Julio Severo

Microsoft ajuda governo dos EUA a espionar o mundo

Posted in 1984, Big Brother, CIA, Edward Snowden, espionagem, FBI, Golias, Hotmail, Microsoft, monitoração, NSA, Outlook, SkyDrive, Skype by juliosevero on 11 de julho de 2013

Microsoft ajuda governo dos EUA a espionar o mundo

Comentário de Julio Severo: A matéria do Globo está sendo muito gentil ao dizer que a colaboração da Microsoft com a espionagem do governo dos EUA ocorria no passado. Quem dera fosse tudo coisa do passado. E não pense que com o Google e com a Apple é diferente. A grande preocupação é que a matéria do Globo deixa claro que para espionar um cidadão americano, o governo dos EUA precisa de um mandato judicial para cada indivíduo. No caso de estrangeiros fora dos EUA, o território é livre para fazerem o que quiserem. O Big Brother saiu das páginas do livro “1984” para monitorar o mundo diretamente da capital dos EUA. No passado, era comum eu ouvir de meus irmãos protestantes que o Vaticano era a Babilônia e que, como potência protestante que eram outrora, os EUA seriam o baluarte contra isso. E se for o contrário?
Só Deus para nos salvar do Golias monitorador que está se erguendo. Mas sabemos que basta um pequeno Davi para confrontar o Golias.
Leia agora a reportagem do Globo:

Microsoft colaborou com espionagem dos EUA, diz “Guardian”

Usuários do Outlook, Hotmail, SkyDrive e Skype teriam sido alvo da Agência de Segurança Nacional americana, de acordo com o jornal

O Globo
LONDRES – Documentos do ex-técnico da CIA Edward Snowden divulgados nesta quinta-feira pelo “The Guardian” afirmam que a Microsoft colaborou de perto com o sistema de espionagem da Agência de Segurança Nacional dos EUA (NSA, na sigla em inglês). De acordo com o jornal britânico, a própria empresa teria ajudado o serviço secreto americano a burlar a criptografia da companhia para interceptar comunicações de usuários.

O relatório, que guarda informações de três anos, afirma que conversas de usuários no portal do Outlook teriam sigo acessadas pela agência com ajuda da própria Microsoft. A companhia também teria facilitado a obtenção de dados de contas no Hotmail e do serviço SkyDrive, que tem mais de 250 milhões de usuários no mundo.

Outro alvo da agência teria sido o Skype, adquirido pela Microsoft em outubro de 2011. Segundo o “Guardian”, a NSA teria obtido dados em vídeo e áudio de conversas de internautas. O jornal também afirma que o material coletado é rotineiramente compartilhado com o FBI e a CIA.
Anteriormente, empresas do Vale do Silício negaram acusações de que estariam colaborando com o esquema de espionagem dos EUA, argumentando que toda obtenção de dados de usuários teria que passar primeiro pela Justiça.
No entanto, o “Guardian” afirma que ordens judiciais previamente programadas permitem que comunicações sejam acessadas sem um mandato individual se a NSA tiver ao menos 51% de certeza que o usuário não é americano e não está no território dos EUA. Para espionar um cidadão americano seria necessário um mandato individual, mas a agência seria capaz de conseguir o acesso se o usuário for estrangeiro e estiver fora dos EUA.
Segundo um documento citado pela matéria – datado de 26 de dezembro de 2012 – uma suposta comunicação interna da NSA diz: “MS (Microsoft), trabalhando com o FBI, desenvolveu um recurso de vigilância para resolver (a questão).” “Essas soluções foram testadas com sucesso e ativadas no dia 12 de dezembro de 2012.”
O jornal reforça que, segundo os dados de Snowden, a colaboração da Microsoft não estava limitada somente ao Outlook. Um registro de 8 de abril de 2013 descreve como a companhia teria colaborado por meses com o FBI, que atuaria como elo de ligação de agências de inteligência e a atuação do Prism no Vale do Silício.
No documento, estaria a autorização para que a NSA acessasse o serviço de armazenamento SkyDrive. Um novo recurso permitiria que “analistas não precisassem mais ter que fazer um pedido especial” para obter dados, de acordo com o texto divulgado pelo diário.
Fonte: O Globo
Divulgação: www.juliosevero.com
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“1984” ao vivo! Escândalo de monitoração dos EUA é a maior história da sua vida

“1984” ao vivo! Escândalo de monitoração dos EUA é a maior história da sua vida

“O escândalo de monitoração da NSA (National Security Agency, Agência de Segurança Nacional) é a maior história da sua vida” — foi, de acordo com o WND, a mensagem de Michael Savage durante toda esta semana, enquanto apareciam detalhes sobre o governo americano espionando americanos e pessoas do mundo inteiro.

“1984” ao vivo! Escândalo de monitoração dos EUA é a maior história da sua vidaContudo, “Obviamente eles não estão espionando muçulmanos, ou pessoas que se sabe têm ligação com terroristas,” Savage destacou. Caso contrário, as autoridades americanas teriam conseguido impedir o ataque a bomba na Maratona de Boston.

A Casa Branca garante que sua monitoração colossal é para deter terroristas, mas não quer espionar mesquitas, onde estão os terroristas.

A vasta monitoração do governo dos EUA atingindo as comunicações mais privadas exclui as fábricas de “guerra santa” onde os terroristas são treinados para ficarem mais radicais.

Desde outubro de 2011, os agentes do FBI não têm autorização de espionar mesquitas.

Isso é particularmente preocupante considerando pesquisas independentes de mesquitas americanas. Essas pesquisas revelam que cerca de 80% das mesquitas pregam violenta guerra santa ou distribuem literatura violência.

Se a colossal monitoração dos EUA não tem como alvo os islâmicos, que estão por trás do ataque terrorista aos EUA em 11 de setembro de 2001, qual é seu alvo? Durante todo seu governo, Obama tem sido acusado de mirar cristãos e ativistas pró-vida. Mais recentemente, as forças armadas e o Ministério de Segurança Nacional dos EUA rotularam os cristãos como “grupos de ódio.”

Monitoração 3Esse não é um problema apenas americano. Dois anos atrás, WND noticiou que o Ministério de Segurança Nacional estava monitorando meu blog. Sou um cidadão brasileiro. Por que tal monitoração sobre mim? Será que minhas atividades pró-vida e pró-família são uma ameaça aos EUA?

Provavelmente, sim. Uma reportagem do WND em 2011 disse sobre um plano de Obama para que os EUA sejam uma agência policial mundial a favor do homossexualismo. No Brasil, estou nas linhas de frente contra a tirania gay.

Trinta anos atrás, se alguém tivesse me dito sobre um programa mundial de monitoração, eu teria apontado para a União Soviética como sua fonte.

Depois de meu recente artigo publicado no Free Republic sobre o escândalo da NSA, uma americana me disse: “O governo dos EUA está na estrada dos pervertidos tiranos anticristãos e anti-liberdade. Não sei quando serão os tempos finais, mas imagino que os EUA criando um mundo governado por uma opressiva e odiosa KGB seria parte desse futuro.”

Os vazamentos feitos por Edward Snowden revelam que há uma poderosa KGB americana vigiando você no Facebook, Skype, Google e outros canais da internet. Não há lugar seguro. O “Grande Irmão” está vigiando você.

“Grande Irmão” é, de acordo com a novela “1984” de George Orwell, um governo onipresente e totalitário mantendo os cidadãos sob vigilância.

1984Aliás, as vendas da novela de Orwell dispararam como resultado do escândalo em torno dos programas de monitoração da Agência de Segurança Nacional. Na semana passada, quatro edições do livro estavam na lista dos 40 livros mais vendidos da Amazon. Em dado momento, as vendas de uma edição subiram 10 mil por cento.

Graças à colossal monitoração dos EUA no mundo inteiro, “1984” está aqui, e o que Edward Snowden disse sobre a espionagem do governo americano deveria provocar calafrios em todos nós. Ele disse:

1 – “A maioria das pessoas em países desenvolvidos passa pelo menos algum tempo interagindo na internet e os governos estão abusando dessa necessidade em segredo para estender seus poderes além do que é necessário e certo.”

2 – “O governo [dos EUA] concedeu para si mesmo um poder ao qual não tem direito.”

3 – “… Não posso em sã consciência permitir que o governo dos EUA destrua a privacidade, a liberdade de internet e as liberdades fundamentais no mundo inteiro com essa colossal máquina de monitoração que estão construindo secretamente.”

4 – “A NSA construiu uma infraestrutura que lhe permite interceptar quase tudo.”

5 – “Com essa capacidade, a vasta maioria das comunicações humanas é automaticamente ingerida sem direção. Se eu quisesse ver seus e-mails ou o telefone de sua esposa, tudo o que tenho de fazer é usar as intercepções. Consigo ter seus e-mails, senhas, registros telefônicos, cartões de créditos, etc.”

6 – “Qualquer analista em qualquer tempo pode mirar alguém. E, sentado diante da minha mesa de escritório, certamente tinha a autoridade para grampear qualquer pessoa, desde você ou seu contabilista até um juiz federal ou até mesmo o presidente…”

7 – “… eles planejam ter acesso a todas as conversas e a toda forma de conduta do mundo inteiro.”

8 – “Mesmo que você não esteja fazendo nada de errado, você está sendo monitorado e gravado… está chegando ao ponto em que você não precisa ter feito nada de errado, mas você acaba incluído [no sistema] simplesmente por causa da suspeita da alguém, até mesmo por uma ligação telefônica errada, e então eles podem usar esse sistema para voltar no tempo e inspecionar todas as decisões que você já fez, todos os amigos com que você falou algo, e atacar você nessa base…”

9 – “Permitir que o governo dos EUA intimide seu povo com ameaças de retaliação por revelar crimes é contrário ao interesse do público.”

10 – “Todo mundo, em todos os lugares, agora compreende como tudo ficou pior — e estão falando sobre isso. Eles têm o poder de decidir por si se estão dispostos a sacrificar sua privacidade para o Estado monitorador.”

11 – “Não quero viver num mundo em que tudo o que faço ou digo é gravado. Isso não é algo que estou disposto a apoiar.”

12 – “Não quero viver num mundo em que não há privacidade sem, pois, espaço para exploração intelectual e criatividade.”

13 – “O grande medo que tenho com relação às consequências para os EUA dessas revelações é que nada mudará. As pessoas não estão dispostas a assumir riscos necessários para tomar uma posição e lutar para mudar as coisas… E nos meses a frente, nos anos a frente, só vai ficar pior. A NSA dirá que… por causa da crise, dos perigos que enfrentamos no mundo, de alguma ameaça nova e imprevisível, o governo precisa de mais autoridade, o governo precisa de mais poder, e não haverá nada que as pessoas possam fazer nessa altura para se opor ao governo. E será uma ditadura prisão.”

Chamando o denunciante Edward Snowden de “patriota, não traidor,” o Dr. Michael Savage declarou que “o escândalo da NSA faz parecer o escândalo do Watergate como era: uma ervilha verde dentro de um maremoto.”

Edward Snowden

Edward Snowden

O que George Orwell “vazou” foi, por meio de sua novela, sua percepção sobre como um futuro governo vigiaria as pessoas. A ficção virou realidade. O que Edward Snowden vazou são fatos sobre como o governo americano já está fazendo isso.

Muito embora fosse socialista, Orwell não era considerado um “traidor” por revelar aonde o socialismo levaria a sociedade. Se seu livro, que é ficção, é elogiado, muito mais merecedor é o ato de Snowden revelar o que não é ficção. É “1984” ao vivo.

Concordo com Joseph Farah, que disse que deveriam garantir imunidade para Snowden, para que ele possa falar tudo o que sabe sobre como o “Grande Irmão” está de olho em você.

Com informações de WND, Investors e The Economic Collapse.

Versão em inglês deste artigo: “1984” Live! US Surveillance Scandal Is The Biggest Story Of Your Lifetime

Versão em espanhol deste artigo: ¡“1984” en vivo! Escándalo de vigilancia en Estados Unidos es la más grande historia de su vida

Fonte: www.juliosevero.com

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Estranhos visitantes: Sede do Comando de Sistemas de Informações do Exército dos Estados Unidos visitando blog Julio Severo?

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“1984” Live! US Surveillance Scandal Is The Biggest Story Of Your Lifetime

“1984” Live! US Surveillance Scandal Is The Biggest Story Of Your Lifetime

By Julio Severo
“The (National Security Agency) NSA surveillance scandal is the biggest story of your lifetime” – that was, according WND, Michael Savage’s message all this week, as details emerged about the US government spying on Americans and people around the world.

However, “They obviously weren’t spying on Muslims, or people known to have associated with terrorists,” Savage pointed out. Otherwise, the authorities would have prevented the Boston Marathon bombing.

The White House assures that its massive surveillance is to stop terrorists, and yet it won’t snoop in mosques, where the terrorists are.
The US government’s sweeping surveillance of most private communications excludes the jihad factories where homegrown terrorists are radicalized.
Since October 2011, mosques have been off-limits to FBI agents.
This is particularly disturbing in light of recent independent surveys of American mosques, which reveal some 80% of them preach violent jihad or distribute violent literature to worshippers.
So if the US massive surveillance is not aimed at Muslims, who were behind 11/9, what its aim? Throughout his administration, Obama has been charged of aiming at Christians and pro-lifers. More recently, the US Army and DHS labeled conservative Christians as “hate groups.”

This is not only an American problem. Two years ago, WND reported on DHS monitoring my blog. I am a Brazilian citizen. Why such surveillance on me? Are my pro-life and pro-family activities a threat to America?

Probably yes. A 2011 WND report said about the Obama plan to have the US as a global LGBT sex cop. In Brazil, I am in the frontlines against gay tyranny.
Thirty years ago, if someone had told me about a global surveillance program, I would have pointed Soviet Union as its source.
After my recent article was published on Free Republic about the NSA scandal, an American told me, “The US government has taken the road of anti-Christian, anti-freedom, pervert tyrants. I don’t know when it will be the end times, but I imagine the US creating an oppressive and hateful KGB ruled globe, would be a part of it.”
The leaks made by Edward Snowden reveal that there is a powerful American KGB watching you on Facebook, Skype, Google and other internet channels. There is no safe place. Big Brother is watching you.
Big Brother is, according to George Orwell’s “1984” novel, an omnipresent, totalitarian government keeping a watchful eye on its citizens.

In fact, sales of Orwell’s classic novel have rocketed in the wake of the scandal evolving around the National Security Agency surveillance programs. Last week, four editions of the book were in the top 40 of Amazon’s “Movers and Shakers” list. At one point one of the editions was up 10,000 percent.

Thanks to the massive, global US surveillance, “1984” is here, and what Edward Snowden has said about the U.S. government spying should send a chill up our spine. He said,
1 – “The majority of people in developed countries spend at least some time interacting with the Internet, and Governments are abusing that necessity in secret to extend their powers beyond what is necessary and appropriate.”
2 – “The government has granted itself power it is not entitled to.”
3 – “…I can’t in good conscience allow the US government to destroy privacy, internet freedom and basic liberties for people around the world with this massive surveillance machine they’re secretly building.”
4 – “The NSA has built an infrastructure that allows it to intercept almost everything.”
5 – “With this capability, the vast majority of human communications are automatically ingested without targeting. If I wanted to see your e-mails or your wife’s phone, all I have to do is use intercepts. I can get your e-mails, passwords, phone records, credit cards.”
6 – “Any analyst at any time can target anyone. I, sitting at my desk, certainly had the authorities to wiretap anyone, from you or your accountant, to a federal judge, to even the President…”
7 – “…they are intent on making every conversation and every form of behavior in the world known to them.”
8 – “Even if you’re not doing anything wrong, you’re being watched and recorded. …it’s getting to the point where you don’t have to have done anything wrong, you simply have to eventually fall under suspicion from somebody, even by a wrong call, and then they can use this system to go back in time and scrutinize every decision you’ve ever made, every friend you’ve ever discussed something with, and attack you on that basis, to sort of derive suspicion from an innocent life.”
9 – “Allowing the U.S. government to intimidate its people with threats of retaliation for revealing wrongdoing is contrary to the public interest.”
10 – “Everyone everywhere now understands how bad things have gotten — and they’re talking about it. They have the power to decide for themselves whether they are willing to sacrifice their privacy to the surveillance state.”
11 – “I do not want to live in a world where everything I do and say is recorded. That is not something I am willing to support or live under.”
12 – “I don’t want to live in a world where there’s no privacy, and therefore no room for intellectual exploration and creativity.”
13 – “The great fear that I have regarding the outcome for America of these disclosures is that nothing will change. [People] won’t be willing to take the risks necessary to stand up and fight to change things… And in the months ahead, the years ahead, it’s only going to get worse. [The NSA will] say that… because of the crisis, the dangers that we face in the world, some new and unpredicted threat, we need more authority, we need more power, and there will be nothing the people can do at that point to oppose it. And it will be turnkey tyranny.”
Calling whistleblower Edward Snowden “a patriot, not a traitor,” Dr. Michael Savage declared that “the NSA scandal makes Watergate look like what it was: a green pea inside a tidal wave.”
Edward Snowden

What George Orwell “leaked” was, through his a novel, his perception about how a future government would watch people. Fiction has become reality. What Edward Snowden has leaked are facts about how the US government is already doing it.

Even though being a socialist, Orwell was not considered a “traitor” for revealing where socialism would take society. If his book, which is fiction, has been praised, much more deserving is Snowden’ act of revealing what is not fiction. It is “1984” live.
I agree with Joseph Farah, who said that Snowden should be granted immunity to speak everything he knows about how Big Brother is watching you.
With information from WND, Investors and The Economic Collapse.
Source: Julio Severo in English: www.lastdayswatchman.blogspot.com
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Notícia chocante: Obama escolhe muçulmano como diretor da CIA

Posted in Arábia Saudita, CIA, FBI, islamismo by juliosevero on 13 de fevereiro de 2013

Notícia chocante: Obama escolhe muçulmano como diretor da CIA

Ex-agente do FBI denuncia que John Brennan se converteu ao islamismo.

Drew Zahn
O homem que era um dos principais especialistas em islamismo do FBI afirmou que a escolha do Presidente Obama para chefe da Agência Central de Inteligência (CIA), John Brennan, se converteu ao islamismo anos atrás na Arábia Saudita.
John Brennan

Conforme noticiado pelo WND, o ex-agente do FBI e especialista em islamismo, John Guandolo, há tempos já vem alertando que o governo dos EUA está sendo infiltrado por radicais da Irmandade Islâmica. Mas agora ele alerta que, ao indicar Brennan como diretor da CIA, Obama não apenas escolheu um homem “ingênuo” com relação a essas infiltrações, mas ele próprio é um muçulmano.

“Brennan se converteu ao islamismo quando serviu em uma função oficial a serviço dos Estados Unidos na Arábia Saudita”, disse Guandolo ao entrevistador e radialista Tom Trento.
“O fato em si não é o mais perturbador”, continua Guandolo. “Sua conversão ao islamismo foi o auge de uma operação de contrainteligência contra ele com o objetivo de recrutá-lo. O fato de agentes de inteligência estrangeiros terem recrutado Brennan quando ele estava em posição tão delicada e importante do governo americano em um território estrangeiro significa que ou ele é um traidor, ou é incapaz de discernir e entender como proceder em tais ambientes, o que o torna completamente inapto para ser diretor da Inteligência Central”.
Brennan de fato serviu como chefe de um posto da CIA em Riyadh na década de 90, e hoje ocupa o cargo de Vice-Conselheiro do Ministério de Segurança Nacional e Combate ao Terrorismo. No dia 7 de janeiro, Obama nomeou Brennan como próximo diretor da CIA, embora a nomeação ainda não tenha sido confirmada.
“Você está de brincadeira?” reagiu Trento às alegações de Guandolo. “O chefe da CIA é um muçulmano? É sério?… Tem certeza?”
“Tenho sim”, garantiu Guandolo. “Os fatos foram confirmados por agentes do governo que também estiveram na Arábia Saudita no tempo em que John Brennan servia lá e têm informações diretas. São homens que trabalham em posições de confiança, e foram testemunhas diretas do progresso dessa interação com indivíduos que trabalhavam para o governo saudita e com outros, e testemunharam sua conversão ao islã”.
Ex-fuzileiro naval e veterano de guerra, Guandolo trabalhou por 8 anos na Divisão de Combate ao Terrorismo do FBI como “especialista de assunto” da Irmandade Islâmica e da propagação global do islamismo. Guandolo se orgulha de ter criado o primeiro programa de treinamento em combate ao terrorismo da divisão, e de ter recebido em duas ocasiões o Prêmio de inteligência investigativa da Procuradoria-Geral dos Estados Unidos.
Ele é um dos autores do relatório da Equipe B II do think tank Center for Security Policy (Centro de Políticas de Segurança) intitulado “Shariah: The Threat to America” (“Sharia: A Ameaça à América”).
“Minha opinião é que Brennan é totalmente incapaz para assumir qualquer função de segurança nacional no governo, e isso, em especial, o torna inapto para o cargo de Diretor de Inteligência Central”, criticou Guandolo em sua entrevista a Trento.
Ele dividiu em três partes seu argumento contra a confirmação da indicação de Brennan.
“Primeiro, ele misturou sua vida profissional e pessoal com indivíduos que sabemos ser terroristas”, alega. “Ele supervisionou, aprovou e estimulou outros a trazer líderes conhecidos do Hamas e da Irmandade Islâmica para dentro do governo em posições de aconselhar o governo americano em estratégias antiterroristas e em questões gerais de ‘guerra ao terror’”.
Segundo, Guandolo defende que Brennan “provou com suas próprias declarações que ele é ingênuo e totalmente ignorante com relação à estratégia da Al-Qaeda”.
“Terceiro e último, que alguns poderiam considerar o mais perturbador, é que Brennan se converteu ao islamismo”, disse Guandolo, mas ressaltou, “Acredito que o pior é que a conversão foi resultado do trabalho de pessoas a serviço do governo saudita, o que torna John Brennan simplesmente ingênuo, imprudente, perigosamente ignorante e totalmente inapto para essa posição”.
“Mas isso, por si só, não deveria ser chocante para as pessoas”, prossegue. “Há um vídeo de um pronunciamento de Brennan em que ele diz especificamente que aprendeu e interpreta sua ‘visão de mundo’ em grande parte com a ajuda do islamismo. Não é preciso ir muito longe para imaginar que ele se converteu ao islamismo”.
Traduzido por Luis Gustavo Gentil do original do WND: Shock claim: Obama picks Muslim for CIA chief
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Caos moral na elite militar americana

Posted in adultério, Bill Clinton, CIA, David Petraeus, FBI, Franklin Delano Roosevelt, John Allen, John F. Kennedy, traição by juliosevero on 14 de novembro de 2012

Caos moral na elite militar americana

Julio Severo
Segurem-se nas poltronas, pois nem em programas de comédia picante nunca se viu tanta sacanagem. A notícia quente nos EUA esta semana é a queda do general aposentado David Petraeus, que até a semana passada era diretor da CIA, a maior agência de inteligência do governo dos EUA.
O escândalo que derrubou o importante militar foi uma amante, sua biógrafa Paula Broadwell, mulher casada e com filhos. O general também é casado e com filhos, mas a tentação foi mais forte.
O jornal inglês DailyMail noticiou esta semana que Paula pode ser uma das muitas conquistas do general. Pelo visto, ele pode ter sido escolhido para a CIA justamente por sua magnifica capacidade de ocultação.
David Petraeus com sua amante Paula Broadwell

O escândalo veio à tona depois que uma assessora, Jill Kelley, depois de ser ameaçada por Paula que não queria que nenhuma mulher se aproximasse do general dela, pediu meses atrás socorro ao FBI. O escândalo foi abafado até a eleição americana, para não atrapalhar a intenção de Obama reeleger-se.

Em todo o tempo de adultério, porém, o general prosseguiu, antes e durante a investigação, tomando decisões de vida ou morte com a cabeça cheia de depravação e traições.
Mas o escândalo não para aí.

Mais escândalos sexuais

O agente do FBI encarregado do caso acabou descobrindo que Jill Kelley estava flertando com vários militares de alta patente, e se sentiu na liberdade de enviar fotos sem camisa para ela, resultando na perda de suas funções por conduta sexual imprópria.
Mas o escândalo não para aí.
O general John Allen, comandante supremo das forças armadas dos EUA no Afeganistão (mesma função que Petraeus ocupava anteriormente) acabou entrando nas investigações. Allen era um dos que tinham flertes por email com Jill Kelley, que é casada e tem filhos pequenos. Aliás, o próprio general também é casado e tem filhos.
Mas o escândalo não para aí.
Em 4 de novembro, o DailyMail noticiou o escândalo do comandante Joseph R. Darlak que, numa parada de sua fragata em Vladivostok, Russia, aproveitou, juntamente com seus oficiais, para cair na farra com bebidas e mulheres.

Escândalos isolados?

Meses atrás, houve o famoso escândalo de agentes secretos de Obama envolvidos em prostituição, mas o governo americano havia garantido que “era um caso isolado”.
Entretanto, a realidade não é bem assim, e não culpem Barack Obama pela onda de adultérios e traições na elite militar americana. Esse caos moral é reflexo da extrema libertinagem da cultura americana há varias décadas. O próprio governo de Obama é, em grande parte, reflexo da deterioração cultural americana.
John Adams (1735-1826), segundo presidente dos Estados Unidos, disse sabiamente: “Nossa Constituição foi feita para um povo cristão e com valores morais. Ela é totalmente inútil para o governo de um povo sem esses princípios”.
Os EUA da época de Adams tinham uma população de maioria esmagadoramente protestante e com princípios morais. Hoje, os EUA são exatamente o oposto.
Com o caos moral reinando na sociedade americana, como é que generais e diretores da CIA podem tomar decisões que salvam vidas? Não podem.
Esse caos não começou com Obama.

Escândalos sexuais na elite americana são antigos

Durante a 2ª Guerra Mundial, o presidente Franklin Delano Roosevelt tomava diretamente a decisão de bombardear centenas de milhares de civis em cidades alemãs. Era totalmente correto bombardear nazistas e suas instalações militares. Mas era igualmente correto determinar a morte de milhares de mulheres e crianças alemãs?
Franklin Delano Roosevelt: o adúltero discreto

Sabe-se que Roosevelt estava traindo a esposa durante a guerra. E o adultério sempre adoece a capacidade de um homem decidir com prudência e justiça.

John F. Kennedy: o adúltero indiscreto com duas de suas amantes

John F. Kennedy era tão adúltero e depravado que há a desconfiança de que o serviço secreto dos EUA o tenha assassinado para que ele e suas traições não colocassem em risco a segurança nacional dos EUA. Parece que os serviços de inteligência dos EUA entendiam que um homem viciado em trair a esposa é um potencial traidor em todas as outras causas. A cabeça de um adúltero é um perigo para uma nação.

Bill Clinton, o presidente notoriamente indiscreto e adúltero

Durante seu governo, o presidente Bill Clinton bombardeou e massacrou milhares de sérvios, da Igreja Ortodoxa, para “proteger” os muçulmanas da região, e hoje se sabe que esses muçulmanos foram fundamentais no fortalecimento da al-Qaida. Clinton tomava essas decisões muitas vezes no calor de seus escândalos de adultério.

Que o adultério comprometeu a integridade, o juízo e o bom senso — se é que algum deles realmente teve algum dia essas qualidades — de Roosevelt, Clinton e Kennedy resta pouca dúvida.
Com a queda do general David Petraeus da direção da CIA, o FBI está agora revirando toda a residência de sua amante Paula Broadwell à procura de documentos secretos, pois ela já estava vazando segredos militares por aí.
Toda amante, que tem acesso privilegiado aos segredos dos homens adúlteros em postos elevados, se torna um risco para a segurança nacional.

“A quem muito é dado, muito será cobrado”

Eu não duvido que outras nações tenham problemas semelhantes, mas Jesus disse que “a quem muito foi dado, muito será cobrado”.
Diferente de muitas outras nações, os EUA foram fundados por evangélicos perseguidos como um porto seguro para cristãos perseguidos. Eles consagraram a jovem nação americana para Jesus Cristo.
Contudo, nos EUA de hoje, com militares ocupados com pensamentos de adultérios e traições, os cristãos perseguidos estão na última fila de suas preocupações.
Quando os EUA invadiram o Iraque, os cristãos iraquianos passaram a ser mais perseguidos do que antes, e a situação deles hoje é muito pior do que na época de Saddam Hussein. Os militares americanos não podiam ajudar os cristãos, por risco de serem vistos pelos islâmicos como aliados dos cristãos.
Quando os EUA invadiram o Afeganistão, as igrejas cristãs afegãs, que existiam em número pequeno, se extinguiram, e os cristãos passaram da condição de perseguidos para candidatos diretos ao martírio.
Para amenizar a fúria islâmica por tais invasões e não sofrerem o que os próprios cristãos estavam sofrendo por causa das invasões, os EUA passaram a dar entrada privilegiada para imigrantes islâmicos, que são os principais culpados da perseguição, tortura e assassinato de cristãos no mundo inteiro.
A nação que foi fundada por cristãos perseguidos fechou os olhos para cristãos perseguidos que sofrem MAIS depois das invasões americanas. Pior, em vez de serem fieis ao seu chamado de porto seguro para cristãos perseguidos, passaram a ser porto seguro para os algozes dos cristãos.
Não é difícil então imaginar que enquanto as igrejas cristãs afegãs estavam sendo dizimadas bem debaixo do nariz — e muitas vezes por causa — das poderosas tropas americanas, o general David Petraeus tinha preocupações mais elevadas. Qual suíte escolher para levar sua amante?
A história não muda. Adúlteros que decidem bombardear populações inocentes e condenar, por sua imbecil omissão, os cristãos ao trucidamento islâmico espelham a decadência moral de uma civilização — uma civilização que tem desprezado e traído sistematicamente a Deus.

Boa notícia?

Contudo, parece haver uma pequena chama de esperança. Recentes notícias nos EUA mostraram que há uma revolta crescente depois que se descobriu que houve fraudes na eleição presidencial dos EUA na semana passada. Em algumas cidades, 99% dos votos foram computados para Obama, proeza que nem mesmo Lula, com todos os seus mensalões e compras de votos, nunca alcançou no Brasil. O partido de Obama efetivamente passou a perna no partido de Lula.
Populações insatisfeitas de dez estados americanos fizeram uma petição para separar-se dos EUA e formar uma entidade nacional separada.
Se houver realmente uma separação e a formação de um novo país, é um bom sinal. Mas eles precisam dar atenção às palavras de John Adams: “Nossa Constituição foi feita para um povo cristão e com valores morais”.
Para que os EUA ou qualquer outra nação seja grande, não tem escolha: tem de ter um povo cristão e que tenha valores morais. Os EUA de hoje são prova mais que suficiente de que o contrário disso não funciona.
Com informações de vários artigos do DailyMail.
Leitura recomendada:

FBI prepara sistema de varredura e vigilância da internet

Posted in ABGLT, FBI, monitoração, vigilância by juliosevero on 31 de janeiro de 2012

FBI prepara sistema de varredura e vigilância da internet

Atividades de monitoração do FBI abrangerão a internet inteira, principalmente redes sociais como Facebook e Twitter

Julio Severo
A polícia federal dos EUA, conhecida como FBI, divulgou quietamente detalhes de planos para monitorar continuamente as informações mundiais do Facebook, Twitter e outras redes sociais, oferecendo uma rara oportunidade de ver as atividades do FBI. Outros órgãos do governo americano estão também envolvidos na vigilância das mídias de internet, mas não divulgam nada de suas atividades nem revelam até que ponto estão monitorando os usuários.

Os planos do FBI, conforme foram divulgados, incluem a contratação de empresas que construam um sistema de monitoração que ajude o FBI a vasculhar tudo na internet.

O documento indica que o FBI quer usar a mídia social para mirar usuários ou grupos de usuários específicos, observando que os agentes do FBI precisam “localizar causadores de problemas… e analisar seus movimentos, vulnerabilidades, limitações e possíveis ações adversas”.
Quem será classificado como “causador de problemas”? Uma das políticas prioritárias do governo dos EUA é promover a agenda gay no mundo inteiro. Sendo um órgão federal, o FBI poderia se desalinhar dessa política? É evidente que sua monitoração favorecerá os interesses do governo americano em tudo — inclusive na proteção e promoção da agenda gay.
Já há casos do governo americano monitorando cidadãos cristãos nos EUA que não têm nenhum envolvimento com terrorismo:
* O FBI tem monitorado indivíduos e grupos cristãos opostos ao aborto e ao “casamento” gay.
* O FBI tem perseguido uma mãe cristã e sua filha exclusivamente porque ela abandonou o lesbianismo e porque sua ex-amante lésbica exige a posse da menina.
* O FBI foi denunciado pelo grande site WND por monitorar um pregador evangélico.
O perigo nessa tendência americana é que outras polícias do mundo poderão imitar o FBI. Se o FBI pode monitorar cristãos por suas opiniões contra o aborto e o homossexualismo, por que a polícia federal do Brasil não pode copiar?

Sem nenhum mau exemplo dos EUA, o Brasil já enfrenta sérias ameaças, com um governo dirigido por indivíduos com histórico criminoso e terrorista comunista. São indivíduos que interpretam a “democracia” como um regime onde eles têm liberdade de fazer o que bem entendem, inclusive calar seus inimigos.

E por pura coincidência, o PT descobriu que o maior obstáculo para a implantação de sua ditadura e controle sobre a mente e coração do povo é a mídia evangélica: programas de TV e sites que defendem os valores cristãos, se opondo ao aborto e ao homossexualismo.
Por questão ideológica, o governo do PT, assim como todo governo socialista fanático, dá preferencia para Cuba. Por isso, a nova lei brasileira obrigando as mulheres grávidas a serem registradas se inspirou em Cuba.
Contudo, já que o FBI está demonstrando capacidade maior de monitorar os que ameaçam o governo americano com opiniões contrárias aos dogmas estatais do aborto e do homossexualismo, por que a polícia federal brasileira quereria ficar de fora desse controle?
O Brasil adora imitar lixo americano. Os grupos gays brasileiros, por exemplo, são imitadores fiéis dos grupos gays americanos.
O perigo é real, ainda mais que o governo americano, que anda obcecado pela agenda gayzista e abortista, tem tido um relacionamento com a ABGLT, a maior organização gay do Brasil.
Em 2010, a secretária de Estado Hillary Clinton deu uma mãozinha para que a ABGLT fosse oficialmente credenciada dentro da ONU. Ela deu essa ajuda depois que todos os esforços do governo Lula em prol da ABGLT na ONU falharam.
Além disso, há uma informação obtida de que a ABGLT já está tendo contatos com o FBI.
Com a ajuda do governo do PT, a ABGLT quer calar no Brasil cristãos que denunciam a agenda gay. Com a ajuda do FBI e do governo americano, o que a ABGLT poderia fazer com brasileiros nos EUA que denunciam em português a agenda gay? Como se sabe, Silas Malafaia e eu temos estado na mira da ABGLT.
Se o governo brasileiro — que é amante da truculência ditatorial cubana — se interessar pelo monitoramento dos cidadãos através do sistema de vigilância do FBI, a imitação será o próximo passo.
Teremos pois um FBI para pegar brasileiros conservadores nos EUA e um FBI tupiniquim para imitar o lixo policialesco americano.
Será o Fim do Brasileiro Independente?
Com informações do New Scientist.

A nova missão do FBI: monitorar cristãos

Posted in FBI, Gestapo, KGB, monitoração by juliosevero on 23 de janeiro de 2012

A nova missão do FBI: monitorar cristãos

Julio Severo
Historicamente, a Gestapo e a KGB são notórias como agências policiais estatais de monitoração, repressão e perseguição, inclusive de cristãos.
Enquanto a Gestapo e a KGB miravam dissidentes e cristãos, o FBI mirava criminosos.
Os tempos mudaram. A Gestapo e a KGB desapareceram nos escombros da história. E agora o FBI, que deveria estar mirando islâmicos terroristas, mira os cristãos, se tornando aos poucos como a Gestapo e a KGB.
Primeiro, conforme foi denunciado no meu blog, o FBI está atrás de uma ex-lésbica e sua filha. A mulher se tornou cristã e teve de fugir dos EUA, porque a ex-amante, uma ativista lésbica, exige a menina. Mas o FBI não está do lado da mãe natural. O FBI está com o movimento gay, prendendo pastores e movendo uma perseguição internacional contra a mãe cristã e sua filha.

E agora, WND relata o caso de um pregador de rua na mira do FBI. É de se temer o que o FBI acabará se tornando em futuro não muito distante.

E não seria difícil o FBI perseguir grupos cristãos e conservadores. Numa das excelentes aulas de seu curso de filosofia, o Prof. Olavo de Carvalho disse que por ano são aprovadas milhares de leis nos Estados Unidos. É claro que é impossível os cidadãos conhecerem todas essas leis. E quando você tem inimigos políticos, como apontou o Prof. Olavo, fica fácil pegar qualquer lei, que você desconheça, e jogar contra você.
Só no ano passado, os Estados Unidos aprovaram 40 mil leis, de modo que, conscientemente ou não, todo americano deve estar quebrando alguma lei! Um terço dos americanos já passou, em algum momento de suas vidas, algum tempo na cadeia.
Os tribunais americanos declaram aos que confessam que não sabiam: “O desconhecimento da lei não é desculpa”. Isso era fácil quando havia só os Dez Mandamentos. Mas se é impossível decorar dez por cento de todas as leis que foram aprovadas somente no ano passado nos EUA, como então se lembrar das leis que foram aprovadas nos outros anos? Esse enorme labirinto legal pode ser usado e abusado para prender e destruir os desafetos do sistema político no poder.
E os maiores desafetos desse sistema agora são os cristãos conservadores. Sei disso porque o governo americano já está monitorando sites cristãos. Sei disso porque eu mesmo estou em alguma lista negra. Sei disso porque o governo americano já declarou que os EUA vão estabelecer uma agência policial internacional a favor da agenda gay.
Perto do policiamento politicamente correto que o governo americano quer instaurar mundialmente, temo que a Gestapo e a KGB venham ainda a parecer coisa de criança.
Eis o artigo de WND:

Pregador quer saber se seu nome está na lista de terroristas

Bob Unruh
O Instituto Rutherford, um escritório de advocacia, está buscando saber se o FBI colocou em sua lista de monitoração de terroristas um pregador de rua que prega o Evangelho sem rodeios.
O pregador, Michael Marcavage, recorreu à ajuda legal depois que ficou sabendo que o FBI estava querendo entrevistar e interrogar seus amigos sobre as atividades dele.
Michael Marcavage

O Instituto Rutherford confirmou que “uma fonte confiável informou Marcavage de que ele estava sendo alvo de uma investigação do FBI e que seu nome havia sido acrescentado à lista do FBI de monitoração de terroristas, com base na ligação alegada dele a uma organização antiaborto conhecida como ‘Exército de Deus’”.

John Whitehead, presidente do Instituto Rutherford, disse que o FBI estava conduzindo uma investigação secreta nas ligações e atividades de Marcavage. Ele exigiu que o FBI revelasse o que está acontecendo ou pare a investigação.
“Michael Marcavage merece saber o motivo por que está sob investigação e se ele foi, de fato, colocado na lista do FBI de monitoração de terroristas. Contudo, se, conforme suspeitamos, Marcavage não é culpado de nada, a não ser de dar mensagens religiosas pacíficas que autoridades governamentais veem como polêmicas, então o governo claramente ultrapassou seus limites constitucionais”, disse Whitehead.
Marcavage é o diretor de um ministério de evangelismo cuja missão é a proclamação pública do Evangelho. Ele rotineiramente viaja pelo país pregando em fóruns públicos tradicionais, distribuindo literatura cristã e envolvendo os transeuntes em debates sobre a fé cristã.
Traduzido e adaptado por Julio Severo do artigo de WND: Preacher demands to know ‘terror watch’ status

Maior revista gay do mundo: nada de compaixão e tolerância para uma ex-lésbica e sua filha

Posted in FBI, Gaystapo, Isabella Miller, Janet Jenkins, Lisa Miller, Rev. Kenneth Miller, Rev. Timothy Miller, The Advocate by juliosevero on 27 de dezembro de 2011

Maior revista gay do mundo: nada de compaixão e tolerância para uma ex-lésbica e sua filha

Julio Severo
The Advocate (O Defensor), a maior revista gay dos Estados Unidos e, em suas próprias palavras, a “Principal Fonte Mundial de Notícias para o Público LGBT”, acabou de colocar os olhos em mim e em LifeSiteNews em sua defesa da ativista lésbica Janet Jenkins.
Revista americana gay The Advocate: zombando de Cristo

A missão de The Advocate, como seu nome em inglês indica, é fazer defesa — da agenda gay e seus militantes. Jenkins quer a filha de sua ex-parceira lésbica Lisa Miller, que renunciou à homossexualidade para viver para Jesus. Independentemente do bem-estar da menina, a infame missão é “resgatá-la” de sua mãe biológica e dá-la a uma lésbica que não tem nenhum parentesco com ela.

O que faria uma lésbica insistir na obtenção da custódia de uma criança à custa de sua mãe biológica? É claro que os leitores gays de The Advocate concordam com qualquer missão gay, contanto que a agenda gay seja no final exaltada. Mas certa comentarista lésbica, que ficou do lado de Jenkins, fez a difícil pergunta:
“A menina tinha cerca de um ano quando elas se separaram e Lisa tem sido a única que tem cuidado da criança por todo esse tempo… Por isso, qualquer pergunta de se ela é uma mãe apta ou inapta não vem ao caso. Compreendo o sofrimento que Jenkins deve sentir pela perda dela, mas que tipo de relacionamento ela poderia chegar a ter nessa altura se Lisa não coopera e é hostil?”
A verdade é que Jenkins pôde ter algum tempo com Isabella, em visitas impostas por tribunais que deixaram a menina traumatizada.
Entretanto, quem mais está fazendo perguntas difíceis? O governo americano, que está ativamente promovendo a agenda gay no mundo inteiro, não quer nada a ver com perguntas difíceis prejudiciais aos interesses gayzistas. E o FBI, para sua própria vergonha, está atrás de uma menina e sua mãe natural, porque uma lésbica, que não tem nenhum parentesco com ela, a quer, custe o que custar.
O custo tem realmente sido alto. Até agora, dois pastores foram presos, porque ajudaram Lisa Miller e sua filha Isabella a fugir dos Estados Unidos. O Rev. Timothy Miller foi preso pelo FBI quando chegou aos EUA vindo de seu trabalho missionário na Nicarágua. Ele foi preso no aeroporto na presença de sua esposa e quatro filhos. Para mostrar compaixão politicamente correta para os interesses e ambições de uma ativista lésbica, o FBI teve de mostrar crueldade para uma família cristã.
Em sua investigação, o FBI decodificou a linguagem alemã da Pensilvânia usada pelos pastores em seus esforços para transferir Lisa Miller e sua filha dos Estados Unidos para o Canadá, em seguida para o México, depois para a Nicarágua e por último para o Equador — conforme foi alegado por The Advocate. (Se o FBI tivesse mostrado tal eficiência para decodificar a “linguagem” dos terroristas islâmicos antes de 2001, o ataque terrorista ao World Trade Center jamais teria ocorrido!) Subsequentemente, outro pastor foi preso. É uma perseguição implacável exclusivamente para atender à agenda gay.
The Advocate, satisfeito com o engajamento do FBI, indicou que LifeSiteNews pode estar envolvido. Ei, publique qualquer artigo defendendo uma ex-lésbica e sua filha, e a Gaystapo dirá que você cometeu um crime contra a agenda gay. E talvez muitos cristãos tenham começado a aceitar a ideia errada de que é crime defender essa indefesa mãe e sua filha, pois enquanto a mídia secular e gay está falando de forma contundente a favor dos “direitos” de Janet Jenkins, a mídia cristã está em grande parte em silêncio.
A propósito, The Advocate também me mencionou, dizendo que eu e outros cristãos somos “antigay”, só porque não aceitamos a agenda gay, e só porque nos opomos à maldade que a agenda gay vem cometendo contra Lisa Miller e sua filha.
The Advocate disse,
“Num artigo editorial de 1 de dezembro de LifeSiteNews intitulado ‘Cowardice: The State and Homosexualist Powers Against a Former Lesbian and Her Daughter’ (Covardia: O poder do Estado e gayzistas contra uma ex-lésbica e sua filha), o ativista brasileiro antigay Julio Severo caracterizou Lisa Miller e sua filha como vítimas numa percebida guerra contra a liberdade religiosa. Jenkins, porém, foi pintada como predadora e cínica ‘ativista lésbica’”.
Se Lisa e sua filha biológica não são vítimas, o que elas são? Opressoras de Jenkins? Pobre Jenkins: o FBI e a imprensa esquerdista de massa estão atacando-a, pois Lisa se recusa a devolver sua filha biológica! Como Lisa é cínica por defender sua filha!
Os desejos de Jenkins são mais importantes do que a maternidade biológica de Lisa, mais importantes do que Jesus Cristo (a quem Lisa e sua filha dedicaram suas vidas) e mais importantes do que o bem-estar moral, espiritual e físico da própria Isabella.
Outro comentarista de The Advocate observou,
“A questão é simples. Isabella não pertence a Jenkins, pois ela não é o pai ou a mãe biológica dela. Nenhum tribunal ou governo tem o direito de forçar esse tipo de custódia. Quanto mais cedo Jenkins compreender isso, melhor”.
Apesar de todos os fatos, a militância cega de The Advocate e seus apoiadores os impede de aceitar realidades básicas, biológicas e outras. Em vez disso, as pessoas são forçadas a aceitar suas realidades antinaturais. E o governo dos EUA e o FBI estão com eles, não com Lisa, comigo ou com LifeSiteNews, para garantir que o antinatural tenha prioridade sobre o natural, por amor ao homossexualismo e sua agenda.
E então? Será que LifeSiteNews deveria virar alvo da monitoração do FBI? Será que eu também deveria virar alvo da monitoração do FBI, por causa do meu artigo que defendeu as oprimidas, não a opressora? “Oh, com certeza!” The Advocate e seu coro gay gritariam. Outros radicais diriam: “Prendam-no!” “Crucifiquem-no” — esse último desejo veio de um gay brasileiro num site homossexual. The Advocate poderia responder: “Oh, nós não somos tão maus assim! O FBI e prisão são suficientes”.
E, realmente, o FBI está fazendo prisões. Kenneth Miller, o segundo pastor preso, estava sob a monitoração do FBI que estava querendo pegar outros contatos religiosos que ajudaram Lisa Miller e sua filha. O FBI está determinado a prender qualquer outro pastor evangélico envolvido na defesa delas. Se tal monitoração do FBI tivesse feito de alvo contatos islâmicos, a turba politicamente correta teria rotulado isso de crime de preconceito. Ao que tudo indica, só gays e muçulmanos têm o direito de protestar contra a interferência governamental nos Estados Unidos politicamente corretos.
Com tal atuação do FBI, como é que os EUA podem ter segurança? Mas o que importa para o governo esquerdista dos EUA e para a mídia esquerdista? O importante é dar segurança para a agenda gay, independente de quão inseguros os inocentes ficarão.
Pastores evangélicos, uma mãe biológica e sua filha: todos podem ficar na mão, menos Jenkins e outros gayzistas, que recebem favores e privilégios do governo e dos meios de comunicação.
Enquanto isso, aqueles que apoiaram Lisa Miller e sua filha, em face de ameaças e prisão, não estão recebendo nenhum apoio midiático e não têm nenhum amigo poderoso como o FBI para ajudá-los. Em vez disso, o apoio escasso deles vem de poucas igrejas.
Igrejas menonitas ligadas ao Pr. Kenneth Miller criaram um site para expressar “solidariedade a Ken enquanto ele enfrenta acusações por escolhas e ações que acreditamos serem corretas. Pela graça de Deus, queríamos fazer as mesmas escolhas que ele fez. Nosso envolvimento com Lisa e Isabella Miller brota de um desejo de obedecer ao nosso Senhor Jesus — obedecer aos Seus mandamentos e exemplo”.
Essa era a resposta cristã adequada nos tempos da tirania nazista e comunista.
Essa é a resposta cristã adequada nestes tempos de tirania gay e politicamente correta.
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World’s biggest gay magazine: no compassion and tolerance for a former lesbian and her daughter

World’s biggest gay magazine: no compassion and tolerance for a former lesbian and her daughter

By Julio Severo
The Advocate, the biggest gay magazine in America and, in its own words, “The World’s Leading News Source for LGBT”, has just put its sights on LifeSiteNews and me in its defense of lesbian activist Janet Jenkins.
The Advocate: Mockery of Christ

The mission of The Advocate, as its name implies, is to advocate — for the gay agenda and its militants. Jenkins wants the daughter of her former lesbian partner Lisa Miller, who renounced homosexuality for Jesus. Regardless of the well-being of the girl, the infamous mission is to “rescue” her from her own biological mother to give her to an unrelated lesbian.

What would make a lesbian pursue the custody of a child at the expense of her biological mother? Of course, gay readers of The Advocate agree with any gay mission, as long as the gay agenda is ultimately exalted. But one lesbian commentator, who sided with Jenkins, asked the tough question:
“The child was about a year old when they split up and Miller has been the sole parent of the child for all this time. So any question of whether she is a fit or unfit mother is moot… I understand the heartache Jenkins must feel for her loss but what kind of relationship could she possibly have at this point if Miller is uncooperative and hostile?”
In fact, Jenkins was able to have some time with Isabella, in court-ordered visits that left the girl traumatized.
Yet, who else is asking tough questions? The US government, which is actively promoting the gay agenda around the world, wants nothing to do with tough questions detrimental to the homosexualist interests. And the FBI, to its own shame, is after a girl and her natural mother, because an unrelated lesbian wants her, at all costs.
The cost has been high, indeed. So far, two ministers have been arrested, because they helped Lisa Miller and her daughter Isabella flee the United States. Rev. Timothy Miller was arrested by FBI when he arrived at the US from his missionary work in Nicaragua. He was arrested at the airport in the presence of his wife and four children. To show PC compassion to the interests and ambitions of a lesbian activist, the FBI had to show cruelty to a Christian family.
In its investigations, the FBI decoded the Pennsylvania German language used by the ministers in their efforts to transfer Lisa Miller and her daughter from the United States to Canada, then to Mexico, then to Nicaragua and then to Ecuador — as alleged by The Advocate. (If the FBI had been this effective in decoding the “language” of Islamic terrorists before 2001, 9/11 would have never happened!) Subsequently, another minister was arrested. It is implacable persecution solely to serve the gay agenda.
The Advocate, satisfied with the FBI engagement, implied that LifeSiteNews may be involved. Hey, publish any article defending a former lesbian and her daughter, and the Gaystapo will say that you have committed a crime against the gay agenda. And perhaps many Christians have begun accepting the wrong-headed idea that it is a crime to defend this helpless mother and her daughter, because while the secular and gay media have been vocal about the “rights” of Janet Jenkins, the Christian media are largely silent.
By the way, The Advocate has also mentioned me, calling me and other Christians “antigay”, just because we do not accept the gay agenda, and just because we oppose the wickedness that the gay agenda has been committing against Lisa Miller and her daughter.
The Advocate said,
“In a December 1 Life Site News op-ed titled ‘Cowardice: The State and Homosexualist Powers Against a Former Lesbian and Her Daughter,’ Brazilian antigay activist Julio Severo characterized Lisa Miller and her daughter as victims in a perceived war against religious freedom. Jenkins, meanwhile, was cast as a predator and cynical ‘lesbian activist.’”
If Miller and her biological daughter are not victims, what are they? Oppressors of Jenkins? Poor Jenkins: the FBI and the liberal mass press have been smearing her, because Miller refuses to return her biological daughter! How cynical Miller is to defend her daughter!
The homosexual desires of Jenkins are more important than Miller’s biological motherhood, more important than Jesus Christ (to whom Lisa and her daughter have dedicated their lives) and more important than the moral, spiritual and physical well-being of Isabella herself.
Another The Advocate commentator noted,
“The issue here is simple. Isabella does not belong to Jenkins because she is not her biological mother or father. No court or government has the right to force custody like this. The sooner Jenkins understands this the better.”
In spite of all the facts, the blind militancy of The Advocate and its supporters keep them from accepting basic realities, biological and otherwise. Instead, people are forced to accept their unnatural realities. And the US government and the FBI side with them, not with Miller, me or LifeSiteNews, to make sure the unnatural takes precedence over the natural, for the sake of homosexuality and its agenda.
So what now? Should LifeSiteNews be targeted for FBI surveillance? Should I also be targeted for FBI surveillance, because of my article defending the oppressed, not the oppressor? “Oh, sure!” The Advocate and its gay chorus would shout. Other radicals would say, “Arrest him!” “Crucify him” — this last wish came from a Brazilian gay in a homosexual website. The Advocate could reply, “Oh, we are not that mean! FBI and imprisonment is enough”.
And, actually, the FBI is making arrests. Kenneth Miller, the second minister arrested, was under FBI surveillance for other religious contacts that helped Lisa Miller and her daughter. The FBI is determined to arrest any other evangelical minister involved in their defense. If such FBI surveillance had targeted Islamic contacts, it would have been labeled a hate crime. Apparently, only gays and Muslims are entitled to protest government interference in PC America.
With such FBI policies, how can America be safe? Yet, what does it matter to the liberal US government and liberal media? The important thing is to make the gay agenda safe, regardless how unsafe the innocent will be.
Evangelical ministers, a biological mother and her daughter: everybody may be left on the lurch, except for Jenkins and other homosexualists, who are granted government and media favors and privileges.
Meanwhile, those who supported Lisa Miller and her daughter, in the face of threats and imprisonments, are not receiving any media support and have no powerful friend like the FBI to help them. Instead, their meager support comes from a few churches.
Mennonite churches affiliated with Rev. Kenneth Miller have created a website expressing “solidarity with Ken as he faces charges for choices and actions we believe were correct. By God’s grace we would want to make the same choices he did. Our involvement with Lisa and Isabella Miller has stemmed from a desire to obey our Lord Jesus — both His commands and example”.
This was the proper Christian response in the times of Nazi and Communist tyranny.
This is the proper Christian response in these times of PC, gay tyranny.
Source: Last Days Watchman, the personal blog of Julio Severo: www.lastdayswatchman.blogspot.com

Covardia: O poder do Estado e gayzistas contra uma ex-lésbica e sua filha

Posted in FBI, Isabella Miller, Janet Jenkins, Lisa Miller, Rev. Timothy Miller by juliosevero on 6 de dezembro de 2011

Covardia: O poder do Estado e gayzistas contra uma ex-lésbica e sua filha

Julio Severo
O Rev. Timothy David “Timo” Miller, que agiu corajosamente ao defender uma criança perseguida e sua mãe, fez agora um acordo com promotores federais dos Estados Unidos, os quais estão querendo sequestrar Isabella Miller de sua mãe e entregá-la a uma lésbica que não tem nenhum parentesco com ela. Ninguém sabe exatamente qual foi o acordo, mas os promotores parecem estar satisfeitos com os resultados.
O caso dele é perturbante: Ele foi preso na primavera passada ao chegar aos Estados Unidos vindo da Nicarágua, onde ele trabalhava como missionário. Ele foi acusado de ajudar Lisa Miller, que não tem nenhum parentesco com ele, a fugir dos EUA com Isabella, sua filha de 9 anos de idade.
Isabella e sua mãe Lisa Miller

Mais perturbante ainda é o fato de que um tribunal de Vermont deu a custódia de Isabella para Janet Jenkins, uma ativista lésbica e ex-parceira sexual de Lisa Miller.

Jenkins e Miller haviam se unido numa união civil homossexual no estado de Vermont em 2000 e, dois anos mais tarde, Miller deu a luz sua filha Isabella, concebida por meio de inseminação artificial. A união lésbica terminou em 2003, com Miller aceitando Jesus Cristo em sua vida e renunciando à homossexualidade. Ela se tornou batista e então menonita.
Janet Jenkins, ativista lésbica e dona de uma creche

Mas Jenkins, sua ex-parceira e dona de uma uma creche de crianças, jamais renunciou à sua homossexualidade ou a seu ativismo. Ainda que ela não tenha nenhuma ligação biológica com Isabella e tivesse escolhido não registrar seu nome como “pai” da menina na certidão de nascimento, Jenkins, provavelmente sob a inspiração ideológica de outros gayzistas, começou uma batalha de custódia, tendo inicialmente obtido o “direito” de ter a menina para visitas. Uma das consequências dessas visitas sem supervisão e ordenadas pelo tribunal foi que a própria Isabella se queixou de ser forçada a tomar banho pelada com Jenkins. A menina estava ficando traumatizada com os primeiros passos para forçá-la ao estilo de vida lésbico.

“Isabella sofre de distúrbios de sono e pesadelos, tendo dificuldade para dormir a noite inteira”, Gwen Corley, assistente social, disse ao tribunal em setembro de 2007. Antes das visitas impostas pelo tribunal, a menina era uma criança bem ajustada e se desenvolvendo bem, de acordo com um depoimento juramentado feito em junho de 2007 por Sylvia Haydash, terapeuta clínica que teve sessões clínicas com Isabella.
Miller tentou proteger Isabella dessas visitas moralmente prejudiciais, mas então uma ordem do tribunal concedeu custódia total para Jenkins, que pôde, com suas conexões homossexuais, convocar todo o aparato judicial e policial para ajudá-la.
Para proteger sua filha biológica de mais traumas de uma ativista lésbica obcecada, sua mãe biológica tomou a difícil decisão de fugir de seu próprio país. Neste cenário desesperado entra o Rev. Timothy Miller, que só queria ajudar. Como missionário na Nicarágua, ele trouxe esperança para uma mãe e filha solitárias. fazendo todos os arranjos para que elas ficassem num local escondido entre os menonitas dessa nação centro-americana.
Talvez o Rev. Miller não estivesse esperando ser preso ou ver o próprio FBI, que é a polícia federal americana, envolvida no caso, acusando-o de cooperar com um “sequestro”.
Mas nessa altura ele ficou profundamente consciente de que a agenda gay é vastamente maior do que o que ele havia pensado antes. Aliás, o movimento homossexual tem apoio em massa de tribunais e órgãos policiais.
Presumivelmente com ameaças de prisão, os promotores federais acabaram garantindo a cooperação do pastor. Eles sabem que Lisa Miller e Isabella viajaram para a Nicarágua em setembro de 2009, onde um grupo de missionários menonitas havia ajudado a escondê-las. Eles também sabem que mãe e filha foram vistas pela última vez na Nicarágua na primavera de 2010.
No começo deste ano, um pastor menonita na Nicarágua disse para a Associated Press que “nossos irmãos na Nicarágua sentiram que era certo e bom ajudar Lisa não só a se livrar do tão chamado casamento civil homossexual e do estilo de vida lésbico, mas também especialmente proteger sua filha de 9 anos de idade de ser raptada e entregue a uma a uma lésbica ativa e uma ativista extremamente radical”.
O Rev. Miller está agora livre das nefastas garras do FBI, que num sistema legal são perseguiria bandidões e terroristas. Mas Lisa e Isabella não estão livres: O FBI está atrás delas. A qualquer momento, elas poderão ser capturadas. A qualquer momento, Isabella poderá ser sequestrada pelo FBI e sua mãe poderá ser presa.
Os Estados Unidos estão ressuscitando Sodoma com vingança, apoiados pelo descomunal poder do Estado. Enquanto os serviços sociais cristãos nos EUA estão perdendo seu direito tradicional de ajudar crianças por recusarem as ordens estatais de entregar crianças em adoção para duplas homossexuais, a ativista lésbica Janet Jenkins está livre para dirigir uma creche. E por causa do radical ativismo de Janet, Isabella e sua mãe não estão livres ou seguras de perseguição estatal em massa. Perseguição por sua fé e por sua recusa de fazer concessões ao mal.
Essa tragédia se tornou possível apenas porque uniões civis homossexuais foram permitidas em Vermont. E quando o “casamento” homossexual é permitido, a agenda gay e o Estado se unem num “casamento” profano, onde liberdades e direitos especiais são concedidos àqueles que estão nas pegadas de Sodoma. Esse “casamento” profano possibilita que ativistas homossexuais oprimam e persigam pessoas que renunciam à perversão homossexual, com a assistência do FBI, que — pelo menos no caso Jenkins-Miller — se tornou efetivamente uma Gaystapo.
O Rev. Miller tentou se opor a esse “casamento” profano e suas ameaças contra Lisa e Isabella, mas esse casamento demonstrou ser forte demais para ele. Consequentemente, ele foi preso. Somente mediante uma concessão ele foi solto da prisão. Em troca do testemunho dele em futuras ações judiciais contra a mãe de Isabella, os promotores federais abandonaram todas as acusações criminais contra ele.
É uma grande vergonha para os Estados Unidos que uma indefesa mãe e sua filha seriam deixadas sozinhas para enfrentar sozinhas valentões do Estado a serviço dos interesses da agenda homossexual.
Onde estão os homens e mulheres honrados dos EUA e do mundo que confrontarão essa covardia gayzista sancionada pelo Estado?
O que você pode fazer:
Ore para que Deus conduza Lisa e Isabella em sua graça, misericórdia e poder.
Ore para que o FBI e outras autoridades trabalhando pelas trevas e malignidade sejam cobertos de confusão e vergonha.
Ore para que Deus traga cegueira para aqueles que estão planejando prender e raptar Lisa e Isabella (veja 2 Reis 6:18).
Ore para que no final de tudo o nome de Jesus Cristo seja honrado.
Com informações da Associated Press e LifeSiteNews.
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Blog do autor: www.juliosevero.com
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Cowardice: the state and homosexualist powers against a former lesbian and her daughter

Posted in FBI, Isabella Miller, Janet Jenkins, Lisa Miller, Rev. Timothy Miller by juliosevero on 6 de dezembro de 2011

Cowardice: the state and homosexualist powers against a former lesbian and her daughter

The FBI is after Lisa Miller and her daughter Isabella. At any time, they may be captured. At any time, Isabella may be kidnapped by the FBI and her mother arrested.

By Julio Severo
Rev. Timothy David “Timo” Miller, who acted courageously in his defense of a persecuted child and her mother, has now made a deal with federal prosecutors, who are seeking to take Isabella Miller away from her mother and give her to an unrelated lesbian. No one knows exactly what this deal is, but prosecutors appear to be pleased with the results.
Miller’s case is disturbing: He was arrested last spring when he returned to the United States from Nicaragua, where he worked as a missionary. He was charged with helping Lisa Miller (no relation) flee the United States with Isabella, her 9-year-old daughter.
Isabella and her mother Lisa Miller

Even more disturbing is the fact that a Vermont court gave the custody of Isabella to Janet Jenkins, a lesbian activist and former sexual partner of Lisa Miller.

Jenkins and Miller had been joined in a Vermont civil union in 2000 and, two years later, Miller gave birth to daughter Isabella, conceived by artificial insemination. The lesbian union ended in 2003, with Miller accepting Jesus Christ in her life and renouncing homosexuality. She became a Baptist, then a Mennonite.
Janet Jenkins, lesbian activist and the owner of a day care

But Jenkins, her former partner and the owner of a daycare, has never renounced her homosexuality or her activism. Even though she has no biological connection with Isabella and had chosen not to include her name as a “parent” of the girl on the birth certificate, Jenkins, probably under the ideological inspiration of other homosexualists, began a custody fight, having initially been awarded the “right” to have the girl for visits. One of the consequences of these unsupervised, court-ordered visits was that Isabella herself complained of being forced to bathe naked with Jenkins. The girl was being traumatized by the first steps to force her into the lesbian lifestyle.

“Isabella suffers from sleep disturbance and nightmares, having difficulty sleeping through the night,” Gwen Corley, a social worker, told the court in September, 2007. Before the court-ordered visits, the girl was a well-adjusted, healthy child, according to a June, 2007, sworn testimony of Clinical Therapist Sylvia Haydash, who had clinical sessions with Isabella.
Miller tried to protect Isabella from these morally-harmful visits, but then a court awarded full custody to Jenkins, who was able, with her homosexual connections, to summon the entire court and police apparatus to her aid.
To shield her biological daughter from further trauma at the hands of an obsessed lesbian activist, her biological mother took the hard decision to flee her own country. Into this hopeless scenario enters Rev. Timothy Miller, who just wanted to help. As a missionary in Nicaragua, he brought hope to a lonely mother and her daughter, arranging a hiding place for them among Mennonites in the Central American nation.
Perhaps Rev. Miller was not expecting to be arrested or to see the FBI involved in the case, accusing him of abetting a “kidnapping.”
But at this point he became acutely aware that the gay agenda is vastly bigger than he had previously thought. Indeed, the movement has a massive support from courts and law-enforcement agencies.
Prosecutors ultimately secured Miller’s cooperation, presumably through threats of imprisonment. They know that Lisa Miller and Isabella traveled to Nicaragua in September 2009 where a group of Mennonite missionaries had helped shelter them. They also know that mother and daughter were last seen in Nicaragua in the spring of 2010.
Earlier this year, a Mennonite pastor in Nicaragua told AP, “the Nicaraguan brethren felt it right and good to help Lisa not only free herself from the so called civil marriage and lesbian lifestyle, but especially to protect her 9-year-old daughter from being abducted and handed over to an active lesbian and a rabid activist.”
Rev. Miller is now free from the ominous claws of the FBI, which in a sane legal system would persecute thugs and terrorists. But Lisa and Isabella are not free: the FBI is after them. At any time, they may be captured. At any time, Isabella may be kidnapped by the FBI and her mother arrested.
America is resurrecting Sodom with a vengeance, supported by the formidable power of the State. While Christian social services in the US are losing their traditional right to help children because they refuse state orders to adopt children to homosexual couples, lesbian activist Janet Jenkins is free to run a day care. And because of Janet’s radical activism, Isabella and her mother are not free or safe from massive state persecution. Persecution for their faith and their refusal to compromise with evil.
This tragedy was made possible only because gay civil unions were allowed in Vermont. And when homosexual “marriage” is allowed, the gay agenda and the State become united in an unholy “marriage,” where special rights and freedoms are granted to those in the footsteps of Sodom. This unholy “marriage” enables homosexual activists to oppress and persecute people who renounce homosexual perversion, with assistance of the FBI, which has effectively become — at least in the Jenkins-Miller case — a Gaystapo.
Rev. Miller tried to oppose this unholy “marriage” and its threats against Lisa and Isabella, but it proved too strong for him. Consequently, he was arrested. Only through a compromise was he released from prison. In exchange for his testimony in future proceedings in the case against Isabella’s mother, federal prosecutors dropped criminal charges against him.
It is a major disgrace for the United States of America that a helpless mother and her daughter have been left to face alone State bullies serving the interests of the gay agenda.
Where are the honorable men and women of the US and the world who will confront this state-sanctioned homosexualist cowardice?
What you can do:
Pray that God will lead Lisa and Isabella in his grace, mercy and power.
Pray that the FBI and other authorities working for darkness and wickedness will be covered in confusion and shame.
Pray that God will bring blindness to those planning to arrest and kidnap Lisa and Isabella (see 2 Kings 6:18).
Pray that ultimately the name of Jesus Christ will be honored.
With information from the Associated Press and LifeSiteNews.
Another important article: State nightmare for children
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