Julio Severo

“Robinson Cavalcanti, o pecado veio cobrar a sua conta”

“Robinson Cavalcanti, o pecado veio cobrar a sua conta”

Uma resposta pública a Renato Vargens e aos defensores de suas incoerências

Julio Severo
Nota: Antes que os liberais tentem me apedrejar, o título deste artigo pertence a Renato Vargens, que usou originalmente as mesmas palavras, mas citando outro nome, que para ele sofreu as consequências de seu próprio pecado. Peço a paciência dos leitores, pois o texto é longo porque preciso responder a vários críticos e acusações. Para ler meu artigo original sobre Vargens, é só clicar aqui.
“Eu creio que a teologia da libertação deu uma contribuição muito importante ao cristianismo… dando uma abertura positiva à reflexão marxista”. — Dom Robinson Cavalcanti em seu livro A Igreja, o País e o Mundo, da Editora Ultimato.
Essa citação, um claro posicionamento reafirmado ao longo de toda a sua trajetória religiosa e política, seria o suficiente para colocar o bispo anglicano, tragicamente assassinado pelo próprio filho, na mira dos inúmeros críticos do mundo gospel enquanto estava vivo. Por incrível que pareça, Cavalcanti nunca enfrentou oposição por tal postura ideológica. Por algum motivo, os críticos estavam tão ocupados que não viram os problemas sérios do bispo, seja no seu apoio à agenda esquerdista anticristã, seja no seu descarado liberalismo teológico.

Teologia da libertação sexual e poligamia

Para piorar, o bispo enfiava sua ideologia em todas as suas atividades “ministeriais”. Em seu livro “Libertação e Sexualidade”, ele consegue destacar Karl Marx, Rubem Alves e Gilberto Freyre, mencionando de forma muito positiva o Relatório Kinsey como confiável referência científica sobre sexualidade.
Rubem Alves é um dos pais da Teologia da Libertação. Talvez, levando isso em consideração, o título mais apropriado para o livro de Cavalcanti devesse ser “Teologia da Libertação Sexual”. Kinsey era um depravado cujas pesquisas supostamente científicas foram desmascaradas como fraudulentas.
Da página 77 a 108, “Libertação e Sexualidade” trata exclusiva e abundantemente da poligamia, de forma positiva. Cavalcanti disse:
Continuo a anunciar um Deus libertador, que ama seus filhos e filhas, e não um Deus policial, desmancha-prazeres, guardião das tradições repressivas (p. 10).
Considerando o contexto ideológico, podemos ler o texto dele da seguinte forma apropriada: Continuo a anunciar um Deus da Teologia da Libertação, que ama seus filhos e filhas, e não um Deus policial, desmancha-prazeres, guardião das tradições repressivas (união conjugal apenas entre um homem e uma mulher?).
Em vez de ser condenado e repreendido publicamente por suas loucuras e aberrações, o bispo anglicano foi divulgado, ou por propaganda ou por silêncio — “quem cala consente”. Durante anos, a revista Ultimato o teve como colunista de destaque. Mais recentemente, um dos seus grandes propagandistas foi o tabloide sensacionalista Genizah. O resultado não poderia ter sido diferente, como disse o próprio Cavalcanti: “Meu livro foi usado como texto básico para grupos de estudo e lição para Escola Dominical em Igrejas de várias denominações” (página 9). Ele estava consciente de que seu liberalismo teológico estava sendo usado e promovido como respeitável referência em muitas igrejas.

Cavalcanti não era um conservador teológico

Embora o mundo gospel esteja repleto de críticos, cujo alvo preferido parece ser Silas Malafaia e outros televangelistas neopentecostais, Cavalcanti escapou ileso de críticas. Um dos únicos que tiveram coragem de criticar foi o jornalista Edson Camargo, editor do Mídia Sem Máscara, que disse:
A teologia de Robinson Cavalcanti, bem como algumas de suas posições em relação à família e à sexualidade também afrontam não só o conservadorismo, mas também o cristianismo histórico. Sobre a monogamia, ele afirma:
O ideal existe, mas sua manifestação histórica pode ferir outros tantos ideais divinos: sanidade, amor, fé, pois a monogamia pode ser, em muitos casos, apenas aritmética (1+1) e não qualitativa. A manutenção de outros ideais divinos tem levado, por sua vez, à necessidade de modelos não-monogâmicos que tornam possível a preservação e a promoção daqueles outros valores e idéias diante da impossibilidade histórico-conjuntural da simultaneidade de todos os valores (p. ex. Israel no Antigo Testamento. (no e-book Libertação e Sexualidade, págs. 71 e 72)
É claro que ele omite a passagem bíblica em que Jesus Cristo reafirma aos fariseus a prescrição divina irrevogável: Deixará o homem pai e mãe e se unirá a sua (no singular) mulher, tornando-se os dois uma só carne. Também não fala do padrão paulino para bispos e diáconos: maridos de uma só mulher.
Antes, a preocupação de Cavalcanti é meramente igualitarista, e acarreta na hipótese de que Deus estabeleceria padrões de conduta impossíveis de serem vivenciados ao longo da história:
O ideal divino, edênico, seriam as uniões monogâmicas? Sim, mas para todos. Ou seja, a exigência de absolutização desse modelo seria legítimo historicamente quando, concomitantemente, houvesse as condições objetivas para que todos a usufruíssem, não ficando ninguém sem casar, conforme, igualmente, o ideal edênico. Não seria teologicamente correto, nem eticamente honesto, exigência de um aspecto sem levar em conta a totalidade da Ordem da Criação. (Libertação e Sexualidade, pág 72)
Aqui fica óbvia a transposição da mentalidade “socialista democrática” de Cavalcanti para a esfera teológica, com todas as suas nefastas conseqüências de ordem espiritual e moral. “Só não é pecado se todos tiverem o mesmo direito”. Mas nada apóia esse raciocínio comunistóide nas Escrituras. “As manifestações sociais do pecado, as perversões, como as guerras, as epidemias, as enfermidades, os acidentes, as desigualdades, os preconceitos, têm tornado impossível o outro lado desse ideal”, afirma o bispo no parágrafo seguinte. Como se a presença do pecado no mundo pudesse relativizar a ordenança divina, única fonte da qual se pode entender a noção mesma de pecado. A ilogicidade da assertiva raia o ridículo.
Esse é o verdadeiro e conhecido Robinson Cavalcanti, ainda que faça boas críticas à ditadura gay (que, na verdade, ajudou a forjar, pois sempre se empenhou para que os evangélicos brasileiros apoiassem candidatos esquerdistas).

Um teólogo da poligamia que não era criticado pelos críticos do mundo gospel

Depois do assassinato do bispo vermelho pró-poligamia, Ariovaldo Ramos, em artigo no Genizah, prontamente o elogiou como “profeta”. Ariovaldo é o mesmo homem que disse: “A Teologia da Missão Integral é uma variante protestante da Teologia da Libertação”. Além de todo um histórico de apoio ao PT e ao MST, Ariovaldo já chegou a defender o aborto.
Para Renato Vargens, a morte do bispo foi uma “grande perda”, conforme foi exposto. Em que sentido? Sem Cavalcanti por perto, não haverá mais ninguém para pregar a Teologia da Libertação ou Missão Integral? Há outros “profetas” por aí para pregar esse “evangelho”. Mas não há muitos pastores ousados o suficiente para justificar a poligamia. Nesse ponto, Robinson Cavalcanti era a autêntica referência da “vanguarda revolucionária”, como dizem os militantes da extrema-esquerda.
Teria sido louvável se Vargens tivesse dito: “Lamento a morte do bispo, mas lamento também todos os erros que ele disseminou nas igrejas do Brasil”.
O mesmo Vargens que escreveu “Amy Winehouse, o pecado veio cobrar a sua conta” não teve coragem, coerência e honestidade de dizer: “Robinson Cavalcanti, o pecado veio cobrar a sua conta”. Pelo contrário, Vargens escreveu não um, mas dois textos em favor do bispo morto. O que teria demais em dizer que o assassinato horrendo do bispo foi o preço de seu amor aos seus pecados de marxismo e liberalismo teológico? Vargens preferiu seguir a multidão.
Eu preferi não seguir a multidão. Em vez de seguir a procissão evangélica ao “profeta” morto e dizer que a morte dele foi uma “grande perda”, deixei claro que o “profeta” provocou grandes perdas na igreja brasileira. Essas perdas são de conhecimento público. Ainda assim, fui considerado insensível e agressivo por autoproclamados apologetas, que estão mais preocupados com bajulações do que com a verdade.
Por tal “profanação”, Danilo Fernandes, dono do Genizah, me xingou publicamente no seu blog laranja Observador Cristão. Por sua vez, Renato Vargens prestou total simpatia e solidariedade à morte do bispo, chegando a se queixar de “desdém e desprezo” contra o morto, sem citar nomes. Embora eu tenha sido um dos únicos a não prestar solidariedade pública ao “profeta” morto, meu texto não trouxe nenhum desdém.
Se eu usasse o estilo do Vargens, eu teria com certeza dito: “Robinson Cavalcanti, o pecado veio cobrar a sua conta”.
Mas Vargens só usa seu estilo peculiar para aqueles que estão na sua mira. Cavalcanti & Cia nunca estiveram na lista negra dele e do Genizah.
Em contrapartida, eu e o filósofo Olavo de Carvalho estamos há muito tempo na lista negra do Genizah. Somos alvo de calúnias, grosseiras e xingamentos, mas nunca de objeções coerentes e dignas de cristãos. E ninguém entre os teólogos, líderes de denominações e outros “apologetas” diz um “a” sobre a conduta vergonhosa de Danilo Fernandes e sua quadrilha. Por aí se vê a “coragem” e o “zelo” dos “apologetas” diante de um desafio real.

O “evangelho” de Karl Marx

Eu realmente não tenho como dizer que foi uma grande perda a morte de um homem que pregava marxismo e poligamia.
Não vejo como um homem que é fiel à Palavra de Deus em todas as questões da vida possa dizer que o fim de alguém que justificava comunismo e poligamia teria sido uma “grande perda” para a igreja brasileira, cujo interesse e ocupação deveria ser proclamar o Evangelho em toda a sua pureza.
Mas, por amor à ficção, vamos imaginar um Cavalcanti que não justificava a poligamia. Vamos imaginar que ele pregava um evangelho esquerdista sem os “excessos” do marxismo — mais de 100 milhões de mortos. Qual seria o resultado?
Em seu livro “Era Karl Marx um Satanista?”, o Rev. Richard Wurmbrand, um pastor luterano romeno de ascendência judaica, deixa claro que Karl Marx, o fundador do marxismo, era satanista.
Num dos seus poemas (disponível no livro de Wurmbrand), Marx disse:
Desejo vingar-me dAquele que governa lá em cima
Assim um deus tirou de mim tudo
Nada me restou a não ser a vingança
Meu desejo é me construir um trono
Meus braços são possuídos de força para agarrar e triturar a humanidade. Com a força de um furacão.
Eu reduzirei o mundo a pedaços com as minhas continuas maldições.
Quando escreveu isso, Marx tinha dezoito anos. O plano de sua vida já havia sido estabelecido. Ele desejava arruinar o mundo. A ambição dele era construir para si um trono, e isso se tornou satanicamente realidade, pois seus livros e ideias estão literalmente entronizados em universidades do mundo inteiro. O esquerdismo, por suas raízes no marxismo satânico, sempre termina em tragédia, para a igreja e para o mundo.

“Outro evangelho” e a fundação do MEP

Embora nos preocupemos com infiltrações satânicas na igreja, ainda não enxergamos que uma grande infiltração já ocorreu, com aparência de anjo de luz, sendo defendida por grandes pastores e revistas. O Apóstolo Paulo alertou:
“Estou chocado de que estejais vos desviando tão depressa daquele que vos chamou pela graça de Cristo, para seguirem outro evangelho, que na verdade, não é o Evangelho. O que acontece é que algumas pessoas vos estão confundindo, com o objetivo de corromper o Evangelho de Cristo. Contudo, ainda que nós ou mesmo um anjo dos céus vos anuncie um evangelho diferente do que já vos pregamos, seja considerado maldito! Conforme já vos revelei antes, declaro uma vez mais: qualquer pessoa que vos pregar um evangelho diferente daquele que já recebestes, seja amaldiçoado!” (Gálatas 1:6-9 KJA)
Consciente do alerta da Bíblia, fui o primeiro cristão do Brasil a denunciar publicamente um homem que nos trouxe um evangelho diferente. Com esse evangelho diferente, ele se tornou membro do PT, teve encontros com Lula e trabalhou ativamente no passado em prol do PT, só abandonando o Partido das Trevas porque, na visão dele, o PT estava abandonando o socialismo e se tornando mais “capitalista”.
Cavalcanti deixou o PT, mas nunca renunciou ao marxismo. Aliás, ele foi o fundador do maior movimento esquerdista evangélico da história do Brasil — o MEP, Movimento Evangelho Progressista. Preocupado com a reação do público evangélico diante das ambições políticas de seu outro evangelho, Cavalcanti teve todo o cuidado de não apresentar o MEP como descaradamente comunista, esquerdista, marxista ou socialista.
O bispo Robinson Cavalcanti disse sobre a fundação do MEP:
Lembro-me do debate sobre a nomenclatura mais adequada quando da fundação do MEP: “evangélicos de esquerda”? “evangélicos revolucionários”? “evangélicos socialistas”? Optamos pela expressão menos controvertida de “progressistas”, embora isso lembre um conceito positivista. Hoje poderíamos falar em um “cristianismo profético”, em “Igreja profética”, em cristãos que incluem o profetismo (“denúncia das estruturas iníquas da sociedade”) em seu conceito de Missão, a serviço do Reino de Deus.
O MEP surge em 1990 com o sentimento de continuidade e aprofundamento de um discipulado integral, que inclui a cidadania responsável. Um importante movimento de opinião, afirmando a compatibilidade entre a fé cristã reformada, protestante, evangélica, com a democracia e o socialismo. O MEP estimulou essa militância nos partidos de esquerda, nos movimentos sociais e nos sindicatos filiados à CUT.
Fonte: OS CRISTÃOS PROGRESSISTAS E A CRISE DA ESQUERDA NO BRASIL, palestra apresentada por Dom Robinson Cavalcanti, em nome do Movimento Evangélico Progressista, no Encontro promovido pelo CLAI (Secretaria Regional para o Brasil) em Brasília, 29 de agosto de 2003.
A astúcia desse homem não permitia que o MEP fosse publicamente designado pelo que realmente era: marxista. Como um dos mais importantes estrategistas e proclamadores de outro evangelho, Cavalcanti tinha de ser denunciado — na vida ou na morte. Essa tarefa cabia especialmente aos críticos do mundo gospel. Mas, muito diferente do que sempre fizeram com Malafaia — onde a crítica de boca escancarada é a regra —, a regra deles para Cavalcanti e outros pregadores de outro evangelho é a boca fechada.
Só o silêncio já é pecado para eles, pois se a missão deles é realmente defender o Evangelho, por que Vargens teve o trabalho de escrever dois artigos sobre o bispo sem mencionar seu “outro evangelho”? Aliás, Vargens, que critica regularmente Silas Malafaia e outros neopentecostais por nome, nunca fez uma única menção negativa a Cavalcanti. Cito Vargens porque o conheço pessoalmente e sei com quem ele anda: ele está diretamente ligado à turma teológica do Mackenzie, cujos estudantes ficaram famosos por confrontarem publicamente militantes esquerdistas durante o regime militar.

“Sigam o blog do Renato Vargens sem restrição!”

Na verdade, essa amizade é tão estreita que logo que escrevi meu artigo denunciando a incoerência de Vargens, teólogos do Mackenzie e aliados se manifestaram prontamente para dar apoio irrestrito a ele. Augustus Nicodemus, chanceler do Mackenzie, deu o tiro de partida, dizendo em sua página de Facebook: “Recomendo o blog do Renato Vargens sem restrição”. Norma Braga e outros copiaram e retransmitiram. “Sem restrição” significa, de acordo com o Dicionário Michaelis, “sem reservas”, “incondicionalmente”. Significa que eles concordam, TOTALMENTE, com tudo o que Vargens diz e disse em seu blog.
E eu que achava que os cristãos nunca alcançariam esse sublime estado de perfeição na terra! Preciso descobrir o segredo divino do Vargens. Meus leitores me apoiam com restrições e críticas. Mas Vargens virou um anjo! Se do lado neopentecostal você encontra apóstolos e bispos, do lado antineopentecostal você encontra criaturas muito mais graduadas. Ninguém pode negar que os anjos estão em hierarquia acima dos pastores, apóstolos e bispos.
O que é fascinante nessa questão é que Augustus Nicodemus Lopes é um teólogo, especialista em hermenêutica. Norma Braga é escritora. Ambos estão aptos a entender profundamente o significado das palavras. Portanto, esse termo “sem restrições” não foi um mero descuido deles. Foi um termo proferido com entusiasmo e convicção, por quem sabe o que fala.

Vejamos agora o comportamento do anjo que é recomendado sem restrição, o anjo que critica Silas Malafaia, mas nunca criticou Cavalcanti.

Renato Vargens faz propaganda de Caio Fábio

Tal qual o Genizah, Renato Vargens, até onde pode, divulga “pregações” de Caio Fábio. Veja a divulgação dele aqui e aqui, com Caio Fábio, para variar, atacando Malafaia. Divulgar o excelente trabalho de Malafaia contra o aborto e a agenda gay ou as posturas pró-vida e pró-família da Marcha para Jesus? Isso nem passa pela cabeça do Vargens. Só para recordar, recebo de Caio Fábio o mesmo tratamento de zombaria que recebo do Genizah.
Confira a zombaria aqui: Caio Fábio ataca Julio Severo

Genizah elogia Caio Fábio e ataca Julio Severo e Olavo de Carvalho

Quanto ao Genizah, esse blog calvinista debochador faz vários elogios e divulgações de Caio Fábio, Cavalcanti e outros “mestres” da Teologia da Missão Integral. Elogia também Leonardo Boff, o “mestre” da Teologia da Libertação. Para mim (e para Olavo de Carvalho), o tratamento é o contrário. Recentemente, Danilo Fernandes, o dono do Genizah, debochou:
E por falar em gente mal intencionada, a minha impressão negativa sobre Pat Robertson ganhou outro patamar quando um certo blogueiro parecido com o INRI Cristo, hoje roommate nos Estados Unidos de Olavinho, a cloaca senil, de Carvalho apoiou a mesma tese racista relativamente ao povo sofrido do Haiti…
Está muito claro que a verdade e a sã doutrina são meros detalhes na defesa dos ideais políticos de INRIzinho. Doutrina cristã não é a praia dele. O camarada é apologista do ideal reacionário e, na sua defesa tropega da ideologia olaviana, ele segue uma linha de raciocínio típica dos esquizofrênicos paranoides, onde se alguém emite uma opinião em concordância com a opinião específica de outra pessoa, a qual defenda alguma tese que o esquizofrênico paranoide esteja vidrado, para este, os dois são iguais e concordam em tudo.

“Defensor da fé”

Como será mostrado mais adiante, Vargens declarou em seu blog: “Louvo a Deus pelos defensores da fé… pelos blogs de apologética como o… Genizah.”
O Genizah promove Cavalcanti, e isso é apologética e defesa da fé.
O Genizah ataca Malafaia, e isso é apologética e defesa da fé.
O Genizah promove Caio Fábio, e isso é apologética e defesa da fé.
O Genizah ataca Julio Severo e Olavo de Carvalho, e isso é apologética e defesa da fé.
O Genizah promove Ariovaldo Ramos, e isso é apologética e defesa da fé.
E ai de quem não louvar o “defensor da fé” e “blog apologético”!
Se temos agora que seguir o blog do Renato Vargens sem restrição, então somos obrigados a dizer: “Oh, Deus, te louvamos porque o Genizah é um blog apologético que defende a fé única e verdadeira nos protegendo de heréticos como Silas Malafaia, Olavo de Carvalho e Julio Severo e nos iluminando com a luz de Cavalcanti, Caio Fábio e Ariovaldo Ramos”.
Ataque a Teologia da Prosperidade e você ganha o direito de promover a Teologia da Libertação, Leonardo Boff, Caio Fábio e Cavalcanti e ainda posar de “santo”, “defensor da fé” e especialista em “apologética”! Com todos esses privilégios, quem é que não vai querer participar, ou pelo menos emudecer?
Genizah e Vargens são implacáveis contra a Teologia da Prosperidade e seus pastores. Mas os dois divulgam sistematicamente o “profeta” Cavalcanti, Caio Fábio e Ariovaldo Ramos, emudecendo com relação aos erros e aberrações desses homens. Aliás, eles vivem à vontade entre teólogos e pastores liberais, nunca os confrontando.
O que está por trás dos ataques aos neopentecostais? O que está por trás da promoção aos pastores liberais e o silêncio diante dos erros deles?
Por que os chamados apologetas calvinistas se calam diante de Cavalcanti, Genizah & Cia? Será que Cavalcanti, Genizah & Cia estão desculpados em todos os seus pecados e liberalismo apenas por sua posição de atacar a Teologia da Prosperidade e os neopentecostais — esporte predileto dos calvinistas liberais e cessacionistas?

Cavalcanti: Teologia da Prosperidade é reflexo do capitalismo

Robinson Cavalcanti via a Teologia da Prosperidade como expressão do capitalismo. Isso pode explicar a razão por que adeptos da Teologia da Missão Integral invariavelmente sejam os mais raivosos contra os adeptos da Teologia da Prosperidade. Embora tentem camuflar sua hostilidade com preocupações “teológicas”, “bíblicas” ou “apologéticas”, sua fonte é essencialmente ideológica.
Em recente entrevista à revista Cristianismo Hoje, Caio Fábio declarou que o grande momento para unificar as igrejas evangélicas do Brasil foi o início da década de 1980. Na entrevista, feita por Danilo Fernandes, do Genizah, Caio Fábio desabafou: “A teologia da prosperidade não existia por aqui, o que prevalecia era a teologia da missão integral. Havia uma quantidade enorme de pastores [adeptos da teologia da missão integral]”. Esse prevalecimento, de acordo com ele, ocorria de forma especial no Congresso Brasileiro de Evangelização, onde até hoje a Teologia da Missão Integral está no pedestal. Mas Deus, em sua graça, destruiu a unificação evangélica que quase ocorreu no começo da década de 1980: Pouco tempo depois, veio a Teologia da Prosperidade, com força total, quebrando a espinha dorsal do monopólio da Teologia da Missão Integral, essencialmente arruinando todos os esquemas socialistas maiores que estavam sendo arquitetados.
A ascensão do neopentecostalismo destroçou o consenso que, de acordo com Caio Fábio, estava se avolumando entre as igrejas com relação à Teologia da Missão Integral.
A destronação da Teologia da Missão Integral foi um golpe “imperdoável”, provocando uma demonização sem precedentes das igrejas neopentecostais, sob a capa de seriedade espiritual e devoção religiosa. Caio Fábio e Robinson Cavalcanti, que tiveram papel destacado em iniciativas para aproximar os evangélicos do PT, se tornaram “profetas” contra a Teologia da Prosperidade e a favor da Teologia da Missão Integral, que usa o Evangelho apenas como palanque da ideologia socialista.
Por atacar a Teologia da Prosperidade, Cavalcanti e outros “mestres” da Teologia da Missão Integral ganharam isenção de toda crítica. Afinal, o Brasil vive uma temporada livre de caça aos adeptos da Teologia da Prosperidade. Por determinação de uma minoria de pastores liberais e pelo silêncio da maioria, é proibido colocar a Teologia da Missão Integral nessa temporada.
Assim, é natural ver multidões aproveitando a temporada de caça, e depois mostrando aos amigos apologetas e genizistas: “Ei, cacei um neopentecostal! Coloquem-me na primeira página! Mereço os holofotes! Mereço prêmios e condecorações!”

“Profecias, línguas, visões e outros dons do Espírito Santo cessaram há dois mil anos…”

Os neopentecostais, especialmente sua Teologia da Prosperidade, são atacados implacavelmente pelo Genizah, Vargens & Cia. Contudo, se a questão da Teologia da Prosperidade for resolvida, Vargens e seus amigos do Mackenzie ficarão satisfeitos? Claro que não. Eles são cessacionistas — religiosos que acreditam que os dons do Espírito Santo eram apenas para a época dos apóstolos. Portanto, na visão deles, hoje não existe genuínas profecias, dons de cura, dons de línguas, etc.
Eles realmente acreditam que os cristãos que têm esses dons hoje não os receberam de Deus. A questão deles, pois, com os neopentecostais e pentecostais é muito mais profunda e espinhosa, não se limitando apenas à Teologia da Prosperidade. Os dons sobrenaturais do Espirito Santo também estão incluídos na lista de condenação deles do que os cristãos hoje podem ou não ter.
Infelizmente, a heresia cessacionista — que faz seus adeptos ridicularizarem e atribuírem ao diabo as manifestações legítimas do Espírito Santo na vida de milhões de cristãos atualmente — não é atacada com veemência e seriedade por quase ninguém atualmente. (Quem encontrar um apologeta denunciando a heresia cessacionista ganha um pirulito!)
O que tenho para dizer para Vargens e os calvinistas que o apoiam sem restrição é: cuidem de seu quintal. As maiores igrejas presbiterianas do mundo estão descambando para a ordenação de pastores gays e lésbicas. Portanto, parem sua preocupação obsessiva com os pentecostais e neopentecostais e cuidem de seu próprio quintal.
Nunca vi Vargens, que tem 100% de apoio de outros calvinistas, criticar e condenar Robinson Cavalcanti e seus males teológicos e políticos.
Mas tenho certeza de que Vargens jamais perdoaria se visse o Apóstolo Paulo ou outro cristão fazendo isso HOJE:
“E Deus pelas mãos de Paulo fazia maravilhas extraordinárias. De sorte que até os lenços e aventais se levavam do seu corpo aos enfermos, e as enfermidades fugiam deles, e os espíritos malignos saíam.” (Atos 19:11-12 ACF)
O que Paulo fazia era totalmente estranho e avesso à teologia seca e morta dos judeus de sua época, e duvido que seria diferente para os adeptos modernos de teologias secas e mortas.
Provavelmente, pelas mãos de Paulo muitas outras maravilhas extraordinárias eram feitas, não só com lenços e aventais. Mas se hoje um cristão imita Paulo, com lenços ou aventais ou outros objetos, os adeptos da teologia cessacionista prontamente negam que isso seja de Deus, pois afinal, para eles, os dons espirituais cessaram com os primeiros apóstolos, como se o próprio Espírito Santo tivesse ficado velhinho e se aposentado!

Maiores milagres nos últimos dias

É possível hoje um cristão ser usado por Deus para que milagres extraordinários sejam realizados através de lenços, aventais e outros objetos? Claro que sim. Jesus realizou milagres imensos e Ele disse para nós:
“Na verdade, na verdade vos digo que aquele que crê em mim também fará as obras que eu faço, e as fará maiores do que estas, porque eu vou para meu Pai.” (João 14:12 ACF)
“Aquele que crer e for batizado será salvo. Todavia, quem não crer será condenado! E estes sinais acompanharão aos que crerem: em meu Nome expulsarão demônios; em línguas novas falarão. Pegarão serpentes com as mãos; e, se algo mortífero beberem, de modo nenhum lhes fará mal, sobre os enfermos imporão as mãos e eles serão curados!” (Marcos 16:16-18 KJA)
E nós, que estamos nos últimos dias, somos alvos de promessas não de cessação dos dons, mas de maiores manifestação deles:
“Nos últimos dias, diz o Senhor, que derramarei do meu Espírito sobre todos os povos, os seus filhos e as suas filhas profetizarão, os jovens terão visões, os velhos terão sonhos”. (Atos 2:17 KJA)
De acordo com Jesus, nós que cremos nEle podemos sim fazer obras maiores do que os grandes milagres que Ele realizou, seja por meio de lenços, aventais ou outros objetos ou o que o Espírito Santo inspirar, por mais estranho que possa parecer aos adeptos de teologias mortas e secas, ou por mais escandaloso que possa parecer para os que têm fé firme de que os dons espirituais sobrenaturais só existiram há 2.000 anos e o que se vê hoje, de acordo com eles, é falsificação e operação demoníaca.
Para eles, Deus hoje não fala mais através de sonhos, visões e profecias. Curas por dons espirituais e palavras proféticas? Heresia!
Como a maior parte da igreja brasileira, eu creio que Deus fala hoje, que Deus cura hoje, que Deus faz milagres e maravilhas hoje e que Deus dá dons de visões e profecias hoje. Tenho essa convicção porque não quero andar na contramão da Palavra de Deus e do mover do Espírito Santo.
Creio que os que creem em Jesus podem hoje realizar maiores milagres. Creio na Palavra de Deus. Mas tenho desconfiança de cristãos que se dizem profetas e apoiaram Lula. Tenho desconfiança de líderes cristãos que dizem que oraram e a resposta foi José Serra ou Marina Silva. Tenho desconfiança de cristãos que dizem que oraram e Deus os dirigiu a votar num cristão marxista, profundamente comprometido com a Teologia da Libertação.

A união oportunista de críticos ideológicos e teológicos da Teologia da Prosperidade

Enquanto os críticos ideológicos e liberais teológicos criticam a Teologia da Prosperidade por vê-la como reflexo do capitalismo, críticos teológicos tradicionalistas atacam porque são fundamentalmente contra tudo o que venha do neopentecostalismo.
O fato de que igrejas e líderes não liberais silenciem diante das críticas ideológicas das igrejas da Teologia da Missão Integral deve-se exclusivamente ao ranço teológico, que no final acaba beneficiando o liberalismo teológico, que cresce debaixo do silêncio comprometedor daqueles que deveriam denunciar os perigos maiores da Teologia da Missão Integral.
Os críticos teológicos liberais só vão parar de criticar os neopentecostais depois que os neopentecostais abraçarem a Teologia da Missão Integral.
Os críticos teológicos tradicionalistas só vão parar de criticar os neopentecostais depois que os neopentecostais abandonarem a Teologia da Prosperidade, e depois que abandonarem falar em línguas, profecias, expulsão de demônios, etc. Mas as exigências teológicas, com certeza, não vão parar por aí.

O que você deve fazer com um crítico da Teologia da Prosperidade?

Qual deve ser sua atitude quando encontrar um crítico do mundo gospel numa igreja ou conferência? Você que é pastor ou responsável pela conferência, exija que o crítico só trate dos problemas da Teologia da Prosperidade depois que ele denunciar a Teologia da Missão Integral e a heresia cessacionista. Se o especialista em crítica não aceitar esses justos termos, mande-o plantar batatas no quintal da casa dele.
Se ele quiser atacar Silas Malafaia ou R.R. Soares, exija dele: “Você passou anos atacando esses dois telepastores neopentecostais, mas nunca criticou Ariovaldo Ramos e outros promotores da Teologia da Missão Integral, inclusive o Genizah. Você também nunca atacou a heresia cessacionista. Se não começar agora a denunciar essas heresias, vou vê-lo como falso mestre de hoje em diante”.

Renato Vargens recomenda Ariovaldo Ramos e Genizah

Por falar em Ariovaldo Ramos, Vargens recomendou publicamente que seus leitores o seguissem no Twitter. Veja aqui. O Genizah & Cia dizem “amém”! Augustus Nicodemos completa: “Sigam o blog do Renato Vargens sem restrição!”
Vargens também disse: “Louvo a Deus pelos defensores da fé… pelos blogs de apologética como o da Nani, Genizah, Púlpito Cristão, Márcio de Souza, Hermes Fernandes, e dezenas de outros mais que diariamente lutam contra os ensinamentos espúrios dos apóstolos modernos”.
Os que seguem Vargens sem restrição em tudo o que ele disse têm também o dever de “louvar a Deus” pelo Genizah e outros debochadores. Como é horrível seguir incondicionalmente meros mortais!
Hermes Fernandes, que foi recomendado por Vargens, já foi repreendido publicamente por ter debochado de Olavo de Carvalho, mas recebeu resposta à altura, que você pode ver aqui:
Em outra ocasião, Vargens louvou a Deus por Antônio Carlos Costa, pela “ousadia de levantar a bandeira da paz neste país”. Essa “ousadia” foi compactuar com a ideia de paz do socialismo: desarmamento da população civil. Vargens também “Bendisse ao Senhor por teólogos como… Ariovaldo Ramos”. Você pode encontrar esses disparates aqui no blog do Vargens. E você pode apostar que o PT e outros socialistas devem estar louvando todos os deuses e deusas por um líder evangélico calvinista progressista como Antônio Carlos Costa que trabalha pelo desarmamento.
Sobre desarmamento, tenho este artigo:
Dá, realmente, para seguir o blog do Renato Vargens sem restrição? Faça essa pergunta ao Rev. Augustus Nicodemus, do Mackenzie.
Aliás, foi graças à intervenção do Rev. Nicodemus, que postou o primeiro comentário de apoio ao texto do Vargens — que tentou defender seus disparates sobre Cavalcanti dizendo que não é socialista , que todos os outros mackenzistas e aliados imediatamente seguiram o rastro, fazendo seus comentários e achando que estavam autorizados a apoiar Vargens e me atacar. Meteram-se na questão do Vargens e Cavalcanti sem nem mesmo dar atenção à Palavra de Deus:
“Como alguém que decide pegar um cão pelas orelhas, assim sofre aquele que se mete em discussão alheia!” (Provérbios 26:17 KJA)
Meu longo artigo é, pois, um reforço ao que eu disse sobre a incoerência do Vargens e também uma resposta às acusações dos que a Palavra de Deus chama de “metidos”.
Eu já havia tratado do assunto do Vargens e Cavalcanti adequadamente neste artigo:

Julio Severo responde aos críticos que não gostam de ser criticados

O que fica mais que evidente é que a turma que adora criticar (vejam só!) não adora ser criticada. Bastou a “recomendação ‘sem exceção’” do Rev. Nicodemus, literalmente sacralizando as incoerências do Vargens, que a turma mackenzista & cia saiu em tropel em defesa do crítico incoerente, sem parar para olhar mais nada. Sorte a recomendação sem exceção não ter envolvido pulo em abismo!
Nessa altura, podemos pensar: será que até mesmo Calvino recebe de seus seguidores um apoio incondicional e sem exceção?
Darei, a seguir, minhas respostas aos que não gostam de críticas e criticaram a mim no blog do Vargens:
Tiago Santos: Ô, moleque, que vai atrás de recomendações sem restrição e tenta agradar lambendo botas e solas dos recomendadores e recomendados. Por que você não cuida melhor da Editora Fiel, que já chegou a colocar propaganda no Genizah? No comentário de apoio ao Vargens, você disse: “Acusá-lo de esquerdismo por sua palavra de respeito à vida do bispo que foi brutalmente assassinado tange a desonestidade e beira o absurdo”. Ora, ora, Sua Santidade Tiago, o único acusado de esquerdismo foi o Cavalcanti. E o que Vargens disse da cantora que morreu? Repito o que ele disse: “Amy Winehouse, o pecado veio cobrar a sua conta”. Não se pode dizer então: “Robinson Cavalcanti, o pecado veio cobrar a sua conta”? Sua teologia é que todos os descrentes vão para o inferno e todos os pastores, inclusive Cavalcanti, vão para o céu? Isso parece predestinação calvinista, bem típico de você e seu grupo.
Ora, você finge desconhecer que a punição para os que conhecem o Evangelho e o distorcem é maior do que para aqueles que, sem o conhecer, pecaram por toda a vida.
Você também disse: “Concluo expressando minha tristeza por perceber que há alguns que confundem a fé cristã com conservadorismo político. Aquela está muito acima desta — e é a base da boa política”.
Alguns, quem, rapaz? Seu comentário deveria ter lidado com a incoerência do Vargens, sem jogar indiretas. Você não poderia estar falando de outra pessoa. Qualquer criança sabe que você se referia a mim.
Agora pergunto: com base em que você faz acusações sobre a vida cristã de outra pessoa?
Você não conhece minha vida devocional, não conhece minha vida familiar, nada sabe da minha vida na igreja local que frequento e nem da minha vida na comunidade em que atualmente moro. Você desconhece meu testemunho na vida diária, desconhece as minhas atividades ministeriais que não aparecem em meu blog, e desconhece outros posicionamentos e convicções minhas em outras áreas.
Mesmo assim, você se atreve a lançar acusações estúpidas.
Querendo por em dúvida a qualidade e a autenticidade da minha fé a fim de justificar, desviar ou acobertar as incoerências do Vargens, você mostrou a qualidade da sua própria fé. Tal erro é muito grave, pois não há nada no padrão ético da Bíblia que justifique sua acusação à minha pessoa ou a qualquer outra pessoa.
Duvido que o propósito da Editora Fiel seja gerar na vida dos leitores o comportamento que você demonstrou. Seja como for, leitores verdadeiramente guiados pelo Espírito Santo não se deixam influenciar por tal carnalidade.
Portanto, deixe de molecagem, e aja com a responsabilidade de um verdadeiro servo de Deus. E isso não vale apenas para você. Vale para todos os que, vergonhosamente, apoiaram sua acusação, como Norma Braga, Uziel Santana e outros.
Norma Braga disse: “É uma piada de muito mau gosto dizer que você é de esquerda”. “Vargens é de esquerda” não são palavras que eu disse, mas que você colocou na minha boca. O que eu disse é que o Vargens é um incoerente. Como você chama um crítico que critica tudo e diz ser contra o marxismo, mas não critica Cavalcanti por seus pecados descarados? Como você chama alguém que diz “Amy Winehouse, o pecado veio cobrar a sua conta”, mas não aplica o mesmo princípio ao bispo que pregava marxismo e depravação? Como você chama um homem que silencia diante dos pecados de Cavalcanti e elogia todos os que debocham de mim e do Olavo de Carvalho? Vargens é um incoerente. Como chamamos alguém que diz condenar o marxismo, mas anda a vontade com pastores dessa linha, os elogia e louva a Deus pela vida deles? Não consigo imaginar o Apóstolo Paulo louvando a Deus por nenhum dos pregadores que proclamavam outro evangelho. Paulo não teria elogiado nem mesmo um anjo se tivesse feito isso.

Mas no seu caso, como você também já declarou que recomenda Renato Vargens “sem restrição”, temos novamente a questão de um anjo encarnado, que não erra. E o que é mais grave: os erros notórios do Vargens passam a ser também os seus, quer você goste disso ou não.

Voltando ao ponto central: Cavalcanti era ou não falso mestre? O que está em questão aqui não é o que você imagina sobre mim e outras pessoas. De leitores de alma, já basta Caio Fábio. E você apoiou a interpretação de alma que o Tiago Santos fez, postando até um elogio seu ao que você chamou de “testemunho bonito” do Tiago Santos. Mas uma amiga sua disse para você sobre esse “testemunho bonito”:
“Eu sei que o Pr. Renato é excelente pessoa. Mas só tem um senão no texto: eu não considero socialistas como irmãos em Cristo, já que o socialismo é frontalmente contrario à fé cristã e sempre procurou e a procura destruir. Prova é o que tem acontecido no mundo e no Brasil. Que o Robinson não era conservador, não era mesmo, hehe”.
É mais fácil levantar qualquer acusação contra mim do que reconhecer que o “anjo” não é dotado de infalibilidade?
Leia minha resposta acima ao Tiago. Vargens — e os que tentam acobertar sua incoerência — fez um desserviço ao Evangelho ao prestar solidariedade a um dos maiores estrategistas do outro evangelho no Brasil.
Uziel Santana: “O fundamento da nossa ação no Reino ou no mundo sempre deve ser Cristo. Não deve haver outro fundamento, seja ele de direita ou de esquerda. Como bem disse o Tiago, confundir as bases da nossa fé com o conservadorismo político é inadmissível, principiante e coisa de quem, ao contrário do que prega as Escrituras, está em busca de partidarismos e divisões na Igreja de Cristo”.
Sua acusação foi além da do Tiago. “Partidarismos e divisões na Igreja de Cristo”? Você está falando do Genizah, Ariovaldo Ramos, Robinson Cavalcanti ou de mim? Prove sua acusação.
Nem direita nem esquerda são o fundamento do Cristianismo, mas a verdadeira fé cristã se expressa com posturas conservadoras. As posturas conservadoras são um dos frutos do verdadeiro Cristianismo, e ficam evidentes quando o cristão maduro tem oportunidades de dar seu testemunho público em questões culturais e políticas. Durante o governo militar, os estudantes do Mackenzie, de direita, entravam em violentos confrontos de rua com os estudantes da esquerda. Acredito que a direita não era a base da fé deles, assim como não é da minha. E só para constar: nunca tive violentos confrontos de rua com nenhum esquerdista.
O que é inadmissível é que, com a desculpa de pregar o evangelho, se faça vista grossa ao apoio à Teologia da Missão Integral, à heresia cessacionista e às incoerências e pecados óbvios de lideranças evangélicas, com o interesse oportunista de forjar uma artificial “união na Igreja de Cristo”, visando, obviamente, alcançar maior poder, visibilidade e influência diante de determinados movimentos. A fé cristã ou ação no Reino sempre foram desculpas bem arranjadas para manipuladores do Evangelho como Cavalcanti. Você conhece a história das grandes denominações brasileiras, repletas de pastores liberais, maçons e esquerdistas. Sabe do que estou falando.
Convenhamos, Uziel, você está hostil comigo desde que rejeitei seu apoio a Marina Silva. Conforme você me disse, você orou e Marina foi a resposta. De forma igual, Valnice Milhomens orou e Marina foi a resposta. Mas duvido muito que foi Deus quem deu uma resposta a vocês. E seus amigos cessacionistas também duvidam com certeza, mas por outros motivos. Contudo, você não se pronuncia sobre suas discordâncias com eles, evitando o confronto do erro, apenas para alimentar interesses de poder, visibilidade e influência debaixo da capa de amor e união cristã.
Você poderia citar para seus amigos cessacionistas John Piper, que é teólogo calvinista e crê nos dons sobrenaturais do Espírito Santo para hoje, inclusive o dom de línguas. Já está mais do que na hora de confrontar a heresia cessacionista, não?
Desde o episódio da Marina, parei de publicar seus artigos e de recomendá-los.
Eu avisei você que Marina tem como conselheiros Leonardo Boff e Caio Fábio. Ambas as criaturas são apoiadas pelo Genizah. E você ainda me perguntou “O que é que você tem contra o Genizah?” O orgulho de satanás foi querer grandeza e posições elevadas. E esse é um problema sério que você tem de lidar na sua própria vida, pois desde que parei de lhe dar oportunidades de publicação, você está em hostilidade.
O que você quer que eu pense a seu respeito, diante de tudo isso?
Solano Portela: Você, como eu, é contra o desarmamento da população civil. Mas já expus minha discordância com você por ter citado favoravelmente o Rio de Paz, organização desarmamentista amplamente apoiada pelo Genizah. Isso é incoerência. Agora, você apareceu no blog do Vargens para participar do ataque em grupo contra mim. Pare de ser incoerente. Copiei aqui meu comentário para você em 2008:
Olá, Rev. Solano! Parabéns pelo excelente artigo! Eu queria publicá-lo no meu blog, mas fiquei preocupado porque seu texto faz divulgação do Rio de Paz, que recentemente patrocinou palestra do ultra-esquerdista Bispo Robinson Cavalcanti. Além disso, as campanhas do Rio de Paz, que lidam com questões de violência e segurança pública, não defendem o direito natural dos cidadãos à defesa pessoal e armada. São campanhas que acabam atendendo aos interesses da ideologia esquerdista (principalmente o desarmamento, tão querido da esquerda) e, como todos somos testemunhas, o esquerdismo é uma doença mental afetando e impulsionando não só o governo Lula, mas também o movimento homossexual. Sou pela paz, mas não a paz da esquerda ou do inferno. Sou pela paz de Cristo, que deve reinar nos corações, junto com a justiça de Deus.
Ciro Sanches Zibordi também comentou, aproveitando a proteção do grupo, para expor elogios ao Vargens e me atacar. Ciro, que já foi repreendido por mim por suas incoerências ao atacar Malafaia, hoje se queixa por ser criticado por criticar. Para aqueles que querem conhecer o motivo do Ciro ter aparecido no blog do Vargens para me criticar em grupo, leiam o artigo:
Euder Faber disse: “A postura de Renato Vargens tem sido pautada pela coerência ética e bíblica, afirmar que ele é um esquerdista é um absurdo. Renato conta com a solidariedade dos que fazem a Vinacc”. Não chamo de coerência ética e muito menos bíblica elogiar Cavalcanti, Ariovaldo Ramos e Genizah. Quem colocou na minha boca a afirmação de que “Vargens é um esquerdista” foi a Norma Braga. Mas é inegável que várias das más companhias dele são esquerdistas. Isso eu deixei muito claro no meu artigo, mas você preferiu se esquivar de todas as ligações do Vargens plantando algo na minha boca. Vargens é um incoerente. Como chamamos alguém que diz condenar o marxismo, mas anda a vontade com pastores dessa linha, os elogia e louva a Deus pela vida deles? Não consigo imaginar o Apóstolo Paulo louvando a Deus por nenhum dos pregadores que proclamavam outro evangelho. Paulo não teria elogiado nem mesmo um anjo se tivesse feito isso.
O papel da VINACC hoje se reduz a se solidarizar com um homem que se solidariza com pastores, líderes e falsos mestres que abraçaram outro evangelho?
O stand da revista Ultimato está sempre nos eventos da VINACC. Então, você tem assuntos muito mais importantes para se preocupar do que seguir “recomendações sem restrição”.
Leonardo Gonçalves, antigo aliado do Genizah e dono do Púlpito Cristão, aproveitou para mostrar sua cara nos comentários. Dois anos atrás, Leonardo participou de um conluio com o Genizah para me atacar, e agora tenta repetir a proeza. Será que sou tão forte assim que o Leonardo só consegue me atacar protegido em bando?
Supondo que não foi por mágoa (não leio a alma de ninguém) nem por um nojento espírito de matilha que você e outros tomaram as dores do Vargens depois do meu artigo mostrando as incoerências daquele que foi recomendado sem restrição, foi então por qual motivo? Foi por zelo à sã doutrina?
Para aqueles que querem conhecer o embate que o senhor Leonardo já teve comigo no passado, leiam o artigo:

Jean Wyllys está certo

Desgraçadamente, tenho de concordar com Jean Wyllys quando disse que os calvinistas são os maiores aliados do movimento gay. Sustentam com unhas e dentes uma apologética raivosa militantemente antineopentecostal, mas toleram o outro evangelho baseado nas ideias de Karl Marx. Não são progressistas, mas toleram essa ideologia, por amor a amizades e corporativismo doutrinário e denominacional. (Quando digo que não são progressistas, não me refiro aos calvinistas Genizah e Ariovaldo Ramos.)
É muito fácil criticar nominalmente pastores da Teologia da Prosperidade. Essa é a onda, que está provavelmente sendo usada para acobertar os próprios pecados dos críticos.
Mas onde está a coragem para denunciar os pregadores do outro evangelho, o evangelho que Cavalcanti pregava? Anos atrás, publiquei um artigo excelente denunciando nominalmente um dos maiores escritores esquerdistas do mundo evangélico. A pessoa que me ajudou a escrever não queria assinar o artigo comigo, pois criticar liberais evangélicos famosos custa caro. No caso dessa pessoa, poderia lhe custar oportunidades em grandes editoras do Brasil. Assim, embora o artigo trouxesse uma imensa contribuição dessa pessoa, fui obrigado a colocar somente minha assinatura, pois ela estava com muito medo de se expor a virar alvo de críticas.
Não tenho medo de críticas. Não tenho medo também de perder oportunidades. Semanas atrás, um dos maiores jornais seculares dos EUA me convidou oficialmente para ser colunista, me tentando com ofertas de um futuro de fama e riquezas. Não pude aceitar porque o dono do jornal é um dos maiores heréticos do mundo.
Não tenho medo nenhum de nadar contra a maré, mesmo quando sou diretamente prejudicado. O mais importante para mim é não negar o nome de Jesus publicamente.
É fácil nadar com a corrente. O difícil é nadar contra a corrente e modismos.
É fácil então enfrentar um cristão como eu. O Genizah faz isso muito bem: com deboches, calúnias e mentiras. Mas não é fácil enfrentar liberais, que vivem cercados de matilhas e multidões enganadas.
O grupo do Mackenzie e simpatizantes que está me criticando por coisas que não sou exclusivamente para desviar a atenção das óbvias e indesculpáveis incoerências do Vargens deveria refletir melhor antes de se reunir como grupo de ataque.
Só entrei nesse assunto porque o foco dessa confusão — a falta de coerência, coragem e honestidade do Vargens de também escrever “Robinson Cavalcanti, o pecado veio cobrar a sua conta” — tem tudo a ver com anos de denúncias proféticas que venho fazendo contra o profetismo esquerdista de Cavalcanti.
Se o pastor Richard Wurmbrand estava certo ao afirmar que Karl Marx era satanista, então Cavalcanti tinha simpatia por uma ideologia satanista. O marxismo e suas variantes são infiltrações satânicas na igreja. É outro evangelho. Não faz, pois, sentido algum acobertar num bispo evangélico liberal tais diabólicas simpatias ou prestar solidariedade a um homem que tanto estrago provocou na igreja brasileira.

Mentiras cósmicas: articulista do Genizah cria ficção para atacar Julio Severo

Publicado em Genizah, Mackenzie, O Observador Cristão, Olavo de Carvalho, Thiago Lima Barros, Universidade Mackenzie, VINACC por juliosevero em 10 de agosto de 2011

Mentiras cósmicas: articulista do Genizah cria ficção para atacar Julio Severo

Julio Severo
No artigo “Júlio Severo, um lobo em pele de cordeiro”, o autor Thiago Lima Barros afirma: “fontes do convívio pessoal de Julio Severo relatam que, em verdade, seus problemas com a lei começaram quando um de seus filhos passou a apresentar comportamento estranho na escola onde estudava em Niterói (RJ), replicando o mesmo pensamento ultraconservador do pai nas atividades escolares.”
O autor então inventou todo um cenário ao redor da ficção que ele criou.
Entretanto, a verdade é que, pelo fato de que sou adepto do homeschooling, jamais matriculei nenhum dos meus filhos na escola. Mesmo assim, o senhor Barros se lambuza no barro e na mentira, alegando que sua base é um vídeo de Caio Fábio, que já foi refutado por mim: http://juliosevero.blogspot.com/2010/03/caio-fabio-ataca-julio-severo.html
Caio Fábio foi o líder evangélico que levou grande parte das igrejas evangélicas ao curral do PT: http://juliosevero.blogspot.com/2006/04/lula-e-os-evanglicos.html
Sobre homeschooling, sou defensor dessa modalidade de ensino há pelo menos vinte anos, tendo artigos meus publicados no site da maior instituição de homeschooling dos EUA, a Associação de Defesa Legal da Educação Escolar em Casa:
Possuo um blog somente de homeschooling: www.escolaemcasa.blogspot.com Assim, se Barro quer me acusar de um “crime” sem o uso de mentiras, estou fornecendo a evidência de que realmente defendo o homeschooling.
Sou o tradutor de De Volta Ao Lar, o único livro em português que trata do homeschooling. A autora, Mary Pride, era feminista e hoje é calvinista.
Se homeschooling é crime, o senhor Barro pode me chamar de “criminoso”, porém não pode dizer que matriculei algum filho meu em escola de Niteroi ou qualquer outro lugar do Brasil ou fora. Não é preciso ser teólogo para saber que o pai da mentira é Satanás.
Em seguida, o senhor Barro levanta outra acusação: “as mesmas fontes que desmascararam a mentira sobre sua fuga da Justiça brasileira, dão conta de que o comportamento rebelde e insubmisso Severo pôde ser atestado pela membresia da Primeira Igreja Batista do Ingá, em Niterói, única igreja de que se tem notícia em que tenha congregado. Admitido pelo pastor da igreja para pregar em algumas oportunidades, Severo simplesmente criou um clima de beligerância absurdo no seio da igreja, fruto de suas pregações agressivas, que quase leva à divisão da mesma”.
A verdade é: Nunca fui membro da Primeira Igreja Batista do Ingá, em Niterói. Nunca pus os pés ali. Mas já que Barro acredita categoricamente que eu era membro dessa igreja e a dividi, quem sou eu para tirá-lo desse estado delirante, típico de usuários de drogas?
Não satisfeito com mentiras pessoais, Barro passa para a esfera do delírio espiritual, me acusando de violar a teologia dele — que sem dúvida nenhuma tem ligação com o pai da mentira — me ligando a uma variedade de outras teologias, julgando-me, como diz ele, a partir da sinopse do meu livro Orações Proféticas.
Em seguida, o ataque dele se ancora num artigo que Leonardo Gonçalves escreveu num momento em que ele e outro blogueiro se uniram ao Genizah para me atacar. O embate está registrado aqui, numa resposta que continua válida: http://juliosevero.blogspot.com/2010/01/raivinha-do-danilo.html
Barro chama a Marcha para Jesus de “misticismo anticristão”, mas tanto eu quanto Olavo de Carvalho já reconhecemos, publicamente, o valor da Marcha para Jesus em suas ações de condenar as decisões infames do STF e o PLC 122. Aliás, Reinaldo Azevedo, colunista da revista Veja, também já apontou para as expressões positivas da Marcha para Jesus. Ao mesmo tempo, Barro me acusa de apoiar Edir Macedo, sem se dar ao trabalho de ler meus vários artigos sobre as posições abortistas dele. E me acusou de apoiar Silas Malafaia. Sim, eu cometi esse “pecado”. Como não apoiá-lo quando ele defende tão bem posturas cristãs contra o aborto e o homossexualismo? Só não apoio as posições políticas dele.
Eu não creio que o Céu existe somente para batistas ou calvinistas ou neopentecostais. Não sou antineopentecostal nem anticalvinista. Aliás, o homeschooling em que estou envolvido é majoritariamente calvinista. Sou apenas contra os excessos de todos os lados. Por isso, denuncio quando calvinistas, batistas, assembleianos e neopentecostais se unem para apoiar o PT e o socialismo.
No ataque seguinte, Barro afirma:
“Não há como não ver essa pregação satânica sem se lembrar de uma das fonte de inspiração do discurso do nosso personagem: o pastor norte-americano Carl McIntire (detalhe: quando lhe convém, Severo tacha os EUA de antro de liberais, mas sua retórica é de matiz claramente conservador-ianque; confira em http://juliosevero.blogspot.com/2011/04/e-o-amoooooooooor.html). Em nome da (sua) ortodoxia, o Rev. McIntire cometeu pecados inomináveis, como o da simonia, ao tentar subornar diversos pastores mundo afora para que dividissem suas denominações, com a desculpa de afastar o modernismo e o liberalismo. Severo aprendeu com gente desse naipe a defender bandeiras justas do Evangelho de forma pecaminosa e bandida, usando os meios mais escusos para defender a retidão divina e defendendo um constantinianismo direitista. Mas de Deus não se zomba: o fim de McIntire foi a falência financeira e o ostracismo eclesiástico (ver mais em ‘Os Herdeiros de Carl McIntire’, do Rev. Guilhermino Cunha, disponível em http://www.mackenzie.br/fileadmin/Mantenedora/CPAJ/revista/VOLUME_VI__2001_/Guilhermino.pdf). O de Severo será parecido, pois ousou dar à sua carnalidade ares de defesa piedosa da fé. A esses que querem ser professores de Deus, ensinando-o a como agir diante do mundo, o próprio Deus, rindo-se deles, diz: ‘Nunca vos conheci. Apartai-vos de mim, vós que praticais a iniquidade’ (Mt. 7:23)”
A “pregação satânica” que Barro viu no meu blog foi escrita em grande parte por Olavo de Carvalho. E para combater a “heresia” do Olavo que Barro imputou a mim, ele usa um artigo no site da Universidade Mackenzie. O artigo foi escrito pelo Rev. Guilhermino Cunha, amigo de Caio Fábio. Como presidente do Supremo Concílio da Igreja Presbiteriana do Brasil, Cunha apoiou publicamente a eleição de Lula para presidente em 2002. Nesse apoio, líderes de diversas denominações — desde tradicionais, até pentecostais e neopentecostais — entregaram suas almas no altar do PT.
Barro faz papel ridículo ao me acusar de “pregação satânica” usando como muleta um texto do site da Universidade Mackenzie escrito por um calvinista liberal! O Mackenzie, que removeu um manifesto anti-PLC 122 por pressão dos ativistas gays, bem que deveria tirar de seu site todos os textos escritos por calvinistas liberais.
Barro faz muitas outras acusações mentirosas, inclusive chamando Olavo de Carvalho de “filósofo” — entre aspas mesmo. Eu posso não considerar o Olavo um pastor ou teólogo, mas ele é sim o maior filósofo do Brasil. Ponto final. Posso discordar da teologia dele, mas a filosofia dele é imbatível e monumental.
Na sua orgia de calúnias, Barro tentou também insinuar que fui expulso do evento da VINACC. Contudo, conforme comunicação que acabei de receber da VINACC, a VINACC acionará seu departamento jurídico contra o senhor Barro se seu texto difamatório não for retirado da internet.
No fim, o autor me compara ao terrorista norueguês, acusação praxe da turma do tabloide sensacionalista Genizah. Não sei se, nessa altura, Thiago Lima Barros merece ganhar o Prêmio Nobel da Calúnia, mas é fato que ele está se esforçando muito para chegar lá e até já se tornou colunista do Genizah.
É sabido de todos que o Genizah não gosta de ser denunciado por seu esquerdismo. Mas meu blog não teme essa missão: denunciar o esquerdismo de quem quer que seja, inclusive de tabloides metidos a defensores da apologética cristã. Exclusivamente por esse motivo, o Genizah tem sido alvo de denúncias:
Entretanto, em vez de me atacar de frente e sem o uso de calúnias, o Genizah utiliza seu boneco de barro, postando o artigo de ataque num blog chamado “O Observador Cristão”, que pretende ser, na fachada, “O olhar de um cristão reformado conservador”. Mas nada mais é do que um dos braços do próprio Genizah.
O tal blog calvinista e reformado nada tem de conservador. Mas tem muito do Genizah e Caio Fábio.
Claro que nem esse blog nem o Genizah dão a mínima importância para verdades bíblicas ou pessoais. Afinal, o que importa para eles é dar umas boas gargalhadas com as confusões que criam.
Eu não dou gargalhadas com a confusão que já existe nas igrejas cristãs do Brasil. Aliás, entristece-me ver as igrejas tão mergulhadas em interesses políticos e seduções religiosas, inclusive de tabloides cuja única missão é criar e fortalecer joios no meio do trigo.

>Universidade Mackenzie deveria parar de distribuir Bíblias?

Publicado em Mackenzie, Universidade Mackenzie por juliosevero em 28 de fevereiro de 2011

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Universidade Mackenzie deveria parar de distribuir Bíblias?

Em vez de questionar distribuição de kits gays para crianças de escola, jornal Estadão questiona distribuição de Bíblias em universidade evangélica

Julio Severo
A Universidade Mackenzie deveria parar de distribuir Bíblias para seus próprios estudantes? No que depender dos sentimentos do jornal Estadão, a resposta parece ser sim, de acordo com uma matéria tendenciosa que diz:
Os calouros da Universidade Presbiteriana Mackenzie ganharam no segundo dia de aulas um kit contendo mochila e uma Bíblia com o logotipo da instituição. “É desejo do Mackenzie que você encontre aqui não só conhecimento humano, mas que você conheça a Deus, relacione-se com ele e encontre alegria nesse relacionamento”, diz a universidade no texto de apresentação.
Além do Antigo e do Novo Testamento, o livro, em formato de bolso, traz informações sobre a Igreja Presbiteriana do Brasil, que controla o instituto responsável pelo colégio e pela universidade — descrita como “cristã, fiel à cosmovisão reformada e, ao mesmo tempo, comprometida com um ensino de qualidade, em ambiente de liberdade acadêmica e ausência de discriminação”.
Os novos alunos também foram recebidos pela direção, coordenações de curso e professores. Um dos que deram as boas-vindas foi o reverendo Augustus Nicodemus Gomes Lopes, chanceler do Mackenzie. Em novembro, a universidade publicou em seu site um manifesto assinado pelo líder religioso em que ele se posiciona contra a aprovação do Projeto de Lei da Câmara (PLC) 122/2006, cujo objetivo é criminalizar a homofobia.
Após polêmica na internet e entre seus alunos, a universidade retirou do ar o texto do chanceler. Ele estava no site para “servir de orientação à comunidade acadêmica”. O manifesto desagradou ao Diretório Central dos Estudantes (DCE) do Mackenzie e motivou a realização de um protesto que reuniu cerca de 300 pessoas em frente ao câmpus da Rua Itambé, na região central de São Paulo.
O Estadão parece pensar que não faz sentido uma universidade evangélica distribuir Bíblias para seus estudantes. Nessa lógica, fará sentido uma laranjeira produzir laranjas? Fará sentido uma macieira produzir maçãs?
Mas o problema é mais profundo. O sentimento do Estadão é que já que o Mackenzie cedeu no manifesto anti-PLC 122, por que não também na distribuição de Bíblias? Aliás, o sentimento da mídia esquerdista em geral é que os cristãos têm a obrigação de ceder toda vez que algum grupo de gays, feministas, bruxos ou outros indivíduos politicamente corretos se sentir “ofendido”.
Quando nós nos sentimos ofendidos com as iniciativas agressivas deles para impor a agenda gay em nossos filhos, eles não cedem um centímetro. Mas quando eles se sentem ofendidos com nossas atitudes de proteger nossos filhos contra a agenda gay, eles ainda têm a cara de pau de exigir que cedamos quilômetros.
Ao contrário do Mackenzie, que retrocedeu em seu manifesto anti-PLC 122, provavelmente por causa das pressões e reclamações da forte ala esquerdista que há nessa instituição, os ativistas da agenda gay jamais recuam em suas posições imorais. Pena que entre eles não haja uma ala “conservadora” para fazer barulho e dizer: “Ei, vamos parar com isso! Retiremos tal projeto gay (ou manifesto gay). Estamos violentando a inocência das crianças!”
Kit gay

O famoso e infame kit gay, que o governo distribuirá nas escolas com o pretexto de combater o “preconceito” e a “homofobia”, ensinará as crianças a valorizar o sexo anal dos homossexuais. (Veja este vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=lCsBc0tm6lc) Crianças de todo o Brasil estão para sofrer um sistemático estupro psicológico com a distribuição dos imorais kits gays nas escolas, e o Estadão está incomodado com a distribuição de Bíblias numa universidade evangélica?

O PLC 122, que é o maior projeto de lei anti-“homofobia” do Brasil, provocará paranoias muito maiores, usando igualmente a desculpa do combate à “discriminação” para impor todos os tipos de doutrinação homossexual em todos os níveis da sociedade. E o alvo principal da obsessão anti-“homofobia” são os que Toni Reis tachou de “religiosos fundamentalistas”.
O que é necessário fazer para sofrer o rótulo de “religioso fundamentalista”? Apenas dizer que o sexo homossexual é pecado. Nada mais. Basta dizer isso, e você entra automaticamente para a categoria de “homofóbico”, “fanático”, “preconceituoso”, “incitador de ódio e violência”, “incitador de assassinatos de homossexuais” e mil e um títulos dignos de filmes de terror. Se ficarmos calados, talvez eles parem de nos fazer encolher de medo com rotulações e estereótipos.  
Entretanto, se cedermos sempre às birras deles, chegará o tempo em que precisaremos lhes perguntar: “Eu ainda tenho permissão de dizer que sou cristão?”
“Sim”, dirá o governo e a mídia, “desde que seja sozinho no seu quarto, longe de sua esposa e filhos. Nem seu cachorro deve escutar isso! Por enquanto, você tem plena liberdade de expressão e religião de dizer isso para si mesmo”.
Os ativistas da agenda gay querem distância da Bíblia, pois esse é o único livro que orienta de forma enérgica os leitores a evitar todos os pecados.
Os autores — o próprio governo federal! — do kit gay querem levar crianças diretamente para o buraco do estupro psicológico e físico. O Autor da Bíblia não quer ninguém no buraco.
Por isso, enquanto é tempo — e mesmo fora de tempo —, distribuamos Bíblias, como muito bem fez o Mackenzie. E, enquanto ainda nos resta alguma liberdade de expressão, façamos, sem ceder e sem esmorecer, todos os tipos de manifestos e manifestações contra toda lei que, com o pretexto de combater o “preconceito” e a “homofobia”, quer calar os que discordam da agenda gay e impor selvagemente sobre as crianças uma perversa doutrinação pró-homossexualidade.

>Palhaçada gay contra o Mackenzie

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Palhaçada gay contra o Mackenzie

Manifesto anti-PLC 122 atrai fúria homossexual

Julio Severo
Depois de três anos, a militância gay finalmente notou que há um manifesto anti-PLC 122 no site do Mackenzie, que é a Universidade Mackenzie, com sede em São Paulo e ligada à Igreja Presbiteriana do Brasil. O manifesto, postado originalmente em 2007, não contém nenhuma incitação à agressão ou assassinato de homossexuais. Mesmo assim, foi agora sentenciado como “homofóbico” — termo usado de modo abundante e puramente ideológico para rotular de assassino ou cúmplice qualquer pessoa que faça qualquer comentário contrário ao ato de um homem enfiar o sexo masculino no ânus de outro homem.
Os homofascistas sabem perfeitamente bem que o Mackenzie, como instituição evangélica, seria incapaz de matar homossexuais. É nessa confiança e segurança que eles estão determinados a realizar uma manifestação na frente do Mackenzie.
Na frente das câmaras das redes de televisão que os adulam, eles gritarão palavras de ordem contra o Mackenzie por seus valores cristãos. Por trás das câmaras, rirão à vontade do Mackenzie e dos evangélicos, por sempre caírem no truque da acusação de “homofobia”, que faz os cristãos reagirem com atitudes apavoradas e atrapalhadas de defenderem que não são agressores nem assassinos de homossexuais.
Por mais que os evangélicos defendam amor pelos homossexuais, os militantes gays persistem em acusá-los de “ódio”. É um círculo interminável e enfadonho, onde a Gaystapo lança acusações ridículas, e os cristãos ficam acuados em posições defensivas de dar dó.
Contudo, os homofascistas nunca trocariam o Mackenzie por uma mesquita como alvo de suas reais manifestações de ódio. Eles tremeriam de medo só de pensar em fazer um protesto na frente da Embaixada do Irã, país que tradicionalmente mata homossexuais!
Os ativistas gays têm direito de acusar os islâmicos de assassinos de homossexuais? Claro que sim, mas por razões óbvias eles preferem não fazer uso desse direito. Com homofóbicos de verdade não se brinca! Dá para acusar facilmente os cristãos de qualquer mentira e escapar ileso, mas não dá para aplicar semelhante golpe em muçulmanos.
Na Arábia Saudita e em TODOS os países islâmicos não há paradas do orgulho gay e não há projetos de lei anti-“homofobia”. Mas há muitas leis contra práticas homossexuais.
No fundo, os militantes gays dizem: “Que alegria o Brasil ser majoritariamente cristão, não muçulmano! Só cristãos trouxas para tolerarem nossas reivindicações birrentas, tirânicas e mentirosas. Só cristãos para abaixarem as orelhas e virarem a outra face enquanto lhes esbofeteamos quantas vezes quisermos”. Os malandros acham tão legal a liberdade de acusar, com apoio da mídia esquerdista e oportunista, os inocentes de crimes que nunca cometeram!
Mesmo que a Bíblia e a ciência médica não condenassem a relação sexual anal de homem com homem, ainda assim saberíamos que o estilo de vida homossexual é danoso, anormal e perigoso, pois com suas próprias atitudes sustentadas na base da agressão, mentira, manipulação, ódio, difamação e tirania, os próprios ativistas gays provam o que é a natureza de sua agenda e comportamento. Não existe hoje comportamento social mais fascista do que a imposição da agenda gay sobre toda a sociedade: sobre as inocentes crianças das escolas e agora até sobre uma instituição evangélica de educação.
Eu, como evangélico, digo: “Graças a Deus, o Mackenzie é cristão. Se fosse muçulmano, a manifestação homossexual iria ser tratada a bala e explosivos”.
Nesse caso, um Mackenzie islâmico jamais sofreria nenhum incômodo, pois a última coisa que um homofascista quer é insinuar que um muçulmano é “homofóbico”.
Entretanto, fazer palhaçada gay contra o Mackenzie cristão é motivo de gargalhada para os homofascistas, por causa da real tolerância dos evangélicos. Mas os adoradores do ânus nunca testariam a paciência e tolerância islâmica fazendo palhaçadas contra as mesquitas.
Os muçulmanos do Irã e da Arábia Saudita matam homossexuais porque têm nojo da idolatria pelo ânus. Os cristãos também têm nojo desse ato patentemente repulsivo, mas não matam homossexuais. Os cristãos preferem ajudar os adoradores do ânus a conhecerem o Evangelho, onde Jesus oferece libertação de todos os pecados, inclusive a homossexualidade.
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