Julio Severo

Maior empresa de abortos do mundo lança “campanha de oração”

Publicado em igrejas tradicionais, IPPF por juliosevero em 15 de abril de 2012

Maior empresa de abortos do mundo lança “campanha de oração”

Pastores protestantes incentivam orações para que haja mais abortos

Um grupo de pastores protestantes liberais ligados à Federação Internacional de Planejamento Familiar (conhecida pela sigla IPPF, a maior empresa multinacional de abortos do mundo) comoveu os cristãos da Califórnia, EUA, ao lançar uma “campanha de oração” a favor do aborto e da sua milionária indústria.
O grupo Humboldt County Clergy for Choice, um comitê da IPPF em Eureka, Califórnia, lançou a iniciativa chamada “40 dias de oração e contemplação”, que começou em 18 de março e termina em 27 de abril para promover o aborto. A iniciativa protestante pró-aborto tem como objetivo ser o inverso da campanha “40 dias pela vida”, que anualmente reúne milhões de americanos em oração pelas mães e pelos bebês em gestação.
Pastores protestantes pedem orações para que haja mais abortos

Os organizadores estão divulgando um folheto sugerindo “intenções de oração” para cada um dos 40 dias.

O primeiro dia foi dedicado a “orar pelas mulheres para as quais uma gravidez não é uma boa notícia, para que saibam que elas têm a escolha de abortar”. No dia 36, a instrução é orar “pelas famílias que escolhem abortar, para que conheçam a bênção dessa escolha”. Em outros dias pedem orações para que as gestantes não deem atenção aos ativistas pró-vida, e orem pelos médicos aborteiros e para que os estudantes de medicina aprendam a realizar abortos.
No último dia pedem para que se faça uma oração de ação de graças e celebração porque “o aborto ainda é seguro e legal” nos EUA.
Com relação à iniciativa protestante pró-aborto, Shawn Carney, diretor e co-fundador da bem-sucedida campanha 40 Dias pela Vida, nos Estados Unidos, lamentou em declarações ao grupo ACI que esse grupo de protestantes use as pessoas “para orar para que mais abortos sejam feitos e para que as mulheres abortem mais”.
“Cada aborto acaba com a vida de um ser humano inocente, criado à imagem e semelhança de Deus. Temos que orar por coisas boas que vão gerar vida, não que pelas que vão tirar vidas”, comentou ele.
“Vimos a IPPF em diferentes anúncios através do país tentando burlar, de muitas formas, a campanha de 40 Dias pela Vida. Geralmente a chamam de 40 Dias de Perseguição ou 40 Dias de Intolerância”, indicou Carney, que também deplorou que as pessoas sejam manipuladas dessa forma.
Shawn Carney disse também ao grupo ACI que “a indústria do aborto está cheia de pessoas que têm mente, alma e coração. Por isso, vimos recentemente que 69 empregados de clínicas de abortos se converteram e deixaram seus empregos”.
Depois de recordar que o movimento pró-vida inclui muitas pessoas que no passado eram abortistas, Carney comentou que a campanha que ele lidera, desde o seu início, já salvou cerca de 6 mil bebês: “muitas das mães nos disseram que se levantaram naquela manhã pedindo a Deus um sinal e foram à clínica de aborto”.
Ver os ativistas pró-vida orando na frente das clínicas de abortos, disse ele, “foi esse sinal”.
Adaptado por Julio Severo de ACI Digital.

>A ONU e a IPPF querem descriminalizar o ato deliberado de infectar outros com o HIV

Publicado em HIV, IPPF por juliosevero em 16 de dezembro de 2010

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A ONU e a IPPF querem descriminalizar o ato deliberado de infectar outros com o HIV

Terrence McKeegan
(Com a coautoria de Tyler Ament)
NOVA IORQUE, EUA, 9 de dezembro de 2010 (C-FAM/Notícias Pró-Família) — Uma nova campanha busca eliminar as leis de notificação que exigem que os portadores do HIV informem seus parceiros sexuais acerca de sua infecção potencialmente mortal.
A campanha está sendo dirigida pela Federação Internacional de Planejamento Familiar, que em inglês é Planned Parenthood Federation (IPPF), e pela UNAIDS, uma associação de órgãos da ONU. O que dá para notar bem é a ausência nessa campanha de qualquer reconhecimento do perigo que representa para as possíveis vítimas uma recusa deliberada de o portador notificar sobre sua condição do HIV.
Como parte da campanha, a IPPF está divulgando uma coleção de entrevistas intitulada “Behind Bars” (Atrás das Grades), que insinua que tais leis criminais provocam estigma contra as pessoas com HIV. No entanto, os que defendem leis criminais afirmam que elas têm o objetivo de ajudar a proteger e impedir os parceiros sexuais de contrair um vírus potencialmente mortal.
Parte do testemunho dos entrevistados em Atrás das Grades contradiz diretamente as afirmações feitas pela IPPF. Um médico egípcio declara que condutas irresponsáveis que resultam num acidente de carro merecem castigo exatamente como a negligência de revelar a própria condição do HIV antes de se envolver em atividade sexual merece castigo: “Do mesmo jeito, se alguém que sabe que tem o HIV é negligente e simplesmente permite que meu filho ou filha seja infectado com o HIV eu sentiria o mesmo”.
Atrás das Grades é parte de uma campanha maior da IPPF, “Criminalize Hate Not HIV” (Criminalize o Ódio, Não o HIV), lançada na Conferência Internacional de AIDS em Viena, Áustria, em julho. A IPPF descreve as leis que criminalizam a transmissão deliberada do HIV para outra pessoa como dispendiosas, impedimentos para a prevenção e estigmatizadoras. O vídeo promocional para a campanha retrata várias cenas sexuais e parece promover o sexo homossexual, uso de drogas e prostituição, que são mostrados na lista do Centro de Prevenção de Doenças como as três condutas de risco mais elevado responsáveis pela transmissão do HIV.
“Isso claramente mostra que a IPPF crê que o sexo ilícito é mais importante do que a própria vida — e eles estão dispostos a arriscar a vida dos outros para avançar sua agenda sexual”, disse Wendy Wright, presidente de Concerned Women for America (Mulheres Preocupadas com os EUA).
A UNAIDS e a Organização Mundial de Saúde patrocinaram a Conferência Internacional de AIDS deste ano. A IPPF e a UNAIDS colaboraram patrocinando o “Stigma Index” (Índice de Estigmas), cujo site contém uma seção importante que pede a descriminalização da transmissão do HIV.
A IPPF argumenta: “As campanhas para criminalizar a transmissão deliberada do HIV estão demonstrando ser uma intervenção dispendiosa — em termos de tempo e dinheiro gastos na investigação das vidas particulares dos indivíduos e na apuração da responsabilidade criminal — e parecem ter limitado impacto na prevenção ao HIV”.
Contudo, Wendy Wright disse para Friday Fax de C-Fam que o custo de impor a obediência às leis é muito pequeno em comparação com os custos ligados ao HIV/AIDS.
Em março, a IPPF disponibilizou seu guia sexual [EXPLÍCITO], “Healthy, Happy, and Hot” (Saudáveis, Felizes e Quentes), num evento da ONU patrocinado pela organização de escoteiras Girl Scouts. O panfleto declara: “Alguns países têm leis que violam o direito dos jovens que vivem com o HIV de decidir se revelar ou não… Essas leis violam os direitos das pessoas que vivem com o HIV forçando-as a revelar ou enfrentar a possibilidade de acusações criminais”.
Este artigo foi reproduzido com a permissão de www.c-fam.org
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
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