Julio Severo

Agências da ONU, Sentadas em Cima de Bilhões em Reservas Monetárias, Recusam Cumprir Plenamente Determinações de Auditores

Publicado em Wendy Wright por juliosevero em 17 de março de 2012

Agências da ONU, Sentadas em Cima de Bilhões em Reservas Monetárias, Recusam Cumprir Plenamente Determinações de Auditores

Wendy Wright
NOVA IORQUE, EUA, 6 de janeiro (C-FAM) Uma auditoria confidencial do UNICEF e FNUAP revelou “grosseiras” omissões em transparência e, o que é de surpreender mais, bilhões de dólares que não foram gastos. Ambas as agências se recusaram a divulgar informações sobre despesas com funcionários e viagens. O auditor descobriu que os que fizeram as doações têm “pouco conhecimento do destino final” das reservas monetárias.
George Russell, editor da Fox News, estudou a versão preliminar do relatório de dois volumes ainda não divulgado escrito pela empresa de consultoria IDC a pedido do governo da Noruega. O FNUAP e o UNICEF se recusaram a responder às perguntas da Fox News, limitando-se a afirmar que as reservas monetárias estavam destinadas para futuro trabalho em programas.
A auditoria de cinco agências da ONU buscou descobrir “para onde vai o dinheiro”. O relatório revelou que o FNUAP e o UNICEF tinham 3,2 bilhões de dólares em dinheiro em 2009. O UNICEF, que tem liberdade para gastar o dinheiro que quiser independente do projeto para o qual havia sido destinado o dinheiro, obteve 109 milhões de dólares em lucros advindos de juros em 2008. O Programa de Desenvolvimento das Nações Unidas tinha 5 bilhões de dólares em reservas monetárias, investidos em grandes quantidades em títulos, e aumentou em 80% os gastos com funcionários na década passada. Essas duas agências junto com o Programa Mundial de Alimentos (o único que foi considerado transparente e com desempenho visto como “impressionante”) tinha 12,2 bilhões de dólares em dinheiro não gasto. O Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados não tinha uma reserva monetária, mas se recusou a divulgar suas despesas, principalmente sobre gastos com funcionários.
O relatório revelou que o FNUAP não conseguiu, ou não quis, prestar contas de 200 milhões de dólares que repassa anualmente para governos e organizações não governamentais. O FNUAP recusou-se a divulgar detalhes de pagamentos, salários, custos de viagem e consultoria, e outros itens. O relatório declarou: “O FNUAP comete negligências grosseiras” em seu compromisso oficial de ser transparente.
Havia omissões nos detalhes das despesas gerais do UNICEF, e fragmentos de papéis com informações de despesas “dificultam a ação de rastrear o uso de reservas monetárias que saem dos escritórios centrais e vão para os beneficiários finais no campo”. O UNICEF também não conseguiu prestar constar das despesas que teve dentro dos países, despesas que compõem a maioria de seus gastos, obtendo uma designação de “negligência grosseira”.
Várias agências da ONU estão cada vez mais focalizando em assessoria e defesa da política de contribuições, e se apoiando nos outros para a prestação de bens e serviços. Eles formulam planos estratégicos vagos nos escritórios centrais que dificultam rastrear resultados ou progresso dentro dos países. A agência de refugiados da ONU delega a maior parte das atividades de seus programas aos “parceiros implementadores” que fazem o trabalho de campo.
O estudo alertou que a reserva escondida de dinheiro “implica que substanciais recursos financeiros doados por contribuintes não estão sendo usados para propósitos de desenvolvimento”. Os que fazem as doações poderão ficar relutantes de financiar a ONU até que “as reservas sejam utilizadas”.
Há anos as agências da ONU resistem divulgar suas finanças. Autoridades governamentais têm suspeitado que a falta de transparência esconde salários gordos e viagens caras. O desvio de recursos financeiros para organizações não governamentais produz uma panelinha de cúmplices que defendem as agências da ONU.
Prestações de contas imprecisas muitas vezes sinalizam desperdício, fraude e mau uso sistemático. Num momento de franqueza em 2007, um executivo do FNUAP se gabou numa conferência de que, embora a agência tivesse sido proibida de financiar diretamente o aborto, desembolsa dinheiro para provedores de serviço de aborto.
Um exame dos relatórios anuais do FNUAP revela que seu orçamento inchou de 249,9 milhões de dólares em 1999 para 870 milhões de dólares em 2010. Apesar de seus vastos recursos e falhas de auditoria, em novembro o UNFPA recomendou com insistência que os líderes “estimulem maior apoio político e financeiro para o planejamento familiar”.
Traduzido por Julio Severo
Fonte: Friday Fax
Divulgação: www.juliosevero.com

Líderes Políticos Querem Proteger Casamento e Crianças das Exigências Homossexuais/Transexuais

Publicado em Rússia, São Petersburgo, Vitaly Milonov, Wendy Wright por juliosevero em 18 de fevereiro de 2012

Líderes Políticos Querem Proteger Casamento e Crianças das Exigências Homossexuais/Transexuais

Wendy Wright
NOVA IORQUE, EUA, 17 de fevereiro (C-FAM) Resistência à nova prioridade de política externa dos Estados Unidos está se formando no mundo inteiro pelas mesmas razões que essa política tem sido rejeitada dentro dos EUA. Líderes políticos estão mantendo forte oposição às exigências homossexuais/transexuais no que se refere ao casamento e aulas para crianças sobre a atividade homossexual/transexual.
Líderes da Organização das Nações Unidas, Inglaterra e União Europeia se uniram aos EUA para exercer pressão nos países para promover a agenda homossexual. Em vez de defender direitos humanos que abranjam indivíduos que se identificam como homossexuais, o lema da Secretária de Estado dos EUA Hillary Clinton de que “direitos gays são direitos humanos” tenta transformar preferências especiais por indivíduos homossexuais em direitos humanos.
Recentemente, Nicolas Sarkozy, presidente da França, reiterou sua oposição ao casamento homossexual porque abre “as portas para a adoção [de crianças por duplas gays]”. O mais elevado tribunal da França decidiu que um casamento entre dois homens é ilegal.
“Em tempos atribulados, quando nossa sociedade precisa manter-se firme, não acho que seja necessário turvar a imagem dessa instituição essencial que é o casamento”, Sarkozy disse a um jornal. Embora possa haver bons pais que são homossexuais, “eles não me levam a pensar que é necessário gravar em lei uma nova definição da família”.
Na Rússia, São Petersburgo se tornou a cidade mais recente a aprovar uma lei que protege alunos de escola, proibindo ações públicas que promovem a homossexualidade, o lesbianismo, a bissexualidade, o transgenderismo e a pedofilia para menores de idade.
Vitaly Milonov, que introduziu o projeto de lei, explicou: “O projeto não toca nos direitos humanos da comunidade LGBT. Lida puramente com a propaganda direta entre menores de idade. Tal propaganda é proibida em nível federal e nós como um órgão regional estamos impondo sanções. Só estamos falando sobre propaganda pelo fato de que esse tipo de informação sobre perversões sexuais afeta nossos filhos”.
Líderes cristãos ortodoxos pediram aos legisladores que impedissem a disseminação de “propaganda gay” entre menores de idade, explicando, “Não coletamos assinaturas a fim de [prejudicá-los]. Se eles querem ser desse jeito, que vivam”. Um governador regional disse que a proibição “serviria para o bem da moralidade pública”.
O projeto de lei descreve a propaganda homossexual/transexual como “capaz de prejudicar a saúde e o desenvolvimento moral e espiritual de menores de idade [formando] percepções erradas sobre a equivalência social do casamento tradicional com os casamentos não tradicionais”. É ilegal também toda iniciativa ou informação que normalizaria “relacionamentos íntimos entre adultos e menores de idade”.
Os EUA e a Inglaterra criticaram o projeto quando foi introduzido em novembro passado. A resposta russa foi aumentar as multas em dez vezes mais do que era antes da intervenção dos EUA e Inglaterra. Um Comissário do Ministério das Relações Externas da Rússia defendeu a legislação, comentando que seu objetivo é proteger as crianças.
Ativistas homossexuais/transexuais planejam se queixar diante do Comitê de Direitos Humanos da ONU e diante do Tribunal Europeu de Direitos Humanos (TEDH). A organização europeia de direitos humanos Human Rights Watch Europe chamou o projeto de lei de um “ataque descarado à liberdade de expressão”.
Na semana passada o TEDH condenou quatro pessoas na Suécia por “discurso de ódio” por distribuírem literatura que estimulava estudantes do ensino secundário a questionar a propaganda homossexual/transexual ensinada nas escolas. O tribunal disse que os panfletos eram ofensivos aos homossexuais e assim não estavam sob a proteção da liberdade de expressão garantida na Convenção Europeia de Direitos Humanos.
Um projeto de lei no Tennessee limitaria a instrução em escolas de ensino fundamental ou médio à “ciência da reprodução humana natural conforme a idade permite”. O patrocinador explicou: “pela natureza, os homossexuais não se reproduzem”.
Fonte: Friday Fax
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