Julio Severo

A menina, o banheiro e o marmanjo gay

Publicado em banheiro, Folha de S. Paulo, PSDB por juliosevero em 28 de janeiro de 2012

A menina, o banheiro e o marmanjo gay

Julio Severo
Uma menina de dez anos entra no banheiro feminino de uma pizzaria e se assusta. Ela volta para sua mãe e cochicha: “Tem um homem lá dentro do banheiro! Ele tá vestido de mulher!”
A mãe não tem dúvida: numa reação natural que qualquer outra mãe teria, reclama para o dono da pizzaria.
O dono, em atenção à mãe e à segurança dela e sua filha, pediu, quase que implorando, para que o homem vestido de mulher não voltasse mais ao banheiro feminino.
Toda a humilhação e imploração do dono de nada valeram. O caso chegou à Secretaria da Justiça do Estado de São Paulo, que telefonou — não para a mãe e sua filha —, mas para o homossexual, de nome Laerte Coutinho, dizendo que a pizzaria violou a lei estadual 10.948/2001, sobre discriminação por orientação sexual ou identidade de gênero. A pizzaria será multada e ameaçada por forças governamentais a serviço e seviciadas pelo movimento gay. Laerte está determinado a exigir essa truculência estatal contra a pizzaria, como lição para todas as meninas do Brasil que encontrarem um gay no banheiro das mulheres.

Homossexual Laerte Coutinho exige “direito” de estar em banheiros femininos com meninas de 10 anos

A Secretaria da Justiça não se incomodou em telefonar para a menina de 10 anos, nem para sua mãe, talvez porque o marmanjo gay seja funcionário do notório jornal esquerdista Folha de S. Paulo, que já foi denunciado por defender descaradamente o assassinato de crianças em gestação.

O caso expõe nitidamente a hipocrisia do governo e da imprensa esquerdista. Na polêmica lei da palmada, os dois atacaram os pais e sua autoridade, alegando que os interesses das crianças devem estar acima de tudo. Mas quando um homossexual entra no cenário, o holofote fica só para ele, e a pobre criança é atirada para um cantinho escuro.
Se a menina tivesse ligado para a Secretaria de Justiça denunciando que sua mãe lhe deu umas palmadas, a resposta governamental teria vindo imediatamente para punir a mãe.
Mas se a menina tivesse denunciado, “Tem um homem vestido de mulher no banheiro!”, a resposta governamental nunca viria para punir o sem-vergonha. Viria, isso sim, para ameaçar o dono do estabelecimento, a mãe da criança (por ter ensinado “homofobia” para a menina) e para dar uma bronca na menina por deixar sua mãe lhe ensinar “preconceito, discriminação e ódio”.
O governo e a mídia incitam crianças a denunciar os pais, que são os maiores protetores de seus filhos.
Mas o governo e a mídia nunca incitam crianças a denunciar predadores homossexuais. Tudo indica que, na visão governamental e midiática, pais são muito mais perigosos do que esses predadores.
A Folha de S. Paulo, que está gritando histericamente em favor de seu funcionário homossexual, calou-se para o fato de que uma menina estava envolvida. Nenhum jornalista nem autoridade governamental e muito menos um membro do Conselho Tutelar apareceu para dizer: “Ei, temos de colocar a menina antes do homossexual!” É uma vergonha colossal que o Estado de São Paulo sob o PSDB e a Folha de S. Paulo estejam colocando o homossexual na frente da menina.
Poderia haver perigo com a presença de um homossexual num banheiro feminino com uma menina por perto? Homens homossexuais também ameaçam meninas. Apesar de seu padrão politicamente correto, até mesmo a Globo não deixou de noticiar o caso de dois pais-de-santo homossexuais que estupraram uma menina de 9 anos.
Qualquer caso de uma menina na presença de um homem no banheiro feminino é suficiente para despertar justa indignação em qualquer pessoa normal, especialmente nos pais. Tal indignação só aumenta diante da injustiça de uma imprensa e até governo que tratam com descaso uma menina e sua mãe a fim de prestigiar um marmanjo homossexual.
Casos como esse só tendem a inflamar e incitar a violência contra os homossexuais, porque embora a imprensa e até o governo coloquem homossexuais na frente de uma menina e sua mãe, as pessoas normais sempre defenderão uma menina ameaçada pela presença de marmanjos em banheiros femininos.
Se até nos banheiros masculinos os homens estão enfrentando problemas provocados por homossexuais, por que estender agora essa insegurança aos banheiros das mulheres?
Cada vez mais, de forma descarada, shopping centers e outros lugares estão sendo usados como pontos de prostituição gay — bem nos banheiros masculinos. E, talvez por temor da obsessão anti-“homofobia, os homens olhem e ignorem. Já presenciei homossexuais que, dentro do banheiro do shopping, ficam ali como canibais do sexo anal, olhando cada homem que entra, esperando uma oportunidade de sexo.
A lei 10.948/2001, que está sendo usada para garantir que o marmanjo gay tenha acesso aos banheiros femininos, é uma insanidade do PSDB. Embora o PLC 122 não tenha sido aprovado como lei federal, o governo estadual do PSDB aprovou uma lei anti-“homofobia” no Estado de São Paulo em 2001. A lei foi criada em resposta à reivindicação de dois homossexuais que estavam se beijando em público e se queixaram de pessoas próximas que se sentiram ofendidas. A lei do PSDB foi criada especificamente para proteger o erotismo homossexual em público.
Como resultado direto dessa lei:
* Homossexuais dançaram de calcinha na Assembleia Legislativa de São Paulo em 2007, sem nenhum impedimento.
* Um pastor foi preso no centro de São Paulo, após pregar contra as práticas homossexuais.
* O Estado de São Paulo lidera o ranking de incitação de denúncias por “homofobia”.
* Um bêbado foi multado em quase 15 mil reais por chamar um homossexual de “veado”.
* Uma  igreja evangélica teve seus outodoors com versículos bíblicos violentamente removidos pela “justiça” de São Paulo.
Todas essas consequências vieram de uma lei específica para beneficiar dois gays que queriam a liberdade de se beijar em público, na frente de adultos e crianças.
Que tipo de lei farão agora para atender ao marmanjo gay que exige estar com meninas e suas mães nos banheiros femininos?
Enquanto isso, o que uma mãe deverá dizer à sua filha de 10 anos que testemunhar um marmanjo gay no banheiro feminino? Ficar em silêncio para não ofender o marmanjo?

Igreja evangélica na mira da lei anti-“homofobia” do Estado de São Paulo

Publicado em Antônio Hernandes Lopes, Brasil Sem Homofobia, Casa de Oração, PSDB, Ribeirão Preto por juliosevero em 3 de dezembro de 2011

Igreja evangélica na mira da lei anti-“homofobia” do Estado de São Paulo

Outdoors com versículos sobre homossexualismo mobilizam autoridades contra pastor e sua igreja

Julio Severo
Depois de denúncias de grupos homossexuais contra o conteúdo dos outdoors que reproduzia textos bíblicos sobre o comportamento homossexual, a Secretaria da Justiça e Cidadania do Estado de São Paulo instaurou um processo administrativo para investigar se foi um caso de discriminação sexual, conforme a Folha de S. Paulo.

Lei anti-“homofobia” do PSDB no Estado de São Paulo ameaça igrejas e a Bíblia

O caso aconteceu em agosto, quando a Igreja Evangélica Casa da Oração de Ribeirão Preto pagou para a publicação das seguintes passagens da Bíblia:

“Se também um homem se deitar com outro homem, como se fosse mulher, ambos praticaram coisa abominável.” (Levítico 20:13 RA)
“Por causa disso, os entregou Deus a paixões infames; porque até as mulheres mudaram o modo natural de suas relações íntimas por outro, contrário à natureza; semelhantemente, os homens também, deixando o contacto natural da mulher, se inflamaram mutuamente em sua sensualidade, cometendo torpeza, homens com homens, e recebendo, em si mesmos, a merecida punição do seu erro.” (Romanos 1:26-27 RA)
“Portanto, arrependam-se e voltem para deus, a fim de que ele perdoe os pecados de vocês.” (Atos 3:19 BLH)
O pastor Antônio Hernandes Lopes, responsável pela colocação dos versículos bíblicos nos outdoors, declarou para a Folha de S. Paulo que não teve intenção de ofender ninguém. “Apenas pus a Palavra de Deus que está na Bíblia.” Lopes deixou claro que nada tem contra os homossexuais. “Só não compactuamos com a maneira de se relacionarem”, disse.
Embora o PLC 122 não tenha sido aprovado como lei federal, o governo estadual do PSDB aprovou uma lei anti-“homofobia” no Estado de São Paulo em 2001. A lei foi criada em resposta à reivindicação de dois homossexuais que estavam se beijando em público e se queixaram de pessoas próximas que se sentiram ofendidas. A lei do PSDB foi criada especificamente para proteger manifestações homossexuais públicas.
Agora, a mesma lei do PSDB que protege beijos e obscenidades homossexuais em público quer a censura de versículos bíblicos em público e a perseguição legal de pastores que os divulgam.
Com informações da Folha de S. Paulo via Agência de Notícias da Aids
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>Onde fica o Reino de Deus na disputa entre PT e PSDB?

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Onde fica o Reino de Deus na disputa entre PT e PSDB?

Enquanto o avanço das leis anti-“homofobia” do governo federal sob o PT esbarrou em fortes resistências cristãs, os mesmos tipos de lei encontraram poucos obstáculos em seu avanço no Estado de São Paulo sob o PSDB. O que farão os cristãos agora?

Julio Severo
Em 1992, a Igreja Universal do Reino de Deus tinha uma postura firme contra o aborto, e contra Lula e o PT. Não era necessário ser visionário para enxergar que o PT no governo traria aborto e homossexualismo — mas ninguém imaginava que seria muito pior do que pensávamos.
O PT chegou ao poder graças a uma horrorosa deturpação do conceito do que é o Reino de Deus, pregada por uma CNBB majoritariamente adepta da Teologia da Libertação. Os evangélicos, que sempre tinham um pé atrás com a ideologia de Lula, acabaram aderindo — sob inspiração de Caio Fábio — a essa teologia.
Na segunda metade da década de 1990, o Bispo Edir Macedo começou a mudar radicalmente de opinião, passando a apoiar conjuntamente o aborto e o PT, levando sua endinheirada igreja a caminhar lado a lado com a CNBB e Ariovaldo Ramos numa visão religiosa onde o PT é um tipo de implementador oficial das políticas de sua versão do “Reino de Deus”.
Segundo eles, o PT estaria perdoado por sua promoção do aborto e do homossexualismo, pois “ajuda os pobres”. Quem quer que faça isso é parceiro de sua versão do “Reino de Deus”, independente do que tenha feito. Por isso, eles facilmente perdoam Fidel Castro e Hugo Chavez. É o vale-tudo pelos pobres: matar, roubar e destruir.
Fiel à sua ideologia abortista, Macedo se coloca hoje ao lado da candidata abortista Dilma Rousseff. O Pr. Silas Malafaia já criticou a postura pró-aborto e pró-Dilma de Macedo, o qual respondeu argumentando que Serra é também a favor do aborto.
Seria imprudente presumir que Dilma e Serra não terão governos comprometidos com a causa do aborto e do homossexualismo. Lula é a amostra (e ameaça) viva do que será o governo de Dilma. O Estado de São Paulo sob o PSDB, com suas radicais leis anti-“homofobia”, é a amostra (e ameaça) viva do que será o governo de Serra.
Serra foi sincero o suficiente para dizer que apoiará a união civil homossexual — exatamente como fez publicamente Marina Silva, que confessou ter a mesma posição de Marta Suplicy —, e Dilma disfarçou suas antigas posições de aborto.
Se Dilma ganhar, a mentira se transformará em realidade cruel. Se Serra ganhar, quem conseguirá impedi-lo de fazer pelo PLC 122 o que o PSDB fez pela versão estadual dessa lei em São Paulo, que teve um avanço espetacular? E os grupos homossexuais proclamarão que Serra venceu porque defendeu publicamente os interesses deles, enquanto que Dilma titubeou.
Contudo, os cristãos estão titubeando muito mais do que Dilma e Serra, que se encontram na desconfortável situação de verem a questão do aborto e “casamento” gay pesando numa eleição inteira.
Aqueles que deveriam ter compromisso com o Reino de Deus estão fazendo muitas negociações, esquecendo-se ou não se importando que fazer compromisso com candidatos políticos em tempo de eleição é um mau negócio. Tudo o que o candidato Lula negociou em 2002 sobre aborto e homossexualismo seu governo jamais cumpriu. Mas, acima de tudo, se os valores do Reino de Deus são inegociáveis, por que tantas negociações?
Com Ariovaldo Ramos e Edir Macedo, a Teologia da Missão Integral (versão protestante da Teologia da Libertação) se uniu à Teologia da Prosperidade para sustentar o insustentável: um governo que durante oito anos trabalhou pelo aborto, pelo homossexualismo, aliançado com Fidel Castro, Hugo Chavez e outras famosas ditaduras internacionais. Respeito aos direitos humanos? Só nos discursos. No que depender do PT, de Ariovaldo Ramos, Edir Macedo e Bispo Manoel Ferreira, as populações de Cuba, Irã, Venezuela e Coreia do Norte podem continuar a ser massacradas sob as grossíssimas vistas da diplomacia brasileira.
No que se refere à ideologia marxista — que essencialmente crê que o centro do universo é o santo e generoso Estado “assistencialista” —, Serra não é muito diferente de Dilma, como a própria Marina Silva reconheceu, considerando seus partidos no mesmo nível ideológico nas origens. O único motivo de preocupação dela nesta eleição foi a “onda de conservadorismo”, reconhecida pela imprensa como a principal força que está se opondo ao aborto e ao homossexualismo.
Ninguém esperava essa onda, e mesmo se declarando não conservadora antes da onda, Marina acabou no primeiro turno recebendo votos de milhões de conservadores, que votaram nela para evitar o abortismo e homossexualismo de Dilma e Serra. Mas seu testemunho principal, moldado pela Teologia da Libertação, foi ficar em cima do muro ou lavando as mãos, como uma versão verde de Pôncio Pilatos. Nenhuma queixa contra as posturas anticristãs de Dilma ou do PT — com quem ela trabalhou com a consciência tranquila durante muitos anos — ou de Serra. Só queixas contra o conservadorismo.
De Macedo e Ariovaldo Ramos, não se espera nada, pois não existe coerência em aliados de um governo patentemente anticristão. Enquanto Macedo tocou explicitamente no assunto do aborto em tom de aprovação, Ariovaldo pró-Dilma divulgou seu manifesto público, declarando: “manifestamos as nossas rejeições diante da onda de conservadorismo que se abateu sobre o país nesse processo eleitoral”. E Marina, em sua “Carta Aberta aos Candidatos à Presidência da República Dilma e Serra”, igualmente não toca no assunto do aborto e homossexualismo uma única vez, mas critica abertamente o que ela enxerga como “esse conservadorismo renitente que coloniza a política e sacrifica qualquer utopia em nome do pragmatismo sem limites”.
A utopia dela — envolvendo marxismo, socialismo, Teologia da Libertação, Teologia da Missão Integral, evangelho progressista, evangelho comunista e afins — não merece ser sacrificada em prol do verdadeiro e único Evangelho? Não merece ser sacrificada pelo bem-estar moral de milhões de famílias que não precisam e não querem governos que, dizendo-se a favor dos pobres, são obcecados, doentes e insanos por aborto e homossexualismo?
De Silas, espera-se mais. Seu testemunho contra o PLC 122 e contra o aborto é notável e louvável. Mas apoiar Serra publicamente é compatível com os valores do Reino de Deus? E que tipo de compatibilidade houve no apoio dele no passado a Lula e Sérgio Cabral? Marcelo Crivella e Magno Malta são destaques também entre os evangélicos por combaterem o PLC 122, mas estão com Dilma, que tem um histórico de violência e luta armada que ela nunca renega e hoje está alinhada com o PT em sua ambição de transformar o Brasil numa ditadura marxista e a América Latina numa União das Republiquetas Socialistas do Foro de São Paulo.
Será uma alegria enorme ver a derrota da terrorista comunista Dilma, mas uma vitória de Serra será motivo de comemoração?
Entenda que esta eleição não representa alegria, pois os eleitores não poderão escolher entre uma solução menor e uma solução maior. Pelo contrário, é uma eleição de dor e sofrimento, principalmente para homens e mulheres que têm valores elevados de justiça e família, onde a única opção humana disponível é escolher entre o mal maior e o mal um pouco menor. É uma escolha entre um governo que trará grandes problemas e outro que trará problemas imensos.
Os dois candidatos representam perigos reais. Dilma, em maior grau; Serra, em menor. É como escolher, metaforicamente, entre um assassino e um estuprador. Se você escolhe o assassino, sua esposa e filhas são estupradas na sua frente e no final você e elas são mortos. Se escolhe o estuprador, você e elas escapam com vida, mas elas são estupradas.
O que não é metáfora nem ficção é que as políticas deles realmente trarão mortes e estupros, em muitos sentidos diferentes e reais. Aborto propositado e legalizado é assassinato sancionado pelo Estado. Ensinar homossexualismo ou sexo para crianças nas escolas é estupro psicológico perpetrado pelo Estado. Sacralizar e proteger legalmente o conceito de “orientação sexual” abre as portas para todos os tipos de barbarismo e anormalidade, inclusive a pedofilia, sob as “bênçãos” do Estado. Dificultar relações diplomáticas com Israel e facilitá-las com as ditaduras sanguinárias do Irã e Coreia do Norte é trazer espírito de morte e maldição ao Brasil, assim como manter ligações com grupos terroristas como as Farc e o Hamas. Tudo isso o PT tem feito religiosamente, enquanto que metade disso o PSDB aprova e faz.
É por isso que não voto em nenhum dos dois, mas entendo aqueles que, vendo o mal maior do PT aparelhado ao Estado e transformando o Brasil em tirania, estão dispostos a tapar o nariz para votar em Serra. Entretanto, dá para entender os que não tapam o nariz e ainda negociam?
Diante do mal, o Reino de Deus e seus valores são inegociáveis, mas muitos membros importantes da Frente Parlamentar Evangélica estão se vendendo em troca de propostas indecorosamente altas. O PT está conseguindo comprar a consciência de parlamentares evangélicos que até recentemente viam e avisavam sobre as ameaças dos projetos do PT. Agora, sob o peso das tentações terrenas, eles se calam para a verdade e só desentopem a boca para elogiar os bons pagadores.
No entanto, aqueles que negociarem os valores do Reino de Deus verão a Palavra de Deus se cumprir. Antes de o governo e a sociedade do Brasil serem castigados por suas iniquidades, o juízo se abaterá sobre a casa de Deus, a começar por homens que trazem o titulo de pastor, bispo, apóstolo, deputado evangélico, etc. De Deus não se zomba. Ele não tolerará para sempre os que negociam os valores do Reino de Deus em troca de ideologias de morte, roubo e destruição, ainda que venham elegantemente mascaradas de assistência aos pobres.
Então, se não há em quem votar, para onde recorrer? Ao Rei do Reino de Deus. Ninguém entende melhor de política do que Ele.
Uma convocação pública e nacional de jejum, choro e oração poderia trazer para o Brasil um aumento da “onda de conservadorismo” contra o aborto e o homossexualismo — uma onda maior que traga justiça e repudio à institucionalização de toda iniquidade.
Nesta eleição, ninguém esperava uma onda contra o aborto e o homossexualismo, mas ela veio, fazendo o diabo estremecer de raiva e pavor.
Quem a enviou não pode mandar muito mais?
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