Julio Severo

Presidente Obama Estende Agenda da Política Externa de Direitos Sexuais de Clinton

Posted in Barack Obama, Imperialismo cultural, Obama by juliosevero on 15 de fevereiro de 2013

Presidente Obama Estende Agenda da Política Externa de Direitos Sexuais de Clinton

Lisa Correnti
WASHINGTON DC, EUA, 15 de fevereiro (C-FAM) Um comunicado presidencial decretado na quinta-feira passada pelo presidente Obama com o pretexto de igualdade sexual e capacitação para as mulheres será usado para avançar a saúde sexual e reprodutiva, e direitos lésbicos, gays, bissexuais e transgêneros (LGBT) nos outros países.

Ativistas pró-aborto aplaudiram a ordem oficial do presidente “Coordenação de Políticas e Programas para Promover Igualdade de Gênero e Capacitação para as Mulheres e Garotas no Mundo Inteiro”, como meio de garantir que o trabalho da ex-secretária de Estado na área de direitos e saúde sexual e reprodutiva permaneça uma prioridade na política externa e assistência de desenvolvimento dos EUA.

Embora a igualdade de gênero e a capacitação incluam programas incontroversos para ajudar meninas a permanecerem na escola, auxiliar mulheres na garantia de direitos fundamentais em países onde são restritos, e proteger pessoas marginalizadas, os críticos apontam que as campanhas diplomáticas e os programas financiados pelos EUA e pela USAID têm sexualizado as culturas tradicionais, e promovido o aborto como um direito reprodutivo.
O comunicado presidencial institucionalizará em todas as agências governamentais políticas de igualdade de gênero anteriormente estabelecidas por Obama mediante ordens executivas, e por meio de iniciativas do Departamento de Estado introduzidas pela secretária Clinton que priorizam direitos de aborto e homossexualidade mediante meios diplomáticos, inclusive a alocação de assistência externa.
O comunicado de Obama orienta o novo secretário de Estado, John Kerry, a nomear um Embaixador Itinerante para supervisionar a Secretaria de Questões Mundiais das Mulheres, e apresentar os relatórios diretamente a ele. Foi também estabelecido um grupo de trabalho de interagência presidido pelo Assessor de Segurança Nacional para supervisionar e promover coordenação em mais de 20 agências governamentais abrangendo desde o Ministério da Agricultura, a Comunidade de Inteligência até o Corpo de Paz e o Gabinete do vice-presidente.
Ordens oficiais de igualdade de gênero anteriormente dadas pelo governo americano tratam de eliminar a violência contra as mulheres e indivíduos LGBT, mas também promover a mudança de atitudes culturais e oferecimento de benefícios especiais para os indivíduos LGBT.
A saúde sexual e reprodutiva, mencionada várias vezes nessas ordens oficiais, ordenava uma variedade completa de métodos de planejamento familiar em vários programas de assistência de desenvolvimento. Esse foco no acesso exporá as mulheres pobres a conhecidos riscos de saúde associados com alguns métodos de planejamento familiar, inclusive um contraceptivo financiado pela USAID que as mulheres nos EUA não mais usarão e precários métodos de aborto descritosnum recente relatório da Organização Mundial de Saúde.
Grupos pró-aborto no mundo inteiro há muito tempo pedem que a assistência de saúde sexual e reprodutiva seja integrada em todos os níveis de assistência externa dos EUA. Esses grupos se queixam de que os programas de saúde sexual e reprodutiva foram segregados — ou colocados em “silos” — em diferentes secretarias, agências e mecanismos de financiamento. A ordem oficial do presidente ajudará a facilitar essa mudança e criar um aumento de financiamento para a saúde sexual e reprodutiva — uma quantia que os grupos pró-aborto exigem que suba estratosfericamente para 1 bilhão anualmente.
O comunicado presidencial está em conformidade com as ações passadas de Obama de promulgar direitos sexuais e reprodutivos nos outros países. Ele restabeleceu financiamento para o Fundo de População da ONU, cessado pelo presidente Bush por sua cumplicidade com a Política de Filho Único da China, revogou a Política da Cidade do México que proibia financiamento federal para grupos pró-aborto internacionais que cometem abortos e defendem a revogação de leis que protegem os bebês em gestação e suas mães, e está dando financiamento da USAID para grupos que normalizam conduta sexual arriscada e promovem distribuição insegura de pílulas do dia seguinte para adolescentes.
Fonte: C-Fam
Leitura recomendada:

Obama fracassou em avançar o esquerdismo nos EUA?

Obama fracassou em avançar o esquerdismo nos EUA?

Julio Severo
Roberto Unger, um proeminente politico brasileiro e assessor de Obama em 2008, disse que “o presidente Obama tem de ser derrotado na próxima eleição” porque “ele fracassou em avançar a causa progressista nos Estados Unidos”, de acordo com reportagem do jornal Daily Mail.
Roberto Unger: Obama “fracassou” na causa progressista

Ele também disse que, “apesar de sua rivalidade feroz, a agenda do Partido Democrático é pouco diferente da do Partido Republicano”.

Nesse ponto, ele apenas confirmou o que eu suspeitava: a agenda esquerdista vem avançando em diferentes graus, pelo Partido Democrático e pelo Partido Republicano, no mundo inteiro por meio do governo dos EUA. (Claro que Ronald Reagan, do Partido Republicano, é uma exceção notável.)
O Daily Mail disse que “o sr. Unger é um político renomado no Brasil. Ele concorreu duas vezes para presidente do Brasil… Unger foi um dos fundadores do PMDB”.
Com suas credenciais impressionantes como professor de direito em Harvard desde 1976, “ele tem também prestado assessoria política em toda a América Latina”. Será que seus conselhos fracassaram em avançar a causa progressista nessa região? De qualquer modo, a América Latina está se tornando a União das Repúblicas Socialistas Latino-Americanas.
Ele tem ensinado direito com tendenciosidades progressistas por mais de 35 anos, e ninguém nos EUA reparou nisso? Outros proeminentes marxistas brasileiros, inclusive Fernando Henrique Cardoso, têm também sido professores em proeminentes universidades americanas.
Harvard, que foi estabelecida em 1636, foi nomeada em homenagem ao pastor evangélico John Harvard (1607–38), que deixou como herança para a universidade toda a sua biblioteca e metade de sua propriedade. Embora nunca tivesse filiação formal a uma igreja, Harvard treinava principalmente pastores protestantes. Hoje, embora nunca confesse formalmente que é marxista, Harvard treina principalmente esquerdistas.
Se a intenção original dos Peregrinos, que fundaram Harvard, tivesse sido implementada, Unger teria recebido um chute no traseiro. Se a intenção original de Unger fosse implementada, Obama receberia um chute no traseiro por ser um progressista “fraco”. Quanto aos Peregrinos, Unger os expulsaria de Harvard e dos EUA por não serem progressistas!
O mais famoso estudante do sr. Unger foi Barack Obama, que frequentou a Faculdade de Direito de Harvard em 1988. Ele estudou jurisprudência e como “reinventar a democracia”.
Obama realmente reinventou a democracia esquerdista que vem sendo construída há décadas pelos democratas e republicanos, mas isso não é suficiente para o professor Unger, que é um escritor respeitado por ter publicado dezenas de livros sobre economia, filosofia e política.
Em sua opinião, Obama “fracassou em avançar a causa progressista nos Estados Unidos”. Ao que tudo indica, ele espera que seus estudantes estabeleçam governos “democráticos” no modelo da União Soviética!
No pensamento de Unger, Stálin deveria sem dúvida ter sido derrotado porque “fracassou” em avançar a causa comunista na Rússia, e Hitler “fracassou” em avançar a ideologia nazista na Alemanha…
Unger me faz lembrar do bispo anglicano Robinson Cavalcanti, fundador do Movimento Evangélico Progressista, uma ONG composta de militantes protestantes esquerdistas no Brasil. Ele era membro do PT, fundado pelo ex-presidente Lula, partido esquerdista que hoje governo o Brasil. Cavalcanti deixou o PT porque, de acordo com sua opinião, o PT traiu o socialismo!
Fico simplesmente pensando como é que Cavalcanti não conseguiu uma cadeira de professor em Harvard para ensinar Obama e outros.
Se os EUA tivessem seguido a intenção de seus fundadores cristãos, os EUA nunca teriam um Unger em Harvard, ou um Obama na Casa Branca. Harvard continuaria treinando pastores, não esquerdistas. A Casa Branca pararia de ser uma casa de horrores que promove internacionalmente a sodomia e o aborto. E os Reagans seriam a regra, não a exceção.
Versão em inglês deste artigo: Has Obama failed to advance leftism in America?

Has Obama failed to advance leftism in America?

Posted in Daily Mail, Fernando Henrique Cardoso, Harvard, Obama, PMDB, Roberto Unger, Robinson Cavalcanti, White House by juliosevero on 21 de junho de 2012

Has Obama failed to advance leftism in America?

By Julio Severo
Roberto Unger, a prominent Brazilian politician and an adviser to Obama in 2008, said that “President Obama must be defeated in the coming election” because “he has failed to advance the progressive cause in the United States,” according to a Daily Mail report.
Roberto Unger: Obama “failed” in the progressive cause

He also said that, “despite their fierce rivalry, the Democrats’ agenda is little different to that of the Republicans”.

In this point, he just confirmed my suspicion: the leftist agenda was advanced in different degrees, by Democrats and Republicans, throughout the world through the US government. (Of course, Ronald Reagan is a notable exception.)
Daily Mailsaid that “Mr. Unger is a renowned politician in his native Brazil. He has twice run for president of Brazil… Unger was one of the founding members of the Brazilian Democratic Movement Party”.
With his impressive credentials as a professor at Harvard Law since 1976, “he has also advised on politics throughout Latin America.” Has his advice failed to help advance the progressive cause in this region? In any case, Latin America is becoming a Union of Latin American Socialist Republics.
He has taught law with a progressive bias for more than 35 years, and has no one in America noticed? Other prominent Brazilian Marxists, including Fernando Henrique Cardoso, have also been professors in prominent American universities.
Harvard, established in 1636, was named after Puritan minister John Harvard (1607–38), who bequeathed to the school his books and half of his estate. Although never formally affiliated with a church, Harvard primarily trained Protestant ministers. Today, although never formally avowing Marxism, Harvard primarily trains leftists…
If the original intent of Harvard’s Pilgrim founders were implemented, Unger would have gotten the boot. If Unger’s original intent were implemented, Obama would get the boot for being a “weak” progressive. As for the Pilgrims, Unger would have expelled them from Harvard and America because they were not progressive at all!
Mr. Unger’s most famous student was Barack Obama, who attended Harvard Law School in 1988. He studied jurisprudence and the art of “reinventing democracy.”
Obama has indeed reinvented the de facto leftist democracy built up over for decades by Democrats and Republicans, but this is not enough for Professor Unger, who is a respected author having published dozens of books on economics, philosophy and politics.
In his view, Obama “has failed to advance the progressive cause in the United States.” Apparently Unger expects his students to establish “democratic” governments in the model of the Soviet Union!
In Unger’s thinking, Stalin should no doubt have been defeated because he “failed” to advance the communist cause in Russia, and Hitler “failed” to advance Nazi ideology in Germany…
Unger reminds me of Anglican Bishop Robinson Cavalcanti, founder of the Progressive Evangelical Movement, a NGO composed of leftist Protestant militants in Brazil. Cavalvanti was a member of the socialist Workers’ Party, founded by former President Luiz Inácio “Lula” da Silva. It is the ruling party in Brazil today. Cavalcanti left this party because, in his view, it betrayed socialism!
I just wonder why Cavalcanti failed to get a professor’s chair in Harvard to teach Obama and others.
If America had followed the intent of her Christian founders, she would never have had an Unger in Harvard or an Obama in the White House. Harvard would keep training ministers, not leftists. The White House would stop being a house of horrors advocating internationally sodomy and abortion. And Reagans would be the rule, not the exception.
Portuguese version of this article: Obama fracassou em avançar o esquerdismo nos EUA?
Source: Julio Severo in English: www.lastdayswatchman.blogspot.com

Liderando o mundo pelo mau exemplo: Obama e o “casamento” gay

Posted in Obama, supremacismo, supremacista gay by juliosevero on 11 de maio de 2012

Liderando o mundo pelo mau exemplo: Obama e o “casamento” gay

Julio Severo
O anúncio de Barack Obama, em 9 de maio, de que ele apoia o “casamento” gay levantou as esperanças dos grupos supremacistas gays no mundo inteiro de que outros presidentes seguirão o exemplo dele.
“Isso é incrivelmente importante, é excelente notícia. Os Estados Unidos lideram globalmente em tudo, e isso inclui direitos gays”, disse Julio Moreira, presidente do grupo supremacista gay Arco Íris, com sede no Rio de Janeiro. “Isso forçará outras nações como o Brasil a avançarem com políticas mais progressistas”.
Siga o exemplo dele?

Em dezembro do ano passado, o governo de Obama ordenou que os órgãos dos EUA que atuam no exterior, inclusive o Departamento de Estado e a Agência de Desenvolvimento Internacional dos EUA, usassem assistência externa para ajudar militantes homossexuais. O quadro é sombrio: o mundo em desenvolvimento está sob uma pressão agressiva dos EUA para descriminalizar os atos homossexuais. Nações africanas que se recusam a ceder sofrem a negação de assistência vital.

O apoio de Obama ao “casamento” gay veio numa longa trilha de favores legais e políticos concedidos por seu governo aos gays. Ainda que ele tenha usado palavras de Jesus e a Bíblia para justificar sua posição gay mais recente (desde sua antiga posição como senador esquerdista defendendo o “casamento” gay), Obama foi incapaz de evitar críticas generalizadas, principalmente de líderes católicos e pentecostais, que acreditam que Deus criou Adão e Eva. Eles não creem que Deus criou o sexo para dois Adões ou duas Evas, que, a propósito, nunca foram criados por Deus.
Líderes políticos e outros que são opostos ao “casamento” gay criticaram o mau exemplo de Obama. De modo particular, políticos pentecostais e católicos têm se manifestado de modo público e forte contra o “casamento” gay na América Latina.
A recente postura de Obama vem sendo pega, louvada e avançada em massa pela mídia esquerdista mundial, que está empurrando o mau exemplo dele nas nações.
De agora em diante, países sob ataque de forças gays e esquerdistas obterão apoio (ou assistência dos EUA) para defender a família natural?
Mesmo sem o mau exemplo de Obama, as nações já estavam sob imensa pressão de forças esquerdistas para adotar a agenda gay.
O Supremo Tribunal Federal do Brasil aprovou uniões civis gays no ano passado, derrubando ao chão um artigo da Constituição do Brasil que explicitamente reservava o casamento e as uniões civis apenas para um homem e uma mulher. Ministros esquerdistas, nomeados por presidentes esquerdistas, colocaram sua ideologia e o supremacismo gay acima da Constituição. Seu ativismo judicial efetivamente abriu a porta para o “casamento” gay no Brasil.
Apesar disso, políticos católicos e evangélicos continuam a bloquear a aprovação de toda legislação no Congresso Nacional que consagre o “casamento” gay
O mundo e o Brasil, que já estavam sob ataque de forças supremacistas gays, agora têm forças esquerdistas maiores para enfrentar, pois tudo o que acontece nos EUA, o resto do mundo segue, voluntariamente ou não.
Este artigo foi em grande parte baseado em reportagem da Associated Press.

Obama: Jesus é a base do apoio ao “casamento” gay

Posted in casamento gay, Maomé, Obama by juliosevero on 9 de maio de 2012

Obama: Jesus é a base do apoio ao “casamento” gay

Vitória conservadora na Carolina do Norte contra uniões gays impulsiona Obama a declarar apoio ao “casamento” gay

Julio Severo
Finalmente, Obama confessa que é a favor do “casamento” gay. “Acabo de concluir que para mim pessoalmente, é importante ir em frente e afirmar que penso que as duplas de mesmo sexo têm o direito de se casar”, Obama disse nesta tarde numa entrevista para Robin Roberts, jornalista da ABC News.
Ninguém ficou surpreso com a declaração de Obama, pois seu governo, desde o início, vem promovendo e impondo a agenda gay com agressividade fenomenal. Em dezembro do ano passado, seu governo ordenou que todas as embaixadas e órgãos dos EUA no exterior fizessem da agenda gay prioridade absoluta. Essencialmente, o decreto de Obama transforma os EUA em uma poderosa agência policial mundial a favor do homossexualismo.
Obama acha mais seguro usar Jesus, não Maomé, para apoiar “casamento” gay

Antes de chegar à presidência, Obama era um senador esquerdista que apoiava publicamente o “casamento” gay. Mas desde a primeira eleição presidencial, ele tem se mantido em discrição e “silêncio”, dando a entender que mudou de ideia, embora suas ações descaradamente pró-homossexualismo deixassem claro que sua “mudança” era só de lábios.

O que parece ter arrancado Obama do armário da incoerência entre seus lábios e ações foi a vitória que o povo da Carolina do Norte obteve recentemente contra os supremacistas gays. Esquerdistas de peso como o ex-presidente Bill Clinton entraram na votação do estado americano que estava decidindo proibir ou não o “casamento” gay, a união civil gay e todo tipo de parceria gay.
Billy Graham, o maior evangelista do mundo, entrou na briga, e saíram perdendo Bill Clinton e todos os supremacistas gays. Diante do quadro lúgubre para os extremistas, Obama, num momento de muita emoção e revolta contra a derrota decisiva na Carolina do Norte, não se conteve e saiu do armário, determinado a mostrar para o público americano e mundial que o “casamento” gay é certo e que Billy Graham e o povo da Carolina do Norte estão errados.
Contudo, ele não deixou transparecer tal motivação. O que ele apontou como motivação foi sua “fé”, usando como exemplo a declaração onde Jesus diz que devemos tratar os outros como gostaríamos de ser tratados. Ele disse: “Pensamos acerca da nossa fé, que está na raiz de nossas convicções, não só de Cristo se sacrificando em nosso favor, mas também de nos amarmos uns aos outros”.
Mencionar Jesus hoje para apoiar qualquer ideia ou prática perversa não traz consequências. Mas Obama, o grande defensor do islamismo como “religião de paz”, jamais ousaria dizer que a base para seu apoio ao “casamento” gay é Maomé. O mundo islâmico inteiro se levantaria em brados e bombas.
Entretanto, ofender os cristãos, ou insultando Cristo ou usando o nome dEle profanamente para promover ideias e práticas contra a natureza dEle, é conduta normal de esquerdistas.
No passado, os homens que viviam em aberrações confessavam que a base de seus atos era Satã ou Satanás. Mas hoje, homens desse tipo perderam a vergonha, usando e abusando do nome de Jesus em defesa de suas pérfidas escolhas. Só não ousam usar e abusar do nome de Maomé ou do Corão com o mesmo objetivo.
Com sua confissão em reação à derrota esquerdista na Carolina do Norte, Obama se torna o primeiro presidente dos Estados Unidos a declarar apoio público ao “casamento” gay.
Com informações de LifeSiteNews.

O Modelo Brasileiro de Obama

Posted in Dilma Rousseff, Obama by juliosevero on 11 de abril de 2012

O Modelo Brasileiro de Obama

Dilma Rousseff mostra à Casa Branca um caminho autoritário

O presidente Obama recebeu a presidente Dilma Rousseff na casa Branca na última segunda-feira. Uma reportagem publicada antes do encontro dos presidentes fez a seguinte pergunta: “O que poderia Obama aprender da presidente Dilma?” A resposta otimista era: espera-se que não muito. Essa relação não é do interesse dos EUA.
Dilma Rousseff

Dilma é um exemplar da esquerda linha dura antiamericana que está unindo os países em desenvolvimento para cercear o poder dos EUA. Um dos principais objetivos da missão da presidente a Washington é a de ganhar o apoio de Obama para a ambição de Brasília de adquirir um assento permanente no Conselho de Segurança das Nações Unidas. O apoio americano para esse esquema seria autodestrutivo, uma vez que o Brasil seria seguramente um voto contra os interesses americanos na ONU. Dilma Rousseff, ex-guerrilheira comunista, é uma firme defensora de ditaduras antiamericanas como a dos Castros em Cuba e a de Hugo Chavez na Venezuela. Ela apoiou os esforços dos mulás iranianos em adquirir capacidade nuclear ao mesmo tempo em que lidera um clube de nações que fazem pressão pelo desarmamento nuclear americano. Se o mundo fosse dividido entre os que estão conosco e os que estão contra nós, Dilma estaria do lado errado.

Obama também não tem nada a aprender do Brasil no campo econômico. Antes de Dilma assumir o poder no ano passado, o gigante país sul-americano parecia finalmente escalar para a sociedade dos países sérios. Lula, antecessor de Dilma, embora também fosse tradicionalmente um esquerdista, deu grandes passos no sentido de aprimorar o clima empresarial do Brasil e o prestígio entre os investidores, modernizando a infraestrutura, trabalhando em conjunto com organizações não governamentais e seguindo uma agenda econômica pró-crescimento moderada. A percepção de progresso ajudou o Brasil a ganhar a sede das Olimpíadas de 2016 e da Copa do Mundo de 2014, uma conquista suprema para uma população apaixonada por futebol.
Mas Dilma Rousseff reverteu completamente a política fiscal, criando restrições aos mercados, impondo consideravelmente mais burocracia e aumentando os gastos do governo. Assim como Obama nos EUA, o resultado tem sido um drástico declínio econômico. Durante o auge da administração de Lula, a confiança no comando do Brasil gerou previsões de crescimento econômico de longo prazo de 5% para cima. Mas sob a nova direção estatista da coalizão do governo liderada pelo PT, a economia fracassou, com um crescimento do PIB em 2011 de 2,7%, o menor da América do Sul.
Os prejuízos sofridos pelo país são de interesse dos americanos porque a opressão de Brasília sobre seu povo e sua economia serve como um alerta para a ameaça que um poder estatal desenfreado impõe sobre a democracia. O aumento da perseguição sobre o grupo conservador Tradição, Família e Propriedade (TFP) expõe os perigos da dissidência em um mundo que está rapidamente se secularizando. Fundada em 1960 para combater o comunismo e promover valores familiares, o TFP, que é bem conhecido em círculos de Washington por sua ativa filial nos EUA, é o principal oponente no Brasil das prioridades esquerdistas como aborto, a censura e as regulamentações que inibem os direitos de propriedade privada. Por se colocar no caminho do Grande Irmão, o governo foi atrás do TFP. Recentemente o Superior Tribunal de Justiça, um dos tribunais mais importantes do país, julgou em favor de um grupo dissidente, os Arautos do Evangelho. A decisão, que aconteceu sob grande pressão de autoridades da Igreja, incluindo um representante diplomático do Vaticano, está efetivamente amordaçando o TFP ao distribuir seus recursos entre dissidentes esquerdistas.
Essa história é importante porque o Brasil é agora a sexta maior economia do mundo e líder de uma coalizão de estados de segundo nível que busca vingança contra o que entendem como anos de imperialismo do “primeiro mundo” ocidental. A narrativa reflete visão espasmódica de “culpar primeiro os americanos” do presidente Obama. Brasília também mostra como as burocracias esquerdistas se movem para reprimir a dissidência por meio da censura e do confisco de bens ao deparar com a oposição pública. A confabulação desta semana entre Obama e Dilma foi mais para uma sessão de fotos entre dois esquerdistas que cochicham sobre como o mundo poderia ser se eles tivessem mais poder. É sobre o que já está acontecendo com o mundo.
Traduzido por Luis Gustavo Gentil do artigo do The Washington Times: “Obama’s Brazilian model

Nações ex-comunistas expõem a ‘fraude’ de Obama

Posted in certidão de Obama, Obama by juliosevero on 4 de abril de 2012

Nações ex-comunistas expõem a ‘fraude’ de Obama

Em meio ao acobertamento da mídia americana, a imprensa internacional alardeia o “maior escândalo da história americana”

A mídia das antigas nações comunistas está mais uma vez quebrando o silêncio em torno da elegibilidade do presidente Obama para seu mandato, muito embora a mídia americana se recuse a investigar o que está sendo chamado de “o maior escândalo da história americana”.
Primeiro foi o site russo Pravda.
Depois foi a Voz da Rússia, sucessora da Rádio Moscou, estação oficial da União Soviética.
E agora é o Neviditelný pes (O Cão Invisível) da República Tcheca, um site popular de Praga, que está soando o alarme.
Da mesma forma, o Pravda havia publicado um segundo editorial sobre o caso de autoria de Dianna Cotter, titular sênior da Universidade Militar Americana.
Pravda: “O maior escândalo da história americana”
Conforme noticiado pelo  WND, Arpaio e seu Bando do Caso Arquivado (Cold Case Posse) anunciaram que há uma suspeita indicando que os documentos divulgados pela Casa Branca em abril passado como sendo a certidão de nascimento completa e a carteira de reservista originais de Obama são na verdade falsificações.
“O Pravda desafiou a imprensa americana por sua deliberada omissão ao maior escândalo da história americana”, escreveu Cotter em um comentário ao Pravda em 29 de março. “No condado de Maricopa, Arizona, o xerife Joe Arpaio divulgou provas forenses convincentes de que Barack Obama, suposto presidente dos Estados Unidos, apresentou ao mundo em 27 de abril de 2011 uma certidão de nascimento forjada”.
Ela acrescenta, “Desde então, o escândalo só fez aumentar. Um ex-funcionário dos correios, Allen Hulton, apresentou recentemente um testemunho convincente, expresso sob juramento, que só pode levar a uma conclusão: Barack Obama fez faculdade nos Estados Unidos como um estudante estrangeiro”.
Cotter detalha os resultados de uma investigação feita pelo WND que revela que o funcionário de carreira aposentado dos correios alega que os pais de um ex-terrorista do grupo Weather Underground, Bill Ayers, financiaram os estudos de Obama em Harvard, e que a mãe de Ayers indicou que acreditava que Obama era um estudante estrangeiro.
“Há poucas dúvidas de que o sr. Obama não foi honesto com relação à família Ayers e a importância deles para a sua vida. Por mais dissimulado que seja, não é de forma alguma a revelação mais importante”, escreveu Cotter. “Se isso for verdade, se Obama tiver sido apresentado a Hilton como um estudante estrangeiro, isso quer dizer que Barack Hussein Obama estaria usando um passaporte estrangeiro para provar seu status de estudante estrangeiro ao se matricular na Occidental College, em Columbia, e mais tarde na Universidade de Harvard. Como Hulton assinou um juramento, isso não pode ser descreditado como uma mera fofoca; é naturalmente uma prova”.
Cotter também observou que a imprensa americana manteve silêncio em relação à carteira de reservista de Obama.
“A mídia de massa americana abordou esse tema em algum contexto?” ela pergunta. “Pode se tratar do maior escândalo da história americana, certamente a crise constitucional mais significativa que o país enfrentou desde a Guerra Civil.
Não.
Eles não se importam…
Para ser totalmente clara, o poder e o apoio do governo federal dos Estados Unidos está sendo usado para silenciar a imprensa sobre Barack Obama. Seja voluntariamente ou sob coerção, a mídia é cúmplice no acobertamento dos crimes de fraude de Obama e seu governo inconstitucional. Esse cenário é claro e inequívoco”.
Conforme noticiado pelo WND, o Pravda também publicou em 7 de março um artigo de Cotter sobre o caso. No editorial, ela acusou a mídia americana de ser “mansa”, receosa em publicar notícias e que está “deliberadamente escondendo provas publicadas na internet a respeito da fraude [do presidente Obama] contra o público americano e da “estripação” da constituição americana”.
Imprensa tcheca: Sabe-se mais sobre “o nascimento de Jesus dois milênios atrás”.
Agora, o Neviditelný pes (traduzido por “O Cão Invisível”), um site popular de Praga, na República Tcheca, publicou em uma série dividida em duas partes que até mesmo os americanos que dão entrada para uma carteira de motorista precisam apresentar provas da sua identidade.
De acordo com uma tradução grosseira do Google tradutor, o artigo explica: “É responsabilidade dos candidatos [à presidência] disponibilizar documentos da sua vida pregressa: apresentar sua certidão de nascimento…”
O artigo continua: “Agora sabemos mais sobre as circunstâncias do nascimento de Jesus dois milênios atrás do que sobre as do de Obama há meio século”.
A série fornece um histórico detalhado sobre a questão da elegibilidade e da investigação sendo realizada pelo xerife Joe Arpaio. Uma tradução grosseira da série está disponível aqui e aqui.
A Voz da Rússia: ‘Certidão de nascimento de Obama pode ser uma falsificação’
O WND noticiou também [tradução disponível] quando a Voz da Rússia, sucessora da Rádio Moscou, rádio oficial da União Soviética, publicou uma entrevista exclusiva com o xerife Joe Arpaio em 26 de março intitulada “Certidão de nascimento de Obama pode uma falsificação”.
“Onde quer que eu vá, as pessoas me elogiam pelo que fiz”, disse Arpaio à Voz da Rússia. “Então é claro que esse é provavelmente o maior caso de censura e acobertamento na história do jornalismo, uma vez que ninguém em nível nacional está dando cobertura à história”.
No entanto, na recente entrevista da Voz da Rússia, o entrevistador argumentou que o caso da elegibilidade de Obama tem sido noticiado por “centenas” de agências americanas por anos, depois que Donald Trump e Arpaio levantaram a questão.
“Bem, gostaria que me dissesse quais são elas. Tenho certeza que não são nacionais. CBS, ABC, TV a cabo? Pergunta Arpaio. “Mostre-me quem esteve cobrindo o caso. Isso não está sendo noticiado. Não vou passar por agências que dizem que não querem cobrir o caso. Esse é outro problema quando se trata da mídia. Mas onde estão as notícias? Vocês estão me chamando, vocês estão lidando com a Rússia, e é com a Rússia que preciso falar para soltar essa história”.
Traduzido por Luis Gustavo Gentil do artigo do WND: “Ex-communist nations expose Obama ‘fraud’

EUA agora estão na matrix de lei marcial

Posted in lei marcial, Obama by juliosevero on 31 de março de 2012

EUA agora estão na matrix de lei marcial

WASHINGTON, D.C., EUA, 28 de março de 2012 (LifeSiteNews.com) — Uma ordem executiva pouco notada decretada neste mês permitirá que o governo dos EUA se apodere de todos os recursos nacionais (inclusive comida), aliste civis nas forças armadas ou trabalho escravo, controle todos os meios de comunicação e racione os serviços de saúde “para promover a defesa nacional”. O Congresso poderá receber informações sobre as ações do governo, mas não tem nenhum poder para alterá-las. A ordem executiva do presidente Obama completa a “matrix de lei marcial” que entrega todos os recursos nacionais ao governo central de Washington, um proeminente escritor disse para LifeSiteNews.com.
Barack Obama decretou a ordem executiva, “National Defense Resources Preparedness” (Prontidão dos Recursos de Defesa Nacional), em 16 de março.
Jim Garrison do [jornal esquerdista] The Huffington Post resumiu suas cláusulas:
* O ministro da Defesa tem poder sobre todos os recursos de água;
* O ministro do Comércio tem poder sobre todos os serviços e infraestruturas materiais, inclusive materiais de construção;
* O ministro dos Transportes tem poder sobre todas as formas de transporte civil;
* O ministro da Agricultura tem poder sobre recursos e infraestruturas de alimentos, recursos e usinas de gado e a distribuição nacional de equipamento agrícola.
* O ministro da Saúde tem poder sobre todos os recursos de saúde;
* O ministro das Energias tem poder sobre todas as formas de energia.
Cada poder tem todas as suas partes componentes. Por exemplo, “Os transportes civis incluem movimento de pessoas e propriedade mediante todos os meios de transportes interestaduais e intraestaduais, ou comércio estrangeiro dentro dos Estados Unidos, seus territórios e possessões, e o Distrito de Colúmbia, e locais públicos de armazenamento relacionados, portos, serviços, equipamento e infraestrutura”. Semelhantemente, “recursos de alimentos” significam mercadorias e produtos (simples, misturados ou compostos), ou complementos para tais mercadorias e produtos, que podem ser ingeridos por seres humanos ou animais”.
Barack Obama: poderes que nenhum presidente dos EUA jamais teve antes

“Da perspectiva da Constituição, esses são poderes inteiramente ilegítimos”, o escritor e editor William Norman Grigg disse para LifeSiteNews.com. “Não há nem mesmo um indício ou sussurro de legitimidade aí”.

“Você está lidando com alguém que claramente não vê a presidência como suscetível a nenhum limite, legal ou constitucional”, disse ele.
Grigg, que é editor-geral da revista Republic Magazine, disse: “O que é especialmente preocupante é que ele não está mostrando nenhum arrependimento por exercer todos os poderes que eram reivindicados por seus antecessores e acrescentando a essas leis poderes presidenciais extra-constitucionais”.
Esses vastos novos poderes podem ser invocados “em tempos de paz e em tempos de emergência nacional”, sempre que forem “considerados necessários ou apropriados para promover a defesa nacional”. O presidente é quem decidirá quando essas circunstâncias se aplicam.
O Congresso seria informado, mediante um resumo, acerca das ações das agências governamentais — anualmente —, mas não poderia alterar as leis.
Os defensores do presidente, inclusive alguns republicanos, dizem que a ordem executiva só atualiza a Lei de Produção de Defesa de 1950 e a Ordem Executiva 12919 de Bill Clinton, escrita em 1994. A principal diferença é que a nova ordem transfere funções da FEMA para o Departamento de Segurança Nacional.
Ed Morrissey do Hot Air escreveu: “Barack Obama pode ser arrogante, e a escolha do tempo do anúncio desse decreto pode ter parecido estranha, mas isso não é motivo algum para nos preocuparmos”.
Mas Grigg diz que a mudança de uma emergência de tempo de guerra para tempo de paz em si já é preocupante. “Quando estamos lidando com engenharia semântica que tem uma sintonia aguçada, isso parece muito como evidência de más intenções”, disse ele. “Eles jogaram fora a ideia de que precisa haver um acontecimento razoável que provocasse uma emergência nacional que seja importante”.
A dependência de ordens executivas anteriores também preocupa Grigg. “Obama tem… falado sobre as supostas virtudes do controle governamental sobre a população civil inteira dos EUA dentro do modelo militar”, disse ele. “Essa situação nos leva de volta a Bernard Baruch”, presidente da Diretoria das Indústrias Nacionais de Guerra no governo do presidente Woodrow Wilson durante a 1ª Guerra Mundial. Ele escreveu em 1918: “Estamos vivendo hoje num Estado altamente organizado de socialismo [nos EUA]. O Estado é tudo; o individuo é importante apenas enquanto contribui para o bem-estar do Estado”.
“Essa é uma aspiração que está no coração de todos os coletivistas desde tempos imemoráveis”, Grigg disse para LifeSiteNews.com.
Alguns que apoiam a ordem executiva estão preocupados porque ela se apoia numa lei de 62 anos atrás. Doug Mataconis, que acredita que a ordem executiva não é motivo para preocupação, escreveu: “O fato de que o presidente dos Estados Unidos está ainda exercendo autoridade garantida durante a Guerra da Coreia e no auge da Guerra Fria é ainda outro reflexo de como o poder, quando é usurpado pela presidência imperial, nunca é entregue”.
Os defensores do presidente em ambos os partidos dizem que a ordem é meramente um cenário na pior das situações no acontecimento de um ataque nuclear ou um desastre catastrófico que incapacitaria o fluxo normal da vida diária. Esse controle absoluto permitiria que o governo federal mantivesse a ordem.
“Não há realmente nenhum argumento estratégico ou tático que se possa fazer em favor de ditadura vindo da presidência como estratégia para administrar uma emergência”, disse Grigg. “O problema aqui é a suposição de que o melhor meio de lidar com esse tipo de tragédia é centralizar o poder e assim dar um alvo conveniente para nossos inimigos. Num sentido estratégico, não faz nenhum sentido”.
Pelo contrário, o trabalho de neutralizar e localizar um governo [não centralizado] tornaria difícil que um inimigo abalasse completamente a vida nacional.
“O mesmo governo que mostrou os ‘benefícios’ dos tóxicos trailers da FEMA para os sobreviventes do Furacão Katrina agora tem a ‘humildade’ de mostrar mais coisas”, disse ele.
Contudo, a maior perda é a perda da liberdade, dizem eles. Chuck Norris escreveu: “promulgar essa lei marcial mesmo durante um tempo de paz é um abuso e descontrole sem precedentes do poder de um presidente… Os fundadores dos EUA nunca teriam permitido tal coisa, e nós não deveríamos permiti-la”.
Alguns dizem que é duplamente verdade sob o atual presidente. “Com suas ações ele tem mostrado uma disposição que dá para se descrever como ditatorial”, Grigg disse para LifeSiteNews.com. “É o caso de um homem que se deparou com a oportunidade perfeita. O homem e a oportunidade criaram essa arquitetura institucional de ditadura presidencial. Agora o ditador quer ficar no poder por um muito tempo”.

O presidente mais hostil à Bíblia que os EUA já tiveram…

Posted in Obama by juliosevero on 20 de março de 2012

O presidente mais hostil à Bíblia que os EUA já tiveram…

Lista mostra que revolta contra política de contracepção é apenas a ponta do iceberg de Obama

Drew Zahn
Como se o mandato do governo de Obama de que os empregadores católicos — contra a doutrina da Igreja Católica — devam pagar as despesas de controle de natalidade de seus funcionários não fosse motivo para revolta suficiente para os cristãos dos EUA…

Agora David Barton, historiador de questões de fé e liberdade e do WallBuilders, elaborou uma lista de 50 ações anticristãs e antijudaicas documentadas que Obama tomou desde que assumiu a presidência, levando Barton a concluir que Barack Obama é na verdade “O presidente americano mais hostil à Bíblia que os EUA já tiveram”

“Quando observamos a falta de vontade do presidente Obama para se adaptar a quatro séculos de proteção de consciência religiosa através de suas tentativas de exigir que os católicos vão contra suas próprias doutrinas e crenças, somos tentados a dizer que ele é anticatólico”, Barton escreve. “Mas essa caracterização não seria correta. Embora tenha mirado recentemente os católicos, ele tem mirado de igual modo as tradicionais crenças protestantes”.
Barton sugere que sua lista — que inclui links para notícias da NBC, WND, do Los Angeles Times, do Christianity Today e dezenas de outras fontes — demonstra um padrão de “tratamento desrespeitoso e horroroso” para com qualquer pessoa que mantenha valores bíblicos.
“Talvez a descrição mais precisa dessa antipatia para com católicos, protestantes, judeus religiosos e a nação judaica seria caracterizá-la como ‘antibíblica’”, Barton escreve. “E então quando essa hostilidade para com pessoas que têm fé bíblica é contrastada com o seu tratamento preferencial para com os muçulmanos e nações muçulmanas, isso reforça ainda mais a precisão da descrição dele como um homem contrário à Bíblia. Na verdade, tem havido inúmeras vezes, que foram documentadas, em que suas posições pró-islamismo foram a causa de suas ações contra a Bíblia”.
Entre as 50 ações tomadas incluem-se as seguintes:
* Maio de 2009 — Obama não permitiu que o culto do Dia Nacional de Oração (um dia estabelecido por lei federal) ocorresse na Casa Branca.
* 19 de Outubro de 2010 — Obama deliberadamente começa a omitir a frase sobre “o Criador” quando cita a Declaração de Independência — uma omissão que ele cometeu em pelo menos sete ocasiões.
* Abril de 2011 — Pela primeira vez na história americana, Obama pede aprovação de uma lei antidiscriminação que não contém proteções de contratação para grupos religiosos, forçando as organizações religiosas a contratarem de acordo com mandatos federais sem levarem em conta os mandamentos de sua própria religião, eliminando assim a proteção de consciência na contratação.
* Janeiro de 2011 — Depois que uma lei federal foi aprovada permitindo a transferência do Memorial da Segunda Guerra Mundial no Deserto de Mojave para uma propriedade privada, a Suprema Corte dos EUA decidiu que a cruz no memorial poderia continuar em pé, mas o governo de Obama se recusou a permitir a transferência da terra como mandava a lei e se recusou a permitir que a cruz fosse reerguida conforme havia sido ordenado pela Suprema Corte.
* Junho de 2011 — O Departamento de Assuntos Veteranos proíbe referências a Deus e Jesus durante as cerimônias de enterro no Cemitério Nacional de Houston.
* Setembro de 2011 — As Forças Armadas divulgam normas para o Centro Médico Walter Reed estipulando que “Não são permitidos a entrega ou uso de nenhum item religioso (por exemplo, Bíblias, materiais de leitura e / ou fatos) durante uma visita”.
* Fevereiro de 2012 — As Forças Aéreas removem “Deus” do emblema do Gabinete de Capacitação Rápida (a palavra sobre o emblema em latim era: Dei).
* Fevereiro de 2011 — Obama orienta o Ministério de Justiça a parar de defender a Lei de Defesa do Casamento, que é uma lei federal.
* Maio de 2009 — Embora Obama não permita nenhum evento do Dia Nacional de Oração na Casa Branca, ele permite jantares Iftar na Casa Branca em honra ao Ramadã.
* 2010 — Embora cada governo americano tradicionalmente divulgue centenas de proclamações oficiais e declarações em numerosas ocasiões, o governo americano sob Obama evita feriados e eventos bíblicos tradicionais, mas regularmente reconhece os principais feriados muçulmanos, conforme ficou comprovado por suas declarações de 2010 no Ramadã, Eid-ul-Fitr, Hajj, e Eid-ul-Adha.
“Muitas dessas ações são literalmente sem precedentes — essa é a primeira vez que elas aconteceram em quatro séculos de história americana”, Barton conclui seguindo a lista completa. “A hostilidade do presidente Obama para com a fé e valores bíblicos é sem igual em todos os presidentes americanos anteriores”.
Traduzido por Eliseu P. L. J. do artigo de WND: Most ‘biblically hostile’ president ever is …

Pravda pergunta: O que aconteceu com a mídia americana?

Posted in Joe Arapaio, Obama, Pravda by juliosevero on 12 de março de 2012

Pravda pergunta: O que aconteceu com a mídia americana?

Agência russa acusa imprensa americana de “esconder deliberadamente as provas” da “fraude” de Obama

Chelsea Schilling
É uma reviravolta irônica: O Pravda, site de notícias russo, publicou uma acusação de que a mídia americana é “mansa”, receosa em publicar notícias e que está “deliberadamente escondendo provas publicadas na internet a respeito da fraude [do presidente Obama] contra o público americano e da “estripação” da Constituição americana”.

Em um editorial publicado pelo site no dia 7 de março, “Xerife do Arizona descobre que as qualificações de Obama para a presidência são forjadas”, Dianna Cotter, titular sênior da Universidade Militar Americana, ataca a grande mídia pelo seu virtual silêncio a respeito da investigação de seis meses do xerife Joe Arapaio, do condado de Maricopa, Arizona, a respeito da certidão de nascimento de Obama e sua elegibilidade constitucional para o mandato presidencial.

“Um fato único e extraordinário aconteceu nos Estados Unidos da América”, escreve Cotter. “Esse evento ocorreu no Arizona em 1º de março, e foi uma revelação catastrófica… No entanto, nos cinco dias após as revelações [de Arpaio], houve muito pouco no sentido de uma reportagem séria sobre as descobertas apresentadas na publicação. Com 6 curtos vídeos, o xerife e sua equipe apresentaram um caso devastador, que a imprensa amansada dos EUA aparentemente não é capaz de noticiar”.
Cotter relembra a conferência de imprensa de 27 de abril de 2011, em que Obama “entrou na sala de imprensa da Casa Branca com um sorriso de orelha a orelha e uma ‘certidão completa de nascimento’ do estado do Havaí em mãos”.
Falando do palanque, Obama declarou: “Não teremos condições de resolver nossos problemas se ficarmos nos distraindo com espetáculos e pregoeiros”.
“Bastante ácido para um homem que portava um documento forjado”, declara Cotter. “Isso mesmo, forjado”.
Ela destaca que a investigação também descobriu uma suposta certidão de alistamento militar falsa de Obama.
“Documentos forjados estão sendo usados para qualificar um presidente dos Estados Unidos para o mandato que ocupa”, sustenta ela. “Ou seria ‘usurpado’ o termo mais apropriado?”
“O silêncio da grande mídia nos EUA é ensurdecedor. É quase como se ela tivesse pavor de sequer pensar no assunto, quanto menos perguntar: Seria o presidente um criminoso? A imprensa presente na audiência de Arpaio estava obviamente pedindo para que ele declarasse exatamente isso, e, no entanto, órgão nenhum de imprensa fez essa pergunta à Casa Branca. Em vez disso, protegeram energeticamente o presumido presidente dos Estados Unidos, forçando a fraude em cima do país e do resto do mundo, apoiando um homem que pode muito bem ter usurpado seu mandato”.
Ela pergunta: “Qual foi a resposta da imprensa na era Obama? Silêncio. Um silêncio tão escandaloso que pode ser sentido”.
Cotter expõe provas detalhadas de um encobrimento em massa, e conclui:
A imprensa americana está deliberadamente escondendo provas publicadas na internet a respeito da fraude contra o povo americano e da deliberada estripação da Constituição dos Estados Unidos. Ela está escondendo a fraude de Obama que foi revelada pelo xerife do Arizona. O silêncio da imprensa americana seria inacreditável, se não fosse tão patente. É quase tão chocante quanto a audácia do próprio Obama com a fraude.
Traduzido por Luis Gustavo Gentil do artigo do WND: “Pravda asks: What happened to American media

Estados Unidos: entre a Gaylândia e a Maomelândia

Posted in Babilônia, Corão, islamofóbico, islamofobia, Maomé, Obama, progressistas by juliosevero on 1 de março de 2012

Estados Unidos: entre a Gaylândia e a Maomelândia

Maior nação evangélica do mundo não sabe se vira Sodoma ou Arábia Saudita

Julio Severo
Em escolas americanas, o islamismo está se tornando matéria obrigatória em muitos lugares. Em certa escola do Colorado, os estudantes foram obrigados a cantar a música “Zikr”, escrita por A. R. Rahman, onde um trecho diz: “Não há nenhuma outra verdade senão Alá”.
Em 1963, o Supremo Tribunal dos EUA determinou que a leitura da Bíblia nas escolas americanas era inconstitucional, proibindo o livro sagrado cristão em salas de aula em que a maioria absoluta dos alunos vinha de famílias cristãs. E hoje alunos americanos são obrigados a cantar que Alá é a única verdade, sob risco de serem acusados de “islamofóbicos”. O que virá em seguida? Leitura obrigatória do Corão nas salas de aula?
Quanta confusão, não? Concordo, mas a confusão não para por aí. Na Pensilvânia, Ernest Perce estava vestido, na data do Halloween, de Maomé zumbi. Eu, como cristão, não gosto do Halloween, porém os cristãos não saem batendo em ninguém por causa de fantasias de horror.
Mas tente dizer isso a um muçulmano. Talaag Elbayomy, um muçulmano de 46 anos, atacou fisicamente Ernest. O sargento Bryan Curtis, o policial que foi acionado para deter a agressão do muçulmano, deu testemunho no tribunal de que logo após a violência, Talaag ainda tentou sufocar Ernest.
Na Arábia Saudita ou outro país islâmico, o juiz inocentaria o muçulmano.
E nos EUA, o que aconteceria? Aliás, o que aconteceu?
O juiz Mark Martin inocentou Talaag de todas as acusações de violência, agressão e tentativa de assassinato.
Em seguida, o juiz e toda a sua equipe tiveram de se mudar para um local com segurança reforçada, alegando que receberam 200 ligações telefônicas e e-mails negativos.
Numa entrevista ao Daily Caller, Ernest Perce disse que recebeu umas 500 ameaças desde que seu agressor muçulmano foi inocentado.
“Indivíduos disseram que me matariam, arrancariam meus olhos, me atropelariam, atirariam em mim e então dariam risadas, pois cometi blasfêmia contra Maomé”, disse ele. “Estão ameaçando que serei descoberto e enforcado na frente da minha família”.
Ao contrário do juiz e sua equipe, Ernest não conta com nenhum aparato especial de segurança.
Não sei se o juiz é muçulmano, mas ele deve estar pulando de alegria com o que o governo dos EUA fez na ONU. Há um projeto de lei na ONU patrocinado pelos países islâmicos, de proibir “difamação” ao islamismo, embora esteja mascarado como proibição de difamação a todas as religiões. Nesse caso, se um cristão pregar algo que ofenda os muçulmanos (por exemplo, dizer que “Jesus Cristo é Deus”, algo que é altamente ofensivo para a lei islâmica) e muçulmanos agredirem esse cristão e matarem outros, pela lei da ONU o culpado de tudo será o cristão, que incitou o crime! (Minha questão é: será que os muçulmanos aprenderam essa estratégia com os ativistas gays ou será que os militantes gays ainda vão fazer uso dessa estratégia islâmica?) A lei estava para fracassar, mas Obama a salvou, tendo a intenção determinada de aprová-la na ONU.
Ei, mas como é que Barack Hussein Obama conseguiu se tornar presidente da maior nação evangélica do mundo e ainda por cima trabalhar para expandir proteção ao islamismo na ONU com uma lei anti-“islamofobia” que promoverá a “religião da paz” no mundo inteiro?
As raízes ancestrais de Obama são, do lado paterno, inteiramente islâmicas. Do lado materno, ele tem raízes evangélicas progressistas. Quer saber o que dá muçulmano com evangélico progressista? Olhe para Obama, um homem que promove a ideologia muçulmana e a ideologia homossexual ao mesmo tempo! É algo tão confuso que os próprios americanos não sabem dizer se seu próprio presidente é cristão ou muçulmano.
O governo de Obama se tornou essencialmente o gênio da lâmpada mágica para militantes gays e muçulmanos nos EUA e no mundo, pronto para lhes atender nos pedidos e exigências mais excêntricos, fortalecendo-os em todos os seus ódios aos cristãos.
Essa convivência de duas ideologias tirânicas aparentemente antagônicas e irreconciliáveis — e igualmente e ardorosamente anticristãs — nas políticas da maior nação evangélica do mundo representa a própria essência da “Babilônia”, palavra que no hebraico antigo significa “confusão”.
Se por um lado o governo americano está trabalhando para que a ONU aprove uma lei internacional para punir críticas ao islamismo, por outro os EUA não fazem segredo de se tornarem um órgão policial internacional para punir a “homofobia”, colocando a mim e outros cristãos em riscos diretos.
Tradicionalmente, os comunistas botavam seus cachorros loucos para cima dos cristãos. Com a poderosa máquina do império americano tomado por loucuras politicamente corretas, Obama quer botar islâmicos e ativistas gays raivosos para cima de nós!
Desgraçadamente, a decadência evangélica de Obama também é refletida pela decadência evangélica na nação americana inteira. As maiores denominações evangélicas — presbiteriana, luterana e anglicana — dos EUA já estão ordenando pastores homossexuais.
O número de evangélicos e igrejas evangélicas nos EUA está despencando. O que está aumentando são as mesquitas. Desde os ataques terroristas islâmicos aos EUA em 2001, o número de mesquitas dobrou, passando de 1,209 para 2,106 em 2010.
Culpa do Obama, não? Na verdade, esse é um problema que antecede Obama. Desde os ataques terroristas há dez anos, George Bush, um estranho evangélico conservador, não fez outra coisa a não ser proclamar o islamismo como “religião de paz”. Além disso, o governo americano começou a dar preferência para os islâmicos imigrarem para os EUA, numa atitude genuinamente maluca.
Os muçulmanos sempre identificaram os EUA como país cristão. Daí, quando o governo dos EUA intervém militarmente numa nação islâmica, os muçulmanos descontam sua raiva destruindo igrejas e matando pastores e cristãos.
Os cristãos, então, pagam um preço alto pelas políticas intervencionistas dos EUA. E se esses coitados tentam pedir asilo, ou mesmo um visto para imigrar para os EUA, são imediatamente rejeitados. Mas seus opressores islâmicos podem sempre contar com os benefícios de asilo ou visto, com a cortesia paranoica do governo dos EUA, desde o governo de Bush.
A única coisa que Obama fez de diferente foi estender essa cortesia aos ativistas gays do mundo inteiro, que agora têm preferência para imigrar para os EUA, logo após os islâmicos.
O resultado não poderia ser diferente. A loucura islâmica está invadindo os EUA. Igrejas evangélicas tradicionais dos EUA já estão sendo transformadas em mesquitas. E se escaparem desse destino islâmico cruel, podem acabar virando saunas gays!
Se a decadência das igrejas americanas não parar e se o governo americano continuar seu namoro apaixonado com a ideologia islâmica, num futuro não muito distante o turista brasileiro que chegar a Nova Iorque contemplará não mais edifícios altos, mas elevados minaretes.
E nas livrarias cristãs, você poderá encontrar o futuro best-seller, “Uma Mesquita Com Propósito”, talvez de Rick Warren, se ele não parar seu namoro ecumênico com líderes islâmicos.

Sob Obama, EUA importarão gays

Posted in consulado dos EUA, Departamento de Estado, Embaixada dos EUA, Hillary Clinton, Obama by juliosevero on 18 de dezembro de 2011

Sob Obama, EUA importarão gays

William J. Murray
Em 6 de dezembro, numa conferência em Genebra que teve o comparecimento de diplomatas do mundo inteiro, a secretária de Estado dos EUA Hillary Clinton comparou a luta pela “igualdade gay” à aprovação de leis de direitos para as mulheres e igualdade racial. Ela disse que as “tradições” culturais ou religiosas não são uma desculpa para discriminação contra homossexuais. “Direitos gays são direitos humanos, e direitos humanos são direitos gays”, disse ela.
“Ser gay jamais deveria ser crime”, Clinton declarou e concluiu que “Os gays nascem e pertencem a todas as sociedades do mundo”.
Ao mesmo tempo, em Washington, D.C., o presidente Obama estava ordenando que todos os órgãos dos EUA que operam no exterior, inclusive o Departamento de Estado e a Agência de Desenvolvimento Internacional, usem a assistência externa para ajudar gays e lésbicas que estão enfrentando violações dos direitos humanos. Ele ordenou que os órgãos dos EUA “protejam” vulneráveis gays e lésbicas que são refugiados e buscam asilo. Numa declaração dada com o memorando, Obama disse: “A luta para acabar com a discriminação contra lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros é um desafio mundial e parte fundamental do compromisso dos Estados Unidos para promover direitos humanos”.
Na verdade, o que o presidente Obama fez foi ordenar que as embaixadas, consulados e agências dos EUA importem homossexuais do mundo inteiro que estão sob ameaça. Portanto, qualquer indivíduo que entrar numa embaixada americana em qualquer lugar do mundo onde as atividades homossexuais, inclusive o “casamento gay”, são ilegais e afirmar ser homossexual será colocado na frente da fila para emigrar para os Estados Unidos.
Estranhamente, Obama já havia colocado os refugiados muçulmanos na frente da fila. Os cristãos nos países muçulmanos sabem muito bem que não têm chance de nem mesmo serem considerados para receber condição de imigrante para entrar nos Estados Unidos, mesmo quando já têm parentes nos EUA. Mas o governo de Obama está importando centenas de milhares de “refugiados” muçulmanos, estabelecendo-os nas regiões mais evangélicas dos EUA a fim de deteriorar o chamado Cinturão Bíblico, uma região tradicionalmente inimiga do partido esquerdista de Obama. Os refugiados muçulmanos e os homossexuais têm agora posição especial para imigrar para os Estados Unidos.
Tradução e adaptação: www.juliosevero.com
Fonte: WND

Obama quer EUA como agência policial mundial a favor do homossexualismo

Posted in Obama by juliosevero on 9 de dezembro de 2011

Obama quer EUA como agência policial mundial a favor do homossexualismo

Ele quer também importar homossexuais, dando-lhes privilégios especiais de asilo nos EUA

Bob Unruh
O governo de Obama anunciou que pretende fazer dos Estados Unidos uma agência policial mundial a favor de questões sexuais, com planos de tentar intervir no funcionamento de outras nações onde o homossexualismo não é promovido bem como planos para criar cláusulas especiais para que homossexuais e indivíduos que têm outros estilos de vida recebam privilégios especiais para entrar nos EUA.
Obama: EUA como agência policial mundial pró-sodomia

Entre as cláusulas está uma chamada específica para que o governo dos EUA “melhore” seu trabalho de fornecer serviços para “refugiados LGBT e homossexuais que buscam asilo”.

“Ronald Reagan disse que os EUA deveriam ser um exemplo de luz para o mundo. Quem diria que agora os EUA viraram um exemplo de Sodoma para o mundo”, disse Peter LaBarbera, diretor de Americans for Truth, uma organização de Illinois ativa em revelar a verdade sobre a homossexualidade.
A declaração da Casa Branca se chama Memorando Presidencial — Iniciativas Internacionais para Avançar os Direitos Humanos de Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transgêneros.
Na introdução do documento de muitas seções, Obama explica que ele já ordenou que os órgãos do governo americano “que têm atividades em outros países” começassem desde já a “adotar medidas para promover os direitos humanos fundamentais de indivíduos LGBT no mundo inteiro”.
Especificamente, o plano dele é tentar intervir no funcionamento interno de outros países onde a escolha do estilo de vida homossexual está sob risco. Essa intervenção ocorreria por meio dos órgãos do governo dos EUA, os quais “fortaleceriam as campanhas existentes para combater de forma eficaz as leis de governos estrangeiros que criminalizam a condição ou a conduta LGBT e expandir iniciativas para combater a “discriminação, a homofobia e a intolerância na base da condição ou conduta LGBT”.
Além disso, Obama explicou a necessidade de dar a todos os indivíduos LGBT acesso especial aos Estados Unidos.
Ele explicou que os funcionários federais deverão ser treinados para ajudar os membros da classe LGBT nos desejos que eles têm.
As melhorias que os Estados Unidos estão oferecendo àqueles que apoiam as escolhas de estilo de vida sexual alternativo também significam que as organizações humanitárias que recebem assistência financeira dos EUA deverão aumentar seus interesses e envolvimentos com indivíduos LGBT. Deve-se também estabelecer uma entidade especializada que assegure que os EUA estejam fazendo tudo o que Obama quer.
Além disso, o Departamento de Estado e outros órgãos “precisam fortalecer o trabalho que começaram e iniciar campanhas adicionais nesses fóruns e organizações multilaterais para… combater a discriminação com base na condição LGBT; ampliar o número de países que apoiam e defendem questões LGBT…” e outras iniciativas.
Aqueles que estão envolvidos nos confrontos por causa das exigências de “direitos” por parte de grupos homossexuais e outros grupos nos EUA disseram que a medida de Obama é incrivelmente imprópria.
“Os Estados Unidos não são um país pós-cristão… Os EUA são anticristãos. Os EUA estão fazendo guerra explícita contra a ética judaico-cristã”, LaBarbera disse para WND.
Ele disse que Obama, e sua secretária de estado, Hillary Clinton, estão literalmente “redefinindo o pecado”.
“Em todas as colônias [do começo dos EUA], em toda a nossa história, o homossexualismo sempre foi proibido”, disse ele. “Agora de repente os EUA vão passar sermão em outros países, forçando-os a seguir a versão de direitos humanos da última moda”.
Ele disse… que tudo o que vem sendo dito acerca da homossexualidade e direitos dá para se aplicar ao sexo com animais e direitos, ou à pedofilia e direitos, ou a outras escolhas de estilo alternativo e direitos.
“Em que base”, perguntou ele, “podemos dizer que [a pedofilia e o sexo com animais] são absolutamente inaceitáveis? A NAMBLA [sigla em inglês da Associação Norte-Americana de Amor entre Homens e Meninos] costumava marchar nas paradas de orgulho gay”.
“Os direitos humanos estão enraizados na ideia bíblica e judaico-cristã de direitos. Isso é incrível. Eles estão torcendo a essência dos direitos humanos. Se existe um direito à conduta homossexual, por que não existe um direito ao… adultério e ao incesto?”
Matt Barber, um dos líderes do Conselho de Liberdade, também disse ao WND: “Como é que os EUA ousam exportar sua decadência moral para outros países? Este presidente trouxe vergonha para o nosso país mediante o uso de extorsão. Eu utilizo uma palavra forte aqui, extorsão, pois os EUA estão tentando forçar outras nações a adotar todas as exigências dos grupos homossexuais de pressão política”.
Tradução, adaptação e edição: www.juliosevero.com
Fonte: WND
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