Parlamentares evangélicos e católicos do Brasil buscam impeachment de importante juiz pró-aborto
Parlamentares evangélicos e católicos do Brasil buscam impeachment de importante juiz pró-aborto
20 de abril de 2012 (LifeSiteNews.com) — Membros das bancadas evangélica e católica do Congresso Nacional do Brasil apresentaram pedido formal de impeachment de um ministro do Supremo Tribunal Federal que conduziu seus colegas a votar pela legalização de abortos de bebês que sofrem de anencefalia.
O pedido foi apresentado depois da votação de 8 a 2 na semana passada no STF, o mais elevado tribunal do Brasil, removendo a proteção da lei de crianças em gestação que sofrem de anencefalia, um problema físico em que um bebê não forma toda a parte superior do cérebro e do crânio.
Embora as crianças muitas vezes morram devido à deficiência de desenvolvimento antes de nascerem, algumas vivem dias, semanas, meses e até mesmo anos com o problema, e os pais dizem que elas reagem ao seu ambiente.
De acordo com fontes da imprensa brasileira, os parlamentares apresentaram um pedido de ação judicial por parte do Senado pelo “crime de responsabilidade” contra o ministro Marco Aurélio Mello, por alegadamente ter julgado de antemão o caso.
Aurélio era o relator do caso; ele tem a responsabilidade de examinar os fatos e apresentar uma defesa detalhada de um veredito proposto, que todos os integrantes do tribunal têm o direito de aceitar ou rejeitar. Aurélio declarou publicamente sua posição durante anos antes de dar seu voto em favor da permissão de abortos em tais casos.
“O relator do processo de hoje já se declarou antes da hora. Isso é quebra de decoro”, disse o deputado federal Eros Biondini, delegado católico na Câmara dos Deputados, em 11 abril. Biondini é do estado de Minas Gerais.
O Pr. Marco Feliciano, deputado evangélico do estado de São Paulo, comentou que o caso poderia levar a um massacre de bebês no Brasil, ao criar um precedente para legalizar abortos em geral.
“O que está sendo colocado aqui em pauta é a abertura para que seja apoiado o assassinato em massa de crianças em nosso país”, disse ele, acrescentando, “queremos o impeachment do Ministro Marco Aurélio”.
O ministro Aurélio descartou os argumentos dos deputados, afirmando que sua posição já tinha sido revelada numa votação de 2004 no STF sobre o mesmo assunto.
“Para deferir a liminar [de 2004, que autorizava o aborto no caso de fetos anencéfalos], tive de revelar o meu convencimento. Não tenho culpa se não mudei de opinião até aqui e se só me curvo à minha ciência e minha consciência”.
A lei brasileira proíbe os juízes de expressar sua opinião sobre qualquer caso enquanto ainda está em tramitação, quer sua própria opinião ou a de outro ministro.
Traduzido por Julio Severo do artigo de LifeSiteNews: Brazilian Evangelical, Catholic congressmen seek impeachment of top pro-abortion judge
Fonte: www.juliosevero.com
Senado considera projeto de descriminalização do aborto e redução de penas para o infanticídio
Senado considera projeto de descriminalização do aborto e redução de penas para o infanticídio
14 de março de 2012 (LifeSiteNews.com) — Um comitê de juristas criado pelo Senado do Brasil propôs um novo Código Penal que eliminaria penas para o aborto até as primeiras 12 semanas de gravidez se um psicólogo atestar que a mulher não tem condições psicológicas “para arcar com a maternidade”.
A lei também descriminalizaria a matança de crianças em gestação que sofrem de deformidades, e em casos de inseminação artificial involuntária. A lei também reduz as penas para o infanticídio e para os abortos em geral, e abaixa a idade de consentimento sexual de 14 para 12.
Se o projeto for aprovado pelo Congresso Nacional, dominado por socialistas, reduzirá as penas criminais para o infanticídio pós-nascimento de 2 a 6 anos para de 1 a 4 anos, e para abortos criminalizados de 1 a 3 anos para 6 meses a 2 anos.
A lei brasileira atualmente suspende as penas para o aborto somente em casos de estupro, ou perigo de vida para a mãe. O povo do Brasil está entre os mais pró-vida do mundo, com um número de cerca de 70% rejeitando sua descriminalização em recentes pesquisas de opinião pública, e cerca de 80% rejeitando a eliminação do aborto como crime.
O deputado federal Marcos Feliciano, pastor e membro da poderosa bancada evangélica do Congresso Nacional, imediatamente expressou sua rejeição ao projeto.
Feliciano, numa mensagem de Tweeter, disse que “Lutaremos, obstruiremos, faremos manifestação e o que for preciso e possível” para impedir a aprovação do projeto.
“Usam a bandeira dos Direitos das mulheres para legitimar o aborto, e o direito do nascituro? E o bebê que não pode se defender? Que culpa tem ele?” Feliciano disse.
“Estamos diante de uma cultura que quer legalizar o aborto a qualquer custo”, disse afirma Dóris Hipólito, da Associação Nacional Mulheres para a Vida.
“É fácil encontrar profissionais que recomendam o aborto mesmo sem qualquer justificativa”, disse Dóris, acrescentando que “As avaliações sobre a condição psicológica são ainda mais subjetivas”.
“Atendemos dezenas de gestantes em situação vulnerável. Falo por experiência: abortar não soluciona nenhum problema. Só torna o drama ainda pior. Vi jovens que, ao receberem o apoio adequado, reconstruíram suas vidas quando se tornaram mães”.
Traduzido por Julio Severo do artigo de LifeSiteNews: “Brazilian Senate considers bill to depenalize abortion, reduce penalties for infanticide”
Fonte: www.juliosevero.com
Por falha da bancada evangélica, pais podem perder direito de educar filhos
Por falha da bancada evangélica, pais podem perder direito de educar filhos
Julio Severo
Por mais estranho que pareça, a bancada evangélica ajudou o governo a aprovar um projeto que interfere diretamente na educação que os pais dão aos seus filhos. A relatora do projeto deixou claro que “A palmada é a primeira forma de violência, é o que faz com que a agressão possa aumentar dentro de casa”.
A meta foi proibir a palmada, e conseguiram. Mas e quanto aos cristãos que seguem a Deus, não ao governo? O governo quer doutrinação homossexual nas escolas, e temos de obedecer? O governo quer aborto, e temos de obedecer?
E quanto aos cristãos que creem que o instrumento de correção física é a vara, não a palmada? Deus diz:
“Aquele que poupa sua vara [de disciplina] odeia seu filho, mas aquele que o ama o disciplina com diligência e o castiga desde cedo”. (Provérbios 13:24 Bíblia Ampliada)
“Os castigos curam a maldade da gente e melhoram o nosso caráter.” (Provérbios 20:30 NTLH)
“Não evite disciplinar a criança; se você bater nela e castigá-la com a vara [fina], ela não morrerá. Você a surrará com a vara e livrará a alma dela do Sheol (Hades, o lugar dos mortos)”. (Provérbios 23:13-14 Bíblia Ampliada)
“A vara e a disciplina dão sabedoria, mas a criança entregue a si mesma vem a envergonhar a sua mãe”. (Provérbios 29:15 RA)
Para um estudo maior da Bíblia sobre o uso da vara da disciplina, clique aqui.
Com as palmadas agora sob proibição, o que será de quem atende à orientação bíblica de corrigir com a vara?
De acordo com o Jornal Nacional, entre 9.616 pessoas consultadas, 85% disseram que são contra a chamada Lei da Palmada. Mas quem levou a melhor foi a minoria de 15% que são a favor e tiveram seus desejos atendidos pela Câmara dos Deputados, que aprovou em 14 de dezembro o projeto de lei que proíbe pais de aplicarem castigos físicos nos filhos. A comissão especial criada para analisar o Projeto de Lei 7672/10, de autoria do governo, aprovou, em votação simbólica, o relatório apresentado pela deputada Teresa Surita (PMDB-RR). A matéria segue agora para o Senado.
O projeto estatal proíbe a aplicação de castigos físicos em crianças e adolescentes. Os pais que aplicarem castigos em seus filhos, pelo que foi alegado, serão encaminhados à programa oficial de “proteção à família” e a cursos de orientação, tratamento psicológico ou psiquiátrico, além de receberem advertência. A criança disciplinada será encaminhada a tratamento especializado, e a família ficará sob “acompanhamento” e monitoração do Conselho Tutelar.
O projeto de lei também determina que profissionais públicos, médicos e professores que lidem diretamente com crianças devem denunciar casos de castigo físico quando souberem. Caso não denunciem as famílias que disciplinam, esses profissionais poderão pagar multa de três a 20 salários mínimos. A denúncia pode ser feita ao Conselho Tutelar ou a outra autoridade competente, como delegado, Ministério Público ou juiz.
O texto institui que crianças e adolescentes “têm o direito de serem educados e cuidados sem o uso de castigo físico ou de tratamento cruel ou degradante, como formas de correção, disciplina, educação ou qualquer outro pretexto, pelos pais, pelos integrantes da família ampliada, pelos responsáveis, pelos agentes públicos executores de medidas socioeducativas ou por qualquer pessoa encarregada de cuidar, tratar, educar ou proteger”.
“A palmada é a primeira forma de violência, é o que faz com que a agressão possa aumentar dentro de casa. Queremos ensinar aos pais que eles podem educar sem machucar seus filhos. Se já existem métodos de adestramento que prescindem de violência, por que não educar com diálogo”, afirmou Teresa após a leitura de seu parecer na Comissão Especial.
Para a presidente da comissão, deputada Érika Kokay (PT-DF), o castigo corporal não é um mecanismo eficiente de convencimento, “porque não muda a conduta de quem é agredido”. Kokay, que ocupa posição de liderança nesse projeto, aparece neste vídeo juntamente com ativistas gays zombando dos cristãos: http://www.youtube.com/watch?v=FOOFg_aG9Rw
Embora evangélicos e católicos de todo o Brasil tivessem feito oposição ao projeto, a bancada evangélica ignorou completamente a opinião da maioria das pessoas. A Frente Parlamentar Evangélica preferiu atender ao governo.
Quando informado de que mais de 80% das pessoas são contra o projeto, o deputado evangélico Eduardo Cunha declarou, no seu Twitter, que as crianças é que deveriam ser consultadas.
O deputado Pastor Marcos Feliciano, representante da bancada evangélica, chamou, em seu Twitter, de xiitas e fanáticos os cristãos que se opuseram ao projeto.
Envie seu protesto ao Congresso Nacional:
Telefone ou escreva agora mesmo ao deputado federal do seu estado. Consulte este link para ter o email e telefone: http://www2.camara.gov.br/deputados/pesquisa
Telefone imediatamente para a Frente Parlamentar Evangélica: (61) 3215-5315
Faça contato com todos os membros da Comissão Especial que quer aprovar o projeto do governo clicando aqui.
Com informações do esquerdista Congresso em Foco
Fonte: www.juliosevero.com

4 comentários