Julio Severo

Assembleias de Deus se opõem à postura pró-“casamento” gay de Obama

Publicado em Assembleia de Deus, Christian Post, George O. Wood, Joe Biden, Joel Hunter por juliosevero em 12 de maio de 2012

Assembleias de Deus se opõem à postura pró-“casamento” gay de Obama

Michael Gryboski
Uma das maiores denominações pentecostais dos Estados Unidos anunciou oficialmente sua oposição à postura pró-“casamento” gay do presidente Barack Obama.
As Assembleias de Deus dos EUA, uma denominação com mais de 3 milhões de membros, divulgaram um comunicado na quinta-feira tratando dos recentes comentários do presidente apoiando o “casamento” gay. “A Bíblia ensina claramente que o casamento deve ser um compromisso de vida inteira entre um homem e uma mulher”, disse o George O. Wood, superintendente geral das Assembleias de Deus.
George O. Wood

“Embora tenha se tornado muito comum citar a Bíblia grosseiramente fora de contexto para atender a uma agenda pessoal ou política, isso porém não muda o que a Palavra de Deus declara claramente”.

Durante a eleição presidencial de 2008, o senador Barack Obama, que era então candidato, não apoiava o “casamento” gay. Em toda a sua presidência, à medida que grupos gays prosseguiam pressionando, Obama falava de sua posição sobre a questão como “evoluindo”, o que trouxe, como resultado, críticas tanto da direita quanto da esquerda por sua ambivalência.
No domingo, o vice-presidente dos EUA, Joe Biden, disse no programa de TV “Meet The Press” (Um Encontro com a Imprensa) da NBC que ele estava totalmente à vontade com o “casamento” gay sendo legalizado, o que aumentou a pressão no presidente para anunciar apoio também. A declaração de apoio de Obama ocorreu na quarta-feira.
“[Michelle e eu somos] cristãos praticantes… quando pensamos acerca da nossa fé, que está na raiz de nossas convicções, não só Cristo se sacrificando em nosso favor, mas também a Lei de Ouro — tratar os outros do jeito que gostaríamos que nos tratassem”, disse Obama depois de afirmar para a ABC News que “as duplas de mesmo sexo têm o direito de se casar”.
De acordo com a posição oficial das Assembleias de Deus, “a crescente aceitação cultural da identidade e conduta homossexual, masculina e feminina, é sintoma de uma desordem espiritual mais ampla que ameaça a família, o governo e a igreja”.
“Atividades homossexuais de todos os tipos são contrárias aos mandamentos morais que Deus nos deu”.
Outros líderes e denominações cristãs fizeram declarações tanto em apoio quanto em oposição aos comentários de Obama sobre essa questão social que provoca tantas divisões.
Joel Hunter, muitas vezes considerado conselheiro espiritual de Obama, disse ao Christian Post numa entrevista passada que ele estava desapontado com o modo de pensar do presidente.
“A Lei de Ouro está na Bíblia, mas não dá para usá-la para contradizer o modelo de casamento de Deus defendido e confirmado por Jesus em Mateus 19:4-5”, disse Hunter.
“Embora discorde do modo como o presidente interpreta a Bíblia, não abandonarei nossa amizade… Apenas continuarei dizendo a ele o que creio que a Bíblia diz e deixar o resto com Deus”.
O reverendíssimo Larry R. Benfield, bispo da diocese episcopal de Arkansas, divulgou um comunicado apoiando os comentários de Obama.
“Concordo com a posição do presidente. Muito diferente da decisão da Carolina do Norte, o casamento civil de duplas gays um dia será visto como bom para a sociedade”, disse Benfield. “Aguardo o dia em que tais casamentos ocorrerão neste estado de modo que possamos viver uns com os outros num espírito de igualdade e justiça”.
Traduzido por Julio Severo do artigo do Christian Post: Assemblies of God Opposes Obama’s Same-Sex Marriage Stance

>Esquerdistas fazem doações que custam caro — para você, não para eles

Publicado em Al Gore, Ann Coulter, caridade, Cheney, doações, George Bush, Joe Biden, Ted Kennedy por juliosevero em 13 de janeiro de 2011

>

Esquerdistas fazem doações que custam caro — para você, não para eles

Ann Coulter
Os esquerdistas nunca se cansam de discutir sua própria generosidade, particularmente quando exigem que o governo tome à força o dinheiro que você ganha com tanto suor para financiar preguiçosos funcionários governamentais supervisionando contraprodutivos programas governamentais.
Eles parecem ter substituído “Deus” por “governo” em frases bíblicas como “Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu pensamento.” (Mateus 22:37 ACF)
Ann Coulter

Nesta semana, vamos dar uma olhada nas doações de caridade feitas pelos que se julgam campeões dos pobres.

Em 2009, Obama e sua esposa deram 5,9 por cento de sua renda para instituições de caridade, praticamente a mesma quantia que eles deram em 2006 e 2007. Nos oito anos antes de se tornar presidente, Obama deu uma média de 3,5 por cento de sua renda para instituições de caridade, elevando para 6,5 por cento em 2008.
As doações de caridade de Obama e sua esposa são igualmente divididas entre “esperança” e “mudança”.
George W. Bush dava, em contribuições de caridade, mais de 10 por cento de sua renda anualmente quando era presidente, e mesmo antes de se tornar presidente.
Portanto, em 2005, Obama deu a mesma quantia de dólares para instituições de caridade quanto o presidente George Bush deu. A diferença é que Obama ganhava um salário anual de 1 milhão e 700 mil dólares, muito mais que o dobro do salário anual de $735.180 do presidente Bush. De novo em 2006, Bush doou mais para instituições de caridade do que Obama com uma renda um terço menor do que a de Obama.
Na década antes de Joe Biden se tornar vice-presidente, Biden e sua esposa doaram um total — durante 10 anos inteiros combinados — de 3.690 dólares para instituições de caridade, ou 0,2 por cento de sua renda. Eles deram numa década o que a maioria dos americanos em sua faixa de imposto de renda dá em média durante um ano, ou cerca de uma fileira de cabelos transplantados.
É claro que até mesmo nos anos mais mesquinhos de Biden ele deu mais para instituições de caridade do que o senador [esquerdista] John Kerry deu em 1995, o que foi absolutamente nada. Contudo, nesse ano Kerry gastou meio milhão de dólares numa pintura holandesa do século XVII, conforme informa Peter Schweizer em seu livro de 2008 “Makers and Takers” (tradução livre: Os que produzem e os que tomam).
Para ser justa, 1995 foi um ano em que as doações de caridade de Kerry estavam baixas. No ano anterior, ele havia dado $2.039 para instituições de caridade, e no ano antes ele deu uma quantia inacreditavelmente baixa de $175.
Ele também jogou uma nota de 5 dólares no balde do Exército de Salvação e quase que não pediu o troco.
Em 1998, Al Gore deu $353 para instituições de caridade — o lucro aproximado do trabalho de um dia numa barraca de venda de limonada em sua vizinhança. Essa quantia foi 10 por cento da média nacional para doações caritativas feitas por pessoas que ganham na faixa de $100.000 a $200.000 por ano. Gore estava no topo desse nível econômico, com uma renda anual de $197.729.
Quando o senador [esquerdista] Ted Kennedy anunciou sua declaração de renda a fim de concorrer para presidente na década de 1970, os registros mostraram que Kennedy mal deu 1 por cento de sua renda para instituições de caridade — ou, como diz Schweizer, “cerca da mesma quantia que ele afirmou que gastou no seu iate de 15m”. ([Apesar do fato de que Kennedy vivia se embriagando em bares], gorjetas para garçons e garçonetes não são consideradas doações de caridade.)
Os membros comuns do [esquerdista] Partido Democrático doam para instituições de caridade tanto quanto seus líderes de partido. Com a mesma renda, uma mãe solteira que recebe assistência social do governo tem uma probabilidade sete vezes menor de fazer doações para instituições de caridade do que uma família pobre que trabalha e frequenta cultos cristãos.
Em 2006 e 2007, John McCain, que faz sua declaração de renda separadamente de sua esposa rica, deu 27,3 por cento e 28,6 por cento de sua renda para instituições de caridade.
Em 2005, o vice-presidente [conservador] Cheney deu 77 por cento de sua renda para instituições de caridade. Ele também deu um tiro na cara de um advogado, o que considero que deveria valer como algo positivo.
Num só ano, informa Schweizer, Rush Limbaugh “deu 109.716 dólares para ‘vários indivíduos em necessidade de assistência, principalmente devido a enfermidades na família’, 52.898 dólares para organizações que prestam assistência médica para crianças, inclusive ‘vários programas para beneficiar famílias em necessidade’, 35.100 dólares para uma ‘instituição para pacientes de Alzheimer de famílias necessitadas’ e 40.951 para unidades de ar condicionado e aquecedores entregues para tropas americanas no Iraque”.
(Rush também certa vez deu 50 dólares para Maxine Waters depois de achar, por engano, que ela era uma sem-teto.)
O único jeito de conseguir fazer com que um esquerdista abra o próprio bolso é realizar para ele paradas, permitindo que ele se gabe de seus próprios atos de caridade em revistas e na TV.
Não é sobre isso que Jesus instruiu no Sermão do Monte?
“Quando, pois, deres esmola, não faças tocar trombeta diante de ti, como fazem os hipócritas… Mas, quando tu deres esmola, não saiba a tua mão esquerda o que faz a tua direita; Para que a tua esmola seja dada em secreto; e teu Pai, que vê em secreto, ele mesmo te recompensará publicamente.” (Mateus 6:2-4 ACF)
Em minha Bíblia, essa passagem vem com uma ilustração de Bill Gates e Warren Buffett.
Pelo menos os hipócritas na Bíblia e também Bill Gates e Warren Buffett, que incessantemente se gabam de seus atos de caridade, realmente soltam sua grana.
Os políticos esquerdistas cacarejam quanto amor eles têm pelos pobres exigindo que cidadãos excessivamente sobrecarregados de impostos financiem esquemas governamentais de redistribuição de renda, mas eles mesmos nunca abrem os próprios bolsos.
A única evidência que temos de que os políticos esquerdistas amam os pobres é que eles sistematicamente apoiam políticas que criarão mais pobres.
Traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com
Fonte: WND
Outros artigos de Ann Coulter:
Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.