Tratados da ONU se Tornarão um Tópico Quente na Corrida Presidencial?

Tratados da ONU se Tornarão um Tópico Quente na Corrida Presidencial?

Dr. Stefano Gennarini
NOVA IORQUE, EUA, 7 de setembro (C-FAM) Poucos políticos têm interesse em fazer de obscuros tratados da ONU temas de debate. Apesar disso, os Partidos Republicano e Democrata estão firmes em polos opostos na questão de se os Estados Unidos devem ou não ratificar novos tratados da ONU, particularmente tratados de direitos humanos.

A plataforma adotada na Convenção Nacional Republicana da semana passada especificamente menciona quatro tratados da ONU cuja ratificação a CNR se opõe porque seu “impacto de longo prazo na família americana é sinistro ou duvidoso”. Esses tratados são a Convenção sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação contra as Mulheres (cuja sigla em inglês é CEDAW), a Convenção sobre os Direitos da Criança (CDC), a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiências (CDPD) e o Tratado de Comércio de Armas.

Os republicanos também alertam contra problemas com o sistema da ONU, denunciando uma burocracia corrupta da ONU “em necessidade urgente de reforma” assim como o “histórico vergonhoso de colaboração do FNUAP com o programa de aborto compulsório da China”. Além disso, a plataforma republicana faz o compromisso de que um presidente republicano reinstalaria a política da Cidade do México que proíbe o governo federal de financiar organizações internacionais que fornecem ou promovem abortos.
A plataforma adotada nesta semana na Convenção Democrática é inteiramente favorável ao sistema da ONU, sendo elogiada pelo fato de que o governo de Obama restaurou “a liderança dos EUA na ONU”.
Eles insistem em que os Estados Unidos ratifiquem a CEDAW na base de “garantir plena igualdade para as mulheres” e com a compreensão de que “os direitos das mulheres são direitos civis”. A Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiências e a Convenção sobre os Direitos da Criança não são mencionadas na atual plataforma.
As posições polarizadas dos dois partidos sobre a ratificação desses tratados refletem suas políticas nacionais com respeito à vida humana e à família.
Carol Tobias, presidente da entidade Direito à Vida Nacional, comentouque o Partido Republicano mais uma vez adotou uma “forte plataforma pró-vida” e tem uma linguagem pró-vida “entrelaçada em toda a plataforma”. Os republicanos têm adotado uma posição pró-vida em sua plataforma desde 1976.
Os democratas dependem decisivamente do voto de americanos pró-aborto para dar ao presidente Obama um segundo mandato. Por isso, a plataforma deles reafirma que “de modo forte e inequívoco apoia a [decisão pró-aborto do Supremo Tribunal] Roe versus Wade”, “aborto seguro e legal independente da capacidade de pagar” assim como se opõe “a todo e qualquer esforço para enfraquecer ou minar esse direito”.
A plataforma republicana favorece fortemente o casamento tradicional, mas a plataforma democrática é a favor da criação de direitos especiais de casamento para os homossexuais.
As políticas adotadas pelos democratas e pelo governo de Obama estão em íntima sintonia com as diretrizes e interpretações dos especialistas internacionais não eleitos encarregados de monitorar a implementação de tratados da ONU que o Partido Democrático quer que o Senado dos EUA ratifique. Esses especialistas da ONU rotineiramente orientam os países a mudar suas leis para permitir o aborto sem restrição e a reconhecer direitos especiais para os homossexuais.
É improvável que algum eleitor americano decida seu voto com base em tratados da ONU, mas muitos decidirão com base nas questões essenciais.
Fonte: Friday Fax

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