Até tu, cardeal!
Até tu, cardeal!
Francesco Scavolini
Fernando Henrique Cardoso, Marta Suplicy e Raymundo Damasceno são pessoas diferentes umas das outras em função da sua formação cultural, da sua história pessoal e da sua atividade profissional.
Todavia, apesar das diferenças, há um denominador comum entre essas personalidades: a falta de sintonia com o pensamento da imensa maioria do povo brasileiro, em especial do povo cristão e católico, sobre duas questões éticas essenciais: o aborto e a família.
O leitor poderia objetar que não representa uma surpresa o fato de o ateu FHC e a católica herética Marta serem a favor do aborto e do homossexualismo, mas como é possível envolver nisso o cardeal Damasceno?
Alguns episódios recentes poderão esclarecer a dúvida.
Durante a última campanha eleitoral para a escolha do novo presidente da República, a Conferência dos Bispos Católicos do Estado de São Paulo aprovou e divulgou um documento em que condenava aberta e comprovadamente a escolha abortista do PT e de sua candidata Dilma Rousseff.
Os bispos acatavam as claras diretrizes da Santa Sé sobre a necessidade de intervenção também em assuntos políticos, quando estivessem em jogo o aborto e outros direitos fundamentais.
Questionado pela imprensa sobre qual orientação eleitoral daria aos católicos, o cardeal Damasceno, arcebispo de Aparecida, disse que “cada bispo tem autonomia em sua diocese” e que ele não daria orientações, pois a Igreja não deve dar indicações, “a não ser em casos extremos”.
Parece, portanto, evidente para o cardeal que salvar uma vida humana inocente e indefesa não representa “um caso extremo”.
Além disso, é equivocada a conduta do cardeal sobre o projeto de lei da homofobia, de autoria de Marta Suplicy. Embora, em uma ambígua nota à imprensa, ele tenha negado um acordo com Marta, a própria senadora petista reafirmou na TV que todas as sugestões do cardeal foram acatadas.
Assim poderão ser criminalizadas decisões que, por exemplo, recusem, em escolas, seminários e templos religiosos, o acesso de pessoas cujos comportamentos são vetados pela lei de Deus e pela lei moral.
Isso poderá acontecer, sim, porque, embora o projeto de Marta fale em permitir manifestações de pensamento contrárias ao homossexualismo e outras perversões, o mesmo projeto pune expressamente o ato de recusar ou impedir o acesso aos serviços públicos aos protegidos pelo projeto de lei em questão.
Mas, pela Constituição, os cultos religiosos em geral podem ser considerados serviços públicos, especialmente quando são ministrados em colaboração com o poder público, como é o caso de escolas, hospitais e quarteis do Exército.
A suspeita de que tenha havido, sim, um acordo entre o cardeal e Marta é reforçada pelo próprio comportamento de Damasceno.
Depois de ter recusado o convite do presidente da Comissão de Direitos Humanos para expor no Senado a posição da CNBB sobre a questão da homofobia, ele não hesitou em receber Marta na sede da CNBB, ignorando também o fato de que a Bíblia veta receber aqueles que pregam doutrinas perversas, para não tomar parte em suas obras más (cf. segunda epístola de São João, versículos 10 e 11).
FRANCESCO SCAVOLINI, 56, doutor em jurisprudência pela Universidade de Urbino (Itália), è especialista em direito canônico
Fonte: Folha de S. Paulo de 15 de janeiro de 2012
Divulgação: www.juliosevero.com
Bispos católicos afirmam que não houve “nenhum acordo” com relação ao PLC 122
Bispos católicos afirmam que não houve “nenhum acordo” com relação ao PLC 122
15 de dezembro de 2011 (Notícias Pró-Família) — O líder da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), Cardeal Raymundo Damasceno Assis, emitiu uma nota negando que a CNBB tivesse feito um acordo com legisladores com relação ao conteúdo de um projeto “anti-homofobia” que está sendo promovido pelo Partido dos Trabalhadores que está no poder.
Depois de reportagens na imprensa brasileira de que um acordo havia sido fechado com a CNBB para modificar o projeto para permitir que grupos religiosos continuassem a expressar sua oposição à conduta homossexual, o Cardeal Assis escreve que a presidência da CNBB “não fez acordo” com Marta Suplicy, senadora do Partido dos Trabalhadores e principal promotora do projeto no Senado.
“A presidência da CNBB não fez acordo com a senadora, conforme noticiou parte da imprensa”, escreve Assis. “Na ocasião, fez observações, deu sugestões e se comprometeu com a senadora a continuar acompanhando o desenrolar da discussão sobre o projeto”, acrescentou ele.
Entretanto, Assis não fez nenhuma declaração de oposição ao projeto, e acrescentou que a CNBB “reiterou, ainda, a posição da Igreja de combater todo tipo de discriminação e manifestou, por fim, sua fraterna e permanente disposição para o diálogo e colaboração em tudo o que diz respeito ao bem da pessoa humana”.
O projeto, que leva o nome de PLC 122/2006, tem a pretensão de proteger homossexuais de “homofobia”, um termo criado pelos ativistas homossexuais para caracterizar seus inimigos como mentalmente doentes. O projeto foi temporariamente retirado de pauta para consideração há uma semana em face de pesada oposição de deputados e ativistas evangélicos e católicos.
Os que criticam o PLC 122/2006 têm a preocupação de que será usado para perseguir cristãos e outros que rejeitam os atos homossexuais como imorais. Múltiplas tentativas de aprovar o projeto fracassaram desde que chegou ao Senado em 2006.
Artigos relacionados:
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesitenews.com/news/catholic-bishops-claim-no-deal-regarding-brazilian-anti-homophobia-bill
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Artigo relacionado no Blog Julio Severo:
Os dois senhores da CNBB
Os dois senhores da CNBB
O relativismo moral e ético das maquinações parlamentares da CNBB é mais que visível. É virtualmente delinquente. E o catolicismo? Jogaram na privada. A confissão religiosa é petista.
Escapou pela internet a notícia de que a CNBB fez um acordo secreto com a senadora Marta Suplicy, para aprovar tacitamente o PLC 122, a famigerada “lei anti-homofobia”. Em nota publicada na página da CNBB, de 7 de dezembro de 2011, a mesma negou que houve um acordo. Deu a entender que ocorreu apenas uma conversa, em audiência no dia 1º de dezembro de 2011, quando a entidade escutou a proposta da senadora, e reiterou o compromisso de “combater todo tipo de discriminação”. Linguajar visivelmente suspeito o do emissor da nota, o Cardeal Raimundo Damasceno Assis, de Aparecida.
Revelam-se aí duas versões diferentes e contraditórias. A pergunta que não quer calar é: quem está mentindo? Dona Marta Suplicy, que confirmou o apoio da CNBB? Ou a autonomeada entidade representante dos bispos do Brasil, que diz negá-lo? Se for verdade que existiu um acordo entre a política petista e os bispos (e muitas fontes confiáveis confirmam), a CNBB mostrou que é covarde, mentirosa e indigna do mínimo respeito de qualquer católico sério deste país. Diria mais, indigna do respeito de qualquer cristão.
A resposta do cardeal Raimundo Damasceno parece denunciar seu crime. Em nenhum momento ele falou em condenar o PLC 122 ou em denunciar a campanha homossexual de criminalização das opiniões religiosas incutidas na lei. Ou mais, nenhum pio sobre a proposta de Marta Suplicy, de transformar o cristianismo numa espécie de religião de gueto, onde as opiniões fora da Igreja podem ser marginalizadas, perseguidas ou excluídas da vida pública, através de medidas judiciais. Pelo contrário, sua opinião parece não querer assumir posições, para não afetar suscetibilidades políticas atuantes e comprometedoras. Suscetibilidades petistas, para deixar bem claro.
Está evidente demais a intenção de Marta Suplicy e do movimento gay. A lei é visivelmente perigosa para as liberdades individuais, uma vez que fere o princípio da liberdade religiosa e de pensamento, e cria mecanismos de censura contra qualquer indivíduo de criticar, contestar ou rejeitar publicamente o homossexualismo. O movimento gay quer destruir os padrões da família, espalhar educação homossexual nas escolas e, ainda, criar expedientes legais para prender quaisquer pessoas dissidentes desse projeto. No entanto, dentro da CNBB, o resto é só silêncio.
Mas não é o primeiro incidente envolvendo o nome da associação dos bispos.
Recentemente, o Conselho Indigenista Missionário da CNBB fez lobby político contra um projeto de lei que puniria agentes da FUNAI que não salvassem crianças indígenas do infanticídio. Ou seja, o direito à vida, que supostamente é defendido pelos bispos contra o aborto, não é válido para os menores indígenas. Nas palavras de alguns acólitos do Conselho Indigenista, isso criaria “preconceito” contra os índios. A CNBB abre uma exceção. Como na cabeça de certos antropólogos e padres esquerdistas de passeata, os silvícolas não passam de animaizinhos de laboratório de sua engenharia social, devem ficar eternamente isolados da civilização e dos direitos que ela promove, em favor de suas tradições culturais abjetas. Matar crianças indígenas? Isso é “direito” dos índios de viverem sua cultura criminosa. A CNBB contribui com a ideologia da morte. Ou mais, recusa a salvação das almas dos índios para o Evangelho de Cristo. Se as leis de Deus não chegam aos corações indígenas, pior é presumir que não cheguem ao coração do clero da CNBB. Esta transformou a fé católica num composto utilitário, tal como o New Age, o I Ching ou o horóscopo de jornal. O relativismo moral e ético das maquinações parlamentares da CNBB é mais que visível. É virtualmente delinquente. E o catolicismo? Jogaram na privada. A confissão religiosa é petista.
Ademais, o CIMI, pra quem não sabe, é uma entidade esquerdista sustentada pela Fundação Ford. Foi ele, junto com o CIR (Conselho Indigenista de Roraima), o idealizador da expulsão dos arrozeiros de Roraima na região de Raposa Serra do Sol. Através de uma articulação mafiosa, que envolveu políticos e até o STF, os clérigos esquerdistas da CNBB colaboraram para as manobras de um crime contra a nação brasileira. Em outras palavras, a economia de Roraima foi prejudicada pela demarcação de sua região e seu território entregue de mão beijada para ONG’s indigenistas parasitárias, financiadas com dinheiro estrangeiro. Milhares de brasileiros agricultores foram expulsos de suas terras e enviados para as favelas de Boa Vista, a capital do estado, levando os próprios índios. E atualmente a região, outrora rica e exportadora de uma das maiores produções de arroz no país, é um poço de miséria, que não poupa nem mesmo os nativos que perderam seus empregos.
A CNBB também agiu contra o arcebispo de Olinda, Dom José Sobrinho, que fez uma declaração relatando sobre a possível excomunhão dos médicos que participaram de um aborto de gêmeos, filhos de uma jovem que foi estuprada aos nove anos pelo padrasto. Embora o Vaticano tenha apoiado o arcebispo, a conferência dos bispos não moveu um apoio sequer. Pelo contrário, a CNBB resolveu atender à gritaria da turba e da imprensa, que queria crucificar o eclesiástico. Deixou o arcebispo em banho-maria. Na prática, jogou-o aos leões.
Na verdade, a CNBB pode ser qualquer coisa, menos uma entidade católica. Embora venda a idéia de representar os católicos do país, é apenas uma associação burocrática sem valor hierárquico na Igreja. Na prática, ela se tornou um braço ideológico do PT na Igreja Católica, falando indevidamente em nome dela e por ela, ainda que os católicos autênticos ou o Vaticano nem tenham sido solicitados. Porém, quem cala consente. Se os católicos realmente sinceros se calam diante do que é uma infiltração descarada dentro dos quadros da Igreja, pode-se dizer que também são covardes.
Fatos como os acima citados revelam dois comportamentos diferentes e seletivos: a CNBB é incisiva quando o assunto é o MST, a defesa do governo petista, o desarmamento civil, a reforma agrária e demais bandeiras de esquerda. E, no entanto, é tímida e omissa, quando a questão é a defesa intransigente dos valores católicos!
Já virou normalidade: muitos católicos militantes e pretensamente intelectuais se escandalizam quando os bispos, cardeais e padres são criticados pelas suas ações anti-religiosas e contrárias aos princípios da Igreja. Na prática, existe uma reverência inepta e cega ao sacerdócio, como se isso se confundisse com o papel das opiniões visivelmente heréticas e apóstatas do clero brasileiro. Escandalizam-se, porque também são cúmplices, são medrosos, não querem se comprometer combatendo essas violações indignas ao sacramento sacerdotal. A questão é elementar e bastante visível: se alguns padres e bispos, envolvidos com grupos ou partidos de esquerda, não respeitam a sua própria batina, por que o povo católico a respeitaria?
Eu já fui virulentamente criticado por católicos conservadores, pelo fato de atacar duramente a esquerda católica. Inclusive, fui chamado de “herético”, por não respeitar comunistas travestidos de padres. Uma vez fiz a seguinte pergunta a um desses católicos “laboriosos”, numa lista de rede de emails: “você teria reverência e respeito a um padre ou bispo introduzido pela KGB soviética? Imaginemos a KGB ministrando missa ou ouvindo a confissão católica”. Acabei expulso da lista. Em nome do respeito à batina e ao sacerdócio, os católicos omissos acabam por proteger e acobertar as ações da esquerda no clero, como se a batina fosse uma espécie de imunidade para qualquer atitude irresponsável e contrária às obrigações eclesiásticas e doutrinárias. É esta ação que afasta os católicos das igrejas, fartos da politização comunista descarada de padres e bispos comprometidos com a causa petista. E neste ponto, a CNBB é culpada pela destruição da Igreja Católica no Brasil. É a KGB do petismo com ordenação sacerdotal, é o esquerdismo sacramentado.
Julio Severo, o combativo militante evangélico que faz na internet um belo trabalho de denúncia às políticas gayzistas na sociedade brasileira, recebeu várias mensagens de católicos no seu blog, por conta da publicação do suposto conluio da CNBB com o movimento homossexual. Os católicos, mesmo os mais sinceros, querendo enganar a si mesmos, tentam corrigir o blogueiro, afirmando que a CNBB negou a aliança tácita. Por que será que os católicos se contentam com tão pouco? Percebe-se o quanto a Igreja Católica no Brasil está desorientada e perdida. Com exceção de alguns grupos dentro da Igreja, os católicos estão completamente omissos ao estado de coisas a que chegou o país. Viraram uma classe insignificante de pessoas, representada por um clero inepto e espiritualmente corrupto, inimigo da ortodoxia e do próprio Vaticano.
Não me espante que os católicos estejam virando cidadãos de segunda classe neste país. Se não fosse por uma parte barulhenta da bancada evangélica no Congresso, a ditadura politicamente correta estaria bem mais avançada. É supreendente pensar que um dos poucos defensores da integridade da Igreja Católica no Brasil seja um evangélico.
De fato, foi por conta do alcance das notícias de Julio Severo é que sabemos da podridão que se tornou o clero católico e seu comprometimento subserviente com a esquerda. Podridão que muitos dos católicos resistem em combater e denunciar.
Essa desorientação psicológica não se limita a CNBB. Ela foi também revelada quando a “Canção Nova”, um dos berços da Renovação Carismática Católica, queria dar espaço em sua programação televisiva a um deputado, o tal Edinho do PT, apologeta do movimento gay e do aborto. O pior de tudo é que este mesmo deputado foi o responsável pelo confisco de panfletos emitidos por alguns bispos que criticaram a defesa do aborto, declarada pela presidente Dilma Rousseff, na época das eleições de 2010. Se não bastasse patrocinar a farsa da religiosidade de Dilma Rousseff numa igreja, quando ela mal sabia fazer o sinal da cruz, o deputado picareta Gabriel Chalita queria transformar a Canção Nova num novo curral do PT. Parece que não colou. E por quê? Por denúncia de alguns corajosos católicos e de Julio Severo, o evangélico!
Ao que parece, os católicos não sofrem apenas de desorientação psicológica. Sofrem mesmo de amnésia, ao não reconhecerem seus próprios inimigos. Eles se iludem em achar que algo vai cair do céu. Deus não respeita os covardes. Ele nos exige o dever de defender à sua Causa.
A CNBB, na Campanha da Fraternidade de 2010, dizia que não se pode servir a Deus e ao dinheiro, deturpando as palavras do Evangelho para seu credo comunista. E a mensagem que se encerra é: não se pode também servir a dois senhores. Qual senhor a CNBB serve? A Igreja de Cristo ou a religiãozinha laica do PT?
Fonte: Mídia Sem Máscara
Divulgação: www.juliosevero.com
CNBB faz acordo com Marta Suplicy para aprovar PLC 122
CNBB faz acordo com Marta Suplicy para aprovar PLC 122
Julio Severo
Nota de atualização: A CNBB emitiu nota negando acordo com Suplicy, porém eles tiveram um encontro, que aparentemente foi tão afetuoso que deu no que deu. A nota da CNBB não aplaude nem ataca o PLC 122 — um verdadeiro manifesto em cima do muro. Como uma CNBB que ajudou a fundar o PT poderia deixar de ser afetuosa com as crias de sua cria? A informação do acordo foi veiculada pelo G1 da Globo e pelo site homossexual MixBrasil. Qual desses esquerdistas está falando a verdade?
A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) fez um acordo para apoiar a aprovação do PLC 122, que será votado nesta quinta-feira, 8 de dezembro, na Comissão de Direitos Humanos do Senado. O acordo, que foi feito com Marta Suplicy do PT, envolveu uma concessão que a relatora do PLC 122 já havia proposto, sem sucesso, para a bancada evangélica, conforme está registrado em entrevista dela contida neste vídeo: http://youtu.be/jIOOE0n2V5g
Com o acordo, padres e pastores poderiam continuar pregando em missas e cultos contra a homossexualidade, mas apenas dentro de seus templos. Fora dos templos, as punições, inclusive com 5 anos de cadeia, continuariam válidas para pregações e opiniões contra o homossexualismo em programas de rádio, TV, escola, sites, blogs, jornais, revistas, etc.
Segundo o gabinete da Senadora Marta Suplicy, a CNBB não fará nenhuma oposição a uma lei que puna crimes homofóbicos e discriminação por orientação sexual. O que a CNBB dizia temer era o PLC 122 punindo discursos religiosos que classificam a homossexualidade como pecado. Mas agora, com a liberdade que Marta garantiu de padres e pastores poderem falar contra a homossexualidade apenas dentro dos templos, a CNBB aparentemente ficou satisfeita. O acordo incluiu o seguinte parágrafo ao texto substitutivo do PLC 122:
“Art. 3º O disposto nesta Lei não se aplica à manifestação pacífica de pensamento decorrente da fé e da moral fundada na liberdade de consciência, de crença e de religião de que trata o inciso VI do art. 5º da Constituição Federal.”
Suplicy acredita que não vá conseguir o voto dos parlamentares evangélicos na votação de quinta-feira, mas ela está confiante no apoio e mobilização da CNBB, pois são necessários apenas 10 votos favoráveis dos 19 membros da Comissão de Direitos Humanos.
Além do acordo com a CNBB, a senadora petista também conta com a ajuda da Rede Globo, que está lançando uma campanha em massa de combate à “homofobia”. A campanha tem o apoio da ONU e do governo petista de Dilma Rousseff.
Ela declara que se a aprovação se tornar realidade na quinta-feira, será possível fazer mais “aprimoramentos” e “avanços” no PLC 122 mais tarde. Ela disse: “Se conseguirmos aprovar, damos um passo avante. Daí encaminhamos para Câmara dos Deputados, onde poderão aprimorar ou propor um novo projeto com mais avanços”.
Jean Wyllys, juntamente com a Frente Parlamentar pela Cidadania LGBT, espera posteriormente derrubar a pequena concessão feita à CNBB, para que o PLC 122 não contenha nenhuma “brecha” para os que se opõem ao avanço da agenda gay.
O que você pode fazer:
Ligue gratuitamente para o Senado e peça para os senadores do seu Estado e todos os outros para não votar no PLC 122/2006. Ligue para 0800-612211.
Para mandar emails aos senadores, veja a lista completa dos emails deles aqui: www.senado.gov.br/senadores
Divulgue este alerta a todos os seus contatos!
Com informações do MixBrasil e G1
Fonte: www.juliosevero.com
>Você decide: quem será o salvador do Brasil?
>
Você decide: quem será o salvador do Brasil?
Aceitando e vivendo Jesus no contexto dos salvadores políticos e do baalismo pró-aborto e pró-homossexualismo
Julio Severo
Em 2002, mais de 500 pastores, bispos e apóstolos do Brasil fizeram um novo apelo: quer aceitar Lula como o salvador político do Brasil?
O nome de alguns desses famosos do mundo gospel está exposto no meu blog há anos, conforme lista original dos nomes deles em documento amplamente utilizado pelo próprio PT como prova da virada evangélica pró-Lula.
É claro que a CNBB e seus bispos da Teologia da Libertação — que prefiro chamar de Teologia da Alucinação — sempre foram os maiores e mais antigos torcedores do falso messias e seu populismo barato, mas sob a inspiração e orquestração de Caio Fábio, o outrora idolatrado papa papudo dos evangélicos, e do ex-bispo e ex-parlamentar Carlos Rodrigues, um dos poderosos chefões da Igreja Universal do Reino de Deus, em 2002 as mais importantes lideranças evangélicas do Brasil estavam prontas para embarcar no bonde pró-Lula da CNBB, carregando consigo seus inocentes rebanhos.
Os poderosos chefões Caião e Carlão, da máfia da apostasia
Caio Fábio e Carlos Rodrigues foram, cada um em sua própria maneira e tempo, os gigolôs que prepararam a cama de prostituição espiritual e política com Lula e o PT, onde se deitaram proeminentes pastores desde pentecostais até batistas e presbiterianos. Desde os tempos dos profetas Isaías e Jeremias, quando o povo de Deus adulterava descaradamente contra Deus e Sua Palavra, nunca se viu antes no Brasil realidade espiritual tão parecida.
Enquanto falava-se muito em reavivamento na década de 1990 e início de 2000, Caio Fábio (durante a década de 1990) e Carlos Rodrigues (de 2000 em diante) estavam introduzindo no meio do povo evangélico o fermento para reviver a apostasia vinda de um passado longínquo — a mesma apostasia em que vivia o povo de Israel dos tempos de Isaías e Jeremias. Foi o reavivamento mais invertido já visto nas igrejas evangélicas brasileiras, levando-as ao namoro com o “messias” do aborto, do homossexualismo e da bruxaria disfarçada de “cultura” afro-brasileira.
O falso messias Lula e o PT messiânico — ambos amamentados e fortalecidos politicamente nas comunidades católicas escravizadas pela Teologia da Libertação — conseguiram o que queriam: transformar o Brasil na Disneylândia do sadomasoquismo socialista, homossexualista, abortista e maliciosamente anti-Israel, brincando com Hugo Chavez, Fidel Castro, Mahmud Ahmadinejad e outros ditadores que fazem a alegria do próprio inferno.
Agora, estamos em ano eleitoral de novo.
É fácil lembrar os erros de Lula e seu PT, mas fica mais fácil esquecer quando há o suborno de uma bolsa-família e uma bolsa-concessão de TV ou rádio. Quando ricos e pobres saem ganhando no bonde da alegria do Partido das Trevas, perde-se a memória de todos os males cometidos por políticos que deram tantos “presentes”. O preço da amnésia moral diante das urnas é o suborno imoral colocado no bolso dos corruptos pobres e ricos.
Os usurpadores de Deus
No entanto, é preciso lembrar que Lula não é mau porque é Lula, e que o PT não é mau simplesmente porque é PT. Eles são maus porque encarnam, no poder, a pretensão de salvadores. Mas, é claro, com a distribuição de bolsa-família para os pobres e com inúmeras bolsas-concessões para os ricos, tudo o que Lula e o PT conseguem fazer é salvar suas próprias ambições de mais dinheiro e poder.
Eles são maus porque encarnam, no poder, a pretensão de usurparem o lugar de Deus. Eles fazem promessas tão grandes que só Deus poderia cumprir. E o cumprimento dessas promessas exigiria o controle de vastos recursos financeiros que eles próprios não possuem. Assim, a fim de tentar cumprir suas próprias promessas “divinas” de dar emprego, saúde e educação a todos, os usurpadores de emoções populares são forçados, já no poder, a sugar o dinheiro de ricos e pobres gota por gota.
Eles são maus porque encarnam, no poder, a pretensão de usurparem as prerrogativas de Deus. Com sua determinação de promover o aborto, eles se arrogam o direito da vida e da morte, julgando-se deuses. Com a farsa do “casamento” homossexual, eles querem mostrar que se Deus criou o casamento original de homem com mulher, eles têm poderes para criar sua própria forma de casamento, de homem com homem, que nada mais faz do que destruir o casamento original. Enquanto Deus criou a vida e o casamento natural, o Estado baalista criou o aborto legal e o anti-natural “casamento” homossexual.
Esse Estado é a imagem e semelhança do deus Baal, cujos sacerdotes eram homossexuais e cujos sacrifícios envolviam o sangue inocente de bebês, que eram mortos. Assim, conscientemente ou não, Lula, o PT e todo messias e ideologia política que presta culto ao aborto e ao homossexualismo é uma forma de baalismo. É uma religiosidade secular depravada e assassina, ressurgindo de um distante passado de trevas, para confrontar mediante um fraudulento Estado laico o Deus da vida, casamento e bebês.
Além disso, eles não têm, no nome do Estado, a menor cara-de-pau de quebrar o mandamento divino que proíbe o roubo, que é feito por eles sob o pretexto de ajudar os pobres. Eles criam mais e mais leis em nome da deusa Ladra — onde políticas iníquas de impostos esvaziam os bolsos dos trabalhadores, enquanto muitos políticos vivem seus mandatos enchendo bolsos, meias e cuecas.
Eles são os falsos messias criando Estados messiânicos com rótulo “laico”, mas com pretensões patentemente “divinas” de controle sobre tudo e sobre todos, roubando acima de todos os maiores ladrões na sociedade. E qualquer sistema ou político que “ocupe o lugar de Deus como supremo provedor” e “roube dos cidadãos para cumprir suas promessas” é simplesmente um deus pagão ladrão, em “inocente” roupagem estatal laica.
Por pura coincidência, a vasta maioria dos políticos e Estados messiânicos é socialista. Não há nenhuma ideologia hoje que encarne melhor a personalidade e função de um falso deus do que o marxismo e suas variantes socialistas:
Um falso deus que é um falso protetor dos pobres e oprimidos, usando-os para saquear os suados ganhos dos trabalhadores em nome de uma fraudulenta distribuição de renda.
Um falso deus que é um falso protetor das crianças e adolescentes, distanciando-os de seus pais e seus valores.
Um falso deus que é um falso protetor das minorias, usando-as para promover a bruxaria e a sodomia.
Nenhuma ideologia tem produzido mais falsos messias, salvadores e baalismo do que o socialismo. Nenhuma ideologia tem trabalhado tanto para colocar o Estado no altar como suprema divindade laica e baalista, acima de Deus e seus anjos.
Mas, seja o PT ou outro partido, seja Lula ou outro político, é um erro aceitar um partido, Estado ou presidente que exija direitos e qualidades que vão além de seu mandato, que é basicamente dar segurança à população, conforme Romanos 13.
A salvação vem dos políticos e suas políticas?
Eu temo que se as igrejas cristãs começassem a pregar que aceitando Jesus você tem a garantia imediata de “educação, casa, emprego, etc.”, as multidões se lançariam apressadamente para as reuniões cristãs. Da noite para o dia, o Brasil viraria 100% cristão e todos os cultos estariam lotados de multidões ávidas.
Não é de admirar então que, com esse mesmo apelo, os políticos mais corruptos e imorais consigam garantir sua eleição e reeleição, até mesmo com o apoio de personalidades consideradas consagradas no mundo gospel.
O envolvimento político das lideranças denominacionais hoje é tão sólido que pastores fazem — conscientemente ou não, deliberadamente ou não, explicitamente ou não — dois apelos em época de eleição:
1. Para se aceitar Jesus Cristo como Salvador pessoal.
2. Para se aceitar determinado político como salvador político, social, etc.
Com tantas promessas maravilhosas e estupendas de salvação social de certos políticos e ideologias, para que crer num Jesus que intervém para salvar as pessoas de suas tribulações sociais?
A teologia do messianismo político impõe uma barreira artificial entre “Deus e o Estado”, reservando para Jesus o direito de salvar apenas dentro das igrejas. Aos falsos messias da política, fica reservada a “salvação” em todas as outras áreas!
Entretanto, os novos messias políticos, ou salvadores políticos, estão criando um Estado, chamado por eles de “laico”, que é na verdade um Estado de Insanidade, um Estado baalista, que quer aborto, bruxaria, homossexualismo e outras perversões, mas não quer absolutamente nada com Deus.
Barreiras e limites: tudo para o Estado e nada para Deus?
Ao Estado, Deus deu-lhe a vocação exclusiva de zelar pela proteção dos bons cidadãos e castigar os criminosos, colocando uma barreira, a fim de que o Estado não ultrapasse seus limites. Apesar disso, o Estado brasileiro ultrapassou, doa a quem doer.
Ao Deus que é dono de tudo, o Estado “laico”, com pretensões messiânicas de salvação social para todos, impôs uma barreira entre si e Deus, não aceitando sob hipótese alguma a presença da vontade divina na esfera governamental, que fica reservada a todas as turbas anti-Deus, das mais variadas estirpes: gayzista, abortista, satanista, etc.
Em vez de cumprir sua função de castigar criminosos, inclusive assaltantes, o Estado, explorando a barreira artificial de “separação entre Deus e Estado”, vem cumprindo fielmente uma função de assaltante supremo, tomando mais e mais dos cidadãos trabalhadores mediante a criação de leis de impostos que nada mais fazem do que saquear e violar a ordem divina de não roubar o próximo.
Por decreto estatal, Deus não tem permissão de violar a barreira imposta pelos salvadores políticos e repreender as óbvias maldades e mentiras estatais.
O Estado laico, em toda a sua arrogância laica, estabelece que toda atividade e expressão de Deus seja confinada às quatro paredes dos templos religiosos e às quatro paredes dos lares dos religiosos.
Entretanto, o Estado laico estabelece somente para si direitos e liberdade de atividade e expressão na esfera política e social — inclusive para grupos religiosamente humanistas, abortistas, homossexualistas, ocultistas, socialistas, etc.
O Estado quer dos cidadãos cristãos apenas seu dinheiro, suor e sacrifícios, mas nada de seus valores. Somente dos outros cidadãos — os que são religiosamente humanistas, abortistas, homossexualistas, ocultistas, socialistas, etc., — o Estado quer a contribuição de valores e anti-valores.
Rejeitando e renunciando ao mal estatal
Ao cidadão cristão, resta, como fez seu Mestre Jesus, rejeitar a tentação moderna de Satanás através de ofertas de bolsas-famílias e bolsas-concessões e dizer: “Não, aquele político ou este governo não é meu salvador para suprir minhas necessidades básicas. Jesus é meu Deus e só votarei num político que respeite as atribuições que Deus deu ao Estado”.
Aceite Jesus como Salvador total, não parcial. E se, induzido por pastores, você aceitou Lula como salvador político em tempos passados, faça uma renúncia diante de Deus. É o mesmo tipo de renúncia que você deveria fazer se você tivesse tido envolvimento com satanismo.
Renuncie Lula e suas obras. Lula e o PT jamais conseguiriam promover tanto o aborto sem o voto que você lhes deu.
Renuncie Lula e suas obras. Lula e o PT jamais conseguiriam promover tanto a sodomia sem o voto que você lhes deu.
Renuncie Lula e suas obras. Lula e o PT jamais conseguiriam promover tanto a bruxaria sob a capa de cultura afro-brasileira sem o voto que você lhes deu.
Renuncie Lula e suas obras. Lula e o PT jamais conseguiriam promover tanto o marxismo nas escolas sem o voto que você lhes deu.
Renuncie Lula e suas obras. Lula e o PT jamais conseguiriam roubar tanto mediante impostos iníquos sem o voto que você lhes deu.
Renuncie Lula e suas obras. Lula e o PT jamais conseguiriam apoiar governos ditatoriais assassinos de cristãos sem o voto que você lhes deu.
Renuncie Lula e suas obras. Lula e o PT jamais conseguiriam apoiar governos ditatoriais que querem a destruição de Israel sem o voto que você lhes deu.
Você pode orar:
“Senhor Jesus, renuncio à minha cumplicidade, através do meu voto, em políticas de aborto, bruxaria, sodomia e atividades anti-Israel promovidas pelo homem e governo eleitos por mim. Perdoa-me porque com a confissão dos meus lábios, digo que tu és Salvador, mas com meu voto tenho confessado outros salvadores — homens arrogantes, imorais e corruptos que querem tomar o teu lugar. Perdoa-me porque com a confissão dos meus lábios, tenho entregado o Brasil a ti, mas com meu voto tenho-o entregado a Satanás. Perdoa-me, pois digo que dou meu coração a ti, mas meu voto dou aos ‘messias’ do socialismo, do aborto, do homossexualismo e da bruxaria disfarçada de “cultura” afro-brasileira. Perdoa-me porque com os lábios, oro e abençôo Israel, mas entreguei meu voto e autoridade para um presidente que faz questão de ter amizade com governos terroristas que querem destruir Israel. Perdoa a minha incoerência”.
Oração de arrependimento para os líderes e suas igrejas
Um povo que gosta de ser comprado com bolsa-família e bolsas-concessões é um povo mau, corrupto e desonesto. Tal povo terá um presidente mau, corrupto e desonesto. Assim, Lula, na encarnação do Estado totalitário assistencialista, espelha a ganância do próprio povo e a ganância da ideologia que o dirige.
Portanto, precisamos orar para que o Espírito Santo leve os líderes e as igrejas a fazerem a seguinte oração:
“Jesus, temos declarado teu senhorio sobre o Brasil, mas em troca de um prato de comida ou de uma concessão de rádio ou televisão temos entregado o Brasil ao senhorio daqueles que querem que o Estado e a ideologia deles tomem o teu lugar, na vida política e social da nação e de seus cidadãos. Pedimos perdão por nossa vida incoerente, onde na igreja e em nossa adoração dizemos que te damos tudo, mas com nosso voto damos a César tudo o que não pertence a César. Graças à nossa omissão e ao nosso voto irresponsável, o Brasil está se tornando uma demoniocracia, onde imperam os demoniocratas, com as bênçãos da CNBB e de igrejas evangélicas gananciosas. Graças ao nosso voto irresponsável, o governo do populista falso messias está em aliança com governos terroristas que querem destruir Israel. Perdão, Deus, pela corrupção desse povo e desse presidente. Perdão pelos nossos pecados. Perdão pelos pecados dos pastores, bispos, apóstolos, etc. Visita o Brasil com tua graça e justiça”.
Muitos líderes evangélicos, que publicamente apoiaram o falso messias, hoje se recusam a admitir qualquer necessidade de arrependimento público. Os poderosos chefões Caião e Carlão jamais reconheceram os grandes males que cometeram contra o povo evangélico, mesmo depois que ambos caíram em horríveis escândalos morais e financeiros. Aliás, Caião está tentando há anos uma auto-ressurreição para a sua outrora gloriosa e majestosa posição de papa papudo, e sua estratégia tem sido atacar os pastores e líderes que ele próprio levou para a apostasia moral com Lula. Quanto a Carlão, não se sabe que rumo de auto-ressurreição ele está seguindo.
Quanto a você, que é pastor ou não, faça o compromisso de que você não aceitará mais messias ou salvadores políticos. E faça também o compromisso de que, seja em eleição ou não, Jesus será seu Salvador total.
Viva sob o senhorio de um Jesus total, aceitando que ele seja Senhor não somente de sua alma, mas também de todas as outras áreas de sua vida, inclusive de seu voto. Diga para Jesus: “Senhor, minha vida é tua. E meu voto também. Só votarei se tu me dirigires. Só votarei em quem tu me mostrares”.
O que fazer então nas próximas eleições? Como um pequeno irmão em Cristo, apenas dou minha sugestão: Converse com o Jesus que você aceitou. Ele não disse que “minhas ovelhas ouvem a minha voz”? Ouça a voz dele.
Deus levantou Elias e muitos profetas para confrontar Baal, o deus dos sacerdotes homossexuais e dos sacrifícios de bebês. Deixe agora Deus levantar você nesta geração como um Elias contra o baalismo pró-aborto e pró-homossexualismo promovido pelas políticas e políticos socialistas do Brasil.
Com seu voto, você decide se Baal, mediante seus servos pró-aborto e pró-homossexualismo, continuará governando o Brasil. Por isso, não se venda aos salvadores baalistas de plantão que saem das cartolas mágicas como lobos em pele de coelhinho em época de eleição.
E se você é pastor, bispo ou apóstolo, não se venda aos reavivamentos de apostasia e prostituição política.
Quanto a mim e minha casa, mesmo que não haja nenhum candidato em quem votar, Jesus será glorificado e honrado como Salvador do Brasil. E os falsos messias jamais ganharão nosso voto.
Fonte: www.juliosevero.com
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