Presidente Obama Estende Agenda da Política Externa de Direitos Sexuais de Clinton

Presidente Obama Estende Agenda da Política Externa de Direitos Sexuais de Clinton

Lisa Correnti
WASHINGTON DC, EUA, 15 de fevereiro (C-FAM) Um comunicado presidencial decretado na quinta-feira passada pelo presidente Obama com o pretexto de igualdade sexual e capacitação para as mulheres será usado para avançar a saúde sexual e reprodutiva, e direitos lésbicos, gays, bissexuais e transgêneros (LGBT) nos outros países.

Ativistas pró-aborto aplaudiram a ordem oficial do presidente “Coordenação de Políticas e Programas para Promover Igualdade de Gênero e Capacitação para as Mulheres e Garotas no Mundo Inteiro”, como meio de garantir que o trabalho da ex-secretária de Estado na área de direitos e saúde sexual e reprodutiva permaneça uma prioridade na política externa e assistência de desenvolvimento dos EUA.

Embora a igualdade de gênero e a capacitação incluam programas incontroversos para ajudar meninas a permanecerem na escola, auxiliar mulheres na garantia de direitos fundamentais em países onde são restritos, e proteger pessoas marginalizadas, os críticos apontam que as campanhas diplomáticas e os programas financiados pelos EUA e pela USAID têm sexualizado as culturas tradicionais, e promovido o aborto como um direito reprodutivo.
O comunicado presidencial institucionalizará em todas as agências governamentais políticas de igualdade de gênero anteriormente estabelecidas por Obama mediante ordens executivas, e por meio de iniciativas do Departamento de Estado introduzidas pela secretária Clinton que priorizam direitos de aborto e homossexualidade mediante meios diplomáticos, inclusive a alocação de assistência externa.
O comunicado de Obama orienta o novo secretário de Estado, John Kerry, a nomear um Embaixador Itinerante para supervisionar a Secretaria de Questões Mundiais das Mulheres, e apresentar os relatórios diretamente a ele. Foi também estabelecido um grupo de trabalho de interagência presidido pelo Assessor de Segurança Nacional para supervisionar e promover coordenação em mais de 20 agências governamentais abrangendo desde o Ministério da Agricultura, a Comunidade de Inteligência até o Corpo de Paz e o Gabinete do vice-presidente.
Ordens oficiais de igualdade de gênero anteriormente dadas pelo governo americano tratam de eliminar a violência contra as mulheres e indivíduos LGBT, mas também promover a mudança de atitudes culturais e oferecimento de benefícios especiais para os indivíduos LGBT.
A saúde sexual e reprodutiva, mencionada várias vezes nessas ordens oficiais, ordenava uma variedade completa de métodos de planejamento familiar em vários programas de assistência de desenvolvimento. Esse foco no acesso exporá as mulheres pobres a conhecidos riscos de saúde associados com alguns métodos de planejamento familiar, inclusive um contraceptivo financiado pela USAID que as mulheres nos EUA não mais usarão e precários métodos de aborto descritosnum recente relatório da Organização Mundial de Saúde.
Grupos pró-aborto no mundo inteiro há muito tempo pedem que a assistência de saúde sexual e reprodutiva seja integrada em todos os níveis de assistência externa dos EUA. Esses grupos se queixam de que os programas de saúde sexual e reprodutiva foram segregados — ou colocados em “silos” — em diferentes secretarias, agências e mecanismos de financiamento. A ordem oficial do presidente ajudará a facilitar essa mudança e criar um aumento de financiamento para a saúde sexual e reprodutiva — uma quantia que os grupos pró-aborto exigem que suba estratosfericamente para 1 bilhão anualmente.
O comunicado presidencial está em conformidade com as ações passadas de Obama de promulgar direitos sexuais e reprodutivos nos outros países. Ele restabeleceu financiamento para o Fundo de População da ONU, cessado pelo presidente Bush por sua cumplicidade com a Política de Filho Único da China, revogou a Política da Cidade do México que proibia financiamento federal para grupos pró-aborto internacionais que cometem abortos e defendem a revogação de leis que protegem os bebês em gestação e suas mães, e está dando financiamento da USAID para grupos que normalizam conduta sexual arriscada e promovem distribuição insegura de pílulas do dia seguinte para adolescentes.
Fonte: C-Fam
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Obama fracassou em avançar o esquerdismo nos EUA?

Obama fracassou em avançar o esquerdismo nos EUA?

Julio Severo
Roberto Unger, um proeminente politico brasileiro e assessor de Obama em 2008, disse que “o presidente Obama tem de ser derrotado na próxima eleição” porque “ele fracassou em avançar a causa progressista nos Estados Unidos”, de acordo com reportagem do jornal Daily Mail.
Roberto Unger: Obama “fracassou” na causa progressista

Ele também disse que, “apesar de sua rivalidade feroz, a agenda do Partido Democrático é pouco diferente da do Partido Republicano”.

Nesse ponto, ele apenas confirmou o que eu suspeitava: a agenda esquerdista vem avançando em diferentes graus, pelo Partido Democrático e pelo Partido Republicano, no mundo inteiro por meio do governo dos EUA. (Claro que Ronald Reagan, do Partido Republicano, é uma exceção notável.)
O Daily Mail disse que “o sr. Unger é um político renomado no Brasil. Ele concorreu duas vezes para presidente do Brasil… Unger foi um dos fundadores do PMDB”.
Com suas credenciais impressionantes como professor de direito em Harvard desde 1976, “ele tem também prestado assessoria política em toda a América Latina”. Será que seus conselhos fracassaram em avançar a causa progressista nessa região? De qualquer modo, a América Latina está se tornando a União das Repúblicas Socialistas Latino-Americanas.
Ele tem ensinado direito com tendenciosidades progressistas por mais de 35 anos, e ninguém nos EUA reparou nisso? Outros proeminentes marxistas brasileiros, inclusive Fernando Henrique Cardoso, têm também sido professores em proeminentes universidades americanas.
Harvard, que foi estabelecida em 1636, foi nomeada em homenagem ao pastor evangélico John Harvard (1607–38), que deixou como herança para a universidade toda a sua biblioteca e metade de sua propriedade. Embora nunca tivesse filiação formal a uma igreja, Harvard treinava principalmente pastores protestantes. Hoje, embora nunca confesse formalmente que é marxista, Harvard treina principalmente esquerdistas.
Se a intenção original dos Peregrinos, que fundaram Harvard, tivesse sido implementada, Unger teria recebido um chute no traseiro. Se a intenção original de Unger fosse implementada, Obama receberia um chute no traseiro por ser um progressista “fraco”. Quanto aos Peregrinos, Unger os expulsaria de Harvard e dos EUA por não serem progressistas!
O mais famoso estudante do sr. Unger foi Barack Obama, que frequentou a Faculdade de Direito de Harvard em 1988. Ele estudou jurisprudência e como “reinventar a democracia”.
Obama realmente reinventou a democracia esquerdista que vem sendo construída há décadas pelos democratas e republicanos, mas isso não é suficiente para o professor Unger, que é um escritor respeitado por ter publicado dezenas de livros sobre economia, filosofia e política.
Em sua opinião, Obama “fracassou em avançar a causa progressista nos Estados Unidos”. Ao que tudo indica, ele espera que seus estudantes estabeleçam governos “democráticos” no modelo da União Soviética!
No pensamento de Unger, Stálin deveria sem dúvida ter sido derrotado porque “fracassou” em avançar a causa comunista na Rússia, e Hitler “fracassou” em avançar a ideologia nazista na Alemanha…
Unger me faz lembrar do bispo anglicano Robinson Cavalcanti, fundador do Movimento Evangélico Progressista, uma ONG composta de militantes protestantes esquerdistas no Brasil. Ele era membro do PT, fundado pelo ex-presidente Lula, partido esquerdista que hoje governo o Brasil. Cavalcanti deixou o PT porque, de acordo com sua opinião, o PT traiu o socialismo!
Fico simplesmente pensando como é que Cavalcanti não conseguiu uma cadeira de professor em Harvard para ensinar Obama e outros.
Se os EUA tivessem seguido a intenção de seus fundadores cristãos, os EUA nunca teriam um Unger em Harvard, ou um Obama na Casa Branca. Harvard continuaria treinando pastores, não esquerdistas. A Casa Branca pararia de ser uma casa de horrores que promove internacionalmente a sodomia e o aborto. E os Reagans seriam a regra, não a exceção.
Versão em inglês deste artigo: Has Obama failed to advance leftism in America?

Has Obama failed to advance leftism in America?

Has Obama failed to advance leftism in America?

By Julio Severo
Roberto Unger, a prominent Brazilian politician and an adviser to Obama in 2008, said that “President Obama must be defeated in the coming election” because “he has failed to advance the progressive cause in the United States,” according to a Daily Mail report.
Roberto Unger: Obama “failed” in the progressive cause

He also said that, “despite their fierce rivalry, the Democrats’ agenda is little different to that of the Republicans”.

In this point, he just confirmed my suspicion: the leftist agenda was advanced in different degrees, by Democrats and Republicans, throughout the world through the US government. (Of course, Ronald Reagan is a notable exception.)
Daily Mailsaid that “Mr. Unger is a renowned politician in his native Brazil. He has twice run for president of Brazil… Unger was one of the founding members of the Brazilian Democratic Movement Party”.
With his impressive credentials as a professor at Harvard Law since 1976, “he has also advised on politics throughout Latin America.” Has his advice failed to help advance the progressive cause in this region? In any case, Latin America is becoming a Union of Latin American Socialist Republics.
He has taught law with a progressive bias for more than 35 years, and has no one in America noticed? Other prominent Brazilian Marxists, including Fernando Henrique Cardoso, have also been professors in prominent American universities.
Harvard, established in 1636, was named after Puritan minister John Harvard (1607–38), who bequeathed to the school his books and half of his estate. Although never formally affiliated with a church, Harvard primarily trained Protestant ministers. Today, although never formally avowing Marxism, Harvard primarily trains leftists…
If the original intent of Harvard’s Pilgrim founders were implemented, Unger would have gotten the boot. If Unger’s original intent were implemented, Obama would get the boot for being a “weak” progressive. As for the Pilgrims, Unger would have expelled them from Harvard and America because they were not progressive at all!
Mr. Unger’s most famous student was Barack Obama, who attended Harvard Law School in 1988. He studied jurisprudence and the art of “reinventing democracy.”
Obama has indeed reinvented the de facto leftist democracy built up over for decades by Democrats and Republicans, but this is not enough for Professor Unger, who is a respected author having published dozens of books on economics, philosophy and politics.
In his view, Obama “has failed to advance the progressive cause in the United States.” Apparently Unger expects his students to establish “democratic” governments in the model of the Soviet Union!
In Unger’s thinking, Stalin should no doubt have been defeated because he “failed” to advance the communist cause in Russia, and Hitler “failed” to advance Nazi ideology in Germany…
Unger reminds me of Anglican Bishop Robinson Cavalcanti, founder of the Progressive Evangelical Movement, a NGO composed of leftist Protestant militants in Brazil. Cavalvanti was a member of the socialist Workers’ Party, founded by former President Luiz Inácio “Lula” da Silva. It is the ruling party in Brazil today. Cavalcanti left this party because, in his view, it betrayed socialism!
I just wonder why Cavalcanti failed to get a professor’s chair in Harvard to teach Obama and others.
If America had followed the intent of her Christian founders, she would never have had an Unger in Harvard or an Obama in the White House. Harvard would keep training ministers, not leftists. The White House would stop being a house of horrors advocating internationally sodomy and abortion. And Reagans would be the rule, not the exception.
Portuguese version of this article: Obama fracassou em avançar o esquerdismo nos EUA?
Source: Julio Severo in English: www.lastdayswatchman.blogspot.com

Liderando o mundo pelo mau exemplo: Obama e o “casamento” gay

Liderando o mundo pelo mau exemplo: Obama e o “casamento” gay

Julio Severo
O anúncio de Barack Obama, em 9 de maio, de que ele apoia o “casamento” gay levantou as esperanças dos grupos supremacistas gays no mundo inteiro de que outros presidentes seguirão o exemplo dele.
“Isso é incrivelmente importante, é excelente notícia. Os Estados Unidos lideram globalmente em tudo, e isso inclui direitos gays”, disse Julio Moreira, presidente do grupo supremacista gay Arco Íris, com sede no Rio de Janeiro. “Isso forçará outras nações como o Brasil a avançarem com políticas mais progressistas”.
Siga o exemplo dele?

Em dezembro do ano passado, o governo de Obama ordenou que os órgãos dos EUA que atuam no exterior, inclusive o Departamento de Estado e a Agência de Desenvolvimento Internacional dos EUA, usassem assistência externa para ajudar militantes homossexuais. O quadro é sombrio: o mundo em desenvolvimento está sob uma pressão agressiva dos EUA para descriminalizar os atos homossexuais. Nações africanas que se recusam a ceder sofrem a negação de assistência vital.

O apoio de Obama ao “casamento” gay veio numa longa trilha de favores legais e políticos concedidos por seu governo aos gays. Ainda que ele tenha usado palavras de Jesus e a Bíblia para justificar sua posição gay mais recente (desde sua antiga posição como senador esquerdista defendendo o “casamento” gay), Obama foi incapaz de evitar críticas generalizadas, principalmente de líderes católicos e pentecostais, que acreditam que Deus criou Adão e Eva. Eles não creem que Deus criou o sexo para dois Adões ou duas Evas, que, a propósito, nunca foram criados por Deus.
Líderes políticos e outros que são opostos ao “casamento” gay criticaram o mau exemplo de Obama. De modo particular, políticos pentecostais e católicos têm se manifestado de modo público e forte contra o “casamento” gay na América Latina.
A recente postura de Obama vem sendo pega, louvada e avançada em massa pela mídia esquerdista mundial, que está empurrando o mau exemplo dele nas nações.
De agora em diante, países sob ataque de forças gays e esquerdistas obterão apoio (ou assistência dos EUA) para defender a família natural?
Mesmo sem o mau exemplo de Obama, as nações já estavam sob imensa pressão de forças esquerdistas para adotar a agenda gay.
O Supremo Tribunal Federal do Brasil aprovou uniões civis gays no ano passado, derrubando ao chão um artigo da Constituição do Brasil que explicitamente reservava o casamento e as uniões civis apenas para um homem e uma mulher. Ministros esquerdistas, nomeados por presidentes esquerdistas, colocaram sua ideologia e o supremacismo gay acima da Constituição. Seu ativismo judicial efetivamente abriu a porta para o “casamento” gay no Brasil.
Apesar disso, políticos católicos e evangélicos continuam a bloquear a aprovação de toda legislação no Congresso Nacional que consagre o “casamento” gay
O mundo e o Brasil, que já estavam sob ataque de forças supremacistas gays, agora têm forças esquerdistas maiores para enfrentar, pois tudo o que acontece nos EUA, o resto do mundo segue, voluntariamente ou não.
Este artigo foi em grande parte baseado em reportagem da Associated Press.

Obama: Jesus é a base do apoio ao “casamento” gay

Obama: Jesus é a base do apoio ao “casamento” gay

Vitória conservadora na Carolina do Norte contra uniões gays impulsiona Obama a declarar apoio ao “casamento” gay

Julio Severo
Finalmente, Obama confessa que é a favor do “casamento” gay. “Acabo de concluir que para mim pessoalmente, é importante ir em frente e afirmar que penso que as duplas de mesmo sexo têm o direito de se casar”, Obama disse nesta tarde numa entrevista para Robin Roberts, jornalista da ABC News.
Ninguém ficou surpreso com a declaração de Obama, pois seu governo, desde o início, vem promovendo e impondo a agenda gay com agressividade fenomenal. Em dezembro do ano passado, seu governo ordenou que todas as embaixadas e órgãos dos EUA no exterior fizessem da agenda gay prioridade absoluta. Essencialmente, o decreto de Obama transforma os EUA em uma poderosa agência policial mundial a favor do homossexualismo.
Obama acha mais seguro usar Jesus, não Maomé, para apoiar “casamento” gay

Antes de chegar à presidência, Obama era um senador esquerdista que apoiava publicamente o “casamento” gay. Mas desde a primeira eleição presidencial, ele tem se mantido em discrição e “silêncio”, dando a entender que mudou de ideia, embora suas ações descaradamente pró-homossexualismo deixassem claro que sua “mudança” era só de lábios.

O que parece ter arrancado Obama do armário da incoerência entre seus lábios e ações foi a vitória que o povo da Carolina do Norte obteve recentemente contra os supremacistas gays. Esquerdistas de peso como o ex-presidente Bill Clinton entraram na votação do estado americano que estava decidindo proibir ou não o “casamento” gay, a união civil gay e todo tipo de parceria gay.
Billy Graham, o maior evangelista do mundo, entrou na briga, e saíram perdendo Bill Clinton e todos os supremacistas gays. Diante do quadro lúgubre para os extremistas, Obama, num momento de muita emoção e revolta contra a derrota decisiva na Carolina do Norte, não se conteve e saiu do armário, determinado a mostrar para o público americano e mundial que o “casamento” gay é certo e que Billy Graham e o povo da Carolina do Norte estão errados.
Contudo, ele não deixou transparecer tal motivação. O que ele apontou como motivação foi sua “fé”, usando como exemplo a declaração onde Jesus diz que devemos tratar os outros como gostaríamos de ser tratados. Ele disse: “Pensamos acerca da nossa fé, que está na raiz de nossas convicções, não só de Cristo se sacrificando em nosso favor, mas também de nos amarmos uns aos outros”.
Mencionar Jesus hoje para apoiar qualquer ideia ou prática perversa não traz consequências. Mas Obama, o grande defensor do islamismo como “religião de paz”, jamais ousaria dizer que a base para seu apoio ao “casamento” gay é Maomé. O mundo islâmico inteiro se levantaria em brados e bombas.
Entretanto, ofender os cristãos, ou insultando Cristo ou usando o nome dEle profanamente para promover ideias e práticas contra a natureza dEle, é conduta normal de esquerdistas.
No passado, os homens que viviam em aberrações confessavam que a base de seus atos era Satã ou Satanás. Mas hoje, homens desse tipo perderam a vergonha, usando e abusando do nome de Jesus em defesa de suas pérfidas escolhas. Só não ousam usar e abusar do nome de Maomé ou do Corão com o mesmo objetivo.
Com sua confissão em reação à derrota esquerdista na Carolina do Norte, Obama se torna o primeiro presidente dos Estados Unidos a declarar apoio público ao “casamento” gay.
Com informações de LifeSiteNews.

O Modelo Brasileiro de Obama

O Modelo Brasileiro de Obama

Dilma Rousseff mostra à Casa Branca um caminho autoritário

O presidente Obama recebeu a presidente Dilma Rousseff na casa Branca na última segunda-feira. Uma reportagem publicada antes do encontro dos presidentes fez a seguinte pergunta: “O que poderia Obama aprender da presidente Dilma?” A resposta otimista era: espera-se que não muito. Essa relação não é do interesse dos EUA.
Dilma Rousseff

Dilma é um exemplar da esquerda linha dura antiamericana que está unindo os países em desenvolvimento para cercear o poder dos EUA. Um dos principais objetivos da missão da presidente a Washington é a de ganhar o apoio de Obama para a ambição de Brasília de adquirir um assento permanente no Conselho de Segurança das Nações Unidas. O apoio americano para esse esquema seria autodestrutivo, uma vez que o Brasil seria seguramente um voto contra os interesses americanos na ONU. Dilma Rousseff, ex-guerrilheira comunista, é uma firme defensora de ditaduras antiamericanas como a dos Castros em Cuba e a de Hugo Chavez na Venezuela. Ela apoiou os esforços dos mulás iranianos em adquirir capacidade nuclear ao mesmo tempo em que lidera um clube de nações que fazem pressão pelo desarmamento nuclear americano. Se o mundo fosse dividido entre os que estão conosco e os que estão contra nós, Dilma estaria do lado errado.

Obama também não tem nada a aprender do Brasil no campo econômico. Antes de Dilma assumir o poder no ano passado, o gigante país sul-americano parecia finalmente escalar para a sociedade dos países sérios. Lula, antecessor de Dilma, embora também fosse tradicionalmente um esquerdista, deu grandes passos no sentido de aprimorar o clima empresarial do Brasil e o prestígio entre os investidores, modernizando a infraestrutura, trabalhando em conjunto com organizações não governamentais e seguindo uma agenda econômica pró-crescimento moderada. A percepção de progresso ajudou o Brasil a ganhar a sede das Olimpíadas de 2016 e da Copa do Mundo de 2014, uma conquista suprema para uma população apaixonada por futebol.
Mas Dilma Rousseff reverteu completamente a política fiscal, criando restrições aos mercados, impondo consideravelmente mais burocracia e aumentando os gastos do governo. Assim como Obama nos EUA, o resultado tem sido um drástico declínio econômico. Durante o auge da administração de Lula, a confiança no comando do Brasil gerou previsões de crescimento econômico de longo prazo de 5% para cima. Mas sob a nova direção estatista da coalizão do governo liderada pelo PT, a economia fracassou, com um crescimento do PIB em 2011 de 2,7%, o menor da América do Sul.
Os prejuízos sofridos pelo país são de interesse dos americanos porque a opressão de Brasília sobre seu povo e sua economia serve como um alerta para a ameaça que um poder estatal desenfreado impõe sobre a democracia. O aumento da perseguição sobre o grupo conservador Tradição, Família e Propriedade (TFP) expõe os perigos da dissidência em um mundo que está rapidamente se secularizando. Fundada em 1960 para combater o comunismo e promover valores familiares, o TFP, que é bem conhecido em círculos de Washington por sua ativa filial nos EUA, é o principal oponente no Brasil das prioridades esquerdistas como aborto, a censura e as regulamentações que inibem os direitos de propriedade privada. Por se colocar no caminho do Grande Irmão, o governo foi atrás do TFP. Recentemente o Superior Tribunal de Justiça, um dos tribunais mais importantes do país, julgou em favor de um grupo dissidente, os Arautos do Evangelho. A decisão, que aconteceu sob grande pressão de autoridades da Igreja, incluindo um representante diplomático do Vaticano, está efetivamente amordaçando o TFP ao distribuir seus recursos entre dissidentes esquerdistas.
Essa história é importante porque o Brasil é agora a sexta maior economia do mundo e líder de uma coalizão de estados de segundo nível que busca vingança contra o que entendem como anos de imperialismo do “primeiro mundo” ocidental. A narrativa reflete visão espasmódica de “culpar primeiro os americanos” do presidente Obama. Brasília também mostra como as burocracias esquerdistas se movem para reprimir a dissidência por meio da censura e do confisco de bens ao deparar com a oposição pública. A confabulação desta semana entre Obama e Dilma foi mais para uma sessão de fotos entre dois esquerdistas que cochicham sobre como o mundo poderia ser se eles tivessem mais poder. É sobre o que já está acontecendo com o mundo.
Traduzido por Luis Gustavo Gentil do artigo do The Washington Times: “Obama’s Brazilian model

Nações ex-comunistas expõem a ‘fraude’ de Obama

Nações ex-comunistas expõem a ‘fraude’ de Obama

Em meio ao acobertamento da mídia americana, a imprensa internacional alardeia o “maior escândalo da história americana”

A mídia das antigas nações comunistas está mais uma vez quebrando o silêncio em torno da elegibilidade do presidente Obama para seu mandato, muito embora a mídia americana se recuse a investigar o que está sendo chamado de “o maior escândalo da história americana”.
Primeiro foi o site russo Pravda.
Depois foi a Voz da Rússia, sucessora da Rádio Moscou, estação oficial da União Soviética.
E agora é o Neviditelný pes (O Cão Invisível) da República Tcheca, um site popular de Praga, que está soando o alarme.
Da mesma forma, o Pravda havia publicado um segundo editorial sobre o caso de autoria de Dianna Cotter, titular sênior da Universidade Militar Americana.
Pravda: “O maior escândalo da história americana”
Conforme noticiado pelo  WND, Arpaio e seu Bando do Caso Arquivado (Cold Case Posse) anunciaram que há uma suspeita indicando que os documentos divulgados pela Casa Branca em abril passado como sendo a certidão de nascimento completa e a carteira de reservista originais de Obama são na verdade falsificações.
“O Pravda desafiou a imprensa americana por sua deliberada omissão ao maior escândalo da história americana”, escreveu Cotter em um comentário ao Pravda em 29 de março. “No condado de Maricopa, Arizona, o xerife Joe Arpaio divulgou provas forenses convincentes de que Barack Obama, suposto presidente dos Estados Unidos, apresentou ao mundo em 27 de abril de 2011 uma certidão de nascimento forjada”.
Ela acrescenta, “Desde então, o escândalo só fez aumentar. Um ex-funcionário dos correios, Allen Hulton, apresentou recentemente um testemunho convincente, expresso sob juramento, que só pode levar a uma conclusão: Barack Obama fez faculdade nos Estados Unidos como um estudante estrangeiro”.
Cotter detalha os resultados de uma investigação feita pelo WND que revela que o funcionário de carreira aposentado dos correios alega que os pais de um ex-terrorista do grupo Weather Underground, Bill Ayers, financiaram os estudos de Obama em Harvard, e que a mãe de Ayers indicou que acreditava que Obama era um estudante estrangeiro.
“Há poucas dúvidas de que o sr. Obama não foi honesto com relação à família Ayers e a importância deles para a sua vida. Por mais dissimulado que seja, não é de forma alguma a revelação mais importante”, escreveu Cotter. “Se isso for verdade, se Obama tiver sido apresentado a Hilton como um estudante estrangeiro, isso quer dizer que Barack Hussein Obama estaria usando um passaporte estrangeiro para provar seu status de estudante estrangeiro ao se matricular na Occidental College, em Columbia, e mais tarde na Universidade de Harvard. Como Hulton assinou um juramento, isso não pode ser descreditado como uma mera fofoca; é naturalmente uma prova”.
Cotter também observou que a imprensa americana manteve silêncio em relação à carteira de reservista de Obama.
“A mídia de massa americana abordou esse tema em algum contexto?” ela pergunta. “Pode se tratar do maior escândalo da história americana, certamente a crise constitucional mais significativa que o país enfrentou desde a Guerra Civil.
Não.
Eles não se importam…
Para ser totalmente clara, o poder e o apoio do governo federal dos Estados Unidos está sendo usado para silenciar a imprensa sobre Barack Obama. Seja voluntariamente ou sob coerção, a mídia é cúmplice no acobertamento dos crimes de fraude de Obama e seu governo inconstitucional. Esse cenário é claro e inequívoco”.
Conforme noticiado pelo WND, o Pravda também publicou em 7 de março um artigo de Cotter sobre o caso. No editorial, ela acusou a mídia americana de ser “mansa”, receosa em publicar notícias e que está “deliberadamente escondendo provas publicadas na internet a respeito da fraude [do presidente Obama] contra o público americano e da “estripação” da constituição americana”.
Imprensa tcheca: Sabe-se mais sobre “o nascimento de Jesus dois milênios atrás”.
Agora, o Neviditelný pes (traduzido por “O Cão Invisível”), um site popular de Praga, na República Tcheca, publicou em uma série dividida em duas partes que até mesmo os americanos que dão entrada para uma carteira de motorista precisam apresentar provas da sua identidade.
De acordo com uma tradução grosseira do Google tradutor, o artigo explica: “É responsabilidade dos candidatos [à presidência] disponibilizar documentos da sua vida pregressa: apresentar sua certidão de nascimento…”
O artigo continua: “Agora sabemos mais sobre as circunstâncias do nascimento de Jesus dois milênios atrás do que sobre as do de Obama há meio século”.
A série fornece um histórico detalhado sobre a questão da elegibilidade e da investigação sendo realizada pelo xerife Joe Arpaio. Uma tradução grosseira da série está disponível aqui e aqui.
A Voz da Rússia: ‘Certidão de nascimento de Obama pode ser uma falsificação’
O WND noticiou também [tradução disponível] quando a Voz da Rússia, sucessora da Rádio Moscou, rádio oficial da União Soviética, publicou uma entrevista exclusiva com o xerife Joe Arpaio em 26 de março intitulada “Certidão de nascimento de Obama pode uma falsificação”.
“Onde quer que eu vá, as pessoas me elogiam pelo que fiz”, disse Arpaio à Voz da Rússia. “Então é claro que esse é provavelmente o maior caso de censura e acobertamento na história do jornalismo, uma vez que ninguém em nível nacional está dando cobertura à história”.
No entanto, na recente entrevista da Voz da Rússia, o entrevistador argumentou que o caso da elegibilidade de Obama tem sido noticiado por “centenas” de agências americanas por anos, depois que Donald Trump e Arpaio levantaram a questão.
“Bem, gostaria que me dissesse quais são elas. Tenho certeza que não são nacionais. CBS, ABC, TV a cabo? Pergunta Arpaio. “Mostre-me quem esteve cobrindo o caso. Isso não está sendo noticiado. Não vou passar por agências que dizem que não querem cobrir o caso. Esse é outro problema quando se trata da mídia. Mas onde estão as notícias? Vocês estão me chamando, vocês estão lidando com a Rússia, e é com a Rússia que preciso falar para soltar essa história”.
Traduzido por Luis Gustavo Gentil do artigo do WND: “Ex-communist nations expose Obama ‘fraud’