Julio Severo

Ditadura gay anticristã: lésbicas exigem retirada de crucifixos e tribunais obedecem!

Publicado em crucifixos, Estado laico, Igreja Ortodoxa Russa, lésbicas, PT, Rússia, triibunais por juliosevero em 9 de março de 2012

Ditadura gay anticristã: lésbicas exigem retirada de crucifixos e tribunais obedecem!

Julio Severo
A pedido da Liga Brasileira de Lésbicas, o Conselho da Magistratura do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJ-RS) determinou a retirada de todos os crucifixos, Bíblias e outros símbolos religiosos das repartições da Justiça do Estado do Rio Grande do Sul. A desculpa das ativistas lésbicas é que o “Estado é laico”.
Quer dizer agora que “laico” significa que o Estado deve amputar e repudiar o Cristianismo, que está profundamente enraizado na história e cultura do Brasil, e entronizar o lesbianismo, homossexualismo e outros ismos de perversão sexual como símbolo “cultural”?

Pedidos de milhões de brasileiros não são atendidos

Nós, a maioria cristã do Brasil, temos tido o maior trabalho para fazer o governo ouvir nossa voz. Num legítimo regime democrático, é de supor que o governo deveria ser sensível à voz do povo. Mas não é o que está acontecendo. Quantas e quantas vezes, nós, a maioria, não pedimos ao governo: não queremos PLC 122, não queremos ditadura gay, não queremos “casamento” gay, não queremos adoção de crianças por duplas de pervertidos gays, etc.
O que é que ganhamos pedindo? Nada! O governo faz de conta que é surdo. Podemos gritar, fazer protestos e tudo o que ouvimos, da mídia amplamente comprada, é que somos intolerantes, odiadores, cúmplices de assassinatos de prostitutos gays que andam de madrugada em ruas perigosas, e muitas outras difamações. Veja este vídeo sobre a ditadura gay: http://www.youtube.com/watch?v=q0Uv9CUIQB8
Estamos gritando há anos, e o governo e a mídia sistematicamente fecham a porta na nossa carta. E para mostrar que a vontade da maioria do povo não tem valor algum, o Supremo Tribunal Federal rasgou a Constituição na cara do Congresso ao impor ditatorialmente a união estável gay, o que é explicitamente proibido na Constituição.
Nossos milhões de pedidos de nada valeram. Os anticristãos no governo estão determinados a erradicar a cultura cristã do Brasil, seja sob qual pretexto for. Daí, nem foi preciso que a Liga Brasileira de Lésbicas ficasse, como nós, anos insistindo para que o TJ-RS removesse os símbolos cristãos. O pedido das pervertidas lésbicas foi atendido com prazer e sem demora.

Só símbolos “não religiosos” serão aceitos?

O que vão colocar no lugar agora? Perguntem para a Liga Brasileira de Lésbicas. Elas agora é que têm toda a atenção do “Estado laico”! Afinal, na interpretação dos radicais ateus e socialistas, só a religião deve ficar separada do Estado. Nessa interpretação, só o Cristianismo é religião. (Façam o favor de lembrar que agora as religiões afro-brasileiras são “cultura”, tendo passe-livre de ateus, socialistas, lésbicas e gays para terem seus símbolos e apetrechos “culturais” pendurados nos tribunais. Os juízes ficarão uma gracinha tendo em cenário de fundo esses símbolos politicamente corretos.)
Ei, não se esqueçam de que o lesbianismo também não é religião! Daí, não há motivo algum para os nobres radicais proibirem seus símbolos sexuais nos tribunais, bastando um pedido da Liga Brasileira de Lésbicas para que as paredes dos tribunais sejam enfeitadas com objetos que expressem o supremo, sagrado e adorado sexo homossexual!
Deixando as piadas de lado, o precedente do TJ-RS vai criar problemas, pois tribunais de outros estados só vão esperar um mero pedido de grupos homossexuais para virem correndo de bandeja na mão: Seu pedido é uma ordem, amo!

Associação de Capelania Evangélica Hospitalar

Os pedidos, é claro, não vão parar. Gays exigentes são tão chatos que até seus amantes gays não suportam. A pior coisa é enfrentar um gay exigente e birrento, e o Estado laico parece um paizão frouxo determinado a alimentar todas as birras dos adoradores do sexo homossexual. O ataque mais recente deles é contra a Associação de Capelania Evangélica Hospitalar.
Com a desculpa enfadonha de que o “Estado é laico”, ativistas gays estão exigindo que o governo remova capelães cristãos dos hospitais. Ter um pastor para fazer uma leitura reconfortante da Bíblia ou oração no leito de um doente é — na visão dessa minoria barulhenta, descontente e insatisfeita — “fundamentalismo religioso”, “homofobia”, etc.
O que as nobres criaturas vão sugerir ao “Estado laico” em troca? Gays e lésbicas nos leitos dos doentes narrando as maravilhas do sexo homossexual? Oh, como se já não bastasse o péssimo ambiente e tratamento dos hospitais públicos, agora os doentes vão ter de aguentar imposições gays em seus momentos de sofrimento físico? Isso só pode ser preparação psicológica para dar aos doentes depressão, e em seguida lhes oferecer eutanásia.
Pena que não tenhamos no Brasil a força dos russos que, com todas as suas imperfeições e fraquezas, estão enxotando esses birrentos anticristãos para fora dos espaços governamentais e públicos.
Gays e lésbicas não deveriam, jamais, ser atendidos em prejuízo do bem-estar da vasta maioria da população, dando ordens aos tribunais e hospitais e recebendo pronto atendimento governamental.

Por que é que o PT não volta a imitar a Rússia?

A Rússia não está cedendo a essas criaturas chatas porque está determinada a proteger a história e a cultura da vasta maioria de sua população, cujas tradições cristãs estão na Igreja Ortodoxa Russa.
Por que é que a Igreja Católica e as igrejas evangélicas do Brasil não mandam uma delegação à Rússia para aprender como proteger sua própria cultura cristã do ataque bárbaro dos fanáticos do sexo homossexual?
Na sociedade russa, não há espaço ou permissão alguma para paradas gays, kits gays e imposições gays que ameacem seus filhos e famílias. Os russos podem ter milhares de defeitos, mas um deles não é a covardia.
Se não imitarmos os russos, o governo retirará dos espaços públicos e governamentais tudo o que as criaturas birrentas exigirem: crucifixos, Bíblias, moralidade, decência, etc.
Se não imitarmos os russos, os ativistas gays imporão sua imoralidade goela abaixo em nós e nossos filhos. Nessa altura, já não precisaremos mais de crucifixos como símbolos cristãos, pois eles mesmos estarão crucificando a nós e nossa cultura cristã. Aliás, por amor a eles, já estamos sendo crucificados nos tribunais, nos meios de comunicação, no Congresso Nacional, nas leis, etc.
Nada parece impedir o governo brasileiro e a mídia na sua corrida enlouquecida de atender os desejos homossexualistas de nos crucificar.
O paranoico é que na década de 1980, o PT e outros partidos socialistas tinham a Rússia e seu socialismo como padrão máximo de imitação. Eles eram radicalmente apaixonados por tudo o que era russo. Por que é que não voltam à sua antiga paixão? Por que é que não voltam a imitar os russos, agora que a Rússia está protegendo sua cultura ortodoxa cristã contra as investidas gayzistas e islâmicas?
Por que é que o PT também não envia uma delegação à Rússia?
Quando a delegação católica, evangélica e petista perguntar “Ei, o que vocês fazem na Rússia quando os ativistas gays exigem a retirada de símbolos cristãos dos tribunais e de capelães cristãos dos hospitais?”, tenho certeza de que os russos não lhes darão uma resposta covarde!
Os russos têm mantido sua postura de defender sua cultura cristã ortodoxa mesmo em face de ameaças e pressões da ONU e dos EUA.
É desconcertante que enquanto a ONU, com a mão amiga do governo americano, está lutando para fortalecer e impor o homossexualismo e o islamismo no mundo inteiro, o governo russo está combatendo ambos a fim de proteger a Igreja Ortodoxa Russa.
No meu livro “O Movimento Homossexual”, publicado em 1998 pela Editora Betânia, eu prognostiquei que o Brasil imitaria cada vez mais a agenda gay que já estava importando dos EUA. É triste ver hoje acontecendo o que escrevi no meu livro.
É igualmente triste ver o Brasil, o maior país católico do mundo, impotente para proteger o catolicismo das incessantes agressões gayzistas importadas principalmente dos EUA. E é repugnante ver os Estados Unidos, o maior país evangélico do mundo, protegendo, fortalecendo e impondo o homossexualismo e o islamismo no mundo inteiro.
Que o Brasil soubesse proteger sua cultura majoritária católica (e minoritária evangélica) do jeito que a Rússia sabe proteger sua cultura cristã ortodoxa.

>Onde fica o Reino de Deus na disputa entre PT e PSDB?

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Onde fica o Reino de Deus na disputa entre PT e PSDB?

Enquanto o avanço das leis anti-“homofobia” do governo federal sob o PT esbarrou em fortes resistências cristãs, os mesmos tipos de lei encontraram poucos obstáculos em seu avanço no Estado de São Paulo sob o PSDB. O que farão os cristãos agora?

Julio Severo
Em 1992, a Igreja Universal do Reino de Deus tinha uma postura firme contra o aborto, e contra Lula e o PT. Não era necessário ser visionário para enxergar que o PT no governo traria aborto e homossexualismo — mas ninguém imaginava que seria muito pior do que pensávamos.
O PT chegou ao poder graças a uma horrorosa deturpação do conceito do que é o Reino de Deus, pregada por uma CNBB majoritariamente adepta da Teologia da Libertação. Os evangélicos, que sempre tinham um pé atrás com a ideologia de Lula, acabaram aderindo — sob inspiração de Caio Fábio — a essa teologia.
Na segunda metade da década de 1990, o Bispo Edir Macedo começou a mudar radicalmente de opinião, passando a apoiar conjuntamente o aborto e o PT, levando sua endinheirada igreja a caminhar lado a lado com a CNBB e Ariovaldo Ramos numa visão religiosa onde o PT é um tipo de implementador oficial das políticas de sua versão do “Reino de Deus”.
Segundo eles, o PT estaria perdoado por sua promoção do aborto e do homossexualismo, pois “ajuda os pobres”. Quem quer que faça isso é parceiro de sua versão do “Reino de Deus”, independente do que tenha feito. Por isso, eles facilmente perdoam Fidel Castro e Hugo Chavez. É o vale-tudo pelos pobres: matar, roubar e destruir.
Fiel à sua ideologia abortista, Macedo se coloca hoje ao lado da candidata abortista Dilma Rousseff. O Pr. Silas Malafaia já criticou a postura pró-aborto e pró-Dilma de Macedo, o qual respondeu argumentando que Serra é também a favor do aborto.
Seria imprudente presumir que Dilma e Serra não terão governos comprometidos com a causa do aborto e do homossexualismo. Lula é a amostra (e ameaça) viva do que será o governo de Dilma. O Estado de São Paulo sob o PSDB, com suas radicais leis anti-“homofobia”, é a amostra (e ameaça) viva do que será o governo de Serra.
Serra foi sincero o suficiente para dizer que apoiará a união civil homossexual — exatamente como fez publicamente Marina Silva, que confessou ter a mesma posição de Marta Suplicy —, e Dilma disfarçou suas antigas posições de aborto.
Se Dilma ganhar, a mentira se transformará em realidade cruel. Se Serra ganhar, quem conseguirá impedi-lo de fazer pelo PLC 122 o que o PSDB fez pela versão estadual dessa lei em São Paulo, que teve um avanço espetacular? E os grupos homossexuais proclamarão que Serra venceu porque defendeu publicamente os interesses deles, enquanto que Dilma titubeou.
Contudo, os cristãos estão titubeando muito mais do que Dilma e Serra, que se encontram na desconfortável situação de verem a questão do aborto e “casamento” gay pesando numa eleição inteira.
Aqueles que deveriam ter compromisso com o Reino de Deus estão fazendo muitas negociações, esquecendo-se ou não se importando que fazer compromisso com candidatos políticos em tempo de eleição é um mau negócio. Tudo o que o candidato Lula negociou em 2002 sobre aborto e homossexualismo seu governo jamais cumpriu. Mas, acima de tudo, se os valores do Reino de Deus são inegociáveis, por que tantas negociações?
Com Ariovaldo Ramos e Edir Macedo, a Teologia da Missão Integral (versão protestante da Teologia da Libertação) se uniu à Teologia da Prosperidade para sustentar o insustentável: um governo que durante oito anos trabalhou pelo aborto, pelo homossexualismo, aliançado com Fidel Castro, Hugo Chavez e outras famosas ditaduras internacionais. Respeito aos direitos humanos? Só nos discursos. No que depender do PT, de Ariovaldo Ramos, Edir Macedo e Bispo Manoel Ferreira, as populações de Cuba, Irã, Venezuela e Coreia do Norte podem continuar a ser massacradas sob as grossíssimas vistas da diplomacia brasileira.
No que se refere à ideologia marxista — que essencialmente crê que o centro do universo é o santo e generoso Estado “assistencialista” —, Serra não é muito diferente de Dilma, como a própria Marina Silva reconheceu, considerando seus partidos no mesmo nível ideológico nas origens. O único motivo de preocupação dela nesta eleição foi a “onda de conservadorismo”, reconhecida pela imprensa como a principal força que está se opondo ao aborto e ao homossexualismo.
Ninguém esperava essa onda, e mesmo se declarando não conservadora antes da onda, Marina acabou no primeiro turno recebendo votos de milhões de conservadores, que votaram nela para evitar o abortismo e homossexualismo de Dilma e Serra. Mas seu testemunho principal, moldado pela Teologia da Libertação, foi ficar em cima do muro ou lavando as mãos, como uma versão verde de Pôncio Pilatos. Nenhuma queixa contra as posturas anticristãs de Dilma ou do PT — com quem ela trabalhou com a consciência tranquila durante muitos anos — ou de Serra. Só queixas contra o conservadorismo.
De Macedo e Ariovaldo Ramos, não se espera nada, pois não existe coerência em aliados de um governo patentemente anticristão. Enquanto Macedo tocou explicitamente no assunto do aborto em tom de aprovação, Ariovaldo pró-Dilma divulgou seu manifesto público, declarando: “manifestamos as nossas rejeições diante da onda de conservadorismo que se abateu sobre o país nesse processo eleitoral”. E Marina, em sua “Carta Aberta aos Candidatos à Presidência da República Dilma e Serra”, igualmente não toca no assunto do aborto e homossexualismo uma única vez, mas critica abertamente o que ela enxerga como “esse conservadorismo renitente que coloniza a política e sacrifica qualquer utopia em nome do pragmatismo sem limites”.
A utopia dela — envolvendo marxismo, socialismo, Teologia da Libertação, Teologia da Missão Integral, evangelho progressista, evangelho comunista e afins — não merece ser sacrificada em prol do verdadeiro e único Evangelho? Não merece ser sacrificada pelo bem-estar moral de milhões de famílias que não precisam e não querem governos que, dizendo-se a favor dos pobres, são obcecados, doentes e insanos por aborto e homossexualismo?
De Silas, espera-se mais. Seu testemunho contra o PLC 122 e contra o aborto é notável e louvável. Mas apoiar Serra publicamente é compatível com os valores do Reino de Deus? E que tipo de compatibilidade houve no apoio dele no passado a Lula e Sérgio Cabral? Marcelo Crivella e Magno Malta são destaques também entre os evangélicos por combaterem o PLC 122, mas estão com Dilma, que tem um histórico de violência e luta armada que ela nunca renega e hoje está alinhada com o PT em sua ambição de transformar o Brasil numa ditadura marxista e a América Latina numa União das Republiquetas Socialistas do Foro de São Paulo.
Será uma alegria enorme ver a derrota da terrorista comunista Dilma, mas uma vitória de Serra será motivo de comemoração?
Entenda que esta eleição não representa alegria, pois os eleitores não poderão escolher entre uma solução menor e uma solução maior. Pelo contrário, é uma eleição de dor e sofrimento, principalmente para homens e mulheres que têm valores elevados de justiça e família, onde a única opção humana disponível é escolher entre o mal maior e o mal um pouco menor. É uma escolha entre um governo que trará grandes problemas e outro que trará problemas imensos.
Os dois candidatos representam perigos reais. Dilma, em maior grau; Serra, em menor. É como escolher, metaforicamente, entre um assassino e um estuprador. Se você escolhe o assassino, sua esposa e filhas são estupradas na sua frente e no final você e elas são mortos. Se escolhe o estuprador, você e elas escapam com vida, mas elas são estupradas.
O que não é metáfora nem ficção é que as políticas deles realmente trarão mortes e estupros, em muitos sentidos diferentes e reais. Aborto propositado e legalizado é assassinato sancionado pelo Estado. Ensinar homossexualismo ou sexo para crianças nas escolas é estupro psicológico perpetrado pelo Estado. Sacralizar e proteger legalmente o conceito de “orientação sexual” abre as portas para todos os tipos de barbarismo e anormalidade, inclusive a pedofilia, sob as “bênçãos” do Estado. Dificultar relações diplomáticas com Israel e facilitá-las com as ditaduras sanguinárias do Irã e Coreia do Norte é trazer espírito de morte e maldição ao Brasil, assim como manter ligações com grupos terroristas como as Farc e o Hamas. Tudo isso o PT tem feito religiosamente, enquanto que metade disso o PSDB aprova e faz.
É por isso que não voto em nenhum dos dois, mas entendo aqueles que, vendo o mal maior do PT aparelhado ao Estado e transformando o Brasil em tirania, estão dispostos a tapar o nariz para votar em Serra. Entretanto, dá para entender os que não tapam o nariz e ainda negociam?
Diante do mal, o Reino de Deus e seus valores são inegociáveis, mas muitos membros importantes da Frente Parlamentar Evangélica estão se vendendo em troca de propostas indecorosamente altas. O PT está conseguindo comprar a consciência de parlamentares evangélicos que até recentemente viam e avisavam sobre as ameaças dos projetos do PT. Agora, sob o peso das tentações terrenas, eles se calam para a verdade e só desentopem a boca para elogiar os bons pagadores.
No entanto, aqueles que negociarem os valores do Reino de Deus verão a Palavra de Deus se cumprir. Antes de o governo e a sociedade do Brasil serem castigados por suas iniquidades, o juízo se abaterá sobre a casa de Deus, a começar por homens que trazem o titulo de pastor, bispo, apóstolo, deputado evangélico, etc. De Deus não se zomba. Ele não tolerará para sempre os que negociam os valores do Reino de Deus em troca de ideologias de morte, roubo e destruição, ainda que venham elegantemente mascaradas de assistência aos pobres.
Então, se não há em quem votar, para onde recorrer? Ao Rei do Reino de Deus. Ninguém entende melhor de política do que Ele.
Uma convocação pública e nacional de jejum, choro e oração poderia trazer para o Brasil um aumento da “onda de conservadorismo” contra o aborto e o homossexualismo — uma onda maior que traga justiça e repudio à institucionalização de toda iniquidade.
Nesta eleição, ninguém esperava uma onda contra o aborto e o homossexualismo, mas ela veio, fazendo o diabo estremecer de raiva e pavor.
Quem a enviou não pode mandar muito mais?
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