Julio Severo

Erro fatal: ativista pró-vida chinês pede ajuda para governo dos EUA

Publicado em Aborto, ativistas pró-vida, Chen Guangcheng, China, Hillary Clinton por juliosevero em 3 de maio de 2012

Erro fatal: ativista pró-vida chinês pede ajuda para governo dos EUA

Autoridades americanas desconversam e entregam chinês à cova dos leões do comunismo chinês

Julio Severo
Chen Guangcheng, um ativista pró-vida da China, cometeu o erro fatal de pedir ajuda da Embaixada dos Estados Unidos na China.
Chen Guangcheng

Ele estava sob prisão domiciliar em sua província, mas outros ativistas de direitos humanos se sacrificaram, arriscando a própria vida para criar todo um esquema para que ele pudesse fugir e terminar na Embaixada dos EUA, onde, todos achavam, o refúgio era certo.

Todos esperavam que ele pedisse asilo, mas o desenrolar do caso, sob a atenção da mídia internacional, teve um final pesado. Chen, que é cego desde a infância e está com problemas de saúde devido a anos de prisão e torturas, teve a promessa de autoridades americanas de que ele poderia ficar na China e receber tratamento médico, com a presença constante de um acompanhante americano.
Pelo que foi noticiado na imprensa e informado pela Embaixada dos EUA, Chen é que “queria” permanecer na China. Tal “decisão” livrou Hillary Clinton de complicações diplomáticas e comerciais em sua visita à China. Afinal, os EUA têm imensos interesses comerciais na China, e Chen estava sendo uma pedra nos sapatos chineses e americanos.
Com a “decisão” de Chen de não pedir asilo, Hillary ficou satisfeita, dizendo que a saída dele da embaixada ocorreu de um modo que refletiu as “escolhas” dele e os “valores” dos EUA. “Ufa”, pensaram os americanos, “conseguimos jogar a batata quente de volta para os chineses!”
Contudo, depois da saída de Chen e sua transferência para um hospital de Pequim, nenhuma autoridade americana permaneceu com ele. O compromisso americano, feito para uma alma desesperada, foi jogado por terra.
“Pressionaram-me a sair, prometeram que teria gente comigo no hospital, mas, quando entrei em meu quarto, me dei conta que todos haviam ido embora”, desabafou Chen, conforme reportagemdo Estadão.
Ao ser contatado no hospital pela mídia internacional, ele confessou o que é óbvio: ele não pôde pedir asilo ao governo dos EUA, pois sua família estava sob direta ameaça de morte. Ele estava sob pressão. Se ele ousasse decidir partir para os EUA, autoridades chinesas, conforme declaração de Chen, matariam a esposa e filhos dele.
Os americanos da embaixada pouco se importaram e prontamente tiraram o corpo fora, declarando que desconhecem qualquer ameaça ou pressão sobre Chen. Provavelmente, de acordo com o pensamento deles, todo o sacrifício que foi feito para que Chen chegasse à embaixada foi apenas um gesto nobre de dizer um “oi” para os americanos. Nada mais. Depois de seis dias abrigado na embaixada e dizendo “oi”, finalmente o chinês, para alívio do governo chinês e americano, “escolheu” sair e ficar em sua terra.
A “escolha” de Chen muito agradou ao governo dos EUA, pois o ativista chinês não é o tipo de homem que as autoridades americanas teriam prazer em ajudar. Barack Obama e Hillary Clinton são descaradamente a favor do aborto. Em contraste, Chen é pró-vida.
Qualquer indivíduo, por mais importante que seja, que é cruel o suficiente para defender o assassinato de inocentes bebês em gestação é capaz de cometer qualquer outro pecado, inclusive enganar e mentir para um oprimido e pobre chinês cego que enxerga mais sobre o verdadeiro valor da vida do que a maior parte do governo da China e dos EUA.
O governo comunista da China sempre mentiu para o povo chinês e para Chen. E agora Chen tem a experiência desagradável de sofrer conduta não muito diferente e até abandono por parte de um governo que se diz defensor dos direitos humanos, um governo que ele supunha fosse radicalmente diferente do governo chinês.
Mas e se o governo americano não fosse essa decepção e se Chen recebesse asilo nos EUA, o que aconteceria? Ele prosseguiria seu trabalho já conhecido de denunciar o crime do aborto? Nesse caso, o alvo das denúncias seriam as próprias autoridades americanas. Isso sem dúvida alguma seria um grande problema!
O tipo de trabalho de direitos humanos desenvolvido por Chen não tem a simpatia do governo americano.
Bebê legalmente morto em clínica de aborto nos EUA

Por 39 anos, a lei do aborto impera no que era até recentemente a maior nação evangélica do mundo. Se é horrível uma nação comunista como a China sustentar o aborto com unhas e dentes, o que dizer então de uma nação evangélica?

O fato é que os autoproclamados “evangélicos” Barack Obama, Hillary Clinton, Bill Clinton e outras poderosas autoridades americanas não têm interesse algum de resgatar homens que clamam publicamente pelo resgate de bebês em gestação.
A presença de Chen na Embaixada dos EUA em Pequim era pois um incomodo. A presença dele nos EUA, engrossando as fileiras dos ativistas pró-vida, seria um incomodo muito maior.
Se Chen fosse um ativista homossexual, a presença dele na embaixada seria um prazer. Obama e Clinton dariam todo apoio. Aliás, desde dezembro de 2011, as embaixadas e órgãos americanos no exterior têm ordens do governo dos EUA de dar tratamento preferencial para ativistas gays.
Para o governo dos EUA, atender de bandeja a todos os mimos homossexuais é vastamente mais importante do que impedir bebês em gestação de serem assassinados!
Desorientado e desesperado, Chen não sabe o que fazer, a não ser fazer um apelo público em direção ao próprio país que não foi sincero e justo com ele: “Gostaria de pedir ao presidente Obama, lhe suplico, para que faça tudo o que possa para que nossa família possa ir embora”.
Talvez, por pressão dos inúmeros americanos pró-vida, Obama consiga agir contra sua própria consciência pró-aborto e dar uma chance a um indefeso chinês cercado por opressores a serviço do Estado. Talvez.
Ativista pró-vida americano é preso e surrado pela polícia pelo “crime” de orar na frente de uma clínica de aborto

Entretanto, é certeza que suas opressões não terminarão nos EUA, onde ativistas pró-vida são furiosamente detidos pela polícia pelo único “crime” de orar em frente de uma clínica de aborto, enquanto médicos e funcionários assassinos matam bebês à vontade sob a proteção de uma lei que, em muitos sentidos, não é melhor do que as leis nazistas, que relegavam os judeus e outros seres humanos indefesos à classe dos merecedores de extermínio. Nos EUA, os bebês em gestação estão nessa categoria infeliz.

Polícia americana prende jovem que estava orando na frente de uma clínica de aborto. Nos EUA, o aborto é legalmente sagrado.

Se quiser ajuda do governo dos EUA, Chen vai ter de orar, jejuar e esperar muito até aparecer um novo Ronald Reagan. Mas se ele quiser uma ajuda maior, ele não precisará esperar por décadas ou séculos, pois Deus diz:

“Não ponham a sua confiança em pessoas importantes, nem confiem em seres humanos, pois eles são mortais e não podem ajudar ninguém. Quando eles morrem, voltam para o pó da terra, e naquele dia todos os seus planos se acabam. Feliz aquele que recebe ajuda do Deus de Jacó, aquele que põe a sua esperança no Eterno, o seu Deus, o Criador do céu, da terra e do mar e de tudo o que neles existe! O Eterno sempre cumpre as suas promessas; ele julga a favor dos que são explorados e dá comida aos que têm fome. O Deus Eterno põe em liberdade os que estão presos e faz com que os cegos vejam. O Eterno levanta os que caem e ama aqueles que lhe obedecem.” (Salmos 146:3-8 BLH)

Lei russa de São Petersburgo questiona se direitos gays são direitos humanos?

Lei russa de São Petersburgo questiona se direitos gays são direitos humanos?

É certo o governo americano pressionar o governo russo a ir contra a vontade de seu povo?

Bryana Johnson
DALLAS, Texas, EUA, 18 de março de 2012 — São Petersburgo, na Rússia, adotou uma nova política pública designada a proteger jovens de exposição à propaganda de grupos homossexuais. A política tem criado polêmica entre grupos gays.
Em 7 de março de 2012, o governador Georgy Poltavchenko assinou a lei que multará indivíduos em até 170 dólares e empresas em até 17.000 por violarem a medida que proíbe “ações públicas com o objetivo de fazer propaganda da sodomia, lesbianismo, bissexualismo e transgenerismo entre menores de idade”.
A lei de São Petersburgo também inclui emendas que introduzem punições mais rigorosas para a pedofilia.
Aplaudindo a recente legislação, a Igreja Ortodoxa Russa está pedindo uma proibição semelhante na Rússia inteira. Dmitry Pershin, diretor do conselho juvenil da Igreja Ortodoxa Russa, diz: “temos de ajudar a proteger as crianças de manipulações de informações de minorias que promovem a sodomia”.
Foto: Policial russo detem um homem vestido de noiva durante protesto gay em Moscou. Crédito: AP Images

Respondendo à intenção do ativista homossexual Nikolay Alexeyev de organizar comícios de protestos perto de estabelecimentos infantis, Pershin diz que “a persistência das minorias sexuais e sua intenção de fazer comícios perto de estabelecimentos de crianças indica que essa lei regional é muito necessária e tem de receber status federal com urgência”.

Os grupos gays estão descontentes e gritando por indenizações contra o governo de São Petersburgo. Em 2011 a organização militante LGBT AllOut conseguiu pressionar o site de serviços financeiros PayPal a fechar a conta do blogueiro cristão anti-agenda gay Julio Severo, suspendendo acesso aos fundos.
Agora, essa organização está protestando e chamando essa lei de “lei do silêncio” que “amordaça artistas, escritores, músicos, cidadãos e visitantes”, e eles dizem que não vão lá, ameaçando boicotar viagens à cidade russa.
Por estranho que pareça, outra instituição se uniu a eles expressando condenação: o Departamento de Estado dos EUA. “Direitos gays são direitos humanos e direitos humanos são direitos gays”, declara o site oficial do Departamento de Estado, citando a secretária Hillary Clinton.
“Estamos exortando as autoridades russas para protegerem essas liberdades, e para fomentarem um ambiente que promova respeito pelos direitos de todos os cidadãos. Temos também consultado nossos parceiros da União Europeia sobre essa questão. Eles têm as mesmas preocupações que temos e também estão abordando as autoridades russas nessa questão. Os Estados Unidos dão grande importância ao combate à discriminação contra a comunidade LGBT e todos os grupos minoritários”.  
A Rússia não gostou da interferência do governo dos EUA. “Vemos com espanto as tentativas dos EUA de interferir, e ainda por cima publicamente, no processo legislativo”, Konstantin Dolgov, representante de direitos humanos do ministério das relações exteriores, disse para a agência noticiosa Interfax, acrescentando que não há “absolutamente nenhuma discriminação na lei russa na aplicação de direitos humanos civis, políticos, sociais, econômicos e culturais, inclusive na base da orientação sexual”.
Dolgov explicou que “as iniciativas legislativas dos órgãos regionais de autoridade… têm o proposito de proteger os menores de idade da propaganda correspondente… Evidentemente, a decisão levou em consideração os valores culturais e morais tradicionais que prevalecem na sociedade russa, considerações da proteção da saúde e moralidade pública, e a inadmissibilidade da discriminação por meio do incentivo dos direitos e interesses de um grupo social sem a devida consideração pelos direitos e interesses dos outros”.
No final das contas, Dolgov estava muito bem informado. Por mais que possa parecer chocante para a secretária Clinton, os russos, em geral, não gostam de exibições públicas da homossexualidade e muitos acreditam que os atos homossexuais são imorais e prejudiciais à saúde.
Uma pesquisa de opinião pública do Centro Levada em Moscou revelou que 74 por cento dos russos consideram a homossexualidade como resultado de más escolhas morais. É certo o governo dos EUA pressionar o governo russo a ir contra a vontade de seu povo?
Se o governo russo estivesse, de fato, violando direitos humanos, a resposta certamente seria sim. Contudo, o ponto principal é que embora a liberdade de expressão, os direitos de propriedade, o direito a um julgamento justo, liberdade de violência injustificada, liberdade de servidão involuntária, etc., sejam direitos humanos, liberdade de expressão sexual em vias públicas e na presença de crianças não é, e categorizá-la como tal banaliza os reais abusos e injustiças de direitos humanos cometidos todos os dias no mundo inteiro.
“Mantenha o governo fora de seu quarto de dormir!” se tornou um lema de ativistas gays e abortistas, que se irritam com o que veem como excessiva legislação da atividade sexual. O governo russo tem se retirado do quarto de dormir.
Agora, porém, esses ativistas não mais estão satisfeitos em confinar suas polêmicas ao quarto de dormir, mas continuam insistindo em arrastá-las para fora, para exibição pública. A questão é que grande parte do que eles desejam ostentar não é nada apropriado para exibição pública em primeiro lugar.
Os direitos gays são direitos humanos? Apenas na medida em que esses direitos são os mesmos direitos concedidos a todas as outras pessoas. Portanto, embora os direitos dos gays de ter igual proteção da lei sejam direitos humanos, os “direitos” deles a paradas que simulam sexo explícito em lugares públicos ou de doutrinar crianças contra os desejos de seus pais não são absolutamente direito algum.
Traduzido por Julio Severo do artigo do jornal The Washington Times: St. Petersburg Russia law questions if gay rights are human rights?

Sob Obama, EUA importarão gays

Publicado em consulado dos EUA, Departamento de Estado, Embaixada dos EUA, Hillary Clinton, Obama por juliosevero em 18 de dezembro de 2011

Sob Obama, EUA importarão gays

William J. Murray
Em 6 de dezembro, numa conferência em Genebra que teve o comparecimento de diplomatas do mundo inteiro, a secretária de Estado dos EUA Hillary Clinton comparou a luta pela “igualdade gay” à aprovação de leis de direitos para as mulheres e igualdade racial. Ela disse que as “tradições” culturais ou religiosas não são uma desculpa para discriminação contra homossexuais. “Direitos gays são direitos humanos, e direitos humanos são direitos gays”, disse ela.
“Ser gay jamais deveria ser crime”, Clinton declarou e concluiu que “Os gays nascem e pertencem a todas as sociedades do mundo”.
Ao mesmo tempo, em Washington, D.C., o presidente Obama estava ordenando que todos os órgãos dos EUA que operam no exterior, inclusive o Departamento de Estado e a Agência de Desenvolvimento Internacional, usem a assistência externa para ajudar gays e lésbicas que estão enfrentando violações dos direitos humanos. Ele ordenou que os órgãos dos EUA “protejam” vulneráveis gays e lésbicas que são refugiados e buscam asilo. Numa declaração dada com o memorando, Obama disse: “A luta para acabar com a discriminação contra lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros é um desafio mundial e parte fundamental do compromisso dos Estados Unidos para promover direitos humanos”.
Na verdade, o que o presidente Obama fez foi ordenar que as embaixadas, consulados e agências dos EUA importem homossexuais do mundo inteiro que estão sob ameaça. Portanto, qualquer indivíduo que entrar numa embaixada americana em qualquer lugar do mundo onde as atividades homossexuais, inclusive o “casamento gay”, são ilegais e afirmar ser homossexual será colocado na frente da fila para emigrar para os Estados Unidos.
Estranhamente, Obama já havia colocado os refugiados muçulmanos na frente da fila. Os cristãos nos países muçulmanos sabem muito bem que não têm chance de nem mesmo serem considerados para receber condição de imigrante para entrar nos Estados Unidos, mesmo quando já têm parentes nos EUA. Mas o governo de Obama está importando centenas de milhares de “refugiados” muçulmanos, estabelecendo-os nas regiões mais evangélicas dos EUA a fim de deteriorar o chamado Cinturão Bíblico, uma região tradicionalmente inimiga do partido esquerdista de Obama. Os refugiados muçulmanos e os homossexuais têm agora posição especial para imigrar para os Estados Unidos.
Tradução e adaptação: www.juliosevero.com
Fonte: WND

Hillary Clinton: Objeções religiosas à homossexualidade são como apoiar assassinatos de honra e queimar viúvas

Publicado em Hillary Clinton por juliosevero em 12 de dezembro de 2011

Hillary Clinton: Objeções religiosas à homossexualidade são como apoiar assassinatos de honra e queimar viúvas

WASHINGTON, D.C., EUA, 8 de dezembro de 2011 (Notícias Pró-Família) — Num discurso designado para convencer o mundo de que os “direitos gays são direitos humanos, e de que direitos humanos são direitos gays”, a secretária de Estado Hillary Clinton disse que as objeções religiosas à homossexualidade não devem servir de obstáculo para as ações enérgicas da ONU para promover a agenda homossexual.
Hillary Clinton

Na terça-feira, Clinton disse que a promoção da aceitação mundial de “gays, lésbicas, bissexuais e transgêneros” é um “dos últimos desafios de direitos humanos de nossa época”, comparando com as campanhas para acabar com a discriminação racial, sexual ou religiosa.

Ela comentou que talvez a “questão mais desafiante surge quando as pessoas citam valores religiosos ou culturais como motivo para violar ou não proteger os direitos humanos de cidadãos LGBT”. Essas objeções, disse ela, “não são diferentes da justificativa oferecida para práticas violentas para com mulheres como assassinatos de honra, queimar viúvas ou mutilação genital feminina”.
Ela declarou que as “opiniões mundiais estão ainda em fase de evolução” acerca da homossexualidade assim como ocorreu com a questão da escravidão, e “o que outrora era justificado como sancionado por Deus é agora corretamente vilipendiado como violação irracional dos direitos humanos”.
“Em cada um desses casos, acabamos aprendendo que nenhuma prática ou tradição [religiosa] é mais importante do que os direitos humanos que pertencem a todos nós”, disse ela.
Ela insistiu em que a ONU tem a obrigação de se opor a todas as formas de violações de direitos humanos contra os homossexuais e transgêneros, desde a execução e desterro até a criminalização da “condição ou conduta” LGBT, negando-lhes livre acesso aos “espaços públicos”, ou o “bullying e exclusão” que ocorre nos Estados Unidos. “Falo desse assunto sabendo que o histórico do meu próprio país na questão de direitos humanos para os gays está longe da perfeição”, disse Clinton.
Clinton disse que as noções de que “os gays são pedófilos, de que a homossexualidade é uma doença que se pode apanhar ou curar, ou de que os gays recrutam outros para se tornarem gays” são “simplesmente mentiras”.
A secretária de Estado acrescentou que todos os países precisam aprovar leis de direitos civis para os indivíduos LGBT, mesmo quando essas leis ofendem a maioria dos cidadãos de um país. “Liderança, por definição, significa assumir posturas diante de seu povo quando necessário”, disse Clinton. “Cada um de nós é livre para crer no que escolher… Mas o progresso só vem quando as leis são mudadas”.
O discurso apresentou cinco argumentos de que os direitos LGBT não são diferentes dos direitos humanos, de que a homossexualidade não é exclusivamente ocidental, de que a religião não é uma defesa válida, de que não existe nenhum argumento sério contra a conduta sexual pública e de que todos os seres humanos têm de fazer sua parte para avançar direitos para os indivíduos LGBT.
O discurso de Clinton, dado em Genebra na terça-feira para celebrar o Dia Internacional dos Direitos Humanos, ressaltou o fato de que o governo de Obama fez da aceitação mundial do homossexualismo o aspecto central de sua política externa na ONU e no mundo inteiro. O discurso dela ocorreu no mesmo dia em que o presidente Obama anunciou um plano para remodelar a política externa dos EUA para promover a aceitação mundial da homossexualidade. O plano instrui todos os funcionários das embaixadas e órgãos externos dos EUA a “combater a discriminação, a homofobia e a intolerância na base da condição ou conduta LGBT” e estabelece um “Fundo de Igualdade Global” de 3 milhões de dólares para financiar ativistas homossexuais do mundo inteiro.
A nova iniciativa é apenas a mais recente de uma série de medidas que o governo de Obama vem adotando para promover, com pressões, os direitos homossexuais em outros países. No relatório (o primeiro desse tipo na história americana) sobre direitos humanos dos EUA para o Conselho de Direitos Humanos da ONU no ano passado, o governo de Obama comentou: “O debate prossegue por causa dos direitos iguais de casamento para americanos LGBT nos níveis federais e estaduais”.
Os representantes dos EUA na ONU avançaram uma medida se opondo à criminalização da homossexualidade no Conselho de Direitos Humanos da ONU em março que ganhou o apoio de 85 nações. Em julho de 2010, o governo de Obama ajudou a Comissão Internacional de Direitos Humanos Gays e Lésbicos (CIDHGL) a ganhar a condição de ONG na ONU sem a aprovação do Comitê de ONG da ONU e passando por cima de uma votação apoiada pela maioria dos membros da ONU, inclusive Rússia, China e Egito.
Buster Wilson, apresentador do programa “AFA Today”, da Rede de Rádio da Família Americana, disse: “Hillary Clinton está agora… levando para as linhas de frente a luta em favor dos indivíduos LGBT em prol do governo de Obama”. Ele disse que a noção dela de que “as convicções religiosas profundas são um obstáculo para os direitos humanos dos indivíduos LGBT” é simplesmente “inacreditável”.
Wilson citou comentários dela como um de vários exemplos que convenceu alguns observadores de que o governo de Obama está travando uma “guerra contra a religião”.
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Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
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Governo dos EUA promoverá defesa mundial da homossexualidade por meio de concertos de Lady Gaga

Publicado em Departamento de Estado, Global Equality Fund, Hillary Clinton, Lady Gaga por juliosevero em 11 de dezembro de 2011

Governo dos EUA promoverá defesa mundial da homossexualidade por meio de concertos de Lady Gaga

WASHINGTON, D.C., EUA, 9 de dezembro de 2011 (Notícias Pró-Família) — Como parte de uma campanha mundial visando promover a aceitação internacional da homossexualidade, o governo de Obama estabeleceu o “Fundo Global de Igualdade”, orçado em 3 milhões de dólares, para financiar a defesa política da homossexualidade no mundo inteiro com o dinheiro dos cidadãos americanos que pagam impostos. As diretrizes do Departamento de Estado indicam que essa defesa poderia incluir de tudo, desde financiar ativistas políticos gays em outros países que fazem campanhas contra leis que definem o casamento como a união entre um homem e uma mulher até a organização de paradas do orgulho gay e concertos de Lady Gaga em países remotos.
A secretária de Estado Hillary Clinton proclamou a formação do fundo num discurso que deu em Genebra na terça-feira. “Tenho também o prazer de anunciar que estamos lançando um novo Fundo de Igualdade Global que sustentará o trabalho das organizações da sociedade civil que atuam nessas questões no mundo inteiro”, disse Clinton.
“Esse fundo os ajudará a registrar fatos de modo que eles possam apontar seu trabalho de defender a homossexualidade, aprender como usar as leis como ferramentas, administrar seus orçamentos, treinar suas equipes e forjar parcerias com organizações de mulheres e outros grupos de direitos humanos”, disse Clinton.
Ela comentou que o governo dos EUA “empenhou mais de 3 milhões de dólares” de verbas oriundas de contribuições de impostos de renda para iniciar essa organização. O site do Departamento de Estado descreve o fundo como uma “parceria público-privada” que “buscará compromissos de parceria de governos, empresas e fundações que fazem doações”.
Um formulário do Departamento de Estado revela que sua Agência de Democracia, Direitos Humanos e Trabalho (ADDHT) “apoiará programações por meio do Fundo de Igualdade Global”. Isso incluirá impulsionar “ONGs a fazerem defesas diante de governos de outros países e em fóruns multilaterais” em favor das causas LGBT. A ADDHT pede que as organizações homossexuais os ajudem a documentar casos de discriminação.
O fundo também financiará “campanhas internacionais que aumentem a conscientização do público e ampliem os diálogos positivos” sobre a homossexualidade, “tais como educação cívica inclusiva e atividades culturais, e construam coalizões diversas de direitos humanos nos serviços de mensagens ao público”.
O formulário sugere que essas medidas poderiam incluir eventos como as paradas de orgulho gay e concertos de Lady Gaga — a polêmica cantora pop que deixou os cristãos indignados no começo deste ano quando ela lançou um vídeo para sua música “Judas” que a retrata em determinada altura como Maria Madalena, mordiscando sensualmente a orelha de Jesus Cristo.
Lady Gaga faz apresentação em evento gay em Roma

O Departamento de Estado se gaba de que “ajudou a convencer a cantora pop e promotora LGBT Lady Gaga a fazer uma apresentação no evento homossexual EuroPride de Roma em junho de 2011”.

Valerie Jarrett, a assessora mais íntima de Obama, escreveu na terça-feira que ela havia ficado “profundamente comovida” com o ativismo da cantora pop.
O Fundo de Igualdade Global é apenas uma pequena parte de uma agenda ambiciosa de remodelar todas as políticas externas dos EUA para apoiarem a causa LGBT no mundo inteiro. Na terça-feira, Barack Obama decretou um memorando instruindo as embaixadas americanas em outros países a “expandir iniciativas para combater a “discriminação, a homofobia e a intolerância na base da condição ou conduta LGBT” nos países em que estão.
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>Dá para acreditar que existe algum genocídio contra homossexuais?

Publicado em ABGLT, Editora Betânia, genocídio, Hillary Clinton, homofobia, perseguição religiosa por juliosevero em 16 de março de 2011

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Dá para acreditar que existe algum genocídio contra homossexuais?

Don Hank
Há alguma ameaça de que os gays nos países ocidentais logo sejam exterminados por bandos de homófobos perigosos?
Pergunta muito ridícula, né?
Não, os gays gozam privilégios especiais aqui no Ocidente. Em San Francisco eles têm liberdade de vagar pelados pelas ruas durante a parada do orgulho gay na Folsom Street, praticando reais atos sexuais em público sob a total vista de desafortunados espectadores, inclusive crianças, que tiveram o azar de topar com esse cenário. (Não vou dar os links das fotos dessa perversão, mas se você quiser confirmação, basta buscar no Google usando as palavras chaves: folsom street gay pride ou coisas semelhantes).
Entretanto, muitos governos ocidentais estão aflitos com a “condição horrível” dos gays, ao mesmo tempo em que cristãos no mundo inteiro estão perdendo o direito de dar testemunho sobre a cura e o poder redentor de Deus por meio de Jesus Cristo. A agenda desses tiranos que nos governam mediante furtivas manobras fabianas sem nosso consentimento é evidente para todos os que têm pelo menos metade de um cérebro: Eles estão ansiosos para acabar com a cultura cristã tradicional — aliás, qualquer cultura minimamente decente que inclua o casamento tradicional, a lei e a ordem.
Enquanto isso, os novos governos “democráticos” no Oriente Médio massacram suas populações cristãs, enquanto gozam apoio total de quase toda a classe dominante — essa oligarquia que maneja um poder cada vez mais ditatorial através dos grandes meios de comunicação, universidades, sistema “educacional” e a vasta maioria das classes profissionais, e nossa própria classe dominante finge se importar profundamente com a perseguição aos gays.
Logo depois que o governo americano invadiu o Iraque, as igrejas cristãs assírias começaram a ser queimadas e suas congregações perseguidas, assassinadas e dispersas. Muitos agora vivem na Suécia. O governo americano não disse nada, fingindo que o único inimigo era o “terrorismo”, não o fanatismo islâmico. Os cristãos coptas no Egito estão neste momento sofrendo destino semelhante, graças em grande parte à colaboração do Ocidente. As forças armadas do novo governo “democrático” egípcio apoiado por Obama e pelos líderes da Europa atacaram um monastério copta logo depois que Mubarak foi derrubado da presidência, baleando e matando vários monges. A Irmandade Muçulmana, apoiada por Barack Obama, está por trás da matança e perseguição. A imprensa ocidental está de boca totalmente fechada.
Mas os meios de comunicação e a oligarquia nos dizem que são os gays que estão sendo perseguidos e estão em necessidade extrema de nossa proteção. É mentira. Os gays não estão sofrendo nem mesmo a fração de um por cento da perseguição que os cristãos estão sofrendo no mundo inteiro. No entanto, eles são a nova classe protegida, e governos como o do Brasil estão correndo para ajudá-los como se eles tivessem sido vítimas de um tsunami, terremoto e desastre nuclear.
Na maioria dos países, ninguém ousa mencionar que o estilo de vida deles provoca doenças como a AIDS ou outras DSTs. Ninguém pode nem mesmo dar um conselho e assistência para ex-gays ou pessoas com atrações indesejadas de mesmo sexo. Meu amigo brasileiro Julio Severo foi forçado a deixar sua pátria porque aconselhava os homens a vencer a homossexualidade e viver vidas seguras, saudáveis e morais.
Ele estava lhes oferecendo valiosa assistência.
Mas a liderança de extrema esquerda do Brasil, começando com o ex-presidente Lula e agora continuando com Dilma Rousseff (que é mais venenosamente anticristã e é uma ex-terrorista envolvida no assassinato de várias pessoas, inclusive um americano), diz que é ilegal ajudar os homossexuais a vencerem seu estilo de vida.
Qualquer pessoa que está nesse estilo de vida está praticamente enjaulada, por lei, pelo resto da vida.
Qualquer homem que deseja abandonar o sexo anal, por motivos de segurança, fé ou moralidade, ou quaisquer que sejam as razões, é aconselhado a deixar o Brasil.
Não há espaço para a decência no Brasil, que vem passando por um perfeito bombardeio de malignidade ultra-marxista e não tem como sair desse rumo. O resto do Ocidente está seguindo a mesma tendência.
E a maioria dos americanos (e europeus) não está atenta à tragédia moral que está se revelando no Brasil.
É hora de despertarmos e procurarmos conhecer as pessoas que vivem no mesmo hemisfério que nós. É hora de aprendermos uma nova palavra no vocabulário: Não.
Não conosco. Não com meu país.

Mais detalhes sobre Julio:

Julio Severo provocou um “terremoto” quando alertou as igrejas e a sociedade do Brasil sobre a agenda gay e sobre a reversibilidade do imoral estilo de vida gay.
Ele é o autor do livro “O Movimento Homossexual”, publicado em 1998 pela Editora Betânia. Seu livro foi o primeiro livro em português a desmascarar as intenções do movimento gay.
Em 2007, quando ele ajudou a conscientizar o público sobre o PLC 122, o projeto de lei “anti-homofobia”, os ativistas gays começaram a ameaçar a Editora Betânia, que abandonou o livro sob essa pressão. Os ativistas também entraram com ações contra Severo. Desde então, o MPF vem tentando amordaçá-lo e bloquear seus artigos.
Provavelmente, eles nada podem fazer contra ele agora, pois ele está longe do Brasil. Mesmo assim, a maior organização gay do Brasil, que recebeu apoio de Hillary Clinton para ter credenciamento oficial na ONU em 2010, está buscando achar sua localização. Essa mesma organização, a ABGLT, também entrou com ação contra ele.
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