Julio Severo

Cavalo de Tróia do século 21: lei islâmica começa a imperar nas escolas e tribunais dos EUA

Publicado em CAIR, islamofobia por juliosevero em 24 de março de 2012

Cavalo de Tróia do século 21: lei islâmica começa a imperar nas escolas e tribunais dos EUA

Equipe do site Detenham o Islamismo Radical
Com o pretexto de combater a “islamofobia”, organizações muçulmanas estão com muito sucesso impondo sua agenda nos sistemas educacionais e legais dos Estados Unidos. Desta vez, uma entidade legal de defesa dos cidadãos está sendo atacada por agências de notícias islâmicas por denunciar que os estudantes muçulmanos estão recebendo privilégios religiosos não usufruídos por outras religiões nas escolas públicas dos EUA.

Nos últimos dias, a Agência de Notícias Ahlul Bayt e a Agência Internacional de Notícias Islâmicas, entre outros, atacaram o Centro Legal Thomas More, um dos primeiros grupos de defesa dos cidadãos nos EUA a tomar medidas legais contra as atitudes hipócritas das escolas públicas que favorecem o islamismo sobre outras religiões [mas sufocam toda expressão cristã].

Enquanto as agências de notícias lamentaram a falta de recursos e, portanto, o “tratamento injusto” dado aos muçulmanos nas escolas públicas, Richard Thompson, presidente do Thomas More, disse: “O que (as diretorias de escola) estão fazendo… é dar aos estudantes muçulmanos privilégios religiosos que eles não dão nenhuma outra religião nesse momento”.
“O islamismo é mais que uma religião”, continuou Thompson (à direita). “É uma ideologia política que controla todos os aspectos da existência humana, e exige a dominação islâmica do mundo. Pelo fato de que sabem que nunca conseguirão derrotar nossas forças armadas no campo de batalha, os muçulmanos radicais idealizaram a estratégia de subversão interna”.
Omar Ahmad, fundador do Conselho de Relações Islâmico-Americanas (CAIR), disse a um grupo de muçulmanos americanos em 1998, “O islamismo não está nos Estados Unidos para ser igual a qualquer outra religião, mas para se tornar dominante. O Alcorão deve ser a maior autoridade dos Estados Unidos e o islamismo a única religião aceita na terra”.
“Como o Cavalo de Tróia da antiguidade foi acolhido com boas-vindas dentro nas portas da cidade, o islamismo entrou nos Estados Unidos disfarçado de religião”, continuou Thompson. “Mas o seu objetivo final é político: Destruir os Estados Unidos e estabelecer uma nação islâmica nos termos da lei islâmica. Assim, enquanto os EUA estão dormindo, os islâmicos radicais estão acordados e estão subvertendo o nosso governo, bem como as nossas escolas e universidades públicas. Mas não seremos dissuadidos de nossos esforços para detê-los”.
Em 2002, o Centro Thomas More entrou com um processo federal contra a União Escolar do Distrito de Byron, na Califórnia, por um curso de três semanas sobre religião islâmica com seus alunos do sétimo ano que utilizaram o livro didático, Islamismo, uma simulação da história islâmica e cultura.
O centro afirmou que o curso foi nada menos do que doutrinação religiosa, o que é proibido pela Cláusula de Estabelecimento da Primeira Emenda da Constituição dos Estados Unidos.
Aos estudantes de 12 anos foi dito que:
O Tribunal de Apelações do nono circuito, em uma decisão marcada como “para não publicação,” decidiu que o programa não era de “evidentes exercícios religiosos islâmicos” que violavam a Cláusula de Estabelecimento.
A Cláusula de Estabelecimento afirma que “O Congresso não fará nenhuma lei relacionada ao estabelecimento de religião”. É geralmente interpretada para proibir o estabelecimento de uma religião nacional para os Estados Unidos, bem como uma preferência pelo governo dos EUA de uma religião sobre outra.
A Cláusula de Estabelecimento garante aos americanos uma separação entre religião e Estado, mas permite que o governo garanta o livre exercício da religião. No entanto, pelo fato de que o tribunal proibiu a publicação de sua decisão, não foi possível para o centro legal usar o caso como um precedente para estabelecer aulas semelhantes para educar os alunos sobre outras religiões.
O Centro Legal Thomas More relata que os livros didáticos do jardim de infância até o 12º ano contêm “versões açucaradas do islamismo promovidas pelo Conselho de Educação Islâmica.” Os livros deixam de mencionar os sequestros, as decapitações, o comércio escravo, os assassinatos selvagens, a perseguição aos não muçulmanos e a repressão de mulheres comuns em países islâmicos que seguem a lei (sharia) islâmica.
Em outro caso, a Escola Distrital Poway ordenou ao professor de matemática Bradley Johnson que removesse os banners (que estavam em exibição há 25 anos), que diziam: “Em Deus nós confiamos” (a frase encontrada em todo o dinheiro de papel dos EUA), e “Uma nação sob Deus” (a frase do Juramento de Fidelidade dos EUA), porque essas frases promoviam uma mensagem judaico-cristã e poderiam ofender os estudantes muçulmanos.
O caso foi objeto de ação legal e, em setembro de 2011, a Corte do Nono Circuito dos EUA determinou que os banners, por causa de seu grande tamanho, estavam promovendo um “ponto de vista particular”. O painel de três juízes argumentou que a entidade patronal — nesse caso, o diretor Johnson e a diretoria da escola — tem o direito de colocar limites na expressão dos funcionários.
Outras telas grandes na mesma escola foram autorizadas, incluindo uma série de banners de 40 pés de tamanho de oração tibetanas com um cartaz dos “7 Pecados Sociais” do líder hindu Mahatma Gandhi, um cartaz de líder muçulmano Malcolm X e um pôster do Dalai Lama, um líder religioso budista.
O centro legal, que não cobra por seus serviços jurídicos, decidiu levar o caso à Suprema Corte dos EUA, onde está pendente.
Thompson, o diretor do centro legal, diz que o ataque a ele é em resposta aos comentários que fez sobre os muçulmanos coagindo as escolas públicas a darem aos estudantes islâmicos favores especiais que não são oferecidos a estudantes cristãos, o que ele vê como uma sutil introdução do islamismo no sistema escolar público americano.
“Você tem esse dois pesos e duas medidas onde as escolas irão se curvar para favorecerem os estudantes islâmicos e a mensagem islâmica sob o pretexto do multiculturalismo ou diversidade”, explicou. “Eles não vão aplicar as regras da cláusula de estabelecimento que se aplicam aos símbolos cristãos, e os cristãos estão sendo relegados a cidadãos de segunda classe.”
Apesar dos ataques a ele, Thompson diz que o centro legal não recuará. “Você irá obter publicidade se você for o alvo, e eu penso que somos o alvo”, disse Thompson. “Há esse dois pesos e duas medidas, e o Centro Legal Thomas More vai continuar a manifestar a sua preocupação e fazer a coisa certa que eles podem sobre essa coisa errada que está acontecendo”.
Traduzido por Eliseu P. L. J. do artigo de Detenham o Islamismo Radical: 21st Century Trojan Horse: Sharia Rolls into American Education, Court Systems

Radicais da “Primavera Árabe” Islâmica Recebem Apoio do Governo dos EUA

Publicado em CAIR, Casa Branca, Council on American Islamic Relations, Primavera Árabe por juliosevero em 5 de março de 2012

Radicais da “Primavera Árabe” Islâmica Recebem Apoio do Governo dos EUA

Mindy Belz
(WORLD News Service) — Na última vez que vimos uma região tirânica inteira do mundo desmoronar, podíamos mencionar os heróis e os momentos que impeliram o acontecimento:
Um eletricista chamado Lech Walesa pulando um muro no estaleiro de Gdansk, na Polônia. Boris Yeltsin em cima de um tanque em frente à Casa Branca russa, desafiando a antiga guarda comunista em 1991. O pastor Laszlo Tokes recusando uma ordem de despejo do seu apartamento na Romênia enquanto uma multidão de manifestantes se juntava. Um dramaturgo chamado Vaclav Havel diante de uma sessão conjunta do Congresso, dando um discurso em tcheco citando a Declaração de Independência dos EUA.
Esses homens não eram perfeitos, mas executaram atos corajosos em momentos importantes da história. Eles ajudaram os ocidentais a encontrar um denominador comum com uma parte do mundo bloqueada da vista até a queda do Muro de Berlin, por trás de línguas e costumes estranhos e uma história abafada.
Agora, 15 meses depois do começo das revoluções no Oriente Médio, onde estão os heróis da Primavera Árabe?
O intelectual egípcio Essam Abdallah tem uma razão provocante pela qual não surgiu nenhum herói da democracia: Os grupos islâmicos de pressão política nos EUA, os quais contam com a atenção da Casa Branca, garantiram que não houvesse nenhum.
“A opressão mais drástica das sociedades civis na região e da Primavera Árabe não é por meio de armas, ou sequer acontece no Oriente Médio. Ela não é levada a cabo por Kadafi, Mubarak, Bin Ali, Saleh ou Assad. Ela é liderada por poderosos grupos de pressão política em Washington”, afirma Abdallah, professor da Universidade de Ain Shams no Egito, que escreve para a publicação pan-árabe Elaph.
Abdallah afirma que alguns meses após o início da Primavera Árabe, ele e outros defensores da liberdade se deram conta de que “os poderes do Ocidente e do governo de Obama colocaram seu apoio por trás dos novos ditadores”.

Por meio das suas representações nos EUA, a Irmandade Islâmica, o partido islâmico Nahda da Tunísia, o Partido da Justiça de Marrocos e o Conselho Nacional de Transição, das milícias islâmicas líbias, têm recebido apoio sistemático dos EUA, escreve Abdallah, “a custa das reais forças liberais e seculares”. Ele afirma que os representantes incluem Dalia Mogahed, conselheira do presidente em assuntos muçulmanos e membro do Conselho Presidencial de Assuntos de Fé e Parcerias Comunitárias; John Esposito, professor de Assuntos Internacionais e Estudos Islâmicos na Universidade de Georgetown, e lobistas do Conselho para Relações Islâmicas Americanas (Council on American Islamic Relations, CAIR), o Conselho de Assuntos Públicos Islâmicos, e a Sociedade Islâmica da América do Norte.

“O bloco de regimes e organizações agora está se tornando o maior lobby islâmico que já penetrou e se infiltrou na Casa Branca, no Congresso, no Departamento de Estado e nos principais centros de tomada de decisão do governo americano”.
E como que para provar o argumento de Abdallah, o diretor do FBI Robert Mueller se encontrou no dia 8 de fevereiro com vários desses grupos para confirmar que a maior agência de segurança pública do país, sob diretrizes não publicadas do procurador-geral Eric Holder, removeu mais de 1000 apresentações do programa de treinamento do FBI sobre o islã considerados “ofensivos” e “racistas” pelos grupos, incluindo o uso dos termos “islã radical” e “jihad”.
Em janeiro, o Departamento de Polícia de Nova Iorque, sob pressão implacável do CAIR, parou de mostrar um documentário chamado A Terceira Jihad no seu programa de treinamento antiterrorista.
Se você traçar as quedas na Tunísia, no Egito, na Líbia e talvez chegando à Síria, encontrará momentos iniciais de determinação individual (Mohamed Bouazizi na Tunísia, Wael Ghonim no Cairo) rapidamente abafados pela violência e pelo caos de extremistas muçulmanos se escondendo cada vez menos atrás dos defensores da liberdade mais seculares. E você também verá que a Casa Branca fez silêncio nos momentos iniciais importantes. Na Tunísia, no Egito, no Iêmen, na Líbia e na Síria, não antes que as revoluções se tornassem islâmicas e extremistas (um sinal: quando motins de muçulmanos atacaram cristãos e suas igrejas), o presidente Obama interveio, tomou o lado do motim e pediu a saída do governo.
E no que continua sendo uma das maiores revoltas populares no mundo islâmico, o movimento verde do Irã em 2009, Obama nunca pediu a saída do regime. Coincidentemente, as ruas também continuaram nas mãos de uma oposição organizada e legítima (que Obama em determinado momento afirmou que “não era tão diferente do que fora publicado” pelos que estavam no poder), pelo menos até que o exército dos aiatolás os reprimisse brutalmente.
Quando a poeira tiver baixado e a história for escrita, os americanos, que deveriam estar narrando contos de heróis, terão em vez disso um conto de cumplicidade pelo qual prestar contas.
Mindy Belz é editora da revista WORLD, onde o artigo foi originalmente publicado.
Traduzido por Luis Gustavo Gentil de artigo do Crosswalk: Islamist ‘Arab Spring’ Radicals Find Support in the White House

Muçulmanos forçam general evangélico a não palestrar em evento de oração na mais importante escola militar dos EUA

Publicado em CAIR, William Boykin por juliosevero em 2 de fevereiro de 2012

Muçulmanos forçam general evangélico a não palestrar em evento de oração na mais importante escola militar dos EUA

Campanha do CAIR acusou general de opiniões “islamofóbicas”

O polêmico Conselho de Relações Islâmico-Americanas (cuja sigla inglesa é CAIR) — acusado fazer parte de conspirações e tramas de financiamento ao terrorismo — está se gabando de que conseguiu impedir um general evangélico de dar uma palestra num evento de oração na Academia Militar de West Point, a mais elevada escola militar dos EUA.
William G. “Jerry” Boykin

O general aposentado William G. “Jerry” Boykin sempre criticou fortemente o CAIR. Além disso, ele recomenda o livro “Máfia Muçulmana”, que desmascara o papel do CAIR como grupo fachada nos EUA para a Irmandade Muçulmana, que deu origem aos maiores grupos terroristas do mundo, inclusive a al-Qaida e o Hamas.

Com informações de WND.
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