Julio Severo

Parlamento da Rússia considera lei nacional contra propaganda gay dirigida a menores de idade

Publicado em Moscou, propaganda gay, Rússia, São Petersburgo por juliosevero em 1 de abril de 2012

Parlamento da Rússia considera lei nacional contra propaganda gay dirigida a menores de idade

30 de março de 2012 (LifeSiteNews.com) — O parlamento nacional da Rússia logo começará a considerar um projeto de lei que criminalizará a propaganda homossexual dirigida a menores de idade, em todo o país.
O projeto de lei, que foi apresentado ao parlamento ontem por uma assembleia legislativa regional da Sibéria, é semelhante à lei sancionada recentemente pelo governo de São Petersburgo e outros órgãos regionais. A lei imporá uma multa de até 170 dólares em indivíduos, 1.700 dólares em autoridades públicas e 17.000 dólares em organizações, por exporem menores de idade à propaganda que defenda o estilo de vida homossexual.
De acordo com uma nota explicativa publicada pelos autores do projeto e citada pela agência noticiosa russa independente Interfax, “A propaganda da homossexualidade tem ganhado força na Rússia de hoje”, inclusive a “organização ativa de ações públicas que propagam a homossexualidade como uma norma”.
De acordo com a agência noticiosa do governo russo RIA Novosti, os autores do projeto afirmam que sua iniciativa “não está se opondo à homossexualidade em si, já que eles estão apenas recomendando castigo para a propaganda de tal conduta entre menores de idade, pois tal propaganda tem efeitos negativos no desenvolvimento espiritual e moral deles”.
Tais iniciativas, que têm o apoio da Igreja Ortodoxa Russa e refletem a opinião da maioria dos russos sobre a conduta homossexual, têm sido estimuladas em anos recentes por atos de provocação de homossexuais, que insistem em organizar paradas gays nas ruas de Moscou e São Petersburgo, e estão até mesmo ameaçando fazer manifestações em frente de escolas.
A resposta dos governos das duas cidades tem sido prender e multar os manifestantes. Moscou e São Petersburgo continuam proibindo tais manifestações, desafiando uma ordem do Tribunal Europeu de Direitos Humanos.
Traduzido por Julio Severo do artigo de LifeSiteNews: Russian Parliament considers national law against gay propaganda aimed at minors

Lei russa de São Petersburgo questiona se direitos gays são direitos humanos?

Lei russa de São Petersburgo questiona se direitos gays são direitos humanos?

É certo o governo americano pressionar o governo russo a ir contra a vontade de seu povo?

Bryana Johnson
DALLAS, Texas, EUA, 18 de março de 2012 — São Petersburgo, na Rússia, adotou uma nova política pública designada a proteger jovens de exposição à propaganda de grupos homossexuais. A política tem criado polêmica entre grupos gays.
Em 7 de março de 2012, o governador Georgy Poltavchenko assinou a lei que multará indivíduos em até 170 dólares e empresas em até 17.000 por violarem a medida que proíbe “ações públicas com o objetivo de fazer propaganda da sodomia, lesbianismo, bissexualismo e transgenerismo entre menores de idade”.
A lei de São Petersburgo também inclui emendas que introduzem punições mais rigorosas para a pedofilia.
Aplaudindo a recente legislação, a Igreja Ortodoxa Russa está pedindo uma proibição semelhante na Rússia inteira. Dmitry Pershin, diretor do conselho juvenil da Igreja Ortodoxa Russa, diz: “temos de ajudar a proteger as crianças de manipulações de informações de minorias que promovem a sodomia”.
Foto: Policial russo detem um homem vestido de noiva durante protesto gay em Moscou. Crédito: AP Images

Respondendo à intenção do ativista homossexual Nikolay Alexeyev de organizar comícios de protestos perto de estabelecimentos infantis, Pershin diz que “a persistência das minorias sexuais e sua intenção de fazer comícios perto de estabelecimentos de crianças indica que essa lei regional é muito necessária e tem de receber status federal com urgência”.

Os grupos gays estão descontentes e gritando por indenizações contra o governo de São Petersburgo. Em 2011 a organização militante LGBT AllOut conseguiu pressionar o site de serviços financeiros PayPal a fechar a conta do blogueiro cristão anti-agenda gay Julio Severo, suspendendo acesso aos fundos.
Agora, essa organização está protestando e chamando essa lei de “lei do silêncio” que “amordaça artistas, escritores, músicos, cidadãos e visitantes”, e eles dizem que não vão lá, ameaçando boicotar viagens à cidade russa.
Por estranho que pareça, outra instituição se uniu a eles expressando condenação: o Departamento de Estado dos EUA. “Direitos gays são direitos humanos e direitos humanos são direitos gays”, declara o site oficial do Departamento de Estado, citando a secretária Hillary Clinton.
“Estamos exortando as autoridades russas para protegerem essas liberdades, e para fomentarem um ambiente que promova respeito pelos direitos de todos os cidadãos. Temos também consultado nossos parceiros da União Europeia sobre essa questão. Eles têm as mesmas preocupações que temos e também estão abordando as autoridades russas nessa questão. Os Estados Unidos dão grande importância ao combate à discriminação contra a comunidade LGBT e todos os grupos minoritários”.  
A Rússia não gostou da interferência do governo dos EUA. “Vemos com espanto as tentativas dos EUA de interferir, e ainda por cima publicamente, no processo legislativo”, Konstantin Dolgov, representante de direitos humanos do ministério das relações exteriores, disse para a agência noticiosa Interfax, acrescentando que não há “absolutamente nenhuma discriminação na lei russa na aplicação de direitos humanos civis, políticos, sociais, econômicos e culturais, inclusive na base da orientação sexual”.
Dolgov explicou que “as iniciativas legislativas dos órgãos regionais de autoridade… têm o proposito de proteger os menores de idade da propaganda correspondente… Evidentemente, a decisão levou em consideração os valores culturais e morais tradicionais que prevalecem na sociedade russa, considerações da proteção da saúde e moralidade pública, e a inadmissibilidade da discriminação por meio do incentivo dos direitos e interesses de um grupo social sem a devida consideração pelos direitos e interesses dos outros”.
No final das contas, Dolgov estava muito bem informado. Por mais que possa parecer chocante para a secretária Clinton, os russos, em geral, não gostam de exibições públicas da homossexualidade e muitos acreditam que os atos homossexuais são imorais e prejudiciais à saúde.
Uma pesquisa de opinião pública do Centro Levada em Moscou revelou que 74 por cento dos russos consideram a homossexualidade como resultado de más escolhas morais. É certo o governo dos EUA pressionar o governo russo a ir contra a vontade de seu povo?
Se o governo russo estivesse, de fato, violando direitos humanos, a resposta certamente seria sim. Contudo, o ponto principal é que embora a liberdade de expressão, os direitos de propriedade, o direito a um julgamento justo, liberdade de violência injustificada, liberdade de servidão involuntária, etc., sejam direitos humanos, liberdade de expressão sexual em vias públicas e na presença de crianças não é, e categorizá-la como tal banaliza os reais abusos e injustiças de direitos humanos cometidos todos os dias no mundo inteiro.
“Mantenha o governo fora de seu quarto de dormir!” se tornou um lema de ativistas gays e abortistas, que se irritam com o que veem como excessiva legislação da atividade sexual. O governo russo tem se retirado do quarto de dormir.
Agora, porém, esses ativistas não mais estão satisfeitos em confinar suas polêmicas ao quarto de dormir, mas continuam insistindo em arrastá-las para fora, para exibição pública. A questão é que grande parte do que eles desejam ostentar não é nada apropriado para exibição pública em primeiro lugar.
Os direitos gays são direitos humanos? Apenas na medida em que esses direitos são os mesmos direitos concedidos a todas as outras pessoas. Portanto, embora os direitos dos gays de ter igual proteção da lei sejam direitos humanos, os “direitos” deles a paradas que simulam sexo explícito em lugares públicos ou de doutrinar crianças contra os desejos de seus pais não são absolutamente direito algum.
Traduzido por Julio Severo do artigo do jornal The Washington Times: St. Petersburg Russia law questions if gay rights are human rights?

Madonna poderá ser multada se promover a agenda homossexual em show na Rússia

Publicado em Madonna Ciccone, Rússia, São Petersburgo por juliosevero em 23 de março de 2012

Madonna poderá ser multada se promover a agenda homossexual em show na Rússia

22 de março de 2012 (LifeSiteNews.com) — A recente promessa da cantora pop Madonna Ciccone de “defender” a “comunidade” gay de São Petersburgo, Rússia, num show que ela fará ali, foi recebida por um representante da cidade que diz que ela será multada se violar a lei municipal contra a propaganda homossexual visando menores de idade.
Madonna

A cantora, cujos shows atrevidos e hipersexualizados são apoiados por uma grande base de fãs homossexuais, fez a promessa depois que uma ativista lésbica russo-americana lhe pediu que cancelasse seu concerto em São Petersburgo em protesto contra a lei, que foi recentemente instituída pelo governo da cidade.

Contudo, chamando a si mesma de “lutadora da liberdade” que não “foge da adversidade”, a cantora anunciou que “irá a São Petersburgo para defender a comunidade gay, para apoiar a comunidade gay e para dar força e inspiração para todos os que estão ou se sentem oprimidos”.
“Falarei durante meu show sobre essa atrocidade ridícula”, acrescentou ela.
O deputado Vitaly Milonov, que é o autor da lei, disse que pretende estar presente no evento e está prometendo que “se Madonna ou um dos organizadores do concerto quebrar a lei municipal, serão punidos”. Milonov disse que a multa de 170 dólares aplicáveis a indivíduos seria usada contra ela, uma quantia que provavelmente não deterá a cantora.
No entanto, a promessa de Madonna de usar sua presença para promover a agenda gay em São Petersburgo não tranquilizou os ativistas homossexuais locais, que dizem que ela deveria ter cancelado o evento. Eles estão prometendo boicotar o concerto dela e protestarem contra ele.
O ativista homossexual Yury Gavrikov disse para a Agência France Press que o movimento gay da Rússia “protestará contra a hipocrisia das estrelas populares” que “têm ganhos fantásticos, e isso lhes permite esquecer os problemas de direitos humanos”.
“Se pessoas como Madonna boicotam seus concertos principalmente em São Petersburgo, isso poderia ter consequências econômicas, e isso é importante, enquanto declarações de apoio aos direitos gays em concertos não significam nada”, disse ele.
Peter LaBarbera do grupo pró-família Americanos pela Verdade da Homossexualidade (AVH) disse para LifeSiteNews que ele considera a lei de São Petersburgo uma reação à conduta do movimento homossexual em outros países, a qual está se tornando cada vez mais ofensiva e abusiva com toda vitória legal.
Os russos estão “tentando aprender com o ativismo homossexual que está fora de controle dos EUA e com o fato de que a estrutura legal de família dos EUA está sendo mudada para se adaptar à perversão, e a liberdade de expressão cristã está agora sofrendo nas mãos do ativismo homossexual que não para de crescer”, disse LaBarbera. “E quem poderia culpar os russos por tentarem aprender com os EUA?”
“Temos um monstro homossexual em nosso meio que continua a fazer reivindicações nas alturas e que aparentemente não tem nenhuma preocupação com a liberdade religiosa e com os valores tradicionais”, disse LaBarbera.
“Quem poderia culpar esses povos não só na Rússia, mas também no mundo inteiro por olharem para os EUA, olharem para o Ocidente e dizerem ‘como é que podemos impedir isso?’ E meu conselho para eles seria: não deixe o gênio sair da lâmpada, pois outra lição do Ocidente é que logo que você concede os tão chamados ‘direitos’ homossexuais, é quase impossível removê-los”.

AllOut quer PLC 122 aprovado no Brasil

Publicado em AllOut, Paypal, PLC 122, Rússia, São Petersburgo por juliosevero em 19 de março de 2012

AllOut quer PLC 122 aprovado no Brasil

Site “PLC 122”, em parceria com AllOut, denuncia opositores da implantação da ditadura gay no Brasil

Julio Severo
O PT, o PSDB e outros partidos socialistas do Brasil querem o PLC 122 e outras leis homossexualistas aprovadas. Mas que direito tem AllOut, uma organização militante homossexual com sede nos EUA, de pressionar o Brasil para copiar legislações homossexualistas dos EUA e da Europa?
Meses atrás, AllOut, que se gaba de ter quase 900 mil apoiadores, fez campanha para pressionar o PayPal a encerrar minha conta. A campanha funcionou, levando o PayPal a fechar minha conta — mostrando que AllOut tem força e dinheiro. O documento oficial, em inglês, de AllOut se gabando de sua “vitória” contra mim, está disponível aqui.
Semanas atrás, AllOut pediu a todos os seus colaboradores internacionais que fizessem pressão sobre a Rússia, para que São Petersburgo, a segunda maior cidade russa, não aprovasse uma lei que proíbe propaganda e paradas gays. Até Hillary Clinton, secretária de Estado dos EUA, atendeu ao chamado de AllOut, condenando publicamente a lei de São Petersburgo e pedindo para que a Rússia não a aprovasse. Dessa vez, apesar da influência de AllOut, sua campanha de pressão não funcionou, pois os russos não se prostraram às ameaças.
Agora, os olhos de AllOut estão no Brasil, mais especificamente no PLC 122.
O site “PLC 122”, pertencente ao movimento homossexual, revelou em primeira mão que o PLC 122 está na mira da organização americana, que acha que pode forçar sua vontade nas nações, do jeito que forçou o PayPal a agir contra mim, num episódio que se tornou uma das maiores preocupações de ações anticristãs nos EUA em 2001.
O site “PLC 122”, que tem alguma filiação com AllOut, reclama da oposição ao PLC 122, dizendo:
“Quando o assunto é homofobia, PLC 122/2006, fico embasbacado com a quantidade de especialistas posers no assunto, tais como juristas que nunca pisaram numa faculdade de Direito: é o caso do supremo doxósofo Reinaldo Azevedo, do homofóbico líder do movimento em defesa(?) da família(?) Júlio Severo (em duas oportunidades: aqui e aqui), da “psicóloga cristã” Marisa Lobo e, claro, do pastor Malafaia”.
Décadas atrás, Dilma Rousseff teria gritado que AllOut é uma organização imperialista e que o site “PLC 122” é uma fachada para maquinações imperialistas americanas.
Naquele tempo, dona Dilma e seus companheiros eram terroristas comunistas e tinham paixão pela Rússia. Se lhe tivessem tido que os russos de São Petersburgo estavam mostrando certa atitude contra os EUA, dona Dilma prontamente os imitaria.
Dona Dilma, os russos de São Petersburgo rechaçaram as pressões de AllOut e do governo americano. Que tal imitá-los?
Dona Dilma, os russos de São Petersburgo aprovaram uma lei que proíbe propaganda e paradas gays. Que tal imitá-los?
Que tal também investigar o site “PLC 122” por suas conexões “imperialistas”?

Resolução de São Petersburgo sobre as tendências antifamília da Organização das Nações Unidas

Publicado em Don Feder, Rússia, São Petersburgo por juliosevero em 18 de março de 2012

Resolução de São Petersburgo sobre as tendências antifamília da Organização das Nações Unidas

Em uma audiência pública no fim do ano passado, 126 organizações civis, sociais e não governamentais da Federação Russa e da Ucrânia aprovaram a “Resolução de São Petersburgo Sobre os Rumos Anti-Família das Nações Unidas”. Alexey Komov (representante do Congresso Mundial das Famílias na Rússia e na Comunidade dos Estados Independentes) teve um papel importante na elaboração da Resolução, que dispõe, entre outras coisas:

“Estamos convencidos de que a família natural (tradicional), traçada na natureza humana e baseada na união voluntária de um homem e uma mulher na aliança vitalícia do casamento, cujo propósito é a geração e criação de filhos, é ‘a unidade coletiva natural e fundamental da sociedade’”.

“O lugar da família na história e na vida de todas as sociedades humanas é absolutamente única, e nenhuma outra forma de relacionamento doméstico pode ser vista como de igual valor e status. Qualquer tentativa de prever igualdade de status para qualquer outra forma de relacionamento doméstico, em especial as uniões entre pessoas do mesmo sexo, é socialmente destrutiva”.
“Estamos convencidos de que a família tradicional, o casamento, a geração e a educação dos filhos são elementos inseparáveis uns dos outros”.
“A separação artificial da geração e da educação de filhos da família tradicional, da vida familiar e do casamento viola os direitos genuínos da criança e causa a destruição de qualquer sociedade”.
“Estamos convencidos de que as crianças possuem um direito inato de nascerem na sua família natural (tradicional), de um homem e uma mulher casados, e de viverem com seus pais e serem criadas por eles, ou seja, com seu pai e sua mãe naturais. Mãe e pais são o modelo de vida para seus filhos, principalmente no que concerne à vida familiar, que obedece à natureza humana”.
“Estamos seriamente preocupados com as ações de algumas organizações internacionais nos últimos anos, agindo contrariamente aos interesses de povos soberanos e manipulando a noção de ‘direitos humanos’ para criar artificialmente os assim chamados direitos que antes eram desconhecidos e não possuem fundamento na natureza humana nem na natureza da sociedade, como ‘direito ao aborto’ e o ‘direito de escolher sua orientação sexual e identidade de gênero’. Na realidade, não existem tais direitos no direito internacional, seja por uma obrigação decorrente de tratado ou pelo direito internacional público costumeiro”.
“Em particular, estamos bastante preocupados com o fato de que hoje, sob o pretexto de defender os direitos das crianças sob uma interpretação ilogicamente ampla e alguns ‘direitos humanos’ recentemente fabricados (como os ‘direitos sexuais’), com o apoio da ONU e de seus organismos, a cultura tradicional da vida familiar (que inclui a educação das crianças nesse contexto) está sendo sistematicamente destruída por muitas pessoas, incluindo algumas do nosso próprio país”.
“Insistimos em que os Estados devem respeitar o papel e a posição única que os pais naturais (biológicos) possuem nas vidas das crianças. Quaisquer interpretações de qualquer posição dentro do direito internacional ou nacional devem refletir a suposição natural de que os pais naturais costumam agir de boa fé e conforme os interesses dos seus filhos. Os direitos dos pais com relação aos seus filhos são naturais e não ‘concedidos’ a eles pelo Estado ou por qualquer organismo nacional ou internacional”.
“Temos também uma grande preocupação a respeito da recusa em proteger o direito à vida da criança no útero sob o pretexto do invertido ‘direito ao aborto’ da mulher. Estamos cientes de que ‘no que concerne aos fatos científicos, uma nova vida humana começa na concepção’ e que ‘desde a concepção, cada criança é, por natureza, um ser humano’. Crianças em gestação são seres humanos e, portanto, há uma obrigação dos Estados sob o direito internacional de proteger suas vidas da mesma forma que a de qualquer ser humano. Ao mesmo tempo, ‘não existe um direito ao aborto no direito internacional, seja por meio de tratado ou pelo direito internacional público costumeiro’”.
Entre os 126 signatários estavam: Representante do Congresso Mundial das Famílias na Federação Russa; filial regional de São Petersburgo do movimento público “União das Mulheres Russas – A Esperança para a Rússia”; filial regional de Tula da organização pública “Pela Vida e Defesa dos Valores Familiares”; Irmandade Cossaca em Nome e Exaltação da Cruz; Comissão Pública em Defesa da Família, Infância e Moralidade da Cidade de Sarov em Oblast de Níjni Novgorod; Centro Médico e Educacional Ortodoxo “Zhizn” em São Petersburgo; Grupo de Trabalho no Parlamento Russo pela Defesa das Famílias e das Crianças; organização pública “Comunidade de Grandes e Adotivas Famílias da Rússia – Muitos Filhos é algo bom!”; União dos Advogados Ortodoxos; Organização Esportiva e Patriótica “Rus” e Organização Pública “Ucrânia Cristã”.
Nota de Julio Severo: Esse documento importante me foi enviado diretamente pelo meu amigo Don Feder, que participou em Moscou do evento pró-família que lançou a Resolução de São Petersburgo.
Traduzido por Luis Gustavo Gentil.
Artigo originalmente publicado no boletim informativo de março de 2012 do Congresso Mundial das Famílias (World Congress of Families).
Título original: “Saint-Petersburg Resolution on the anti-family trends in the United Nations”
Artigos de Don Feder:

Igreja Ortodoxa Russa quer proibição nacional de propaganda gayzista visando menores de idade

Publicado em Rússia, São Petersburgo por juliosevero em 14 de março de 2012

Igreja Ortodoxa Russa quer proibição nacional de propaganda gayzista visando menores de idade

13 de março de 2012 (LifeSiteNews.com) — Autoridades da Igreja Ortodoxa Russa estão aclamando uma nova lei sancionada recentemente por Georgy Poltavchenko, governador de São Petersburgo. A lei proíbe propaganda homossexualista visando menores de idade. As autoridades ortodoxas estão pedindo que a lei seja estendida à Rússia inteira.
“A lei aprovada em São Petersburgo ajudará a proteger as crianças de manipulações de informações feitas por minorias que promovem a sodomia”, disse Dimitri Pershin, padre ortodoxo russo e especialista do Comitê da Duma Estatal sobre Família, Mulheres e Crianças, numa entrevista para a agência noticiosa russa Interfax.
“A persistência das minorias sexuais e sua intenção de fazer campanhas e reuniões perto de escolas e outros lugares onde há crianças indica que a lei de São Petersburgo é muitíssimo necessária e tem de receber status federal urgentemente”, disse Pershin, referindo-se à intenção declarada do ativista homossexual Nikolay Alexeyev de organizar campanhas e reuniões perto de escolas e outros lugares onde há crianças para protestar contra a nova lei.
Vsevolod Chaplin, porta-voz da liderança ortodoxa de Moscou, disse que embora a Igreja Ortodoxa não tivesse iniciado a legislação, “muitos crentes” estavam ansiosos para ver sua aprovação.
A propaganda homossexual “não deve ocorrer onde menores de idade podem sentir sua influência; o mesmo é verdade acerca da depravação heterossexual… Manifestações públicas desse estilo de vida são inaceitáveis para a maioria da sociedade. É nosso dever proteger nossos filhos contra isso. Eles não têm nenhum direito de promover seu estilo de vida”, disse ele, conforme reportagem do jornal Christian Science Monitor.
São Petersburgo, a segunda maior cidade da Rússia, agora impõe uma multa de até 170 dólares em indivíduos e de até 17.000 dólares em empresas por “ações públicas que visem à promoção da sodomia, lesbianismo, bissexualidade e transgenerismo entre menores de idade”. A lei é semelhante a outras que foram aprovadas nas regiões de Astrakhan, Ryazan e Kostroma, de acordo com RIA Novosti. A mesma agência relata que a maioria esmagadora dos russos, 74 por cento, considera os homossexuais como “amorais” e “deficientes mentais”, de acordo com uma pesquisa de opinião pública de 2010 feita por uma agência independente.
O sucesso da lei reflete um desejo crescente na Rússia e outros países eslávicos de fazer resistência à elite política e cultural internacional e à agenda política homossexual.
O governo de Moscou continua proibindo paradas gays depois de anos de pressões, apesar de uma decisão do Tribunal Europeu de Direitos Humanos contra Moscou.

Segunda maior cidade da Rússia proíbe propaganda de homossexualidade e pedofilia

Publicado em Rússia, São Petersburgo por juliosevero em 2 de março de 2012

Segunda maior cidade da Rússia proíbe propaganda de homossexualidade e pedofilia

Comentário de Julio Severo: A organização americana AllOut, que teve sucesso em sua campanha para fechar minha conta de PayPal, enfrentou derrota nesta semana depois de uma campanha intensa, inclusive com apoio do governo americano, para impedir a lei anti-homossexualismo da Rússia. Os russos de São Petersburgo não se prostraram às pressões de AllOut e do governo dos EUA. Veja a matéria abaixo:

São Petersburgo proíbe propaganda de homossexualidade e pedofilia

A Assembleia Legislativa de São Petersburgo aprovou na quarta-feira uma lei que criminaliza a disseminação de materiais que promovam a homossexualidade e a pedofilia entre menores de idade.
A lei, aprovada na penúltima e última leitura, impõe multas de até 16 mil dólares em indivíduos e até 160 mil dólares em entidades legais pela promoção de práticas homossexuais, lésbicas, bissexuais e transgêneras entre menores de idade.
Dos 50 legisladores, 29 votaram a favor da lei, com 5 contra e uma abstenção.
A lei segue proibições semelhantes nas regiões russas de Astrakhan, Ryazan e Kostroma.
A nova legislação efetivamente criminaliza todas as paradas gays e outros eventos de orgulho gay.
O grupo LGBT de São Petersburgo “Saindo do Armário” disse que a lei é “homofóbica” e tem como alvo desviar a atenção do publico dos “reais problemas políticos e sociais” da Rússia.
A homossexualidade era ilegal na União Soviética e só foi descriminalizada pelo falecido presidente Boris Yeltsin em 1993, mas o sentimento anti-homossexualismo é ainda muito comum na população.
Traduzido por Julio Severo de artigo do jornal russo RIA Novosti: “St. Petersburg Bans ‘Homosexual, Pedophile Propaganda’”

Grupo gay dos EUA por trás do fechamento da conta de PayPal de Julio Severo quer derrotar lei russa que proíbe propaganda homossexual

Publicado em AllOut, conservadorismo, Rússia, São Petersburgo por juliosevero em 25 de fevereiro de 2012

Grupo gay dos EUA por trás do fechamento da conta de PayPal de Julio Severo quer derrotar lei russa que proíbe propaganda homossexual

Julio Severo
Pessoas no mundo inteiro estão aclamando uma recente lei em São Petersburgo, a segunda maior cidade da Rússia, que proíbe a propaganda homossexual.
Contudo, AllOut não está aclamando. Está convocando gays e autoridades governamentais nos EUA, na Europa e no mundo inteiro para derrotarem a lei russa que protege crianças da doutrinação gay. O grupo gay americano lançou uma campanha internacional nesta semana para exercer pressão nos legisladores russos.
AllOut diz: “Nos meses passados, mais de 250.000 pessoas se uniram a All Out em denunciar o projeto de lei, e milhares de nós pegaram o telefone para ligar para gabinetes estrangeiros, pressionando os EUA, Inglaterra, Alemanha, França, Austrália e outros para providenciarem condenações oficiais. Temos de manter a pressão — agora, mais do que nunca”.
AllOut também diz: “Ligações telefônicas e cartas estão vindo de todo o mundo, mas não é o suficiente. Por isso, com sua ajuda, vamos atingir o governador de São Petersburgo onde é importante — na carteira de dinheiro dele”.
Em sua campanha internacional para fechar minha conta de PayPal, AllOut queria também atingir meu bolso, impedindo meus leitores e amigos de me enviarem doações voluntárias por meio do PayPal.
Muito embora o PayPal tenha escolhido sucumbir à pressão deles, meus leitores e amigos continuam ajudando, mediante outros meios.
Não sei o que São Petersburgo poderá fazer para resistir a tal pressão de um grupo gay americano, mas não há dúvida de que AllOut precisa também ser atingido em seu bolso.
A crise econômica nos EUA poderia afetar AllOut, mas então o governo de Obama poderia dar um jeito de ajudá-los, já que sua prioridade é promover a causa gay, até mesmo ameaçando atingir nações do terceiro mundo em seus bolsos — ao lhes negar assistência — se não se sujeitarem à agenda gay-americana.
Hillary Clinton e o governo dos EUA têm condenado publicamente a lei conservadora de São Petersburgo. De acordo com LifeSiteNews, “O projeto, que proíbe ‘atividades públicas que promovam a homossexualidade’, está sendo denunciado por grupos homossexuais como ‘antigay’ e está sofrendo oposição estridente do governo dos EUA”.
As poderosas estruturas esquerdistas dos EUA só vão parar suas ações anticonservadoras quando forem profundamente atingidas em seus próprios bolsos.
Sinto falta dos tempos de Ronald Reagan, quando o conservadorismo americano ameaçava o comunismo russo.
Hoje, a decadência cultural dos EUA ameaça o emergente conservadorismo na Rússia e no mundo.

Líderes Políticos Querem Proteger Casamento e Crianças das Exigências Homossexuais/Transexuais

Publicado em Rússia, São Petersburgo, Vitaly Milonov, Wendy Wright por juliosevero em 18 de fevereiro de 2012

Líderes Políticos Querem Proteger Casamento e Crianças das Exigências Homossexuais/Transexuais

Wendy Wright
NOVA IORQUE, EUA, 17 de fevereiro (C-FAM) Resistência à nova prioridade de política externa dos Estados Unidos está se formando no mundo inteiro pelas mesmas razões que essa política tem sido rejeitada dentro dos EUA. Líderes políticos estão mantendo forte oposição às exigências homossexuais/transexuais no que se refere ao casamento e aulas para crianças sobre a atividade homossexual/transexual.
Líderes da Organização das Nações Unidas, Inglaterra e União Europeia se uniram aos EUA para exercer pressão nos países para promover a agenda homossexual. Em vez de defender direitos humanos que abranjam indivíduos que se identificam como homossexuais, o lema da Secretária de Estado dos EUA Hillary Clinton de que “direitos gays são direitos humanos” tenta transformar preferências especiais por indivíduos homossexuais em direitos humanos.
Recentemente, Nicolas Sarkozy, presidente da França, reiterou sua oposição ao casamento homossexual porque abre “as portas para a adoção [de crianças por duplas gays]”. O mais elevado tribunal da França decidiu que um casamento entre dois homens é ilegal.
“Em tempos atribulados, quando nossa sociedade precisa manter-se firme, não acho que seja necessário turvar a imagem dessa instituição essencial que é o casamento”, Sarkozy disse a um jornal. Embora possa haver bons pais que são homossexuais, “eles não me levam a pensar que é necessário gravar em lei uma nova definição da família”.
Na Rússia, São Petersburgo se tornou a cidade mais recente a aprovar uma lei que protege alunos de escola, proibindo ações públicas que promovem a homossexualidade, o lesbianismo, a bissexualidade, o transgenderismo e a pedofilia para menores de idade.
Vitaly Milonov, que introduziu o projeto de lei, explicou: “O projeto não toca nos direitos humanos da comunidade LGBT. Lida puramente com a propaganda direta entre menores de idade. Tal propaganda é proibida em nível federal e nós como um órgão regional estamos impondo sanções. Só estamos falando sobre propaganda pelo fato de que esse tipo de informação sobre perversões sexuais afeta nossos filhos”.
Líderes cristãos ortodoxos pediram aos legisladores que impedissem a disseminação de “propaganda gay” entre menores de idade, explicando, “Não coletamos assinaturas a fim de [prejudicá-los]. Se eles querem ser desse jeito, que vivam”. Um governador regional disse que a proibição “serviria para o bem da moralidade pública”.
O projeto de lei descreve a propaganda homossexual/transexual como “capaz de prejudicar a saúde e o desenvolvimento moral e espiritual de menores de idade [formando] percepções erradas sobre a equivalência social do casamento tradicional com os casamentos não tradicionais”. É ilegal também toda iniciativa ou informação que normalizaria “relacionamentos íntimos entre adultos e menores de idade”.
Os EUA e a Inglaterra criticaram o projeto quando foi introduzido em novembro passado. A resposta russa foi aumentar as multas em dez vezes mais do que era antes da intervenção dos EUA e Inglaterra. Um Comissário do Ministério das Relações Externas da Rússia defendeu a legislação, comentando que seu objetivo é proteger as crianças.
Ativistas homossexuais/transexuais planejam se queixar diante do Comitê de Direitos Humanos da ONU e diante do Tribunal Europeu de Direitos Humanos (TEDH). A organização europeia de direitos humanos Human Rights Watch Europe chamou o projeto de lei de um “ataque descarado à liberdade de expressão”.
Na semana passada o TEDH condenou quatro pessoas na Suécia por “discurso de ódio” por distribuírem literatura que estimulava estudantes do ensino secundário a questionar a propaganda homossexual/transexual ensinada nas escolas. O tribunal disse que os panfletos eram ofensivos aos homossexuais e assim não estavam sob a proteção da liberdade de expressão garantida na Convenção Europeia de Direitos Humanos.
Um projeto de lei no Tennessee limitaria a instrução em escolas de ensino fundamental ou médio à “ciência da reprodução humana natural conforme a idade permite”. O patrocinador explicou: “pela natureza, os homossexuais não se reproduzem”.
Fonte: Friday Fax
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