Julio Severo

Famoso rabino suplica para que líderes cristãos lutem contra agenda de aborto e homossexualismo na Terra Santa

Publicado em Binyamin Netanyahu, Israel, judeus ortodoxos, Terra Santa, Yehuda Levin por juliosevero em 25 de março de 2012

Famoso rabino suplica para que líderes cristãos lutem contra agenda de aborto e homossexualismo na Terra Santa

23 de março de 2012 (LifeSiteNews.com) — O rabino Yehuda Levin, líder judeu ortodoxo que muitas vezes atua como porta-voz da Aliança Rabínica dos EUA e da União de Rabinos dos EUA e Canadá, está chamando os líderes cristãos para assumirem um papel mais ativo na responsabilidade de defender Israel contra a ideologia do ativismo pró-aborto e pró-homossexualismo.
Rabino Yehuda Levin: Os cristãos precisam abrir a boca contra o aborto e o homossexualismo em Israel

Numa recente entrevista para LifeSiteNews.com ele falou dos “cristãos sionistas” que apoiam o estado de Israel politicamente e até economicamente. Levin disse que eles estão ignorando questões espirituais de grande importância no que tanto judeus quanto cristãos se referem como Terra Santa, inclusive o assassinato em massa de bebês em gestação, bem como a homossexualização da cultura israelense.

“Os cristãos não compreendem. As dezenas de milhões de cristãos americanos não entendem o poder que têm”, Levin disse para LSN. “Quando eles fazem turismo em Israel e se encontram com autoridades governamentais, quando são levados para lugares santos, eles deveriam estar clamando e se expressando. Os líderes dos cristãos aqui nos Estados Unidos deveriam estar clamando e falando claramente contra o aborto, contra as dezenas de milhares de abortos, contra a homossexualização da Terra Santa, contra toda essa insanidade imoral. As atitudes deles poderiam com certeza provocar um efeito”.
Embora uma minoria de judeus mais tradicionais se oponha a essas tendências, disse Levin, eles são geralmente maltratados por uma maioria secularizada, e estão recebendo pouco apoio de outros grupos religiosos que compartilham seus valores.
“Embora haja em Israel pessoas tremendamente devotas, o povo hassídico, considerados como ultra-ortodoxos, no outro lado do espectro, entre os israelenses irreligiosos, vemos uma avidez de seguir Madonna, de seguir Michael Jackson, de seguir todos os tipos de insanidade, e me entristece que os cristãos, os chamados cristãos sionistas, quer católicos ou evangélicos, aqueles que apoiam Israel, não compreendam que eles têm força” enquanto “nós ortodoxos que somos tratados como literalmente cidadãos de segunda categoria em muitas áreas de Israel, muitas áreas da vida social, somos vistos com desprezo”, disse ele.
“Se na próxima vez em que um Netanyahu chegar e se dirigir a uma audiência cristã, e Pat Robertson e outros e o povo, a maioria do povo, dissessem: ‘Como é que vocês fazem isso? Como é que vocês permitem esses abortos, paradas homossexuais e currículos homossexuais para crianças nas escolas? Será que hoje esta é a Terra Santa? Estamos chocados, estamos envergonhados!’ Sabe, penso que tal cobrança teria um efeito. Penso que se líderes religiosos, políticos e turistas cristãos suficientes abrissem a boca veríamos mudanças positivas em Israel”.
Para ler o restante do artigo em inglês, clique aqui.

Governo de Israel elogia organização evangélica por apoio

Publicado em Binyamin Netanyahu, Israel, John Hagee por juliosevero em 18 de março de 2012

Governo de Israel elogia organização evangélica por apoio

Jeremy Sharon

“Obrigado por defenderem Israel”, Netanyahu diz sob fortes aplausos ao falar para grupo evangélico em hotel de Jerusalém.

O primeiro-ministro Binyamin Netanyahu louvou o movimento evangélico como um todo, e em particular uma missão de aproximadamente 800 membros da organização Cristãos Unidos por Israel do Pr. John Hagee, em Jerusalém domingo a noite.

“Obrigado por defenderem Israel”, Netanyahu diz sob fortes aplausos. “Estamos testemunhando uma transformação dramática no relacionamento entre cristãos e judeus, que estão focando agora nos valores e futuro em comum que temos”.

O primeiro-ministro também atraiu a atenção para o que ele descreveu como ameaças à comunidade cristã no Oriente Médio, dizendo que ele “tem orgulho de que Israel é o único lugar no Oriente Médio onde os cristãos são livres para praticar sua fé em completa liberdade”.
A missão de Cristãos Unidos por Israel (CUI), em sua terceira visita a Israel, deu a Netanyahu boas vindas eufóricas, acompanhadas pelos sons suaves de um quarteto gospel e um tributo resplandecente do próprio Pr. John Hagee.
Hagee também anunciou que a organização alcançou agora um milhão de membros, tornando-a a maior organização pró-Israel dos EUA.
Os participantes da atual missão pagaram quase 4.400 dólares cada um para ir na excursão.
Fundada em 2006, CUI é uma entidade evangélica pró-Israel que, de acordo com a organização, tem como objetivo fornecer uma associação nacional nos EUA para igrejas pró-Israel em apoio a Israel.
A organização usa seus membros para mobilizar apoio e fazer pressão em autoridades públicas e parlamentares para avançarem políticas públicas e sentimentos públicos favoráveis a Israel.
Referindo-se ao programa nuclear iraniano, David Brog, diretor-executivo de CUI, disse que apoiar Israel é de importância particular para os cristãos neste momento.
“Em tal momento crítico para Israel e para o Ocidente, estamos orgulhosos de que agora temos um milhão de membros trabalhando diligentemente em prol de um forte relacionamento EUA-Israel, e somos gratos de poder demonstrar nosso apoio sólido ao primeiro-ministro Netanyahu nesta noite”.
Brog também procurou dissipar preocupações sobre as motivações teológicas negativas atribuídas a alguns evangélicos.
Ele classificou a afirmação de que os evangélicos apoiam Israel a fim de anunciar a volta de Jesus e a conversão dos judeus como “completo e total absurdo”, e disse que tais afirmações são baseadas em “ignorância”.
Os cristãos, disse ele, não creem que tudo na terra pode influenciar a vinda do Messias e que a chegada dele será num tempo pré-ordenado.
Em vez disso, os evangélicos, disse ele, apoiam Israel por causa de uma interpretação literal da Bíblia que vê as promessas feitas ao povo de Israel como ainda intactas, em oposição à teologia amplamente aceita entre muitas outras denominações evangélicas da “Teologia da Substituição”, que defende que a Igreja Cristã herdou as promessas bíblicas ao povo judeu.
Brog acrescentou que esse sentimento é combinado com uma crença de que a causa de Israel é justa, e um sentimento de dívida pelo histórico antissemitismo e perseguição cristã.
Traduzido por Julio Severo do artigo do Jerusalem Post: Netanyahu lauds Evangelical group for support

Israel moderno: o maior milagre da história humana?

Publicado em Israel, Joseph Farah por juliosevero em 22 de fevereiro de 2012

Israel moderno: o maior milagre da história humana?

Exclusivo: Joseph Farah repreende os cristãos que não são gratos pelo fato de que o Salvador é judeu

Se você acredita na Bíblia, como eu acredito, o retorno de Israel como nação depois de 2.000 anos é um milagre maior do que o milagre que ocorreu com a saída do povo de Israel do Egito.
É isso o que Deus diz em Jeremias 16:14-15:
“Portanto, eis que dias vêm, diz o SENHOR, em que nunca mais se dirá: Vive o SENHOR, que fez subir os filhos de Israel da terra do Egito”.
“Mas: Vive o SENHOR, que fez subir os filhos de Israel da terra do norte, e de todas as terras para onde os tinha lançado; porque eu os farei voltar à sua terra, a qual dei a seus pais.”
Pense nisso.
A restauração da nação de Israel em 1948 e o ajuntamento dos judeus dispersos de todas as partes do mundo é um milagre maior do que todos os seguintes milagres:
* a divisão do mar Vermelho;
* o maná do céu;
* a água das rochas;
* a entrega da lei no monte Sinai.
Penso que a maioria dos cristãos e judeus do século 21 não aprecia de modo pleno o que significa serem testemunhas de tal milagre estupendo.
Às vezes quando lemos a Bíblia zombamos da cegueira que o povo do passado demonstrava para o que estava ocorrendo na época. Mas acho que somos tão culpados quanto eles — talvez até mais.
O milagre do ajuntamento é maior do que os milagres da saída do povo de Israel do Egito. Quem diz isso não sou eu. É o Senhor quem diz isso. E é um milagre que tivemos o privilégio de experimentar de primeira mão. Mas esse privilégio vem com uma responsabilidade — a responsabilidade de reconhecer o que Deus está fazendo e reconhecer sem demora que foi uma obra poderosa.
Os Estados Unidos têm hoje muitos cristãos que não entendem isso. Eles não estão ficando do lado dos filhos de Israel, nossos irmãos cuja aliança experimentamos e vivemos pela virtude de sermos enxertados, como Paulo explica no livro de Romanos.
Os cristãos que não mostram gratidão por estarem conectados a esse milagre são cristãos que em última análise não são gratos pelo presente da salvação e redenção oferecido ao mundo inteiro. Eles não são completamente gratos por quem é seu Senhor e Salvador — por que Ele veio e que Ele está voltando!

Eles não são gratos pelo lugar que Ele escolheu para voltar.

Ele não estará indo para Washington, D.C., para governar o mundo. Ele estará indo para Jerusalém.
Quando e por que Ele estará vindo? Ele estará vindo num tempo em que Israel estará enfrentando desastre, e Ele estará vindo para salvar Israel.
A teologia da substituição não é apenas uma teologia perigosa. É uma teologia rasa — é uma teologia que tentou interpretar a maior parte da Bíblia como irrelevante e retratar Deus como um quebrador de alianças que muda de ideia e até Sua personalidade.
Mas hoje boa parte das igrejas está confusa sobre quem somos como crentes e a rica herança bíblica que serve como o alicerce da nossa fé e nossa esperança.
Alguns cristãos não têm certeza se nosso Salvador estará mesmo voltando — sem mencionar que duvidam que Ele estará voltando para salvar e preservar Israel.
Alguns cristãos estão confusos sobre se o moderno milagre de Israel é verdadeiramente uma manifestação profética.
Alguns cristãos até veem mais conexão entre sua fé e o islamismo do que veem entre sua fé e o judaísmo, muito embora o Cristianismo não faça sentido fora do contexto da promessa messiânica do Deus de Abraão, Isaque e Jacó.
Cabe a todos nós como crentes ler e estudar as ricas e abundantes passagens das Escrituras que lidam com a Segunda Vinda, pois suspeito que haverá crentes despreparados e pegos de surpresa.
Muitas pessoas não compreenderam nem enxergaram a primeira vinda dEle porque estavam antecipando um rei conquistador. Suspeito que muitos cristãos não reconhecerão o rei conquistador quando Ele voltar porque estarão antecipando, em vez disso, um servo sofredor.
O que Yeshua vai fazer quando voltar?
A Bíblia nos diz que Ele estará voltando para fazer justiça. Suas vestes estarão com manchas de sangue. Ele vai destruir nações. Ele vai impor Sua vontade com vara de ferro.
Estamos preparados para esse Yeshua?
Ele vai julgar indivíduos e nações, conforme lemos em Mateus 25. As nações serão divididas em nações de ovelhas e nações de bodes em grande parte com base no modo como trataram Seu precioso Israel.
Ele abençoará aqueles que abençoam Israel e amaldiçoará aqueles que o amaldiçoam.
Nossa fé cristã — e nossa própria redenção — foi construída num alicerce de promessa feita pelo Deus de Abraão, Isaque e Jacó. Sem uma compreensão e apreciação dessa conexão, nossa fé nem faz sentido. Nosso Salvador não apareceu de repente certo dia em Belém 2.000 anos atrás sem nenhuma expectativa. Ele veio como o messias judeu há muito tempo esperado, o Rei dos Judeus, da linhagem de Davi, e Ele no final reinará no trono de Davi por 1.000 anos no futuro.
A propósito, Ele não veio para começar uma nova religião chamada Cristianismo. Ele veio para cumprir a lei e os profetas e oferecer salvação aos judeus e aos não judeus igualmente.

Se você crê que a Bíblia é a infalível Palavra de Deus, você também reconhecerá que quando Ele voltar você, eu e outros crentes vamos guardar o Sábado e observar a Festa dos Tabernáculos. Estaremos visitando Jerusalém regularmente — e se não visitarmos, não haverá chuva alguma. Acho que alguns cristãos vão ficar chocados com o fato de que, no reino de mil anos, o centro de nossa vida será Israel.

Quantos cristãos nos Estados Unidos hoje realmente compreendem a realidade de que nosso Deus e Salvador é judeu? Ele não estará comendo sanduíches de presunto nas lanchonetes das igrejas.
Quantos de nós O reconheceremos quando Ele voltar?
Traduzido por Julio Severo do artigo de WND: Modern Israel: Greatest miracle ever?
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