Usando crianças como armas

Usando crianças como armas

Nonie Darwish
Se isto não for abuso dos direitos humanos, então o que é?
No Oriente Médio, crianças estão sendo usadas, pelos adultos que deveriam tomar conta delas, para se tornarem armas jihadistas para conquistar o mundo — às vezes com bombas presas aos seus corpos para matarem seus supostos inimigos. As crianças recebem treinamento com armas para aprenderem a matar judeus, e lhes é dito que morrer por amor à jihad (guerra santa) é a mais alta honra e a única garantia de irem para o céu. Se estas coisas não forem abusos dos direitos humanos das crianças, o que é? Na escola de ensino fundamental que freqüentei em Gaza, a agenda político e cultural do mundo árabe era enfiada por nossa garganta abaixo em efetivamente todos os assuntos.

Hoje, as crianças ocidentais também estão sofrendo com as agendas dos adultos que lhes são enfiadas goela abaixo: a agenda ambiental, a agenda feminista, a agenda gay, a agenda islamista, a agenda da “inveja de classes”, a agenda da “divisão racial”, a agenda dos direitos dos animais, ad infinitum. O que as pessoas do Ocidente não conseguem ver é que também estão usando as crianças como armas: como instrumentos para provocar mudanças sociais, culturais e políticas, geralmente para destruir o sistema ocidental tal como o conhecemos, e substituí-lo por um novo mundo que a cultura popular e muitos parecem estar tão desesperados para alcançar.

Experimentos com a criação de crianças não acontecem apenas em países ignorantes do Terceiro Mundo, onde as pessoas não sabem de nada melhor. Minha filha voltou para casa, vindo da sua escola de ensino médio, e perguntou sobre qual tópico deveria escrever um ensaio que tinha recebido como tarefa. Os temas eram: suicídio, assassinato em massa, sofrer bullying ou opressão por ser gay ou por pertencer a uma determinada raça ou nacionalidade. Quando sugeri “nenhum”, a resposta dela foi que essa lista havia sido dada pela professora.
É dito aos meninos que o aquilo que antes era considerado brincadeira normal de meninos, desafios e lutas, tornou-se crime, bullying. As meninas são incentivadas a se considerarem como vítimas dos homens e do casamento, e a se sentirem magoadas com isso.
As divisões políticas e sociais estão penetrando em nossas escolas e colocando terrível pressão sobre nossos filhos. Nos divórcios, o pai está vendo seus filhos serem levados para longe dele enquanto é dito à mãe que ela pode fazer tudo por si só, sem um pai. Nas divisões políticas e culturais, os adultos também estão agindo de maneira hostil, como pais divorciados, que dilaceram seus filhos durante as batalhas pela custódia. Como acontece no Oriente Médio, onde as crianças são feridas não-intencionalmente pela experimentação política, social e psicológica, nós também estamos usurpando a inocência delas.
Adam Lanza (que matou 26 pessoas, dentre as quais 20 crianças, na escola Sandy Hook, em Newtown/EUA), mentalmente insano ou não, poderia não ter acabado como aconteceu. Faltava-lhe respeito à autoridade enquanto vivia no isolamento de uma casa grande com uma mãe desesperada para agradá-lo, levando-o para aulas de tiro, comprando-lhe armas de ataque, revólveres e munição, apesar de saber que seu filho não estava bem. A cultura popular falou a essa mãe que ela poderia substituir o pai na vida de seu filho, e que o filho não sentiria nenhuma diferença se as atividades paternas fossem realizadas pelo pai ou por ela. Essa pobre mãe disse aos seus amigos que estava tentando criar um vínculo com seu filho de vinte anos — infelizmente, o que ela não sabia era que essa é uma idade em que os jovens odeiam ser vistos com suas mães.
A cultura ocidental tem ferido mulheres, crianças e a estrutura familiar, dizendo às mulheres que elas conseguem fazer tudo, falando aos homens que eles são descartáveis, e informando às garotas que a maternidade e o casamento são desnecessários.
Num quadro maior da situação, a epidemia americana de tiroteios e assassinatos em massa por jovens poderia ser um grito de ajuda de várias gerações de crianças que sofreram por décadas de experimentação e doutrinamento nas escolas públicas. Também poderia ser um grito de ajuda de mães sem marido, que são informadas que podem exercer tanto o papel do homem quanto da mulher na família, inclusive a difícil tarefa de criar seus filhos (os meninos) sozinhas, até à idade adulta. As mulheres precisam de um descanso e os filhos precisam de pais tanto quanto precisam de mães. Eles também precisam dos relacionamentos familiares extensivos: a avó carinhosa, o tio e a tia engraçados, os primos. Já é hora de terminar com essa pressão de justiça própria sobre nossas crianças para mudar o mundo. (Nonie Darwish — adaptado de www.gatestoneinstitute.orgwww.Chamada.com.br)
Nonie Darwish é autora de The Devil We Don’t Know [O Diabo Que Não Conhecemos] e presidente da www.FormerMuslimsUnited.org.
Publicado na revista Chamadawww.Chamada.com.br
Divulgação: www.juliosevero.com
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6 comentários sobre “Usando crianças como armas

  1. Meus parabéns rapaz,excelente matéria!eu já havia percebido isso à alguns anosrealmente as escolas tem um papel fundamental (talvez um dos principais) no processo de manipulação da população por vários fatores , além desses citados no artigo, as escolas sempre ensinam q Deus não existe (não há uma comprovação científica),q o mundo e o universo nasceram de uma explosão de nada reagindo com nada ,pode isso? kkk…quando eu frequentava a escola discuti muito com minhas professoras sobre isso,mas a palavra de uma criança não tem valor, a menos q lhes convém;ou dizem também q o homem veio do macaco kkk, quando uma pessoa chama um negro de macaco é discriminação, mas quando os cientistas e a elite dizem isso o povo aceita na maior facilidade sem questionar ou se opor (que ironia,não?)outra é essa questão das mulheres q eles enganaram com uma suposta 'liberdade e direitos iguais' kkk q palhaçada, se fosse pra ser iguais ñ seria Adão e Eva, seria Adão e Everaldo, o q acaba disfarsadamente contribuindo com as idéias homosexuais.Aos poucos as famílias estão desaparecendo e dando lugar a aberrações e pessoas frias sem coração, e sem Deus"Eles dizem: ha, mas o importante é ser feliz,ter muito dinheiro, acreditando no q quiser.Vc pode ter quantos deuses quiser, se casar com quem quiser,separar quantas vezes quiser, etc…""Não há mais valores,não há mais Um só Deus, até pq ñ há provas científicas q Deus existe.o importante é juntar muito dinheiro, fazer o máximo de sexo e o mais depravado possível, senão vc ñ é homem ou mulher o suficiente, vc é obrigado a provar isso na sociedade ou virar homosex e praticá-la sendo feliz."Acho q foi ontem mesmo q vi na tv q as mulheres estavam reclamando da rotina diária, q era muito difícil, mas elas foram manipuladas por ativistas da elite disfarsadas de libertárias Deus fez homem e mulher, e fez o homem primeiro e lhe ordenou que fosse o chefe da família(é claro seguindo as leis de Deus), fez O Messias,e não a messias; não estou sendo machista, isto foram ordens de Deus, o qual também é masculino.A mulher tem grande poder d persuasão sim,por isso a serpente escolheu Eva para enganar,pois sabia q ela influenciaria seu marido.A verdade é q estão nos manipulando há muito tempo sem q a gente perceba,estão transformando homens em merdas e nossas mulheres em prostitutas(e infelizmente muitos estão gostando), isto faz parte da apostasia e dos planos da elite.Temos q unir nossas famílias novamente e nos prepararmos, pois isso é só a ponta do iceberg.Paz!

  2. Não sei se a opinião que eu vou dar aqui vai ser muito apropriada para o assunto deste artigo, mas eu vou dizer exatamente o que eu penso (vocês me corrijam se eu estiver errado).Alguém, certa vez, disse uma coisa muito certa: "O mundo será o que forem as suas famílias". Um dos pilares da manutenção da família é o casamento. Se o casamento é destruído, a família também será (e as conseqüências serão nocivas tanto para a família em si, como também para o mundo inteiro).O que acontece hoje? Devido à propagação (e à promoção) do homossexualismo, do feminismo e também de todo tipo de imoralidade em todo o mundo (inclusive aqui no Brasil), a própria estabilidade da família já está seriamente ameaçada. Em outras palavras: o próprio conceito de família já foi totalmente distorcido do seu sentido original.Muitas mulheres (principalmente as defensoras do feminismo) simplesmente abominam a idéia do casamento (e, conseqüentemente, de constituir família). Tanto que teve uma que me disse sem a mínima cerimônia: "Para que eu vou passar o resto da minha vida com um homem controlando a minha vida (e com crianças para me dar preocupação)? Eu quero ser independente, viver intensamente (sem ter que dar satisfação da minha vida a ninguém), alcançar a minha realização profissional (e financeira), não quero ficar submissa a ninguém! Casamento e filhos? Nem em sonho!"A moda hoje é "ficar", ou seja, ter um relacionamento despretensioso (sem qualquer tipo de responsabilidade ou compromisso). Em outras palavras: não está mais existindo nenhum desejo de se constituir família.A diminuição do número de casamentos (e também de famílias constituídas) tem trazido conseqüências graves em todo o mundo: mais homens solteiros, mais mulheres solteiras, mais gays e mais lésbicas. Isso sem contar os divórcios, e também as crianças que nascem ou crescem em lares desfeitos ou desajustados (além das que vivem em outras famílias, por serem filhos de pais separados).Mas o pior disso tudo é a queda da taxa de natalidade. Só para que todos daqui tenham uma idéia disso, a China já está começando a sentir na própria pele as conseqüências do rígido controle de natalidade imposto a todos os seus cidadãos: está havendo falta de pessoas no mercado de trabalho. Além da China, alguns especialistas já alertaram que a Europa está passando por um processo muito rápido de envelhecimento populacional (inclusive já há casos de alguns países europeus com um alto índice negativo de novos nascimentos). E a tendência, pelo jeito, é que esta situação continue a se agravar (caso não seja tomada nenhuma providência imediata).Diante do que foi apresentado aqui, eu pergunto:– O que podemos fazer para mudar (ou tentar reverter) este quadro?– O que podemos fazer para salvar o casamento (que, como já se ouviu dizer por aí, é considerado por muitos como uma instituição falida)?Espero uma resposta sensata de alguém daqui na primeira oportunidade.P.S: Se alguém quiser se manifestar, esteja à vontade.

  3. Olá Júlio;Os Direitos Humanos, tal qual foi declarado na ONU (10 de dezembro de 1948) não existem mais, foi sequestrado pela esquerda no ocidente para servir à sua causa e tumultuar governos democráticos e sociedades no ocidente para desestabilizá-los, é o que ocorre aqui no Brasil, onde só existem direitos humanos para as pessoas depois que elas cometem crime.Um exemplo que eu não canso de citar ocorre aqui perto de minha casa, onde existem várias famílias carentes e o (a)s garoto (a)s que estudam e se comportam nunca recebe apoio de ninguém dos Direitos Humanos e/ou Conselho Tutelar, mas os que praticam crimes recebem todo o apoio e são levados para fazer cursos profissionalizantes, recebem apoio em alimentos e psicológicos, mas os outros são abandonados à própria sorte.Então, o que vejo é que os direitos humanos virou apenas uma ferramenta nas mãos da esquerda para desvirtuar valores sagrados de como premiar os bons e castigar os maus, o oposto disso é o que ocorre e com isso tumultua mais ainda o ambiente social.Com relação à matéria propriamente, no oriente e em países governado pela esquerda os direitos humanos não são praticados e nem cobrado, exceto em Israel, pois os objetivos dos chamados “diretos humanos” atual é só tumultuar o ambiente democrático e não ajudar as pessoas em risco ou que já tenham os seus direitos humanos violados.Para confirmar o que digo basta ver que os “defensores” dos direito humanos atuais na sua maioria são militantes abortistas e não veem contradição nessa postura.

  4. Eliseu, diante de suas perguntas, arriscarei algumas linhas.Certa vez, conversando com uma irmã de uma igreja que frequentava, expunha minha preocupação e indignação com todas essas coisas que assistimos, e perguntei qual deveria ser o posicionamento do servo de Cristo. Devemos lutar também neste mundo, já que vivemos nele? Ou seja, utilizar o voto, as manifestações em praças públicas, passeatas, marchas, campanhas políticas, apoiamentos a candidatos e partidos, blogs, artigos, enfim?Devemos lutar somente no mundo espiritual, baseados em: “Porque não temos que lutar contra a carne e o sangue, mas, sim, contra os principados, contra as potestades, contra os príncipes das trevas deste século, contra as hostes espirituais da maldade, nos lugares celestiais” (Efésios 6:12)?Ou seja, limitarmo-nos, exclusivamente, à luta espiritual, às orações e intercessões ao Espírito Santo para que guarde nossas famílias e país? Bem, utilizando de suas próprias palavras, a irmã me respondeu que o certo era a segunda hipótese. Não me convenci à época, assim como agora também não estou convencido disso.Estaria sendo eu desobediente com o mandamento bíblico? Já vi – mas não saberia citar agora de memória – aqui mesmo nesse espaço de comentários do blog, o próprio Julio Severo ser questionado dessa forma. Ou seja, no sentido de que o cristão deve utilizar as armas espirituais abstendo-se das políticas, das opiniões públicas, dos debates, sob pena de incidir em desobediência.Não acredito que uma conduta exclua a outra.Mesmo não sendo deste mundo, estamos nele.E porventura não nos aventuramos nesse mundo para buscar o sustento de nossas famílias? Não pagamos impostos? Não somos obrigados, infelizmente, a votar? Nossas igrejas não são procuradas no período de eleições por diversos candidatos, até mesmo aqueles que, na essência de suas doutrinas, querem nos destruir? Mas agindo desta forma estamos realmente lutando contra a CARNE, no sentido de Efésios 6:12?Como já disse, não acredito que uma conduta exclua a outra.Bem, meu ponto é o seguinte, e tentando responder objetivamente suas perguntas:Precisamos nos santificar mais, procurar mais a presença de Deus em nossas vidas, defendendo com autoridade a Fé, lembrando a todos que Jesus cumprirá sua palavra e voltará a Terra, exatamente no mesmo lugar onde ascendeu aos céus, a saber, o Monte das Oliveiras.E precisamos também nos congregar politicamente. Explico. Somos conservadores dispersos. Católicos, protestantes, neopentecostais, até mesmo ateus e espíritas com princípios morais, militares, e, principalmente, milhares e milhares de brasileiros simples que trabalham hoje para pagar o que comeram ontem, como dizia Luiz Carlos Alborghetti.Mesmo com nossas diferenças, que às vezes são muitas, precisamos não de um partido, não de candidatos como Bolsonaro – que, diga-se de passagem, é favor do aborto – precisamos de uma bandeira que signifique a melhor tradição do conservadorismo político brasileiro.Precisamos de uma bandeira que nos una, pois traduz a VERDADEIRA TRADIÇÃO BRASILEIRA, que é o amor a Deus, à família, ao país. Não consigo enxergar nenhuma outra bandeira senão a de nossa Monarquia.Monarquia que é constitucional, parlamentarista, democrática, tradicional e brasileiríssima.Nesta bandeira, defenderemos nossos valores. Além disso, precisamos romper com TODA A ESTRUTURA LEGISLATIVA DO MOMENTO. Poderemos dar uma espécie de “restart” legislativo no país, um reinício constitucional, apagando toda essa demência de abortamento de anencéfalos e união civil entre marmanjos.Essas são algumas linhas de meus pensamentos, amigo Eliseu.Aproveito o ensejo para desejar um ano de 2013 cheio de realizações, saúde e bênçãos de Deus a todos, incluído vossos familiares.

  5. Olá Júlio;Mais uma vez belo artigo;Caro ELIZEU, li seu comentário e ele esta correto, mas um pouco pessimista com relação à família, pois quando você deixa transparecer que a família esta em baixa, nesse ponto eu não concordo, pois para isso gostaria que você refletisse: Se família como instituição esta em baixa, como deixa transparecer a nossa sociedade, então porque no Brasil e mundo afora o sindicalismo gay luta tanto para se “casar”? Você não vê movimento gay nenhum lutando pelo direito de se batizar, participar de culto ou da santa ceia, enfim meu caro Elizeu hoje aparentemente a família esta em baixa, mas SÓ aparentemente, pois na verdade essa nossa sociedade hoje só esta de pé graças à família instituída por Deus.Em relação ao que disse essa sua amiga sobre o casamento e ser “controlada” por um homem, eu tenho que dizer que ela esta errada, mas não totalmente, digo isso porque o primeiro ataque que a família moderna sofreu foi esse mesmo, não tinha sindicalismo gay ainda, mas no inicio o feminismo começou se apoiando nessa verdade, pois verdadeiramente o diabo agiu assim e fez dos maridos verdadeiros ditadores e dominadores de suas esposas, e esse domínio se estendiam às filhas, pois as mesmas em muitos casos eram proibidas de estudar, pois deveriam ser “preparadas” para casar; Era já a ação do diabo atacando a família, pois esse nunca foi o papel do homem no casamento instituído por Deus.Portanto caro Elizeu não acredite que o casamento esta em baixa, mas que está como sempre esteve, ou seja, esta sob ataque do diabo há muito tempo, mas ele tem resistido e como é instituição de Deus ele não sera derrotado,Ainda sobre as feministas que falam como disse essa sua amiga a resposta é bem simples: Após os 50 anos elas estarão frustradas, amargas e revoltadas e notarão que não se prenderam a um homem, mas foram usadas por diversos e nenhum estará a seu lado na velhice, ficarão igual aquelas mulheres petistas reunidas nas comissões do congresso nacional, enfim pagarão o preço da desobediência.

  6. O comentário do Eliseu, em certa parte, faz sentido, até porque disse uma verdade nua e crua que acontece atualmente: a família vem sendo impiedosamente bombardeada pelos ataques do diabo.E o Eliseu disse uma coisa que me chamou a atenção (e que eu faço questão de transcrever aqui):"… o próprio conceito de família já foi totalmente distorcido do seu sentido original…"Para que melhor exemplo disso do que as duplas de homossexuais (2 homens ou 2 mulheres) que vivem juntos? Eu não poderia jamais utilizar a palavra família para uma situação dessas. Pelo meu pouco conhecimento, família significa, no sentido original, a união de 1 só homem e 1 só mulher (e os filhos que virão dessa mesma união). Só que os ativistas gays querem, a todo e qualquer custo, que os "casais" homossexuais sejam reconhecidos como família (e também querem ter o direito de que as crianças possam ser criadas ou adotadas por esses mesmos casais). Que futuro uma criança terá sendo criada por uma "família" desse tipo?Em relação ao que disse o Trindade (cujo comentário, a meu ver, foi bastante sensato), eu faria uma pequena ressalva: não acho que o Eliseu esteja sendo pessimista em relação à família. Talvez o que o Eliseu tenha tentado dizer (pode ser que ele não tenha se expressado direito) é que está faltando um maior fortalecimento das estruturas das famílias (principalmente na parte espiritual). Não sei se seria exagero da minha parte, mas eu creio que uma família que obedece à Palavra de Deus é fortemente estruturada para suportar toda e qualquer adversidade. E além da obediência à Palavra de Deus, é necessário combater toda e qualquer ameaça contra a integridade moral da família. Uma das maiores ameaças à formação moral de qualquer família é, sem dúvida, a televisão. Infelizmente, muitos lares que se dizem cristãos tem permitido que essa verdadeira praga do inferno faça parte da sua rotina. É necessário, portanto, repelir toda e qualquer má influência que venha a corromper o ambiente familiar (inclusive o conteúdo da televisão). Temos que agir como disse o salmista:"Não porei coisa má perante os meus olhos" (Salmo 101:3)E quanto ao que disse o Cláudio Vaz (sobre a questão de congregarmos politicamente), eu diria que é necessário uma conscientização política na hora de votar. Mas o mais importante disso é pedir discernimento a Deus, para não ser enganado pelas mentiras dos muitos lobos em pele de cordeiro que sempre aparecem em todas as eleições.Este é o meu ponto de vista sobre o assunto deste artigo. Caso alguém queira se manifestar, esteja à vontade.

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