Julio Severo

Vítimas da Gardasil falam publicamente em vídeos lançados por famoso médico

Publicado em Gardasil, HPV, vacinação, vacinas, vítimas das vacinas por juliosevero em 21 de dezembro de 2011

Vítimas da Gardasil falam publicamente em vídeos lançados por famoso médico

ILLINOIS, EUA, 29 de novembro de 2011 (Notícias Pró-Família) — Um famoso médico que frequentemente alerta acerca dos perigos das vacinas e que tem preocupação principal com a vacina Gardasil contra o vírus do papiloma humano, lançou dois testemunhos de vídeos dados por moças que foram gravemente prejudicadas depois de receberem a injeção da Gardasil. Os dois testemunhos são:
Adolescente arruinada pela vacina Gardasil do HPV: http://youtu.be/oTuN7DRlBKI
Vítima da Gardasil se manifesta 2 anos depois de vacinada: http://youtu.be/xWVQ04fAhfI
O Dr. Joseph Mercola comenta que os dados do Sistema de Registro de Efeitos Colaterais das Vacinas (SREC) do governo americano indicam que a Gardasil está ligada a 49 mortes súbitas, 213 invalidezes permanentes, 137 registros de displasia do colo do útero, 41 registros de câncer de colo do útero e milhares de registros de efeitos colaterais, abrangendo desde dores de cabeça e náuseas até erupção de verrugas genitais, choque anafilático, epilepsia tonicoclônica generalizada, espumação pela boca, coma e paralisia.
O Dr. Mercola também diz que é preocupante o fato de que as vacinas do HPV protejam contra apenas duas das variantes mais comuns do HPV associadas com câncer, o HPV-16 e o HPV-18, ainda que haja mais de 100 diferentes tipos de HPV, pelo menos 15 dos quais provocam câncer.
Charlotte Haug, escrevendo na edição de setembro da revista New Scientist comentou: “Mulheres vacinadas mostram um número mais elevado de lesões pré-cancerígenas provocadas por variantes do HPV que não são o HPV-16 e o HPV-18… que tipo de efeito a vacina terá nas outras variantes provocadoras de câncer do HPV? A natureza jamais deixa um vácuo, de modo que se o HPV-16 e o HPV-18 forem suprimidos por uma vacina eficaz, outras variantes do vírus tomarão o lugar deles. A pergunta é, essas variantes provocarão câncer? Resultados de testes clínicos não são animadores”.
No primeiro dos testemunhos de vídeo uma moça chamada Brittney revela que está com medo de receber a vacina da Gardasil depois que fez 21 anos. Após a segunda dose recomendada ela ficou com as pernas totalmente paralisadas. Ela então fornece uma lista chocante de problemas médicos que ocorreram como consequência depois de receber as injeções.
No segundo vídeo, Ashley narra sua jornada, onde antes ela era uma adolescente ativa e saudável e agora a vida dela se resume a idas ao hospital, telefonemas ao serviço de pronto-socorro, dores violentas, náuseas, dificuldade de respirar e não ter condições de fazer uma caminhada por causa da dormência em suas pernas.
“Se eu nunca tivesse recebido essa vacina, eu seria uma adolescente normal. Eu queria tanto poder voltar no tempo”, Ashley diz no vídeo.
“Coágulos sanguíneos fatais, insuficiência respiratória aguda, parada cardíaca e ‘morte súbita devido a causas desconhecidas’ estão ocorrendo em meninas logo depois que recebem a vacina Gardasil”, explica o Dr. Mercola. “Esses riscos são atrozes para potencialmente prevenir o câncer do colo do útero um dia mais a frente. Não nos esqueçamos de que não existe ainda nenhuma comprovação de que a vacina do HPV realmente impede qualquer tipo de câncer”.
“O ponto principal é que a Gardasil é em grande parte ineficaz, potencialmente muito perigosa e um grande desperdício de dinheiro”, conclui o Dr. Mercola.
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Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
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O veneno nas vacinas do governo federal

Publicado em autismo, CDC, Chuck Norris, Kimberly Quinlan Lindsey, Poul Thorsen, vacinação, vacinas por juliosevero em 14 de novembro de 2011

O veneno nas vacinas do governo federal

Chuck Norris
Embora os grandes meios de comunicação dos EUA estejam dando cobertura para as campanhas presidenciais ou para as condições econômicas, o governo está debaixo dos panos e debaixo da pele dos outros — literalmente — fazendo algo que pode ser prejudicial para a saúde de seus filhos e para a nossa saúde. A notícia sobre o acobertamento que o governo federal vem fazendo no caso das vacinas acabou de vazar, mas poucas, se é que existe alguma, agências noticiosas transmitiram a informação.
De acordo com os Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CCPDs, mais conhecido pela siga em inglês CDC), uma em cada 110 crianças tem desordens de espectro de autismo (DEAs). O que é impressionante é que essas desordens começaram a explodir pouco mais que duas décadas atrás. (As DEAs são um conjunto de deficiências no desenvolvimento que podem provocar desafios de comunicação e comportamento e também desafios sociais) A Associação Nacional de Autismo chama o aumento de 644 por cento de DEAs entre crianças dos EUA desde o começo da década de 1990 “uma trágica epidemia de autismo”.
Chuck Norris: governo federal está ocultando o perigo das vacinas

Muitos atribuem o aumento no índice de DEAs ao fato de que as crianças estão sendo expostas a quantidades significativas de timerosal, uma mistura baseada em mercúrio que tem sido usada desde a década de 1930 como um conservante em certas vacinas e produtos farmacêuticos para impedir contaminação de bactérias e fungos.

Entretanto, de acordo com o site dos CCPDs, “até este momento, os estudos continuam a mostrar que as vacinas não estão associadas às DEAs” (ênfase nas conclusões dos “CCPDs”). Os CCPDs  acrescentaram: “A mais recente e rigorosa pesquisa científica não apoia o argumento de que as vacinas que contêm timerosal são prejudiciais… Será que o timerosal nas vacinas é seguro? Sim”.
Mas numa reportagem da semana passada, numa nota distribuída à imprensa a PRNewswire disse que a Coalizão em prol de Drogas Livres de Mercúrio, [conhecida pela sigla em inglês] CoMeD, desmascarou que o governo federal vem ocultando a ligação entre os CCPDs e os pesquisadores de vacinas. Apesar do fato de que os CCPDs possuíam uma comunicação de 2002 que revelava uma relação causal entre a remoção do timerosal das vacinas e o declínio no índice de autismo, os CCPDs publicaram em 2003 um artigo muito importante na revista Pediatrics que ignorava os dados da Dinamarca e enganava a classe médica e o público ao insinuar que o timerosal nas vacinas não aumenta o risco de autismo.
Quase que inimaginavelmente, o artigo da Pediatrics realmente deu o sentido de que os índices de autismo aumentaram depois que o timerosal foi removido. Para piorar ainda mais, a reportagem da PRNewswire comentou: “Certo coautor, da Universidade de Aarhus na Dinamarca, estava ciente da omissão e alertou as autoridades dos CCPDs num email de 2002, declarando: ‘Em anexo, lhes envio o manuscrito resumido e integral sobre timerosal e autismo na Dinamarca… Preciso lhes dizer que as estatísticas não incluem os dados mais recentes de 2001… mas a incidência e prevalência estão ainda diminuindo em 2001’”.
As medidas deliberadas de evitar e falsificar dados médicos científicos para apoiar a tendenciosidade dos CCPDs já são suficientemente horripilantes, mas o fato de que tais informações são manipuladas para exercer a medicina nas crianças da nossa nação é uma monstruosa negligência médica e até mesmo maldade premeditada. Concordo de todo coração com Lisa Sykes, presidente da CoMeD, que resumiu o acobertamento dos CCPDs: “Esse tipo de conduta ilegal não deveria ser tolerado por aqueles a quem confiamos a saúde e bem-estar de nossos filhos”.
A Aliança de Saúde Natural (ASN) comentou que essa não é a primeira conduta sombria a ser desmascarada nos CCPDs. A ASN explicou: “Este não é o primeiro escândalo a atingir os CCPDs em anos recentes. No começo deste ano, o Dr. Poul Thorsen, um dos coautores do artigo na revista Pediatrics e cientista com cargo nos CCPDs de 2000 a 2002, foi indiciado em Atlanta por fraude e lavagem de dinheiro com relação a uma verba de 11 milhões de dólares que ele havia recebido dos CCPDs. E na semana passada, a Dra. Kimberly Quinlan Lindsey, que ocupava um dos cargos mais elevados dos CCPDs, foi presa e indiciada com duas acusações de abuso sexual de crianças e uma acusação de sexo com animais”.
E exatamente quando estávamos achando que a questão das vacinas não poderia ficar pior, na semana passada uma reportagem do jornal San Francisco Chronicle disse que o Conselho Nacional de Ciência de Biodefesa, o qual assessora o governo federal em questões de bioterrorismo, votou por 12 votos contra 1 para recomendar que o Ministério da Saúde dos EUA (Health and Human Services Department) apoie e patrocine um estudo para testar a vacina do antraz em crianças! (Será que esses conselhos consultivos acham que as 36 vacinas que o governo federal recomenda para crianças de dois anos já não são mais suficientes para quererem lhes acrescentar ainda o antraz?)
Voltando ao assunto do autismo, a correlação mais recente entre vacinas e autismo contrariará frontalmente (ou pelo menos provocará alguma confusão) por causa de um relatório de agosto de 2011 do Instituto de Medicina, o bastião americano de respeitáveis conselhos de saúde, que simplesmente absolveu as vacinas como culpadas pelo autismo.
Mas a verdade é, conforme relata a Associação Nacional do Autismo (ANA): “Há mais de 1.500 estudos e documentos que comprovam que a hipoalergenicidade e toxidez do timerosal (mercúrio de etilo) têm existido há décadas”, com pesquisas recentes revelando que são comuns demora na fala e tiques nervosos. A ANA acrescenta: “Estudos recentes confirmam que a ligação entre o uso de timerosal e autismo mudou de biologicamente plausível’ (em 2001) para ‘certeza biológica’”.
Chuck Norris: Você tem o direito constitucional de recusar qualquer tratamento médico que você julgar desnecessário.

Daí, o pretexto para a inclusão do timerosal em qualquer produto é injustificável na melhor das hipóteses e perigoso na pior. Ou, conforme a ANA declara categoricamente em sua série de avisos sobre o timerosal: “O mercúrio é perigoso para os seres humanos. O uso de um veneno tóxico como conservante é indesejável, desnecessário e deveria ser totalmente eliminado”.

É por isso que o Programa Ambiental da ONU está propondo um tratado mundial que proíba o mercúrio nas vacinas, algo que SafeMinds, uma organização de defesa dos direitos dos pais, aplaude com base nos longos anos em que essa organização vem alertando publicamente sobre os perigos e ligações do timerosal.
Mas os fatos são, de acordo com uma reportagem recente de PRNewswire, de que embora o timerosal não seja usado nas vacinas de sarampo, caxumba, pólio oral, febre amarela e tuberculose, é ainda encontrado em muitas vacinas de difteria, tétano, coqueluche, hepatite B e gripe, principalmente em países do Terceiro Mundo.
Desde 2001 nos EUA, nenhuma nova vacina autorizada pela Administração de Alimentos e Drogas (também conhecida pela sigla em inglês FDA, espécie de Vigilância Sanitária dos EUA) para uso em crianças contém o timerosal, exceto as vacinas para impedir a gripe. Apesar disso, os CCPDs continuam a recomendar algumas vacinas rotineiras com “vestígios de timerosal” para crianças abaixo de 6 anos de idade.
A FDA tem aprovado muitas vacinas de gripes sazonais, as quais chegam em frascos multidose e unidades de dose única. Aquelas que são produzidas em grandes quantidades e estão em frascos multidose contêm o timerosal, ao passo que as unidades de dose única (inclusive o spray nasal) não contêm o timerosal, pois são abertas imediatamente e usadas só uma vez. (Por isso, se você ou seus familiares insistirem em injeções contra gripe sazonal, garantam que sejam de dose única.)
Mas será que realmente queremos trocar o vírus da gripe pelo timerosal? E será que “Centros de Controle e Prevenção de Doenças” não é uma designação totalmente errada para um órgão que permite “vestígios de timerosal” no caldo de drogas médicas que está sendo injetado em nossas crianças? Será que vamos realmente permitir que nossos filhos sejam cobaias vacinadas com injeções contaminadas com mercúrio? No mínimo, não deveríamos evitar todos os produtos que contêm timerosal exclusivamente por motivos de precaução?
José Dorea, professor de ciências nutricionais da Universidade de Brasília, acertou bem no alvo de saúde quando recentemente disse: “As evidências continuam a se avolumar de que o mercúrio nas vacinas não é seguro, de que os efeitos negativos ocorrem até mesmo com níveis de exposição nas vacinas. Precisamos acabar com o uso do timerosal o mais rápido possível. Nenhuma mulher grávida ou criança deveria ter de negociar a prevenção de uma doença infecciosa por uma injeção de mercúrio”.
Portanto, que os consumidores fiquem alerta! Ou, será que eu deveria dizer, vocês que apoiam a vacinação, tomem cuidado! Cuide de sua mente quando entrar na porta do consultório de seu médico. Nunca tenha medo de fazer perguntas difíceis aos médicos que cuidam de sua saúde, por exemplo: “Quais são os ingredientes exatos nessa seringa?”
É a sua saúde que está em jogo, e a saúde de seus filhos, os quais Deus confiou a você. Por isso, seja ousado e garanta a segurança e bem-estar deles. Você ainda tem o direito constitucional de recusar qualquer tratamento médico que você julgar desnecessário.
Chuck Norris é um astro do cinema que atuou em mais de 20 filmes e séries de TV como “Texas Ranger”. Seu livro mais recente tem o título de “The Official Chuck Norris Fact Book: 101 of Chuck’s Favorite Facts and Stories”. Saiba mais sobre a vida e ministério dele em seu site oficial ChuckNorris.com. Siga Chuck no Facebook, Twitter e Blogspot.
Traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com
Fonte: WND
Autismo e vacinação infantil, artigo de Julio Severo

“Parece que a minha cabeça vai explodir”: Meninas americanas estão simplesmente morrendo

Publicado em câncer do colo do útero, Gardasil, vacinação por juliosevero em 11 de novembro de 2011

“Parece que a minha cabeça vai explodir”: Meninas americanas estão simplesmente morrendo

Documentos revelados indicam novas mortes pela injeção “obrigatória”.

Joe Kovacs
Gardasil, a controversa droga que tomou de assalto os debates entre presidenciáveis republicanos, está de volta às manchetes graças à descoberta de documentos que revelam mais 26 mortes associadas à vacina, criada para prevenir que meninas contraiam doenças sexualmente transmissíveis que podem levar ao câncer do colo do útero.
O grupo de interesse público Judicial Watch teve acesso a documentos da [agência de vigilância sanitária] Administração de Alimentos e Medicamentos (por meio da Lei de Transparência americana) com relatos detalhados sobre reações nocivas causadas pela vacina contra o vírus do papiloma humano, também conhecido como HPV.
“Os relatos de reações adversas detalham 26 novas mortes entre 1º de setembro de 2010 e 15 de setembro de 2011, além de ocorrências de epilepsia, paralisia, cegueira, pancreatite, problemas na fala, perda de memória de curto prazo e Síndrome de Guillain-Barré”, afirma a Judicial Watch.
De acordo com os documentos, as reações adversas associadas ao Gardasil relatadas à Administração de Alimentos e Medicamentos incluem:
* Informações de uma mãe a respeito de sua filha de 14 anos, saudável, que em agosto de 2007, janeiro de 2008 e junho de 2008 recebeu respectivamente a primeira, segunda e terceira dose do Gardasil. A mãe relatou que a paciente sofreu vários sintomas, incluindo fraqueza e formigamento nos dedos das mãos e dos pés, fadiga, muita dificuldade para dormir, infecção no trato urinário, cistos no ovário, problemas para levantar da cama e ataques epiléticos. Ela teve mais de 150 ataques epiléticos após a terceira vacina, em junho de 2008. Durante as crises, teve paradas respiratórias de 30 a 40 segundos. A menina foi diagnosticada com síncope neurocardiogênica e epilepsia. A mãe disse ainda que a paciente faleceu devido aos cistos no ovário. Ela acredita que os sintomas têm relação com a vacina Gardasil.
* Um artigo de jornal a respeito de uma menina de 18 anos, que em 10 de maio de 2007 recebeu a vacina no braço direito. A paciente, que estava há pouco tempo na faculdade, viajou para a casa dos pais para passar o fim de semana em 5 de outubro de 2007. Ao chegar, a jovem teria passado “um pouco mal”, tomou uma aspirina e foi para cama. Acordou à 13h30 do dia seguinte “parecendo renovada”. Sentiu febre à noite e acordou à 1h da manhã de 7 de outubro de 2007 sentindo calafrios e forte dor de cabeça, reclamando que ela “parecia que ia explodir”.  Foi levada a um hospital local, onde uma tomografia axial computadorizada (TAC) no cérebro revelou meningococcemia no cérebro e no tronco encefálico. Ela foi imediatamente transferida para outro hospital, mas morreu na noite de 7 de outubro de 2007 devido a complicações da meningite.
* Um relato de um médico a respeito de uma menina de 15 anos que, em 26 de setembro de 2007, recebeu a segunda dose da vacina, e 30 minutos depois sentiu dores de cabeça. Ela foi para casa à noite e dormiu até a manhã seguinte. No outro dia, acordou e foi para a escola. A enfermeira da escola chamou a mãe da paciente e lhe informou que sua filha estava sentindo formigamento em ambas as mãos. Mais tarde, a menina voltou à sala da enfermeira sentindo tremores por todo o corpo. À noite, as coisas pioraram e a paciente começou a chorar devido a dores e queimação nas costas. Seus pais a levaram ao hospital. Na sala de emergência, teve desmaio e não conseguiu mais andar, pois estava paralisada da cintura para baixo. Segundo o relato, ela ficou hospitalizada por dois meses.
Em resposta às preocupações com os relatos de mortes entre as meninas que receberam a vacina, o Centro de Controle e Prevenção de Doenças insiste em que “não há padrão anormal ou número suficiente de mortes que indiquem que elas estejam sendo causadas pela vacina”.
O presidente da Judicial Watch, Tom Fitton, afirma que “Esses relatórios despertam mais preocupações sobre a questionável segurança do Gardasil e fornecem várias razões para colocar um fim à pressão para aplicá-la em crianças. A insistência do Centro de Controle e Prevenção de Doenças em esconder as mortes é preocupante. As autoridades federais, estaduais e municipais precisam parar com a vacinação de crianças”.
A controversa vacina ganhou ainda mais atenção durante os debates entre os presidenciáveis, quando os candidatos atacaram o governador do Texas, Rick Perry, devido ao seu decreto que obrigava a vacinação de todas as crianças em idade escolar do estado contra o HPV.
“Obrigar crianças a tomarem injeções por decreto é simplesmente errado”, disse Michele Bachmann durante um debate organizado pelo Tea Party em 12 de setembro na cidade de Tampa, na Flórida.
Conservador contra conservador: Bachmann confronta Perry por ter imposto a vacinação da Gardasil nas meninas do Texas

O ex-senador da Pensilvânia Rick Santorum também mirou a obrigatoriedade da vacina.

“Isso é uma grande loucura liderada pelo governo”, disse Santorum, sendo aplaudido pelos expectadores. “É uma péssima política, que nunca poderia ter sido feita”.
Perry disse que se arrepende da decisão de tornar a vacina obrigatória por decreto, mas afirmou que estava enfrentando o câncer.
“Afinal de contas, eu sempre vou errar em favor da vida”, disse Perry. “Afinal de contas, isso era uma questão de evitar o câncer”.
As vacinas obrigatórias não foram postas em prática, pois o poder legislativo do Texas reprovou a medida.
Como anteriormente reportado pelo WND, um especialista na droga afirma que ela não é apenas perigosa, mas ineficaz contra o câncer do colo do útero.
O Dr. Christian Fiala, que lutou com sucesso contra o uso da droga na Áustria, disse ao WND que “não há prova de uma relação causal entre HPV e câncer do colo do útero (correlação não é necessariamente causa) e não há prova de que a vacina contra o HPV reduza o número de casos de câncer do colo do útero, de forma geral”.
A Judicial Watch lançou uma investigação abrangente sobre os casos envolvendo a segurança do Gardasil em 2008, depois que a fabricante da droga, Merck & Co., deu início a uma grande campanha de lobby nos poderes legislativos locais para impor a obrigatoriedade do uso do seu produto por meninas.
Foi também em 2008 que a Judicial Watch teve acesso a documentos da Administração de Alimentos e Medicamentos relatando “choque anafilático”, “espuma na boca”, “convulsões tônico-clônicas generalizadas”, “comas” e “paralisias” como descrições das complicações causadas pelo Gardasil. A empresa queria que a droga fosse obrigatória para todas as meninas em idade escolar.
Anteriormente, autoridades haviam relatado mais de 30 mortes nos Estados Unidos, embora a organização ativista afirme que tenha havido quase 70 mortes, cerca de 800 reações “graves” e milhares de reações leves.
De acordo com uma reportagem da Reuters de 19 de outubro, até junho deste ano foram distribuídas 35 milhões de doses da droga nos EUA, e cerca de 18.700 “reações adversas” (que podem ou não ter sido causadas pela vacina) foram relatadas.
Dessas reações, 92% foram consideradas brandas (o que significa que elas não ofereceram risco de vida ou causaram dano permanente). As outras foram sérias e incluem coágulos no sangue e 56 mortes. Se as 26 novas mortes forem acrescentadas ao número oficial, o número de fatalidades subiria para 82.
A Reuters afirma que o Centro para Controle e Prevenção de Doenças estima que, em 2010, 48% das meninas entre 13 e 17 anos receberam pelo menos uma dose da vacina contra HPV, que é aplicada em 3 doses em intervalos de 6 meses. A taxa é maior do que a dos dois anos anteriores; mas ainda baixa, de acordo com a agência.
A porta-voz da Merck, Jennifer Allen Woodruff, disse ao WND que a droga atende a uma necessidade médica, que é a redução dos índices de HPV.
Ela afirma que a droga tem tido ampla aprovação pelo mundo, com 120 países tendo examinado e aprovado a sua utilização.
“Nada é mais importante para a Merck do que a segurança de nossas vacinas e das meninas que as utilizam”, afirmou Woodruff. “As informações sobre o Gardasil são claras e a sua eficácia e segurança… já estão provadas”.
Ela se recusou a dizer que a Merck não havia feito lobby entre os legisladores para a aprovação de leis que forçavam sobre as crianças e suas famílias a vacinação; afirmando, em vez disso, que a empresa focou em esforços de lobby com relação à “potencial obrigatoriedade escolar” em alguns estados.
Ela afirmou ainda que o objetivo da empresa era simplesmente fornecer informações para aqueles que tomassem a decisão.
No entanto, a vacina teve alguns reveses. A Agence France-Presse relatou em 2009 que as autoridades espanholas recolheram dezenas de milhares de doses da vacina depois que duas adolescentes foram hospitalizadas.
No Reino Unido, foi aberta uma investigação depois que duas jovens morreram após a injeção da vacina.
E a agência Daily News and Analysis da Índia afirmou que o Conselho Indiano de Pesquisa Médica suspendeu um programa de vacinação contra o câncer do colo do útero para meninas, após terem ocorrido mortes e complicações em cerca de 120 pessoas.
O blog The Truth About Gardasil também lançou um vídeo chamado One More Girl, que torna públicos vários questionamentos sobre a segurança do Gardasil.
Traduzido por: Luis Gustavo Gentil
Fonte em português: www.juliosevero.com

>Irlanda registra 64 casos de “reações adversas” da vacina contra o HPV

Publicado em HPV, vacinação por juliosevero em 31 de dezembro de 2010

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Irlanda registra 64 casos de “reações adversas” da vacina contra o HPV

DUBLIN, Irlanda, 7 de dezembro de 2010 (Notícias Pró-Família) — Um relatório do Conselho de Medicina da Irlanda (CMI) revelou que uma campanha de vacinação que usou Gardasil, uma droga criada para combater o Vírus do Papiloma Humano, uma doença sexualmente transmissível, resultou em 64 casos de “reações adversas”, inclusive reações cardíacas e alérgicas e convulsões.
As estatísticas estão levando alguns na Irlanda a acusar o CMI de não mostrar consideração devida pela saúde das meninas que estão sendo vacinadas com a droga.
De acordo com o relatório do CMI, começando em maio deste ano aproximadamente 45.000 doses de Gardasil foram administradas para adolescentes irlandesas por meio de suas escolas. Até o fim de outubro, o CMI diz que 55 relatórios dessas reações médicas adversas foram recebidos desde o começo da Campanha de Imunização Escolar. As queixas restantes foram recebidas antes do início dessa campanha.
Os casos incluíam incidentes de “mal-estar, dores de cabeça, tontura, desmaios, fadiga, e sintomas gastrointestinais”. Dois casos de convulsões foram registrados, um ocorrendo numa paciente com histórico de epilepsia. Os sintomas gastrointestinais incluíam náuseas, vômitos, mal-estar abdominal e os sintomas cardíacos foram cianose, taquicardia e “mal-estar no peito”.
O registro mais comum foi de casos de desmaios, “às vezes em combinação com movimentos semelhantes a convulsões, junto com registros de tonturas e hiperventilação”, o relatório diz. Além disso, reações alérgicas foram também registradas em duas pacientes que experimentaram reações tipo anafiláticas. Esses sintomas incluíam erupções de pele, urticária e vermelhidão.
“A maioria dos registros está de acordo com o padrão esperado de efeitos colaterais da vacina, conforme estão estipulados nas informações do produto”, disse o relatório.
A Aliança das Mães da Irlanda (AMI) escreveu para o CMI pedindo uma maior prestação de contas das reações. Nora Bennis, porta-voz da AMI, descreveu o “assombro” e indignação da organização com o fato de que o CMI não tivesse alertado as escolas ou o público geral acerca das possíveis “implicações dessas reações adversas”.
A AMI condenou publicamente o “modo frívolo” com que a Dra. Joan Gilvarry, porta-voz do CMI, “não quis saber do sofrimento das meninas vacinadas que experimentaram essas reações”.
A Dra. Gilvarry disse para o jornal Irish Times em 15 de novembro: “Não estamos nem um pouco preocupados com o que vimos”.
Bennis disse: “O CMI não está nem um pouco preocupado com casos de choque anafilático e todas as outras reações adversas registradas? O CMI não tem nenhuma compaixão de todas as jovens e suas famílias que sofreram e que ainda estão sofrendo? Essa exibição pública de falta de preocupação é incrível demais para ser verdade”.
A AMI fez contato repetidas vezes com o CMI com informações sobre os possíveis perigos da Gardasil, Bennis disse. “As jovens estão sendo colocadas em perigo de danos permanentes em sua saúde e bem-estar com a negligência do CMI e outros em posição de autoridade de fornecerem os fatos completos acerca dessa vacina insegura, desnecessária, ineficaz e cara”.
Embora as campanhas nacionais de vacinação, que estão sendo executadas na Inglaterra e na Irlanda, farão com que o fabricante da droga, a Merck, lucre bilhões, a Vigilância Sanitária dos EUA (US Food and Drug Administration, cuja sigla é FDA) alertou que a Gardasil pode ser responsável por um número desconhecido de mortes.
Em 2008, Judicial Watch (Vigilância Judicial), uma organização de interesse público que investiga e processa casos de corrupção governamental, relatou sobre registros do FDA documentando 28 mortes em 2008 que podem estar ligadas a Gardasil, um número que se elevou em comparação com as 19 mortes em 2007. 
O número total de mortes relacionadas a Gardasil é 47 desde que a vacina foi aprovada em 2006. No total, o FDA documentou 6.723 “casos adversos” relacionados a Gardasil em 2008, dos quais 1.061 foram considerados “graves” e 142 “colocaram em risco” [a vida das meninas vacinadas].
Das 47 mortes registradas, 41 ocorreram dentro de um mês depois da vacinação e dessas mortes, 17 ocorreram duas semanas depois da vacinação. Na maior parte das mortes não se sabe ainda a causa.
A Dra. Diane Harper, diretora do Grupo de Pesquisa de Prevenção ao Câncer Ginecológico da Universidade de Missouri, e principal pesquisadora no desenvolvimento da Gardasil, disse na 4ª Conferência Pública Internacional sobre Vacinação em Reston, Virginia em 2009 que a droga está sendo “comercializada de forma exagerada” e as pesquisas sobre seus potenciais efeitos colaterais não estão sendo realizadas como deveriam.
A Dra. Harper disse para o noticiário da TV CBS no ano passado: “As menininhas e seus pais deveriam receber avisos mais completos antes de receberem a vacina”. Ela disse que uma menina tem mais probabilidade de morrer de uma reação adversa da Gardasil do que de câncer do colo do útero.
O Centro Nacional de Informações de Vacinas indicou que “embora aproximadamente 70 por cento de todos os registros das reações da Gardasil tenham sido feitos pela Merck, um número alto de 89 por cento dos relatórios que a Merck fez estava tão incompleto que não havia informações suficientes para que as autoridades sanitárias fizessem um acompanhamento e avaliação adequados”.
De acordo com a Revista Americana de Saúde Pública, em média menos de 10 por cento dos casos sérios de reações adversas das vacinas chegam a ser registrados em relatórios.
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