Julio Severo

Fantástico na luta contra a pedofilia?

Publicado em Fantástico, pedofilia, Xuxa por juliosevero em 28 de maio de 2012

Fantástico na luta contra a pedofilia?

Ibope de declaração de coelhinha dos baixinhos estimula Globo em campanha hipócrita

Julio Severo
Aproveitando o embalo da declaração de Xuxa, que posou de vítima de abuso sexual (se esquecendo de seu longo passado onde ela mesma erotizou milhares de crianças e ainda fez papel de destaque em filme pornográfico que a retrata seduzindo, totalmente nua, um menino de 12 anos), o Fantástico da Globo, em seu programa de 27 de maio, ensinou sua audiência a denunciar os casos de abuso sexual.
Se fossem honestos, deveriam ter dito: “Em primeiro lugar, parem de ver as novelas e filmes obscenos da Globo. Enfim, removam a Globo e a TV de seus lares!” Mas essa seria uma reação muito suave. A reação certa exige denúncia. Quem então denunciará a Globo?
A Rede Globo, com a cumplicidade de Xuxa entre muitos outros, passou décadas erotizando e sexualizando as crianças do Brasil, preparando-as para um sexo muito, muito antes do tempo e de um compromisso de casamento. E agora aparece toda essa turma posando de heróis e santos? Agora a merecedora de denúncias quer ensinar o povo brasileiro a denunciar outros?
Xuxa com um “baixinho” de 12 anos antes de se tornar a rainha dos baixinhos

A emissora erotizadora de crianças nunca viu nada de errado no histórico daquela que era a coelhinha do Pele, depois se tornou coelhinha da Playboye no final coelhinha dos baixinhos. Agora a coelhinha resolveu virar vítima com perda de memória das inúmeras crianças vítimas de suas coelhices erotizadoras.

Igualmente aproveitando o embalo do Ibope da rainha da erotização dos baixinhos, o senador Magno Malta já convocou Xuxa para depor na CPI da Pedofilia. Por que não? Ele poderia também convocar a Globo, a revista Playboy, etc.
E uma raposa esperta poderia ser convidada para entrar no galinheiro e ensinar as senhoras galinhas como se proteger das raposas.
Faz sentido, não?
Dá até para imaginar Stálin sendo convocado para uma campanha anticomunista e Hitler para uma campanha antinazista!
Antes de se tornar coelhinha dos baixinhos, Xuxa como coelhinha da Playboy

Não se assustem se a própria revista Playboy entrar na campanha contra a pedofilia, convidando Xuxa para posar nua novamente em sua capa, talvez junto com Malta. Tudo por “amor às crianças”. A nudez envelhecida deles, e da senhora Globo, não produzirá nenhuma atração, mas sua hipocrisia tem feito muito sucesso.

A hipocrisia deles é realmente fantástica!

Fantástico: Xuxa diz que sofreu abuso sexual

Publicado em "Campanha Não Bata Eduque", Amor estranho amor, Fantástico, nudez, pedofilia, Playboy, Xuxa por juliosevero em 22 de maio de 2012

Fantástico: Xuxa diz que sofreu abuso sexual

Revelação irá abafar escândalo de filme de pedofilia que vem assombrando sua vida e carreira durante décadas?

Julio Severo
No programa Fantástico de domingo passado, Xuxa alegou que sofreu abusos sexuais na infância. Supostamente, foram três homens.
Xuxa, no Fantástico, revelando-se vítima de pedofilia

Sua declaração forte trouxe uma alta em sua imagem num momento em que sua carreira já não tem o brilho que tinha antes. O brilho tem sido cada vez mais ofuscado por um sombrio esqueleto em seu armário: Em 1982 ela fez o papel principal do filme “Amor estranho amor”, que contém cenas de pedofilia explícita em que ela seduz um menino.

Xuxa vem travando uma batalha judicial sem tréguas para que o filme, que tem perturbado sua carreira e fama, não seja oficialmente comercializado em DVD. Seus produtores haviam chegado a exigir 100 mil reais por ano para manter o filme “extinto”. O desgaste com o obsceno filme pró-pedofilia tem sido um flagelo na fama e bolso da atriz.
Xuxa, em filme pró-pedofilia, fazendo sexo com um menino

A trajetória de Xuxa, com suas recentes revelações de pedofilia na infância, teve um início com contexto previsível. Sabe-se que ela, por costume da família ou vontade própria, gostava de andar nua dentro de casa quando era menina. Crianças de lares com tais “hábitos” não raramente enxergam com “naturalidade” o sexo.

Qualquer homem moralmente são teria dificuldade de visitar uma casa onde o pai permite que sua filha de oito, dez ou doze anos ande “ao natural”. Não chega a ser “fora do normal” um lar com nudez descarada produzir abusos sexuais. É um ambiente produtor de tentações.
Tais lares, além de tornarem suas crianças vulneráveis aos oportunistas sexuais, não veem nada de errado em revistas pornográficas.
Xuxa como capa da Playboy: ganhando muito dinheiro

Xuxa não só tinha essa visão, mas também chegou a posar nua para várias revistas pornográficas, inclusive a mais famosa, a Playboy. O que era “natural” para ela acabou também virando fonte de renda.

Mesmo com esse histórico moralmente turbulento, ela acabou entrando no mercado infantil, com um programa primeiramente na TV Manchete e depois na TV Globo, onde dançarinas mirins com trajes curtos e a garotada garantiram para ela e para a TV Globo IBOPE e audiência. Ela passou de coelhinha da Playboyà rainha dos baixinhos.
É uma carreira infantil de sucesso alicerçada em assombrações pornográficas e pedofílicas.
Ela não era, é claro, o exemplo ideal para as crianças. Mas o mundo imundo da TV tem valores inversos de uma família que protege os filhos com valores morais.
Durante o governo de Lula, Xuxa encabeçou a campanha nacional “Não Bata, Eduque!”, lançada por Lula em Brasília. A campanha, de modo ostensivo, buscava a criminalização de pais e mães que aplicam castigos físicos como disciplina para o mau comportamento dos filhos.
Xuxa mostrou sua rebelião a esse mundo com limites para as crianças. Talvez ela anseie um mundo onde as crianças possam tranquilamente andar livres dentro de casa — livres de roupas — e assim estar mais preparadas para ver com naturalidade o sexo e a revista Playboy.
Mas a experiência de uma infância sem limites e sem roupas não trouxe felicidade para a menina Xuxa. Trouxe, pelo que alega ela, estupros. E trouxe, pelo que mostra seu currículo, seu estrelato num filme de pedofilia explícita e participação em revistas pornográficas.
Em todas essas décadas, Xuxa jamais reclamou de ter sofrido peso na consciência pela óbvia incoerência entre sua vida no mercado pornográfico e no mercado infantil. O que importava, talvez, fosse obter dinheiro, fosse de qual fosse a procedência.
Na entrevista ao Fantástico, Xuxa se queixa de um pai ausente, mas quando ela teve oportunidade de fazer diferença na sua vida, ela escolheu ter uma filha sem um pai. Ela determinou que a figura do pai ficasse ausente da vida de sua filha.
Depois de sua recente confissão de abuso sexual na infância, Xuxa deveria abandonar seu ativismo contra os direitos dos pais disciplinarem seus filhos e imporem limites — inclusive o uso de roupas — neles. Abuso e violência não é impor limites nos filhos, conforme hoje esbraveja Xuxa com sua campanha anti-pais, mas a falta de limites.
Seu ativismo agora deveria se limitar aos malefícios da nudez dentro de casa, de como essa prática torna as crianças presas fáceis de pedófilos, do sexo casual e da pornografia.
O ativismo dela deveria também incluir uma campanha de alerta para que os pais bloqueiem toda pornografia em seus lares.
E ela poderia também aproveitar e aparecer novamente no Fantástico para pedir perdão às famílias e crianças do Brasil pelo filme “Amor estranho amor”, onde ela mesma, já adulta consciente e com fome de grana, fez descarada propaganda pró-pedofilia.

Grécia causa revolta ao colocar pedofilia na lista de “deficiências físicas”

Publicado em deficiência física, Grécia, pedofilia por juliosevero em 19 de janeiro de 2012

Grécia causa revolta ao colocar pedofilia na lista de “deficiências físicas”

17 de janeiro de 2012 (FRCblog.com) — Esta semana trouxe ainda outro daqueles casos que fazem qualquer um dizer: “Você só pode estar brincando!”
A Associated Press noticiou que o governo grego expandiu sua lista de “deficiências físicas” oficialmente reconhecidas para incluir os pedófilos (e também os que gostam de exibir os órgãos sexuais, os cleptomaníacos e os piromaníacos [indivíduos que têm impulso doentio de provocar incêndios]).
Isso significa que os pedófilos na Grécia estão agora em condições de receber salários por deficiência física totalmente pagos pelo governo. Eles vão receber não apesar da pedofilia, mas por causa dela.
Presumo que a classificação de “deficiência física” tenha origem nas iniciativas que identificam a pedofilia como doença mental. Mas nem toda “doença” é uma “deficiência física”. A Wikipédia oferece várias definições de “deficiência física”, mas um conceito central é a existência de uma “restrição na capacidade de realizar uma atividade normal da vida diária”. Os pedófilos não têm uma “restrição na capacidade de realizar uma atividade normal”. Eles têm uma inclinação de realizar uma atividade anormal. Isso não é deficiência física.
Remover a pedofilia da esfera da condenação moral e colocá-la na esfera da saúde mental é um passo a mais para normalizá-la. Alguns defensores da pedofilia, como aqueles que participaram de uma conferência de Baltimore no ano passado, gostariam de ir muito mais longe, removendo a pedofilia totalmente da lista de desordens mentais. Agora a Grécia esta a beira de efetivamente financiá-la.
Levada ao extremo, a atitude do governo grego corre o risco de criar um incentivo realmente pervertido — para que indivíduos saudáveis se tornem (ou finjam ser) pedófilos meramente para obter os pagamentos de assistência do governo.
Felizmente, os que defendem os deficientes físicos na Grécia estão condenando a atitude governamental como “incompreensível”. Yannis Vardakastanis, que é cega, disse: “Não é realmente certo dar aos predadores sexuais uma proporção de 20 a 30 por cento, e só 10 por cento aos diabéticos”.
Considerando a crise econômica que vem confrontando a Grécia em anos recentes, é de assustar que eles chegariam ao ponto de considerar dar pagamentos para pedófilos.
Publicado com permissão de FRCblog.com
Anarquia sexual: o legado de Kinsey, da Dra. Judith Reisman
Anarquia sexual, de Matt Barber

Dupla homossexual de pais-de-santo estupra criança e Globo, novamente, omite os nomes dos criminosos

Publicado em crimes homossexuais, pai-de-santo, pedofilia, TV Globo por juliosevero em 17 de janeiro de 2012

Dupla homossexual de pais-de-santo estupra criança e Globo, novamente, omite os nomes dos criminosos

Julio Severo
No ano passado, o G1 da Globo publicou uma reportagem com o título “Pais de santo são presos por estupro de menina e aborto no RS”.
A Globo reconheceu a dupla como pais-de-santo e homossexuais, mas, numa reverência assustadora às políticas governamentais de proteção às religiões afro-brasileiras, omitiu completamente o nome dos criminosos.
Eu bem entendo essas pressões. Tenho recebido mensagens de pais-de-santo ameaçando acionar o governo federal contra mim e meu blog. Afinal, qualquer crítica às práticas religiosas deles é encarada como ataque a uma cultura e às vezes até classificada de racismo!
Contudo, o comportamento da Globo é pérfido. Quando noticia pedofilia de padres ou pastores, a Globo sempre cita os nomes completos dos criminosos. E raramente a Globo deixar de noticiá-los. Mas quando esse tipo de crime envolve homossexuais ou pais-de-santo, raramente a Globo noticia. E quando noticia, não cita nomes! Sem mencionar que a Globo jamais menciona a pedofilia no mundo televisivo.
Recentemente, publiquei artigos de artistas de Hollywood que hoje confessam que foram estuprados quando eram crianças. Foram estuprados dentro de Hollywood. Foram estuprados por indivíduos poderosos do mundo artístico.
Anos atrás, conversei com um adulto que, quando criança, foi usado sexualmente por um artista brasileiro.
Nesse caso, a Globo mantém silêncio monástico sobre a pedofilia da televisão brasileira pelo simples fato de que esse é o segredo mais bem guardado da televisão brasileira.
Eu, como cristão, não me oponho à atitude da Globo de noticiar pedofilia de pastores e padres. Não me oponho também à atitude da Globo de sempre citar os nomes deles. Eles devem ser expostos e pagar por seus crimes.
Mas seria interessante descobrir qual o canal de TV que mais influenciou esses pastores e padres pedófilos na infância deles. Desgraçadamente, 99% das famílias católicas e evangélicas que conheci eram viciadas nas novelas da Globo. Com esse estímulo global, quem é que não cai em perversões? Na igreja e na Bíblia, essas famílias, e especialmente seus filhos, não eram sexualizados precocemente. Eles aprendiam sexualização precoce na tela global.
O menino então cresce vendo, junto com a família, cenas de sexo em novelas e filmes da Globo e depois, quando se torna pastor ou padre, coloca em prática o que via, e aparece a Globo acusando de pedofilia. E o inspirador desse crime, junto com o patrocinador, fica numa boa. Efetivamente, eles jogam gasolina e álcool na fogueira e depois dizem que não fizeram nada.
Certa vez, ao aguardar numa casa a vinda de pessoas para uma reunião de estudo bíblico, o casal da casa estava com a TV ligada na Globo. Quando apareceu uma cena com dois pelados na cama, pedi aos donos da casa que desligassem o televisor. Já tive de fazer o mesmo pedido em outros lares e lugares evangélicos.
A Globo sexualizou gerações e multidões de crianças de todo o Brasil e agora, para enfrentar a trágica onda de crianças sexualizadas e abusadas, invoca a intervenção do governo, o próprio patrocinador da sexualização televisiva, em suas campanhas de culpabilização das famílias. Nem a Globo nem o governo federal têm a mínima moralidade de combater a pedofilia que tanto promovem.
Oponho-me à atitude da Globo de nunca denunciar crimes de pedofilia no mundo televisivo, inclusive em seu próprio meio.
Oponho-me à atitude da Globo de incitar a pedofilia no Brasil por meio de sua programação imoral patrocinada por empresas estatais como a Petrobras. É o governo federal pagando para pedofilar o Brasil através da Globo. Depois, para pagar pelos crimes deles, usam a família como bode-expiatório, como se a família fosse responsável por todos os crimes sexuais que a Globo e o governo federal estimulam.
Oponho-me à atitude da Globo de rarissimamente denunciar crimes de pedofilia nas religiões afro-brasileiras.
Oponho-me à atitude da Globo de, nos raríssimos casos em que noticia crimes nas religiões afro-brasileiras, omitir os nomes dos pais-de-santo.
A notícia a seguir, com a Globo omitindo os nomes dos pais-de-santo criminosos, é do G1. Aproveite e copie, antes que pais-de-santo apadrinhados pelo governo venham me mandar mensagens ameaçadoras:
Pais de santo são presos por estupro de menina e aborto no RS, diz polícia
Segundo a polícia, crimes ocorreram entre os anos de 2007 e 2009.
Garota teria sido estuprada dos 9 aos 12 anos, em Guaíba (RS).
Glauco Araújo
Dois pais de santo foram presos, nesta quinta-feira (26), por suspeita de estuprar uma menina – hoje com 14 anos – durante três anos e provocar um aborto na vítima, em Guaíba (RS). Os crimes ocorreram dos 9 aos 12 anos da garota, entre os anos de 2007 e 2009. A mãe descobriu o estupro e o aborto e denunciou os crimes à polícia. Eles foram levados para o Presídio Estadual de Osório.
Segundo o delegado Rafael Soares Pereira, de Guaíba, os dois pais de santo seriam homossexuais e moravam juntos em uma casa na cidade, onde também funcionava um terreiro. “Eles usavam a vítima, que era filha de santo, para ficarem excitados e manterem relação sexual entre si, sempre após o estupro da menina.”
Ainda de acordo com Pereira, os dois ainda serão julgados pela Justiça de Guaíba pelos estupros cometidos contra a menina. “Eles respondiam pelo crime em liberdade, já que o juiz da cidade não expediu o mandado de prisão que pedimos naquela época.”
Um dos pais de santo foi preso no terreiro, em Guaíba, e o outro, a caminho do trabalho, em Canoas (RS). “Eles estavam ameaçando a família da menina e o juiz expediu o mandado de prisão preventiva. A mãe denunciou o aborto que a filha foi obrigada a fazer quando a garota tinha 12 anos. A gravidez foi fruto de um dos estupros cometidos pelos pais de santo”, disse a delegada Valquíria Meder, que preside um segundo inquérito contra a dupla de religiosos, que versa sobre aborto.
A mãe da vítima teria dito à polícia que sabia que a menina era “filha de santo” no terreiro dos pais de santo, em Guaíba, de acordo com a delegada. Ela soube dos problemas enfrentados pela filha quando a garota contou o caso para uma amiga da família, que é policial militar, e que depois revelou o caso para ela.
“Ela nos disse que a garota chegou a morar com eles durante um ano, período em que estava se separando do marido e precisou mudar de casa, não tendo condições financeiras pra ficar com a filha. A mãe nos revelou que frequentava o terreiro deles e que tinha confiança nos dois. Quando soube do que estava ocorrendo com a filha, registrou o caso na polícia”, disse Valquíria.
A delegada explicou que a vítima teria realizado o aborto em Capão da Canoa (RS), na casa das duas mulheres, que também foram indiciadas pelo crime com os pais de santo. “Elas respondem ao processo de aborto em liberdade, pois não temos registros de que elas estivessem ameaçando a família da vítima”, afirmou Valquíria.
“Foi um prazer prender esses dois pais de santo, principalmente por ter sido um trabalho em conjunto entre duas delegacias, mas também pelo fato que agora responderão aos dois inquéritos presos”, disse o delegado Pereira.
Fonte: www.juliosevero.com, via G1.

Recentes acusações de abuso sexual de crianças em Hollywood são apenas a ponta do iceberg, dizem os especialistas

Publicado em Alison Arngrim, Corey Feldman, Corey Haim, Hollywood, Paul Peterson, pedofilia, Vila Sésamo por juliosevero em 12 de dezembro de 2011

Recentes acusações de abuso sexual de crianças em Hollywood são apenas a ponta do iceberg, dizem os especialistas

Meaghan Murphy
NBC / Warner Bros
Se a recente enxurrada de acusações for provada, Hollywood pode ter em mãos uma horrível epidemia. Nas duas últimas semanas houve três notícias diferentes de acusações de abuso sexual na indústria de entretenimento.
Allison Arngrim (esquerda) estrelou a série “Os Pioneiros”. Ela afirma que boatos sobre abusos sexuais sofridos por Corey Feldman e Corey Haim (direita) quando eram estrelas mirins eram comuns nas décadas de 80 e 90.

Em 1º de dezembro, Martin Weiss, um agente empresarial hollywoodiano de 47 anos e representante de atores mirins, foi acusado do abuso sexual de um ex-cliente. Seu acusador, que era menor de 12 anos na época do suposto abuso, relatou às autoridades que Weiss havia dito que “o que eles estavam fazendo era prática comum na indústria do entretenimento”. Weiss foi declarado inocente.

Em 21 de novembro, Fernando Rivas, de 59 anos, compositor premiado pela série “Vila Sésamo”, foi processado por coagir uma criança a “adotar condutas sexualmente explícitas” na Carolina do Sul. O compositor, formado pelo conservatório de Juillard, também foi acusado de produção e distribuição de pornografia infantil.
Jason James Murphy, de 35 anos, registrado na base de dados de criminosos sexuais da Califórnia, trabalhou como assistente de seleção de elenco em Hollywood durante anos, até que foi revelado no jornal Los Angeles Times de 17 de novembro que no passado ele havia sequestrado e abusado de um garoto. Seu currículo inclui ter convocado jovens atores para filmes de censura livre como “Sujou… Chegaram Os Bears”, “Escola de Rock”, “Doze É Demais 2” e para o remake de “Os Três Patetas”, ainda não lançado.
Revelações desse tipo não são novidade para o ex-astro mirim Corey Feldman. 
Hoje com 40 anos, ele próprio sobrevivente de abuso sexual na infância, alertou o mundo enfaticamente em agosto deste ano sobre os pedófilos que são atraídos pela indústria do entretenimento. “Posso dizer que o problema número um de Hollywood foi e sempre vai ser a pedofilia”, disse Feldman ao noticiário Nightline da emissora ABC. “Esse é o maior problema para as crianças nessa indústria… É o grande segredo”.
Outro astro mirim do passado concorda que Hollywood tem um problema de longa data com a pedofilia. “Quando eu vi aquela entrevista, me veio à mente uma série de nomes e rostos da minha história”, disse à FOXNews.com Paul Peterson, hoje com 66 anos, ex-astro da série de comédia The Donna Reed Show, famosa nas décadas de 50 e 60, e atual presidente da organização A Minor Consideration. “Alguns deles, que eu conheço muito bem, ainda estão lá”.
“Isso vem acontecendo há muito tempo” concorda a ex-estrela de “Os Pioneiros” Alison Arngrim. “O boato corria na década de 80. As pessoas diziam, ‘Ah, os Coreys, todo mundo já pegou’. Falavam sobre isso como se não fosse nada demais”.
Arngrim, hoje com 49 anos, se referia a Feldman e seu parceiro de cena em “Os Garotos Perdidos”, Corey Haim, que morreu em março de 2010 depois de anos de abuso de drogas.
“Eu ouvi literalmente que eles eram ‘rodados’”, afirma Arngrim. “O boato era que lhes davam drogas e faziam sexo com eles. Era horrível. Esses garotos não tinham nem 18 anos. Havia todo tipo de estória sobre todo mundo, até os seus ditos ‘responsáveis’, abusando sexualmente deles e corrompendo-os de todas as formas possíveis”.
Realmente, é a própria natureza da TV e do cinema que atrai predadores, afirmam os especialistas.
“Um set em Hollywood com crianças pode se tornar um atrativo para pedófilos, porque as crianças costumam ser vulneráveis e menos predispostas”, explica a psicoterapeuta de Beverly Hills Dra. Jenn Berman. “Se há uma coisa que sabemos sobre atores, psicologicamente falando, é que são pessoas que gostam de muita atenção. As crianças naturalmente gostam de muita atenção, e quando se coloca uma criança em um set de filmagem sem supervisão para receber a atenção de alguém poderoso, isso cria uma propensão para uma situação muito perigosa”.
Feldman, que relatou estar “cercado” de pedófilos quando tinha 14 anos, afirma que o abuso sexual por um “magnata hollywoodiano” anônimo levou à morte seu amigo Haim aos 38 anos. “Essa pessoa precisa ser exposta, mas infelizmente eu não posso ser quem vai fazê-lo”, disse Feldman ao Nightline.
“Há muito mais do que uma pessoa para culpar”, afirma Arngrim. “Tenho certeza que não foi uma pessoa só que abusou de Corey Haim, e tenho certeza que não era somente ele e Corey Feldman que sabiam sobre isso. Tenho certeza de que dezenas de pessoas estavam cientes da situação e preferiram ficar caladas”.
Arngrim, que também é diretora e porta-voz nacional da protect.org, uma organização que trabalha para proteger crianças de abuso físico, sexual e emocional, declara que a ganância de Hollywood permite que os predadores prosperem. “Ninguém quer parar o trem da alegria”, afirma Arngrim. “Se um ator mirim for abusado sexualmente por alguém da equipe, será que a família, os agentes e os gerentes (que estão recebendo o dinheiro) vão dizer ‘Ok, vamos registrar ocorrência?’ Não, porque isso irá paralisar toda a produção, e cancelar todos os pagamentos. Ou seja, a pressão é para não dizer nada”.
“É quase um sacrifício voluntário para o qual muitos pais não atentam; em que tipo de ambiente eles acham que estão colocando seus filhos?” afirma Peterson. “O ‘teste do sofá’ é real, e às vezes uma simples entrevista leva as pessoas a tomarem medidas desesperadas”.
Arngrim, que revelou o próprio abuso sexual em sua autobiografia de 2010, Confessions of a Prairie Bitch (Confissões de uma Prostituta dos Pioneiros), explica: “Escutei vítimas de todo o país. Todos contam a mesma história, a todos mandam guardar segredo, todos são ameaçados com algo. Corey Feldman pode ter aberto uma caixa de marimbondos ao revelar sua história, mas, sim, isso ainda continua”.
Mesmo que Feldman tenha sido sincero sobre o abuso, ele não deu o nome do predador. “As pessoas não querem falar sobre isso porque temem por suas carreiras”, afirma Peterson. “Do meu ponto de vista, o que Corey fez foi muito corajoso. Seria maravilhoso se suas alegações penetrassem todas camadas de proteção e identificassem os reais envolvidos nessa rede internacional de pornografia infantil, porque ela é enorme e não respeita fronteiras, assim como não respeita a idade da criança envolvida”.
Traduzido por: Luis Gustavo Gentil 
Fonte em português: www.juliosevero.com
Anarquia sexual: o legado de Kinsey, da Dra. Judith Reisman
Anarquia sexual, de Matt Barber

Pesadelo estatal para crianças

Publicado em Conselho Tutelar, pedofilia por juliosevero em 22 de novembro de 2011

Pesadelo estatal para crianças

Órgãos governamentais facilmente tiram crianças de seus pais, e facilmente as expõem a pedófilos

Julio Severo
Reportagem da FoxNews disse:
Uma nova auditoria do Estado da Califórnia revelou que mais de 1.000 criminosos sexuais estão vivendo em casas que têm licença para dar serviços para crianças, adotivas ou não.
A informação de deixar qualquer um perplexo foi descoberta depois que a auditoria foi solicitada para investigar como o Conselho Tutelar lidou com mortes de crianças em casas para crianças adotivas.
No começo deste ano, o deputado Henry Perea da cidade de Fresno solicitou que o estado investigasse as mortes de crianças que estão sob a custódia do Conselho Tutelar. A solicitação foi feita depois que Seth Ireland, um menino de dez anos, foi surrado até a morte pelo namorado de sua mãe adotiva em 2008.
Bill Grimm, o assessor jurídico sênior do Centro Nacional de Lei para Jovens, acha que a negligência dos Conselhos Tutelares de usar bancos de dados de criminosos sexuais aos quais o órgão tem acesso é “censurável e indesculpável”.
“Como é que eles tiram uma criança de sua família, do lar dos pais dela, por alegarem que a criança estava insegura ou havia sido abusada e então colocam essa criança numa instituição ou casa em que ela fica sujeita a riscos e mais abusos? Isso é simplesmente indesculpável”, disse Grimm.
Ei, descobriu-se que apenas a Califórnia tem 1.000 criminosos sexuais que vivem em casas que têm licença para dar serviços para crianças adotivas. E quanto aos outros 49 estados americanos?
Estamos vivendo em pleno século 21, não estamos? Como é que os serviços estatais para crianças podem estar expondo crianças a pedófilos?
Na década de 1980, minha amiga Mary Pride denunciou como os órgãos governamentais eram perigosos para as crianças. Naquela época, sem dúvida alguma, o Estado prometeu adotar medidas para tornar as crianças seguras de sua própria insegurança.
Então, na década de 1990, Brenda Scott, em seu livro “Out of Control. Who’s Watching Our Child Protection Agencies?” (Fora de Controle: Quem é que está de Olho nos Órgãos de Proteção à Criança?), desmascarou como os Conselhos Tutelares dos EUA facilmente tiravam as crianças de seus pais e as expunham a criminosos sexuais e outros pervertidos. De novo, o Estado prometeu corrigir sua insegurança…
Em seguida, em 2005 vimos reportagens de abundante abuso sexual contra as crianças em casas que têm licença para dar serviços de creche para crianças, ou serviços para crianças adotivas. E o Estado veio com suas promessas de sempre… E as crianças continuaram inseguras.
Lamentavelmente, o Estado tem sido incapaz de evitar expor as crianças aos criminosos sexuais. E tem sido igualmente incapaz de evitar facilmente tirar as crianças de seus pais.
Abuso: Conselho Tutelar dos EUA facilmente tira filha do casal Marcin e Nicole Leszczynski

Reportagem da FoxNews denunciou:

A filha de 3 anos de um casal do Havaí lhes foi tirada durante 18 horas depois que eles foram presos por se esquecerem de pagar dois sanduiche de 9 reais.
O passeio que se transformou em pesadelo ocorreu na quarta-feira enquanto a família estava fazendo compras na filial local da rede de supermercados Safeway.
“Fizemos uma longa caminhada até o supermercado e eu estava me sentindo desfalecida, zonza, como se eu precisasse comer algo. Então, decidimos arranjar uns sanduíches e comê-los enquanto estávamos fazendo compras”, Leszczynski disse para o noticiário da TV.
Leszczynski, que está com 30 semanas de gravidez, seu marido Marcin e sua filha Zophia compraram alimentos no valor de 90 reais — mas se esqueceram de seus dois sanduíches com salada e frango.
“Foi uma distração completa, um momento em que nós pais nos distraímos”, Leszczynski disse para a TV KHON.
Quando a família estava saindo, o guarda de segurança os parou e pediu o recibo deles.
“Eu me ofereci para pagar. Nós tínhamos o dinheiro. Nós tínhamos acabado de fazer compras”, Leszczynski disse para a TV.
Mas, em vez de aceitar o dinheiro, a mãe grávida disse para KHON que o gerente da Safeway chamou a polícia. O casal foi levado para a delegacia de polícia de Honolulu onde foram fichados por furto de quarto grau. Então Zophia foi levada sob a guarda do Conselho Tutelar.
“Quando nos notificaram que teriam de levá-la porque ambos seríamos presos, eu simplesmente não consegui acreditar. Não pude acreditar que isso estava acontecendo, pois me esqueci de pagar o sanduíche e por causa disso nossa filha estava sendo levada para longe de nós”, Leszczynski disse para KHON.
A mãe de Zophia disse que passou a noite inteira sem dormir se preocupando com sua filha e desabafou sua angustia num site para mães chamado www.babycenter.com. O comentário dela atraiu a atenção de centenas de mães e pais que ficaram indignados.
“Não sabíamos onde estava nossa filha, não sabíamos qual era a situação. Ela não tinha nenhuma outra roupa, exceto a que havia usado no supermercado”, Leszczynski disse para KHON.
Felizmente, a menininha foi devolvida 18 horas mais tarde para seus pais. Mas 18 horas, ou alguns dias longe de seus pais num órgão estatal, é tempo suficiente para pedófilos e outros predadores fazerem seu trabalho sujo. Numa sociedade obcecada por sexo, as crianças estão inseguras sempre que estão longe de sua família natural.
Versão em inglês deste artigo: State nightmare for children
Divulgação: www.juliosevero.com

Anarquia sexual: o legado de Kinsey

Anarquia sexual: o legado de Kinsey

24 de agosto de 2011 (Notícias Pró-Família) — Nossas crianças estão sob ataque de um inimigo pérfido e perigoso.
Alfred Kinsey, o homem que encabeçou a engenharia social que criou o movimento de anarquia

Em 17 de agosto de 2011, mais de 50 ativistas participaram de uma conferência para “indivíduos que sentem atração por menores de idade”, isto é, pedófilos. O propósito da conferência foi eliminar o “estigma” ligado à pedofilia e redefinir a pedofilia como “orientação sexual” normal. O Ministério da Justiça dos Estados Unidos apurou que 64 por cento das vítimas de estupro anal violento são meninos com menos de 12 anos e que 58.200 crianças foram raptadas por indivíduos não parentes em 1999.

Os tão chamados “especialistas” no campo da sexualidade humana afirmam que as crianças são sexuais não só desde o nascimento, mas até mesmo no útero e são participantes voluntários de atos sexuais com adultos.
Crianças são incentivadas a ter experiências sexuais cedo e muitas vezes e a se envolver sexualmente com membros do mesmo sexo bem como do sexo oposto. As doenças sexualmente transmissíveis entre adolescentes estão aumentando em proporções epidêmicas, e variedades novas e às vezes fatais de doenças estão sendo registradas. Mais de 50.000 adolescentes contraíram o HIV que avançou para AIDS total e já em 1992 mais de 7.000 meninos e 1.500 meninas morreram de HIV/AIDS.
Como foi que chegamos a esse ponto? Como é que podemos deter essa loucura antes que percamos uma geração inteira?
A pergunta de como chegamos a esse ponto pode ser respondida com duas palavras: Alfred Kinsey. Mesmo 55 anos depois de sua morte. O Dr. Alfred C. Kinsey continua a afetar profundamente a cultura americana. Dois de seus apoiadores mais ardentes, a Dra. Carol Vance, ativista lésbica e antropóloga da Universidade de Columbia, e o Dr. John Money, um defensor assumido da pedofilia e pioneiro de cirurgia transgênera na Universidade de Johns Hopkins, resumiram de forma convincente o legado do Dr. Kinsey — um legado que eles consideram “progresso” sexual, mas é em realidade anarquia sexual.
Falando num congresso sobre Kinsey em 1998 de companheiros sexólogos da Universidade Estadual de San Francisco, a Dra. Vance disse: “O campo de batalha é a biografia”. [1] Se Kinsey for desacreditado, ela alertou, “200 anos de progresso sexual poderão ser arruinados”.
As declarações da Dra. Vance ecoam comentários feitos em 1981 pelo Dr. Money no 5º Congresso Mundial de Sexologia em Israel. Eles também concordaram que as informações contidas na Tabela 34, abaixo, e os outros dados que registram os abundantes abusos de crianças de Kinsey e sua equipe, descritos em detalhe no estudo de Kinsey de 1948 sobre a sexualidade masculina, seriam a destruição das “eras pré- e pós-Kinsey” globalmente e nos EUA.
Aliás, o Dr. John Bancroft, diretor do Instituto Kinsey, disse na conferência de 1998, que comemorou o aniversário de 50 anos dos estudos de Kinsey, que ele “rezava” para que um programa de televisão britânico, “Secret History: Kinsey Paedophiles” (História Secreta: Os Pedófilos de Kinsey), jamais fosse exibido nos Estados Unidos porque o público não compreenderia a “ciência” que Kinsey usou quando publicou as tabelas 30-34. Ele compreendia que se essas tabelas fossem amplamente divulgadas nos Estados Unidos, então o campo inteiro da sexualidade humana e da educação sexual humana seria destruído.
Esse campo da sexualidade humana e da educação sexual humana e 200 anos de “progresso sexual” que esses “cientistas” de elite estavam tão preocupados que seriam destruídos são descritos de forma melhor como anarquia sexual. Essa anarquia sexual que deu a esses cientistas e seus seguidores prestígio, dinheiro, credibilidade e controle sobre a desconstrução da sociedade civil judaico-cristã foi fabricada pelo Dr. Kinsey.
Kinsey

Como zoólogo de vespas na Universidade de Indiana de 1920 até sua morte em 1956, o Dr. Kinsey é famoso por seus livros de grande impacto, Sexual Behavior in the Human Male [Conduta Sexual no Homem] (1948)[2] e Sexual Behavior in the Human Female [Conduta Sexual na Mulher] (1953),[3] financiados pela Universidade de Indiana e pela Fundação Rockefeller. O Dr. Kinsey disse que sua missão era eliminar o legado legal e comportamental sexualmente “repressivo” do Cristianismo e Judaísmo. Ele afirmava que esse legado sexual “repressivo” era responsável por males socio-sexuais como o divórcio, estupro, filhos ilegítimos, doenças venéreas, delinquência juvenil, promiscuidade sexual, homossexualidade, adultério e abuso sexual de crianças.

Além disso, ele argumentava que se nós americanos admitíssemos que estávamos realmente engajados em condutas devassas generalizadas, em vez de negar hipocritamente, então esses males socio-sexuais seriam dramaticamente reduzidos.
Em grande medida, a missão do Dr. Kinsey foi cumprida, na maior parte depois de sua morte, por sua legião de verdadeiros crentes — elitistas que fizeram lavagem cerebral sistemática em seus colegas das elites intelectuais para adotar a cosmovisão secular pansexual e jogar no lixo a cosmovisão judaico-cristã sobre a qual este país foi fundado e prosperou.
O resultado da missão do Dr. Kinsey foi totalmente o contrário da utopia que ele predisse. Em vez de reduzir os males socio-sexuais que ele afirmava eram desenfreados nos Estados Unidos antes de Kinsey, a implementação da cosmovisão de Kinsey vem aumentando o existente trauma sexual global e ao mesmo tempo vem introduzindo um exército de novos males que são objetivamente definidos como anarquia sexual. Como um câncer se espalhando em todo o corpo, a anarquia sexual se espalhou em toda a estrutura da sociedade, afetando todos os aspectos da vida americana e todo homem, mulher e criança.
De acordo com o “estudo” de Kinsey financiado pelos Rockefellers, a “ciência” dele demonstrou que os seres humanos desde o início viviam copulando como insetos ou macacos, mas de modo sistemático e hipócrita viviam mentindo sobre suas condutas. Os adultos afirmavam que eram virgens, ou matrimonialmente fiéis, mas, de acordo com Kinsey, a verdade era que a maioria das pessoas era promíscua e a generalizada promiscuidade sexual não havia provocado nenhum dano à sociedade civil.
Portanto, disse Kinsey, todas as leis que restringem a conduta sexual — as leis que haviam favorecido e protegido mulheres, crianças e a família durante gerações — eram simplesmente sobras antiquadas deixadas por uma era desinformada e hipócrita. Tais leis sexuais não eram mais válidas numa “era sexualmente iluminada e honesta”.
Depois, apareceu “o propagandista de Kinsey”: Hugh Hefner e sua revista Playboy. Por insistência de Kinsey, as leis dos Estados Unidos foram esvaziadas para se assemelharem ao estilo de vida de sexo livre que Kinsey alegava que os americanos estavam vivendo desde o começo, e pudessem finalmente viver publicamente com um espírito aberto e livre — sem mais mentiras e fingimento. Portanto, o Código Penal Modelo do Instituto de Direito Americano em 1955 jogou no lixo os padrões sexuais do “direito comum” que eram baseados na autoridade e precedente da Bíblia para ficar com a “lei científica” baseada nos “dados alegadamente objetivos” de Kinsey.
O Instituto de Direito Americano (IDA) recomendou leis que trivializavam o estupro e permitiam a fornicação, a coabitação, a sodomia e o adultério. Logo depois, a fornicação, a coabitação e o adultério foram descriminalizados de modo que se tornariam comuns, normais e inofensivos, conforme Kinsey disse que haviam sido desde o começo. Em 1957, o Ministério da Defesa dos Estados Unidos usou Kinsey e sua equipe para concluir que os homossexuais não representam um risco de segurança.
O IDA também recomendou mudar a definição de obscenidade, o que o Supremo Tribunal fez em 1960. Naquele mesmo ano, a alegação de Kinsey de que de 10% a 37% da população masculina são pelo menos às vezes homossexuais foi usada para promover “direitos gays” nas profissões das elites, tais como medicina, psiquiatria, assistência social, educação, etc.
Em 1961, Illinois se tornou o primeiro estado a legalizar a sodomia heterossexual. Em 1962 Ralph Slovenko escreveu na revista Vanderbilt Law Review (Análise do Direito na Universidade Vanderbilt) que crianças de quatro ou cinco anos são provocativas: “Até mesmo com a idade de quatro ou cinco anos, essa sedução pode ser tão potente a ponto de oprimir o adulto e levá-lo a cometer o crime”.
Naquele mesmo ano, o Supremo Tribunal dos Estados Unidos declarou que a oração em escolas públicas era inconstitucional [4] e no ano seguinte declarou que a leitura da Bíblia nas escolas públicas era inconstitucional. [5] A cosmovisão judaico-cristã foi eliminada das salas de aula. As escolas não mais poderiam ensinar que a fornicação, o adultério ou a coabitação eram ilegais, e os professores de saúde não mais poderiam indicar que o sexo deveria ser confinado ao casamento porque isso refletiria uma cosmovisão “religiosa”, portanto, alegadamente sem base científica.
A única possibilidade que restava para ensinar a reprodução humana era a cosmovisão “científica” de Kinsey.
Em 1968, mais de 51.000 profissionais sexuais haviam sido treinados pelo não autorizado IEASH (Instituto para o Estudo Avançado da Sexualidade Humana) para ensinar a sexualidade, conforme Kinsey, nas escolas e faculdades médicas e a projetar currículos de educação sexual para as escolas. Em 1975, o IEASH começou a credenciar educadores sexuais em “sexo seguro” com o nível de doutorado.
A contracepção se tornou uma necessidade em face das mudanças radicais no cenário sexual, e assim é que foi legalizada em 1965.[6]
Tabela 34, uma das cinco tabelas que documentam que o protocolo de abuso sexual da equipe de Kinsey no livro Conduta Humana no Homem (1948).

À medida que a evidência de falta de “consentimento” se tornou o único critério para crimes sexuais, as alegadas vítimas de estupro eram comumente desafiadas como “gostando” do sexo brutal e como dando consentimento para a atividade sexual. A prostituição e o estupro foram cada vez mais mencionados como “crimes sem vítimas” nos tribunais e nos meios de comunicação.

Portanto, o direito de ter sexo para “diversão” e lucro se tornou a justificativa para uma indústria sexual, inaugurada pelo propagandista de Kinsey, Hugh Hefner, que inclui pornografia infantil e adulta, exibicionismo, prostituição e clubes de strip-tease, para mencionar somente uns poucos. Essa indústria cresceu tanto que virou um mercado multibilionário, dando a seus fornecedores os recursos e poder político para negociar verbas para organizações de pesquisa na área de sexologia e organizações que criam currículos de educação sexual para as escolas dos EUA, bem com o acesso a grupos de pressão política e, comprovadamente, a legisladores estaduais e federais para continuarem a mudar a lei para favorecer os interesses da indústria sexual.
A Playboy e outras revistas pornográficas têm também financiado a Federação de Planejamento Familiar, o Conselho de Informações e Educação Sexual dos Estados Unidos (conhecido pela sigla em inglês SIECUS), o Instituto Kinsey e outras instituições de “sexologia”. Em 1967, a Playboy concedeu a primeira de muitas verbas para a [organização esquerdista de pressão política] ACLU para apoiar o uso de drogas, a pornografia, o aborto, a homossexualidade, a [des]educação sexual nas escolas e a eliminação ou redução das penas para os criminosos sexuais. Começando em 1970, a Playboy oficialmente concedeu financiamentos para a ONRLM, Organização Nacional para Revogar as Leis contra a Maconha.
O ano de 1969 trouxe eventos importantes relacionados à campanha sistemática para normalizar a homossexualidade conforme era promovida com sucesso por Kinsey 21 anos antes. A Frente de Liberação Gay foi formada na Universidade Alternativa de Nova Iorque. A Associação Americana de Sociologia oficialmente declarou que a homossexualidade é normal, citando a “pesquisa” de Kinsey. A Força-Tarefa sobre Homossexualidade dos Institutos Nacionais de Saúde Mental recomendou legalizar atos homossexuais (sodomia) consensuais privados citando os “dados” de Kinsey. [7] Em 1972, essa força-tarefa, liderada por discípulos de Kinsey, recomendou insistentemente que a homossexualidade fosse ensinada como variação sexual normal nas escolas dos EUA.
Uma lei de divórcio “sem determinação de culpabilidade” foi solenemente introduzida na Califórnia em 1970. Em 1985, leis de divórcio “sem determinação de culpabilidade” estavam em vigor em 49 estados. Isso ocasionou um aumento enorme no índice de divórcio e o empobrecimento de mulheres e crianças, aumentando a necessidade para assistencialismo estatal e aborto, sendo que o aborto foi legalizado em 1973.[8]
A ausência de pais no lar reduziu a vida doméstica econômica, social, emocional e espiritual, o que provocou uma epidemia de abusos sexuais contra as crianças, mais promiscuidade sexual, mais criminalidade — inclusive estupro e prostituição — mais doenças venéreas e esterilidade em moças. Sem nenhum pai no lar, os filhos estavam de modo significativo mais vulneráveis a abusos por parte de crianças mais velhas, o que era redefinido por Kinsey como “inofensivas” brincadeiras sexuais entre colegas. Essas “inofensivas” brincadeiras sexuais levaram a índices elevados de doenças venéreas, promiscuidade sexual, identidade homossexual assumida e suicídio.
Essas desordens então abriram a porta para formas adicionais e mais perigosas de [des]educação sexual compulsória mascaradas como “orgulho” da própria “orientação” sexual, leis contra bullying, prevenção à AIDS e mais orientações em “sexo seguro”, inclusive masturbação mútua, sodomia oral e anal e ver pornografia.
Em 1981 a Dra. Mary Calderone, presidente do SIECUS e ex-diretora médica da Federação de Planejamento Familiar, radicalizou mais do que Kinsey, afirmando que as crianças são sexuais no útero (Kinsey dissera que as crianças eram sexuais desde o nascimento).
Calderone anunciou que a conscientização da sexualidade infantil era a meta principal de sua organização. Isso marcou o padrão “científico” para a distribuição de camisinhas para crianças na nação inteira. Intervenções terapêuticas foram instituídas para ajudar os jovens que estavam agora cada vez mais traumatizados. Intervenções farmacológicas também aumentaram, inclusive vacinas compulsórias de Hepatite B para bebês e vacinas do HPV para crianças em idade do ensino fundamental como “proteções” contra DSTs. Ambas as vacinas foram promovidas num manifesto pedófilo de 1977 chamado “Direitos da Criança”.
Dava para se escrever centenas de páginas sobre essas questões e os efeitos colaterais adversos da bem-sucedida propaganda de promiscuidade de Kinsey que fizeram os EUA cair num estado de anarquia sexual.
Precisamos colocar toda nossa atenção agora no modo como podemos deter toda essa loucura — não ignorando o problema ou desistindo de tudo em desespero. Deus está do nosso lado, exatamente como Ele estava do lado daqueles que fundaram este país. Deus usou 56 homens tementes a Deus para enfrentar a maior potência imperial do mundo livre e dar nascimento a esta grande nação. Ele pode nos usar para enfrentar o atual estado de anarquia sexual, retornar esta nação às nossas raízes judaico-cristãs e resgatar nossos filhos do inimigo que busca roubar, matar e destruir. Como beneficiários da ação miraculosa de Deus que criou os Estados Unidos, não podemos fazer menos que isso. Kinsey e seus discípulos no Instituto Kinsey por mais de 60 estão remoldando a cultura americana. Com as décadas de pesquisas da Dra. Reisman, temos as armas para prevalecer, e precisamos nos unir para criar uma resposta judaico-cristã para o Instituto Kinsey. Temos o apoio do Deus do universo. Podemos e temos de ganhar esta batalha.
Notas:
1
“O campo de batalha se tornou a biografia à medida que conservadores morais como a Dra. Judith Reisman se esforçam para desacreditar Alfred Kinsey a fim de rever outra era americana”, alertou a professora Carole Vance. Outro infame sexólogo declarou: “Tenho alguns problemas, e estou certo de que vários de nós têm, com o uso da palavra ‘normal’. Se considerarmos o abuso sexual de crianças, o problema para defini-lo, até que ponto estamos falando dos aspectos da conduta que chamaríamos errada… não sabemos realmente até que ponto essas experiências são danosas…” (6 de novembro de 1998, seminário da Universidade Estadual de San Francisco “Kinsey At 50: Reflections On Changes In American Attitudes About Sexuality Half A Century After The Alfred Kinsey Studies”, celebrando Kinsey e tratando de estratégias de anarquia para uma novo futuro sexual global).
2
No mesmo ano, a Fundação Carnegie financiou o Comitê de Educação Legal da Associação de Advogados, Juristas e Magistrados dos EUA e do Instituto de Direito Americano. Outros livros pró-Kinsey foram publicados pedindo reformas nas leis sexuais e complacência para os criminosos.
3
Naquele ano, a comissão parlamentar Reece foi proibida de investigar os dados de Kinsey. Além disso, a Federação de Planejamento Familiar foi fundada em Washington, D.C.
4
Engel v. Vitale, 370 U.S. 421 (1962).
5
Abington School District v. Schempp, 372 U.S. 203 (1963).
6
Griswold v. Connecticut, 381 U.S. 479 (1965) (casais casados), Eisenstadt v. Baird, 405 U.S. 438 (1972)
(casais amigados).
7
O Supremo Tribunal manteve a criminalização da sodomia na decisão Bowers versus Hardwick, 478 U.S. 186 (1986), mas então revogou essa decisão e resolveu que a sodomia homossexual não mais poderia ser criminalizada, na decisão Lawrence versus Texas, 539 U.S. 558 (2003). Essa última decisão foi em grande parte baseada no Código Penal Modelo do IDA, o qual era amplamente mencionado como um documento de Kinsey.
8
Roe versus Wade, 410 US 113 (1973). Conforme o juiz Kennedy observou na opinião da decisão Lawrence, Griswold e Eisenstadt eram parte do campo de batalha para a opinião em Roe. Lawrence, 539 U.S. at 565. Isso ilustra como o legado de Kinsey tem permeado todos os aspectos da sociedade
.
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Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesitenews.com/news/sexual-anarchy-the-kinsey-legacy
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>Defensor da pedofilia defende kit gay

Publicado em Paulo Ghiraldelli Jr, pedofilia por juliosevero em 31 de maio de 2011

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Defensor da pedofilia defende kit gay

Comentário de Julio Severo: O filósofo Paulo Ghiraldelli Jr., autor deste artigo, rotula o kit gay de “bom, mas chatinho”. Talvez poucos recordem que em 2007 meu blog foi o primeiro a denunciá-lo pelo artigo “Amor e sexo entre pequenos e grandes”. Depois de todos esses anos, o MPF, que já veio atrás de mim pelo “crime” fantasma de “homofobia”, nunca foi atrás de Ghiraldelli. O artigo de Ghiraldelli foi escrito logo depois que Dilma encenou a suspensão do infame kit gay. Em seguida, logo depois que o artigo de Ghiraldelli saiu no Jornal do Brasil, o ministro da Educação diz que o kit não será suspenso, mas só “reformulado”.  Leia agora o que oficialmente pensa um defensor da pedofilia sobre o kit gay:

Material contra homofobia: Dilma controla a esquerda e a direita na boa

Paulo Ghiraldelli Jr.*
Pela segunda vez Dilma dá um bom tombo nos evangélicos. Quando candidata, Dilma cedeu aos evangélicos sobre a questão da legalização do aborto. Ela disse que não iria pautar tal assunto e, assim, quebrou a resistência dos pastores que, com isso, acabaram deixando José Serra na mão. Ora, Dilma prometeu aquilo que ela já faria mesmo, pois a questão da legalização do aborto não precisa ser mandada ao Congresso pelo Executivo, pode ser pautada por qualquer partido ou grupo, inclusive o PT. Certamente é o que vai ocorrer num futuro próximo.
Agora, algo semelhante se repete. Trata-se do golpe de Dilma na bancada evangélica a respeito do material do MEC contra a homofobia. Dilma cedeu dizendo que o governo não vai influenciar a vida privada de ninguém e, assim, não distribuirá o material do MEC nas escolas médias do Brasil. Fez a vontade da bancada evangélica. No entanto, o governo já havia comprado o material e, soltando-o na NET (“vazou, ué?”), fez todo jovem querer assisti-lo ao dizer que se trata de algo “proibido”. Mandado às escolas, os vídeos — bons, mas chatinhos — não iriam ser vistos com a curiosidade que estão sendo acessados agora. Não há jovem que não o tenha procurado no Youtube. É sucesso total.
Parece que Dilma já percebeu o óbvio: a oposição está despedaçada e, para governar, basta controlar a inflação sem deixar despencar a nossa capacidade de consumo. Uma vez tocando o país assim, as questões ético-morais ou, como a impressa gosta de dizer, “ideológicas”, podem sempre ser tratadas desse modo. Ou seja, Dilma pode satisfazer as ongs, que querem dinheiro para produzir materiais afinados com o que seria característico do PT, pode também agradar os intelectuais sinceros que querem ver o governo colaborando com causas “progressistas”, e, ao mesmo tempo, não precisa criar oposições momentâneas que a tirariam da meta que ela se colocou como presidente: eliminar a miséria no país. Dilma veio de uma esquerda que acreditava quase que religiosamente em “missão histórica” e é segundo essa aura que ela age cotidianamente. Para ela, o trabalho duro, no dia-a-dia, em favor de uma meta de desenvolvimento parcial, é mais importante que qualquer outra coisa.
Alguns dirão que Dilma cedeu aos evangélicos de medo de uma retaliação destes no “caso Palocci”. Sim, Dilma está com essa batata quente nas mãos. Mas ela já jogou o problema para Lula que, enfim, já que se salvou de coisa pior, que foi a crise do “mensalão”, então que vá a público defender Palocci, coisa que ela mesma, Dilma, não fez e vai tentar não fazer. Agora, o caso certo mesmo é que Dilma não cedeu aos evangélicos por causa disso. Os evangélicos tem telhado de vidro não menor que o de Palocci, e Dilma saberia dar uma cacetada neles. Dilma cedeu porque ela cederia, existindo ou não Palocci. Dilma aprendeu com Brizola e com Lula que a governabilidade se faz com política, e a política nunca esteve tão fácil de ser feita como agora, com uma oposição desse tipo.
Dilma viu perfeitamente que o problema dela não é o PSDB. O problema que ela enfrenta, agora, é até mais fácil que derrubar o PSDB que, enfim, está todo esfacelado. O que ela precisa fazer é não descontentar os técnicos e militantes que estão com ela, e que adoram colocar em prática materiais novos na praça, por razões ideológicas e, é claro, financeira. Ela sabe que esse pessoal, uma vez tendo sido pagos, não vão reclamar, vão ficar contente com a solução do “vazamento na net”. De resto, sobra enganar os evangélicos, que já se mostraram não ter nenhuma inteligência diante da presidente. Isso é visível: até os intelectuais que funcionam segundo as ordens dos conservadores, aplaudiram Dilma e não viram que caíram num armadilha. Por exemplo, o professor Pondé, sempre pronto para aplaudir teses conservadoras, caiu como um patinho na trama de Dilma. Saiu aplaudindo a presidente igual e até de modo mais ingênuo que os deputados evangélicos. Caso Dilma tenha assistido esse tipo de professor na TV, creio que riu muito.
Também a Rede Globo tomou um tombo de Dilma. Comemorou a decisão da presidente e repassou os vídeos contra a homofobia nos seus programas jornalísticos, fazendo de graça uma propaganda para o MEC que, enfim, seria paga a peso de ouro caso o governo tivesse de comprar o horário.
Dilma não fez isso maquiavelicamente desde o início. Mas, a partir de um determinado momento, ela passou a agir, sim, de caso pensado. E funcionou de modo igual ao que havia feito em campanha. A presidente tem porte de gaúcho bravo, mas ela nasceu em Minas Gerais. Nem Tancredo comeria a esquerda e a direita pelas beiradinhas com tanto estilo, eficácia e … gosto. Sim, gosto. Dilma pegou gosto em brincar com esse pessoal, e faz deles gato e sapato.
* Filósoso, escritor e professor da UFRRJ
Divulgação: www.juliosevero.com

>De “cristão revoltado” a homossexual defensor da pedofilia

Publicado em Genizah, Hermes Fernandes, pedofilia por juliosevero em 29 de março de 2011

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De “cristão revoltado” a homossexual defensor da pedofilia

Repleto de esquerdistas e liberalóides teológicos, blog Genizah deturpa o conceito cristão de apologética e rebaixa o nível do debate teológico, mas as consequências começam a aparecer

Julio Severo
Vocês conheciam o blog “O cristão revoltado”? Seu dono, Isaías Medeiros, era um seguidor fiel do Blog Julio Severo anos atrás, apoiando e reproduzindo vários artigos conservadores, e eu mesmo cheguei a reproduzir em meu blog um grande artigo dele, “Geração de ofendidos”. Mas então, influenciado por alguns “blogs apologéticos” que estavam em hostilidade pública contra o Blog Julio Severo, Isaías resolveu fechar seu blog, renunciando também ao seu antigo perfil conservador, para criar um perfil totalmente liberal em 2010, no qual se declarou homossexual*.
Em 2011, o passo dele foi muito mais longe: ele assume seu lugar nas fileiras dos militantes homossexuais que defendem o sexo entre homens e meninos. Em seu artigo “Pedofilia: a verdade por trás dos mitos”, ele trata da questão do sexo entre adultos e crianças apoiando-se em Paulo Ghiraldelli Jr., outro defensor da pedofilia já denunciado em meu blog.
O antigo perfil conservador de Isaías, no blog “O cristão revoltado”, que ele deletou da internet, trazia esta descrição: “[C. R.] O Cristão Revoltado! Um cristão fundamentalista, um conservador de direita e, necessariamente, um anti-comunista. Inimigo da Teologia da Libertação, da Prosperidade e dos teólogos liberais e hereges (uma redundância). Portanto, aqui você verá abordagens da religião, da política e da sociedade do ponto de vista de um cristão fundamentalista, de direita e politicamente incorreto”*.
No seu blog de 2010, “Um pouco além do óbvio”, Isaías assina “Isa Medeiros”, declara-se homossexual, milita a favor da causa gay, chama o travesti de “mulher ideal”, conta como se deu sua “conversão” à causa e à prática homossexual e chama de hipócritas (como seu mestre, Danilo Fernandes) os cristãos “religiosos”, afirmando que Jesus jamais condenou os gays e que, ao contrário do que se pensa, teria tido um caso homossexual com João, “o apóstolo que Jesus amava”*.

Genizah adula Isaías

Logo que Isaías começou a se distanciar de posições conservadoras, Danilo Fernandes comemorou, saudando-o com uma carta aberta no Genizah, cheia de elogios à sua nova postura… O início da carta: “Irmão Isaias Medeiros, Minha admiração por você é grande, pela grandeza de seu caráter que fica evidente no exercício de humildade, um dos maiores frutos do Espirito e, prova inconteste, de uma vida separada ao serviço do Senhor. Como lhe disse antes, já era seu admirador em Cristo e, agora, já o…” O final da carta? Não sei, pois Danilo logo tratou de apagá-la de seu blog, assim que concluiu ser a onda liberalizante de Isaías liberal demais para sua teologia liberal: http://www.dihitt.com.br/noticia/carta-aberta-ao-isaias-aquele-que-um-dia-foi-o-cristao-revoltado-da-blogosfera-1 Enfim, Danilo renunciou à carta adulatória, e em seu lugar postou trechos da carta de Paulo aos Romanos e aos Gálatas http://www.genizahvirtual.com/2009/12/carta-aberta-ao-isaias-aquele-que-um.html *
Do blog “Um pouco além do óbvio” Isaías foi para o atual blog “Preguiça Mental”, onde ele defende o sexo entre adultos e crianças, mergulhando fundo no submundo da sem-vergonhice gay, ligando-se a vários blogs gays ou pobremente enrustidos, inclusive o PavaBlog, que defende a graça liberal de Philip Yancey.
Tanto liberalismo o levou aonde? A um outro artigo que ele escreveu recentemente, intitulado “Faz sentido falar em combate à pedofilia em pleno século XXI?”, onde ele diz:
“Desde que alguém chegou a conclusão de que amor e sexo entre jovens e adultos são sempre traumáticos para os primeiros, parte da sociedade ocidental iniciou uma paranóica caça às bruxas no sentido de banir este tipo de relação. Hoje, pessoas que se envolvem com menores são estigmatizadas, presas e entregues aos malfeitores para sofrerem a “justiça” dos homens”.
“Os jovens devem ter o direito de serem felizes e de decidirem quem e quando desejam amar, sem a censura prévia dos seus pais ou do Estado. Só assim se saberá se realmente faz sentido ou não continuar falando em combate à pedofilia em pleno século XXI”.
Como não poderia deixar de ser, o atual site de Isaías também contém deboche anticristão e pró-homossexualismo, um dos quais está no post “Cientistas isolam o ‘gene cristão’. Cura do Cristianismo está prevista para a próxima década”, que Isaías disse ter visto primeiro no Pavablog, através de recomendação de um blog homossexual marxista. É a grande corrente homossexual onde a religião do liberalismo une “evangélicos” e ateus marxistas.
O estímulo de Danilo foi muito bem-sucedido em tirar Isaías de seu conservadorismo principiante para levá-lo, em pouquíssimo tempo, às águas de um liberal iniciante. Mas nem Danilo poderia imaginar que tão depressa Isaías se transportaria para um liberalismo de águas muito mais profundas e escuras.
É um rastro que deixa uma lição inconfundível e dolorosa para o Genizah e para todos nós. O liberalismo desencaminha e corrompe a alma das pessoas, sejam cristãs ou não. Além disso, a apologética é um trabalho difícil que deve ser feito com seriedade, maturidade, sensibilidade, prudência e espiritualidade. Afinal, de que adianta o Danilo e seu Genizah se gabarem de serem calvinistas e reformados, e ao mesmo tempo darem espaço para textos de Ricardo Gondim, um socialista convicto, e Caio Fábio, que declarou que ajudou a aproximar Lula dos evangélicos?

O esquerdismo do Genizah

O esquerdismo do Genizah fica patente também nas palavras de Hermes Fernandes, um de seus principais colunistas. Hermes, que prefere ser tratado de “bispo”, já “recebeu o Greenpeace para dar palestras em sua igreja”, segundo informação do próprio Genizah.
De acordo com o livro “The Hidden Dangers of the Rainbow” (Os perigos ocultos do arco-íris), escrito pela Dra. Constance E. Cumbey, o Greenpeace de forma pública e arrogante se anuncia como a “Nova Era” (p. 42).
Em 2008, Hermes declarou apoio público a Fernando Gabeira, político homossexual que é a favor da legalização da prostituição, maconha, homossexualismo e aborto.
Apesar dessas conexões, ele jura: “Não sou partidário nem da esquerda, nem da direita”. Mas também desabafa no Genizah:
“Não vejo o regime socialista como um bicho-papão”.
“Conheço o trabalho de alguns expoentes da Teologia da Libertação, e os respeito profundamente. Entre eles, Rubem Alves, Frei Betto, Leonardo Boff, e outros. Se lêssemos suas obras desprovidos de preconceito, encontraríamos verdadeiras pérolas”.
Algumas das “pérolas” do Frei Betto encontram-se disponíveis no meu blog.
Com toda essa carga esquerdista que não ousa sair do armário, o Genizah tem razões ideológicas de sobra para atacar cristãos conservadores por todo e qualquer motivo.
Eu repreendi publicamente o Genizah por ter feito um deboche anticristão contra o Pr. Pat Robertson, que é muito mais conservador do que o Genizah e todos os seus aliados juntos. Nem o filósofo Olavo de Carvalho, que não é evangélico, escaparia da “raivinha liberal do Danilo”. Eu pelo menos não escapei de seus deboches e ataques.

Apologeta “Embaixador da Paz”?

Embora meu blog não tenha finalidade apologética, trabalhei alguns anos com reconhecidos e sérios especialistas em apologética, com vários artigos meus publicados na revista Defesa da Fé, inclusive quatro matérias de capa, quando o Pr. Jamierson Oliveira era o diretor da revista. Nos seus bons tempos passados, a Defesa da Fé era a maior publicação apologética do Brasil.
Não me identifico com a teologia calvinista — principalmente o estranho calvinismo do Danilo Fernandes —, mas me alinho com o ativismo moral, ético, social e político dos calvinistas americanos, na sua forma mais conservadora. Meus grandes amigos calvinistas e reformados, que nunca se aliariam nem publicariam textos de Ricardo Gondim ou Caio Fábio, estão envolvidos com o movimento de educação escolar em casa e defendem muitas questões conservadoras que não passam nem de longe pelo Genizah. Mas estão sempre presentes no meu blog, inclusive no meu blog especialmente dedicado à educação escolar em casa.
Mesmo numa questão tão séria quanto a do PLC 122, que ameaça trazer perseguição religiosa a todo o Brasil, o Genizah adota posição liberal muitíssimo semelhante à de Bráulia Ribeiro, colunista do Genizah já refutada por mim. Em seu marxismo que finge neutralidade política, Hermes Fernandes declara sobre o PLC 122: “Faz-se um escarcel danado para que os crentes pensem que a tal ‘ditadura gay’ vai obrigar às igrejas a aceitarem e celebrarem o casamento entre pessoas do mesmo sexo”. A esquerda trata as ameaças do PLC 122 como mero delírio. Por que o Genizah agiria diferente?
O fato é que o “bispo” Hermes está agradando aos poderosos. Em 11 de maio de 2008, um tal de Comitê da Paz Mundial, que o blog pessoal do Hermes disse que é um órgão ligado à ONU, lhe deu o título de “Embaixador da Paz” (veja as fotos aqui). No mesmo ano, o Bispo Manoel Ferreira esteve em Washington DC para participar de uma conferência da paz ligada ao Rev. Moon e à ONU. “Embaixador da Paz” é um título amplamente concedido também pelo Rev. Moon, que tem extensas ligações com a ONU.
Esses dois títulos de “Embaixador da Paz” têm alguma ligação? Pelo que dá para ver, só a ONU, que é em si já é sinal suficiente de confusão. Outras confusões, inclusive doutrinárias, do “bispo” Hermes estão documentadas aqui no blog Teóphilo Noturno.
Portanto, em vez de conservadorismo cristão, o que se vê no Genizah é um carnaval de liberais, em que seus articulistas se sentem à vontade para dizer que seus “mentores são Ricardo Gondim, Caio Fábio, Ariovaldo Ramos e Ed René Kivitz”. Junto com Robinson Cavalcanti e Paul Freston, esses figurões são a nata da versão evangélica da repugnante Teologia da Libertação.

Genizah e Isaías Medeiros

O que fazer agora? Dizer aos liberais que seu liberalismo produz consequências? Perguntar-lhes que tipo de calvinismo é esse que eles estão praticando que se opõe frontalmente ao rígido conservadorismo de João Calvino?
Não dá para dizer que os liberais são responsáveis por tudo o que Isaías Medeiros é hoje. Mas quem pode afirmar que a “graça” esquerdista do Genizah não trouxe desgraça para Isaías, que precisava de libertação, não de adulação liberal?
É claro que sob a influência do Genizah o Isaías poderia também ter se tornado um “Embaixador da Paz”. Mas não foi o que aconteceu.
Quem pode argumentar que a ideologia de Danilo e Hermes Fernandes não teve nenhum papel na transformação de Isaías de blogueiro conservador principiante para liberal confuso, e agora para homossexual que defende o sexo entre adultos e crianças?
Luiz Mott, o maior líder homossexual do Brasil, é acusado de defender a pedofilia. Em entrevista à revista Veja anos atrás, ele confessou que o esquerdismo foi a ideologia que o ensinou a aceitar a homossexualidade como normal.
Então, quem pode dizer que o esquerdismo não leva a aberrações? Quem pode afirmar que Isaías Medeiros é a única vítima do esquerdismo do Genizah?
Se não houver real arrependimento e mudança, cedo ou tarde Danilo e Hermes Fernandes colherão de seus amargos frutos.
* Com informações do Blog da Maya.
Vídeo educacional contra a pedofilia homossexual: http://www.youtube.com/watch?v=CwOW76c0Dsg
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