“Casamento” gay: Um herói no Alabama

Julio Severo

Roy Moore, juiz que preside o Supremo Tribunal do Alabama, nos EUA, construiu sua carreira sendo leal à Constituição dos EUA e à Constituição de Deus, a Bíblia, e isso lhe custou seu emprego — duas vezes.

A pedido da entidade esquerdista Centro Legal de Pobreza Sulista, a Comissão de Investigação Judiciária suspendeu Moore na sexta-feira por sustentar a Constituição dos EUA contra o “casamento” gay.

A mesma comissão o havia removido do cargo 13 anos atrás por causa de um monumento dos Dez Mandamentos. Ativistas esquerdistas queriam o monumento removido do Supremo Tribunal do Alabama. Moore defendeu sua permanência. E ele foi castigado e removido.

Por que um monumento dos Dez Mandamentos não pode permanecer num tribunal estadual quando o Supremo Tribunal federal tem uma imagem de Moisés carregando os Dez Mandamentos gravada em sua fachada? Esse é um lembrete forte, deixado por americanos passados, de que os Estados Unidos não foram fundados num alicerce islâmico, budista, esotérico, ateísta, humanista ou homossexualista. Seu alicerce é a Bíblia e suas leis, principalmente os Dez Mandamentos.

Moore foi formado por West Point, a mais famosa academia militar dos EUA, e ele adora recitar de memória longas passagens da Bíblia e muitos documentos históricos americanos que defendem a Bíblia.

Não há incoerência entre a Bíblia e a Constituição dos EUA, esmagadoramente elaborada por homens que liam e viviam pela Bíblia. Todos eles não criam no “casamento” gay.

Há incoerência total entre “casamento” gay e a Constituição dos EUA, pois seus elaboradores tinham em mente o bem-estar de suas famílias e nação, não o avanço da ideologia gay.

No ano passado, em desacato aos Dez Mandamentos abraçados pelos elaboradores da Constituição dos EUA, o Supremo Tribunal dos EUA impôs o “casamento” gay nos Estados Unidos. Moore escolheu não desafiar a Constituição dos EUA e principalmente o alicerce moral e espiritual de seus elaboradores.

Moore abraça de forma intensa o conservadorismo. Ele reagiu quando o Facebook lançou um aplicativo chamado “Vamos Celebrar o Orgulho,” que permitiu que os usuários cobrissem sua foto de perfil com o arco-íris homossexual. A celebração do Facebook foi em honra da decisão do Supremo Tribunal dos EUA criando o “casamento” gay.

A resistência mais forte veio de conservadores russos, conforme noticiado por mim no meu artigo “Conservadores russos dão lição de moral para a propaganda homossexual do Facebook.”

Como um bom conservador, o Juiz Moore divulgou a versão em inglês do meu artigo em seu perfil de Facebook. Sua mensagem era clara: Ele estava contra o ativismo judicial pró-sodomia do Supremo Tribunal dos EUA. Ele apoiou a resistência russa a esse ativismo e à celebração do Facebook.

A resistência dele ao “casamento” gay imposto pelo Supremo Tribunal lhe custou seu emprego.

Ninguém ficava surpreso quando um cristão perdia seu emprego na União Soviética. Afinal, o governo soviético era comunista e oficialmente ateísta. Era natural ele perseguir cristãos.

Entretanto, o Supremo Tribunal dos EUA foi fundado para respeitar oficialmente os Dez Mandamentos, não a ideologia gay, o ateísmo, etc.

Os Estados Unidos foram fundados para respeitar os Dez Mandamentos, não a ideologia gay.

Moore foi removido de seu emprego por respeitar os Dez Mandamentos, não a ideologia gay. Ele foi removido não na União Soviética, mas nos Estados Unidos, que teoricamente é o país mais protestante do mundo.

Como foi que os Estados Unidos vieram a começar a tratar os cristãos como a União Soviética os tratava?

A União Soviética foi derrotada por seu ateísmo anticristão. Mas Sodoma, que promovia a sodomia, inclusive o “casamento” gay, foi totalmente destruída.

Com a suspensão de Moore, a mensagem é clara: Os EUA modernos não têm nenhuma conexão moral e espiritual com seus fundadores e nenhum juiz americano tem permissão de desafiar a lei da terra. E essa lei é o “casamento” gay.

Numa declaração, Moore disse que sua suspensão foi “um esforço de motivação política feito por organizações homossexuais e transgêneras radicais para me remover como presidente do Supremo Tribunal do Alabama porque me oponho claramente à agenda imoral deles.”

Moore deu seu testemunho cristão. E os Dez Mandamentos na fachada do Supremo Tribunal dos EUA também são um testemunho poderoso contra o “casamento” gay. Por seu próprio risco, os Estados Unidos estão imitando a União Soviética e Sodoma.

Com informações da Associated Press.

Versão em inglês deste artigo: Gay “Marriage”: A Hero in Alabama

Fonte: www.juliosevero.com

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