Julio Severo

Fantástico: Xuxa diz que sofreu abuso sexual

Publicado em "Campanha Não Bata Eduque", Amor estranho amor, Fantástico, nudez, pedofilia, Playboy, Xuxa por juliosevero em 22 de maio de 2012

Fantástico: Xuxa diz que sofreu abuso sexual

Revelação irá abafar escândalo de filme de pedofilia que vem assombrando sua vida e carreira durante décadas?

Julio Severo
No programa Fantástico de domingo passado, Xuxa alegou que sofreu abusos sexuais na infância. Supostamente, foram três homens.
Xuxa, no Fantástico, revelando-se vítima de pedofilia

Sua declaração forte trouxe uma alta em sua imagem num momento em que sua carreira já não tem o brilho que tinha antes. O brilho tem sido cada vez mais ofuscado por um sombrio esqueleto em seu armário: Em 1982 ela fez o papel principal do filme “Amor estranho amor”, que contém cenas de pedofilia explícita em que ela seduz um menino.

Xuxa vem travando uma batalha judicial sem tréguas para que o filme, que tem perturbado sua carreira e fama, não seja oficialmente comercializado em DVD. Seus produtores haviam chegado a exigir 100 mil reais por ano para manter o filme “extinto”. O desgaste com o obsceno filme pró-pedofilia tem sido um flagelo na fama e bolso da atriz.
Xuxa, em filme pró-pedofilia, fazendo sexo com um menino

A trajetória de Xuxa, com suas recentes revelações de pedofilia na infância, teve um início com contexto previsível. Sabe-se que ela, por costume da família ou vontade própria, gostava de andar nua dentro de casa quando era menina. Crianças de lares com tais “hábitos” não raramente enxergam com “naturalidade” o sexo.

Qualquer homem moralmente são teria dificuldade de visitar uma casa onde o pai permite que sua filha de oito, dez ou doze anos ande “ao natural”. Não chega a ser “fora do normal” um lar com nudez descarada produzir abusos sexuais. É um ambiente produtor de tentações.
Tais lares, além de tornarem suas crianças vulneráveis aos oportunistas sexuais, não veem nada de errado em revistas pornográficas.
Xuxa como capa da Playboy: ganhando muito dinheiro

Xuxa não só tinha essa visão, mas também chegou a posar nua para várias revistas pornográficas, inclusive a mais famosa, a Playboy. O que era “natural” para ela acabou também virando fonte de renda.

Mesmo com esse histórico moralmente turbulento, ela acabou entrando no mercado infantil, com um programa primeiramente na TV Manchete e depois na TV Globo, onde dançarinas mirins com trajes curtos e a garotada garantiram para ela e para a TV Globo IBOPE e audiência. Ela passou de coelhinha da Playboyà rainha dos baixinhos.
É uma carreira infantil de sucesso alicerçada em assombrações pornográficas e pedofílicas.
Ela não era, é claro, o exemplo ideal para as crianças. Mas o mundo imundo da TV tem valores inversos de uma família que protege os filhos com valores morais.
Durante o governo de Lula, Xuxa encabeçou a campanha nacional “Não Bata, Eduque!”, lançada por Lula em Brasília. A campanha, de modo ostensivo, buscava a criminalização de pais e mães que aplicam castigos físicos como disciplina para o mau comportamento dos filhos.
Xuxa mostrou sua rebelião a esse mundo com limites para as crianças. Talvez ela anseie um mundo onde as crianças possam tranquilamente andar livres dentro de casa — livres de roupas — e assim estar mais preparadas para ver com naturalidade o sexo e a revista Playboy.
Mas a experiência de uma infância sem limites e sem roupas não trouxe felicidade para a menina Xuxa. Trouxe, pelo que alega ela, estupros. E trouxe, pelo que mostra seu currículo, seu estrelato num filme de pedofilia explícita e participação em revistas pornográficas.
Em todas essas décadas, Xuxa jamais reclamou de ter sofrido peso na consciência pela óbvia incoerência entre sua vida no mercado pornográfico e no mercado infantil. O que importava, talvez, fosse obter dinheiro, fosse de qual fosse a procedência.
Na entrevista ao Fantástico, Xuxa se queixa de um pai ausente, mas quando ela teve oportunidade de fazer diferença na sua vida, ela escolheu ter uma filha sem um pai. Ela determinou que a figura do pai ficasse ausente da vida de sua filha.
Depois de sua recente confissão de abuso sexual na infância, Xuxa deveria abandonar seu ativismo contra os direitos dos pais disciplinarem seus filhos e imporem limites — inclusive o uso de roupas — neles. Abuso e violência não é impor limites nos filhos, conforme hoje esbraveja Xuxa com sua campanha anti-pais, mas a falta de limites.
Seu ativismo agora deveria se limitar aos malefícios da nudez dentro de casa, de como essa prática torna as crianças presas fáceis de pedófilos, do sexo casual e da pornografia.
O ativismo dela deveria também incluir uma campanha de alerta para que os pais bloqueiem toda pornografia em seus lares.
E ela poderia também aproveitar e aparecer novamente no Fantástico para pedir perdão às famílias e crianças do Brasil pelo filme “Amor estranho amor”, onde ela mesma, já adulta consciente e com fome de grana, fez descarada propaganda pró-pedofilia.

Propaganda da Globo pró-aborto: “Não bata nos filhos”.

Publicado em "Campanha Não Bata Eduque", CONANDA, SEDH, TV Globo por juliosevero em 4 de janeiro de 2012

Propaganda da Globo pró-aborto: “Não bata nos filhos”.

Em parceria com o governo, Globo lança campanha para educar pais a fazer a vontade do governo na educação dos filhos. Depois, vocês descobrirão o que acontece com os pais desobedientes: palmadas da Globo e do governo

Julio Severo
A Globo, ao ver a sanha estatal de aprovar a Lei Anti-Palmada, tinha duas escolhas: ficar com os pais ou com sua antiga funcionária, que disse:
“Esse ‘direito’ de adulto bater em criança deveria ser cassado. É absurdo! É animal! É irracional! Vamos gritar juntos! Violência de pai, mãe e responsáveis contra criança não é educação, é crime” — declaração de Xuxa no jornal O Globo.
Pode parecer que foi uma escolha difícil, mas não foi. A Globo nunca teve dificuldade de se alinhar com seus funcionários e com o governo. O resultado dessa decisão fácil foi a propaganda que a Globo agora está veiculando para “educar” os pais. (Assisti ao vídeo e aproveitei para registrar meu “não gosto” ali: http://youtu.be/a0MRsanwx-Q)

A propaganda, intitulada “Não Bata. Eduque”, foi feita em parceria com o CONANDA (Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente) e com a SEDH (Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República). O CONANDA, que comanda os conselhos tutelares do Brasil, foi alvo de denúncia em meu blog em 2009. A SEDH está sob o comando da radical feminista pró-aborto e pró-homossexualismo Maria do Rosário.

Se os pais se recusarem a aprender com as “suaves” lições da Globo, terão de aprender com as lições pesadas do Conselho Tutelar, que não precisa de Lei Anti-Palmada para ameaçar os pais, bastando a denúncia de algum anônimo de “bom” coração, tal como a vizinha raivosa.
Sob a camuflagem maliciosa de “direitos das crianças”, o que a Globo está fazendo é defendendo e justificando a intrusão do governo nos lares para ameaçar e aterrorizar pais e mães que aplicam disciplina física para corrigir filhos em sua desobediência, rebelião e teimosia. É, em análise final, a propaganda dos direitos do Estado pisando nos direitos dos pais.
Nestes dias, a Globo anda muito ocupada. Está fazendo propaganda, em parceria com a ONU e com o governo federal, para “educar” a população a denunciar os opositores da agenda gay. A Globo não teve escolha: sua antiga funcionária, Marta Suplicy, é relatora do PLC 122.
Nas duas propagandas, a Globo soube mostrar para o público seus próprios valores do que “é certo” e do que “é errado”. Se você desrespeitar o padrão global, você é pintado como um cara nervoso e desequilibrado, tanto na questão da correção física de filhos quanto na questão homossexual. Para ser pintado de bonzinho, você é obrigado a se submeter ao padrão global.
O que é mais necessário no Brasil é uma propaganda para não se matar bebês, e deveria ser dirigida primeiramente para o governo, para o PT e para outros radicais. O tema deveria dizer: “Não aborte. Defenda a vida!”
Mas a Globo não pode fazer tal propaganda por dois motivos:
1. Seus atuais e antigos funcionários não vão gostar.
2. O governo federal, que faz patrocínios milionários na Globo com comerciais pagos por empresas estatais gigantes como a Petrobras e Banco do Brasil, não vai gostar.
O povo não precisa ser consultado pela Globo. O papel do povo é apenas ser alvo das campanhas. O papel do povo é apenas ser passivo e submisso às campanhas.
Por isso, não temos esperança nenhuma de acabar com a pornografia no Brasil, enquanto milhões de crianças assistem, com suas mães e pais cegos, às novelas que mostram sexo explícito, adultério, imoralidade e homossexualidade com a maior naturalidade. Se nem a CPI da Pedofilia de Magno Malta conseguiu convocar a imperial Globo para dar explicações de seu longo histórico de pornografia, que podemos fazer nós?
Seja defendendo a pornografia de suas novelas, os “direitos” do governo contra os direitos dos pais ou simplesmente dando toques pró-aborto a fim de agradar a seus patrocinadores, a Globo não tem medo de fazer qualquer campanha para impor seus valores sobre os pais e mães que voluntariamente renunciam à moral e ao bom-senso para serem doutrinados pela telinha “educativa”.
A Globo sabe o que faz. Quem não sabe o que faz são as famílias que se sentam na frente da podridão global com seus filhos, acabando com o cérebro cheio de Globo, robotizados para pensar “globalmente”: “A Globo ensinou, e eu tenho de obedecer. Tenho de ver o homossexualismo como normal, não disciplinar os filhos, ver sexo explícito como normal, não defender a vida, apoiar o aborto”.
A Globo é uma fábrica de mentes não-pensantes, adestradas para assistir e obedecer.
A sociedade está cheia robôs globais, feitos à imagem e semelhança de seu criador Plim-Plim, treinados para responder às mínimas programações globais pagas com o dinheiro de imposto que o governo investe por meio de patrocínios. Para o governo, esse é um bom investimento.
A única esperança agora é que na guerra entre Globo e Record (onde, no seu desespero, a Globo está aliciando estrelas evangélicas para uso estratégico), as duas se destruam mutualmente, livrando assim o Brasil de dois grandes esgotos sociais, morais e espirituais.
Resta agora esperar para ver se Silas Malafaia, Ana Paula Valadão e outros evangélicos que aceitaram convites da Globo terão a coragem de dizer: “A propaganda anti-palmada da Globo é uma agressão à família”.
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