Julio Severo

Pastor presbiteriano, casado pela quarta vez, casa famosos e não crê em casamento para sempre

Pastor presbiteriano, casado pela quarta vez, casa famosos e não crê em casamento para sempre

Julio Severo
O jornal O Dia classificou, em entrevista recente, o Rev. Luiz Longuini como o “pastor das estrelas” e o “queridinho das celebridades”. Longuini, de 54 anos, é pastor da Igreja Presbiteriana do Brasil (IPB) há 32 anos e hoje pastoreia a Igreja Presbiteriana do Rio Comprido, no Rio de Janeiro.
Casado pela quarta vez e pai de dois filhos, o professor de Teologia e Filosofia com doutorado na Alemanha é habilitado a realizar casamentos com efeito civil.
Rev. Luiz Longuini: divorciado três vezes, pregando a Teologia da Libertação e casando ao som de baianas e atabaques

Ele já realizou aproximadamente 1.200 casamentos. Entre famosos, a atriz Lavínia Vlasak e Celso Colombo Neto; a atriz Juliana Paes e Carlos Eduardo Baptista (empresário), a atriz Déborah Secco e o jogador de futebol Roger, o meia tricolor Thiago Neves e Marcella, Fabio Porchat e Patrícia Vasquez, Arlindo Cruz e Babi.

Além de se inspirar em Martin Luther King Jr., Longuini faz as cerimônias muitas vezes ao som de Raul Seixas, Tom Jobim, Zeca Pagodinho, Arlindo Cruz, Beth Carvalho, etc. As cerimônias às vezes também incluem baianas e atabaques.
O Rev. Longuini explica que sua forma de casar é inspirada no amor. Ele diz: “A postura que assumo perante o casal, a família e os convidados é ecumênica, de aceitação da realidade de todos. Não imponho fórmula ou doutrina. Não falo de religiosidade, mas de espiritualidade. O centro da espiritualidade é o amor”.
Longuini tem sido importante referência em obras da Teologia da Missão Integral. Ele é autor do livro “O Novo Rosto da Missão”, publicado pela Editora Ultimato. O resumo do livro esclarece que os “evangelicais, com medo de utilizar o termo ‘pastoral’, devido à forte conotação católica e à relação com o marxismo, preferiram utilizar o termo ‘missão’”, mas que os objetivos são os mesmos: “a inserção dos cristãos na sociedade, visando sua transformação”, a partir, é claro, de uma perspectiva esquerdista.
Sobre o casamento como uma aliança até que “a morte os separe”, Longuini ensina: “Aceitamos o divórcio… a possibilidade de reconstruir uma nova vida em amor e fidelidade…” Pelo jeito, quantas vezes ele achar necessário.
As posturas liberais do Rev. Longuini deveriam estar sendo alvo de condenações firmes, mas a vasta maioria dos calvinistas (onde se incluem os presbiterianos) prefere no Brasil atacar os neopentecostais. Sites calvinistas, como o Genizah, debocham incessantemente de igrejas neopentecostais, enquanto líderes calvinistas liberais são ali mesmo exaltados como referência.
É difícil saber se as grandes denominações presbiterianas dos EUA e Europa, que já sucumbiram diante do supremacismo gay e estão hoje ordenando pastores gays e lésbicas, terão alguma influência entre calvinistas e presbiterianos do Brasil. Mas os sinais não são bons. O exemplo do Rev. Longuini está aí, preparando a Igreja Presbiteriana no Brasil para mais liberalismo.
O Rev. Amaral tem também sido um queridinho da mídia brasileira. Pregue um “evangelho” ecumênico, ao sabor da Teologia da Libertação, e a mídia se encarrega de lhe dar IBOPE.
Evidentemente, muitos líderes da IPB e outros calvinistas não devem estar de acordo com o liberalismo do Rev. Longuini. Mas a voz deles precisa ser ouvida. O liberalismo e o esquerdismo precisam ser denunciados. Se eles permanecerem calados, vozes calvinistas liberais serão a única referência para outros calvinistas. É por isso que o tabloide sensacionalista Genizah tem feito tanto sucesso entre os calvinistas.
A Assembleia de Deus dos EUA e do Brasil não estão, nem de longe, pensando em ordenar homossexuais. Mesmo assim, calvinistas mal-intencionados como Danilo Fernandes, do Genizah, miram em grande parte Silas Malafaia, um pastor assembleiano.
Ele chama Malafaia de “vigarista”, sendo que os registros mostram que quem está com problemas judiciais nessa área é o próprio Danilo.
Enquanto calvinistas mal-intencionados atacam os alvos errados, outros calvinistas mal-intencionados se divorciam várias vezes, fazem casamentos ao som de atabaques e Raul Seixas e se unem a pais-de-santo, ou então defendem bispos vermelhos pró-poligamia.
Estão coando mosquitos, e engolindo manadas de camelos.
Com informações do Holofotee do jornal O Dia.
Sobre a revista Ultimato, cujo fundador e dono é presbiteriano:
Igrejas presbiterianas dos EUA e Europa sucumbindo diante do movimento homossexual:
Sobre divórcio:

“Robinson Cavalcanti, o pecado veio cobrar a sua conta”

“Robinson Cavalcanti, o pecado veio cobrar a sua conta”

Uma resposta pública a Renato Vargens e aos defensores de suas incoerências

Julio Severo
Nota: Antes que os liberais tentem me apedrejar, o título deste artigo pertence a Renato Vargens, que usou originalmente as mesmas palavras, mas citando outro nome, que para ele sofreu as consequências de seu próprio pecado. Peço a paciência dos leitores, pois o texto é longo porque preciso responder a vários críticos e acusações. Para ler meu artigo original sobre Vargens, é só clicar aqui.
“Eu creio que a teologia da libertação deu uma contribuição muito importante ao cristianismo… dando uma abertura positiva à reflexão marxista”. — Dom Robinson Cavalcanti em seu livro A Igreja, o País e o Mundo, da Editora Ultimato.
Essa citação, um claro posicionamento reafirmado ao longo de toda a sua trajetória religiosa e política, seria o suficiente para colocar o bispo anglicano, tragicamente assassinado pelo próprio filho, na mira dos inúmeros críticos do mundo gospel enquanto estava vivo. Por incrível que pareça, Cavalcanti nunca enfrentou oposição por tal postura ideológica. Por algum motivo, os críticos estavam tão ocupados que não viram os problemas sérios do bispo, seja no seu apoio à agenda esquerdista anticristã, seja no seu descarado liberalismo teológico.

Teologia da libertação sexual e poligamia

Para piorar, o bispo enfiava sua ideologia em todas as suas atividades “ministeriais”. Em seu livro “Libertação e Sexualidade”, ele consegue destacar Karl Marx, Rubem Alves e Gilberto Freyre, mencionando de forma muito positiva o Relatório Kinsey como confiável referência científica sobre sexualidade.
Rubem Alves é um dos pais da Teologia da Libertação. Talvez, levando isso em consideração, o título mais apropriado para o livro de Cavalcanti devesse ser “Teologia da Libertação Sexual”. Kinsey era um depravado cujas pesquisas supostamente científicas foram desmascaradas como fraudulentas.
Da página 77 a 108, “Libertação e Sexualidade” trata exclusiva e abundantemente da poligamia, de forma positiva. Cavalcanti disse:
Continuo a anunciar um Deus libertador, que ama seus filhos e filhas, e não um Deus policial, desmancha-prazeres, guardião das tradições repressivas (p. 10).
Considerando o contexto ideológico, podemos ler o texto dele da seguinte forma apropriada: Continuo a anunciar um Deus da Teologia da Libertação, que ama seus filhos e filhas, e não um Deus policial, desmancha-prazeres, guardião das tradições repressivas (união conjugal apenas entre um homem e uma mulher?).
Em vez de ser condenado e repreendido publicamente por suas loucuras e aberrações, o bispo anglicano foi divulgado, ou por propaganda ou por silêncio — “quem cala consente”. Durante anos, a revista Ultimato o teve como colunista de destaque. Mais recentemente, um dos seus grandes propagandistas foi o tabloide sensacionalista Genizah. O resultado não poderia ter sido diferente, como disse o próprio Cavalcanti: “Meu livro foi usado como texto básico para grupos de estudo e lição para Escola Dominical em Igrejas de várias denominações” (página 9). Ele estava consciente de que seu liberalismo teológico estava sendo usado e promovido como respeitável referência em muitas igrejas.

Cavalcanti não era um conservador teológico

Embora o mundo gospel esteja repleto de críticos, cujo alvo preferido parece ser Silas Malafaia e outros televangelistas neopentecostais, Cavalcanti escapou ileso de críticas. Um dos únicos que tiveram coragem de criticar foi o jornalista Edson Camargo, editor do Mídia Sem Máscara, que disse:
A teologia de Robinson Cavalcanti, bem como algumas de suas posições em relação à família e à sexualidade também afrontam não só o conservadorismo, mas também o cristianismo histórico. Sobre a monogamia, ele afirma:
O ideal existe, mas sua manifestação histórica pode ferir outros tantos ideais divinos: sanidade, amor, fé, pois a monogamia pode ser, em muitos casos, apenas aritmética (1+1) e não qualitativa. A manutenção de outros ideais divinos tem levado, por sua vez, à necessidade de modelos não-monogâmicos que tornam possível a preservação e a promoção daqueles outros valores e idéias diante da impossibilidade histórico-conjuntural da simultaneidade de todos os valores (p. ex. Israel no Antigo Testamento. (no e-book Libertação e Sexualidade, págs. 71 e 72)
É claro que ele omite a passagem bíblica em que Jesus Cristo reafirma aos fariseus a prescrição divina irrevogável: Deixará o homem pai e mãe e se unirá a sua (no singular) mulher, tornando-se os dois uma só carne. Também não fala do padrão paulino para bispos e diáconos: maridos de uma só mulher.
Antes, a preocupação de Cavalcanti é meramente igualitarista, e acarreta na hipótese de que Deus estabeleceria padrões de conduta impossíveis de serem vivenciados ao longo da história:
O ideal divino, edênico, seriam as uniões monogâmicas? Sim, mas para todos. Ou seja, a exigência de absolutização desse modelo seria legítimo historicamente quando, concomitantemente, houvesse as condições objetivas para que todos a usufruíssem, não ficando ninguém sem casar, conforme, igualmente, o ideal edênico. Não seria teologicamente correto, nem eticamente honesto, exigência de um aspecto sem levar em conta a totalidade da Ordem da Criação. (Libertação e Sexualidade, pág 72)
Aqui fica óbvia a transposição da mentalidade “socialista democrática” de Cavalcanti para a esfera teológica, com todas as suas nefastas conseqüências de ordem espiritual e moral. “Só não é pecado se todos tiverem o mesmo direito”. Mas nada apóia esse raciocínio comunistóide nas Escrituras. “As manifestações sociais do pecado, as perversões, como as guerras, as epidemias, as enfermidades, os acidentes, as desigualdades, os preconceitos, têm tornado impossível o outro lado desse ideal”, afirma o bispo no parágrafo seguinte. Como se a presença do pecado no mundo pudesse relativizar a ordenança divina, única fonte da qual se pode entender a noção mesma de pecado. A ilogicidade da assertiva raia o ridículo.
Esse é o verdadeiro e conhecido Robinson Cavalcanti, ainda que faça boas críticas à ditadura gay (que, na verdade, ajudou a forjar, pois sempre se empenhou para que os evangélicos brasileiros apoiassem candidatos esquerdistas).

Um teólogo da poligamia que não era criticado pelos críticos do mundo gospel

Depois do assassinato do bispo vermelho pró-poligamia, Ariovaldo Ramos, em artigo no Genizah, prontamente o elogiou como “profeta”. Ariovaldo é o mesmo homem que disse: “A Teologia da Missão Integral é uma variante protestante da Teologia da Libertação”. Além de todo um histórico de apoio ao PT e ao MST, Ariovaldo já chegou a defender o aborto.
Para Renato Vargens, a morte do bispo foi uma “grande perda”, conforme foi exposto. Em que sentido? Sem Cavalcanti por perto, não haverá mais ninguém para pregar a Teologia da Libertação ou Missão Integral? Há outros “profetas” por aí para pregar esse “evangelho”. Mas não há muitos pastores ousados o suficiente para justificar a poligamia. Nesse ponto, Robinson Cavalcanti era a autêntica referência da “vanguarda revolucionária”, como dizem os militantes da extrema-esquerda.
Teria sido louvável se Vargens tivesse dito: “Lamento a morte do bispo, mas lamento também todos os erros que ele disseminou nas igrejas do Brasil”.
O mesmo Vargens que escreveu “Amy Winehouse, o pecado veio cobrar a sua conta” não teve coragem, coerência e honestidade de dizer: “Robinson Cavalcanti, o pecado veio cobrar a sua conta”. Pelo contrário, Vargens escreveu não um, mas dois textos em favor do bispo morto. O que teria demais em dizer que o assassinato horrendo do bispo foi o preço de seu amor aos seus pecados de marxismo e liberalismo teológico? Vargens preferiu seguir a multidão.
Eu preferi não seguir a multidão. Em vez de seguir a procissão evangélica ao “profeta” morto e dizer que a morte dele foi uma “grande perda”, deixei claro que o “profeta” provocou grandes perdas na igreja brasileira. Essas perdas são de conhecimento público. Ainda assim, fui considerado insensível e agressivo por autoproclamados apologetas, que estão mais preocupados com bajulações do que com a verdade.
Por tal “profanação”, Danilo Fernandes, dono do Genizah, me xingou publicamente no seu blog laranja Observador Cristão. Por sua vez, Renato Vargens prestou total simpatia e solidariedade à morte do bispo, chegando a se queixar de “desdém e desprezo” contra o morto, sem citar nomes. Embora eu tenha sido um dos únicos a não prestar solidariedade pública ao “profeta” morto, meu texto não trouxe nenhum desdém.
Se eu usasse o estilo do Vargens, eu teria com certeza dito: “Robinson Cavalcanti, o pecado veio cobrar a sua conta”.
Mas Vargens só usa seu estilo peculiar para aqueles que estão na sua mira. Cavalcanti & Cia nunca estiveram na lista negra dele e do Genizah.
Em contrapartida, eu e o filósofo Olavo de Carvalho estamos há muito tempo na lista negra do Genizah. Somos alvo de calúnias, grosseiras e xingamentos, mas nunca de objeções coerentes e dignas de cristãos. E ninguém entre os teólogos, líderes de denominações e outros “apologetas” diz um “a” sobre a conduta vergonhosa de Danilo Fernandes e sua quadrilha. Por aí se vê a “coragem” e o “zelo” dos “apologetas” diante de um desafio real.

O “evangelho” de Karl Marx

Eu realmente não tenho como dizer que foi uma grande perda a morte de um homem que pregava marxismo e poligamia.
Não vejo como um homem que é fiel à Palavra de Deus em todas as questões da vida possa dizer que o fim de alguém que justificava comunismo e poligamia teria sido uma “grande perda” para a igreja brasileira, cujo interesse e ocupação deveria ser proclamar o Evangelho em toda a sua pureza.
Mas, por amor à ficção, vamos imaginar um Cavalcanti que não justificava a poligamia. Vamos imaginar que ele pregava um evangelho esquerdista sem os “excessos” do marxismo — mais de 100 milhões de mortos. Qual seria o resultado?
Em seu livro “Era Karl Marx um Satanista?”, o Rev. Richard Wurmbrand, um pastor luterano romeno de ascendência judaica, deixa claro que Karl Marx, o fundador do marxismo, era satanista.
Num dos seus poemas (disponível no livro de Wurmbrand), Marx disse:
Desejo vingar-me dAquele que governa lá em cima
Assim um deus tirou de mim tudo
Nada me restou a não ser a vingança
Meu desejo é me construir um trono
Meus braços são possuídos de força para agarrar e triturar a humanidade. Com a força de um furacão.
Eu reduzirei o mundo a pedaços com as minhas continuas maldições.
Quando escreveu isso, Marx tinha dezoito anos. O plano de sua vida já havia sido estabelecido. Ele desejava arruinar o mundo. A ambição dele era construir para si um trono, e isso se tornou satanicamente realidade, pois seus livros e ideias estão literalmente entronizados em universidades do mundo inteiro. O esquerdismo, por suas raízes no marxismo satânico, sempre termina em tragédia, para a igreja e para o mundo.

“Outro evangelho” e a fundação do MEP

Embora nos preocupemos com infiltrações satânicas na igreja, ainda não enxergamos que uma grande infiltração já ocorreu, com aparência de anjo de luz, sendo defendida por grandes pastores e revistas. O Apóstolo Paulo alertou:
“Estou chocado de que estejais vos desviando tão depressa daquele que vos chamou pela graça de Cristo, para seguirem outro evangelho, que na verdade, não é o Evangelho. O que acontece é que algumas pessoas vos estão confundindo, com o objetivo de corromper o Evangelho de Cristo. Contudo, ainda que nós ou mesmo um anjo dos céus vos anuncie um evangelho diferente do que já vos pregamos, seja considerado maldito! Conforme já vos revelei antes, declaro uma vez mais: qualquer pessoa que vos pregar um evangelho diferente daquele que já recebestes, seja amaldiçoado!” (Gálatas 1:6-9 KJA)
Consciente do alerta da Bíblia, fui o primeiro cristão do Brasil a denunciar publicamente um homem que nos trouxe um evangelho diferente. Com esse evangelho diferente, ele se tornou membro do PT, teve encontros com Lula e trabalhou ativamente no passado em prol do PT, só abandonando o Partido das Trevas porque, na visão dele, o PT estava abandonando o socialismo e se tornando mais “capitalista”.
Cavalcanti deixou o PT, mas nunca renunciou ao marxismo. Aliás, ele foi o fundador do maior movimento esquerdista evangélico da história do Brasil — o MEP, Movimento Evangelho Progressista. Preocupado com a reação do público evangélico diante das ambições políticas de seu outro evangelho, Cavalcanti teve todo o cuidado de não apresentar o MEP como descaradamente comunista, esquerdista, marxista ou socialista.
O bispo Robinson Cavalcanti disse sobre a fundação do MEP:
Lembro-me do debate sobre a nomenclatura mais adequada quando da fundação do MEP: “evangélicos de esquerda”? “evangélicos revolucionários”? “evangélicos socialistas”? Optamos pela expressão menos controvertida de “progressistas”, embora isso lembre um conceito positivista. Hoje poderíamos falar em um “cristianismo profético”, em “Igreja profética”, em cristãos que incluem o profetismo (“denúncia das estruturas iníquas da sociedade”) em seu conceito de Missão, a serviço do Reino de Deus.
O MEP surge em 1990 com o sentimento de continuidade e aprofundamento de um discipulado integral, que inclui a cidadania responsável. Um importante movimento de opinião, afirmando a compatibilidade entre a fé cristã reformada, protestante, evangélica, com a democracia e o socialismo. O MEP estimulou essa militância nos partidos de esquerda, nos movimentos sociais e nos sindicatos filiados à CUT.
Fonte: OS CRISTÃOS PROGRESSISTAS E A CRISE DA ESQUERDA NO BRASIL, palestra apresentada por Dom Robinson Cavalcanti, em nome do Movimento Evangélico Progressista, no Encontro promovido pelo CLAI (Secretaria Regional para o Brasil) em Brasília, 29 de agosto de 2003.
A astúcia desse homem não permitia que o MEP fosse publicamente designado pelo que realmente era: marxista. Como um dos mais importantes estrategistas e proclamadores de outro evangelho, Cavalcanti tinha de ser denunciado — na vida ou na morte. Essa tarefa cabia especialmente aos críticos do mundo gospel. Mas, muito diferente do que sempre fizeram com Malafaia — onde a crítica de boca escancarada é a regra —, a regra deles para Cavalcanti e outros pregadores de outro evangelho é a boca fechada.
Só o silêncio já é pecado para eles, pois se a missão deles é realmente defender o Evangelho, por que Vargens teve o trabalho de escrever dois artigos sobre o bispo sem mencionar seu “outro evangelho”? Aliás, Vargens, que critica regularmente Silas Malafaia e outros neopentecostais por nome, nunca fez uma única menção negativa a Cavalcanti. Cito Vargens porque o conheço pessoalmente e sei com quem ele anda: ele está diretamente ligado à turma teológica do Mackenzie, cujos estudantes ficaram famosos por confrontarem publicamente militantes esquerdistas durante o regime militar.

“Sigam o blog do Renato Vargens sem restrição!”

Na verdade, essa amizade é tão estreita que logo que escrevi meu artigo denunciando a incoerência de Vargens, teólogos do Mackenzie e aliados se manifestaram prontamente para dar apoio irrestrito a ele. Augustus Nicodemus, chanceler do Mackenzie, deu o tiro de partida, dizendo em sua página de Facebook: “Recomendo o blog do Renato Vargens sem restrição”. Norma Braga e outros copiaram e retransmitiram. “Sem restrição” significa, de acordo com o Dicionário Michaelis, “sem reservas”, “incondicionalmente”. Significa que eles concordam, TOTALMENTE, com tudo o que Vargens diz e disse em seu blog.
E eu que achava que os cristãos nunca alcançariam esse sublime estado de perfeição na terra! Preciso descobrir o segredo divino do Vargens. Meus leitores me apoiam com restrições e críticas. Mas Vargens virou um anjo! Se do lado neopentecostal você encontra apóstolos e bispos, do lado antineopentecostal você encontra criaturas muito mais graduadas. Ninguém pode negar que os anjos estão em hierarquia acima dos pastores, apóstolos e bispos.
O que é fascinante nessa questão é que Augustus Nicodemus Lopes é um teólogo, especialista em hermenêutica. Norma Braga é escritora. Ambos estão aptos a entender profundamente o significado das palavras. Portanto, esse termo “sem restrições” não foi um mero descuido deles. Foi um termo proferido com entusiasmo e convicção, por quem sabe o que fala.

Vejamos agora o comportamento do anjo que é recomendado sem restrição, o anjo que critica Silas Malafaia, mas nunca criticou Cavalcanti.

Renato Vargens faz propaganda de Caio Fábio

Tal qual o Genizah, Renato Vargens, até onde pode, divulga “pregações” de Caio Fábio. Veja a divulgação dele aqui e aqui, com Caio Fábio, para variar, atacando Malafaia. Divulgar o excelente trabalho de Malafaia contra o aborto e a agenda gay ou as posturas pró-vida e pró-família da Marcha para Jesus? Isso nem passa pela cabeça do Vargens. Só para recordar, recebo de Caio Fábio o mesmo tratamento de zombaria que recebo do Genizah.
Confira a zombaria aqui: Caio Fábio ataca Julio Severo

Genizah elogia Caio Fábio e ataca Julio Severo e Olavo de Carvalho

Quanto ao Genizah, esse blog calvinista debochador faz vários elogios e divulgações de Caio Fábio, Cavalcanti e outros “mestres” da Teologia da Missão Integral. Elogia também Leonardo Boff, o “mestre” da Teologia da Libertação. Para mim (e para Olavo de Carvalho), o tratamento é o contrário. Recentemente, Danilo Fernandes, o dono do Genizah, debochou:
E por falar em gente mal intencionada, a minha impressão negativa sobre Pat Robertson ganhou outro patamar quando um certo blogueiro parecido com o INRI Cristo, hoje roommate nos Estados Unidos de Olavinho, a cloaca senil, de Carvalho apoiou a mesma tese racista relativamente ao povo sofrido do Haiti…
Está muito claro que a verdade e a sã doutrina são meros detalhes na defesa dos ideais políticos de INRIzinho. Doutrina cristã não é a praia dele. O camarada é apologista do ideal reacionário e, na sua defesa tropega da ideologia olaviana, ele segue uma linha de raciocínio típica dos esquizofrênicos paranoides, onde se alguém emite uma opinião em concordância com a opinião específica de outra pessoa, a qual defenda alguma tese que o esquizofrênico paranoide esteja vidrado, para este, os dois são iguais e concordam em tudo.

“Defensor da fé”

Como será mostrado mais adiante, Vargens declarou em seu blog: “Louvo a Deus pelos defensores da fé… pelos blogs de apologética como o… Genizah.”
O Genizah promove Cavalcanti, e isso é apologética e defesa da fé.
O Genizah ataca Malafaia, e isso é apologética e defesa da fé.
O Genizah promove Caio Fábio, e isso é apologética e defesa da fé.
O Genizah ataca Julio Severo e Olavo de Carvalho, e isso é apologética e defesa da fé.
O Genizah promove Ariovaldo Ramos, e isso é apologética e defesa da fé.
E ai de quem não louvar o “defensor da fé” e “blog apologético”!
Se temos agora que seguir o blog do Renato Vargens sem restrição, então somos obrigados a dizer: “Oh, Deus, te louvamos porque o Genizah é um blog apologético que defende a fé única e verdadeira nos protegendo de heréticos como Silas Malafaia, Olavo de Carvalho e Julio Severo e nos iluminando com a luz de Cavalcanti, Caio Fábio e Ariovaldo Ramos”.
Ataque a Teologia da Prosperidade e você ganha o direito de promover a Teologia da Libertação, Leonardo Boff, Caio Fábio e Cavalcanti e ainda posar de “santo”, “defensor da fé” e especialista em “apologética”! Com todos esses privilégios, quem é que não vai querer participar, ou pelo menos emudecer?
Genizah e Vargens são implacáveis contra a Teologia da Prosperidade e seus pastores. Mas os dois divulgam sistematicamente o “profeta” Cavalcanti, Caio Fábio e Ariovaldo Ramos, emudecendo com relação aos erros e aberrações desses homens. Aliás, eles vivem à vontade entre teólogos e pastores liberais, nunca os confrontando.
O que está por trás dos ataques aos neopentecostais? O que está por trás da promoção aos pastores liberais e o silêncio diante dos erros deles?
Por que os chamados apologetas calvinistas se calam diante de Cavalcanti, Genizah & Cia? Será que Cavalcanti, Genizah & Cia estão desculpados em todos os seus pecados e liberalismo apenas por sua posição de atacar a Teologia da Prosperidade e os neopentecostais — esporte predileto dos calvinistas liberais e cessacionistas?

Cavalcanti: Teologia da Prosperidade é reflexo do capitalismo

Robinson Cavalcanti via a Teologia da Prosperidade como expressão do capitalismo. Isso pode explicar a razão por que adeptos da Teologia da Missão Integral invariavelmente sejam os mais raivosos contra os adeptos da Teologia da Prosperidade. Embora tentem camuflar sua hostilidade com preocupações “teológicas”, “bíblicas” ou “apologéticas”, sua fonte é essencialmente ideológica.
Em recente entrevista à revista Cristianismo Hoje, Caio Fábio declarou que o grande momento para unificar as igrejas evangélicas do Brasil foi o início da década de 1980. Na entrevista, feita por Danilo Fernandes, do Genizah, Caio Fábio desabafou: “A teologia da prosperidade não existia por aqui, o que prevalecia era a teologia da missão integral. Havia uma quantidade enorme de pastores [adeptos da teologia da missão integral]”. Esse prevalecimento, de acordo com ele, ocorria de forma especial no Congresso Brasileiro de Evangelização, onde até hoje a Teologia da Missão Integral está no pedestal. Mas Deus, em sua graça, destruiu a unificação evangélica que quase ocorreu no começo da década de 1980: Pouco tempo depois, veio a Teologia da Prosperidade, com força total, quebrando a espinha dorsal do monopólio da Teologia da Missão Integral, essencialmente arruinando todos os esquemas socialistas maiores que estavam sendo arquitetados.
A ascensão do neopentecostalismo destroçou o consenso que, de acordo com Caio Fábio, estava se avolumando entre as igrejas com relação à Teologia da Missão Integral.
A destronação da Teologia da Missão Integral foi um golpe “imperdoável”, provocando uma demonização sem precedentes das igrejas neopentecostais, sob a capa de seriedade espiritual e devoção religiosa. Caio Fábio e Robinson Cavalcanti, que tiveram papel destacado em iniciativas para aproximar os evangélicos do PT, se tornaram “profetas” contra a Teologia da Prosperidade e a favor da Teologia da Missão Integral, que usa o Evangelho apenas como palanque da ideologia socialista.
Por atacar a Teologia da Prosperidade, Cavalcanti e outros “mestres” da Teologia da Missão Integral ganharam isenção de toda crítica. Afinal, o Brasil vive uma temporada livre de caça aos adeptos da Teologia da Prosperidade. Por determinação de uma minoria de pastores liberais e pelo silêncio da maioria, é proibido colocar a Teologia da Missão Integral nessa temporada.
Assim, é natural ver multidões aproveitando a temporada de caça, e depois mostrando aos amigos apologetas e genizistas: “Ei, cacei um neopentecostal! Coloquem-me na primeira página! Mereço os holofotes! Mereço prêmios e condecorações!”

“Profecias, línguas, visões e outros dons do Espírito Santo cessaram há dois mil anos…”

Os neopentecostais, especialmente sua Teologia da Prosperidade, são atacados implacavelmente pelo Genizah, Vargens & Cia. Contudo, se a questão da Teologia da Prosperidade for resolvida, Vargens e seus amigos do Mackenzie ficarão satisfeitos? Claro que não. Eles são cessacionistas — religiosos que acreditam que os dons do Espírito Santo eram apenas para a época dos apóstolos. Portanto, na visão deles, hoje não existe genuínas profecias, dons de cura, dons de línguas, etc.
Eles realmente acreditam que os cristãos que têm esses dons hoje não os receberam de Deus. A questão deles, pois, com os neopentecostais e pentecostais é muito mais profunda e espinhosa, não se limitando apenas à Teologia da Prosperidade. Os dons sobrenaturais do Espirito Santo também estão incluídos na lista de condenação deles do que os cristãos hoje podem ou não ter.
Infelizmente, a heresia cessacionista — que faz seus adeptos ridicularizarem e atribuírem ao diabo as manifestações legítimas do Espírito Santo na vida de milhões de cristãos atualmente — não é atacada com veemência e seriedade por quase ninguém atualmente. (Quem encontrar um apologeta denunciando a heresia cessacionista ganha um pirulito!)
O que tenho para dizer para Vargens e os calvinistas que o apoiam sem restrição é: cuidem de seu quintal. As maiores igrejas presbiterianas do mundo estão descambando para a ordenação de pastores gays e lésbicas. Portanto, parem sua preocupação obsessiva com os pentecostais e neopentecostais e cuidem de seu próprio quintal.
Nunca vi Vargens, que tem 100% de apoio de outros calvinistas, criticar e condenar Robinson Cavalcanti e seus males teológicos e políticos.
Mas tenho certeza de que Vargens jamais perdoaria se visse o Apóstolo Paulo ou outro cristão fazendo isso HOJE:
“E Deus pelas mãos de Paulo fazia maravilhas extraordinárias. De sorte que até os lenços e aventais se levavam do seu corpo aos enfermos, e as enfermidades fugiam deles, e os espíritos malignos saíam.” (Atos 19:11-12 ACF)
O que Paulo fazia era totalmente estranho e avesso à teologia seca e morta dos judeus de sua época, e duvido que seria diferente para os adeptos modernos de teologias secas e mortas.
Provavelmente, pelas mãos de Paulo muitas outras maravilhas extraordinárias eram feitas, não só com lenços e aventais. Mas se hoje um cristão imita Paulo, com lenços ou aventais ou outros objetos, os adeptos da teologia cessacionista prontamente negam que isso seja de Deus, pois afinal, para eles, os dons espirituais cessaram com os primeiros apóstolos, como se o próprio Espírito Santo tivesse ficado velhinho e se aposentado!

Maiores milagres nos últimos dias

É possível hoje um cristão ser usado por Deus para que milagres extraordinários sejam realizados através de lenços, aventais e outros objetos? Claro que sim. Jesus realizou milagres imensos e Ele disse para nós:
“Na verdade, na verdade vos digo que aquele que crê em mim também fará as obras que eu faço, e as fará maiores do que estas, porque eu vou para meu Pai.” (João 14:12 ACF)
“Aquele que crer e for batizado será salvo. Todavia, quem não crer será condenado! E estes sinais acompanharão aos que crerem: em meu Nome expulsarão demônios; em línguas novas falarão. Pegarão serpentes com as mãos; e, se algo mortífero beberem, de modo nenhum lhes fará mal, sobre os enfermos imporão as mãos e eles serão curados!” (Marcos 16:16-18 KJA)
E nós, que estamos nos últimos dias, somos alvos de promessas não de cessação dos dons, mas de maiores manifestação deles:
“Nos últimos dias, diz o Senhor, que derramarei do meu Espírito sobre todos os povos, os seus filhos e as suas filhas profetizarão, os jovens terão visões, os velhos terão sonhos”. (Atos 2:17 KJA)
De acordo com Jesus, nós que cremos nEle podemos sim fazer obras maiores do que os grandes milagres que Ele realizou, seja por meio de lenços, aventais ou outros objetos ou o que o Espírito Santo inspirar, por mais estranho que possa parecer aos adeptos de teologias mortas e secas, ou por mais escandaloso que possa parecer para os que têm fé firme de que os dons espirituais sobrenaturais só existiram há 2.000 anos e o que se vê hoje, de acordo com eles, é falsificação e operação demoníaca.
Para eles, Deus hoje não fala mais através de sonhos, visões e profecias. Curas por dons espirituais e palavras proféticas? Heresia!
Como a maior parte da igreja brasileira, eu creio que Deus fala hoje, que Deus cura hoje, que Deus faz milagres e maravilhas hoje e que Deus dá dons de visões e profecias hoje. Tenho essa convicção porque não quero andar na contramão da Palavra de Deus e do mover do Espírito Santo.
Creio que os que creem em Jesus podem hoje realizar maiores milagres. Creio na Palavra de Deus. Mas tenho desconfiança de cristãos que se dizem profetas e apoiaram Lula. Tenho desconfiança de líderes cristãos que dizem que oraram e a resposta foi José Serra ou Marina Silva. Tenho desconfiança de cristãos que dizem que oraram e Deus os dirigiu a votar num cristão marxista, profundamente comprometido com a Teologia da Libertação.

A união oportunista de críticos ideológicos e teológicos da Teologia da Prosperidade

Enquanto os críticos ideológicos e liberais teológicos criticam a Teologia da Prosperidade por vê-la como reflexo do capitalismo, críticos teológicos tradicionalistas atacam porque são fundamentalmente contra tudo o que venha do neopentecostalismo.
O fato de que igrejas e líderes não liberais silenciem diante das críticas ideológicas das igrejas da Teologia da Missão Integral deve-se exclusivamente ao ranço teológico, que no final acaba beneficiando o liberalismo teológico, que cresce debaixo do silêncio comprometedor daqueles que deveriam denunciar os perigos maiores da Teologia da Missão Integral.
Os críticos teológicos liberais só vão parar de criticar os neopentecostais depois que os neopentecostais abraçarem a Teologia da Missão Integral.
Os críticos teológicos tradicionalistas só vão parar de criticar os neopentecostais depois que os neopentecostais abandonarem a Teologia da Prosperidade, e depois que abandonarem falar em línguas, profecias, expulsão de demônios, etc. Mas as exigências teológicas, com certeza, não vão parar por aí.

O que você deve fazer com um crítico da Teologia da Prosperidade?

Qual deve ser sua atitude quando encontrar um crítico do mundo gospel numa igreja ou conferência? Você que é pastor ou responsável pela conferência, exija que o crítico só trate dos problemas da Teologia da Prosperidade depois que ele denunciar a Teologia da Missão Integral e a heresia cessacionista. Se o especialista em crítica não aceitar esses justos termos, mande-o plantar batatas no quintal da casa dele.
Se ele quiser atacar Silas Malafaia ou R.R. Soares, exija dele: “Você passou anos atacando esses dois telepastores neopentecostais, mas nunca criticou Ariovaldo Ramos e outros promotores da Teologia da Missão Integral, inclusive o Genizah. Você também nunca atacou a heresia cessacionista. Se não começar agora a denunciar essas heresias, vou vê-lo como falso mestre de hoje em diante”.

Renato Vargens recomenda Ariovaldo Ramos e Genizah

Por falar em Ariovaldo Ramos, Vargens recomendou publicamente que seus leitores o seguissem no Twitter. Veja aqui. O Genizah & Cia dizem “amém”! Augustus Nicodemos completa: “Sigam o blog do Renato Vargens sem restrição!”
Vargens também disse: “Louvo a Deus pelos defensores da fé… pelos blogs de apologética como o da Nani, Genizah, Púlpito Cristão, Márcio de Souza, Hermes Fernandes, e dezenas de outros mais que diariamente lutam contra os ensinamentos espúrios dos apóstolos modernos”.
Os que seguem Vargens sem restrição em tudo o que ele disse têm também o dever de “louvar a Deus” pelo Genizah e outros debochadores. Como é horrível seguir incondicionalmente meros mortais!
Hermes Fernandes, que foi recomendado por Vargens, já foi repreendido publicamente por ter debochado de Olavo de Carvalho, mas recebeu resposta à altura, que você pode ver aqui:
Em outra ocasião, Vargens louvou a Deus por Antônio Carlos Costa, pela “ousadia de levantar a bandeira da paz neste país”. Essa “ousadia” foi compactuar com a ideia de paz do socialismo: desarmamento da população civil. Vargens também “Bendisse ao Senhor por teólogos como… Ariovaldo Ramos”. Você pode encontrar esses disparates aqui no blog do Vargens. E você pode apostar que o PT e outros socialistas devem estar louvando todos os deuses e deusas por um líder evangélico calvinista progressista como Antônio Carlos Costa que trabalha pelo desarmamento.
Sobre desarmamento, tenho este artigo:
Dá, realmente, para seguir o blog do Renato Vargens sem restrição? Faça essa pergunta ao Rev. Augustus Nicodemus, do Mackenzie.
Aliás, foi graças à intervenção do Rev. Nicodemus, que postou o primeiro comentário de apoio ao texto do Vargens — que tentou defender seus disparates sobre Cavalcanti dizendo que não é socialista , que todos os outros mackenzistas e aliados imediatamente seguiram o rastro, fazendo seus comentários e achando que estavam autorizados a apoiar Vargens e me atacar. Meteram-se na questão do Vargens e Cavalcanti sem nem mesmo dar atenção à Palavra de Deus:
“Como alguém que decide pegar um cão pelas orelhas, assim sofre aquele que se mete em discussão alheia!” (Provérbios 26:17 KJA)
Meu longo artigo é, pois, um reforço ao que eu disse sobre a incoerência do Vargens e também uma resposta às acusações dos que a Palavra de Deus chama de “metidos”.
Eu já havia tratado do assunto do Vargens e Cavalcanti adequadamente neste artigo:

Julio Severo responde aos críticos que não gostam de ser criticados

O que fica mais que evidente é que a turma que adora criticar (vejam só!) não adora ser criticada. Bastou a “recomendação ‘sem exceção’” do Rev. Nicodemus, literalmente sacralizando as incoerências do Vargens, que a turma mackenzista & cia saiu em tropel em defesa do crítico incoerente, sem parar para olhar mais nada. Sorte a recomendação sem exceção não ter envolvido pulo em abismo!
Nessa altura, podemos pensar: será que até mesmo Calvino recebe de seus seguidores um apoio incondicional e sem exceção?
Darei, a seguir, minhas respostas aos que não gostam de críticas e criticaram a mim no blog do Vargens:
Tiago Santos: Ô, moleque, que vai atrás de recomendações sem restrição e tenta agradar lambendo botas e solas dos recomendadores e recomendados. Por que você não cuida melhor da Editora Fiel, que já chegou a colocar propaganda no Genizah? No comentário de apoio ao Vargens, você disse: “Acusá-lo de esquerdismo por sua palavra de respeito à vida do bispo que foi brutalmente assassinado tange a desonestidade e beira o absurdo”. Ora, ora, Sua Santidade Tiago, o único acusado de esquerdismo foi o Cavalcanti. E o que Vargens disse da cantora que morreu? Repito o que ele disse: “Amy Winehouse, o pecado veio cobrar a sua conta”. Não se pode dizer então: “Robinson Cavalcanti, o pecado veio cobrar a sua conta”? Sua teologia é que todos os descrentes vão para o inferno e todos os pastores, inclusive Cavalcanti, vão para o céu? Isso parece predestinação calvinista, bem típico de você e seu grupo.
Ora, você finge desconhecer que a punição para os que conhecem o Evangelho e o distorcem é maior do que para aqueles que, sem o conhecer, pecaram por toda a vida.
Você também disse: “Concluo expressando minha tristeza por perceber que há alguns que confundem a fé cristã com conservadorismo político. Aquela está muito acima desta — e é a base da boa política”.
Alguns, quem, rapaz? Seu comentário deveria ter lidado com a incoerência do Vargens, sem jogar indiretas. Você não poderia estar falando de outra pessoa. Qualquer criança sabe que você se referia a mim.
Agora pergunto: com base em que você faz acusações sobre a vida cristã de outra pessoa?
Você não conhece minha vida devocional, não conhece minha vida familiar, nada sabe da minha vida na igreja local que frequento e nem da minha vida na comunidade em que atualmente moro. Você desconhece meu testemunho na vida diária, desconhece as minhas atividades ministeriais que não aparecem em meu blog, e desconhece outros posicionamentos e convicções minhas em outras áreas.
Mesmo assim, você se atreve a lançar acusações estúpidas.
Querendo por em dúvida a qualidade e a autenticidade da minha fé a fim de justificar, desviar ou acobertar as incoerências do Vargens, você mostrou a qualidade da sua própria fé. Tal erro é muito grave, pois não há nada no padrão ético da Bíblia que justifique sua acusação à minha pessoa ou a qualquer outra pessoa.
Duvido que o propósito da Editora Fiel seja gerar na vida dos leitores o comportamento que você demonstrou. Seja como for, leitores verdadeiramente guiados pelo Espírito Santo não se deixam influenciar por tal carnalidade.
Portanto, deixe de molecagem, e aja com a responsabilidade de um verdadeiro servo de Deus. E isso não vale apenas para você. Vale para todos os que, vergonhosamente, apoiaram sua acusação, como Norma Braga, Uziel Santana e outros.
Norma Braga disse: “É uma piada de muito mau gosto dizer que você é de esquerda”. “Vargens é de esquerda” não são palavras que eu disse, mas que você colocou na minha boca. O que eu disse é que o Vargens é um incoerente. Como você chama um crítico que critica tudo e diz ser contra o marxismo, mas não critica Cavalcanti por seus pecados descarados? Como você chama alguém que diz “Amy Winehouse, o pecado veio cobrar a sua conta”, mas não aplica o mesmo princípio ao bispo que pregava marxismo e depravação? Como você chama um homem que silencia diante dos pecados de Cavalcanti e elogia todos os que debocham de mim e do Olavo de Carvalho? Vargens é um incoerente. Como chamamos alguém que diz condenar o marxismo, mas anda a vontade com pastores dessa linha, os elogia e louva a Deus pela vida deles? Não consigo imaginar o Apóstolo Paulo louvando a Deus por nenhum dos pregadores que proclamavam outro evangelho. Paulo não teria elogiado nem mesmo um anjo se tivesse feito isso.

Mas no seu caso, como você também já declarou que recomenda Renato Vargens “sem restrição”, temos novamente a questão de um anjo encarnado, que não erra. E o que é mais grave: os erros notórios do Vargens passam a ser também os seus, quer você goste disso ou não.

Voltando ao ponto central: Cavalcanti era ou não falso mestre? O que está em questão aqui não é o que você imagina sobre mim e outras pessoas. De leitores de alma, já basta Caio Fábio. E você apoiou a interpretação de alma que o Tiago Santos fez, postando até um elogio seu ao que você chamou de “testemunho bonito” do Tiago Santos. Mas uma amiga sua disse para você sobre esse “testemunho bonito”:
“Eu sei que o Pr. Renato é excelente pessoa. Mas só tem um senão no texto: eu não considero socialistas como irmãos em Cristo, já que o socialismo é frontalmente contrario à fé cristã e sempre procurou e a procura destruir. Prova é o que tem acontecido no mundo e no Brasil. Que o Robinson não era conservador, não era mesmo, hehe”.
É mais fácil levantar qualquer acusação contra mim do que reconhecer que o “anjo” não é dotado de infalibilidade?
Leia minha resposta acima ao Tiago. Vargens — e os que tentam acobertar sua incoerência — fez um desserviço ao Evangelho ao prestar solidariedade a um dos maiores estrategistas do outro evangelho no Brasil.
Uziel Santana: “O fundamento da nossa ação no Reino ou no mundo sempre deve ser Cristo. Não deve haver outro fundamento, seja ele de direita ou de esquerda. Como bem disse o Tiago, confundir as bases da nossa fé com o conservadorismo político é inadmissível, principiante e coisa de quem, ao contrário do que prega as Escrituras, está em busca de partidarismos e divisões na Igreja de Cristo”.
Sua acusação foi além da do Tiago. “Partidarismos e divisões na Igreja de Cristo”? Você está falando do Genizah, Ariovaldo Ramos, Robinson Cavalcanti ou de mim? Prove sua acusação.
Nem direita nem esquerda são o fundamento do Cristianismo, mas a verdadeira fé cristã se expressa com posturas conservadoras. As posturas conservadoras são um dos frutos do verdadeiro Cristianismo, e ficam evidentes quando o cristão maduro tem oportunidades de dar seu testemunho público em questões culturais e políticas. Durante o governo militar, os estudantes do Mackenzie, de direita, entravam em violentos confrontos de rua com os estudantes da esquerda. Acredito que a direita não era a base da fé deles, assim como não é da minha. E só para constar: nunca tive violentos confrontos de rua com nenhum esquerdista.
O que é inadmissível é que, com a desculpa de pregar o evangelho, se faça vista grossa ao apoio à Teologia da Missão Integral, à heresia cessacionista e às incoerências e pecados óbvios de lideranças evangélicas, com o interesse oportunista de forjar uma artificial “união na Igreja de Cristo”, visando, obviamente, alcançar maior poder, visibilidade e influência diante de determinados movimentos. A fé cristã ou ação no Reino sempre foram desculpas bem arranjadas para manipuladores do Evangelho como Cavalcanti. Você conhece a história das grandes denominações brasileiras, repletas de pastores liberais, maçons e esquerdistas. Sabe do que estou falando.
Convenhamos, Uziel, você está hostil comigo desde que rejeitei seu apoio a Marina Silva. Conforme você me disse, você orou e Marina foi a resposta. De forma igual, Valnice Milhomens orou e Marina foi a resposta. Mas duvido muito que foi Deus quem deu uma resposta a vocês. E seus amigos cessacionistas também duvidam com certeza, mas por outros motivos. Contudo, você não se pronuncia sobre suas discordâncias com eles, evitando o confronto do erro, apenas para alimentar interesses de poder, visibilidade e influência debaixo da capa de amor e união cristã.
Você poderia citar para seus amigos cessacionistas John Piper, que é teólogo calvinista e crê nos dons sobrenaturais do Espírito Santo para hoje, inclusive o dom de línguas. Já está mais do que na hora de confrontar a heresia cessacionista, não?
Desde o episódio da Marina, parei de publicar seus artigos e de recomendá-los.
Eu avisei você que Marina tem como conselheiros Leonardo Boff e Caio Fábio. Ambas as criaturas são apoiadas pelo Genizah. E você ainda me perguntou “O que é que você tem contra o Genizah?” O orgulho de satanás foi querer grandeza e posições elevadas. E esse é um problema sério que você tem de lidar na sua própria vida, pois desde que parei de lhe dar oportunidades de publicação, você está em hostilidade.
O que você quer que eu pense a seu respeito, diante de tudo isso?
Solano Portela: Você, como eu, é contra o desarmamento da população civil. Mas já expus minha discordância com você por ter citado favoravelmente o Rio de Paz, organização desarmamentista amplamente apoiada pelo Genizah. Isso é incoerência. Agora, você apareceu no blog do Vargens para participar do ataque em grupo contra mim. Pare de ser incoerente. Copiei aqui meu comentário para você em 2008:
Olá, Rev. Solano! Parabéns pelo excelente artigo! Eu queria publicá-lo no meu blog, mas fiquei preocupado porque seu texto faz divulgação do Rio de Paz, que recentemente patrocinou palestra do ultra-esquerdista Bispo Robinson Cavalcanti. Além disso, as campanhas do Rio de Paz, que lidam com questões de violência e segurança pública, não defendem o direito natural dos cidadãos à defesa pessoal e armada. São campanhas que acabam atendendo aos interesses da ideologia esquerdista (principalmente o desarmamento, tão querido da esquerda) e, como todos somos testemunhas, o esquerdismo é uma doença mental afetando e impulsionando não só o governo Lula, mas também o movimento homossexual. Sou pela paz, mas não a paz da esquerda ou do inferno. Sou pela paz de Cristo, que deve reinar nos corações, junto com a justiça de Deus.
Ciro Sanches Zibordi também comentou, aproveitando a proteção do grupo, para expor elogios ao Vargens e me atacar. Ciro, que já foi repreendido por mim por suas incoerências ao atacar Malafaia, hoje se queixa por ser criticado por criticar. Para aqueles que querem conhecer o motivo do Ciro ter aparecido no blog do Vargens para me criticar em grupo, leiam o artigo:
Euder Faber disse: “A postura de Renato Vargens tem sido pautada pela coerência ética e bíblica, afirmar que ele é um esquerdista é um absurdo. Renato conta com a solidariedade dos que fazem a Vinacc”. Não chamo de coerência ética e muito menos bíblica elogiar Cavalcanti, Ariovaldo Ramos e Genizah. Quem colocou na minha boca a afirmação de que “Vargens é um esquerdista” foi a Norma Braga. Mas é inegável que várias das más companhias dele são esquerdistas. Isso eu deixei muito claro no meu artigo, mas você preferiu se esquivar de todas as ligações do Vargens plantando algo na minha boca. Vargens é um incoerente. Como chamamos alguém que diz condenar o marxismo, mas anda a vontade com pastores dessa linha, os elogia e louva a Deus pela vida deles? Não consigo imaginar o Apóstolo Paulo louvando a Deus por nenhum dos pregadores que proclamavam outro evangelho. Paulo não teria elogiado nem mesmo um anjo se tivesse feito isso.
O papel da VINACC hoje se reduz a se solidarizar com um homem que se solidariza com pastores, líderes e falsos mestres que abraçaram outro evangelho?
O stand da revista Ultimato está sempre nos eventos da VINACC. Então, você tem assuntos muito mais importantes para se preocupar do que seguir “recomendações sem restrição”.
Leonardo Gonçalves, antigo aliado do Genizah e dono do Púlpito Cristão, aproveitou para mostrar sua cara nos comentários. Dois anos atrás, Leonardo participou de um conluio com o Genizah para me atacar, e agora tenta repetir a proeza. Será que sou tão forte assim que o Leonardo só consegue me atacar protegido em bando?
Supondo que não foi por mágoa (não leio a alma de ninguém) nem por um nojento espírito de matilha que você e outros tomaram as dores do Vargens depois do meu artigo mostrando as incoerências daquele que foi recomendado sem restrição, foi então por qual motivo? Foi por zelo à sã doutrina?
Para aqueles que querem conhecer o embate que o senhor Leonardo já teve comigo no passado, leiam o artigo:

Jean Wyllys está certo

Desgraçadamente, tenho de concordar com Jean Wyllys quando disse que os calvinistas são os maiores aliados do movimento gay. Sustentam com unhas e dentes uma apologética raivosa militantemente antineopentecostal, mas toleram o outro evangelho baseado nas ideias de Karl Marx. Não são progressistas, mas toleram essa ideologia, por amor a amizades e corporativismo doutrinário e denominacional. (Quando digo que não são progressistas, não me refiro aos calvinistas Genizah e Ariovaldo Ramos.)
É muito fácil criticar nominalmente pastores da Teologia da Prosperidade. Essa é a onda, que está provavelmente sendo usada para acobertar os próprios pecados dos críticos.
Mas onde está a coragem para denunciar os pregadores do outro evangelho, o evangelho que Cavalcanti pregava? Anos atrás, publiquei um artigo excelente denunciando nominalmente um dos maiores escritores esquerdistas do mundo evangélico. A pessoa que me ajudou a escrever não queria assinar o artigo comigo, pois criticar liberais evangélicos famosos custa caro. No caso dessa pessoa, poderia lhe custar oportunidades em grandes editoras do Brasil. Assim, embora o artigo trouxesse uma imensa contribuição dessa pessoa, fui obrigado a colocar somente minha assinatura, pois ela estava com muito medo de se expor a virar alvo de críticas.
Não tenho medo de críticas. Não tenho medo também de perder oportunidades. Semanas atrás, um dos maiores jornais seculares dos EUA me convidou oficialmente para ser colunista, me tentando com ofertas de um futuro de fama e riquezas. Não pude aceitar porque o dono do jornal é um dos maiores heréticos do mundo.
Não tenho medo nenhum de nadar contra a maré, mesmo quando sou diretamente prejudicado. O mais importante para mim é não negar o nome de Jesus publicamente.
É fácil nadar com a corrente. O difícil é nadar contra a corrente e modismos.
É fácil então enfrentar um cristão como eu. O Genizah faz isso muito bem: com deboches, calúnias e mentiras. Mas não é fácil enfrentar liberais, que vivem cercados de matilhas e multidões enganadas.
O grupo do Mackenzie e simpatizantes que está me criticando por coisas que não sou exclusivamente para desviar a atenção das óbvias e indesculpáveis incoerências do Vargens deveria refletir melhor antes de se reunir como grupo de ataque.
Só entrei nesse assunto porque o foco dessa confusão — a falta de coerência, coragem e honestidade do Vargens de também escrever “Robinson Cavalcanti, o pecado veio cobrar a sua conta” — tem tudo a ver com anos de denúncias proféticas que venho fazendo contra o profetismo esquerdista de Cavalcanti.
Se o pastor Richard Wurmbrand estava certo ao afirmar que Karl Marx era satanista, então Cavalcanti tinha simpatia por uma ideologia satanista. O marxismo e suas variantes são infiltrações satânicas na igreja. É outro evangelho. Não faz, pois, sentido algum acobertar num bispo evangélico liberal tais diabólicas simpatias ou prestar solidariedade a um homem que tanto estrago provocou na igreja brasileira.

Críticos do mundo gospel atacam tudo, menos a heresia progressista

Críticos do mundo gospel atacam tudo, menos a heresia progressista

Julio Severo
Jean Wyllys disse que os calvinistas são aliados do movimento homossexual. Olhando para o Genizah, um tabloide sensacionalista assumidamente calvinista, as palavras de Wyllys se confirmam. Posições conservadoras são rotineiramente debochadas ali. Um dos alvos, é claro, sou eu. Do jeito que sou atacado pelo movimento gay, sou atacado pelo Genizah.
Provavelmente, quando mencionou aliança entre calvinistas e movimento gay, Jean Wyllys estava se referindo ao Genizah. Ele deve achar que essa autodenominada quadrilha deve representar todos os calvinistas do Brasil, pois suas defesas progressistas nunca são nominalmente contestadas por calvinistas conservadores, comprovando que o silêncio é tão danoso quanto a defesa descarada.
O silêncio danoso da maioria diante das arruaças de uma minoria deixa um ativista socialista gay secularista como Wyllys a vontade para elogiar os “aliados” calvinistas, e deixa a vontade pastores gays, que me atacam, para fazer semelhantes elogios ao Genizah.
O ataque mais recente veio não desses pseudo-pastores, mas do tabloide que eles amam. O Genizah, com sua liberdade de expressão, publicou um artigo de Ariovaldo Ramos, um calvinista progressista, chamando Robinson Cavalcanti de “profeta”. Ariovaldo é um dos “profetas” da Teologia da Missão Integral, considerada por ele a versão protestante da Teologia da Libertação, que tanto estrago marxista trouxe à Igreja Católica.
A versão protestante não foi menos maléfica. Em 2002, o Comitê Nacional Evangélico Lula 2002, sob inspiração e em parceria com o Movimento Evangélico Progressista (MEP), fundado por Cavalcanti, declarou: “Apoiamos Lula para presidente porque reconhecemos que várias propostas de seu programa de governo se identificam com a vocação profética da Igreja de Jesus Cristo”.
Se trabalhar com o PT e para o PT é “vocação profética da Igreja de Jesus Cristo”, então o ministério de Jeremias, Isaías e outros profetas da Bíblia não faz sentido algum.
A igreja evangélica brasileira está hoje tão contaminada e adoecida pelo trabalho sujo dos defensores de teologias marxistas que quando um deles é apontado como “profeta”, muitos se prostram e dizem “amém”, prestando reverência, idolatria, etc. E ainda apontam seu marxismo disfarçado de evangelho como instrumento de “bem” para a sociedade — como se o governo do PT, que é resultado dos esforços deles, fosse uma grande bênção para o Brasil. O elogio fúnebre do Genizah e outros evangélicos progressistas a Cavalcanti destacou esse “bem”. Nesse clima de euforia progressista, os discordantes se tornam “heréticos”.
Meu blog cometeu tal “heresia” ao reproduzir matéria jornalística secular tratando do bispo assasasinado, apenas acrescentando que o marxismo do morto que Genizah e Ariovaldo interpretam como “bem”, eu interpreto como “estrago”.
Pronto! Bastou isso para que Danilo Fernandes partisse para o ataque, com seu habitual deboche. É moleza ele fazer isso, pois os “profetas” progressistas têm uma multidão de seguidores. Os falsos profetas andam em matilha. Alguma semelhança com o profeta Jeremias, que tinha todo o povo de Israel contra ele? Profetas verdadeiros de Deus como Jeremias andavam sozinhos ou em companhia muito pequena.
Os calvinistas Danilo Fernandes e Ariovaldo Ramos já decidiram que o bispo marxista assassinado, e eles mesmos, são “profetas”. Os discordantes são heréticos.
E outros calvinistas, querendo ou não, embarcaram no mesmo “espírito”. Renato Vargens, em dois artigos, tratou o assassinato do bispo marxista como “grande perda”.
Em que sentido exatamente ocorreu essa “perda”? Teria então sido uma “desgraça” se o MEP de Cavalcanti não tivesse existido e ludibriado uma geração de evangélicos? Teria sido uma “desgraça” se o MEP não tivesse doutrinado pastores e outros líderes nas maravilhas do socialismo e do PT?
Evidentemente, não podemos presumir que os grandes estragos que o PT e outros partidos socialistas estão causando no Brasil são obra exclusiva de revolucionários e radicais seculares. Há envolvimento de cristãos também. É óbvio que a CNBB tem a maior parcela de culpa. Mas igualmente culpados sãos os líderes evangélicos que absorveram a contaminação “teológica” da CNBB e a transformaram num novo evangelho, incitando uma participação e ativismo político evangélico de acordo com os ditames de um Karl Marx supostamente dessatanizado.
Por que então os maiores criticadores do mundo gospel preferem o silêncio diante da heresia progressista? Por que a Teologia da Missão Integral, descaradamente pró-socialismo, se tornou um tabu?
Caricatura de Renato Vargens em seus tempos “apologéticos” de Genizah

Renato Vargens sabe criticar pastores quando vê seus erros. Desde o seus tempos “apologéticos” no Genizah, ele faz críticas ácidas a Silas Malafaia, sem nunca ter escrito um artigo inteiro sobre o trabalho de Malafaia em defesa da família. Eu, por exemplo, tenho críticas a Malafaia no meu blog. Mas também tenho elogios, pois tenho de ser justo e equilibrado.

Vargens também ataca muitos outros líderes, quase que exclusivamente neopentecostais. Há inúmeros artigos dele contra eles. Contudo, não há artigos de Vargens fazendo críticas necessárias a colegas calvinistas que provocam estragos nas igrejas e passam, erroneamente, a imagem de que todos os calvinistas são como eles. O mesmo calvinista Vargens que cita nominalmente Malafaia e outros líderes neopentecostais silencia o nome e as más ações de calvinistas progressistas, dando a impressão, para ativistas gays como Jean Wyllys, de que todos os calvinistas são como Danilo Fernandes do Genizah, ou como a maior igreja presbiteriana americana, que já está ordenando pastores gays.
Talvez os calvinistas conservadores evitem mencionar o nome e más obras de seus colegas progressistas a fim de não manchar o nome do calvinismo. Mas em última análise, omitir o nome deles em denúncias necessárias não traz benefício algum ao calvinismo.
No caso de Vargens, há questões óbvias, pois seu histórico inclui participação na organização esquerdista Rio de Paz, onde ele confessa que conheceu Cavalcanti. Rio de Paz foi fundada pelo calvinista progressista Antonio Carlos Costa. E, é claro, o histórico de Vargens inclui participação passada no igualmente progressista Genizah. É um histórico ligado a adoradores da Teologia da Missão Integral.
Vargens tem alguma dúvida sobre a heresia deles? Há um consenso conservador de que o evangelho progressista é outro evangelho, que apresenta vários salvadores, entre os quais Jesus e o socialismo. O próprio Rev. Augustus Nicodemus, um conceituado calvinista conservador no Brasil, tem um entendimento que vai nessa direção. Ele disse: “Depois de tantos séculos, nossos teólogos progressistas têm algo de novo para nos dizer sobre esse ponto? Os que tentaram, caíram nas antigas heresias soteriológicas já discutidas e refutadas ad nauseam pelos Pais da Igreja e pelos Reformadores”.
No entanto, seria fácil Vargens lidar com seu passado comprometedor. No genuíno espírito de Cristo, ele poderia ser publicamente honesto sobre seu passado público, dizendo que errou, mas que Deus operou na sua vida, dando-lhe uma nova mentalidade. Cristo é sempre o Deus de transformações sobrenaturais e novas oportunidades. Ele transforma pecadores (até mesmo pecadores religiosos e apologetas) em novas criaturas.
Mas, em vez de ser claro sobre seu passado progressista, Vargens é claro apenas nas críticas aos desafetos do Genizah e outros progressistas.
Ao contrário de Malafaia e outros neopentecostais, cujos nomes Vargens (e também o Genizah) cita com muito barulho e estardalhaço, as matérias estridentes de Vargens não mencionam Cavalcanti, Rio de Paz, Antonio Carlos Costa, Genizah e Danilo Fernandes. Nenhuma denúncia. Nenhuma menção negativa desses nomes. Só silêncio.
Pelo contrário, Vargens parece ter reclamado dos que reclamaram das inúmeras profetadas encapetadas do morto, dizendo:
“O frio assassinato de Robinson Cavalcanti e sua esposa pelo filho adotivo aponta nitidamente para o esfriamento do amor. Senão bastasse a tragédia de um filho matar os pais, encontramos inúmeras pessoas lidando com a situação com extrema frieza, tratando da morte do bispo anglicano com desdém e desprezo. Confesso que fico chocado com a forma que muitos lidam com o sofrimento humano!”
Vargens garantiu que o texto não era uma indireta a mim. Mesmo assim, Danilo Fernandes disse “amém” para Vargens, citando nominalmente meu nome.
Mas o que pareceu indireta mesmo foi um texto de Vargens desta semana onde ele disse:
“Caro leitor, por acaso você já reparou o fato de que existem inúmeras casas que vivem um verdadeiro inferno? Pois é, lamentavelmente em boa parte dos lares evangélicos encontramos inúmeras pessoas que brigam e discutem por coisas desnecessárias. Que tal contrapor-se aos valores deste mundo transformando o seu inferno familiar num pedacinho do céu?”
Claro que se um evangélico conservador tivesse feito tal comentário, a patrulha progressista o condenaria sumariamente como um comentário cruel, insensível, anticristão e muitos outros adjetivos. O passado progressista de Vargens tem pelo menos uma vantagem: garante-lhe salvo-conduto no território dos chamados “apologetas” e criticadores do mundo gospel.
Pena que o comentário veio tarde demais para um bispo assassinado por um filho que há anos guardava rancor do pai, que estava preocupado demais tentando transformar o Brasil num pedacinho de “céu” socialista.
Talvez Vargens tenha criticado Cavalcanti sem querer nesse caso. Mas em todos os outros casos, suas críticas são perfeitamente conscientes.
Ele criticou a Marcha para Jesus do ano passado, onde Silas Malafaia denunciou publicamente o PLC 122 e o STF por ter criado do nada uma permissão constitucional à união civil homossexual. Até mesmo Olavo de Carvalho e Nivaldo Cordeiro, que não são evangélicos, elogiaram a Marcha para Jesus que, quer aceitemos ou não, foi a maior manifestação pública contra os desmandos imorais do governo petista.
Mas do Genizah só vieram críticas. E Vargens se prestou a imitar sua antiga “quadrilha” — como o próprio Genizah gosta muito acertadamente de se definir.
Os telepastores responsáveis pela Marcha para Jesus são imperfeitos, mas, quer gostemos ou não, o próprio PT já reconheceu que hoje a única oposição ao socialismo no Brasil são as posições conservadoras de telepastores como Silas Malafaia e R.R. Soares que, ao serem confrontados com questões de aborto e homossexualismo, falam publicamente o que o PT não quer ouvir, falam o que está na Bíblia e educam suas imensas audiências na defesa da família, atrapalhando assim a hegemonia imoral da revolução marxista no Brasil.
A preocupação e alvo do PT e outros radicais socialistas não é o Genizah, Ariovaldo Ramos e outros evangélicos progressistas. Esses são colaboradores. O alvo são os telepastores neopentecostais, que também são alvo constante do Genizah, Renato Vargens & Cia.
Não dá para esperar nenhuma mudança positiva no Genizah. Mas como é que um pastor como Vargens, que anda com o pessoal do Mackenzie, considerado elite conservadora no Brasil, não consegue assumir uma postura genuinamente conservadora? Como é que ele, que já leu muitos dos escritos de Cavalcanti, nunca encontrou nada para criticar na vastidão progressista do morto? No imenso espírito crítico de Vargens não há espaço para lidar com o marxismo evangélico e suas camuflagens teológicas?
Vargens podia ter ficado calado, mas preferiu abrir a boca e dizer que o assassinato de um bispo marxista foi uma “grande perda”, essencialmente dizendo “amém” às bajulações do Genizah ao morto. Essencialmente desmentindo todos os evangélicos que acertadamente denunciaram as más ideias e obras do morto.
O fato é que as declarações de Vargens disseminaram confusão, fazendo o Christian Post apresentar Cavalcanti ao público americano como um conservador que ele nunca foi, com a autenticação de Vargens. E dando farta munição ao Genizah para, sem base nenhuma, atacar os que sempre denunciaram o marxismo do bispo morto.
O dono do Genizah, em seu ataque a mim, recomendou dois artigos: Um artigo totalmente debochado dele (mas sem assinatura), no seu blog laranja Observador Cristão, que se autointitula de “reformado conservador”. O outro, um texto de Renato Vargens que contém um lamento pela “grande perda” do bispo marxista.

Um profeta verdadeiro vai contra a multidão. Um profeta falso prioriza sua própria ideologia e os sentimentos adoecidos da multidão. Se Vargens quer ser uma voz profética, tem de renunciar aos seus tempos “apologéticos” no Genizah e embarcar no caminho estreito, onde o verdadeiro profeta é criticado e atacado pela maioria. Esse é o preço de ser uma voz profética que critica sob a direção de Deus.

Vargens fez uma boa coisa se desvinculando do Genizah, o blog oficial da apologética progressista. Essa é uma decisão difícil até mesmo para um conhecido pastor assembleiano. Mas é preciso muito mais. É preciso abandonar o espírito de Genizah, o espírito de lixo, que critica e debocha dos que estão pelo menos fazendo alguma coisa pelo Brasil, e poupa, defende e adula os que usam sua teologia marxista para jogar o Brasil no abismo.
Do contrário, Vargens engrossará as fileiras dos cristãos progressistas (ou esquerdistas, ou comunistas, ou socialistas) que cooperam com a revolução socialista. De aliados calvinistas (conscientes ou não) de Jean Wyllys e seus socialismo gayzista, já basta o Genizah.

O Kinsey gospel do Brasil e o marketing do sexo evangélico

O Kinsey gospel do Brasil e o marketing do sexo evangélico

Vigarice gospel exposta: site Observador Cristão é irmão gêmeo do Genizah

Julio Severo
Danilo Fernandes, o dono do tabloide sensacionalista Genizah, entrou no negócio rentável das pesquisas sexuais. Com sua pesquisa “O Sexo e o Crente” — supostamente sem fraudes e interesses comerciais — Danilo revela sobre o comportamento sexual evangélico brasileiro o que ninguém nunca ousou mostrar:
Quantos evangélicos cometem adultério?
Quantos evangélicos praticam homossexualismo?
Quantos evangélicos praticam sexo grupal?
Essas e outras questões são tratadas pela “pesquisa” do dono do Genizah.
Mas o que um marqueteiro entende desse assunto? É a mesma pergunta que se poderia fazer sobre Alfred Kinsey (1894-1956), que era um mero biólogo de vespas.
Considerando o fato de que Danilo não tem nenhuma grande empresa para ostentar seus dotes marqueteiros, bem provavelmente ele é como Kinsey: um caçador de vespas, pronto para usar seu talento do oportunismo.
Kinsey, autor do livro “Sexual Behavior in the Human Male” (Conduta Sexual no Homem), publicado em 1948, é considerado o pai da revolução sexual, inventando a teoria de que 10 por cento ou mais da população são homossexuais e definindo a promiscuidade sexual como um padrão da conduta humana.
O que Kinsey não contou foi que a maioria das pessoas entrevistadas por sua equipe era presidiária ou espécie semelhante, que estava muito mais aberta para falar de suas “proezas” sexuais. É impossível imaginar, em plena década de 1940, pessoas de bem prontamente se abrindo e contando detalhadamente suas práticas sexuais.
Ao contrário de Kinsey e sua equipe, a maioria da população era recatada e não adepta da depravação. Por isso, ele precisou recorrer tanto à população presidiária. Aliás, sua própria equipe era incentivada por ele a praticar vários tipos de relações sexuais, inclusive homossexuais, a fim de romper inibições e ajudar sua pesquisa. O próprio Kinsey já havia vencido tais inibições e seus entrevistados presidiários e depravados eram altamente desinibidos.
Kinsey era um “cientista” prático: ele mesmo praticava muitas das depravações que descrevia. Assim, ele podia falar por experiência, embora a mentira e a falsidade permeassem suas descrições. Integridade e desinibição sexual parecem não gostar de andar juntas.
Entretanto, o aspecto mais macabro de sua “pesquisa” é a revelação de que pedófilos haviam sido incumbidos de registrar os orgasmos das crianças, até mesmo bebês, que eram alvos de seus experimentos “científicos”. De novo, Kinsey pôde contar com outra classe de seres humanos que desconhecia a inibição, o recato e os padrões sexuais “puritanos”.
A metodologia “científica” fraudulenta de Kinsey foi abundantemente desmontada pelos estudos rigorosos da Dr. Judith Reisman, cujos livros sobre Kinsey deixaram nus o pervertido e suas perversões.
Quanto ao Kinsey gospel brasileiro, que ainda não encontrou uma Judith Reisman evangélica, ele é a seu próprio modo um calvinista sem puritanismo. Com sua pesquisa sexual, ele pretende apresentar a primeira visão da conduta sexual do evangélico brasileiro, numa abertura em que até anjos e querubins poderiam falar de seus desejos sexuais mais íntimos.
Os imorais são sempre os mais desinibidos em revelações sexuais. Essa também foi a maior descoberta de Kinsey. Assim, não é de admirar que ele tenha escolhido pedófilos, homossexuais e presidiários para chegar às suas conclusões depravadas, que foram extrapoladas para a população geral. Com os desinibidos de sua “pesquisa”, Danilo pode igualmente extrapolar para a população evangélica inteira. Extrapolar não é prática estranha ao vespeiro esquerdista Genizah.
Danilo Fernandes, Caio Fábio e Carlos Moreira do Genizah

O Kinsey gospel merece credito, pois ao seu lado está Caio Fábio, o Freud gospel. Com sua desinibição característica e experiências sexuais, o Freud gospel poderia facilmente ultrapassar o Kinsey gospel, mas seu divã o deixa tão ocupado com os blá-blá-blás sexuais das clientes que ele nunca teve tempo de fazer uma pesquisa “Conduta Sexual da Evangélica Brasileira”. Danilo passou a perna no mestre Freud!

Mas nunca é tarde. Se o Freud gospel fizer uma pesquisa, a partir da observação “científica” de suas clientes, Danilo terá de se contentar com o título de Kinsey calvinista. Em matéria de sexo, ninguém vai poder superar o Kinsey da “graça”.
O Kinsey gospel merece credito, pois a revista Cristianismo Hoje também participou da “pesquisa” “O Sexo e o Crente”. Essa é a mesma revista que tratou com deboche minhas posturas, que Kinsey classificaria como “puritanas”. A participação da revista poderia dar uma aparência de seriedade à “pesquisa” do dono do Genizah. Alguém poderia dizer: “Olha, Julio, reconhece-se hoje que Kinsey cometeu fraudes. Mas insinuar que o Danilo também cometeria fraudes não é exagero?”
De fato, recebo mensagens de leitores que, ao verem minhas denúncias contra o Genizah e seu dono, dizem: “Julio, pare de implicar com o Genizah. Não é só o liberal Genizah que ataca suas posturas conservadoras. O site Observador Cristão, pertencente a um líder reformado conservador, também ataca você!” Verdade, o Observador Cristão já postou vários artigos contra mim, inclusive um vídeo difamador de Caio Fábio, que já foi refutado por mim. Outros sites calvinistas divulgam o Observador Cristão como se fosse obrigação os reformados conservadores se unirem a todos os chamados reformados conservadores.
Entretanto, grande foi minha surpresa ao descobrir quem está por trás do site Observador Cristão. Em 16 de agosto de 2011, os registros de domínio de internet mostravam a seguinte informação sobre o proprietário do Observador Cristão:
Indivíduo: Jose Danilo Silvestre Fernandes Filho
Endereço: Rua Vieira de Morais, 1900 – 33
Endereço: São Paulo – SP
Endereço: 04617902 – BR
Telefone: +21 23096117
Empresa: maxperformance comercio de alimentos ltda
E-mail: danilo@genizahvirtual.com
Registro oficial consta José Danilo Silvestre Fernandes Filho como dono do Genizah

Nessa mesma data, os mesmos registros identificavam o proprietário do Genizah no mesmo local e telefone do Observador Cristão:

Indivíduo: Jose Danilo Silvestre Fernandes Filho
Endereço: Rua Vieira de Morais, 1900 – 33
Endereço: São Paulo – SP
Endereço: 04617902 - BR
Telefone: +21 23096117
Empresa: maxperformance comercio de alimentos ltda
E-mail: danilo@genizahvirtual.com
Registro oficial consta José Danilo Silvestre Fernandes Filho como dono do Observador Cristão

Isso é uma coincidência cósmica, ou Danilo quer ser fiel em tudo ao Kinsey original, inclusive com práticas megalomaníacas de ludibriação?

Sob o manto vampiresco de Danilo, o Observador Cristão nada mais é do que um grande embuste midiático gospel, para dar ao Genizah um suposto apoio calvinista ou reformado conservador que ele nunca poderia, em outras circunstâncias, obter de legítimos calvinistas e reformados conservadores. O Observador Cristão, a grande Vigarice Gospel, é a isca feita especialmente para pegá-los.
No passado, o blog Teóphilo Noturno foi enganado por tais vigarices, e hoje conhece o caráter do dono do Genizah. Aliás, o Teóphilo está disponibilizando um desagravo público contra aquele que se esconde atrás do Observador Cristão.
Antes de sua conversão ao calvinismo, Danilo era um homem de muitas mulheres. Depois, se tornou milagrosamente um celibatário progressista e eremita sexual, dedicando-se a um santo ascetismo voltado à pureza da apologética calvinista e, agora, a uma pesquisa sexual entre evangélicos que pretende causar uma revolução sexual gospel, seguindo de forma “santificada” e “pura” os passos do papai Kinsey. Toda essa proeza sem um pingo de puritanismo calvinista!
No caso de Kinsey, por trás de uma pesquisa depravada, fraudulenta e criminosa, havia um homem depravado, criminoso e mentiroso. Mas levou quase 50 anos para a verdade plena aparecer.
No caso do Kinsey gospel, o que há? Quanto tempo levará para a verdade aparecer?

>Genizah, Ultimato e Rio de Paz: Alianças que atrapalham o testemunho cristão e ajudam o socialismo

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Genizah, Ultimato e Rio de Paz: Alianças que atrapalham o testemunho cristão e ajudam o socialismo

As dificuldades de conservadores calvinistas para denunciar colegas calvinistas entorpecidos por ideias recicladas do esgoto cerebral de Karl Marx

Julio Severo
Meu texto sobre o tabloide sensacionalista Genizah e seu esquerdismo provocaram repercussão entre os leitores. Um dos articulistas do tabloide, um pastor calvinista que diz que é conservador, visitou o site Mídia Sem Máscara, onde meu artigo foi reproduzido, exclusivamente para defender o dono do Genizah, Danilo “Marqueteiro” Fernandes, e seu espaço de colunista ali.
Ele também usou o exemplo do filósofo Olavo de Carvalho para defender sua presença no tabloide. Afinal, se o Olavo pode trabalhar em mídias seculares abertamente hostis aos cristãos, por que esse calvinista conservador não pode ser colunista no Genizah?
Mas há alguma semelhança entre o pastor calvinista “conservador” e o Olavo? Quando os cristãos conservadores são atacados pela mídia, o Olavo sempre toma o lado dos cristãos conservadores, sem temer perder espaço nessa mídia.
Em 2007, quando meu blog foi interditado pelo Google por pressão dos ativistas gays, o Olavo não ficou em cima do muro. Ele escreveu um artigo no Jornal do Brasil denunciando os ataques contra mim, e meu blog foi restabelecido. Quando jornalistas esquerdistas como Luís Nassif me atacaram, novamente o Olavo se levantou para me defender.
Contudo, quando recentemente o Genizah debochou do Olavo e de mim, onde estava o colunista conservador do tabloide, que não escreveu nenhum texto de apoio a nós? Onde estava ele? Viajando? De férias?
Mas, quando denunciei novamente o esquerdismo do Genizah, o pastor calvinista conseguiu arrumar tempo para ir até o Mídia Sem Máscara postar comentários defendendo o Danilo.
A presença dele nesse tabloide sensacionalista tem exatamente essa finalidade — defesa do Genizah — e está dentro das conveniências estratégicas de marketing do Danilo, tendo o único objetivo de dar uma aparência de “pluralidade”, a fim de neutralizar a ação dos discordantes, que, ao verem ali um colunista que se diz conservador, caem no truque e pensam: “Não posso criticar o Genizah, pois um dos nossos está ali”.

A principal estrela vermelha do Genizah

Apesar das aparências, o esquerdismo do Genizah é patente nas palavras e ações de Hermes Fernandes, um de seus principais colunistas. Hermes já “recebeu o Greenpeace para dar palestras em sua igreja”, segundo informação do próprio Genizah.
De acordo com o livro “The Hidden Dangers of the Rainbow” (Os perigos ocultos do arco-íris), escrito pela Dra. Constance E. Cumbey, o Greenpeace de forma pública e arrogante se anuncia como a “Nova Era” (p. 42). O Greenpeace é esquerdista de cabo a rabo.
Em 2008, Hermes declarou apoio público a Fernando Gabeira, político homossexual que no passado era terrorista comunista e hoje defende a legalização da prostituição, maconha, homossexualismo e aborto.
Apesar dessas conexões, ele jura: “Não sou partidário nem da esquerda, nem da direita”. Mas também desabafa no Genizah:
“Não vejo o regime socialista como um bicho-papão”.
“Conheço o trabalho de alguns expoentes da Teologia da Libertação, e os respeito profundamente. Entre eles, Rubem Alves, Frei Betto, Leonardo Boff, e outros. Se lêssemos suas obras desprovidos de preconceito, encontraríamos verdadeiras pérolas”.
Mesmo numa questão tão séria quanto a do PLC 122, que ameaça trazer perseguição religiosa a todo o Brasil, o Genizah adota posição liberal muitíssimo semelhante à de Bráulia Ribeiro, colunista do Genizah já refutada por mim. Em seu marxismo que finge neutralidade política, Hermes Fernandes declara sobre o PLC 122: “Faz-se um escarcel danado para que os crentes pensem que a tal ‘ditadura gay’ vai obrigar às igrejas a aceitarem e celebrarem o casamento entre pessoas do mesmo sexo”. A esquerda trata as ameaças do PLC 122 como mero delírio. Por que o Genizah agiria diferente?
A hipocrisia de Hermes foi ainda mais desmascarada quando ele cometeu o erro de lançar insultos ao Olavo de Carvalho como filósofo, recebendo dele uma resposta à altura.
O fato é que Hermes está agradando aos poderosos. Em 11 de maio de 2008, um tal de Comitê da Paz Mundial, que o blog pessoal do Hermes disse que é um órgão ligado à ONU, lhe deu o título de “Embaixador da Paz” (veja as fotos aqui). No mesmo ano, o Bispo Manoel Ferreira esteve em Washington DC para participar de uma conferência da paz ligada ao Rev. Moon e à ONU. “Embaixador da Paz” é um título amplamente concedido também pelo Rev. Moon, que tem extensas ligações com a ONU.
Esses dois títulos de “Embaixador da Paz” têm alguma ligação? Pelo que dá para ver, só a ONU, que é em si já é sinal suficiente de confusão. Outras confusões, inclusive doutrinárias, do Hermes estão documentadas aqui no blog Teóphilo Noturno.
Portanto, em vez de conservadorismo cristão, o que se vê no Genizah é um carnaval de liberais, em que seus articulistas se sentem à vontade para dizer que seus “mentores são Ricardo Gondim, Caio Fábio, Ariovaldo Ramos e Ed René Kivitz”. Junto com Robinson Cavalcanti e Paul Freston, esses figurões são a nata da versão evangélica da repugnante Teologia da Libertação.

Inocentes úteis

O espaço que Danilo dá para alguns articulistas menos progressistas é o espaço que ele precisa para disfarçar e proteger as intenções do seu tabloide. Com uma mão, ele infecta, junto com Caio Fábio e outros progressistas, a igreja com seu vírus vermelho gospel. Com a outra, ele apresenta os colunistas inocentes úteis, para desviar a revolta dos ingênuos. Daí, quando dizem: “Olha o Genizah pregando socialismo! Vamos deixar esse blog!” Então o Danilo aparece dizendo: “Peraí, minha gente. Não me deixem. Tenho aqui um pastor calvinista ‘conservador’ com a cara de vocês! Vou postar um artiguinho meio conservador para manter vocês calminhos e grudados aqui.”

Os colunistas inocentes úteis têm uma função importante quando o Genizah é repudiado como esquerdista. No momento da crise com os leitores, eles são apresentados como prova da pluralidade e diversidade do tabloide. “Tão vendo? Não somos tão vermelhos”.

Judas era um traidor, vigarista e ladrão. Mas a presença dele entre os apóstolos de Jesus Cristo não fazia deles uma gangue de traidores, vigaristas e ladrões. Da mesma forma, a presença de um conservador num tabloide sensacionalista com vigaristas esquerdistas não os torna conservadores, santos e apostólicos — se é que o que há no Genizah é realmente conservador.
Danilo “Marqueteiro” Fernandes adora posar de calvinista apologético defensor da fé cristã, enquanto ao mesmo tempo faz promoção de textos de ideólogos políticos como Robinson Cavalcanti (fundador do Movimento Evangélico Progressista, a maior entidade evangélica esquerdista do Brasil, aliada de Lula nas duas eleições presidenciais), Ed René Kivitz, Caio Fábio e outros, um dos quais alertou contra os perigos dos “Olavos de Carvalho e Júlios Severos da vida”. Mas Danilo não é o único a sustentar um calvinismo progressista. Há também o dono da revista Ultimato e o dono do Rio de Paz. Ambos são calvinistas. Ambos têm o sangue “vermelho” correndo em suas veias e textos. Ambos têm seus inocentes úteis como “prova” de que não têm segundas intenções.
Quanto ao próprio Danilo, os frutos falam mais alto do que a cortina de fumaça “apologética”: seu liberalismo ajudou a prejudicar um jovem blogueiro com problemas sexuais, que acabou se tornando defensor da pedofilia.

Ajudando tiranos fortemente armados a desarmar os inocentes

O problema não é um, dois ou três escorregões esquerdistas, mas anos de envolvimento da Ultimato, Genizah e Rio de Paz nessa ideologia vermelha de encharcamento de sangue inocente, inclusive de cristãos.
Ultimato é a maior e mais antiga publicação evangélica esquerdista do Brasil, sempre pronta a ecoar e coletar apoio para causas socialistas como o desarmamento. Aliás, essa é a especialidade do Rio de Paz, que propõe que a população civil fique totalmente sem meios de se defender, sem se importar que tanto a Alemanha nazista quanto a União Soviética conseguiram alcançar essa meta antes de iniciarem suas campanhas estatais de subjugação e massacre de suas populações cativas. O desarmamento da população almejado pelo Rio de Paz é meta permanente do governo socialista do Brasil, cuja presidente tem ligações, em seu histórico e governo, com terroristas assassinos. De modo diferente, a meta do líder cristão verdadeiro é apoio ao desarmamento apenas dos criminosos, nunca dos cidadãos que precisam defender suas vidas e famílias.

A melhor solução contra a criminalidade e contra os tiranos é uma população que tenha todos os meios necessários para se defender. Ao calvinista Antonio Carlos Costa, dono do Rio de Paz, apresento o exemplo da Suíça, a terra de João Calvino, com sua tradição de armar toda a população civil. Anos atrás, respondendo a um convite do Rio de Paz, eu disse que só participaria de seu movimento se fosse plenamente garantido aos cidadãos seu direito de se defender e se o foco fosse o desarmamento apenas dos criminosos. Meu pedido jamais foi atendido.

Frei Betto, o queridinho do Genizah e Ultimato

O Rio de Paz tem só uma vantagem sobre seus companheiros de viajem. Até agora não citou nenhuma vez Frei Betto, que é sempre elogiado no Genizah e Ultimato. Betto, profundamente respeitado pelo esquerdista enrustido Hermes Fernandes, disse:
“Admito a descriminação do aborto em certos casos e sou plenamente a favor da mais ampla discussão em torno do aborto”.
“A Igreja precisa prestar atenção ao legado de três grandes judeus que fizeram história: Jesus, Marx e Freud”.
“Eu tenho certeza que um autêntico comunista é um cristão, embora não o saiba, e um autêntico cristão é um comunista, embora não o queira”.
“O governo brasileiro é amigo de Cuba, é um aliado. Acho que o Brasil tem que ajudar Cuba e tem a obrigação moral e política de apoiar a Revolução Cubana”.
“O Fidel [Castro] nunca diz que é ateu. É uma pessoa que respeita profundamente as religiões. Nunca em Cuba, uma Igreja foi fechada, em mais de 40 anos da revolução”.
“A minha espiritualidade está muito centrada no exemplo de Jesus, sou uma pessoa apaixonada pelo testemunho e pelo exemplo Dele. Mas me enriqueci muito espiritualmente com contribuições, principalmente do budismo”.
Em seu artigo intitulado “Lutar pela Implantação do Socialismo Até o Último Dia das Nossas Vidas”, Frei Betto declara ousadamente:
“Não podemos de maneira alguma ficar à espera que um novo iluminado surja para fazer uma obra melhor do que a de Karl Marx. A obra do Marx é de suma importância para nossa atuação revolucionária, como a obra do Gramsci, como a obra do Che Guevara, como a obra de tantos outros companheiros que embora sejam menos conhecidos, mas têm obras importantes e companheiros que hoje, me permitam dizer, publicam ensaios de transcendental importância para a nossa luta”.
Naturalmente, Betto é a favor do desarmamento e esse é um dos motivos por que ele ama Fidel Castro, ditador de uma ilha-prisão onde sua população de mendigos desarmados está à mercê de um tirano louco e sanguinário. O povo cubano é dócil e obediente como um medroso cão na coleira à mercê de um dono cruel e violento. E, naturalmente também, o Rio de Paz e sua campanha de desarmamento têm amplo apoio do governo da terrorista não arrependida Dilma Rousseff, do Genizah e todas as outras mídias evangélicas esquerdistas, inclusive a Ultimato. Parece nem lhes passar pela cabeça que o desarmamento da população civil é um dos pilares da tirania e do socialismo. Mesmo assim, é promovido pelo Rio de Paz, cujo dono se inspira em figuras esquerdistas antipáticas ao conservadorismo e amantes da subjugação da sociedade ao desarmamento tirânico.

Corporativismo calvinista

Apesar das incoerências do Rio de Paz com um autêntico calvinismo — sem mencionar autêntico Cristianismo —, um corporativismo calvinista estranho impede os calvinistas conservadores de denunciarem os óbvios males dos calvinistas Danilo “Marqueteiro” Fernandes, o dono da Ultimato e o dono do Rio de Paz. Mesmo sendo contra o desarmamento e outras ideias “progressistas”, alguns deles preferem nem ficar em cima do muro quando a questão envolve amizade, citando de forma elogiosa seus colegas calvinistas entorpecidos por ideias recicladas diretamente do esgoto cerebral de Karl Marx. A mesma boca que condena o desarmamento tirânico lisonjeia seus promotores, como se fosse possível criticar o nazismo e lisonjear Hitler ou criticar o comunismo e lisonjear Stálin, Fidel Castro e Marx. “Porventura deita alguma fonte de um mesmo manancial água doce e água amargosa?” (Tiago 3:11 ACF)
Esse corporativismo provoca confusão entre os leitores:
* Eu vi esquerdismo e liberalismo no Genizah, mas não posso deixá-los, porque tem um articulista lá que é conservador.
* Eu vi esquerdismo e liberalismo na revista Ultimato, mas não posso criticá-los, porque o pastor da minha igreja a recomenda.
* Eu vi esquerdismo e liberalismo no Rio de Paz, mas não posso apontar seus erros, porque um dos pastores é amigo do pastor da minha igreja.
O corporativismo calvinista provoca vacilação entre líderes calvinistas e outros líderes evangélicos:
* Eu vi esquerdismo e liberalismo no Genizah, mas não posso deixá-los, porque tem um articulista lá que é meu amigo.
* Eu vi esquerdismo e liberalismo na revista Ultimato, mas não posso criticá-los, porque tem um articulista ali que prega na minha igreja.
* Eu vi esquerdismo e liberalismo no Rio de Paz, mas não posso apontar seus erros, porque tem um líder ali que dá palestras nos nossos congressos.
O que é que dá para dizer? Quem conhece o Evangelho precisa de Genizah, Ultimato e Rio de Paz?

Richard Wurmbrand, o pastor que foi torturado por amor ao Evangelho

Quando olho para o Evangelho, eu vejo Jesus. Só Jesus.
Mas quando olho para o Genizah, Ultimato e Rio de Paz, eu vejo marxismo, apesar da presença ali de um pastor calvinista que se diz conservador.
Quando olho para o marxismo, vejo mais de 100 milhões de homens, mulheres e crianças assassinados. É possível então um filho de Deus não sentir revolta contra uma ideologia que derramou tanto sangue inocente, inclusive de cristãos?
É por isso que não faço concessões aos protestantes que colaboram com o marxismo, mesmo quando há “conservadores” inocentes úteis no Genizah, Ultimato e Rio de Paz. Quando tive oportunidade de palestrar na VINACC anos atrás, proibi que os representantes da Ultimato vendessem suas revistas no salão de minhas palestras. Era mais do que justo fazer isso, pois a própria VINACC já havia assumido postura pública contra o comunismo.
Quando olho para o marxismo, vejo milhões de cristãos torturados e assassinados. O Rev. Richard Wurmbrand, pastor luterano de ascendência judaica, passou anos sendo torturado em prisões comunistas (assista aqui ao testemunho dele: http://www.youtube.com/watch?v=fWOJk_czoz4). Mais tarde ele escreveu sobre as ligações de Karl Marx com Satanás. Como então podem cristãos hoje alegar que são fiéis a Cristo e a ideias que vieram diretamente da cabeça de um satanista? Como pode haver líderes cristãos que conseguem dizer despreocupadamente “não vejo um regime socialista como um bicho-papão”? De forma oposta, esses mesmos líderes colocam no nível de bicho-papão os cristãos que denunciam as ilusões socialistas.
Quando olho para o Genizah, Ultimato e Rio de Paz, vejo essa incoerência. Pisando na ameaça do comunismo, que quase se concretizou no Brasil, e colocando em dúvida o testemunho do Pr. Enéas Tognini, que alertou o Brasil contra o comunismo, o Genizah canonizou protestantes comunistas com a ajuda de “documentos” do Conselho Mundial de Igrejas, organização notória por suas ligações comunistas e hoje por suas conexões com ativistas gays, adeptos de religiões afros e ativistas políticas contra Israel.
Como dá para aliar a lealdade a Cristo e ao Seu Sangue derramado por nós com uma ideologia que derramou tanto sangue cristão?

Não é hora para ficar calado

Enquanto os calvinistas conservadores vacilam em criticar seus colegas calvinistas do Genizah, Ultimato e Rio de Paz, as denominações calvinistas da Europa e EUA estão, para a vergonha do Evangelho, sucumbindo diante do movimento ideológico homossexual, ao mesmo tempo em que os islâmicos estão contando com a esquerda para derrotar e ocupar lugares antes ocupados pelo Cristianismo. Cada vez mais abraçando a ideologia esquerdista, os evangélicos procuram não frustrar as intenções islâmicas.
Os calvinistas conservadores do Brasil têm um excelente conhecimento teológico e filosófico, mas se não se dispõem a usá-lo na guerra cultural, entregam a vitória de bandeja aos calvinistas esquerdistas dotados de conhecimento teológico e filosófico liberal.
Eu me alio de coração aos calvinistas americanos que defendem e vivem o homeschooling, um movimento que rejeita o controle do Estado na vida de nossos filhos. Na guerra cultural, essa é uma resposta firme, corajosa e necessária ao Estado. Mas o calvinismo brasileiro ainda nem conseguiu confrontar e denunciar publicamente os esquerdistas que estão em seu próprio meio.
As alianças, ligações e amizades com liberais comprometem o testemunho cristão, enfraquecem e até anulam a voz profética e no fim promovem a apostasia, inclusive o socialismo, que está ajudando a construir o reino do Anticristo na terra.
Sobre o Genizah:
Sobre a revista Ultimato:
Sobre desarmamento:
Sobre esquerdismo entre evangélicos:
Igrejas calvinistas dos EUA e Europa sucumbindo diante do movimento homossexual:
Sobre comunismo:

>Sensacionalismo gospel vermelho: tabloide Genizah canoniza protestantes que sofreram consequências por sua colaboração com o comunismo no Brasil

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Sensacionalismo gospel vermelho: tabloide Genizah canoniza protestantes que sofreram consequências por sua colaboração com o comunismo no Brasil

Julio Severo
Protestantes que colaboraram com comunistas no Brasil foram beatificados pelo tabloide sensacionalista Genizah, cujo dono, Danilo “Marqueteiro” Fernandes, sabe fazer qualquer pedaço de estrume render adubo para sua plantação de haxixe de calvinismo e esquerdismo.
Reproduzindo matéria da revista Istoé, que vê a adulação ao PT como jornalismo imparcial e objetivo, Danilo dá credito a seu próprio tabloide, atribuindo-lhe a inspiração para o artigo “Os evangélicos e a ditadura militar” da Istoé.
O texto segue uma direção errada, pois dá a impressão de que evangélicos de todas as denominações tinham simpatias comunistas, quando na verdade os culpados eram somente protestantes de igrejas históricas, como presbiteriana, metodista, batista, luterana, etc. Mesmo nesse caso, o número de colaboradores era muito pequeno em comparação aos protestantes históricos que eram contra o comunismo.
A Universidade Mackenzie, que é presbiteriana, é famosa pelos confrontos de rua entre seus estudantes anticomunismo com estudantes comunistas arruaceiros da Universidade de São Paulo no final da década de 1960.

Lidando com cúmplices de criminosos

Desconsiderando esse fato, Genizah, junto com Istoé, chora os protestantes comunistas que sofreram nas mãos dos militares brasileiros. Mas, sejamos realistas: Quando chamamos a polícia para lidar com uma ameaça de violência, primeiro tentamos investigar os policiais com questionamentos religiosos? Primeiro, paramos para lhes perguntar: “Vocês são cristãos? Vocês vão tratar o criminoso com respeito e delicadeza?”
O fato é que, para tratar de crimes e seus autores, que usam ou incitam a força bruta, a resposta tem de vir na mesma proporção do crime estimulado. Quem não quer sofrer tal castigo, como diz a Bíblia, deve obedecer às normas sociais, pois, “se fizeres o mal, teme; porque não é sem motivo que ela traz a espada; pois é ministro de Deus, vingador, para castigar o que pratica o mal.” (Romanos 13:4 RA)
Os poucos protestantes brasileiros que haviam se aliado à ideologia comunista cometeram dois crimes:
1. Violaram a sacralidade do Evangelho, manchando-o com uma ideologia que estava — durante o própria época do regime militar do Brasil — derramando sangue inocente cristão na União Soviética, China, Cuba, etc. A diferença é que enquanto esses milhões de cristãos estavam perdendo a vida exclusivamente por amor ao Evangelho, os poucos protestantes comunistas do Brasil foram castigados por seu amor à ideologia comunista acima do Evangelho.
2. Violaram as leis do Brasil, cuja liderança militar havia banido todo apoio ao comunismo.
Se não queriam ser castigados, esses poucos protestantes comunistas poderiam ter optado por renunciar ao comunismo e se dedicar exclusivamente ao Evangelho.

Evangelho livre no Brasil militar

Na época do regime militar, Billy Graham, o maior evangelista do mundo, visitou o Brasil e pregou em estádios. Na época do regime militar, havia programas de TV evangélicos como o Clube 700, de Pat Robertson, e Rex Humbard. Na época do regime militar, havia também muitos programas de rádio evangélicos. Não havia qualquer perturbação dos militares à autêntica pregação do Evangelho. Aliás, todos os grandes ministérios que conhecemos hoje floresceram justamente no período militar. Só vieram a apodrecer depois de terem atendido ao chamado de sereia de Caio Fábio para irem para a cama com o PT.
Contudo, esses mesmos programas evangélicos de TV e rádio eram oficialmente banidos nos países comunistas, onde somente os protestantes aliados da ideologia comunista tinham liberdade, em igrejas controladas pelo Estado policial, de falar seu evangelho vermelho. Quem se recusasse a aceitar esse evangelho era colocado na lista negra. Em seguida, era enviado à Sibéria gelada para trabalho escravo até a morte. O coitado era explorado até a última gota de seu suor e sangue.
O preço de se pregar o Evangelho num país comunista era a tortura e a morte — para todos os cristãos verdadeiros. Esse preço nunca foi imposto aos cristãos do Brasil durante o regime militar. Minha mãe, que se converteu das religiões afros nessa época, nunca teve nenhum impedimento dos militares brasileiros para conhecer e seguir o Evangelho. Sorte dela não ter nascido em Cuba ou União Soviética!

Frei Betto, símbolo máximo da resistência “cristã” ao governo militar brasileiro

A matéria da Istoé apresenta então Frei Betto como símbolo dos “cristãos” daquela época que começaram a “assumir posturas contrárias à ditadura” anticomunista no Brasil. O que Frei Betto propunha como substituição a essa “ditadura”? Uma “democracia” semelhante à de Cuba ou União Soviética.
Hoje, Betto, que é admirado entre os atuais evangélicos esquerdistas, diz:
“Admito a descriminação do aborto em certos casos e sou plenamente a favor da mais ampla discussão em torno do aborto”.
“A Igreja precisa prestar atenção ao legado de três grandes judeus que fizeram história: Jesus, Marx e Freud”.
“Eu tenho certeza que um autêntico comunista é um cristão, embora não o saiba, e um autêntico cristão é um comunista, embora não o queira”.
“O governo brasileiro é amigo de Cuba, é um aliado. Acho que o Brasil tem que ajudar Cuba e tem a obrigação moral e política de apoiar a Revolução Cubana”.
“O Fidel [Castro] nunca diz que é ateu. É uma pessoa que respeita profundamente as religiões. Nunca em Cuba, uma Igreja foi fechada, em mais de 40 anos da revolução”.
“A minha espiritualidade está muito centrada no exemplo de Jesus, sou uma pessoa apaixonada pelo testemunho e pelo exemplo Dele. Mas me enriqueci muito espiritualmente com contribuições, principalmente do budismo”.
Em seu artigo intitulado “Lutar pela Implantação do Socialismo Até o Último Dia das Nossas Vidas”, Frei Betto declara ousadamente:
“Não podemos de maneira alguma ficar à espera que um novo iluminado surja para fazer uma obra melhor do que a de Karl Marx. A obra do Marx é de suma importância para nossa atuação revolucionária, como a obra do Gramsci, como a obra do Che Guevara, como a obra de tantos outros companheiros que embora sejam menos conhecidos, mas têm obras importantes e companheiros que hoje, me permitam dizer, publicam ensaios de transcendental importância para a nossa luta”.

Conselho Mundial de Igrejas por trás da canonização de protestantes vermelhos no Brasil

Istoé usou como base de sua reportagem “imparcial” e “objetiva” material vindo do Conselho Mundial de Igrejas (CMI), organização protestante liberal cujos líderes têm histórico de ligação com o comunismo internacional. Istoé garante que o CMI vai disponibilizar mais documentos que tratam de “correspondências entre o reverendo presbiteriano Jaime Wright (1927 – 1999) e o cardeal-arcebispo emérito de São Paulo, dom Paulo Evaristo Arns, que estavam à frente do Brasil: Nunca Mais, e as conversas que eles mantinham com o CMI”. E o Genizah garante que vai liderar a campanha da canonização dos protestantes vermelhos.
Nas décadas de 1960 e 1970, enquanto o Brasil vivia um regime militar que nunca ameaçou a pregação do Evangelho verdadeiro, o CMI tinha essencialmente abandonado as doutrinas cristãs tradicionais acerca da salvação e evangelismo. Em vez disso, o centro da atenção do CMI havia se tornado a “libertação” política e econômica. Era quase impossível distinguir a agenda do CMI da agenda que a KGB soviética tinha para grupos protestantes vermelhos. A presença de protestantes marxistas na alta cúpula do CMI assegurava que o CMI jamais criticasse as atrocidades dos países comunistas do bloco soviético. Pelo contrário, durante essas décadas, havia protestantes brasileiros que viajavam livremente para esses países.

Enéas Tognini: “traidor” dos ideais do CMI e do Genizah?

Istoé, com a bênção do Genizah (conhecido também por Ojerizah), nunca repudia os poucos protestantes históricos que estavam lutando pela carniceira ideologia comunista, mas tenta desqualificar o testemunho de cristãos que ajudaram a salvar o Brasil da carnificina comunista. O texto reproduzido no Genizah diz: “Em novembro de 1963, quatro meses antes de o marechal Humberto Castelo Branco assumir a Presidência, o líder batista carismático Enéas Tognini convocou milhares de evangélicos para um dia nacional de oração e jejum, para que Deus salvasse o País do perigo comunista. Aos 97 anos, o pastor Tognini segue acreditando que Deus, além de brasileiro, se tornou um anticomunista simpático ao movimento militar golpista. ‘Não me arrependo (de ter se alinhado ao discurso dos militares). Eles fizeram um bom trabalho, salvaram a Pátria do comunismo’, diz”.
Na década de 1930, os comunistas tentaram tomar o Brasil, provocando muito derramamento de sangue inocente, mas foram detidos pelos militares. Trinta anos depois, os militares conseguem novamente deter os comunistas. E agora, em vez de honrarmos os militares que salvaram o Brasil, queremos honrar os traidores que usaram e abusaram do Evangelho?
Sim, os militares tinham suas falhas, que de forma nenhuma desqualificam seu serviço. Quando um policial salva sua filha de um estuprador ou um militar do corpo de bombeiros salva você ou seu filho de um afogamento, você procura primeiro conhecer as falhas dele para saber se pode dizer um simples “obrigado”?
Se os protestantes apoiadores de carniceiros vermelhos pensam que os militares foram duros, eles não sabem como a justiça de Deus é infinitamente mais dura, provocando “choro e ranger de dentes” nos condenados, embora muitos deles duvidem da existência do inferno. Aliás, cristãos vermelhos recusam-se a crer num Deus que seria tão “cruel” a ponto de condenar à tortura eterna os apostatas e descrentes.

A turma do sexo, escândalo e sensacionalismo

Danilo “Marqueteiro” Fernandes deve ter lá suas dúvidas também. Hoje em dia ele está andando com Caio Fábio, que foi o primeiro líder protestante histórico do Brasil a ter sucesso na ideia de aproximar os evangélicos junto ao PT. Antes dessa aproximação, até pentecostais e neopentecostais viam o PT como Partido das Trevas, e o comunismo como produto do inferno.
Hoje, Caio ocupa seu tempo com um “evangelho” de sexo, escândalo e sensacionalismo. Até o Julio Severo ele já atacou. E Danilo? A mesma profissão. Aliás, os dois especialistas em sexo estiveram juntos na TV recentemente, para falar de seu assunto preferido: sexo.
Danilo segue a mesma estratégia de marketing de seu mestre Caio: fale, aumente e invente tantos escândalos dos outros que ninguém tenha tempo de falar dos escândalos dele. Em vez de ficar vermelho de vergonha com sua falta de ética, Danilo prefere manter seu vermelho marxista.
Danilo Fernandes, Caio Fábio e Carlos Moreira do Genizah

Antes de Caio Fábio cair em adultério, sua antiga revista Vinde já elogiava seu colega presbiteriano Jaime Wright, sem dúvida alguma para preparar os evangélicos para aceitar o evangelho da carnificina, que é muito pior do que os piores erros dos militares, pois embora os militares do Brasil, em sua luta contra o comunismo, tivessem cometido erros, absolutamente nada se compara aos mais de 100 milhões de mortos que o comunismo produziu.

Enquanto um gato-pingado de protestantes históricos no Brasil sofreu por terem voluntariamente escolhido amar mais o comunismo do que o Evangelho, na União Soviética, Cuba, China e outros países comunistas milhões de cristãos sofreram por terem voluntariamente escolhido amar mais o Evangelho do que o comunismo.

Jonathan Edwards versus Caio Fábio, Danilo Fernandes e Jaime Wright

Se o ex-presbiteriano Caio Fábio, o presbiteriano Danilo “Marqueteiro” Fernandes e o presbiteriano falecido Jaime Wright queriam tanto um envolvimento político, por que não fizeram como o calvinista Jonathan Edwards, que Deus usou num poderoso avivamento no século XVIII que influenciou de forma tremenda a fundação dos Estados Unidos como república?
Eu teria me juntado com alegria ao avivamento de Jonathan Edwards. E, como muitos pastores americanos fizeram, eu também teria me juntado ao movimento de independência dos EUA. Entre o regime militar do Brasil e o movimento de independência dos EUA, é claro que eu ficaria do lado dos americanos.
No Brasil as opções eram muito menores. Mas mesmo assim, entre os genocidas comunistas e os imperfeitos militares a escolha é claríssima. Mesmo discordando da falta de espiritualidade do regime militar anticomunista do Brasil, eu jamais elogiaria Frei Betto, o grande ídolo de Caio Fábio, Danilo “Marqueteiro” Fernandes e Jaime Wright. Juntar-me aos ideais políticos deles? Nem pensar! Eu também jamais compactuaria com o Conselho Mundial de Igrejas, em sua tarefa infernal de adular o comunismo internacional e demonizar a oposição anticomunista.
Não me estranha ver o CMI nunca denunciando seus comparsas vermelhos e seus crimes de perseguição, tortura e assassinato de milhões de cristãos. Da mesma forma, não me espanta ver o Genizah fazendo um banquete com os documentos do CMI. Para o Genizah, que é uma fábrica de sensacionalismo, um escândalo inventado ou aumentado gera audiência. Se até o Evangelho é sacrificado bestialmente em favor do esquerdismo, o que dizer então da ética por amor ao Ibope?

A justiça do rei Davi

Eu só gostaria que esse tipo de falso evangélico, que usa o Evangelho para promover uma ideologia carniceira, tivesse de enfrentar a justiça de um governante de Deus como o rei Davi.
Enquanto em nações comunistas cristãos vermelhos atuavam como espiões nas igrejas, entregando ao Estado milhões de cristãos fiéis ao Evangelho para uma morte de tortura e sofrimento em campos de trabalhos forçados, os militares brasileiros muitas vezes permitiram que essa raça de cristãos traidores escapasse sem a merecida punição. Gostaria muito que esses cristãos vermelhos tivessem sido entregues à justa espada do rei Davi, que era um homem de Deus, mas sabia punir rigorosamente os maus.
A Bíblia diz que aquele que usa a espada morrerá pela espada. Davi usava espada, mas não morreu pela espada porque ele a usava com justiça. Mas os que promoveram ou promovem a espada comunista, com todo o seu genocídio, não mereceriam ser poupados de sofrerem as consequências de suas loucuras.

Exílio de protestante comunista nos EUA: quanto sofrimento!

Não há a menor dúvida de que os protestantes vermelhos estavam muito bem amparados por uma rede de proteção. A semelhança de brasileiros comunistas ateus, que em vez de se exilarem na União Soviética, Cuba ou Coreia do Norte, preferiram Estados Unidos, Inglaterra e França, um dos protestantes vermelhos citados pela Istoé diz que sofreu “13 anos de exílio em países como Uruguai, Suíça e Estados Unidos”. Pobrezinho! Por que a rede de amparo dele não o enviou diretamente para a União Soviética ou Cuba?
Não existe pior “castigo” para um marxista do que ser condenado ao exílio no maior país imperialista capitalista do mundo. Para compensar todo o sofrimento que essas pobres criaturas tiveram nos EUA e Europa, o governo brasileiro sob possessão socialista dá indenizações bilionárias aos exilados. Essas indenizações, que invejariam qualquer empresa capitalista multimilionária, conseguem deixar moderadamente satisfeito qualquer marxista que carregue “traumas” por viver nos EUA e Europa.
É claro que se o Brasil tivesse sofrido o destino cruel das nações que foram tomadas pelos comunistas, essas inocentes criaturas cristãs de rabinho vermelho e tridente de Karl Marx teriam que se contentar com uma renda mais “humilde”, ocupando importantes postos nas igrejas, traindo os irmãos e irmãs que ousassem pregar um Evangelho sem o óleo santo de Moscou.
E quanto aos milhões de cristãos que foram trucidados em países comunistas, o que é que suas famílias ganham? Essa é uma boa pergunta.
Em vez de canonizarmos protestantes vermelhos, deveríamos respeitar o testemunho dos milhões de cristãos que deram sua vida pelo Evangelho nos países comunistas. O sangue inocente derramado desses milhões clama por justiça há décadas. Em vez de respeitarmos o vermelho marxista, deveríamos ficar vermelhos de vergonha por tolerarmos hoje iniciativas de calvinistas como Danilo “Marqueteiro” Fernandes beatificando protestantes que traíram o Evangelho por amor ao comunismo.
Diferente dos protestantes vermelhos bem amparados e mimados por seus camaradas, não há nenhuma rede de proteção para amparar cristãos que não são vermelhos. Eu, que sou conhecido por monitorar e denunciar o movimento ideológico gay através de meu blog e artigos nacionais e internacionais, sou obrigado a permanecer escondido em outro país para proteger de represálias minha esposa e quatro filhos pequenos, porque o atual Estado brasileiro de linha marxista está empenhado em impor uma ditadura gay no Brasil.
Embora não tivesse conseguido, graças aos militares brasileiros, provocar no Brasil o genocídio e carnificina que causaram em outras nações, o comunismo hoje alimenta desde neuroses religiosas esquerdistas até movimentos ideológicos radicais, como o movimento homossexual.

Julio Severo na igreja do Pr. Enéas Tognini

Nas poucas semanas anteriores à nossa saída do Brasil, estávamos frequentando a igreja pastoreada pelo Pr. Enéas Tognini em São Paulo. Não sei o motivo por que Deus nos permitiu estar ali, na igreja do homem que alertou o Brasil contra a ameaça comunista. Mas foi uma honra.
Eu prefiro respeitar o testemunho de um homem de Deus como Enéas Tognini. Mas não dou respeito algum ao sensacionalismo de baixo nível de Danilo “Marqueteiro” Fernandes, que quer canonizar protestantes vermelhos com a ajuda de “documentação” do CMI, que passou as décadas de 1960 e 1970 acobertando os genocídios cometidos pela União Soviética e sendo instrumento da KGB para sabotar toda ação cristã anticomunista. Hoje o CMI dedica-se a um ecumenismo babilônico com ativistas gays, adeptos das religiões afros e ativistas esquerdistas que odeiam Israel.
Com a ajuda do pastor presbiteriano progressista Jaime Wright e do cardeal da Teologia da Libertação Paulo Evaristo Arns hoje o CMI pode alimentar como heroísmo a própria traição comunista que o CMI praticou durante décadas.
A ideologia marxista (socialista, comunista, progressista, etc.) é a ideologia que está construindo o reino do Anticristo. Apesar de muitos líderes evangélicos estarem sucumbindo a essa ideologia e apesar do CMI estar há décadas servindo a um politiquismo claramente marxista, nem todos se venderam e se prostituíram. Há muitos homens e mulheres fiéis a Deus que amam muito mais o Reino de Deus e seu Rei do que o Anticristo e seu reino.
Sobre o Genizah:

>A raivinha do Danilo

>

A raivinha do Danilo

Blogs Púlpito Cristão, Genizah e Teologia Pentecostal se unem para atacar texto de Julio Severo contra o perigo das religiões afros

Julio Severo
Dias atrás, o Pr. Pat Robertson, apresentador do famoso programa “Clube 700”, caiu na ira de Danilo Fernandes, responsável pelo blog Genizah, porque ele ousou dizer que o terremoto do Haiti pode estar ligado a pactos com o vodu no passado. Por tal opinião, Danilo deu sua sentença oficial contra Robertson:
Eis ai um tipo de “evangélico” que, só pode ele mesmo, ser obra de satanás para nos envergonhar e afastar as pessoas da igreja. Canalha! Por estas e por outras que o Senhor nos alertou acerca daqueles que dizem curar, pregar, expulsar demônios em Seu Santo nome e não passam de desconhecidos ao Pai.
Enquanto Robertson usou a Bíblia, tudo o que Danilo conseguiu fazer foi usar sua raivinha politicamente correta.
Mesmo discordando totalmente da posição pró-aborto de alguns líderes evangélicos, meu blog nunca baixou o nível a ponto de chamá-los de “obras de Satanás” e “canalhas”. Nem mesmo Lula é tratado com esses pesados adjetivos por mim, porque Paulo recomenda “linguagem sã e irrepreensível, para que o inimigo se envergonhe”.
Xingar alguém não é apologética. Apologética é defender o Cristianismo usando base e ética bíblica. O que o Genizah anda fazendo é apenas ridicularizar quem não é como eles, com gracejos, zombaria, desrespeito e superficialidade.
Não há nada que os impeça agora de estender esse tratamento desrespeitoso aos reformadores, que também viam terremotos e tragédias como juízo de Deus em conseqüência dos pecados da sociedade. Mas duvido muito que a raivinha do Danilo sobrevivesse diante da autoridade moral, espiritual e teológica de Lutero e Calvino.
O sapientíssimo Danilo sabe, ou deveria saber, que se Lutero e Calvino estivessem vivos, Robertson não estaria sozinho na afirmação de que há uma ligação entre o terremoto e a bruxaria predominante do Haiti.
Contudo, não satisfeito em xingar Robertson, agora Danilo e sua turma miram meu blog. Não sei quem deu o apito de largada, mas três blogs (todos interligados) se uniram num esforço para atacar meu texto lidando com governo Lula, religiões afro-brasileiras, Haiti, terremoto e vodu. Meu artigo está aqui:
Nenhum dos três se ocupou em contestar biblicamente minhas citações bíblicas, embora Leonardo Gonçalves, do blog Púlpito Cristão, só no final de seu artigo contra mim tenha dito:
Termino este breve ensaio com uma citação do evangelho de Lucas, onde Jesus oferece resposta cabal a todos aqueles que, por “piedosos” que são, querem associar tragédias contingentes ao pecado dos homens:
“E, naquele mesmo tempo, estavam presentes ali alguns que lhe falavam dos galileus cujo sangue Pilatos misturara com os seus sacrifícios. E, respondendo Jesus, disse-lhes: Cuidais vós que esses galileus foram mais pecadores do que todos os galileus, por terem padecido tais coisas? Não, vos digo; antes, se vos não arrependerdes, todos de igual modo perecereis. E aqueles dezoito sobre os quais caiu a torre de Siloé e os matou, cuidais que foram mais culpados do que todos quantos homens habitam em Jerusalém? Não, vos digo; antes, se vos não arrependerdes, todos de igual modo perecereis”. Lucas 13.1-5
Essa foi a única citação bíblica de Leonardo, usada para sustentar seu infantil ataque contra mim. Supondo que ele não tenha visto o final do meu artigo, reproduzo o versículo que citei ali:
“E não se arrependeram dos seus homicídios, nem das suas feitiçarias, nem da sua prostituição, nem dos seus furtos.” (Apocalipse 9:21 ACF)
O livro do Apocalipse, não algum livro de Julio Severo, cita que haverá pragas, terremotos e outras calamidades como castigo divino, e que os pecadores não se arrependerão — e continuarão sofrendo.
Concordo com as palavras de Jesus citadas por Leonardo: “Se vos não arrependerdes, todos de igual modo perecereis”.
Isso não tem tudo a ver com a passagem de Apocalipse 9:21? Se as pessoas não se arrependerem, todos de igual modo perecerão.
Comentando Lucas 13:1-5, o grande pregador batista inglês Charles Spurgeon (1834-1892) disse:
“Quando ouvimos ou lemos acerca de juízos terríveis sobre os pecadores, tais como esses registrados aqui, e o que sobreveio a Sodoma no passado, não devemos nos congratular como se estivéssemos isentos por causa da nossa inocência, mas em vez disso temos de ver esses acontecimentos como avisos para nós mesmos, pois, se cairmos nos mesmos pecados, mais cedo ou mais tarde um destino igualmente avassalador virá sobre nós”.
Entretanto, o critério de Leonardo e, por extensão, de seus aliados no Genizah e Teologia Pentecostal, parece ser: “Arrependendo-se ou não, todos de igual modo perecereis!” A distância entre essa idéia e as palavras de Jesus é abismal.
Mas se tivermos de seguir esse tipo de teologia, então tanto faz você se arrepender ou não: uma torre vai cair sobre sua cabeça. Tanto faz você invocar um exu ou orar a Jesus: uma torre vai cair sobre sua cabeça.
O rei Davi não seguia essa teologia. Ele orava muito, sendo autor de vários Salmos de oração por proteção, e nunca nenhuma torre desabou sobre a cabeça dele. Ele morreu em boa velhice, de causas naturais, não acidentais.
O trio iluminado parece crer piamente que a bruxaria em si é incapaz de ser a responsável por grandes tragédias, pois bem ao estilo humanista, as tragédias são interpretadas por eles como casuais, sem nenhuma origem espiritual, tornando vários livros da Bíblia um conto de trágicas casualidades geológicas e sismológicas!
Distanciando-me dessa falsa apologética, que não tem nenhuma base bíblica, eu creio que Deus não envia diretamente terremotos e outros desastres, mas os permite como castigos, conforme os pecados da sociedade. Oh, eu tive a coragem de me colocar na companhia de Lutero e Calvino nessa posição “arcaica”! Pelo menos um dos membros do trio, como já deu para ver, está na companhia pós-arcaica, pós-cristã e pós-bíblica de Ricardo Gondim, que ficou famoso por praticamente cobrar de Deus a tragédia do tsunami, como se Deus tivesse de prestar contas ao supremo Gondim. Agora, o trio quer que eu preste contas aos blogs Púlpito Cristão, Genizah e Teologia Pentecostal.
Eu já sabia que meu texto contra a bruxaria ia atrair a fúria de adeptos da bruxaria, inclusive ativistas gays, historicamente ligados às religiões ocultistas. Mas não dava para adivinhar que eu também acabaria atraindo a raivinha do Danilo Fernandes, que desabafou no seu blog Genizah:
Estou cansado destes blogueiros profetas com síndrome de Jonas que seguem dando congestão em baleia maltratando seus PCs, escrevendo a agenda de Deus.
Ué? Se ele está tão cansado assim por que continua visitando meu blog? O cansaço não é suficiente para livrá-lo do hábito de fuçar meu blog em busca de incriminações? Recebo centenas de mensagens (e um número grande de ameaças, todas devidamente arquivadas) de ativistas gays também expondo a mesma queixa do senhor Danilo Fernandes. Falam como se existisse no Brasil alguma lei obrigando todos os cidadãos a ler o Blog Julio Severo.
Quanto à agenda de Deus, ela já foi escrita, mas não por mim nem pelo trio anti-JS. Uma parte importante da agenda de Deus para estes últimos dias está no livro do Apocalipse, que não deve ser desprezado por mostrar que há uma conexão real entre os pecados da sociedade e as tragédias que lhe sobrevêm. Os juízos e intervenções de Deus no Apocalipse merecem nossa atenção máxima, conforme confirma a própria Bíblia:
“Bem-aventurado aquele que lê, e os que ouvem as palavras desta profecia, e guardam as coisas que nela estão escritas; porque o tempo está próximo.” (Apocalipse 1:3 ACF)
Eu creio nisso! Mas o trio anti-JS também alega, num texto cheio de referências ao amor deles e ao meu “ódio”, que a fúria deles foi motivada porque citei a declaração impensada do cônsul do Haiti. Em vez de demonstrar o amor de Jesus a esse pecador desesperado com o vodu e com o terremoto do Haiti, eles querem no mínimo que ele perca o emprego.
O farisaísmo religioso pede a cabeça de um homem como se ele tivesse dito que quer legalizar o aborto no Haiti. (Será que matar bebês agora é um pecado muito menos destrutivo ou importante do que as palavras impensadas de um cônsul?) Ou como se ele tivesse dito que as escolas do Haiti devem ser obrigadas a ensinar o homossexualismo e bruxaria como “cultura”. Tudo isso Lula tem feito pelo Brasil, mas o trio se recusa a fazer uma campanha de impeachment contra Lula. Para eles, só o cônsul merece malhação.
O trio andou ocupadíssimo, de lupa na mão, vasculhando meu artigo e meu blog em busca de motivos para me acusar e teve de apelar vergonhosamente para especulações, tentando transformar em “racismo” minha denúncia bíblica contras as religiões afro-brasileiras. Não sabem fazer separação nenhuma entre religião afro-brasileira e racismo. Isso mostra o despreparo e desqualificação deles para entrar na área de apologética.
Como se já não bastasse o enfraquecimento das igrejas brasileiras, agora vemos indivíduos que mais parecem agentes do mundo disfarçados de bonecos “crentes”, que têm cheiro de crente, mas falam, sentem e se portam na mesma medida esquerdopata do mundo, achando que é possível servir a dois senhores. E usam a mesma malícia esquerdopata para alcançar seus objetivos.
Se o desejo do trio esquerdopata é me perseguir, vão ter de entrar na fila, pois há muitos ativistas gays, islâmicos, feministas, socialistas e umbandistas na frente.
Correndo o risco de aumentar a raivinha do Danilo, disponibilizo aqui os links dos três blogs:
Eles são os fiscais evangélicos da sharia do falso “amor” cristão, e impuseram sobre si mesmos a missão de garantir que, se no mundo secular não se pode desagradar às religiões afros nem responsabilizá-las de nada, nas igrejas evangélicas deverá ser imposto o mesmo toque de recolher. Do contrário, vai ter pancadaria — que é o que está acontecendo no meu caso: sem saber, eu acabei violando o toque de recolher deles!
Portanto, não culpe o vodu, ou o candomblé e nem nenhuma outra prática de bruxaria por tragédias, pois os fiscais “evangélicos” se aliaram aos fiscais do candomblé e do vodu. Eles estão de olho em você.
E o pior de tudo é que o governo petista pensa exatamente como eles. Em outros tempos, diriam que isso é satanismo entre evangélicos. Mas os blogs Púlpito Esquerdopata, Genizah e Teologia Esquerdopata convenientemente desviam a atenção dos leitores dessa suspeita, me acusando de pretensões políticas e de ser “direitista” — como se o DEM ou outro partido supostamente direitista do Brasil fosse aceitar minhas posturas cristãs. Tomara realmente que o DEM ou o próprio PT estivesse alicerçado na ética bíblica!
Essa mentalidade medíocre, tacanha e esquerdopata não pouparia nem mesmo Lutero e Calvino de acusações de direitistas, racistas ou preconceituosos.
Sei que o socialismo sempre dependeu de inocentes úteis entre os cristãos.
Mas agora até as religiões afro-brasileiras também têm disso?
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