Morre pioneiro pastor pró-aborto nos EUA

Morre pioneiro pastor pró-aborto nos EUA

Susanna Rose
18 de setembro de 2012 (LifeSiteNews.com) — Um dos primeiros — e certamente o mais influente — pastores evangélicos nos Estados Unidos a ser abertamente pró-aborto morreu na quarta-feira passada em Manhattan.

O Reverendo Howard R. Moody, pastor de longa data da Igreja Memorial Judson em Greenwich Village, Nova Iorque, um defensor de várias questões sociais, ficou famoso por ajudar mulheres a fazer aborto até mesmo antes da legalização do aborto nos EUA.

“Enfrentávamos multas de 1 mil dólares e um ano de cadeia”, o Pr. Moody disse numa entrevista de 2003 para Ed Gold da revista Villager. “Meu telefone estava grampeado. Mas Frank Hogan, o promotor de justiça, sabia o que estávamos fazendo, mas não encerrou nossas atividades. É porque algumas das mulheres que vinham até nós eram esposas de policiais e algumas eram esposas de políticos muito conhecidos”.
Os serviços do Pr. Moody eram conhecidos em todas as partes dos EUA — certa mulher viajou da Flórida para buscar a assistência dele para fazer um aborto ilegal depois que o próprio pastor da igreja dela recomendou que ela fizesse isso.
Quando a cidade de Nova Iorque legalizou o aborto em 1970, o Pr. Moody organizou uma rede nacional de 1.400 pastores e rabinos e lançou o Centro de Ajuda Reprodutiva e Sexual para promover o aborto e ajuda para as mulheres que queriam abortar seus filhos.
O Pr. Moody dizia que cria que o chamado mais importante do cristão é fazer boas obras de serviço aos que estão ao seu redor, e assim ele passou boa parte de sua vida defendendo várias questões de “justiça social”, como ajudar os desabrigados, os viciados em drogas e as mulheres no tráfico sexual. Mas ele tentou unir sua convicção à crença de que uma mulher tem o direito de matar seu bebê em gestação se ela não quiser prosseguir com a gravidez.
Patrick Mahoney, que é líder pró-vida e também pastor evangélico, diz que o Pr. Moody estava do lado errado na luta pela justiça social no que se referia à questão da vida. “Cuidar da sociedade significa tratar da questão do aborto”, diz o Pr. Mahoney, acrescentando: “A questão essencial da justiça social na nossa época é o aborto. É a questão mais urgente”.
“Elimine os problemas humanos. Não elimine vidas humanas”, diz o Pr. Mahoney. “Não dá para alguém dizer que está preservando a vida enquanto ao mesmo tempo a está tirando”.
O Pr. Moody tinha outras opiniões polêmicas também.
Embora tivesse nascido no Texas e tivesse sido criado num lar batista, o Pr. Moody veio a representar a ala ultra-esquerdista do Cristianismo. Ele se referia a Deus como “ele ou ela” e removeu a cruz de sua igreja a fim de não ofender visitantes judeus.
Ele confessou que havia partes da Bíblia que “ele levava a sério”, enquanto outras partes “ele não aceitava de jeito nenhuma”.
“Ele deixou um legado trágico”, o Pr. Mahoney diz do Pr. Moody. “Ele queria estender a mão e ajudar, mas não entendia que desprezar a vida no útero e oferecer aborto para as mulheres era realmente pior do que qualquer outra questão que ela estivesse enfrentando”.
Traduzido por Julio Severo do artigo de LifeSiteNews: ‘Tragic legacy’: trendsetting pro-abortion pastor dies in Manhattan at 91

7 comentários sobre “Morre pioneiro pastor pró-aborto nos EUA

  1. eh o que aconteceu quando a pessoa anda pela carne, e nao pelo espirito. sua mwente estava poluida pelos valroes do mundo, que sao na verdade desvalores. tinha sua mente com a forma da mente do mundo.saulo

  2. Situação lamentável desse pastor, que se não se arrependeu e pediu misericórdia a Cristo a tempo de obter perdão de seus pecados, sinto dizer que há uma grande possibilidade, infelizmente, de o mesmo não se encontrar em bom lugar neste momento, considerando-se, pois, o clamor do sangue de milhares de bebês inocentes assassinados, ainda em vida uterina, em que as mãos desse pastor encontram-se manchadas por toda a eternidade. E que não venham os relativistas com o velho papo de que “não devemos julgar” pois tal juízo não procede de visão humana alguma, mas do próprio Deus, conforme atesta em sua própria palavra: “Quem me rejeita, e não recebe as minhas palavras, já tem quem o julgue; a palavra que tenho pregado, essa o julgará no último dia.” (cf. João 12:48). Quanto ao mais, justiça própria não leva ninguém ao céu, pois as justiças humanas são diante de Deus como trapos imundos. (cf. Isaías 64:6) A única justiça aceita diante de Deus para a salvação é a justiça perfeita e sem manchas cumprida na pessoa do Senhor Jesus Cristo, por isso precisamos necessariamente dele e do seu evangelho para sermos salvos, pois “todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus.” (cf. Romanos 3:23) Portanto não adianta trocarmos a justiça e a vontade de Deus por alguma bondade, justiça ou sacrifício alternativos, mesmo quando se põe como caminho que nos parece bom, (como tem feito os esquerdistas e tantos outros neste mundo),(cf. Provérbios 14:8), pois muitas vezes, o que parece elevado aos olhos humanos, diante de Deus é abominável,(cf. Lucas 16:15), basta notarmos o que o mundo de hoje tem considerado sinônimo de justiça, igualdade, combate à discriminação e preconceito, etc. Por conclusão, quem se afasta da justiça de Deus, a qual se cumpre no evangelho de Cristo, fatalmente corrompe-se e degenera-se em iniquidade. Enfim, olhemos para Deus, o qual é somente ele justo e justificador dos que o adoram em espírito e verdade.Graça e e pazFábio Lima

  3. Olá Júlio;Triste post, pois prova que é no seio da igreja que surgira esse tipo de coisa, pois o evangelho é claro e fácil de ser observado, mas é exatamente nesses quatro preceitos que mais os cristãos tem caido, pois na reunião dos Apóstolos de Jesus Cristo em Atos 15v29 ficou acertado que não teriamos que se submeter ao Judaismo e sermos mais uma seita judaica, mas pouca coisa foram exigido dos gentios e as exigencias foram essas: "Que vos abstenhais das coisas sacrificadas aos ídolos, e do sangue, e da carne sufocada, e da prostituição, das quais coisas bem fazeis se vos guardardes. Bem vos vá. Atos 15v29 e 21v25" E eu ja vi algumas pregações onde o pregador engole, ou engloba tudo quando diz "e do sangue, e da carne sufocada" como se fosse a mesma coisa e não é, pois eu entendo que não comer sangue se refere à "carne sufocada", pois os Apóstolos sabiam que matar um animal sem sangrar a carne fica impregnada de sangue, mas quando se refere "e do sangue" se refere à crimes de sangue mesmo, como homicídio, infanticídio, aborto, etc.Por um lado é triste, mas é reconfortante saber que a Palavra de Deus esta se cumprindo e esses casos são só sinais do principio do fim, pois o fim mesmo só vira com surgimento da trindade satânica que serão a besta, o anticristo e o falso profeta.

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