Julio Severo

Irã pode executar pastor a qualquer momento

Publicado em Irã, Jordan Sekulow, Youcef Nadarkhani por juliosevero em 26 de fevereiro de 2012

Irã pode executar pastor a qualquer momento

Comentário de Julio Severo: Ao contrário dos EUA, o Brasil tem relações boas com o Irã. Lula, o encapetado, tinha excelentes relações com o Irã, apesar do histórico do governo iraniano de perseguição aos cristãos e ameaça a Israel.
Incentivo todos os leitores deste blog a se comunicarem com o deputado federal e senador em quem votaram e insistir com eles para que intervenham no caso do pastor iraniano que foi condenado à morte exclusivamente por ser cristão.
Peço também que todos orem para que a Frente Parlamentar Evangélica se comova com esse caso e possa tomar a atitude correta de agendar ainda nesta semana uma viagem ao Irã para ajudar o pastor. Milagres ocorrem quando oramos.
Falando em milagres, até a Globo já noticiou o caso do pastor iraniano. Assista ao vídeo: http://youtu.be/0F9HQibTVTg
O que a bancada evangélica está esperando? Deus descer do céu para ajudar o pastor e fazer o que eles mesmos podem fazer?
Eis o artigo que saiu na revista Charisma:

Youcef Nadarkhani Pode Estar Próximo da Pena de Morte

Jennifer LeClaire
Uma ordem de execução do pastor cristão Youcef Nadarkhani pode ter sido emitida no Irã, de acordo com o Centro Americano para Lei e Justiça.
As autoridades prenderam Nadarkhani na cidade de Rasht, onde residia, em outubro de 2009 sob a acusação de ter questionado as aulas obrigatórias de religião nas escolas iranianas. Após ter sido condenado por apostasia, o tribunal de segunda instância de Rasht emitiu em novembro de 2010 uma confirmação por escrito das acusações, além da sentença de morte.
Em uma audiência para julgar um recurso, a Suprema Corte do Irã manteve a sentença de Nadarkhani, mas pediu para o tribunal de Rasht que determinasse se ele era um muçulmano praticante antes da sua conversão. O tribunal declarou que Nadarkhani não praticava o islã, mas que era culpado por apostasia por ter ancestrais muçulmanos.
A Suprema Corte também havia determinado que sua sentença de morte poderia ser anulada se ele renunciasse à sua fé. De acordo com a organização Christian Solidarity Worldwide, há poucas semanas foi oferecido a Nadarkhani a opção de sair livre caso aceitasse Maomé como “um mensageiro enviado por Deus”. Ele recusou.
“É fundamental que façamos algo agora para proteger essa vida inocente”, disse o diretor executivo do Centro Americano para Lei e Justiça, Jordan Sekulow, em uma mensagem de alerta. “O pastor Youcef foi preso ilegalmente e separado de sua esposa e de seus dois filhos desde 2009; todas as vezes em que o regime iraniano exigiu que ele renunciasse à sua fé cristã, ele respondeu: ‘Não posso’. Agora, a vida desse pastor cristão tem um futuro incerto”.
Sekulow menciona que o Congresso americano considera uma resolução condenando as violações de direitos humanos do Irã e requerendo a soltura de Youcef. O Centro Americano para Lei e Justiça encoraja todos os membros do Congresso a apoiar essa resolução. Também estaremos levando o caso de Yousef às Nações Unidas.
“Não temos certeza se o pastor Youcef tem direito de recorrer da ordem de execução, mas o que sabemos é que o regime iraniano adiou a execução até o momento devido à pressão internacional”, afirma Sekulow. “Devemos manter a pressão sobre o Irã. Da mesma forma que o pastor Youcef defende a sua fé diante da morte iminente, defenda-o também hoje”.
Clique aqui e assine a petição para libertar Nadarkhani.
Traduzido por Luis Gustavo Gentil do artigo do Charisma News: “Youcef Nadarkhani May Be Facing Execution Order

Aiatolá: Matem todos os judeus, aniquilem Israel

Publicado em aiatolá Ali Khamenei, Irã por juliosevero em 10 de fevereiro de 2012

Aiatolá: Matem todos os judeus, aniquilem Israel

Irã expõe argumento legal para desferir ataque genocida contra “tumor cancerígeno”

O governo iraniano, por meio de um site autorizado, expôs a justificativa legal e religiosa para destruir Israel e matar seu povo.
A doutrina inclui a eliminação de assentamentos israelenses e dos judeus ao redor do mundo.
Chamando Israel de um perigo para o islamismo, o site conservador Alef, que tem ligações com o líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei, afirmou que a oportunidade não deve ser perdida para remover “essa substância que estraga tudo”. É uma “justificativa jurisprudencial” matar todos os judeus e aniquilar Israel, e nesse ponto, o governo islâmico do Irã deve assumir a liderança.
aiatolá Ali Khamenei

O artigo, escrito por Alireza Forghani, um analista e especialista em estratégia no campo do aiatolá Khamenei, já foi divulgado na maioria dos sites estatais iranianos, incluindo a agência Fars News, da Guarda Revolucionária, mostrando que o regime endossa a doutrina.

Como Israel irá atacar as instalações nucleares do Irã, há uma justificativa para lançar um ataque cataclísmico preventivo contra o Estado de Israel, argumenta a doutrina.
Na sexta-feira, em um importante discurso durante as orações, Khamenei anunciou que o Irã irá apoiar qualquer nação ou grupo que atacar Israel, o “tumor cancerígeno”. Embora essa afirmação pareça um equívoco para alguns no ocidente, há fundamento por trás dela.
O Ministério da Defesa do Irã anunciou neste fim de semana que realizou o teste de fogo de um míssil de dois estágios e combustível sólido, e se vangloriou de ter lançado com sucesso um novo satélite em órbita, lembrando o Ocidente que seus engenheiros dominaram a tecnologia de mísseis balísticos intercontinentais, ao mesmo tempo em que o Estado Islâmico avança o seu programa de armas nucleares.
O comandante da Guarda Revolucionária, o general de brigada Seyyed Mehdi Farahi, afirmou em agosto que o míssil Safir, capaz de transportar um satélite ao espaço, pode facilmente ser lançado paralelamente à órbita da Terra, o que o transformaria em um míssil balístico intercontinental. Os analistas ocidentais não acreditavam que isso iria acontecer até 2015. Historicamente, orbitar um satélite é critério para atribuir a uma nação a capacidade de lançar esse tipo de míssil.
Forghani detalha o dever islâmico da jihad conforme está exposto no Alcorão em nome de Alá e afirma que a “jihad principal”, de acordo com alguns juristas xiitas, só pode acontecer quando o “messias” Mahdi, o imame secreto, 12º imame de acordo com os xiitas, retornar. Os xiitas acreditam que o retorno do Mahdi irá preceder o Armagedom.
Na falta do imame secreto, afirma Forghani, a “jihad defensiva” poderia acontecer quando o islã for ameaçado, e os muçulmanos devem defender o islã e matar seus inimigos. Para justificar tal ação, Alef cita o primeiro imame xiita, Ali, que afirmava que “Iniciar uma guerra contra inimigos com quem a guerra é inevitável e que tenham grande probabilidade de atacar muçulmanos no futuro próximo é uma necessidade e um dever dos muçulmanos”.  Nesse aspecto, o aiatolá Khamenei emitiu uma fatwa em que autorizou o cumprimento da jihad principal em uma era de ausência do imame secreto sob a autorização de Vali Faghih.
O artigo então cita o Alcorão (Al Bácara 2:191-193): “Matai-os onde quer se os encontreis e expulsai-os de onde vos expulsaram, porque a perseguição [de muçulmanos] é mais grave do que o homicídio [de infiéis]… E combatei-os até terminar a perseguição e prevalecer a religião de Alá”.
É dever de todos os muçulmanos participar dessa jihad defensiva, afirma Forghani. A fatwa emitida pelo último Aiatolá Ruhollah Khomeini deixou claro que qualquer dominação política por infiéis sobre muçulmanos autoriza estes a defender o islamismo por todos os meios. O Irã agora possui os meios para lançar destruição contra Israel, e em breve terá ogivas nucleares para seus mísseis balísticos intercontinentais.
Para atacar o Irã, conforme o artigo, Israel precisa da aprovação e do apoio dos EUA, e sob o atual clima passivo dos EUA, a oportunidade não deve ser perdida para varrer Israel antes que Israel ataque o Irã.
Sob essa doutrina preventiva, vários pontos zero de Israel devem ser destruídos e o seu povo aniquilado. Forghani cita o último censo da Agência Central de Estatísticas de Israel, que mostra que o país possui uma população de 7,5 milhões de cidadãos, dos quais a maioria de 5,7 milhões é de judeus. Ao se detalhar os distritos com a maior concentração de judeus, o censo indica que três cidades: Telavive, Jerusalém e Haifa possuem mais de 60% de população judaica, que o Irã poderia definir como alvo dos seus mísseis Shahab 3, matando todos os seus habitantes.
Forghani sugere que o míssil iraniano Sejil, que é de dois estágios com uma trajetória e velocidade que são impossíveis de interceptar, devem mirar instalações israelenses, tais como: a usina nuclear Rafael, que é o principal centro de engenharia nuclear de Israel; a usina nuclear Eilun; outro reator israelense em Nebrin; e o reator Dimona no centro de pesquisa nuclear em Neqeb, o mais importante reator nuclear do país por produzir 90% do urânio enriquecido das suas armas nucleares.
Outros alvos, de acordo com o artigo, incluem aeroportos e bases da força aérea como a de Sedot Mikha, que contêm os mísseis balísticos Jericho, localizada no sudoeste da base aérea de Tel Nof, onde se encontram os aviões equipados com armas nucleares. Alvos secundários incluem usinas nucleares, estações de tratamento de água e esgoto, recursos energéticos e infraestruturas de transporte e comunicação.
Finalmente, afirma Forghani, os mísseis Shahab 3 e Ghadr podem mirar assentamentos urbanos até que os israelenses sejam exterminados.
Forghani afirma que Israel poderia ser destruído em menos de nove minutos e que o Khamenei, como autoridade máxima, o Velayete Faghih (jurista islâmico), também acredita que Israel e os EUA não apenas devem ser derrotados como exterminados.
Os radicais no poder do Irã hoje não apenas possuem mais de 1000 mísseis balísticos, mas estão a ponto de poder lançar um míssil intercontinental, além de possuírem urânio enriquecido suficiente para seis bombas nucleares, pois eles continuam com alta produção de urânio enriquecido, apesar das quatro rodadas de sanções da ONU ao país.
O documentário secreto produzido pelo Irã “A Vinda Está Próxima” indica claramente que esses radicais acreditam que a destruição de Israel irá desencadear a chegada do último messias islâmico, e que até Jesus Cristo (que irá se converter ao islamismo) irá atuar como seu representante, rezando a Alá e posto atrás do 12º imame.
Reza Kahlili é um pseudônimo de um ex-agente da CIA que atuou na Guarda Revolucionária do Irã e é autor do premiado livro “A Time to Betray”. Reza Kahlili também é veterano da organização EMPact America e ensina no Academia Conjunta de Treinamento de Contra-inteligência do Departamento de Defesa dos EUA.
Traduzido por Luis Gustavo Gentil do artigo original de WND: “Ayatollah: Kill all Jews, annihilate Israel
Fonte em português: www.juliosevero.com
Quem precisa de Israel?, artigo de Pat Boone

Justiça iraniana teria levantado falsas acusações contra pastor condenado

Publicado em Irã, Youcef Nadarkhani por juliosevero em 12 de outubro de 2011

Justiça iraniana teria levantado falsas acusações contra pastor condenado

Sentença por abandonar o islã alarma cristãos do mundo inteiro

Bob Unruh (WND)
As autoridades iranianas voltaram atrás nas acusações que fizeram durante meses, de que o pastor estaria sendo condenado por deixar o islã e, por esse motivo, sujeito a pena de morte. Mas seus defensores continuam preocupados com a integridade do pastor.
Youcef Nadarkhani

Em reportagem do WND há vários dias, uma campanha estava sendo organizada para pedir à Casa Branca que pressionasse o Irã a não executar o pastor cristão Youcef Nadarkhani.

Até o momento, dezenas de milhares de pessoas participaram de manifestações públicas pela proteção de Nadarkhani.
E no último dia 6, de acordo com reportagem no International Business times, as autoridades iranianas , sem qualquer aviso, decidiram que Nadarkhani estava preso sob outras acusações, e que “Não havia ordem de execução, pois não havia sentença emitida”.
O recuo havia sido atribuído pelo International Business Times a Mohammad-Javad Hesehmati, chefe do judiciário na província de Gilan.
Nadarkhani foi preso e condenado por apostasia (rejeitar o islã) em 2009, crime suscetível a pena de morte no Irã.
Em uma carta enviada a Barack Obama, o embaixador iraniano das Nações Unidas, Mohammad Khazzaee, o comissário das Nações Unidas para os direitos humanos, membros do Congresso americano e o fundador e presidente do Instituto Rutherford, John Whitehead, afirma que está na hora do líder do mundo livre tomar a frente para salvar a vida de Nadarkhani.
“A voz do mundo livre é o presidente dos Estados Unidos. Em uma situação como essa, o presidente precisa fazer uma declaração”, afirma Khazzaee.
De acordo com o Christian Solidarity Wordwide, que esteve buscando apoio para o pastor, “Informações não confirmadas indicam que o destino do pastor pode estar nas mãos do líder religioso local, o aiatolá Ghorbani”.
“Após uma manifestação a favor do pastor Nadarkhani organizada pelo Christian Solidarity Worldwide, o embaixador do Irã em Londres emitiu uma declaração de que os temores de uma sentença de morte eram ‘incomprovadas’. No entanto, em uma situação preocupante, começou-se a espalhar desinformação nos últimos dias envolvendo as acusações contra o pastor. Há alegações de que ele havia sido condenado por estupro e acusações de que ele é um sionista ‘trabalhando contra a ordem islâmica’. Fontes próximas ao caso expressaram receio de que as autoridades iranianas estejam movendo esforços para formular acusações falsas com o intuito de justificar a sentença”, diz a reportagem do CSW.
“O CSW está em posse de documentos originais do processo, que afirmam claramente que a acusação é de apostasia, e que a sentença de morte foi defendida pela Suprema Corte” afirma o diretor executivo da CSW, Mervyn thomas.
“A tentativa do Irã de inventar novas acusações contra o pastor Nadarkhani a essa altura só vai gerar uma repercussão negativa para o regime, e servirá apenas para sujar a reputação do sistema legal iraniano, gerando questionamentos a respeito da independência do judiciário”, afirma Thomas.
A organização afirma que suas fontes no Irã ”negaram veementemente os relatos de que havia uma anulação verbal da sentença de morte”.
“Fazemos um apelo a todos para que não tirem conclusões até que um veredito formal seja emitido pelo tribunal na próxima semana. Enquanto isso, precisamos manter a pressão ao regime iraniano para prevenir sua execução”, afirma o grupo.
A prisão de Nadarkhani aconteceu depois que ele protestou contra a decisão do governo de ensinar o islã a crianças cristãs. Os filhos de Nadarkhani também estariam sujeitas à instrução islâmica.
Reportagens da Assyrian International News Agency afirmam que Nadarkhani nunca foi muçulmano em sua vida adulta, e que se recusou a renunciar sua fé cristã.
Ainda de acordo com a AINA, o tribunal exigiu pela quarta vez que o pastor renunciasse sua fé cristã.
“Quando o ordenaram que se arrependesse, Nadarkhani disse: ‘Arrepender-se significa voltar atrás. Para onde eu voltaria? Para a blasfêmia que eu tinha antes da minha fé em Cristo?’
‘Para a religião dos nossos antepassados, o islã’, respondeu o juiz, de acordo com o American Center for Law & Justice.
‘Não posso’, disse Nadarkhani”.
Whitehead afirma que Nadarkhani tem direito às mesmas proteções legais que a lei iraniana supostamente garante a todos os seus cidadãos.
“Ele não matou ninguém. Nadarkhani só quer que seus filhos tenham autonomia religiosa. A constituição iraniana dá liberdade religiosa ao seu povo”, afirma Whitehead.
Ele acrescentou que todos os americanos e ocidentais devem manifestar repúdio.
“É nosso dever nos manifestarmos. Como cristão, estou horrorizado, mas como um americano eu fico horrorizado que nosso governo mantenha silêncio enquanto esse tipo de coisa acontece”.
“Estou horrorizado que não haja mais igrejas ou organizações cristãs se manifestando. Por que estamos em silêncio? Por que a Anistia Internacional não está reclamando? Por que o Instituto Rutherford está sozinho nessa?”
Traduzido por Luis Gustavo Gentil
Fonte em português: www.juliosevero.com

Este homem foi condenado à morte no Irã por ser cristão. Ele pode se salvar: basta renunciar a Cristo

Publicado em Irã por juliosevero em 29 de setembro de 2011

Este homem foi condenado à morte no Irã por ser cristão. Ele pode se salvar: basta renunciar a Cristo

Reinaldo Azevedo
Não há um só país de maioria cristã, e já há muitos anos, que persiga outras religiões. Ao contrário: elas são protegidas. Praticamente todos os casos de perseguição a minorias religiosas têm como protagonistas correntes do islamismo — ou governos mesmo. Não obstante, são políticos de países cristãos — e Barack Obama é o melhor mau exemplo disto — que vivem declarando, como se pedissem desculpas, que o Ocidente nada tem contra o Islã etc. e tal. Ora, é claro que não! Por isso os islâmicos estão em toda parte. Os cristãos, eles sim, são perseguidos — aliás, é hoje a religião mais perseguida da Terra, inclusive por certo laicismo que certamente considera Bento 16 uma figura menos aceitável do que, sei lá, o aiatolá Khamenei…
Pastor Yousef Nadarkhani, condenado à morte no Irã. Motivo: ele é cristão

O pastor iraniano Yousef Nadarkhani foi preso em 2009, acusado de “apostasia” — renunciou ao islamismo—, e foi condenado à morte. Deram-lhe, segundo a aplicação da sharia, três chances de renunciar à sua fé, de renunciar a Jesus Cristo. Ele já se recusou a fazê-lo duas vezes — a segunda aconteceu hoje. Amanhã (dia 29) é sua última chance. Se insistir em se declarar cristão, a sentença de morte estará confirmada. Seria a primeira execução por apostasia no país desde 1990. Grupos cristãos mundo afora se mobilizam em favor de sua libertação. A chamada “grande imprensa”, a nossa inclusive, não dá a mínima. Um país islâmico eventualmente matar um cristão só por ele ser cristão não é notícia. Se a polícia pedir um documento a um islâmico num país ocidental, isso logo vira exemplo de “preconceito” e “perseguição religiosa”.

Yousef Nadarkhani é um de milhares de perseguidos no país. Sete líderes da fé Baha’i tiveram recentemente sua pena de prisão aumentada para 20 anos. Não faz tempo, centenas de sufis foram açoitados em praça pública. Eles formam uma corrente mística do Islã rejeitada por quase todas as outras correntes — a sharia proíbe a sua manifestação em diversos países.
Há no Irã templos das antigas igrejas armênia e assíria, que vêm lá dos primórdios do cristianismo. Elas têm sido preservadas. Mas os evangélicos começaram a incomodar. Firouz Khandjani, porta-voz da Igreja Evangélica do Irã, teve de deixar o país. Está exilado na Turquia, mas afirmou à Fox News que está sendo ameaçado por agentes iranianos naquele país.
Divulgação: www.juliosevero.com
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