interferir para instituir um novo modelo de família, pois essa não é a vontade da nação brasileira e tal modelo é antinatural.
Um plebiscito nacional revelaria a vontade real do povo, e é por isso muitos tentam contornar a vontade do povo impondo uma ditadura gay por meio do Judiciário.
Este é um momento que exige mobilização. Não podemos aceitar passivamente que os meios de comunicação apresentem apenas uma versão do que está acontecendo, como se a manobra da Procuradora-Geral Interina Deborah Duprat fosse justa e como se o povo brasileiro fosse preconceituoso por defender a família natural à luz de valores e conceitos milenares. Temos o direito e o dever de defender a família natural.
Portanto, vamos nos mobilizar, vamos escrever artigos e vamos enviar e-mails. E a nós juristas cabe nos manifestar para defender o único conceito legítimo de família natural — que é a relação exclusiva e permanente entre um homem e uma mulher.
As pessoas são livres para escolher os seus caminhos, por mais anormais que sejam, mas não devem ser livres para impor as suas escolhas e aberrações sobre a maioria da nação brasileira.
Fonte: Blog Zenóbio Fonseca
Governo de Obama pede acesso universal ao aborto em reunião da ONU
Governo de Obama pede acesso universal ao aborto em reunião da ONU
Samantha Singson
NOVA IORQUE, NY, 6 de julho de 2009 (Notícias Pró-Família) — Na sede das Nações Unidas na semana passada, o governo de Obama continuou suas pressões para que haja mais acesso ao aborto legal no mundo inteiro. A equipe diplomática de Obama introduziu linguagem que está tumultuando uma negociação de alto nível. A proposta dos EUA pede “acesso universal” para “serviços de saúde sexual e reprodutiva, inclusive acesso universal ao planejamento familiar”. O documento sob consideração culminará na Revisão Ministerial Anual de 2009, que se reúne nesta semana em Genebra.
O ponto de partida para muitas delegações e o que tem dividido o bloco europeu costumeiramente sólido é o uso da palavra “serviços” no contexto de “saúde reprodutiva”. Em 2001 durante negociações relacionadas à revisão de dez anos da Convenção da ONU dos Direitos das Crianças, um delegado canadense deixou escapar sem querer: “É claro que todo mundo sabe que ‘serviços’ significam aborto”. Desde então, a palavra “serviços” tem sido um tópico de debate acalorado.
Tão polêmico é o tópico de “serviços” no contexto de “saúde reprodutiva” que o bloco negociador geralmente impenetrável dos 27 países membros da União Européia implodiu com Malta, Polônia e Irlanda se separando de seus aliados e se unindo à Santa Sé na oposição à medida.
Além da palavra “serviços”, os delegados também estão preocupados com as tentativas de se ligar “saúde sexual e reprodutiva” ao “acesso universal”, algo em que não há consenso na ONU e o que equivaleria a um grande ganho para os grupos pró-aborto. Houve muitas tentativas na ONU de se introduzir linguagem sobre “acesso universal aos serviços de saúde sexual e reprodutiva”. Em 2005 na Comissão de População e Desenvolvimento, o Fundo de População da ONU (FNUAP) uniu-se aos grupos pró-aborto de pressão política para pedir “acesso universal aos serviços e programas de saúde sexual e reprodutiva”. Eles foram derrotados em grande parte pelos delegados americanos nomeados por Bush que insistiram que nenhum dos termos relacionados à saúde reprodutiva deveria ser interpretado para incluir o aborto.
Em semanas recentes, o novo governo americano interpretou “saúde reprodutiva” como expressão que inclui o aborto. Em abril, a Secretária de Estado Hillary Clinton disse a uma subcomissão da Câmara dos Deputados dos EUA: “Acontece que nós do governo de Obama pensamos que o planejamento familiar é uma parte importante da saúde das mulheres, e a saúde reprodutiva inclui acesso ao aborto que creio deve ser seguro, legal e raro”. Nessa declaração, Clinton também contradisse o acordo alcançado na Conferência do Cairo que disse que o aborto nunca deve ser usado como parte do planejamento familiar. Esse foi um documento que Clinton ajudou a negociar.
Fora os EUA, outras delegações, inclusive da Bélgica, Holanda, Suíça, Suécia, Dinamarca, Finlândia, França, Estônia e Reino Unido estão fazendo pressões para a introdução da linguagem.
O bloco G-77 dos países em desenvolvimento está ainda realizando suas próprias negociações para decidir se ou não terão uma posição comum acerca do parágrafo.
As negociações estão programadas para continuar e as declarações rascunhadas serão adotadas por ministros governamentais de nível elevado na reunião em Genebra no final desta semana.
(Reimpresso com permissão de: www.c-fam.org)
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com/2009/07/governo-de-obama-pede-acesso-universal.html
Veja o artigo original aqui: http://www.lifesitenews.com/ldn/2009/jul/09070601.html
Copyright © LifeSiteNews.com. Este texto está sob a licença de Creative Commons Attribution-No Derivatives. Você pode republicar este artigo ou partes dele sem solicitar permissão, contanto que o conteúdo não seja alterado e seja claramente atribuído a “Notícias Pró-Família”. Qualquer site que publique textos completos ou grandes partes de artigos de Notícias Pró-Família ou LifeSiteNews.com em português tem a obrigação adicional de incluir um link ativo para “NoticiasProFamilia.blogspot.com”. O link não é exigido para citações. A republicação de artigos de Notícias Pró-Família o LifeSiteNews.com que são originários de outras fontes está sujeita às condições dessas fontes.
STF versus NAÇÃO BRASILEIRA: a quem pertence o Poder da Constituição? (Parte II)
STF versus NAÇÃO BRASILEIRA: a quem pertence o Poder da Constituição? (Parte II)
Dr. Uziel Santana
“Todo o poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente, nos termos desta Constituição. (Art. 1º, parágrafo único, Constituição Federal)”
No artigo anterior, vimos que a Constituição Federal não deixa dúvidas a respeito de “a quem pertence o Poder Constituinte”: à Nação Brasileira. Vimos também que, como corolário desta assertiva inicial, ao STF, cabe, estritamente, ser o guardião dos princípios e preceitos fundamentais que ela, a Nação, definiu no texto constitucional, sem ir além, aquém ou fora dos parâmetros valorativos estabelecidos. Salientamos, mais, que o STF, ao decidir sobre questões que envolvem o complexo ideário moral e sociocultural da denominada consciência nacional, os seus mores maiorum civitatis (o bem, o belo e a verdade da sociedade, em termos comportamentais), não pode fazê-lo com implicações de ordem legiferante e mutacional ou de construção e desconstrução “legislativa”, sob pena de estar incorrendo no gravíssimo e ilegítimo fenômeno sociológico de judicialização do Poder Constituinte Originário.
Avançando um pouco mais sobre essa temática — por certo, como já asseveramos, motivada pelas questões de ordem moral e ética que tem sido objeto de ADIs e, agora, no caso da união homossexual, por ADPF – gostaríamos de destacar uma outra tese que, claramente e de modo inequívoco (embora não unívoco, por parte dos constitucionalistas), infere-se do parágrafo único do art. 1º da Constituição, epigrafado acima. Observe que o texto do dispositivo constitucional em comento, além de reconhecer e positivar, categoricamente, como demonstramos, que o Poder Constituinte Originário é do Povo (realidade espacial e temporal da Nação), assevera, também, que a forma de consecução, isto é, de exercício e realização deste poder de constituir, dá-se, taxativamente, de dois modos: primeiro, de forma indireta, através dos representantes eleitos e, a segunda, de forma direta, pelo próprio Povo, nos termos da Constituição, isto é, quando o Povo, diretamente, através de Voto, Referendo, Plebiscito ou Iniciativa Popular (formas de democracia participativa, expressas na soberania popular, conforme estabelece o art. 14 da Constituição Federal), põe em prática, na ordem já constituída, o seu Poder. O grande problema científico-investigativo a ser lançado aqui é: e quem dá, então, legitimidade para que o Poder Judiciário diga o que é direito, ou não, na decisão dos casos concretos que a ele se achegam para julgamento? Esta é, sem sombra de dúvidas, uma hard question.
Pelo texto do dispositivo constitucional em análise, o Povo, a quem pertence todo o Poder, legitima as ações do Poder Legislativo e do Poder Executivo, porque esses são os seus representantes eleitos. E quem legitima, então, o Poder Judiciário, tendo em vista que os seus membros, na assunção aos cargos da magistratura, não são eleitos? Por que o texto constitucional não estabeleceu, de modo expresso, categórico e unívoco que, quando o Poder Judiciário julga, aí, também, o Povo está a exercer o seu Poder de constituir? Até poderia fazê-lo, mas não vou responder a essas indagações do meu texto. E não o farei porque o que quero enfatizar é ainda mais grave: ora, se com uma dúvida desse nível — a respeito da legitimidade do Poder Judiciário em decidir os casos concretos — já vivemos o atual estágio de exacerbação do ativismo judicial e da judicialização do Poder Constituinte Originário por parte do STF, imagine se não houvesse dúvidas, no texto constitucional (como está escrito o parágrafo único do art. 1º), a respeito dessa legitimidade fundada na soberania popular.
Isso tudo só evidencia, de modo claro e indubitável, que a atuação do STF e do Poder Judiciário como um todo, não pode ir além, ou ficar aquém ou mesmo fora, do que a Nação brasileira, reunida em Assembléia Nacional Constituinte, determinou no texto constitucional. Ao contrário, deve-se circunscrever ao ideário moral, sociocultural — os mores maiorum civitatis — da consciência nacional. E isso, só acontece se, no julgamento das ADIs e das ADPFs, se for buscar o que, técnica e juridicamente, denominamos de ratio legis, ocasio legis e mens legis. Assim, cabe a cada Ministro da Suprema Corte (nacional!) buscar, no processo de cognição e intelecção que faz do caso concreto às normas do Sistema Jurídico Brasileiro, qual a razão (a ratio legis) que levou o legislador constitucional (a Assembléia Nacional Constituinte, forma de expressão do Povo) a estabelecer aquele determinado dispositivo constitucional, quais as circunstâncias reais e históricas (a ocasio legis) que levaram à consecução daquela estrutura do texto constitucional e, do mesmo modo, qual a intenção (a mens legis) do legislador constitucional ao estabelecer determinado dispositivo textual. Somente agindo assim, com este raciocínio hermenêutico tridimensional, o STF estará respeitando o Estado Democrático de Direito e, por via direta e necessária — no dizer do próprio Ministro Carlos Ayres Britto — estará tornando o Estado Democrático de Direito em Estado de Direito Democrático.
Certamente, ao ler tais assertivas, alguns poderiam objetar esta tese citando a (anti)tese – e ao nosso sentir, uma tese anarquista e antidemocrática – de Peter Häberle que em “Hermenêutica Constitucional: a sociedade aberta dos intérpretes da Constituição” (1975) chega a assentir que até mesmo um único cidadão está potencialmente autorizado e apto a oferecer alternativas para a interpretação constitucional mesmo que tais alternativas se coloquem de modo contrário ao entendimento do ideário moral da maioria da sociedade. A idéia é: a sociedade (e aqui se leia, no mesmo grau de importância: um só cidadão, um só grupo ou a sociedade como um todo) é aberta e livre para interpretar, sem a necessidade da observância da ratio legis, da ocasio legis e da mens legis do momento histórico solene da Assembléia Nacional Constituinte. Isso é o que denominamos de o Carpe Diem da Hermenêutica Constitucional. Totalmente anárquico e antidemocrático.
Evidente que — como apontou Konrad Hesse em “A Força Normativa da Constituição” (1959), fulcrado em Ferdinand Lassale – na consecução do texto constitucional, ainda na fase de Assembléia Nacional Constituinte, não se pode, de modo peremptório, deixar de se observar as condicionantes reais e históricas da sociedade. Não se pode e não se deve, porque, em assim sendo, não estaríamos a ver, no texto constitucional, a verdadeira expressão democrática do Poder do Povo. Como diz Hesse, “a normatividade submete-se à realidade fática”. Na vigência e aplicação concreta do texto constitucional, tal normatividade — já submetida no momento da feitura do texto às condicionantes históricas do Povo — torna-se eficaz e tem renovado o seu âmbito de validação consuetudinário, quando o intérprete oficial (no nosso caso o STF), com o Poder que o Povo o conferiu, re-estabelece, na resolução dos casos concretos, a ratio legis, a ocasio legis e a mens legis, pois essas, pelo menos em tese, formam o complexo político de expressão da vontade popular.
O máximo que o STF pode realizar — se quer ir além desta teoria tridimensional da hermenêutica constitucional, fundada nos elementos interpretativos da ratio legis, da ocasio legis e da mens legis — é se valer, mutatis mutandis, de um modo análogo, no texto dos seus acórdãos jurisprudenciais, da técnica alemã (usada na Suprema Corte) denominada “apelo ao legislador” (o Appellentscheidungen). Esta técnica consiste em o Tribunal exortar ao legítimo representante do Povo — o Poder Legislativo – que, tendo em vista as transformações fáticas da atual realidade histórica, este deve proceder a uma determinada alteração constitucional ou infraconstitucional. O Tribunal abstém-se de proferir a declaração de inconstitucionalidade (ou, no nosso caso, de descumprimento de preceito fundamental), apenas apelando ao Poder competente e legítimo a procedê-lo. Isso é altamente democrático. Penso que assim deveria fazer a Corte Constitucional brasileira.
Fazer de modo diferente, isto é, tentando ser o STF e o Poder Judiciário como um todo, o órgão legiferante par excellence do Estado Brasileiro, construindo teses destruidoras dos valores fundamentais que o Povo estabeleceu em Assembléia Nacional Constituinte, sem a devida consulta — seja por Referendo, seja por Plebiscito, seja por Iniciativa Popular, seja por nova Assembléia Nacional Constituinte — é antidemocrático, ilegítimo e inconstitucional, porque o STF não pode dispor sobre o Poder que sobre ele dispõe: o Poder Constituinte Originário, o Poder do Povo.
Por fim, resta-nos corroborar, de modo peremptório, o que disse um importante juiz inglês, Lord Devlin (“Chorley Lecture”, 1974), a propósito desta “antecipação de consenso legislativo” que impera no nosso Poder Judiciário:
“É grande a tentação de reconhecer o judiciário como uma elite capaz de se desviar dos trechos demasiadamente embaraçados da estrada do processo democrático. Tratar-se-ia, contudo, de desviação só aparentemente provisória; em realidade, seria ela a entrada de uma via incapaz de se reunir à estrada principal, conduzindo inevitavelmente, por mais longo e tortuoso que seja o caminho, ao estado totalitário.”
Destarte, nós, da Nação Brasileira, fundados no parágrafo único do art. 1º da Constituição Federal, apelamos aos Senhores Ministros do STF que não tentem exercer, com as suas importantes decisões a respeito de temas paradigmáticos e fundacionais do nosso ideário moral e ético, um papel que não os cabe na via democrática do Estado de Direito.
Uziel Santana (Professor da UFS e Advogado)
Fonte: Uziel Santana
Divulgação: www.juliosevero.com
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STF versus NAÇÃO BRASILEIRA: a quem pertence o Poder Constituinte? (Parte I)
Superior Tribunal de Justiça decide que sexo com crianças não é necessariamente crime
Superior Tribunal de Justiça decide que sexo com crianças não é necessariamente crime
Matthew Cullinan Hoffman, correspondente na América Latina
SÃO PAULO, 7 de julho de 2009 (Notícias Pró-Família) — O Superior Tribunal de Justiça e um tribunal inferior anularam duas sentenças contra homens que abusaram sexualmente de meninas em meses recentes, alegando que a conduta deles não constituiu crime sob a lei brasileira, despertando um protesto da ONU.
Em 23 de junho o Superior Tribunal de Justiça sustentou a inocência de vários homens que haviam pagado duas meninas, de 12 e 13 anos de idade, para ter relações sexuais com elas, alegando que os estatutos de abuso sexual de crianças não englobam a prostituição.
Os homens, um dois quais foi identificado como uma celebridade do esporte, tiraram fotos do encontro.
Embora não haja a menor dúvida de que os homens tiveram relações sexuais com as meninas, o Tribunal de Justiça do Estado de Mato Grosso do Sul havia decidido que não é crime, pois as meninas estavam envolvidas em prostituição. O Superior Tribunal de Justiça concordou, sustentando a decisão do tribunal inferior.
“As prostitutas esperam o cliente na rua e já não são mais pessoas que gozam de uma boa imagem perante a sociedade”, o juiz decidiu no caso original, acrescentando que a “prostituição é uma profissão tão antiga que é considerada no meio social apenas um desregramento moral, mas jamais uma ilegalidade penal”.
Ariel de Castro Alves, membro do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente, expressou horror à decisão.
“A decisão é quase uma licença para que o abuso e a exploração sejam cometidos sem punição. Atualmente, casos como esses dificilmente são punidos”, ela disse ao jornal O Globo. “É um processo difícil, que envolve constrangimentos e, muitas vezes, ameaças às vítimas e aos familiares delas. Quando se pode punir, temos uma decisão absurda dessas”.
A decisão foi também denunciada pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF).
“Por incrível que possa parecer, o argumento usado é o de que os acusados não cometeram um crime, uma vez que as crianças já haviam sido exploradas sexualmente anteriormente por outras pessoas”, a organização comentou numa declaração pública.
“Além disso, a decisão causa indignação, por causa da insensibilidade do Judiciário para com as circunstâncias de vulnerabilidade às quais as crianças estão submetidas”, continuou a declaração. “O fato resulta ainda num precedente perigoso: o de que a exploração sexual é aceitável quando remunerada, como se nossas crianças estivessem à venda no mercado perverso de poder dos adultos”.
Num segundo caso, noticiado no Brasil em 5 de junho pelo comentarista legal Renato Pacca, o Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul invalidou a condenação de um homem de 30 anos que confessou que teve relação sexual anal com seu irmão de 13 anos.
De acordo com o Ministério Público, o acusado, que não teve seu nome revelado na imprensa brasileira, “mediante violência real e violência presumida, constrangeu os seus três irmãos menores que contavam respectivamente com 9, 12 e 13 anos de idade, na época dos fatos a praticar e permitir que, com eles, se praticassem atos libidinosos diversos da conjunção carnal, consistentes em exibir-lhes filmes pornográficos, submetê-los a sevícias sexuais diversas e praticar coito anal”.
Embora o acusado tivesse confessado que abusou sexualmente de seu irmão de 13 anos, e embora tivesse sido sentenciado a 12 anos de prisão, ele foi absolvido por um recurso na 5ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do estado, porque o menino havia “pedido isso”.
De acordo com o texto da decisão, “a promiscuidade sexual era a tônica da convivência doméstica, bastando para atestar esta realidade, a naturalidade com o que o tema foi enfrentado pelas supostas vítimas”.
O menino de 13 anos “assentou efetivamente ter mantido relações sexuais com seu irmão”, disse o tribunal, “sentando-se no colo do irmão, argumentando ‘sabia que isso era errado’ e que na ação, teve papel de mulher e o réu de homem”.
O Ministério Público interpôs recurso no Superior Tribunal de Justiça, que, em contraste com o outro caso semelhante envolvendo as duas meninas, invalidou a decisão do tribunal inferior e restaurou a sentença original.
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com/2009/07/superior-tribunal-de-justica-decide-que.html
Veja o artigo original aqui: http://www.lifesitenews.com/ldn/2009/jul/09070711.html
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Contra o quê eles pelejam?
Contra o quê eles pelejam?
Edson Camargo
A verdade vem de Deus onde quer que a encontremos, e ela é nossa e é da igreja. Não devemos transformar tais coisas em ídolos, mas a verdade, onde quer que a encontremos, é da igreja. — Richard Sibbes, pastor puritano.
Quase todas as grandes questões discutidas na sociedade sobretudo ao longo dos últimos três séculos, por mais que pareçam meras disputas filosóficas, políticas, ideológicas e científicas, vão além disso. Se é verdade que os desdobramentos últimos das supostas resoluções desses problemas são sempre difíceis de prever, o aspecto subjacente que deve realmente ser identificado como o grande motor da questão deve ficar bem claro aos cristãos e não deve jamais ser perdido de vista: cada conflito existente no campo das idéias, é, em essência, uma batalha na guerra espiritual entre as verdades de Deus contra os sofismas das hostes de Satanás, aquele que vem para “roubar, matar e destruir”.
Sim, a verdade é invencível, pois ela vem de Deus, e Ele mesmo é o Caminho, a Verdade e a Vida. A luta daqueles que não conhecem a Deus e o rejeitam, esses que são “por natureza, filhos da ira”, não é uma luta contra a verdade. Contra ela, eles nada podem fazer, e em certa medida, dependem dela para transformar seus ensinamentos falsos em consenso no seio da sociedade. O que eles querem, por mais apaixonados que se digam pela verdade, é encobri-la. Tantos para eles mesmos como para os outros. Querem roubá-la dos que a possuem. Destruí-la desde dentro (ah, e quantos infiltrados na igreja de Cristo…) e desde fora (você conhece um intelectual e um “livre-pensador” típico).
É claro, contudo, que há muita gente séria, mas iludida, a defender mentiras diabólicas, e pessoas que sempre rejeitaram o Deus dos cristãos, mas não a totalidade das verdades que podem ser descobertas lendo as Escrituras ou observando com um mínimo de honestidade existencial e intelectual a Criação, pela qual muito se pode conhecer dos atributos do Criador.
Mais do que disputas entre linhas teóricas, perspectivas e versões da história, o que temos é uma guerra entre a verdade de Deus e a multidão de mentiras dos “réprobos quanto a fé”, como disse o apóstolo Pedro, dos cuja linguagem “corrói como o câncer”, segundo o apóstolo Paulo, dos aprisionados pelo príncipe deste mundo. Um mundo que “jaz no maligno”.
Parece um tanto dramático? Talvez sim, para alguns. Mas percebamos ou não, a cada verdade encoberta sobre o ser humano, sobre a estrutura da existência, sobre Deus e seus planos para a humanidade, o “inimigo de nossas almas” ganha terreno. E a vida piora já em nossa época, com resultados muitas vezes imediatos. Sem falar nas dificuldades crescentes em mostrar a seres humanos cada vez mais desnorteados intelectual, social e espiritualmente, as verdades excelsas do amor de Deus, seu plano de Redenção e sua vontade específica para cada homem, vontade que é “boa, perfeita e agradável”, por mais que muitas vezes incompreensível.
Note: em cada grande reivindicação, a cada grande polêmica levantada pelos “cidadãos do nosso tempo”, os portadores da tal “consciência moderna”, há sempre uma grande objeção à fé cristã, direta, ou subjacente. Dos abortistas aos planejadores sócio-econômicos, dos eco-fascistas aos cientificistas militantes, só se pode vê-los como “pessoas em busca de um mundo melhor” se o discípulo de Cristo entender que para os tais, “mundo melhor” é sinônimo de “mundo sem o Deus Verdadeiro e suas verdades”. Essa é a “luta” deles. Uma luta contra Deus, contra seu próprio Criador.
Fonte: Profeta Urbano
Divulgação: www.juliosevero.com
Carta enviada à revista “Cristianismo Hoje”
Carta enviada à revista “Cristianismo Hoje”
Olavo de Carvalho
Vocês falam do Júlio Severo naquele tom de superioridade fingida que é a linguagem por excelência dos fariseus hipócritas. Em vez de ajudá-lo no seu combate, como teriam o dever de fazer, procuram atiçar contra ele a sanha dos maledicentes e os risos dos escarnecedores. Ninguém mais do que eu diverge do Júlio numa infinidade de questões, mas não avalio seres humanos segundo sua semelhança ou dissemelhança comigo, e sim segundo suas qualidades intrínsecas, que no Júlio são grandes e esplêndidas, a começar pela sua coragem e pela sua fé cristã inabalável. A simples omissão dos cristãos em geral diante das perseguições que ele sofre já seria um pecado intolerável, mas vocês foram além da omissão: em vez de dar de beber a quem tem sede, meteram-lhe uma colherada de sal na boca. Capricharam na impiedade. Depois disso, não esperem que, no meu programa “True Outspeak” ou nos meu artigos, eu trate vocês de maneira respeitosa. Quem desrespeita o cristão perseguido torna-se automaticamente indigno de respeito.
30 de junho de 2009
Fonte: Olavo de Carvalho
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Entrevista original de Julio Severo para a revista Cristianismo Hoje