Manual da ONU “orienta” governos no avanço da agenda gay

Manual da ONU “orienta” governos no avanço da agenda gay

Julio Severo
O Escritório do Alto Comissariado da ONU para os Direitos Humanos (ACNUDH) lançou um novo manual sobre orientação sexual e identidade de gênero, colocando a agenda gay diretamente nas leis internacionais de direitos humanos.
Edição em espanhol do manual pró-homossexualismo da ONU

O manual, de 60 páginas, foi feito para que os Estados entendam as suas obrigações e os passos que devem seguir para implementar a agenda gay em suas sociedades. O livro também fornece instruições para que os ativistas gays possam responsabilizar seus governos pelo descumprimento das leis de “direitos humanos internacionais” — descumprimentos que podem ser interpretados, por exemplo, quando as escolas não fornecem educação homossexual ou quando as redes sociais, como internet e televisão, não proíbem a veiculação de mensagens contrárias às práticas homossexuais.

Para a ONU, a agenda gay é prioridade social internacional. Se homem e mulher podem casar, duplas gays também podem. Se um homem e uma mulher casados podem adotar crianças, duplas gays têm também o mesmo direito, de acordo com a ONU. “A aplicação de igualdade dos direitos para as pessoas LGBT em relação aos demais segmentos não é uma mudança radical nem complicada. Ela é baseada em dois princípios fundamentais do direito internacional dos direitos humanos: igualdade e não discriminação. As palavras de abertura da Declaração Universal dos Direitos Humanos são inequívocas: ‘Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e direitos’”, destaca a Alta Comissária da ONU para os Direitos Humanos, Navi Pillay, no prefácio do livro.
O manual é mais um passo na implementação da agenda de imperialismo que a ONU, em parceria com seu maior financiador, o governo dos EUA, dá para o controle das nações.
Com informações do escritório da ONU no Brasil.
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2 comentários sobre “Manual da ONU “orienta” governos no avanço da agenda gay

  1. Se uma pessoa de bem, baseada na tradição familiar, diz que algo é moralmente correto, logo aparece um alienado para dizer: "ui, a moral é relativa". Ué? E Por que os mesmos não questionam o imperialismo sexual promovido pela ONU? A imposição ao mundo daquilo que meia dúzia de países consideram como moral?

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