Julio Severo

Wikileaks revela crimes do partido de Obama nas eleições de 2008

Publicado em Departamento de Segurança Interna, Ministério de Segurança Nacional, WikiLeaks por juliosevero em 12 de março de 2012

Wikileaks revela crimes do partido de Obama nas eleições de 2008

Exclusivo: Andrea Shea King destaca fontes de um escândalo eleitoral e outras notícias

A última ação do Wikileaks vazou cerca de 5 milhões de e-mails e documentos retirados do bancos de dados da divisão de inteligência da agência Stratfor. As mensagens revelam esforços do partido de Obama de fraudar as eleições de 2008.

Revelações chocantes dos documentos vazados mostram que o Partido Democrata, de Obama, cometeu um crime ao depositar votos falsos nas urnas de Ohio e Filadélfia durante as eleições de presidenciais de 2008.

Uma nota mais tarde revelou que o chamado “reverendo” Jesse Jackson recebeu uma quantia considerável para ficar de boca fechada quanto ao candidato Obama, homem por quem tinha pouca consideração.
A mesma nota interna revelou que a campanha de Obama estava recebendo dinheiro da Rússia ilegalmente. A nota:
De: Fred Burton [mailto:burton@stratfor.com]
Data: Sexta-feira, 7 de novembro de 2008 7:41
Para: secure@stratfor.com
Assunto: Insight – Democratas e Truques Sujos ** Uso Exclusivamente Interno – Favor
Não Encaminhar **
** Uso Exclusivamente Interno – Favor Não Encaminhar**
1) A ala negra dos democratas foi pega inserindo votos falsos nas urnas da Filadélfia e Ohio, conforme reportado na noite das eleições, e o Sen. McCain preferiu não confrontar. O assunto não morreu dentro do partido. Agora é uma questão de como e quando “escoar”.
2) Parece que os democratas “fizeram uma doação” ao reverendo Jesse (não, eles não fariam isso!) para fechar a matraca depois da sua crítica a respeito dos judeus e de Israel. Um passarinho me contou que foi uma “bela doação de seis dígitos”. Isso também é uma questão de escoar.
3) Está aberta a temporada de caça ao dinheiro sujo da Rússia para os cofres do O. A prova do crime já foi encontrada. Trarei mais sobre isso na hora certa. Minha fonte estava eufórica demais para continuar. Será que se pode dizer dinheiro comunista? Isso também é uma questão de escoar.
O Wikileaks começou na semana passada a revelar e-mails obtidos por ele e pelo grupo hacker Anonymous que expuseram os negócios sujos e fraudes eleitorais feitas pelo Partido Democrata por agentes da campanha de Obama.
A agência Stratfor, sob a liderança do seu fundador e diretor executivo George Friedman, tem entre seus contratantes várias empresas da lista Fortune 500, agências do governo e as forças armadas. Em uma declaração, a Stratfor afirma que reuniu “boas fontes” em muitos países, “como faria qualquer publicação de análise geopolítica global”.
Em um relatório publicado, um segundo e-mail do Wikileaks indicava que o candidato republicano à presidência, John McCain, decidiu não tomar medidas legais contra os democratas por fraudarem votos, acreditando que fazer isso poderia jogar o país em uma desordem civil, decidindo então deixar o assunto de lado.
E-mails entre funcionários da Stratfor indicam que as ações de McCain foram vistas como desconcertantes, no mínimo.
Em outras notícias relacionadas, sugeriu-se indicar Bradlei Manning, homem que acreditam ter fornecido várias informações ao Wikleaks, ao Prêmio Nobel da Paz.

A Grande Irmã do Departamento de Segurança Interna dos EUA monitorando palavras-chave no Twitter e Facebook

Se você achou que era 2012, pense de novo. É 1984, o ano orwelliano do Grande Irmão. Bem… que seja Grande Irmã.
Um documento interno publicado pelo Centro de Informações de Privacidade Eletrônica (cuja sigla em inglês é EPIC), uma organização ativista privada, afirma que uma empresa contratada pelo Departamento de Segurança Interna dos EUA está monitorando redes sociais como o Facebook e o Twitter por uma lista de palavras-chave em constante mudança. Mencionamos isso em 13 de fevereiro de 2012 no artigo “Doomsday clock ticking on Internet freedom”.
No início de 2010, a empresa General Dynamics Advanced Information Systems, premiada pelo Departamento de Segurança Interna, assinou um contrato de US$11,3 milhões.
“Karma”? Essa é uma das palavras monitoradas pela Grande Irmã?

Obama atualiza sua linha do tempo do Facebook

Que bonitinho! A nova linha do tempo do Facebook do presidente Barack Obama tem direito a uma postagem em 4 de agosto de 1961, escrito “Made in the USA”, e mostra uma caneca com sua certidão de nascimento. Esse Obama, que senso de humor!

Traduzido por Luis Gustavo Gentil do artigo do WND: “Wikileaks reveals Democrat 2008 election crimes

Estamos ajudando a criar um campo de concentração para nós mesmos

Publicado em Don Hank, Julian Assange, Paypal, WikiLeaks por juliosevero em 21 de novembro de 2011

Estamos ajudando a criar um campo de concentração para nós mesmos

Don Hank
Semanas atrás, o PayPal cortou seus serviços para Julio Severo porque Julio diz em seu blog que ele concorda com o Novo Testamento acerca da conduta homossexual. Eles fizeram isso a pedido de um grupo de ativistas homossexuais.
Na prática, o PayPal, como o único serviço de seu tipo, unilateralmente decidiu julgar e banir o blog do Julio, um blog que tem desempenhado um papel chave em impedir uma legislação de estilo totalmente totalitário no Brasil que baniria manifestações de opinião percebidas como ofensivas aos homossexuais. Considerando o fato de que o PayPal é realmente um monopólio, eles ameaçaram a subsistência do Julio por discordarem da fé dele, que eles querem ver banida em todo lugar do mundo.
O PayPal é pois o que chamo de APNG, ou Agente Policial Não Governamental, obrigando o cumprimento de leis inconstitucionais do que podemos ou não expressar, driblando a lei real usando métodos que seriam politicamente impossíveis um governo usar.
Contudo, você observará que o governo está num silêncio alegre e nada fará para ajudar o Julio. E há muitas dúvidas se nosso judiciário lotado de esquerdistas fará algo para intervir em favor da liberdade de expressão.
Agora, fora dos círculos cristãos, não houve muito rebuliço por causa da situação difícil que o Julio está passando, ao que tudo indica porque a liberdade de expressão está agora sendo suplantada na mente ocidental pela liberdade sexual, uma plataforma favorita para os libertários.
Entretanto, tenho tentado avisar que quando permitimos que o governo (ou seus representantes) diga aos cristãos que eles não têm permissão de se manifestar contra o que eles percebem como mal, o sistema totalitário logo dirigirá sua fúria contra você, ainda que o governo em si não esteja diretamente envolvido nessa agressão. Pois você vê, a extrema esquerda (conforme exemplificada pela Sociedade Fabiana, que não perdeu tempo em remover furtivamente nossas liberdades desde 1880) sempre usou táticas clandestinas para impor leis, até mesmo leis que não foram aprovadas. Eles acreditam que estão do lado da História, e escrevo com “H” maiúsculo porque para eles a história é deus.
Agora, o Ocidente gradualmente aceitou a mentalidade de que a religião não é nada, a não ser uma regressão ao passado e não tem lugar na vida pública. Aliás, eles retratam o Cristianismo como um sistema sinistro designado para escravizar as pessoas. Contudo, quando grandes empresas aliadas de um governo corrupto (companheiro capitalismo) abertamente adotam passos para erradicar a liberdade de expressão cristã na esfera pública, então aquela gente defensora da liberdade que geralmente ignora a situação difícil dos cristãos, também considerando-nos como Neandertais, está inconscientemente cortando a própria garganta, pois se os grupos de valentões puderem mandar que os cristãos fechem a boca impunemente, então eles poderão mandar que você cale a boca também. É só uma questão de tempo.
Passaram-se algumas semanas desde que o PayPal censurou o blogueiro cristão Julio Severo e agora, aqueles que estavam confortavelmente sentados em silêncio estão olhando os censores entrando em seu território. Pois os libertários geralmente acreditam que qualquer censura é ruim e reduz a liberdade. Entretanto, conforme sugerido acima, eles estupidamente desviam o olhar quando os cristãos são censurados, principalmente cristãos que desprezam propositadamente a Elite Governante que se acha no “lado da história”. O que eles não conseguem ver é que a censura às manifestações dos cristãos é um prenúncio de coisas muito maiores que virão. Pois a Elite Governante despreza os valores judaico-cristãos (conforme exemplificado por sua conduta na Europa onde eles importam aos milhões muçulmanos que odeiam os cristãos, e no mundo muçulmano, onde cada guerra em que eles se envolvem invariavelmente tem como resultado perseguição aos cristãos e a dizimação das populações cristãs originárias desses lugares).
Essa falta de compaixão pela manifestação cristã por parte dos que dizem defender a liberdade, inclusive de numerosos cristãos nominais, é um mau sinal, meu amigo. Você não se manifestou em defesa do Julio porque você veio a acreditar na propaganda da esquerda de que só os homossexuais podem ser vítimas, nunca os cristãos. A extrema esquerda em união com a Nova Ordem Mundial ensinou você que o Cristianismo é o inimigo da liberdade e da compaixão, quando de fato o Cristianismo representa a única liberdade e compaixão real que poderemos ter.
Aqui temos:
Ele [Assange] afirma que desde que Wikileaks começou a publicar online milhares de arquivos e cabogramas diplomáticos secretos do governo dos EUA, um “bloqueio financeiro arbitrário e ilegal” foi imposto pelo Bank of America, Visa, MasterCard, PayPal e Western Union.
Cada uma dessas empresas é nada mais do que parceira de uma aliança profana com o mais radical aparato político que já vimos nos Estados Unidos. Junto com muitos outros, eu disse muitas vezes antes que não há mais capitalismo de mercado livre nos EUA.
Mas a perda da liberdade econômica nunca vem sozinha. A perda da liberdade religiosa e a perda da liberdade política nunca estão muito atrás.
Estamos agora oficialmente na fase final, em que o direito à liberdade de expressão vem sendo reduzido e logo será completamente abolido, a menos que você e eu mudemos de atitude.
Assange reclamou quando Julio Severo foi bloqueado de receber doações pelo PayPal para ele e sua família de quatro filhos sobreviverem?
Não o ouvi fazendo nenhum protesto.
E não ouvi o seu também quando WorldNetDaily, um dos maiores sites conservadores do mundo, alertou você sobre essa afronta.
Por isso, não proteste quando amordaçarem você e tirarem seu direito de expressão e voto.
Bem-vindo ao Gulag dos EUA, um campo de concentração que você mesmo está criando, com sua cumplicidade através do silêncio.
Don Hank é dono do site de notícias e opiniões Laigle’s Forum desde 2006. Seu trabalho tem sido publicado por WorldNetDaily, Canada Free Press, Christian Worldview Network, Etherzone, FedUpUSA, Renew America, Desert Conservative e Midia Sem Máscara. De 1971 a 2009 Don foi dono de uma agência de tradução técnica. Ele traduziu profissionalmente de mais de 20 línguas e é o autor do Manual de Tradução Técnica Japonês/Inglês e do Dicionário Francês/Inglês de Termos de Fabricação de Alumínio. Ele agora está aposentado e reside no Panamá com sua esposa Zoila e sua filha Luísa.
Tradução e adaptação: www.juliosevero.com

>O que realmente está por trás do WikiLeaks?

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O que realmente está por trás do WikiLeaks?

Se o WikiLeaks é sinônimo de liberdade de expressão, por que então aqueles que o defendem querem que a ONU censure a internet?

Julio Severo
A nível de curiosidade, foi muito legal conhecer as conversas e comunicações das embaixadas americanas, assim como também seria muito interessante ver o que dizem às ocultas os embaixadores do Brasil. Infelizmente, ainda não houve um vazamento de tais comunicações secretas do Brasil.
Fora alguns fatos exóticos, o WikiLeaks revelou informações realmente confidenciais? Num dos vazamentos tratando de setores cruciais para a segurança dos EUA, menciona-se uma fábrica australiana que produz antídoto contra veneno de cobra. Dá para crer que se os terroristas islâmicos atacarem a fábrica australiana, os EUA estarão vulneráveis ao maior ataque de cobras da história humana?
O cenário seria terrível: cobras mordendo Obama e seus ministros. Milhares de cobras venenosas deslizando nas ruas e atacando milhares de participantes das paradas gays de San Francisco a Nova Iorque. Cobras em escolas, hospitais e estádios de futebol, com milhões de pessoas caídas por mordidas envenenadas.
Pobres cobras do mundo! Estão servindo como bodes expiatórios de algum grande esquema. E há outros absurdos na lista vazada de possíveis alvos terroristas.
Duvido muito que os terroristas islâmicos tenham caído nessa estória de que a fábrica australiana é vital para a segurança dos EUA. Mas não duvido de que por trás do WikiLeaks haja “cobras” e “serpentes”, mas não do tipo que conhecemos na natureza. São depravadas mentes humanas com natureza de cobras astutas e malignas.
Desgraçadamente, o WikiLeaks não revelou nenhum segredo realmente importante do governo dos EUA. Se tivesse tentado revelar, o governo americano tem agentes secretos suficientes e poder suficiente para “resolver” esse problema. Aliás, a CIA tem durante décadas assassinado pessoas, matando homens realmente maus, mas também eliminando pessoas inocentes, inclusive no caso célebre onde foi abatido um avião com uma família de missionários evangélicos.
O livro “Target: Patton, The Plot to Assassinate General George S. Patton” (Alvo: Patton, o Complô para Assassinar o General George S. Patton), de Robert Wilcox, conta como o nascimento do serviço secreto americano, infiltrado por marxistas, foi acompanhado de assassinatos secretos de criminosos e inocentes.
Nada impede a CIA de neutralizar os inimigos dos interesses dos EUA. Contudo, Julian Assange está vivo, e recebendo apoio em massa de esquerdistas famosos, até mesmo dos EUA, que defendem o controle da internet — um controle que mantenha o domínio absoluto das ideias deles e extermine as ideias conservadoras.
Recentemente, Assange obteve apoio financeiro de Michael Moore, produtor de um documentário sobre “homofobia”. No que depender de Moore, supremo bufão do marxismo hollywoodiano, liberdade de expressão é direito que deve ser outorgado apenas aos que prestaram juramento de fidelidade à sodomia.
O presidente Lula da Silva é uma das figuras internacionais que protestou contra a “perseguição” a Assange e, aos olhos do público, defendeu o direito de livre expressão do WikiLeaks. Ué? Onde está o Lula cujo governo sempre quis censurar a internet no Brasil?
Entretanto, os diplomatas do Brasil na ONU, sob a orientação de Lula, estão liderando uma iniciativa para criar um órgão da ONU para policiar a internet, com o pretexto de evitar vazamentos semelhantes aos do WikiLeaks. O mesmo Lula que defende a liberdade de expressão do WikiLeaks o está usando para restringir a liberdade de expressão dos internautas no mundo inteiro.
Se o caso do WikiLeaks fosse tão sério, por que Assange está vivo? Por que o WikiLeaks continua na internet? Por que Lula o apoia? E há outros fatos estranhos. Quem repassou ao WikiLeaks as informações suspostamente confidenciais dos EUA foi um soldado homossexual americano. Então por que o governo americano está tão determinado e obcecado em garantir que homossexuais assumidos atuem nas forças armadas?
Se o WikiLeaks representasse perigo para a segurança dos EUA, então quem deveria sofrer banimento, repressão e exclusão: a homossexualidade ou o direito de livre expressão das pessoas que usam a internet? Como explicar que a nação mais poderosa do mundo “deixou” vazar milhares de informações supostamente confidenciais? No espetáculo que se criou em volta do WikiLeaks, quem será a vítima real?
Logo depois dos recentes vazamentos do WikiLeaks, o Ministério de Segurança Nacional dos EUA, sem nenhuma notificação, assumiu o controle de dezenas de sites considerados “perigosos”, mas sem nenhum vínculo com WikiLeaks. Foi censura sumária sem direito de resposta. Mas, com todo o seu imenso poderio, o governo americano e seus milhares de agentes secretos no mundo inteiro fingem ter poucos poderes para encerrar definitivamente o WikiLeaks, cuja existência se tornou mera desculpa para silenciar quem nada tem a ver com Assange, que está cotado para ser o “Homem do Ano” pela revista esquerdista americana Time.
O WikiLeaks, ao pretender revelar segredos, acabou deixando uma espessa nuvem de dúvidas sobre as reais intenções ocultas dos que o estão usando, ou contra ou a favor, para impor patrulhamento no ciberespaço e uma era de trevas em que a internet seja uma fechada zona de segurança contra os que discordam do Governo Mundial e suas políticas de intrusão e controle sobre as pessoas, famílias e crianças.
Versão em inglês deste artigo: What is really behind WikiLeaks?

>WikiLeaks: governo de Obama manipulou Acordo de Copenhague

Publicado em Acordo de Copenhague, aquecimento global, CIA, WikiLeaks por juliosevero em 13 de dezembro de 2010

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WikiLeaks: governo de Obama manipulou Acordo de Copenhague

Documentos confidenciais mostram que o governo de Obama usou de espionagem, ameaças e suborno para conseguir apoio para suas políticas de aquecimento global no Acordo de Copenhague

Jim Hoff
Caramba! O governo de Obama usou suas táticas mafiosas para espionar e ameaçar países que se opunham ao acordo de aquecimento global de Copenhague, mesmo esse aquecimento global sendo baseado em ciência fajuta.
E estávamos nós aqui pensando que eles reservavam o uso de suas táticas comunistas apenas para os oponentes nos EUA. Cara, estávamos errados.

O governo de Obama espionou, ameaçou e subornou países para que apoiassem o Acordo de Copenhague. O acordo teria devastado as empresas e indústrias americanas.

Em sua reportagem sobre o assunto, o jornal inglês Guardian diz:
Despachos de embaixadas mostram que os Estados Unidos usaram espionagem, ameaças e promessas de ajuda para conseguir apoio para o Acordo de Copenhague
Escondida atrás da retórica de salvação do mundo envolvendo as negociações sobre a mudança climática está a sórdida política da força bruta: dinheiro e ameaças compram apoio político; espionagem e guerra cibernética são usadas para se obter controle.
Os documentos diplomáticos revelam como os Estados Unidos procuram escândalos nos países que se opõem às políticas americanas que lidam com o aquecimento global; como a ajuda financeira e outros tipos de assistência são usadas por países para ganhar apoio político; como a desconfiança, promessas quebradas e fraudulências financeiras vencem as negociações; e como os EUA montaram uma ofensiva diplomática global secreta para esmagar a oposição ao polêmico “Acordo de Copenhague”, o documento não-oficial que surgiu das ruínas do encontro de cúpula sobre a mudança climática que ocorreu em Copenhague, em 2009.
Negociar um tratado climático é um jogo de apostas altas, não só por causa do perigo que o aquecimento global representa para a civilização, mas também porque uma reengenharia da economia global para um modelo de baixas taxas de carbono fará com que o fluxo de bilhões de dólares seja redirecionado.
Buscando algo com que barganhar nas negociações, o Departamento de Estado dos EUA enviou uma mensagem secreta, em 31 de julho de 2009, solicitando informações confidenciais de diplomatas da ONU acerca de uma série de assuntos, inclusive mudança climática. O pedido teve origem na CIA. Pediu-se aos diplomatas que fornecessem provas da “evasão do tratado” ambiental da ONU e de acordos entre nações, bem como as posições dos países sobre as negociações. 
Mas a coleta de dados confidenciais não estava sendo feita apenas pelo governo dos EUA. Em 19 de junho de 2009, o Departamento de Estado enviou uma mensagem falando em detalhes sobre um ataque cibernético ao escritório do enviado americano para assuntos climáticos, Todd Stern, enquanto ocorriam as negociações com a China, em Pequim. Cinco pessoas receberam emails, personalizados para parecerem como se tivessem vindo da revista National Journal. Um arquivo em anexo continha um programa que daria completo controle, para um hacker, do computador de quem recebeu a mensagem. Embora o ataque não tenha tido sucesso, a divisão de análise de ameaças cibernéticas observou: “É provável que tentativas de invasão como esta continuem.”
As conversações de Beijing não conseguiram levar a um acordo em Copenhague.
É bom que os meios de comunicação dos EUA estejam ignorando esta notícia, que poderia dar impressões péssimas sobre o governo de Obama.
Com certeza eles não querem que isso aconteça.
Tradução (feita por recomendação e a pedido de Julio Severo, que também revisou): Dextra
Divulgação: www.juliosevero.com

>Bradley Manning, o homossexual que provou para o mundo inteiro que homossexuais nas forças armadas são inconfiáveis

Publicado em Ann Coulter, Bradley Manning, WikiLeaks por juliosevero em 6 de dezembro de 2010

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Bradley Manning, o homossexual que provou para o mundo inteiro que homossexuais nas forças armadas são inconfiáveis

Ann Coulter
As duas maiores notícias desta semana são a continuação da publicação de documentos secretos do governo pela WikiLeaks, que provocou um prejuízo incalculável aos interesses de segurança nacional dos Estados Unidos, e a determinação fanática dos membros do esquerdista Partido Democrático de derrubar a política “não pergunte, não revele” (que, na essência, significa que o Exército não deve perguntar se um soldado é gay e o soldado não deve revelar esse fato, sob pena de perder a farda) e permitir que gays atuem nas forças armadas.
O informante que supostamente deu ao Wikileaks as montanhas de documentos secretos é o soldado Bradley Manning, analista de informações confidenciais do Exército e um gay revoltado.

Já ouvimos falar um bilhão de vezes do caso do soldado que trabalhava como tradutor do Exército e que só queria servir a seu país, mas foi forçado a deixar a farda porque ele amava outro homem.

Pois dê-me seu tradutor do Exército e eu lhe dou um Bradley Manning.
De acordo com os bate-papos de Bradley na Internet, ele estava num “lugar inadequado” tanto “emocionalmente quanto psicologicamente”. Aí por puro chilique ele traiu seu país, orquestrando o maior vazamento de informações confidenciais da história dos Estados Unidos.
Será que isso não está no Código de Conduta do Exército? “Você deve seguir ordens sempre. Exceções serão abertas aos militares que estejam num lugar inadequado. Agora, quem quer um abraço? Garçonete, mais três drinks!”
De acordo com o jornal New York Times, Bradley buscou “apoio moral” de seu namorado “que se declarava drag queen.” Ai, ai, mas ele ainda se sentia infeliz. Então, por que ele não experimentava trair seu país?
Num bate-papo na Internet com um hacker de computadores, Bradley disse que roubou centenas de milhares de documentos secretos, fingindo estar ouvindo um CD de título “Lady Gaga.” Aí ele agia como se estivesse cantando junto a música de sucesso dela, “Telephone”, enquanto baixava freneticamente documentos secretos.
Não sou um militar, mas acho que cantar junto com Lady Gaga constitui “revelar”, sob a política “não pergunte, não revele.”
Será que é preciso usar um vestido para ser pego pela política “não pergunte, não revele” do Exército?
O que constitui ser “assumidamente gay”, agora? Vir desmunhecando para o treinamento? Frequentar os exercícios militares vestido como um imitador da Cher? Seguir Anderson Cooper no Twitter?
Além disto, senhores militares, vocês já viram uma foto de Bradley Manning? A fotografia que eu vi era só da cintura para cima, mas dava a impressão de que ele estava usando uma calça sem fundilhos embaixo. Ele parece um cara com roupa de soldado em um desfile de Halloween de Greenwich Village.
Com um pouco de sorte, a corte marcial de Bradley vai ser mais gay do que um casamento de Liza Minelli. Pode vir a ser a primeira corte marcial na história dos Estados Unidos trazendo esculturas em gelo e uma barraca temática do “Mágico de Oz” como atrações. “Ei, você vai à corte marcial do Bradley? Ouvi dizer que a Pati LaBelle vai cantar lá!”
Talvez haja uma razão pela qual os gays tenham sido tradicionalmente mantidos fora dos serviços envolvendo informações confidenciais, além do fato de que gays enrustidos são fáceis de chantagear. Os gays sempre desconfiaram daquela lógica e talvez eles tenham razão.
Os espiões mais prejudiciais na história britânica foram os Cinco de Cambridge, também chamados de os “Cinco Magníficos”: Kim Philby, Guy Burgess, Anthony Blunt, Donald Maclean e John Cairncross. Eles tinham altos postos no serviço secreto britânico, todos trabalhando secretamente para a KGB.
O único que não era gay era Philby. Burgess e Blunt eram espalhafatosamente gays. Na verdade, os russos deram um namorado de presente para Burgess assim que ele desertou para a União Soviética.
O compatriota americano dos Cinco Magníficos, Michael Straight [na gíria americana, “straight” significa “hétero”] era —- por pura ironia — bissexual, como Whittaker Chambers, pelo menos durante o período em que era espião. E há, é claro, David Brock.
Tantos espiões soviéticos eram gays que, de acordo com o repórter de inteligência Phillip Knightley, referiam-se ao Comintern como “o Homintern.” (Eu o teria chamado de a “Gay G.B.”)
Os amigos de Bradley disseram ao Times que eles suspeitam que “o desespero dele por aceitação — ou ilusões de grandeza” podem tê-lo impelido a vazar todos aqueles documentos.
Vamos checar nosso “Guia Compacto do Perfil Gay” e… vejamos… desesperado por aceitação… ilusões de grandeza… é, ambos os casos estão alistados aqui!
Obviamente, a grande maioria dos gays são americanos leais — e cômicos e legais de chutar para fora! Mas uma pequena porcentagem dos gays vai ser de egocêntricas flores de estufa como Bradley Manning.
Por que eles não trabalham para a econômica linha área JetBlue? Os Estados Unidos estariam muito mais seguros agora se os gays que se sentissem num “lugar inadequado” psicologicamente provocassem como único estrago pegar umas cervejas e saltar com o paraquedas de emergência.
Olhe o desastre que um só gay criou durante o vigor de nossa política malvada do “não pergunte, não revele.” O que mais aguarda os Estados Unidos com a derrubada de uma política que provavelmente foi colocada lá por alguma razão (além de ser a única coisa que Bill Clinton já fez com a qual eu concordei)?
Os esquerdistas não ligam. A atitude deles é demolir os fundamentos da sociedade sem se perguntarem se esses fundamentos não servem para algum propósito.
Por que temos leis de imigração? Para que estas fronteiras? Para que temos a instituição do casamento, afinal? Para que precisamos de testes padronizados? Ei, eu gosto do Keith Richards — por que não legalizar a heroína? Vamos meter uma marreta nessas paredes pesadonas todas e ver o que acontece!
Para os esquerdistas, os gays no exército são uma proposta com a qual eles só têm a ganhar. Ou os gays nas Forças Armadas dão certo ou isso arruína as Forças Armadas, e eles apoiam entusiasticamente ambos os resultados.
Mas já que os esquerdistas estão falando tanto em gays atuando no exército, vamos falar de Bradley Manning. Ele ao que tudo indica vazou centenas de milhares de documentos secretos do governo, só porque ele era um gay num “lugar inadequado.”
Qualquer discussão sobre o “não pergunte, não revele” deve começar por Bradley Manning. Quem vive de piadas tristes, morre delas.
Tradução e links do Dextra, feita a pedido e por recomendação de Julio Severo.
Divulgação: www.juliosevero.com
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