Julio Severo

Cristãos da Europa na mira

Publicado em Bob Unruh, Europa, Gudrun Kugler, perseguição, perseguição religiosa por juliosevero em 28 de março de 2012

Cristãos da Europa na mira

Relatório mostra que eles sofrem mais ataques do que qualquer outra religião

Um novo relatório revela que os cristãos são alvo de ataques físicos, intolerância e discriminação por motivo religioso mais do que pessoas de qualquer outra fé na Europa.

Estatísticas mostram a amplitude do problema: 74% dos entrevistados no Reino Unido responderam que houve mais discriminação negativa contra os cristãos do que contra pessoas de outras fés, segundo relatório divulgado em 2011 pela organização Observatório da Intolerância e Discriminação contra Cristãos na Europa.

O relatório mostra que 84% do “vandalismo em rápida ascensão na França é direcionado a locais de culto cristãos. Na Escócia, 95% da violência com motivação religiosa tem como alvo os cristãos”.
Elaborado por Gudrun Kugler, cuja ONG pode ser encontrada em IntoleranceAgainstChristians.eu, o relatório destaca o fato de que os cristãos são atacados exatamente por serem cristãos.
“O termo ‘intolerância’ remete à dimensão social, e o termo ‘discriminação’ ao legal. O comportamento intolerante e discriminatório resulta da oposição a pontos específicos da fé cristã ou de posições morais que são parte intrínseca da fé cristã”, afirma o relatório. “O comportamento intolerante e discriminatório também é resultado de um viés negativo e categórico contra cristãos e contra o cristianismo como um todo. Esse comportamento faz com que vários setores da sociedade sejam usados como veículos de intolerância e discriminação contra cristãos. Dentre eles estão a mídia e as artes (por meio de estereótipos negativos e exibições profanas); o âmbito governamental (por meio de uma lei discriminatória ou uma decisão judicial enviesada); o âmbito político (exclusão da esfera pública, uma resolução do parlamento, etc.). Intolerância e discriminação contra cristãos também se tornam públicos no local de trabalho, na universidade e na esfera privada e social.
“’Cristofobia’ e ‘anticristianismo’ são termos comuns que descrevem o mesmo problema”, afirma o relatório.
O documento observa também que não existe uma estimativa no âmbito da Europa inteira, mas várias pesquisas locais fundamentam a preocupação quanto ao sentimento e às ações anticristãs.
Na Escócia, por exemplo, de 693 acusações agravadas por preconceito religioso, 2,3% foram contra judeus e 2,1% contra o islã. O restante foi contra católicos e protestantes.
Na França, 94% do vandalismo com ligações religiosas “foi direcionado a locais cristãos”, afirma o relatório.
Mais de dez organizações reconheceram a ascensão do problema e emitiram declarações, incluindo o Seminário do Parlamento Europeu, que declarou que “a intolerância anticristã ocorre de diferentes formas na União Europeia e, portanto, precisa de uma abordagem em várias frentes”.
De acordo com o Instituto Cristão do Reino Unido, cerca de 85% dos crimes de ódio na Europa são contra cristãos.
Kigler afirma: “Notamos também restrições profissionais aos cristãos: uma aplicação restritiva da liberdade de consciência faz com que profissões como juízes, médicos, enfermeiras, parteiras e farmacêuticos gradativamente se fechem para os cristãos. Já está na hora de um debate público para responder a essa realidade”, afirma Kugler. “Professores e pais enfrentam perigo quando discordam da ética sexual definida pelo Estado. Nossa pesquisa mostra que com uma abordagem mais complacente à religião e ao Cristianismo em particular, a Europa cumprirá com seu valor fundamental de liberdade”.
Na categoria Liberdade Religiosa foi listado um caso envolvendo um mosteiro na Turquia, cujas terras foram “expropriadas” pelo governo, decisão que foi mantida pelo judiciário do país. E na Espanha, um painel de vidro foi fixado para impedir os fiéis de entrarem na capela da Universidade de Valladolid. A direção da universidade disse aos alunos: “Vão rezar no pátio”.
Na Alemanha, uma mãe cumpriu pena de prisão de 43 dias por se recusar a matricular seu filho em uma aula de educação sexual explícita considerada obrigatória pelo governo, e um membro da equipe do Primeiro Ministro Britânico David Cameron exigiu a proibição de casamentos em igrejas cristãs até que eles celebrassem também “casamentos” entre pessoas do mesmo sexo.
Na categoria Liberdade de Expressão, um professor francês foi demitido por mostrar a seus alunos um vídeo sobre o aborto e por falar sobre as leis do aborto na França. Na Polônia, uma conferência terapêutica que visava ajudar pessoas que lutavam contra a atração pelo mesmo sexo teve negada a permissão de utilizar as instalações da Fundação Faculdade de Medicina em Poznan. Carteiros do Reino Unido se recusaram a entregar gravações do Livro de Marcos do Novo Testamento depois de o chamarem de “material ofensivo”. Um líder do Partido Nacional Escocês, Gordon Wilson, relatou que um “motim” o expulsou do conselho do Gabinete de Apoio ao Cidadão de Dundee por ter manifestado apoio ao casamento tradicional.
Em Liberdade de Consciência, pais adotivos no Reino Unido perderam o direito de ajudar crianças porque se recusaram a apoiar o homossexualismo, uma farmácia foi vandalizada na Alemanha depois que o dono se recusou a vender drogas abortivas, e juízes de paz da Holanda serão avaliados anualmente para garantir que facilitem o “casamento” entre pessoas do mesmo sexo.
Alguns dos problemas mais relevantes vêm das políticas de “igualdade” que favorecem os homossexuais, de acordo com o estudo. Em um disparate na Croácia, um “professor de catecismo católico em uma escola primária de Zagreb foi acusado de homofobia por não dizer nada a não ser ensinamentos da Igreja Católica durante as aulas de catecismo”.
Internacionalmente, a Apple suprimiu a diversidade com a retirada de dois aplicativos cristãos do iPhone, e organizações católicas do Reino Unido foram ordenadas a facilitar as adoções por homossexuais ou então fecharem as portas.
Outros problemas vieram da intolerância social ao Cristianismo e da exclusão dos cristãos da vida pública, segundo o relatório.
A difamação contra os cristãos se destacou em um caso na Polônia em que torcedores de futebol homossexuais demandaram assentos separados nos campeonatos de 2012.
Segundo o relatório, “O comentarista esportivo da Imprensa Associada, Terry Taylor, noticiou a respeito do pedido com o seguinte comentário: ‘A homofobia também continua profundamente enraizada na Polônia por causa do legado do comunismo, que tratava o homossexualismo como um tabu, e dos ensinamentos da igreja em um país predominantemente católico romano’”.
Acrescentou o jornalista com relação ao caso da Polônia: “Autoridades da embaixada americana sob o governo Obama reclamaram que os ensinamentos da Igreja Católica são uma das principais fontes de ‘homofobia’ no país de maioria católica”.
Foram citados também dezenas de casos de “ódio”, como o incidente na Bélgica em que uma autoridade católica foi alvejada com tortas, janelas quebradas na Áustria após um evento pró-vida, incêndio em uma igreja da Espanha e túmulos vandalizados na França.
“Os cristãos não deveriam ser marginalizados ou discriminados por serem herdeiros de um grupo religioso que teve no passado, e ainda tem, um papel importante”, conclui o relatório.
“A religião, e acima de tudo a fé cristã, é um bem valioso para a sociedade: As pessoas religiosas possuem um estilo de vida mais saudável e expectativas de vida mais longas; possuem chances menores de sofrerem de depressão, têm casamentos mais estáveis, são menos propícios a cometerem atos criminosos e são mais generosos na contribuição para o bem comum A religião deveria ser promovida e estimulada, e não restringida e oprimida”.
Traduzido por Luis Gustavo Gentil do artigo do WND: “Bull’s-eye placed on European Christians

Ativistas gays censuram líder cristão pró-família na Moldávia

Publicado em Moldávia, perseguição, Vitalie Marian por juliosevero em 26 de janeiro de 2012

Ativistas gays censuram líder cristão pró-família na Moldávia

Julio Severo
Conversei sábado com Vitalie Marian, um dos líderes do movimento pró-vida na Moldávia, um país muito conservador.
Com 96% da população de cristãos ortodoxos, a Moldávia não quer nenhuma marcha gay nem leis pró-homossexualismo. Mas como o país mais pobre da Europa, a Moldávia está vulnerável à ação das máfias que raptam meninas e moças para o tráfico sexual internacional e também vulnerável às pressões ideológicas de governos mais fortes.
Nunca houve uma parada gay na Moldávia, apesar das pressões dos grupos homossexuais que recebem milhões de dólares vindos dos Estados Unidos e Europa. Mas o governo desse país pobre está sendo colocado cada vez mais na parede. A Europa ameaça que a Moldávia só será aceita como membro da União Europeia depois de aprovar leis anti-homofobia e outros privilégios aos homossexuais.
Sob essa pressão, em 1995 a Moldávia legalizou a sodomia. Em 1998, o governo preparou um projeto de lei antidiscriminação, esperando aprová-lo silenciosamente, exclusivamente para agradar à União Europeia. Mas a organização de Vitalie (www.salvareafamiliilor.com) ficou sabendo do projeto e organizou uma campanha nacional, coletando mais de 100.000 assinaturas.
O projeto de lei dá aos ativistas gays o direito de ir às escolas para ensinar a homossexualidade, obriga o governo a promover campanhas antidiscriminação nos setores públicos e privados e dá aos homossexuais poderes de denunciar e processar qualquer cidadão por suspeita de homofobia ou discriminação. Até este momento, o projeto não foi aprovado, por conta das pressões da Igreja Ortodoxa e da organização de Vitalie, a qual realiza protestos, debates e conferências onde palestrantes conscientizam o povo acerca dos perigos desse projeto.
Vitalie tem sido mirado como o inimigo número 1 do movimento homossexual na Moldávia. Por isso, em março de 2011 ele foi processado por escrever no blog dele que a homossexualidade é pecado e pelo fato de que ele fez uma lista negra de todos os políticos que apoiam ou promovem a agenda gay na Moldávia.
Os ativistas homossexuais estão exigindo que ele apague todas as informações de seu blog e redija um pedido formal de perdão, dizendo que a homossexualidade é uma “atração romântica”. Eles também exigem que ele lhes pague uma indenização.
A pedido dos grupos homossexuais, o juiz proibiu Vitalie de compartilhar com o público detalhes das acusações feitas pelos ativistas gays. É por esse motivo que Vitalie colocou um aviso em seu blog dizendo que está sendo censurado por um movimento que tem os bolsos cheios de dinheiro americano e europeu. É por esse motivo também que estou divulgando para todo o Brasil a perseguição que o endinheirado movimento gay da Moldávia está fazendo contra um cristão ortodoxo.

Eis o manifesto de Vitalie:

Na República da Moldávia NÃO TENHO o direito de livre expressão!
Em março de 2011, como administrador do meu próprio blog (www.marianvitalie.eu), fui intimido a comparecer a um tribunal por causa da queixa da organização “Gender Doc-M”. Essa é uma organização gay na República da Moldávia. Estou sendo sofrendo ações legais por expressar minha opinião sobre o estilo de vida homossexual. Em 1 de agosto de 2011 a pedido da organização gay “Gender Doc-M”, o tribunal deu sua decisão, pela qual fui proibido de revelar ao público as acusações que a organização gay trouxe contra mim, as quais até agora não foram provadas pelo tribunal.
Considero essa decisão como um ataque ao meu direito de livre expressão, o direito garantido pela Constituição e pela Lei 64 sobre liberdade de expressão. Declaro também o fato de que a comunidade LGBT da Moldávia começou uma vasta campanha de atormentar as pessoas que têm uma opinião diferente sobre a homossexualidade. Aqui gostaria de mencionar casos recentes como: “Gender Doc-M” vs. Privesc.Eu, “Gender Doc-M” vs. Mdn.md etc.
Nesse sentido, começando hoje, 21 de janeiro de 2012, lanço um protesto do “silêncio” em meu blog sob o título “Na República da Moldávia NÃO TENHO o direito de livre expressão!”, pelo qual expresso que desaprovo a violação do meu direito de liberdade de pensamento, opinião e expressão pública.
Meu protesto do “silêncio” permanecerá até 21 de fevereiro de 2012.
Vitalie Marian, blogueiro
Mob. +373-60-189-672
E-mail: christianimpact@gmail.com

Muçulmanos são os líderes mundiais em perseguição aos cristãos

Publicado em islamismo, muçulmanos, Open Doors, perseguição, Portas Abertas por juliosevero em 11 de janeiro de 2012

Muçulmanos são os líderes mundiais em perseguição aos cristãos

9 dos 10 piores agressores seguem leis islâmicas

Michael Carl
Nove das 10 nações que mais perseguem cristãos seguem principalmente a lei islâmica, e a “Primavera Árabe” que percorre partes do norte da África gerou um surto de repressão, de acordo com relatório publicado pela organização Open Doors (Portas Abertas).
O país restante da lista dos 10 é a Coréia do Norte, liderada por um regime comunista fanático que considerava os seus dois antigos líderes como deuses.
Os 10 classificados pelo relatório este ano são, na ordem, Coréia do Norte, Afeganistão, Arábia Saudita, Somália, Irã, Maldivas, Uzbequistão, Iêmen, Iraque e Paquistão.
Segundo o relatório, chamado World Watch List, os maiores avanços na perseguição de cristãos vieram de dois países africanos no calor da “Primavera Árabe”. O Sudão subiu da posição 35 para 16, e a Nigéria subiu de 23 para o 13.
Os resultados do relatório, de acordo com o presidente do escritório americano da Open Doors, Carl Moeller, podem ser atribuídos ao extremismo islâmico.
Moeller afirma que: “De acordo com nossa pesquisa, a tendência está na Nigéria, no Sudão, por toda aquela região da África, onde o extremismo do norte pretende pressionar os cristãos e animistas do sul. Estamos vendo muita violência, e a Nigéria é um grande exemplo disso. O sul do país é praticamente todo cristão, evangélico, pentecostal, bastante vigorosos no seu cristianismo”.
Moeller diz ainda que o norte do país é completamente diferente.
“O norte é dominado politica e religiosamente por elementos extremistas caracterizados pelo grupo radical Boko haram”.
Esse nome, que vem de uma região da Nigéria que viu aumentar a violência anticristã, significa “a educação ocidental é um pecado”.
A rejeição ao Ocidente parece total para os membros desse grupo, segundo Moeller.
“O Boko Haram, em pleno Natal, bombardeou cinco igrejas na Nigéria, e há poucos dias explodiu bombas na cidade de Kano, onde diversas áreas estão em estado de emergência”, acrescenta.
Moeller acredita que a maioria dos muçulmanos não aspira à violência.
“Há um grande debate dentro do próprio islã. Ainda há vários estudos abrangentes que indicam que a grande maioria dos muçulmanos não possuem perspectivas violentas. Isso ocorre no Ocidente e em todos os outros lugares. Milhões de muçulmanos são capazes de viver em paz com seus vizinhos de outras religiões pelo mundo” observa Moeller.
No entanto, o problema é quem parece estar guiando o movimento.
“A forma como as ideias muçulmanas são propagadas pelo mundo está em sua maioria nas mãos dos extremistas. São eles que clamam fidelidade aos ensinamentos de Maomé e do Corão. Ao fazer isso, eles se posicionam como verdadeiros crentes do islã, e isso é um forte argumento para aqueles que querem ser fieis à sua herança religiosa”, afirma Moeller.
O extremismo está crescendo como uma proporção do islã mundial.
“Estamos vendo a natureza dos atos de violência se tornando mais extremos e mais difundidos. Há uma ou duas décadas atrás, ela era bastante limitada a homens-bomba no centro do Oriente Médio, da Palestina e alguns outros lugares. Hoje estamos vendo ataques de homens-bomba na Ásia, na Indonésia, na África, na Nigéria, por todo o mundo, e isso é preocupante para todos os cristãos que vivem nesses países”, afirma Moeller.
Embora concorde com os números da perseguição, a editora do site Atlas Shrugs questiona a questão do extremismo.
“O que o Dr. Moeller chama, na melhor das intenções, de ‘extremismo’ é na verdade o comportamento islâmico predominante”, afirma Geller.
“Ele é sancionado, e mesmo estimulado pelo Corão e por Maomé. Os ‘extremistas’ são na verdade os muçulmanos que ousam ser pacíficos”, afirma.
Moeller diz que há uma tendência visível que se segue a um aumento da população muçulmana de qualquer país.
“Vemos claramente que em lugares onde a educação islâmica é dominante, o extremismo tende a ser mais popular. Podemos ver as revoluções que aconteceram no ano passado como um exemplo disso. Derrubar um ditador é maravilhoso, e como americanos na nossa liberdade, ecoamos isso. A grande questão no momento é pelo que esses ditadores estão sendo substituídos, pois parece que o islamismo radical está saindo na vantagem em todas as eleições e em todas as novas formações de governo que estão acontecendo no norte da África. O Egito, por exemplo, pode em breve estar sob controle da Irmandade Islâmica, uma organização cujo propósito é criar um califado mundial, uma sociedade muçulmana. Em 2012, talvez vejamos uma transição para o extremismo apoiado pelo governo, e isso também é preocupante”, afirma Moeller.
Jonathan Racho, do International Christian Concern, uma organização cristã de direitos humanos, diz que concorda com as conclusões do relatório sobre o aumento da perseguição.
“Como se pode ver no relatório, a perseguição de cristãos acontece em sua maioria nos países islâmicos”, afirma. “A perseguição de cristãos está piorando, e o mundo precisa estar atento a esse problema”.
Os países de 11 a 20 na classificação são Eritréia, Laos, Nigéria, Mauritânia, Egito, Sudão, Butão, Turcomenistão, Vietnã e Chechênia, também dominados por interesses muçulmanos.
Os “aliados” dos EUA que estão entre os 50 países que mais perseguem cristãos são China, Kuwait, Turquia e Índia.
O relatório aponta que na Coréia do Norte, a população cristã entre 200.000 e 400.000 continua na completa clandestinidade, enquanto que outros 50.000 a 70.000 estão em “terríveis campos de trabalhos forçados”.
Segundo Moeller, “Como a morte de Kim Jong-il no mês passado e a sucessão do seu filho Kim Jong-Un irão afetar a condição dos cristãos na Coréia do Norte é difícil de determinar ainda tão cedo. Certamente a situação para os crentes continua perigosa.
Ser um cristão árabe ou praticar o cristianismo secretamente em um país dominado pelo islamismo é um desafio enorme. Os cristãos geralmente são perseguidos por extremistas, pelo governo, pela comunidade e até pelas próprias famílias. Como reflete o relatório World Watch List publicado este ano, a perseguição de cristãos nesses países muçulmanos continua a crescer. Embora muitos tivessem achado que a Primavera Árabe traria mais liberdade, incluindo a liberdade religiosa para as minorias, é certo que isso ainda não foi o caso”.
O relatório afirma que mais de 300 cristãos foram mortos por sua fé na Nigéria no ano passado, embora se acredite que o número real seja o dobro ou o triplo disso.
Ele afirma ainda que a China possui a maior igreja perseguida, com 80 milhões de membros, mas sua posição caiu dos principais 20 este ano para a posição 21. No ano passado o país estava em 16. Isso se deve em grande parte ao fato de os pastores de igrejas domésticas terem aprendido a brincar de “gato e rato” com o governo.
A lista é baseada em um questionário desenvolvido pela Open Doors para medir o grau de perseguição em mais de 60 países. Os questionários são preenchidos pela equipe da Open Doors atuando nos países, e então cruzados com a ajuda de especialistas independentes para chegar a uma pontuação numérica por país. Os países então são classificados de acordo com a pontuação.
Tradução: Luis Gustavo Gentil
Fonte em português: www.juliosevero.com

Campanha homossexual internacional contra Julio Severo e outros cristãos

Publicado em Paypal, perseguição por juliosevero em 9 de setembro de 2011

Campanha homossexual internacional contra Julio Severo e outros cristãos

Em abaixo-assinado em inglês, português, espanhol e francês, ativistas gays dos EUA pretendem coletar 25 mil assinaturas para que PayPal não mais aceite doações dirigidas a Julio Severo e outros cristãos que combatem a agenda gay

Julio Severo
A organização homossexual americana AllOut (Tudo fora do armário) está empreendendo uma campanha em massa, através do Facebook, Twitter, e-mails e sites com a finalidade de pressionar o PayPal a cancelar a conta de Julio Severo, Family Research Council, Peter LaBarbera e outros.
O PayPal é um serviço internacional usado por cristãos e não-cristãos para transações monetárias e doações. No caso dos ativistas gays, eles não precisam de doações voluntárias, pois sua agenda se alimenta de rapinagens, onde gordas verbas estatais são dadas a eles com o dinheiro que é arrancado dos bolsos dos trabalhadores que pagam impostos.
Em sua campanha, que começou nesta semana, AllOut disse:
DIGA AO PAYPAL: Acabe com o negócio do ódio
O PayPal estipula oficialmente que seus usuários “não podem usar o serviço PayPal para atividades que [...] promovem o ódio, a violência, a intolerância racial”, mas o PayPal acabou se convertendo no sistema de pagamento favorito de grupos extremistas anti-LGBT ao redor do mundo. O PayPal deve agir imediatamente para fechar estas contas e proibir toda página que promova o ódio anti-LGBT.
13.890 pessoas apoiam esta campanha. Ajude a gente a alcançar a 25.000’ assinaturas
Graças ao PayPal, enviar e receber dinheiro através de continentes e entre moedas nacionais é mais fácil do que nunca – mas o PayPal também é responsável por assegurar-se de que esta tecnologia não caia nas mãos erradas. Vários grupos extremistas, violentos e anti-LGBT estão usando o PayPal para arrecadar fundos a suas causas perigosas.
Promover “ódio, violência, [e] intolerância racial” não apenas é contra as regras do PayPal como também estes grupos de ódio prejudicam a marca e a credibilidade da companhia. Pedimos ao PayPal que se una à luta contra o ódio na internet e que feche imediatamente as contas de grupos extremistas anti-LGBT.
Dez páginas extremistas usam o serviço PayPal
Abiding Truth Ministries (Estados Unidos/Internacional) Grupo extremista que alega que “o partido Nazista era completamente controlado por homossexuais militares”.
New Generation Ministries (Letônia/Internacional) Igreja extremista baseada na Letônia com sucursais em 15 outros países. Em um vídeo gravado durante uma manifestação anti-LGBT, o líder da igreja diz que “os homossexuais não são pessoas felizes nem espirituais, porque foram violados e abusados sexualmente na infância, o que não lhes dá o direito de violar outros!”
Noua Dreaptă (Romênia/Balcãs) Grupo ultra-nacionalista que foi vinculado ao planejamento de manifestações homofóbicas e ataques violentos em celebrações do Orgulho LGBT na Romênia e Moldávia.
Truth in Action Ministries (antigo Coral Ridge) (Estados Unidos) Igreja extremista que promove mentiras anti-LGBT tais como “os cristãos que creem na Bíblia não são bem-vindos no novo exército pansexual e travesti de Barney Frank”.
Dove World Outreach Ministries (Estados Unidos) A infame igreja de ódio “Queimem o Corão” cujo pastor predica que “a homossexualidade faz Deus vomitar”.
Last Days Watchman – site de Júlio Severo (Estados Unidos/Brasil) Líder brasileiro anti-LGBT e escritor/ideólogo que finalmente fugiu do Brasil depois que ativistas LGBT brasileiros o processaram judicialmente por incitamento ao ódio. Júlio Severo conta repetidamente a mentira de que 10% dos gays são pedófilos, e vai além dizendo que a maioria dos homens homossexuais “bebem urina, comem fezes e sofrem traumas retais com frequência” enquanto estão “bêbados, drogados ou participando de orgias”.
Faithful Word Baptist Church (Estados Unidos) Essa igreja de ódio, do pastor Steven L. Anderson, descreveu gays como “sodomitas” que “recrutam através da violação” e “recrutam através do assédio sexual”.
Family Research Institute (Estados Unidos) Conhecidos por dizer que gays são depredadores e pervertidos doentes que vitimam crianças.
Americans for Truth About Homosexuality (Estados Unidos) Este grupo alega que a homossexualidade é um “comportamento viciante letal”, uma prática “perigosa” que não é “normal nem benigna”.
American Society for the Defense of Tradition, Family and Property / Sociedade Americana em Defesa da Tradição, Família e Propriedade (Internacional) Organização extremista católica a nível internacional, originalmente baseada no Brasil e com ramificações na Argentina e Estados Unidos. Conhecida por organizar manifestações homofóbicas nos Estados Unidos, e por publicar anúncios pagos pedindo às pessoas que se “unam à Cruzada” de “resistência consciente” frente à “revolução moral homossexual”.
Diferente dos ativistas gays que recebem MUITO dinheiro do governo para suas muitas atividades, eu não recebo recurso algum do governo, nem de outras entidades. O que ganho é usado para sustentar minha família, com nossos quatro filhos pequenos. Mas se os ativistas, que nem família têm para sustentar, precisam de apoio, imagine só minha situação.
É claro que no caso dos ativistas homossexuais, o dinheiro que recebem na verdade não vem do governo, pois o governo nenhum dinheiro tem. O dinheiro vem de você. Vem do seu bolso. O governo toma (rouba, assalta, mediante impostos iníquos) o seu dinheiro para entregar aos ativistas. Assim, quer queiramos ou não, somos forçados a contribuir para o movimento homossexual. O governo força o povo brasileiro a sustentar paradas gays e a doutrinação homossexual das crianças nas escolas.
Entretanto, graças a Deus meu blog não faz parte da rede de exploradores que vive à custa da pilhagem do povo mediante impostos.
Gasto muito tempo preparando e escrevendo artigos para postar neste blog. Meu blog e todas as suas mensagens são minha contribuição voluntária e meu sacrifício pessoal para ajudar a informar você.
Se desejar apoiar este trabalho de forma espiritual, ore pelo autor e seus esforços de escrever e divulgar artigos de esclarecimento. Ore contra as campanhas gays que visam isolar financeiramente a mim e minha família. Se eles tiverem êxito, nós como família — que já fomos obrigados a viver no exterior por causa de insanas leis e ameaças gays — não teremos condições de sobreviver. Por isso, ore. A oração é sempre a ajuda mais importante.
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