Dupla gay estupra menino de 5 anos e recebe proteção especial do governo do Estado de São Paulo
Dupla gay estupra menino de 5 anos e recebe proteção especial do governo do Estado de São Paulo
Julio Severo
O que um pastor e uma dupla gay têm em comum? O pastor, depois que sua filha sofreu tentativa de estupro num posto de saúde, foi denunciado por uma agente do Conselho Tutelar que é parente do agente tarado do posto de saúde. O pastor está preso em condições desumanas, sem nenhum defensor para ajudar. A dupla gay foi presa por maltratar e estuprar um menino, e conta com quatro defensores públicos para ajudar.
Em 7 de março de 2012, a Band noticiou sobre um menino de 5 anos que sofria agressões e estupro de uma dupla homossexual em São Paulo. A faxineira da casa percebeu que o menino estava com febre e como a dupla gay não estava, a mulher o levou para casa. Durante o banho do garoto, ele contou que estava com muita dor. O menino contou para a faxineira que sofria maus tratos e abuso sexual.
A mulher levou o menino para o hospital, onde o garoto deu entrada com desidratação, desnutrição, broncopneumonia e tinha marcas de agressão pelo corpo.
A ocorrência foi registrada no 13º DP e o Conselho Tutelar foi acionado. Contudo, o governo do Estado de São Paulo interveio fortemente no caso, designando quatro defensores públicos para defender a dupla gay. O acompanhamento do caso por quatro defensores públicos espantou até o delegado, que disse:
“Em trinta e quatro anos de polícia, esse é o primeiro caso na minha carreira que eu vejo que a Defensoria Pública vem acompanhar dois indivíduos que estão sendo investigados e com quatro integrantes”.
Defensores públicos não costumam atuar durante inquéritos. Um indivíduo investigado pela polícia ser acompanhado por um defensor público é um fenômeno raro. Ser acompanhado por quatro é totalmente fora da realidade. O que provocou essa enorme anormalidade foi que o Estado de São Paulo, sob o governo do então governador Geraldo Alckmin (PSDB), tornou-se o primeiro Estado brasileiro a instituir uma lei para penalizar a prática de discriminação em razão de orientação sexual: a Lei Estadual nº 10.948/2001. Com o objetivo de implementar essa lei pró-homossexualismo, firmou-se, em 24 de outubro de 2007, um acordo entre a Defensoria Pública de São Paulo, a Secretaria de Justiça e da Defesa da Cidadania do Estado e a Coordenadoria de Assuntos da Diversidade Sexual da Prefeitura de São Paulo.
O PSDB vem trabalhando loucamente para implantar o sistema anti-“homofobia” mais sofisticado do Brasil e a condenação da dupla gay pode trazer impactos negativos não só para o movimento gay, mas também para as políticas do PSDB. Portanto, o acompanhamento da dupla gay por quatro defensores representa o empenho do Estado de São Paulo do PSDB de proteger os gays exclusivamente porque eles praticam atos homossexuais.
Os interesses do menino agredido e estuprado estão sendo colocados abaixo dos interesses da agenda gay e das obsessões políticas do PSDB.
Entretanto, como é que os Conselhos Tutelares não têm força para vencer todos esses interesses cruéis que colocam em risco um menino de apenas 5 anos?
Um ano atrás, um pastor foi preso por muito menos. Aliás, ele foi injustiçado por obedecer à Bíblia. O Pr. Jeremias Albuquerque Rocha, de 25 anos, foi preso depois que uma agente do conselho tutelar o denunciou por bater em suas filhas, pelo que ele foi acusado de “tortura”.
Apesar de que nenhuma evidência física tivesse sido apresentada ao juiz, Rocha foi colocado em detenção preventiva, numa cela de prisão tão cheia de presos que ele era forçado a ficar de pé o dia inteiro, e tinha de dormir agachado no chão, que estava coberto de papelão.
Ele ficou meses nessa situação. Em nenhum momento se apresentou algum relatório médico documentando qualquer marca física nas suas filhas nem houve nenhum exame físico confirmando ferimentos — provas que a lei exige. Em agosto de 2010, Rocha havia, conforme as reportagens, começado a chorar e desmaiar dentro de sua cela. Quando foi levado a um hospital próximo e diagnosticado com doença mental, o juiz Jânio Tutomu Takeda se recusou a acreditar no diagnóstico, afirmando que Rocha estava “fingindo”, e ordenou que ele fosse algemado à cama do hospital.
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| Pastor injustiçado e sem nenhum defensor público |
Takeda disse que condenou Rocha e o sentenciou a seis anos e meio de prisão.
O maior problema do Pr. Rocha não foi ter disciplinado suas filhas fisicamente. Muito antes de sua prisão, uma de suas filhas havia sofrido tentativa de estupro no posto de saúde. O agente de saúde assediador é parente da agente do Conselho Tutelar que denunciou mais tarde o pastor. Final infeliz: o agente assediador não foi preso por tentativa de estupro contra uma menina.
Final mais infeliz: mesmo sendo inocente, e nunca tendo praticado maus-tratos e estupro contra suas filhas, o pastor está preso em condições desumanas sem nunca ter tido o acompanhamento de defensores públicos — privilégio hoje exclusivo de homens que praticam atos homossexuais e estupram meninos de 5 anos.
O tarado sexual que trabalha no posto de saúde está livre para prosseguir seus assédios e taradices nas meninas dos outros. O governo, é claro, não tem tempo de ajudar pais inocentes e prender maníacos sexuais nos postos de saúde. O governo está ocupado demais cuidando de duplas gays que se ocupam com meninos de 5 anos.
Aqueles que estão dentro da agenda do governo — agentes de saúde tarados, duplas gays taradas, agentes de Conselho Tutelar abusivos, etc. — contam com a máquina estatal para dar acobertamento.
Pais, mães e crianças que não estão dentro da agenda do governo contam só com Deus.
Com informações do Mídia Sem Máscara e LifeSiteNews.
Fonte: www.juliosevero.com
O Conselho Tutelar e a Lei Anti-Palmada
O Conselho Tutelar e a Lei Anti-Palmada
Julio Severo
Uma leitora do meu blog me escreveu:
Recentemente ouvi perplexa o relato de um amigo muito, muito, muito pobre a quem tenho dado ajuda, falando sobre a Palavra de Cristo e dando um pouco de ajuda material, conforme Deus me concede. Ele me contou que tenta disciplinar o filho para que não siga por caminhos errados, principalmente tráfico de drogas, que é o maior perigo. O garoto é um bom menino, mas muito, muito levado e astucioso e bem teimoso. Meu amigo recebeu uma visita da Polícia Militar e um chamado ao Conselho Tutelar para esclarecer porque havia dado palmadas no filho, que tem pouco mais de 10 anos. Depois disso, o garoto em certo dia foi dormir com uma faca debaixo do travesseiro, dizendo que se o pai lhe batesse usaria a faca, deixando todos em casa atemorizados! É terrível!
Diante das consequências desastrosas dessas leis que estão sendo impostas para controlar a vida privada dos brasileiros e nos desestabilizar socialmente precisamos realmente orar muito.
Maria Auxiliadora
Esse é um caso isolado?
Em 2008, conversei com um pastor do Rio Grande do Sul que me contou que, ao aplicar disciplina física em seu filho desobediente de 4 anos, o menino prontamente ameaçou denunciá-lo. Quando o pai lhe perguntou onde ele havia aprendido isso, o menino mencionou a escolinha. Não havia, então, uma Lei Anti-Palmada em vigor. Mas quem foi que disse que os Conselhos Tutelares, que atuam nas escolas públicas, precisam de lei para ameaçar os pais?
No mesmo ano, um pastor de Teresópolis, RJ, me contou experiência semelhante com seu filho: ao discipliná-lo, o pai pastor foi ameaçado. O menino também disse que a escola o havia ensinado a denunciar.
Ainda em 2008, estive com uma líder católica pró-vida, que me contou como teve de renunciar ao seu trabalho de professora de escola pública, por não aguentar mais ver agentes do Conselho Tutelar vindo à escola para ensinar as crianças que elas poderiam fazer o que quisessem, tanto em casa quanto na escola. As aulas incluíam instruções de como denunciar os pais.
Sem nenhuma Lei Anti-Palmada, os Conselhos Tutelares estão há anos treinando as crianças a desprezar e denunciar a autoridade corretiva dos pais. Com a Lei Anti-Palmada, os Conselhos Tutelares apenas aplicarão formalmente o que já vinham por alguns anos aplicando informalmente, ganhando muito mais poder para induzir a população a denunciar. A colunista Lya Luft, na edição de 04/01/2012 da revista Veja (p.18), pergunta:
“Quem vai, sobretudo, denunciar? Penso que haverá filas de acusadores: a vizinha invejosa, a funcionária ofendida, a ex-mulher vingativa, o ex-marido raivoso. Receio que… se aplicada, vá desencadear uma onda de confusões, inseguranças, injustiças, intromissões indevidas. Aberta a porta para um controle nada democrático, uma ditatorial interferência do estado na vida familiar e nas relações pessoais mais próximas”.
Se os Conselhos Tutelares tivessem uma função minimamente útil, poderiam, na atual condição em que o Brasil está, fazer pelo menos duas coisas:
* Combater o aborto propositado, pois o aborto é assassinato de crianças inocentes.
* Combater toda tentativa de grupos homossexuais de introduzir o kit gay nas escolas.
Entretanto, em todo o embate contra o kit gay, que ameaça deixar inocentes crianças à mercê da doutrinação homossexual, os Conselhos Tutelares não tiveram nenhuma presença de oposição contra as más intenções do Estado.
Com relação ao aborto, houve um caso, em Pernambuco, no qual um Conselho Tutelar, sob a direção de bons católicos, interveio para deter que dois bebês gêmeos fossem abortados. Mas o caso, que ocorreu em 2009, teve um final infeliz, pois o ministro contra a Saúde, com todo o poderia do governo federal, interveio para que o Conselho Tutelar local não pudesse salvar os gêmeos.
Os Conselhos Tutelares têm a missão essencialmente pérfida de impor a tirania estatal dentro dos lares. Mas há exceções. E quando há, o governo trabalha para neutralizar Conselhos Tutelares que estão sob a direção de pessoas com valores morais ou cristãos.
Na Lei Anti-Palmada, o governo quer apenas impor para todo o Brasil o que já vinha sendo imposto através dos Conselhos Tutelares. Mesmo que a Lei Anti-Palmada não seja aprovada, os pais têm pouquíssima proteção contra Conselhos Tutelares que recebem denúncias anônimas de “maus tratos” — que podem ser definidos conforme os conselheiros tutelares decidirem.
Psicólogos e assistentes sociais: os monitores estatais das famílias também têm problemas
Se a Lei Anti-Palmada de Dilma Rousseff for aprovada, o governo vai ter de contratar uma legião de “profissionais” em psicologia, que terão o trabalho de reeducar as famílias infratoras do “delito” da palmada. E haverá a necessidade de contratar uma multidão enorme de assistentes sociais para lidar com milhões de pais infratores.
Portanto, a ideia do governo petista matará pelo menos três coelhos numa cajadada só:
1. Produzirá talvez dezenas ou até centenas de milhares de vagas nos milhares de conselhos tutelares de todo o Brasil, cumprindo assim promessas eleitorais de que o governo geraria milhares de empregos.
2. Inchará enormemente o contingente de agentes estatais, cuja única utilidade será policiar as famílias, enquanto milhares e milhares de meninos e meninas vivem nas ruas, abandonados, prostituídos, sem lar e sem nenhum agente para cuidar deles. Já viu algum conselheiro tutelar subindo os morros de tráfico de drogas no Rio para intimar os traficantes que judiam, exploram, corrompem, estupram e matam crianças?
3. Enfraquecerá a autoridade do principal rival (depois de Deus) do Estado na vida dos indivíduos: a família. Com a autoridade da família minada, será muito mais fácil o Estado e o marxismo conseguirem conquistar a lealdade de milhões de homens e mulheres.
O plano anti-família do governo de Dilma será incorporado ao Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), que depende dos conselhos tutelares e seus funcionários e assistentes sociais. Sem um inchamento sem precedente de funcionários nessa máquina estatal, será impossível o governo alcançar milhões de famílias brasileiras com sua nova política anti-palmada.
Não seria errado eles interferirem em lares onde um homem beberrão chega em casa agredindo a mulher, filhos, gato, cachorro, etc. Mas a política anti-palmada de Dilma não tem como alvo esse tipo de violência, mas sim castigos corretivos com palmadas, chineladas, etc.
Quando um filho desobedecer, o pai e a mãe deverão tremer de medo, tentar negociar e, no fracasso das negociações, satisfazer todas as vontades da criança birrenta, que estará preparada e treinada pela escola e pelos meios de comunicação a denunciar qualquer tentativa de lhe dar o mais leve tapinha no traseiro. Pais e mães andarão nas pontas dos pés, encolhidos de medo, enquanto assistentes sociais andarão à vontade à procura da mais leve denúncia, a fim de justificar a própria existência de seus empregos pagos por nossos impostos.
Contudo, além de não terem autoridade moral para invadir e quebrar a autoridade de pais que disciplinam, é preciso questionar: os assistentes sociais dos conselhos tutelares têm famílias em estado melhor do que as famílias que eles importunam?
Conheci pessoalmente a família de uma assistente social que ocupava uma posição de destaque numa prefeitura importante. Formada em psicologia e de forte tradição católica, seu filho de 5 anos falava palavrões, judiava dos animais domésticos e seus convívio principal, quando não estava na escola, era com a empregada doméstica. O filho mais velho dela, com uns 20 anos, havia abandonado toda tradição cristã para se tornar fã incondicional de Che Guevara, drogas e sexo livre. Mesmo assim, a mãe se sacrificava em seu trabalho estatal para sustentar os estudos universitários dele, inclusive moradia e alimentação.
Com sua própria família, ela era mole ao extremo, mas profissionalmente ela era dura e inflexível. Seus filhos nunca viram a cor de uma vara de marmelo, pois seu único modo de lidar com a má conduta dos filhos era conversando e aconselhando. Mas, apesar de todos os conselhos e “castigos” (Mãe: “você vai ficar uma semana sem ver TV”. Filho: “Ah, mãe! Quer dizer que durante uma semana inteira só poderei brincar no computador? Oh, acho que não vou suportar esse castigo tão pesado!”), tanto filho menor quanto filho maior prosseguiam no que faziam: o filho menor, destruindo todos os brinquedos dele e os brinquedos de sua irmã de oito anos. O filho mais velho, quando os pais davam uma saída, trazia uma garota, alguns amigos, cerveja e drogas para “se divertirem” nas próprias camas dos pais e irmãos. E só Deus sabe o que está por trás das elevadas despesas que ele dá agora que está estudando numa universidade do exterior.
Ela é uma pessoa boa, mas o sistema estatal, juntamente com a contaminação de conceitos psicológicos anti-bíblicos, a tragaram de tal forma que nem sua família escapou ilesa.
Conheci outras assistentes sociais, que não tinham compromisso cristão, em estado muito pior. Enquanto estavam ocupadas se intrometendo na vida familiar dos outros, tinham suas famílias destroçadas por adultério, filhos rebeldes e descontrolados.
Creio que ninguém — seja católico, evangélico, etc. — pode esperar a bênção de Deus num serviço estatal criado para gerar caos e confusão nas famílias — a não ser que a meta seja sabotar ou pelo menos amenizar os estragos estatais.
Conselheiro tutelar pede socorro para Julio Severo
Em 2009, recebi mensagem desesperada de um conselheiro tutelar do Ceará pedindo ajuda. Sob a responsabilidade dele estava uma menina de uns 10 anos, grávida, mas o governo tirou a criança de sua responsabilidade, pois sendo católico, ele não queria prosseguir na disposição estatal de encaminhar a menina para a realização de um aborto.
Como é que um conselho tutelar poderá denunciar e agir contra tal medida cruel quando seu perpetrador é o próprio governo? É fácil agir contra indefesos pais e mães disciplinadores, mas seja qual for o crime contra as crianças que o governo cometa, há isenção, desde abuso psicológico de alunos em escolas públicas com aulas pornográficas de educação sexual até distribuição de camisinhas para crianças de 10 anos de idade! Nem mesmo os piores pedófilos do passado poderiam imaginar que um dia teríamos um governo que facilitaria suas atividades de abuso sexual.
Se os conselhos tutelares tivessem sido criados para realmente proteger as crianças, o governo federal estaria em apuros ao tentar legalizar o assassinato de bebês e adoção de crianças por duplas de pervertidos homossexuais. Ou ainda não enxergamos que o aborto é o pior tipo de crime contra as crianças? Tal crime deverá ser justificado e ignorado quando o Estado o aprova?
Conselhos Tutelares foram criados para colocar os interesses estatais acima dos direitos dos pais e das crianças
A maldade estatal é clara: se membros de um conselho tutelar optarem, para o bem-estar da criança, protegê-la do aborto e de pervertidos homossexuais, o governo intervirá para impor sua vontade, protegendo-a em vez disso dos conselheiros tutelares que querem protegê-la! Mas se esses mesmos conselheiros intervirem para dizer a um casal “por ordem do governo, vocês estão proibidos de dar palmadas”, o governo dará total apoio a esse conselho tutelar. E o projeto anti-palmada do governo de Dilma Rousseff estará sendo incorporado ao ECA exatamente para fazer dos conselhos tutelares órgãos de implacável monitoração às famílias.
Pouquíssimas pessoas enxergam os perigos do ECA. Dois anos atrás, participei de um programa de TV debatendo o ECA. De um lado, estavam um conselheiro tutelar, uma psicóloga de conselho tutelar e uma psicóloga apoiadora do ECA. Do outro, estava eu e meu convidado, o Dr. Heitor De Paola. Como até mesmo entre católicos e evangélicos é muito difícil encontrar pessoas que compreendam as ameaças do ECA, fui obrigado a convidar o Dr. Heitor, que é ateu, para me ajudar no programa. Ele chegou ao estúdio levemente bêbado, mas mesmo assim falou muito melhor do que todos os defensores do ECA.
Na saída do estúdio, o pai de um dos conselheiros tutelares chegou até mim e disse: “Sou o pai de… que debateu com você neste programa, mas concordo com tudo o que você disse!”
Quanto aos problemas internos da minha amiga assistente social, na minha opinião não se pode aplicar castigos físicos num menino que mal vê sua mãe carreirista, que se orgulha de ter “domado” o marido. O dia em que ela “domar” a situação do seu lar, ela deixará de sustentar as farras de seu filho mais velho a fim de cuidar de seu filho mais novo.
Eu disse pessoalmente a ela que ela precisava estar mais próxima de seu menino de 5 anos, e que seu mau comportamento — inclusive jogar filhotes de cachorro no chão, gatos na piscina, xingar e jogar objetos em sua bisavó de 90 anos, desafiar adultos — merecia castigo físico. Sua resposta foi enfurecer-se comigo! Para ela, que é psicóloga, a criança só tem entendimento do certo e do errado a partir dos 7 anos. Bem, pelo menos o filho dela de 20 anos já deve estar em idade suficiente para entender o que está fazendo. Por que então não ordenar que ele mesmo trabalhe para sustentar sozinho seus excessos e farras?
Foi triste ver um lar tão desgovernado. Mais triste ainda é saber que assistentes sociais com lares desgovernados é que terão autoridade para empinar o nariz para impor as vontades e caprichos estatais sobre milhões de famílias, pois o Estado quer decretar o fim da liberdade de castigar birras. A impunidade que reina no governo do PT, acobertando gravíssimas corrupções, agora será estendida a todas as crianças e adolescentes do Brasil.
Com a lei anti-palmada, bastará um telefonema anônimo, e a família denunciada de dar uma palmada ou chinelada vai para tratamento psiquiátrico à força. Vara de marmelo? Levará automaticamente para a cadeia todos os seguidores das “nefastas” instruções de criação de filhos no livro de Provérbios.
Sem uma lei formal, os Conselhos Tutelares já estão agindo há muito tempo como se já existisse uma Lei Anti-Palmada. Com a formalização da lei, o inferno estatal será despejado dentro dos lares. É a lei do cão, operando com ou sem lei, para cumprir os interesses do Estado intrusivo e manter as famílias aterrorizadas e enfraquecidas.
E quando as famílias estão enfraquecidas, o controle governamental sobre os filhos — e sua formação como futuros cidadãos programados para servir a um Estado de alma marxista — fica garantido.
Fonte: www.juliosevero.com
Pesadelo estatal para crianças
Pesadelo estatal para crianças
Órgãos governamentais facilmente tiram crianças de seus pais, e facilmente as expõem a pedófilos
Julio Severo
Reportagem da FoxNews disse:
Uma nova auditoria do Estado da Califórnia revelou que mais de 1.000 criminosos sexuais estão vivendo em casas que têm licença para dar serviços para crianças, adotivas ou não.
A informação de deixar qualquer um perplexo foi descoberta depois que a auditoria foi solicitada para investigar como o Conselho Tutelar lidou com mortes de crianças em casas para crianças adotivas.
No começo deste ano, o deputado Henry Perea da cidade de Fresno solicitou que o estado investigasse as mortes de crianças que estão sob a custódia do Conselho Tutelar. A solicitação foi feita depois que Seth Ireland, um menino de dez anos, foi surrado até a morte pelo namorado de sua mãe adotiva em 2008.
Bill Grimm, o assessor jurídico sênior do Centro Nacional de Lei para Jovens, acha que a negligência dos Conselhos Tutelares de usar bancos de dados de criminosos sexuais aos quais o órgão tem acesso é “censurável e indesculpável”.
“Como é que eles tiram uma criança de sua família, do lar dos pais dela, por alegarem que a criança estava insegura ou havia sido abusada e então colocam essa criança numa instituição ou casa em que ela fica sujeita a riscos e mais abusos? Isso é simplesmente indesculpável”, disse Grimm.
Ei, descobriu-se que apenas a Califórnia tem 1.000 criminosos sexuais que vivem em casas que têm licença para dar serviços para crianças adotivas. E quanto aos outros 49 estados americanos?
Estamos vivendo em pleno século 21, não estamos? Como é que os serviços estatais para crianças podem estar expondo crianças a pedófilos?
Na década de 1980, minha amiga Mary Pride denunciou como os órgãos governamentais eram perigosos para as crianças. Naquela época, sem dúvida alguma, o Estado prometeu adotar medidas para tornar as crianças seguras de sua própria insegurança.
Então, na década de 1990, Brenda Scott, em seu livro “Out of Control. Who’s Watching Our Child Protection Agencies?” (Fora de Controle: Quem é que está de Olho nos Órgãos de Proteção à Criança?), desmascarou como os Conselhos Tutelares dos EUA facilmente tiravam as crianças de seus pais e as expunham a criminosos sexuais e outros pervertidos. De novo, o Estado prometeu corrigir sua insegurança…
Em seguida, em 2005 vimos reportagens de abundante abuso sexual contra as crianças em casas que têm licença para dar serviços de creche para crianças, ou serviços para crianças adotivas. E o Estado veio com suas promessas de sempre… E as crianças continuaram inseguras.
Lamentavelmente, o Estado tem sido incapaz de evitar expor as crianças aos criminosos sexuais. E tem sido igualmente incapaz de evitar facilmente tirar as crianças de seus pais.
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| Abuso: Conselho Tutelar dos EUA facilmente tira filha do casal Marcin e Nicole Leszczynski |
Reportagem da FoxNews denunciou:
A filha de 3 anos de um casal do Havaí lhes foi tirada durante 18 horas depois que eles foram presos por se esquecerem de pagar dois sanduiche de 9 reais.
O passeio que se transformou em pesadelo ocorreu na quarta-feira enquanto a família estava fazendo compras na filial local da rede de supermercados Safeway.
“Fizemos uma longa caminhada até o supermercado e eu estava me sentindo desfalecida, zonza, como se eu precisasse comer algo. Então, decidimos arranjar uns sanduíches e comê-los enquanto estávamos fazendo compras”, Leszczynski disse para o noticiário da TV.
Leszczynski, que está com 30 semanas de gravidez, seu marido Marcin e sua filha Zophia compraram alimentos no valor de 90 reais — mas se esqueceram de seus dois sanduíches com salada e frango.
“Foi uma distração completa, um momento em que nós pais nos distraímos”, Leszczynski disse para a TV KHON.
Quando a família estava saindo, o guarda de segurança os parou e pediu o recibo deles.
“Eu me ofereci para pagar. Nós tínhamos o dinheiro. Nós tínhamos acabado de fazer compras”, Leszczynski disse para a TV.
Mas, em vez de aceitar o dinheiro, a mãe grávida disse para KHON que o gerente da Safeway chamou a polícia. O casal foi levado para a delegacia de polícia de Honolulu onde foram fichados por furto de quarto grau. Então Zophia foi levada sob a guarda do Conselho Tutelar.
“Quando nos notificaram que teriam de levá-la porque ambos seríamos presos, eu simplesmente não consegui acreditar. Não pude acreditar que isso estava acontecendo, pois me esqueci de pagar o sanduíche e por causa disso nossa filha estava sendo levada para longe de nós”, Leszczynski disse para KHON.
A mãe de Zophia disse que passou a noite inteira sem dormir se preocupando com sua filha e desabafou sua angustia num site para mães chamado www.babycenter.com. O comentário dela atraiu a atenção de centenas de mães e pais que ficaram indignados.
“Não sabíamos onde estava nossa filha, não sabíamos qual era a situação. Ela não tinha nenhuma outra roupa, exceto a que havia usado no supermercado”, Leszczynski disse para KHON.
Felizmente, a menininha foi devolvida 18 horas mais tarde para seus pais. Mas 18 horas, ou alguns dias longe de seus pais num órgão estatal, é tempo suficiente para pedófilos e outros predadores fazerem seu trabalho sujo. Numa sociedade obcecada por sexo, as crianças estão inseguras sempre que estão longe de sua família natural.
Versão em inglês deste artigo: State nightmare for children
Divulgação: www.juliosevero.com
Globo omite homossexualidade e nome de “ex-conselheiro tutelar” estuprador de adolescentes
Globo omite homossexualidade e nome de “ex-conselheiro tutelar” estuprador de adolescentes
Comentário de Julio Severo
A Globo tem o hábito incorrigível de relatar crimes homossexuais citando nomes e escondendo a homossexualidade do autor dos crimes. Dessa vez, o ocultamento foi muito maior: O G1 não citou nem o nome nem a óbvia homossexualidade do estuprador de adolescentes que a Globo se limitou a chamar de “ex-conselheiro tutelar”.
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| Estuprador de adolescentes: homossexualidade e nome protegidos pela mídia esquerdista |
Afinal, o que a Globo quer esconder? Quer ocultar o fato de que a agência estatal de intromissão nas famílias é passível de abrigar maus elementos, que “corrigem” os problemas das famílias impondo abusos estatais e até sexuais em crianças e adolescentes?
Os conselhos tutelares são uma grande ameaça, pois representam diretamente a interferência e arbitrariedade do Estado em milhares de famílias que não se enquadram em situação criminal. Basta uma denúncia anônima — bem ao estilo ditatorial comunista e nazista —, e o conselho tutelar intervém em famílias cristãs que educam os filhos em casa, ou disciplinam os filhos fisicamente, ou não vacinam os filhos com vacinas com DNA de bebês abortados ou com o veneno do mercúrio.
A notícia abaixo, com toda a sua omissão para proteger a reputação do homossexualismo e dos conselhos tutelares, é de autoria do G1 da Globo.
Ex-conselheiro tutelar é suspeito de aplicar golpe ‘Boa Noite Cinderela”
Ele foi preso após denúncia de um jovem de 18 anos, em Pato Branco (PR). Após a prisão, dois adolescentes o denunciaram pelo mesmo crime.
Está preso desde o início do mês de novembro em Pato Branco, Sudoeste do Paraná, um ex-conselheiro tutelar suspeito de aplicar o golpe chamado “Boa Noite Cinderela” em jovens da região. Ele foi preso após denúncia de um jovem de 18 anos, que relatou à polícia ter ingerido refrigerante com medicamentos no carro do suspeito e ter dormido logo em seguida.
O jovem afirmou que aceitou a carona do suspeito em uma boate, e que só voltou à consciência na manhã seguinte, quando foi deixado a uma quadra de casa. Ele não se recorda de nada que aconteceu durante o período em que esteve medicado. De acordo com a delegada Franciele Biava, que investiga o caso, 10 horas depois do fato o jovem ainda se encontrava sob efeito dos remédios.
“Ele não tinha condições sequer de conversar”, disse Biava, que contou que um laudo de lesões corporais comprovou que a vítima apresentava sinais de mordida nas costas. O resultado de outro exame para apurar se houve violência sexual é aguardado pela investigação.
Após a prisão do suspeito, dois adolescentes de 17 anos procuraram a polícia para denunciar o mesmo suspeito, pelo mesmo crime.
Boa Noite Cinderela
O golpe costuma ser aplicado em boates e bares, quando as vítimas se descuidam do seu copo, ou aceitam bebidas de estranhos. Normalmente são misturados ao líquido diversos tipos de medicação, com objetivo de sedar o alvo. De acordo com o neurologista Frederico Rodrigues, o tipo de remédio varia.
“Tem aquelas que são utilizadas até para anestesia, ou seja, o paciente desmaia, perde a consciência total, e existem outras drogas que são chamadas hipnóticas, em que o paciente não perde a consciência no sentido de desmaiar, mas perde a noção do que está fazendo, não consegue ter uma memória daquele período que se passa sob efeito da medicação”, explicou.
Fonte: G1 da Globo
Divulgação: www.juliosevero.com
“Rambo” polonês resgata menino de casa de crianças adotivas
“Rambo” polonês resgata menino de casa de crianças adotivas
William Stoichevski
Krzysztof Rutkowski, um polêmico investigador particular da Polônia, aumentou mais sua crescente notoriedade na Noruega ao adotar novamente uma ação dramática para ajudar um menino a escapar de um lar para crianças adotivas
Em sua mais recente aventura espetacular, Rutkowski libertou um menino de nacionalidade russa de uma casa de crianças adotivas no sul da Noruega. O menino está no início da adolescência.
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| Krzysztof Rutkowski, detetive particular e astro do cinema polonês, conhecido também como “Rambo das crianças”. |
“Quando a própria criança é que faz a ligação telefônica, é sinal claro que de que é um caso sério”, Rutkowski disse para o site noticioso Aftenposten.no
O menino foi entregue a pais adotivos depois de uma batalha de custódia entre sua mãe russa divorciada e seu padrasto norueguês. A mãe e o menino apresentaram-se triunfantes quando os jornais russos mostraram a chegada do menino num aeroporto de Moscou.
Rutkowski e o menino fizeram um acordo: o menino iria dizer que estava saindo para fazer exercício. Então, de uma maneira que não foi revelada à imprensa, ele “desapareceu” da Noruega.
“Eu não chamaria isso de sequestro”, Maggi Rødvik, o advogado norueguês da mulher russa, disse ao jornal.
“Essa foi uma ligação telefônica pedindo socorro”.
Esse pedido de socorro, de uma criança pedindo para tirá-la do país, não foi o único que Rutkowski atendeu na Noruega. Neste verão, as reportagens dos jornais noruegueses relataram amplamente a ação ousada dele de “resgatar” uma menina polonesa de nove anos colocada numa casa de crianças adotivas pelo Barnevernet, o conselho tutelar da Noruega que é muito criticado.
Rutkowski é ator e ex-membro do Parlamento da Polônia. A página de internet dele revela uma foto dele disparando sem parar nos homens maus com uma arma automática. O que não é de surpreender é que os jornais russos o apelidaram de “o Rambo das crianças”.
As operações de Rutkowski são planejadas nos mínimos detalhes e parecem exigir conhecimento especializado das rotas de fuga dos cruzamentos das fronteiras do Norte da Europa. E ele não tem deixado nenhum vestígio de suas atividades: a polícia descartou a notícia de sequestro devido à “falta de evidência”.
A mãe do menino russo lutou uma longa e amarga batalha com o padrasto norueguês e com os conselhos tutelares da Noruega. No fim, os “agentes” de Rutkowski fizeram contato com ela.
Ele confessou que a fuga do menino da Noruega foi dificultada pelas autoridades polonesas que haviam sido secretamente avisadas pela polícia da Noruega. O menino e sua mãe tiveram de aguardar até que um juiz polonês — em meio a uma luta diplomática decisiva que saiu em reportagens na Polônia e na Rússia — decidiu que o voo era legal sob a Convenção de Haia sobre sequestro.
Enquanto isso, Rutkowski continua sua campanha para libertar crianças pegas pelos conselhos tutelares da Noruega. O detetive de 51 anos tem seu próprio programa de TV na Polônia em que seu trabalho é encenado.
Tradução: www.juliosevero.com
Fonte: jornal norueguês TheLocal
Detetive particular resgata crianças em missões noturnas
Detetive particular resgata crianças em missões noturnas
Investigador devolve aos pais crianças levadas por conselhos tutelares
Bob Unruh (WND)
Não é bem um “Pequenos Espiões” da vida real, mas certamente há aventura envolvida.
Parece que um investigador particular polonês, apelidado de “Rambo” pelos fãs, encontrou uma solução para os problemas criados quando conselhos tutelares tomam a guarda de crianças contra a vontade dos pais nos países nórdicos: ele simplesmente as “sequestra” e as devolve aos pais.
Aconteceu pelo menos duas vezes na Noruega e é um avanço maravilhoso para famílias de lá e de países como a Suécia, onde conselhos tutelares, como já mostrado pelo WND, possuem controle praticamente total sobre as crianças, uma vez que são colocadas sob a guarda do governo.
Em junho, o detetive particular Krzysztof Rutkowski ganhou fama pela “libertação” de uma menina de 9 anos da sua “prisão norueguesa” — o lar temporário determinado pelo governo — e devolvendo-a a aos seus pais, que fugiram da Noruega para viver na Polônia.
E há poucos dias, o mesmo detetive teria tomado um menino de 13 anos da guarda do conselho tutelar e devolvido à sua mãe. A reunião da família, mais uma vez, teria ocorrido na Polônia, de acordo com a IceNews.
O trabalho recebeu aprovação de Ruby Harrold-Claeson, presidente do Comité Nórdico dos Direitos humanos, fundado em Copenhague em 1996. O grupo busca “expandir direitos e liberdades dos indivíduos e suas famílias e fortalecer o respeito por direitos humanos básicos e liberdades fundamentais nos países nórdicos”.
Harrold-Claeson esteve envolvida em alguns dos casos mais notórios de guarda de menores, incluindo o caso de Domenic Johansson, na Suécia. O envolvimento de Harrold-Claeson alarmou tanto as autoridades judiciais que elas determinaram que a família Johansson fosse representada por outro advogado escolhido pelo tribunal em vez dela.
O caso está pendente no Tribunal Europeu dos Direitos Humanos, onde a Home School Legal Defense Association (Associação de Defesa Legal da Educação Escolar em Casa) e a Alliance Defense Fund, organização internacional de direitos civis e religiosos, estão debatendo a necessidade de Domenic ser devolvida aos pais.
Conforme reportagem do WND, seu pai, Christer Johansson, ficou preso por 2 meses por pegar Domenic com sua família temporária, designada pelo tribunal, e levá-lo para uma visita em casa no último feriado de ação de graças.
O caso começou em meados de 2009, quando o conselho tutelar e a polícia levaram Domenic à força, na época com 7 anos, porque estavam preocupados com o fato de ele estar sendo educado em casa. Os tribunais locais depois negaram aos pais a representação legal que procuravam em Harrold-Claeson, exigindo em vez disso que fossem representados por um advogado autorizado pelo Estado. Os tribunais por fim decidiram que o Estado deveria manter a custódia de Domenic.
De acordo com relatórios publicados, o detetive particular fez a primeira tentativa em junho. A agência Aftenposten noticiou que a polícia do condado de Vestfold estava investigando um caso no qual um menor estava “sendo tomado ilegalmente dos seus pais ou tutores, neste caso, o serviço de proteção à criança”.
De acordo com o relatório, o conselho tutelar tomou a guarda da criança, supostamente com problemas de depressão, e enfrentou resistência dos pais. Constava ainda nos relatórios que a criança de 9 anos pulou a janela da casa de seus pais adotivos e desceu por uma corda na noite em que se encontrou com o detetive particular, que então fez a travessia até a Polônia — onde seus pais já a estavam esperando.
Os nomes dos membros da família não foram divulgados. A família contou à Rádio Szczecin que autoridades foram à escola da criança e a interrogaram, depois disseram aos seus pais que estavam assumindo sua guarda.
O segundo caso foi noticiado há poucos dias, mais uma vez na mídia norueguesa. Dessa vez, Rutkowski teria devolvido um garoto de 13 anos à sua mãe em uma operação parecida.
De acordo com a Icenews, o detetive “encontrou-se com o garoto em uma academia antes de desaparecer com ele para a Polônia em um comboio de carros não identificados”.
De acordo com a reportagem, em declaração do advogado do garoto: “Ele sempre dizia que queria voltar para a casa de sua mãe. Ele foi claro desde o início. Eu pedi que arrumasse um porta-voz, mas não quiseram lhe dar um, e um porta-voz deveria estar presente quando a decisão de emergência (sobre a guarda) foi julgada pelo conselho regional de apelações”.
Harrold-Claeson chamou a estratégia que reuniu a criança de 9 anos com seus pais de “um excelente trabalho”.
Disse ainda que “as estações de rádio e TV e jornais da Polônia noticiaram o resgate da criança e fizeram fortes críticas à Noruega. Crianças levadas como reféns pela política de bem-estar social dos países nórdicos devem ser resgatadas, pois não há justiça nesse sistema”.
“De acordo com a lei, os pais precisam ir a audiências no tribunal para libertar seus filhos, mas uma vez que o sistema se apodera da criança, eles não a deixam ir. Eu ajudei muitos dos meus clientes em suas desesperadas porém inúteis batalhas para recuperar guarda de seus filhos”, declarou Harrold-Claeson.
“Alguns acabam em instituições psiquiátricas e alguns morrem de ataques cardíacos porque o sistema destrói suas vidas. Até hoje, eu salvei 53 crianças da destruição iminente pelos conselhos tutelares. A maioria das famílias em questão pegou seus filhos e fugiu da Suécia”, disse a advogada.
Harrold-Claeson acusa os sistemas de assistência social dos países nórdicos, principalmente na Suécia, de oferecer gordas pensões às famílias adotivas.
“Esses lares adotivos frequentemente são de baixa qualidade, e seu principal objetivo é ganhar dinheiro por meio das crianças adotadas”, disse Harrold-Claeson, e acrescentou: “famílias cujas crianças foram colocadas sob a guarda do Estado são geralmente pais solteiros, desempregados ou recebendo ajuda do governo”.
Ela disse à HSLDA que espera que a notícia dos resgates chegue aos pais para que eles saibam das “atrocidades sendo cometidas contra crianças e suas famílias na Noruega, Suécia, Dinamarca, e em menor grau, na Finlândia”.
Os casos “devem ser trazidos ao conhecimento do mundo todo”, disse a advogada.
Michael P. Donnelly, diretor de relações internacionais da HSLDA, disse que Harrold-Claeson é “uma advogada corajosa que enfrentou o sistema de assistência social da Suécia e protegeu crianças de serem sequestradas pelo Estado”.
Harrold-Claeson disse ao WND que o caso da criança de 9 anos ocorreu porque os seus pais tiveram uma briga e o serviço social “interveio para evitar que a criança ficasse triste”.
“Estranhamente, esses órgãos de proteção à criança não se dão conta de que intervir nas famílias, removendo crianças e colocando-as em lares temporários, no meio de completos estranhos, é muito mais traumatizante do que os eventuais problemas com os pais”, concluiu Harrold-Claeson.
De acordo com ela, as autoridades suecas acreditam que “crianças são propriedades do Estado, para serem compradas e vendidas como se fossem mercadorias. Tomar a guarda de crianças e colocá-las em lares temporários é uma indústria na qual crianças, pais e entes queridos, assim como sua saúde — tanto física como mental — são irreparavelmente destruídos”.
Ela disse ainda ao WND que o Estado ”decidiu usurpar os poderes dos pais e substituir a autoridade paternal sobre as crianças deixando-as nas mãos de servidores públicos, que por definição deveriam ser servidores, e não senhores”.
Harrold-Claeson fez um apelo aos americanos para que condenem tais práticas e fiquem atentos, pois ela já viu práticas parecidas acontecendo nos EUA.
Donnelly já havia demonstrado preocupação com o tratamento dado à família Johansson na Suécia.
“A desumanidade das autoridades suecas em manter Domenic Johansson sob guarda temporária, praticamente sem visitas dos pais, continua sendo uma grande preocupação para a nossa organização”, disse o diretor da HSLDA. “A falha das autoridades provinciais e federais em investigar e retificar um escandaloso abuso de poder por parte das autoridades municipais de Gotland e assistentes sociais faz a Suécia parecer mais um antigo Estado totalitário soviético do que uma nação ocidental livre e democrática”.
O governo tomou a guarda de Domenic quando, em 2009, policiais invadiram o avião onde a família havia embarcado a caminho da Índia, país de origem da mãe de Domenic, Annie Johansson.
O caso também está sendo acompanhado por um blog chamado Friends of Domenic.
Gustaf Hofstedt, presidente do conselho tutelar local de Gotland, havia dito ao WND da Suécia por telefone que há mais em questão do que o homeschooling, mas se recusou a explicar.
“Entendo que a repercussão foi de que o caso envolvia apenas o homeschooling”, disse Hofstedt ao WND. “Mas esse não é o caso”.
Ao ser solicitado que explicasse, ele disse: “Não posso responder porque é confidencial”.
Traduzido por Luis Gustavo Machado Farias.
Fonte: WND
Divulgação: www.juliosevero.com
Mais informações sobre o caso do menino Domenic Johansson:
>Os Serviços de Proteção à Criança precisam encerrar suas atividades
>
Os Serviços de Proteção à Criança precisam encerrar suas atividades
Phyllis Schlafly
Nota de Julio Severo: Os Serviços de Proteção à Criança dos EUA têm de modo geral as mesmas atribuições do Conselho Tutelar no Brasil. Pode-se então dizer que o Conselho Tutelar é uma versão brasileira dos Serviços de Proteção à Criança.
Quando os esquerdistas e as feministas, inclusive Hillary Clinton, começaram a dizer que a “vila” deveria criar a criança, a maioria das pessoas reconheceu a “vila” como uma metáfora para o governo. Agora estamos vendo o quanto, na verdade, a Babá Estatal é o Grande Estado intrusivo.
Atuando sob vários nomes diferentes, agências estatais como os Serviços de Proteção à Criança [em inglês, Child Protective Services, CPS] foram incumbidos da tarefa de proteger as crianças de abusos ou negligência por parte de quaisquer adultos, especialmente de seus próprios pais. Mas um recente estudo lança dúvidas sobre o valor dos Serviços de Proteção à Criança (SPCs).
Os Serviços de Proteção à Criança, que partem para a ação com base em denúncias anônimas, investigaram mais de 3 milhões de casos de suspeita de abuso infantil em 2007. Os pesquisadores examinaram o histórico de 595 crianças em todo o país, e as rastrearam entre as idades de 4 e 8 anos, pois a suposição é que todas elas estavam correndo risco igualmente alto de abuso
Os pesquisadores concluíram que a intervenção dos SPCs fez muito pouco ou nada para melhorar a vida das crianças, e não houve diferença entre as crianças das famílias que os SPCs investigaram e as que não. Os cientistas sociais levaram em conta todos os fatores que reconhecidamente aumentam o risco de abuso ou negligência: apoio social, equilíbrio familiar, pobreza, educação dos responsáveis e sintomas de depressão, além de ansiedade infantil, depressão e comportamento agressivo.
A Lei de Tratamento e Prevenção ao Abuso Infantil foi aprovada pelo Congresso em 1974 e cerca de 45 estados aprovaram leis estaduais complementares. O dinheiro dos contribuintes começou a jorrar aos cântaros para os burocratas.
Os resultados da pesquisa foram publicados na edição de outubro da Archives of Pediatrics & Adolescent Medicine [Coleções de Pediatria e Medicina da Adolescência]. O relatório foi acompanhado de um editorial, intitulado “Os Serviços de Proteção à Criança já perderam sua utilidade”, o qual afirma que os SPCs não deveriam desempenhar um papel de polícia. Se há crime, chame a polícia; se há negligência, chame um agente de saúde pública; se forem condições de vida intoleráveis, chame os serviços sociais adequados.
Infelizmente, os pesquisadores não levaram em conta o mal causado pelos burocratas dos SPCs, que chegam com a polícia sem dar aviso, intrometem-se em famílias equilibradas e muitas vezes tiram as crianças dos pais e as entregam para o serviço de adoção. Quando o Congresso e as assembleias legislativas votarem o orçamento ano que vem, os burocratas dos SPCs deveriam ser obrigados a provar que se o bem que fizeram foi realmente maior do que o mal cometido.
Dois casos envolvendo os Serviços de Proteção à Criança estão neste momento na Suprema Corte dos Estados Unidos. A alta corte há pouco tempo concordou em pegar um caso envolvendo uma aluna de escola fundamental, a qual foi interrogada por uma assistente social dos SPCs e um subdelegado, a respeito de um possível abuso sexual doméstico.
Esse é um caso envolvendo a Quarta Emenda [que salvaguarda contra buscas e detenções injustificadas]: Camreta e Alford versus Greene. Investigadores do Oregon estão recorrendo da sentença de um tribunal inferior que diz que eles violaram o direito constitucional de uma menina de 9 anos de ficar livre de irracionais buscas e detenção, quando eles a entrevistaram por duas horas na escola, sem mandato, ordem do tribunal, consentimento dos pais ou circunstâncias emergenciais.
Esse caso poderá ter um significativo impacto nacional. Infelizmente, algumas agências do governo se preocupam mais em garantir o devido processo constitucional a criminosos violentos do que aos pais.
No outro caso envolvendo os SPCs agora na Suprema Corte — Condado de Los Angeles versus Humphries —, os depoimentos já foram colhidos e as partes ouvidas. Esse caso envolve a constitucionalidade da lista de abusos sexuais infantis mantida pelos Serviços de Proteção à Criança da Califórnia.
Mais de 800.000 pessoas estão, neste momento, nessa lista de abusos sexuais infantis da Califórnia. Essas listas são bastante prejudiciais para as pessoas, já que os empregadores consultam a lista antes de contratarem empregados para trabalhar com crianças.
Os SPCs colocam pessoas nessa lista a partir de relatórios de agências, baseados em suspeitas e denúncias anônimas, sem nenhuma prova. É muito fácil uma esposa ou ex-esposa maliciosa alegar abuso infantil, como parte de um golpe para conseguir a guarda dos filhos ou um aumento de pensão alimentícia.
O problema, nesse caso, é o fato de que não há trâmites, padrões ou critérios para uma pessoa injustamente acusada conseguir retirar o nome da lista de abusadores de crianças. A Suprema Corte está revisando a sentença do Tribunal Federal do Nono Distrito, onde Craig Humphries (que foi inocentado de todas as acusações por um tribunal) teve um “conflito apavorante” com o sistema de proteção à criança na Califórnia. A sentença disse: “Não há recursos legais eficazes para que Humphries consteste essa lista”.
Em o 2006, o Congresso brincou com a ideia de um plano para criar um cadastro nacional de abuso infantil. O plano foi abandonado, devido à falta de confiabilidade das listas estaduais e a falta do devido processo.
O cadastro de abuso infantil não deve ser confundido com o cadastro de criminosos sexuais, o qual faz uma lista apenas dos que foram condenados por esses crimes. O cadastro de abuso infantil coloca na lista homens que nunca foram condenados de nada nem foram sequer acusados de algum crime — uma punição que é inteiramente contrária a nosso pressuposto legal de que se é inocente até que se seja provado culpado.
Humphries está há nove anos tentando limpar seu nome. O Congresso deveria cortar a verba desses cadastros injustos e eu espero que a Suprema Corte as declare inconstitucionais.
Phyllis Schlafly é advogada, analista política conservadora e autora do recém-revisado e ampliado “Supremacists: The Tyranny of Judges and How to Stop It”. [Supremacistas: A Tirania dos Juízes e como pará-la]. Schlafly também é fundadora e presidente do Eagle Forum.
Artigo original: Shut down Child Protective Services
Tradução e links do Dextra, feita a pedido e por recomendação de Julio Severo.
Divulgação: www.juliosevero.com
>Entrevista de Julio Severo sobre Conselho Tutelar
>
Entrevista de Julio Severo sobre Conselho Tutelar
Nota: A seguinte entrevista, dada por mim a um jornal evangélico, parece não ter chegado a ser publicada. Por isso, disponibilizo-a aqui, com leves melhorias, para o benefício dos leitores.
PERGUNTA: Você considera importante a participação de evangélicos no Conselho Tutelar (CT)? Por que?
Julio Severo responde: Apoio totalmente a presença de homens e mulheres de Deus nesses lugares. O Império Babilônico era um governo ímpio, mas Daniel estava lá para fazer diferença e dar testemunho da justiça de Deus. Nada mais justo do que haver luz brilhando nos conselhos tutelares.
Cristãos que trabalham nos conselhos tutelares podem agir para manifestar a justiça de Deus e frustrar as injustiças dos homens. Em casos em que o ECA determina a injustiça dos homens, o conselheiro tutelar cristão poderá aplicar o padrão da justiça de Deus.
O dever do Estado é castigar os maus. Aliás, esse é o único chamado que Deus lhe deu. Quando o Estado ultrapassa esses limites, é deve prioritário dos cristãos ajudar a restaurar o Estado às suas obrigações e responsabilidades, trabalhando ativamente para frustrar as distorções e injustiças de um Estado mal-intencionado e trabalhando ativamente para proteger famílias inocentes apanhadas na rede de leis politicamente corretas.
O Estado não tem nenhum chamado para perseguir, oprimir, aterrorizar ou ameaçar os inocentes. Além disso, o Estado jamais está acima da justiça de Deus. Por isso, os cristãos que trabalham no Estado devem atuar para corrigir toda atitude hostil estatal contra os inocentes.
A obrigação do cristão genuíno é expandir o Reino de Deus e sua justiça aqui na terra. O Estado e suas leis de forma alguma devem ficar isentos dessa expansão, pois um Estado sem justiça verdadeira torna-se em pouco ou muito tempo tirania.
Na Alemanha nazista, a maioria absoluta dos cristãos que trabalhavam para o Estado só fazia as vontades estatais, mas um número muito pequeno de cristãos genuínos aproveitava suas funções para salvar judeus e outros inocentes, falsificando documentos, providenciando refúgio para os inocentes, etc. Eles pagavam um alto preço por obedecer as leis de Deus.
Com o Estado hoje cada vez mais assumindo um papel a favor de leis pervertidas, a presença cristã genuína nos CTs e outros órgãos estatais é imprescindível. Por exemplo, se o Estado legalizar a adoção de crianças por homossexuais, a presença de cristãos nos CTs será vital para frustrar tal injustiça estatal. Mesmo agora, os cristãos podem ajudar a refrear muitos outros abusos motivados exclusivamente por leis injustas ou patentemente fora da competência moral do Estado.
Até quando cristãos interpretam o ECA e outras leis levando em conta os melhores interesses das crianças, o Estado mal-intencionado dá um jeito de burlar a proteção e o valor das crianças. Num caso em Pernambuco no começo de 2009, conselheiros tutelares católicos lidaram corretamente com o caso de uma menina de 9 anos estuprada pelo padrasto. O homem abusador foi encaminhado às autoridades policiais e a menina, grávida de gêmeos, foi encaminhada para assistência médica, porém autoridades governamentais pró-aborto conseguiram passar por cima dos conselheiros tutelares e assumir o total controle da situação, levando a menina ao aborto, violando o direito do pai natural, que não queria o aborto, e dizendo estar atendendo aos desejos da mãe, que havia sido omissa durante os abusos do padrasto da menina.
Apesar de que os conselheiros tutelares católicos levaram em consideração os melhores interesses das três crianças (a menina e seus filhos gêmeos em gestação), o Estado impôs sua injustiça mortífera, rejeitando o pai natural e usando a permissão da mãe omissa. Confira mais informações aqui: http://juliosevero.blogspot.com/2009/04/o-caso-dos-bebes-gemeos-abortados-em.html
É um caso triste em que conselheiros tutelares decidiram em favor da vida, mas o Estado decidiu em favor do aborto, morte e destruição, violando todo tipo de legalidade e moralidade. Assim, mesmo quando conselheiros tutelares defendem a vida das crianças, o Estado leva em consideração apenas seus próprios interesses ideológicos.
Se os cristãos saírem dos CTs, a injustiça prevalecerá e muitos inocentes sofrerão. Portanto, meu recado para os cristãos em CTs é: “Deixem Deus usá-los aí!”
PERGUNTA: Por que você acha que certas medidas tomadas pelo CT desempenham papel de desarticuladores do lar?
Julio Severo responde: O papel dos CTs (Conselhos Tutelares) é essencialmente implementar o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). O ECA foi criado e assinado pelo corrupto Collor em 1990, logo depois que o Brasil assinou a Convenção dos Direitos da Criança (CDC) da ONU. Portanto, o ECA não foi criado para atender aos interesses das crianças, mas satisfazer o compromisso e lealdade do governo brasileiro aos interesses e objetivos da ONU.
Assim, a missão dos CTs é, conscientemente ou não, cumprir um projeto de controle sobre as famílias, um projeto que nasceu das entranhas da ONU, que representa a Nova Ordem Mundial.
As principais conseqüências são que o ECA estabelece a autoridade do Estado como suprema nas relações familiares e impõe a impunidade para a desobediência e os crimes cometidos por indivíduos menores de idade.
A primeira instituição humana que Deus criou não foi a igreja e muito menos o Estado. Foi a família.
Deus entregou nas mãos dos pais todas as decisões de educação e saúde envolvendo seus filhos. O único papel que Deus entregou ao Estado é punir criminosos, não ser árbitro, julgador ou penalizador de questões familiares. Os CTs são fundamentalmente órgãos de interferência estatal nas relações familiares. Assim, vemos um Estado que fracassa o tempo inteiro em sua responsabilidade mais fundamental de castigar os criminosos, mas quer agora impor interferências políticas e ideológicas nas questões familiares.
PERGUNTA: Você se opõe ao CT que visa punir pais que maltratam os filhos. Sim, a Bíblia respalda o uso da vara da correção, mas também alerta os pais de não provocarem a ira em seus filhos. Você não acha que deve haver um meio termo nesta questão e que de certa forma o CT coíbe sim, práticas criminosas?
Julio Severo responde: Não me oponho, de forma alguma, ao direito de o Estado castigar tanto pais quanto filhos criminosos. Pais que torturam e matam devem ser rigorosamente punidos. Filhos que torturam e matam também devem ser rigorosamente punidos — na mesmíssima medida. O que vejo é um total desequilíbrio estatal. O mesmo Estado que quer igualar disciplina física com violência, transformando efetivamente pais disciplinadores em criminosos, é também o Estado que não dá prisão perpétua — e muito menos pena capital — a um adolescente de 16 ou 17 anos que torturou e matou várias pessoas. Pelo contrário, tal adolescente é privilegiado com total impunidade. Nem cadeia ele ganha. Os exemplos de adolescentes sádicos a solta pela sociedade são poucos?
Contudo, esse mesmo Estado luta febrilmente para impor a pena capital do aborto em bebês em gestação. Assim, na mentalidade doente desse Estado, crianças indefesas, que nunca cometeram crimes, podem ser punidas com morte e não podem ser protegida nem pelo ECA mal-intencionado nem pela Constituição. Contudo, adolescentes estupradores, torturadores e assassinos não podem receber a mesma pena.
Se o CT tivesse uma função responsável e digna, sua luta seria evidente contra toda medida estatal para destruir a autoridade dos pais. Os CTs também lutariam contra o governo federal em suas políticas para promover o aborto, o homossexualismo nas escolas e a adoção de crianças por “casais” gays. Os CTs lutariam para que criminosos — sejam pais ou seus filhos — fossem duramente castigados, sem nenhuma concessão de privilégios e impunidade. Os CTs interviriam contra as aulas de educação sexual pornográfica nas escolas, contra a programação pornográfica dos canais de TV, etc. Os CTs lutariam contra toda medida estatal de favorecimento à promiscuidade sexual, pois 70% dos delinqüentes juvenis são filhos de mães solteiras.
Entretanto, a verdade é que o ECA não foi criado para esses nobres objetivos. É por isso que os CTs não podem seguir esses objetivos.
Pais que educam os filhos em casa não são criminosos. Mesmo assim, os CTs os maltratam e cometem todo tipo de abusos e crimes contra eles. Pais que disciplinam os filhos fisicamente com amor sofrem os mesmos maus-tratos dos CTs.
Em passado recente, os pais davam espancamentos tão pesados (com pedaços de pau, etc.) que os filhos castigados ficavam de cama vários dias. Esses espancamentos violentos deixavam os filhos ensangüentados e com machucados feios por todo o corpo. Um pai, por exemplo, deu tal tipo de espancamento num filho adolescente que havia roubado uma bicicleta. Eu não aprovo de forma alguma esse tipo de coisa, porém conversando com famílias que tinham tal experiência vi duas coisas: mesmo recebendo espancamentos violentos e exagerados, os filhos não se tornaram adultos violentos nem criminosos. Se existissem CTs na época desses pais, eles iriam sem dúvida alguma para a cadeia.
Hoje esse tipo de surra exagerada dos pais não é comum. Pelo contrário, estamos em plena era dos CTs e igualmente em plena era de menores criminosos, torturadores e estupradores. Provavelmente, nunca na história do Brasil vimos tantos adolescentes criminosos como em nossos dias. Hoje, quem pode tirar sangue, espancar, estuprar e matar sãos os menores criminosos. Eles podem fazem isso quando e como quiserem, com a única condição de que seja antes de 18 anos, para que gozem os benefícios da impunidade legal.
Penso que deve haver um equilibro. O Estado precisa parar de ser omisso e parar de praticar a impunidade diante de crimes cometidos por menores de 18 anos. Os pais precisam parar de ser omissos e desde cedo estabelecer limites de comportamento para os filhos, reforçando tais limites, quando necessário, com o uso da vara corretiva, conforme ensina a Bíblia.
Quanto aos CTs e a coibição de práticas criminosas, um Estado moralmente desorientado ou malicioso conduzirá os CT para qualquer direção ideológica que lhe convir. É totalmente certo o CT, como órgão estatal, intervir em condutas violentas persistente dos pais. Mas é moralmente certo o CT tratar no mesmo nível casais (cristãos ou não) que disciplinam fisicamente os filhos?
Além disso, há um problema muito importante. O governo federal vem pressionando fortemente para que a “homofobia” seja criminalizada. “Homofobia”, na visão estatal atual, é toda opinião moral, filosófica, médica ou religiosa contra a homossexualidade. Quando o governo conseguir criminalizar toda oposição à agenda gay, os CTs ficarão atentos para apanhar em sua rede totalitária todo pai ou mãe que “induzir” os filhos à “homofobia”, isto é, o simples fato de os pais darem orientação de alerta contra a conduta homossexual será considerado “crime de homofobia”.
A educação escolar em casa e o uso da vara corretiva sempre foram componentes da liberdade e autoridades dos pais, porém o Estado moderno está conseguindo forçá-los à categoria de “crimes”. Assim é com a questão da liberdade de os pais se esforçarem para impedir que seus filhos entrem no homossexualismo. Esses esforços também poderão ser redefinidos como “crimes”. Caberá aos CTs a responsabilidade de receber denúncias contra pais por cada um desses “crimes” e julgá-los conforme os melhores interesses… do Estado!
Por isso, pais cristãos que cometem qualquer um desses “crimes” correrão o risco de perder a guarda dos filhos, que poderão ser entregues a “casais” homossexuais.
Além disso, é meta do governo abolir todo tipo de disciplina física. Você disse: “A Bíblia respalda o uso da vara da correção”. Você está corretíssimo. Mas você sabia que o atual Estado sob possessão socialista não dá valor algum para esse respaldo bíblico? O Estado não quer nenhum meio-termo. Tudo o que ele quer é banir de uma vez por todas. Aliás, o governo já começou campanhas para abolir o direito de os pais disciplinarem os filhos. Veja aqui: http://juliosevero.blogspot.com/2007/06/campanha-do-governo-lula-bater-em-pais.html
Para o Estado, você não precisa espancar brutalmente um filho para cair na categoria de criminoso. Basta que você simplesmente faça, conforme você mesmo disse, o que a Bíblia respalda.
Mesmo assim, as famílias cristãs não podem, por puro capricho estatal, renunciar ao direito de disciplinar os filhos, sob pena de sofrerem graves conseqüências. Veja aqui: http://juliosevero.blogspot.com/2006/01/quando-um-pai-no-disciplina-o-prprio.html
As igrejas precisam acordar para os perigos dos CTs antes que seja tarde demais.
PERGUNTA: Até que ponto a surra não é uma forma de agressão contra a criança?
Julio Severo responde: A surra não pode ser comparada com agressão quando aplicada com vara em situações em que a criança, depois de receber um aviso claro, insiste em violar uma ordem dada pelo pai ou pela mãe. A surra deve ser prudentemente proporcional à desobediência.
Eliminar as surras justas por causa da existência de casos de agressões seria como eliminar todas as leis só porque algumas leis injustas apóiam o aborto e o homossexualismo. O exagero e perversão de algumas leis não deve ser usado como desculpa para exterminar todas as leis. Será que devemos eliminar o Estado só porque há ministros corruptos, ou o próprio presidente é corrupto? Tenho certeza de que o governo não aceitaria esse argumento. Portanto, as famílias também não deveriam engolir o argumento falso de que por causa da violência contra as crianças todas as surras devem ser eliminadas.
PERGUNTA: Você poderia fornecer exemplos de que o CT está fazendo um péssimo trabalho?
Julio Severo responde: Conheço pessoalmente um pastor evangélico que foi convocado a comparecer diante do CT porque usou disciplina física moderada num menor. Dois outros pastores, ao disciplinar os filhos moderadamente, foram por eles ameaçados de denúncia ao CT. Ao serem questionados por seus pais, os filhos responderam que foram ensinados na escola a denunciar toda disciplina física. Outro caso envolve uma família evangélica que foi convocada a comparecer diante do CT. O “crime” deles? Não vacinar os filhos, por motivos éticos. Essa família entendia que, sendo a maioria das vacinas infantis fabricadas com linhas de células fetais (de bebês abortados) era moralmente errado usá-las. Além disso, conforme essa família descobriu, os países avançados dão liberdade para os pais decidirem livremente na questão de vacinas. Contudo, o CT declarou para esse casal cristão: “Vocês podem decidir o que quiserem sobre a saúde e educação de seus filhos, mas a decisão final é do Estado!” Cada um desses exemplos mostra um ataque direto à autoridade dos pais e também um ataque direto à Palavra de Deus, que instrui que os pais têm direito prioritário de dirigir e decidir questões de saúde, educação e disciplina dos filhos.
Por outro lado, o mesmo Estado que não consegue punir devidamente o crime, permitindo o vergonhoso placar de 50 mil brasileiros assassinados por ano, impõe que assassinos ou estupradores menores de 18 anos não sejam tratados como assassinos ou estupradores. Eles são apenas internados numa instituição de reabilitação, até os 18 ou 21 anos, depois saindo dali com ficha limpa.
Se os CTs realmente se preocupassem com crianças, nós os veríamos sem tempo de se ocuparem com famílias cristãs que educam os filhos em casa, mas totalmente ocupados em resgatar e proteger os milhares de meninas prostitutas soltas por aí. Não veríamos também famílias saudáveis sendo violentadas por intromissões dos CTs em decisões internas de cada família. Pelo contrário, veríamos os CTs protegendo as crianças de políticas insanas que querem entregar em adoção meninos e meninas a “casais” gays. Veríamos os CTs lutando contra toda promoção do aborto, pois o aborto é a maior e mais violenta agressão às crianças. Por pura tragédia, essas duas agressões (adoção por homossexuais e aborto) têm a aprovação exatamente do governo, que exerce controle e sustenta os CTs. O que podemos esperar dos CTs?
É bom e louvável que os CTs ajam com pais irresponsáveis e violentos, mas é injusto que, por falta de padrão moral, os CTs acabem prejudicando muitos pais inocentes. Sou muito procurado por pais que sofrem grandes traumas com os CTs. São pais que são legalmente castigados pelos CTs porque educam os filhos em casa, ou não vacinam os filhos, etc. Em cada uma dessas situações, os CTs estão tratando como criminosas famílias que não cometeram crime algum. Os CTs estão interferindo em decisões particulares dos casais, como se os CTs e seus membros fossem moralmente ou espiritualmente superiores aos pais.
Todas as famílias inocentes que vão parar nos CTs terminam traumatizadas, sendo violentadas em seus direitos mais fundamentais.
Por outro lado, não é raro ver em cidades grandes menores de 18 anos se prostituindo. No começo de 2009, eu e minha esposa vimos, em plena cidade de São Paulo, uma menina de uns dez anos pedindo esmola às 23h! Onde estão os CTs para coibir isso? Sendo um órgão estatal, o CT age como o próprio Estado vem agindo: não castiga os culpados, porém pune os inocentes. É claro que há exceções à regra, mas a realidade é terrivelmente cruel.
Quando os culpados não são castigados, os inocentes acabam sendo injustiçados.
Mesmo que os CT estivessem hoje desempenhando um papel responsável e justo, jamais poderemos nos esquecer de que sua criação está intimamente ligada à agenda do governo mundial da ONU para as famílias.
O Dr. Michael Farris, especialista cristão em educação infantil, alerta os cristãos do mundo inteiro sobre o que acontecerá quando for totalmente implementada a Convenção dos Direitos da Criança (CDC) da ONU:
* Os pais não mais poderão administrar disciplina física em seus filhos.
* Um assassino de 17 anos, 11 meses e 29 dias no momento do seu crime não mais poderá ser sentenciado à prisão perpétua.
* As crianças terão o direito de escolher sua própria religião e a única autoridade dos pais será aconselhar seus filhos sobre religião.
* O princípio dos melhores interesses da criança dará ao governo a autoridade de prevalecer sobre toda decisão feita pelos pais se um funcionário do governo discordar da decisão dos pais.
* O “direito de a criança ser ouvida” permitirá que um funcionário do governo busque avaliação governamental para todas as decisões dos pais com as quais a criança discordar.
* As crianças adquirirão um direito ao lazer que será implementado com a força da lei [se a criança quiser assistir a um filme no cinema do qual os pais discordem, a lei prevalecerá sobre a vontade dos pais].
* Ensinar crianças sobre o Cristianismo nas escolas é considerado violação às normas da CDC.
* Permitir que pais removam seus filhos de aulas de educação sexual é considerado violação às normas da CDC.
* Crianças terão o direito a informações e serviços de saúde reprodutiva, inclusive abortos, sem o conhecimento ou consentimento dos pais.
Infelizmente, algumas dessas ameaças já são realidade no Brasil, porque o governo brasileiro assinou a CDC em 1989. A CDC, que é a base do ECA, já está ativamente implementando a agenda da ONU para as famílias do Brasil.
Portanto, precisamos seriamente questionar a existência, necessidade e riscos dos CTs.
Fonte: www.juliosevero.com




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