Microsoft ajuda governo dos EUA a espionar o mundo

Microsoft ajuda governo dos EUA a espionar o mundo

Comentário de Julio Severo: A matéria do Globo está sendo muito gentil ao dizer que a colaboração da Microsoft com a espionagem do governo dos EUA ocorria no passado. Quem dera fosse tudo coisa do passado. E não pense que com o Google e com a Apple é diferente. A grande preocupação é que a matéria do Globo deixa claro que para espionar um cidadão americano, o governo dos EUA precisa de um mandato judicial para cada indivíduo. No caso de estrangeiros fora dos EUA, o território é livre para fazerem o que quiserem. O Big Brother saiu das páginas do livro “1984” para monitorar o mundo diretamente da capital dos EUA. No passado, era comum eu ouvir de meus irmãos protestantes que o Vaticano era a Babilônia e que, como potência protestante que eram outrora, os EUA seriam o baluarte contra isso. E se for o contrário?
Só Deus para nos salvar do Golias monitorador que está se erguendo. Mas sabemos que basta um pequeno Davi para confrontar o Golias.
Leia agora a reportagem do Globo:

Microsoft colaborou com espionagem dos EUA, diz “Guardian”

Usuários do Outlook, Hotmail, SkyDrive e Skype teriam sido alvo da Agência de Segurança Nacional americana, de acordo com o jornal

O Globo
LONDRES – Documentos do ex-técnico da CIA Edward Snowden divulgados nesta quinta-feira pelo “The Guardian” afirmam que a Microsoft colaborou de perto com o sistema de espionagem da Agência de Segurança Nacional dos EUA (NSA, na sigla em inglês). De acordo com o jornal britânico, a própria empresa teria ajudado o serviço secreto americano a burlar a criptografia da companhia para interceptar comunicações de usuários.

O relatório, que guarda informações de três anos, afirma que conversas de usuários no portal do Outlook teriam sigo acessadas pela agência com ajuda da própria Microsoft. A companhia também teria facilitado a obtenção de dados de contas no Hotmail e do serviço SkyDrive, que tem mais de 250 milhões de usuários no mundo.

Outro alvo da agência teria sido o Skype, adquirido pela Microsoft em outubro de 2011. Segundo o “Guardian”, a NSA teria obtido dados em vídeo e áudio de conversas de internautas. O jornal também afirma que o material coletado é rotineiramente compartilhado com o FBI e a CIA.
Anteriormente, empresas do Vale do Silício negaram acusações de que estariam colaborando com o esquema de espionagem dos EUA, argumentando que toda obtenção de dados de usuários teria que passar primeiro pela Justiça.
No entanto, o “Guardian” afirma que ordens judiciais previamente programadas permitem que comunicações sejam acessadas sem um mandato individual se a NSA tiver ao menos 51% de certeza que o usuário não é americano e não está no território dos EUA. Para espionar um cidadão americano seria necessário um mandato individual, mas a agência seria capaz de conseguir o acesso se o usuário for estrangeiro e estiver fora dos EUA.
Segundo um documento citado pela matéria – datado de 26 de dezembro de 2012 – uma suposta comunicação interna da NSA diz: “MS (Microsoft), trabalhando com o FBI, desenvolveu um recurso de vigilância para resolver (a questão).” “Essas soluções foram testadas com sucesso e ativadas no dia 12 de dezembro de 2012.”
O jornal reforça que, segundo os dados de Snowden, a colaboração da Microsoft não estava limitada somente ao Outlook. Um registro de 8 de abril de 2013 descreve como a companhia teria colaborado por meses com o FBI, que atuaria como elo de ligação de agências de inteligência e a atuação do Prism no Vale do Silício.
No documento, estaria a autorização para que a NSA acessasse o serviço de armazenamento SkyDrive. Um novo recurso permitiria que “analistas não precisassem mais ter que fazer um pedido especial” para obter dados, de acordo com o texto divulgado pelo diário.
Fonte: O Globo
Divulgação: www.juliosevero.com
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“1984” ao vivo! Escândalo de monitoração dos EUA é a maior história da sua vida

“1984” ao vivo! Escândalo de monitoração dos EUA é a maior história da sua vida

“O escândalo de monitoração da NSA (National Security Agency, Agência de Segurança Nacional) é a maior história da sua vida” — foi, de acordo com o WND, a mensagem de Michael Savage durante toda esta semana, enquanto apareciam detalhes sobre o governo americano espionando americanos e pessoas do mundo inteiro.

“1984” ao vivo! Escândalo de monitoração dos EUA é a maior história da sua vidaContudo, “Obviamente eles não estão espionando muçulmanos, ou pessoas que se sabe têm ligação com terroristas,” Savage destacou. Caso contrário, as autoridades americanas teriam conseguido impedir o ataque a bomba na Maratona de Boston.

A Casa Branca garante que sua monitoração colossal é para deter terroristas, mas não quer espionar mesquitas, onde estão os terroristas.

A vasta monitoração do governo dos EUA atingindo as comunicações mais privadas exclui as fábricas de “guerra santa” onde os terroristas são treinados para ficarem mais radicais.

Desde outubro de 2011, os agentes do FBI não têm autorização de espionar mesquitas.

Isso é particularmente preocupante considerando pesquisas independentes de mesquitas americanas. Essas pesquisas revelam que cerca de 80% das mesquitas pregam violenta guerra santa ou distribuem literatura violência.

Se a colossal monitoração dos EUA não tem como alvo os islâmicos, que estão por trás do ataque terrorista aos EUA em 11 de setembro de 2001, qual é seu alvo? Durante todo seu governo, Obama tem sido acusado de mirar cristãos e ativistas pró-vida. Mais recentemente, as forças armadas e o Ministério de Segurança Nacional dos EUA rotularam os cristãos como “grupos de ódio.”

Monitoração 3Esse não é um problema apenas americano. Dois anos atrás, WND noticiou que o Ministério de Segurança Nacional estava monitorando meu blog. Sou um cidadão brasileiro. Por que tal monitoração sobre mim? Será que minhas atividades pró-vida e pró-família são uma ameaça aos EUA?

Provavelmente, sim. Uma reportagem do WND em 2011 disse sobre um plano de Obama para que os EUA sejam uma agência policial mundial a favor do homossexualismo. No Brasil, estou nas linhas de frente contra a tirania gay.

Trinta anos atrás, se alguém tivesse me dito sobre um programa mundial de monitoração, eu teria apontado para a União Soviética como sua fonte.

Depois de meu recente artigo publicado no Free Republic sobre o escândalo da NSA, uma americana me disse: “O governo dos EUA está na estrada dos pervertidos tiranos anticristãos e anti-liberdade. Não sei quando serão os tempos finais, mas imagino que os EUA criando um mundo governado por uma opressiva e odiosa KGB seria parte desse futuro.”

Os vazamentos feitos por Edward Snowden revelam que há uma poderosa KGB americana vigiando você no Facebook, Skype, Google e outros canais da internet. Não há lugar seguro. O “Grande Irmão” está vigiando você.

“Grande Irmão” é, de acordo com a novela “1984” de George Orwell, um governo onipresente e totalitário mantendo os cidadãos sob vigilância.

1984Aliás, as vendas da novela de Orwell dispararam como resultado do escândalo em torno dos programas de monitoração da Agência de Segurança Nacional. Na semana passada, quatro edições do livro estavam na lista dos 40 livros mais vendidos da Amazon. Em dado momento, as vendas de uma edição subiram 10 mil por cento.

Graças à colossal monitoração dos EUA no mundo inteiro, “1984” está aqui, e o que Edward Snowden disse sobre a espionagem do governo americano deveria provocar calafrios em todos nós. Ele disse:

1 – “A maioria das pessoas em países desenvolvidos passa pelo menos algum tempo interagindo na internet e os governos estão abusando dessa necessidade em segredo para estender seus poderes além do que é necessário e certo.”

2 – “O governo [dos EUA] concedeu para si mesmo um poder ao qual não tem direito.”

3 – “… Não posso em sã consciência permitir que o governo dos EUA destrua a privacidade, a liberdade de internet e as liberdades fundamentais no mundo inteiro com essa colossal máquina de monitoração que estão construindo secretamente.”

4 – “A NSA construiu uma infraestrutura que lhe permite interceptar quase tudo.”

5 – “Com essa capacidade, a vasta maioria das comunicações humanas é automaticamente ingerida sem direção. Se eu quisesse ver seus e-mails ou o telefone de sua esposa, tudo o que tenho de fazer é usar as intercepções. Consigo ter seus e-mails, senhas, registros telefônicos, cartões de créditos, etc.”

6 – “Qualquer analista em qualquer tempo pode mirar alguém. E, sentado diante da minha mesa de escritório, certamente tinha a autoridade para grampear qualquer pessoa, desde você ou seu contabilista até um juiz federal ou até mesmo o presidente…”

7 – “… eles planejam ter acesso a todas as conversas e a toda forma de conduta do mundo inteiro.”

8 – “Mesmo que você não esteja fazendo nada de errado, você está sendo monitorado e gravado… está chegando ao ponto em que você não precisa ter feito nada de errado, mas você acaba incluído [no sistema] simplesmente por causa da suspeita da alguém, até mesmo por uma ligação telefônica errada, e então eles podem usar esse sistema para voltar no tempo e inspecionar todas as decisões que você já fez, todos os amigos com que você falou algo, e atacar você nessa base…”

9 – “Permitir que o governo dos EUA intimide seu povo com ameaças de retaliação por revelar crimes é contrário ao interesse do público.”

10 – “Todo mundo, em todos os lugares, agora compreende como tudo ficou pior — e estão falando sobre isso. Eles têm o poder de decidir por si se estão dispostos a sacrificar sua privacidade para o Estado monitorador.”

11 – “Não quero viver num mundo em que tudo o que faço ou digo é gravado. Isso não é algo que estou disposto a apoiar.”

12 – “Não quero viver num mundo em que não há privacidade sem, pois, espaço para exploração intelectual e criatividade.”

13 – “O grande medo que tenho com relação às consequências para os EUA dessas revelações é que nada mudará. As pessoas não estão dispostas a assumir riscos necessários para tomar uma posição e lutar para mudar as coisas… E nos meses a frente, nos anos a frente, só vai ficar pior. A NSA dirá que… por causa da crise, dos perigos que enfrentamos no mundo, de alguma ameaça nova e imprevisível, o governo precisa de mais autoridade, o governo precisa de mais poder, e não haverá nada que as pessoas possam fazer nessa altura para se opor ao governo. E será uma ditadura prisão.”

Chamando o denunciante Edward Snowden de “patriota, não traidor,” o Dr. Michael Savage declarou que “o escândalo da NSA faz parecer o escândalo do Watergate como era: uma ervilha verde dentro de um maremoto.”

Edward Snowden
Edward Snowden

O que George Orwell “vazou” foi, por meio de sua novela, sua percepção sobre como um futuro governo vigiaria as pessoas. A ficção virou realidade. O que Edward Snowden vazou são fatos sobre como o governo americano já está fazendo isso.

Muito embora fosse socialista, Orwell não era considerado um “traidor” por revelar aonde o socialismo levaria a sociedade. Se seu livro, que é ficção, é elogiado, muito mais merecedor é o ato de Snowden revelar o que não é ficção. É “1984” ao vivo.

Concordo com Joseph Farah, que disse que deveriam garantir imunidade para Snowden, para que ele possa falar tudo o que sabe sobre como o “Grande Irmão” está de olho em você.

Com informações de WND, Investors e The Economic Collapse.

Versão em inglês deste artigo: “1984” Live! US Surveillance Scandal Is The Biggest Story Of Your Lifetime

Versão em espanhol deste artigo: ¡“1984” en vivo! Escándalo de vigilancia en Estados Unidos es la más grande historia de su vida

Fonte: www.juliosevero.com

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“1984” Live! US Surveillance Scandal Is The Biggest Story Of Your Lifetime

“1984” Live! US Surveillance Scandal Is The Biggest Story Of Your Lifetime

By Julio Severo
“The (National Security Agency) NSA surveillance scandal is the biggest story of your lifetime” – that was, according WND, Michael Savage’s message all this week, as details emerged about the US government spying on Americans and people around the world.

However, “They obviously weren’t spying on Muslims, or people known to have associated with terrorists,” Savage pointed out. Otherwise, the authorities would have prevented the Boston Marathon bombing.

The White House assures that its massive surveillance is to stop terrorists, and yet it won’t snoop in mosques, where the terrorists are.
The US government’s sweeping surveillance of most private communications excludes the jihad factories where homegrown terrorists are radicalized.
Since October 2011, mosques have been off-limits to FBI agents.
This is particularly disturbing in light of recent independent surveys of American mosques, which reveal some 80% of them preach violent jihad or distribute violent literature to worshippers.
So if the US massive surveillance is not aimed at Muslims, who were behind 11/9, what its aim? Throughout his administration, Obama has been charged of aiming at Christians and pro-lifers. More recently, the US Army and DHS labeled conservative Christians as “hate groups.”

This is not only an American problem. Two years ago, WND reported on DHS monitoring my blog. I am a Brazilian citizen. Why such surveillance on me? Are my pro-life and pro-family activities a threat to America?

Probably yes. A 2011 WND report said about the Obama plan to have the US as a global LGBT sex cop. In Brazil, I am in the frontlines against gay tyranny.
Thirty years ago, if someone had told me about a global surveillance program, I would have pointed Soviet Union as its source.
After my recent article was published on Free Republic about the NSA scandal, an American told me, “The US government has taken the road of anti-Christian, anti-freedom, pervert tyrants. I don’t know when it will be the end times, but I imagine the US creating an oppressive and hateful KGB ruled globe, would be a part of it.”
The leaks made by Edward Snowden reveal that there is a powerful American KGB watching you on Facebook, Skype, Google and other internet channels. There is no safe place. Big Brother is watching you.
Big Brother is, according to George Orwell’s “1984” novel, an omnipresent, totalitarian government keeping a watchful eye on its citizens.

In fact, sales of Orwell’s classic novel have rocketed in the wake of the scandal evolving around the National Security Agency surveillance programs. Last week, four editions of the book were in the top 40 of Amazon’s “Movers and Shakers” list. At one point one of the editions was up 10,000 percent.

Thanks to the massive, global US surveillance, “1984” is here, and what Edward Snowden has said about the U.S. government spying should send a chill up our spine. He said,
1 – “The majority of people in developed countries spend at least some time interacting with the Internet, and Governments are abusing that necessity in secret to extend their powers beyond what is necessary and appropriate.”
2 – “The government has granted itself power it is not entitled to.”
3 – “…I can’t in good conscience allow the US government to destroy privacy, internet freedom and basic liberties for people around the world with this massive surveillance machine they’re secretly building.”
4 – “The NSA has built an infrastructure that allows it to intercept almost everything.”
5 – “With this capability, the vast majority of human communications are automatically ingested without targeting. If I wanted to see your e-mails or your wife’s phone, all I have to do is use intercepts. I can get your e-mails, passwords, phone records, credit cards.”
6 – “Any analyst at any time can target anyone. I, sitting at my desk, certainly had the authorities to wiretap anyone, from you or your accountant, to a federal judge, to even the President…”
7 – “…they are intent on making every conversation and every form of behavior in the world known to them.”
8 – “Even if you’re not doing anything wrong, you’re being watched and recorded. …it’s getting to the point where you don’t have to have done anything wrong, you simply have to eventually fall under suspicion from somebody, even by a wrong call, and then they can use this system to go back in time and scrutinize every decision you’ve ever made, every friend you’ve ever discussed something with, and attack you on that basis, to sort of derive suspicion from an innocent life.”
9 – “Allowing the U.S. government to intimidate its people with threats of retaliation for revealing wrongdoing is contrary to the public interest.”
10 – “Everyone everywhere now understands how bad things have gotten — and they’re talking about it. They have the power to decide for themselves whether they are willing to sacrifice their privacy to the surveillance state.”
11 – “I do not want to live in a world where everything I do and say is recorded. That is not something I am willing to support or live under.”
12 – “I don’t want to live in a world where there’s no privacy, and therefore no room for intellectual exploration and creativity.”
13 – “The great fear that I have regarding the outcome for America of these disclosures is that nothing will change. [People] won’t be willing to take the risks necessary to stand up and fight to change things… And in the months ahead, the years ahead, it’s only going to get worse. [The NSA will] say that… because of the crisis, the dangers that we face in the world, some new and unpredicted threat, we need more authority, we need more power, and there will be nothing the people can do at that point to oppose it. And it will be turnkey tyranny.”
Calling whistleblower Edward Snowden “a patriot, not a traitor,” Dr. Michael Savage declared that “the NSA scandal makes Watergate look like what it was: a green pea inside a tidal wave.”
Edward Snowden

What George Orwell “leaked” was, through his a novel, his perception about how a future government would watch people. Fiction has become reality. What Edward Snowden has leaked are facts about how the US government is already doing it.

Even though being a socialist, Orwell was not considered a “traitor” for revealing where socialism would take society. If his book, which is fiction, has been praised, much more deserving is Snowden’ act of revealing what is not fiction. It is “1984” live.
I agree with Joseph Farah, who said that Snowden should be granted immunity to speak everything he knows about how Big Brother is watching you.
With information from WND, Investors and The Economic Collapse.
Source: Julio Severo in English: www.lastdayswatchman.blogspot.com
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Notícia chocante: Obama escolhe muçulmano como diretor da CIA

Notícia chocante: Obama escolhe muçulmano como diretor da CIA

Ex-agente do FBI denuncia que John Brennan se converteu ao islamismo.

Drew Zahn
O homem que era um dos principais especialistas em islamismo do FBI afirmou que a escolha do Presidente Obama para chefe da Agência Central de Inteligência (CIA), John Brennan, se converteu ao islamismo anos atrás na Arábia Saudita.
John Brennan

Conforme noticiado pelo WND, o ex-agente do FBI e especialista em islamismo, John Guandolo, há tempos já vem alertando que o governo dos EUA está sendo infiltrado por radicais da Irmandade Islâmica. Mas agora ele alerta que, ao indicar Brennan como diretor da CIA, Obama não apenas escolheu um homem “ingênuo” com relação a essas infiltrações, mas ele próprio é um muçulmano.

“Brennan se converteu ao islamismo quando serviu em uma função oficial a serviço dos Estados Unidos na Arábia Saudita”, disse Guandolo ao entrevistador e radialista Tom Trento.
“O fato em si não é o mais perturbador”, continua Guandolo. “Sua conversão ao islamismo foi o auge de uma operação de contrainteligência contra ele com o objetivo de recrutá-lo. O fato de agentes de inteligência estrangeiros terem recrutado Brennan quando ele estava em posição tão delicada e importante do governo americano em um território estrangeiro significa que ou ele é um traidor, ou é incapaz de discernir e entender como proceder em tais ambientes, o que o torna completamente inapto para ser diretor da Inteligência Central”.
Brennan de fato serviu como chefe de um posto da CIA em Riyadh na década de 90, e hoje ocupa o cargo de Vice-Conselheiro do Ministério de Segurança Nacional e Combate ao Terrorismo. No dia 7 de janeiro, Obama nomeou Brennan como próximo diretor da CIA, embora a nomeação ainda não tenha sido confirmada.
“Você está de brincadeira?” reagiu Trento às alegações de Guandolo. “O chefe da CIA é um muçulmano? É sério?… Tem certeza?”
“Tenho sim”, garantiu Guandolo. “Os fatos foram confirmados por agentes do governo que também estiveram na Arábia Saudita no tempo em que John Brennan servia lá e têm informações diretas. São homens que trabalham em posições de confiança, e foram testemunhas diretas do progresso dessa interação com indivíduos que trabalhavam para o governo saudita e com outros, e testemunharam sua conversão ao islã”.
Ex-fuzileiro naval e veterano de guerra, Guandolo trabalhou por 8 anos na Divisão de Combate ao Terrorismo do FBI como “especialista de assunto” da Irmandade Islâmica e da propagação global do islamismo. Guandolo se orgulha de ter criado o primeiro programa de treinamento em combate ao terrorismo da divisão, e de ter recebido em duas ocasiões o Prêmio de inteligência investigativa da Procuradoria-Geral dos Estados Unidos.
Ele é um dos autores do relatório da Equipe B II do think tank Center for Security Policy (Centro de Políticas de Segurança) intitulado “Shariah: The Threat to America” (“Sharia: A Ameaça à América”).
“Minha opinião é que Brennan é totalmente incapaz para assumir qualquer função de segurança nacional no governo, e isso, em especial, o torna inapto para o cargo de Diretor de Inteligência Central”, criticou Guandolo em sua entrevista a Trento.
Ele dividiu em três partes seu argumento contra a confirmação da indicação de Brennan.
“Primeiro, ele misturou sua vida profissional e pessoal com indivíduos que sabemos ser terroristas”, alega. “Ele supervisionou, aprovou e estimulou outros a trazer líderes conhecidos do Hamas e da Irmandade Islâmica para dentro do governo em posições de aconselhar o governo americano em estratégias antiterroristas e em questões gerais de ‘guerra ao terror’”.
Segundo, Guandolo defende que Brennan “provou com suas próprias declarações que ele é ingênuo e totalmente ignorante com relação à estratégia da Al-Qaeda”.
“Terceiro e último, que alguns poderiam considerar o mais perturbador, é que Brennan se converteu ao islamismo”, disse Guandolo, mas ressaltou, “Acredito que o pior é que a conversão foi resultado do trabalho de pessoas a serviço do governo saudita, o que torna John Brennan simplesmente ingênuo, imprudente, perigosamente ignorante e totalmente inapto para essa posição”.
“Mas isso, por si só, não deveria ser chocante para as pessoas”, prossegue. “Há um vídeo de um pronunciamento de Brennan em que ele diz especificamente que aprendeu e interpreta sua ‘visão de mundo’ em grande parte com a ajuda do islamismo. Não é preciso ir muito longe para imaginar que ele se converteu ao islamismo”.
Traduzido por Luis Gustavo Gentil do original do WND: Shock claim: Obama picks Muslim for CIA chief
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Caos moral na elite militar americana

Caos moral na elite militar americana

Julio Severo
Segurem-se nas poltronas, pois nem em programas de comédia picante nunca se viu tanta sacanagem. A notícia quente nos EUA esta semana é a queda do general aposentado David Petraeus, que até a semana passada era diretor da CIA, a maior agência de inteligência do governo dos EUA.
O escândalo que derrubou o importante militar foi uma amante, sua biógrafa Paula Broadwell, mulher casada e com filhos. O general também é casado e com filhos, mas a tentação foi mais forte.
O jornal inglês DailyMail noticiou esta semana que Paula pode ser uma das muitas conquistas do general. Pelo visto, ele pode ter sido escolhido para a CIA justamente por sua magnifica capacidade de ocultação.
David Petraeus com sua amante Paula Broadwell

O escândalo veio à tona depois que uma assessora, Jill Kelley, depois de ser ameaçada por Paula que não queria que nenhuma mulher se aproximasse do general dela, pediu meses atrás socorro ao FBI. O escândalo foi abafado até a eleição americana, para não atrapalhar a intenção de Obama reeleger-se.

Em todo o tempo de adultério, porém, o general prosseguiu, antes e durante a investigação, tomando decisões de vida ou morte com a cabeça cheia de depravação e traições.
Mas o escândalo não para aí.

Mais escândalos sexuais

O agente do FBI encarregado do caso acabou descobrindo que Jill Kelley estava flertando com vários militares de alta patente, e se sentiu na liberdade de enviar fotos sem camisa para ela, resultando na perda de suas funções por conduta sexual imprópria.
Mas o escândalo não para aí.
O general John Allen, comandante supremo das forças armadas dos EUA no Afeganistão (mesma função que Petraeus ocupava anteriormente) acabou entrando nas investigações. Allen era um dos que tinham flertes por email com Jill Kelley, que é casada e tem filhos pequenos. Aliás, o próprio general também é casado e tem filhos.
Mas o escândalo não para aí.
Em 4 de novembro, o DailyMail noticiou o escândalo do comandante Joseph R. Darlak que, numa parada de sua fragata em Vladivostok, Russia, aproveitou, juntamente com seus oficiais, para cair na farra com bebidas e mulheres.

Escândalos isolados?

Meses atrás, houve o famoso escândalo de agentes secretos de Obama envolvidos em prostituição, mas o governo americano havia garantido que “era um caso isolado”.
Entretanto, a realidade não é bem assim, e não culpem Barack Obama pela onda de adultérios e traições na elite militar americana. Esse caos moral é reflexo da extrema libertinagem da cultura americana há varias décadas. O próprio governo de Obama é, em grande parte, reflexo da deterioração cultural americana.
John Adams (1735-1826), segundo presidente dos Estados Unidos, disse sabiamente: “Nossa Constituição foi feita para um povo cristão e com valores morais. Ela é totalmente inútil para o governo de um povo sem esses princípios”.
Os EUA da época de Adams tinham uma população de maioria esmagadoramente protestante e com princípios morais. Hoje, os EUA são exatamente o oposto.
Com o caos moral reinando na sociedade americana, como é que generais e diretores da CIA podem tomar decisões que salvam vidas? Não podem.
Esse caos não começou com Obama.

Escândalos sexuais na elite americana são antigos

Durante a 2ª Guerra Mundial, o presidente Franklin Delano Roosevelt tomava diretamente a decisão de bombardear centenas de milhares de civis em cidades alemãs. Era totalmente correto bombardear nazistas e suas instalações militares. Mas era igualmente correto determinar a morte de milhares de mulheres e crianças alemãs?
Franklin Delano Roosevelt: o adúltero discreto

Sabe-se que Roosevelt estava traindo a esposa durante a guerra. E o adultério sempre adoece a capacidade de um homem decidir com prudência e justiça.

John F. Kennedy: o adúltero indiscreto com duas de suas amantes

John F. Kennedy era tão adúltero e depravado que há a desconfiança de que o serviço secreto dos EUA o tenha assassinado para que ele e suas traições não colocassem em risco a segurança nacional dos EUA. Parece que os serviços de inteligência dos EUA entendiam que um homem viciado em trair a esposa é um potencial traidor em todas as outras causas. A cabeça de um adúltero é um perigo para uma nação.

Bill Clinton, o presidente notoriamente indiscreto e adúltero

Durante seu governo, o presidente Bill Clinton bombardeou e massacrou milhares de sérvios, da Igreja Ortodoxa, para “proteger” os muçulmanas da região, e hoje se sabe que esses muçulmanos foram fundamentais no fortalecimento da al-Qaida. Clinton tomava essas decisões muitas vezes no calor de seus escândalos de adultério.

Que o adultério comprometeu a integridade, o juízo e o bom senso — se é que algum deles realmente teve algum dia essas qualidades — de Roosevelt, Clinton e Kennedy resta pouca dúvida.
Com a queda do general David Petraeus da direção da CIA, o FBI está agora revirando toda a residência de sua amante Paula Broadwell à procura de documentos secretos, pois ela já estava vazando segredos militares por aí.
Toda amante, que tem acesso privilegiado aos segredos dos homens adúlteros em postos elevados, se torna um risco para a segurança nacional.

“A quem muito é dado, muito será cobrado”

Eu não duvido que outras nações tenham problemas semelhantes, mas Jesus disse que “a quem muito foi dado, muito será cobrado”.
Diferente de muitas outras nações, os EUA foram fundados por evangélicos perseguidos como um porto seguro para cristãos perseguidos. Eles consagraram a jovem nação americana para Jesus Cristo.
Contudo, nos EUA de hoje, com militares ocupados com pensamentos de adultérios e traições, os cristãos perseguidos estão na última fila de suas preocupações.
Quando os EUA invadiram o Iraque, os cristãos iraquianos passaram a ser mais perseguidos do que antes, e a situação deles hoje é muito pior do que na época de Saddam Hussein. Os militares americanos não podiam ajudar os cristãos, por risco de serem vistos pelos islâmicos como aliados dos cristãos.
Quando os EUA invadiram o Afeganistão, as igrejas cristãs afegãs, que existiam em número pequeno, se extinguiram, e os cristãos passaram da condição de perseguidos para candidatos diretos ao martírio.
Para amenizar a fúria islâmica por tais invasões e não sofrerem o que os próprios cristãos estavam sofrendo por causa das invasões, os EUA passaram a dar entrada privilegiada para imigrantes islâmicos, que são os principais culpados da perseguição, tortura e assassinato de cristãos no mundo inteiro.
A nação que foi fundada por cristãos perseguidos fechou os olhos para cristãos perseguidos que sofrem MAIS depois das invasões americanas. Pior, em vez de serem fieis ao seu chamado de porto seguro para cristãos perseguidos, passaram a ser porto seguro para os algozes dos cristãos.
Não é difícil então imaginar que enquanto as igrejas cristãs afegãs estavam sendo dizimadas bem debaixo do nariz — e muitas vezes por causa — das poderosas tropas americanas, o general David Petraeus tinha preocupações mais elevadas. Qual suíte escolher para levar sua amante?
A história não muda. Adúlteros que decidem bombardear populações inocentes e condenar, por sua imbecil omissão, os cristãos ao trucidamento islâmico espelham a decadência moral de uma civilização — uma civilização que tem desprezado e traído sistematicamente a Deus.

Boa notícia?

Contudo, parece haver uma pequena chama de esperança. Recentes notícias nos EUA mostraram que há uma revolta crescente depois que se descobriu que houve fraudes na eleição presidencial dos EUA na semana passada. Em algumas cidades, 99% dos votos foram computados para Obama, proeza que nem mesmo Lula, com todos os seus mensalões e compras de votos, nunca alcançou no Brasil. O partido de Obama efetivamente passou a perna no partido de Lula.
Populações insatisfeitas de dez estados americanos fizeram uma petição para separar-se dos EUA e formar uma entidade nacional separada.
Se houver realmente uma separação e a formação de um novo país, é um bom sinal. Mas eles precisam dar atenção às palavras de John Adams: “Nossa Constituição foi feita para um povo cristão e com valores morais”.
Para que os EUA ou qualquer outra nação seja grande, não tem escolha: tem de ter um povo cristão e que tenha valores morais. Os EUA de hoje são prova mais que suficiente de que o contrário disso não funciona.
Com informações de vários artigos do DailyMail.
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FBI prepara sistema de varredura e vigilância da internet

FBI prepara sistema de varredura e vigilância da internet

Atividades de monitoração do FBI abrangerão a internet inteira, principalmente redes sociais como Facebook e Twitter

Julio Severo
A polícia federal dos EUA, conhecida como FBI, divulgou quietamente detalhes de planos para monitorar continuamente as informações mundiais do Facebook, Twitter e outras redes sociais, oferecendo uma rara oportunidade de ver as atividades do FBI. Outros órgãos do governo americano estão também envolvidos na vigilância das mídias de internet, mas não divulgam nada de suas atividades nem revelam até que ponto estão monitorando os usuários.

Os planos do FBI, conforme foram divulgados, incluem a contratação de empresas que construam um sistema de monitoração que ajude o FBI a vasculhar tudo na internet.

O documento indica que o FBI quer usar a mídia social para mirar usuários ou grupos de usuários específicos, observando que os agentes do FBI precisam “localizar causadores de problemas… e analisar seus movimentos, vulnerabilidades, limitações e possíveis ações adversas”.
Quem será classificado como “causador de problemas”? Uma das políticas prioritárias do governo dos EUA é promover a agenda gay no mundo inteiro. Sendo um órgão federal, o FBI poderia se desalinhar dessa política? É evidente que sua monitoração favorecerá os interesses do governo americano em tudo — inclusive na proteção e promoção da agenda gay.
Já há casos do governo americano monitorando cidadãos cristãos nos EUA que não têm nenhum envolvimento com terrorismo:
* O FBI tem monitorado indivíduos e grupos cristãos opostos ao aborto e ao “casamento” gay.
* O FBI tem perseguido uma mãe cristã e sua filha exclusivamente porque ela abandonou o lesbianismo e porque sua ex-amante lésbica exige a posse da menina.
* O FBI foi denunciado pelo grande site WND por monitorar um pregador evangélico.
O perigo nessa tendência americana é que outras polícias do mundo poderão imitar o FBI. Se o FBI pode monitorar cristãos por suas opiniões contra o aborto e o homossexualismo, por que a polícia federal do Brasil não pode copiar?

Sem nenhum mau exemplo dos EUA, o Brasil já enfrenta sérias ameaças, com um governo dirigido por indivíduos com histórico criminoso e terrorista comunista. São indivíduos que interpretam a “democracia” como um regime onde eles têm liberdade de fazer o que bem entendem, inclusive calar seus inimigos.

E por pura coincidência, o PT descobriu que o maior obstáculo para a implantação de sua ditadura e controle sobre a mente e coração do povo é a mídia evangélica: programas de TV e sites que defendem os valores cristãos, se opondo ao aborto e ao homossexualismo.
Por questão ideológica, o governo do PT, assim como todo governo socialista fanático, dá preferencia para Cuba. Por isso, a nova lei brasileira obrigando as mulheres grávidas a serem registradas se inspirou em Cuba.
Contudo, já que o FBI está demonstrando capacidade maior de monitorar os que ameaçam o governo americano com opiniões contrárias aos dogmas estatais do aborto e do homossexualismo, por que a polícia federal brasileira quereria ficar de fora desse controle?
O Brasil adora imitar lixo americano. Os grupos gays brasileiros, por exemplo, são imitadores fiéis dos grupos gays americanos.
O perigo é real, ainda mais que o governo americano, que anda obcecado pela agenda gayzista e abortista, tem tido um relacionamento com a ABGLT, a maior organização gay do Brasil.
Em 2010, a secretária de Estado Hillary Clinton deu uma mãozinha para que a ABGLT fosse oficialmente credenciada dentro da ONU. Ela deu essa ajuda depois que todos os esforços do governo Lula em prol da ABGLT na ONU falharam.
Além disso, há uma informação obtida de que a ABGLT já está tendo contatos com o FBI.
Com a ajuda do governo do PT, a ABGLT quer calar no Brasil cristãos que denunciam a agenda gay. Com a ajuda do FBI e do governo americano, o que a ABGLT poderia fazer com brasileiros nos EUA que denunciam em português a agenda gay? Como se sabe, Silas Malafaia e eu temos estado na mira da ABGLT.
Se o governo brasileiro — que é amante da truculência ditatorial cubana — se interessar pelo monitoramento dos cidadãos através do sistema de vigilância do FBI, a imitação será o próximo passo.
Teremos pois um FBI para pegar brasileiros conservadores nos EUA e um FBI tupiniquim para imitar o lixo policialesco americano.
Será o Fim do Brasileiro Independente?
Com informações do New Scientist.

A nova missão do FBI: monitorar cristãos

A nova missão do FBI: monitorar cristãos

Julio Severo
Historicamente, a Gestapo e a KGB são notórias como agências policiais estatais de monitoração, repressão e perseguição, inclusive de cristãos.
Enquanto a Gestapo e a KGB miravam dissidentes e cristãos, o FBI mirava criminosos.
Os tempos mudaram. A Gestapo e a KGB desapareceram nos escombros da história. E agora o FBI, que deveria estar mirando islâmicos terroristas, mira os cristãos, se tornando aos poucos como a Gestapo e a KGB.
Primeiro, conforme foi denunciado no meu blog, o FBI está atrás de uma ex-lésbica e sua filha. A mulher se tornou cristã e teve de fugir dos EUA, porque a ex-amante, uma ativista lésbica, exige a menina. Mas o FBI não está do lado da mãe natural. O FBI está com o movimento gay, prendendo pastores e movendo uma perseguição internacional contra a mãe cristã e sua filha.

E agora, WND relata o caso de um pregador de rua na mira do FBI. É de se temer o que o FBI acabará se tornando em futuro não muito distante.

E não seria difícil o FBI perseguir grupos cristãos e conservadores. Numa das excelentes aulas de seu curso de filosofia, o Prof. Olavo de Carvalho disse que por ano são aprovadas milhares de leis nos Estados Unidos. É claro que é impossível os cidadãos conhecerem todas essas leis. E quando você tem inimigos políticos, como apontou o Prof. Olavo, fica fácil pegar qualquer lei, que você desconheça, e jogar contra você.
Só no ano passado, os Estados Unidos aprovaram 40 mil leis, de modo que, conscientemente ou não, todo americano deve estar quebrando alguma lei! Um terço dos americanos já passou, em algum momento de suas vidas, algum tempo na cadeia.
Os tribunais americanos declaram aos que confessam que não sabiam: “O desconhecimento da lei não é desculpa”. Isso era fácil quando havia só os Dez Mandamentos. Mas se é impossível decorar dez por cento de todas as leis que foram aprovadas somente no ano passado nos EUA, como então se lembrar das leis que foram aprovadas nos outros anos? Esse enorme labirinto legal pode ser usado e abusado para prender e destruir os desafetos do sistema político no poder.
E os maiores desafetos desse sistema agora são os cristãos conservadores. Sei disso porque o governo americano já está monitorando sites cristãos. Sei disso porque eu mesmo estou em alguma lista negra. Sei disso porque o governo americano já declarou que os EUA vão estabelecer uma agência policial internacional a favor da agenda gay.
Perto do policiamento politicamente correto que o governo americano quer instaurar mundialmente, temo que a Gestapo e a KGB venham ainda a parecer coisa de criança.
Eis o artigo de WND:

Pregador quer saber se seu nome está na lista de terroristas

Bob Unruh
O Instituto Rutherford, um escritório de advocacia, está buscando saber se o FBI colocou em sua lista de monitoração de terroristas um pregador de rua que prega o Evangelho sem rodeios.
O pregador, Michael Marcavage, recorreu à ajuda legal depois que ficou sabendo que o FBI estava querendo entrevistar e interrogar seus amigos sobre as atividades dele.
Michael Marcavage

O Instituto Rutherford confirmou que “uma fonte confiável informou Marcavage de que ele estava sendo alvo de uma investigação do FBI e que seu nome havia sido acrescentado à lista do FBI de monitoração de terroristas, com base na ligação alegada dele a uma organização antiaborto conhecida como ‘Exército de Deus’”.

John Whitehead, presidente do Instituto Rutherford, disse que o FBI estava conduzindo uma investigação secreta nas ligações e atividades de Marcavage. Ele exigiu que o FBI revelasse o que está acontecendo ou pare a investigação.
“Michael Marcavage merece saber o motivo por que está sob investigação e se ele foi, de fato, colocado na lista do FBI de monitoração de terroristas. Contudo, se, conforme suspeitamos, Marcavage não é culpado de nada, a não ser de dar mensagens religiosas pacíficas que autoridades governamentais veem como polêmicas, então o governo claramente ultrapassou seus limites constitucionais”, disse Whitehead.
Marcavage é o diretor de um ministério de evangelismo cuja missão é a proclamação pública do Evangelho. Ele rotineiramente viaja pelo país pregando em fóruns públicos tradicionais, distribuindo literatura cristã e envolvendo os transeuntes em debates sobre a fé cristã.
Traduzido e adaptado por Julio Severo do artigo de WND: Preacher demands to know ‘terror watch’ status