Julio Severo

Homossexuais aliciam meninos para virar transexuais em SP

Publicado em aliciamento, crimes homossexuais, travesti por juliosevero em 12 de fevereiro de 2012

Homossexuais aliciam meninos para virar transexuais em SP

Tráfico de adolescentes para prostituição homossexual começa nas redes da internet

SÃO PAULO — Magro, cabelos compridos, short curto. M., 16 anos, abre o sorriso leve e ingênuo dos adolescentes quando perguntado se pode dar entrevista. O relógio marca 1h de sexta-feira. “M” é um garoto e está na calçada, numa das travessas da Avenida Indianópolis, conhecido ponto de prostituição de travestis e transexuais, escancarado em meio a casas de alto padrão do Planalto Paulista, na Zona Sul de São Paulo. A poucos passos, mais perto da esquina, está “K”, também de 16 anos.
Adolescente aliciado por redes homossexuais

“M” e “K” são a ponta do novelo que transformou São Paulo num centro de tráfico de adolescentes nos últimos cinco anos. Meninos a partir de 14 anos são aliciados no Ceará, no Rio Grande do Norte e no Piauí e, aos poucos, são transformados em mulheres para se prostituírem nas ruas de São Paulo e em países da Europa. Misturados a travestis maiores de idade, eles são distribuídos em três pontos tradicionais de prostituição transexual em São Paulo: além da Indianópolis, são encaminhados para a região da Avenida Cruzeiro do Sul, na Zona Norte, e Avenida Industrial, em Santo André, no ABC paulista.

O primeiro contato é feito por meio de redes de relacionamento na internet. Uma simples busca por “casas de cafetina” leva os garotos a perfis de aliciadores homossexuais. Após o primeiro contato, pedem que o adolescente encaminhe uma foto por e-mail, para que seja avaliado. Se for considerado interessante e “feminino”, eles têm a passagem paga pelos aliciadores. Ao chegar a São Paulo, passam a morar em repúblicas de transexuais e a serem transformados. Recebem inicialmente megahair e hormônios femininos. Quando começam a faturar mais com os programas nas ruas, vem a oferta de prótese de silicone nos seios. Os escolhidos para ir à Europa chegam a ser “transformados” em tempo recorde, apenas cinco meses, para não perder a temporada na zona do euro.
É fácil identificar os adolescentes recém-chegados. Além do corpo típico da idade, eles têm seios pequenos, produzidos por injeção de hormônios, e megahair. Testados inicialmente na periferia, os meninos são distribuídos nos pontos de prostituição de acordo com a aparência. Os considerados mais bonitos recebem investimento mais alto e vão trabalhar na área nobre da cidade. Na Avenida Indianópolis, recebem R$ 70 por um programa no drive in e R$ 100 se o programa for em motel. Nos outros dois endereços, o valor é bem mais baixo: entre R$ 30 e R$ 50 no drive in e R$ 70 a R$ 80 em motel.

Menores evitam ruas principais

Não faltam interessados. A partir de 17h, homens homossexuais na faixa de 30 a 50 anos aproveitam o fim do expediente para, antes de seguir para casa, fazer programas rápidos com os transexuais na Indianópolis. Um furgão preto, com insulfilme, faz o transporte de vários transexuais. Mas, nesse horário de maior movimento, dificilmente os menores ficam à vista nas calçadas.
Por existirem há décadas, os pontos de prostituição de travestis são vistos com naturalidade pelos moradores de São Paulo, principalmente agora com leis anti-“homofobia” que punem a crítica ao homossexualismo. Se antes se podia criticar, agora nem isso. Afinal, o homossexualismo em São Paulo está sob a proteção do PSDB e parece que a prostituição homossexual está incluída nessa proteção.
Em geral, os transexuais adolescentes ficam nas travessas, atrás dos grupos de maiores de idade, que ficam quase nus e são extremamente imorais. Os dois grupos convivem bem com a vizinhança, exceto pelo constrangimento proporcionado pelos mais velhos (acima de 25 anos) sem roupa ou exibindo abertamente partes íntimas ou siliconadas.
Os adolescentes são mais discretos, menos siliconados e “montados”. Os implantes de silicone nos seios são menores, num apelo direcionado aos pedófilos. Eles usam saias e shorts curtinhos, como “M” e “K”, e podem muitas vezes ser confundidos com meninas.
Como na Indianópolis prostitutas e travestis dividem espaço, clientes são surpreendidos pela nova leva de jovens vindos de outros estados, de aparência cada vez menos óbvia.
“Y”, 19 anos, é um dos transexuais que fazem aumentar a confusão. Aos 15, foi levado a São Paulo pela rede homossexual de prostituição e pedofilia.
— A cafetina viu que eu era feminina e que ganharia muito dinheiro. Minha mãe assinou autorização para eu viajar, e vim de avião. Ficou preocupada, como toda mãe, mas deixou — conta.
Inicialmente, foi levado a trabalhar na Avenida Industrial, em Santo André, no ABC paulista. Pagava R$ 20 pela diária na república, sem almoço.
— Quem não tivesse os R$ 20 tinha de voltar para a rua, não entrava enquanto não conseguisse — diz ele.
Mesmo sem ter sido transformado, já chamava atenção. Logo começou a faturar R$ 250 por dia. Aos 16 anos, recebeu “financiamento” para colocar prótese de silicone no seio. O implante foi feito por cirurgião plástico. Custou R$ 4 mil, mas “Y” teve de pagar R$ 8 mil à cafetina, pois não tinha dinheiro para quitar à vista.
“Y” diz que aceitou porque queria ficar feminina logo. Neste mercado, os seios são vistos como principal atributo. Quanto mais aparência de mulher, mais os clientes pagam. Agora, o jovem mora sozinha num flat e paga seu aluguel. Diz que divide o espaço da avenida tranquilamente e já não deve nada a ninguém. Faz entre seis e 10 programas de prostituição por noite, afirma, enquanto lança olhares às dezenas de carros que passam rente à calçada, aguarda possivelmente um cliente homossexual.

PLC 122: Senado faz público de palhaço

Dupla homossexual de pais-de-santo estupra criança e Globo, novamente, omite os nomes dos criminosos

Publicado em crimes homossexuais, pai-de-santo, pedofilia, TV Globo por juliosevero em 17 de janeiro de 2012

Dupla homossexual de pais-de-santo estupra criança e Globo, novamente, omite os nomes dos criminosos

Julio Severo
No ano passado, o G1 da Globo publicou uma reportagem com o título “Pais de santo são presos por estupro de menina e aborto no RS”.
A Globo reconheceu a dupla como pais-de-santo e homossexuais, mas, numa reverência assustadora às políticas governamentais de proteção às religiões afro-brasileiras, omitiu completamente o nome dos criminosos.
Eu bem entendo essas pressões. Tenho recebido mensagens de pais-de-santo ameaçando acionar o governo federal contra mim e meu blog. Afinal, qualquer crítica às práticas religiosas deles é encarada como ataque a uma cultura e às vezes até classificada de racismo!
Contudo, o comportamento da Globo é pérfido. Quando noticia pedofilia de padres ou pastores, a Globo sempre cita os nomes completos dos criminosos. E raramente a Globo deixar de noticiá-los. Mas quando esse tipo de crime envolve homossexuais ou pais-de-santo, raramente a Globo noticia. E quando noticia, não cita nomes! Sem mencionar que a Globo jamais menciona a pedofilia no mundo televisivo.
Recentemente, publiquei artigos de artistas de Hollywood que hoje confessam que foram estuprados quando eram crianças. Foram estuprados dentro de Hollywood. Foram estuprados por indivíduos poderosos do mundo artístico.
Anos atrás, conversei com um adulto que, quando criança, foi usado sexualmente por um artista brasileiro.
Nesse caso, a Globo mantém silêncio monástico sobre a pedofilia da televisão brasileira pelo simples fato de que esse é o segredo mais bem guardado da televisão brasileira.
Eu, como cristão, não me oponho à atitude da Globo de noticiar pedofilia de pastores e padres. Não me oponho também à atitude da Globo de sempre citar os nomes deles. Eles devem ser expostos e pagar por seus crimes.
Mas seria interessante descobrir qual o canal de TV que mais influenciou esses pastores e padres pedófilos na infância deles. Desgraçadamente, 99% das famílias católicas e evangélicas que conheci eram viciadas nas novelas da Globo. Com esse estímulo global, quem é que não cai em perversões? Na igreja e na Bíblia, essas famílias, e especialmente seus filhos, não eram sexualizados precocemente. Eles aprendiam sexualização precoce na tela global.
O menino então cresce vendo, junto com a família, cenas de sexo em novelas e filmes da Globo e depois, quando se torna pastor ou padre, coloca em prática o que via, e aparece a Globo acusando de pedofilia. E o inspirador desse crime, junto com o patrocinador, fica numa boa. Efetivamente, eles jogam gasolina e álcool na fogueira e depois dizem que não fizeram nada.
Certa vez, ao aguardar numa casa a vinda de pessoas para uma reunião de estudo bíblico, o casal da casa estava com a TV ligada na Globo. Quando apareceu uma cena com dois pelados na cama, pedi aos donos da casa que desligassem o televisor. Já tive de fazer o mesmo pedido em outros lares e lugares evangélicos.
A Globo sexualizou gerações e multidões de crianças de todo o Brasil e agora, para enfrentar a trágica onda de crianças sexualizadas e abusadas, invoca a intervenção do governo, o próprio patrocinador da sexualização televisiva, em suas campanhas de culpabilização das famílias. Nem a Globo nem o governo federal têm a mínima moralidade de combater a pedofilia que tanto promovem.
Oponho-me à atitude da Globo de nunca denunciar crimes de pedofilia no mundo televisivo, inclusive em seu próprio meio.
Oponho-me à atitude da Globo de incitar a pedofilia no Brasil por meio de sua programação imoral patrocinada por empresas estatais como a Petrobras. É o governo federal pagando para pedofilar o Brasil através da Globo. Depois, para pagar pelos crimes deles, usam a família como bode-expiatório, como se a família fosse responsável por todos os crimes sexuais que a Globo e o governo federal estimulam.
Oponho-me à atitude da Globo de rarissimamente denunciar crimes de pedofilia nas religiões afro-brasileiras.
Oponho-me à atitude da Globo de, nos raríssimos casos em que noticia crimes nas religiões afro-brasileiras, omitir os nomes dos pais-de-santo.
A notícia a seguir, com a Globo omitindo os nomes dos pais-de-santo criminosos, é do G1. Aproveite e copie, antes que pais-de-santo apadrinhados pelo governo venham me mandar mensagens ameaçadoras:
Pais de santo são presos por estupro de menina e aborto no RS, diz polícia
Segundo a polícia, crimes ocorreram entre os anos de 2007 e 2009.
Garota teria sido estuprada dos 9 aos 12 anos, em Guaíba (RS).
Glauco Araújo
Dois pais de santo foram presos, nesta quinta-feira (26), por suspeita de estuprar uma menina – hoje com 14 anos – durante três anos e provocar um aborto na vítima, em Guaíba (RS). Os crimes ocorreram dos 9 aos 12 anos da garota, entre os anos de 2007 e 2009. A mãe descobriu o estupro e o aborto e denunciou os crimes à polícia. Eles foram levados para o Presídio Estadual de Osório.
Segundo o delegado Rafael Soares Pereira, de Guaíba, os dois pais de santo seriam homossexuais e moravam juntos em uma casa na cidade, onde também funcionava um terreiro. “Eles usavam a vítima, que era filha de santo, para ficarem excitados e manterem relação sexual entre si, sempre após o estupro da menina.”
Ainda de acordo com Pereira, os dois ainda serão julgados pela Justiça de Guaíba pelos estupros cometidos contra a menina. “Eles respondiam pelo crime em liberdade, já que o juiz da cidade não expediu o mandado de prisão que pedimos naquela época.”
Um dos pais de santo foi preso no terreiro, em Guaíba, e o outro, a caminho do trabalho, em Canoas (RS). “Eles estavam ameaçando a família da menina e o juiz expediu o mandado de prisão preventiva. A mãe denunciou o aborto que a filha foi obrigada a fazer quando a garota tinha 12 anos. A gravidez foi fruto de um dos estupros cometidos pelos pais de santo”, disse a delegada Valquíria Meder, que preside um segundo inquérito contra a dupla de religiosos, que versa sobre aborto.
A mãe da vítima teria dito à polícia que sabia que a menina era “filha de santo” no terreiro dos pais de santo, em Guaíba, de acordo com a delegada. Ela soube dos problemas enfrentados pela filha quando a garota contou o caso para uma amiga da família, que é policial militar, e que depois revelou o caso para ela.
“Ela nos disse que a garota chegou a morar com eles durante um ano, período em que estava se separando do marido e precisou mudar de casa, não tendo condições financeiras pra ficar com a filha. A mãe nos revelou que frequentava o terreiro deles e que tinha confiança nos dois. Quando soube do que estava ocorrendo com a filha, registrou o caso na polícia”, disse Valquíria.
A delegada explicou que a vítima teria realizado o aborto em Capão da Canoa (RS), na casa das duas mulheres, que também foram indiciadas pelo crime com os pais de santo. “Elas respondem ao processo de aborto em liberdade, pois não temos registros de que elas estivessem ameaçando a família da vítima”, afirmou Valquíria.
“Foi um prazer prender esses dois pais de santo, principalmente por ter sido um trabalho em conjunto entre duas delegacias, mas também pelo fato que agora responderão aos dois inquéritos presos”, disse o delegado Pereira.
Fonte: www.juliosevero.com, via G1.

Globo omite homossexualidade e nome de “ex-conselheiro tutelar” estuprador de adolescentes

Publicado em Conselho Tutelar, crimes homossexuais por juliosevero em 17 de novembro de 2011

Globo omite homossexualidade e nome de “ex-conselheiro tutelar” estuprador de adolescentes

Comentário de Julio Severo
A Globo tem o hábito incorrigível de relatar crimes homossexuais citando nomes e escondendo a homossexualidade do autor dos crimes. Dessa vez, o ocultamento foi muito maior: O G1 não citou nem o nome nem a óbvia homossexualidade do estuprador de adolescentes que a Globo se limitou a chamar de “ex-conselheiro tutelar”.
Estuprador de adolescentes: homossexualidade e nome protegidos pela mídia esquerdista

Afinal, o que a Globo quer esconder? Quer ocultar o fato de que a agência estatal de intromissão nas famílias é passível de abrigar maus elementos, que “corrigem” os problemas das famílias impondo abusos estatais e até sexuais em crianças e adolescentes?

Os conselhos tutelares são uma grande ameaça, pois representam diretamente a interferência e arbitrariedade do Estado em milhares de famílias que não se enquadram em situação criminal. Basta uma denúncia anônima — bem ao estilo ditatorial comunista e nazista —, e o conselho tutelar intervém em famílias cristãs que educam os filhos em casa, ou disciplinam os filhos fisicamente, ou não vacinam os filhos com vacinas com DNA de bebês abortados ou com o veneno do mercúrio.
A notícia abaixo, com toda a sua omissão para proteger a reputação do homossexualismo e dos conselhos tutelares, é de autoria do G1 da Globo.

Ex-conselheiro tutelar é suspeito de aplicar golpe ‘Boa Noite Cinderela”

Ele foi preso após denúncia de um jovem de 18 anos, em Pato Branco (PR). Após a prisão, dois adolescentes o denunciaram pelo mesmo crime.
Está preso desde o início do mês de novembro em Pato Branco, Sudoeste do Paraná, um ex-conselheiro tutelar suspeito de aplicar o golpe chamado “Boa Noite Cinderela” em jovens da região. Ele foi preso após denúncia de um jovem de 18 anos, que relatou à polícia ter ingerido refrigerante com medicamentos no carro do suspeito e ter dormido logo em seguida.
O jovem afirmou que aceitou a carona do suspeito em uma boate, e que só voltou à consciência na manhã seguinte, quando foi deixado a uma quadra de casa. Ele não se recorda de nada que aconteceu durante o período em que esteve medicado. De acordo com a delegada Franciele Biava, que investiga o caso, 10 horas depois do fato o jovem ainda se encontrava sob efeito dos remédios.
“Ele não tinha condições sequer de conversar”, disse Biava, que contou que um laudo de lesões corporais comprovou que a vítima apresentava sinais de mordida nas costas. O resultado de outro exame para apurar se houve violência sexual é aguardado pela investigação.
Após a prisão do suspeito, dois adolescentes de 17 anos procuraram a polícia para denunciar o mesmo suspeito, pelo mesmo crime.
Boa Noite Cinderela
O golpe costuma ser aplicado em boates e bares, quando as vítimas se descuidam do seu copo, ou aceitam bebidas de estranhos. Normalmente são misturados ao líquido diversos tipos de medicação, com objetivo de sedar o alvo. De acordo com o neurologista Frederico Rodrigues, o tipo de remédio varia.
“Tem aquelas que são utilizadas até para anestesia, ou seja, o paciente desmaia, perde a consciência total, e existem outras drogas que são chamadas hipnóticas, em que o paciente não perde a consciência no sentido de desmaiar, mas perde a noção do que está fazendo, não consegue ter uma memória daquele período que se passa sob efeito da medicação”, explicou.
Divulgação: www.juliosevero.com

Dois homens “namorados” e um assassinato: só a vítima era homossexual?

Publicado em crimes homossexuais por juliosevero em 29 de agosto de 2011

Dois homens “namorados” e um assassinato: só a vítima era homossexual?

Julio Severo: A imprensa parcial se atropela em suas próprias tontices. O jornal Dourados Agora relata um assassinato, deixa claro que vítima e autor (ambos homens) do crime eram companheiros, mas atribui o termo “homossexual” somente à vítima. Deve ser algum novo padrão da mídia, que deve ter transformado a palavra “homossexual” em algum título de honra ou condecoração. Se o homem viciado em sexo anal é o criminoso, não merece esse título e condecoração. Se o homem viciado em sexo anal é a vítima, aí a mídia o condecora com o “honroso” título em suas “reportagens”. O cabeleireiro, que era barulhento e tinha hábitos noturnos, conforme a reportagem do Dourados Agora, foi assassinado quando ele e seu “companheiro” estavam usando drogas em plena madrugada. Tente imaginar o que um mundo só de praticantes de sodomia faria entre si se não mais houvesse homens que não praticam atos homossexuais… Confira agora a “reportagem”:
CABELEIREIRO TEM TESTÍCULOS E NARIZ ARRANCADOS POR NAMORADO
Um relacionamento homossexual terminou de forma trágica na madrugada de quinta-feira (25), em Alfenas, na Região Sul de Minas, quando o cabeleireiro G F P, 25 anos, foi brutalmente assassinado dentro de sua casa, no Centro da cidade.
O corpo da vítima foi encontrado caído atrás de um sofá, seminu, sem os testículos e parte do nariz, além de marcas de várias facadas.
O namorado da vítima, F H A, 20 anos, preso no início da tarde, confessou o crime.
A violência do crime chocou até mesmo os policiais que recolheram o corpo, após o trabalho da perícia.
Uma vizinha da casa que saía cedo para trabalhar reparou que havia sangue escorrendo na rua e que o rastro vinha de dentro da casa do cabeleireiro, passando pela garagem e seguia pela calçada.
A moradora, que não quis se identificar, contou também aos policiais que ouviu gritos na madrugada mas como Gilvan era uma pessoa de hábitos noturnos e que sempre fazia muito barulho, não estranhou, nem se levantou para ver o que estaria acontecendo.
O cabeleireiro era homossexual e morava no local que fica na parte de baixo de um sobrado há menos de um ano.
A casa tinha poucos móveis, muita coisa espalhada pelo chão, além de solvente de tinta e pó de extintor de incêndio.
Policiais disseram ainda que o crime ocorreu por volta de 4 horas da madrugada. Ao sair do local, o assassino teve o cuidado de fechar a porta.
No início da tarde, F, namorado de G, foi localizado em uma kitnet próxima ao Hospital Universitário Alzira Velano e portava duas facas.
Na delegacia, F teria confessado sobre a briga e o assassinato do companheiro, mas segundo policiais, não esclareceu a razão para o desentendimento.
Ele confessou ainda que usou gilete para mutilar o cabeleireiro. A suspeita é de que os dois tivessem usado drogas antes da tragédia. (Do Hoje em Dia)
Divulgação: www.juliosevero.com

Dois assassinatos horrendos, um assassino e nenhum homossexual

Publicado em crimes homossexuais por juliosevero em 27 de agosto de 2011

Dois assassinatos horrendos, um assassino e nenhum homossexual

Julio Severo
Nesta semana, dois homens foram encontrados mortos a facadas num apartamento de São Paulo. Não, não foi um crime “homofóbico”. Aliás, a imprensa diz que a motivação do crime é “incerta”.
Quando um homossexual é assassinado às altas horas da madrugada numa zona de drogas, prostituição e violência, salve-se quem puder: ninguém está a salvo de ataques da imprensa, que não tem nenhuma incerteza sobre a “motivação” do crime. Pastores, padres e membros de igrejas cristãs viram automaticamente alvos de acusações impiedosas de jornalistas que sem nenhum escrúpulo os chamam de “homofóbicos” e incitadores de ódio e violência.
Mas quando o homossexual é autor de crimes, a imprensa varre sua identidade homossexual para debaixo do tapete.
Quando o praticante de sodomia é vitima, a imprensa faz questão de destacá-lo abundantemente como “homossexual”. Quando ele é o criminoso, a imprensa faz questão de apresentá-lo apenas como homem ou mulher.
A imprensa dá ampla cobertura aos seus favorecidos homossexuais em seus crimes, protegendo-os de constrangimentos provocados por seu estilo de vida. Mas não há proteção alguma para quem está fora dos favores da mídia descaradamente parcial.
Os homossexuais, pois, não podem reclamar de que não têm nenhuma proteção, que é por eles recebida em excesso por uma mídia tão disposta a favorecê-los que acoberta seus pecados e crimes. Os exemplos são abundantes, mas vou citar apenas o caso desta semana:
SUSPEITO DOPOU VÍTIMAS ANTES DE MATÁ-LAS NA RUA OSCAR FREIRE
O suspeito de assassinar duas pessoas em um apartamento da rua Oscar Freire, área nobre da zona oeste de São Paulo, dopou as vítimas antes de cometer o crime.
Segundo a polícia, Lucas Cintra Zanetti Rosseti, 21, misturou medicamentos tarja preta (de uso controlado) nas bebidas do analista de sistemas Eugênio Bozola, 52, e do modelo Murilo Rezende da Silva.
“O suspeito era mais fraco que os dois. Para matá-los a facadas tinha que fazer com que eles, de alguma forma, ficassem mais vulneráveis”, disse o delegado Mauro Dias, do DHPP (departamento de homicídios).
Rosseti, segundo a polícia, matou Bozola e Rezende a facadas. Antes de fugir do prédio com o carro do analista de sistemas, deixou suas roupas, seu tênis e as facas usados no crime espalhadas pela casa.
Nas paredes do apartamento, deixou inscrições como CV, ZO e viado. Todas feitas com o sangue das vítimas.
“Ele tentou dissimular o crime. Queria passar a falsa impressão de que o crime teria sido cometido pelo Comando Vermelho ou por alguém da zona oeste de São Paulo”, afirmou Dias.
Natural de Igarapava (446 km de São Paulo) Rossetti estava hospedado na casa de Bozola desde o dia 14 de agosto.
“Eles se conheciam de Igarapava. O Eugênio [Bozola] costumava trazer amigos de lá para passar uma temporada em São Paulo”, contou o delegado.
Confesso que quando li essa “reportagem”, não vi nada homossexual, pois o texto não faz a mínima referência à homossexual ou homossexualidade — apesar de que a polícia percebeu que o assassino colocou propositadamente as palavras “CV, ZO e viado” para disfarçar o crime e desviar a atenção de alguma questão importante, dando a aparência de que os assassinatos haviam sido cometidos por um homem do Comando Vermelho ou até mesmo por um homem que odiava “viados”. Por alguma razão, o assassino procurou induzir a polícia a interpretar o crime como de motivação “homofóbica” e cometido por criminosos profissionais.
Depois, acabei lendo outro jornal:
HÓSPEDE É APONTADO COMO SUSPEITO POR ASSASSINATOS NA OSCAR FREIRE
SÃO PAULO — Um jovem de 21 anos é apontado pela polícia como principal suspeito pela morte do analista de sistemas Eugênio Bozola, de 52, e do modelo Murilo Rezende da Silva, de 21, em um apartamento na Rua Oscar Freire, na zona oeste da capital paulista. Segundo os investigadores, o suspeito é Lucas Zannetti. Natural de Igarapava, no interior de São Paulo, mesma cidade de Eugênio, ele estaria como hóspede no apartamento do analista desde o Dia dos Pais.
A polícia chegou ao rapaz por relatos de amigos das vítimas. No fim de semana anterior ao assassinato, Lucas teria ido com Eugênio e outro colega a uma boate gay na zona oeste da cidade, e depois a uma pizzaria. A identificação foi feita através de imagens de câmeras de segurança dos locais. De acordo com a polícia, um tênis encontrado no apartamento era o mesmo que ele usava naquele dia. Havia marcas de sangue, que chegaram a ser lavadas.
Ainda segundo a polícia, o carro do analista com que Lucas fugiu foi visto pela última vez no pedágio do município de São Simão, no interior paulista. A motivação do crime, ocorrido na madrugada da última terça-feira, continua incerta
É verdade que o Estadão também não disse que o assassino é homossexual, mas sem querer ou não, deixou uma pista de fora:
No fim de semana anterior ao assassinato, [o assassino] Lucas teria ido com Eugênio e outro colega a uma boate gay na zona oeste da cidade.
Apesar disso, ambos os jornais não ousam identificar o assassino como homossexual. A Folha de S. Paulo nem quis citar que eles estiveram numa boate gay — uma informação altamente comprometedora. Qualquer identificação homossexual foi varrida diretamente para debaixo do tapete. Quanto mais clara é a motivação homossexual de um crime, mais a imprensa esquerdista trabalha para maquiá-la e acobertá-la.
O grande problema é que acobertar o pecado gera injustiças e crimes. Por isso, se as leis começarem a proteger os homossexuais do jeito que a imprensa esquerdista já faz há muito tempo, a sociedade verá mais injustiças e crimes violentos. Só não verá a motivação deles, pois tudo estará escondido debaixo do tapete. Com a ajuda da Folha de S. Paulo e outros jornais, tudo o que a sociedade verá são crimes com “motivação incerta”.
Atualizado em 28 de agosto de 2011.

>Homossexual decapita parceiro

Publicado em crimes homossexuais, violência homossexual por juliosevero em 1 de junho de 2011

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Homossexual decapita parceiro

Comentário de Julio Severo: Sei que a mídia esquerdista fez o juramento sagrado de nunca apresentar como assassino ou agressor quem pratica atos homossexuais, mas preciso quebrar esse bloqueio. Aí vem outra notícia que a grande mídia não mostra: gay mata parceiro gay. E agora? Mais um número para as estatísticas dos “assassinatos homofóbicos”?

Homem é morto, queimado e decapitado em Aparecida

O corpo de um homem foi encontrado amarrado, decapitado e queimado na manhã de ontem na Avenida Dom Abel, no Parque Trindade I, em Aparecida de Goiânia. Não há pistas sobre os suspeitos e a motivação para o crime.
De acordo com a Polícia Militar, próximo ao terreno baldio, onde o corpo foi encontrado, haviam rastros de sangue que a levaram a uma residência, supostamente habitada pela vítima. Junto ao cadáver, haviam vestígios de pneus queimados, que podem ter sido usados para facilitar a carbonização. A cabeça da vítima ainda não havia sido encontrada até o fechamento dessa edição.
Não havia ninguém na casa, mas a PM encontrou sangue espalhado por quase todos os cômodos. A cama, facas e uma pá, as quais podem ter sido usadas no assassinato, também tinham sangue. A polícia afirma que sinais de luta corporal foram identificados no local.
Testemunhas contam que na residência mora um casal homossexual. A polícia encontrou duas identidades com nomes de M. C. L., 21, e W. E. S., 35,  além de cartões bancários em nome de W. Trabalha-se com a hipótese de que o crime seja passional e teria sido cometido por um dos dois, devido a briga entre o casal.
Na tarde de ontem,  a delegada responsável pelo caso, Marcella Cordeiro Orçai, da Delegacia de Homicídios de Aparecida de Goiânia, esteve em Anápolis para investigar o caso. Segundo testemunhas e documentos encontrados na residência, W. teria parentes na cidade.
Segundo a dona do imóvel, que pediu para não ser identificada, W. e M. alugaram o local há cerca de um mês.  Ela afirma que o casal era aparentemente tranquilo, sem qualquer suspeita, e que nunca presenciou ou ouviu brigas entre eles.
Divulgação: www.juliosevero.com
Violência homossexual:
Artigos de Julio Severo:

Onde estão os espancadores e assassinos homossexuais?

>Gay mata família por discordar de sua orientação sexual e imprensa pró-sodomia abafa

Publicado em crimes homossexuais, violência homossexual por juliosevero em 31 de maio de 2011

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Gay mata família por discordar de sua orientação sexual e imprensa pró-sodomia abafa

Comentário de Julio Severo: A notícia abaixo, que foi também disponibilizada pelo UOL, encontra-se agora fora do ar. Ao que parece o UOL foi tomado por remorso por ter saído dos padrões jornalísticos atrelados aos ativistas gays ao mostrar um assassino gay. A moda agora é mostrar gays apenas como vítimas. Esqueça que eles matam. Esqueça que eles estupram meninos. Contudo, a mesma notícia hoje rejeitada pelo UOL encontra-se disponível em outro site e divulgada aqui.
Matéria original do Giro pelo Piauí, que constava também no UOL:
Apesar de ter se apresentado horas após ter assassinado a mãe, a comerciante Maria Lita Pereira Gomes, 41, o irmão Alan Luiz Gomes da Silveira, 14, e ter tentado contra o próprio pai, o também comerciante Sidonor Pereira da Silveira, 35, o músico Alcinei Gomes da Silveira, 19, poderá não ser liberado após prestar depoimento sobre os crimes, praticado nesta terça-feira (5) à noite, na rua J, do bairro São José 2, Zona Leste de Manaus.
A informação é do delegado titular da Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS), Mariolino Brito, que ouviu o depoimento de Alcinei na manhã de hoje (6).
“Mesmo ele tendo se apresentado espontaneamente após os crimes, isso não impede que ele não seja liberado e também seja pedida a prisão preventiva contra ele”, salienta Brito, que considerou o caso como atípico.
Segundo o delegado, a forma como Alcinei agiu demonstra que ele apresenta traços de psicopatia. Ele também não descarta a possibilidade de Alcinei ter premeditado os crimes.
Em depoimento prestado na manhã de hoje ao titular da DEHS, o pai do acusado disse ter escapado da fúria de Alcinei, por ter se fingido de morto, após receber o primeiro golpe.

Ataques

Os assassinatos ocorreram a partir das 18h45 de ontem, na casa da família.
O primeiro homicídio foi a do adolescente Alan Luiz, morto com três facadas no tórax e uma na cabeça. O corpo da vítima foi escondido debaixo de uma cama.
Minutos depois, a comerciante Maria Lita foi morta com sete facadas nas costas, uma na nuca e outra na cabeça, dentro do banheiro da casa.

Comoção

“Há três anos a mãe dele já sabie que ele era homossexual. Para mim essa não é uma justificativa lógica para ele ter feito o que fez”, desabafa o tio materno do acusado, Geraldo Gomes, a respeito da hipótese de que o sobrinho teria matado a mãe e o irmão, devido a não aceitação de sua orientação sexual.
Os velórios de Maria Lita e Alan Luiz foram realizados na própria residência, onde familiares, amigos e vizinhos se aglomeraram para prestar as últimas homenages às vítimas.
Alguns dos vizinhos se mostraram indignados com o caso e chamaram a atenção para o fato de que a família parecia ser bastante unida.
Divulgação: www.juliosevero.com
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