Julio Severo

Estaria o Holocausto prestes a se repetir?

Publicado em David Ben-Gurion, Dwight Eisenhower, Holocausto, The Forgotten People, Walid Shoebat por juliosevero em 21 de maio de 2012

Estaria o Holocausto prestes a se repetir?

Eventos atuais parecem se assemelhar à terrível era da Alemanha nazista

Bob Unruh
Livros de história relatam como 6 milhões de judeus, ou mais, morreram sob a Solução Final de Hitler; mas isso foi em outra geração, e nada desse tipo poderia acontecer hoje em dia, muitos acreditam.
Afinal, as atrocidades foram bem documentadas, depois que o general Dwight Eisenhower, que depois seria presidente dos Estados Unidos, ordenou um extenso registro em vídeos e fotos dos horrores descobertos por tropas americanas que libertaram os campos de concentração na Alemanha.

Eisenhower explicava suas instruções à medida que as câmeras da mídia e dos militares gravavam as cenas, dizendo: “Fiz a visita deliberadamente; assim tenho provas, em primeira-mão, sobre tudo isso, na eventualidade de que porventura no futuro surja a ideia de atribuir tais alegações a ‘mera propaganda’”.

Mas, de acordo com o jornal Washington Post, torcedores do Reino Unido ainda hoje podem comprar cachecóis e adesivos onde se lê: “Proibido judeus”.
E um poeta alemão ganhador de um Prêmio Nobel recentemente culpou Israel em público de ameaçar uma “paz mundial que já é frágil”.
Na França, o recente massacre de um homem armado visava judeus, e em Rutger, Nova Jersey, a edição de “1º de abril” de um editorial “exaltava Adolf Hitler”.
Isso fornece a base para o DVD chamado “The Forgotten People” (O Povo Esquecido), cujo trailer está aqui: http://www.youtube.com/watch?v=wuamyUWkBXI

Isso explica em detalhes o motivo de haver um Dia Internacional do Holocausto, para ser observado como o dia em que Israel se lembra dos cerca de 6 milhões de judeus que pereceram no holocausto.
O DVD relata como foi feita a descoberta dos campos da morte na Alemanha, quando um dos subcampos do famoso campo de Buchenwald foi capturado pelas forças aliadas.
Dos 250.000 judeus prisioneiros mantidos lá, apenas 4.000 ainda estavam vivos, explica o DVD. Ainda hoje, “apesar de montanhas de provas”, os negadores do holocausto crescem em uma nova onda de antissemitismo em escala mundial, explica o DVD.
O projeto, de autoria da organização Proclaiming Justice to the Nations, explica que os cristãos, em sua grande maioria, se mantiveram em silêncio à medida que o holocausto era revelado.
E a produtora Lauria Cardoza-Moore documenta o crescimento do ódio aos judeus, e o mais preocupante, “os paralelos entre o nazismo e o islamismo radical, e por que os cristãos precisam tomar o lado da justiça e defender as pessoas e a nação de Israel”.
No vídeo, o especialista em terrorismo Walid Shoebat afirma que o holocausto “nunca realmente terminou”.

Brad Young, professor de pós-graduação em teologia, afirma: “Escolas, educadores e professores cristãos precisam lidar com o problema do antissemitismo cristão”.

James Woolsey, ex-diretor da CIA, fala sobre os inimigos de Israel: “A solução deles, quando falam em ocupar a Palestina, está se referindo a Tel Aviv. Eles querem destruir o estado judeu”.
O DVD alerta que apesar de toda a documentação, hoje em dia o número de negadores do holocausto (os que dizem que ele nunca aconteceu) está crescendo “como uma onda mundial de antissemitismo que atinge níveis não vistos desde a ascensão da Alemanha nazista”.
Cardoza-Moore documenta o crescimento do ódio aos judeus, e o mais preocupante, “os paralelos entre o nazismo e o islamismo radical, e por que os cristãos precisam tomar o lado da justiça e defender as pessoas e a nação de Israel”.
O dia em memória do holocausto foi inaugurado em 1950 pelo primeiro-ministro de Israel David Ben-Gurion e pelo presidente Yatzhak Ben-Zvi. O dia é celebrado em dias variados durante a primavera. Muitas comunidades acendem velas e recitam o kadish, a oração dos mortos.
Pelo mundo, os cultos envolvem eventos nas sinagogas e grupos de vigílias. Muitos programas exibem entrevistas com sobreviventes do holocausto ou com descendentes diretos. Além disso, milhares de judeus e não-judeus pelo mundo se reúnem em Auschwitz para o que se tornou conhecida como “A Marcha dos Vivos”.
Traduzido por Luis Gustavo Gentil do artigo do WND: “Is the Holocaust about to happen again?
Quem precisa de Israel?, artigo de Pat Boone

As origens do “revisionismo histórico” do Holocausto

Publicado em Holocausto, negação, negacionismo por juliosevero em 4 de fevereiro de 2012

As origens do “revisionismo histórico do Holocausto”

Victor Grinbaum
Engana-se quem associa a negação do Holocausto com a extrema-direita. O Revisionismo nasceu entre comunistas e é a esquerda a sua maior propagadora nos dias de hoje.
Em dezembro de 2003, quando saiu finalmente a sentença do Superior Tribunal Federal contra Sigfried Ellwanger, toda a imprensa nacional se referiu ao editor gaúcho de livros anti-semitas como “editor de extrema-direita”. Para quem não sabe, Ellwanger, também conhecido como S. E. Castan, é o proprietário da Editora Revisão, dedicada exclusivamente à publicação de propaganda nazista e de material que nega a matança de milhões de judeus durante a Segunda Guerra Mundial.
Ellwanger e sua editora são adeptos do Revisionismo Histórico, um movimento pretensamente acadêmico que se dedica a tentar provar que o Holocausto judeu durante a Segunda Guerra Mundial não passou de uma invenção. Alegam que Hitler e seus asseclas na verdade eram umas flores de bondade e que tudo o que se publica sobre o assunto é parte de uma grande conspiração midiática de dominação mundial por malvados judeus. As “descobertas” (perdoem-me pelo excesso de aspas, mas elas são inevitáveis) seriam fruto de “revisões” de depoimentos e pesquisas, daí eles se chamarem de “revisionistas”. Em resumo, trata-se de uma mixórdia sem nenhuma sustentação histórica, tratada com o devido desprezo por todos os pesquisadores sérios.
De fato, a associação entre neo-nazismo e extrema-direita é automática e ambas as expressões são encaradas como sinônimos. Até ser processado e condenado em todas as instâncias jurídicas, S. E. Castan agregou em torno de si um pequeno grupo de jovens que agiram em Porto Alegre em pequenos putches anti-semitas nos anos 80 e 90. Merece plenamente o epíteto de nazista. Mas o dito “revisionismo” (que eu prefiro chamar de negacionismo), por mais fraudulento e mal intencionado, tem também a sua história. E vale a pena conhecê-la.
A primeira vez em que se publicou material que negava a existência de campos de extermínio erguidos pelos nazistas foi na França, na década de 1950. Não por acaso, a França foi o país que menos lutou contra a ocupação alemã durante a guerra. O Regime de Vichy foi, de fato, cúmplice e voluntário das barbaridades nazistas e a França fora também o berço do Affaire Dreyfus(1), e a terra de Gobineau (2) e Édouard Drumont (3).
“Franceses nazistas”, pensará o leitor a esta altura. Errado. Curiosamente, não foram ex-colaboracionistas os primeiros negacionistas, mas justamente o contrário. Pierre Guilleume, militante do grupo trotskista SOB (“Socialismo ou Barbárie”) e posteriormente fundador da dissidência Pouvoir Ouvrier, ao lado de Serge Thion, proprietário de uma pequena casa editora chamada La Vieille Taupe (“A Velha Toupeira”), foram os primeiros publicadores de livros anti-semitas baseados nestas teorias negacionistas. A estrela da “Velha Toupeira” era um membro da Resistência, Paul Raissinier, militante comunista e que usava sua condição como salvo-conduto.
Raissinier alegava que ao ser capturado pelos nazistas fora testemunha do tratamento dispensado aos seus prisioneiros. E que nunca testemunhara maus tratos a nenhum judeu enquanto esteve preso. Logo, todos os testemunhos que atestavam a matança nos campos de extermínio nazistas seriam falsos. O fato de que foram os soviéticos que primeiro chegaram aos campos e registraram a matança não afetava Raissinier, pois como trotskista ele poderia duvidar dos relatos “stalinistas” do Holocausto. Para os trotiskistas franceses, o sionismo era a consolidação dos planos explicitados em Os Protocolos dos Sábios de Sião, velha fraude produzida pela polícia secreta czarista e apresentada como uma compilação de “planos judaicos de dominação mundial”.
Mas Paul Raissinier não era um caso isolado. Tampouco agia por conta própria. Alguns milhares de quilômetros a Leste da França, mais precisamente em Moscou, nascia a “sionologia”, uma pretensa ciência sócio-política (bem ao gosto marxista) e adotada como política acadêmica oficial na União Soviética, onde as teses negacionistas e conspiratórias eram a base para a produção de farto material anti-Israel.
Em 1963, Trofim K. Kichko (posteriormente agraciado com um diploma pelo Partido Comunista da Ucrânia) publicou pela Academia de Ciências da Ucrânia O Judaísmo sem Maquiagem, livro que parte de um trecho de Os Protocolos dos Sábios de Sião para afirmar que “o expansionismo e a crueldade israelense estão determinados no Talmude”. Em 1969, Yuri Ivanov publicava Cuidado! Sionismo!, um tosco panfleto onde o sionismo era apresentado como “uma ideologia de organizações conectadas para a prática política da burguesia judaica e fundida com as esferas monopolistas nos EUA”. A partir do livro de Ivanov, as obras “sionológicas” foram consideradas leitura obrigatória na formação de quadros políticos e militares da União Soviética e nos países sob sua esfera de influência. Disseminados pelos formandos da Universidade dos Povos Patrice Lumumba, os livros anti-semitas soviéticos formaram gerações de militantes de esquerda que assimilaram e reproduziram a visão expressada pela terceira edição da “Grande Enciclopédia Soviética” sobre o sionismo:
“O Sionismo é um postulado reacionário, chauvinista, racista e anti-comunista. A Organização Sionista Internacional é detentora de grandes fundos financeiros monopolistas que influenciam a opinião pública ocidental capitalista e serve como frente avançada do colonialismo”.
O rompimento entre os soviéticos e o movimento sionista ocorreu ainda antes da independência do Estado de Israel, em 1948. Josef Stálin deseja va desencorajar o sionismo com a criação do Birobidjão, uma república soviética onde os judeus deveriam se instalar e permanecer, sempre tutelados sob a sombra da influência de Moscou. Stálin também usou o sionismo e a recém fundação de Israel como pano de fundo de seu último grande expurgo, a “Conspiração dos Médicos”.
Mesmo depois da morte de Stálin, a União Soviética continuou frontalmente anti-Israel, embora o movimento sionista tenha sido majoritariamente formado por militantes socialistas e por pessoas de sólida formação marxista. Após a Guerra dos Seis Dias, em 1967, quando Israel venceu uma coalizão de oito países sob a direta influência política da União Soviética, a sionologia encontrou um território perfeito para se disseminar.
Não é exagero afirmar que o surgimento dos grupos terroristas árabes e a sionologia se retroalimentaram. Yasser Arafat foi treinado pelo serviços secretos do leste europeu e Mahmoud Abbas, ex-miltante do Fattah e atual presidente da Autoridade Palestina, é formado em história pela Escola Oriental de Moscou e autor de um livro negacionista, publicado em árabe sob o patrocínio soviético na década de 1970.
Uma das táticas mais presentes entre os sionologistas para se respaldarem é a utilização de autores judeus. Já nos anos 60 eram escolhidos membros dos partidos comunistas de orígem judaica para emprestarem seus nomes às publicações. Essa prática perdurou e gerou o surgimento de intelectuais de esquerda como Noam Chomsky e Norman Finkelstein, que sem serem negacionistas seguem a linha mestra da sionologia de demonização do sionismo e da identidade judaica. Curiosamente, até os mais ferrenhos negacionistas citam Chomsky e Finkelstein como fontes para suas idéias.
O encontro entre negacionistas, comunistas e terroristas que formou a sionologia não impediu que militantes neo-nazistas absorvessem o discurso sionológico. A verdade é que ao se comparar o discurso neo-nazista com o discurso de boa parcela da esquerda não se encontrarão muitas diferenças. O negacionismo e a sionologia fazem parte dos discursos tanto de esquerdistas ilustres, como José Saramago e os já citados Chomsky e Finkelstein, quanto de verdadeiros expoentes da extrema-direita, como Lyndon LaRouche, malgrado seu passado de militante trotskista.
Curiosamente, ultra-direitistas e ultra-esquerdistas colaboram entre si quando o objetivo é o anti-semitismo. Comunistas como Raissinier usam de sua ideologia para separar seu discurso das lembranças nazistas, enquanto os nazistas usam a colaboração de judeus comunistas como salvo-conduto para escaparem da acusação de anti-semitismo.
Seguidores brasileiros de Siegfried Ellwanger mantêm várias páginas eletrônicas onde se encontram links, tanto para sites onde a matança de judeus é exaltada quanto para textos acadêmicos de esquerda onde se pode ver Norman Finkelstein “protestando contra o uso capitalista das indenizações de guerra”. E no meio dessa mixórdia várias “provas” de que não houve nem matança e nem expropriação de bens de judeus. A propósito, Ellwanger nunca se apresentou nem como neo-nazista e nem como esquerdista.
Mas o maior eco da sionologia pode ser visto hoje nas ações e nos discursos do atual líder iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, que declarou em dezembro de 2005 que “o Holocausto é um mito”:
“Fabricaram uma lenda sob o nome de ‘massacre dos judeus’, e dão mais importância a isso do que a Deus, à religião e aos profetas”.
Ahmadinejad vem afirmando que “a lenda” é o que manteria uma suposta opressão do Ocidente contra os países islâmicos e com isso vem desafiando a comunidade internacional ao fomentar o terrorismo e insistir em adquirir a tecnologia necessária para a construção de armas de destruição em massa. Fora do mundo islâmico, a linha de frente que apóia as reivindicações de Ahmadinejad tem sido – como sempre – a esquerda, cada vez mais encantada pelo discurso sionologista.
No momento em que vemos o empenho de uma boa parcela da opinião pública mundial em atacar Israel enquanto este país se defende das covardes agressões de grupos terroristas, a emergência do discurso negacionista e sionologista demonstra o sucesso que seus criadores obtiveram e como o Terror se aproveita dele. O fato do negacionismo e da sionologia não serem necessariamente uma criação da extrema-direita não anula o fato de que esta também faz uso deles. Mas a ligação automática que mormente se faz é inexata. A negação do Holocausto é criação dos acadêmicos comunistas e é a esquerda a sua maior useira e vezeira nos dias de hoje.
Notas do Autor:
(1) O Caso Dreyfus em 1894, foi a falsa acusação que o oficial francês de origem judaica Alfred Dreyfus sofreu de ser espião dos alemães. Baseado em documentos forjados por nacionalistas franceses, um tribunal militar condenou Dreyfus ao degredo na Ilha do Diabo. Graças a uma campanha movida pelo escritor Émile Zola, Dreyfus foi novamente julgado e desta vez inocentado. Foi cobrindo o Caso Dreyfus que o jornalista austríaco Theodor Hertzel criou o Sionismo.
(2) Joseph Arthur de Gobineau (1816 – 1882), escritor e diplomata francês e autor do Tratado sobre a desigualdade das raças humanas, publicado em 1853 e considerado o primeiro livro de teoria racista.
(3) Édouard Drumont (1844 – 1917), autor de La France Juive (“A França Judia”), em que defendia a expulsão dos judeus do país, baseado na teoria de que estes seriam conspiradores e traidores anti-nacionalistas. Foi um dos principais propagadores de libelos anti-Dreyfus.
Divulgação: www.juliosevero.com

Vídeo “180” alcança mais de 1 milhões de visitas e provoca “milhares” de conversões à causa pró-vida

Publicado em Adolf Hitler, Filme 180, Holocausto, Ray Comfort por juliosevero em 29 de novembro de 2011

Vídeo “180” alcança mais de 1 milhões de visitas e provoca “milhares” de conversões à causa pró-vida

2 de novembro de 2011 (Notícias Pró-Família) — O criador do filme pró-vida “180”, que se tornou um fenômeno na internet, diz que está recebendo “milhares” de testemunhos descrevendo como a lembrança inesquecível do Holocausto no filme e os argumentos sobre o aborto convenceram os que escreveram as cartas a se opor ao aborto legalizado.
O vídeo se tornou um grande fenômeno no YouTube depois de seu lançamento em setembro, alcançando a segunda colocação entre os vídeos mais debatidos e assistidos e a terceira colocação entre os filmes favoritos do mês passado, de acordo com dados postados na página de Facebook de Pro-Life Rocks. Mais de 1 milhão de pessoas já o assistiram. Para assistir ao filme: http://www.youtube.com/watch?v=7cBA9Be9fDs
O documentário pró-vida de 33 minutos tem uma abertura com cenas perturbantes de vários jovens que não conseguem reconhecer Adolf Hitler, uma ignorância que o autor e entrevistador Ray Comfort liga à aceitação generalizada do moderno Holocausto: o aborto legalizado. Enquanto jovens adultos que são entrevistados no filme são forçados a conectar a matança legalizada de judeus com o fato de que a sociedade está aceitando a matança de bebês em gestação, eles são vistos mudando de opinião, passando a se opor ao aborto.
“Assistir ao 180 é como andar na montanha-russa — uma experiência que provoca emoções —, pois assistimos pessoas se contorcendo enquanto são colocadas num dilema moral com perguntas do tipo ‘se enterraríamos judeus vivos (algo que aconteceu na Segunda Guerra Mundial), sob a ponta de um revólver nazista’”, disse Comfort. “O filme testa o caráter para mostrar o quanto as pessoas valorizam a vida humana. Ficar ignorante do que é possivelmente a parte mais sombria da história humana inevitavelmente resultará na desvalorização da vida, e uma repetição do Holocausto”.
Comfort diz esperar que o filme “possa estar chegando até uma escola secundária perto de você”: no mês passado, entre 180.000 e 200.000 exemplares do DVD de 33 minutos foram distribuídos para as 100 mais importantes universidades dos EUA, e agora o autor, que é judeu e co-apresentador de um programa de TV, está voltando a atenção para as escolas secundárias.
Embora alguns possam fazer objeção à iniciativa de dar lição sobre o Holocausto para adolescentes da escola secundária, Comfort, que é pastor evangélico e judeu, diz que os Estados Unidos hoje precisam muito de tal educação.
“Voltei aos nossos estúdios [depois de filmar 180] com 14 entrevistas com pessoas que acham que [Hitler] era comunista, ou um ator, ou que até mesmo nunca tinham escutado o nome dele”, disse ele. “Esses jovens são um tanto ignorantes quanto ao que é possivelmente a parte mais sombria da história humana, pois o sistema de educação dos EUA os deixou na mão”.
Comfort disse que os vídeos do 180 estão “rapidamente desaparecendo das prateleiras, como se fossem sorvetes vendidos em pleno verão quente”, nas campanhas locais de doação.
Mas a coisa mais fascinante sobre 180 não é sua popularidade, mas seu impacto em audiências que são a favor do aborto, diz ele. “A coisa estupenda é que as pessoas que assistem a esse filme mudam da posição pró-aborto para a posição pró-vida”, disse Comfort. “Temos recebido milhares de e-mails de pessoas, muitas das quais mudaram enquanto estavam assistindo ao filme”.
Uma estudante de escola pública secundária na Virginia Ocidental escreveu um e-mail sobre como o 180 ajudou a mudar a mente da sala de aula inteira dela acerca do aborto. “Nesta semana passada em nossa aula de educação cívica estávamos escrevendo trabalhos didáticos sobre leis que desejávamos mudar nos EUA. Depois de assistir a esse vídeo, minha escolha é mudar as leis de aborto, e como eu desejava que fosse ilegal”, escreveu ela.
Depois que eu havia acabado de ler meu trabalho didático, surgiu um debate na aula (obviamente) sobre como é que eles achavam que o aborto deveria ser uma escolha, principalmente se o bebê está doente ou a causa da gravidez é um estupro. Mas logo que começamos a comparar essa situação com Hitler e os judeus, a mente de todos começou a mudar… Por causa do filme 180, pude mudar a opinião da minha classe inteira sobre o aborto e no final da aula, todos os 25 estudantes e meu professor haviam levantado a mão concordando que o aborto propositado deveria ser ilegal.
Outro escreveu simplesmente: “Eu costumava votar em candidatos pró-aborto. Mas nunca mais farei isso. NUNCA”.
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Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
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