Jean Wyllys no Mackenzie

Jean Wyllys no Mackenzie

Universidade presbiteriana cede aos modismos politicamente corretos?

Julio Severo
Em seu debateintitulado “Diversidade Sexual e Liberdade Religiosa: Um casamento possível?” em 28 de fevereiro de 2013, a Universidade Presbiteriana Mackenzie, em parceria com sua chancelaria, convidou o deputado supremacista gay Jean Wyllys para tratar do tema diversidade sexual.

Em sua apresentação de Wyllys, a universidade o descreveu: “Militante pelas liberdades civis, atuava nas comunidades eclesiais de base da Igreja Católica. Parceiro dos movimentos LGBT, negro e de mulheres. Participa de ação de combate à homofobia, à intolerância, aos fundamentalismos religiosos…”

Para que o debate não fosse 100% gayzista, o chanceler Augustus Nicodemus Lopes também convidou o Dr. Guilherme Zanina Schelb, membro do Conselho Diretivo Nacional da ANAJURE, do qual o próprio Nicodemus é presidente do conselho.
Na apresentação de Schelb, o Mackenzie destacou que o membro da ANAJURE ficou famoso internacionalmente como coordenador de alguns inquéritos, inclusive um denominado “Guerrilha do Araguaia”. Esse inquérito, de acordo com informações do Senado, foi para atender aos pedidos dos familiares de 68 guerrilheiros comunistas que morreram em combates aos militares brasileiros no início da década de 1970, no Araguaia. Esses criminosos lutavam contra o governo brasileiro a fim de implantarem no Brasil uma ditadura comunista.
Como se isso já não fosse suficientemente suspeito, Schelb já foi acusado de tentar fazer dinheiro com suas investigações, uma atitude que entra em choque com a ética cristã, ainda mais quando lucros são obtidos com a defesa de uma suposta imagem positiva de patentes criminosos comunistas.
Fora dessa esfera, ele é conhecido como “moderado”, seja lá o que for que isso signifique.
O Mackenzie não disponibilizou, até o momento, o conteúdo das falas de Wyllys ou Schelb, mas uma estudante da universidade presbiteriana, que assistiu pessoalmente ao debate, manifestou publicamente que adorou o discurso do supremacista gay, dizendo:

(Twitter) De estudante do Mackenzie para Jean Wyllys:“Sou da Mackenzie e acabei de voltar do debate! Estou IMPRESSIONADA com a sua capacidade de debate e sua inteligência”.

Não se pode dizer, porém, que o Mackenzie foi a primeira instituição evangélica do Brasil a convidar um ativista gay para um debate. Essa “glória” insana pertence à Escola Superior de Teologia (EST) que em 2006 realizou um evento onde o participante mais famoso foi Luiz Mott, líder do movimento gay brasileiro acusado de defender a pedofilia. A EST pertence à Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil.
Depois de Luiz Mott na EST e Jean Wyllys no Mackenzie, o que virá? Toni Reis na notoriamente esquerdista Universidade Metodista de São Paulo?
Enquanto estou tentando entender como a participação de Wyllys poderia representar algum benefício para o Cristianismo brasileiro ou para a própria universidade presbiteriana, leio no Twitter de Wyllys uma mensagem dele recomendando Ricardo Gondim, um famoso pastor progressista no Brasil, mas hoje enlouquecido pelas ideias da Teologia da Libertação:

(Twitter) De Jean Wyllys para Ricardo Gondim:Texto lindo do pastor (pastor de verdade, culto, sensível, progressista).

Outra mensagem de Wyllys recomenda descaradamente Paulo Ghiraldelli:

(Twitter) De Jean Wyllys: Interessante contribuição ao debate. Você já leu este artigo de Ghiraldelli?

Ghiraldelli é um filósofo conhecido por defender publicamente a homossexualidade e a pedofilia.
Como é que uma universidade evangélica consegue convidar um ativista gay que recomenda um defensor da pedofilia? Além disso, como é que uma universidade presbiteriana consegue apresentá-lo como alguém ativamente envolvido no “combate à homofobia, à intolerância, aos fundamentalismos religiosos”? Não sentem nenhuma vergonha na cara?
Poderiam convidá-lo pelo menos para evangelização? Claro que sim. É obrigação de toda instituição que leva o nome cristão evangelizar os promotores de abominações, não promovê-los.
No caso de Wyllys, cuja formação ocorreu nas comunidades eclesiais de base, notórios vespeiros da marxista Teologia da Libertação, cabia à chancelaria do Mackenzie a responsabilidade de vetar, repudiar e rejeitar o espaço de publicidade ideológica gratuita para o notório supremacista gay.
Em 2010, a mesma chancelaria, sob pressão de tais supremacistas, removeu do site da universidade presbiteriana um manifesto anti-PLC 122 que estava postado ali desde 2007. Bastou que os supremacistas notassem e condenassem o manifesto (que fazia uma oposição suavizada à agenda gay), para que o chanceler do Mackenzie atendesse às ameaças dos birrentos ativistas homossexuais.
Na época, alguns calvinistas ligados ao Mackenzie me disseram que o manifesto fora removido porque a preocupação prioritária do Mackenzie é a “evangelização”. Mas não vi os mackenzistas saindo às ruas evangelizando os manifestantes. E o “combatedor da ‘homofobia’, da intolerância e dos fundamentalismos religiosos” não foi evidentemente convidado para ser exposto ao conhecimento técnico do Evangelho da salvação por meio dos teólogos calvinistas do Mackenzie — convite que ele prontamente rechaçaria. 
Eu sofro a mesma pressão dos supremacistas gays para remover do meu blog os meus artigos e manifestos que denunciam o PLC 122 e a agenda gay. Pelo fato de que não cedo, sou alvo de todos os tipos de ações que visam censurar, bloquear e eliminar meus blogs por inteiro. Outros ataques vêm de esquerdistas evangélicos que se autodenominam apologetas ou calvinistas. Mas nem minha postura nem os constantes ataques e ameaças que recebo impedem a evangelização de jovens homossexuais, que fazem contato comigo pedindo socorro.
Do mesmo modo, estou certo de que se o Mackenzie não tivesse removido seu manifesto anti-PLC 122, não faltariam oportunidades de evangelização, inclusive dos próprios homossexuais e ativistas gays que estudam e trabalham na universidade presbiteriana.
Contudo, se o Mackenzie desta vez mudou de ideia e, em vez de evangelização, queria apenas “debate”, por que trazer Wyllys? Por que deixá-lo usar a universidade evangélica como “púlpito” para pregar suas perversões?
Não era melhor então trazer alguém mais capacitado?
Para um debate genuinamente cristão sobre as ameaças do ativismo gay na sociedade brasileira, o Mackenzie poderia ter convidado Silas Malafaia, cujas opiniões cristãs sobre homossexualidade valem muito mais do que milhões de palestras de Wyllys.
Entretanto, a crença de Malafaia em dons sobrenaturais do Espírito Santo como profecia, curas, milagres e línguas para hoje poderia desqualificá-lo para tal convite. Além disso, ele não tem o selo presbiteriano ou calvinista. Mas Wyllys tem tal selo? Tudo o que ele já fez mais proximamente disso foi dizer que “os calvinistas são aliados do movimento homossexual”.
Será que Wyllys estava se referindo aos EUA, onde a maior denominação presbiteriana ordena pastores gays e promove um liberalismo e esquerdismo que fariam os ossos podres de Karl Marx estremecerem de alegria em seu túmulo?
Se estava falando do Brasil, com certeza, ele estava se referindo ao Genizahe outros tabloides calvinistas que clonam seu sensacionalismo liberalóide. Dá para incluir o Mackenzie nisso? De forma direta, acho que não. Mas indiretamente, é uma possibilidade. O chanceler não é um liberalóide, mas sua descrença no poder do Espírito Santo na vida dos cristãos de hoje o torna vulnerável às ciladas e pressões politicamente corretas.
Ao descrever o chanceler, o Dicionário Babylon (conforme acessado em 2 de março de 2013) diz: Augustus Nicodemus Lopes “acredita no fim da revelação divina através de dons espirituais como profecia, bem como não acredita na manifestação de línguas estranhas como sinal de atuação do Espírito Santo para os dias modernos. Por esse motivo, é considerado por escritores pentecostais como cessacionista e elitista em sua interpretação das Escrituras”.

Talvez tivesse faltado orientação divina para saber quando não ceder ao feroz ativismo gay e quando agir evangelisticamente. “Onde não há visão profética”, diz Provérbios 29:18, “o povo de Deus tropeça”. Outras versões dizem que o povo de Deus chega a perecer. Tudo isso, conforme diz a versão King James Atualizada, porque “Um povo que não aceita a revelação do SENHOR” tropeça, e alguns estão fazendo essa escolha infeliz por acreditarem numa teologia que determina que visões proféticas de orientação ministerial e pessoal não são possíveis fora dos tempos da Bíblia.

Seja como for, com ou sem visão, é óbvio que a Universidade Mackenzie não convidou Wyllys para propósitos evangelísticos.
Talvez quisessem apenas usar a presença famosa dele para que a grande mídia esquerdista, que tanto paparica Wyllys com holofotes e propaganda, notasse que a ANAJURE existe.
Tal tática, se realmente foi usada, é um meio estranho de alcançar visibilidade e holofote, especialmente para cristãos, que deveriam crer que Deus honra aqueles que O honram, e dá visibilidade a quem publicamente — na universidade, televisão ou outro lugar — confessa Seu nome, conforme Jesus Cristo, a Palavra viva, ensinou:
“Digo-vos mais: todo aquele que me confessar diante das pessoas, também o Filho do homem o confessará diante dos anjos de Deus. No entanto, o que me negar diante dos homens será negado diante dos anjos de Deus.” (Lucas 12:8-9 KJA)
“É Deus quem julga: a um rebaixa, a outro eleva!” (1 Samuel 2:7 KJA)
Antes, Wyllys tivesse sido convidado apenas para escutar sobre o Filho do Homem que liberta os homens do pecado homossexual.
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23 comentários sobre “Jean Wyllys no Mackenzie

  1. Olá Júlio;Quando você denuncia blogs de cristãos progressistas eles ficam revoltados e alguns bons lideres calvinistas até tentam demonstrar a outra face da Igreja Presbiteriana, mas esta cada dia mais difícil defender tais conduta tipicamente esquerdista e anticristã.Sou cristão e como tal tenho confessado abertamente que não sou líder, não sou exemplo para ninguém, então me sinto a vontade para dizer que ser progressista/esquerdista e ser cristão não são compatíveis, pois essa ideologia luta claramente contra os valores básicos da fé cristã e prova disso é que eles se aliam a qualquer outra ideologia se o objetivo é combater os cristãos, basta ver que são aliados dos Palestinos, árabes e muçulmanos e contra Israel. Dias desse o Jean Wyllys publicou essa pérola em seu tweter: “SE AHMADINEJAD MASSACRASSE APENAS CRISTÁOS, NÓS FUNDAMENTALISTAS LGBT CERTAMENTE ESTARIAMOS APOIANDO O TEOCRATA IRANIANO.”Com a palavra os calvinistas que emprestam seu nome ao Mackenzie.

  2. Se continuar assim em breve a IPB estará nomeando reverendos gays e realizando casamentos gays em seus templos como já está acontecendo em outros países. Só lamento. Estão invalidando a palavra de Deus pra agradar a comunidade pederasta.dar a palavra a um Jean Willys é assinar um atestado de conivência com a promiscuidade e intolerância gayzista.

  3. Parabéns Julio. Fico muito triste com a posição da Mackenzie afinal por um acaso foi na Comissão de Direito que Marcio Retamero um ativista gay da bancada de Jean Wyllis que insultou os religiosos evangélicos como fundamentalistas desgraçados e fez apologia a violência e a guerra civil dizendo que pegaria em armas, onde Jean Wyllis faz gestos com a cabeça concordando com essa brutalidade. Quanta apostasia acometem esses Teólogos que se dizem cristãos da Mackenzie. Levam seus estudantes ao erro grosseiro.

  4. É o fim dá picada. Será que os nossos irmãos reformados estão tão cegos que não conseguem enxergar esse absurdo? Como o reverendo Augustus Nicodemus Lopes permite que uma criatura como o Jean Wyllys tenha espaço para propagar sua sandices imundas em solo cristão? Esse tipo de ''afago'' aos gayzistas ainda vai custar caro à cristandade. Se o reverendo Nicodemus é realmente cessacionista, então ele tem que ''cessar'' com o afago ao politicamente correto, '' cessar'' de receber com louvores na Mackenzie criaturas com o Jean Wyllys, ''cessar'' de flertar com os vermelhos. Que DEUS tenha miserocórdia de nós!!

  5. A verdade é uma só. Incontestável! Faltou ou está faltando visão de Deus aos irmãos que cederam a oportunidade para esre indivíduo propagar sua pederastia. Não há comunhão entre luz e trevas. O solo da Mackenzie foi profanado.

  6. O que dizer? Estou perplexo! Chamar um Jean Wyllys para um debate é totalmente diferente de chamar um Richard Dawkins e isso por motivos óbvios: Wyllys defende quem defende a PEDOFILIA! Como, meu Deus, como o Mackenzie dá espaço para uma coisa como essa? Estou profundamente envergonhado com o Mackenzie… Desculpe, mas a única coisa que cabe fazer agora é sair e orar – Senhor, esclarece as mentes!

  7. Isso que dá por calvino acima de Jesus!"Pelos seus frutos os conhecerão!"A "obra" destes não está passando pelo fogo, pelo contrário: está se queimando, e antes até do anticristo!Shalom

  8. Julio,Antes de escrever o post você poderia ter tido a sensatez de procurar a chancelaria para mais informações sobre o ocorrido.De qualquer forma, o Rev. Augustus Nicodemus se pronunciou em um comentário no FaceBook com as seguintes palavras:"Infelizmente numa universidade do porte do Mackenzie, diretórios estudantis realizam eventos se valendo da autonomia universitária dos quais só tomamos conhecimento em cima da hora, como foi o caso, só nos restando achar uma pessoa para fazer o contraponto, para tentar ao menos minimizar os efeitos. Lamento profundamente tudo isto ocorrido em nosso quintal e em nossas costas. O evento não foi promovido pelo Mackenzie, sua reitoria ou chancelaria – jamais. Fomos pegos de surpresa. É uma pena que pessoas que se dizem cristãs alardeiam fatos e os distorcem sem qualquer conhecimento de causa."http://www.facebook.com/marcelo.edson.12/posts/456721001066507?comment_id=3688775&offset=0&total_comments=1Julio, aconselho ao irmão ser mais criterioso nas próximas postagens.Abraço.

  9. Caro Julio e demais irmãos,1. Em primeiro lugar, é preciso tomarmos o cuidado de não julgar sem antes ouvir o outro lado. O Mackenzie é dirigido pela IPB, em seu conselho e chancelaria, mas isso não significa que, em uma instituição gigante como é, todos pensem da mesma forma. Trata-se de uma universidade e não de uma igreja. Quem já estudou lá sabe que boa parte dos professores e diretores não é cristã.2. Consequência do primeiro ponto, boa parte dos alunos não aceita que sua universidade tenha linha cristã e isso gera boas lutas internas, que não vêm a público. De modo que um chanceler presbiteriano nem sempre tem toda a força que gostaríamos (igreja) que tivesse.3. No Mackenzie os diretórios das unidades acadêmicas organizam e realizam eventos de cunho acadêmico e convidam personalidades para falar dentro da autonomia universitária. Quando o assunto envolve religião, obrigatoriamente tem de passar pela Chancelaria. Quando não envolve religião, ou explicitamente não envolve, o assunto não chega ao chanceler. No caso deste evento, não chegou.4. Por mais indigesto que seja ter um gayzista falando em uma universidade cristã, não podemos nos esquecer que, por vezes, proibir a fala destes indivíduos pode representar covardia. Será que não temos argumentos para calar os gayzistas em um debate? Uma universidade do porte do Mackenzie só poderá ouvir agora evangélicos? Onde fica o espaço para debate se só os que são iguais a nós forem ouvidos?5. Justiça é colocar todos os fatos na balança. Antes de demonizarmos o Mackenzie, coloquemos do outro lado da balança as causas que ele já enfrentou pelo bem do Reino, a saber: a. Em 2000, a proibição de nudismo nas aulas de desenho:http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ilustrad/fq2311200020.htmb. Em 2008, a campanha contra as drogas na Universidade:http://g1.globo.com/Noticias/Vestibular/0,,MUL342122-5604,00-UNIVERSIDADE+FAZ+CAMPANHA+POLEMICA+SOBRE+USO+DE+DROGAS.htmlc. Em 2008, a sustentação do Criacionismo em suas aulas, indo contra a onda do neo-ateísmo e darwinismo dos nossos dias:http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ciencia/fe3011200805.htmhttp://veja.abril.com.br/110209/p_084.shtmlhttp://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidian/ff1312200830.htmd. Em 2010, o posicionamento sobre a lei da homofobia. O pronunciamento foi, a meu ver, erroneamente retirado do ar, no tumulto da polêmica, mas a posição do Mackenzie e da IPB nunca foi negada. Pelo contrário, na sequência, a IPB reafirmou sua fé na Palavra de Deus e na condenação do homossexualismo:http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,lider-religioso-do-mackenzie-ataca-lei-contra-homofobia-e-causa-polemica,641133,0.htmhttp://www.youtube.com/watch?v=KJaYxb78peI e. Desde 2011, mesmo não sendo igreja, a chancelaria da Universidade tenta influenciar os alunos distribuindo kits com Bíblias:http://novotempo.com/noticias/2011/02/18/calouros-do-mackenzie-recebem-kit-com-biblia/f. Nos últimos anos, os congressos sobre Darwinismo em que criacionistas de primeira linha e cientistas do Design Inteligente são convidados para debater o tema e mostrar à sociedade os equívocos da posição darwiniana:http://www.mackenzie.br/10391.html?&L=0http://www.mackenzie.br/2_darwinismo_apresentacao.htmlhttp://www.mackenzie.com.br/17286.htmlhttp://www.mackenzie.br/4_darwinismo_palestrantes.html?&L=4%2FConcluindo, o Mackenzie pode ter errado em permitir a fala de um gayzista em sua instituição? Pode. Mas ele não falou sem um contraponto! E não podemos jogar fora todo o trabalho árduo e valoroso que tem sido feito no decorrer dos anos por esta instituição, como nos mostram as reportagens acima.Abraços,Ageu.

  10. Prezado Reverendo Ageu, a paz.Entendo seus argumentos, todavia permita-me discordar de alguns pontos.Jean Wyllys é extremista e sabidamente utiliza-se de discursos cristofóbicos. Não aceita de forma alguma qualquer oposição às suas suas ideais. A nenhum extremista deve-se dar ouvido e nem voz.Se realmente o Mackenzie não podia fugir do debate, deveria ter pelo menos convidado alguém moderado.Jean Wyllys nãop é pessoa ideal para debater este assunto. Quando se vẽ acuado, parte para grosserias.Fato é que o ativista foi lá dentro da Mackenzie difundir sua ideologia.Há inúmeras pessoas que contrapõem MUITO BEM o que defende Jean Wyllys. Qual o porquê não terem sido convidadas?Sae-se que o procurador cristão que tentou derrubar as teses de Wyllys foi vaiado várias vezes. O ex-BBB sentiu-se em casa.A Mackenzie se saiu muito mal nessa história.

  11. Olá Júlio;No meu comentário anterior eu citei a dificuldade que os valorosos e honestos reverendos e calvinistas honestos teriam para justificar, logo veio o comentário do Missionário Agnaldo Gondim repetindo a oração de que NÃO SABEM O QUE FAZEM, mas infelizmente eu discordo do valorosos Missionário, pois eles não só sabem como cumprem uma agenda, quem duvidar observe a Igreja Presbiteriana nos EUA.O Reverendo Ageu Magalhães também saiu na defesa alegando a velha retórica de que o Mackensie é grande e apesar de dirigido pela IPB nem todos pensam iguais, digo velha retórica porque é sempre assim em toda igreja onde a apostasia se aproxima, digo isso porque qualquer instituição por maior que seja ela sempre mantém o controle de seus liderados, se assim não fosse imaginem a Coca-Cola escocesa resolvesse substituir o refrigerante por whisky, ou a brasileira substituir por cachaça, tenho certeza que imediatamente a diretoria seria demitida antes mesmo da nova bebida chegar ao mercado; Outra situação interessante é que boa parte dos pais dos que estudam no Mackensie optaram pela escola exatamente pela linha que ela se propõe e a direção por iniciativa própria muda radicalmente e abre as portas para um deputado que NÃO TEM REPRESENTATIVIDADE, pois foi eleito pela legenda e ainda por cima para falar em defesa de algo que afrontam os valores dos cristãos, isso não caberia a esses pais que se sentissem enganados entrar na justiça contra a instituição?E por outra, devemos sim observar que o nome da IPB é relacionada ao Mackenzie e portanto ou a IPB demite os promotores de tal evento ou esta de acordo com ele, simples assim.

  12. Parece que o digníssimo reverendo Ageu Magalhães desconhece as astúcias do diabo:"E não vos admireis disto, já que o próprio Satanás insiste em se transformar em anjo de luz. Não é muito, portanto, que os seus ministros (como o deputado homossexual Jean Wyllys) apareçam como ministros da justiça; e o fim deles será segundo as suas obras" (2 Coríntios 11:14–15, o parêntese é meu)Deixar que um ativista homossexual fique à vontade dentro de uma instituição que se intitula cristã (como a Universidade Mackenzie) é o mesmo que permitir que o diabo seja adorado dentro da igreja de Jesus!Os homossexuais NUNCA vão permitir que qualquer pessoa discorde de suas idéias, e, principalmente, nunca vão deixar ninguém dizer que o homossexualismo é pecado! Por que o deputado Jean Wyllys (que é homossexual) iria agir diferente? Será que só o reverendo Ageu Magalhães não viu isso?Podem me chamar do que quiser, mas eu digo sem medo: se eu fosse diretor de uma escola ou universidade cristã, eu NUNCA iria permitir a entrada de nenhum homossexual. Um verdadeiro cristão JAMAIS deve permitir que o pecado contamine a moral de um ambiente sagrado. É como diz o apóstolo Paulo:"Não deis lugar ao diabo" (Efésios 4:27)Será que o digníssimo reverendo já viu, em alguma página da Bíblia, Jesus e Satanás sendo amigos (ou Jesus fazendo acordo com Satanás)?Gostaria que ele mesmo respondesse a esta pergunta!

  13. Aqui não se trata de julgar a ninguém, aqui se trata de se lembrar do que a Bíblia diz! Só isso! Não preciso ser filosofo, ser teólogo ou um "doutor" dessa faculdade, basta ler a Bíblia para ver claramente que a atitude da Mackenzie está completamente errada! Para mim eles estão querendo "estatura" como dizem as versões mais antigas da Bíblia, com os homens, mas enquanto isso estão deixando Deus de lado… Só basta ler a Bíblia. Simples.

  14. Prezados irmãos,Não me expressei bem no primeiro comentário. Vou tentar ser mais claro:1. Alunos não-crentes, do diretório acadêmico do Direito, convidaram o Dep. Jean Wyllys para falar em um evento do diretório.2. O chanceler, Rev. Augustus Nicodemus, não tinha conhecimento do evento. Não passou por sua mão o aprovar ou não.3. Quando o Pr. Augustus soube que o convidado era o Jean Wyllys, conseguiu inserir no evento um evangélico para fazer o contra-ponto.Houve erro, mas percebam que não foi com culpa do Pr. Augustus, nem dos crentes do Mackenzie. Como disse acima, as lutas são grandes por lá.Abraços,Ageu

  15. Não há desculpas. O que deve ser feito é o Sínodo da Igreja Presbiteriana estipular Regulamentos internos inclusive para ser seguido pelo Chanceler. Nicodemus só interfere em casos relativos á assuntos religiosos? E então porque não vetou Jean Wyllys? Porque é medroso. Já demonstrou isto em 2010 quando recebemos um email de uma membro de sua igreja dizendo que ele estava preocupadissimo com a Passeata Gay exigindo a retirada do artigo que escreveu no site do Mackenzie. Mandei um email para milhares de Brasileiros cristãos, a maioria de S.Paulo e cidades vizinhas. Um tal de Rev. Mauro Meinster, enviou-me imediatamente após a postagem do nosso artigo para reenviar emails solicitando que nada fizessem pois nada aconteceria? O NADA dele foi a RETIRADA DO ARTIGO SOBRE A PLC 122 que caiu fora do site do Mackenzie. Invadiram a liberdade de expressão do Mackenzie e ganharam no grito, pois os três diretores se acovardaram. Acompanhe de perto a realidade lendo o artigo postado no link: http://defesa-hetero.blogspot.com/2013/03/covardia-mackenzie-honra-ativista.html#.UTbwRzC0KSo . A verdade está na cara, cabe ao Sínodo da IPB tomar das devidas providencias para substituir o Rev. Dr. Nicodemus por outro Chanceler que siga os preceitos divinos. Errar uma vez, é perdoável, mas insistir no erro, deve ser disciplinado pelo seu erro. Esparemos que o Sínodo ou quem de direito da IPB tome as devidas providências.Rev. Alberto Thieme – http://www.defesahetero.org e http://www.profichalimpa.org

  16. Que o reverendo Ageu Magalhães me perdoe, mas eu sou obrigado a rebater todos os argumentos dele:1. Alunos não crentes, do diretório acadêmico do Direito, convidaram o deputado Jean Wyllys para falar em um evento do diretório.Primeira coisa: que autoridade esses alunos têm para convidar qualquer pessoa? Por acaso eles podem convidar quem quiser (sem consultar a direção da universidade)?E o respeito à autoridade da direção da universidade, onde fica? Daqui a pouco, vão convidar traficantes perigosos para negociarem drogas lá dentro!2. O chanceler, reverendo Augustus Nicodemus, não tinha conhecimento do evento. Não passou por sua mão o aprovar ou não.Será que Augustus Nicodemus é tão inocente a ponto de não saber o que se passa dentro da instituição onde ele trabalha? E mais: será que ele não sabe quem é realmente o deputado Jean Wyllys (e quais idéias ele defende)?Se não passou pela mão dele aprovar ou não vinda de Jean Wyllys, quem autorizou? Alguém precisa ser responsabilizado por isso!3. Quando o pastor Augustus soube que o convidado era o Jean Wyllys, conseguiu inserir no evento um evangélico para fazer o contra-ponto.Ou seja, depois que o diabo entrou foi que o digníssimo pastor resolveu tomar providências!É muita cara de pau querer que alguém aceite estas desculpas!

  17. E esse tem sido um câncer com metástase oriunda da imprensa. O portal Yahoo está fazendo uma verdadeira campanha a favor do gayzismo no Brasil, inclusive depreciando a escolha do Pr. Marcos Feliciano para a CDH da Câmara. Qualquer comentário contundente (mesmo sem palavras de ofensas) não está sendo publicado. Total falta de parcialidade e comprometimento total com a causa gay. UM ABSURDO. VOU EXCLUIR MINHA CONTA NO YAHOO.

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