Julio Severo

Lei da Palmada: a surra estatal nos pais e seus direitos

Publicado em Uncategorized por juliosevero em 29 de maio de 2012

Lei da Palmada: a surra estatal nos pais e seus direitos

Apresse-se: a votação será quarta-feira, dia 30 de maio

Julio Severo
A chamada Lei da Palmada, rejeitada por mais de 80% da população conforme pesquisas de opinião pública, está para ter uma votação importante na quarta-feira, 30 de maio.
Na última votação, em dezembro de 2011, a bancada evangélica fez um acordo vergonhoso com o governo, que quer a todo o custo transformar em crime o direito dos pais de disciplinar fisicamente os filhos. O projeto, que tem o apoio de Maria do Rosário e de Xuxa, iguala castigo físico dado por pais à violência e agressão que crianças sofrem nas mãos de criminosos.

Maria do Rosário

Contudo, que moral tem Maria do Rosário de remover dos pais seu direito de disciplinar seus filhos? Rosário favorece o aborto legal, que é a pior violência contra uma criança. Qualquer criatura que ocupe cargo de ministro e defenda o genocídio de crianças merece o mais elevado castigo penal. Como no Brasil não dispomos desse castigo, eu pediria ajuda aos leitores do meu blog para comprar para Rosário uma passagem só de ida para a Arábia Saudita.
Rosário também defende a doutrinação homossexual das crianças em escolas, tornando-as reféns de aulas onde o homossexualismo é apresentado, ensinado e louvado como a conduta mais maravilhosa do universo.
Maria do Rosário: crianças podem ser abortadas e doutrinadas no homossexualismo, mas não podem ser corrigidas pelos pais

Rosário vê como heróis os terroristas comunistas que queriam tomar o governo do Brasil e transformá-lo numa ditadura sanguinária no modelo da União Soviética. Os militares brasileiros, os verdadeiros heróis que conseguiram deter os verdadeiros criminosos, são tratados por Rosário como criminosos.

E agora ela quer aplicar sua ideologia terrorista e homossexualista contra os direitos dos pais? Alguém poderia por favor entrar em contato com Rosário para oferecer um passagem só de ida de modo que ela vá defender na Arábia Saudita as mesmas perversões que ela defende no Brasil?

Xuxa

Que moral tem Xuxa de apoiar a mutilação dos direitos dos pais na área da disciplina? Moral ela não tem, mas imoralidade ela tem de sobra. O currículo de Xuxa faz inveja a qualquer gigolô. A coelhinha dos baixinhos não só viveu a pornografia em pessoa, mas induziu uma geração inteira nesse rumo. Agora, além de seu sucesso pornô, exige o sucesso de mutiladora e destruidora dos direitos dos pais.
Vá catar coquinho na Arábia Saudita, Xuxa!
Mesmo sendo aliado de Dilma Rousseff, Magno Malta deixou claro: “Lei da Palmada é uma agressão às famílias”

Magno Malta e presidente da FPE contra a Lei da Palmada

Até mesmo evangélicos aliados do governo de Dilma Rousseff não apoiam a Lei da Palmada. O senador Magno Malta disse: “A Lei da Palmada é uma agressão à família… Sempre provei para população, que família estruturada reflete uma sociedade também estruturada. Filhos tem que ser educados pelos pais. Não podemos interferir na educação e nos bons costumes familiares. É lógico, que sou contra qualquer tipo de violência, mas Deus permitiu as mães corrigirem os filhos com palmadas. Este tipo de correção é também uma forma de amor. É melhor fazer uma criança chorar, do que ter que chorar no futuro”.
Adelor Vieira, ex-presidente da bancada evangélica: Pais têm o direito de usar a varinha da correção

Em 2006, o Dep. Adelor Vieira, presidente na época da bancada evangélica, disse sobre o projeto de Maria do Rosário que criminaliza pais disciplinadores: “se aprovada a referida Lei, o pai ou a mãe que se baseiam em princípios bíblicos para educar seus filhos terão seus valores e métodos de educação invalidados e passarão até a responder por crimes. Corrigir o filho com punição física branda é algo recomendado pela própria Bíblia Sagrada. O livro de Provérbios afirma que o pai que verdadeiramente ama seu filho não deixa de puni-lo com uma varinha”.

Envie seu protesto ao Congresso Nacional

O projeto de criminalização dos pais que disciplinam os filhos será votado na quarta-feira, 30 de maio na Comissão de Constituição e Justiça.
Por isso, faça pressão sobre os deputados.
Telefone ou escreva agora mesmo ao deputado federal do seu estado. Consulte este link para ter o email e telefone dos membros da Comissão de Constituição e Justiça: http://www2.camara.gov.br/atividade-legislativa/comissoes/comissoes-permanentes/ccjc/membros
Telefone imediatamente para a Frente Parlamentar Evangélica: (61) 3215-5315
Faça contato com todos os membros da Comissão de Constituição e Justiça que quer aprovar o projeto do governo clicando aqui.
Artigos sobre Xuxa:
Artigos sobre Maria do Rosário:

Atenção: Projeto anti-palmada será votado em 30 de maio

Publicado em Uncategorized por juliosevero em 28 de maio de 2012

Atenção: Projeto anti-palmada será votado em 30 de maio

Julio Severo
O PL 7672/2010, projeto que remove dos pais o direito de disciplinar os filhos, já está com redação final e será votado em 30 de maio na Comissão de Constituição e Justiça.
O projeto, do Poder Executivo (MSC 409/2010), está sob a relatoria do Dep. Alessandro Molon e visa transformar legalmente castigos físicos aplicados pelos pais em “agressão” e “violência”.
Graças a um acordo infame entre o governo petista e a bancada evangélica, o projeto foi aprovado no final do ano passado. A bancada evangélica alegou na época que não viu nada de errado no projeto.

Se o projeto virar lei, os pais que aplicarem castigos em seus filhos, pelo que foi alegado, serão encaminhados a programas oficiais de “proteção à família” e a cursos de orientação, tratamento psicológico ou psiquiátrico, além de receberem advertência. A criança disciplinada será encaminhada a tratamento especializado, e a família ficará sob “acompanhamento” e monitoração do Conselho Tutelar.

O projeto de lei também determina que profissionais públicos, médicos e professores que lidem diretamente com crianças devem denunciar casos de castigo físico quando souberem. Caso não denunciem as famílias que disciplinam, esses profissionais poderão pagar multa de três a 20 salários mínimos. A denúncia pode ser feita ao Conselho Tutelar ou a outra autoridade competente, como delegado, Ministério Público ou juiz.
O projeto está avançando sem a aprovação do povo. De acordo com uma pesquisa divulgado pelo Jornal Nacional em 2011, entre 9.616 pessoas consultadas, 85% disseram que são contra a chamada Lei da Palmada. Mas quem levou a melhor foi a minoria de 15% que é a favor e está tendo seus desejos atendidos pela Câmara dos Deputados, que por sua vez está atendendo às determinações do governo federal de criminalizar o direito dos pais de aplicarem castigos físicos nos filhos.
Embora evangélicos e católicos de todo o Brasil tivessem feito oposição ao projeto, a bancada evangélica ignorou completamente a opinião da maioria das pessoas, aprovando o projeto do governo em dezembro de 2011.
Quando informado de que mais de 80% das pessoas são contra o projeto, o deputado evangélico Eduardo Cunha declarou, no seu Twitter na época, que as crianças é que deveriam ser consultadas.
O deputado Pastor Marcos Feliciano, representante da bancada evangélica, chamou, em seu Twitter também na época, de xiitas e fanáticos os cristãos que se opuseram ao projeto. Sua postura só mudou depois de muita pressão, inclusive do Pr. Silas Malafaia, que disse: “Essa lei da palmada é mais uma palhaçada de deputado que não tem o que fazer e não entende nada de educação de filho… Quantos de nós já levamos uma boa chinelada, e nem por isso morremos, pelo contrário aprendemos a respeitar limites. O que estamos vendo é uma geração indisciplinada que não respeita ninguém, e ainda querem piorar as coisas. Isto está me cheirando a ideologia de governo. Querem se intrometer e determinar sobre a educação de nossos filhos. Não aceitamos!”

Depois da pressão, o Dep. Marcos Feliciano disse: “O projeto é desnecessário, iniquo e sem fundamento. A solução agora seria engavetá-lo”.

É perda de tempo citar a Bíblia para o governo de Dilma Rousseff. Mas precisamos lembrar à bancada evangélica e católica que milhões de brasileiros têm a Bíblia como referência. Sobre pais e filhos, a Bíblia ensina:
“Aquele que poupa sua vara [de disciplina] odeia seu filho, mas aquele que o ama o disciplina com diligência e o castiga desde cedo”. (Provérbios 13:24 Bíblia Ampliada)
“Os castigos curam a maldade da gente e melhoram o nosso caráter.” (Provérbios 20:30 NTLH)
“Não evite disciplinar a criança; se você bater nela e castigá-la com a vara [fina], ela não morrerá. Você a surrará com a vara e livrará a alma dela do Sheol (Hades, o lugar dos mortos)”. (Provérbios 23:13-14 Bíblia Ampliada)
“A vara e a disciplina dão sabedoria, mas a criança entregue a si mesma vem a envergonhar a sua mãe”. (Provérbios 29:15 RA)
Para um estudo maior da Bíblia sobre o uso da vara da disciplina, clique aqui.
Com as palmadas agora sob ameaça de proibição legal , o que será de quem atende à orientação bíblica de corrigir com a vara?

Envie seu protesto ao Congresso Nacional

Telefone ou escreva agora mesmo ao deputado federal do seu estado. Consulte este link para ter o email e telefone dos membros da Comissão de Constituição e Justiça: http://www2.camara.gov.br/atividade-legislativa/comissoes/comissoes-permanentes/ccjc/membros
Telefone imediatamente para a Frente Parlamentar Evangélica: (61) 3215-5315
Faça contato com todos os membros da Comissão de Constituição e Justiça que quer aprovar o projeto do governo clicando aqui.

Sem educação formal, irmãos ganham prêmios

Publicado em Uncategorized por juliosevero em 27 de maio de 2012

Sem educação formal, irmãos ganham prêmios

Fora de escola desde 2006, os jovens estudam em casa apenas os temas que lhes interessam e não pensam em cursar faculdade

Ocimara Balmant e Fernanda Bassette, de O Estado de S. Paulo
Davi e Jônatas estão com as malas prontas para a primeira viagem ao exterior: vão para a Califórnia em agosto. Ganharam as passagens e a estadia para a Campus Party americana após vencerem um concurso na edição brasileira do evento.
Por aqui, eles concorreram com mais de 7 mil “nerds”, egressos dos cursos de Engenharia e Ciência da Computação. O currículo dos campeões, no entanto, é bem mais modesto. Eles abandonaram a escola antes de concluir o ensino fundamental.

Os dois foram educados pelos próprios pais, em casa. “Se eu estivesse no colégio, estaria entrando na universidade. Em casa, foquei apenas no que gosto. Não perdi tempo nas disciplinas que não me interessam”, diz Davi, de 19 anos. Jônatas, um ano mais novo, alfineta: “Mesmo porque o melhor é ter uma boa ideia. Depois, se for preciso, coloco um engenheiro para programar”.

A cada afirmação, os dois olham de soslaio para o pai, sentado no sofá ao lado e se segurando para ele mesmo não responder a todas as perguntas. A cada prêmio dos filhos – só nos primeiros quatro meses deste ano eles já ganharam cerca de R$ 30 mil em concursos – Cléber Nunes se convence ainda mais da decisão tomada no fim de 2005, quando Jônatas e Davi terminaram a 5.ª e a 6.ª série.
“Mas, mesmo com todos esses prêmios, ainda dizem que neguei educação para os meninos”, diz o pai, referindo-se ao crime de abandono intelectual pelo qual ele e a mulher, Bernadeth Nunes, foram condenados em 2010. Também teriam de pagar uma multa, estimada hoje em R$ 9 mil, pela condenação em um processo na área cível por descumprir o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). “Não quitamos porque temos certeza de que nossos filhos receberam instrução adequada”, afirma a mãe.
Quem a vê tão convicta nem imagina que ela era terminantemente contra a decisão do marido. Tanto que, na primeira tentativa de Cleber, no fim de 2004, Bernadeth vetou a ideia. Para convencer a mulher, ele foi aos Estados Unidos, conheceu famílias que praticavam o ensino domiciliar e trouxe uma mala cheia de material sobre o tema.
Começava aí seu processo de “doutrinação” que só tem ganhado adeptos. A mais nova convertida é a pequena Ana, a caçula da família. Aos 5 anos, ela já sabe ler e escrever, é fluente em inglês e, apesar de nunca ter frequentado uma escola, tem uma opinião formada sobre o que se aprende na instituição: “Nada”.
Informal.A sala de aula da menina é um cantinho do escritório coletivo que fica no térreo do sobrado em que a família vive, no município mineiro de Vargem Grande. No espaço, as bonecas ficam junto dos livrinhos de tecido costurados por Bernadeth.
Enquanto a mãe ensina a menina a ver as horas, Jônatas desenvolve um software para informatizar as mercearias do município, e Davi é capaz de se esquecer de comer só para programar os códigos que darão origem a um programa capaz de ajudar os candidatos a vereador e a prefeito a mapear redutos eleitorais e traçar estratégias de comunicação.
Creditam todo o aprendizado à técnica implementada pelo pai, autodidata que saiu da escola no 1.º ano do ensino médio.
Assim que os tirou da colégio, Cléber os ensinou lógica, argumentação e aritmética, base a partir da qual eles poderiam estudar o que lhes conviessem. Davi e Jônatas decidiram ignorar disciplinas como química, biologia e geografia. “Por que eu deveria saber o que são rochas magmáticas?”, questiona Jônatas.
Das disciplinas oficiais, ficou somente o inglês. Para estimular a fluência, Cléber comprava cursos de informática em inglês e pedia que os filhos legendassem documentários.
Atualmente, cada um faz seu currículo e seu horário. Mas nunca são menos de seis horas diárias, seis dias por semana. Jônatas, webdesigner, dispersa fácil, tanto que decidiu sair do Facebook para não perder tempo. Davi, programador, é mais centrado, cumpre à risca a grade horária colada no mural do seu quarto, ao lado de onde se vê um versículo bíblico em hebraico, idioma que ele aprendeu sozinho com o intuito de compreender melhor textos do livro sagrado.
Motivação.A retirada dos filhos da escola coincidiu com a decisão da família por uma vida mais simples e de retorno a padrões morais descritos na Bíblia.
Cléber abriu mão de sua empresa de produtos de aço inoxidável, como troféus e placas de honra, para fabricar as peças no quintal de casa. Bernadeth, que era decoradora e cursava Arquitetura, abandonou o curso e, desde então, dedica-se a cuidar da casa e a alfabetizar a filha.
Por fim, trocaram a cidade de Timóteo, com 80 mil habitantes, pela pequena Vargem Alegre, de apenas 7 mil moradores e quase nenhuma opção de lazer. “O pai nos comunicou sobre a mudança. No começo, estranhamos, mas agora já me acostumei com o passeio na pracinha da igreja”, diz Davi.
Vez ou outra, jogam futebol com os vizinhos e viajam a Timóteo para encontrar os primos e os ex-amigos de escola. No dia a dia, e sem TV em casa, os cinco estudam, trabalham, fazem as refeições e divertem-se assistindo a vídeos do Youtube. Mas não cansa ficar tanto tempo juntos? Pelo jeito, não. Como acompanhantes da viagem à Califórnia, os meninos não hesitaram: vão levar o pai e a mãe.
Divulgação: www.juliosevero.com

Comissão do Senado aprova criminalização da “homofobia” no novo Código Penal

Publicado em Uncategorized por juliosevero em 26 de maio de 2012

Comissão do Senado aprova criminalização da “homofobia” no novo Código Penal

Julio Severo
A comissão de juristas do Senado que discute a elaboração do novo Código Penal aprovou nesta sexta-feira a proposta que criminaliza o “preconceito” contra gays, transexuais e transgêneros. A proposta ainda precisa ser votada pelo Congresso.
Com a mudança, a “homofobia” — que inclui a oposição ou contrariedade a qualquer das inumeráveis exigências dos supremacistas gays — fica igualada ao crime de racismo, que é imprescritível e inafiançável.
Isso significa que, se essa radical mudança no Código Penal virar lei, quem for acusado de preconceito contra a ideologia homossexual pode ser processado a qualquer tempo e preso como um criminoso, não podendo pagar fiança e ser solto.
O que a bancada evangélica e católica poderão fazer quando a fera estiver totalmente fora da jaula?

Alguns comportamentos serão considerados crimes, como impedir o acesso de homossexual a uma vaga em empresa privada ou instituição de ensino. Se um homem que pratica o homossexualismo se candidatar a um emprego numa escola ou editora cristã e for recusado, ele pode fazer um boletim de ocorrência imediatamente.

A mudança no Código Penal também criminaliza o ato de demitir ou exonerar um homem baseado na prática homossexual dele.
O pacote anti-“homofobia” também inclui a criminalização da “discriminação” em meios de comunicação e na internet. O homossexual que se sentir ofendido com uma mensagem na televisão, rádio ou internet poderá tomar providências, pois de acordo com o novo Código Penal o “preconceito” ao homossexual será conduta considerada imprescritível (o discriminado pode processar a qualquer momento), inafiançável e não passível de perdão judicial ou indulto.
A pena prevista para o crime de preconceito ao homossexual vai de dois a cinco anos de prisão.
Se esse novo Código Penal for aprovado de forma definitiva pelo Congresso Nacional, o PT e Marta Suplicy não precisarão mais do PLC 122.
E nós não precisaremos mais de bancada evangélica ou católica, pois se não conseguem deter o monstro agora que está enjaulado, o que farão depois que o monstro estiver solto?
Com informações do Yahoo e outras mídias.

União gay é aprovada no Senado debaixo do nariz da bancada evangélica

Publicado em Uncategorized por juliosevero em 25 de maio de 2012

União gay é aprovada no Senado debaixo do nariz da bancada evangélica

Julio Severo
A Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) do Senado aprovou nesta quinta-feira (24) um projeto de lei que modifica o Código Civil para mudar a entidade familiar para união de “duas pessoas”, desfazendo a união entre “homem e mulher”.
No ano passado, o Supremo Tribunal Federal, numa atitude ousada, violou a Constituição ao igualmente desfazer o conceito consagrado de união entre “homem e mulher” e ao estabelecer, em nome de distorcidos direitos humanos e uma distorcida dignidade humana, a união entre indivíduos de mesmo sexo.
A Constituição teve de se prostrar à vontade ideológica dos ministros do STF em prol de supremacistas gays.
O projeto de Marta Suplicy veio como um reforço para garantir a vitória dos supremacistas gays no STF. “Além de trazer segurança jurídica à decisão do STF, o projeto dá um passo adiante permitindo a conversão da união homoafetiva em casamento”, comemorou a senadora do PT. “Muito me emociona ver o Senado, pela primeira vez em 186 anos de história, aprovar um projeto dessa natureza. Sem dúvida é um dia histórico para a luta pelos direitos de LGBTs”, afirmou.
Marta Suplicy: mais um golpe contra a família natural

O maior estímulo para Suplicy foi a declaração recente do presidente americano Barack Obama apoiando o “casamento” gay. Não é a primeira vez que ela recebe estímulo da nação americana. Seu treinamento em universidades americanas, nas décadas de 1960 e 1970, foi um importante alicerce para seu radical ativismo sexual nas décadas seguintes. Portanto, sua conduta de incansável promotora de anormalidades sexuais não é surpresa.

O que é surpresa é que dois membros evangélicos da Comissão do Senado que aprovou a mutilação do Código Civil em favor da ideologia gay não estavam presentes nem para votar nem para fazer frente à mutilação.
Os senadores Magno Malta e Eduardo Lopes, que fazem parte da chamada Bancada da Família no Congresso Nacional, estavam ausentes da votação.
O Partido Social Cristão, que usa os horários eleitorais para defender os valores cristãos, tem um membro na Comissão, o senador Eduardo Amorim. Mas o senador social cristão votou a favor do projeto de Suplicy.
Magno Malta tem anos de experiência com o PLC 122 e as jogadas do PT para puxar o tapete da oposição. Do PT ele sabe que só pode esperar golpes baixos e enganações. Portanto, onde estava a assessoria dele para avisá-lo do que Suplicy faria na quinta-feira?
Se a desculpa de Malta é que sua assessoria é incompetente, então demita-a, e contrate outra com melhor qualificação.
E as desculpas dos outros senadores?
Suplicy está comemorando sua vitória e animadíssima em sua causa homossexualista, graças ao mau exemplo de Obama.
Contudo, onde está o ânimo dos parlamentares cristãos? Onde estão eles enquanto Suplicy está comemorando?
Resta saber o que está acontecendo com os senadores cristãos que passam suas campanhas eleitorais apregoando defesa à família e se ausentam de uma votação importante onde a rainha dos supremacistas gays desfere mais um golpe mortal na sagrada instituição do casamento.
Com informações do Holofote.

Pastor Silas Malafaia lidera marcha pela família tradicional

Publicado em Uncategorized por juliosevero em 19 de maio de 2012

Pastor Silas Malafaia lidera marcha pela família tradicional

Luiza Souto
Líder da Marcha para Cristo, que reúne evangélicos e católicos na tarde de hoje no centro do Rio de Janeiro, o pastor Silas Malafaia disse à Folha que a igreja nunca foi contra os homossexuais, mas que Deus não aceita seus atos. “Deus ama a todos, mas amar não significa aceitar seus atos”, disse Malafaia.
O pastor disse respeitar a todos. “Quero que os homossexuais sejam livres para fazer o que quiserem. Eles que querem amordaçar a gente”
Malafaia também criticou as igrejas que aceitam gays. “Não considero essas igrejas evangélicas. É uma tentativa de dar legalidade a um comportamento que a bíblia condena”, disse.
A marcha este ano tem quatro vertentes: Liberdade religiosa, liberdade de expressão, à favor da família tradicional e da vida.
Sete trios elétricos animam os fiéis. Eles seguirão até a Cinelândia, onde o pastor pregará e vários cantores gospel se apresentarão.
Divulgação: www.juliosevero.com

Silas Malafaia e seu apoio a FHC, Lula e Serra

O “pecado mortal” de duas evangélicas: reclamar do barulho numa das ruas mais barulhentas de SP

Publicado em Uncategorized por juliosevero em 19 de maio de 2012

O “pecado mortal” de duas evangélicas: reclamar do barulho numa das ruas mais barulhentas de SP

Advogada e pedagoga reclamaram do barulho em frente a uma casa de swing nessa que é uma das regiões mais movimentadas da capital paulista (especialmente à noite). Sem constatar barulho suficiente, um promotor público resolveu processar as duas, acusando-as de “patrulhamento moral”. O motivo? Ambas são evangélicas.
“Eu nunca fui tão humilhada em toda a minha vida”, disse Raquel Barcellos, advogada, à reportagem do jornal Agora. “Não temos por que mentir. O promotor tratou a gente como dois cachorros sarnentos”, completou Elizabete Cassavara, 47, pedagoga e síndica do edifício Augustus, vizinho da boate. (http://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidiano/43215-reclamacao-sobre-barulho-em-casa-de-swing-se-volta-contra-as-denunciantes.shtml)
Segundo ele (o promotor), as moradoras fizeram “patrulhamento moral” porque elas se incomodam com o tipo de frequência e de prática que há na boate Nefertitti. “É um egoísmo da parte de pessoas que não sabem conviver em sociedade”, disse. O promotor pediu que a polícia instaure inquérito para investigá-las por denunciação caluniosa, crime com pena de até oito anos de prisão.
Tanto o promotor quanto a fiscalização da Prefeitura alegam que não há barulho suficiente da parte da casa de swing que justifique qualquer reclamação. Para quem não conhece a região, entretanto, é importante ressaltar que a movimentação e a bagunça (especialmente após as 22 horas, quando intensifica-se o trânsito de carros e pedestres em decorrência das inúmeras casas noturnas existentes na rua) são generalizadas, o que pode confundir tanto os moradores, quanto os fiscais, a respeito da origem do barulho, por exemplo.
O que espanta na história toda, ademais, é a ênfase dada à “religião” das denunciantes, expostas agora à humilhação pública conforme deixa claro a notícia de jornal. O vereador Carlos Apolinário, que também é evangélico, manifestou-se a respeito disso na Folha de S.Paulo: “Raquel abriu representação na OAB contra o promotor. Não entro no mérito da denúncia feita por ele. O que me preocupa neste episódio é o juízo de valor que o senhor promotor faz sobre o comportamento delas, relacionando-o à religião, pois dá a impressão de que se trata de preconceito religioso.” (http://carlosapolinario.blogspot.com.br/2012/05/folha-publica-carta-de-minha-autoria.html)
De agora em diante, é mais do que justo esperar que, sempre que alguém fizer qualquer reclamação de barulho na cidade de São Paulo, seja levada em conta não só sua religião, como também seus hábitos e preferências sexuais: quem diz que eventual reclamação contra ruído alto em templos religiosos não terá partido de algum praticante de swing, por exemplo?
Fonte: MídiaMais
Divulgação: www.juliosevero.com

Professora pode ser punida por expressar consolo de Cristo

Dilma Rousseff receberá “pedido de perdão” de aliado político por “tortura”

Publicado em Uncategorized por juliosevero em 18 de maio de 2012

Dilma Rousseff receberá “pedido de perdão” de aliado político por “tortura”

Julio Severo
O governo do estado do Rio de Janeiro disse na sexta-feira que fará um pedido formal de desculpas para a presidenta Dilma Rousseff pelos “abusos de direitos humanos” que ela sofreu durante o governo militar, que durou entre 1961-1985.
Dilma Rousseff, ex-guerrilheira comunista

Dilma é uma ex-guerrilheira marxista que passou três anos na prisão durante o governo militar e foi, pelo que se alega, “torturada”. Ela participou das atividades militantes das organizações marxistas Colina e Val-Palmares. O papel de Dilma nessas organizações tem sido obscuro, mas ela havia sido apelidada de “papa da subversão”. Colina e Val-Palmares estavam envolvidas em ataques armados, sequestros e assaltos a bancos.

Dilma receberá as desculpas do governador do Rio Sérgio Cabral, forte aliado político do governo petista, em 4 de junho pela prisão e tortura que ela sofreu no estado.
Dilma também receberá 20.000 reais.
No começo desta semana, Dilma empossou os sete membros da comissão da verdade, criada para investigar “abusos de direitos humanos” sob o governo militar. A comissão investigará alegados abusos cometidos apenas pelas forças armadas do Brasil contra militantes esquerdistas armados. Nenhuma investigação tem sido incluída sobre vítimas civis e militares assassinadas por grupos esquerdistas. Militantes marxistas vinham lutando, desde a década de 1930, para derrubar o governo do Brasil e instalar um governo ao estilo da União Soviética.
Um estudo elaborado pelo governo de Dilma concluiu no ano passado que 475 militantes foram mortos ou “desapareceram” em ações atribuídas ao governo militar. Parentes desses militantes já vêm recebendo indenizações multimilionárias desde o governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, um ex-professor de marxismo, ao passo que vítimas civis e militares de grupos marxistas sempre ficaram no abandono com relação a indenizações e pedidos de perdão.
Com informações da Associated Press.

Marta Suplicy quer pressão do povo para aprovação do PLC 122

Publicado em Uncategorized por juliosevero em 16 de maio de 2012

Marta Suplicy quer pressão do povo para aprovação do PLC 122

Anos de incessante e incondicional apoio da grande mídia brasileira foram insuficientes para vencer resistência da população ao projeto de supremacismo homossexual

Julio Severo
A senadora Marta Suplicy (PT-SP), em entrevista nesta terça-feira, 15, disse que só por pressão da sociedade o PLC 122 poderá ser aprovado.
PLC 122 não tem apoio do povo, mas tem apoio incondicional de esquerdistas, supremacistas gays e grande mídia

Na verdade, a pressão do povo já foi mostrada, várias vezes. E a motivação é clara: o povo não quer “casamento” gay, adoção de crianças por duplas gays, imposição de doutrinação gay nas escolas, etc. É simples assim: O POVO NÃO QUER. Com base em pesquisas de instituições ligadas ao PT, o governo brasileiro chegou à conclusão, em 2009, de que 99% da população brasileira se opõem, em maior ou menor grau, à homossexualidade.

A pressão da população brasileira vem vencendo, de forma notável, grandes mobilizações de grupos nacionais e internacionais para empurrar a aprovação do PLC 122.
Depois de verem AllOut, multimilionária organização gayzista americana, ter êxito em sua campanha para encerrar minha conta no PayPal, grupos gays do Brasil pediram uma ajuda para AllOut, que lançou, em dezembro de 2011, uma campanha para aprovar o PLC 122. Mas nem AllOut, com toda a sua força, tem conseguido vencer a resistência do povo brasileiro ao imperialismo homossexual.
Marta Suplicy se sentiu animada com a recente declaração de Obama apoiando o “casamento” gay — justamente ela, que veio de um partido que durante décadas reclamava do imperialismo americano, mas sempre importou todo o lixo moral americano para o Brasil (supremacismo gay, cotas raciais, aborto, etc.). Aliás, Marta é uma esquerdista que “odeia” tanto o imperialismo americano que seu treinamento imoral foi importado com seu tempo em que ela estudou em universidades americanas nas décadas de 1960 e 1970.
A mídia americana e internacional tem estado festejando a declaração pró-“casamento” gay de Obama, que não teve apoio popular.  Aliás, Obama deu seu apoio logo que o povo da Carolina do Norte, numa votação surpreendente, aprovou uma emenda à sua Constituição estadual proibindo não só o “casamento” gay, mas também todas as uniões formais gays.
A decisão do povo da Carolina do Norte foi alta e clara, mas não foi festejada pela grande imprensa. O que a elite quer, o povo não quer. E o que o povo quer, a elite detesta. Por isso, a vitória do povo da Carolina do Norte foi festejada somente pelo povo.
Logo que Obama deu seu apoio ao “casamento” gay, ainda por cima usando o nome de Jesus como base, a imprensa imediatamente entrou em euforia e festejos ensurdecedores, como única forma de abafar a vitoriosa decisão do povo da Carolina do Norte contra o supremacismo gay.
Como no caso dos EUA, onde os supremacistas gays têm apoio garantido na mídia, Marta Suplicy, Fátima Cleide e Lula tiveram, durante anos, apoio incondicional e explícito da TV Globo, TV Record e todas as grandes mídias do Brasil para pressionar a aprovação do PLC 122.
O único obstáculo foi o povo. Por mais que os senadores temam a pressão da imprensa, o eleitor tem a palavra final. A mídia americana, brasileira e internacional pode festejar cinicamente o supremacismo gay, mas seu elitismo não conta com apoio garantido da população.
O único jeito de passar por cima da vontade do povo é através de uma decisão tirânica do Supremo Tribunal Federal (STF), cujos ministros, que não dependem de votos do povo, se sentem a vontade para afrontar arrogantemente todas as vontades do povo. Em 2011, o STF, rasgando a Constituição, decidiu declarar “constitucional” o que a Constituição proíbe explicitamente: a união de depravados homossexuais.
Já sabemos, pois, que Marta Suplicy tem apoio garantido não só na mídia e no governo. Se o povo “teimar” em não atender às pressões da mídia e do governo, Suplicy será obrigada a pedir uma “ajudinha” do STF.
No evento de terça-feira, Suplicy estava com Toni Reis, presidente da ABGLT, responsável por pressões no MPF contra Silas Malafaia e contra mim. Ela atribuiu a paralisação do PLC 122 à bancada evangélica, que de acordo com declaração dela “representa uma minoria que é muito barulhenta e se posiciona”.
Na verdade, dona Marta, foi a pressão do povo que levou a bancada evangélica a barrar sistematicamente o PLC 122 no Senado. Antes da pressão popular, esse projeto foi aprovado na Câmara por um esquema enganador bem debaixo do nariz da bancada evangélica. Depois da enganação, o povo vem falando alto e claro, para desespero de uma mídia esquerdista que verdadeiramente representa uma minoria muito barulhenta que comemora apenas suas próprias depravações.
Enquanto o povo, do Brasil e da Carolina do Norte, falar, tudo o que restará para Suplicy e Obama é o apoio incondicional de seus bajuladores midiáticos, do governo pró-supremacismo gay e, no caso de Suplicy, do STF, que não tem respeito nenhum pelo povo brasileiro.

Futuro presidente dos EUA: Obama ou Mitt Romney? A potência a caminho do juízo divino

Publicado em Uncategorized por juliosevero em 13 de maio de 2012

Futuro presidente dos EUA: Obama ou Mitt Romney? A potência a caminho do juízo divino

Na década de 80 o pastor norte-americano David Wilkerson (foto) escreveu o livro ‘Toca a Trombeta em Sião’, lançado em  1988 no Brasil pela Editora CPAD.
Na obra, o pr. Wilkerson mostrou a trágica realidade do declínio espiritual, da iniquidade e da apostasia no seio da igreja cristã norte-americana. Tais motivos, segundo ele escreveu na ocasião, levarão os EUA à destruição.
“Tudo porque os Estados Unidos continuam pecando, apesar de terem recebido mais luz do que as demais nações. Outras nações são igualmente pecadoras, mas nenhuma outra foi tão inundada da luz do Evangelho quanto os EUA. Deus vai julgar os EUA”, enfatizou Wilkerson nas páginas iniciais de seu livro, onde ele interpreta os EUA como a Grande Babilônia de Apocalipse 17.
David Wilkerson: EUA como a Grande Babilônia de Apocalipe 17

Faz mais de 20 anos que tais palavras foram ditas pelo pastor americano. David Wilkerson partiu para a eternidade em 2011, mas  à medida que o tempo vai passando, ficam mais evidentes que suas palavras foram certeiras. Basta olhar para a rápida deterioração política, social, cultural e espiritual dos EUA.

Existe diferença entre Barack Obama e Miit Rommey? Recomendamos a leitura do artigo “Obama branco apoia adoção de crianças por duplas gays“, publicado no Blog de Julio Severo, onde você verá que os EUA vão, a cada eleição presidencial, entrando em um beco sem saída.
Adaptado de: Holotote
Divulgação: www.juliosevero.com

Liderando o mundo pelo mau exemplo: Obama e o “casamento” gay

Medo de perder eleições leva PT a evitar debate sobre aborto

Publicado em Uncategorized por juliosevero em 7 de maio de 2012

Medo de perder eleições leva PT a evitar debate sobre aborto

Julio Severo
Líderes do Partido dos Trabalhadores (PT) estão preocupados com a possibilidade de que o aborto, “casamento” gay e outras questões morais e éticas sejam introduzidas nas campanhas eleitorais municipais deste ano. O desespero principal é que essas questões possam trazer ameaças aos candidatos petistas, que ainda se recordam de como Dilma Rousseff estremeceu quando quase perdeu a eleição presidencial de 2010 por causa de posturas envolvendo o aborto.
Aliás, ela só não perdeu a eleição porque teve de assinar um compromisso público com líderes evangélicos de não permitir que seu governo promovesse o aborto…
O PT não quer a repetição desse perigo. Por isso, líderes petistas estão se manifestando publicamente pedindo que o aborto e outros assuntos não entrem nas campanhas eleitorais. O deputado estadual petista Edinho Silva disse: “A religião não pode ir para o embate político, isso é muito ruim, muito perigoso. Não devemos instigar a disputa religiosa em processo eleitoral”.
Uma reunião oficial de líderes petistas também já foi realizada, onde foi determinado que o aborto e outros questões morais devem ficar de fora das campanhas.

O entendimento ideológico do PT é que toda oposição ao aborto, ao “casamento” gay e outras ameaças morais configura “postura religiosa”. Já a aceitação do aborto e do “casamento” gay representa mentalidade aberta e progressista, defesa do Estado “laico”, etc.

Por isso, evitar “temas religiosos” é uma tentativa petista desesperada de proteger seus candidatos que defendem aberrações. Fernando Haddad, candidato do PT para a prefeitura de São Paulo, ficou famoso com o kit gay, que ele mesmo ajudou a promover. Se a questão gay entrar na eleição de São Paulo, Haddad pode perder feio.
Claro que José Serra, o opositor de Haddad, não fica atrás na obsessão gayzista. O Estado de São Paulo, sob o governo do PSDB, foi o que mais avançou na implementação de políticas anti-“homofobia”. Há o caso de uma dupla gay que, depois de estuprar um menino de 5 anos, foi favorecida pelo governo do PSDB do Estado de São Paulo. Há também o caso escandaloso onde um gay entrou no banheiro feminino, assustando uma menina de dez anos, mas pela lei anti-“homofobia” do PSDB do Estado de São Paulo, a preferência foi para o gay, não para a menina.
Para os eleitores, as escolhas são terríveis. Se correr, o bicho (Serra) pega. Se ficar, o bicho (Haddad) come.
Se os “temas religiosos” (oposição ao aborto, ao “casamento” gay e outras ameaças morais) prevalecerem, a população ganha.
Contudo, se as “mentalidades abertas e progressistas” (aceitação do aborto, do “casamento” gay e outras aberrações) prevalecerem, tanto Haddad quanto Serra podem facilmente ganhar.

Metas da ONU Podem Estar Tendo Parte nas Esterilizações Forçadas do Uzbequistão

Publicado em Uncategorized por juliosevero em 1 de maio de 2012

Metas da ONU Podem Estar Tendo Parte nas Esterilizações Forçadas do Uzbequistão

Annalee Seath
WASHINGTON, DC, EUA, 27 de abril (C-FAM) O governo do Uzbequistão está sendo acusado de manter um programa clandestino para esterilizar as mulheres a força, possivelmente como um modo de atender às metas da ONU sobre mortalidade materna. Reportagemdo Serviço Mundial da BBC informa sobre essa tendência preocupante de esterilizações compulsórias e cotas obrigatórias para médicos.
A notícia vem apesar de afirmações do governo do Uzbequistão de que esterilizações não podem ser realizadas sem o consentimento informado da paciente. Contudo, profissionais médicos relatam que recebem planos anuais que orientam cada médico sobre o número de mulheres que eles têm de prover contracepção ou esterilizar.
Fontes médicas dizem que a pressão é principalmente forte em médicos das regiões rurais do Uzbequistão, onde alguns ginecologistas são obrigados a realizar até oito esterilizações por semana.
“Há uma cota. Minha cota é quatro mulheres por mês”, um ginecologista da capital do Uzbequistão disse para a BBC.
Os casos exibem a facilidade de cruzar a linha do consentimento informado para a coerção nas mãos de um governo conhecido por seus abusos de direitos humanos e agenda de controle populacional.
“No papel, as esterilizações devem ser voluntárias, mas na verdade as mulheres não recebem escolha”, diz um médico de cargo elevado num hospital de província, o qual desejou permanecer anônimo. “É muito fácil manipular uma mulher, principalmente se ela é pobre. Você pode dizer que a saúde dela sofrerá se ela tiver mais filhos. Você pode dizer que a esterilização é melhor para ela. Ou você pode simplesmente fazer a operação”.
As mulheres relataram não saber que haviam sido esterilizadas até enfrentar complicações inesperadas depois de uma gravidez ou mais tarde tentarem — e não conseguirem — engravidar.
Além da polêmica de esterilizações forçadas do governo, o mistério real é por que o governo perpetua a política, principalmente considerando que o índice de fertilidade do país vem caindo muito. De acordo com o UNICEF, o índice total de fertilidade do Uzbequistão caiu de 6,5 filhos por mulher em 1970 para 2,4 em 2010. Hoje, o Anuário Mundial da CIA estima um mero 1,86 filhos nascidos por mulher, bem abaixo do nível de substituição de 2,1 filhos por mulher.
Além de um baixo índice de fertilidade, o país enfrenta um declínio populacional devido à emigração. Com uma população de cerca de 28 milhões, o Uzbequistão experimentou um prejuízo líquido de 779.200 pessoas em 2010.
Deixando de fora a agenda de controle populacional, pode haver outra teoria. Os médicos e ativistas de direitos humanos internacionais especulam que as medidas de esterilização são uma tática para reduzir a mortalidade materna e infantil e impulsionar a classificação internacional do Uzbequistão nessas áreas. As Metas de Desenvolvimento do Milênio da ONU frisam a redução da proporção da mortalidade materna em três quartos até 2015.
“É uma formula simples — quanto menos mulheres derem a luz, menos delas morrem”, um médico disse para a BBC.
“O Uzbequistão parece obcecado com números e classificações internacionais”, diz Steve Swerdlow, diretor para a Ásia Central da organização de direitos humanos Human Rights Watch. “Penso que é conduta típica de ditaduras que precisam construir uma narrativa baseada em algo que não seja a verdade”.
Mas o espectro decrescente da mortalidade materna e infantil não alivia o sofrimento das mulheres que foram privadas da chance de ter mais filhos, conforme Natalie Antelava, jornalista da BBC, narra: “Nigora está entre muitas mulheres para as quais a esterilização forçada é uma realidade. Ela teve um parto cesáreo de emergência. Um dia depois ela foi informada de que havia sido esterilizada. No mesmo dia, seu bebê recém-nascido morreu. Nigora tem 24 anos e nunca mais poderá ter filhos”.
Tradução: Julio Severo
Fonte: Friday Fax

Comitê da ONU ataca o papel de mãe e exige novos “direitos” para as mulheres

Mulheres com mais filhos vivem mais

Publicado em Uncategorized por juliosevero em 29 de abril de 2012

Mulheres com mais filhos vivem mais

SYDNEY, Austrália, 13 de abril de 2012 (LifeSiteNews.com) — Mulheres podem esperar viver mais com cada filho que têm, um padrão que dá para se notar especialmente naquelas que têm muitos filhos, de acordo com pesquisadores australianos, que apesar disso disseram que as mulheres não deveriam ter muitos filhos porque famílias grandes são ruim para o meio-ambiente.
Reportagemde sexta-feira do jornal Sydney Morning Herald apresentou os resultados de um estudo feito por pesquisadores da Universidade de New South Wales, o qual analisou 1.200 mulheres com mais de 60 anos de idade desde 1988.
O estudo revelou que mulheres com seis ou mais filhos tiveram 40 por cento menos probabilidade de morrer durante o período de acompanhamento de 16 anos do que as mulheres que não tinham filhos, uma expectativa que aumentava previsivelmente com cada bebê que tinham. Os pesquisadores disseram que, embora não se soubesse exatamente por que os bebês aumentam a expectativa de vida, os resultados correspondem às descobertas de estudos em outros países também.
A família Duggar é possivelmente a maior família dos EUA

Mas o professor adjunto Leon Simmons dissuadiu os casais de terem mais filhos com base nos resultados, dizendo que famílias grandes são ruins para o meio-ambiente.

“Não estou defendendo que você tenha seis ou 14 filhos, mas realmente parece que ter mais filhos é bom para a sobrevivência”, disse ele.
O estudo também revelou que homens com mais filhos tinham menos probabilidade de morrer mais cedo, embora a ligação não seja tão clara quanto é com as mulheres.
Em décadas recentes, cientistas têm elucidado as propriedades de cura da gravidez, principalmente o microquimerismo de células fetais, um fenômeno que já foi revelado que fornece exclusivos benefícios de saúde para uma mãe graças a seu bebê em gestação.
Num livro sobre ciência da gravidez lançado no ano passado, a escritora científica Jena Pinctott descreveu como as células fetais penetram o corpo da mãe, inclusive células-tronco que migram para as feridas da mãe para estimular cura, num mecanismo que fortemente indica que as próprias células de um bebê “consertam e rejuvenescem as mães”. Acredita-se que as células jovens permaneçam com a mãe pelo resto de sua vida.
Por exemplo, as células fetais de um bebê aparecem de modo significativo mais vezes nos seios saudáveis da mãe e menos vezes numa mulher que tem câncer de mama, de acordo com os números citados por Pinkott.
Numa entrevista de 2006, o especialista em genética Dr. Kirby Johnson do Centro Médico Tufts de Boston recordou uma mulher com um fígado adoecido, cuja biopsia revelou “coberturas de células” dos bebês de suas cinco gravidezes — duas delas terminadas em aborto propositado — que haviam se congregado perto das áreas machucadas do fígado.
Traduzido por Julio Severo do artigo de LifeSiteNews: Women with more kids live longer: study

Guardas de Segurança da ONU Confiscam Literatura Pró-Vida de Estudantes

Publicado em Uncategorized por juliosevero em 26 de abril de 2012

Guardas de Segurança da ONU Confiscam Literatura Pró-Vida de Estudantes

Wendy Wright
Nova Iorque, 2 de março (C-FAM) Moças que estiveram presentes numa conferência da ONU sobre questões de mulheres nesta semana dizem que guardas de segurança da ONU confiscaram suas mochilas depois de descobrirem literatura pró-vida.
Os materiais confiscados eram petições para a campanha “Parem de Sexualizar as Crianças”, e estavam ligados a um seminário aprovado pela ONU conduzido nesta semana pela Dra. Miriam Grossman, psiquiatra infantil e autora de “You’re Teaching My Child What? A Physician Exposes the Lies of Sex Education and How They Harm Your Child” (O que é que você está ensinando ao meu filho? Uma médica desmascara as mentiras da educação sexual e como essas mentiras prejudicam seu filho).
O panfleto “ofensivo” anunciava um projeto chamado “Girls Coalition to Protect the Health and Innocence of Children” (Coalizão de Meninas para Proteger a Saúde e a Inocência das Crianças), que é uma organização específica que patrocinou o evento de Grossman. No painel, meninas da China, Espanha e México lançaram uma petição pedindo que as agências da ONU “Parem de Sexualizar as Crianças”. Elas acusam que a promoção que a ONU faz de “abrangente educação sexual” é prejudicial às crianças.
As jovens insistem em que não estavam distribuindo panfletos, o que é proibido na propriedade da ONU, embora seja rotineiramente ignorado. As jovens estudantes deixaram a área da ONU para fazer mais cópias. Ao voltarem, foram impedidas por seguranças da ONU.
Uma das estudantes, Kalli Lawrence, disse que os guardas notaram as inconfundíveis mochilas verdes e então ordenaram que as estudantes as entregassem. “Os guardas estavam com um olhar confuso e irado”, relatou ela, “e começaram a dizer a todos os guardas de segurança, ‘não permitam que nenhum desses panfletos amarelos passem, simplesmente os tomem e fiquem com eles’”.
As mochilas verdes e a literatura foram guardadas num armário com tranca num ponto de checagem de segurança. As estudantes e suas professoras tiveram permissão de recuperar algumas das mochilas ao deixarem a propriedade da ONU. De acordo com a professora Jody Dunn, algumas das mochilas não foram devolvidas, as que continham um documentário pró-vida chamado “180”. Dunn insistiu e aquelas mochilas também foram devolvidas.
Os ativistas pró-vida há muito tempo sentem o ferrão do modo seletivo com que a ONU impõe suas normas. Kali Lawrence disse: “Eles não detiveram ninguém mais que pudemos ver distribuindo panfletos”.
Ao ser questionada por Friday Fax, a autoridade de segurança encarregada na ocasião disse que os guardas não “miram” itens. Ele disse também que não tinham autorização para discutir políticas ou procedimentos.
Observadores especulam que alguém conectado aos organizadores da Comissão se queixou para os seguranças da ONU. Na Conferência do Cairo sobre População e Desenvolvimento em 1994, sem prova nenhuma, o ex-senador americano Timothy Wirth disse aos seguranças da ONU que certo ativista pró-vida era uma ameaça violenta. Essa pessoa foi detida e deportada.
Piero Tozzi, advogado do Fundo de Defesa Aliança, disse ao Friday Fax: “A ONU não pode censurar discurso com o qual não concorda. Tanto o Inspetor Especial de Liberdade de Expressão quanto o Comitê de Direitos Humanos recentemente frisaram a necessidade de proteger essa liberdade fundamental. Por que então um discurso feito por mocinhas respeitosas e bem arrumadas sobre um assunto tão vital de manter os jovens saudáveis está sendo censurado na ONU?”
A Declaração Universal dos Direitos Humanos declara: “Todos têm o direito à liberdade de opinião e expressão; esse direito inclui liberdade… de buscar, receber e transmitir informações e ideias através de quaisquer meios e independente de fronteiras”.
Tradução: Julio Severo
Fonte: Friday Fax

Rios de sangue: A cultura contraceptiva e as profecias do Apocalipse

Secretário-Geral da ONU Diz que Países da África Têm de Adotar Direitos LGBT

Publicado em Uncategorized por juliosevero em 21 de abril de 2012

Secretário-Geral da ONU Diz que Países da África Têm de Adotar Direitos LGBT

Dr. Stefano Gennarini
NOVA IORQUE, 9 de fevereiro de 2012 (C-FAM) Na semana passada, o secretário-geral da ONU Ban Ki-moon orientou os países africanos a revogar as leis criminais que sancionam a conduta homossexual e a parar toda discriminação de orientação sexual ou identidade de gênero.
Ban Ki-moon se dirigiu aos 54 países africanos na Cúpula da União Africana em Addis Abeba em 29 de janeiro. Ele exortou os países que compareceram a fortalecer os direitos civis, políticos e econômicos. Entre esses ele incluiu os direitos lésbicos, gays, bissexuais e transgêneros (LGBT).
Ele disse: “Permitam-me mencionar uma forma de discriminação que tem sido ignorada ou até mesmo sancionada por muitos Estados por tempo longo demais… a discriminação baseada na orientação sexual ou identidade de gênero. Isso tem levado alguns governos a tratar as pessoas como cidadãos de segunda classe, ou até mesmo criminosas. Confrontar essa discriminação é um desafio. Mas temos de viver à altura dos ideais da Declaração Universal”.
Na maioria dos países a homossexualidade é desaprovada como imoral e degradante. A maioria dos países do Leste e Oeste da África criminalizam os atos homossexuais, alguns até chegando ao ponto de prescrever a pena de morte. Muitas dessas leis datam do período pós-colonial e foram aprovadas nos últimos dez anos. Na maioria desses países, os direitos LGBT não são nem mesmo considerados como possibilidades no futuro distante.
Essa não é a primeira vez que uma figura política mundial faz pressão pela aceitação de direitos LGBT na África. Em novembro do ano passado, David Cameron disse que a Inglaterra estava trabalhando em toda a Comunidade de Nações para pressionar os países da África a reconhecerem os direitos LGBT. Cameron chegou ao ponto de dizer que toda assistência futura da Comunidade viria com a imposição de condições. De modo semelhante, Hillary Clinton falou em dezembro sobre promover direitos LGBT como “prioridade” para a política externa dos EUA.
Tais menções de direitos LGBT no contexto internacional são ambíguas na melhor das hipóteses. Frequentemente se faz referência aos direitos de todos os seres humanos serem livres de violência e discriminação, conforme estão consagrados na Declaração Universal dos Direitos Humanos e outros tratados internacionais. Mas o alvo de tais menções é evidentemente a adoção de todas as exigências feitas pelos grupos homossexuais de pressão política, começando com a remoção de leis criminais que proíbem a conduta homossexual, então concedendo às uniões homossexuais os mesmos direitos legais que os casais casados têm, e terminando com o reconhecimento de todos os tipos de orientações sexuais e identidades de gênero. Tais direitos foram rejeitados, ou nem mesmo considerados, quando a Declaração Universal dos Direitos Humanos e outros tratados internacionais foram escritos.
Especialistas legais internacionais apontam para o fato de que nenhum tratado internacional menciona direitos LGBT. A orientação sexual e a identidade de gênero simplesmente não existem no direito internacional, e não podem ser a base para nenhum direito especial. Embora as nações tenham uma obrigação de proteger todos os indivíduos, inclusive pessoas com orientações sexuais e identidades de gênero fora dos padrões normais, de discriminação injusta, os Estados soberanos mantêm o direito de legislar conforme acharem melhor sobre questões de saúde e moralidade. Está fora da alçada do secretário-geral e outros líderes mundiais reinterpretarem a lei para pressionar os direitos LGBT sobre outras nações.
Até agora, poucos países deram alguma indicação de que vão se prostrar a essa pressão.
Tradução: Julio Severo
Fonte: Friday Fax

A Bíblia condena o homossexualismo

J’accuse: Eu acuso

Publicado em Uncategorized por juliosevero em 21 de abril de 2012

J’accuse: Eu acuso

Carlos Ramalhete
A função do Estado é garantir a ordem social, que não é fabricada de cima para baixo como a de um quartel. A própria legislação é, ou deveria ser, um reflexo dos costumes sociais e das regras informais pelas quais as pessoas conduzem a vida e os negócios. Para lidar com os elementos antissociais que não se adaptam à regra geral, e assim assegurar o respeito mútuo entre as pessoas, existe o Poder Judiciário.
No Brasil, o Judiciário parece ter decidido que sua missão não é mais manter a ordem, e sim construir uma sociedade diferente. Uma sociedade que nega os valores e costumes da população. Uma sociedade em que a Justiça é inimiga, não protetora, da ordem social.
Foi o Poder Judiciário federal que, de uma penada, equiparou a união homossexual ao casamento, desprezando assim a função social precípua desta instituição de direito natural, que é a geração e educação das gerações futuras de brasileiros, e fazendo com que ela diga respeito apenas ao prazer sexual e à propriedade.
Foi o Poder Judiciário gaúcho que mandou retirar de suas dependências aquilo que é, para a imensa maioria da população, a lembrança de uma Justiça mais alta, o crucifixo.
Foi, novamente, o Poder Judiciário que criou a ilógica figura da criança biologicamente viva e juridicamente morta, quando o STF despenalizou um tipo de aborto eugênico. Aliás, cabe lembrar que ainda não há sequer uma definição médica do que seja a anencefalia. Pode-se matar sem punição; só não se sabe ainda a quem.
Se um candidato a cargo eletivo prometesse fazer qualquer destas coisas, não teria chance alguma de ser eleito. Se as propusesse depois de eleito, sua reeleição seria impossível. O único congressista que apoia a maioria delas conseguiu sua vaga pelo voto de legenda, pois nem a votação que obteve como “ex-BBB” rendeu-lhe votos bastantes para consegui-la por conta própria. Sua reeleição é, no mínimo, improvável.
O Judiciário, porém, não depende de eleições. Para evitar pressões políticas e financeiras, para preservar a ordem social que ora parece ter se tornado sua inimiga, seus membros são dotados de garantias que, na prática, os tornam perfeitamente independentes.
Esta independência, contudo, foi concebida para que se pudesse ter a esperança de justiça, para que o pequeno não temesse o poderoso. Para que a ordem pacífica da sociedade fosse preservada. Para conter demagogos eleitos, não para julgar – legislar! – demagogicamente.
Em Berlim, contra o avanço nazista, havia juízes. Em Brasília, não mais.
Divulgação: www.juliosevero.com

Os fundamentalistas do Palácio

Publicado em Uncategorized por juliosevero em 13 de abril de 2012

Os fundamentalistas do Palácio

Dr. Márcio Luís Chila Freyesleben
Eric Voegelin chama de fundamentalista a pessoa que acredita em frases independentemente de seu significado. Quem acompanhou o debate no Supremo Tribunal Federal a respeito do aborto de bebês anencéfalos assistiu a um verdadeiro conclave de fundamentalistas. Era visível – irritante, eu diria – o esforço para criar uma realidade jurídica que, à evidência, era ficta, ou, valendo-me de outra expressão de Eric Voeglin, era uma “segunda realidade” (um “mundo como ideia”, diria o poeta Bruno Tolentino).
Tome-se a palavra feto, por exemplo. No vocabulário dos fundamentalistas do Palácio, essa palavra designa algo que se desenvolve no ventre de uma mulher e que, a depender da lúcida compreensão de conspícuos magistrados, será chamado de “pessoa” quando vier à luz, especialmente se o for de modo saudável. Nessa perspectiva, a palavra aborto ganha especial significado no vocabulário fundamentalista. A interrupção da gestação de um feto, que, por qualquer razão, os fundamentalistas do Palácio consideram não merecer a designação de pessoa, chama-se “antecipação terapêutica do parto”. Sobre o ser pessoa, então, os fundamentalistas dispõem de um arsenal de definições, todas muito bem exemplificadas do ponto de vista do direito patrimonial; sempre, porém, com aquela ressalva expressa de que o nascituro, para ser pessoa, precisa vir à luz com “vida”: precisa deixar de ser alguma coisa no ventre da mãe.
Mas nem só de desconstruir o sentido das palavras vivem os fundamentalistas do Palácio. Eles cultivam, com igual afã, a nobre arte de esvaziar o sentido das palavras, relativizando-as a ponto de já não significarem nada; ali permanecem moribundas, um flatus vocis. Refiro-me, especialmente, ao vocábulo composto “ser humano”, praticamente caído em desuso, feito arcaísmo. Modernamente, o vocábulo correto seria pessoa, ou seja, coisa que, saída do útero de mulher de modo saudável, tornou-se “alguém”.
E nem se diga sobre o destino de palavras como “fé”, “Deus”, “Cristo”, “caridade”, “vida”… Ah, sim!, os fundamentalistas são kantianos: de um lado a razão (a ciência, o racional, a objetividade), de outro a fé (a superstição, o irracional, o puramente subjetivo). Não é preciso dizer que, nesse particular, o argumento dos fundamentalistas beira ao deboche: “O Estado é laico!”, bradou aquele relator de pronúncia amaneirada. Por Deus! Do que esse homem estava falando? Quem é esse Estado que é laico? Quem é esse Estado senão o conjunto de seres humanos nascidos de mulher, feitos à imagem do Criador? Que é a vida humana senão o sopro do Criador?
O sopro do Criador é a centelha divina sem a qual somos apenas pó, sopro esse que se renova todas as vezes que o milagre da vida acontece, exatamente no instante em que, no ventre da mulher, o espermatozoide fecunda o óvulo. Isso é a realidade. Isso era o único fato objetivo sobre o qual deveriam decidir, mas que os fundamentalistas, porque habitam uma segunda realidade, desprezaram: os fundamentalistas são cegos por opção.
E quando o debate público já não encontra fundamento na realidade, quando a discussão não passa de mero produto verbal sem contato com o chão duro da experiência concreta, entramos no reino da loucura, onde tudo conta, menos o real. Se nem a presença de uma menina anencéfala de dois anos de idade, levada pela mãe diante dos olhos dos Ministros do Supremo, foi suficiente para demonstrar a inconsistência de tudo que ali se afirmava, então definitivamente aquela corte é um hospício.
Márcio Luís Chila Freyesleben é procurador de Justiça do Ministério Público de Minas Gerais.
Divulgação: www.juliosevero.com

Ativistas do Controle Populacional e Direitos Reprodutivos Marginalizados no Debate Rio+

Publicado em Uncategorized por juliosevero em 13 de abril de 2012

Ativistas do Controle Populacional e Direitos Reprodutivos Marginalizados no Debate Rio+

Timothy Herrmann
Nova Iorque, EUA, 3 de fevereiro (C-FAM) Em preparação para o que discutivelmente é a conferência intergovernamental mais influente sobre desenvolvimento sustentável internacionalmente, representantes de estados membros, agências da ONU e sociedade civil concluíram três dias de debate acalorado sobre a mais recente versão preliminar de um documento que servirá como guia para as iniciativas de desenvolvimento sustentável no mundo inteiro. Do jeito que está, o documento não faz nenhuma referência ao controle populacional ou a direitos reprodutivos como componentes necessários do desenvolvimento sustentável no mundo todo. O documento será finalizado na conferência da ONU sobre desenvolvimento sustentável que se realizará no Rio de Janeiro, Brasil, em junho (Rio +20).
A ausência de referências a controle populacional e direitos reprodutivos levou órgãos da ONU como o Fundo de População da ONU (FNUAP) e organizações ativistas como a Coalizão Internacional de Saúde das Mulheres (CISM) a fazer fortes intervenções propondo sua inclusão na futura elaboração de documentos. Embora essas organizações tivessem mostrado voz ativa durante as consultas, a tribuna da ONU deixou claro que essas referências não foram incluídas na versão preliminar por causa da falta de consenso entre os países e a sociedade civil sobre o relacionamento entre desenvolvimento e crescimento populacional.
Buscando outros fóruns para expressar sua polêmica agenda fora do Rio +20, o FNUPA foi convidado durante a mesma semana para estar presente no Fórum Econômico Mundial (FEM) em Davos, um cúpula anual exclusiva frequentada por alguns dos mais influentes políticos, organizações e especialistas do mundo. Enquanto estava no FEM, o Dr. Babatunde Osotimehin, presidente do FNUAP, falou num painel com o título “7 Bilhões e Contando: Dividendo ou Desastre”. Embora a discussão tivesse sido conduzida em particular, tanto o FNUAP quanto o FEM lançaram relatórios e declarações oficiais que descrevem o crescimento populacional como insustentável e uma ameaça ao desenvolvimento.
Para muitos países que receberam grandes investimentos para a conferência que está para ocorrer, como o Brasil, o perigo de rotular o crescimento populacional como uma ameaça ao desenvolvimento coloca o mundo numa encruzilhada. Numa declaração oficial, o Brasil afirmou que na conferência que ocorrerá os países “poderão escolher repetir argumentos neomalthusianos ou decidir restabelecer a necessidade de solidariedade, e os padrões sustentáveis de produção e consumo com os países desenvolvidos assumindo a liderança”.
Em contraste, a declaração oficial do FNUPA com relação à versão preliminar do documento sobre desenvolvimento sustentável coloca o crescimento populacional numa perspectiva negativa e recomendou que os governos garantissem “que todas as mulheres, homens e jovens tenham informações sobre, acesso à e escolha da variedade mais ampla possível de métodos eficazes, econômicos e aceitáveis de planejamento familiar” que na prática inclua os serviços de aborto e métodos abortivos. Embora o FNUAP afirme em seu documento que apoia o princípio de que “os seres humanos estão no centro das preocupações do desenvolvimento sustentável”, suas políticas de controle populacional rotulam a pessoa humana como o principal problema, em vez de solução, que está se defrontando com o desenvolvimento sustentável.
Uma recente declaração da Santa Sé sobre a conferência vindoura frisou não só que o documento final inclua uma “abordagem centrada nos seres humanos”, mas que a fim de que tal abordagem seja realmente humana, tem de “evitar uma abordagem reducionista que vê o ser humano como um obstáculo ao desenvolvimento”.
Tradução: Julio Severo
Fonte: Friday Fax

Anthony Comstock: o primeiro ativista pró-vida da história moderna. Ele era evangélico e lutava contra a pornografia e a propaganda de controle da natalidade

Um homem com coragem para salvar 40.000

Publicado em Uncategorized por juliosevero em 11 de abril de 2012

Um homem com coragem para salvar 40.000

Ele desafiou a cadeia, a morte e a temível polícia chinesa para fazer uma diferença imensurável

O Dr. Jim Garrow estava disposto a ser chamado de “contrabandista” e um “traficante de crianças”, arriscando sua vida se a polícia chinesa descobrisse o que estava fazendo. Mas para esse canadense vivendo na terra da política do filho único, salvar meninas recém-nascidas da morte certa valia o risco.
Jim Garrow

“Aquele rio estava repleto de correntes perigosas”, explica Garrow. “Principalmente por eu ser estrangeiro, se fosse pego ‘roubando bebês’, como as autoridades chinesas teriam entendido minhas ações, estaria morto. Pura e simplesmente… O fracasso estava fora de cogitação”.

Essa impressionante história de como um homem começou uma jornada que literalmente salvou as vidas de mais de 40.000 crianças (e continua salvando) começou em 2000, quando Garrow, um diretor incrivelmente bem sucedido das escolas populares do Instituto Bethune na China, um dia encontrou sua assistente chorando.
A mulher lhe explicou que o marido de sua irmã estava insistindo que a filha recém-nascida do casal fosse “deixada de lado” (ou seja, morta), para possibilitar que tivessem um menino, conforme a política chinesa do filho único.
Garrow prometeu ajudar, e conseguiu realocá-la junto a um casal adotivo. Mas esse único ato de bondade e coragem logo o levou à história de outra menininha em risco, e outra, e mais outra.
“Eu não tracei um plano para salvar as vidas de meninas em risco. Expressão engraçada: em risco. Geralmente está associada a focas ou golfinhos”, explica Garrow em seu novo livro The Pink Pagoda: One Man’s Quest to End Gendercide in China (O Pagode Rosa: A Jornada de Um Homem para Acabar com O Genocídio das Meninas na China), publicado pela editora do WND. “Minha paixão, minha missão, não começou com uma grande visão de mundo. Tudo começou com uma criança, cujos pais depararam com a realidade de ‘deixá-la de lado’”.
Não demorou até que seu trabalho de salvar vidas se tornasse conhecido, e Garrow chegou a gastar cerca de US$ 31 milhões do próprio bolso para desviar o caminho da morte que a China cria com os limites ao número de filhos.
Mas como explica Garrow em The Pink Pagoda, nem mesmo seu dinheiro e suas conexões (seu guanxi, como dizem os chineses), poderiam protegê-lo do perigo que estava prestes a enfrentar quando começou a salvar vidas.
“Nossos preparativos iniciais não indicaram problema algum”, relata Garrow, em uma das angustiantes histórias dos seus primeiros dias resgatando crianças. “Chegamos à casa da criança, a pegamos e voltamos para o carro. Éramos três, duas mulheres e eu, e tudo parecia ter saído bem até que partimos pela estrada. Rapidamente percebemos que estávamos sendo seguidos, e tivemos que mudar nossa estratégia”.
“Decidimos pegar o metrô e rapidamente planejamos uma tática de isca falsa”, prosseguiu. “Uma das mulheres ficaria segurando o bebê, e a outra um ‘embrulho’ que simulava um bebê. Dentro do metrô, as duas mulheres iriam se separar, e nossos perseguidores não teriam como saber qual das mulheres estaria de fato com a criança. A mulher com o bebê verdadeiro desceu no lugar designado e se juntou a nós mais uma vez para a jornada de volta a Chongqing. Foi o mais próximo do perigo que estivemos até agora, mas infelizmente não foi o último nem o pior”.
“Aquele perigo estava nos cercando, mas assim como a estória budista do peixe que não sabia que estava na água, eu não sabia que estava me afundando” escreve.
Pouco tempo depois, Garrow recebeu a visita de um membro da polícia secreta chinesa, dando início a uma perseguição dissimulada com o serviço de inteligência, com a diferença de que não eram segredos sendo contrabandeados, mas crianças.
“As pessoas frequentemente perguntavam como eu lidava com esse tipo de pressão”, explica Garrow. “Simples: Eu não lidava. Se eu focasse minha atenção em eventualidades, todos os meus esforços seriam prejudicados. Tudo o que eu fiz foi seguir em frente. Lembrei-me também da promessa que havia feito a Deus muitos anos atrás. Estava conectado a um tipo de certeza divina, e adotei o que para muitos é nada mais do que um clichê evangélico: ‘Deixar tudo nas mãos de Deus’. Para mim isso não era um clichê, mas um decreto”.
Utilizando os mesmos dons empreendedores que levaram ao sucesso de suas escolas Pink Pagoda, de imersão linguística em inglês (mais de 160 delas), Garrow se lançou em uma carreira para salvar filhas indesejadas.
Arriscando sua família, seus funcionários, informantes chineses valiosos e sua própria segurança para salvar meninas, uma de cada vez, das garras da morte, Garrow ilustra o poder de Deus para moldar vidas e influenciar pessoas a lutar contra as injustiças do mundo.
Seu trabalho envolve espalhar entre as famílias chinesas a informação de que há casais pelo mundo interessados nas suas filhas.
Por seus esforços de “tráfico humano”, Garrow foi indicado para o Prêmio Nobel da Paz de 2009, que acabou sendo entregue a Barack Obama.
O livro de Garrow leva o leitor a um mundo que continua sendo coberto de mistério e sombras. O propósito do livro não é o de denegrir o governo ou a população chinesa. Em vez disso, a história do genocídio de meninas e dos esforços de Garrow em por um fim nele representam uma tragédia terrível para a China, cuja população é forçada a tomar escolhas dolorosas por causa de uma lei mal concebida criada em 1979.
É uma história de coragem, perigo e ousadia, mas Garrow não se vê como um homem de coragem extraordinária, mas de simples convicção.
“Sou um homem comum”, escreve Garrow, “que se viu pego em circunstâncias extraordinárias e que respondeu com uma palavra: Sim”.
Traduzido por Luis Gustavo Gentil do artigo do WND: “1 man with the courage to save 40,000′

Hungria Desafia Críticos com Nova Lei em Defesa da Família

Publicado em Uncategorized por juliosevero em 7 de abril de 2012

Hungria Desafia Críticos com Nova Lei em Defesa da Família

Dra. Susan Yoshihara
NOVA IORQUE, 27 de janeiro (C-FAM) Líderes húngaros aprovaram uma lei que protege a família tradicional, desafiando continuas críticas de que sua nova constituição restringiria o aborto e a homossexualidade.
A nova lei diz que a família, baseada no casamento de um homem e uma mulher cuja missão é cumprida através da criação de filhos, é uma “comunidade autônoma… estabelecida antes do surgimento da lei e do Estado” e que o Estado tem de respeitá-la como questão de sobrevivência nacional. A nova lei diz: “A vida embrionária e fetal deverá ter garantido o direito à proteção e respeito desde o momento da concepção”, e o Estado tem de incentivar “circunstâncias favoráveis” para o cuidado das crianças. A lei obriga os meios de comunicação a respeitar o casamento e a responsabilidade de criar e educar filhos e concede aos pais, em vez de ao Estado, a responsabilidade principal na proteção dos direitos da criança. A lei enumera as responsabilidades para os menores de idade, inclusive o respeito e o cuidado dos pais idosos.
O propósito da lei é “criar um ambiente legislativo previsível e seguro para a proteção da família e a promoção do bem-estar familiar, e o cumprimento da Lei Fundamental”, a nova constituição da nação, a qual entrou em vigor em 1 de janeiro e foi aprovada por uma votação de 262 contra 44 em abril passado.
A Lei Fundamental anulou a constituição húngara da era comunista e data sua democracia desde a revolução contra a União Soviética em 1956 e o colapso soviético em 1990. A Hungria é a última nação da Europa Central a aprovar uma constituição pós-era comunista.
A constituição pede a proteção da vida desde a concepção e proíbe a tortura, tráfico humano, eugenia e clonagem humana. Ela reconhece o casamento como a “união matrimonial de um homem e uma mulher”.
A Anistia Internacional disse que o artigo que protege a vida desde a concepção poderá “minar os direitos das mulheres e meninas” que estão “consagrados em vários tratados assinados e ratificados pela República da Hungria, tais como a Convenção sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação contra as Mulheres (conhecida pela sigla em inglês CEDAW), o Pacto Internacional sobre Direitos Econômicos, Sociais e Culturais (PIDESC) e a Convenção dos Direitos das Crianças (CDC)”. A organização disse que o artigo que define o casamento “poderá preparar o terreno para a introdução de uma proibição explícita aos casamentos de mesmo sexo, o que viola as normas antidiscriminação internacionais e europeias… consagradas pelo Artigo 23 do PIDCP [Pacto Internacional sobre Direitos Civis e Políticos]”.
De forma semelhante, a organização Human Rights Watch invocou os tratados de direitos humanos da ONU numa carta exortando o presidente da Hungria a “fazer uma emenda à constituição para garantir o respeito aos direitos reprodutivos das mulheres”. O golias dos direitos humanos expressou a preocupação de que a cláusula antidiscriminação de “raça, cor, sexo, deficiência física, idioma, religião, opinião, origem ou condição política, nacional ou social, nascimento e quaisquer outras circunstâncias” exclui referência à orientação sexual ou identidade de gênero que eles disseram estava garantida no PIDCP.
Especialistas legais internacionais repudiaram as alegações das organizações de direitos humanos dizendo que a Hungria tem o direito de aprovar uma constituição sem interferência. Eles apontaram para o fato de que nenhum tratado da ONU chega a mencionar aborto, orientação sexual ou identidade de gênero e que a Assembleia Geral da ONU nunca aceitou tais redefinições.
Roger Kiska, especialista legal europeu, vê as novas leis da Hungria como parte de uma tendência crescente entre os países europeus de recuar em tais interpretações e proteger a vida e a família. Mark Palmer, ex-embaixador americano na Hungria, disse que a expulsão da Hungria da UE é “agora não mais impensável”, mas Julia Lakatos, analista húngara, minimizou a polêmica, dizendo ao jornal CSMonitor: “Grande parte das críticas do exterior são exageradas”.
Tradução: Julio Severo
Fonte: Friday Fax

Sancionada nova Constituição da Hungria reconhecendo a vida desde a concepção

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