Julio Severo

O direito de ser incoerente com o Evangelho

O direito de ser incoerente com o Evangelho

Ariovaldo Ramos e sua missão socialista para a Igreja Brasileira

Julio Severo
Em artigo recentena revista Ultimato, Ariovaldo Ramos declarou, “Fui advertido de que nesse momento, que estamos vivendo na Igreja evangélica brasileira, discordar do Presidente do CDHM, em exercício, é concordar com o movimento GLBTS, e vice versa. Discordo!”
Ariovaldo Ramos

Em seguida, ele levanta uma longa lista de discordâncias com Marco Feliciano, o pastor da Assembleia de Deus que está sofrendo implacável oposição das esquerdas por assumir a presidência da Comissão de Direitos Humanos (CDH).

Essa é a segunda manifestação pública de Ariovaldo. A primeira foi numa recente carta pública, também publicada na revista Ultimato, onde Ariovaldo assinou seu nome num documento de discordância contra Feliciano na CDH. Entre os outros assinantes estava André Sidnei Musskopf, professor luterano na Escola Superior de Teologia e conhecido defensor da agenda gay. Estava também Antonio Carlos Costa, pastor presbiteriano fundador da organização desarmamentista esquerdista Rio de Paz, e dezenas de outros pastores, especialmente presbiterianos e luteranos.
Pelo currículo de Ariovaldo, alguns seriam tentados a aceitar a longa lista dele contra Feliciano. Afinal, como afilhado espiritual de Caio Fábio, ele foi presidente da extinta Associação Evangélica Brasileira (AEVB), assumindo logo depois de seu pai espiritual.
Hoje, ele perece ser o representante máximo da Aliança Evangélica (AE), uma entidade que se diz representar todos os evangélicos do Brasil. A AE foi fundada no colo da Ultimato, a revista que elogia Ariovaldo como sendo um “conferencista sobre a missão da igreja.”
Qual é a visão dele sobre a missão da igreja? Ariovaldo é considerado um dos profetas da Teologia da Missão Integral — que ele declara ser a versão protestante da Teologia da Libertação.
Ele é bastante criativo na implementação dessa teologia esquerdista entreguista.
Em fevereiro passado, em importante reunião num templo presbiteriano da IPB em Brasília, Ariovaldo, como representante da AE, e Gilberto Carvalho, como representante do governo do PT, estiveram juntos para iniciar um parceria.
Os pastores que presenciaram esse sacrilégio não tiveram a mesma ousadia de Ariovaldo que não se cansa de dizer sobre Feliciano: Eu discordo! Ninguém ali manifestou discordância com o sacrilégio.
Há muitos pastores, especialmente reformados (a mesma linha teológica de Ariovaldo), que caminham com ele tranquilamente em conferências e outros importantes eventos evangélicos sem nunca dizerem para ele: “Eu discordo! Discordo do que você tem feito contra a Igreja Brasileira!”
A missão da Igreja não é fazer parceria com o governo do PT. A missão da Igreja é usar sua voz profética contra as mentiras e cultura da morte promovidas pelo governo do PT.
Semanas atrás, depois que foi anunciada formalmente a morte do ditador comunista Hugo Chavez, Ariovaldo chorou e lamentou publicamente, dizendo: “o melhor que se pode dizer de alguém é que, porque ele passou por aqui, o mundo ficou melhor! Isso se pode dizer de Hugo Chávez!”
Isso é coerência com o Evangelho? Ou por acaso a missão da igreja é chorar e elogiar ditadores? A missão dos 12 primeiros apóstolos foi chorar e elogiar Herodes, Pilatos e outros?
Eu discordo da missão que Ariovaldo Ramos quer impor na Igreja Brasileira!
Durante anos, a Comissão de Direitos Humanos foi dominada pelo PT e outros partidos socialistas, aprovando centenas de milhões de reais para a promoção do ativismo gay, especialmente nas escolas. Ariovaldo nunca apareceu publicamente para protestar e discordar desse imenso desperdício de dinheiro.
Ele nunca apareceu publicamente para protestar e discordar da sistemática doutrinação pró-aborto, pró-homossexualismo e pró-marxismo das crianças nas escolas.
Mas com Feliciano na CDH, que na semana passada obteve a vitóriade aprovar a construção de um hospital na Bahia para ajudar milhares de famílias afetadas por contaminação de chumbo, Ariovaldo faz contra Feliciano o que nunca fez com nenhum presidente petista da CDH.
Eu discordo de Feliciano, mas sem ser incoerente com o Evangelho. Eu discordo dele por ter apoiado Dilma Rousseff e o governo do PT. Eu discordo dele por ter durante anos apoiado o mesmo socialismo que hoje o está perseguindo e promovendo o aborto e o homossexualismo, o mesmo socialismo que é a alma e o coração da “missão da igreja” proclamada por Ariovaldo.
Eu discordo da coerência que Ariovaldo tem com o socialismo. Em 2010, quando a eleição de Dilma Rousseff esteve ameaçada por uma onda vinda do povo se opondo ao aborto e ao homossexualismo, Ariovaldo esbravejou, juntamente com outros líderes protestantes, num documento público: “Manifestamos as nossas rejeições diante da onda de conservadorismo que se abateu sobre o país nesse processo eleitoral.”
Com essa visão, ele discordará eternamente de qualquer conservador.
Qualquer um que manifestar tal conservadorismo (rejeição ao aborto e ao homossexualismo) sofrerá a rejeição de Ariovaldo e seus companheiros, inclusive André Sidnei Musskopf e Antonio Carlos Costa.
Se eu fosse nomeado presidente da CDH, a revista Ultimato não hesitaria em dar a Ariovaldo um espaço para “discordar” de mim. Afinal, essa é a “missão” dele: discordar dos que não seguem sua missão socialista.
De forma inversa e perversa, se você for um líder evangélico que avança essa “missão,” ele bajulará você como um “profeta.” Pelo menos, essa foi a bajulação que Robinson Cavalcanti ganhou dele num artigo publicado no tabloide sensacionalista Genizah.
Como todo socialista moderno, Ariovaldo tem sua vida muito bem amparada com ligações com entidades americanas. Ele é presidente da Visão Mundial no Brasil, a filial brasileira da Visão Mundial nos EUA.
Muito bem munido financeiramente, ele não discorda dos que seguem sua “missão da igreja.”
Mas sempre o veremos discordar dos que não seguem essa “missão.”
Tenho um conselho para ele: Mude-se para a Venezuela (não se esqueça, por favor, de levar seus companheiros!), alugue uma casa ao lado do túmulo do seu querido Hugo Chavez e pare de se preocupar com a missão de Feliciano na CDH. Seja o que for que ele fizer, não será pior do que o que os petistas já fizeram ali.
E definitivamente não será pior do que o que Ariovaldo Ramos já fez à Igreja Brasileira.

Impunity for criminals and disarmament for victims

Impunity for criminals and disarmament for victims

Defenseless Brazilian women vs. a young American mother prepared to defend herself

By Julio Severo
What happens when a robber invades a house at night and finds a young woman?

In Brazil, here is what happens, according to several Brazilian newspapers:

Gazeta Digitalof April 29, 2012: Man invades a house and rapes a 21 year-old woman, in Cuiabá. The crime happened Sunday morning (29). After the victim’s husband left for work, the robber took advantage to enter in the house. According to the police, he raped the woman and fled taking a cell phone, a notebook and a wallet.
Impactoof January 10, 2012: Attacker invades a residence and rapes a 13 year-old girl.
Repórter MT of December 1, 2011: Gang invades a house, ties husband and rapes his wife: Four armed men tortured the wealthy Ávila family on Wednesday night (30). According to the Civil Police, the criminals, besides robbing the family, raped the lady of the house, during the robbery. A female cousin of the family was able to flee from the group, which had also tried to rape her.
Guia Campinaof April 18, 2012: Woman was overtaken by a robber inside of her room, and was raped. The police have not be able to identify the man who invaded a house this Wednesday at dawn, where he attacked and raped a woman and later fled taking a bicycle, money and some objects. The woman told the police that she was sleeping in her bedroom with their three children when she was overtaken by a stranger who attacked her armed with a machete and forced her to have sexual relations with him. Her husband was working in a factory.
MidiaMaxNewsof February 28, 2012: Two young women, one 14 and the other 24, were raped by a man who invaded the house where they live about 3:40 on Monday.

90% of all of homicides in Brazil unsolved

In Google, I found countless cases of Brazilian girls and women raped at night by robbers who invaded their houses. When an attacker invades a house at night and finds a man, the robbery may be followed by murder. But when the victim is a woman alone, whose husband is working, rape is inevitable.
And a poor and defenseless woman cannot even utter complain to the criminals, who have total freedom to torture, rape and kill. If the criminal chooses to kill the victim, the police can do very little, before or after the murder. The Brazilian police have been powerless in their efforts to stop more than 50 thousand murders a year — not to mention untold thousands of rapes.
About 90% of the cases of homicides committed in Brazil are never solved and their perpetrators are never found guilty, according to the president of the National Association of the Federal Criminal Experts, Hélio Buchmüller. That is, 90% of murders in Brazil go unpunished.
Who can say that in cases of rape even more go unpunished?
It is obvious that the government-sponsored media and the government itself educate the population to trust only in the police for protection. Thus, if a robber suddenly invades the home of a young woman in the middle of the night, she should kindly ask for his permission to call the police. If the criminal is kind, both may remain seated on a sofa awaiting the police. Certainly, the end will be very happy and no rape will happen!
Maybe the anti-gun government should launch a public campaign to educate criminals to allow their victims to call the police during robberies, rapes and murders. This would greatly help the police and victims.
Sadly, criminals will never pay attention to government anti-gun campaigns, or campaigns demanding that criminals be kind to their victims. They will never give their victims a chance. And the Brazilian police, with their overload of crime cases to solve, could never afford to respond quickly to all emergencies.
So what should a victim do to defend herself?

In the United States, here is what happens when victims are able to defend themselves:

DailyNews of January 4, 2012:
A recently widowed teen mom shot and killed an intruder to protect her 3-month-old son on New Year’s Eve after asking the 911 operator for permission, local media reported.
Sarah McKinley, 18, was alone with her son in their Blanchard, Okla., home about 2 p.m. Dec. 31 when two men tried to break in, the Oklahoman said. McKinley’s husband had just passed away from lung cancer on Christmas Day.
McKinley grabbed a shotgun, called 911 and begged the operator to send help.
Sarah McKinley

She stayed on the line for a terrifying 21 minutes and asked the dispatcher if it was all right to shoot if the men forced their way in.

“I can’t tell you that you can do that, but you do what you have to do to protect your baby,” the dispatcher told her, according to ABC News.
The young mom fired when Justin Martin, 24, who was wielding a 12-inch knife, kicked his way through the door.
Police arrived to find Martin lying dead on the sofa McKinley had used to barricade the front door, according to Oklahoma’s News 9.
His alleged accomplice, Dustin Stewart, 29, was arrested and jailed.
“It’s not an easy decision to make, but it was either going to be him or my son,” McKinley told local TV station KOCO. “And it wasn’t going to be my son. There’s nothing more dangerous than a woman with a child.”
Police say that McKinley was justified in taking action against the intruders once they entered her home.
What is the difference between that American young mother and the Brazilian women who were raped and robbed? Most American women are protected by laws that guarantee their right to have and use guns for personal defense. Brazilian women don’t have any state protection against a sudden home invasion in the middle of the night.

Impunity for the criminals and disarmament for the victims

Recent report of Examiner found that the number of murders in Brazil is higher than the number of deaths in global war zones. On average, there are 50,000 murders a year in Brazil. With such a high number, it is no surprise that 90% of the murderers in Brazil go unpunished.
In Brazil, citizens have no choice: either they provide for their personal defense, or they are at the mercy of criminals and rely on a police force that is unable to address an overwhelming 50,000 murders a year.
Years ago, in an article in the Brazilian leftist Presbyterian magazine Ultimato defending the anti-gun government campaign to disarm the population, Ricardo Gondim, today a Protestant minister isolated for his ideological radicalism in the name of the Bible, said that Christians supporting guns for personal defense are not allowed to mention Bible texts such as Psalm 91: “He who dwells in the shelter of the Most High will abide in the shadow of the Almighty. I will say to the LORD, ‘My refuge and my fortress, my God, in whom I trust.’” (Psalms 91:1-2 ESV)
My public answer to him was:
The vast majority of the Psalms were written by David, who asked for protection and help from God. But he also did his part: he usually used a sword, a mortal weapon equivalent to a modern military rifle. When the Lord Jesus instructed us to pray asking for “our daily bread”, he did not mean that we should stay idle and let only God do his part. As in the case of David, we need to do our part, for our maintenance and for the defense of our families. I trust in the Lord Jesus and have I never touched a gun in my life. But I know God’s Word enough to understand that just because I don’t use a gun I cannot condemn people who needs to use it. In fact, there are occasions and situations when its use is necessary. But Communists don’t think this way. For them, the population should stay eternally unarmed before their tyrannies.
Gondim has already fallen from his pedestal, and today his ideas are rightly seen as madness.
However, there are other Brazilian evangelical leaders that make alliances with the government in its communist goal of disarming the population. Rio de Paz, founded and headed by the Presbyterian minister Antonio Carlos Costa, is the largest evangelical anti-gun organization in Brazil. Its purpose is to disarm the Brazilian population, and it has successfully enlisted many Protestant churches in its campaigns.
This communist radicalism contrasts with Presbyterian conservative tradition, which left as its legacy, in Switzerland (whose capital was a Holy See of Calvinism), the armed defense as the citizen’s right. In America, Calvinism has also established that right.
But how does the most prominent Presbyterian organization in Brazil in that issue work to achieve the communist goal of disarming the population?
It is evident that all the criminals should be disarmed. All the murderers and rapists should have no access to any gun.
It is equally evident that all the law-abiding citizens need guns and other resources in the war against crime, which Brazil is losing, with 90% of the murderers enjoying full impunity and freedom to continue killing and raping.
It would be a crime to leave your wife alone home with no defense. Brazilian parents and husbands do it because the State doesn’t allow them to defend themselves as needed. Communist interests of subduing and disarming the population are much more important, for the government, than the well-being of the families.
However, regardless the government obsessions, to defend your life and family is an indispensable human right. If we can have doors and windows locked as minimum resource of protection, why not larger resources able to match the critical situation of “war” in Brazil, where thieves invade houses in the middle of the night to steal, kill and rape?
Of course, even with the right to have and use a gun for defense, the police are necessary. While the 18 year-old mother awaits the arrival of the police, she has the right to do everything necessary to defend herself and her baby from criminals that are invading her house in the middle of the night.
With two guns in her hands, a young mother has, in the USA, some chance against two robbers. In Brazil, she doesn’t have any chance. She depends on the criminals’ “good will.” By government determination, she is forced to be totally unarmed before criminals avid of robberies, rapes and murders.

The Left, abortion and personal defense

Of course, the comparison between Brazilian women and American women is limited. Legally, an American woman can defend herself of criminals. But that same law gives her the right to behave as a criminal: She can also kill, before the birth, how many babies she wants. American law protects babies’ murder during the nine months of gestation. Nazis would applaud the American “progress” of the legal and medical slaughter of the innocent. The Left howls of joy with the well-known American example of “interrupting” pregnancies by highly sophisticate medical and legal cruelty.
According to the schizophrenic American law, if two criminals decide to invade the sanctuary of the home in the middle of the night, a 18 year-old mother can, to defend herself, shoot. That same law allows her, with a doctor’s help, to invade the sanctuary of the womb to annihilate its occupant.
In the case of an invading robber, who is responsible for his wicked action, he can be left alive or dead, depending where the bullets hit. But when a doctor’s murderous instruments, by the woman’s will, invade the shrine of the womb, the unborn baby is totally unarmed and innocent against his imminent extermination.
Many of those murders of innocent are funded by tax-money that the US government takes from its citizens.
That is surely a Nazi, communist, dictatorial, disgusting and murderous aspect of the American laws and freedoms.
However, the Brazilian Left, which has been making sacrifices to import to the Brazilian culture abortion, homosexuality and everything most rotten in the American laws and usages, shuts its eyes to personal defense and other positive aspects of the American culture, as homeschooling.
For many years the powerful murderous American Left has aimed at Brazil.
Family planning, with many of its micro-abortive methods, was introduced in the public health-care services in Brazil decades ago, by pressures and schemes behind the scenes of Planned Parenthood Federation, the largest network of abortion clinics in America. They were not successful until now to legalize abortion because Brazil has been resisting in a ferocious way. The same American multibillion-dollar forces that legalized abortion in America in 1973, ever since murdering more than 50 million unborn babies, for many years have been investing so that Brazil may also have eventually the “right” of murdering millions of its babies.
In the abortion issue, the traditional “anti-American” Left in Brazil is willing and avid of importing everything that comes from America. It loves abortion! Equally, it loves unarmed citizens.
However, Brazilian mothers don’t need the “right” of killing their babies in order to satisfy the murderous passions of multimillion-dollar leftist foundations in America.
They need, urgently, the fundamental human right of defending themselves and their babies against the dangers and unexpected evils of a Brazilian society abandoned to strongly armed criminals and to ideological criminals that are determined to disarm the population of their resources to defend their families.
Mothers should legally be armed to defend themselves from criminals, not to kill their babies.
Mothers and babies need defense, not abortion.
Portuguese version of this article: A diferença entre a brasileira e a americana

A diferença entre a brasileira e a americana

Posted in 50 mil assassinatos, defesa pessoal, desarmamento, estupro, impunidade, Rio de Paz by juliosevero on 8 de maio de 2012

A diferença entre a brasileira e a americana

Mulheres brasileiras indefesas e uma jovem mãe americana preparada para se defender

Julio Severo
O que acontece quando um bandido invade uma casa de noite e encontra uma jovem?

No Brasil, eis o que ocorre:

Gazeta Digital de 29 de abril de 2012: Homem invade casa e estupra uma mulher de 21 anos, no bairro Dr. Fábio, em Cuiabá. O crime aconteceu na manhã deste domingo (29). Após o marido da vítima sair para trabalhar o bandido aproveitou para entrar na casa. Segundo a polícia, ele estuprou a mulher e fugiu levando um celular, um notebook e uma carteira.
O Impacto de 10 de janeiro de 2012: Assaltante invade residência e estupra menina de 13 anos.
O Repórter MT de 1 de dezembro de 2011: Quadrilha invade casa, amarra marido e estupra mulher: Quatro homens armados torturaram a família Ávila, de classe alta, durante a noite desta quarta-feira (30). Segundo a Polícia Civil, os criminosos, além de roubar a família, estupraram a dona da casa, durante o assalto. Uma prima da família conseguiu fugir do grupo que tentava abusar dela também.
Guia Campina de 18 de abril de 2012: Mulher foi surpreendida com o bandido dentro do seu quarto, sendo estuprada. A polícia ainda não conseguiu identificar o homem que invadiu uma casa na madrugada desta quarta-feira, 18, agrediu, estuprou uma mulher e depois fugiu levando uma bicicleta, dinheiro e alguns objetos. A mulher contou a polícia que estava dormindo no seu quarto com seus três filhos quando foi surpreendida com um homem que lhe agrediu e foi obrigada a manter relações sexuais com o desconhecido que estava armado com uma faca peixeira. O esposo dela estava trabalhando numa fábrica.
MidiaMaxNewsde 28 de fevereiro de 2012: Duas jovens, sendo uma de 14 e outra de 24 anos foram estupradas por um homem que invadiu a casa onde moram por volta das 3h40 desta segunda-feira (27)…

Impunidade chega a 90% de todos os homicídios no Brasil

Conforme pesquisa que fiz pelo Google, os casos de meninas, moças e mulheres estupradas a noite por bandidos que invadiram suas casas para assaltar são incontáveis. Quando um assaltante invade uma casa de noite e encontra apenas um homem, o assalto pode vir acompanhado de assassinato. Mas quando a vítima é uma mulher sozinha, com o marido trabalhando, o estupro é inevitável.
E a pobre mulher indefesa nem pode expressar a mínima queixa diante dos criminosos, que têm toda liberdade de torturar, estuprar e matar. Se o criminoso optar por matar a vítima, a polícia pouco poderá fazer, antes ou depois do assassinato. A polícia brasileira tem sido impotente em seus esforços para deter os mais de 50 mil assassinatos por ano — sem mencionar milhares de estupros.
Cerca de 90% dos casos de homicídio ocorridos no Brasil nunca são devidamente esclarecidos e seus autores nunca são devidamente condenados. A informação é do presidente da Associação Nacional dos Peritos Criminais Federais (APCF), Hélio Buchmüller. Isto é, 90% dos assassinatos no Brasil terminam em impunidade.
Quem pode garantir então que no caso do estupro não existe uma impunidade pior?
É evidente que os meios de comunicação patrocinados pelo governo e o próprio governo educam o povo a confiar somente na polícia para proteção. Assim, se um bandido invadir de surpresa a casa de uma moça no meio da noite, ela deve gentilmente pedir permissão para o criminoso a fim de chamar a polícia. Se o criminoso for atencioso, os dois ficarão sentados no sofá aguardando a polícia. Certamente, o final será muito feliz e sem estupro!
Talvez o governo desarmamentista devesse fazer uma campanha para educar os criminosos a permitir que suas vítimas telefonem para a polícia durante os assaltos, estupros e assassinatos. Isso grandemente ajudaria a polícia e as vítimas.
Infelizmente, os bandidos nunca atenderão às campanhas do governo, seja para o desarmamento ou para serem gentis com suas vítimas. Eles nunca darão chance alguma para suas vítimas. E a polícia fartamente sobrecarregada de crimes para resolver nunca terá condições de atender prontamente a todas as emergências.
Então, o que a vítima deve fazer para se defender?

Nos Estados Unidos, eis o que acontece quando as vítimas podem se defender:

G1da Globo de 5 de janeiro de 2012:
Uma americana de 18 anos que cuidava de seu bebê em casa no último domingo (1º), na madrugada do Ano Novo, disparou e matou um dos dois homens que tentaram invadir sua casa, segundo reportagem do canal americano ABC.
Sarah McKinley estava em casa sozinha com a criança de apenas 3 meses em sua residência perto de Oklahoma City quando viu pela janela dois homens rondando casas vizinhas, um deles com uma faca de caça de 30 cm de comprimento. Preocupada, ela buscou proteção.
“Peguei a [escopeta] calibre 12, fui até o quarto e peguei a pistola, coloquei a mamadeira na boca [do bebê] e liguei para a polícia”, afirma.
Sarah McKinley está preparada para receber invasores e estupradores

O áudio da ligação foi gravado pela polícia:

- Estou com meu bebê sozinha em casa, vocês podem mandar alguém imediatamente?
(…)
- Suas portas estão trancadas?
- Sim. Tenho duas armas nas minhas mãos, posso atirar nele se ele tentar entrar?
- Não posso dizer que você pode fazer isso, mas faça o que você precisar fazer para proteger seu bebê.
Em seguida, ouve-se o disparo. A polícia considerou que a atitude foi justificada.
“Não teria feito isso se não fosse pelo meu filho. Eu tinha que protegê-lo”, conta Sarah, que estava sozinha com a criança no Ano Novo porque ficara viúva dias antes. O marido morreu de câncer no dia de Natal.
Qual é a diferença entre essa jovem mãe americana e as brasileiras que foram estupradas e roubadas? A americana é protegida por leis que lhe garantem o direito de ter e usar armas para defesa pessoal. As brasileiras não têm nenhuma proteção do Estado contra uma invasão repentina de criminosos no meio da noite.

Impunidade para os criminosos e desarmamento para as vítimas

Notícia recente do jornal Examinerrevelou que o número de assassinatos no Brasil é mais elevado do que o número de mortes em zonas mundiais de guerra. Em média, são 50 mil assassinatos por ano no Brasil. Com tal número elevado, não é de admirar que 90% dos assassinos no Brasil fiquem impunes.
No Brasil, o cidadão não tem escolha: ou cuida de sua defesa pessoal, ou fica à mercê de bandidos e da proteção de uma polícia que não tem condição nenhuma de dar conta do número elevadíssimo de 50 mil assassinatos por ano.
Anos atrás, num artigo na revista esquerdista Ultimato defendendo a campanha governamental petista pelo desarmamento da população, Ricardo Gondim, hoje um homem desviado e isolado por seu radicalismo ideológico em nome da Bíblia, disse que os cristãos que são a favor de armas para defesa pessoal não têm o direito de citar textos como o Salmo 91: “Aquele que habita no abrigo do Altíssimo e descansa à sombra do Todo-poderoso pode dizer ao Senhor: ‘Tu és o meu refúgio e a minha fortaleza, o meu Deus, em quem confio’”.
A vasta maioria dos Salmos foi escrita por Davi, que pedia proteção e ajuda a Deus. Mas ele também fazia sua parte: ele utilizava normalmente uma espada, que era uma arma mortal equivalente a um rifle militar hoje. Quando o Senhor Jesus nos orientou a orar pedindo “o pão nosso de cada dia nos dá hoje”, ele não quis dizer que devemos cruzar os braços e deixar somente Deus fazer a parte dele. Como no caso de Davi, precisamos fazer a nossa parte, tanto para alimentação quanto para a defesa de nossas famílias. Eu confio no Senhor Jesus e nunca toquei numa arma em toda a minha vida. Mas conheço as Escrituras o suficiente para saber entender que só porque eu não utilizo uma arma não posso condenar quem precisa utilizá-la. Aliás, há ocasiões e situações em que seu uso é necessário. Mas os comunistas não pensam assim. Para eles, a população deve permanecer eternamente desarmada diante de suas tiranias…
Gondim já caiu de seu pedestal, e hoje com justiça suas ideias são vistas como loucura.
No entanto, há outros líderes evangélicos que se aliam ao governo em sua meta comunista de desarmar a população. O Rio de Paz, fundado e comandado pelo pastor presbiteriano Antonio Carlos Costa, é a maior organização evangélica de desarmamento da população.
Esse radicalismo comunista contrasta com a tradição conservadora presbiteriana, que deixou como legado, na Suíça (cuja capital era a Santa Sé do calvinismo), a defesa armada como direito do cidadão. Nos EUA, o calvinismo também trouxe como resultado esse direito.
Mas como é que no Brasil a organização presbiteriana mais destacada nessa questão trabalhe exatamente para atingir a meta comunista de desarmar a população?
É evidente que todos os criminosos devem ser desarmados. Todos os assassinos e estupradores não devem ter nenhum acesso a nenhuma arma.
É igualmente evidente que todos os cidadãos de bem precisam ter armas e outros recursos na guerra contra o crime que o Brasil está perdendo, com 90% dos assassinos gozando plena impunidade e liberdade para continuar matando e estuprando.
Seria um crime deixar sua esposa sozinha em casa sem nenhuma defesa. Os pais e maridos fazem isso porque o Estado não lhes permite se defender conforme é necessário. Interesses comunistas de subjugar e desarmar a população são muito mais importantes, para o governo, do que o bem-estar das famílias.

Contudo, independente das obsessões comunistas de um governo, defender a própria vida e família é um direito humano indispensável. Se podemos ter portas e janelas trancadas como recurso mínimo de proteção, por que não recursos maiores que estejam à altura da crítica situação de guerra do Brasil, onde bandidos invadem casas no meio da noite para roubar, matar e estuprar?

Claro que, mesmo com o direito de ter e usar uma arma para defesa, a polícia é necessária. Enquanto a mãe de 18 anos aguarda a chegada da polícia, ela tem o direito de fazer tudo o que for necessário para defender a si e seu bebê de criminosos que estão invadindo sua casa no meio da noite.
Com duas armas nas mãos, uma jovem mãe tem, nos EUA, alguma chance contra dois bandidos. No Brasil, ela não tem chance alguma. Ela depende da “boa vontade” dos criminosos. Por determinação governamental, ela é obrigada a ficar totalmente desarmada diante de bandidos ávidos de roubos, estupros e assassinatos.

Esquerda, aborto e defesa pessoal

Claro que a comparação entre a brasileira e a americana é limitada. Legalmente, a mulher americana pode se defender de criminosos. Mas essa mesma lei lhe dá o direito de agir como criminosa: Ela também pode matar, antes do nascimento, quantos bebês ela quiser. A lei americana protege o assassinato de bebês durante os nove meses de gestação. Os nazistas aplaudiriam o “progresso” americano do morticínio legal e médico dos inocentes. A esquerda uiva de alegria com o notório exemplo americano de “interromper” a gravidez com requintes de elevada crueldade médica e legal.
De acordo com a esquizofrênica lei americana, se dois criminosos decidirem invadir o santuário do lar na calada da noite, a jovem de 18 anos, para se defender, pode atirar. Essa mesma lei permite que ela, com a ajuda de um médico, invada o santuário do útero para aniquilar seu ocupante.
No caso do bandido invasor, que é totalmente culpado por sua ação, ele pode sair vivo ou morto, dependendo de onde as balas acertarem. Mas quando os instrumentos aborteiros do médico, pela vontade da mulher, invadem o santuário do útero, o bebê em gestação está totalmente desarmado e inocente contra seu iminente extermínio.
Muitos desses assassinatos de inocentes são financiados com dinheiro de imposto que o governo americano arranca de seus cidadãos.
Esse é um aspecto nazista, comunista, ditatorial, nojento e assassino das leis e liberdades americanas.
Entretanto, a esquerda brasileira, que vem se sacrificando para importar para a cultura brasileira aborto, homossexualismo e tudo o que é mais podre das leis e costumes dos EUA, faz vista grossa à defesa pessoal e a outros aspectos positivos da cultura americana, como a educação escolar em casa.
Há muitos anos a poderosa esquerda assassina americana tem o Brasil na sua mira.
O planejamento familiar, com muitos de seus métodos micro-abortivos, foi introduzido no serviço público no Brasil décadas atrás, por pressões e esquemas nos bastidores da Federação de Planejamento Familiar, a maior rede de clínicas de abortos nos EUA. Só não conseguiram ainda legalizar o aborto porque o Brasil está resistindo de modo feroz. As mesmas forças multibilionárias americanas que legalizaram o aborto nos EUA em 1973, assassinando desde então mais de 50 milhões de bebês em gestação, há muitos anos investem para que o Brasil também venha a ter o “direito” de assassinar milhões de seus bebês.
No aspecto do aborto, a tradicional esquerda “anti-americana” do Brasil está disposta e ávida de importar tudo o que vem dos EUA. Ela ama o aborto! E igualmente ama cidadãos desarmados.
Entretanto, as mães do Brasil não precisam do “direito” de matar seus bebês a fim de satisfazer à sanha de multimilionárias fundações esquerdistas assassinas dos EUA.
Elas precisam, urgentemente, do direito humano fundamental de defender a si e seus bebês contra os perigos e males imprevisíveis de uma sociedade brasileira entregue aos criminosos fortemente armados e aos criminosos ideológicos que estão determinados a desarmar a população de seus recursos para defender suas famílias.
Mães devem ser legalmente armadas para se defender de bandidos, não para matar seus bebês.
Mães e bebês precisam de defesa, não de aborto.
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