Julio Severo

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Genizah, Ultimato e Rio de Paz: Alianças que atrapalham o testemunho cristão e ajudam o socialismo

As dificuldades de conservadores calvinistas para denunciar colegas calvinistas entorpecidos por ideias recicladas do esgoto cerebral de Karl Marx

Julio Severo
Meu texto sobre o tabloide sensacionalista Genizah e seu esquerdismo provocaram repercussão entre os leitores. Um dos articulistas do tabloide, um pastor calvinista que diz que é conservador, visitou o site Mídia Sem Máscara, onde meu artigo foi reproduzido, exclusivamente para defender o dono do Genizah, Danilo “Marqueteiro” Fernandes, e seu espaço de colunista ali.
Ele também usou o exemplo do filósofo Olavo de Carvalho para defender sua presença no tabloide. Afinal, se o Olavo pode trabalhar em mídias seculares abertamente hostis aos cristãos, por que esse calvinista conservador não pode ser colunista no Genizah?
Mas há alguma semelhança entre o pastor calvinista “conservador” e o Olavo? Quando os cristãos conservadores são atacados pela mídia, o Olavo sempre toma o lado dos cristãos conservadores, sem temer perder espaço nessa mídia.
Em 2007, quando meu blog foi interditado pelo Google por pressão dos ativistas gays, o Olavo não ficou em cima do muro. Ele escreveu um artigo no Jornal do Brasil denunciando os ataques contra mim, e meu blog foi restabelecido. Quando jornalistas esquerdistas como Luís Nassif me atacaram, novamente o Olavo se levantou para me defender.
Contudo, quando recentemente o Genizah debochou do Olavo e de mim, onde estava o colunista conservador do tabloide, que não escreveu nenhum texto de apoio a nós? Onde estava ele? Viajando? De férias?
Mas, quando denunciei novamente o esquerdismo do Genizah, o pastor calvinista conseguiu arrumar tempo para ir até o Mídia Sem Máscara postar comentários defendendo o Danilo.
A presença dele nesse tabloide sensacionalista tem exatamente essa finalidade — defesa do Genizah — e está dentro das conveniências estratégicas de marketing do Danilo, tendo o único objetivo de dar uma aparência de “pluralidade”, a fim de neutralizar a ação dos discordantes, que, ao verem ali um colunista que se diz conservador, caem no truque e pensam: “Não posso criticar o Genizah, pois um dos nossos está ali”.

A principal estrela vermelha do Genizah

Apesar das aparências, o esquerdismo do Genizah é patente nas palavras e ações de Hermes Fernandes, um de seus principais colunistas. Hermes já “recebeu o Greenpeace para dar palestras em sua igreja”, segundo informação do próprio Genizah.
De acordo com o livro “The Hidden Dangers of the Rainbow” (Os perigos ocultos do arco-íris), escrito pela Dra. Constance E. Cumbey, o Greenpeace de forma pública e arrogante se anuncia como a “Nova Era” (p. 42). O Greenpeace é esquerdista de cabo a rabo.
Em 2008, Hermes declarou apoio público a Fernando Gabeira, político homossexual que no passado era terrorista comunista e hoje defende a legalização da prostituição, maconha, homossexualismo e aborto.
Apesar dessas conexões, ele jura: “Não sou partidário nem da esquerda, nem da direita”. Mas também desabafa no Genizah:
“Não vejo o regime socialista como um bicho-papão”.
“Conheço o trabalho de alguns expoentes da Teologia da Libertação, e os respeito profundamente. Entre eles, Rubem Alves, Frei Betto, Leonardo Boff, e outros. Se lêssemos suas obras desprovidos de preconceito, encontraríamos verdadeiras pérolas”.
Mesmo numa questão tão séria quanto a do PLC 122, que ameaça trazer perseguição religiosa a todo o Brasil, o Genizah adota posição liberal muitíssimo semelhante à de Bráulia Ribeiro, colunista do Genizah já refutada por mim. Em seu marxismo que finge neutralidade política, Hermes Fernandes declara sobre o PLC 122: “Faz-se um escarcel danado para que os crentes pensem que a tal ‘ditadura gay’ vai obrigar às igrejas a aceitarem e celebrarem o casamento entre pessoas do mesmo sexo”. A esquerda trata as ameaças do PLC 122 como mero delírio. Por que o Genizah agiria diferente?
A hipocrisia de Hermes foi ainda mais desmascarada quando ele cometeu o erro de lançar insultos ao Olavo de Carvalho como filósofo, recebendo dele uma resposta à altura.
O fato é que Hermes está agradando aos poderosos. Em 11 de maio de 2008, um tal de Comitê da Paz Mundial, que o blog pessoal do Hermes disse que é um órgão ligado à ONU, lhe deu o título de “Embaixador da Paz” (veja as fotos aqui). No mesmo ano, o Bispo Manoel Ferreira esteve em Washington DC para participar de uma conferência da paz ligada ao Rev. Moon e à ONU. “Embaixador da Paz” é um título amplamente concedido também pelo Rev. Moon, que tem extensas ligações com a ONU.
Esses dois títulos de “Embaixador da Paz” têm alguma ligação? Pelo que dá para ver, só a ONU, que é em si já é sinal suficiente de confusão. Outras confusões, inclusive doutrinárias, do Hermes estão documentadas aqui no blog Teóphilo Noturno.
Portanto, em vez de conservadorismo cristão, o que se vê no Genizah é um carnaval de liberais, em que seus articulistas se sentem à vontade para dizer que seus “mentores são Ricardo Gondim, Caio Fábio, Ariovaldo Ramos e Ed René Kivitz”. Junto com Robinson Cavalcanti e Paul Freston, esses figurões são a nata da versão evangélica da repugnante Teologia da Libertação.

Inocentes úteis

O espaço que Danilo dá para alguns articulistas menos progressistas é o espaço que ele precisa para disfarçar e proteger as intenções do seu tabloide. Com uma mão, ele infecta, junto com Caio Fábio e outros progressistas, a igreja com seu vírus vermelho gospel. Com a outra, ele apresenta os colunistas inocentes úteis, para desviar a revolta dos ingênuos. Daí, quando dizem: “Olha o Genizah pregando socialismo! Vamos deixar esse blog!” Então o Danilo aparece dizendo: “Peraí, minha gente. Não me deixem. Tenho aqui um pastor calvinista ‘conservador’ com a cara de vocês! Vou postar um artiguinho meio conservador para manter vocês calminhos e grudados aqui.”

Os colunistas inocentes úteis têm uma função importante quando o Genizah é repudiado como esquerdista. No momento da crise com os leitores, eles são apresentados como prova da pluralidade e diversidade do tabloide. “Tão vendo? Não somos tão vermelhos”.

Judas era um traidor, vigarista e ladrão. Mas a presença dele entre os apóstolos de Jesus Cristo não fazia deles uma gangue de traidores, vigaristas e ladrões. Da mesma forma, a presença de um conservador num tabloide sensacionalista com vigaristas esquerdistas não os torna conservadores, santos e apostólicos — se é que o que há no Genizah é realmente conservador.
Danilo “Marqueteiro” Fernandes adora posar de calvinista apologético defensor da fé cristã, enquanto ao mesmo tempo faz promoção de textos de ideólogos políticos como Robinson Cavalcanti (fundador do Movimento Evangélico Progressista, a maior entidade evangélica esquerdista do Brasil, aliada de Lula nas duas eleições presidenciais), Ed René Kivitz, Caio Fábio e outros, um dos quais alertou contra os perigos dos “Olavos de Carvalho e Júlios Severos da vida”. Mas Danilo não é o único a sustentar um calvinismo progressista. Há também o dono da revista Ultimato e o dono do Rio de Paz. Ambos são calvinistas. Ambos têm o sangue “vermelho” correndo em suas veias e textos. Ambos têm seus inocentes úteis como “prova” de que não têm segundas intenções.
Quanto ao próprio Danilo, os frutos falam mais alto do que a cortina de fumaça “apologética”: seu liberalismo ajudou a prejudicar um jovem blogueiro com problemas sexuais, que acabou se tornando defensor da pedofilia.

Ajudando tiranos fortemente armados a desarmar os inocentes

O problema não é um, dois ou três escorregões esquerdistas, mas anos de envolvimento da Ultimato, Genizah e Rio de Paz nessa ideologia vermelha de encharcamento de sangue inocente, inclusive de cristãos.
Ultimato é a maior e mais antiga publicação evangélica esquerdista do Brasil, sempre pronta a ecoar e coletar apoio para causas socialistas como o desarmamento. Aliás, essa é a especialidade do Rio de Paz, que propõe que a população civil fique totalmente sem meios de se defender, sem se importar que tanto a Alemanha nazista quanto a União Soviética conseguiram alcançar essa meta antes de iniciarem suas campanhas estatais de subjugação e massacre de suas populações cativas. O desarmamento da população almejado pelo Rio de Paz é meta permanente do governo socialista do Brasil, cuja presidente tem ligações, em seu histórico e governo, com terroristas assassinos. De modo diferente, a meta do líder cristão verdadeiro é apoio ao desarmamento apenas dos criminosos, nunca dos cidadãos que precisam defender suas vidas e famílias.

A melhor solução contra a criminalidade e contra os tiranos é uma população que tenha todos os meios necessários para se defender. Ao calvinista Antonio Carlos Costa, dono do Rio de Paz, apresento o exemplo da Suíça, a terra de João Calvino, com sua tradição de armar toda a população civil. Anos atrás, respondendo a um convite do Rio de Paz, eu disse que só participaria de seu movimento se fosse plenamente garantido aos cidadãos seu direito de se defender e se o foco fosse o desarmamento apenas dos criminosos. Meu pedido jamais foi atendido.

Frei Betto, o queridinho do Genizah e Ultimato

O Rio de Paz tem só uma vantagem sobre seus companheiros de viajem. Até agora não citou nenhuma vez Frei Betto, que é sempre elogiado no Genizah e Ultimato. Betto, profundamente respeitado pelo esquerdista enrustido Hermes Fernandes, disse:
“Admito a descriminação do aborto em certos casos e sou plenamente a favor da mais ampla discussão em torno do aborto”.
“A Igreja precisa prestar atenção ao legado de três grandes judeus que fizeram história: Jesus, Marx e Freud”.
“Eu tenho certeza que um autêntico comunista é um cristão, embora não o saiba, e um autêntico cristão é um comunista, embora não o queira”.
“O governo brasileiro é amigo de Cuba, é um aliado. Acho que o Brasil tem que ajudar Cuba e tem a obrigação moral e política de apoiar a Revolução Cubana”.
“O Fidel [Castro] nunca diz que é ateu. É uma pessoa que respeita profundamente as religiões. Nunca em Cuba, uma Igreja foi fechada, em mais de 40 anos da revolução”.
“A minha espiritualidade está muito centrada no exemplo de Jesus, sou uma pessoa apaixonada pelo testemunho e pelo exemplo Dele. Mas me enriqueci muito espiritualmente com contribuições, principalmente do budismo”.
Em seu artigo intitulado “Lutar pela Implantação do Socialismo Até o Último Dia das Nossas Vidas”, Frei Betto declara ousadamente:
“Não podemos de maneira alguma ficar à espera que um novo iluminado surja para fazer uma obra melhor do que a de Karl Marx. A obra do Marx é de suma importância para nossa atuação revolucionária, como a obra do Gramsci, como a obra do Che Guevara, como a obra de tantos outros companheiros que embora sejam menos conhecidos, mas têm obras importantes e companheiros que hoje, me permitam dizer, publicam ensaios de transcendental importância para a nossa luta”.
Naturalmente, Betto é a favor do desarmamento e esse é um dos motivos por que ele ama Fidel Castro, ditador de uma ilha-prisão onde sua população de mendigos desarmados está à mercê de um tirano louco e sanguinário. O povo cubano é dócil e obediente como um medroso cão na coleira à mercê de um dono cruel e violento. E, naturalmente também, o Rio de Paz e sua campanha de desarmamento têm amplo apoio do governo da terrorista não arrependida Dilma Rousseff, do Genizah e todas as outras mídias evangélicas esquerdistas, inclusive a Ultimato. Parece nem lhes passar pela cabeça que o desarmamento da população civil é um dos pilares da tirania e do socialismo. Mesmo assim, é promovido pelo Rio de Paz, cujo dono se inspira em figuras esquerdistas antipáticas ao conservadorismo e amantes da subjugação da sociedade ao desarmamento tirânico.

Corporativismo calvinista

Apesar das incoerências do Rio de Paz com um autêntico calvinismo — sem mencionar autêntico Cristianismo —, um corporativismo calvinista estranho impede os calvinistas conservadores de denunciarem os óbvios males dos calvinistas Danilo “Marqueteiro” Fernandes, o dono da Ultimato e o dono do Rio de Paz. Mesmo sendo contra o desarmamento e outras ideias “progressistas”, alguns deles preferem nem ficar em cima do muro quando a questão envolve amizade, citando de forma elogiosa seus colegas calvinistas entorpecidos por ideias recicladas diretamente do esgoto cerebral de Karl Marx. A mesma boca que condena o desarmamento tirânico lisonjeia seus promotores, como se fosse possível criticar o nazismo e lisonjear Hitler ou criticar o comunismo e lisonjear Stálin, Fidel Castro e Marx. “Porventura deita alguma fonte de um mesmo manancial água doce e água amargosa?” (Tiago 3:11 ACF)
Esse corporativismo provoca confusão entre os leitores:
* Eu vi esquerdismo e liberalismo no Genizah, mas não posso deixá-los, porque tem um articulista lá que é conservador.
* Eu vi esquerdismo e liberalismo na revista Ultimato, mas não posso criticá-los, porque o pastor da minha igreja a recomenda.
* Eu vi esquerdismo e liberalismo no Rio de Paz, mas não posso apontar seus erros, porque um dos pastores é amigo do pastor da minha igreja.
O corporativismo calvinista provoca vacilação entre líderes calvinistas e outros líderes evangélicos:
* Eu vi esquerdismo e liberalismo no Genizah, mas não posso deixá-los, porque tem um articulista lá que é meu amigo.
* Eu vi esquerdismo e liberalismo na revista Ultimato, mas não posso criticá-los, porque tem um articulista ali que prega na minha igreja.
* Eu vi esquerdismo e liberalismo no Rio de Paz, mas não posso apontar seus erros, porque tem um líder ali que dá palestras nos nossos congressos.
O que é que dá para dizer? Quem conhece o Evangelho precisa de Genizah, Ultimato e Rio de Paz?

Richard Wurmbrand, o pastor que foi torturado por amor ao Evangelho

Quando olho para o Evangelho, eu vejo Jesus. Só Jesus.
Mas quando olho para o Genizah, Ultimato e Rio de Paz, eu vejo marxismo, apesar da presença ali de um pastor calvinista que se diz conservador.
Quando olho para o marxismo, vejo mais de 100 milhões de homens, mulheres e crianças assassinados. É possível então um filho de Deus não sentir revolta contra uma ideologia que derramou tanto sangue inocente, inclusive de cristãos?
É por isso que não faço concessões aos protestantes que colaboram com o marxismo, mesmo quando há “conservadores” inocentes úteis no Genizah, Ultimato e Rio de Paz. Quando tive oportunidade de palestrar na VINACC anos atrás, proibi que os representantes da Ultimato vendessem suas revistas no salão de minhas palestras. Era mais do que justo fazer isso, pois a própria VINACC já havia assumido postura pública contra o comunismo.
Quando olho para o marxismo, vejo milhões de cristãos torturados e assassinados. O Rev. Richard Wurmbrand, pastor luterano de ascendência judaica, passou anos sendo torturado em prisões comunistas (assista aqui ao testemunho dele: http://www.youtube.com/watch?v=fWOJk_czoz4). Mais tarde ele escreveu sobre as ligações de Karl Marx com Satanás. Como então podem cristãos hoje alegar que são fiéis a Cristo e a ideias que vieram diretamente da cabeça de um satanista? Como pode haver líderes cristãos que conseguem dizer despreocupadamente “não vejo um regime socialista como um bicho-papão”? De forma oposta, esses mesmos líderes colocam no nível de bicho-papão os cristãos que denunciam as ilusões socialistas.
Quando olho para o Genizah, Ultimato e Rio de Paz, vejo essa incoerência. Pisando na ameaça do comunismo, que quase se concretizou no Brasil, e colocando em dúvida o testemunho do Pr. Enéas Tognini, que alertou o Brasil contra o comunismo, o Genizah canonizou protestantes comunistas com a ajuda de “documentos” do Conselho Mundial de Igrejas, organização notória por suas ligações comunistas e hoje por suas conexões com ativistas gays, adeptos de religiões afros e ativistas políticas contra Israel.
Como dá para aliar a lealdade a Cristo e ao Seu Sangue derramado por nós com uma ideologia que derramou tanto sangue cristão?

Não é hora para ficar calado

Enquanto os calvinistas conservadores vacilam em criticar seus colegas calvinistas do Genizah, Ultimato e Rio de Paz, as denominações calvinistas da Europa e EUA estão, para a vergonha do Evangelho, sucumbindo diante do movimento ideológico homossexual, ao mesmo tempo em que os islâmicos estão contando com a esquerda para derrotar e ocupar lugares antes ocupados pelo Cristianismo. Cada vez mais abraçando a ideologia esquerdista, os evangélicos procuram não frustrar as intenções islâmicas.
Os calvinistas conservadores do Brasil têm um excelente conhecimento teológico e filosófico, mas se não se dispõem a usá-lo na guerra cultural, entregam a vitória de bandeja aos calvinistas esquerdistas dotados de conhecimento teológico e filosófico liberal.
Eu me alio de coração aos calvinistas americanos que defendem e vivem o homeschooling, um movimento que rejeita o controle do Estado na vida de nossos filhos. Na guerra cultural, essa é uma resposta firme, corajosa e necessária ao Estado. Mas o calvinismo brasileiro ainda nem conseguiu confrontar e denunciar publicamente os esquerdistas que estão em seu próprio meio.
As alianças, ligações e amizades com liberais comprometem o testemunho cristão, enfraquecem e até anulam a voz profética e no fim promovem a apostasia, inclusive o socialismo, que está ajudando a construir o reino do Anticristo na terra.
Sobre o Genizah:
Sobre a revista Ultimato:
Sobre desarmamento:
Sobre esquerdismo entre evangélicos:
Igrejas calvinistas dos EUA e Europa sucumbindo diante do movimento homossexual:
Sobre comunismo:

>Sensacionalismo gospel vermelho: tabloide Genizah canoniza protestantes que sofreram consequências por sua colaboração com o comunismo no Brasil

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Sensacionalismo gospel vermelho: tabloide Genizah canoniza protestantes que sofreram consequências por sua colaboração com o comunismo no Brasil

Julio Severo
Protestantes que colaboraram com comunistas no Brasil foram beatificados pelo tabloide sensacionalista Genizah, cujo dono, Danilo “Marqueteiro” Fernandes, sabe fazer qualquer pedaço de estrume render adubo para sua plantação de haxixe de calvinismo e esquerdismo.
Reproduzindo matéria da revista Istoé, que vê a adulação ao PT como jornalismo imparcial e objetivo, Danilo dá credito a seu próprio tabloide, atribuindo-lhe a inspiração para o artigo “Os evangélicos e a ditadura militar” da Istoé.
O texto segue uma direção errada, pois dá a impressão de que evangélicos de todas as denominações tinham simpatias comunistas, quando na verdade os culpados eram somente protestantes de igrejas históricas, como presbiteriana, metodista, batista, luterana, etc. Mesmo nesse caso, o número de colaboradores era muito pequeno em comparação aos protestantes históricos que eram contra o comunismo.
A Universidade Mackenzie, que é presbiteriana, é famosa pelos confrontos de rua entre seus estudantes anticomunismo com estudantes comunistas arruaceiros da Universidade de São Paulo no final da década de 1960.

Lidando com cúmplices de criminosos

Desconsiderando esse fato, Genizah, junto com Istoé, chora os protestantes comunistas que sofreram nas mãos dos militares brasileiros. Mas, sejamos realistas: Quando chamamos a polícia para lidar com uma ameaça de violência, primeiro tentamos investigar os policiais com questionamentos religiosos? Primeiro, paramos para lhes perguntar: “Vocês são cristãos? Vocês vão tratar o criminoso com respeito e delicadeza?”
O fato é que, para tratar de crimes e seus autores, que usam ou incitam a força bruta, a resposta tem de vir na mesma proporção do crime estimulado. Quem não quer sofrer tal castigo, como diz a Bíblia, deve obedecer às normas sociais, pois, “se fizeres o mal, teme; porque não é sem motivo que ela traz a espada; pois é ministro de Deus, vingador, para castigar o que pratica o mal.” (Romanos 13:4 RA)
Os poucos protestantes brasileiros que haviam se aliado à ideologia comunista cometeram dois crimes:
1. Violaram a sacralidade do Evangelho, manchando-o com uma ideologia que estava — durante o própria época do regime militar do Brasil — derramando sangue inocente cristão na União Soviética, China, Cuba, etc. A diferença é que enquanto esses milhões de cristãos estavam perdendo a vida exclusivamente por amor ao Evangelho, os poucos protestantes comunistas do Brasil foram castigados por seu amor à ideologia comunista acima do Evangelho.
2. Violaram as leis do Brasil, cuja liderança militar havia banido todo apoio ao comunismo.
Se não queriam ser castigados, esses poucos protestantes comunistas poderiam ter optado por renunciar ao comunismo e se dedicar exclusivamente ao Evangelho.

Evangelho livre no Brasil militar

Na época do regime militar, Billy Graham, o maior evangelista do mundo, visitou o Brasil e pregou em estádios. Na época do regime militar, havia programas de TV evangélicos como o Clube 700, de Pat Robertson, e Rex Humbard. Na época do regime militar, havia também muitos programas de rádio evangélicos. Não havia qualquer perturbação dos militares à autêntica pregação do Evangelho. Aliás, todos os grandes ministérios que conhecemos hoje floresceram justamente no período militar. Só vieram a apodrecer depois de terem atendido ao chamado de sereia de Caio Fábio para irem para a cama com o PT.
Contudo, esses mesmos programas evangélicos de TV e rádio eram oficialmente banidos nos países comunistas, onde somente os protestantes aliados da ideologia comunista tinham liberdade, em igrejas controladas pelo Estado policial, de falar seu evangelho vermelho. Quem se recusasse a aceitar esse evangelho era colocado na lista negra. Em seguida, era enviado à Sibéria gelada para trabalho escravo até a morte. O coitado era explorado até a última gota de seu suor e sangue.
O preço de se pregar o Evangelho num país comunista era a tortura e a morte — para todos os cristãos verdadeiros. Esse preço nunca foi imposto aos cristãos do Brasil durante o regime militar. Minha mãe, que se converteu das religiões afros nessa época, nunca teve nenhum impedimento dos militares brasileiros para conhecer e seguir o Evangelho. Sorte dela não ter nascido em Cuba ou União Soviética!

Frei Betto, símbolo máximo da resistência “cristã” ao governo militar brasileiro

A matéria da Istoé apresenta então Frei Betto como símbolo dos “cristãos” daquela época que começaram a “assumir posturas contrárias à ditadura” anticomunista no Brasil. O que Frei Betto propunha como substituição a essa “ditadura”? Uma “democracia” semelhante à de Cuba ou União Soviética.
Hoje, Betto, que é admirado entre os atuais evangélicos esquerdistas, diz:
“Admito a descriminação do aborto em certos casos e sou plenamente a favor da mais ampla discussão em torno do aborto”.
“A Igreja precisa prestar atenção ao legado de três grandes judeus que fizeram história: Jesus, Marx e Freud”.
“Eu tenho certeza que um autêntico comunista é um cristão, embora não o saiba, e um autêntico cristão é um comunista, embora não o queira”.
“O governo brasileiro é amigo de Cuba, é um aliado. Acho que o Brasil tem que ajudar Cuba e tem a obrigação moral e política de apoiar a Revolução Cubana”.
“O Fidel [Castro] nunca diz que é ateu. É uma pessoa que respeita profundamente as religiões. Nunca em Cuba, uma Igreja foi fechada, em mais de 40 anos da revolução”.
“A minha espiritualidade está muito centrada no exemplo de Jesus, sou uma pessoa apaixonada pelo testemunho e pelo exemplo Dele. Mas me enriqueci muito espiritualmente com contribuições, principalmente do budismo”.
Em seu artigo intitulado “Lutar pela Implantação do Socialismo Até o Último Dia das Nossas Vidas”, Frei Betto declara ousadamente:
“Não podemos de maneira alguma ficar à espera que um novo iluminado surja para fazer uma obra melhor do que a de Karl Marx. A obra do Marx é de suma importância para nossa atuação revolucionária, como a obra do Gramsci, como a obra do Che Guevara, como a obra de tantos outros companheiros que embora sejam menos conhecidos, mas têm obras importantes e companheiros que hoje, me permitam dizer, publicam ensaios de transcendental importância para a nossa luta”.

Conselho Mundial de Igrejas por trás da canonização de protestantes vermelhos no Brasil

Istoé usou como base de sua reportagem “imparcial” e “objetiva” material vindo do Conselho Mundial de Igrejas (CMI), organização protestante liberal cujos líderes têm histórico de ligação com o comunismo internacional. Istoé garante que o CMI vai disponibilizar mais documentos que tratam de “correspondências entre o reverendo presbiteriano Jaime Wright (1927 – 1999) e o cardeal-arcebispo emérito de São Paulo, dom Paulo Evaristo Arns, que estavam à frente do Brasil: Nunca Mais, e as conversas que eles mantinham com o CMI”. E o Genizah garante que vai liderar a campanha da canonização dos protestantes vermelhos.
Nas décadas de 1960 e 1970, enquanto o Brasil vivia um regime militar que nunca ameaçou a pregação do Evangelho verdadeiro, o CMI tinha essencialmente abandonado as doutrinas cristãs tradicionais acerca da salvação e evangelismo. Em vez disso, o centro da atenção do CMI havia se tornado a “libertação” política e econômica. Era quase impossível distinguir a agenda do CMI da agenda que a KGB soviética tinha para grupos protestantes vermelhos. A presença de protestantes marxistas na alta cúpula do CMI assegurava que o CMI jamais criticasse as atrocidades dos países comunistas do bloco soviético. Pelo contrário, durante essas décadas, havia protestantes brasileiros que viajavam livremente para esses países.

Enéas Tognini: “traidor” dos ideais do CMI e do Genizah?

Istoé, com a bênção do Genizah (conhecido também por Ojerizah), nunca repudia os poucos protestantes históricos que estavam lutando pela carniceira ideologia comunista, mas tenta desqualificar o testemunho de cristãos que ajudaram a salvar o Brasil da carnificina comunista. O texto reproduzido no Genizah diz: “Em novembro de 1963, quatro meses antes de o marechal Humberto Castelo Branco assumir a Presidência, o líder batista carismático Enéas Tognini convocou milhares de evangélicos para um dia nacional de oração e jejum, para que Deus salvasse o País do perigo comunista. Aos 97 anos, o pastor Tognini segue acreditando que Deus, além de brasileiro, se tornou um anticomunista simpático ao movimento militar golpista. ‘Não me arrependo (de ter se alinhado ao discurso dos militares). Eles fizeram um bom trabalho, salvaram a Pátria do comunismo’, diz”.
Na década de 1930, os comunistas tentaram tomar o Brasil, provocando muito derramamento de sangue inocente, mas foram detidos pelos militares. Trinta anos depois, os militares conseguem novamente deter os comunistas. E agora, em vez de honrarmos os militares que salvaram o Brasil, queremos honrar os traidores que usaram e abusaram do Evangelho?
Sim, os militares tinham suas falhas, que de forma nenhuma desqualificam seu serviço. Quando um policial salva sua filha de um estuprador ou um militar do corpo de bombeiros salva você ou seu filho de um afogamento, você procura primeiro conhecer as falhas dele para saber se pode dizer um simples “obrigado”?
Se os protestantes apoiadores de carniceiros vermelhos pensam que os militares foram duros, eles não sabem como a justiça de Deus é infinitamente mais dura, provocando “choro e ranger de dentes” nos condenados, embora muitos deles duvidem da existência do inferno. Aliás, cristãos vermelhos recusam-se a crer num Deus que seria tão “cruel” a ponto de condenar à tortura eterna os apostatas e descrentes.

A turma do sexo, escândalo e sensacionalismo

Danilo “Marqueteiro” Fernandes deve ter lá suas dúvidas também. Hoje em dia ele está andando com Caio Fábio, que foi o primeiro líder protestante histórico do Brasil a ter sucesso na ideia de aproximar os evangélicos junto ao PT. Antes dessa aproximação, até pentecostais e neopentecostais viam o PT como Partido das Trevas, e o comunismo como produto do inferno.
Hoje, Caio ocupa seu tempo com um “evangelho” de sexo, escândalo e sensacionalismo. Até o Julio Severo ele já atacou. E Danilo? A mesma profissão. Aliás, os dois especialistas em sexo estiveram juntos na TV recentemente, para falar de seu assunto preferido: sexo.
Danilo segue a mesma estratégia de marketing de seu mestre Caio: fale, aumente e invente tantos escândalos dos outros que ninguém tenha tempo de falar dos escândalos dele. Em vez de ficar vermelho de vergonha com sua falta de ética, Danilo prefere manter seu vermelho marxista.
Danilo Fernandes, Caio Fábio e Carlos Moreira do Genizah

Antes de Caio Fábio cair em adultério, sua antiga revista Vinde já elogiava seu colega presbiteriano Jaime Wright, sem dúvida alguma para preparar os evangélicos para aceitar o evangelho da carnificina, que é muito pior do que os piores erros dos militares, pois embora os militares do Brasil, em sua luta contra o comunismo, tivessem cometido erros, absolutamente nada se compara aos mais de 100 milhões de mortos que o comunismo produziu.

Enquanto um gato-pingado de protestantes históricos no Brasil sofreu por terem voluntariamente escolhido amar mais o comunismo do que o Evangelho, na União Soviética, Cuba, China e outros países comunistas milhões de cristãos sofreram por terem voluntariamente escolhido amar mais o Evangelho do que o comunismo.

Jonathan Edwards versus Caio Fábio, Danilo Fernandes e Jaime Wright

Se o ex-presbiteriano Caio Fábio, o presbiteriano Danilo “Marqueteiro” Fernandes e o presbiteriano falecido Jaime Wright queriam tanto um envolvimento político, por que não fizeram como o calvinista Jonathan Edwards, que Deus usou num poderoso avivamento no século XVIII que influenciou de forma tremenda a fundação dos Estados Unidos como república?
Eu teria me juntado com alegria ao avivamento de Jonathan Edwards. E, como muitos pastores americanos fizeram, eu também teria me juntado ao movimento de independência dos EUA. Entre o regime militar do Brasil e o movimento de independência dos EUA, é claro que eu ficaria do lado dos americanos.
No Brasil as opções eram muito menores. Mas mesmo assim, entre os genocidas comunistas e os imperfeitos militares a escolha é claríssima. Mesmo discordando da falta de espiritualidade do regime militar anticomunista do Brasil, eu jamais elogiaria Frei Betto, o grande ídolo de Caio Fábio, Danilo “Marqueteiro” Fernandes e Jaime Wright. Juntar-me aos ideais políticos deles? Nem pensar! Eu também jamais compactuaria com o Conselho Mundial de Igrejas, em sua tarefa infernal de adular o comunismo internacional e demonizar a oposição anticomunista.
Não me estranha ver o CMI nunca denunciando seus comparsas vermelhos e seus crimes de perseguição, tortura e assassinato de milhões de cristãos. Da mesma forma, não me espanta ver o Genizah fazendo um banquete com os documentos do CMI. Para o Genizah, que é uma fábrica de sensacionalismo, um escândalo inventado ou aumentado gera audiência. Se até o Evangelho é sacrificado bestialmente em favor do esquerdismo, o que dizer então da ética por amor ao Ibope?

A justiça do rei Davi

Eu só gostaria que esse tipo de falso evangélico, que usa o Evangelho para promover uma ideologia carniceira, tivesse de enfrentar a justiça de um governante de Deus como o rei Davi.
Enquanto em nações comunistas cristãos vermelhos atuavam como espiões nas igrejas, entregando ao Estado milhões de cristãos fiéis ao Evangelho para uma morte de tortura e sofrimento em campos de trabalhos forçados, os militares brasileiros muitas vezes permitiram que essa raça de cristãos traidores escapasse sem a merecida punição. Gostaria muito que esses cristãos vermelhos tivessem sido entregues à justa espada do rei Davi, que era um homem de Deus, mas sabia punir rigorosamente os maus.
A Bíblia diz que aquele que usa a espada morrerá pela espada. Davi usava espada, mas não morreu pela espada porque ele a usava com justiça. Mas os que promoveram ou promovem a espada comunista, com todo o seu genocídio, não mereceriam ser poupados de sofrerem as consequências de suas loucuras.

Exílio de protestante comunista nos EUA: quanto sofrimento!

Não há a menor dúvida de que os protestantes vermelhos estavam muito bem amparados por uma rede de proteção. A semelhança de brasileiros comunistas ateus, que em vez de se exilarem na União Soviética, Cuba ou Coreia do Norte, preferiram Estados Unidos, Inglaterra e França, um dos protestantes vermelhos citados pela Istoé diz que sofreu “13 anos de exílio em países como Uruguai, Suíça e Estados Unidos”. Pobrezinho! Por que a rede de amparo dele não o enviou diretamente para a União Soviética ou Cuba?
Não existe pior “castigo” para um marxista do que ser condenado ao exílio no maior país imperialista capitalista do mundo. Para compensar todo o sofrimento que essas pobres criaturas tiveram nos EUA e Europa, o governo brasileiro sob possessão socialista dá indenizações bilionárias aos exilados. Essas indenizações, que invejariam qualquer empresa capitalista multimilionária, conseguem deixar moderadamente satisfeito qualquer marxista que carregue “traumas” por viver nos EUA e Europa.
É claro que se o Brasil tivesse sofrido o destino cruel das nações que foram tomadas pelos comunistas, essas inocentes criaturas cristãs de rabinho vermelho e tridente de Karl Marx teriam que se contentar com uma renda mais “humilde”, ocupando importantes postos nas igrejas, traindo os irmãos e irmãs que ousassem pregar um Evangelho sem o óleo santo de Moscou.
E quanto aos milhões de cristãos que foram trucidados em países comunistas, o que é que suas famílias ganham? Essa é uma boa pergunta.
Em vez de canonizarmos protestantes vermelhos, deveríamos respeitar o testemunho dos milhões de cristãos que deram sua vida pelo Evangelho nos países comunistas. O sangue inocente derramado desses milhões clama por justiça há décadas. Em vez de respeitarmos o vermelho marxista, deveríamos ficar vermelhos de vergonha por tolerarmos hoje iniciativas de calvinistas como Danilo “Marqueteiro” Fernandes beatificando protestantes que traíram o Evangelho por amor ao comunismo.
Diferente dos protestantes vermelhos bem amparados e mimados por seus camaradas, não há nenhuma rede de proteção para amparar cristãos que não são vermelhos. Eu, que sou conhecido por monitorar e denunciar o movimento ideológico gay através de meu blog e artigos nacionais e internacionais, sou obrigado a permanecer escondido em outro país para proteger de represálias minha esposa e quatro filhos pequenos, porque o atual Estado brasileiro de linha marxista está empenhado em impor uma ditadura gay no Brasil.
Embora não tivesse conseguido, graças aos militares brasileiros, provocar no Brasil o genocídio e carnificina que causaram em outras nações, o comunismo hoje alimenta desde neuroses religiosas esquerdistas até movimentos ideológicos radicais, como o movimento homossexual.

Julio Severo na igreja do Pr. Enéas Tognini

Nas poucas semanas anteriores à nossa saída do Brasil, estávamos frequentando a igreja pastoreada pelo Pr. Enéas Tognini em São Paulo. Não sei o motivo por que Deus nos permitiu estar ali, na igreja do homem que alertou o Brasil contra a ameaça comunista. Mas foi uma honra.
Eu prefiro respeitar o testemunho de um homem de Deus como Enéas Tognini. Mas não dou respeito algum ao sensacionalismo de baixo nível de Danilo “Marqueteiro” Fernandes, que quer canonizar protestantes vermelhos com a ajuda de “documentação” do CMI, que passou as décadas de 1960 e 1970 acobertando os genocídios cometidos pela União Soviética e sendo instrumento da KGB para sabotar toda ação cristã anticomunista. Hoje o CMI dedica-se a um ecumenismo babilônico com ativistas gays, adeptos das religiões afros e ativistas esquerdistas que odeiam Israel.
Com a ajuda do pastor presbiteriano progressista Jaime Wright e do cardeal da Teologia da Libertação Paulo Evaristo Arns hoje o CMI pode alimentar como heroísmo a própria traição comunista que o CMI praticou durante décadas.
A ideologia marxista (socialista, comunista, progressista, etc.) é a ideologia que está construindo o reino do Anticristo. Apesar de muitos líderes evangélicos estarem sucumbindo a essa ideologia e apesar do CMI estar há décadas servindo a um politiquismo claramente marxista, nem todos se venderam e se prostituíram. Há muitos homens e mulheres fiéis a Deus que amam muito mais o Reino de Deus e seu Rei do que o Anticristo e seu reino.
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