Julio Severo

Marta Suplicy e PLC 122: a volta da mentira

Marta Suplicy e PLC 122: a volta da mentira

Por inspiração de Obama, senadora homossexualista quer de volta PLC 122 do jeito da senadora derrotada Fátima Cleide

Julio Severo
Cansada da resistência do povo brasileiro, mas animadíssima com o recente mau exemplo de Obama apoiando o “casamento” gay, a senadora petista Marta Suplicy tomou a decisão, em 15 de maio, de retomar o texto do PLC 122 que havia sido proposto pela ex-senadora Fátima Cleide, a antiga relatora do PLC 122 que foi facilmente derrotada em seu estado exatamente por defender o supremacismo gay.
PLC 122: Gaystapo ataca de novo
Com a derrota de Fátima nas eleições de 2010, o PLC 122 foi sepultado no Senado, sendo desenterrado em seguida por Suplicy, que esperava que seu ativismo radical pudesse dar para o projeto supremacista gay o avanço que Fátima nunca conseguiu dar. Suplicy tentou de tudo, até mesmo dar uma concessão especial para que padres e pastores não fossem punidos se pregassem contra o homossexualismo dentro de suas igrejas.
Marta reconheceu publicamente que o texto de Fátima, o qual agora ela está trazendo de volta, condenava à prisão toda pessoa que dissesse qualquer coisa contra o homossexualismo. Por isso, ela havia criado uma isenção, conforme ela disse neste vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=jIOOE0n2V5g

Antes dessa generosa concessão, as velhas palavras do PT e Fátima Cleide garantiam ao povo brasileiro que o PLC 122 jamais traria nenhuma perseguição aos cristãos. O projeto, segundo eles, visava exclusivamente proteger gays inocentes de supostas turbas “homofóbicas” que patrulham as ruas do Brasil à procura de estranhos com trejeitos para assassinar.
Os evangélicos ficaram desconfiados com as garantias de Fátima e do PT. Afinal, em 2002 o candidato Lula havia se comprometido com líderes evangélicos tradicionais, pentecostais e neopentecostais que seu futuro governo jamais promoveria o aborto e o homossexualismo. Mas o governo dele foi exatamente o contrário do que ele prometeu. (Alguém, com certeza, deve ter se gabado nos bastidores: “Enganei um monte de bobo na casca do ovo!”)
A desconfiança dos evangélicos com as promessas de Fátima produziu uma campanha de igrejas para derrotar a reeleição dela. Mas eis que vem como substituta Marta Suplicy, considerada a rainha dos gays.

Livro “O Movimento Homossexual”

Só não conhece Suplicy quem não quer. Ela já vinha sendo denunciada desde meu livro “O Movimento Homossexual”, publicado pela Editora Betânia em 1998. Ela é uma antiga defensora de toda prática sexual anormal, tendo sido treinada, nas décadas de 1960 e 1970, em universidades dos Estados Unidos. Ninguém no mundo consegue formar melhor um PhD em depravação do que uma grande universidade americana.
Obama: inspiração para Marta Suplicy e supremacistas gays do mundo inteiro
A motivação de Marta está muito longe de preocupações com homossexuais. Anos atrás, vendo que estava perdendo a eleição para a prefeitura de São Paulo, ela insinuou, na propaganda de sua campanha, que o candidato opositor era homossexual. Foi uma jogada estratégica: sabendo que a população é em grande parte contra o homossexualismo, Marta se aproveitou e tentou tirar a força o outro candidato do armário, a fim de que o povo reagisse contra ele e a favor dela.
Em seu oportunismo, Suplicy não hesitou em usar sua máquina de propaganda política para fazer bullying e perseguição contra um homossexual, fazendo de tudo para puxar o tapete dele.
Se a defesa dela da agenda gay não é movida por amor aos homossexuais, então qual é a motivação? Como esquerdista, Marta crê na “luta de classes”, conceito de Karl Marx para provocar uma revolução na sociedade que, no fim, traga a ditadura comunista.
Tendo essa ideologia como princípio de vida, é missão de Marta e outros esquerdistas fortalecer determinadas classes e categorias, dando-lhes poder para entrar em choque especialmente com os padrões morais da sociedade, a fim de produzir o caos social, que será a desculpa perfeita para a implantação de um feroz controle tirânico sobre todos os cidadãos.
A volta de Marta ao PLC 122 de Fátima Cleide nada mais é do que a volta ao projeto do caos e da mentira. Ouviremos novamente a ladainha, dita um milhão de vezes por Fátima, de que o PLC 122 não trará perseguição aos cristãos.
Marta Suplicy quer PLC 122 do jeito que Fátima Cleide havia proposto
Contrariando essa ladainha toda, passei anos alertando contra o PLC 122 e seus perigos. A grande mídia, como sempre, deixava suas audiências no escuro da desinformação e até mesmo da flagrante mentira. Mas com meu blog e com meu livro, fiz minha parte para conscientizar o povo.
Minha luta recebeu atenção internacional, dando-me a oportunidade de dar entrevistas para veículos de comunicação dos EUA e Canadá.
Enquanto isso, no Brasil jornais e revistas evangélicos, em grande parte nas mãos de esquerdistas, tentavam lidar com o PLC 122 de forma “imparcial”, respeitando a palavra de Fátima Cleide de que o projeto supremacista gay não representava ameaça aos cristãos.

“Moinhos de vento”

Crendo obviamente nessa palavra, numa entrevista carregada de deboches a revista Cristianismo Hoje me apontou como um “daqueles crentes quixotescos, disposto a lutar contra moinhos que talvez só ele consiga enxergar”.
A ameaça do PLC 122, que hoje é corretamente entendida como um perigo grave, foi tratada, em 2009, como mera ilusão ou até mesmo paranoia pela revista Cristianismo Hoje. Outras mídias evangélicas, como o tabloide sensacionalista Genizah, tratam os opositores do PLC 122 quase como doentes mentais. Essa atitude progressista lhes rende elogios e aplausos dos ativistas gays.
Mais recentemente, Danilo Fernandes, o dono do Genizah cuja ficha corrida está realmente crivada de escândalos judiciais, entrevistou Caio Fábio na revista Cristianismo Hoje. (O nome oficial completo do Danilo consta aqui.) A entrevista não dispensou deboche algum a ele, que foi tratado como um homem que, depois de sofrer inocentemente e ser “martirizado”, é elevado a sublimes alturas celestiais reservadas a um número restrito de santos esotéricos.
A única verdade importante que se aproveitou da entrevista foi Caio reconhecer, ainda que lamentando, que o explosivo crescimento das igrejas neopentecostais na década de 1980 atrapalhou a união das outras igrejas que estava acontecendo em torno da Teologia da Missão Integral (TMI) — que é, nas palavras de Ariovaldo Ramos, a vertente protestante da Teologia da Libertação.
Geralmente, os adeptos da TMI têm uma visão esquerdista da luta contra o PLC 122. A visão deles se traduz em apatia ou deboches, que Cristianismo Hoje e Genizah fazem muito bem, em sua perfeita comunhão espiritual e ideológica. Para eles, a ameaça do PLC 122 é pura suposição ou “moinhos de vento” na cabeça de alucinados. Os não alucinados, para eles, são os que têm a TMI na cabeça.
Cristianismo Hoje e Genizah nunca insinuaram que Marta Suplicy, Fátima Cleide, Lula, Dilma Rousseff e o PT são um bando de alucinados ou têm a mente cheia de moinhos de vento. Pelo contrário, Lula, Dilma, Obama e seus descarados apoiadores evangélicos foram muitas vezes celebrados em suas páginas. Qualquer mídia evangélica que festeje tais criaturas fatalmente debochará de genuínos seguidores de Jesus Cristo.
Quando iniciei a luta contra o PLC 122 no meio evangélico, a grande mídia evangélica, encharcada até a alma com a TMI, só enxergava o lado mais positivo que Fátima Cleide apresentava. Eu vi o lado realista, que por acaso era sombrio e negativo. Essa não foi a primeira vez que vi perigos que muitos não viam. Quando meu livro “O Movimento Homossexual” foi lançado, muitos o julgaram “exagerado” por denunciar que os ativistas homossexuais chegariam ao ponto de exigir a doutrinação das crianças nas escolas. A resposta geral era: “Isso nunca vai acontecer no Brasil!”
Trabalhei, na década de 1990 (e posteriormente), como uma voz que clama no deserto. Quem leu meu livro naquela época, hoje me chama de profeta. Quem leu na década de 1990, sem ver o que ocorreria hoje, me achava um alucinado.

As ameaças dos ativistas gays não são ficção

No início da luta contra o PLC 122, muitos me viam da mesma forma. Dá para entender quando o povo não compreende. Mas os líderes muitas vezes têm outras motivações. Um grande líder evangélico que, num artigo da revista Ultimato, atacou os cristãos que lutam contra o PLC 122 tinha uma motivação particular: viajando o Brasil inteiro para ministrar para milhares de pessoas, deixava filhos pequenos e cônjuge abandonados. O resultado: os filhos acabaram se envolvendo com o estilo de vida homossexual.
O que não é de surpreender são as ligações desse líder com Caio Fábio, revista Ultimato e Genizah. Mas em que sua raiva contra os cristãos anti-PLC 122 poderia ajudar seus filhos que entraram no homossexualismo por causa de seu sobrecarregado trabalho de ministrar em todo o Brasil? Destroem suas famílias e depois querem, na maior cara de pau, posar de guardiões de uma ética cristã hipócrita que se opõe a uma genuína defesa da família. Em que seus ataques e deboches aos cristãos anti-PLC 122 poderiam ajudá-lo a resgatar seus filhos do homossexualismo?
Graças a Deus, a visão progressista da TMI, que pinta os opositores do PLC 122 como paranoicos, está perdendo força. Um número cada vez maior de pessoas está enxergando as horrendas consequências que a sociedade brasileira sofrerá se o se o projeto de supremacismo gay for aprovado.
Para a volta ao texto do PLC 122 de Fátima Cleide, Marta se apoia nas palavras de Toni Reis, presidente da ABGLT, que disse: “Mais de três mil homossexuais foram assassinados no Brasil nos últimos anos. Mas o projeto ainda não foi aprovado”.
Ele também garantiu que “o projeto não afeta a liberdade de expressão dos religiosos que são contra o homossexualismo”.
Voltaremos assim às desculpas (e mentiras) de sempre — com o apoio de líderes evangélicos negligentes que facilitam a entrada de seus filhos no homossexualismo e depois procuram bodes expiatórios para seus próprios pecados.
Se o PLC 122 “não afeta a liberdade de expressão dos religiosos que são contra o homossexualismo”, então por que, mesmo sem esse projeto, Toni Reis pressionou o Ministério Público Federal contra mim e contra Silas Malafaia? Mesmo antes dessa ação da ABGLT, a própria Associação da Parada do Orgulho Gay de São Paulo já havia feito queixa contra mim no MPF em 2006.
Por conta da minha luta contra o PLC 122, uma mobilização gayzista na rede social do Orkut levou um grande número de ativistas gays a pressionar o Google a fechar meu blog em 2007. O Google só o reativou depois da pressão de muitas pessoas, inclusive do filósofo Olavo de Carvalho, vários advogados e um procurador em Brasília.
Esse procurador telefonou para o Google perguntando sobre o fechamento do meu blog, recebendo como resposta que meus textos promovem violência contra os homossexuais. O procurador declarou ao advogado do Google que ele era assíduo leitor do meu blog e nunca havia visto um único texto meu de ódio ou violência contra os homossexuais. Em seguida, não vendo justificativa legal para manter meu blog encerrado e censurado, o Google o liberou.
Entretanto, as pressões gayzistas nunca cessaram. Mensagem interceptada de comunicação interna da ABGLT em 2010 mostra Toni Reis orientando os grupos homossexuais do Brasil a procurarem minha localização no exterior. Mais recentemente, por incitação de ativistas homossexuais do Brasil, AllOut, uma das mais ricas organizações homossexuais dos EUA, me incluiu numa campanha para pressionar o PayPal a fechar a conta de dez importantes organizações cristãs. WND, um dos maiores sites conservadores dos EUA, denunciou a campanha contra mim.
Sob pressão de AllOut, minha conta de PayPal foi fechada no final de 2011, bloqueando um canal por onde cristãos enviavam suas ofertas para mim e minha família. Esse caso do PayPal ficou conhecido como o quarto maior caso de perseguição anticristã nos EUA em 2011. Vendo a vitória de AllOut contra mim, ativistas gays do Brasil conseguiram convencer a organização gayzista americana a lançar uma campanha para aprovar o PLC 122.
Entretanto, muito diferente do que esperavam os militantes gays do Brasil e dos EUA, meu ministério de alerta prossegue. E prosseguem as tentativas deles de me censurar, bloquear, localizar, processar e, sim, até prender.
Em julho de 2011, WND já havia denunciado monitoração do Ministério de Segurança Nacional dos EUA ao meu blog. Como se sabe, hoje o governo mais pró-homossexualismo do mundo é o governo americano, que tem uma política mundial descaradamente a favor da agenda gay. Mesmo depois da denúncia, que se confirmou, meu blog continuou sofrendo visitações de órgãos americanos, numa vergonha revelação dos EUA agindo como uma polícia internacional pró-sodomia, patrulhando cristãos que se opõem ao supremacismo gay. As ameaças ao Blog Julio Severo estão agora registradas internacionalmente.
Pressões da Gaystapo brasileira e americana são uma ameaça constante ao Blog Julio Severo
Se mesmo não havendo nenhuma lei anti-“homofobia” no Brasil, meu blog já sofre todo esse patrulhamento, o que ocorreria depois da aprovação do PLC 122?
Com o PLC 122 aprovado, a ABGLT, a Associação da Parada do Orgulho Gay de São Paulo e outros grupos gays radicais não se limitariam a fazer queixas, mas iriam diretamente para a exigência de prisão para mim e outros que denunciam o pecado homossexual, com a alegação criminosa de que essa denúncia é a causa de assassinatos de homossexuais em ambientes de drogas, prostituição e brigas de parceiros ou clientes sexuais.
Se é verdade que três mil homossexuais foram assassinados no Brasil nos últimos anos, então é muito mais verdade que, no mesmo período, cerca de 1 milhão de brasileiros foram assassinados, e menos de dez por cento desses assassinatos foram solucionados. As outras centenas de milhares de assassinatos ficaram impunes.
Marta Suplicy fará tudo para que a luta de classes se torne realidade no Brasil, com a garantia de que o PLC 122 não trará nenhuma perseguição aos cristãos. Como reforço, a grande mídia evangélica esquerdista garantirá que a luta dos cristãos contra o PLC 122 é pura ilusão, é “luta contra moinhos de vento”. É a união perfeita do inútil com o desagradável. É um eco inconfundível da percepção da própria grande mídia secular do Brasil.
Sempre que lhe for ideologicamente conveniente, Suplicy continuará elogiando, adulando e defendendo os ativistas gays — a menos, é claro, que ela descubra que um concorrente político é homossexual.

Clodovil

Vale lembrar que provavelmente o maior inimigo de Suplicy era Clodovil Hernandes, que era homossexual assumido, mas inteligente o suficiente para se opor ao supremacismo gay por entender que a conduta homossexual não é natural. Clodovil não tinha receio de contrariar radicais ativistas gays.
Numa entrevista publicada na revista Veja, feita poucos dias antes de sua morte, o repórter perguntou: “Por que o senhor não apresentou nenhum projeto defendendo o direito dos homossexuais?”
Clodovil respondeu: “Deus me livre. Quais direitos? Direito de promover passeata gay? Não tenho orgulho de transar com homem”.
Clodovil: Não tinha orgulho de transar com homem e era o maior inimigo de Marta Suplicy
Se Suplicy e sua volta da mentira do PLC 122 tiverem êxito, a legalização do que não é natural e não é motivo nenhum de orgulho para ninguém produzirá opressão e injustiças na sociedade brasileira.
Clodovil chegou a reconhecer que queria uma mudança. Tal mudança o PLC 122 nunca poderá dar, mesmo que o governo, tirando dinheiro de nosso bolso, pague caríssimas operações de mudança de sexo.
Pena que não haja ainda operações de mudança de cérebro.
Transplantar o cérebro de Clodovil para Suplicy faria muito bem ao Brasil.

Com apoio do governo e da ONU, Rede Globo fará campanha em massa de combate à “homofobia”

Publicado em homofobia, Maria do Rosário, Marta Suplicy, ONU, TV Globo por juliosevero em 4 de dezembro de 2011

Com apoio do governo e da ONU, Rede Globo fará campanha em massa de combate à “homofobia”

Julio Severo
Neste mês de feriado de Natal, a relatora do PLC 122 Marta Suplicy contará com uma poderosa artilharia de apoio.

A Rede Globo, em parceria com o PNUD (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento) e com a Unesco (Organização das Nações Unidas para Educação, a Ciência e a Cultura), elaborou uma campanha de combate à “homofobia” que foi assistida e aprovada pela presidente petista Dilma Rousseff e pela Secretaria de Comunicação da Presidência. A campanha em massa será dirigida ao público durante 15 dias, dando tempo suficiente para Suplicy poder obter da população apoio para a sua ambicionada meta de aprovar a lei federal anti-“homofobia”, mais conhecida como PLC 122.

A propaganda, que durará 30 segundos, terá como slogan “discriminar homossexuais é crime. Cidadania, a gente vê por aqui”. A Secretaria Especial de Direitos Humanos (SDH) declarou que o governo federal não precisou gastar um centavo com a campanha, que foi bancada completamente pela Rede Globo.

Entretanto, a SDH deixou claro que o governo de Dilma Rousseff vai produzir sua própria campanha anti-“homofobia” em massa dirigida à população brasileira em 2012.

A SDH é dirigida pela militante petista radical Maria do Rosário, que tem um projeto de lei para proibir os pais de aplicar correção física nos filhos. De forma oposta, ela apoia o aborto legal e a doutrinação homossexual das crianças nas escolas. De acordo com ela, aplicar disciplina física nos filhos não pode. Mas pode-se, conforme a ideologia dela, matar os filhos antes de nascer e doutriná-los no homossexualismo se não forem abortados.
Se a população vacilar, o PLC 122 será aprovado, trazendo piores consequências do que as consequências que já estão ocorrendo no Estado de São Paulo, onde em 2001 o PSDB aprovou uma lei estadual anti-“homofobia”. Graças a essa lei, obscenidades homossexuais em público estão protegidas pelo governo estadual, que está perseguindo igrejas que divulgam publicamente o que a Bíblia diz sobre o homossexualismo.
Maria do Rosário, Marta Suplicy e ativistas gays exigem aprovação do PLC 122

O apoio explícito da Rede Globo à relatora do PLC 122 não é de estranhar. Anos atrás, Marta Suplicy era funcionária da Globo, apresentando na TV o sexo anormal como se fosse normal. Seu esculachado programa de besteirol sexual acabou virando profissão política. Hoje, mamãe global e filha suplício trabalham com a mesma meta.

Com informações do site homossexual A Capa.
Gaystapo verde amarelo        
Campanhas anti-“homofobia” anteriores da Rede Globo:

Constituição anti-“homofobia” para o Brasil: um sonho de Marta Suplicy e OAB

Publicado em Marta Suplicy, OAB por juliosevero em 21 de setembro de 2011

Constituição anti-“homofobia” para o Brasil: um sonho de Marta Suplicy e OAB

Julio Severo
A senadora Marta Suplicy (PT-SP) elogiou a Proposta de Emenda Constitucional (PEC), elaborada pela Comissão Especial de Diversidade Sexual da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), que quer ampliar privilégios a indivíduos viciados em práticas homossexuais.

O texto tem a pretensão de introduzir na Constituição todas as decisões do Supremo Tribunal Federal (STF) que favoreceram a agenda gay, inclusive a garantia de união estável para duplas homossexuais, com direito à conversão em casamento e adoção de crianças.

De acordo com a agência de notícias do Senado, “a PEC tem como um de seus principais ponto a criminalização da homofobia e estabelece a pena de dois a cindo anos de reclusão para aqueles que praticarem atos de discriminação e preconceito em virtude da orientação sexual de alguém. A mesma punição se estende aos que incitarem o ódio ou pregarem [contra a] orientação sexual ou identidade de gênero”.
Com a aprovação da PEC, a própria Constituição do Brasil se transformará num PLC 122. Mas Suplicy reconhece que a tentativa de transformar a Constituição do Brasil numa constituição anti-“homofobia” certamente enfrentará resistência de “setores como o da igreja”.
A senadora acredita que, estrategicamente, será importante aprovar primeiro o PLC 122/2006, pois sua tramitação está mais avançada, tendo já sido aprovado sorrateiramente na Câmara dos Deputados e restando apenas a votação no Senado. O segundo passo, na avaliação de Marta, é apresentar a PEC, que é uma matéria mais ampla e complexa. “A PEC é bem mais difícil de aprovar. Então, vamos começar com a homofobia e avaliar o momento adequado para fazer uma PEC com essa amplitude, que é realmente o sonho que nós gostaríamos para todo o País”, explicou a senadora à agência do Senado.
O Estatuto da Diversidade Sexual conta com 109 artigos, que alteram 132 dispositivos legais. O Estatuto criminaliza a homofobia, reconhece o direito à livre orientação sexual e iguala os direitos fundamentais entre heterossexuais e LGBTs.
Eis algumas dos “avanços” que o Estatuto da Diversidade Sexual propõe:
Legitimação da PEDOFILIA e outras anormalidades sexuais:
Título III, Art. 5º § 1º – É indevida a ingerência estatal, familiar ou social para coibir alguém de viver a plenitude de suas relações afetivas e sexuais.
Sob essa lei, a família nada poderá fazer para inibir um problema sexual nos filhos. A sociedade nada poderá fazer. E autoridades governamentais que ainda restarem com um mínimo de bom senso estarão igualmente impedidas de “interferir”.
Retirar o termo PAI E MÃE dos documentos:
Título VI, Art. 32 – Nos registros de nascimento e em todos os demais documentos identificatórios, tais como carteira de identidade, título de eleitor, passaporte, carteira de habilitação, não haverá menção às expressões “pai” e “mãe”, que devem ser substituídas por “filiação”.
Essa lei visa beneficiar diretamente os ajuntamentos homossexuais desfigurados tratados como família. Para que as crianças se acostumem com “papai e papai” ou “mamãe e mamãe”, é preciso eliminar da mente delas o normal: “papai e mamãe”.
Começar aos 14 ano os preparativos para a cirurgia de mudança de sexo aos 18 anos (pode começar com hormônios sexuais para preparar o corpo):
Título VII, Art. 37 – Havendo indicação terapêutica por equipe médica e multidisciplinar de hormonoterapia e de procedimentos complementares não-cirúrgicos, a adequação à identidade de gênero poderá iniciar-se a partir dos 14 anos de idade.
Título VII, Art. 38 – As cirurgias de redesignação sexual podem ser realizadas somente a partir dos 18 anos de idade.
Cirurgias de mudança de sexo nos hospitais particulares e no SUS:
Título VII, Art. 35 – É assegurado acesso aos procedimentos médicos, cirúrgicos e psicológicos destinados à adequação do sexo morfológico à identidade de gênero.
Parágrafo único – É garantida a realização dos procedimentos de hormonoterapia e transgenitalização particular ou pelo Sistema Único de Saúde – SUS.
Uso de banheiros e vestiários de acordo com a sua opção sexual do dia:
Título VII, Art. 45 – Em todos os espaços públicos e abertos ao público é assegurado o uso das dependências e instalações correspondentes à identidade de gênero.
Não é permitido deixar de ser homossexual com ajuda de profissionais nem por vontade própria:
Título VII, Art. 53 – É proibido o oferecimento de tratamento de reversão da orientação sexual ou identidade de gênero, bem como fazer promessas de cura.
O Kit Gay será desnecessário, pois será dever do professor sempre abordar a diversidade sexual e consequentemente estimular a prática:
Título X, Art. 60 – Os profissionais da educação têm o dever de abordar as questões de gênero e sexualidade sob a ótica da diversidade sexual, visando superar toda forma de discriminação, fazendo uso de material didático e metodologias que proponham a eliminação da homofobia e do preconceito.
Contos infantis que apresentem casais heterossexuais devem ser banidos se também não apresentarem duplas homossexuais travestidas de “casais:
Título X, Art. 61 – Os estabelecimentos de ensino devem adotar materiais didáticos que não reforcem a discriminação com base na orientação sexual ou identidade de gênero.
As escolas não podem incentivar a comemoração do Dia dos Pais e das Mães:
Título X, Art. 62 – Ao programarem atividades escolares referentes a datas comemorativas, as escolas devem atentar à multiplicidade de formações familiares, de modo a evitar qualquer constrangimento dos alunos filhos de famílias homoafetivas.
Cotas nos concursos públicos para homossexuais assim como já existem para negros no RJ, MS e PR e cotas em empresas privadas com já existe para deficientes físicos:
Título XI, Art. 73 – A administração pública assegurará igualdade de oportunidades no mercado de trabalho a travestis e transexuais, transgêneros e intersexuais, atentando ao princípio da proporcionalidade.
Parágrafo único – Serão criados mecanismos de incentivo a à adoção de medidas similares nas empresas e organizações privadas.
Casos de pedofilia homossexual irão correr em segredo de justiça:
Título XIII, Art. 80 – As demandas que tenham por objeto os direitos decorrentes da orientação sexual ou identidade de gênero devem tramitar em segredo de justiça.
Censura a piadas sobre gays:
Título XIV, Art. 93 – Os meios de comunicação não podem fazer qualquer referência de caráter preconceituoso ou discriminatório em face da orientação sexual ou identidade de gênero.
“O Estatuto da Diversidade Sexual é um avanço. Isso nunca havia sido pensado em relação às questões LGBT”, reconheceu Marta Suplicy, classificando-o como de importância “inquestionável”.
O Estatuto defende que o Estado é obrigado a investir dinheiro público para homossexuais que querem caros procedimentos de reprodução assistida por meio do Sistema Único de Saúde (SUS) e também que o Estado é obrigado a criar delegacias especializadas para o atendimento de denúncias por preconceito sexual contra homossexuais, atendimento privado para exames durante o alistamento militar e assegura a visita íntima em presídios para homossexuais e lésbicas.
Com informações de Renato Tambellini e da agência Senado.

O império da infelicidade

Publicado em império, Marta Suplicy por juliosevero em 10 de agosto de 2011

O império da infelicidade

A globalização da tirania e mentira homossexualista

Julio Severo
Nem sempre gay era homossexual. Há muito tempo atrás, a palavra inglesa “gay” significava predominantemente “feliz”. Depois, passou a ter também a conotação de “embriagado” e “depravado”, conforme definição do Dicionário Webster, edição de 1828. Em nossos dias refere-se somente a homens que fazem sexo com outros homens. Mas a definição poderia também sem injustiça nenhuma incluir “depravado, drogado”, etc.
O sentido homossexual se apoderou tanto da palavra “gay” que ninguém nos EUA a usa para classificar alguém de “feliz”. Se você chegar a um americano normal e disser que ele está “gay”, ele não vai ficar feliz. Ele vai se sentir insultado. Afinal, o que a palavra “gay” hoje tem a ver com feliz? O que o homossexualismo tem a ver com felicidade?
Para nós brasileiros, o que a palavra inglesa “gay” tem em comum com nossa cultura? Absolutamente nada. Mas é aí que entra o papel da influência. Um império tem a capacidade de modificar as culturas e sociedades que estão sob seu controle. É o mais forte prevalecendo sobre o mais fraco.
Não só a palavra “gay”, mas também o modo de atuação dos grupos gays do Brasil espelha fielmente os grupos homossexuais do país que os marxistas brasileiros sempre acusavam de “império americano”. E não é que eles estavam certos? Tudo o que os marxistas brasileiros estão impondo hoje no Brasil vem do império. Sejam leis e políticas pró-homossexualismo. Sejam leis e políticas pró-aborto. Sejam leis e políticas de cotas raciais e absurdos semelhantes — tudo vem do império.

Suplício importado do império

Mas o que os marxistas nunca nos disseram é que suas estrelas políticas brasileiras foram treinadas no império. A feminista pró-aborto Marta Suplicy, considerada a rainha do movimento gay do Brasil, fez estudos e pós-graduação em universidades americanas nas décadas de 1960 e 1970.
Enquanto nesse período o Brasil estava sob o regime militar e as lideranças esquerdistas acusavam incessantemente os EUA de serem imperialistas, dona Marta não estava numa universidade de Moscou ou Havana, onde não dava para relaxar e gozar. A pergunta é: O que uma mulher marxista estava fazendo em universidades “capitalistas”?
Em 1995, ela se tornou, como deputada federal do PT, pioneira em projeto de lei de “casamento” homossexual no Brasil. Antes, ela era conhecida por um programa de televisão sobre sexo onde decência e moralidade não importavam, num servilismo depravado 100% importado. “Relaxar e gozar”, com tudo e qualquer coisa, sempre era a meta de seu obsessivo proselitismo sexual, onde nem a cama era o limite.
Hoje, para supremo suplício da liberdade de expressão e religião, Suplicy desengavetou o PLC 122 e o está capitaneando. Ela usará seus anos de treinamento no império para avançar um dos maiores projetos de tirania gay do Brasil.
Entretanto, Suplicy não é a única que passou pelo molde pervertido do império. Muitos ativistas e grupos homossexuais brasileiros recebem não só treinamento, mas também verbas e know-how do império.
O império lança a moda imoral e outros se submetem.
A sodomia — o ato de um homem receber ou introduzir o pênis no ânus de outro homem — não é uma conduta nova, nem no império nem nos países por ele influenciados. O que é novo é a tirania em nome da sodomia.
O adultério sempre existiu, mas nunca se viu uma Frente Parlamentar do Adultério, nem há projetos de lei para combater a “adulterofobia”. Mas graças em grande parte ao império, a sodomia tem recebido um tratamento sacrossanto que o adultério nunca recebeu.
Se o adultério passasse a ser tão sagrado quanto é a sodomia na mídia esquerdista, a maioria da população, cuja opinião é contrária à aceitação oficial do adultério, seria alvo de cruéis campanhas estatais, inclusive uma tal de campanha “Brasil sem Adulterofobia”. Crianças na escola seriam forçadas a aprender que o adultério é uma escolha saudável. Cristãos que ousassem dizer que o adultério é pecado, ou errado, seriam moralmente linchados por uma mídia que usa a palavra “discriminação” apenas como arma contra cidadãos que não concordam com determinadas práticas física e moralmente insalubres.

Propaganda homossexual global

A sodomia, assim como vários outros desvios comportamentais, sempre existiu. A sodomia é tão antiga quanto a prostituição, adultério, roubo e assassinato. Mas a tirania homossexual, na forma cada vez mais globalizada que vemos hoje, só tem paralelo na sociedade de Sodoma, onde a cultura homossexual havia saído de sua existência periférica para dominar e corromper todos os habitantes. Não se sabe como a sodomia dominou uma cultura inteira naquele passado tão distante, mas hoje a propaganda é o único meio de se modificar ou controlar uma cultura.
Joseph Goebbles, ministro da propaganda de Hitler, utilizava a mentira para enganar a sociedade. Mas sua esfera de influência se limitava apenas a Alemanha nazista e aos pouquíssimos países dominados pelos nazistas. Por coincidência, o professor alemão Lothar Machtan revela em seu conhecido livro “O Segredo de Hitler” que Hitler só conseguiu chegar ao poder na Alemanha graças aos seus muitos amigos homossexuais. Machtan também demonstra como a homossexualidade estava ligada à cúpula nazista, inclusive Hitler.
Essa revelação não é nova. Logo depois da 2ª Guerra Mundial, um médico judeu fez a mesma denúncia e, anos atrás, o livro “Pink Swastika” (Suástica Rosa) mostrou em detalhes a presença homossexual na elite nazista. Embora o livro tivesse sido alvo de esperadas calúnias de ativistas homossexuais, inclusive acusações desgastadas de “discriminação”, um dos autores da Suástica Rosa teve parte de sua família assassinada em campos de concentração nazistas.
Se o nazismo tivesse se tornado um império mundial, cedo ou tarde a presença sólida do homossexualismo nazista iria sair do armário. E caberia a Goebbles e sua propaganda preparar a população mundial para uma nova sociedade aberta para novas formas de família e sexualidade. As capas pretas cairiam para dar lugar aos monstros do show.
Felizmente, o nazismo foi extinto antes que os armários se abrissem. Na verdade, os armários viraram caixões, onde apodreceram todos os líderes homossexuais nazistas e seus segredos.
Contudo, diferente da propaganda nazista que estava restrita à sua esfera de influência e cuja duração foi de pouquíssimos anos, há muitas décadas a influência de Hollywood vem atingindo não somente os Estados Unidos, mas também milhares de sociedades no mundo inteiro, com uma persistente mensagem pró-aborto, pró-homossexualismo e pró-prostituição numa escala que o mundo jamais conheceu antes. Graças a Hollywood, o lado mais desenfreado e imoral da cultura americana se globalizou e, junto, a cultura homossexual americana virou uma avalanche global descontrolável impondo crescentes mudanças comportamentais no mundo inteiro, principalmente nos jovens.

Mudanças sociais globais

Nenhum país e nenhuma sociedade no mundo está livre da influência do “império”. E dentro da barriga do monstro, há um império que ameaça engolir o império e o mundo. Os grupos gays americanos exigem a todo custo o que o próprio sentido que o homossexualismo derrubou e extinguiu na palavra “gay”: felicidade. Para serem “felizes”, eles querem o “direito” de “casar”, embora pesquisas indiquem que a promiscuidade faz parte dos relacionamentos homossexuais normais.
Mas a liderança gay confessa que a conquista do “casamento” visa apenas destruir a família natural. Como comportamento intrinsecamente imoral, o foco do homossexualismo não é a manutenção da família natural ou espécie humana, mas exclusivamente o prazer aqui e agora — qualquer tipo de prazer, numa tentativa frustrante de alcançar aquilo que a palavra “gay” nunca lhes trouxe: felicidade.
Toda essa correria atrás de “casamento”, é claro, veio do império. Nenhum ativista gay do Brasil age por inspiração própria, pois são incapazes de pensarem por si. Sem a influência do império, não haveria grupos de militantes gays no Brasil. Não haveria um pseudojornalismo objetivo e imparcial que não faz outra coisa a não ser exaltar a homossexualidade. E não haveria o PLC 122 e nenhum outro projeto de lei anti-“homofobia”, pois sem o império, nada disso seria possível.
Como todo império, o império homossexual exige autoridade máxima, acima de todas as outras, e não aceita críticas. Dizer que sexo de homem com homem é pecado, conforme denuncia a Bíblia, é crime contra a sacrossanta homossexualidade. Nada hoje se encaixa tão bem no perfil de império, com todas as suas vontades tirânicas, do que o movimento homossexual.
O império quer o sacrifício das crianças, quer mediante aborto ou mediante sua entrega aos modernos sacerdotes homossexuais, que exigem que crianças nas escolas sejam educadas conforme as vontades gays ou mesmo que crianças sejam entregues em adoção. E numa perversão horrenda do sentido de família, os ativistas gays exigem que o governo custeie caríssimos procedimentos de reprodução in vitro, para que eles possam ter crianças que a própria natureza não lhes dá. E quem paga a conta de tudo é o cidadão que trabalha e tem sua própria família para sustentar.
Enquanto milhares de pessoas sofrem e morrem por falta de medicamentos em hospitais públicos, o governo brasileiro, seguindo a inspiração cultural do império, oferece aos ativistas gays caríssimas operações de mudança de sexo e reprodução assistida. Esse é o preço de se seguir o império.
Enquanto a população brasileira vive literalmente à mercê de assassinos e criminosos, crimes cometidos contra homossexuais que vagam às 2h da madrugada em zonas de drogas e prostituição viram espetáculos da mídia, que os usa para exigir leis para proteger o homossexualismo.
Meninos estuprados por homossexuais não recebem compaixão nenhuma da imprensa, que recebe gordas verbas do governo, cujas políticas seguem servilmente o império. Enquanto isso, alguns ativistas gays do Brasil já estão defendendo publicamente a pedofilia, tudo conforme a cartilha do império. As crianças, que eram alvo prioritário de proteção, hoje encontram-se vulneráveis às interferentes políticas estatais que estabelecem a proteção prioritária dos interesses homossexuais em detrimento de tudo o mais, inclusive do bem-estar das crianças.
Os olhos sinistros do império sodomita estão sobre as crianças e se os pais tentarem protegê-las, suas ações é que serão rotuladas de “interferência” e “discriminação”.

Homossexualidade sem felicidade

Entretanto, embora os ativistas gays estejam invadindo muitas áreas que não lhes pertencem e exigindo posse, nada disso lhes trouxe felicidade. Logo que conseguem algo, partem para outro alvo. Sua busca de felicidade parece insaciável e eterna.
A palavra “gay” é testemunha e vítima da ilusão homossexual. Ao se tornar uma palavra predominantemente homossexual, “gay” deixou de ser “feliz”. O sentido de felicidade secou. Onde o homossexualismo entra, a felicidade sai. Até mesmo com as mega-paradas gays no Brasil, com caras de carnaval, a felicidade parece um sabonete nas mãos dos que praticam atos homossexuais. Quanto mais gritam por ela, mais a perdem. Quando tentam abraçá-la, ela escorrega e desaparece.
Se eu fosse Shakespeare ou Camões eu diria poeticamente: Oh, felicidade! Por que escapas daqueles que tanto tem querem no erro mais vil?
Se felicidade fosse beber urina e comer fezes, ou lamber ânus ou enfiar um braço inteiro no ânus — comportamentos homossexuais típicos —, os gays seriam realmente “felizes”, e a palavra “gay” jamais teria perdido seu sentido de alegria e contentamento.
Onde entra, a agenda gay mutila e desfigura. Dicionários têm de sofrer amputações de significações clássicas das práticas homossexuais. Não houve ainda nenhuma ordem judicial ou política para se remover os trechos da Bíblia onde Deus condena as práticas homossexuais, mas a mera citação desses trechos é impiedosamente rotulada de “incitação à homofobia”, como se pregações cristãs que condenam a homossexualidade fossem responsáveis pela violência que sofrem homens irresponsáveis em suas prostituições homossexuais em zonas de crimes e drogas nos horários mais perigosos.
A busca de “felicidade” nessas zonas é uma ilusão mortal.

Felicidade anal?

Uma pessoa feliz é alguém contente com o que é, com o que tem e com o que faz. Não dá para dizer que o foco da felicidade é o ânus, como querem insistentemente crer os ativistas homossexuais. Até mesmo as pessoas que têm uma sexualidade normal não centram a felicidade toda de suas vidas no órgão sexual masculino e feminino. Sexo é importante, mas não é a coisa mais importante da vida.
Ter o ânus como centro da vida traria excremento, não felicidade. Ter o homossexualismo no centro das preocupações sociais e políticas traria um resultado igualmente excrementoso. Essa obsessão social pelo homossexualismo no Brasil é um produto 100% importado.
Aliás, temos a palavra inglesa “gay” no Brasil como parte integral de nossa cultura porque o império está sobre o Brasil. Se o império diz que o ato de um homem enfiar o pênis no ânus de outro homem é “amor” ou “orientação sexual”, tudo o que o Brasil pode fazer é obedecer. Afinal, quem manda é Hollywood, a maior organização de propaganda do mundo a serviço do império.
Se algum dia os ativistas gays conseguirem também se apoderar da palavra “feliz”, não é só a língua portuguesa que sairá perdendo: todos seremos vítimas, eles e nós. Eles, porque felicidade nada tem a ver com homossexualidade. Nós, porque as campanhas agressivas e obsessivas dos militantes gays estão trazendo destruição e infelicidade para um grande número de pessoas inocentes, principalmente meninos.
Publicado originalmente na revista Apologética Cristã nº 11.

>Marta Suplicy altera PLC 122 para reduzir liberdade de expressão

Publicado em Marta Suplicy, PLC 122 por juliosevero em 7 de abril de 2011

>

Marta Suplicy altera PLC 122 para reduzir liberdade de expressão

Julio Severo
A Senadora Marta Suplicy anunciou que fez uma mudança fundamental no texto do PLC 122. A divulgação foi feita durante o programa Cidadania da TV Senado no dia 28 de Março, onde ela discursou a favor da agenda homossexual.
A alteração foi a introdução de um parágrafo que protege templos religiosos de sofrer ações criminais por opiniões classificadas como “homofóbicas”. O novo texto deixa claro que o PLC 122 não se aplicará a templos religiosos, pregações ou quaisquer outros itens ligados à fé, desde que não incitem a violência: “Eu tenho também que proteger essa liberdade deles de poderem falar dentro de um templo”, afirma a senadora.
Muitíssimo obrigado, dona Marta, por nos dar o direito de falar pelo menos dentro de nossos templos o que Deus fala na Bíblia sobre a homossexualidade! Estamos emocionados com sua bondade! Obrigado por não nos proibir de falar dentro de nossos templos.
De acordo com as novas imposições do PLC 122, os ativistas gays terão plena liberdade de pregar a favor da homossexualidade dentro e fora de seus grupos militantes, inclusive em escolas, TVs, rádios e outros lugares públicos. Ah, e os cristãos terão essa mesma liberdade nos lugares públicos? Claro que sim, desde que seja para elogiar o homossexualismo. Se não quiserem elogiar, dona Suplicy lhes garante caridosamente liberdade de expressão apenas no interior dos templos religiosos.
O novo texto do PLC 122 agora inclui o parágrafo: “O disposto no caput deste artigo não se aplica à manifestação pacífica de pensamento fundada na liberdade de consciência e de crença de que trata o inciso 6° do artigo 5° (da Constituição)”. Isto é, na prática, conforme reconheceu a própria senadora, o novo texto exclui a mídia eletrônica dessa “liberdade de consciência”. Ela diz: “tomei o cuidado de que em mídia eletrônica não pode fazer isso. Mas, dentro de um templo, se não incitar a violência, for alguma pregação religiosa, de culto, de dogma, de fé…”
Nesses termos, se o PLC 122 for aprovado, portais católicos e evangélicos, sites de igrejas, pregações de pastores e padres postadas em blogs ou páginas na internet que discordarem da prática homossexual poderão sofrer ações criminais, sendo julgados como homofóbicos seus respectivos autores e presos por até 3 anos, além de obrigados a pagar multa. (Veja aqui os perigos do PLC 122: http://www.youtube.com/watch?v=7vvdpiQDQLI)
Enquanto o PLC 122 não sai, salve tudo o que você puder do Blog Julio Severo, pois a senhora Marta Suplicy está determinada a censurar toda opinião cristã que não esteja confinada às quatro paredes de um templo religioso.
Com informações do Gospel Mais.
Vídeo educacional contra a pedofilia homossexual: http://www.youtube.com/watch?v=CwOW76c0Dsg

>Travestis, violência, disque-denúncia, oportunismo e truculência governamental

Publicado em Disque 100, Marta Suplicy, Toni Reis por juliosevero em 21 de fevereiro de 2011

>

Travestis, violência, disque-denúncia, oportunismo e truculência governamental

Casos isolados de violência contra homossexuais geram pretexto para governo de Dilma impor doutrinação homossexual nas escolas

Julio Severo
O jornal esquerdista Falha de S. Paulo noticiou em 19 de fevereiro de 2011: “Polícia prende suspeito de manter travestis em cárcere em SP”. Só se esqueceu de mencionar que a “orientação sexual” do suspeito é a mesma das vítimas. Como sempre, mais uma pequena “falha”.
A reportagem, que deixou abundantemente claro que as vítimas eram travestis, só fez uma única citação discreta da “orientação sexual” do suspeito quando identificou seu nome como “Nilton Pinto de Freitas, 27, conhecido como Andressa”. Afinal, qual é o homem que gostaria de ser chamado de “Andressa”?
A mídia esquerdista se faz de inocente, mas seu pensamento é: “Nós sempre os mostramos como vítimas inocentes e puras. Não fica bem identificá-los como homossexuais quando eles são os opressores e criminosos. Dá um engasgo terrível na garganta!”
Provavelmente, a computação do crime do travesti contra outros travestis inchará registros de “crimes contra homossexuais”, um banco de dados que será convenientemente usado para pressionar os legisladores sobre a necessidade “urgente” de proteger travestis e outros prostitutos homossexuais que frequentam, em horários perigosos, locais de elevada criminalidade, ou que se esquecem de pagar seus parceiros e acabam sendo surrados ou mortos.
“Senador, você precisa aprovar o PLC 122! Olha só o que fizeram com um bando de travestis!”

Essa “proteção” virá na forma de leis que imporão sobre as crianças das escolas aulas sobre a “beleza” e “dignidade” da vida sexual dos travestis e outros homossexuais, sob pena de punir todos os pais que se mostrarem contrários a que seus próprios filhos aprendam a “inocência” e “pureza” do ato mais sacrossanto do universo: o sexo masculino no orifício anal de outro homem.

Aliás, a senadora Marta Suplicy (PT-SP) anunciou que o Ministério da Educação vai preparar cartilhas contra o “preconceito” que serão distribuídas nas escolas. Com a cobertura sistemática e sensacionalista dos meios de comunicação dos casos isolados de violência contra gays, “a senadora se diz confiante na aprovação do PLC 122, contra a homofobia”. É a marcha governamental para a imposição do infame kit gay, com a desculpa de combater o “preconceito”, onde crianças terão de aprender a usar o orifício anal conforme determina a agenda gay e no estilo “Relaxa e goza” de Suplicy.
Marta Suplicy e Maria do Rosário

O anúncio de Suplicy foi feito durante o lançamento oficial do Disque 100 em 19 de fevereiro de 2011. O número de telefone especial receberá denúncias anônimas contra a “homofobia” e foi lançado pela ministra Maria do Rosário, da Secretaria dos Direitos Humanos da Presidência da República, que declarou: “A impunidade não permanecerá, e os crimes homofóbicos serão trabalhados, julgados e responsabilizados”. O evento contou com a presença de Toni Reis, presidente da Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT), que disse: “Temos um adversário comum, que são os religiosos fundamentalistas”.

Segundo o JusBrasil, “Após o lançamento do Disque 100 também para casos de homofobia e da colocação do primeiro selo ‘Faça do Brasil um território livre da homofobia’, os participantes uniram-se à Marcha contra a Homofobia e pelo PLC 122, na própria avenida Paulista”.

O disque-denúncia vai facilitar as ações da Gaystapo. Em 2007, em nome da ABGLT, Toni Reis teve de enviar ao Ministério Público Federal de São Paulo carta pedindo ações criminais contra o Blog Julio Severo e seu autor. Com o Disque 100, acabou o trabalho. O nome de Julio Severo, acusado por Luiz Mott de ser o maior “homofóbico” do Brasil, poderá ser usado direta e indiretamente em todos os tipos de denúncias:
Caso 1:
“Em nome da democracia brasileira, quero como cidadão anônimo denunciar o autor que incitou agressões contra aqueles homossexuais que estavam perambulando às 2h da madrugada em São Paulo! Depois de lerem o Blog Julio Severo, os agressores foram buscar homossexuais fazendo ponto de madrugada…”

Caso 2:

“Alô, desejo fazer uma denúncia de homofobia!”
“Disque 100 às suas ordens. O que foi que o homofóbico fez?”
“É a Andressa, que está prendendo meus amigos travestis”.
“Qual é o nome completo da Andressa?”
“Nilton Pinto de Freitas”.
“Tá tirando sarro de mim? Afinal, é Andressa ou Nilton?”
“É ele, mas ele é mais conhecido por ela”.
“Lamento, mas aqui não aceitamos denúncias contra homossexuais. Você deve ser algum homofóbico disfarçado!”
“Tá certo. Eu me enganei. Foi o Julio Severo!”
“Ah, assim melhorou! Agora já podemos aceitar sua denúncia!”
Tanto a União Soviética quanto a Alemanha nazista contavam com um sistema de denúncia, onde os denunciados sofriam o peso da truculência estatal. Essa truculência sobrevive hoje com rótulos mais palatáveis e com nomes hiperdemocráticos, mas não menos nojentos em sua essência do que o comportamento que a Gaystapo protege acima do bem-estar de crianças, famílias e da própria liberdade de consciência, religião e expressão.
Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.