Julio Severo

Pastor tradicional quer campos de concentração para gays

Publicado em Adolf Hitler, apologetas, calvinistas, campos de concentração, Fred Phelps, Genizah, Rev. Charles Worley por juliosevero em 24 de maio de 2012

Pastor tradicional quer campos de concentração para gays

Julio Severo
A grande mídia esquerdista, embalada pela mídia gay, vem dando destaque a um pastor tradicional dos EUA que, em sua pregação de 13 de maio, sugeriu a construção de uma grande cerca eletrificada de 155 a 233 km para confinar os homossexuais de tal forma que não possam escapar.
O pastor é o Rev. Charles Worley, da Igreja Batista Providence Road, nos EUA.
Os holofotes não foram jogados sobre o Rev. Charles porque sua pregação representa os cristãos em geral ou os cristãos tradicionais em particular.
A mídia o escolheu como exemplo porque sabe que os cristãos não têm esse pefil. Afinal, o Rev. Charles não está recebendo aplausos das igrejas cristãs. Ele está recebendo críticas.
Portanto, o exemplo do Rev. Charles é um caso isolado.
Se a grande mídia esquerdista e a mídia gay quiserem encontrar casos não isolados, o mundo islâmico fornece abundância de exemplos. Qualquer chefe de mesquita que pregasse exatamente o que o Rev. Charles pregou seria aplaudido e aclamado por multidões islâmicas. Aliás, um chefe de mesquita que pregasse a pena de morte para gays seria ovacionado como herói.
A mídia conhece tais pregações vindas do mundo islâmico, mas abafa cuidadosamente. Nem mesmo os supremacistas gays ousam incomodar os islâmicos quando, com o poder do Estado islâmico, torturam e matam gays.
Portanto, a preocupação da mídia não é salvar os gays de campos de concentração, mas unicamente atacar os cristãos sob quaisquer pretextos, até mesmo usando e abusando de casos isolados.
A mídia escolheu o Rev. Charles porque o exemplo dele fornece a arma perfeita para desestimular os cristãos que lutam contra a agenda gay.
No Brasil, falsos apologetas, inclusive o tabloide sensacionalista Genizah, usaram o exemplo do Rev. Charles não para atacar os cristãos tradicionais, mas para apontar o dedo de acusação para os cristãos que lutam contra o PLC 122. Por esse e outros motivos, o Genizah é amplamente celebrados por cristãos esquerdistas e até por pastores gays.
Os falsos apologetas, que usam todo e qualquer caso para atacar os pentecostais e neopentecostais, não ousaram usar o Rev. Charles para apontar o dedo para os tradicionais.
Da parte do Genizah, é um comportamento previsível, pois seu dono, Danilo Fernandes, se gaba de ser calvinista. Contudo, dificilmente Calvino, se estivesse vivo, não concordaria com o Rev. Charles, apenas com uma adição: como ministro do Evangelho, Calvino teria recomendado capelães nos campos de concentração e a oportunidade de os gays saírem dali se abandonassem o estilo de vida gay.
Rev. Fred Phelps, um pastor tradicional que prega: “Deus Odeia as Bichas”

O Genizah também omite o fato de que o maior pastor antigay do mundo é um “cristão” tradicional. O Rev. Fred Phelps, da Igreja Batista Westboro, é famoso por fazer piquetes com cartazes dizendo “Deus Odeia as Bichas”. Uma investigação de LifeSiteNews anos atrás revelou que Phelps é membro de carteirinha do Partido Democrático, o mesmo partido de Obama e outros políticos pró-homossexualismo dos EUA. Phelps já concorreu cinco vezes em eleições por esse partido e “fez campanha em favor do Senador Al Gore na campanha presidencial de 1988, o que lhe trouxe a oportunidade de ser um dos convidados na posse do Presidente Clinton e seu vice Gore”.

Portanto, as ligações do Rev. Fred Phelps são nitidamente esquerdistas. Mas o exemplo dele é convenientemente usado pela mídia esquerdista e gay não para atacar os evangélicos esquerdistas, mas para debochar dos cristãos conservadores que se opõem à agenda gay. Ele é a bomba evangélica esquerdista para explodir evangélicos conservadores.
Danilo o Calvinista tem muita sorte de não haver um Genizah pentecostal ou neopentecostal. O Rev. Charles e o Rev. Fred, que são do mundo gospel tradicional, dariam o exemplo perfeito para debochar e zombar dele e outros tradicionais.
Deixando de lado a hipocrisia do calvinista Danilo, os supremacistas gays não têm moral para atacar o Rev. Charles Worley. Adolf Hitler, um dos maiores líderes homossexuais que o mundo já viu, condenou 6 milhões de judeus e outras pessoas, inclusive pastores e padres, aos campos de concentração. Ele também condenou alguns milhares de gays, por não se encaixarem no perfil que ele tinha de homossexual forte e másculo.
Com um Hitler gay no comando de um país, até mesmo gays desmunhecados não escapam de campos de concentração.
Num país de maioria cristã, os supremacistas gays (e os falsos apologetas!) podem acusar os cristãos de tentarem impor uma ditadura “assassina”.
Até mesmo Barack Obama, um cristão tradicional liberal, faz muito bem tais acusações, enquanto promove descaradamente a agenda gay, o aborto e o islamismo.
É uma mistura estranha, mas lembremo-nos de que Hitler não só era grande aliado dos islâmicos, mas também que seu nome continua sendo amado no mundo islâmico hoje, embora alguns países islâmicos nunca tenham precisado de campos de concentração para solucionar rapidamente seu problema com gays…

“Robinson Cavalcanti, o pecado veio cobrar a sua conta”

“Robinson Cavalcanti, o pecado veio cobrar a sua conta”

Uma resposta pública a Renato Vargens e aos defensores de suas incoerências

Julio Severo
Nota: Antes que os liberais tentem me apedrejar, o título deste artigo pertence a Renato Vargens, que usou originalmente as mesmas palavras, mas citando outro nome, que para ele sofreu as consequências de seu próprio pecado. Peço a paciência dos leitores, pois o texto é longo porque preciso responder a vários críticos e acusações. Para ler meu artigo original sobre Vargens, é só clicar aqui.
“Eu creio que a teologia da libertação deu uma contribuição muito importante ao cristianismo… dando uma abertura positiva à reflexão marxista”. — Dom Robinson Cavalcanti em seu livro A Igreja, o País e o Mundo, da Editora Ultimato.
Essa citação, um claro posicionamento reafirmado ao longo de toda a sua trajetória religiosa e política, seria o suficiente para colocar o bispo anglicano, tragicamente assassinado pelo próprio filho, na mira dos inúmeros críticos do mundo gospel enquanto estava vivo. Por incrível que pareça, Cavalcanti nunca enfrentou oposição por tal postura ideológica. Por algum motivo, os críticos estavam tão ocupados que não viram os problemas sérios do bispo, seja no seu apoio à agenda esquerdista anticristã, seja no seu descarado liberalismo teológico.

Teologia da libertação sexual e poligamia

Para piorar, o bispo enfiava sua ideologia em todas as suas atividades “ministeriais”. Em seu livro “Libertação e Sexualidade”, ele consegue destacar Karl Marx, Rubem Alves e Gilberto Freyre, mencionando de forma muito positiva o Relatório Kinsey como confiável referência científica sobre sexualidade.
Rubem Alves é um dos pais da Teologia da Libertação. Talvez, levando isso em consideração, o título mais apropriado para o livro de Cavalcanti devesse ser “Teologia da Libertação Sexual”. Kinsey era um depravado cujas pesquisas supostamente científicas foram desmascaradas como fraudulentas.
Da página 77 a 108, “Libertação e Sexualidade” trata exclusiva e abundantemente da poligamia, de forma positiva. Cavalcanti disse:
Continuo a anunciar um Deus libertador, que ama seus filhos e filhas, e não um Deus policial, desmancha-prazeres, guardião das tradições repressivas (p. 10).
Considerando o contexto ideológico, podemos ler o texto dele da seguinte forma apropriada: Continuo a anunciar um Deus da Teologia da Libertação, que ama seus filhos e filhas, e não um Deus policial, desmancha-prazeres, guardião das tradições repressivas (união conjugal apenas entre um homem e uma mulher?).
Em vez de ser condenado e repreendido publicamente por suas loucuras e aberrações, o bispo anglicano foi divulgado, ou por propaganda ou por silêncio — “quem cala consente”. Durante anos, a revista Ultimato o teve como colunista de destaque. Mais recentemente, um dos seus grandes propagandistas foi o tabloide sensacionalista Genizah. O resultado não poderia ter sido diferente, como disse o próprio Cavalcanti: “Meu livro foi usado como texto básico para grupos de estudo e lição para Escola Dominical em Igrejas de várias denominações” (página 9). Ele estava consciente de que seu liberalismo teológico estava sendo usado e promovido como respeitável referência em muitas igrejas.

Cavalcanti não era um conservador teológico

Embora o mundo gospel esteja repleto de críticos, cujo alvo preferido parece ser Silas Malafaia e outros televangelistas neopentecostais, Cavalcanti escapou ileso de críticas. Um dos únicos que tiveram coragem de criticar foi o jornalista Edson Camargo, editor do Mídia Sem Máscara, que disse:
A teologia de Robinson Cavalcanti, bem como algumas de suas posições em relação à família e à sexualidade também afrontam não só o conservadorismo, mas também o cristianismo histórico. Sobre a monogamia, ele afirma:
O ideal existe, mas sua manifestação histórica pode ferir outros tantos ideais divinos: sanidade, amor, fé, pois a monogamia pode ser, em muitos casos, apenas aritmética (1+1) e não qualitativa. A manutenção de outros ideais divinos tem levado, por sua vez, à necessidade de modelos não-monogâmicos que tornam possível a preservação e a promoção daqueles outros valores e idéias diante da impossibilidade histórico-conjuntural da simultaneidade de todos os valores (p. ex. Israel no Antigo Testamento. (no e-book Libertação e Sexualidade, págs. 71 e 72)
É claro que ele omite a passagem bíblica em que Jesus Cristo reafirma aos fariseus a prescrição divina irrevogável: Deixará o homem pai e mãe e se unirá a sua (no singular) mulher, tornando-se os dois uma só carne. Também não fala do padrão paulino para bispos e diáconos: maridos de uma só mulher.
Antes, a preocupação de Cavalcanti é meramente igualitarista, e acarreta na hipótese de que Deus estabeleceria padrões de conduta impossíveis de serem vivenciados ao longo da história:
O ideal divino, edênico, seriam as uniões monogâmicas? Sim, mas para todos. Ou seja, a exigência de absolutização desse modelo seria legítimo historicamente quando, concomitantemente, houvesse as condições objetivas para que todos a usufruíssem, não ficando ninguém sem casar, conforme, igualmente, o ideal edênico. Não seria teologicamente correto, nem eticamente honesto, exigência de um aspecto sem levar em conta a totalidade da Ordem da Criação. (Libertação e Sexualidade, pág 72)
Aqui fica óbvia a transposição da mentalidade “socialista democrática” de Cavalcanti para a esfera teológica, com todas as suas nefastas conseqüências de ordem espiritual e moral. “Só não é pecado se todos tiverem o mesmo direito”. Mas nada apóia esse raciocínio comunistóide nas Escrituras. “As manifestações sociais do pecado, as perversões, como as guerras, as epidemias, as enfermidades, os acidentes, as desigualdades, os preconceitos, têm tornado impossível o outro lado desse ideal”, afirma o bispo no parágrafo seguinte. Como se a presença do pecado no mundo pudesse relativizar a ordenança divina, única fonte da qual se pode entender a noção mesma de pecado. A ilogicidade da assertiva raia o ridículo.
Esse é o verdadeiro e conhecido Robinson Cavalcanti, ainda que faça boas críticas à ditadura gay (que, na verdade, ajudou a forjar, pois sempre se empenhou para que os evangélicos brasileiros apoiassem candidatos esquerdistas).

Um teólogo da poligamia que não era criticado pelos críticos do mundo gospel

Depois do assassinato do bispo vermelho pró-poligamia, Ariovaldo Ramos, em artigo no Genizah, prontamente o elogiou como “profeta”. Ariovaldo é o mesmo homem que disse: “A Teologia da Missão Integral é uma variante protestante da Teologia da Libertação”. Além de todo um histórico de apoio ao PT e ao MST, Ariovaldo já chegou a defender o aborto.
Para Renato Vargens, a morte do bispo foi uma “grande perda”, conforme foi exposto. Em que sentido? Sem Cavalcanti por perto, não haverá mais ninguém para pregar a Teologia da Libertação ou Missão Integral? Há outros “profetas” por aí para pregar esse “evangelho”. Mas não há muitos pastores ousados o suficiente para justificar a poligamia. Nesse ponto, Robinson Cavalcanti era a autêntica referência da “vanguarda revolucionária”, como dizem os militantes da extrema-esquerda.
Teria sido louvável se Vargens tivesse dito: “Lamento a morte do bispo, mas lamento também todos os erros que ele disseminou nas igrejas do Brasil”.
O mesmo Vargens que escreveu “Amy Winehouse, o pecado veio cobrar a sua conta” não teve coragem, coerência e honestidade de dizer: “Robinson Cavalcanti, o pecado veio cobrar a sua conta”. Pelo contrário, Vargens escreveu não um, mas dois textos em favor do bispo morto. O que teria demais em dizer que o assassinato horrendo do bispo foi o preço de seu amor aos seus pecados de marxismo e liberalismo teológico? Vargens preferiu seguir a multidão.
Eu preferi não seguir a multidão. Em vez de seguir a procissão evangélica ao “profeta” morto e dizer que a morte dele foi uma “grande perda”, deixei claro que o “profeta” provocou grandes perdas na igreja brasileira. Essas perdas são de conhecimento público. Ainda assim, fui considerado insensível e agressivo por autoproclamados apologetas, que estão mais preocupados com bajulações do que com a verdade.
Por tal “profanação”, Danilo Fernandes, dono do Genizah, me xingou publicamente no seu blog laranja Observador Cristão. Por sua vez, Renato Vargens prestou total simpatia e solidariedade à morte do bispo, chegando a se queixar de “desdém e desprezo” contra o morto, sem citar nomes. Embora eu tenha sido um dos únicos a não prestar solidariedade pública ao “profeta” morto, meu texto não trouxe nenhum desdém.
Se eu usasse o estilo do Vargens, eu teria com certeza dito: “Robinson Cavalcanti, o pecado veio cobrar a sua conta”.
Mas Vargens só usa seu estilo peculiar para aqueles que estão na sua mira. Cavalcanti & Cia nunca estiveram na lista negra dele e do Genizah.
Em contrapartida, eu e o filósofo Olavo de Carvalho estamos há muito tempo na lista negra do Genizah. Somos alvo de calúnias, grosseiras e xingamentos, mas nunca de objeções coerentes e dignas de cristãos. E ninguém entre os teólogos, líderes de denominações e outros “apologetas” diz um “a” sobre a conduta vergonhosa de Danilo Fernandes e sua quadrilha. Por aí se vê a “coragem” e o “zelo” dos “apologetas” diante de um desafio real.

O “evangelho” de Karl Marx

Eu realmente não tenho como dizer que foi uma grande perda a morte de um homem que pregava marxismo e poligamia.
Não vejo como um homem que é fiel à Palavra de Deus em todas as questões da vida possa dizer que o fim de alguém que justificava comunismo e poligamia teria sido uma “grande perda” para a igreja brasileira, cujo interesse e ocupação deveria ser proclamar o Evangelho em toda a sua pureza.
Mas, por amor à ficção, vamos imaginar um Cavalcanti que não justificava a poligamia. Vamos imaginar que ele pregava um evangelho esquerdista sem os “excessos” do marxismo — mais de 100 milhões de mortos. Qual seria o resultado?
Em seu livro “Era Karl Marx um Satanista?”, o Rev. Richard Wurmbrand, um pastor luterano romeno de ascendência judaica, deixa claro que Karl Marx, o fundador do marxismo, era satanista.
Num dos seus poemas (disponível no livro de Wurmbrand), Marx disse:
Desejo vingar-me dAquele que governa lá em cima
Assim um deus tirou de mim tudo
Nada me restou a não ser a vingança
Meu desejo é me construir um trono
Meus braços são possuídos de força para agarrar e triturar a humanidade. Com a força de um furacão.
Eu reduzirei o mundo a pedaços com as minhas continuas maldições.
Quando escreveu isso, Marx tinha dezoito anos. O plano de sua vida já havia sido estabelecido. Ele desejava arruinar o mundo. A ambição dele era construir para si um trono, e isso se tornou satanicamente realidade, pois seus livros e ideias estão literalmente entronizados em universidades do mundo inteiro. O esquerdismo, por suas raízes no marxismo satânico, sempre termina em tragédia, para a igreja e para o mundo.

“Outro evangelho” e a fundação do MEP

Embora nos preocupemos com infiltrações satânicas na igreja, ainda não enxergamos que uma grande infiltração já ocorreu, com aparência de anjo de luz, sendo defendida por grandes pastores e revistas. O Apóstolo Paulo alertou:
“Estou chocado de que estejais vos desviando tão depressa daquele que vos chamou pela graça de Cristo, para seguirem outro evangelho, que na verdade, não é o Evangelho. O que acontece é que algumas pessoas vos estão confundindo, com o objetivo de corromper o Evangelho de Cristo. Contudo, ainda que nós ou mesmo um anjo dos céus vos anuncie um evangelho diferente do que já vos pregamos, seja considerado maldito! Conforme já vos revelei antes, declaro uma vez mais: qualquer pessoa que vos pregar um evangelho diferente daquele que já recebestes, seja amaldiçoado!” (Gálatas 1:6-9 KJA)
Consciente do alerta da Bíblia, fui o primeiro cristão do Brasil a denunciar publicamente um homem que nos trouxe um evangelho diferente. Com esse evangelho diferente, ele se tornou membro do PT, teve encontros com Lula e trabalhou ativamente no passado em prol do PT, só abandonando o Partido das Trevas porque, na visão dele, o PT estava abandonando o socialismo e se tornando mais “capitalista”.
Cavalcanti deixou o PT, mas nunca renunciou ao marxismo. Aliás, ele foi o fundador do maior movimento esquerdista evangélico da história do Brasil — o MEP, Movimento Evangelho Progressista. Preocupado com a reação do público evangélico diante das ambições políticas de seu outro evangelho, Cavalcanti teve todo o cuidado de não apresentar o MEP como descaradamente comunista, esquerdista, marxista ou socialista.
O bispo Robinson Cavalcanti disse sobre a fundação do MEP:
Lembro-me do debate sobre a nomenclatura mais adequada quando da fundação do MEP: “evangélicos de esquerda”? “evangélicos revolucionários”? “evangélicos socialistas”? Optamos pela expressão menos controvertida de “progressistas”, embora isso lembre um conceito positivista. Hoje poderíamos falar em um “cristianismo profético”, em “Igreja profética”, em cristãos que incluem o profetismo (“denúncia das estruturas iníquas da sociedade”) em seu conceito de Missão, a serviço do Reino de Deus.
O MEP surge em 1990 com o sentimento de continuidade e aprofundamento de um discipulado integral, que inclui a cidadania responsável. Um importante movimento de opinião, afirmando a compatibilidade entre a fé cristã reformada, protestante, evangélica, com a democracia e o socialismo. O MEP estimulou essa militância nos partidos de esquerda, nos movimentos sociais e nos sindicatos filiados à CUT.
Fonte: OS CRISTÃOS PROGRESSISTAS E A CRISE DA ESQUERDA NO BRASIL, palestra apresentada por Dom Robinson Cavalcanti, em nome do Movimento Evangélico Progressista, no Encontro promovido pelo CLAI (Secretaria Regional para o Brasil) em Brasília, 29 de agosto de 2003.
A astúcia desse homem não permitia que o MEP fosse publicamente designado pelo que realmente era: marxista. Como um dos mais importantes estrategistas e proclamadores de outro evangelho, Cavalcanti tinha de ser denunciado — na vida ou na morte. Essa tarefa cabia especialmente aos críticos do mundo gospel. Mas, muito diferente do que sempre fizeram com Malafaia — onde a crítica de boca escancarada é a regra —, a regra deles para Cavalcanti e outros pregadores de outro evangelho é a boca fechada.
Só o silêncio já é pecado para eles, pois se a missão deles é realmente defender o Evangelho, por que Vargens teve o trabalho de escrever dois artigos sobre o bispo sem mencionar seu “outro evangelho”? Aliás, Vargens, que critica regularmente Silas Malafaia e outros neopentecostais por nome, nunca fez uma única menção negativa a Cavalcanti. Cito Vargens porque o conheço pessoalmente e sei com quem ele anda: ele está diretamente ligado à turma teológica do Mackenzie, cujos estudantes ficaram famosos por confrontarem publicamente militantes esquerdistas durante o regime militar.

“Sigam o blog do Renato Vargens sem restrição!”

Na verdade, essa amizade é tão estreita que logo que escrevi meu artigo denunciando a incoerência de Vargens, teólogos do Mackenzie e aliados se manifestaram prontamente para dar apoio irrestrito a ele. Augustus Nicodemus, chanceler do Mackenzie, deu o tiro de partida, dizendo em sua página de Facebook: “Recomendo o blog do Renato Vargens sem restrição”. Norma Braga e outros copiaram e retransmitiram. “Sem restrição” significa, de acordo com o Dicionário Michaelis, “sem reservas”, “incondicionalmente”. Significa que eles concordam, TOTALMENTE, com tudo o que Vargens diz e disse em seu blog.
E eu que achava que os cristãos nunca alcançariam esse sublime estado de perfeição na terra! Preciso descobrir o segredo divino do Vargens. Meus leitores me apoiam com restrições e críticas. Mas Vargens virou um anjo! Se do lado neopentecostal você encontra apóstolos e bispos, do lado antineopentecostal você encontra criaturas muito mais graduadas. Ninguém pode negar que os anjos estão em hierarquia acima dos pastores, apóstolos e bispos.
O que é fascinante nessa questão é que Augustus Nicodemus Lopes é um teólogo, especialista em hermenêutica. Norma Braga é escritora. Ambos estão aptos a entender profundamente o significado das palavras. Portanto, esse termo “sem restrições” não foi um mero descuido deles. Foi um termo proferido com entusiasmo e convicção, por quem sabe o que fala.

Vejamos agora o comportamento do anjo que é recomendado sem restrição, o anjo que critica Silas Malafaia, mas nunca criticou Cavalcanti.

Renato Vargens faz propaganda de Caio Fábio

Tal qual o Genizah, Renato Vargens, até onde pode, divulga “pregações” de Caio Fábio. Veja a divulgação dele aqui e aqui, com Caio Fábio, para variar, atacando Malafaia. Divulgar o excelente trabalho de Malafaia contra o aborto e a agenda gay ou as posturas pró-vida e pró-família da Marcha para Jesus? Isso nem passa pela cabeça do Vargens. Só para recordar, recebo de Caio Fábio o mesmo tratamento de zombaria que recebo do Genizah.
Confira a zombaria aqui: Caio Fábio ataca Julio Severo

Genizah elogia Caio Fábio e ataca Julio Severo e Olavo de Carvalho

Quanto ao Genizah, esse blog calvinista debochador faz vários elogios e divulgações de Caio Fábio, Cavalcanti e outros “mestres” da Teologia da Missão Integral. Elogia também Leonardo Boff, o “mestre” da Teologia da Libertação. Para mim (e para Olavo de Carvalho), o tratamento é o contrário. Recentemente, Danilo Fernandes, o dono do Genizah, debochou:
E por falar em gente mal intencionada, a minha impressão negativa sobre Pat Robertson ganhou outro patamar quando um certo blogueiro parecido com o INRI Cristo, hoje roommate nos Estados Unidos de Olavinho, a cloaca senil, de Carvalho apoiou a mesma tese racista relativamente ao povo sofrido do Haiti…
Está muito claro que a verdade e a sã doutrina são meros detalhes na defesa dos ideais políticos de INRIzinho. Doutrina cristã não é a praia dele. O camarada é apologista do ideal reacionário e, na sua defesa tropega da ideologia olaviana, ele segue uma linha de raciocínio típica dos esquizofrênicos paranoides, onde se alguém emite uma opinião em concordância com a opinião específica de outra pessoa, a qual defenda alguma tese que o esquizofrênico paranoide esteja vidrado, para este, os dois são iguais e concordam em tudo.

“Defensor da fé”

Como será mostrado mais adiante, Vargens declarou em seu blog: “Louvo a Deus pelos defensores da fé… pelos blogs de apologética como o… Genizah.”
O Genizah promove Cavalcanti, e isso é apologética e defesa da fé.
O Genizah ataca Malafaia, e isso é apologética e defesa da fé.
O Genizah promove Caio Fábio, e isso é apologética e defesa da fé.
O Genizah ataca Julio Severo e Olavo de Carvalho, e isso é apologética e defesa da fé.
O Genizah promove Ariovaldo Ramos, e isso é apologética e defesa da fé.
E ai de quem não louvar o “defensor da fé” e “blog apologético”!
Se temos agora que seguir o blog do Renato Vargens sem restrição, então somos obrigados a dizer: “Oh, Deus, te louvamos porque o Genizah é um blog apologético que defende a fé única e verdadeira nos protegendo de heréticos como Silas Malafaia, Olavo de Carvalho e Julio Severo e nos iluminando com a luz de Cavalcanti, Caio Fábio e Ariovaldo Ramos”.
Ataque a Teologia da Prosperidade e você ganha o direito de promover a Teologia da Libertação, Leonardo Boff, Caio Fábio e Cavalcanti e ainda posar de “santo”, “defensor da fé” e especialista em “apologética”! Com todos esses privilégios, quem é que não vai querer participar, ou pelo menos emudecer?
Genizah e Vargens são implacáveis contra a Teologia da Prosperidade e seus pastores. Mas os dois divulgam sistematicamente o “profeta” Cavalcanti, Caio Fábio e Ariovaldo Ramos, emudecendo com relação aos erros e aberrações desses homens. Aliás, eles vivem à vontade entre teólogos e pastores liberais, nunca os confrontando.
O que está por trás dos ataques aos neopentecostais? O que está por trás da promoção aos pastores liberais e o silêncio diante dos erros deles?
Por que os chamados apologetas calvinistas se calam diante de Cavalcanti, Genizah & Cia? Será que Cavalcanti, Genizah & Cia estão desculpados em todos os seus pecados e liberalismo apenas por sua posição de atacar a Teologia da Prosperidade e os neopentecostais — esporte predileto dos calvinistas liberais e cessacionistas?

Cavalcanti: Teologia da Prosperidade é reflexo do capitalismo

Robinson Cavalcanti via a Teologia da Prosperidade como expressão do capitalismo. Isso pode explicar a razão por que adeptos da Teologia da Missão Integral invariavelmente sejam os mais raivosos contra os adeptos da Teologia da Prosperidade. Embora tentem camuflar sua hostilidade com preocupações “teológicas”, “bíblicas” ou “apologéticas”, sua fonte é essencialmente ideológica.
Em recente entrevista à revista Cristianismo Hoje, Caio Fábio declarou que o grande momento para unificar as igrejas evangélicas do Brasil foi o início da década de 1980. Na entrevista, feita por Danilo Fernandes, do Genizah, Caio Fábio desabafou: “A teologia da prosperidade não existia por aqui, o que prevalecia era a teologia da missão integral. Havia uma quantidade enorme de pastores [adeptos da teologia da missão integral]”. Esse prevalecimento, de acordo com ele, ocorria de forma especial no Congresso Brasileiro de Evangelização, onde até hoje a Teologia da Missão Integral está no pedestal. Mas Deus, em sua graça, destruiu a unificação evangélica que quase ocorreu no começo da década de 1980: Pouco tempo depois, veio a Teologia da Prosperidade, com força total, quebrando a espinha dorsal do monopólio da Teologia da Missão Integral, essencialmente arruinando todos os esquemas socialistas maiores que estavam sendo arquitetados.
A ascensão do neopentecostalismo destroçou o consenso que, de acordo com Caio Fábio, estava se avolumando entre as igrejas com relação à Teologia da Missão Integral.
A destronação da Teologia da Missão Integral foi um golpe “imperdoável”, provocando uma demonização sem precedentes das igrejas neopentecostais, sob a capa de seriedade espiritual e devoção religiosa. Caio Fábio e Robinson Cavalcanti, que tiveram papel destacado em iniciativas para aproximar os evangélicos do PT, se tornaram “profetas” contra a Teologia da Prosperidade e a favor da Teologia da Missão Integral, que usa o Evangelho apenas como palanque da ideologia socialista.
Por atacar a Teologia da Prosperidade, Cavalcanti e outros “mestres” da Teologia da Missão Integral ganharam isenção de toda crítica. Afinal, o Brasil vive uma temporada livre de caça aos adeptos da Teologia da Prosperidade. Por determinação de uma minoria de pastores liberais e pelo silêncio da maioria, é proibido colocar a Teologia da Missão Integral nessa temporada.
Assim, é natural ver multidões aproveitando a temporada de caça, e depois mostrando aos amigos apologetas e genizistas: “Ei, cacei um neopentecostal! Coloquem-me na primeira página! Mereço os holofotes! Mereço prêmios e condecorações!”

“Profecias, línguas, visões e outros dons do Espírito Santo cessaram há dois mil anos…”

Os neopentecostais, especialmente sua Teologia da Prosperidade, são atacados implacavelmente pelo Genizah, Vargens & Cia. Contudo, se a questão da Teologia da Prosperidade for resolvida, Vargens e seus amigos do Mackenzie ficarão satisfeitos? Claro que não. Eles são cessacionistas — religiosos que acreditam que os dons do Espírito Santo eram apenas para a época dos apóstolos. Portanto, na visão deles, hoje não existe genuínas profecias, dons de cura, dons de línguas, etc.
Eles realmente acreditam que os cristãos que têm esses dons hoje não os receberam de Deus. A questão deles, pois, com os neopentecostais e pentecostais é muito mais profunda e espinhosa, não se limitando apenas à Teologia da Prosperidade. Os dons sobrenaturais do Espirito Santo também estão incluídos na lista de condenação deles do que os cristãos hoje podem ou não ter.
Infelizmente, a heresia cessacionista — que faz seus adeptos ridicularizarem e atribuírem ao diabo as manifestações legítimas do Espírito Santo na vida de milhões de cristãos atualmente — não é atacada com veemência e seriedade por quase ninguém atualmente. (Quem encontrar um apologeta denunciando a heresia cessacionista ganha um pirulito!)
O que tenho para dizer para Vargens e os calvinistas que o apoiam sem restrição é: cuidem de seu quintal. As maiores igrejas presbiterianas do mundo estão descambando para a ordenação de pastores gays e lésbicas. Portanto, parem sua preocupação obsessiva com os pentecostais e neopentecostais e cuidem de seu próprio quintal.
Nunca vi Vargens, que tem 100% de apoio de outros calvinistas, criticar e condenar Robinson Cavalcanti e seus males teológicos e políticos.
Mas tenho certeza de que Vargens jamais perdoaria se visse o Apóstolo Paulo ou outro cristão fazendo isso HOJE:
“E Deus pelas mãos de Paulo fazia maravilhas extraordinárias. De sorte que até os lenços e aventais se levavam do seu corpo aos enfermos, e as enfermidades fugiam deles, e os espíritos malignos saíam.” (Atos 19:11-12 ACF)
O que Paulo fazia era totalmente estranho e avesso à teologia seca e morta dos judeus de sua época, e duvido que seria diferente para os adeptos modernos de teologias secas e mortas.
Provavelmente, pelas mãos de Paulo muitas outras maravilhas extraordinárias eram feitas, não só com lenços e aventais. Mas se hoje um cristão imita Paulo, com lenços ou aventais ou outros objetos, os adeptos da teologia cessacionista prontamente negam que isso seja de Deus, pois afinal, para eles, os dons espirituais cessaram com os primeiros apóstolos, como se o próprio Espírito Santo tivesse ficado velhinho e se aposentado!

Maiores milagres nos últimos dias

É possível hoje um cristão ser usado por Deus para que milagres extraordinários sejam realizados através de lenços, aventais e outros objetos? Claro que sim. Jesus realizou milagres imensos e Ele disse para nós:
“Na verdade, na verdade vos digo que aquele que crê em mim também fará as obras que eu faço, e as fará maiores do que estas, porque eu vou para meu Pai.” (João 14:12 ACF)
“Aquele que crer e for batizado será salvo. Todavia, quem não crer será condenado! E estes sinais acompanharão aos que crerem: em meu Nome expulsarão demônios; em línguas novas falarão. Pegarão serpentes com as mãos; e, se algo mortífero beberem, de modo nenhum lhes fará mal, sobre os enfermos imporão as mãos e eles serão curados!” (Marcos 16:16-18 KJA)
E nós, que estamos nos últimos dias, somos alvos de promessas não de cessação dos dons, mas de maiores manifestação deles:
“Nos últimos dias, diz o Senhor, que derramarei do meu Espírito sobre todos os povos, os seus filhos e as suas filhas profetizarão, os jovens terão visões, os velhos terão sonhos”. (Atos 2:17 KJA)
De acordo com Jesus, nós que cremos nEle podemos sim fazer obras maiores do que os grandes milagres que Ele realizou, seja por meio de lenços, aventais ou outros objetos ou o que o Espírito Santo inspirar, por mais estranho que possa parecer aos adeptos de teologias mortas e secas, ou por mais escandaloso que possa parecer para os que têm fé firme de que os dons espirituais sobrenaturais só existiram há 2.000 anos e o que se vê hoje, de acordo com eles, é falsificação e operação demoníaca.
Para eles, Deus hoje não fala mais através de sonhos, visões e profecias. Curas por dons espirituais e palavras proféticas? Heresia!
Como a maior parte da igreja brasileira, eu creio que Deus fala hoje, que Deus cura hoje, que Deus faz milagres e maravilhas hoje e que Deus dá dons de visões e profecias hoje. Tenho essa convicção porque não quero andar na contramão da Palavra de Deus e do mover do Espírito Santo.
Creio que os que creem em Jesus podem hoje realizar maiores milagres. Creio na Palavra de Deus. Mas tenho desconfiança de cristãos que se dizem profetas e apoiaram Lula. Tenho desconfiança de líderes cristãos que dizem que oraram e a resposta foi José Serra ou Marina Silva. Tenho desconfiança de cristãos que dizem que oraram e Deus os dirigiu a votar num cristão marxista, profundamente comprometido com a Teologia da Libertação.

A união oportunista de críticos ideológicos e teológicos da Teologia da Prosperidade

Enquanto os críticos ideológicos e liberais teológicos criticam a Teologia da Prosperidade por vê-la como reflexo do capitalismo, críticos teológicos tradicionalistas atacam porque são fundamentalmente contra tudo o que venha do neopentecostalismo.
O fato de que igrejas e líderes não liberais silenciem diante das críticas ideológicas das igrejas da Teologia da Missão Integral deve-se exclusivamente ao ranço teológico, que no final acaba beneficiando o liberalismo teológico, que cresce debaixo do silêncio comprometedor daqueles que deveriam denunciar os perigos maiores da Teologia da Missão Integral.
Os críticos teológicos liberais só vão parar de criticar os neopentecostais depois que os neopentecostais abraçarem a Teologia da Missão Integral.
Os críticos teológicos tradicionalistas só vão parar de criticar os neopentecostais depois que os neopentecostais abandonarem a Teologia da Prosperidade, e depois que abandonarem falar em línguas, profecias, expulsão de demônios, etc. Mas as exigências teológicas, com certeza, não vão parar por aí.

O que você deve fazer com um crítico da Teologia da Prosperidade?

Qual deve ser sua atitude quando encontrar um crítico do mundo gospel numa igreja ou conferência? Você que é pastor ou responsável pela conferência, exija que o crítico só trate dos problemas da Teologia da Prosperidade depois que ele denunciar a Teologia da Missão Integral e a heresia cessacionista. Se o especialista em crítica não aceitar esses justos termos, mande-o plantar batatas no quintal da casa dele.
Se ele quiser atacar Silas Malafaia ou R.R. Soares, exija dele: “Você passou anos atacando esses dois telepastores neopentecostais, mas nunca criticou Ariovaldo Ramos e outros promotores da Teologia da Missão Integral, inclusive o Genizah. Você também nunca atacou a heresia cessacionista. Se não começar agora a denunciar essas heresias, vou vê-lo como falso mestre de hoje em diante”.

Renato Vargens recomenda Ariovaldo Ramos e Genizah

Por falar em Ariovaldo Ramos, Vargens recomendou publicamente que seus leitores o seguissem no Twitter. Veja aqui. O Genizah & Cia dizem “amém”! Augustus Nicodemos completa: “Sigam o blog do Renato Vargens sem restrição!”
Vargens também disse: “Louvo a Deus pelos defensores da fé… pelos blogs de apologética como o da Nani, Genizah, Púlpito Cristão, Márcio de Souza, Hermes Fernandes, e dezenas de outros mais que diariamente lutam contra os ensinamentos espúrios dos apóstolos modernos”.
Os que seguem Vargens sem restrição em tudo o que ele disse têm também o dever de “louvar a Deus” pelo Genizah e outros debochadores. Como é horrível seguir incondicionalmente meros mortais!
Hermes Fernandes, que foi recomendado por Vargens, já foi repreendido publicamente por ter debochado de Olavo de Carvalho, mas recebeu resposta à altura, que você pode ver aqui:
Em outra ocasião, Vargens louvou a Deus por Antônio Carlos Costa, pela “ousadia de levantar a bandeira da paz neste país”. Essa “ousadia” foi compactuar com a ideia de paz do socialismo: desarmamento da população civil. Vargens também “Bendisse ao Senhor por teólogos como… Ariovaldo Ramos”. Você pode encontrar esses disparates aqui no blog do Vargens. E você pode apostar que o PT e outros socialistas devem estar louvando todos os deuses e deusas por um líder evangélico calvinista progressista como Antônio Carlos Costa que trabalha pelo desarmamento.
Sobre desarmamento, tenho este artigo:
Dá, realmente, para seguir o blog do Renato Vargens sem restrição? Faça essa pergunta ao Rev. Augustus Nicodemus, do Mackenzie.
Aliás, foi graças à intervenção do Rev. Nicodemus, que postou o primeiro comentário de apoio ao texto do Vargens — que tentou defender seus disparates sobre Cavalcanti dizendo que não é socialista , que todos os outros mackenzistas e aliados imediatamente seguiram o rastro, fazendo seus comentários e achando que estavam autorizados a apoiar Vargens e me atacar. Meteram-se na questão do Vargens e Cavalcanti sem nem mesmo dar atenção à Palavra de Deus:
“Como alguém que decide pegar um cão pelas orelhas, assim sofre aquele que se mete em discussão alheia!” (Provérbios 26:17 KJA)
Meu longo artigo é, pois, um reforço ao que eu disse sobre a incoerência do Vargens e também uma resposta às acusações dos que a Palavra de Deus chama de “metidos”.
Eu já havia tratado do assunto do Vargens e Cavalcanti adequadamente neste artigo:

Julio Severo responde aos críticos que não gostam de ser criticados

O que fica mais que evidente é que a turma que adora criticar (vejam só!) não adora ser criticada. Bastou a “recomendação ‘sem exceção’” do Rev. Nicodemus, literalmente sacralizando as incoerências do Vargens, que a turma mackenzista & cia saiu em tropel em defesa do crítico incoerente, sem parar para olhar mais nada. Sorte a recomendação sem exceção não ter envolvido pulo em abismo!
Nessa altura, podemos pensar: será que até mesmo Calvino recebe de seus seguidores um apoio incondicional e sem exceção?
Darei, a seguir, minhas respostas aos que não gostam de críticas e criticaram a mim no blog do Vargens:
Tiago Santos: Ô, moleque, que vai atrás de recomendações sem restrição e tenta agradar lambendo botas e solas dos recomendadores e recomendados. Por que você não cuida melhor da Editora Fiel, que já chegou a colocar propaganda no Genizah? No comentário de apoio ao Vargens, você disse: “Acusá-lo de esquerdismo por sua palavra de respeito à vida do bispo que foi brutalmente assassinado tange a desonestidade e beira o absurdo”. Ora, ora, Sua Santidade Tiago, o único acusado de esquerdismo foi o Cavalcanti. E o que Vargens disse da cantora que morreu? Repito o que ele disse: “Amy Winehouse, o pecado veio cobrar a sua conta”. Não se pode dizer então: “Robinson Cavalcanti, o pecado veio cobrar a sua conta”? Sua teologia é que todos os descrentes vão para o inferno e todos os pastores, inclusive Cavalcanti, vão para o céu? Isso parece predestinação calvinista, bem típico de você e seu grupo.
Ora, você finge desconhecer que a punição para os que conhecem o Evangelho e o distorcem é maior do que para aqueles que, sem o conhecer, pecaram por toda a vida.
Você também disse: “Concluo expressando minha tristeza por perceber que há alguns que confundem a fé cristã com conservadorismo político. Aquela está muito acima desta — e é a base da boa política”.
Alguns, quem, rapaz? Seu comentário deveria ter lidado com a incoerência do Vargens, sem jogar indiretas. Você não poderia estar falando de outra pessoa. Qualquer criança sabe que você se referia a mim.
Agora pergunto: com base em que você faz acusações sobre a vida cristã de outra pessoa?
Você não conhece minha vida devocional, não conhece minha vida familiar, nada sabe da minha vida na igreja local que frequento e nem da minha vida na comunidade em que atualmente moro. Você desconhece meu testemunho na vida diária, desconhece as minhas atividades ministeriais que não aparecem em meu blog, e desconhece outros posicionamentos e convicções minhas em outras áreas.
Mesmo assim, você se atreve a lançar acusações estúpidas.
Querendo por em dúvida a qualidade e a autenticidade da minha fé a fim de justificar, desviar ou acobertar as incoerências do Vargens, você mostrou a qualidade da sua própria fé. Tal erro é muito grave, pois não há nada no padrão ético da Bíblia que justifique sua acusação à minha pessoa ou a qualquer outra pessoa.
Duvido que o propósito da Editora Fiel seja gerar na vida dos leitores o comportamento que você demonstrou. Seja como for, leitores verdadeiramente guiados pelo Espírito Santo não se deixam influenciar por tal carnalidade.
Portanto, deixe de molecagem, e aja com a responsabilidade de um verdadeiro servo de Deus. E isso não vale apenas para você. Vale para todos os que, vergonhosamente, apoiaram sua acusação, como Norma Braga, Uziel Santana e outros.
Norma Braga disse: “É uma piada de muito mau gosto dizer que você é de esquerda”. “Vargens é de esquerda” não são palavras que eu disse, mas que você colocou na minha boca. O que eu disse é que o Vargens é um incoerente. Como você chama um crítico que critica tudo e diz ser contra o marxismo, mas não critica Cavalcanti por seus pecados descarados? Como você chama alguém que diz “Amy Winehouse, o pecado veio cobrar a sua conta”, mas não aplica o mesmo princípio ao bispo que pregava marxismo e depravação? Como você chama um homem que silencia diante dos pecados de Cavalcanti e elogia todos os que debocham de mim e do Olavo de Carvalho? Vargens é um incoerente. Como chamamos alguém que diz condenar o marxismo, mas anda a vontade com pastores dessa linha, os elogia e louva a Deus pela vida deles? Não consigo imaginar o Apóstolo Paulo louvando a Deus por nenhum dos pregadores que proclamavam outro evangelho. Paulo não teria elogiado nem mesmo um anjo se tivesse feito isso.

Mas no seu caso, como você também já declarou que recomenda Renato Vargens “sem restrição”, temos novamente a questão de um anjo encarnado, que não erra. E o que é mais grave: os erros notórios do Vargens passam a ser também os seus, quer você goste disso ou não.

Voltando ao ponto central: Cavalcanti era ou não falso mestre? O que está em questão aqui não é o que você imagina sobre mim e outras pessoas. De leitores de alma, já basta Caio Fábio. E você apoiou a interpretação de alma que o Tiago Santos fez, postando até um elogio seu ao que você chamou de “testemunho bonito” do Tiago Santos. Mas uma amiga sua disse para você sobre esse “testemunho bonito”:
“Eu sei que o Pr. Renato é excelente pessoa. Mas só tem um senão no texto: eu não considero socialistas como irmãos em Cristo, já que o socialismo é frontalmente contrario à fé cristã e sempre procurou e a procura destruir. Prova é o que tem acontecido no mundo e no Brasil. Que o Robinson não era conservador, não era mesmo, hehe”.
É mais fácil levantar qualquer acusação contra mim do que reconhecer que o “anjo” não é dotado de infalibilidade?
Leia minha resposta acima ao Tiago. Vargens — e os que tentam acobertar sua incoerência — fez um desserviço ao Evangelho ao prestar solidariedade a um dos maiores estrategistas do outro evangelho no Brasil.
Uziel Santana: “O fundamento da nossa ação no Reino ou no mundo sempre deve ser Cristo. Não deve haver outro fundamento, seja ele de direita ou de esquerda. Como bem disse o Tiago, confundir as bases da nossa fé com o conservadorismo político é inadmissível, principiante e coisa de quem, ao contrário do que prega as Escrituras, está em busca de partidarismos e divisões na Igreja de Cristo”.
Sua acusação foi além da do Tiago. “Partidarismos e divisões na Igreja de Cristo”? Você está falando do Genizah, Ariovaldo Ramos, Robinson Cavalcanti ou de mim? Prove sua acusação.
Nem direita nem esquerda são o fundamento do Cristianismo, mas a verdadeira fé cristã se expressa com posturas conservadoras. As posturas conservadoras são um dos frutos do verdadeiro Cristianismo, e ficam evidentes quando o cristão maduro tem oportunidades de dar seu testemunho público em questões culturais e políticas. Durante o governo militar, os estudantes do Mackenzie, de direita, entravam em violentos confrontos de rua com os estudantes da esquerda. Acredito que a direita não era a base da fé deles, assim como não é da minha. E só para constar: nunca tive violentos confrontos de rua com nenhum esquerdista.
O que é inadmissível é que, com a desculpa de pregar o evangelho, se faça vista grossa ao apoio à Teologia da Missão Integral, à heresia cessacionista e às incoerências e pecados óbvios de lideranças evangélicas, com o interesse oportunista de forjar uma artificial “união na Igreja de Cristo”, visando, obviamente, alcançar maior poder, visibilidade e influência diante de determinados movimentos. A fé cristã ou ação no Reino sempre foram desculpas bem arranjadas para manipuladores do Evangelho como Cavalcanti. Você conhece a história das grandes denominações brasileiras, repletas de pastores liberais, maçons e esquerdistas. Sabe do que estou falando.
Convenhamos, Uziel, você está hostil comigo desde que rejeitei seu apoio a Marina Silva. Conforme você me disse, você orou e Marina foi a resposta. De forma igual, Valnice Milhomens orou e Marina foi a resposta. Mas duvido muito que foi Deus quem deu uma resposta a vocês. E seus amigos cessacionistas também duvidam com certeza, mas por outros motivos. Contudo, você não se pronuncia sobre suas discordâncias com eles, evitando o confronto do erro, apenas para alimentar interesses de poder, visibilidade e influência debaixo da capa de amor e união cristã.
Você poderia citar para seus amigos cessacionistas John Piper, que é teólogo calvinista e crê nos dons sobrenaturais do Espírito Santo para hoje, inclusive o dom de línguas. Já está mais do que na hora de confrontar a heresia cessacionista, não?
Desde o episódio da Marina, parei de publicar seus artigos e de recomendá-los.
Eu avisei você que Marina tem como conselheiros Leonardo Boff e Caio Fábio. Ambas as criaturas são apoiadas pelo Genizah. E você ainda me perguntou “O que é que você tem contra o Genizah?” O orgulho de satanás foi querer grandeza e posições elevadas. E esse é um problema sério que você tem de lidar na sua própria vida, pois desde que parei de lhe dar oportunidades de publicação, você está em hostilidade.
O que você quer que eu pense a seu respeito, diante de tudo isso?
Solano Portela: Você, como eu, é contra o desarmamento da população civil. Mas já expus minha discordância com você por ter citado favoravelmente o Rio de Paz, organização desarmamentista amplamente apoiada pelo Genizah. Isso é incoerência. Agora, você apareceu no blog do Vargens para participar do ataque em grupo contra mim. Pare de ser incoerente. Copiei aqui meu comentário para você em 2008:
Olá, Rev. Solano! Parabéns pelo excelente artigo! Eu queria publicá-lo no meu blog, mas fiquei preocupado porque seu texto faz divulgação do Rio de Paz, que recentemente patrocinou palestra do ultra-esquerdista Bispo Robinson Cavalcanti. Além disso, as campanhas do Rio de Paz, que lidam com questões de violência e segurança pública, não defendem o direito natural dos cidadãos à defesa pessoal e armada. São campanhas que acabam atendendo aos interesses da ideologia esquerdista (principalmente o desarmamento, tão querido da esquerda) e, como todos somos testemunhas, o esquerdismo é uma doença mental afetando e impulsionando não só o governo Lula, mas também o movimento homossexual. Sou pela paz, mas não a paz da esquerda ou do inferno. Sou pela paz de Cristo, que deve reinar nos corações, junto com a justiça de Deus.
Ciro Sanches Zibordi também comentou, aproveitando a proteção do grupo, para expor elogios ao Vargens e me atacar. Ciro, que já foi repreendido por mim por suas incoerências ao atacar Malafaia, hoje se queixa por ser criticado por criticar. Para aqueles que querem conhecer o motivo do Ciro ter aparecido no blog do Vargens para me criticar em grupo, leiam o artigo:
Euder Faber disse: “A postura de Renato Vargens tem sido pautada pela coerência ética e bíblica, afirmar que ele é um esquerdista é um absurdo. Renato conta com a solidariedade dos que fazem a Vinacc”. Não chamo de coerência ética e muito menos bíblica elogiar Cavalcanti, Ariovaldo Ramos e Genizah. Quem colocou na minha boca a afirmação de que “Vargens é um esquerdista” foi a Norma Braga. Mas é inegável que várias das más companhias dele são esquerdistas. Isso eu deixei muito claro no meu artigo, mas você preferiu se esquivar de todas as ligações do Vargens plantando algo na minha boca. Vargens é um incoerente. Como chamamos alguém que diz condenar o marxismo, mas anda a vontade com pastores dessa linha, os elogia e louva a Deus pela vida deles? Não consigo imaginar o Apóstolo Paulo louvando a Deus por nenhum dos pregadores que proclamavam outro evangelho. Paulo não teria elogiado nem mesmo um anjo se tivesse feito isso.
O papel da VINACC hoje se reduz a se solidarizar com um homem que se solidariza com pastores, líderes e falsos mestres que abraçaram outro evangelho?
O stand da revista Ultimato está sempre nos eventos da VINACC. Então, você tem assuntos muito mais importantes para se preocupar do que seguir “recomendações sem restrição”.
Leonardo Gonçalves, antigo aliado do Genizah e dono do Púlpito Cristão, aproveitou para mostrar sua cara nos comentários. Dois anos atrás, Leonardo participou de um conluio com o Genizah para me atacar, e agora tenta repetir a proeza. Será que sou tão forte assim que o Leonardo só consegue me atacar protegido em bando?
Supondo que não foi por mágoa (não leio a alma de ninguém) nem por um nojento espírito de matilha que você e outros tomaram as dores do Vargens depois do meu artigo mostrando as incoerências daquele que foi recomendado sem restrição, foi então por qual motivo? Foi por zelo à sã doutrina?
Para aqueles que querem conhecer o embate que o senhor Leonardo já teve comigo no passado, leiam o artigo:

Jean Wyllys está certo

Desgraçadamente, tenho de concordar com Jean Wyllys quando disse que os calvinistas são os maiores aliados do movimento gay. Sustentam com unhas e dentes uma apologética raivosa militantemente antineopentecostal, mas toleram o outro evangelho baseado nas ideias de Karl Marx. Não são progressistas, mas toleram essa ideologia, por amor a amizades e corporativismo doutrinário e denominacional. (Quando digo que não são progressistas, não me refiro aos calvinistas Genizah e Ariovaldo Ramos.)
É muito fácil criticar nominalmente pastores da Teologia da Prosperidade. Essa é a onda, que está provavelmente sendo usada para acobertar os próprios pecados dos críticos.
Mas onde está a coragem para denunciar os pregadores do outro evangelho, o evangelho que Cavalcanti pregava? Anos atrás, publiquei um artigo excelente denunciando nominalmente um dos maiores escritores esquerdistas do mundo evangélico. A pessoa que me ajudou a escrever não queria assinar o artigo comigo, pois criticar liberais evangélicos famosos custa caro. No caso dessa pessoa, poderia lhe custar oportunidades em grandes editoras do Brasil. Assim, embora o artigo trouxesse uma imensa contribuição dessa pessoa, fui obrigado a colocar somente minha assinatura, pois ela estava com muito medo de se expor a virar alvo de críticas.
Não tenho medo de críticas. Não tenho medo também de perder oportunidades. Semanas atrás, um dos maiores jornais seculares dos EUA me convidou oficialmente para ser colunista, me tentando com ofertas de um futuro de fama e riquezas. Não pude aceitar porque o dono do jornal é um dos maiores heréticos do mundo.
Não tenho medo nenhum de nadar contra a maré, mesmo quando sou diretamente prejudicado. O mais importante para mim é não negar o nome de Jesus publicamente.
É fácil nadar com a corrente. O difícil é nadar contra a corrente e modismos.
É fácil então enfrentar um cristão como eu. O Genizah faz isso muito bem: com deboches, calúnias e mentiras. Mas não é fácil enfrentar liberais, que vivem cercados de matilhas e multidões enganadas.
O grupo do Mackenzie e simpatizantes que está me criticando por coisas que não sou exclusivamente para desviar a atenção das óbvias e indesculpáveis incoerências do Vargens deveria refletir melhor antes de se reunir como grupo de ataque.
Só entrei nesse assunto porque o foco dessa confusão — a falta de coerência, coragem e honestidade do Vargens de também escrever “Robinson Cavalcanti, o pecado veio cobrar a sua conta” — tem tudo a ver com anos de denúncias proféticas que venho fazendo contra o profetismo esquerdista de Cavalcanti.
Se o pastor Richard Wurmbrand estava certo ao afirmar que Karl Marx era satanista, então Cavalcanti tinha simpatia por uma ideologia satanista. O marxismo e suas variantes são infiltrações satânicas na igreja. É outro evangelho. Não faz, pois, sentido algum acobertar num bispo evangélico liberal tais diabólicas simpatias ou prestar solidariedade a um homem que tanto estrago provocou na igreja brasileira.

Críticos do mundo gospel atacam tudo, menos a heresia progressista

Críticos do mundo gospel atacam tudo, menos a heresia progressista

Julio Severo
Jean Wyllys disse que os calvinistas são aliados do movimento homossexual. Olhando para o Genizah, um tabloide sensacionalista assumidamente calvinista, as palavras de Wyllys se confirmam. Posições conservadoras são rotineiramente debochadas ali. Um dos alvos, é claro, sou eu. Do jeito que sou atacado pelo movimento gay, sou atacado pelo Genizah.
Provavelmente, quando mencionou aliança entre calvinistas e movimento gay, Jean Wyllys estava se referindo ao Genizah. Ele deve achar que essa autodenominada quadrilha deve representar todos os calvinistas do Brasil, pois suas defesas progressistas nunca são nominalmente contestadas por calvinistas conservadores, comprovando que o silêncio é tão danoso quanto a defesa descarada.
O silêncio danoso da maioria diante das arruaças de uma minoria deixa um ativista socialista gay secularista como Wyllys a vontade para elogiar os “aliados” calvinistas, e deixa a vontade pastores gays, que me atacam, para fazer semelhantes elogios ao Genizah.
O ataque mais recente veio não desses pseudo-pastores, mas do tabloide que eles amam. O Genizah, com sua liberdade de expressão, publicou um artigo de Ariovaldo Ramos, um calvinista progressista, chamando Robinson Cavalcanti de “profeta”. Ariovaldo é um dos “profetas” da Teologia da Missão Integral, considerada por ele a versão protestante da Teologia da Libertação, que tanto estrago marxista trouxe à Igreja Católica.
A versão protestante não foi menos maléfica. Em 2002, o Comitê Nacional Evangélico Lula 2002, sob inspiração e em parceria com o Movimento Evangélico Progressista (MEP), fundado por Cavalcanti, declarou: “Apoiamos Lula para presidente porque reconhecemos que várias propostas de seu programa de governo se identificam com a vocação profética da Igreja de Jesus Cristo”.
Se trabalhar com o PT e para o PT é “vocação profética da Igreja de Jesus Cristo”, então o ministério de Jeremias, Isaías e outros profetas da Bíblia não faz sentido algum.
A igreja evangélica brasileira está hoje tão contaminada e adoecida pelo trabalho sujo dos defensores de teologias marxistas que quando um deles é apontado como “profeta”, muitos se prostram e dizem “amém”, prestando reverência, idolatria, etc. E ainda apontam seu marxismo disfarçado de evangelho como instrumento de “bem” para a sociedade — como se o governo do PT, que é resultado dos esforços deles, fosse uma grande bênção para o Brasil. O elogio fúnebre do Genizah e outros evangélicos progressistas a Cavalcanti destacou esse “bem”. Nesse clima de euforia progressista, os discordantes se tornam “heréticos”.
Meu blog cometeu tal “heresia” ao reproduzir matéria jornalística secular tratando do bispo assasasinado, apenas acrescentando que o marxismo do morto que Genizah e Ariovaldo interpretam como “bem”, eu interpreto como “estrago”.
Pronto! Bastou isso para que Danilo Fernandes partisse para o ataque, com seu habitual deboche. É moleza ele fazer isso, pois os “profetas” progressistas têm uma multidão de seguidores. Os falsos profetas andam em matilha. Alguma semelhança com o profeta Jeremias, que tinha todo o povo de Israel contra ele? Profetas verdadeiros de Deus como Jeremias andavam sozinhos ou em companhia muito pequena.
Os calvinistas Danilo Fernandes e Ariovaldo Ramos já decidiram que o bispo marxista assassinado, e eles mesmos, são “profetas”. Os discordantes são heréticos.
E outros calvinistas, querendo ou não, embarcaram no mesmo “espírito”. Renato Vargens, em dois artigos, tratou o assassinato do bispo marxista como “grande perda”.
Em que sentido exatamente ocorreu essa “perda”? Teria então sido uma “desgraça” se o MEP de Cavalcanti não tivesse existido e ludibriado uma geração de evangélicos? Teria sido uma “desgraça” se o MEP não tivesse doutrinado pastores e outros líderes nas maravilhas do socialismo e do PT?
Evidentemente, não podemos presumir que os grandes estragos que o PT e outros partidos socialistas estão causando no Brasil são obra exclusiva de revolucionários e radicais seculares. Há envolvimento de cristãos também. É óbvio que a CNBB tem a maior parcela de culpa. Mas igualmente culpados sãos os líderes evangélicos que absorveram a contaminação “teológica” da CNBB e a transformaram num novo evangelho, incitando uma participação e ativismo político evangélico de acordo com os ditames de um Karl Marx supostamente dessatanizado.
Por que então os maiores criticadores do mundo gospel preferem o silêncio diante da heresia progressista? Por que a Teologia da Missão Integral, descaradamente pró-socialismo, se tornou um tabu?
Caricatura de Renato Vargens em seus tempos “apologéticos” de Genizah

Renato Vargens sabe criticar pastores quando vê seus erros. Desde o seus tempos “apologéticos” no Genizah, ele faz críticas ácidas a Silas Malafaia, sem nunca ter escrito um artigo inteiro sobre o trabalho de Malafaia em defesa da família. Eu, por exemplo, tenho críticas a Malafaia no meu blog. Mas também tenho elogios, pois tenho de ser justo e equilibrado.

Vargens também ataca muitos outros líderes, quase que exclusivamente neopentecostais. Há inúmeros artigos dele contra eles. Contudo, não há artigos de Vargens fazendo críticas necessárias a colegas calvinistas que provocam estragos nas igrejas e passam, erroneamente, a imagem de que todos os calvinistas são como eles. O mesmo calvinista Vargens que cita nominalmente Malafaia e outros líderes neopentecostais silencia o nome e as más ações de calvinistas progressistas, dando a impressão, para ativistas gays como Jean Wyllys, de que todos os calvinistas são como Danilo Fernandes do Genizah, ou como a maior igreja presbiteriana americana, que já está ordenando pastores gays.
Talvez os calvinistas conservadores evitem mencionar o nome e más obras de seus colegas progressistas a fim de não manchar o nome do calvinismo. Mas em última análise, omitir o nome deles em denúncias necessárias não traz benefício algum ao calvinismo.
No caso de Vargens, há questões óbvias, pois seu histórico inclui participação na organização esquerdista Rio de Paz, onde ele confessa que conheceu Cavalcanti. Rio de Paz foi fundada pelo calvinista progressista Antonio Carlos Costa. E, é claro, o histórico de Vargens inclui participação passada no igualmente progressista Genizah. É um histórico ligado a adoradores da Teologia da Missão Integral.
Vargens tem alguma dúvida sobre a heresia deles? Há um consenso conservador de que o evangelho progressista é outro evangelho, que apresenta vários salvadores, entre os quais Jesus e o socialismo. O próprio Rev. Augustus Nicodemus, um conceituado calvinista conservador no Brasil, tem um entendimento que vai nessa direção. Ele disse: “Depois de tantos séculos, nossos teólogos progressistas têm algo de novo para nos dizer sobre esse ponto? Os que tentaram, caíram nas antigas heresias soteriológicas já discutidas e refutadas ad nauseam pelos Pais da Igreja e pelos Reformadores”.
No entanto, seria fácil Vargens lidar com seu passado comprometedor. No genuíno espírito de Cristo, ele poderia ser publicamente honesto sobre seu passado público, dizendo que errou, mas que Deus operou na sua vida, dando-lhe uma nova mentalidade. Cristo é sempre o Deus de transformações sobrenaturais e novas oportunidades. Ele transforma pecadores (até mesmo pecadores religiosos e apologetas) em novas criaturas.
Mas, em vez de ser claro sobre seu passado progressista, Vargens é claro apenas nas críticas aos desafetos do Genizah e outros progressistas.
Ao contrário de Malafaia e outros neopentecostais, cujos nomes Vargens (e também o Genizah) cita com muito barulho e estardalhaço, as matérias estridentes de Vargens não mencionam Cavalcanti, Rio de Paz, Antonio Carlos Costa, Genizah e Danilo Fernandes. Nenhuma denúncia. Nenhuma menção negativa desses nomes. Só silêncio.
Pelo contrário, Vargens parece ter reclamado dos que reclamaram das inúmeras profetadas encapetadas do morto, dizendo:
“O frio assassinato de Robinson Cavalcanti e sua esposa pelo filho adotivo aponta nitidamente para o esfriamento do amor. Senão bastasse a tragédia de um filho matar os pais, encontramos inúmeras pessoas lidando com a situação com extrema frieza, tratando da morte do bispo anglicano com desdém e desprezo. Confesso que fico chocado com a forma que muitos lidam com o sofrimento humano!”
Vargens garantiu que o texto não era uma indireta a mim. Mesmo assim, Danilo Fernandes disse “amém” para Vargens, citando nominalmente meu nome.
Mas o que pareceu indireta mesmo foi um texto de Vargens desta semana onde ele disse:
“Caro leitor, por acaso você já reparou o fato de que existem inúmeras casas que vivem um verdadeiro inferno? Pois é, lamentavelmente em boa parte dos lares evangélicos encontramos inúmeras pessoas que brigam e discutem por coisas desnecessárias. Que tal contrapor-se aos valores deste mundo transformando o seu inferno familiar num pedacinho do céu?”
Claro que se um evangélico conservador tivesse feito tal comentário, a patrulha progressista o condenaria sumariamente como um comentário cruel, insensível, anticristão e muitos outros adjetivos. O passado progressista de Vargens tem pelo menos uma vantagem: garante-lhe salvo-conduto no território dos chamados “apologetas” e criticadores do mundo gospel.
Pena que o comentário veio tarde demais para um bispo assassinado por um filho que há anos guardava rancor do pai, que estava preocupado demais tentando transformar o Brasil num pedacinho de “céu” socialista.
Talvez Vargens tenha criticado Cavalcanti sem querer nesse caso. Mas em todos os outros casos, suas críticas são perfeitamente conscientes.
Ele criticou a Marcha para Jesus do ano passado, onde Silas Malafaia denunciou publicamente o PLC 122 e o STF por ter criado do nada uma permissão constitucional à união civil homossexual. Até mesmo Olavo de Carvalho e Nivaldo Cordeiro, que não são evangélicos, elogiaram a Marcha para Jesus que, quer aceitemos ou não, foi a maior manifestação pública contra os desmandos imorais do governo petista.
Mas do Genizah só vieram críticas. E Vargens se prestou a imitar sua antiga “quadrilha” — como o próprio Genizah gosta muito acertadamente de se definir.
Os telepastores responsáveis pela Marcha para Jesus são imperfeitos, mas, quer gostemos ou não, o próprio PT já reconheceu que hoje a única oposição ao socialismo no Brasil são as posições conservadoras de telepastores como Silas Malafaia e R.R. Soares que, ao serem confrontados com questões de aborto e homossexualismo, falam publicamente o que o PT não quer ouvir, falam o que está na Bíblia e educam suas imensas audiências na defesa da família, atrapalhando assim a hegemonia imoral da revolução marxista no Brasil.
A preocupação e alvo do PT e outros radicais socialistas não é o Genizah, Ariovaldo Ramos e outros evangélicos progressistas. Esses são colaboradores. O alvo são os telepastores neopentecostais, que também são alvo constante do Genizah, Renato Vargens & Cia.
Não dá para esperar nenhuma mudança positiva no Genizah. Mas como é que um pastor como Vargens, que anda com o pessoal do Mackenzie, considerado elite conservadora no Brasil, não consegue assumir uma postura genuinamente conservadora? Como é que ele, que já leu muitos dos escritos de Cavalcanti, nunca encontrou nada para criticar na vastidão progressista do morto? No imenso espírito crítico de Vargens não há espaço para lidar com o marxismo evangélico e suas camuflagens teológicas?
Vargens podia ter ficado calado, mas preferiu abrir a boca e dizer que o assassinato de um bispo marxista foi uma “grande perda”, essencialmente dizendo “amém” às bajulações do Genizah ao morto. Essencialmente desmentindo todos os evangélicos que acertadamente denunciaram as más ideias e obras do morto.
O fato é que as declarações de Vargens disseminaram confusão, fazendo o Christian Post apresentar Cavalcanti ao público americano como um conservador que ele nunca foi, com a autenticação de Vargens. E dando farta munição ao Genizah para, sem base nenhuma, atacar os que sempre denunciaram o marxismo do bispo morto.
O dono do Genizah, em seu ataque a mim, recomendou dois artigos: Um artigo totalmente debochado dele (mas sem assinatura), no seu blog laranja Observador Cristão, que se autointitula de “reformado conservador”. O outro, um texto de Renato Vargens que contém um lamento pela “grande perda” do bispo marxista.

Um profeta verdadeiro vai contra a multidão. Um profeta falso prioriza sua própria ideologia e os sentimentos adoecidos da multidão. Se Vargens quer ser uma voz profética, tem de renunciar aos seus tempos “apologéticos” no Genizah e embarcar no caminho estreito, onde o verdadeiro profeta é criticado e atacado pela maioria. Esse é o preço de ser uma voz profética que critica sob a direção de Deus.

Vargens fez uma boa coisa se desvinculando do Genizah, o blog oficial da apologética progressista. Essa é uma decisão difícil até mesmo para um conhecido pastor assembleiano. Mas é preciso muito mais. É preciso abandonar o espírito de Genizah, o espírito de lixo, que critica e debocha dos que estão pelo menos fazendo alguma coisa pelo Brasil, e poupa, defende e adula os que usam sua teologia marxista para jogar o Brasil no abismo.
Do contrário, Vargens engrossará as fileiras dos cristãos progressistas (ou esquerdistas, ou comunistas, ou socialistas) que cooperam com a revolução socialista. De aliados calvinistas (conscientes ou não) de Jean Wyllys e seus socialismo gayzista, já basta o Genizah.

Eles estão entre nós: ativistas gays “cristãos”

Publicado em evangélicos gays, Genizah, igreja inclusiva, Márcio Retamero, teologia gay por juliosevero em 24 de fevereiro de 2012

Eles estão entre nós: ativistas gays “cristãos”

Julio Severo
Se você não vai à igreja deles, eles irão até a sua. Ativistas gays “cristãos” estão se infiltrando no meio de eventos cristãos a fim de sabotarem o que sabemos da Bíblia e homossexualismo.
Em conversa ontem com um ministério evangélico de São Paulo, fui informado que numa vigília do ministério, aberta às igrejas evangélicas, houve uma experiência incomum.
O líder da vigília aproveitou o momento de oração para apresentar para o grupo de intercessores e interessados em oração alguns pedidos especiais de oração, inclusive sobre o aborto e o homossexualismo. O líder destacou meu nome como um homem na frente de batalha nessas questões.
Logo que ele citou meu nome, um pequeno grupo de “crentes” se levantou e se retirou, mandando depois um bilhete reclamando da menção do nome de Julio Severo e oposição ao homossexualismo. Nesse ponto, um evangélico, que havia sido gay, se manifestou dizendo que conhecia o pequeno grupo de “crentes” descontentes. Eles eram na verdade membros de uma igreja inclusiva — uma igreja evangélica para homens e mulheres “evangélicos” que estão determinados a permanecer no homossexualismo.
Ao conhecer a realidade do episódio, o líder da vigília ficou perplexo com a ousadia da militância gay “cristã”, que adotou a postura de se infiltrar e se misturar num evento evangélico a fim de provocar questionamentos.
Essa é, no meu entender, uma nova fase da guerra espiritual que estamos enfrentando.
Eles agora estarão vindo às nossas reuniões para marcar presença e dar “testemunho” de suas perversões teológicas. Estarão vindo às nossas vigílias e reuniões de oração, não para orar, mas para provocar desconcerto com seu testemunho contraditório.
Eles estão também marcando presença na internet, em sites evangélicos populares, lançando dúvidas em posições contrárias à agenda gay e ao homossexualismo por meio de sabotagens teológicas de conhecidas passagens da Bíblia, como anda fazendo a “pastora” lésbica Lanna Holder.
O número de “pastores” gays assumidos está aumentando. Um site com aparência “evangélica”, por exemplo, traz um artigo, assinado por um “Reverendo Márcio Retamero, Pastor da Comunidade Betel do Rio de Janeiro”. “Pastor” e “comunidade” aí são “evangélicos” só no rótulo, e o artigo, intitulado “Carta Aberta a Júlio Severo – Homofóbico e Fundamentalista Religioso”, segue a linha da sabotagem teológica pró-homossexualismo.
Mas o Rev. Retamero, como gosta de ser chamado, não é universalmente anti-evangélico. Sua língua mostra respeito e admiração por evangélicos que, como ele, desprezam o conservadorismo evangélico.
Duas mensagens diretas de Retamero ao Genizah manifestam sua alegria, sem nenhum sentimento de sabotagem ou provocação de questionamentos:
“Parabéns, mil vezes, parabéns! Gostaria de ler um texto lúcido como o assinado por você em outros blogs na web. O Estado é Laico e a Igreja (no sentido calvinista do conceito) deve, para seu próprio bem, ser separada do Estado. Nós, LGBTs brasileiros e brasileiras, não queremos amordaçar ninguém… O problema é o desiquilíbrio de certos púlpitos e a falta de amor destes para com seres humanos e o elevado amor ao dinheiro como vocês aqui no Genizah denunciam sem piedade, no que fazem muito bem! Mais uma vez, parabéns! Oxalá os protestantes deste país pensassem como você! Rev. Márcio Retamero”. (Publicado em 9 de maio de 2011 às 00:31 no Genizah.)
“Graça e Paz! Gostei muito do seu artigo, ele me dá muita esperança no futuro, quando leio reflexões como essa que o sr. agora traz. Sou Pastor da Igreja Presbiteriana da Praia de Botafogo e da Igreja da Comunidade Metropolitana do Rio de Janeiro (Comunidade Betel) e sou gay assumido desde que não tive como mais permanecer na IPB por conta da minha orientação sexual e não OPÇÃO sexual, posto que eu e creio que nenhum outro LGBT OPTARIA por ser gay, caso isso lhe fosse oferecido como opção. Seu artigo me trouxe alegria não apenas enquanto pastor gay e de gays, mas enquanto ser humano gay, que não tem medo, nem vergonha de sê-lo, posto que não optei por isso, mas desde que me entendo como gente, sou assim. Homofobia é pecado sim! E obrigado por dizer isso com todas as letras! Saudações em Jesus Cristo nosso Rei, Salvador e Senhor, Rev. Márcio Retamero”. (Publicado em 19 de janeiro de 2012 às 14:10 no Genizah.)
Por que um pastor da teologia gay criticaria adeptos de uma teologia esquerdista e liberal?
Além de Retamero, outros ativistas gays “cristãos” não poupam elogios ao tabloide sensacionalista Genizah. Em contraste, esses mesmos ativistas, se identificando ou não como tais, não poupam críticas aos sites evangélicos mais conservadores. Logo que um site evangélico publica um bom artigo contra a agenda gay, os infiltradores aparecem com argumentos envenenados para provocar desacreditamentos, numa linguagem de “evangélico” para evangélico. Eles entram sorrateiramente nas seções de comentários, com cara de um João ou Maria, rebatendo mensagens cristãs com interpretações inspiradas diretamente na teologia gay.
Os únicos que escapam dessa campanha de infiltração e críticas são os evangélicos com comportamento de Genizah.
Precisamos pois nos preparar para essa invasão, mantendo firme nosso testemunho e alerta, pois diferente do homossexual comum, que está ocupado com seu pecado sexual, o militante gay “cristão” é um indivíduo ocupado com seu pecado sexual e também ocupado com a promoção e imposição de seu pecado sexual.
O homossexual comum não refuta a condenação da Bíblia ao homossexualismo. O ativista gay “cristão” tem sua própria interpretação da Bíblia, onde coloca na boca de Deus palavras de aceitação ao homossexualismo que Deus nunca disse. Ele sabe desmentir, como “evangélico”, evangélicos que creem e pregam o que a Bíblia realmente diz sobre o homossexualismo.
O homossexual comum não tem interesse nenhum em doutrinar os outros em seus pecados pessoais. Em contraste, o ativista gay, “cristão” ou secular, não pensa em outra coisa.
O alerta de Jesus é válido para todos nós: “Orai e vigiai”.
Orar: Manter comunhão com o Pai, Filho e Espírito Santo, dando atenção à Sua voz.
Vigiai: Manter os olhos bem abertos e atentos, tendo cuidado e tendo abertura para as oportunidades de Deus e tendo atitude de prudência diante de situações de risco que podem aparecer. Manter os olhos no Senhor e em sites que verdadeiramente glorificam Seu nome, não em sites que abusam do Seu nome para defender a teologia gay ou servir, direta ou indiretamente, de cúmplices para essa teologia.
Diante da infiltração gay “cristã” e seus cúmplices, oremos, vigiemos e mantenhamos firme o testemunho da Palavra de Deus.

Um pastor assembleiano que não gosta de moscas

Um pastor assembleiano que não gosta de moscas

Teólogo assembleiano, cujo nome consta no site Genizah, critica Malafaia, mas não critica socialistas e vigaristas evangélicos

Julio Severo
Silas Malafaia tem sido alvo de constantes ataques. Do lado secular, o governo e a mídia sustentada pelo governo rejeitam sua forte defesa da família contra os ataques da agenda do aborto e do homossexualismo.
Do lado evangélico, ele tem sido muito atacado por seguir a Teologia da Prosperidade. Os ataques têm vindo de todos os lados, inclusive de seus colegas assembleianos, um dos quais recentemente escreveu um artigo educado criticando essa teologia no ministério de Malafaia.
Tenho tratado, em vários artigos, dessa questão, mas minha pergunta agora é: A Teologia da Prosperidade é a maior ameaça ao Brasil?
É evidente que a resposta é “não”. Temos problemas muito maiores. A perseguição aos cristãos e a iniquidade estão sendo institucionalizadas com o apoio das igrejas. A sacralização do homossexualismo e do assassinato de bebês mediante o aborto está sendo promovida muitas vezes com a “bênção” da igreja através de líderes que se calam ou juntam as mãos com os próprios promotores do mal.
O governo, que está possesso da ideologia socialista, está determinado a avançar esses males. E nesta semana um dos homens mais sinistros do PT revelou que não existe mais oposição nenhuma para o avanço das metas do PT no Brasil. Aliás, ele deixou claro que hoje a única oposição são as igrejas midiáticas — que por pura coincidência pertencem, majoritariamente, aos pastores neopentecostais. Ele também declarou, conforme o colunista da revista Veja Reinaldo Azevedo, que o PT está se preparando para um confronto com essas igrejas midiáticas.
Excetuando a IURD, cujo fundador e chefão segue a ideologia do aborto, todas as outras igrejas neopentecostais se opõem ao aborto e homossexualismo. R. R. Soares, por exemplo, fala claramente contra o aborto e o homossexualismo em seus programas. Silas Malafaia então é muito mais enérgico.
Mas por que o PT iria ver essas igrejas neopentecostais midiáticas como a única ameaça ao controle absoluto do PT sobre a sociedade?
O PT percebe que essas igrejas o apoiam por interesse, não ideologia.
O PT não vê igrejas neopentecostais doutrinando suas congregações no socialismo. O PT não as vê usando suas revistas e sites ensinando que o socialismo é a salvação da sociedade.
Os líderes dessas igrejas só se aproximam do PT em épocas de eleição por oportunismo, por entenderem que o PT é um partido vingativo que retaliaria contra suas concessões de rádio e TV. Além disso, eles têm muito dinheiro e opor-se ao PT poderia lhes custar caro. A atitude deles é movida por puro interesse.
Em contrapartida, outros grupos evangélicos, que majoritariamente não pertencem aos neopentecostais, têm muito mais que interesse, usando suas revistas e outras publicações para promover o socialismo, com toda a sua carga de aborto e homossexualismo que vem inevitavelmente em seu rastro. Grandes revistas evangélicas do Brasil regularmente doutrinam o público a ver no socialismo a solução para os problemas da sociedade. O governo socialista petista, com toda sua frenética corrida para institucionalizar a iniquidade, é maquiado e até louvado por eles. Esses evangélicos são movidos por ideologia.
O PT não está preocupado com líderes evangélicos que são movidos por ideologia, pois quer ateu ou evangélico, quem segue o PT por convicção é um servo fiel e devoto. Seu apoio é garantido — ou para o partido ou para a ideologia socialista, que no final das contas dá no mesmo.
Mas um apoio que vem por interesse nunca é garantido. É por isso que o PT tem tanta desconfiança dos líderes neopentecostais: Por não serem movidos pela ideologia socialista, esses líderes podem criticar abertamente as políticas pró-aborto e pró-homossexualismo do PT, ou mesmo abandonar o barco petista a qualquer momento.
Esse é um ótimo sinal. O que não é um bom sinal é que perdemos a prioridade nas críticas.
Em nome do PT, lhe digo pela última vez: a Teologia da Prosperidade é o maior pecado do universo!

Aqueles que criticam Malafaia fazem vista grossa a outros graves pecados. O pastor assembleiano que fez uma crítica educada a Malafaia juntou-se a muitos outros que detestam a Teologia da Prosperidade e seus adeptos, mas não detestam as teologias que facilitam a aceitação do socialismo como salvação social.

O pastor assembleiano foi educado em sua crítica, mas seu nome consta no Genizah, site que nunca trata Malafaia e outros pastores neopentecostais com a mínima educação. Não por acaso, o Genizah rotineiramente doutrina a favor do socialismo, em toques sutis de vários articulistas francamente favoráveis à ideologia do PT.
Nem eu nem Olavo de Carvalho somos adeptos da Teologia da Prosperidade, mas não escapamos de ataques do Genizah, porque a luta desse site liberal não é apenas contra a teologia de Malafaia, mas também contra todo conservadorismo.
O que não é de surpreender é que, para o PT, o Genizah e mídias evangélicas semelhantes não representam nenhuma ameaça ao avanço da institucionalização socialista da iniquidade. A ameaça são as igrejas neopentecostais, que também são alvos regulares de zombarias do Genizah.
Malafaia não é perfeito, mas ele tem feito um trabalho estupendo de mobilizar a população contra o PLC 122. Em contraste, o Genizah nunca fez tal mobilização e ainda insinua que os que fazem são “extremistas”. Ativistas gays aplaudem o liberalismo do tabloide calvinista.
Enquanto muitos leitores incautos se deliciam com deboches e zombarias aos líderes neopentecostais no Genizah, esse tabloide sensacionalista vai incutindo neles amor e respeito às ideias socialistas, que são muito bem disfarçadas. Aplicar golpes e enganar é, ao que tudo indica, uma especialidade do poderoso chefão do Genizah.
Ainda que o Genizah não tivesse esse trabalho sujo de promover habilmente o socialismo, o cristão é exortado por Deus:
“Bem-aventurado o homem que não… se assenta na roda dos escarnecedores.” (Salmos 1:1 ACF)
Homens como eu e o Olavo de Carvalho são zombados no Genizah exclusivamente pela oposição ao PT e ao socialismo.
O que então o nome do pastor assembleiano que critica educadamente Malafaia está fazendo na roda dos escarnecedores? O público assembleiano inocente, ao ver o nome dele no site dos escarnecedores, poderá facilmente concluir: “Olha, o nome do pastor *** está ali, então esse site deve ser bom!”
No Genizah, esse público é sistematicamente doutrinado a detestar ou a ter um medo mórbido dos líderes neopentecostais (sem mencionar ódio e medo mórbido de Julio Severo e Olavo de Carvalho!) e, ao mesmo tempo, a nutrir um carinho especial por teologias abertas ao socialismo. Coa-se então, nas palavras de Jesus Cristo, um mosquito e engole-se um camelo!
Estamos vendo uma epidemia de engolição de camelos vermelhos, onde muitas revistas e líderes, que seguem a linha do Genizah, ensinam: “Devemos detestar os mosquitos da Teologia da Prosperidade”. Falam de seus ódios com a boca cheia de camelos.
Por coincidência, um pastor assembleiano que comentou no meu blog esta semana se apresentou dizendo: “Sou petista por entendimento ideológico”. Ao ser refutado por mim e por outros leitores do meu blog, o pastor, que dirige uma Assembleia de Deus de Brasília, prontamente se defendeu, usando o pretexto de que sua presença no PT era para “evangelizar” e que qualquer oposição a ele como petista equivaleria à oposição a um santo trabalho de evangelização.
Para evangelizar bruxos tenho necessidade de dizer “Sou bruxo por entendimento ideológico”?
Para evangelizar homossexuais tenho necessidade de dizer “Sou homossexual por entendimento ideológico”?
Portanto, há dois tipos de evangélicos apoiando o PT.
1. Há os evangélicos que seguem o PT por interesses, para não perderem suas rádios e TVs. A maioria deles são líderes neopentecostais.
2. Há os evangélicos que seguem o PT porque, descaradamente ou não, são petistas por entendimento ideológico. A maioria deles não são neopentecostais, e o PT não está preocupado com nenhum deles.
Temo que no confronto que o PT previu que terá com as lideranças neopentecostais, haverá aliados evangélicos para ajudar o PT. Se a meta do PT é combater os inconfiáveis líderes neopentecostais, o Genizah e evangélicos de mentalidade semelhante estarão prontos para a batalha.
Quero pois desafiar o pastor assembleiano que criticou Malafaia educadamente a olhar para prioridades muito mais importantes.
O Bispo Manoel Ferreira, presidente da CONAMAD, a segunda maior denominação asssembleiana do Brasil, está envolvido num grande escândalo. Não, não, ele não é adepto da teologia de Malafaia.
Na eleição de 2010, Ferreira foi o supremo “ministro” de Dilma Rousseff para assuntos evangélicos. Mas ele não foi amplamente criticado. Seu maior crítico, infelizmente, foi meu próprio blog. Mas acredito que se Ferreira tivesse dito, “Defendo a Teologia da Prosperidade”, ele seria sumariamente demonizado.
Outro escândalo grave é que ele tem se aliado ao Rev. Moon, que se considera um messias maior do que Jesus Cristo. Essa é uma heresia de tamanho infernal, mas a maioria dos líderes assembleianos se cala. O pastor assembleiano que criticou educadamente Malafaia também criticou o Rev. Moon e sua doutrina satânica, mas evitou completamente mencionar o nome de Ferreira. É mais fácil citar o nome de Malafaia? A “heresia” de Malafaia é maior do que o envolvimento de Ferreira com Moon?
Por que não denunciar por nome? Só os neopentecostais podem ser criticados por nome? Por que os evangélicos amantes do PT e do socialismo não merecem ser denunciados e expostos? Qual é o medo? A única coisa que inspira um ódio declarado de citar nomes é uma ligação com a Teologia da Prosperidade? Esse é o maior pecado do universo, santificando automaticamente os críticos, por mais petistas e socialistas que sejam, por mais vigaristas e adúlteros que sejam?
Se criticar a teologia de Malafaia transforma o crítico em apologeta imaculado e laureado, então o chefão do Genizah virou santo padroeiro — o que não deixa de ser verdade, a julgar pela idolatria e reverência que lhe são prestadas.
Por que, mesmo com seu medo mórbido de engolir mosquitos, o pastor assembleiano que criticou educadamente Malafaia também não critica o Genizah e outros vigaristas evangélicos? Estará ele também aspirando a um cargo de santo padroeiro dos comedores de camelo?
Tenho certeza de que se o Genizah fosse um site descaradamente a favor da Teologia da Prosperidade, o tal pastor assembleiano não hesitaria: exigiria a remoção do nome dele do site. Vai ver que ele pensa: “Tudo o que o Genizah faz — debochando descaradamente de Malafaia, Julio Severo e Olavo de Carvalho — é absolutamente inofensivo. Só a Teologia da Prosperidade é altamente venenosa”.
Mesmo sendo teólogo e filósofo, ele prefere a companhia barata da roda de escarnecedores de um tabloide sensacionalista cujo padroeiro se orgulha de seu calvinismo liberal.
Engolir mosca é algo desagradável. Mas é muito menos desagradável do que engolir camelos de ideologias podres que estão sendo acobertadas, protegidas, alisadas, aduladas e abrigadas por mídias evangélicas mal-intencionadas.
Seja como for, na hora do confronto com o PT não quero estar com os evangélicos comedores de camelos.
E oro para que o teólogo assembleiano deixe essas más companhias o mais depressa possível.

O Kinsey gospel do Brasil e o marketing do sexo evangélico

O Kinsey gospel do Brasil e o marketing do sexo evangélico

Vigarice gospel exposta: site Observador Cristão é irmão gêmeo do Genizah

Julio Severo
Danilo Fernandes, o dono do tabloide sensacionalista Genizah, entrou no negócio rentável das pesquisas sexuais. Com sua pesquisa “O Sexo e o Crente” — supostamente sem fraudes e interesses comerciais — Danilo revela sobre o comportamento sexual evangélico brasileiro o que ninguém nunca ousou mostrar:
Quantos evangélicos cometem adultério?
Quantos evangélicos praticam homossexualismo?
Quantos evangélicos praticam sexo grupal?
Essas e outras questões são tratadas pela “pesquisa” do dono do Genizah.
Mas o que um marqueteiro entende desse assunto? É a mesma pergunta que se poderia fazer sobre Alfred Kinsey (1894-1956), que era um mero biólogo de vespas.
Considerando o fato de que Danilo não tem nenhuma grande empresa para ostentar seus dotes marqueteiros, bem provavelmente ele é como Kinsey: um caçador de vespas, pronto para usar seu talento do oportunismo.
Kinsey, autor do livro “Sexual Behavior in the Human Male” (Conduta Sexual no Homem), publicado em 1948, é considerado o pai da revolução sexual, inventando a teoria de que 10 por cento ou mais da população são homossexuais e definindo a promiscuidade sexual como um padrão da conduta humana.
O que Kinsey não contou foi que a maioria das pessoas entrevistadas por sua equipe era presidiária ou espécie semelhante, que estava muito mais aberta para falar de suas “proezas” sexuais. É impossível imaginar, em plena década de 1940, pessoas de bem prontamente se abrindo e contando detalhadamente suas práticas sexuais.
Ao contrário de Kinsey e sua equipe, a maioria da população era recatada e não adepta da depravação. Por isso, ele precisou recorrer tanto à população presidiária. Aliás, sua própria equipe era incentivada por ele a praticar vários tipos de relações sexuais, inclusive homossexuais, a fim de romper inibições e ajudar sua pesquisa. O próprio Kinsey já havia vencido tais inibições e seus entrevistados presidiários e depravados eram altamente desinibidos.
Kinsey era um “cientista” prático: ele mesmo praticava muitas das depravações que descrevia. Assim, ele podia falar por experiência, embora a mentira e a falsidade permeassem suas descrições. Integridade e desinibição sexual parecem não gostar de andar juntas.
Entretanto, o aspecto mais macabro de sua “pesquisa” é a revelação de que pedófilos haviam sido incumbidos de registrar os orgasmos das crianças, até mesmo bebês, que eram alvos de seus experimentos “científicos”. De novo, Kinsey pôde contar com outra classe de seres humanos que desconhecia a inibição, o recato e os padrões sexuais “puritanos”.
A metodologia “científica” fraudulenta de Kinsey foi abundantemente desmontada pelos estudos rigorosos da Dr. Judith Reisman, cujos livros sobre Kinsey deixaram nus o pervertido e suas perversões.
Quanto ao Kinsey gospel brasileiro, que ainda não encontrou uma Judith Reisman evangélica, ele é a seu próprio modo um calvinista sem puritanismo. Com sua pesquisa sexual, ele pretende apresentar a primeira visão da conduta sexual do evangélico brasileiro, numa abertura em que até anjos e querubins poderiam falar de seus desejos sexuais mais íntimos.
Os imorais são sempre os mais desinibidos em revelações sexuais. Essa também foi a maior descoberta de Kinsey. Assim, não é de admirar que ele tenha escolhido pedófilos, homossexuais e presidiários para chegar às suas conclusões depravadas, que foram extrapoladas para a população geral. Com os desinibidos de sua “pesquisa”, Danilo pode igualmente extrapolar para a população evangélica inteira. Extrapolar não é prática estranha ao vespeiro esquerdista Genizah.
Danilo Fernandes, Caio Fábio e Carlos Moreira do Genizah

O Kinsey gospel merece credito, pois ao seu lado está Caio Fábio, o Freud gospel. Com sua desinibição característica e experiências sexuais, o Freud gospel poderia facilmente ultrapassar o Kinsey gospel, mas seu divã o deixa tão ocupado com os blá-blá-blás sexuais das clientes que ele nunca teve tempo de fazer uma pesquisa “Conduta Sexual da Evangélica Brasileira”. Danilo passou a perna no mestre Freud!

Mas nunca é tarde. Se o Freud gospel fizer uma pesquisa, a partir da observação “científica” de suas clientes, Danilo terá de se contentar com o título de Kinsey calvinista. Em matéria de sexo, ninguém vai poder superar o Kinsey da “graça”.
O Kinsey gospel merece credito, pois a revista Cristianismo Hoje também participou da “pesquisa” “O Sexo e o Crente”. Essa é a mesma revista que tratou com deboche minhas posturas, que Kinsey classificaria como “puritanas”. A participação da revista poderia dar uma aparência de seriedade à “pesquisa” do dono do Genizah. Alguém poderia dizer: “Olha, Julio, reconhece-se hoje que Kinsey cometeu fraudes. Mas insinuar que o Danilo também cometeria fraudes não é exagero?”
De fato, recebo mensagens de leitores que, ao verem minhas denúncias contra o Genizah e seu dono, dizem: “Julio, pare de implicar com o Genizah. Não é só o liberal Genizah que ataca suas posturas conservadoras. O site Observador Cristão, pertencente a um líder reformado conservador, também ataca você!” Verdade, o Observador Cristão já postou vários artigos contra mim, inclusive um vídeo difamador de Caio Fábio, que já foi refutado por mim. Outros sites calvinistas divulgam o Observador Cristão como se fosse obrigação os reformados conservadores se unirem a todos os chamados reformados conservadores.
Entretanto, grande foi minha surpresa ao descobrir quem está por trás do site Observador Cristão. Em 16 de agosto de 2011, os registros de domínio de internet mostravam a seguinte informação sobre o proprietário do Observador Cristão:
Indivíduo: Jose Danilo Silvestre Fernandes Filho
Endereço: Rua Vieira de Morais, 1900 – 33
Endereço: São Paulo – SP
Endereço: 04617902 – BR
Telefone: +21 23096117
Empresa: maxperformance comercio de alimentos ltda
E-mail: danilo@genizahvirtual.com
Registro oficial consta José Danilo Silvestre Fernandes Filho como dono do Genizah

Nessa mesma data, os mesmos registros identificavam o proprietário do Genizah no mesmo local e telefone do Observador Cristão:

Indivíduo: Jose Danilo Silvestre Fernandes Filho
Endereço: Rua Vieira de Morais, 1900 – 33
Endereço: São Paulo – SP
Endereço: 04617902 - BR
Telefone: +21 23096117
Empresa: maxperformance comercio de alimentos ltda
E-mail: danilo@genizahvirtual.com
Registro oficial consta José Danilo Silvestre Fernandes Filho como dono do Observador Cristão

Isso é uma coincidência cósmica, ou Danilo quer ser fiel em tudo ao Kinsey original, inclusive com práticas megalomaníacas de ludibriação?

Sob o manto vampiresco de Danilo, o Observador Cristão nada mais é do que um grande embuste midiático gospel, para dar ao Genizah um suposto apoio calvinista ou reformado conservador que ele nunca poderia, em outras circunstâncias, obter de legítimos calvinistas e reformados conservadores. O Observador Cristão, a grande Vigarice Gospel, é a isca feita especialmente para pegá-los.
No passado, o blog Teóphilo Noturno foi enganado por tais vigarices, e hoje conhece o caráter do dono do Genizah. Aliás, o Teóphilo está disponibilizando um desagravo público contra aquele que se esconde atrás do Observador Cristão.
Antes de sua conversão ao calvinismo, Danilo era um homem de muitas mulheres. Depois, se tornou milagrosamente um celibatário progressista e eremita sexual, dedicando-se a um santo ascetismo voltado à pureza da apologética calvinista e, agora, a uma pesquisa sexual entre evangélicos que pretende causar uma revolução sexual gospel, seguindo de forma “santificada” e “pura” os passos do papai Kinsey. Toda essa proeza sem um pingo de puritanismo calvinista!
No caso de Kinsey, por trás de uma pesquisa depravada, fraudulenta e criminosa, havia um homem depravado, criminoso e mentiroso. Mas levou quase 50 anos para a verdade plena aparecer.
No caso do Kinsey gospel, o que há? Quanto tempo levará para a verdade aparecer?

William Douglas, o evangélico da “tolerância”

Publicado em Genizah, William Douglas por juliosevero em 25 de agosto de 2011

William Douglas, o evangélico da “tolerância”

Leonardo Bruno
Ao acompanhar os artigos da Revista evangélica Genizah, eis que me deparo com mais artigos do juiz federal e professor de concursos William Douglas, em particular, sobre o movimento homossexual. Assustou-me as falácias implicadas no seu raciocínio, demonstrando uma ignorância abissal do que está por trás de toda a polêmica da virulenta militância gay. Ao que parece, o Sr. Douglas ou não percebeu ou finge perceber de que o país está numa verdadeira guerra cultural, onde o cristianismo está sendo atacado por todos os lados. Entretanto, o magistrado quer agradar a gregos e troianos fazendo pose de moderado, de sensato, quando na verdade, a polidez acaba virando pretexto para a falta de firmeza nas idéias.
Em seu artigo, intitulado “Dois surdos: os religiosos e o movimento gay”, publicado na Revista Genizah, em 13 de maio de 2011, o Sr. Douglas coloca na mesma proporção as alegações dos religiosos e do movimento homossexual. O texto é abertamente confuso e cheio de auto-enganos. Seu esquema mental não é uma defesa de princípios. Ou mais, é uma defesa de princípios não pautada no cristianismo, mas tão somente nas opiniões oscilantes do sistema democrático. Ora, para o juiz, o problema das reivindicações espúrias do movimento gay não passa pela legitimidade no plano de valores autênticos, mas sim dentro das estruturas duvidosas do conceito da “maioria” ou “minoria” ou o que é estabelecido pelo Congresso Nacional. Sua expressão é clara nesta frase: “O erro da intolerância, o movimento gay também comete ao tentar impor um novo conceito de casamento ao invés da aceitação da união civil estável homoafetiva, e mais ainda, ao defender um projeto de lei contra homofobia que desrespeita a liberdade de opinião e religiosa (PLC 122). Isso para não falar do “kit gay”, uma apologia ofensiva e inaceitável para grande parcela da população. Não há santos aqui, só pecadores. Em ambos os lados”. E ainda reitera: “Negar o direito dos gays é tirania dos religiosos. De modo idêntico, impor sua opinião aos religiosos, ou calá-los, ou segregá-los nas igrejas como se fossem guetos é tirania do movimento gay”. Ou seja, tanto faz um cristão pregar a bíblia ou os valores do casamento tradicional ou o movimento homossexual ideologizar a educação com kit-gay nas escolas e criminalizar a religião. Eles estão no mesmo nível de intolerância, nas palavras de William Douglas.
Por outro lado, Douglas tem uma visão distorcida da palavra “direito”. Desde que o Estado previdenciário e babá surge nas democracias, o “direito” implica uma exigência neurótica de regalias e equiparações sociais, com o total desprezo pelos deveres e pelas diferenciações. Ele diz: “Nesse diálogo de surdos, o STF foi forçado a decidir em face da incompetência do Congresso, dos religiosos e do movimento gay, pela incapacidade de se respeitar o direito alheio”. A questão que se impõe é: desde quando o “casamento homossexual” constitui um “direito”? Qual o precedente histórico, jurídico ou moral que implique afirmar que o homossexualismo é um “direito”, já que não se enquadra nas relações naturais da família e da heterossexualidade? Direito é dar a quem é devido e fazer a correlação daquilo que de fato existe conforme à lei natural e à realidade. Se afirmarmos que o homossexualismo cria “direitos de família”, logo, estaremos também afirmando que o reconhecimento exclusivo da família heterossexual é uma espécie de “discriminação”. Todavia, o absurdo dessa tese é que não há parâmetros existenciais para uma “família gay”, justamente porque o comportamento gay não comporta dentro dos papéis da família, e a sexualidade gay não se consuma, é incompatível. É falso afirmar os “direitos” dos gays no plano matrimonial. Justamente, porque o casamento, pela sua natureza, é restritivo a um tipo de relação e comportamento, que exclui todo o resto.
Outra falsidade existente, e que encontramos nos artigos de William Douglas, é a da “igualdade de direitos”. O não-reconhecimento do “casamento gay” não viola a igualdade de direitos, justamente porque o casamento heterossexual é válido, tanto para gays, como para heteros. O que a lei ainda não reconhece é a nivelação entre homossexualismo e heterossexualidade. Exigir essa nivelação nada tem de “direito”. É tão somente uma deturpação conceitual, que na prática, rebaixa a dignidade do direito de família e relativiza sua estrutura orgânica.
O mais grotesco é o Sr. Douglas chamar a dupla homossexual de “casal”. O termo só se aplica a relações heterossexuais e não compete elevar o homossexualismo no mesmo plano das relações heterossexuais, justamente porque dentro de uma hierarquia de valores, as implicações das relações entre homem e mulher são totalmente distintas. Do homem e da mulher se gera uma família, porque do vínculo, se cria relações de parentesco e consangüinidade, através da geração de filhos. O mero fato de constatar que o homossexualismo generalizado levaria a extinção da espécie humana já revela a desigualdade elementar dos comportamentos sexuais. Homossexualismo é apenas capricho do desejo; a heterossexualidade é um dado essencial da sexualidade humana, sem a qual, o ser humano some da face da Terra. Um casal que gera filhos é bem diferente de uma sexualidade incompatível, que jamais se consuma. Penso até que seria ofensivo a dois homens ou mulheres gays serem chamados de “casal”, uma vez que tal palavra já rotula que um é o macho e outro é a fêmea da relação. Na prática, a elevação das relações homossexuais ao nível da família e do casamento tradicional soa tão grosseiro e caricatural, que a intenção implícita do movimento gay é tão somente de desmoralizar a estrutura familiar.
Alguém objetaria esse argumento, ao falar do casal estéril. Só que um casal estéril, quando adota filhos, apenas reproduz o que é conforme ao costume ou a natureza, qual seja, os papéis do homem e da mulher, do pai e da mãe. A esterilidade, neste caso, não é produto da incompatibilidade sexual, mas tão somente de uma falha na capacidade reprodutiva. Sexualmente, o casal estéril é compatível e sua relação e referências estão de acordo com as estruturas naturais da família.
Em outro artigo de Douglas, intitulado “Apedrejando os outros: algumas observações sobre a PL -122”, publicado na Revista Genizah, em 28 de maio de 2011, o juiz, em nome de “combater a homofobia”, mais uma vez nivela as ações de cristãos e do movimento gay, como se os valores e práticas políticas fossem os mesmos. Não conheço nenhum cristão que pregue a prisão de homossexuais. Tampouco ouvi falar de alguém que saiu de uma missa ou de um culto evangélico para matar gays, por conta da pregação de padres e pastores. Todavia, o movimento gay faz “beijaços” na frente de catedrais católicas e igrejas protestantes, hostiliza símbolos religiosos cristãos na Parada Gay, censura a publicação de versículos da bíblia em outdoors e, ainda, quer criar uma lei para destruir a liberdade religiosa, transformando padres, pastores e milhões de cristãos em figuras potencialmente criminosas. Apesar de toda a ação violenta, radical e totalitária do movimento gay, William Douglas quer que os católicos e evangélicos sejam educados, contritos, delicados, na pregação daquilo que são os princípios de fé e moral da Cristandade. Tenham zelo e medo de pregar o cristianismo, por ser contra a tal “homofobia”.
Mas o que significa “combater a homofobia”? Um conceito obscuro, elástico, sem definição clara, que é perfeitamente manipulado pelo movimento gay para rotular qualquer dissidente ou imputar os piores rótulos. A palavra “homofobia” pode ser interpretada como qualquer coisa: rejeitar a homossexualidade, criticar a homossexualidade, odiar o homossexual, matar o homossexual. Ou, na melhor das hipóteses, rejeitar o programa gay, intocável no palavreado viciado de estigmas da linguagem politicamente correta. Partindo dessa extensão subjetiva da palavra, o mero fato de alguém criticar os homossexuais ou o homossexualismo faz dele um assassino em potencial. A senadora Marinor Britto já não acusou o deputado Jair Bolsonaro de ser “homofóbico” e “criminoso”? Os arautos do movimento gay dizem querer criminalizar o ódio anti-homossexual. Desde quando a lei pode criminalizar sentimentos? Ou aversões? A lei deve criminalizar tão somente atos concretos, dentro da proporção de seus métodos e efeitos. Tentar punir sentimentos é um dos aspectos mais monstruosos dos sistemas totalitários, que almejam o controle das consciências e dos sentimentos humanos.
Mas o patrulhamento do ódio, neste aspecto, é bastante seletivo. O Ministério Público não vai perseguir quem declara profundo desdém aos cristãos. O deputado Jean Wyllys é cheio de palavras de incitação ao ódio contra os católicos e evangélicos e nunca foi punido por isso. Ademais, o movimento gay não se limita a incitar o ódio: ele o pratica, quando quer censurar a bíblia ou mandar pra cadeia os cristãos por crimes de consciência. Ou seja, o movimento gay não alimenta o ódio, pratica o ódio. Ministério Público Federal só vai atrás de pessoas que não fazem mal a uma mosca, como o evangélico Julio Severo, que, inclusive, lembremos, teve que sair do país, temeroso da chuva de processo que certamente sofreria por suas declarações corajosas e polêmicas.
Será que ninguém viu palavras de ódio, quando pessoas do nível de Luiz Mott e do movimento gay da Bahia queimaram os retratos de Bento XVI, na frente de uma catedral, por conta da visita do Santo Padre ao Brasil? Ou quando um defensor público iletrado e esquizofrênico move ação para retirar versículos bíblicos, já que simpatiza com a causa homossexual? Entretanto, William Douglas acha que pode afagar a boca do jacaré e do leão fazendo mimos aos raivosos, bancando a pose de criatura evangélica tolerante. A pergunta que fica no ar é: os cristãos devem tolerar esses tipos de provocações? Nem mesmo Cristo, tolerou as atitudes mesquinhas dos vendilhões do Templo. Por que o senhor magistrado quer que toleremos algo que está além do limite do tolerável?
O Sr. William Douglas pode bancar o arauto da tolerância como achar bonitinho e agradável ao monstrengo chamado “opinião pública”. Por acaso ele, como autoridade pública, já fez alguma coisa em favor de Julio Severo e demais evangélicos que sofrem intensa hostilidade dos apologetas da agenda gay e mesmo do Ministério Público Federal, agora transformado em censor das idéias cristãs? Não! Douglas apenas conforta sua consciência sobre as promessas do César estatal e o clamor de turba dos eleitores de Barrabás. Não se pode servir a dois senhores, como não se pode servir a César e a Cristo ao mesmo tempo, quando César conspira contra os céus.
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Olavo de Carvalho defende Julio Severo contra ataques de articulista do Genizah

Publicado em Genizah, Thiago Lima Barros por juliosevero em 23 de agosto de 2011

William Douglas e o politicamente correto evangélico

Publicado em Genizah, William Douglas por juliosevero em 22 de agosto de 2011

William Douglas e o politicamente correto evangélico

Leonardo Bruno
Recentemente, em conversa com meu amigo Julio Severo, soube dos posicionamentos da revista evangélica Genizah, em particular, sobre variadas controvérsias que hoje estão em voga na mídia e nos meios culturais. No entanto, chocou-me o posicionamento “politicamente correto”, medroso, lânguido, e mesmo pusilânime desta revista. Na verdade, há entre os cristãos uma falta de coragem para falar a verdade, seja a do Evangelho, seja do que ocorre na realidade mesmo.
William Douglas, juiz de direito e professor de concursos públicos, é também evangélico. Uma de minhas polêmicas contra ele foi quando critiquei o mito atualmente comum a milhares, senão milhões de brasileiros, do “sonho” de ser funcionário público. Afirmei que isso é um mau sinal, um sintoma patológico da moral e da psicologia de nossa sociedade, temerosa dos riscos, dos desafios e das frustrações do empreendimento e da livre empresa. Ademais, “sonhar” com a segurança estatal e com a aposentadoria faz desta nação espiritualmente senil e fracassada, uma vez que não se arrisca a promover o bem comum através da criatividade e da liberdade. A cultura, a economia e a boa política, em suma, a civilização, não se fazem por meio de burocratas ou socialistas de gabinete.
Por outro lado, a busca de cargos públicos bem remunerados também reflete a anomalia de uma economia cada vez mais entrevada e um modelo socialista de Estado que controla cerca de praticamente metade do PIB do país. Em outras palavras, o governo é uma espécie de todo-poderoso que controla metade do que os trabalhadores, empresários e demais elementos da iniciativa privada produzem, para sustentar uma burocracia diminuta, privilegiada e muitas vezes parasitária do trabalho surrado e confiscado através de impostos. Basta fazer a comparação entre o que o brasileiro médio paga e o que recebe do Estado para entender o abismo que o país será levado com as políticas socialistas do governo brasileiro. Convém dizer que historicamente, quando uma entidade política tem um poder desproporcional sobre a educação, saúde pública, segurança, cultura, imprensa, e mesmo no mercado de trabalho ou empresarial, é porque a expansão governamental é cada vez mais ameaçadora ao sistema de liberdades na democracia. Não poderia deixar de afirmar que o Estado totalitário moderno é um filho bastardo da democracia liberal.
É compreensível que uma boa parte da população busque emprego nos concursos públicos: com quase metade da renda nacional em impostos, quem não se seduzirá com os altos salários dos cargos oferecidos pelo governo? Nada mais lógico buscar onde há mais segurança, conforto e dinheiro. Tanto melhor ganhar seu salário sobre os impostos do que necessariamente apenas pagá-los. No entanto, deveríamos perguntar se essa concentração brutal do governo na economia não significa prejuízo para a sociedade, no sentido da escassez de empregos, oportunidades e competição no mercado. Além de ser, reiteremos, uma ameaça clara para as liberdades individuais. Neste ponto, nada vejo de concreto no Sr. William Douglas.
Nadando contra a maré vermelha, Julio Severo, inimigo ferrenho dessa modernidade tirânica do anticristo, falaciosa nas suas promessas de um progresso terreno, quando na verdade conspira contra as liberdades mais elementares, tem um posicionamento lúcido diante do que é uma tragédia de nossa civilização. O Estado, em nome da expansão dos direitos individuais, usurpa a liberdade, a família, a propriedade, a consciência individual e tenta, pelos mecanismos mais sutis, imbecilizar os cidadãos. Neste aspecto, a defesa da educação em casa pelos pais (homeschooling), a redução da esfera de poder estatal, o combate à ideologia politicamente correta, bandeiras defendidas por esse insigne e corajoso evangélico, são propostas que deveriam ser defendida por qualquer cristão, católico ou protestante, no sentido de preservar o elemento essencial da vida política livre, que são os seus valores e instituições voluntárias.
É paradoxal que alguns liberais, arautos da idolatria do livre mercado, sejam tão omissos quando a questão é a liberdade em outras esferas. Partem da mera maximização econômica da sociedade, quando na prática, se esquecem do resto. Daí a entender o deslumbramento falacioso da atual China comunista, que constitui um perigo claro às liberdades, quando se observa que esta nação, sob o beneplácito do capitalismo, pode se tornar a primeira potência econômica mundial. Paradoxalmente, o tal “socialismo de mercado” parece seduzir o economicismo capitalista. Esses arautos do livre mercado se esquecem de que a liberdade econômica e a livre concorrência só podem sobreviver se houver outras liberdades.
Contudo, em nome da maximização de oferecer a educação ou saúde públicas, o Estado pretende ser dono das consciências e dos corpos das crianças, a revelia dos pais. Educação ou vacinação obrigatória são formas de servidão, tanto das consciências como dos corpos, já que o poder governamental nos impõe esses direitos, da forma como ele quer. Mais do que um socialismo econômico ou estatal, o que pouca gente percebe é que há uma espécie de socialismo espiritual, onde o Estado se torna uma espécie de provedor de tudo, substituindo as funções outrora praticadas voluntariamente pela própria sociedade. Daí a entender uma geração de imbecis em países onde o Estado do bem-estar social (não seria mal-estar?) promete mundos sem fundos. Cada vez mais o Estado cria uma regulamentação brutal sobre os aspectos mais comezinhos da vida privada das pessoas. Não precisamos mais dos métodos soviéticos de controle estatal da sociedade. A democracia e o capitalismo não são imunes a essas artimanhas. Pelo contrário, eles podem perfeitamente colaborar com o totalitarismo, sem prejuízo das aparentes formalidades legais.
E o aspecto mais assustador desses controles governamentais está no âmbito das idéias. Neste ponto, Julio Severo é muito mais feliz e, por vezes, profético. A legislação da chamada “anti-homofobia” preconiza controlar pensamentos e idéias alheias, sob o disfarce de combater preconceitos contra gays. Até mesmo a ideologia de combater preconceitos já soa perversa, pois ser preconceituoso está na esfera individual de consciência de cada um. Sob a capa dos “direitos humanos”, as democracias podem perfeitamente acabar com a liberdade de expressão, de religião e de consciência, com a mais presunçosa paz de espírito. Os grupos de minorias raciais ou sexuais falam de “direitos” sempre exigindo burocracias protetoras, tais como criancinhas mimadas carentes de um papai acolhedor e babá. E junto com sua agendinha cultural, defendem a censura e o policiamento de idéias, transformando o Ministério Pùblico ou da Polícia Federal numa espécie de NKVD soviética stalinista ou Gestapo nazista, espionando pensamentos inconvenientes. A legislação politicamente correta quer transformar a nação numa legião de alcaguetes e dedo-duros, fuxiqueiros, cretinos, intrigantes, vendilhões e colaboracionistas covardes, adeptos do status quo, da submissão mais abjeta e da bajulação à ideologia do Estado.
E o que o juiz William Douglas faz contra esse estado de coisas, sendo evangélico? Toma partido de Julio Severo, contra os perigos de uma legislação totalitária? Nada! Tenta negociar com os demônios, na acepção acertada de Dostoievski sobre os socialistas. Aqueles mesmos socialistas, que anos depois, causaram uma guerra civil e implantaram a ditadura mais genocida da história humana, a Rússia soviética. O magistrado diz que se deve “negociar” com o movimento homossexual, no sentido de amenizar a legislação totalitária e torná-la mais branda, ou seja, a de considerar as práticas de engenharia social do movimento gay.
Ao crer que a legislação democrática esteja acima das leis divinas ou dos princípios basilares do cristianismo, Douglas relativiza a própria fé cristã. No final das contas, será que devemos conversar educadamente com pessoas que querem induzir nossas crianças às faculdades “maravilhosas” do sexo anal? Se o Sr. William Douglas se dispõe a isso, pode ser justamente pela espantosa ignorância de que os cristãos, católicos e evangélicos, possuem das artimanhas que estão por trás do movimento homossexual. Na verdade, a agenda gay já está decidida a destruir o cristianismo no país, seja na esfera da família e dos valores cristãos. O Sr. Douglas, na lamentável estreiteza de um homem que vê as leis apenas pela superfície da forma, é que desconhece todo o aparato de poder que está por detrás da militância GLS. O pior é que ele não está sozinho. O povinho bajulador do Genizah está compactuando com a omissão, junto com outros demais, que são apenas covardes.
Mas não podemos condenar o Sr. William Douglas, homem especialista em “políticas públicas”: sua especialização, de certa forma, é produto dessa estatização espiritual da sociedade. Ainda que os gays raivosos queiram colocá-lo na cadeia como evangélico, através de uma legislação capciosa; ainda que os mesmos queiram ensinar a crianças menores de idade, os prazeres do sexo anal, há de se reconhecer que a polidez do juiz não é em si um ato cristão. É um sintoma de profunda estupidez. Confesso que as cruzadas me assustam bem menos do que a reação de cristãos como ele. Ao menos passar a fio de espada mouros estupradores pareciam atos de firmeza e autenticidade. Ademais, até na guerra civil espanhola, quando houve pilhares de Igrejas e assassinatos de religiosos, os soldados católicos das tropas do Generalíssimo Franco não pensaram duas vezes em fuzilar milhares de comunistas. Com certeza ninguém faria agendinha gay aos filhos dos cristãos de épocas de antanho. Como aliás o islâmico, em priscas eras medievais, não brincava em serviço contra os francos. Mas agora os inimigos dos cristãos e de toda a sociedade ocidental ditam, polidamente, se devem ou não colocar pessoas como o Sr. William Douglas, eu ou Julio Severo na cadeia. E ele agradece, compassivo, o que é expressão da mais estranha tolerância e pusilanimidade, repassada como piedade cristã. A Revista Genizah parte dessa mesma expressão de pieguice travestida de cristianismo postiço. Patético!
Julio Severo não é tão radical quanto parece. Pelo contrário, radical mesmo é a militância politicamente correta, que promete ensinar homossexualismo nas escolas e, quem sabe, legalizar a pedofilia. Ou mais, colocar cristãos na cadeia, por não colaborarem com os “modernos” ensinamentos sexuais do movimento homossexual nas escolas, nas novelas e na mídia em geral. No entanto, atualmente, as futuras vítimas colaboram com seus algozes. Será que o Sr. Juiz ainda não se perguntou por que Julio Severo está fora do país? Será que a turminha insossa do Genizah faz alguma coisa para proteger um pai de família, cujo único pecado é ser tão profundamente leal aos seus princípios de consciência? Até o berço do calvinismo dito “conservador” da Universidade Mackenzie de São Paulo se acovardou com a pressão do movimento gay, quando tentou manifestar uma posição divergente, retirando um artigo que condenava o homossexualismo. O mais caricatural é o Sr. William Douglas querer ditar regras de bom mocismo a Julio Severo, como se o radical fosse o próprio evangélico exilado e perseguido pelas suas idéias e não a agressiva e virulenta militância homossexual. Ao menos, o senhor magistrado deveria fazer o mínimo de esforço possível para ver a mais pura realidade.
E aqui entre nós: o Sr. Douglas acredita mesmo no “bispo” Crivella, da Igreja universal, aquela mesma fábrica de dinheiro que é cão de guarda do governo federal do PT abortista e pró-gay? O magistrado não tem mais idade pra ser tão ingênuo. O Nosso Senhor afirmou que o Reino dos Céus estaria aberto às crianças. No entanto, o Filho de Deus também disse que sejamos mansos como as pombas e sagazes como as serpentes. A ingenuidade é muito bela nas crianças, mas deplorável nos adultos. No máximo, devemos conhecer da malícia do mundo para preservar a integridade de nossas crianças e de nós mesmos. Integridade que o movimento homossexual ameaça corromper.
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Mais um moralista sem consciência moral

Publicado em Genizah, Thiago Lima Barros por juliosevero em 15 de agosto de 2011

Mais um moralista sem consciência moral

Olavo de Carvalho
Ao sustentar com pelo menos duas mentiras grossas a sua opinião de que Julio Severo é “um lobo em pele de cordeiro”, o colunista Thiago Lima Barros, do site Genizah, cometeu, com toda a evidência, os crimes de difamação e calúnia.
Difamação, porque atribuiu a Severo condutas vexaminosas que teriam sido testemunhadas coletivamente pelos fiéis de uma igreja… onde Severo nunca esteve nem por uma fração de segundo.
Calúnia, porque lhe imputou ato criminoso que ele nunca praticou nem poderia ter praticado. Segundo Barros, que alega ter ouvido a história de “pessoas da convivência” de Julio Severo cujos nomes ele omite, um dos filhos menores do escritor teria sido visto com marcas de sevícias pelo corpo, testemunhadas por professores e funcionários da escola que freqüentava em Niterói. O detalhe significativo é que o menino jamais foi matriculado naquela escola, nem aliás em qualquer outra: não freqüentou escola nenhuma nem mesmo em pensamento, tendo sido sempre educado em casa pelo pai, adepto ferrenho e intransigente do homeschooling.
Thiago Lima Barros queixa-se de ter sido maltratado por Julio Severo

Pego em flagrante delito, o colunista publicou um arremedo de resposta, no qual joga rapidamente as culpas sobre as “fontes” que o teriam informado mal e, sem demora, passa a falar de outra coisa, como se o crime fosse um nada, e menos que um nada a honra ferida do Sr. Julio Severo.

Pregador de moralidade sem consciência moral bastante para discernir sequer entre condutas lícitas e criminosas, alma endurecida de orgulho que se recusa obstinadamente a pedir desculpas quando acusa um inocente, desconversador cínico que julga poder ocultar seus crimes sob uma imitação grotesca de pureza evangélica, o Sr. Barros é, sob esse aspecto, um irmão espiritual do Sr. Sidney Silveira, a disparidade dos seus respectivos cultos provando apenas que, no Brasil, a canalhice se distribui igualitariamente, democraticamente, entre os representantes autodesignados da Igreja católica e os da reformada.

Mas o que torna o segundo escrito do Sr. Barros tão criminoso quanto o anterior é o fato de que, tendo de início citado apenas fontes anônimas e evanescentes, ele procura agora esconder-se por trás dessas figuras sem rosto, artifício inaceitável em qualquer legislação processual do mundo, dando-nos com isso mais uma prova da intenção dolosa com que tentou enlamear a reputação de Julio Severo.
Mais: as fontes invisíveis que teriam informado mal o Sr. Barros são duas, distintas e separadas entre si: de um lado, a platéia da tal igreja; de outro, pessoas próximas da família Severo. Pretende o Sr. Barros fazer-nos acreditar que, por mera coincidência, foi enganado ao mesmo tempo, e no mesmo sentido, por dois grupos de testemunhas falsas sem qualquer conexão um com o outro? Ou, ao contrário, teriam eles tramado em conjunto o plano malévolo de induzir o Sr. Barros propositadamente em erro, para desmoralizá-lo? As duas hipóteses são obviamente artificiosas, mas, fora delas, a única que resta é a seguinte: o Sr. Barros não citou os nomes das testemunhas pelo simples fato de que elas não existem. Foi ele mesmo quem inventou tudo: fatos, testemunhas e desconversas.
Aliás, que desconversas admiráveis! Tendo passado rapidamente por cima do episódio, com a pressa característica do mentiroso que quer logo mudar de assunto para não correr o risco de dar com a língua nos dentes, com que tipo de estofo o Sr. Barros preenche o espaço restante do seu artigo? Com lições de moral! Lições de moral proferidas no tom de admoestação pastoral de quem fala do alto do púlpito, com autoridade apostólica. Se faltam a esse pregador as elegâncias latinas do Sr. Silveira, sobra-lhe, em compensação, o dom cênico da fala empostada, com direito ao característico vibrato eclesial na língua para os trechos mais pungentes. Tudo para desviar as atenções de um crime pelo qual o apóstolo não quer pedir desculpas. Se todo mundo tem direito a quinze minutos de fama, o Sr. Barros conquistou galhardamente os seus com esse momento memorável nos anais do tartufismo universal.
Não vou nem discutir os julgamentos morais com que o articulista exibe a um estupefato mundo as virtudes da sua alma cristianíssima em contraste com a impiedade de Julio Severo. São opiniões sem nenhuma importância, que só estão ali para desviar as atenções.
Mas não resisto a fazer uma observação sobre a linguagem em que foram escritas.
No tempo em que existia literatura no Brasil, quando as pessoas adestravam seu senso do idioma lendo Manuel Bandeira, Marques Rebelo, José Geraldo Vieira e Graciliano Ramos, os escritos dos srs. Silveira e Barros não resistiriam à audição de seus primeiros parágrafos, revelando de imediato, pela mistura característica de afetação e tosquice, a baixa qualidade das almas que os produziram.
Hoje em dia, quando até mesmo os portadores de diplomas universitários têm a sensibilidade literária de um macaco-prego, o tom beato, santarrão e desesperadoramente kitsch desses produtos da mais pura estupidez pomposa vale como prova de autoridade moral, precisamente porque corresponde ao estereótipo vulgar da fala “religiosa” e porque a distinção entre realidade e caricatura se tornou imperceptível.
Em épocas de confusão e loucura, o lixo sobe do fundo da sociedade para os altos postos. Isso ocorre não só na política como também na educação, na vida intelectual e na religião.
P. S. – Talvez por não confiar muito na eficácia do seu ensaio de desconversa, o Sr. Barros logo produziu mais um. Ele tenta agora encobrir os seus crimes sob a alegação de que Julio Severo só combate o movimento gay por ser ele próprio homossexual enrustido. Bem, se o Sr. Barros pode saber tanta coisa da vida familiar de Júlio Severo por fontes inexistentes, por que não pode conhecer também os seus desejos sexuais secretos por meio de adivinhação à distância? Como o sabe qualquer menino de escola surpreendido em flagrante traquinagem, o desespero de fugir do assunto é um poderoso estímulo à criatividade. 
Nota de Julio Severo: A foto neste artigo foi usada originalmente pelo sr. Thiago Lima Barros para atacar-me, mas Olavo, com uma legenda inteligente, reverteu o ataque sobre o atacante.
Divulgação: www.juliosevero.com

Mentiras cósmicas: articulista do Genizah cria ficção para atacar Julio Severo

Publicado em Genizah, Mackenzie, O Observador Cristão, Olavo de Carvalho, Thiago Lima Barros, Universidade Mackenzie, VINACC por juliosevero em 10 de agosto de 2011

Mentiras cósmicas: articulista do Genizah cria ficção para atacar Julio Severo

Julio Severo
No artigo “Júlio Severo, um lobo em pele de cordeiro”, o autor Thiago Lima Barros afirma: “fontes do convívio pessoal de Julio Severo relatam que, em verdade, seus problemas com a lei começaram quando um de seus filhos passou a apresentar comportamento estranho na escola onde estudava em Niterói (RJ), replicando o mesmo pensamento ultraconservador do pai nas atividades escolares.”
O autor então inventou todo um cenário ao redor da ficção que ele criou.
Entretanto, a verdade é que, pelo fato de que sou adepto do homeschooling, jamais matriculei nenhum dos meus filhos na escola. Mesmo assim, o senhor Barros se lambuza no barro e na mentira, alegando que sua base é um vídeo de Caio Fábio, que já foi refutado por mim: http://juliosevero.blogspot.com/2010/03/caio-fabio-ataca-julio-severo.html
Caio Fábio foi o líder evangélico que levou grande parte das igrejas evangélicas ao curral do PT: http://juliosevero.blogspot.com/2006/04/lula-e-os-evanglicos.html
Sobre homeschooling, sou defensor dessa modalidade de ensino há pelo menos vinte anos, tendo artigos meus publicados no site da maior instituição de homeschooling dos EUA, a Associação de Defesa Legal da Educação Escolar em Casa:
Possuo um blog somente de homeschooling: www.escolaemcasa.blogspot.com Assim, se Barro quer me acusar de um “crime” sem o uso de mentiras, estou fornecendo a evidência de que realmente defendo o homeschooling.
Sou o tradutor de De Volta Ao Lar, o único livro em português que trata do homeschooling. A autora, Mary Pride, era feminista e hoje é calvinista.
Se homeschooling é crime, o senhor Barro pode me chamar de “criminoso”, porém não pode dizer que matriculei algum filho meu em escola de Niteroi ou qualquer outro lugar do Brasil ou fora. Não é preciso ser teólogo para saber que o pai da mentira é Satanás.
Em seguida, o senhor Barro levanta outra acusação: “as mesmas fontes que desmascararam a mentira sobre sua fuga da Justiça brasileira, dão conta de que o comportamento rebelde e insubmisso Severo pôde ser atestado pela membresia da Primeira Igreja Batista do Ingá, em Niterói, única igreja de que se tem notícia em que tenha congregado. Admitido pelo pastor da igreja para pregar em algumas oportunidades, Severo simplesmente criou um clima de beligerância absurdo no seio da igreja, fruto de suas pregações agressivas, que quase leva à divisão da mesma”.
A verdade é: Nunca fui membro da Primeira Igreja Batista do Ingá, em Niterói. Nunca pus os pés ali. Mas já que Barro acredita categoricamente que eu era membro dessa igreja e a dividi, quem sou eu para tirá-lo desse estado delirante, típico de usuários de drogas?
Não satisfeito com mentiras pessoais, Barro passa para a esfera do delírio espiritual, me acusando de violar a teologia dele — que sem dúvida nenhuma tem ligação com o pai da mentira — me ligando a uma variedade de outras teologias, julgando-me, como diz ele, a partir da sinopse do meu livro Orações Proféticas.
Em seguida, o ataque dele se ancora num artigo que Leonardo Gonçalves escreveu num momento em que ele e outro blogueiro se uniram ao Genizah para me atacar. O embate está registrado aqui, numa resposta que continua válida: http://juliosevero.blogspot.com/2010/01/raivinha-do-danilo.html
Barro chama a Marcha para Jesus de “misticismo anticristão”, mas tanto eu quanto Olavo de Carvalho já reconhecemos, publicamente, o valor da Marcha para Jesus em suas ações de condenar as decisões infames do STF e o PLC 122. Aliás, Reinaldo Azevedo, colunista da revista Veja, também já apontou para as expressões positivas da Marcha para Jesus. Ao mesmo tempo, Barro me acusa de apoiar Edir Macedo, sem se dar ao trabalho de ler meus vários artigos sobre as posições abortistas dele. E me acusou de apoiar Silas Malafaia. Sim, eu cometi esse “pecado”. Como não apoiá-lo quando ele defende tão bem posturas cristãs contra o aborto e o homossexualismo? Só não apoio as posições políticas dele.
Eu não creio que o Céu existe somente para batistas ou calvinistas ou neopentecostais. Não sou antineopentecostal nem anticalvinista. Aliás, o homeschooling em que estou envolvido é majoritariamente calvinista. Sou apenas contra os excessos de todos os lados. Por isso, denuncio quando calvinistas, batistas, assembleianos e neopentecostais se unem para apoiar o PT e o socialismo.
No ataque seguinte, Barro afirma:
“Não há como não ver essa pregação satânica sem se lembrar de uma das fonte de inspiração do discurso do nosso personagem: o pastor norte-americano Carl McIntire (detalhe: quando lhe convém, Severo tacha os EUA de antro de liberais, mas sua retórica é de matiz claramente conservador-ianque; confira em http://juliosevero.blogspot.com/2011/04/e-o-amoooooooooor.html). Em nome da (sua) ortodoxia, o Rev. McIntire cometeu pecados inomináveis, como o da simonia, ao tentar subornar diversos pastores mundo afora para que dividissem suas denominações, com a desculpa de afastar o modernismo e o liberalismo. Severo aprendeu com gente desse naipe a defender bandeiras justas do Evangelho de forma pecaminosa e bandida, usando os meios mais escusos para defender a retidão divina e defendendo um constantinianismo direitista. Mas de Deus não se zomba: o fim de McIntire foi a falência financeira e o ostracismo eclesiástico (ver mais em ‘Os Herdeiros de Carl McIntire’, do Rev. Guilhermino Cunha, disponível em http://www.mackenzie.br/fileadmin/Mantenedora/CPAJ/revista/VOLUME_VI__2001_/Guilhermino.pdf). O de Severo será parecido, pois ousou dar à sua carnalidade ares de defesa piedosa da fé. A esses que querem ser professores de Deus, ensinando-o a como agir diante do mundo, o próprio Deus, rindo-se deles, diz: ‘Nunca vos conheci. Apartai-vos de mim, vós que praticais a iniquidade’ (Mt. 7:23)”
A “pregação satânica” que Barro viu no meu blog foi escrita em grande parte por Olavo de Carvalho. E para combater a “heresia” do Olavo que Barro imputou a mim, ele usa um artigo no site da Universidade Mackenzie. O artigo foi escrito pelo Rev. Guilhermino Cunha, amigo de Caio Fábio. Como presidente do Supremo Concílio da Igreja Presbiteriana do Brasil, Cunha apoiou publicamente a eleição de Lula para presidente em 2002. Nesse apoio, líderes de diversas denominações — desde tradicionais, até pentecostais e neopentecostais — entregaram suas almas no altar do PT.
Barro faz papel ridículo ao me acusar de “pregação satânica” usando como muleta um texto do site da Universidade Mackenzie escrito por um calvinista liberal! O Mackenzie, que removeu um manifesto anti-PLC 122 por pressão dos ativistas gays, bem que deveria tirar de seu site todos os textos escritos por calvinistas liberais.
Barro faz muitas outras acusações mentirosas, inclusive chamando Olavo de Carvalho de “filósofo” — entre aspas mesmo. Eu posso não considerar o Olavo um pastor ou teólogo, mas ele é sim o maior filósofo do Brasil. Ponto final. Posso discordar da teologia dele, mas a filosofia dele é imbatível e monumental.
Na sua orgia de calúnias, Barro tentou também insinuar que fui expulso do evento da VINACC. Contudo, conforme comunicação que acabei de receber da VINACC, a VINACC acionará seu departamento jurídico contra o senhor Barro se seu texto difamatório não for retirado da internet.
No fim, o autor me compara ao terrorista norueguês, acusação praxe da turma do tabloide sensacionalista Genizah. Não sei se, nessa altura, Thiago Lima Barros merece ganhar o Prêmio Nobel da Calúnia, mas é fato que ele está se esforçando muito para chegar lá e até já se tornou colunista do Genizah.
É sabido de todos que o Genizah não gosta de ser denunciado por seu esquerdismo. Mas meu blog não teme essa missão: denunciar o esquerdismo de quem quer que seja, inclusive de tabloides metidos a defensores da apologética cristã. Exclusivamente por esse motivo, o Genizah tem sido alvo de denúncias:
Entretanto, em vez de me atacar de frente e sem o uso de calúnias, o Genizah utiliza seu boneco de barro, postando o artigo de ataque num blog chamado “O Observador Cristão”, que pretende ser, na fachada, “O olhar de um cristão reformado conservador”. Mas nada mais é do que um dos braços do próprio Genizah.
O tal blog calvinista e reformado nada tem de conservador. Mas tem muito do Genizah e Caio Fábio.
Claro que nem esse blog nem o Genizah dão a mínima importância para verdades bíblicas ou pessoais. Afinal, o que importa para eles é dar umas boas gargalhadas com as confusões que criam.
Eu não dou gargalhadas com a confusão que já existe nas igrejas cristãs do Brasil. Aliás, entristece-me ver as igrejas tão mergulhadas em interesses políticos e seduções religiosas, inclusive de tabloides cuja única missão é criar e fortalecer joios no meio do trigo.

>Genizah, Ultimato e Rio de Paz: Alianças que atrapalham o testemunho cristão e ajudam o socialismo

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Genizah, Ultimato e Rio de Paz: Alianças que atrapalham o testemunho cristão e ajudam o socialismo

As dificuldades de conservadores calvinistas para denunciar colegas calvinistas entorpecidos por ideias recicladas do esgoto cerebral de Karl Marx

Julio Severo
Meu texto sobre o tabloide sensacionalista Genizah e seu esquerdismo provocaram repercussão entre os leitores. Um dos articulistas do tabloide, um pastor calvinista que diz que é conservador, visitou o site Mídia Sem Máscara, onde meu artigo foi reproduzido, exclusivamente para defender o dono do Genizah, Danilo “Marqueteiro” Fernandes, e seu espaço de colunista ali.
Ele também usou o exemplo do filósofo Olavo de Carvalho para defender sua presença no tabloide. Afinal, se o Olavo pode trabalhar em mídias seculares abertamente hostis aos cristãos, por que esse calvinista conservador não pode ser colunista no Genizah?
Mas há alguma semelhança entre o pastor calvinista “conservador” e o Olavo? Quando os cristãos conservadores são atacados pela mídia, o Olavo sempre toma o lado dos cristãos conservadores, sem temer perder espaço nessa mídia.
Em 2007, quando meu blog foi interditado pelo Google por pressão dos ativistas gays, o Olavo não ficou em cima do muro. Ele escreveu um artigo no Jornal do Brasil denunciando os ataques contra mim, e meu blog foi restabelecido. Quando jornalistas esquerdistas como Luís Nassif me atacaram, novamente o Olavo se levantou para me defender.
Contudo, quando recentemente o Genizah debochou do Olavo e de mim, onde estava o colunista conservador do tabloide, que não escreveu nenhum texto de apoio a nós? Onde estava ele? Viajando? De férias?
Mas, quando denunciei novamente o esquerdismo do Genizah, o pastor calvinista conseguiu arrumar tempo para ir até o Mídia Sem Máscara postar comentários defendendo o Danilo.
A presença dele nesse tabloide sensacionalista tem exatamente essa finalidade — defesa do Genizah — e está dentro das conveniências estratégicas de marketing do Danilo, tendo o único objetivo de dar uma aparência de “pluralidade”, a fim de neutralizar a ação dos discordantes, que, ao verem ali um colunista que se diz conservador, caem no truque e pensam: “Não posso criticar o Genizah, pois um dos nossos está ali”.

A principal estrela vermelha do Genizah

Apesar das aparências, o esquerdismo do Genizah é patente nas palavras e ações de Hermes Fernandes, um de seus principais colunistas. Hermes já “recebeu o Greenpeace para dar palestras em sua igreja”, segundo informação do próprio Genizah.
De acordo com o livro “The Hidden Dangers of the Rainbow” (Os perigos ocultos do arco-íris), escrito pela Dra. Constance E. Cumbey, o Greenpeace de forma pública e arrogante se anuncia como a “Nova Era” (p. 42). O Greenpeace é esquerdista de cabo a rabo.
Em 2008, Hermes declarou apoio público a Fernando Gabeira, político homossexual que no passado era terrorista comunista e hoje defende a legalização da prostituição, maconha, homossexualismo e aborto.
Apesar dessas conexões, ele jura: “Não sou partidário nem da esquerda, nem da direita”. Mas também desabafa no Genizah:
“Não vejo o regime socialista como um bicho-papão”.
“Conheço o trabalho de alguns expoentes da Teologia da Libertação, e os respeito profundamente. Entre eles, Rubem Alves, Frei Betto, Leonardo Boff, e outros. Se lêssemos suas obras desprovidos de preconceito, encontraríamos verdadeiras pérolas”.
Mesmo numa questão tão séria quanto a do PLC 122, que ameaça trazer perseguição religiosa a todo o Brasil, o Genizah adota posição liberal muitíssimo semelhante à de Bráulia Ribeiro, colunista do Genizah já refutada por mim. Em seu marxismo que finge neutralidade política, Hermes Fernandes declara sobre o PLC 122: “Faz-se um escarcel danado para que os crentes pensem que a tal ‘ditadura gay’ vai obrigar às igrejas a aceitarem e celebrarem o casamento entre pessoas do mesmo sexo”. A esquerda trata as ameaças do PLC 122 como mero delírio. Por que o Genizah agiria diferente?
A hipocrisia de Hermes foi ainda mais desmascarada quando ele cometeu o erro de lançar insultos ao Olavo de Carvalho como filósofo, recebendo dele uma resposta à altura.
O fato é que Hermes está agradando aos poderosos. Em 11 de maio de 2008, um tal de Comitê da Paz Mundial, que o blog pessoal do Hermes disse que é um órgão ligado à ONU, lhe deu o título de “Embaixador da Paz” (veja as fotos aqui). No mesmo ano, o Bispo Manoel Ferreira esteve em Washington DC para participar de uma conferência da paz ligada ao Rev. Moon e à ONU. “Embaixador da Paz” é um título amplamente concedido também pelo Rev. Moon, que tem extensas ligações com a ONU.
Esses dois títulos de “Embaixador da Paz” têm alguma ligação? Pelo que dá para ver, só a ONU, que é em si já é sinal suficiente de confusão. Outras confusões, inclusive doutrinárias, do Hermes estão documentadas aqui no blog Teóphilo Noturno.
Portanto, em vez de conservadorismo cristão, o que se vê no Genizah é um carnaval de liberais, em que seus articulistas se sentem à vontade para dizer que seus “mentores são Ricardo Gondim, Caio Fábio, Ariovaldo Ramos e Ed René Kivitz”. Junto com Robinson Cavalcanti e Paul Freston, esses figurões são a nata da versão evangélica da repugnante Teologia da Libertação.

Inocentes úteis

O espaço que Danilo dá para alguns articulistas menos progressistas é o espaço que ele precisa para disfarçar e proteger as intenções do seu tabloide. Com uma mão, ele infecta, junto com Caio Fábio e outros progressistas, a igreja com seu vírus vermelho gospel. Com a outra, ele apresenta os colunistas inocentes úteis, para desviar a revolta dos ingênuos. Daí, quando dizem: “Olha o Genizah pregando socialismo! Vamos deixar esse blog!” Então o Danilo aparece dizendo: “Peraí, minha gente. Não me deixem. Tenho aqui um pastor calvinista ‘conservador’ com a cara de vocês! Vou postar um artiguinho meio conservador para manter vocês calminhos e grudados aqui.”

Os colunistas inocentes úteis têm uma função importante quando o Genizah é repudiado como esquerdista. No momento da crise com os leitores, eles são apresentados como prova da pluralidade e diversidade do tabloide. “Tão vendo? Não somos tão vermelhos”.

Judas era um traidor, vigarista e ladrão. Mas a presença dele entre os apóstolos de Jesus Cristo não fazia deles uma gangue de traidores, vigaristas e ladrões. Da mesma forma, a presença de um conservador num tabloide sensacionalista com vigaristas esquerdistas não os torna conservadores, santos e apostólicos — se é que o que há no Genizah é realmente conservador.
Danilo “Marqueteiro” Fernandes adora posar de calvinista apologético defensor da fé cristã, enquanto ao mesmo tempo faz promoção de textos de ideólogos políticos como Robinson Cavalcanti (fundador do Movimento Evangélico Progressista, a maior entidade evangélica esquerdista do Brasil, aliada de Lula nas duas eleições presidenciais), Ed René Kivitz, Caio Fábio e outros, um dos quais alertou contra os perigos dos “Olavos de Carvalho e Júlios Severos da vida”. Mas Danilo não é o único a sustentar um calvinismo progressista. Há também o dono da revista Ultimato e o dono do Rio de Paz. Ambos são calvinistas. Ambos têm o sangue “vermelho” correndo em suas veias e textos. Ambos têm seus inocentes úteis como “prova” de que não têm segundas intenções.
Quanto ao próprio Danilo, os frutos falam mais alto do que a cortina de fumaça “apologética”: seu liberalismo ajudou a prejudicar um jovem blogueiro com problemas sexuais, que acabou se tornando defensor da pedofilia.

Ajudando tiranos fortemente armados a desarmar os inocentes

O problema não é um, dois ou três escorregões esquerdistas, mas anos de envolvimento da Ultimato, Genizah e Rio de Paz nessa ideologia vermelha de encharcamento de sangue inocente, inclusive de cristãos.
Ultimato é a maior e mais antiga publicação evangélica esquerdista do Brasil, sempre pronta a ecoar e coletar apoio para causas socialistas como o desarmamento. Aliás, essa é a especialidade do Rio de Paz, que propõe que a população civil fique totalmente sem meios de se defender, sem se importar que tanto a Alemanha nazista quanto a União Soviética conseguiram alcançar essa meta antes de iniciarem suas campanhas estatais de subjugação e massacre de suas populações cativas. O desarmamento da população almejado pelo Rio de Paz é meta permanente do governo socialista do Brasil, cuja presidente tem ligações, em seu histórico e governo, com terroristas assassinos. De modo diferente, a meta do líder cristão verdadeiro é apoio ao desarmamento apenas dos criminosos, nunca dos cidadãos que precisam defender suas vidas e famílias.

A melhor solução contra a criminalidade e contra os tiranos é uma população que tenha todos os meios necessários para se defender. Ao calvinista Antonio Carlos Costa, dono do Rio de Paz, apresento o exemplo da Suíça, a terra de João Calvino, com sua tradição de armar toda a população civil. Anos atrás, respondendo a um convite do Rio de Paz, eu disse que só participaria de seu movimento se fosse plenamente garantido aos cidadãos seu direito de se defender e se o foco fosse o desarmamento apenas dos criminosos. Meu pedido jamais foi atendido.

Frei Betto, o queridinho do Genizah e Ultimato

O Rio de Paz tem só uma vantagem sobre seus companheiros de viajem. Até agora não citou nenhuma vez Frei Betto, que é sempre elogiado no Genizah e Ultimato. Betto, profundamente respeitado pelo esquerdista enrustido Hermes Fernandes, disse:
“Admito a descriminação do aborto em certos casos e sou plenamente a favor da mais ampla discussão em torno do aborto”.
“A Igreja precisa prestar atenção ao legado de três grandes judeus que fizeram história: Jesus, Marx e Freud”.
“Eu tenho certeza que um autêntico comunista é um cristão, embora não o saiba, e um autêntico cristão é um comunista, embora não o queira”.
“O governo brasileiro é amigo de Cuba, é um aliado. Acho que o Brasil tem que ajudar Cuba e tem a obrigação moral e política de apoiar a Revolução Cubana”.
“O Fidel [Castro] nunca diz que é ateu. É uma pessoa que respeita profundamente as religiões. Nunca em Cuba, uma Igreja foi fechada, em mais de 40 anos da revolução”.
“A minha espiritualidade está muito centrada no exemplo de Jesus, sou uma pessoa apaixonada pelo testemunho e pelo exemplo Dele. Mas me enriqueci muito espiritualmente com contribuições, principalmente do budismo”.
Em seu artigo intitulado “Lutar pela Implantação do Socialismo Até o Último Dia das Nossas Vidas”, Frei Betto declara ousadamente:
“Não podemos de maneira alguma ficar à espera que um novo iluminado surja para fazer uma obra melhor do que a de Karl Marx. A obra do Marx é de suma importância para nossa atuação revolucionária, como a obra do Gramsci, como a obra do Che Guevara, como a obra de tantos outros companheiros que embora sejam menos conhecidos, mas têm obras importantes e companheiros que hoje, me permitam dizer, publicam ensaios de transcendental importância para a nossa luta”.
Naturalmente, Betto é a favor do desarmamento e esse é um dos motivos por que ele ama Fidel Castro, ditador de uma ilha-prisão onde sua população de mendigos desarmados está à mercê de um tirano louco e sanguinário. O povo cubano é dócil e obediente como um medroso cão na coleira à mercê de um dono cruel e violento. E, naturalmente também, o Rio de Paz e sua campanha de desarmamento têm amplo apoio do governo da terrorista não arrependida Dilma Rousseff, do Genizah e todas as outras mídias evangélicas esquerdistas, inclusive a Ultimato. Parece nem lhes passar pela cabeça que o desarmamento da população civil é um dos pilares da tirania e do socialismo. Mesmo assim, é promovido pelo Rio de Paz, cujo dono se inspira em figuras esquerdistas antipáticas ao conservadorismo e amantes da subjugação da sociedade ao desarmamento tirânico.

Corporativismo calvinista

Apesar das incoerências do Rio de Paz com um autêntico calvinismo — sem mencionar autêntico Cristianismo —, um corporativismo calvinista estranho impede os calvinistas conservadores de denunciarem os óbvios males dos calvinistas Danilo “Marqueteiro” Fernandes, o dono da Ultimato e o dono do Rio de Paz. Mesmo sendo contra o desarmamento e outras ideias “progressistas”, alguns deles preferem nem ficar em cima do muro quando a questão envolve amizade, citando de forma elogiosa seus colegas calvinistas entorpecidos por ideias recicladas diretamente do esgoto cerebral de Karl Marx. A mesma boca que condena o desarmamento tirânico lisonjeia seus promotores, como se fosse possível criticar o nazismo e lisonjear Hitler ou criticar o comunismo e lisonjear Stálin, Fidel Castro e Marx. “Porventura deita alguma fonte de um mesmo manancial água doce e água amargosa?” (Tiago 3:11 ACF)
Esse corporativismo provoca confusão entre os leitores:
* Eu vi esquerdismo e liberalismo no Genizah, mas não posso deixá-los, porque tem um articulista lá que é conservador.
* Eu vi esquerdismo e liberalismo na revista Ultimato, mas não posso criticá-los, porque o pastor da minha igreja a recomenda.
* Eu vi esquerdismo e liberalismo no Rio de Paz, mas não posso apontar seus erros, porque um dos pastores é amigo do pastor da minha igreja.
O corporativismo calvinista provoca vacilação entre líderes calvinistas e outros líderes evangélicos:
* Eu vi esquerdismo e liberalismo no Genizah, mas não posso deixá-los, porque tem um articulista lá que é meu amigo.
* Eu vi esquerdismo e liberalismo na revista Ultimato, mas não posso criticá-los, porque tem um articulista ali que prega na minha igreja.
* Eu vi esquerdismo e liberalismo no Rio de Paz, mas não posso apontar seus erros, porque tem um líder ali que dá palestras nos nossos congressos.
O que é que dá para dizer? Quem conhece o Evangelho precisa de Genizah, Ultimato e Rio de Paz?

Richard Wurmbrand, o pastor que foi torturado por amor ao Evangelho

Quando olho para o Evangelho, eu vejo Jesus. Só Jesus.
Mas quando olho para o Genizah, Ultimato e Rio de Paz, eu vejo marxismo, apesar da presença ali de um pastor calvinista que se diz conservador.
Quando olho para o marxismo, vejo mais de 100 milhões de homens, mulheres e crianças assassinados. É possível então um filho de Deus não sentir revolta contra uma ideologia que derramou tanto sangue inocente, inclusive de cristãos?
É por isso que não faço concessões aos protestantes que colaboram com o marxismo, mesmo quando há “conservadores” inocentes úteis no Genizah, Ultimato e Rio de Paz. Quando tive oportunidade de palestrar na VINACC anos atrás, proibi que os representantes da Ultimato vendessem suas revistas no salão de minhas palestras. Era mais do que justo fazer isso, pois a própria VINACC já havia assumido postura pública contra o comunismo.
Quando olho para o marxismo, vejo milhões de cristãos torturados e assassinados. O Rev. Richard Wurmbrand, pastor luterano de ascendência judaica, passou anos sendo torturado em prisões comunistas (assista aqui ao testemunho dele: http://www.youtube.com/watch?v=fWOJk_czoz4). Mais tarde ele escreveu sobre as ligações de Karl Marx com Satanás. Como então podem cristãos hoje alegar que são fiéis a Cristo e a ideias que vieram diretamente da cabeça de um satanista? Como pode haver líderes cristãos que conseguem dizer despreocupadamente “não vejo um regime socialista como um bicho-papão”? De forma oposta, esses mesmos líderes colocam no nível de bicho-papão os cristãos que denunciam as ilusões socialistas.
Quando olho para o Genizah, Ultimato e Rio de Paz, vejo essa incoerência. Pisando na ameaça do comunismo, que quase se concretizou no Brasil, e colocando em dúvida o testemunho do Pr. Enéas Tognini, que alertou o Brasil contra o comunismo, o Genizah canonizou protestantes comunistas com a ajuda de “documentos” do Conselho Mundial de Igrejas, organização notória por suas ligações comunistas e hoje por suas conexões com ativistas gays, adeptos de religiões afros e ativistas políticas contra Israel.
Como dá para aliar a lealdade a Cristo e ao Seu Sangue derramado por nós com uma ideologia que derramou tanto sangue cristão?

Não é hora para ficar calado

Enquanto os calvinistas conservadores vacilam em criticar seus colegas calvinistas do Genizah, Ultimato e Rio de Paz, as denominações calvinistas da Europa e EUA estão, para a vergonha do Evangelho, sucumbindo diante do movimento ideológico homossexual, ao mesmo tempo em que os islâmicos estão contando com a esquerda para derrotar e ocupar lugares antes ocupados pelo Cristianismo. Cada vez mais abraçando a ideologia esquerdista, os evangélicos procuram não frustrar as intenções islâmicas.
Os calvinistas conservadores do Brasil têm um excelente conhecimento teológico e filosófico, mas se não se dispõem a usá-lo na guerra cultural, entregam a vitória de bandeja aos calvinistas esquerdistas dotados de conhecimento teológico e filosófico liberal.
Eu me alio de coração aos calvinistas americanos que defendem e vivem o homeschooling, um movimento que rejeita o controle do Estado na vida de nossos filhos. Na guerra cultural, essa é uma resposta firme, corajosa e necessária ao Estado. Mas o calvinismo brasileiro ainda nem conseguiu confrontar e denunciar publicamente os esquerdistas que estão em seu próprio meio.
As alianças, ligações e amizades com liberais comprometem o testemunho cristão, enfraquecem e até anulam a voz profética e no fim promovem a apostasia, inclusive o socialismo, que está ajudando a construir o reino do Anticristo na terra.
Sobre o Genizah:
Sobre a revista Ultimato:
Sobre desarmamento:
Sobre esquerdismo entre evangélicos:
Igrejas calvinistas dos EUA e Europa sucumbindo diante do movimento homossexual:
Sobre comunismo:

>Genizah: esculacho pró-socialismo travestido de apologética

Publicado em Genizah por juliosevero em 28 de junho de 2011

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Genizah: esculacho pró-socialismo travestido de apologética

Edson Camargo
O blog Genizah, comandado pelo marqueteiro Danilo Fernandes, republicou dias atrás matéria da revista Istoé que trata da participação política dos protestantes durante o regime militar instalado no país em 1964, expressando apoio integral ao conteúdo da reportagem.
O que esperar da abordagem da revista Istoé sobre o tema? Bem, dependente de verbas governamentais, e com notório alinhamento às posições do partido que hoje controla o país, temos a resposta óbvia: lá está toda a engenharia da culpa típica das hostes socialistas, que sempre fazem a habitual e soturna seletividade na apresentação dos fatos: faz de terroristas, seus apoiadores e defensores, as pobres vítimas, e dos alinhados ao regime, os monstros, os verdugos, os carrascos. Mas como esquecer do fato de que, durante a última campanha à presidência, assim que o candidato a vice na chapa do PSDB lembrou a todos de que o PT tem uma histórica aliança com o grupo narcoterrorista FARC, a revista fez matéria de capa atribuindo à oposição a mania de “ver fantasmas” e apelar para a “tática do medo”? Como a existência e ação contínua e planejada do Foro de São Paulo, que agrega PT, FARC e outros grupos socialistas da América do Sul é algo confessado pelo próprio Lula, um dos mentores do projeto, fica evidente que a Istoé tem um papel fundamental na revolução cultural anestésica promovida pela esquerda: sem fabricar a desinformação (dezinformatsiya – em russo), é quase impossível empreender a subversão das instituições.
E lá vamos por pingos nos ‘i’s. Houve exagero da parte dos militares? É claro, e eles mesmos reconhecem, hoje, envergonhados, ainda que saibam que estavam do lado da legalidade e da ordem, com amplo apoio popular. E o que fazem os revolucionários: continuam manifestando apoio a Fidel Castro, prosseguem encobrindo os assassinatos de seus próprios “camaradas” – os chamados “justiçamentos”-, desconversam quando toca-se no fato de que muito antes do golpe, já realizavam ataques, treinavam militantes, recebiam treinamento e diretrizes da Rússia, da China, e aliciavam estudantes. Que tal ler o manual de guerrilha urbana de Carlos Marighella? Na Intentona Comunista de 1935, mataram 500 pessoas em uma semana. O regime militar, em 20 anos, fez 376 vítimas, dentre as quais terroristas obstinados, ávidos por transformar o Brasil num grande Gulag.
Mas os arautos desse tosco “esquerdismo de crente” contaminado de liberalismo teológico vagabundo, como Danilo Fernandes, Hermes Fernandes, Ed René Kivitz, Caio Fábio, Robinson Cavalcanti e Ariovaldo Ramos, não hesitam na hora de decidir em que lado ficam. Tanto que Danilo Fernandes está interessado em “cavar mais fundo” na história para buscar mais fatos que culpem os “reacionários”. E fica evidente sua “apologética” morbidamente seletiva e canhota, que divulga artigos e vídeos destas figuras e faz parceria com blogueiros pró-gayzismo como Sérgio Pavarini.
Vamos a um exemplo: o escritor Ricardo Gondim, que não crê na soberania de Deus e afirmou, em entrevista à newsletter petista Carta Capital que “nem todas as relações homossexuais são promíscuas”, teve um artigo seu em destaque no Genizah nesta segunda-feira (27). O motivo: a princípio, retrocedeu duma posição herética: afirma no texto que agora voltou a crer na volta de Cristo. Mas para quê: para despejar sobre o povo os ensinamentos do teólogo comunista Jürgen Moltmann, umas das grandes inspirações da Teologia da Libertação. Não deixou de enaltecer os “jovens guerrilheiros” que tomaram o poder em Cuba em 1959. Loas foram cantadas ao autodenominado “herético da vez”. Danilo estufa o peito, mas sobre outras dezenas de falsos ensinamentos de Gondim, dos quais ele nunca se retratou, nem uma palavra.
O que ensinava o teórico comunista Antônio Gramsci sobre a ação dos revolucionários sobre a fé cristã? Transformar a igreja numa grande instituição-papagaio da revolução, neutralizando-a desde dentro. E é assim que deve ser encarado o pronto endosso de Danilo Fernandes e asseclas à matéria da Istoé.
É também por isso que um homem íntegro como o pastor Enéas Tognini, que mobilizou toda a igreja brasileira à oração num momento em que a ameaça revolucionária crescia, é ridicularizado. É por isso que o Conselho Mundial de Igrejas (CMI), um conluio internacional de comunistas que apóiam movimentos subversivos em todo o mundo há décadas é tido pela Istoé e por Danilo Fernandes como instituição confiável. Nada é por acaso, não é mesmo?
No mesmo Genizah foi publicado recentemente o artigo Em busca do equilíbrio perdido: A relação entre a Igreja Evangélica e a Ditadura Militar de autoria de Thiago Lima Barros. Danilo gaba-se de ter “cantado a bola” publicando o texto em seu ‘Almanaque’ 20 dias antes da publicação da matéria da Istoé. Dentre as pérolas do artigo, consta que as pressões dos americanos levaram Getúlio ao suicídio, e que estes, junto às empresas multinacionais e empresários brasileiros, também derrubaram Jango. Nomes? Nenhum. Enfim, a velha mitologia “progressista” tapuia, onipresente na mídia anticristã, mas já desmentida pelo agente comunista tcheco Ladislav Bittman. Do fato óbvio que Jango estava metido com os comunas até o pescoço (o próprio Luís Carlos Prestes disse em 1963 que os comunistas já estavam no governo), nada. Para Thiago Lima Barros, Lula salvou, em “seus dois quadriênios”, o nosso “capitalismo de araque” com benesses estatais. Os bancos e Eike Batista que o digam… Para ele, a igreja evangélica acabou por “meter os pés pelas mãos em 2010, caindo na lábia conservadora da máquina de difamações do PSDB paulista”. Por aí se vê o esquerdismo da criatura: chamar o PSDB, um partido intervencionista, politicamente correto, pró-gayzismo e pró-maconha de conservador, é mais do que entortar o espectro político para o lado da esquerda: é fazer pública profissão de fé no que há de mais falso no discurso petista.
E aí está o STF, aprovando tudo o que é contrário à fé cristã, da eliminação de embriões humanos às marchas de apologia às drogas, passando pelas uniões civis de gays à carta branca ao terrorista italiano Cesare Battisti. Enfim, confirmando todas as denúncias que Thiago Lima Barros chamou de “lábia conservadora”.
Thiago ainda ressalta a liberdade com que os cristãos combateram durante o governo do PT coisas como o PLC 122. Curiosamente, ele não falou que o gayzismo é uma das causas preferidas do PT (e também do PSDB). Mui neutra a criatura, como se vê. Daí para passar pito nos cristãos que, cumprindo seu dever cívico e moral, delataram os “irmãos” comunistas, foi um pulo. Mas esses comunistas, que ele mesmo reconhece que eram heréticos, não eram irmãos, de acordo com II João 1:9: “Todo aquele que ultrapassa a doutrina não tem a Cristo”. Logo, sua bronca não tem o menor fundamento.
É com essa monteira de trapaças que Thiago Lima Barros posa de legítimo representante de um “evangelho equilibrado”. Alardeando neutralidade e isenção, ao mesmo tempo em que vocifera as crendices mais caras à esquerda. Evoca, assim, a “melhor” tradição do discurso revolucionário. Sem deixar de concluir lascando a lenha nos “Olavos de Carvalho e Julios Severos da vida”, para que o delírio genizático seja completo.
E tem outra: em verdade, em verdade, vos lembro, prezados: o padrão do cristão não é o equilíbrio. É a verdade. Elias, Daniel, Jeremias, Isaías, João Batista, Paulo, e o próprio Cristo nunca procuraram uma posição equilibrada em relação às idéias vigentes nas épocas em que viveram: defenderam a fé, passando-se por radicais, confrontando opositores, quer fossem fariseus, magos, reis, ou defensores dos poderosos do dia, como Thiago Lima Barros. Sejamos quentes. Os mornos, Deus vomitará. Quanto ao pessoal em cima do muro, vale o recado do diabo, na piada já conhecida: “Deixe-os ali. O muro é meu”.
Agora que aos olhos da grande imprensa surgiu uma “direita evangélica” ativa, que atrapalhou bastante a eleição de Dilma e atrapalha o avanço do gayzismo, é previsível que matérias como essa da Istoé, exemplo de desinformação gramsciana, se tornem mais constantes. O Cel Brilhante Ustra mostrando o quanto Persio Arida mentiu em seus artigos também foi um golpe duro aos cultores do mito da “ditadura brutal de 1964″ e da superioridade moral dos subversivos.
Levando tais fatos em conta, quem duvida que fazer dos evangélicos um pelotão de “idiotas úteis” a serviço do socialismo e de políticas globalistas não está na agenda revolucionária?
Infelizmente, há milhares de apologistas dessa ideologia imbecil, assassina e absolutamente capenga, do ponto de vista lógico e conceitual, nas igrejas, seminários e editoras cristãs. Uma ideologia que se mostra um fracasso na economia, inigualável na matança, macabra em suas armadilhas sofísticas e psicológicas, e, como se vê no Brasil, um câncer na cultura. Pelos frutos, quem viveu o século XX, conhece-a muito bem. Basta um mínimo de bom senso e honestidade intelectual para perceber o quão mal intencionados são seus defensores.
Vai um “casamento gay” aí? Vai um aborto? Que tal um baseado? Vai um Hugo Chávez? Vai uma FARC? Vai um MST? Vai um imposto para fins “sociais”?
Não dá. Fique com o Evangelho. “Quando o ímpio domina, o povo geme”, diz a Bíblia. E eles dominam a cultura, a imprensa, as universidades, a máquina pública, a blogosfera, e querem dominar de vez a igreja. Como há muitos cristãos autênticos que morrem de medo de se posicionar, essa turba deita e rola.
Por essas e outras, estamos como estamos. Criemos coragem e façamos como João Batista, a voz que clamava, valente pela verdade.
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>A luta secreta de católicos e protestantes vermelhos durante o regime militar no Brasil

Publicado em Conselho Mundial de Igrejas, Enéas Tognini, Genizah, Jaime Wright, João Paulo II, Paulo Evaristo Arns por juliosevero em 21 de junho de 2011

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A luta secreta de católicos e protestantes vermelhos durante o regime militar no Brasil

Documentos do Conselho Mundial de Igrejas revelam como parte da Igreja Católica no Brasil e alguns protestantes criaram uma rede de apoio para a base política de Lula

Julio Severo
No auge do regime militar no Brasil, parte da Igreja Católica e centenas de líderes católicos e protestantes de linha marxista passaram a ser alvo do governo. Documentos guardados há décadas em Genebra, na sede do Conselho Mundial de Igrejas, revelam como o cardeal dom Paulo Evaristo Arns liderou um lobby internacional, coletou fundos de forma sigilosa e manteve encontros com líderes no exterior.
A atuação de Arns mobilizou uma rede de informantes, financiadores e apoiadores secretos no mundo inteiro. Dentro do Brasil, os documentos mostram que ele e seus aliados organizaram manifestações, forneceram incentivos para Lula e outros líderes operários e pagaram despesas para a base política de Lula no ABC em 1980.
Relatórios, testemunhos, cartas, informações de dissidentes e dezenas de acusações fazem parte de três caixas de documentos entregues ao Brasil na terça-feira. A ONU quer que esses documentos sirvam de base para processos contra autores de “crimes contra a humanidade”. Os documentos originais foram mantidos no Conselho Mundial de Igrejas, organização notória por suas ligações comunistas e hoje por suas conexões com ativistas gays, adeptos de religiões afros e ativistas políticos contra Israel.
O texto de introdução do documento deixa claro que o material havia sido encomendado por Arns, que já tentava organizar um dossiê que compilasse as “violações aos direitos humanos” para ser usado futuramente.
Segundo o relatório, entre 1968 e 1978, 122 religiosos foram presos pelo regime militar. Havia 36 estrangeiros, 9 bispos, 84 sacerdotes, 13 seminaristas e 6 freiras. Outras 273 pessoas “engajadas no trabalho pastoral” tinham sido detidas.
Entre os motivos mais frequentes de prisão estavam mensagens religiosas com conteúdo político, além de ajuda na organização de manifestações operárias de orientação igualmente política.
Na segunda metade dos anos 70, Arns e líderes religiosos do exterior avaliaram que era hora de reagir nos bastidores para reunir apoio internacional e demonstrar a insatisfação popular nas ruas. Em 27 de setembro de 1977, o então encarregado de Direitos Humanos na América Latina do Conselho Mundial de Igrejas (CMI) enviou de São Paulo uma carta a Genebra alertando para a “crescente tensão entre a Igreja e as autoridades” — evidenciando uma tensão existente entre católicos e protestantes ligados ao CMI com o governo do Brasil, embora evangélicos e católicos sem envolvimento político esquerdista não tivessem tido nenhum tipo de problema durante o governo militar.
De forma inversa, não havia tensão entre o CMI e a União Soviética. Aliás, o CMI nunca demonstrou nenhum ativismo contra as violações em massa de direitos humanos na União Soviética e outros países comunistas. Mas o CMI não perdeu a chance de manifestar sua oposição oficial ao que chamou de “repressão” no Brasil aos indivíduos e organizações que queriam implantar um regime comunista no Brasil.
A relação entre o CMI e o cardeal vermelho, como Arns veio a ser conhecido, ganharia novas dimensões quando ele escreveu ao então secretário-geral do CMI, Philip Potter, sob o alerta de que o “conteúdo dessa carta deve ser confidencial, dada suas implicações”. Era o pedido por fundos internacionais clandestinos para a operação que culminaria na publicação, em 1985, de Brasil: Nunca Mais.
O projeto foi ideia do reverendo presbiteriano Jaime Wright, que optou por se aliar a Arns, e ambos, para prosseguir no seu projeto de denúncia, dependiam de dinheiro do CMI que entrava no Brasil de forma ilegal. Arns argumentou: “Pedimos, portanto, que o Conselho Mundial de Igrejas aceite a tarefa de levantar a grande maioria dos fundos necessários, de uma forma confidencial”.
O pedido de Arns foi atendido, inclusive com assistência financeira para a base do PT no ABC.
Apesar do intenso trabalho de Arns de colaboração com o PT principiante e religiosos de tendência marxista, a eleição de João Paulo II, em 1978, foi um duro golpe para a facção progressista da Igreja Católica. O novo papa estava preocupado com o avanço da ideologia marxista entre os católicos e, quando visitou o Brasil pela primeira vez, em 1980, advertiu o clero sobre o envolvimento com a política — um evidente puxão de orelha em Arns. 
Durante a década de 1980, João Paulo II se aliou a Ronald Reagan, presidente dos EUA, na iniciativa de enfraquecer e derrotar o comunismo. Foi uma aliança poderosa entre o papa e um presidente evangélico, culminando no desmoronamento do maior império comunista da história: a União Soviética. Se o católico Arns podia se aliar ao presbiteriano Jaime Wright em suas ideias “progressistas”, por que o papa também não poderia se aliar a um evangélico conservador?
A onda conservadora trazida pelo papa provocou sérias repercussões, impondo medidas de contenção em religiosos católicos brasileiros como Leonardo Boff, o mais famoso promotor da Teologia da Libertação.
Apesar disso, o cardeal vermelho reinava de forma suprema na Arquidiocese de São Paulo. Para tentar contê-lo, em 1989 João Paulo II decidiu dividir a arquidiocese em cinco novas dioceses, reduzindo de forma considerável a influência religiosa e política de Arns. A razão principal dessa divisão, além do ativismo marxista, teria sido a falência da arquidiocese: o cardeal Arns vendia tudo o que podia para dar dinheiro para os comunistas. 
Contudo, a ação do papa parece ter vindo tarde demais. Com o sustento financeiro e inspiração que Arns deu para o PT durante anos, a ideologia de Lula ganhou não só a boa parte da Igreja Católica no Brasil, mas também seduziu muitas igrejas evangélicas. Debaixo do peso dessa inspiração, o Brasil tem hoje um Estado quase que completamente parasitado pelo socialismo do PT.
Sob essa inspiração, disponível hoje através dos documentos do Conselho Mundial de Igrejas, o tabloide sensacionalista Genizah canonizou os protestantes vermelhos que recebem indenizações milionários porque tiveram de se exilar na Europa e EUA. E faz insinuações maldosas dos que, como o Pr. Enéas Tognini, convocaram o Brasil para a oração e jejum contra a ameaça comunista que pairava sobre o Brasil antes e durante o regime militar.
Com informações do livro “O bispo de Volta Redonda: memórias de Dom Waldyr Calheiros” (FGV Editora, 2001) e com informações adaptadas e retificadas da matéria tendencioso “A luta secreta de D. Paulo Arns” publicada no jornal Estadão de 19 de junho de 2011.
Sobre o Genizah:

>Sensacionalismo gospel vermelho: tabloide Genizah canoniza protestantes que sofreram consequências por sua colaboração com o comunismo no Brasil

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Sensacionalismo gospel vermelho: tabloide Genizah canoniza protestantes que sofreram consequências por sua colaboração com o comunismo no Brasil

Julio Severo
Protestantes que colaboraram com comunistas no Brasil foram beatificados pelo tabloide sensacionalista Genizah, cujo dono, Danilo “Marqueteiro” Fernandes, sabe fazer qualquer pedaço de estrume render adubo para sua plantação de haxixe de calvinismo e esquerdismo.
Reproduzindo matéria da revista Istoé, que vê a adulação ao PT como jornalismo imparcial e objetivo, Danilo dá credito a seu próprio tabloide, atribuindo-lhe a inspiração para o artigo “Os evangélicos e a ditadura militar” da Istoé.
O texto segue uma direção errada, pois dá a impressão de que evangélicos de todas as denominações tinham simpatias comunistas, quando na verdade os culpados eram somente protestantes de igrejas históricas, como presbiteriana, metodista, batista, luterana, etc. Mesmo nesse caso, o número de colaboradores era muito pequeno em comparação aos protestantes históricos que eram contra o comunismo.
A Universidade Mackenzie, que é presbiteriana, é famosa pelos confrontos de rua entre seus estudantes anticomunismo com estudantes comunistas arruaceiros da Universidade de São Paulo no final da década de 1960.

Lidando com cúmplices de criminosos

Desconsiderando esse fato, Genizah, junto com Istoé, chora os protestantes comunistas que sofreram nas mãos dos militares brasileiros. Mas, sejamos realistas: Quando chamamos a polícia para lidar com uma ameaça de violência, primeiro tentamos investigar os policiais com questionamentos religiosos? Primeiro, paramos para lhes perguntar: “Vocês são cristãos? Vocês vão tratar o criminoso com respeito e delicadeza?”
O fato é que, para tratar de crimes e seus autores, que usam ou incitam a força bruta, a resposta tem de vir na mesma proporção do crime estimulado. Quem não quer sofrer tal castigo, como diz a Bíblia, deve obedecer às normas sociais, pois, “se fizeres o mal, teme; porque não é sem motivo que ela traz a espada; pois é ministro de Deus, vingador, para castigar o que pratica o mal.” (Romanos 13:4 RA)
Os poucos protestantes brasileiros que haviam se aliado à ideologia comunista cometeram dois crimes:
1. Violaram a sacralidade do Evangelho, manchando-o com uma ideologia que estava — durante o própria época do regime militar do Brasil — derramando sangue inocente cristão na União Soviética, China, Cuba, etc. A diferença é que enquanto esses milhões de cristãos estavam perdendo a vida exclusivamente por amor ao Evangelho, os poucos protestantes comunistas do Brasil foram castigados por seu amor à ideologia comunista acima do Evangelho.
2. Violaram as leis do Brasil, cuja liderança militar havia banido todo apoio ao comunismo.
Se não queriam ser castigados, esses poucos protestantes comunistas poderiam ter optado por renunciar ao comunismo e se dedicar exclusivamente ao Evangelho.

Evangelho livre no Brasil militar

Na época do regime militar, Billy Graham, o maior evangelista do mundo, visitou o Brasil e pregou em estádios. Na época do regime militar, havia programas de TV evangélicos como o Clube 700, de Pat Robertson, e Rex Humbard. Na época do regime militar, havia também muitos programas de rádio evangélicos. Não havia qualquer perturbação dos militares à autêntica pregação do Evangelho. Aliás, todos os grandes ministérios que conhecemos hoje floresceram justamente no período militar. Só vieram a apodrecer depois de terem atendido ao chamado de sereia de Caio Fábio para irem para a cama com o PT.
Contudo, esses mesmos programas evangélicos de TV e rádio eram oficialmente banidos nos países comunistas, onde somente os protestantes aliados da ideologia comunista tinham liberdade, em igrejas controladas pelo Estado policial, de falar seu evangelho vermelho. Quem se recusasse a aceitar esse evangelho era colocado na lista negra. Em seguida, era enviado à Sibéria gelada para trabalho escravo até a morte. O coitado era explorado até a última gota de seu suor e sangue.
O preço de se pregar o Evangelho num país comunista era a tortura e a morte — para todos os cristãos verdadeiros. Esse preço nunca foi imposto aos cristãos do Brasil durante o regime militar. Minha mãe, que se converteu das religiões afros nessa época, nunca teve nenhum impedimento dos militares brasileiros para conhecer e seguir o Evangelho. Sorte dela não ter nascido em Cuba ou União Soviética!

Frei Betto, símbolo máximo da resistência “cristã” ao governo militar brasileiro

A matéria da Istoé apresenta então Frei Betto como símbolo dos “cristãos” daquela época que começaram a “assumir posturas contrárias à ditadura” anticomunista no Brasil. O que Frei Betto propunha como substituição a essa “ditadura”? Uma “democracia” semelhante à de Cuba ou União Soviética.
Hoje, Betto, que é admirado entre os atuais evangélicos esquerdistas, diz:
“Admito a descriminação do aborto em certos casos e sou plenamente a favor da mais ampla discussão em torno do aborto”.
“A Igreja precisa prestar atenção ao legado de três grandes judeus que fizeram história: Jesus, Marx e Freud”.
“Eu tenho certeza que um autêntico comunista é um cristão, embora não o saiba, e um autêntico cristão é um comunista, embora não o queira”.
“O governo brasileiro é amigo de Cuba, é um aliado. Acho que o Brasil tem que ajudar Cuba e tem a obrigação moral e política de apoiar a Revolução Cubana”.
“O Fidel [Castro] nunca diz que é ateu. É uma pessoa que respeita profundamente as religiões. Nunca em Cuba, uma Igreja foi fechada, em mais de 40 anos da revolução”.
“A minha espiritualidade está muito centrada no exemplo de Jesus, sou uma pessoa apaixonada pelo testemunho e pelo exemplo Dele. Mas me enriqueci muito espiritualmente com contribuições, principalmente do budismo”.
Em seu artigo intitulado “Lutar pela Implantação do Socialismo Até o Último Dia das Nossas Vidas”, Frei Betto declara ousadamente:
“Não podemos de maneira alguma ficar à espera que um novo iluminado surja para fazer uma obra melhor do que a de Karl Marx. A obra do Marx é de suma importância para nossa atuação revolucionária, como a obra do Gramsci, como a obra do Che Guevara, como a obra de tantos outros companheiros que embora sejam menos conhecidos, mas têm obras importantes e companheiros que hoje, me permitam dizer, publicam ensaios de transcendental importância para a nossa luta”.

Conselho Mundial de Igrejas por trás da canonização de protestantes vermelhos no Brasil

Istoé usou como base de sua reportagem “imparcial” e “objetiva” material vindo do Conselho Mundial de Igrejas (CMI), organização protestante liberal cujos líderes têm histórico de ligação com o comunismo internacional. Istoé garante que o CMI vai disponibilizar mais documentos que tratam de “correspondências entre o reverendo presbiteriano Jaime Wright (1927 – 1999) e o cardeal-arcebispo emérito de São Paulo, dom Paulo Evaristo Arns, que estavam à frente do Brasil: Nunca Mais, e as conversas que eles mantinham com o CMI”. E o Genizah garante que vai liderar a campanha da canonização dos protestantes vermelhos.
Nas décadas de 1960 e 1970, enquanto o Brasil vivia um regime militar que nunca ameaçou a pregação do Evangelho verdadeiro, o CMI tinha essencialmente abandonado as doutrinas cristãs tradicionais acerca da salvação e evangelismo. Em vez disso, o centro da atenção do CMI havia se tornado a “libertação” política e econômica. Era quase impossível distinguir a agenda do CMI da agenda que a KGB soviética tinha para grupos protestantes vermelhos. A presença de protestantes marxistas na alta cúpula do CMI assegurava que o CMI jamais criticasse as atrocidades dos países comunistas do bloco soviético. Pelo contrário, durante essas décadas, havia protestantes brasileiros que viajavam livremente para esses países.

Enéas Tognini: “traidor” dos ideais do CMI e do Genizah?

Istoé, com a bênção do Genizah (conhecido também por Ojerizah), nunca repudia os poucos protestantes históricos que estavam lutando pela carniceira ideologia comunista, mas tenta desqualificar o testemunho de cristãos que ajudaram a salvar o Brasil da carnificina comunista. O texto reproduzido no Genizah diz: “Em novembro de 1963, quatro meses antes de o marechal Humberto Castelo Branco assumir a Presidência, o líder batista carismático Enéas Tognini convocou milhares de evangélicos para um dia nacional de oração e jejum, para que Deus salvasse o País do perigo comunista. Aos 97 anos, o pastor Tognini segue acreditando que Deus, além de brasileiro, se tornou um anticomunista simpático ao movimento militar golpista. ‘Não me arrependo (de ter se alinhado ao discurso dos militares). Eles fizeram um bom trabalho, salvaram a Pátria do comunismo’, diz”.
Na década de 1930, os comunistas tentaram tomar o Brasil, provocando muito derramamento de sangue inocente, mas foram detidos pelos militares. Trinta anos depois, os militares conseguem novamente deter os comunistas. E agora, em vez de honrarmos os militares que salvaram o Brasil, queremos honrar os traidores que usaram e abusaram do Evangelho?
Sim, os militares tinham suas falhas, que de forma nenhuma desqualificam seu serviço. Quando um policial salva sua filha de um estuprador ou um militar do corpo de bombeiros salva você ou seu filho de um afogamento, você procura primeiro conhecer as falhas dele para saber se pode dizer um simples “obrigado”?
Se os protestantes apoiadores de carniceiros vermelhos pensam que os militares foram duros, eles não sabem como a justiça de Deus é infinitamente mais dura, provocando “choro e ranger de dentes” nos condenados, embora muitos deles duvidem da existência do inferno. Aliás, cristãos vermelhos recusam-se a crer num Deus que seria tão “cruel” a ponto de condenar à tortura eterna os apostatas e descrentes.

A turma do sexo, escândalo e sensacionalismo

Danilo “Marqueteiro” Fernandes deve ter lá suas dúvidas também. Hoje em dia ele está andando com Caio Fábio, que foi o primeiro líder protestante histórico do Brasil a ter sucesso na ideia de aproximar os evangélicos junto ao PT. Antes dessa aproximação, até pentecostais e neopentecostais viam o PT como Partido das Trevas, e o comunismo como produto do inferno.
Hoje, Caio ocupa seu tempo com um “evangelho” de sexo, escândalo e sensacionalismo. Até o Julio Severo ele já atacou. E Danilo? A mesma profissão. Aliás, os dois especialistas em sexo estiveram juntos na TV recentemente, para falar de seu assunto preferido: sexo.
Danilo segue a mesma estratégia de marketing de seu mestre Caio: fale, aumente e invente tantos escândalos dos outros que ninguém tenha tempo de falar dos escândalos dele. Em vez de ficar vermelho de vergonha com sua falta de ética, Danilo prefere manter seu vermelho marxista.
Danilo Fernandes, Caio Fábio e Carlos Moreira do Genizah

Antes de Caio Fábio cair em adultério, sua antiga revista Vinde já elogiava seu colega presbiteriano Jaime Wright, sem dúvida alguma para preparar os evangélicos para aceitar o evangelho da carnificina, que é muito pior do que os piores erros dos militares, pois embora os militares do Brasil, em sua luta contra o comunismo, tivessem cometido erros, absolutamente nada se compara aos mais de 100 milhões de mortos que o comunismo produziu.

Enquanto um gato-pingado de protestantes históricos no Brasil sofreu por terem voluntariamente escolhido amar mais o comunismo do que o Evangelho, na União Soviética, Cuba, China e outros países comunistas milhões de cristãos sofreram por terem voluntariamente escolhido amar mais o Evangelho do que o comunismo.

Jonathan Edwards versus Caio Fábio, Danilo Fernandes e Jaime Wright

Se o ex-presbiteriano Caio Fábio, o presbiteriano Danilo “Marqueteiro” Fernandes e o presbiteriano falecido Jaime Wright queriam tanto um envolvimento político, por que não fizeram como o calvinista Jonathan Edwards, que Deus usou num poderoso avivamento no século XVIII que influenciou de forma tremenda a fundação dos Estados Unidos como república?
Eu teria me juntado com alegria ao avivamento de Jonathan Edwards. E, como muitos pastores americanos fizeram, eu também teria me juntado ao movimento de independência dos EUA. Entre o regime militar do Brasil e o movimento de independência dos EUA, é claro que eu ficaria do lado dos americanos.
No Brasil as opções eram muito menores. Mas mesmo assim, entre os genocidas comunistas e os imperfeitos militares a escolha é claríssima. Mesmo discordando da falta de espiritualidade do regime militar anticomunista do Brasil, eu jamais elogiaria Frei Betto, o grande ídolo de Caio Fábio, Danilo “Marqueteiro” Fernandes e Jaime Wright. Juntar-me aos ideais políticos deles? Nem pensar! Eu também jamais compactuaria com o Conselho Mundial de Igrejas, em sua tarefa infernal de adular o comunismo internacional e demonizar a oposição anticomunista.
Não me estranha ver o CMI nunca denunciando seus comparsas vermelhos e seus crimes de perseguição, tortura e assassinato de milhões de cristãos. Da mesma forma, não me espanta ver o Genizah fazendo um banquete com os documentos do CMI. Para o Genizah, que é uma fábrica de sensacionalismo, um escândalo inventado ou aumentado gera audiência. Se até o Evangelho é sacrificado bestialmente em favor do esquerdismo, o que dizer então da ética por amor ao Ibope?

A justiça do rei Davi

Eu só gostaria que esse tipo de falso evangélico, que usa o Evangelho para promover uma ideologia carniceira, tivesse de enfrentar a justiça de um governante de Deus como o rei Davi.
Enquanto em nações comunistas cristãos vermelhos atuavam como espiões nas igrejas, entregando ao Estado milhões de cristãos fiéis ao Evangelho para uma morte de tortura e sofrimento em campos de trabalhos forçados, os militares brasileiros muitas vezes permitiram que essa raça de cristãos traidores escapasse sem a merecida punição. Gostaria muito que esses cristãos vermelhos tivessem sido entregues à justa espada do rei Davi, que era um homem de Deus, mas sabia punir rigorosamente os maus.
A Bíblia diz que aquele que usa a espada morrerá pela espada. Davi usava espada, mas não morreu pela espada porque ele a usava com justiça. Mas os que promoveram ou promovem a espada comunista, com todo o seu genocídio, não mereceriam ser poupados de sofrerem as consequências de suas loucuras.

Exílio de protestante comunista nos EUA: quanto sofrimento!

Não há a menor dúvida de que os protestantes vermelhos estavam muito bem amparados por uma rede de proteção. A semelhança de brasileiros comunistas ateus, que em vez de se exilarem na União Soviética, Cuba ou Coreia do Norte, preferiram Estados Unidos, Inglaterra e França, um dos protestantes vermelhos citados pela Istoé diz que sofreu “13 anos de exílio em países como Uruguai, Suíça e Estados Unidos”. Pobrezinho! Por que a rede de amparo dele não o enviou diretamente para a União Soviética ou Cuba?
Não existe pior “castigo” para um marxista do que ser condenado ao exílio no maior país imperialista capitalista do mundo. Para compensar todo o sofrimento que essas pobres criaturas tiveram nos EUA e Europa, o governo brasileiro sob possessão socialista dá indenizações bilionárias aos exilados. Essas indenizações, que invejariam qualquer empresa capitalista multimilionária, conseguem deixar moderadamente satisfeito qualquer marxista que carregue “traumas” por viver nos EUA e Europa.
É claro que se o Brasil tivesse sofrido o destino cruel das nações que foram tomadas pelos comunistas, essas inocentes criaturas cristãs de rabinho vermelho e tridente de Karl Marx teriam que se contentar com uma renda mais “humilde”, ocupando importantes postos nas igrejas, traindo os irmãos e irmãs que ousassem pregar um Evangelho sem o óleo santo de Moscou.
E quanto aos milhões de cristãos que foram trucidados em países comunistas, o que é que suas famílias ganham? Essa é uma boa pergunta.
Em vez de canonizarmos protestantes vermelhos, deveríamos respeitar o testemunho dos milhões de cristãos que deram sua vida pelo Evangelho nos países comunistas. O sangue inocente derramado desses milhões clama por justiça há décadas. Em vez de respeitarmos o vermelho marxista, deveríamos ficar vermelhos de vergonha por tolerarmos hoje iniciativas de calvinistas como Danilo “Marqueteiro” Fernandes beatificando protestantes que traíram o Evangelho por amor ao comunismo.
Diferente dos protestantes vermelhos bem amparados e mimados por seus camaradas, não há nenhuma rede de proteção para amparar cristãos que não são vermelhos. Eu, que sou conhecido por monitorar e denunciar o movimento ideológico gay através de meu blog e artigos nacionais e internacionais, sou obrigado a permanecer escondido em outro país para proteger de represálias minha esposa e quatro filhos pequenos, porque o atual Estado brasileiro de linha marxista está empenhado em impor uma ditadura gay no Brasil.
Embora não tivesse conseguido, graças aos militares brasileiros, provocar no Brasil o genocídio e carnificina que causaram em outras nações, o comunismo hoje alimenta desde neuroses religiosas esquerdistas até movimentos ideológicos radicais, como o movimento homossexual.

Julio Severo na igreja do Pr. Enéas Tognini

Nas poucas semanas anteriores à nossa saída do Brasil, estávamos frequentando a igreja pastoreada pelo Pr. Enéas Tognini em São Paulo. Não sei o motivo por que Deus nos permitiu estar ali, na igreja do homem que alertou o Brasil contra a ameaça comunista. Mas foi uma honra.
Eu prefiro respeitar o testemunho de um homem de Deus como Enéas Tognini. Mas não dou respeito algum ao sensacionalismo de baixo nível de Danilo “Marqueteiro” Fernandes, que quer canonizar protestantes vermelhos com a ajuda de “documentação” do CMI, que passou as décadas de 1960 e 1970 acobertando os genocídios cometidos pela União Soviética e sendo instrumento da KGB para sabotar toda ação cristã anticomunista. Hoje o CMI dedica-se a um ecumenismo babilônico com ativistas gays, adeptos das religiões afros e ativistas esquerdistas que odeiam Israel.
Com a ajuda do pastor presbiteriano progressista Jaime Wright e do cardeal da Teologia da Libertação Paulo Evaristo Arns hoje o CMI pode alimentar como heroísmo a própria traição comunista que o CMI praticou durante décadas.
A ideologia marxista (socialista, comunista, progressista, etc.) é a ideologia que está construindo o reino do Anticristo. Apesar de muitos líderes evangélicos estarem sucumbindo a essa ideologia e apesar do CMI estar há décadas servindo a um politiquismo claramente marxista, nem todos se venderam e se prostituíram. Há muitos homens e mulheres fiéis a Deus que amam muito mais o Reino de Deus e seu Rei do que o Anticristo e seu reino.
Sobre o Genizah:

>Nero e seus amigos estão entre nós

Publicado em Genizah, Hermes Fernandes por juliosevero em 13 de abril de 2011

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Nero e seus amigos estão entre nós

Bispo anglicano compara assassino islâmico do Rio a católicos e evangélicos pró-vida

Julio Severo
Satanás, o Supremo Culpador, foi o primeiro a se levantar com acusações contra os filhos de Deus.
Séculos mais tarde, levantou-se o insano imperador Nero, que mandou incendiar Roma e jogou toda a culpa nos cristãos.
Outros séculos mais tarde, levantou-se o satanista Karl Marx, um ex-protestante, culpando Deus, a família e os cristãos pelos males do mundo.
Hoje, o Supremo Acusador usa não somente gente como Nero e Marx, mas também indivíduos nominalmente cristãos que, embora aleguem desprezar Nero, são amantes de Marx. Entre esses estão líderes católicos e protestantes que usam o Evangelho de Jesus Cristo como mero palanque para as ideias de Marx.
Nas mãos deles, o Reino de Deus é mera fachada para um reino teocrático socialista, onde a ideologia reinista impõe que o evangelho remoldado à imagem e semelhança de Karl Marx reine neste mundo.
Tudo o que se opõe a agenda reinista socialista se torna… apostasia.
Até a oposição cristã à agenda do aborto e sodomia atrai a ira dos socialistas, e seus fiéis amantes católicos e protestantes preferem se alinhar com… seus irmãos ideológicos.
Qualquer crime, por mais distante que esteja dos cristãos, se torna pretexto para eles despejarem vingança sobre os cristãos.
No recente episódio do homem simpatizante do islamismo que matou alunos de uma escola do Rio, um líder evangélico progressista (ou reinista, ou marxista, ou socialista, ou o que quer que usem como rótulo) comparou o chacinador do Rio aos cristãos católicos e evangélicos que lutam contra o aborto.
Em outro texto, em seu rotineiro raciocínio envenenado de malícia ideológica enfeitada com cobertura de “amor cristão”, o evangélico reinista, que é um bispo anglicano, declara sobre o aborto:
“Quem pensa, por exemplo, que proibindo o aborto vai coibir o avanço desta prática nefasta, está equivocado. As clínicas clandestinas agradecem qualquer tentativa de impedir que o aborto seja regularizado no País.”
Vindo de uma pessoa comum, essa é uma declaração irresponsável e estúpida. Mas vindo de um bispo anglicano, dá para dizer que são palavras inocentes e puras?
Essa esquizofrênica ginástica linguística tem a cara do que Lula disse certa vez: “Sou contra o aborto, mas a favor de sua legalização”.
Essa esquizofrênica ginástica linguística tem também a cara de Caio Fábio, que diz que é contra o aborto, mas aconselha sua prática — incoerência igualmente manifesta nas opiniões e aconselhamentos dele sobre a homossexualidade. Não por coincidência, os dois são destaque no tabloide sensacionalista Genizah.
A questão fundamental é que o aborto propositado é homicídio. Meu amigo Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz, que é formado em direito e reconhecido líder pró-vida católico, disse sobre a ideia do bispo anglicano: “A pessoa tem um valor intrínseco, uma dignidade pelo simples fato de ser pessoa. A dignidade da pessoa humana é um dos fundamentos da República Federativa do Brasil (art. 1º, III, CF). Assim, o que importa não é saber se o número global de abortos vai diminuir através de sua ‘legalização’. O que importa é saber se este indivíduo humano no ventre desta mulher estará ou não protegido se o aborto for ‘regularizado’”.
O evangélico reinista pode ter tentado esconder suas intenções, mas as implicações óbvios de seu raciocínio são fáceis de captar, se aplicarmos a “lógica” dele a outras situações igualmente horrendas:
“Quem pensa, por exemplo, que proibindo o estupro vai coibir o avanço desta prática nefasta, está equivocado. Os estupradores clandestinos agradecem qualquer tentativa de impedir que o estupro seja regularizado no País.”
“Quem pensa, por exemplo, que proibindo o homicídio vai coibir o avanço desta prática nefasta, está equivocado. Os assassinos clandestinos agradecem qualquer tentativa de impedir que o homicídio seja regularizado no País.”
“Quem pensa, por exemplo, que proibindo a pedofilia vai coibir o avanço desta prática nefasta, está equivocado. Os pedófilos clandestinos agradecem qualquer tentativa de impedir que a pedofilia seja regularizada no País.”
Já refutei detalhadamente esse tipo de pensamento no meu artigo sobre uma líder evangélica que atacou o ativismo cristão contra o PLC 122 e o “casamento” homossexual. Essa líder hoje escreve, juntamente com ele, no tabloide sensacionalista Genizah.
A incoerência e o paradoxo dominam as palavras do bispo anglicano, que aparentando ser contra o aborto, mostra nítida indiferença para sua legalização. No mesmo fôlego, ele mostra favoritismo por ideias socialistas e finge não ter simpatia por Marx. E numa carta de alegado amor cristão, ele conseguiu dizer que não faz uso de jargões, e ao mesmo tempo insultou o filósofo Olavo de Carvalho. Ele é medalha de prata em esquizofrênica ginástica linguística, perdendo apenas para seu colega Caio Fábio.
E sobre o PLC 122? O bispo anglicano Hermes Fernandes ri como se os cristãos que estão lutando contra a agenda gay estivessem sofrendo de uma paranoia.
Mas no lugar dele, eu estaria chorando. A Igreja Anglicana está se demolindo com o avanço da agenda gay em seu meio, tendo já ordenado bispos gays e lésbicos. E seus representantes mais “conservadores”, como Robinson Cavalcanti, bispo anglicano brasileiro, estão no fundo do poço das contradições. Cavalcanti, por exemplo, fundou o Movimento Evangélico Progressista, que ajudou a colocar Lula no poder anos atrás. Por sua vez, Lula colocou a agenda gay no pedestal durante seu governo. Mesmo no final de seu mandato, Lula, o campeão dos ativistas gays e dos cristãos progressistas, deu numerosos presentes aos ativistas gays.
Hoje, o bispo Hermes, que mora nos EUA, é um fervoroso apoiador, com sua típica e esquizofrênica ginástica linguística, de Dilma Rousseff e Barack Obama, ambos adeptos da religião marxista do aborto e sodomia. Culpar Dilma e Obama pela promoção dessa religião na sociedade brasileira e americana? Isso é algo que o bispo anglicano não sabe fazer. Ele só foi adestrado para culpar os cristãos conservadores.
Opondo-se ou não à agenda do aborto e sodomia, o que os evangélicos progressistas fazem e dizem acaba cooperando para o avanço da agenda socialista, ainda que jurem não querer nada com o socialismo. Entre os muitos cooperadores estão Ariovaldo Ramos, que viajou à Venezuela para dar apoio ao ditador marxista Hugo Chavez, e Caio Fábio, que confessou que durante anos trabalhou para aproximar os evangélicos de Lula e do PT. Outros famosos socialistas evangélicos do Brasil são: Ricardo Gondim, Paul Freston e Ed Rene Kivitz.
Eles provocam incontáveis estragos à divulgação do Evangelho, ao pervertê-lo e colocá-lo a serviço de uma ideologia que nada tem a ver com Jesus Cristo. Cada tentativa de se implantar um reino humano dessa ideologia trouxe a manifestação do reino das trevas: matanças, genocídios, mentiras, destruição e horrenda perseguição aos verdadeiros seguidores de Jesus Cristo.
Quando a sociedade é destruída pelas chamas de sua ideologia, como Nero os marxistas já sabem em quem jogar a culpa: os cristãos conservadores pró-vida e pró-família, que têm de sofrer também os dedos incriminadores de católicos e evangélicos progressistas.
Se dissermos que esse é o espírito de Nero entre os cristãos, os reinistas prontamente negarão, dizendo: “Preferimos Rubens Alves!” ou “Preferimos Frei Betto!” ou “Preferimos qualquer outro descendente religioso de Marx!” ou, bem no estilo da esquizofrênica ginástica linguística, “Preferimos o melhor de todos eles!”
Não importa. No final, dá tudo no mesmo.
Versão em inglês deste artigo: Nero and his friends are among us
Versão em espanhol deste artigo: Nerón y sus amigos están entre nosotros
Artigos sobre o bispo anglicano:

>Os erros de Hermes Fernandes do Genizah na sua defesa dos homossexuais

Publicado em Genizah, Hermes Fernandes por juliosevero em 8 de abril de 2011

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Os erros de Hermes Fernandes do Genizah na sua defesa dos homossexuais

Dr. Fábio Blanco
No site Genizah, Hermes Fernandes escreveu um artigo criticando os cristãos que se colocam frontalmente contra o homossexualismo, chegando a citar um eventual cristão, conhecido dele, que afirmou que os homossexuais deveriam morrer e coisas do tipo. Naquele artigo, o pastor afirma, categoricamente, que os que ele chama de puritanos têm os homossexuais como inimigos públicos, e que acreditariam que Jesus, se fosse hoje, não protegeria aquela mulher adúltera que estava para ser apedrejada pelos fariseus.
Bom, todas as conclusões tiradas de sua fértil imaginação são infectadas de erros de análise; senão vejamos:
1º — Inocentemente, ele confunde crítica à agenda homossexual com ataques contra o homossexual. São coisas completamente diferentes. Os movimentos homossexuais têm um programa de inserção de suas ideias e cultura próprias na sociedade, o que vem sendo implantado há muito tempo. Por meio de filmes, novelas e até do jornalismo, há uma tentativa de fazer com que a sociedade realmente aceite seu modo de vida como algo absolutamente normal, como se esse estilo de conduta não causasse qualquer dano às pessoas e à comunidade. O que muitos cristãos têm feito é apontar o perigo dessa inversão de valores, mostrando os prejuízos físicos, psíquicos e morais que ela acarreta.
2º — Ele ironiza os alertas dados pelos cristãos sobre o que têm chamado de “ditadura homossexual” — isso se referindo ao já tão falado PL 122. Ocorre que qualquer conhecedor elementar do Direito sabe que esse projeto de lei, como está redigido, cria uma mordaça, impedindo, a partir dessa lei, qualquer referência mais contundente contra a forma de vida homossexual. Se isso não é ditadura, é o quê?
3º — Por ignorância ou deliberadamente, ele reproduz os dados de assassinatos de homossexuais ocorridos ultimamente. Ele apenas não leva em conta que esses dados são levantados pelos próprios movimentos homossexuais e que são números completamente inchados, pois não consideram o motivo dos crimes, mas apenas as mortes. Ora, se um homossexual morre ele entra para as estatísticas de crimes homofóbicos, ainda que ele tenha morrido por outra causa qualquer. Sem levar em consideração que muitos são mortos pelos próprios parceiros sexuais, o que caracterizaria uma homofobia gay, o que é um absurdo! Portanto, quando ele fala que “a cada dois dias um homossexual é assassinado no Brasil por conta de sua opção sexual” ele mente, consciente ou inconscientemente, mas mente.
4º — Ele dá a entender, ainda, que há uma pregação de ódios contra os homossexuais. No entanto, apenas cita um conhecido seu que tenha falado alguma coisa mais contundente contra eles — ainda assim, pelo que parece, em uma conversa bem irresponsável. Ele não cita, nem poderia citar, nenhum líder cristão, ou pensador cristão, que pregue ou incite ódio contra os homossexuais. Isso é irresponsável! Acusação de ódio é coisa muito séria! Falar e não provar merecia um belo de um processo criminal. E não é só ele, mas muitos outros defensores da agenda homossexual fazem isso, e ficam impunes.
Eu não sei, e nem me interessa, qual é a motivação de Hermes Fernandes para escrever esse texto. Entretanto, se não for uma deliberada vontade de favorecer a já bem adiantada agenda gay, ele está servindo como um bom idiota útil.
Divulgação: www.juliosevero.com
Mais informações sobre Hermes Fernandes:

>É o amor: Filósofo Olavo de Carvalho rebate líder evangélico progressista

Publicado em Genizah, Hermes Fernandes, Olavo de Carvalho por juliosevero em 2 de abril de 2011

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É o amor: Filósofo Olavo de Carvalho rebate líder evangélico progressista

Nota de Julio Severo: Articulista do tablóide sensacionalista Genizah, onde líderes evangélicos são xingados, se ofende quando é desmascarado sem nenhum xingamento e publica carta online ofendendo Olavo de Carvalho por ser dono do site Mídia Sem Máscara, site conservador não sensacionalista que publicou originalmente minha matéria sobre o articulista do Genizah. Eu, como evangélico, posso emudecer diante de um ataque mentiroso, mas não posso pedir que Olavo, que não é evangélico, aceite passivamente o ataque, proibindo-o de agir na proporção da ofensa que lhe foi feita. Se o linguajar de vulgaridade e jargões é impróprio para alguém não evangélico, imagine então para um homem que se julga “bispo” e seu site evangélico.

É o amoooooooooor!

Olavo de Carvalho
1 de abril de 2011
Um cidadão de nome Hermes Fernandes, bispo sei lá de qual igreja, tendo lido um artigo do Julio Severo no MSM, escreveu uma resposta suína que me pega de raspão e, dando a cara a tapa com um altruísmo e um desapego admiráveis, atrai, reclama, exige, implora de joelhos e entre lágrimas umas palavrinhas da minha parte. Aí vão elas, em vermelho, junto com o texto original da criatura (em preto) e os comentários do Julio (em azul).
Olavo de Carvalho

Ao meu detrator com amor

Hermes Fernandes
http://www.hermesfernandes.com/2011/03/ao-meu-detrator-com-amor.html
Pela graça de Deus, sou o que sou. Não me escondo atrás de um pseudônimo. Basta procurar no Facebook, MySpace, Orkut, Twitter, e você vai encontrar meus perfis com fartura de fotos.
Não ataco ninguém e depois me faço de vítima.
OC: Uai, e o Júlio Severo “se faz” de vítima? Ter contra si a ameaça de mil processos por “homofobia” e ainda arcar com outro processo que ameaça lhe tomar a guarda dos filhos por delito de homeschooling não é ser, de fato e sem a menor ambigüidade, vítima de perseguição? E zombar de um cristão perseguido é o que você entende por “amor”? Se é assim, tenho um favorzinho a lhe pedir: faça uma forcinha e ame a si mesmo como ama o seu próximo.
Embora more no exterior, jamais aleguei que fosse por motivo de perseguição.
OC: Eu também não, Sempre disse que estou nos EUA porque o Diário do Comércio me ofereceu um emprego de correspondente. Perseguições, boicotes e ameaças de morte eu já vinha sofrendo fazia vinte anos e nunca deixei de me apresentar em lugares públicos por isso. By the way, todo mundo sabe que aqui vivo do salário que o jornal me paga e das mensalidades do Seminário de Filosofia. Nenhuma igreja ou partido me subsidia, felizmente. Espero que você possa dizer o mesmo.
(JS: Ele vive nos Estados Unidos. Parece que todo liberal evangélico que conheço ou vive ou viaja muito para os EUA.)
Não instigo o ódio entre grupos oponentes.
(JS: O site onde ele escreve, Genizah, chama Silas Malafaia de “Dick Vigarista Gospel” e xinga muitos outros líderes evangélicos.)
Não uso a fé cristã para difundir meus preconceitos e posicionamento político.
Não rezo na cartilha de algum filósofo falastrão boca-suja nacionalista sensacionalista tabajista (não necessariamente nesta ordem).
OC: “Tabajista”, data venia, é a mãe. Eu sou tabagista, com G. Quanto a eu ser boca-suja, você está reclamando do quê? Por acaso estou tentando beijar a sua boquinha imaculada?
Não uso categorias ultrapassadas para rotular ninguém, nem promover caça às bruxas.
OC: Não, você não promove caça às bruxas. Só ri delas quando têm de se esconder no exterior para não perder os filhos.
Não pertenço ao passado, mas estou profundamente comprometido com o futuro.
OC: O futuro de quem? Espero que não seja o meu.
Nunca ataco pessoas, mas me dou o direito de divergir de suas ideias, sempre respeitosamente.
OC: (1) A lista das suas virtudes parece ser a prova de que você tem razão ao afirmar que foi Deus que fez de você o que é. Um simples ser humano jamais conseguiria produzir resultado tão maravilhoso. (2) Adorei a sua divergência respeitosa: “falastrão boca-suja nacionalista sensacionalista tabajista”. Pena que, depois de tão elevada contestação filosófica, continuemos sem saber de qual idéia minha você está divergindo afinal.
Já debati em rede nacional com pessoas das quais discordo de muitos dos seus posicionamentos, tais como Silas Malafaia, R. R.Soares, Augusto Nicodemos, dentre outros, mas sempre com decoro e buscando honrá-los como seres humanos e representantes de parcela do povo cristão. Mesmo quando usei de humor ou ironia, procurei manter o nível. Nunca os xinguei ou detratei, nem duvidei de sua seriedade.
(JS: Em nenhum momento também o xinguei, nem baixei o nível.)
OC: Obrigado por não me xingar de falastrão, boca-suja etc.
Detesto jargões.
OC: Você já contou o número de chavões que conseguiu compactar em tão breve mensagem?
(JS: Ele deveria então sair do Genizah, que só vive de jargões e chacotas. Recentemente, o Genizah disse de Malafaia: “Isto é que dá, propor um idiota deste calão para discutir assunto sério”, http://www.genizahvirtual.com/2011/03/querem-enquadrar-o-malafaia-por.html.)
Lido com as críticas numa boa, mas detesto covardia. Tudo o que escrevo, assino embaixo. Se fosse pra usar o anonimato, eu o usaria quando fizesse algum bem, pra que o louvor fosse dado a Deus.
OC: Oh, mas como você é lindo! Quantas virtudes evangélicas espremidas numa só pessoa! É impossível ler o seu autopanegírico sem ter uma ereção espiritual.
Pelo menos, foi isso que aprendi com Jesus: O que sua mão esquerda fizesse, a direita não deveria tomar conhecimento.
OC: Criatura, você pode, por favor, me enviar seus dados biométricos? Estou montando uma fábrica de sepulcros caiados e preciso do modelo.
(JS: Eu assinei embaixo a minha crítica. Meu nome, inclusive, está no livro O Movimento Homossexual, da Editora Betânia. É que o MPF nunca pensou em me buscar pelas editoras…)
Não sou liberal, nem do ponto de vista teológico, nem político. Também não me considero conservador, embora alguns dos meus melhores amigos o sejam. Não sou comunista, tão pouco capitalista. Não me encaixo em nenhuma destas categorias. Sou reinista!
OC: Além de possuir todas as virtudes do catálogo bíblico, você também é original, único, incatalogável, incomparável. E eu, que bestamente imaginava poder compará-lo aos profetas de Israel! Quão mesquinho e estreito era meu julgamento!
Entre os meus autores favoritos há gente como Agostinho, Calvino, Lutero, Bonhoeffer, mas também não me furto o direito de garimpar sabedoria em obras de Rubem Alves, Phillip Yancey, Tony Campolo, e até em obras de autores seculares. Se quiser me condenar por ler autores seculares, terá que condenar Paulo, que não apenas os lia, como também os citava em seus sermões.
(JS: Phillip Yancey e Tony Campolo são líderes evangélicos liberais, bastante liberais).
OC: Um sujeito capaz de nivelar, na sua lista de interesses, Agostinho e Rubem Alves, é mesmo incatalogável. Não encontro, no meu catálogo de palavrões, um só que dê conta de tão inapreensível estupidez.
De fato, recebi uma condecoração de um órgão ligado à ONU. Nunca exibi a medalha, nem mesmo emoldurei o certificado de vice-presidente do comitê pela paz. Para não ser deselegante com os que me contemplaram, publiquei uma pequena reportagem em meu blog.
OC: Olhe que você me deu uma idéia. Recebi muitas homenagens, mas nunca me ocorreu “publicar uma pequena reportagem em meu blog” contando isso, e menos ainda alegar que o faço por caridade fraterna. Meu filho, você é um gênio da autopromoção. Conseguiu fazer dela uma virtude evangélica.
Não sou maçom.
(JS: Não o acusei de ser maçom. Ele se defendeu gratuitamente.)
Não me auto-intitulei bispo, nem mesmo faço questão de ser chamado assim. Fui sagrado dentro da tradição episcopal, da qual fazem parte homens como Robson Cavalcanti e Paulo Garcia. Apesar de ter sucessão apostólica, nunca fiz uso disso como credencial.
(JS: Robson Cavalcanti é o fundador do MEP [Movimento Evangélico Progressista], a maior organização esquerdista evangélica do Brasil. Cavalcanti era membro do PT e saiu por achar que o PT se distanciou do socialismo verdadeiro.)
Jamais defendi o homossexualismo como estilo de vida, mas também nunca defendi a homofobia, ou qualquer outra prática preconceituosa. Quanto ao rapaz que você alegou ter se desviado depois que passou a ler nossos artigos aqui e no Genizah, deixando de ser um valoroso defensor do conservadorismo fundamentalista para tornar-se num homossexual assumido, deixe-lhe dizer algo: O Espírito Santo trabalha onde as máscaras caem, e as pessoas se expõem de maneira franca, aberta, para que sejam transformadas de glória em glória. Certamente ele não se tornou homossexual, mas apenas revelou o que estava oculto aos olhos dos outros. Não o julgo. Espero que Aquele que começou nele a boa obra a aperfeiçoe até o dia de Jesus Cristo. Porém, não acho correto atribuir culpa a quem quer que seja. Você preferiria que ele se mantivesse enrustido, como muitos que tentam vender uma imagem de santidade, mas que de santos não têm nada? Não são poucos os que se disfarsam por trás de uma retórica ultra-conservadora, como ele mesmo fazia. Quantas vezes ele comentou no meu blog, me detonando. Até de anticristo fui chamado. Jamais o ataquei por isso.
OC: (1) Se não há mérito em praticar o homossexualismo, também não pode haver nenhum em alardeá-lo. Confessar um pecado é uma coisa; ostentá-lo, com a visível intenção de continuar a praticá-lo, é exatamente o inverso. O homossexual discreto, que vive e sofre o seu drama em silêncio, tem mil vezes mais dignidade do aquele que, com sincerismo histriônico, acaba se comportando como um garoto-propaganda do gayzismo. Você tem o discernimento moral de um orangotango drogado. É nisso que dá ler “livros de sabedoria” da autoria de Rubem Alves e Tony Campolo. (2) Que história é essa de “disfarsar”? Em português as pessoas se disfarçam, com c-cedilha.
Também não apoiei qualquer candidatura, uma vez que isso contraria os dítames de nosso ministério. A reportagem do Jornal O Globo, e de outros periódicos, mentiu. Apenas aceitamos ao convite de um candidato à prefeitura do Rio para ouvir sua proposta num lugar neutro, isto é, fora da igreja. Pergunte a um membro da REINA, igreja da qual sou bispo, qual a nossa postura quanto a isso. Muitas vezes sou chamado de intransigente por isso. Não tive culpa se um dia depois de nosso encontro, nossa foto estava estampada na primeira pagina dos principais jornais do Rio e de SP, alegando que havíamos hipotecado apoio ao dito cujo.
(JS: Ele diz que as reportagens mentiram. Eu citei apenas o que constava em reportagens.)
A propósito, muito obrigado pelas cerca de trinta visitas que seu blog me enviou, desde que publicou o artigo me detratando. Sinto em lhe dizer que não retribuirei.
OC: É claro que não. Seu blog não tem trinta visitantes para enviar a parte alguma, e aliás nem para ficar por lá mesmo.
Para terminar, quero dizer que, seja você quem for, eu o amo.
OC: É o amooooooooooooooooor!
Não estou fazendo média. Nem querendo parecer melhor que você, porque, definitivamente, não o sou.
OC: Ah, não? Quer dizer que o Júlio Severo também tem todas essas virtudes esplêndidas que você tão modestamente se atribui? Puxa, eu não sabia que ele era tão incrível! Parabéns, Júlio! Só tem uma coisa: eu também quero. Quando é que vão publicar a “Imitação de Hermes Fernandes”?
Espero que um dia tenhamos a oportunidade de nos encontrar pessoalmente, tomarmos um bom café, discutirmos teologia e construirmos uma amizade duradoura. Se tiver perfil no orkut ou facebook, me adiciona.
OC: Desculpe-me por infringir novamente seu direito ao analfabetismo, mas “se tiver” é terceira pessoa do singular; portanto aí não cabe dizer “me adiciona”, e sim “me adicione”.
Pode ser que isso seja um bom começo…
P.S.: Da próxima vez que quiser alevancar sua audiência falando de alguém, consulte fontes fidedignas, ou então, deixe pra publicar seu artigo num “primeiro de abril”.
OC.: Alavancar audiência? Você já comparou a visitação do MSM com a do seu blog? Você é o tipo do sujeito que, quando tira foto ao lado do Pelé, diz que ele está se promovendo às suas custas.
* Aos meus leitores que nada tem a ver com isso, meu pedido de desculpas. Não é do meu feitio ficar me defendendo, mas não é fácil ver pessoas usando de mentiras para tentar minar a credibilidade de nosso trabalho. Portanto, não estou defendendo minha reputação em si, mas o trabalho de mais de duas décadas de ministério e quatro anos de blogagem. Obrigado pela paciência e carinho demonstrados nos comentários.
(JS: O escabroso aqui é que o que ele chama de “mentiras” são informações sobre ele que citei, colhendo de extrações diretas do blog dele e do Genizah, onde ele mais publica.)
Nota final de Julio Severo: Sobre a preocupação do Hermes por Olavo ser um “tabajista”, eu nada posso fazer. Mas recordo nitidamente que quando estive num grande congresso de pastores progressistas em Brasília em 1992, os pastores, enquanto não começava o congresso, estavam dentro do salão à vontade, bebendo cerveja e com cigarro na boca. Quero deixar claro que não faço nenhuma das duas coisas. Meu amigo católico, que havia me levado ao congresso, na volta me perguntou: “Mas eu pensei que evangélicos não podiam fumar!?!”
Artigos sobre o Genizah no Blog Julio Severo:

>De “cristão revoltado” a homossexual defensor da pedofilia

Publicado em Genizah, Hermes Fernandes, pedofilia por juliosevero em 29 de março de 2011

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De “cristão revoltado” a homossexual defensor da pedofilia

Repleto de esquerdistas e liberalóides teológicos, blog Genizah deturpa o conceito cristão de apologética e rebaixa o nível do debate teológico, mas as consequências começam a aparecer

Julio Severo
Vocês conheciam o blog “O cristão revoltado”? Seu dono, Isaías Medeiros, era um seguidor fiel do Blog Julio Severo anos atrás, apoiando e reproduzindo vários artigos conservadores, e eu mesmo cheguei a reproduzir em meu blog um grande artigo dele, “Geração de ofendidos”. Mas então, influenciado por alguns “blogs apologéticos” que estavam em hostilidade pública contra o Blog Julio Severo, Isaías resolveu fechar seu blog, renunciando também ao seu antigo perfil conservador, para criar um perfil totalmente liberal em 2010, no qual se declarou homossexual*.
Em 2011, o passo dele foi muito mais longe: ele assume seu lugar nas fileiras dos militantes homossexuais que defendem o sexo entre homens e meninos. Em seu artigo “Pedofilia: a verdade por trás dos mitos”, ele trata da questão do sexo entre adultos e crianças apoiando-se em Paulo Ghiraldelli Jr., outro defensor da pedofilia já denunciado em meu blog.
O antigo perfil conservador de Isaías, no blog “O cristão revoltado”, que ele deletou da internet, trazia esta descrição: “[C. R.] O Cristão Revoltado! Um cristão fundamentalista, um conservador de direita e, necessariamente, um anti-comunista. Inimigo da Teologia da Libertação, da Prosperidade e dos teólogos liberais e hereges (uma redundância). Portanto, aqui você verá abordagens da religião, da política e da sociedade do ponto de vista de um cristão fundamentalista, de direita e politicamente incorreto”*.
No seu blog de 2010, “Um pouco além do óbvio”, Isaías assina “Isa Medeiros”, declara-se homossexual, milita a favor da causa gay, chama o travesti de “mulher ideal”, conta como se deu sua “conversão” à causa e à prática homossexual e chama de hipócritas (como seu mestre, Danilo Fernandes) os cristãos “religiosos”, afirmando que Jesus jamais condenou os gays e que, ao contrário do que se pensa, teria tido um caso homossexual com João, “o apóstolo que Jesus amava”*.

Genizah adula Isaías

Logo que Isaías começou a se distanciar de posições conservadoras, Danilo Fernandes comemorou, saudando-o com uma carta aberta no Genizah, cheia de elogios à sua nova postura… O início da carta: “Irmão Isaias Medeiros, Minha admiração por você é grande, pela grandeza de seu caráter que fica evidente no exercício de humildade, um dos maiores frutos do Espirito e, prova inconteste, de uma vida separada ao serviço do Senhor. Como lhe disse antes, já era seu admirador em Cristo e, agora, já o…” O final da carta? Não sei, pois Danilo logo tratou de apagá-la de seu blog, assim que concluiu ser a onda liberalizante de Isaías liberal demais para sua teologia liberal: http://www.dihitt.com.br/noticia/carta-aberta-ao-isaias-aquele-que-um-dia-foi-o-cristao-revoltado-da-blogosfera-1 Enfim, Danilo renunciou à carta adulatória, e em seu lugar postou trechos da carta de Paulo aos Romanos e aos Gálatas http://www.genizahvirtual.com/2009/12/carta-aberta-ao-isaias-aquele-que-um.html *
Do blog “Um pouco além do óbvio” Isaías foi para o atual blog “Preguiça Mental”, onde ele defende o sexo entre adultos e crianças, mergulhando fundo no submundo da sem-vergonhice gay, ligando-se a vários blogs gays ou pobremente enrustidos, inclusive o PavaBlog, que defende a graça liberal de Philip Yancey.
Tanto liberalismo o levou aonde? A um outro artigo que ele escreveu recentemente, intitulado “Faz sentido falar em combate à pedofilia em pleno século XXI?”, onde ele diz:
“Desde que alguém chegou a conclusão de que amor e sexo entre jovens e adultos são sempre traumáticos para os primeiros, parte da sociedade ocidental iniciou uma paranóica caça às bruxas no sentido de banir este tipo de relação. Hoje, pessoas que se envolvem com menores são estigmatizadas, presas e entregues aos malfeitores para sofrerem a “justiça” dos homens”.
“Os jovens devem ter o direito de serem felizes e de decidirem quem e quando desejam amar, sem a censura prévia dos seus pais ou do Estado. Só assim se saberá se realmente faz sentido ou não continuar falando em combate à pedofilia em pleno século XXI”.
Como não poderia deixar de ser, o atual site de Isaías também contém deboche anticristão e pró-homossexualismo, um dos quais está no post “Cientistas isolam o ‘gene cristão’. Cura do Cristianismo está prevista para a próxima década”, que Isaías disse ter visto primeiro no Pavablog, através de recomendação de um blog homossexual marxista. É a grande corrente homossexual onde a religião do liberalismo une “evangélicos” e ateus marxistas.
O estímulo de Danilo foi muito bem-sucedido em tirar Isaías de seu conservadorismo principiante para levá-lo, em pouquíssimo tempo, às águas de um liberal iniciante. Mas nem Danilo poderia imaginar que tão depressa Isaías se transportaria para um liberalismo de águas muito mais profundas e escuras.
É um rastro que deixa uma lição inconfundível e dolorosa para o Genizah e para todos nós. O liberalismo desencaminha e corrompe a alma das pessoas, sejam cristãs ou não. Além disso, a apologética é um trabalho difícil que deve ser feito com seriedade, maturidade, sensibilidade, prudência e espiritualidade. Afinal, de que adianta o Danilo e seu Genizah se gabarem de serem calvinistas e reformados, e ao mesmo tempo darem espaço para textos de Ricardo Gondim, um socialista convicto, e Caio Fábio, que declarou que ajudou a aproximar Lula dos evangélicos?

O esquerdismo do Genizah

O esquerdismo do Genizah fica patente também nas palavras de Hermes Fernandes, um de seus principais colunistas. Hermes, que prefere ser tratado de “bispo”, já “recebeu o Greenpeace para dar palestras em sua igreja”, segundo informação do próprio Genizah.
De acordo com o livro “The Hidden Dangers of the Rainbow” (Os perigos ocultos do arco-íris), escrito pela Dra. Constance E. Cumbey, o Greenpeace de forma pública e arrogante se anuncia como a “Nova Era” (p. 42).
Em 2008, Hermes declarou apoio público a Fernando Gabeira, político homossexual que é a favor da legalização da prostituição, maconha, homossexualismo e aborto.
Apesar dessas conexões, ele jura: “Não sou partidário nem da esquerda, nem da direita”. Mas também desabafa no Genizah:
“Não vejo o regime socialista como um bicho-papão”.
“Conheço o trabalho de alguns expoentes da Teologia da Libertação, e os respeito profundamente. Entre eles, Rubem Alves, Frei Betto, Leonardo Boff, e outros. Se lêssemos suas obras desprovidos de preconceito, encontraríamos verdadeiras pérolas”.
Algumas das “pérolas” do Frei Betto encontram-se disponíveis no meu blog.
Com toda essa carga esquerdista que não ousa sair do armário, o Genizah tem razões ideológicas de sobra para atacar cristãos conservadores por todo e qualquer motivo.
Eu repreendi publicamente o Genizah por ter feito um deboche anticristão contra o Pr. Pat Robertson, que é muito mais conservador do que o Genizah e todos os seus aliados juntos. Nem o filósofo Olavo de Carvalho, que não é evangélico, escaparia da “raivinha liberal do Danilo”. Eu pelo menos não escapei de seus deboches e ataques.

Apologeta “Embaixador da Paz”?

Embora meu blog não tenha finalidade apologética, trabalhei alguns anos com reconhecidos e sérios especialistas em apologética, com vários artigos meus publicados na revista Defesa da Fé, inclusive quatro matérias de capa, quando o Pr. Jamierson Oliveira era o diretor da revista. Nos seus bons tempos passados, a Defesa da Fé era a maior publicação apologética do Brasil.
Não me identifico com a teologia calvinista — principalmente o estranho calvinismo do Danilo Fernandes —, mas me alinho com o ativismo moral, ético, social e político dos calvinistas americanos, na sua forma mais conservadora. Meus grandes amigos calvinistas e reformados, que nunca se aliariam nem publicariam textos de Ricardo Gondim ou Caio Fábio, estão envolvidos com o movimento de educação escolar em casa e defendem muitas questões conservadoras que não passam nem de longe pelo Genizah. Mas estão sempre presentes no meu blog, inclusive no meu blog especialmente dedicado à educação escolar em casa.
Mesmo numa questão tão séria quanto a do PLC 122, que ameaça trazer perseguição religiosa a todo o Brasil, o Genizah adota posição liberal muitíssimo semelhante à de Bráulia Ribeiro, colunista do Genizah já refutada por mim. Em seu marxismo que finge neutralidade política, Hermes Fernandes declara sobre o PLC 122: “Faz-se um escarcel danado para que os crentes pensem que a tal ‘ditadura gay’ vai obrigar às igrejas a aceitarem e celebrarem o casamento entre pessoas do mesmo sexo”. A esquerda trata as ameaças do PLC 122 como mero delírio. Por que o Genizah agiria diferente?
O fato é que o “bispo” Hermes está agradando aos poderosos. Em 11 de maio de 2008, um tal de Comitê da Paz Mundial, que o blog pessoal do Hermes disse que é um órgão ligado à ONU, lhe deu o título de “Embaixador da Paz” (veja as fotos aqui). No mesmo ano, o Bispo Manoel Ferreira esteve em Washington DC para participar de uma conferência da paz ligada ao Rev. Moon e à ONU. “Embaixador da Paz” é um título amplamente concedido também pelo Rev. Moon, que tem extensas ligações com a ONU.
Esses dois títulos de “Embaixador da Paz” têm alguma ligação? Pelo que dá para ver, só a ONU, que é em si já é sinal suficiente de confusão. Outras confusões, inclusive doutrinárias, do “bispo” Hermes estão documentadas aqui no blog Teóphilo Noturno.
Portanto, em vez de conservadorismo cristão, o que se vê no Genizah é um carnaval de liberais, em que seus articulistas se sentem à vontade para dizer que seus “mentores são Ricardo Gondim, Caio Fábio, Ariovaldo Ramos e Ed René Kivitz”. Junto com Robinson Cavalcanti e Paul Freston, esses figurões são a nata da versão evangélica da repugnante Teologia da Libertação.

Genizah e Isaías Medeiros

O que fazer agora? Dizer aos liberais que seu liberalismo produz consequências? Perguntar-lhes que tipo de calvinismo é esse que eles estão praticando que se opõe frontalmente ao rígido conservadorismo de João Calvino?
Não dá para dizer que os liberais são responsáveis por tudo o que Isaías Medeiros é hoje. Mas quem pode afirmar que a “graça” esquerdista do Genizah não trouxe desgraça para Isaías, que precisava de libertação, não de adulação liberal?
É claro que sob a influência do Genizah o Isaías poderia também ter se tornado um “Embaixador da Paz”. Mas não foi o que aconteceu.
Quem pode argumentar que a ideologia de Danilo e Hermes Fernandes não teve nenhum papel na transformação de Isaías de blogueiro conservador principiante para liberal confuso, e agora para homossexual que defende o sexo entre adultos e crianças?
Luiz Mott, o maior líder homossexual do Brasil, é acusado de defender a pedofilia. Em entrevista à revista Veja anos atrás, ele confessou que o esquerdismo foi a ideologia que o ensinou a aceitar a homossexualidade como normal.
Então, quem pode dizer que o esquerdismo não leva a aberrações? Quem pode afirmar que Isaías Medeiros é a única vítima do esquerdismo do Genizah?
Se não houver real arrependimento e mudança, cedo ou tarde Danilo e Hermes Fernandes colherão de seus amargos frutos.
* Com informações do Blog da Maya.
Vídeo educacional contra a pedofilia homossexual: http://www.youtube.com/watch?v=CwOW76c0Dsg

>A raivinha do Danilo

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A raivinha do Danilo

Blogs Púlpito Cristão, Genizah e Teologia Pentecostal se unem para atacar texto de Julio Severo contra o perigo das religiões afros

Julio Severo
Dias atrás, o Pr. Pat Robertson, apresentador do famoso programa “Clube 700”, caiu na ira de Danilo Fernandes, responsável pelo blog Genizah, porque ele ousou dizer que o terremoto do Haiti pode estar ligado a pactos com o vodu no passado. Por tal opinião, Danilo deu sua sentença oficial contra Robertson:
Eis ai um tipo de “evangélico” que, só pode ele mesmo, ser obra de satanás para nos envergonhar e afastar as pessoas da igreja. Canalha! Por estas e por outras que o Senhor nos alertou acerca daqueles que dizem curar, pregar, expulsar demônios em Seu Santo nome e não passam de desconhecidos ao Pai.
Enquanto Robertson usou a Bíblia, tudo o que Danilo conseguiu fazer foi usar sua raivinha politicamente correta.
Mesmo discordando totalmente da posição pró-aborto de alguns líderes evangélicos, meu blog nunca baixou o nível a ponto de chamá-los de “obras de Satanás” e “canalhas”. Nem mesmo Lula é tratado com esses pesados adjetivos por mim, porque Paulo recomenda “linguagem sã e irrepreensível, para que o inimigo se envergonhe”.
Xingar alguém não é apologética. Apologética é defender o Cristianismo usando base e ética bíblica. O que o Genizah anda fazendo é apenas ridicularizar quem não é como eles, com gracejos, zombaria, desrespeito e superficialidade.
Não há nada que os impeça agora de estender esse tratamento desrespeitoso aos reformadores, que também viam terremotos e tragédias como juízo de Deus em conseqüência dos pecados da sociedade. Mas duvido muito que a raivinha do Danilo sobrevivesse diante da autoridade moral, espiritual e teológica de Lutero e Calvino.
O sapientíssimo Danilo sabe, ou deveria saber, que se Lutero e Calvino estivessem vivos, Robertson não estaria sozinho na afirmação de que há uma ligação entre o terremoto e a bruxaria predominante do Haiti.
Contudo, não satisfeito em xingar Robertson, agora Danilo e sua turma miram meu blog. Não sei quem deu o apito de largada, mas três blogs (todos interligados) se uniram num esforço para atacar meu texto lidando com governo Lula, religiões afro-brasileiras, Haiti, terremoto e vodu. Meu artigo está aqui:
Nenhum dos três se ocupou em contestar biblicamente minhas citações bíblicas, embora Leonardo Gonçalves, do blog Púlpito Cristão, só no final de seu artigo contra mim tenha dito:
Termino este breve ensaio com uma citação do evangelho de Lucas, onde Jesus oferece resposta cabal a todos aqueles que, por “piedosos” que são, querem associar tragédias contingentes ao pecado dos homens:
“E, naquele mesmo tempo, estavam presentes ali alguns que lhe falavam dos galileus cujo sangue Pilatos misturara com os seus sacrifícios. E, respondendo Jesus, disse-lhes: Cuidais vós que esses galileus foram mais pecadores do que todos os galileus, por terem padecido tais coisas? Não, vos digo; antes, se vos não arrependerdes, todos de igual modo perecereis. E aqueles dezoito sobre os quais caiu a torre de Siloé e os matou, cuidais que foram mais culpados do que todos quantos homens habitam em Jerusalém? Não, vos digo; antes, se vos não arrependerdes, todos de igual modo perecereis”. Lucas 13.1-5
Essa foi a única citação bíblica de Leonardo, usada para sustentar seu infantil ataque contra mim. Supondo que ele não tenha visto o final do meu artigo, reproduzo o versículo que citei ali:
“E não se arrependeram dos seus homicídios, nem das suas feitiçarias, nem da sua prostituição, nem dos seus furtos.” (Apocalipse 9:21 ACF)
O livro do Apocalipse, não algum livro de Julio Severo, cita que haverá pragas, terremotos e outras calamidades como castigo divino, e que os pecadores não se arrependerão — e continuarão sofrendo.
Concordo com as palavras de Jesus citadas por Leonardo: “Se vos não arrependerdes, todos de igual modo perecereis”.
Isso não tem tudo a ver com a passagem de Apocalipse 9:21? Se as pessoas não se arrependerem, todos de igual modo perecerão.
Comentando Lucas 13:1-5, o grande pregador batista inglês Charles Spurgeon (1834-1892) disse:
“Quando ouvimos ou lemos acerca de juízos terríveis sobre os pecadores, tais como esses registrados aqui, e o que sobreveio a Sodoma no passado, não devemos nos congratular como se estivéssemos isentos por causa da nossa inocência, mas em vez disso temos de ver esses acontecimentos como avisos para nós mesmos, pois, se cairmos nos mesmos pecados, mais cedo ou mais tarde um destino igualmente avassalador virá sobre nós”.
Entretanto, o critério de Leonardo e, por extensão, de seus aliados no Genizah e Teologia Pentecostal, parece ser: “Arrependendo-se ou não, todos de igual modo perecereis!” A distância entre essa idéia e as palavras de Jesus é abismal.
Mas se tivermos de seguir esse tipo de teologia, então tanto faz você se arrepender ou não: uma torre vai cair sobre sua cabeça. Tanto faz você invocar um exu ou orar a Jesus: uma torre vai cair sobre sua cabeça.
O rei Davi não seguia essa teologia. Ele orava muito, sendo autor de vários Salmos de oração por proteção, e nunca nenhuma torre desabou sobre a cabeça dele. Ele morreu em boa velhice, de causas naturais, não acidentais.
O trio iluminado parece crer piamente que a bruxaria em si é incapaz de ser a responsável por grandes tragédias, pois bem ao estilo humanista, as tragédias são interpretadas por eles como casuais, sem nenhuma origem espiritual, tornando vários livros da Bíblia um conto de trágicas casualidades geológicas e sismológicas!
Distanciando-me dessa falsa apologética, que não tem nenhuma base bíblica, eu creio que Deus não envia diretamente terremotos e outros desastres, mas os permite como castigos, conforme os pecados da sociedade. Oh, eu tive a coragem de me colocar na companhia de Lutero e Calvino nessa posição “arcaica”! Pelo menos um dos membros do trio, como já deu para ver, está na companhia pós-arcaica, pós-cristã e pós-bíblica de Ricardo Gondim, que ficou famoso por praticamente cobrar de Deus a tragédia do tsunami, como se Deus tivesse de prestar contas ao supremo Gondim. Agora, o trio quer que eu preste contas aos blogs Púlpito Cristão, Genizah e Teologia Pentecostal.
Eu já sabia que meu texto contra a bruxaria ia atrair a fúria de adeptos da bruxaria, inclusive ativistas gays, historicamente ligados às religiões ocultistas. Mas não dava para adivinhar que eu também acabaria atraindo a raivinha do Danilo Fernandes, que desabafou no seu blog Genizah:
Estou cansado destes blogueiros profetas com síndrome de Jonas que seguem dando congestão em baleia maltratando seus PCs, escrevendo a agenda de Deus.
Ué? Se ele está tão cansado assim por que continua visitando meu blog? O cansaço não é suficiente para livrá-lo do hábito de fuçar meu blog em busca de incriminações? Recebo centenas de mensagens (e um número grande de ameaças, todas devidamente arquivadas) de ativistas gays também expondo a mesma queixa do senhor Danilo Fernandes. Falam como se existisse no Brasil alguma lei obrigando todos os cidadãos a ler o Blog Julio Severo.
Quanto à agenda de Deus, ela já foi escrita, mas não por mim nem pelo trio anti-JS. Uma parte importante da agenda de Deus para estes últimos dias está no livro do Apocalipse, que não deve ser desprezado por mostrar que há uma conexão real entre os pecados da sociedade e as tragédias que lhe sobrevêm. Os juízos e intervenções de Deus no Apocalipse merecem nossa atenção máxima, conforme confirma a própria Bíblia:
“Bem-aventurado aquele que lê, e os que ouvem as palavras desta profecia, e guardam as coisas que nela estão escritas; porque o tempo está próximo.” (Apocalipse 1:3 ACF)
Eu creio nisso! Mas o trio anti-JS também alega, num texto cheio de referências ao amor deles e ao meu “ódio”, que a fúria deles foi motivada porque citei a declaração impensada do cônsul do Haiti. Em vez de demonstrar o amor de Jesus a esse pecador desesperado com o vodu e com o terremoto do Haiti, eles querem no mínimo que ele perca o emprego.
O farisaísmo religioso pede a cabeça de um homem como se ele tivesse dito que quer legalizar o aborto no Haiti. (Será que matar bebês agora é um pecado muito menos destrutivo ou importante do que as palavras impensadas de um cônsul?) Ou como se ele tivesse dito que as escolas do Haiti devem ser obrigadas a ensinar o homossexualismo e bruxaria como “cultura”. Tudo isso Lula tem feito pelo Brasil, mas o trio se recusa a fazer uma campanha de impeachment contra Lula. Para eles, só o cônsul merece malhação.
O trio andou ocupadíssimo, de lupa na mão, vasculhando meu artigo e meu blog em busca de motivos para me acusar e teve de apelar vergonhosamente para especulações, tentando transformar em “racismo” minha denúncia bíblica contras as religiões afro-brasileiras. Não sabem fazer separação nenhuma entre religião afro-brasileira e racismo. Isso mostra o despreparo e desqualificação deles para entrar na área de apologética.
Como se já não bastasse o enfraquecimento das igrejas brasileiras, agora vemos indivíduos que mais parecem agentes do mundo disfarçados de bonecos “crentes”, que têm cheiro de crente, mas falam, sentem e se portam na mesma medida esquerdopata do mundo, achando que é possível servir a dois senhores. E usam a mesma malícia esquerdopata para alcançar seus objetivos.
Se o desejo do trio esquerdopata é me perseguir, vão ter de entrar na fila, pois há muitos ativistas gays, islâmicos, feministas, socialistas e umbandistas na frente.
Correndo o risco de aumentar a raivinha do Danilo, disponibilizo aqui os links dos três blogs:
Eles são os fiscais evangélicos da sharia do falso “amor” cristão, e impuseram sobre si mesmos a missão de garantir que, se no mundo secular não se pode desagradar às religiões afros nem responsabilizá-las de nada, nas igrejas evangélicas deverá ser imposto o mesmo toque de recolher. Do contrário, vai ter pancadaria — que é o que está acontecendo no meu caso: sem saber, eu acabei violando o toque de recolher deles!
Portanto, não culpe o vodu, ou o candomblé e nem nenhuma outra prática de bruxaria por tragédias, pois os fiscais “evangélicos” se aliaram aos fiscais do candomblé e do vodu. Eles estão de olho em você.
E o pior de tudo é que o governo petista pensa exatamente como eles. Em outros tempos, diriam que isso é satanismo entre evangélicos. Mas os blogs Púlpito Esquerdopata, Genizah e Teologia Esquerdopata convenientemente desviam a atenção dos leitores dessa suspeita, me acusando de pretensões políticas e de ser “direitista” — como se o DEM ou outro partido supostamente direitista do Brasil fosse aceitar minhas posturas cristãs. Tomara realmente que o DEM ou o próprio PT estivesse alicerçado na ética bíblica!
Essa mentalidade medíocre, tacanha e esquerdopata não pouparia nem mesmo Lutero e Calvino de acusações de direitistas, racistas ou preconceituosos.
Sei que o socialismo sempre dependeu de inocentes úteis entre os cristãos.
Mas agora até as religiões afro-brasileiras também têm disso?
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