Na lista negra de Hollywood: Alá é amoroso, mas a não aceitação da homossexualidade leva à violência, sadismo e terrorismo

Julio Severo

Geralmente, nas culturas islâmicas os pais matam os filhos homossexuais. Até mesmo na cultura ocidental, eles os matam. Por exemplo, uma manchete da FoxNews disse: “Pai em Los Angeles alegadamente matou filho porque ele era gay.” O pai era Shehada Issa, um homem muçulmano.

Entretanto, pelo fato de que em Hollywood a realidade não faz sentido, num episódio intitulado “The Djinn” no seriado americano de suspense e crime Lista Negra (The Blacklist), o roteiro foi fantasticamente irreal. Um empresário muçulmano nos EUA havia sido raptado, e enquanto a polícia, até o FBI, o está procurando, ninguém sabe que ele está preso no quarto de dormir de sua alegada filha Nasim, cuja fantasia é torturá-lo e matá-lo.

Em determinada altura, com o pai amarrado e torturado, Nasim disse: “Alá nos ensina o perdão.” Essa foi a única menção de Alá no filme: um deus amoroso que supostamente ensina que em vez de violência, seus adeptos devem praticar amor e perdão. Mas esse é um Alá artístico fabricado nos EUA, pois o real Alá não perdoador, que ensina seus adeptos a matar 100.000 cristãos por ano, não faz sentido para mentes politicamente incorretas.

Então Alá precisou ser reinventado por Hollywood para ter uma imagem fictícia americana do que ele não é nas culturas islâmicas, e também para ser parte de uma máquina de fazer dinheiro de uma Hollywood que transforma pesadelos reais em fantasias lucrativas.

Em seguida Nasim acrescenta: “Mas algumas coisas são imperdoáveis.”

É óbvio que para o Alá real, um muçulmano aceitando Jesus Cristo como seu Salvador é “imperdoável.” Mas o que é “imperdoável” para Hollywood e seu Alá? A não aceitação da homossexualidade!

Aparece o criminoso-herói Raymond “Red” Reddington (papel desempenhado pelo ator James Spader) e Nasim lhe diz: “O que você quer?”

Reddington: “Oferecer minhas simpatias.”

Em seguida, num dos maiores sermões “morais” na Lista Negra, e talvez em toda a história de Hollywood, ele deu uma lição de moral sobre como Nasim nasceu homem, mas seu pai, contra sua vontade, o transformou numa “mulher” para proteger sua família de vergonha. O personagem de Reddington usa e abusa da palavra “escolha” de um jeito holllywoodiano perverso.

“Escolha” é uma palavra enganosa em Hollywood e nos EUA. Você é um criminoso nos EUA se você força uma mulher a abortar seu bebê em gestação. Mas se ela escolhe abortar por livre vontade, não é crime. Aliás, você é rotulado um criminoso se você tentar impedi-la de matar o bebê dela!

Escolha, Alá, o islamismo e a homossexualidade são vacas sagradas no roteiro, nunca para serem mencionados negativamente. Vamos ver a conversa deles:

Nasim: Sei quem é você.

Reddington: E eu sei quem é você, Nasim. Que nome belo. Significa “brisa” em persa. Mas você não nasceu Nasim. Você nasceu Nasir — “o vitorioso.” Que ironia. Mas um menino. Um menino perfeitamente saudável.

Outro personagem diz para Nasim: Sabemos que você é o Djinn.

Reddington: E este deve ser seu pai. O açougueiro. Diga-me, Bahram, foi tão horrível descobrir que seu filho de 19 anos, seu filho mais velho, era gay? Tão horrível que você o forçou contra a vontade dele a ser operado, mudar seu gênero, para lhe dar uma filha no lugar de seu filho, que é gay?

Bahram, o pai de Nasim, tremendo: Os clérigos aceitam… As pessoas podem estar aprisionadas na armadilha do corpo do sexo errado. A lei diz…

Nasim: Eu não estava aprisionado numa armadilha. Eu gostava do meu corpo. Eu gostava de homens.

Bahram: Eu queria proteger você, Nasim. Eles poderiam ter matado você.

Reddington: Por ser gay. Eles são tão homofóbicos que ser gay é um crime repugnante, mas cortar o pênis de um homem não é? Honestamente, será que só eu estou, ou será que a raça humana está, armada de religião, envenenada pelo preconceito, e absolutamente desvairada de ódio e medo, galopando confusa de volta para a Idade Média? Quem na terra fica ofendido com uma menininha indo para a escola ou uma criança sendo gay? Vamos ser sinceros, Bahram. Você não mudou seu filho para protegê-lo. Você o mudou porque ele era um desgosto para você.

De acordo com seu roteiro hollywoodiano, Nasim se tornou “O Djinn,” um criminoso sádico que ajuda a realizar fantasias de vingança por meio de sequestros terroristas, não por causa de Alá, mas porque seu pai não aceitou sua homossexualidade. O islamismo é inocente na violência de Nasim e seu pai.

De acordo com a demonologia muçulmana, o Djinn (que em português significa “gênio”) é um espírito de uma classe que habita a terra, assume formas humanas e animais e exerce poder sobrenatural. É de maravilhar que o episódio intitulado “The Djinn” da Lista Negra pareceu inspirado por demônios?

De acordo com a visão de Hollywood, não é o islamismo, ou Maomé ou o Corão que leva os muçulmanos ao terrorismo. É a não aceitação da homossexualidade!

A não aceitação da homossexualidade leva as pessoas à violência, sadismo e terrorismo — no mundo maligno de Hollywood. O roteiro deixou claro que seu Alá hollywoodiano não teve nenhum papel na violência perpetrada por seus adeptos islâmicos.

Na vida real é muito diferente. A maioria dos muçulmanos no Oriente acha que um tratamento cruel para os homossexuais é perfeitamente justificável.

Os livros escolares de educação islâmica, usados oficialmente pelo Ministério da Educação da Arábia Saudita, dizem:

“A homossexualidade é um dos pecados mais nojentos e um dos maiores crimes… É uma perversão vil que vai contra a sã natureza, e é um dos pecados mais depravados e detestáveis… O castigo para a homossexualidade é a morte… [O criminoso] deve ser queimado vivo. Outros sugerem que ele deve ser apedrejado ou jogado de um lugar elevado”.

A Arábia Saudita, um aliado dos EUA, é a capital do islamismo no mundo.

Dez países muçulmanos oficialmente impõem a pena de morte para os homossexuais. Esses países são Arábia Saudita, Irã, Mauritânia, Nigéria, Paquistão, Somália, Sudão, Emirados Árabes Unidos, Iêmen e alguns estados da Malásia.

Outros países muçulmanos não têm pena de morte oficial para os homossexuais, mas os homossexuais são mesmo assim mortos pela polícia e pela população.

No mundo islâmico real Nasim não teria, a força ou não, tido nenhuma oportunidade de viver. A homossexualidade é punida com a morte no islamismo. Assim a lição de moral dada pelo criminoso-herói Reddington sobre não dar livre escolha para homossexuais não é sobre o islamismo, que na vida real mata homossexuais, mas o qual em Hollywood tem um Alá amoroso. É sobre o Cristianismo.

Hollywood, que tem medo de tratar o islamismo como uma religião que controla as pessoas e as leva à violência, se sente livre para fazer essa representação negativa do Cristianismo. Por exemplo, no episódio “Sir Crispin Crandall”, a Lista Negra tem uma cena em que o maligno diretor da CIA interrogou um criminoso usando a Bíblia. Ele disse para o criminoso, mostrando as fotos dos filhos do criminoso:

“Você conhece a Bíblia, sr. Karpos? Eu conheço. Em determinado tempo, cheguei a considerar a possibilidade de ser padre. Você consegue imaginar? Há uma passagem — Êxodo 20:5-6. ‘Porque eu, o SENHOR, teu Deus, sou Deus zeloso, que visito a maldade dos pais nos filhos.’ Nós não desejaríamos isso. Desejaríamos, sr. Karpos?”

Depois da ameaça “velada” contra seus filhos, o criminoso revelou toda a informação que o diretor da CIA queria!

Dá para você imaginar Hollywood apresentando um diretor da CIA ameaçando violência contra os filhos de alguém usando o Corão? Hollywood consegue proteger o islamismo e o homossexualismo ao mesmo tempo, mas não o Cristianismo evangélico que fundou os Estados Unidos.

O fato é que as pessoas são controladas por ideologias, que as levam à violência. Hollywood representa uma ideologia esquerdista que protege o islamismo violento, retrata o Cristianismo como violento e pinta a homossexualidade como uma “escolha” boa e até compulsória, inclusive para crianças.

As fantasias de Hollywood cometem estupros violentos contra a verdade por amor a suas próprias mentiras lucrativas.

O Alá hollywoodiano perdoa e aceita a homossexualidade. Mas para Hollywood, a não aceitação da homossexualidade é um “crime” imperdoável.

Hollywood está flertando com Alá à custa da verdade, da realidade e do Cristianismo evangélico que fundou os EUA.

Muitas vezes o Reddington de sangue frio mata outros criminosos. Fico pensando no que ele faria com George Washington, o primeiro presidente dos EUA, que expulsou um soldado por homossexualidade.

Hollywood mostraria Washington como um criminoso digno de receber uma lição de moral e até mesmo ser morto por Reddington?

Hollywood o mostraria como um homem em necessidade de aprender com o Alá hollywoodiano como perdoar seu soldado homossexual?

Hollywood o mostraria como o demônio Djinn por sua oposição à homossexualidade?

Seja como for, a Lista Negra jamais fará isso com o islamismo, o Corão e a Arábia Saudita. Só cristãos e a Bíblia estão na lista negra de Hollywood.

O que Hollywood está esperando para colocar Washington em sua lista negra?

Versão em inglês deste artigo: In Hollywood’s Blacklist: Allah Is Loving, But Non-Acceptance of Homosexuality Leads to Violence, Sadism and Terror

Fonte: www.juliosevero.com

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