Julio Severo

Apesar da ameaça dos eurocratas, prefeitura de Moscou de novo proíbe parada gay

Publicado em Moscou, Rússia por juliosevero em 19 de maio de 2012

Apesar da ameaça dos eurocratas, prefeitura de Moscou de novo proíbe parada gay

Matthew Cullinan Hoffman
18 de maio de 2012 (LifeSiteNews.com) — A prefeitura de Moscou recusou dar uma licença para a parada do orgulho gay pelo sétimo ano consecutivo, desafiando uma decisão do Tribunal Europeu de Direitos Humanos contra a cidade em 2010 que resultou em dezenas de milhares de dólares em multas.

Prometendo que “recorreria no tribunal na segunda-feira”, o ativista homossexual Nikolai Alexeyev acrescentou que “realizaremos a parada de qualquer jeito”.

Em anos anteriores ativistas gays buscaram desafiar a proibição às suas paradas, mas a polícia rapidamente os prendeu ou dispersou.
O site homossexualista Rússia Gay informa que a prefeitura de Moscou respondeu à petição deste ano declarando que tal parada provocaria “uma reação negativa na sociedade”.
“Na opinião dos cidadãos, atividades associadas ao debate de relações sexuais, abertas em áreas públicas, é uma provocação, causando danos morais às crianças e adolescentes”, declarou a prefeitura, acrescentando que tais paradas “insultam o senso religioso e moral” dos cidadãos e mostram “condições abjetas e desumanizadoras”.
O local proposto para a parada, comentou a prefeitura, está “no centro histórico de Moscou, que é um lugar favorito para crianças e famílias de moscovitas e visitantes. Nesse aspecto, a realização de eventos públicos pode provocar ações ilegais contra os indivíduos que não compartilham suas opiniões”. A prefeitura avisou que se a parada gay for em frente conforme está planejado, os participantes “poderão ser levados a juízo do jeito prescrito”.
Os organizadores da parada prometeram excluir palavras obscenas e nudez, mas não conseguiram convencer as autoridades a permitir o evento. As paradas de orgulho gay no mundo inteiro são muitas vezes cenários de nudez, gestos e sinais obscenos, zombaria aos símbolos religiosos e atos simulados e até mesmo reais de sodomia, à vista de todo o público.
Tanto o atual prefeito de Moscou, Sergei Sobyanin, quanto seu antecessor, Yury Luzhkov, são conhecidos por sua firme oposição às paradas gays desde que os ativistas gays propuseram pela primeira vez tais paradas há sete anos, e Luzhkov de modo particular chamou-as de “satânicas”.
Uma oposição semelhante foi expressa pelos líderes de todos os grandes grupos religiosos da Rússia, inclusive do patriarca ortodoxo russo Alexis II, o rabino-mor da Rússia Berl Lazar e o mufti Talgat Tajuddin, cabeça da Junta Muçulmana Espiritual Central.
Oposição à propaganda homossexual na Rússia é uma posição que a vasta maioria dos cidadãos tem, de acordo com pesquisas de opinião pública.
Uma pesquisa de opinião pública deste ano conduzida pela agência estatal de pesquisa de opinião pública VTsIOM mostrou que 86 por cento dos 1.600 entrevistados na Rússia inteira disseram que apoiam leis proibindo a promoção das relações homossexuais. Uma pesquisa de opinião pública de 2010 revelou que 74 por cento dos russos disseram que os homossexuais são “moralmente depravados ou aleijados” e acreditam que a homossexualidade é “uma perversão mental amoral”.

Maioria esmagadora da Rússia apoia proibição de propaganda gay

Publicado em Rússia por juliosevero em 25 de abril de 2012

Maioria esmagadora da Rússia apoia proibição de propaganda gay

MOSCOU, Rússia, 19 de abril de 2012 (LifeSiteNews.com) — Um projeto de lei para criminalizar a propaganda do movimento homossexual, principalmente propaganda visando crianças, está recebendo a aprovação da maioria esmagadora do público russo. Uma pesquisa de opinião pública conduzida pela agência de pesquisa estatal VTsIOM revelou que 86 por cento dos 1.600 entrevistados em toda a Rússia disseram que apoiam uma lei que proíba a promoção de relacionamentos homossexuais.
Recentemente, a delegação da Federação Russa na Cúpula do G8 se recusou a apoiar uma declaração conjunta de ministros de relações exteriores que incluía indivíduos “lésbicos, gays, bissexuais ou transgêneros” em sua defesa de direitos humanos. Uma nota de rodapé da declaração diz: “A Federação Russa se dissocia dessa linguagem considerando a ausência de definições ou cláusulas explícitas relativas a tal grupo ou tais indivíduos como detentores de direitos separados sob as leis internacionais de direitos humanos”.
Sergei Ryabkov, vice-ministro de relações exteriores da Rússia, disse que “sob o pretexto de proteger tão chamadas minorias sexuais, na realidade há uma propaganda agressiva e a imposição de certas condutas e valores que podem insultar a maioria da sociedade”.
Entretanto, oitenta e cinco por cento dos entrevistados em Moscou e São Petersburgo, e 96 por cento das áreas rurais — no total, 94 por cento — disseram que nunca viram nenhuma “propaganda gay”. A pesquisa de opinião pública revelou que a principal fonte das propagandas é a televisão, que concentra 57 por cento de todos os exemplos. Oitenta por cento dos entrevistados se referiram ao “culto que é prestado ao homossexualismo” em todos os meios de comunicação.
Em março, a prefeitura de São Petersburgo foi alvo de indignação quando aprovou uma lei que proíbe a promoção de relações homossexuais e pedofilia para menores de idade. Ativistas homossexuais da Rússia e outros países convocaram um boicote de viagens a São Petersburgo, um popular destino turístico. Um projeto de lei semelhante desde então foi introduzido no Parlamento federal, e uma autoridade da cidade de Moscou disse nesta semana que a capital da Rússia está considerando uma lei para proibir a promoção da sodomia, informou o serviço noticioso RIA Novosti.
Michael Birnbaum, jornalista do jornal Washington Post, diz que durante as recentes eleições nacionais, um sentimento antiocidental, inclusive críticas pesadas à cultura homossexual e sua aceitação generalizada, tiveram destaque e proeminência na retórica das campanhas.
A lei de São Petersburgo pode impor multas equivalentes a 17.000 dólares pela divulgação de “propaganda da sodomia, lesbianismo, bissexualidade ou transexualidade entre menores”. Isso inclui “informações que formam concepções deturpadas da equivalência social das relações de casamento tradicional e não tradicional”.
Tais leis estão destinadas a ganhar popularidade num país em que uma pesquisa de opinião pública de 2010 revelou que 74 por cento dos russos disseram que os homossexuais são “depravados ou aleijados morais” e acreditam que a homossexualidade é “uma perversão mental sem moral”.
Traduzido por Julio Severo do artigo de LifeSiteNews: Russians overwhelmingly endorse ‘gay propaganda’ ban

Mídia russa expõe “falsificação” sobre nascimento de Obama

Publicado em certidão de Obama, Joe Arpaio, Rádio Moscou, Rússia, Voz da Rússia por juliosevero em 2 de abril de 2012

Mídia russa expõe “falsificação” sobre nascimento de Obama

Mas agências americanas ainda se abstêm do escândalo presidencial

Enquanto os principais jornais americanos fogem de notícias sobre a investigação da elegibilidade de Obama, a rádio estatal da Rússia mantém o mundo a par do escândalo que gerou “a maior censura e acobertamento da história do jornalismo”.

A Voz da Rússia, sucessora da Rádio Moscou, rádio oficial da União Soviética, publicou uma entrevista exclusiva com o xerife Joe Arpaio em 26 de março intitulada “Certidão de nascimento de Obama pode ser uma falsificação”. Conforme noticiado pelo WND, Arpaio e seu Grupo do Caso Arquivado (Cold Case Posse) anunciou que há uma suspeita indicando que os documentos divulgados pela Casa Branca em abril passado como sendo a certidão de nascimento completa e a carteira de reservista originais de Obama são na verdade falsificações.

“Onde quer que eu vá, as pessoas me elogiam pelo que fiz”, disse Arpaio à Voz da Rússia. “Então é claro que esse é provavelmente o maior caso de censura e acobertamento na história do jornalismo, pois ninguém em nível nacional está noticiando o caso”.
Ele continua, “Quando eu faço algo, seja [inaudível], as cuecas rosa dos presidiários, os grupos de trabalho voluntários, a comida que eles comem, tudo isso tem repercussão nacional. Estive em cerca de 4000 projeções internacionais, internacionais e nacionais, e mesmo assim isso tem sido acobertado quando comecei a investigar o caso”.
A investigação de Arpaio sobre a elegibilidade constitucional de Obama foi classificada na semana passada pelo ranking de sites da Alexa.com como uma das notícias mais lidas do mundo, quase inteiramente graças à cobertura do WND e do Drudge Report; não apenas a imprensa alinhada com o governo, mas a mídia “conservadora” também fez vista grossa para o caso.
O WND noticiou recentemente que o Pravda, site de notícias russo, publicou uma acusação de que a mídia americana é “mansa”, receosa em publicar notícias e que está “deliberadamente escondendo provas publicadas na internet a respeito da fraude [do presidente Obama] contra o público americano e da “estripação” da constituição americana”.
No entanto, na recente entrevista da Voz da Rússia, o entrevistador argumentou que o caso da elegibilidade de Obama tem sido noticiado por “centenas” de agências americanas por anos, depois que Donald Trump e Arpaio levantaram a questão.
“Bem, gostaria que me dissesse quais são elas. Tenho certeza que não são nacionais. CBS, ABC, TV a cabo?” Pergunta Arpaio. “Mostre-me quem esteve cobrindo o caso. Isso não está sendo noticiado. Não vou passar por agências que dizem que não querem cobrir o caso. Esse é outro problema quando se trata da mídia. Mas onde estão as notícias? Vocês estão me chamando, vocês estão lidando com a Rússia, e é com a Rússia que preciso falar para soltar essa história”.
Arpaio explicou que ele é convidado a vários noticiários da TV a cabo regularmente para tratar de outros assuntos, mas os produtores não o estão chamando para falar das investigações do Bando do Caso Arquivado.
“Você poderia pensar que isso seria algo de interesse, principalmente a última investigação sobre a carteira de reservista que eu acabei de liberar para o público… não vejo nenhuma das principais fontes de notícias falando sobre isso”.
Arpaio observou que as principais agências de notícia apareceram na sua última comitiva de imprensa em 1º de março apenas para ridicularizar seus esforços em responsabilizar Obama.
“Eles apareceram para me insultar, e não para ver os fatos e provas que colocamos na tela”, afirma. “Eles não questionaram as provas, o que é interessante. Eles queriam perguntar das minhas motivações”.
Arpaio refutou as alegações de que a investigações do grupo tivesse algo a ver com seus esforços de se reeleger.
“Já fui eleito e reeleito cinco vezes”, afirma. “Certamente não preciso disso para me eleger este ano, acredite. Posso ser eleito pela cueca rosa que faço os prisioneiros vestirem. É claro que não preciso desse caso. Estou fazendo algo que sei que pode ser um tanto controverso. Mas quando algumas pessoas me procuraram e pediram que eu investigasse, por que não passar o caso ao meu grupo voluntário? Então eu o fiz. E eu disse a eles que livrassem o presidente do caso da certidão de nascimento, mas as provas que eles estão descobrindo não estão livrando o presidente. É assim que as coisas acontecem no o cumprimento da lei”.
Arpaio explicou que qualquer leigo poderia concluir que a certidão de nascimento de Obama apresentada online é uma falsificação.
“Bem, fizemos nossa pesquisa”, afirma. “Acredito que qualquer amador poderia olhar para o que apresentamos e chegar à teoria de que essa não é a verdadeira certidão de nascimento”.
Arpaio acrescenta: “Eu não administro o Havaí, então acredito que iremos escrever para lá. E, sabe, desde o primeiro dia, tudo o que eu disse, para esclarecer tudo, foi: ‘vamos ver a microfilmagem no Havaí, se o presidente nasceu naquele hospital, vamos ver a microfilmagem para provar’, só isso. Houve dois outros gêmeos que nasceram um dia antes e um dia depois. A microfilmagem mostra que eles nasceram lá, então vamos vê-la; esqueça a certidão de nascimento, se essa for a causa do desentendimento. Mostrem o microfilme, e isso esclarece tudo. Onde ele está?”
Traduzido por Luis Gustavo Gentil do artigo do WND: “Russian media expose Obama birth ‘forgery’

Parlamento da Rússia considera lei nacional contra propaganda gay dirigida a menores de idade

Publicado em Moscou, propaganda gay, Rússia, São Petersburgo por juliosevero em 1 de abril de 2012

Parlamento da Rússia considera lei nacional contra propaganda gay dirigida a menores de idade

30 de março de 2012 (LifeSiteNews.com) — O parlamento nacional da Rússia logo começará a considerar um projeto de lei que criminalizará a propaganda homossexual dirigida a menores de idade, em todo o país.
O projeto de lei, que foi apresentado ao parlamento ontem por uma assembleia legislativa regional da Sibéria, é semelhante à lei sancionada recentemente pelo governo de São Petersburgo e outros órgãos regionais. A lei imporá uma multa de até 170 dólares em indivíduos, 1.700 dólares em autoridades públicas e 17.000 dólares em organizações, por exporem menores de idade à propaganda que defenda o estilo de vida homossexual.
De acordo com uma nota explicativa publicada pelos autores do projeto e citada pela agência noticiosa russa independente Interfax, “A propaganda da homossexualidade tem ganhado força na Rússia de hoje”, inclusive a “organização ativa de ações públicas que propagam a homossexualidade como uma norma”.
De acordo com a agência noticiosa do governo russo RIA Novosti, os autores do projeto afirmam que sua iniciativa “não está se opondo à homossexualidade em si, já que eles estão apenas recomendando castigo para a propaganda de tal conduta entre menores de idade, pois tal propaganda tem efeitos negativos no desenvolvimento espiritual e moral deles”.
Tais iniciativas, que têm o apoio da Igreja Ortodoxa Russa e refletem a opinião da maioria dos russos sobre a conduta homossexual, têm sido estimuladas em anos recentes por atos de provocação de homossexuais, que insistem em organizar paradas gays nas ruas de Moscou e São Petersburgo, e estão até mesmo ameaçando fazer manifestações em frente de escolas.
A resposta dos governos das duas cidades tem sido prender e multar os manifestantes. Moscou e São Petersburgo continuam proibindo tais manifestações, desafiando uma ordem do Tribunal Europeu de Direitos Humanos.
Traduzido por Julio Severo do artigo de LifeSiteNews: Russian Parliament considers national law against gay propaganda aimed at minors

Lei russa de São Petersburgo questiona se direitos gays são direitos humanos?

Lei russa de São Petersburgo questiona se direitos gays são direitos humanos?

É certo o governo americano pressionar o governo russo a ir contra a vontade de seu povo?

Bryana Johnson
DALLAS, Texas, EUA, 18 de março de 2012 — São Petersburgo, na Rússia, adotou uma nova política pública designada a proteger jovens de exposição à propaganda de grupos homossexuais. A política tem criado polêmica entre grupos gays.
Em 7 de março de 2012, o governador Georgy Poltavchenko assinou a lei que multará indivíduos em até 170 dólares e empresas em até 17.000 por violarem a medida que proíbe “ações públicas com o objetivo de fazer propaganda da sodomia, lesbianismo, bissexualismo e transgenerismo entre menores de idade”.
A lei de São Petersburgo também inclui emendas que introduzem punições mais rigorosas para a pedofilia.
Aplaudindo a recente legislação, a Igreja Ortodoxa Russa está pedindo uma proibição semelhante na Rússia inteira. Dmitry Pershin, diretor do conselho juvenil da Igreja Ortodoxa Russa, diz: “temos de ajudar a proteger as crianças de manipulações de informações de minorias que promovem a sodomia”.
Foto: Policial russo detem um homem vestido de noiva durante protesto gay em Moscou. Crédito: AP Images

Respondendo à intenção do ativista homossexual Nikolay Alexeyev de organizar comícios de protestos perto de estabelecimentos infantis, Pershin diz que “a persistência das minorias sexuais e sua intenção de fazer comícios perto de estabelecimentos de crianças indica que essa lei regional é muito necessária e tem de receber status federal com urgência”.

Os grupos gays estão descontentes e gritando por indenizações contra o governo de São Petersburgo. Em 2011 a organização militante LGBT AllOut conseguiu pressionar o site de serviços financeiros PayPal a fechar a conta do blogueiro cristão anti-agenda gay Julio Severo, suspendendo acesso aos fundos.
Agora, essa organização está protestando e chamando essa lei de “lei do silêncio” que “amordaça artistas, escritores, músicos, cidadãos e visitantes”, e eles dizem que não vão lá, ameaçando boicotar viagens à cidade russa.
Por estranho que pareça, outra instituição se uniu a eles expressando condenação: o Departamento de Estado dos EUA. “Direitos gays são direitos humanos e direitos humanos são direitos gays”, declara o site oficial do Departamento de Estado, citando a secretária Hillary Clinton.
“Estamos exortando as autoridades russas para protegerem essas liberdades, e para fomentarem um ambiente que promova respeito pelos direitos de todos os cidadãos. Temos também consultado nossos parceiros da União Europeia sobre essa questão. Eles têm as mesmas preocupações que temos e também estão abordando as autoridades russas nessa questão. Os Estados Unidos dão grande importância ao combate à discriminação contra a comunidade LGBT e todos os grupos minoritários”.  
A Rússia não gostou da interferência do governo dos EUA. “Vemos com espanto as tentativas dos EUA de interferir, e ainda por cima publicamente, no processo legislativo”, Konstantin Dolgov, representante de direitos humanos do ministério das relações exteriores, disse para a agência noticiosa Interfax, acrescentando que não há “absolutamente nenhuma discriminação na lei russa na aplicação de direitos humanos civis, políticos, sociais, econômicos e culturais, inclusive na base da orientação sexual”.
Dolgov explicou que “as iniciativas legislativas dos órgãos regionais de autoridade… têm o proposito de proteger os menores de idade da propaganda correspondente… Evidentemente, a decisão levou em consideração os valores culturais e morais tradicionais que prevalecem na sociedade russa, considerações da proteção da saúde e moralidade pública, e a inadmissibilidade da discriminação por meio do incentivo dos direitos e interesses de um grupo social sem a devida consideração pelos direitos e interesses dos outros”.
No final das contas, Dolgov estava muito bem informado. Por mais que possa parecer chocante para a secretária Clinton, os russos, em geral, não gostam de exibições públicas da homossexualidade e muitos acreditam que os atos homossexuais são imorais e prejudiciais à saúde.
Uma pesquisa de opinião pública do Centro Levada em Moscou revelou que 74 por cento dos russos consideram a homossexualidade como resultado de más escolhas morais. É certo o governo dos EUA pressionar o governo russo a ir contra a vontade de seu povo?
Se o governo russo estivesse, de fato, violando direitos humanos, a resposta certamente seria sim. Contudo, o ponto principal é que embora a liberdade de expressão, os direitos de propriedade, o direito a um julgamento justo, liberdade de violência injustificada, liberdade de servidão involuntária, etc., sejam direitos humanos, liberdade de expressão sexual em vias públicas e na presença de crianças não é, e categorizá-la como tal banaliza os reais abusos e injustiças de direitos humanos cometidos todos os dias no mundo inteiro.
“Mantenha o governo fora de seu quarto de dormir!” se tornou um lema de ativistas gays e abortistas, que se irritam com o que veem como excessiva legislação da atividade sexual. O governo russo tem se retirado do quarto de dormir.
Agora, porém, esses ativistas não mais estão satisfeitos em confinar suas polêmicas ao quarto de dormir, mas continuam insistindo em arrastá-las para fora, para exibição pública. A questão é que grande parte do que eles desejam ostentar não é nada apropriado para exibição pública em primeiro lugar.
Os direitos gays são direitos humanos? Apenas na medida em que esses direitos são os mesmos direitos concedidos a todas as outras pessoas. Portanto, embora os direitos dos gays de ter igual proteção da lei sejam direitos humanos, os “direitos” deles a paradas que simulam sexo explícito em lugares públicos ou de doutrinar crianças contra os desejos de seus pais não são absolutamente direito algum.
Traduzido por Julio Severo do artigo do jornal The Washington Times: St. Petersburg Russia law questions if gay rights are human rights?

Madonna poderá ser multada se promover a agenda homossexual em show na Rússia

Publicado em Madonna Ciccone, Rússia, São Petersburgo por juliosevero em 23 de março de 2012

Madonna poderá ser multada se promover a agenda homossexual em show na Rússia

22 de março de 2012 (LifeSiteNews.com) — A recente promessa da cantora pop Madonna Ciccone de “defender” a “comunidade” gay de São Petersburgo, Rússia, num show que ela fará ali, foi recebida por um representante da cidade que diz que ela será multada se violar a lei municipal contra a propaganda homossexual visando menores de idade.
Madonna

A cantora, cujos shows atrevidos e hipersexualizados são apoiados por uma grande base de fãs homossexuais, fez a promessa depois que uma ativista lésbica russo-americana lhe pediu que cancelasse seu concerto em São Petersburgo em protesto contra a lei, que foi recentemente instituída pelo governo da cidade.

Contudo, chamando a si mesma de “lutadora da liberdade” que não “foge da adversidade”, a cantora anunciou que “irá a São Petersburgo para defender a comunidade gay, para apoiar a comunidade gay e para dar força e inspiração para todos os que estão ou se sentem oprimidos”.
“Falarei durante meu show sobre essa atrocidade ridícula”, acrescentou ela.
O deputado Vitaly Milonov, que é o autor da lei, disse que pretende estar presente no evento e está prometendo que “se Madonna ou um dos organizadores do concerto quebrar a lei municipal, serão punidos”. Milonov disse que a multa de 170 dólares aplicáveis a indivíduos seria usada contra ela, uma quantia que provavelmente não deterá a cantora.
No entanto, a promessa de Madonna de usar sua presença para promover a agenda gay em São Petersburgo não tranquilizou os ativistas homossexuais locais, que dizem que ela deveria ter cancelado o evento. Eles estão prometendo boicotar o concerto dela e protestarem contra ele.
O ativista homossexual Yury Gavrikov disse para a Agência France Press que o movimento gay da Rússia “protestará contra a hipocrisia das estrelas populares” que “têm ganhos fantásticos, e isso lhes permite esquecer os problemas de direitos humanos”.
“Se pessoas como Madonna boicotam seus concertos principalmente em São Petersburgo, isso poderia ter consequências econômicas, e isso é importante, enquanto declarações de apoio aos direitos gays em concertos não significam nada”, disse ele.
Peter LaBarbera do grupo pró-família Americanos pela Verdade da Homossexualidade (AVH) disse para LifeSiteNews que ele considera a lei de São Petersburgo uma reação à conduta do movimento homossexual em outros países, a qual está se tornando cada vez mais ofensiva e abusiva com toda vitória legal.
Os russos estão “tentando aprender com o ativismo homossexual que está fora de controle dos EUA e com o fato de que a estrutura legal de família dos EUA está sendo mudada para se adaptar à perversão, e a liberdade de expressão cristã está agora sofrendo nas mãos do ativismo homossexual que não para de crescer”, disse LaBarbera. “E quem poderia culpar os russos por tentarem aprender com os EUA?”
“Temos um monstro homossexual em nosso meio que continua a fazer reivindicações nas alturas e que aparentemente não tem nenhuma preocupação com a liberdade religiosa e com os valores tradicionais”, disse LaBarbera.
“Quem poderia culpar esses povos não só na Rússia, mas também no mundo inteiro por olharem para os EUA, olharem para o Ocidente e dizerem ‘como é que podemos impedir isso?’ E meu conselho para eles seria: não deixe o gênio sair da lâmpada, pois outra lição do Ocidente é que logo que você concede os tão chamados ‘direitos’ homossexuais, é quase impossível removê-los”.

AllOut quer PLC 122 aprovado no Brasil

Publicado em AllOut, Paypal, PLC 122, Rússia, São Petersburgo por juliosevero em 19 de março de 2012

AllOut quer PLC 122 aprovado no Brasil

Site “PLC 122”, em parceria com AllOut, denuncia opositores da implantação da ditadura gay no Brasil

Julio Severo
O PT, o PSDB e outros partidos socialistas do Brasil querem o PLC 122 e outras leis homossexualistas aprovadas. Mas que direito tem AllOut, uma organização militante homossexual com sede nos EUA, de pressionar o Brasil para copiar legislações homossexualistas dos EUA e da Europa?
Meses atrás, AllOut, que se gaba de ter quase 900 mil apoiadores, fez campanha para pressionar o PayPal a encerrar minha conta. A campanha funcionou, levando o PayPal a fechar minha conta — mostrando que AllOut tem força e dinheiro. O documento oficial, em inglês, de AllOut se gabando de sua “vitória” contra mim, está disponível aqui.
Semanas atrás, AllOut pediu a todos os seus colaboradores internacionais que fizessem pressão sobre a Rússia, para que São Petersburgo, a segunda maior cidade russa, não aprovasse uma lei que proíbe propaganda e paradas gays. Até Hillary Clinton, secretária de Estado dos EUA, atendeu ao chamado de AllOut, condenando publicamente a lei de São Petersburgo e pedindo para que a Rússia não a aprovasse. Dessa vez, apesar da influência de AllOut, sua campanha de pressão não funcionou, pois os russos não se prostraram às ameaças.
Agora, os olhos de AllOut estão no Brasil, mais especificamente no PLC 122.
O site “PLC 122”, pertencente ao movimento homossexual, revelou em primeira mão que o PLC 122 está na mira da organização americana, que acha que pode forçar sua vontade nas nações, do jeito que forçou o PayPal a agir contra mim, num episódio que se tornou uma das maiores preocupações de ações anticristãs nos EUA em 2001.
O site “PLC 122”, que tem alguma filiação com AllOut, reclama da oposição ao PLC 122, dizendo:
“Quando o assunto é homofobia, PLC 122/2006, fico embasbacado com a quantidade de especialistas posers no assunto, tais como juristas que nunca pisaram numa faculdade de Direito: é o caso do supremo doxósofo Reinaldo Azevedo, do homofóbico líder do movimento em defesa(?) da família(?) Júlio Severo (em duas oportunidades: aqui e aqui), da “psicóloga cristã” Marisa Lobo e, claro, do pastor Malafaia”.
Décadas atrás, Dilma Rousseff teria gritado que AllOut é uma organização imperialista e que o site “PLC 122” é uma fachada para maquinações imperialistas americanas.
Naquele tempo, dona Dilma e seus companheiros eram terroristas comunistas e tinham paixão pela Rússia. Se lhe tivessem tido que os russos de São Petersburgo estavam mostrando certa atitude contra os EUA, dona Dilma prontamente os imitaria.
Dona Dilma, os russos de São Petersburgo rechaçaram as pressões de AllOut e do governo americano. Que tal imitá-los?
Dona Dilma, os russos de São Petersburgo aprovaram uma lei que proíbe propaganda e paradas gays. Que tal imitá-los?
Que tal também investigar o site “PLC 122” por suas conexões “imperialistas”?

Resolução de São Petersburgo sobre as tendências antifamília da Organização das Nações Unidas

Publicado em Don Feder, Rússia, São Petersburgo por juliosevero em 18 de março de 2012

Resolução de São Petersburgo sobre as tendências antifamília da Organização das Nações Unidas

Em uma audiência pública no fim do ano passado, 126 organizações civis, sociais e não governamentais da Federação Russa e da Ucrânia aprovaram a “Resolução de São Petersburgo Sobre os Rumos Anti-Família das Nações Unidas”. Alexey Komov (representante do Congresso Mundial das Famílias na Rússia e na Comunidade dos Estados Independentes) teve um papel importante na elaboração da Resolução, que dispõe, entre outras coisas:

“Estamos convencidos de que a família natural (tradicional), traçada na natureza humana e baseada na união voluntária de um homem e uma mulher na aliança vitalícia do casamento, cujo propósito é a geração e criação de filhos, é ‘a unidade coletiva natural e fundamental da sociedade’”.

“O lugar da família na história e na vida de todas as sociedades humanas é absolutamente única, e nenhuma outra forma de relacionamento doméstico pode ser vista como de igual valor e status. Qualquer tentativa de prever igualdade de status para qualquer outra forma de relacionamento doméstico, em especial as uniões entre pessoas do mesmo sexo, é socialmente destrutiva”.
“Estamos convencidos de que a família tradicional, o casamento, a geração e a educação dos filhos são elementos inseparáveis uns dos outros”.
“A separação artificial da geração e da educação de filhos da família tradicional, da vida familiar e do casamento viola os direitos genuínos da criança e causa a destruição de qualquer sociedade”.
“Estamos convencidos de que as crianças possuem um direito inato de nascerem na sua família natural (tradicional), de um homem e uma mulher casados, e de viverem com seus pais e serem criadas por eles, ou seja, com seu pai e sua mãe naturais. Mãe e pais são o modelo de vida para seus filhos, principalmente no que concerne à vida familiar, que obedece à natureza humana”.
“Estamos seriamente preocupados com as ações de algumas organizações internacionais nos últimos anos, agindo contrariamente aos interesses de povos soberanos e manipulando a noção de ‘direitos humanos’ para criar artificialmente os assim chamados direitos que antes eram desconhecidos e não possuem fundamento na natureza humana nem na natureza da sociedade, como ‘direito ao aborto’ e o ‘direito de escolher sua orientação sexual e identidade de gênero’. Na realidade, não existem tais direitos no direito internacional, seja por uma obrigação decorrente de tratado ou pelo direito internacional público costumeiro”.
“Em particular, estamos bastante preocupados com o fato de que hoje, sob o pretexto de defender os direitos das crianças sob uma interpretação ilogicamente ampla e alguns ‘direitos humanos’ recentemente fabricados (como os ‘direitos sexuais’), com o apoio da ONU e de seus organismos, a cultura tradicional da vida familiar (que inclui a educação das crianças nesse contexto) está sendo sistematicamente destruída por muitas pessoas, incluindo algumas do nosso próprio país”.
“Insistimos em que os Estados devem respeitar o papel e a posição única que os pais naturais (biológicos) possuem nas vidas das crianças. Quaisquer interpretações de qualquer posição dentro do direito internacional ou nacional devem refletir a suposição natural de que os pais naturais costumam agir de boa fé e conforme os interesses dos seus filhos. Os direitos dos pais com relação aos seus filhos são naturais e não ‘concedidos’ a eles pelo Estado ou por qualquer organismo nacional ou internacional”.
“Temos também uma grande preocupação a respeito da recusa em proteger o direito à vida da criança no útero sob o pretexto do invertido ‘direito ao aborto’ da mulher. Estamos cientes de que ‘no que concerne aos fatos científicos, uma nova vida humana começa na concepção’ e que ‘desde a concepção, cada criança é, por natureza, um ser humano’. Crianças em gestação são seres humanos e, portanto, há uma obrigação dos Estados sob o direito internacional de proteger suas vidas da mesma forma que a de qualquer ser humano. Ao mesmo tempo, ‘não existe um direito ao aborto no direito internacional, seja por meio de tratado ou pelo direito internacional público costumeiro’”.
Entre os 126 signatários estavam: Representante do Congresso Mundial das Famílias na Federação Russa; filial regional de São Petersburgo do movimento público “União das Mulheres Russas – A Esperança para a Rússia”; filial regional de Tula da organização pública “Pela Vida e Defesa dos Valores Familiares”; Irmandade Cossaca em Nome e Exaltação da Cruz; Comissão Pública em Defesa da Família, Infância e Moralidade da Cidade de Sarov em Oblast de Níjni Novgorod; Centro Médico e Educacional Ortodoxo “Zhizn” em São Petersburgo; Grupo de Trabalho no Parlamento Russo pela Defesa das Famílias e das Crianças; organização pública “Comunidade de Grandes e Adotivas Famílias da Rússia – Muitos Filhos é algo bom!”; União dos Advogados Ortodoxos; Organização Esportiva e Patriótica “Rus” e Organização Pública “Ucrânia Cristã”.
Nota de Julio Severo: Esse documento importante me foi enviado diretamente pelo meu amigo Don Feder, que participou em Moscou do evento pró-família que lançou a Resolução de São Petersburgo.
Traduzido por Luis Gustavo Gentil.
Artigo originalmente publicado no boletim informativo de março de 2012 do Congresso Mundial das Famílias (World Congress of Families).
Título original: “Saint-Petersburg Resolution on the anti-family trends in the United Nations”
Artigos de Don Feder:

Igreja Ortodoxa Russa quer proibição nacional de propaganda gayzista visando menores de idade

Publicado em Rússia, São Petersburgo por juliosevero em 14 de março de 2012

Igreja Ortodoxa Russa quer proibição nacional de propaganda gayzista visando menores de idade

13 de março de 2012 (LifeSiteNews.com) — Autoridades da Igreja Ortodoxa Russa estão aclamando uma nova lei sancionada recentemente por Georgy Poltavchenko, governador de São Petersburgo. A lei proíbe propaganda homossexualista visando menores de idade. As autoridades ortodoxas estão pedindo que a lei seja estendida à Rússia inteira.
“A lei aprovada em São Petersburgo ajudará a proteger as crianças de manipulações de informações feitas por minorias que promovem a sodomia”, disse Dimitri Pershin, padre ortodoxo russo e especialista do Comitê da Duma Estatal sobre Família, Mulheres e Crianças, numa entrevista para a agência noticiosa russa Interfax.
“A persistência das minorias sexuais e sua intenção de fazer campanhas e reuniões perto de escolas e outros lugares onde há crianças indica que a lei de São Petersburgo é muitíssimo necessária e tem de receber status federal urgentemente”, disse Pershin, referindo-se à intenção declarada do ativista homossexual Nikolay Alexeyev de organizar campanhas e reuniões perto de escolas e outros lugares onde há crianças para protestar contra a nova lei.
Vsevolod Chaplin, porta-voz da liderança ortodoxa de Moscou, disse que embora a Igreja Ortodoxa não tivesse iniciado a legislação, “muitos crentes” estavam ansiosos para ver sua aprovação.
A propaganda homossexual “não deve ocorrer onde menores de idade podem sentir sua influência; o mesmo é verdade acerca da depravação heterossexual… Manifestações públicas desse estilo de vida são inaceitáveis para a maioria da sociedade. É nosso dever proteger nossos filhos contra isso. Eles não têm nenhum direito de promover seu estilo de vida”, disse ele, conforme reportagem do jornal Christian Science Monitor.
São Petersburgo, a segunda maior cidade da Rússia, agora impõe uma multa de até 170 dólares em indivíduos e de até 17.000 dólares em empresas por “ações públicas que visem à promoção da sodomia, lesbianismo, bissexualidade e transgenerismo entre menores de idade”. A lei é semelhante a outras que foram aprovadas nas regiões de Astrakhan, Ryazan e Kostroma, de acordo com RIA Novosti. A mesma agência relata que a maioria esmagadora dos russos, 74 por cento, considera os homossexuais como “amorais” e “deficientes mentais”, de acordo com uma pesquisa de opinião pública de 2010 feita por uma agência independente.
O sucesso da lei reflete um desejo crescente na Rússia e outros países eslávicos de fazer resistência à elite política e cultural internacional e à agenda política homossexual.
O governo de Moscou continua proibindo paradas gays depois de anos de pressões, apesar de uma decisão do Tribunal Europeu de Direitos Humanos contra Moscou.

Ucrânia se engaja na luta pró-família

Publicado em Rússia, Ucrânia por juliosevero em 11 de março de 2012

Ucrânia se engaja na luta pró-família

Julio Severo
“A necessidade de proteger e fortalecer a família tradicional”, essa foi a preocupação do 2º Fórum de Pais Ucranianos, que contou com a participação de 1.300 pessoas e líderes, inclusive representantes da Rússia.
O evento ocorreu em de 24 a 25 de fevereiro 2012 em Kiev, na capital da Ucrânia, e recebeu a saudação e bênção do Metropolita Vladimir, primaz da Igreja Ortodoxa Ucraniana (Patriarcado de Moscou).
O Fórum de Pais Ucranianos elaborou uma resolução (que está em russo aqui: http://rodkom.org/2012/879.html) que tem pontos ousados, inclusive:
* Defender o direito à educação escolar em casa.
* Apoiar os Artigos de San José (um tratado pró-vida).
* Apoiar a Resolução de São Petersburgo (que rejeita os mandos e desmandos anti-vida da ONU nas nações e nas famílias)
* Opor-se à agenda homossexual e feminista.
* Opor-se à “abrangente educação sexual”.
A Resolução afirma abertamente: “Os participantes do Fórum declaram unanimemente que a família com base no casamento de um homem e uma mulher, que se esforçam pelo nascimento e criação de filhos, é o alicerce do Estado”.
A Resolução aponta para as ameaças à família no mundo de hoje, enumerando-as da seguinte forma: “destruição dos valores da família tradicional, ampla disseminação do alcoolismo, vício de drogas, prostituição, homossexualidade, pedofilia; propaganda pública de violência, liberdade sexual, estilos de vida imorais e anti-família; propaganda de divórcios e abortos; amplas intervenções do Estado na vida da família sob o pretexto de interpretações irracionalmente vastas dos direitos das crianças”, etc.
O documento denuncia especificamente: “Muitos desses fenômenos destrutivos, que são estranhos à cultura e valores tradicionais da Ucrânia, estão se espalhando com o apoio de estruturas intergovernamentais, tais como a ONU e o Conselho da Europa. Nesse processo, viola-se a soberania estatal da Ucrânia, as normas legais internacionais são distorcidas, o evidente abuso dos tratados e leis internacionais é reconhecido, e a pressão ilegítimas é exercida em nosso país”.
Os participantes afirmaram que “apoiam totalmente… a Resolução de São Petersburgo sobre as tendências anti-família na ONU, adotada nas audiências públicas internacionais e aprovadas por 126 ONGs da Rússia e Ucrânia”. (A Resolução está disponível em inglês aqui: http://blog.profamilia.ru/docs/Saint-Petersburg-Resolution-UN-English.pdf)
Eles então declaram que “todas as normas legais internacionais têm de ser usadas somente nos interesses da família, e não devem levar à destruição da identidade cultural da Ucrânia e dos valores morais e familiares tradicionais de nosso povo”.
Então a Resolução declara: “Os participantes do Fórum também apoiam os Artigos de São José, em que renomados especialistas internacionais declararam a inadmissibilidade da má interpretação das cláusulas de leis internacionais com o objetivo de propaganda de aborto e matança de crianças em gestação”.
Afirmando que é necessário proteger o direito dos pais de educar e criar os filhos em conformidade com seus valores, convicções e opiniões religiosas, o documento então expressamente declara que: “Deve-se garantir o direitos dos pais escolherem o tipo de educação para seus filhos, inclusive o direito de dar educação pré-escolar e de nível escolar em casa”.
Entre as outras coisas, a Resolução declara que é necessário “parar de usar os programas impostos da tão chamada ‘educação sexual’”, então pedindo educação de castidade, preparação para a vida familiar, abstinência de atividades sexuais antes e fora do casamento.
Essas informações foram passadas pelo presidente da maior organização pró-família da Rússia a um grupo de líderes pró-família internacionais, onde fui graciosamente incluído. Entre os líderes estava também o Dr. Stephen Baskerville, do Instituto Interamericano.
O documento, elaborado por ucranianos e russos, colocando como prioridade a defesa da educação escolar em casa e condenando intrusões estatais nas famílias, é muito mais forte do que os documentos pró-vida brasileiros que vi e assinei em 25 anos de envolvimento com o movimento pró-vida do Brasil.
De que forma essas informações da Ucrânia e Rússia podem ser úteis? Em seus tempos de plena atividade terrorista comunista, a senhora Dilma Rousseff e outros “companheiros” viam a União Soviética (que abrangia Rússia, Ucrânia e outros países) como um modelo a ser seguido.
Agora que o povo da Ucrânia e Rússia está dando meia volta volver, temos de reivindicar que Dilma imite esses países, que eram sua antiga paixão!
E uma notícia excelente é que o governador de São Petersburgo, a segunda maior cidade russa, sancionou hoje, conforme informação que acabei de receber da Rússia, a lei que proíbe paradas gays, eventos gays, propaganda gay, kits gays e tudo o mais que tenha a ver com exposição pública do estilo de vida gay. Parabéns ao povo de São Petersburgo!

Ditadura gay anticristã: lésbicas exigem retirada de crucifixos e tribunais obedecem!

Publicado em crucifixos, Estado laico, Igreja Ortodoxa Russa, lésbicas, PT, Rússia, triibunais por juliosevero em 9 de março de 2012

Ditadura gay anticristã: lésbicas exigem retirada de crucifixos e tribunais obedecem!

Julio Severo
A pedido da Liga Brasileira de Lésbicas, o Conselho da Magistratura do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJ-RS) determinou a retirada de todos os crucifixos, Bíblias e outros símbolos religiosos das repartições da Justiça do Estado do Rio Grande do Sul. A desculpa das ativistas lésbicas é que o “Estado é laico”.
Quer dizer agora que “laico” significa que o Estado deve amputar e repudiar o Cristianismo, que está profundamente enraizado na história e cultura do Brasil, e entronizar o lesbianismo, homossexualismo e outros ismos de perversão sexual como símbolo “cultural”?

Pedidos de milhões de brasileiros não são atendidos

Nós, a maioria cristã do Brasil, temos tido o maior trabalho para fazer o governo ouvir nossa voz. Num legítimo regime democrático, é de supor que o governo deveria ser sensível à voz do povo. Mas não é o que está acontecendo. Quantas e quantas vezes, nós, a maioria, não pedimos ao governo: não queremos PLC 122, não queremos ditadura gay, não queremos “casamento” gay, não queremos adoção de crianças por duplas de pervertidos gays, etc.
O que é que ganhamos pedindo? Nada! O governo faz de conta que é surdo. Podemos gritar, fazer protestos e tudo o que ouvimos, da mídia amplamente comprada, é que somos intolerantes, odiadores, cúmplices de assassinatos de prostitutos gays que andam de madrugada em ruas perigosas, e muitas outras difamações. Veja este vídeo sobre a ditadura gay: http://www.youtube.com/watch?v=q0Uv9CUIQB8
Estamos gritando há anos, e o governo e a mídia sistematicamente fecham a porta na nossa carta. E para mostrar que a vontade da maioria do povo não tem valor algum, o Supremo Tribunal Federal rasgou a Constituição na cara do Congresso ao impor ditatorialmente a união estável gay, o que é explicitamente proibido na Constituição.
Nossos milhões de pedidos de nada valeram. Os anticristãos no governo estão determinados a erradicar a cultura cristã do Brasil, seja sob qual pretexto for. Daí, nem foi preciso que a Liga Brasileira de Lésbicas ficasse, como nós, anos insistindo para que o TJ-RS removesse os símbolos cristãos. O pedido das pervertidas lésbicas foi atendido com prazer e sem demora.

Só símbolos “não religiosos” serão aceitos?

O que vão colocar no lugar agora? Perguntem para a Liga Brasileira de Lésbicas. Elas agora é que têm toda a atenção do “Estado laico”! Afinal, na interpretação dos radicais ateus e socialistas, só a religião deve ficar separada do Estado. Nessa interpretação, só o Cristianismo é religião. (Façam o favor de lembrar que agora as religiões afro-brasileiras são “cultura”, tendo passe-livre de ateus, socialistas, lésbicas e gays para terem seus símbolos e apetrechos “culturais” pendurados nos tribunais. Os juízes ficarão uma gracinha tendo em cenário de fundo esses símbolos politicamente corretos.)
Ei, não se esqueçam de que o lesbianismo também não é religião! Daí, não há motivo algum para os nobres radicais proibirem seus símbolos sexuais nos tribunais, bastando um pedido da Liga Brasileira de Lésbicas para que as paredes dos tribunais sejam enfeitadas com objetos que expressem o supremo, sagrado e adorado sexo homossexual!
Deixando as piadas de lado, o precedente do TJ-RS vai criar problemas, pois tribunais de outros estados só vão esperar um mero pedido de grupos homossexuais para virem correndo de bandeja na mão: Seu pedido é uma ordem, amo!

Associação de Capelania Evangélica Hospitalar

Os pedidos, é claro, não vão parar. Gays exigentes são tão chatos que até seus amantes gays não suportam. A pior coisa é enfrentar um gay exigente e birrento, e o Estado laico parece um paizão frouxo determinado a alimentar todas as birras dos adoradores do sexo homossexual. O ataque mais recente deles é contra a Associação de Capelania Evangélica Hospitalar.
Com a desculpa enfadonha de que o “Estado é laico”, ativistas gays estão exigindo que o governo remova capelães cristãos dos hospitais. Ter um pastor para fazer uma leitura reconfortante da Bíblia ou oração no leito de um doente é — na visão dessa minoria barulhenta, descontente e insatisfeita — “fundamentalismo religioso”, “homofobia”, etc.
O que as nobres criaturas vão sugerir ao “Estado laico” em troca? Gays e lésbicas nos leitos dos doentes narrando as maravilhas do sexo homossexual? Oh, como se já não bastasse o péssimo ambiente e tratamento dos hospitais públicos, agora os doentes vão ter de aguentar imposições gays em seus momentos de sofrimento físico? Isso só pode ser preparação psicológica para dar aos doentes depressão, e em seguida lhes oferecer eutanásia.
Pena que não tenhamos no Brasil a força dos russos que, com todas as suas imperfeições e fraquezas, estão enxotando esses birrentos anticristãos para fora dos espaços governamentais e públicos.
Gays e lésbicas não deveriam, jamais, ser atendidos em prejuízo do bem-estar da vasta maioria da população, dando ordens aos tribunais e hospitais e recebendo pronto atendimento governamental.

Por que é que o PT não volta a imitar a Rússia?

A Rússia não está cedendo a essas criaturas chatas porque está determinada a proteger a história e a cultura da vasta maioria de sua população, cujas tradições cristãs estão na Igreja Ortodoxa Russa.
Por que é que a Igreja Católica e as igrejas evangélicas do Brasil não mandam uma delegação à Rússia para aprender como proteger sua própria cultura cristã do ataque bárbaro dos fanáticos do sexo homossexual?
Na sociedade russa, não há espaço ou permissão alguma para paradas gays, kits gays e imposições gays que ameacem seus filhos e famílias. Os russos podem ter milhares de defeitos, mas um deles não é a covardia.
Se não imitarmos os russos, o governo retirará dos espaços públicos e governamentais tudo o que as criaturas birrentas exigirem: crucifixos, Bíblias, moralidade, decência, etc.
Se não imitarmos os russos, os ativistas gays imporão sua imoralidade goela abaixo em nós e nossos filhos. Nessa altura, já não precisaremos mais de crucifixos como símbolos cristãos, pois eles mesmos estarão crucificando a nós e nossa cultura cristã. Aliás, por amor a eles, já estamos sendo crucificados nos tribunais, nos meios de comunicação, no Congresso Nacional, nas leis, etc.
Nada parece impedir o governo brasileiro e a mídia na sua corrida enlouquecida de atender os desejos homossexualistas de nos crucificar.
O paranoico é que na década de 1980, o PT e outros partidos socialistas tinham a Rússia e seu socialismo como padrão máximo de imitação. Eles eram radicalmente apaixonados por tudo o que era russo. Por que é que não voltam à sua antiga paixão? Por que é que não voltam a imitar os russos, agora que a Rússia está protegendo sua cultura ortodoxa cristã contra as investidas gayzistas e islâmicas?
Por que é que o PT também não envia uma delegação à Rússia?
Quando a delegação católica, evangélica e petista perguntar “Ei, o que vocês fazem na Rússia quando os ativistas gays exigem a retirada de símbolos cristãos dos tribunais e de capelães cristãos dos hospitais?”, tenho certeza de que os russos não lhes darão uma resposta covarde!
Os russos têm mantido sua postura de defender sua cultura cristã ortodoxa mesmo em face de ameaças e pressões da ONU e dos EUA.
É desconcertante que enquanto a ONU, com a mão amiga do governo americano, está lutando para fortalecer e impor o homossexualismo e o islamismo no mundo inteiro, o governo russo está combatendo ambos a fim de proteger a Igreja Ortodoxa Russa.
No meu livro “O Movimento Homossexual”, publicado em 1998 pela Editora Betânia, eu prognostiquei que o Brasil imitaria cada vez mais a agenda gay que já estava importando dos EUA. É triste ver hoje acontecendo o que escrevi no meu livro.
É igualmente triste ver o Brasil, o maior país católico do mundo, impotente para proteger o catolicismo das incessantes agressões gayzistas importadas principalmente dos EUA. E é repugnante ver os Estados Unidos, o maior país evangélico do mundo, protegendo, fortalecendo e impondo o homossexualismo e o islamismo no mundo inteiro.
Que o Brasil soubesse proteger sua cultura majoritária católica (e minoritária evangélica) do jeito que a Rússia sabe proteger sua cultura cristã ortodoxa.

Segunda maior cidade da Rússia proíbe propaganda de homossexualidade e pedofilia

Publicado em Rússia, São Petersburgo por juliosevero em 2 de março de 2012

Segunda maior cidade da Rússia proíbe propaganda de homossexualidade e pedofilia

Comentário de Julio Severo: A organização americana AllOut, que teve sucesso em sua campanha para fechar minha conta de PayPal, enfrentou derrota nesta semana depois de uma campanha intensa, inclusive com apoio do governo americano, para impedir a lei anti-homossexualismo da Rússia. Os russos de São Petersburgo não se prostraram às pressões de AllOut e do governo dos EUA. Veja a matéria abaixo:

São Petersburgo proíbe propaganda de homossexualidade e pedofilia

A Assembleia Legislativa de São Petersburgo aprovou na quarta-feira uma lei que criminaliza a disseminação de materiais que promovam a homossexualidade e a pedofilia entre menores de idade.
A lei, aprovada na penúltima e última leitura, impõe multas de até 16 mil dólares em indivíduos e até 160 mil dólares em entidades legais pela promoção de práticas homossexuais, lésbicas, bissexuais e transgêneras entre menores de idade.
Dos 50 legisladores, 29 votaram a favor da lei, com 5 contra e uma abstenção.
A lei segue proibições semelhantes nas regiões russas de Astrakhan, Ryazan e Kostroma.
A nova legislação efetivamente criminaliza todas as paradas gays e outros eventos de orgulho gay.
O grupo LGBT de São Petersburgo “Saindo do Armário” disse que a lei é “homofóbica” e tem como alvo desviar a atenção do publico dos “reais problemas políticos e sociais” da Rússia.
A homossexualidade era ilegal na União Soviética e só foi descriminalizada pelo falecido presidente Boris Yeltsin em 1993, mas o sentimento anti-homossexualismo é ainda muito comum na população.
Traduzido por Julio Severo de artigo do jornal russo RIA Novosti: “St. Petersburg Bans ‘Homosexual, Pedophile Propaganda’”

Grupo gay dos EUA por trás do fechamento da conta de PayPal de Julio Severo quer derrotar lei russa que proíbe propaganda homossexual

Publicado em AllOut, conservadorismo, Rússia, São Petersburgo por juliosevero em 25 de fevereiro de 2012

Grupo gay dos EUA por trás do fechamento da conta de PayPal de Julio Severo quer derrotar lei russa que proíbe propaganda homossexual

Julio Severo
Pessoas no mundo inteiro estão aclamando uma recente lei em São Petersburgo, a segunda maior cidade da Rússia, que proíbe a propaganda homossexual.
Contudo, AllOut não está aclamando. Está convocando gays e autoridades governamentais nos EUA, na Europa e no mundo inteiro para derrotarem a lei russa que protege crianças da doutrinação gay. O grupo gay americano lançou uma campanha internacional nesta semana para exercer pressão nos legisladores russos.
AllOut diz: “Nos meses passados, mais de 250.000 pessoas se uniram a All Out em denunciar o projeto de lei, e milhares de nós pegaram o telefone para ligar para gabinetes estrangeiros, pressionando os EUA, Inglaterra, Alemanha, França, Austrália e outros para providenciarem condenações oficiais. Temos de manter a pressão — agora, mais do que nunca”.
AllOut também diz: “Ligações telefônicas e cartas estão vindo de todo o mundo, mas não é o suficiente. Por isso, com sua ajuda, vamos atingir o governador de São Petersburgo onde é importante — na carteira de dinheiro dele”.
Em sua campanha internacional para fechar minha conta de PayPal, AllOut queria também atingir meu bolso, impedindo meus leitores e amigos de me enviarem doações voluntárias por meio do PayPal.
Muito embora o PayPal tenha escolhido sucumbir à pressão deles, meus leitores e amigos continuam ajudando, mediante outros meios.
Não sei o que São Petersburgo poderá fazer para resistir a tal pressão de um grupo gay americano, mas não há dúvida de que AllOut precisa também ser atingido em seu bolso.
A crise econômica nos EUA poderia afetar AllOut, mas então o governo de Obama poderia dar um jeito de ajudá-los, já que sua prioridade é promover a causa gay, até mesmo ameaçando atingir nações do terceiro mundo em seus bolsos — ao lhes negar assistência — se não se sujeitarem à agenda gay-americana.
Hillary Clinton e o governo dos EUA têm condenado publicamente a lei conservadora de São Petersburgo. De acordo com LifeSiteNews, “O projeto, que proíbe ‘atividades públicas que promovam a homossexualidade’, está sendo denunciado por grupos homossexuais como ‘antigay’ e está sofrendo oposição estridente do governo dos EUA”.
As poderosas estruturas esquerdistas dos EUA só vão parar suas ações anticonservadoras quando forem profundamente atingidas em seus próprios bolsos.
Sinto falta dos tempos de Ronald Reagan, quando o conservadorismo americano ameaçava o comunismo russo.
Hoje, a decadência cultural dos EUA ameaça o emergente conservadorismo na Rússia e no mundo.

Rússia e Ocidente: entre a manipulação e a perseguição

Publicado em Don Hank, Rússia por juliosevero em 21 de fevereiro de 2012

Rússia e Ocidente: entre a manipulação e a perseguição

Comentário de Julio Severo: No sistema político da antiga União Soviética, os cristãos eram implacavelmente perseguidos, e escolas e governo estavam a serviço de uma ideologia centrada no homem, com consequências terríveis para os cristãos. Não dá para dizer que hoje a Rússia é cristã no melhor sentido da palavra, mas em comparação com o Ocidente, que está cada vez mais hostil aos cristãos, a Rússia está começando a sobressair. Isso me faz recordar uma passagem da Bíblia onde o próprio Deus denuncia que a nação que tinha uma aliança com ele, Israel, havia ficado pior do que as perversas nações vizinhas: “Mas Israel se revoltou contra os meus mandamentos e acabou se tornando mais perverso do que as outras nações, mais desobediente do que os povos que estão em volta dela. Israel rejeitou os meus mandamentos e não quis guardar as minhas leis.” (Ezequiel 5:6) Esse é exatamente o caso quando olhamos para os EUA e Europa, onde escolas e governo estão agora a serviço de uma ideologia centrada no homem, com consequências terríveis para os cristãos. Não tenho a menor dúvida de que Putin tem más intenções, assim como Obama, o presidente dos EUA, tem más intenções, algumas das quais são patentes e tangíveis, como impor a ideologia do aborto e do homossexualismo no mundo inteiro. Assim, os cristãos ficam no fogo cruzado das más intenções de duas grandes potências. Se ficarem com a Rússia, serão inevitavelmente manipulados. Se ficarem com os EUA e Europa, serão perseguidos, especialmente considerando o fato de que a Europa e o EUA estão cada vez mais se aliando e fazendo as vontades dos maiores perseguidores de cristãos do mundo: os muçulmanos… Penso que temos de aproveitar o melhor das duas e jogar fora o pior.
O artigo abaixo é do escritor americano Don Hank:
Por que a Rússia e o Ocidente inverteram os papéis?
Rússia, o Ocidente e os cristãos perseguidos
Don Hank
Há evidência de que a Rússia está, seja lá por qual motivo for, interessada em proteger os cristãos. Um artigo na Interfax traz o título “Putin se compromete que Rússia defenderá os cristãos perseguidos em outros países”.
Então, até que ponto os russos estão sendo sinceros? Tem havido uma abundância de comentários sobre o assunto aqui nos Estados Unidos, em grande parte atacando a Rússia por defender seus próprios interesses sob o pretexto de preocupações com os cristãos. Quem sabe?
Mas eis algumas coisas a se considerar:
1) Até mesmo na União Soviética ateísta, as igrejas que haviam sofrido bombas na guerra foram restauradas com amor e sacrifício, com um custo enorme para a nação, como foram outros lugares de valor cultural. O governo russo pode ter criticado publicamente o Cristianismo, mas o povo russo não teria tolerado a destruição física das igrejas ortodoxas russas. Ora, eu cheguei a visitar uma dessas igrejas em Leningrado (nome que agora foi revertido para São Petersburgo), que foi, lamentavelmente, transformada no tão chamado Museu da Religião e Ateísmo, um exemplo deplorável de sacrilégio e blasfêmia descarada. Mas o edifício inteiro e suas mobílias, inclusive imagens, estavam em condições excelentes. Diferente da China de Mao, os objetos tradicionais e antigos não foram destruídos, muito pelo contrário.
2) A oposição russa à intervenção ocidental em Kosovo tinha também raízes culturais e religiosas. A população eslávica ali é e era majoritariamente russa ortodoxa, com cultos geralmente realizados no eslavônio eclesiástico, uma variante arcaica do russo. Vamos nos lembrar dos temas de arrependimento cristão na novela Crime e Castigo, e da mensagem pró-cristã de Anna Karenina de Tolstoy. Ambos os livros eram impressos e publicados na União Soviética e estavam disponíveis para o público a preços baixos em toda a história soviética. (Sei disso porque comprei meus exemplares diretamente da União Soviética, e por uma bagatela.) O nome Raskolnikov, o protagonista de Crime e Castigo, vem de “raskolniki,” uma seita cristã perseguida da Rússia do século XVII que estoicamente sofreu torturas excruciantes por sua fé. A alma russa identifica-se com os cristãos perseguidos, principalmente os cristãos ortodoxos perseguidos, mas por extensão, com todas as variedades de Cristianismo.
4) Em Moscou e São Petersburgo, os prefeitos têm se oposto às paradas gays, se recusando a conceder autorização e até prendendo ativistas gays que desafiaram a lei para realizar as paradas. Isso tem a ver com a cultura, já que está ligado à variedade eslávica do “machismo”, e com a religião. É difícil separar a doutrina bíblica sobre a homossexualidade (que nunca morreu entre o povo) de um fenômeno puramente cultural, mas ao recusar autorizações para eventos homossexuais, os governos locais sem dúvida levam em consideração o respeito e amor do povo pela família tradicional. Contraste isso com as escolas ocidentais que ensinam sujeira e perversão para as crianças como se fossem algo divino a ser adorado e amado.
5) A Rússia se opôs à intervenção ocidental no Egito, Líbia e agora na Síria, especificamente expressando preocupações com o destino da população cristã ali.
Agora, você pode argumentar que a Rússia está preocupada apenas com seus próprios planos políticos, temerosa de sua própria inquieta população islâmica e como eles responderão ao que resultar da situação síria, ou com questões econômicas ou coisas do tipo. Pode haver alguma verdade nisso.
Mas uma coisa é certa. Embora as autoridades russas estejam tendo a coragem de lamentar o sofrimento dos cristãos no Oriente Médio, as autoridades de nossos países “cristãos” não disseram absolutamente nada sobre o sofrimento dos cristãos durante as duas últimas décadas de intervenções militares ocidentais que trouxeram como consequência perseguição, exílio e assassinato de cristãos no exterior.
Qualquer que seja o motivo ou razão, os primeiros agora são os últimos e os últimos são os primeiros.
Traduzido por Julio Severo do Laigle’s Forum do artigo original: Why did Russia and the West reverse roles?

Líderes Políticos Querem Proteger Casamento e Crianças das Exigências Homossexuais/Transexuais

Publicado em Rússia, São Petersburgo, Vitaly Milonov, Wendy Wright por juliosevero em 18 de fevereiro de 2012

Líderes Políticos Querem Proteger Casamento e Crianças das Exigências Homossexuais/Transexuais

Wendy Wright
NOVA IORQUE, EUA, 17 de fevereiro (C-FAM) Resistência à nova prioridade de política externa dos Estados Unidos está se formando no mundo inteiro pelas mesmas razões que essa política tem sido rejeitada dentro dos EUA. Líderes políticos estão mantendo forte oposição às exigências homossexuais/transexuais no que se refere ao casamento e aulas para crianças sobre a atividade homossexual/transexual.
Líderes da Organização das Nações Unidas, Inglaterra e União Europeia se uniram aos EUA para exercer pressão nos países para promover a agenda homossexual. Em vez de defender direitos humanos que abranjam indivíduos que se identificam como homossexuais, o lema da Secretária de Estado dos EUA Hillary Clinton de que “direitos gays são direitos humanos” tenta transformar preferências especiais por indivíduos homossexuais em direitos humanos.
Recentemente, Nicolas Sarkozy, presidente da França, reiterou sua oposição ao casamento homossexual porque abre “as portas para a adoção [de crianças por duplas gays]”. O mais elevado tribunal da França decidiu que um casamento entre dois homens é ilegal.
“Em tempos atribulados, quando nossa sociedade precisa manter-se firme, não acho que seja necessário turvar a imagem dessa instituição essencial que é o casamento”, Sarkozy disse a um jornal. Embora possa haver bons pais que são homossexuais, “eles não me levam a pensar que é necessário gravar em lei uma nova definição da família”.
Na Rússia, São Petersburgo se tornou a cidade mais recente a aprovar uma lei que protege alunos de escola, proibindo ações públicas que promovem a homossexualidade, o lesbianismo, a bissexualidade, o transgenderismo e a pedofilia para menores de idade.
Vitaly Milonov, que introduziu o projeto de lei, explicou: “O projeto não toca nos direitos humanos da comunidade LGBT. Lida puramente com a propaganda direta entre menores de idade. Tal propaganda é proibida em nível federal e nós como um órgão regional estamos impondo sanções. Só estamos falando sobre propaganda pelo fato de que esse tipo de informação sobre perversões sexuais afeta nossos filhos”.
Líderes cristãos ortodoxos pediram aos legisladores que impedissem a disseminação de “propaganda gay” entre menores de idade, explicando, “Não coletamos assinaturas a fim de [prejudicá-los]. Se eles querem ser desse jeito, que vivam”. Um governador regional disse que a proibição “serviria para o bem da moralidade pública”.
O projeto de lei descreve a propaganda homossexual/transexual como “capaz de prejudicar a saúde e o desenvolvimento moral e espiritual de menores de idade [formando] percepções erradas sobre a equivalência social do casamento tradicional com os casamentos não tradicionais”. É ilegal também toda iniciativa ou informação que normalizaria “relacionamentos íntimos entre adultos e menores de idade”.
Os EUA e a Inglaterra criticaram o projeto quando foi introduzido em novembro passado. A resposta russa foi aumentar as multas em dez vezes mais do que era antes da intervenção dos EUA e Inglaterra. Um Comissário do Ministério das Relações Externas da Rússia defendeu a legislação, comentando que seu objetivo é proteger as crianças.
Ativistas homossexuais/transexuais planejam se queixar diante do Comitê de Direitos Humanos da ONU e diante do Tribunal Europeu de Direitos Humanos (TEDH). A organização europeia de direitos humanos Human Rights Watch Europe chamou o projeto de lei de um “ataque descarado à liberdade de expressão”.
Na semana passada o TEDH condenou quatro pessoas na Suécia por “discurso de ódio” por distribuírem literatura que estimulava estudantes do ensino secundário a questionar a propaganda homossexual/transexual ensinada nas escolas. O tribunal disse que os panfletos eram ofensivos aos homossexuais e assim não estavam sob a proteção da liberdade de expressão garantida na Convenção Europeia de Direitos Humanos.
Um projeto de lei no Tennessee limitaria a instrução em escolas de ensino fundamental ou médio à “ciência da reprodução humana natural conforme a idade permite”. O patrocinador explicou: “pela natureza, os homossexuais não se reproduzem”.
Fonte: Friday Fax

Vladimir Putin se compromete a proteger cristãos perseguidos em outros países

Publicado em Rússia, Vladimir Putin por juliosevero em 14 de fevereiro de 2012

Vladimir Putin se compromete a proteger cristãos perseguidos em outros países

Vladimir Putin, primeiro-ministro da Rússia e candidato presidencial, disse aos meios de comunicação que ele quer proteger os cristãos perseguidos em outros países. Enquanto reportagens de violência anticristã continuam a transbordar da África, Oriente Médio e Ásia, Putin fez a promessa na quarta-feira em Moscou numa reunião de membros de várias denominações cristãs.
Conforme a agência noticiosa russa RIA Novosti, Putin disse que é importante que as várias denominações continuem a cooperar internacionalmente.
Putin estava respondendo a uma declaração do prelado metropolitano ortodoxo russo Illarion, de que “a cada cinco minutos um cristão é morto por sua fé”. Um recente estudo mostrou que no mundo inteiro, até mesmo em países do primeiro mundo, a vasta maioria da violência de motivação religiosa é dirigida contra os cristãos, na maior parte cometida por muçulmanos e por governos de países comunistas como a China, Coreia do Norte e Vietnã.
O diretor da Secretaria de Assuntos Estrangeiros do Patriarcado de Moscou disse que as perseguições são “especialmente de chamar a atenção” em países dominados por muçulmanos como Iraque, Egito, Paquistão e Índia. Os ataques a bomba contra igrejas católicas e outras igrejas cristãs no dia de Natal na Nigéria, cometidos pelo grupo islâmico Boko Haram, se tornaram quase que um ritual anual.
Manchetes da sexta-feira do Egito frisam a situação de sofrimento dos cristãos coptas como consequência da “Primavera Árabe”, que provocou a ascensão de um governo liderado por islâmicos radicais. Sessenta e duas famílias coptas foram expulsas de suas casas na vila Kobry-el-Sharbat, fora de Alexandria.
Muçulmanos locais queimaram casas e lojas de cristãos com o consentimento da polícia.
Sobre a Primavera Árabe:
Sobre outras perseguições anticristãs:

Segunda maior cidade da Rússia determinada a criminalizar a promoção da homossexualidade

Publicado em Rússia por juliosevero em 14 de fevereiro de 2012

Segunda maior cidade da Rússia determinada a criminalizar a promoção da homossexualidade

O governo municipal de São Petersburgo, a segunda maior cidade e centro cultural da Rússia, está determinado a aprovar um projeto de lei que proíbe a promoção da homossexualidade.
O projeto, que proíbe “atividades públicas que promovam a homossexualidade”, está sendo denunciado por grupos homossexuais como “antigay” e está sofrendo oposição estridente do governo dos EUA.
Governo dos EUA: oposição estridente aos esforços dos russos para criminalizar a propaganda homossexual

O projeto propõe criminalizar a disseminação de informações “que prejudiquem a saúde ou desenvolvimento moral e espiritual de menores de idades, inclusive induzindo-os a formar uma percepção distorcida de que relações tradicionais de cônjuges e relações não tradicionais são igualmente aceitáveis”.

Se aprovado, imporá multas em indivíduos e grupos que promovem a homossexualidade, a pedofilia ou “transgenderismo” para menores.
O Departamento de Estado dos EUA deplorou os planos russos, dizendo: “Conforme a secretária Clinton tem dito, direitos gays são direitos humanos e direitos humanos são direitos gays. Exortamos as autoridades russas a assegurarem… liberdades [de promoção homossexual e paradas gays] e promoverem um ambiente propício ao respeito dos direitos de todos os cidadãos. Estamos também consultando nossos parceiros da União Europeia sobre essa questão. Eles têm as mesmas preocupações que nós e estão também fazendo pressões sobre as autoridades russas sobre essa questão. Os Estados Unidos dão grande importância a medidas para combater discriminações contra os LGBT e outras minorias”.
Mas o autor do projeto, Vitaly Milonov, deputado do partido Rússia Unida, negou que a lei violará direitos civis e liberdades. “Só estamos falando sobre propaganda pelo fato de que esse tipo de informação sobre perversões sexuais afeta nossos filhos”, disse ele.
Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.