Julio Severo

Justiça condena Caio Fábio por falsificar documentos para incriminar inimigos do PT

Publicado em Caio Fábio, dossiê Cayman por juliosevero em 29 de novembro de 2011

Justiça condena Caio Fábio por falsificar documentos para incriminar inimigos do PT

Julio Severo
A Justiça Eleitoral condenou por calúnia o ex-pastor Caio Fábio D’Araújo Filho (foto), 56, a quatro anos de prisão por ter ajudado a elaborar e distribuir documentos falsos para incriminar a cúpula do PSDB na disputa eleitoral de 1998 contra o PT. Caio, que estava muito próximo de Lula na época, esperava ajudar o PT.
Caio Fábio: mesmo caído e condenado, considera como sua principal missão criticar pastores que ele outrora conduziu aos braços do PT

O ex-pastor, que é considerado um guru por blogs sensacionalistas como o Genizah, vai recorrer em liberdade da condenação. Ele nega que tenha sido um dos responsáveis pelo “dossiê Cayman”, como o caso ficou famoso na imprensa. “Não estou nem um pouco preocupado com isso [a condenação]”, disse. “Tenho a consciência absolutamente tranquila.”

A decisão da Justiça teve como base o depoimento de testemunhas e investigações da Polícia Federal do Brasil, das quais participou também o FBI, a polícia federal norte-americana.
Pelas investigações, os documentos que Caio Fábio ajudou a falsificar acusavam que Fernando Henrique Cardoso, na época disputando a presidência do Brasil contra Lula, e Mário Covas, que estava em igual disputa contra o PT para o governo do Estado de São Paulo, tinham no paraíso fiscal das ilhas Cayman (Caribe) US$ 368 milhões (R$ 628 milhões).
Esse dinheiro, pelas informações falsificadas do ex-pastor, teria sido pago como propina por empresários supostamente beneficiados com a privatização do setor de telecomunicações.
De acordo com as investigações, os outros acusados pela fraude são empresários cujo objetivo, na época, era “fabricar” a documentação para vendê-la ao PT. Esses empresários e Caio Fábio teriam produzido a documentação em Miami. Até agora, o ex-pastor presbiteriano é o único condenado.
No inquérito, consta depoimento de políticos que na época tiveram acesso à cópia do dossiê, entre eles Luis Inácio Lula da Silva, José Dirceu, Paulo Maluf, Ciro Gomes, Marta Suplicy e Leonel Brizola.
Lula confirmou que teve um encontro com Caio Fábio para conversar sobre o dossiê. Ele disse que, posteriormente, Thomaz Bastos, então advogado da campanha eleitoral do PT, examinou o dossiê, constatando que se tratava de uma fraude. Por isso, segundo Lula, o PT recusou a proposta de compra dos documentos.
Caio Fábio teria oferecido o dossiê ao PT pelo preço de US$ 1,5 milhão (R$ 2,5 milhões). Na época, ele era um pastor de prestígio entre os políticos de esquerda, tendo grande acesso a eles nos bastidores.
Com o caso Cayman, que expôs publicamente suas atividades políticas oportunistas nos bastidores, Caio Fábio caiu em desgraça. Essa foi sua queda política. Quase na mesma época, descobriu-se que ele estava em adultério com a secretária durante anos. Esses escândalos somados o levaram a ficar deprimido, a emagrecer 25 quilos (pesava 119) e a acumular uma infinidade de dividas. Nesse tempo, ele era da Igreja Presbiteriana, da qual foi afastado por causa de seu caso extraconjugal. Para se recuperar financeiramente, fundou a Igreja Caminho da Graça e passa o tempo hoje criticando toda e qualquer liderança evangélica, mas perdeu o estrelato que tinha na década de 1990.
Lula no programa “Pare & Pense” de Caio Fábio

Em 1994, durante seu apogeu, seu programa de TV, “Pare & Pense”, foi o primeiro programa evangélico de TV a se envolver diretamente no processo eleitoral presidencial, tendo, juntamente com Valnice Milhomens, apresentado o candidato Lula.

Embora o dossiê Cayman tenha fracassado em seus intentos, a estratégia de Caio Fábio, ao trazer Lula para o “Pare & Pense”, teve resultado oposto entre os evangélicos com relação a Lula e ao PT. Só anos mais tarde Caio confessou:
“Aproximei Lula dos evangélicos, os quais, durante anos, o chamavam de ‘diabo’. Muitas foram as oportunidades que criei para que ele tivesse a chance de se deixar perceber pela igreja”.
Hoje, Caio contenta-se em ser a estrela de blogs chamados apologéticos como o Genizah.
A condenação de Caio, por crime de calúnia, foi agravada por ter envolvido o então presidente Fernando Henrique Cardoso em seu esquema para fortalecer eleitoralmente o PT e ganhar algum dinheiro.
Resta saber se o PT, que soube socorrer Lula dos monumentais escândalos do mensalão, terá interesse em socorrer um ex-pastor que tanto fez para levar os evangélicos ao PT.
Com informações da Folha de S. Paulo e Paulo Lopes.

O Kinsey gospel do Brasil e o marketing do sexo evangélico

O Kinsey gospel do Brasil e o marketing do sexo evangélico

Vigarice gospel exposta: site Observador Cristão é irmão gêmeo do Genizah

Julio Severo
Danilo Fernandes, o dono do tabloide sensacionalista Genizah, entrou no negócio rentável das pesquisas sexuais. Com sua pesquisa “O Sexo e o Crente” — supostamente sem fraudes e interesses comerciais — Danilo revela sobre o comportamento sexual evangélico brasileiro o que ninguém nunca ousou mostrar:
Quantos evangélicos cometem adultério?
Quantos evangélicos praticam homossexualismo?
Quantos evangélicos praticam sexo grupal?
Essas e outras questões são tratadas pela “pesquisa” do dono do Genizah.
Mas o que um marqueteiro entende desse assunto? É a mesma pergunta que se poderia fazer sobre Alfred Kinsey (1894-1956), que era um mero biólogo de vespas.
Considerando o fato de que Danilo não tem nenhuma grande empresa para ostentar seus dotes marqueteiros, bem provavelmente ele é como Kinsey: um caçador de vespas, pronto para usar seu talento do oportunismo.
Kinsey, autor do livro “Sexual Behavior in the Human Male” (Conduta Sexual no Homem), publicado em 1948, é considerado o pai da revolução sexual, inventando a teoria de que 10 por cento ou mais da população são homossexuais e definindo a promiscuidade sexual como um padrão da conduta humana.
O que Kinsey não contou foi que a maioria das pessoas entrevistadas por sua equipe era presidiária ou espécie semelhante, que estava muito mais aberta para falar de suas “proezas” sexuais. É impossível imaginar, em plena década de 1940, pessoas de bem prontamente se abrindo e contando detalhadamente suas práticas sexuais.
Ao contrário de Kinsey e sua equipe, a maioria da população era recatada e não adepta da depravação. Por isso, ele precisou recorrer tanto à população presidiária. Aliás, sua própria equipe era incentivada por ele a praticar vários tipos de relações sexuais, inclusive homossexuais, a fim de romper inibições e ajudar sua pesquisa. O próprio Kinsey já havia vencido tais inibições e seus entrevistados presidiários e depravados eram altamente desinibidos.
Kinsey era um “cientista” prático: ele mesmo praticava muitas das depravações que descrevia. Assim, ele podia falar por experiência, embora a mentira e a falsidade permeassem suas descrições. Integridade e desinibição sexual parecem não gostar de andar juntas.
Entretanto, o aspecto mais macabro de sua “pesquisa” é a revelação de que pedófilos haviam sido incumbidos de registrar os orgasmos das crianças, até mesmo bebês, que eram alvos de seus experimentos “científicos”. De novo, Kinsey pôde contar com outra classe de seres humanos que desconhecia a inibição, o recato e os padrões sexuais “puritanos”.
A metodologia “científica” fraudulenta de Kinsey foi abundantemente desmontada pelos estudos rigorosos da Dr. Judith Reisman, cujos livros sobre Kinsey deixaram nus o pervertido e suas perversões.
Quanto ao Kinsey gospel brasileiro, que ainda não encontrou uma Judith Reisman evangélica, ele é a seu próprio modo um calvinista sem puritanismo. Com sua pesquisa sexual, ele pretende apresentar a primeira visão da conduta sexual do evangélico brasileiro, numa abertura em que até anjos e querubins poderiam falar de seus desejos sexuais mais íntimos.
Os imorais são sempre os mais desinibidos em revelações sexuais. Essa também foi a maior descoberta de Kinsey. Assim, não é de admirar que ele tenha escolhido pedófilos, homossexuais e presidiários para chegar às suas conclusões depravadas, que foram extrapoladas para a população geral. Com os desinibidos de sua “pesquisa”, Danilo pode igualmente extrapolar para a população evangélica inteira. Extrapolar não é prática estranha ao vespeiro esquerdista Genizah.
Danilo Fernandes, Caio Fábio e Carlos Moreira do Genizah

O Kinsey gospel merece credito, pois ao seu lado está Caio Fábio, o Freud gospel. Com sua desinibição característica e experiências sexuais, o Freud gospel poderia facilmente ultrapassar o Kinsey gospel, mas seu divã o deixa tão ocupado com os blá-blá-blás sexuais das clientes que ele nunca teve tempo de fazer uma pesquisa “Conduta Sexual da Evangélica Brasileira”. Danilo passou a perna no mestre Freud!

Mas nunca é tarde. Se o Freud gospel fizer uma pesquisa, a partir da observação “científica” de suas clientes, Danilo terá de se contentar com o título de Kinsey calvinista. Em matéria de sexo, ninguém vai poder superar o Kinsey da “graça”.
O Kinsey gospel merece credito, pois a revista Cristianismo Hoje também participou da “pesquisa” “O Sexo e o Crente”. Essa é a mesma revista que tratou com deboche minhas posturas, que Kinsey classificaria como “puritanas”. A participação da revista poderia dar uma aparência de seriedade à “pesquisa” do dono do Genizah. Alguém poderia dizer: “Olha, Julio, reconhece-se hoje que Kinsey cometeu fraudes. Mas insinuar que o Danilo também cometeria fraudes não é exagero?”
De fato, recebo mensagens de leitores que, ao verem minhas denúncias contra o Genizah e seu dono, dizem: “Julio, pare de implicar com o Genizah. Não é só o liberal Genizah que ataca suas posturas conservadoras. O site Observador Cristão, pertencente a um líder reformado conservador, também ataca você!” Verdade, o Observador Cristão já postou vários artigos contra mim, inclusive um vídeo difamador de Caio Fábio, que já foi refutado por mim. Outros sites calvinistas divulgam o Observador Cristão como se fosse obrigação os reformados conservadores se unirem a todos os chamados reformados conservadores.
Entretanto, grande foi minha surpresa ao descobrir quem está por trás do site Observador Cristão. Em 16 de agosto de 2011, os registros de domínio de internet mostravam a seguinte informação sobre o proprietário do Observador Cristão:
Indivíduo: Jose Danilo Silvestre Fernandes Filho
Endereço: Rua Vieira de Morais, 1900 – 33
Endereço: São Paulo – SP
Endereço: 04617902 – BR
Telefone: +21 23096117
Empresa: maxperformance comercio de alimentos ltda
E-mail: danilo@genizahvirtual.com
Registro oficial consta José Danilo Silvestre Fernandes Filho como dono do Genizah

Nessa mesma data, os mesmos registros identificavam o proprietário do Genizah no mesmo local e telefone do Observador Cristão:

Indivíduo: Jose Danilo Silvestre Fernandes Filho
Endereço: Rua Vieira de Morais, 1900 – 33
Endereço: São Paulo – SP
Endereço: 04617902 - BR
Telefone: +21 23096117
Empresa: maxperformance comercio de alimentos ltda
E-mail: danilo@genizahvirtual.com
Registro oficial consta José Danilo Silvestre Fernandes Filho como dono do Observador Cristão

Isso é uma coincidência cósmica, ou Danilo quer ser fiel em tudo ao Kinsey original, inclusive com práticas megalomaníacas de ludibriação?

Sob o manto vampiresco de Danilo, o Observador Cristão nada mais é do que um grande embuste midiático gospel, para dar ao Genizah um suposto apoio calvinista ou reformado conservador que ele nunca poderia, em outras circunstâncias, obter de legítimos calvinistas e reformados conservadores. O Observador Cristão, a grande Vigarice Gospel, é a isca feita especialmente para pegá-los.
No passado, o blog Teóphilo Noturno foi enganado por tais vigarices, e hoje conhece o caráter do dono do Genizah. Aliás, o Teóphilo está disponibilizando um desagravo público contra aquele que se esconde atrás do Observador Cristão.
Antes de sua conversão ao calvinismo, Danilo era um homem de muitas mulheres. Depois, se tornou milagrosamente um celibatário progressista e eremita sexual, dedicando-se a um santo ascetismo voltado à pureza da apologética calvinista e, agora, a uma pesquisa sexual entre evangélicos que pretende causar uma revolução sexual gospel, seguindo de forma “santificada” e “pura” os passos do papai Kinsey. Toda essa proeza sem um pingo de puritanismo calvinista!
No caso de Kinsey, por trás de uma pesquisa depravada, fraudulenta e criminosa, havia um homem depravado, criminoso e mentiroso. Mas levou quase 50 anos para a verdade plena aparecer.
No caso do Kinsey gospel, o que há? Quanto tempo levará para a verdade aparecer?

>Sensacionalismo gospel vermelho: tabloide Genizah canoniza protestantes que sofreram consequências por sua colaboração com o comunismo no Brasil

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Sensacionalismo gospel vermelho: tabloide Genizah canoniza protestantes que sofreram consequências por sua colaboração com o comunismo no Brasil

Julio Severo
Protestantes que colaboraram com comunistas no Brasil foram beatificados pelo tabloide sensacionalista Genizah, cujo dono, Danilo “Marqueteiro” Fernandes, sabe fazer qualquer pedaço de estrume render adubo para sua plantação de haxixe de calvinismo e esquerdismo.
Reproduzindo matéria da revista Istoé, que vê a adulação ao PT como jornalismo imparcial e objetivo, Danilo dá credito a seu próprio tabloide, atribuindo-lhe a inspiração para o artigo “Os evangélicos e a ditadura militar” da Istoé.
O texto segue uma direção errada, pois dá a impressão de que evangélicos de todas as denominações tinham simpatias comunistas, quando na verdade os culpados eram somente protestantes de igrejas históricas, como presbiteriana, metodista, batista, luterana, etc. Mesmo nesse caso, o número de colaboradores era muito pequeno em comparação aos protestantes históricos que eram contra o comunismo.
A Universidade Mackenzie, que é presbiteriana, é famosa pelos confrontos de rua entre seus estudantes anticomunismo com estudantes comunistas arruaceiros da Universidade de São Paulo no final da década de 1960.

Lidando com cúmplices de criminosos

Desconsiderando esse fato, Genizah, junto com Istoé, chora os protestantes comunistas que sofreram nas mãos dos militares brasileiros. Mas, sejamos realistas: Quando chamamos a polícia para lidar com uma ameaça de violência, primeiro tentamos investigar os policiais com questionamentos religiosos? Primeiro, paramos para lhes perguntar: “Vocês são cristãos? Vocês vão tratar o criminoso com respeito e delicadeza?”
O fato é que, para tratar de crimes e seus autores, que usam ou incitam a força bruta, a resposta tem de vir na mesma proporção do crime estimulado. Quem não quer sofrer tal castigo, como diz a Bíblia, deve obedecer às normas sociais, pois, “se fizeres o mal, teme; porque não é sem motivo que ela traz a espada; pois é ministro de Deus, vingador, para castigar o que pratica o mal.” (Romanos 13:4 RA)
Os poucos protestantes brasileiros que haviam se aliado à ideologia comunista cometeram dois crimes:
1. Violaram a sacralidade do Evangelho, manchando-o com uma ideologia que estava — durante o própria época do regime militar do Brasil — derramando sangue inocente cristão na União Soviética, China, Cuba, etc. A diferença é que enquanto esses milhões de cristãos estavam perdendo a vida exclusivamente por amor ao Evangelho, os poucos protestantes comunistas do Brasil foram castigados por seu amor à ideologia comunista acima do Evangelho.
2. Violaram as leis do Brasil, cuja liderança militar havia banido todo apoio ao comunismo.
Se não queriam ser castigados, esses poucos protestantes comunistas poderiam ter optado por renunciar ao comunismo e se dedicar exclusivamente ao Evangelho.

Evangelho livre no Brasil militar

Na época do regime militar, Billy Graham, o maior evangelista do mundo, visitou o Brasil e pregou em estádios. Na época do regime militar, havia programas de TV evangélicos como o Clube 700, de Pat Robertson, e Rex Humbard. Na época do regime militar, havia também muitos programas de rádio evangélicos. Não havia qualquer perturbação dos militares à autêntica pregação do Evangelho. Aliás, todos os grandes ministérios que conhecemos hoje floresceram justamente no período militar. Só vieram a apodrecer depois de terem atendido ao chamado de sereia de Caio Fábio para irem para a cama com o PT.
Contudo, esses mesmos programas evangélicos de TV e rádio eram oficialmente banidos nos países comunistas, onde somente os protestantes aliados da ideologia comunista tinham liberdade, em igrejas controladas pelo Estado policial, de falar seu evangelho vermelho. Quem se recusasse a aceitar esse evangelho era colocado na lista negra. Em seguida, era enviado à Sibéria gelada para trabalho escravo até a morte. O coitado era explorado até a última gota de seu suor e sangue.
O preço de se pregar o Evangelho num país comunista era a tortura e a morte — para todos os cristãos verdadeiros. Esse preço nunca foi imposto aos cristãos do Brasil durante o regime militar. Minha mãe, que se converteu das religiões afros nessa época, nunca teve nenhum impedimento dos militares brasileiros para conhecer e seguir o Evangelho. Sorte dela não ter nascido em Cuba ou União Soviética!

Frei Betto, símbolo máximo da resistência “cristã” ao governo militar brasileiro

A matéria da Istoé apresenta então Frei Betto como símbolo dos “cristãos” daquela época que começaram a “assumir posturas contrárias à ditadura” anticomunista no Brasil. O que Frei Betto propunha como substituição a essa “ditadura”? Uma “democracia” semelhante à de Cuba ou União Soviética.
Hoje, Betto, que é admirado entre os atuais evangélicos esquerdistas, diz:
“Admito a descriminação do aborto em certos casos e sou plenamente a favor da mais ampla discussão em torno do aborto”.
“A Igreja precisa prestar atenção ao legado de três grandes judeus que fizeram história: Jesus, Marx e Freud”.
“Eu tenho certeza que um autêntico comunista é um cristão, embora não o saiba, e um autêntico cristão é um comunista, embora não o queira”.
“O governo brasileiro é amigo de Cuba, é um aliado. Acho que o Brasil tem que ajudar Cuba e tem a obrigação moral e política de apoiar a Revolução Cubana”.
“O Fidel [Castro] nunca diz que é ateu. É uma pessoa que respeita profundamente as religiões. Nunca em Cuba, uma Igreja foi fechada, em mais de 40 anos da revolução”.
“A minha espiritualidade está muito centrada no exemplo de Jesus, sou uma pessoa apaixonada pelo testemunho e pelo exemplo Dele. Mas me enriqueci muito espiritualmente com contribuições, principalmente do budismo”.
Em seu artigo intitulado “Lutar pela Implantação do Socialismo Até o Último Dia das Nossas Vidas”, Frei Betto declara ousadamente:
“Não podemos de maneira alguma ficar à espera que um novo iluminado surja para fazer uma obra melhor do que a de Karl Marx. A obra do Marx é de suma importância para nossa atuação revolucionária, como a obra do Gramsci, como a obra do Che Guevara, como a obra de tantos outros companheiros que embora sejam menos conhecidos, mas têm obras importantes e companheiros que hoje, me permitam dizer, publicam ensaios de transcendental importância para a nossa luta”.

Conselho Mundial de Igrejas por trás da canonização de protestantes vermelhos no Brasil

Istoé usou como base de sua reportagem “imparcial” e “objetiva” material vindo do Conselho Mundial de Igrejas (CMI), organização protestante liberal cujos líderes têm histórico de ligação com o comunismo internacional. Istoé garante que o CMI vai disponibilizar mais documentos que tratam de “correspondências entre o reverendo presbiteriano Jaime Wright (1927 – 1999) e o cardeal-arcebispo emérito de São Paulo, dom Paulo Evaristo Arns, que estavam à frente do Brasil: Nunca Mais, e as conversas que eles mantinham com o CMI”. E o Genizah garante que vai liderar a campanha da canonização dos protestantes vermelhos.
Nas décadas de 1960 e 1970, enquanto o Brasil vivia um regime militar que nunca ameaçou a pregação do Evangelho verdadeiro, o CMI tinha essencialmente abandonado as doutrinas cristãs tradicionais acerca da salvação e evangelismo. Em vez disso, o centro da atenção do CMI havia se tornado a “libertação” política e econômica. Era quase impossível distinguir a agenda do CMI da agenda que a KGB soviética tinha para grupos protestantes vermelhos. A presença de protestantes marxistas na alta cúpula do CMI assegurava que o CMI jamais criticasse as atrocidades dos países comunistas do bloco soviético. Pelo contrário, durante essas décadas, havia protestantes brasileiros que viajavam livremente para esses países.

Enéas Tognini: “traidor” dos ideais do CMI e do Genizah?

Istoé, com a bênção do Genizah (conhecido também por Ojerizah), nunca repudia os poucos protestantes históricos que estavam lutando pela carniceira ideologia comunista, mas tenta desqualificar o testemunho de cristãos que ajudaram a salvar o Brasil da carnificina comunista. O texto reproduzido no Genizah diz: “Em novembro de 1963, quatro meses antes de o marechal Humberto Castelo Branco assumir a Presidência, o líder batista carismático Enéas Tognini convocou milhares de evangélicos para um dia nacional de oração e jejum, para que Deus salvasse o País do perigo comunista. Aos 97 anos, o pastor Tognini segue acreditando que Deus, além de brasileiro, se tornou um anticomunista simpático ao movimento militar golpista. ‘Não me arrependo (de ter se alinhado ao discurso dos militares). Eles fizeram um bom trabalho, salvaram a Pátria do comunismo’, diz”.
Na década de 1930, os comunistas tentaram tomar o Brasil, provocando muito derramamento de sangue inocente, mas foram detidos pelos militares. Trinta anos depois, os militares conseguem novamente deter os comunistas. E agora, em vez de honrarmos os militares que salvaram o Brasil, queremos honrar os traidores que usaram e abusaram do Evangelho?
Sim, os militares tinham suas falhas, que de forma nenhuma desqualificam seu serviço. Quando um policial salva sua filha de um estuprador ou um militar do corpo de bombeiros salva você ou seu filho de um afogamento, você procura primeiro conhecer as falhas dele para saber se pode dizer um simples “obrigado”?
Se os protestantes apoiadores de carniceiros vermelhos pensam que os militares foram duros, eles não sabem como a justiça de Deus é infinitamente mais dura, provocando “choro e ranger de dentes” nos condenados, embora muitos deles duvidem da existência do inferno. Aliás, cristãos vermelhos recusam-se a crer num Deus que seria tão “cruel” a ponto de condenar à tortura eterna os apostatas e descrentes.

A turma do sexo, escândalo e sensacionalismo

Danilo “Marqueteiro” Fernandes deve ter lá suas dúvidas também. Hoje em dia ele está andando com Caio Fábio, que foi o primeiro líder protestante histórico do Brasil a ter sucesso na ideia de aproximar os evangélicos junto ao PT. Antes dessa aproximação, até pentecostais e neopentecostais viam o PT como Partido das Trevas, e o comunismo como produto do inferno.
Hoje, Caio ocupa seu tempo com um “evangelho” de sexo, escândalo e sensacionalismo. Até o Julio Severo ele já atacou. E Danilo? A mesma profissão. Aliás, os dois especialistas em sexo estiveram juntos na TV recentemente, para falar de seu assunto preferido: sexo.
Danilo segue a mesma estratégia de marketing de seu mestre Caio: fale, aumente e invente tantos escândalos dos outros que ninguém tenha tempo de falar dos escândalos dele. Em vez de ficar vermelho de vergonha com sua falta de ética, Danilo prefere manter seu vermelho marxista.
Danilo Fernandes, Caio Fábio e Carlos Moreira do Genizah

Antes de Caio Fábio cair em adultério, sua antiga revista Vinde já elogiava seu colega presbiteriano Jaime Wright, sem dúvida alguma para preparar os evangélicos para aceitar o evangelho da carnificina, que é muito pior do que os piores erros dos militares, pois embora os militares do Brasil, em sua luta contra o comunismo, tivessem cometido erros, absolutamente nada se compara aos mais de 100 milhões de mortos que o comunismo produziu.

Enquanto um gato-pingado de protestantes históricos no Brasil sofreu por terem voluntariamente escolhido amar mais o comunismo do que o Evangelho, na União Soviética, Cuba, China e outros países comunistas milhões de cristãos sofreram por terem voluntariamente escolhido amar mais o Evangelho do que o comunismo.

Jonathan Edwards versus Caio Fábio, Danilo Fernandes e Jaime Wright

Se o ex-presbiteriano Caio Fábio, o presbiteriano Danilo “Marqueteiro” Fernandes e o presbiteriano falecido Jaime Wright queriam tanto um envolvimento político, por que não fizeram como o calvinista Jonathan Edwards, que Deus usou num poderoso avivamento no século XVIII que influenciou de forma tremenda a fundação dos Estados Unidos como república?
Eu teria me juntado com alegria ao avivamento de Jonathan Edwards. E, como muitos pastores americanos fizeram, eu também teria me juntado ao movimento de independência dos EUA. Entre o regime militar do Brasil e o movimento de independência dos EUA, é claro que eu ficaria do lado dos americanos.
No Brasil as opções eram muito menores. Mas mesmo assim, entre os genocidas comunistas e os imperfeitos militares a escolha é claríssima. Mesmo discordando da falta de espiritualidade do regime militar anticomunista do Brasil, eu jamais elogiaria Frei Betto, o grande ídolo de Caio Fábio, Danilo “Marqueteiro” Fernandes e Jaime Wright. Juntar-me aos ideais políticos deles? Nem pensar! Eu também jamais compactuaria com o Conselho Mundial de Igrejas, em sua tarefa infernal de adular o comunismo internacional e demonizar a oposição anticomunista.
Não me estranha ver o CMI nunca denunciando seus comparsas vermelhos e seus crimes de perseguição, tortura e assassinato de milhões de cristãos. Da mesma forma, não me espanta ver o Genizah fazendo um banquete com os documentos do CMI. Para o Genizah, que é uma fábrica de sensacionalismo, um escândalo inventado ou aumentado gera audiência. Se até o Evangelho é sacrificado bestialmente em favor do esquerdismo, o que dizer então da ética por amor ao Ibope?

A justiça do rei Davi

Eu só gostaria que esse tipo de falso evangélico, que usa o Evangelho para promover uma ideologia carniceira, tivesse de enfrentar a justiça de um governante de Deus como o rei Davi.
Enquanto em nações comunistas cristãos vermelhos atuavam como espiões nas igrejas, entregando ao Estado milhões de cristãos fiéis ao Evangelho para uma morte de tortura e sofrimento em campos de trabalhos forçados, os militares brasileiros muitas vezes permitiram que essa raça de cristãos traidores escapasse sem a merecida punição. Gostaria muito que esses cristãos vermelhos tivessem sido entregues à justa espada do rei Davi, que era um homem de Deus, mas sabia punir rigorosamente os maus.
A Bíblia diz que aquele que usa a espada morrerá pela espada. Davi usava espada, mas não morreu pela espada porque ele a usava com justiça. Mas os que promoveram ou promovem a espada comunista, com todo o seu genocídio, não mereceriam ser poupados de sofrerem as consequências de suas loucuras.

Exílio de protestante comunista nos EUA: quanto sofrimento!

Não há a menor dúvida de que os protestantes vermelhos estavam muito bem amparados por uma rede de proteção. A semelhança de brasileiros comunistas ateus, que em vez de se exilarem na União Soviética, Cuba ou Coreia do Norte, preferiram Estados Unidos, Inglaterra e França, um dos protestantes vermelhos citados pela Istoé diz que sofreu “13 anos de exílio em países como Uruguai, Suíça e Estados Unidos”. Pobrezinho! Por que a rede de amparo dele não o enviou diretamente para a União Soviética ou Cuba?
Não existe pior “castigo” para um marxista do que ser condenado ao exílio no maior país imperialista capitalista do mundo. Para compensar todo o sofrimento que essas pobres criaturas tiveram nos EUA e Europa, o governo brasileiro sob possessão socialista dá indenizações bilionárias aos exilados. Essas indenizações, que invejariam qualquer empresa capitalista multimilionária, conseguem deixar moderadamente satisfeito qualquer marxista que carregue “traumas” por viver nos EUA e Europa.
É claro que se o Brasil tivesse sofrido o destino cruel das nações que foram tomadas pelos comunistas, essas inocentes criaturas cristãs de rabinho vermelho e tridente de Karl Marx teriam que se contentar com uma renda mais “humilde”, ocupando importantes postos nas igrejas, traindo os irmãos e irmãs que ousassem pregar um Evangelho sem o óleo santo de Moscou.
E quanto aos milhões de cristãos que foram trucidados em países comunistas, o que é que suas famílias ganham? Essa é uma boa pergunta.
Em vez de canonizarmos protestantes vermelhos, deveríamos respeitar o testemunho dos milhões de cristãos que deram sua vida pelo Evangelho nos países comunistas. O sangue inocente derramado desses milhões clama por justiça há décadas. Em vez de respeitarmos o vermelho marxista, deveríamos ficar vermelhos de vergonha por tolerarmos hoje iniciativas de calvinistas como Danilo “Marqueteiro” Fernandes beatificando protestantes que traíram o Evangelho por amor ao comunismo.
Diferente dos protestantes vermelhos bem amparados e mimados por seus camaradas, não há nenhuma rede de proteção para amparar cristãos que não são vermelhos. Eu, que sou conhecido por monitorar e denunciar o movimento ideológico gay através de meu blog e artigos nacionais e internacionais, sou obrigado a permanecer escondido em outro país para proteger de represálias minha esposa e quatro filhos pequenos, porque o atual Estado brasileiro de linha marxista está empenhado em impor uma ditadura gay no Brasil.
Embora não tivesse conseguido, graças aos militares brasileiros, provocar no Brasil o genocídio e carnificina que causaram em outras nações, o comunismo hoje alimenta desde neuroses religiosas esquerdistas até movimentos ideológicos radicais, como o movimento homossexual.

Julio Severo na igreja do Pr. Enéas Tognini

Nas poucas semanas anteriores à nossa saída do Brasil, estávamos frequentando a igreja pastoreada pelo Pr. Enéas Tognini em São Paulo. Não sei o motivo por que Deus nos permitiu estar ali, na igreja do homem que alertou o Brasil contra a ameaça comunista. Mas foi uma honra.
Eu prefiro respeitar o testemunho de um homem de Deus como Enéas Tognini. Mas não dou respeito algum ao sensacionalismo de baixo nível de Danilo “Marqueteiro” Fernandes, que quer canonizar protestantes vermelhos com a ajuda de “documentação” do CMI, que passou as décadas de 1960 e 1970 acobertando os genocídios cometidos pela União Soviética e sendo instrumento da KGB para sabotar toda ação cristã anticomunista. Hoje o CMI dedica-se a um ecumenismo babilônico com ativistas gays, adeptos das religiões afros e ativistas esquerdistas que odeiam Israel.
Com a ajuda do pastor presbiteriano progressista Jaime Wright e do cardeal da Teologia da Libertação Paulo Evaristo Arns hoje o CMI pode alimentar como heroísmo a própria traição comunista que o CMI praticou durante décadas.
A ideologia marxista (socialista, comunista, progressista, etc.) é a ideologia que está construindo o reino do Anticristo. Apesar de muitos líderes evangélicos estarem sucumbindo a essa ideologia e apesar do CMI estar há décadas servindo a um politiquismo claramente marxista, nem todos se venderam e se prostituíram. Há muitos homens e mulheres fiéis a Deus que amam muito mais o Reino de Deus e seu Rei do que o Anticristo e seu reino.
Sobre o Genizah:

>Bispo Manoel Ferreira lidera traição aos evangélicos

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Bispo Manoel Ferreira lidera traição aos evangélicos

Mal começa a campanha eleitoral, e os abutres colocam os bicos de fora

“Não erreis: Deus não se deixa escarnecer; porque tudo o que o homem semear, isso também ceifará. Porque o que semeia na sua carne, da carne ceifará a corrupção”. (Gálatas 6:7-8 ACF)

Julio Severo
Ninguém estranha que a ex-terrorista comunista Dilma Rousseff tenha sido escolhida pelo PT como candidata à Presidência da República para substituir Lula e dar continuidade à promoção de políticas e imposições pró-homossexualismo e pró-aborto.
O que é de estranhar é a safadeza evangélica. Em entrevista recente, o Bispo Manoel Ferreira, um dos mais importantes líderes da Assembleia de Deus no Brasil, disse que aceitou o convite de Dilma para liderar a coordenação evangélica da campanha dela. Para essa tarefa, que ele considera “importante obra”, ele precisou sacrificar sua candidatura ao Senado Federal.

Crivella e Garotinho: nada de novo debaixo do sol

O senador Marcelo Crivella (PRB), ex-bispo da Igreja Universal do Reino de Deus, também é um dos principais apoiadores da campanha de Dilma. Muito querido pelo presidente Lula, Crivella só sabe elogiar a ex-terrorista. “Com ela, o presidente Lula atingiu essa enorme popularidade. É uma mulher muito competente e vou estar a seu lado”, declarou.
O ex-governador do Rio, Anthony Garotinho, também já declarou que fará campanha para Dilma, levando junto todo o PR, seu partido no Rio. Mas muitos evangélicos estão chocados com tal traição. “Como ficamos, se a igreja orienta uma coisa e depois, perto das eleições, nos indica candidatos que não batem com os ensinamentos? Acho que são coisas que não deveriam se misturar, porque cria essas situações constrangedoras”, desabafou uma evangélica.
A queixa dela encontra eco em outras vozes dentro e fora das igrejas evangélicas. Embora o governo Lula tenha sido o governo brasileiro mais hostil aos valores da Bíblia e seja amigo de ditadores como Fidel Castro, Hugo Chavez e Mahmoud Ahmadinejad, o presidente do Irã que quer varrer Israel da face da terra, muitos da liderança evangélica dão simplesmente de ombros. A exemplo do que ocorreu nas eleições de 2002, bispos e pastores voltam a andar de mãos dadas e beijinhos com o PT e candidatos radicalmente marxistas nessas eleições.

Rio: o maior foco de liderança evangélica pró-PT no Brasil?

Manoel Ferreira, Crivella e Garotinho, que estão liderando a traição aos evangélicos, são do Rio. Outro líder evangélico do Rio que está causando grande descontentamento entre os evangélicos é o pastor David Cabral, escolhido para o cargo de vice-governador na chapa do PR que vai disputar o governo do Rio. Mas ele está enfrentando uma pedra no sapato: uma possível resistência de algumas alas da Igreja Assembleia de Deus, seu berço político e religioso. As restrições à candidatura do Pr. David se resumem a uma questão: ele está decidido a apoiar a ex-terrorista.
Dentro da Assembleia de Deus, a maior denominação pentecostal do Brasil, existem alas que fazem forte oposição ao governo Lula por causa do apoio imoral do PT ao aborto e ao homossexualismo. Consciente das resistências que irá enfrentar, o Pr. David Cabral já tem uma justificativa pronta para tirar da manga: ele alega que Dilma fez o compromisso de rever os projetos de aborto e homossexualismo.

Fé de Cabral aposta: Dilma reverá o PLC 122/06

Rever os projetos? Inclusive abolir o asqueroso PLC 122/06 do PT? Cabral tenta encenar uma fé que remove montanhas ao pintar uma Dilma que, miraculosamente, reverteria políticas pró-aborto e pró-homossexualismo de Lula. Semelhante milagre era esperado também em 2002, quando Lula fez o compromisso, diante de 500 pastores, bispos e apóstolos (reunidos sob a “cortesia” e traição do ex-Bispo Carlos Rodrigues), de não permitir que seu futuro governo promovesse o aborto e o homossexualismo. Hoje, a amnésia voltou a afetar os líderes evangélicos.
Cabral realmente reconhece que até recentemente fazia oposição ao PT e a Dilma, porém ninguém sabe como ou quanto custou mudar o direcionamento dele. Ele jura ter boas intenções: “Sei que há resistências na igreja, e eu mesmo ajudei a construir essa resistência, quando viajei para muitos lugares alertando sobre os riscos de algumas ideias do PT para a comunidade cristã. Mas há a disposição da candidata e existe um compromisso de rever ponto a ponto as propostas para podermos trabalhar juntos”.
E quanto ao PLC 122/06, de autoria do PT? E quanto ao aborto? E quanto ao vergonhoso amasiamento do governo brasileiro com Fidel Castro, Hugo Chavez e Mahmoud Ahmadinejad? Cabral não se importa se o marxismo é hoje um dos principais cânceres da alma política do Brasil, pois como ele mesmo disse: Entre o governo Lula e as igrejas evangélicas “existe grande afinidade na questão social, pois não há governo que trabalhou mais nessa área do que esse”.
“Que aproveita ao homem ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma?” (Marcos 8:36 RA)

Contradições da liderança evangélica provocam choque e descontentamento

Um membro da Igreja Assembleia de Deus ouvido pelo jornal Diário do Vale, que preferiu não se identificar, não escondeu o descontentamento com a situação:
“Antes mesmo das eleições, a igreja já vinha estudando alguns projetos que vão de encontro à filosofia cristã. Então, há uma certa incoerência em apoiar a candidatura do PT e vai haver resistência sim”, disse ele, que apontou o Programa Nacional dos Direitos Humanos (PNDH) como o principal ponto de divergência entre cristãos e petistas.
“Existem algumas questões neste programa que batem totalmente de frente com os valores ligados à Igreja, como o apoio ao homossexualismo, ao aborto e outras questões ligadas à área da família”, enumerou ele.

Os Judas modernos e a carniça eleitoral

Entristece-me muito ver líderes evangélicos que têm grandes dificuldades de fazer sacrifícios por amor a Jesus, mas têm muita facilidade de sacrificar seus rebanhos por amor a migalhas políticas.
Em sua liderança da coordenação evangélica da campanha de Dilma, Manoel Ferreira não é primeira traição aos evangélicos vinda do Rio. Antes dele, houve traições do ex-Rev. Caio Fábio e do ex-Bispo Carlos Rodrigues, ambos igualmente do Rio. Fábio, da Igreja Presbiteriana no Brasil, liderou na primeira metade da década de 1990 um esforço nos bastidores para atrair os evangélicos ao curral eleitoral do PT. Em 1994, seu programa Pare & Pense foi o primeiro programa evangélico de TV a apresentar o candidato presidencial Lula, e hoje ele se gaba de que fez tudo propositadamente. De 2000 a 2002, Carlos Rodrigues, que era o segundo bispo mais importante da Igreja Universal do Reino de Deus, liderou a traição aos evangélicos, ao reunir as mais importantes lideranças evangélicas do Brasil para um apoio em massa a Lula. Tanto ele quanto Caio Fábio acabaram caindo em horríveis escândalos.
Mas mesmo que Ferreira seja o próximo da fila para cair, o PT sempre encontra outros Judas evangélicos para empregar como colaboracionistas.
“Traição”, “adultério” e “amor aos presentes” movem muitos líderes evangélicos em épocas de eleição.
Judas vendeu Jesus por uma ninharia de 30 moedas de prata, não muito diferente do que fazem alguns líderes evangélicos de hoje, quando vendem Jesus e a igreja em troca de concessões de rádios e televisões e muitos outros favores.
É fato que viver em amor a Jesus traz sacrifícios. Mas é fato que viver amasiado com os governantes políticos corruptos poupa sacrifícios e rende muitos benefícios.
Enquanto os abutres avaliam quanto vão ganhar com a carniça eleitoral, o povo evangélico fica sem entender seu papel diante das eleições e a conduta de seus pastores oportunistas, que afirmam condenar o aborto e o homossexualismo, mas agora estão (novamente) abraçados com os próprios indivíduos que promovem esses males.
Com informações do site do Pr. Manoel Ferreira e do jornal Diário do Vale via Portal GuiaMe.

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Você decide: quem será o salvador do Brasil?

Aceitando e vivendo Jesus no contexto dos salvadores políticos e do baalismo pró-aborto e pró-homossexualismo

Julio Severo
Em 2002, mais de 500 pastores, bispos e apóstolos do Brasil fizeram um novo apelo: quer aceitar Lula como o salvador político do Brasil?
O nome de alguns desses famosos do mundo gospel está exposto no meu blog há anos, conforme lista original dos nomes deles em documento amplamente utilizado pelo próprio PT como prova da virada evangélica pró-Lula.
É claro que a CNBB e seus bispos da Teologia da Libertação — que prefiro chamar de Teologia da Alucinação — sempre foram os maiores e mais antigos torcedores do falso messias e seu populismo barato, mas sob a inspiração e orquestração de Caio Fábio, o outrora idolatrado papa papudo dos evangélicos, e do ex-bispo e ex-parlamentar Carlos Rodrigues, um dos poderosos chefões da Igreja Universal do Reino de Deus, em 2002 as mais importantes lideranças evangélicas do Brasil estavam prontas para embarcar no bonde pró-Lula da CNBB, carregando consigo seus inocentes rebanhos.

Os poderosos chefões Caião e Carlão, da máfia da apostasia

Caio Fábio e Carlos Rodrigues foram, cada um em sua própria maneira e tempo, os gigolôs que prepararam a cama de prostituição espiritual e política com Lula e o PT, onde se deitaram proeminentes pastores desde pentecostais até batistas e presbiterianos. Desde os tempos dos profetas Isaías e Jeremias, quando o povo de Deus adulterava descaradamente contra Deus e Sua Palavra, nunca se viu antes no Brasil realidade espiritual tão parecida.
Enquanto falava-se muito em reavivamento na década de 1990 e início de 2000, Caio Fábio (durante a década de 1990) e Carlos Rodrigues (de 2000 em diante) estavam introduzindo no meio do povo evangélico o fermento para reviver a apostasia vinda de um passado longínquo — a mesma apostasia em que vivia o povo de Israel dos tempos de Isaías e Jeremias. Foi o reavivamento mais invertido já visto nas igrejas evangélicas brasileiras, levando-as ao namoro com o “messias” do aborto, do homossexualismo e da bruxaria disfarçada de “cultura” afro-brasileira.
O falso messias Lula e o PT messiânico — ambos amamentados e fortalecidos politicamente nas comunidades católicas escravizadas pela Teologia da Libertação — conseguiram o que queriam: transformar o Brasil na Disneylândia do sadomasoquismo socialista, homossexualista, abortista e maliciosamente anti-Israel, brincando com Hugo Chavez, Fidel Castro, Mahmud Ahmadinejad e outros ditadores que fazem a alegria do próprio inferno.
Agora, estamos em ano eleitoral de novo.
É fácil lembrar os erros de Lula e seu PT, mas fica mais fácil esquecer quando há o suborno de uma bolsa-família e uma bolsa-concessão de TV ou rádio. Quando ricos e pobres saem ganhando no bonde da alegria do Partido das Trevas, perde-se a memória de todos os males cometidos por políticos que deram tantos “presentes”. O preço da amnésia moral diante das urnas é o suborno imoral colocado no bolso dos corruptos pobres e ricos.

Os usurpadores de Deus

No entanto, é preciso lembrar que Lula não é mau porque é Lula, e que o PT não é mau simplesmente porque é PT. Eles são maus porque encarnam, no poder, a pretensão de salvadores. Mas, é claro, com a distribuição de bolsa-família para os pobres e com inúmeras bolsas-concessões para os ricos, tudo o que Lula e o PT conseguem fazer é salvar suas próprias ambições de mais dinheiro e poder.
Eles são maus porque encarnam, no poder, a pretensão de usurparem o lugar de Deus. Eles fazem promessas tão grandes que só Deus poderia cumprir. E o cumprimento dessas promessas exigiria o controle de vastos recursos financeiros que eles próprios não possuem. Assim, a fim de tentar cumprir suas próprias promessas “divinas” de dar emprego, saúde e educação a todos, os usurpadores de emoções populares são forçados, já no poder, a sugar o dinheiro de ricos e pobres gota por gota.
Eles são maus porque encarnam, no poder, a pretensão de usurparem as prerrogativas de Deus. Com sua determinação de promover o aborto, eles se arrogam o direito da vida e da morte, julgando-se deuses. Com a farsa do “casamento” homossexual, eles querem mostrar que se Deus criou o casamento original de homem com mulher, eles têm poderes para criar sua própria forma de casamento, de homem com homem, que nada mais faz do que destruir o casamento original. Enquanto Deus criou a vida e o casamento natural, o Estado baalista criou o aborto legal e o anti-natural “casamento” homossexual.
Esse Estado é a imagem e semelhança do deus Baal, cujos sacerdotes eram homossexuais e cujos sacrifícios envolviam o sangue inocente de bebês, que eram mortos. Assim, conscientemente ou não, Lula, o PT e todo messias e ideologia política que presta culto ao aborto e ao homossexualismo é uma forma de baalismo. É uma religiosidade secular depravada e assassina, ressurgindo de um distante passado de trevas, para confrontar mediante um fraudulento Estado laico o Deus da vida, casamento e bebês.
Além disso, eles não têm, no nome do Estado, a menor cara-de-pau de quebrar o mandamento divino que proíbe o roubo, que é feito por eles sob o pretexto de ajudar os pobres. Eles criam mais e mais leis em nome da deusa Ladra — onde políticas iníquas de impostos esvaziam os bolsos dos trabalhadores, enquanto muitos políticos vivem seus mandatos enchendo bolsos, meias e cuecas.
Eles são os falsos messias criando Estados messiânicos com rótulo “laico”, mas com pretensões patentemente “divinas” de controle sobre tudo e sobre todos, roubando acima de todos os maiores ladrões na sociedade. E qualquer sistema ou político que “ocupe o lugar de Deus como supremo provedor” e “roube dos cidadãos para cumprir suas promessas” é simplesmente um deus pagão ladrão, em “inocente” roupagem estatal laica.
Por pura coincidência, a vasta maioria dos políticos e Estados messiânicos é socialista. Não há nenhuma ideologia hoje que encarne melhor a personalidade e função de um falso deus do que o marxismo e suas variantes socialistas:
Um falso deus que é um falso protetor dos pobres e oprimidos, usando-os para saquear os suados ganhos dos trabalhadores em nome de uma fraudulenta distribuição de renda.
Um falso deus que é um falso protetor das crianças e adolescentes, distanciando-os de seus pais e seus valores.
Um falso deus que é um falso protetor das minorias, usando-as para promover a bruxaria e a sodomia.
Nenhuma ideologia tem produzido mais falsos messias, salvadores e baalismo do que o socialismo. Nenhuma ideologia tem trabalhado tanto para colocar o Estado no altar como suprema divindade laica e baalista, acima de Deus e seus anjos.
Mas, seja o PT ou outro partido, seja Lula ou outro político, é um erro aceitar um partido, Estado ou presidente que exija direitos e qualidades que vão além de seu mandato, que é basicamente dar segurança à população, conforme Romanos 13.

A salvação vem dos políticos e suas políticas?

Eu temo que se as igrejas cristãs começassem a pregar que aceitando Jesus você tem a garantia imediata de “educação, casa, emprego, etc.”, as multidões se lançariam apressadamente para as reuniões cristãs. Da noite para o dia, o Brasil viraria 100% cristão e todos os cultos estariam lotados de multidões ávidas.
Não é de admirar então que, com esse mesmo apelo, os políticos mais corruptos e imorais consigam garantir sua eleição e reeleição, até mesmo com o apoio de personalidades consideradas consagradas no mundo gospel.
O envolvimento político das lideranças denominacionais hoje é tão sólido que pastores fazem — conscientemente ou não, deliberadamente ou não, explicitamente ou não — dois apelos em época de eleição:
1. Para se aceitar Jesus Cristo como Salvador pessoal.
2. Para se aceitar determinado político como salvador político, social, etc.
Com tantas promessas maravilhosas e estupendas de salvação social de certos políticos e ideologias, para que crer num Jesus que intervém para salvar as pessoas de suas tribulações sociais?
A teologia do messianismo político impõe uma barreira artificial entre “Deus e o Estado”, reservando para Jesus o direito de salvar apenas dentro das igrejas. Aos falsos messias da política, fica reservada a “salvação” em todas as outras áreas!
Entretanto, os novos messias políticos, ou salvadores políticos, estão criando um Estado, chamado por eles de “laico”, que é na verdade um Estado de Insanidade, um Estado baalista, que quer aborto, bruxaria, homossexualismo e outras perversões, mas não quer absolutamente nada com Deus.

Barreiras e limites: tudo para o Estado e nada para Deus?

Ao Estado, Deus deu-lhe a vocação exclusiva de zelar pela proteção dos bons cidadãos e castigar os criminosos, colocando uma barreira, a fim de que o Estado não ultrapasse seus limites. Apesar disso, o Estado brasileiro ultrapassou, doa a quem doer.
Ao Deus que é dono de tudo, o Estado “laico”, com pretensões messiânicas de salvação social para todos, impôs uma barreira entre si e Deus, não aceitando sob hipótese alguma a presença da vontade divina na esfera governamental, que fica reservada a todas as turbas anti-Deus, das mais variadas estirpes: gayzista, abortista, satanista, etc.
Em vez de cumprir sua função de castigar criminosos, inclusive assaltantes, o Estado, explorando a barreira artificial de “separação entre Deus e Estado”, vem cumprindo fielmente uma função de assaltante supremo, tomando mais e mais dos cidadãos trabalhadores mediante a criação de leis de impostos que nada mais fazem do que saquear e violar a ordem divina de não roubar o próximo.
Por decreto estatal, Deus não tem permissão de violar a barreira imposta pelos salvadores políticos e repreender as óbvias maldades e mentiras estatais.
O Estado laico, em toda a sua arrogância laica, estabelece que toda atividade e expressão de Deus seja confinada às quatro paredes dos templos religiosos e às quatro paredes dos lares dos religiosos.
Entretanto, o Estado laico estabelece somente para si direitos e liberdade de atividade e expressão na esfera política e social — inclusive para grupos religiosamente humanistas, abortistas, homossexualistas, ocultistas, socialistas, etc.
O Estado quer dos cidadãos cristãos apenas seu dinheiro, suor e sacrifícios, mas nada de seus valores. Somente dos outros cidadãos — os que são religiosamente humanistas, abortistas, homossexualistas, ocultistas, socialistas, etc., — o Estado quer a contribuição de valores e anti-valores.

Rejeitando e renunciando ao mal estatal

Ao cidadão cristão, resta, como fez seu Mestre Jesus, rejeitar a tentação moderna de Satanás através de ofertas de bolsas-famílias e bolsas-concessões e dizer: “Não, aquele político ou este governo não é meu salvador para suprir minhas necessidades básicas. Jesus é meu Deus e só votarei num político que respeite as atribuições que Deus deu ao Estado”.
Aceite Jesus como Salvador total, não parcial. E se, induzido por pastores, você aceitou Lula como salvador político em tempos passados, faça uma renúncia diante de Deus. É o mesmo tipo de renúncia que você deveria fazer se você tivesse tido envolvimento com satanismo.
Renuncie Lula e suas obras. Lula e o PT jamais conseguiriam promover tanto o aborto sem o voto que você lhes deu.
Renuncie Lula e suas obras. Lula e o PT jamais conseguiriam promover tanto a sodomia sem o voto que você lhes deu.
Renuncie Lula e suas obras. Lula e o PT jamais conseguiriam promover tanto a bruxaria sob a capa de cultura afro-brasileira sem o voto que você lhes deu.
Renuncie Lula e suas obras. Lula e o PT jamais conseguiriam promover tanto o marxismo nas escolas sem o voto que você lhes deu.
Renuncie Lula e suas obras. Lula e o PT jamais conseguiriam roubar tanto mediante impostos iníquos sem o voto que você lhes deu.
Renuncie Lula e suas obras. Lula e o PT jamais conseguiriam apoiar governos ditatoriais assassinos de cristãos sem o voto que você lhes deu.
Renuncie Lula e suas obras. Lula e o PT jamais conseguiriam apoiar governos ditatoriais que querem a destruição de Israel sem o voto que você lhes deu.
Você pode orar:
“Senhor Jesus, renuncio à minha cumplicidade, através do meu voto, em políticas de aborto, bruxaria, sodomia e atividades anti-Israel promovidas pelo homem e governo eleitos por mim. Perdoa-me porque com a confissão dos meus lábios, digo que tu és Salvador, mas com meu voto tenho confessado outros salvadores — homens arrogantes, imorais e corruptos que querem tomar o teu lugar. Perdoa-me porque com a confissão dos meus lábios, tenho entregado o Brasil a ti, mas com meu voto tenho-o entregado a Satanás. Perdoa-me, pois digo que dou meu coração a ti, mas meu voto dou aos ‘messias’ do socialismo, do aborto, do homossexualismo e da bruxaria disfarçada de “cultura” afro-brasileira. Perdoa-me porque com os lábios, oro e abençôo Israel, mas entreguei meu voto e autoridade para um presidente que faz questão de ter amizade com governos terroristas que querem destruir Israel. Perdoa a minha incoerência”.

Oração de arrependimento para os líderes e suas igrejas

Um povo que gosta de ser comprado com bolsa-família e bolsas-concessões é um povo mau, corrupto e desonesto. Tal povo terá um presidente mau, corrupto e desonesto. Assim, Lula, na encarnação do Estado totalitário assistencialista, espelha a ganância do próprio povo e a ganância da ideologia que o dirige.
Portanto, precisamos orar para que o Espírito Santo leve os líderes e as igrejas a fazerem a seguinte oração:
“Jesus, temos declarado teu senhorio sobre o Brasil, mas em troca de um prato de comida ou de uma concessão de rádio ou televisão temos entregado o Brasil ao senhorio daqueles que querem que o Estado e a ideologia deles tomem o teu lugar, na vida política e social da nação e de seus cidadãos. Pedimos perdão por nossa vida incoerente, onde na igreja e em nossa adoração dizemos que te damos tudo, mas com nosso voto damos a César tudo o que não pertence a César. Graças à nossa omissão e ao nosso voto irresponsável, o Brasil está se tornando uma demoniocracia, onde imperam os demoniocratas, com as bênçãos da CNBB e de igrejas evangélicas gananciosas. Graças ao nosso voto irresponsável, o governo do populista falso messias está em aliança com governos terroristas que querem destruir Israel. Perdão, Deus, pela corrupção desse povo e desse presidente. Perdão pelos nossos pecados. Perdão pelos pecados dos pastores, bispos, apóstolos, etc. Visita o Brasil com tua graça e justiça”.
Muitos líderes evangélicos, que publicamente apoiaram o falso messias, hoje se recusam a admitir qualquer necessidade de arrependimento público. Os poderosos chefões Caião e Carlão jamais reconheceram os grandes males que cometeram contra o povo evangélico, mesmo depois que ambos caíram em horríveis escândalos morais e financeiros. Aliás, Caião está tentando há anos uma auto-ressurreição para a sua outrora gloriosa e majestosa posição de papa papudo, e sua estratégia tem sido atacar os pastores e líderes que ele próprio levou para a apostasia moral com Lula. Quanto a Carlão, não se sabe que rumo de auto-ressurreição ele está seguindo.
Quanto a você, que é pastor ou não, faça o compromisso de que você não aceitará mais messias ou salvadores políticos. E faça também o compromisso de que, seja em eleição ou não, Jesus será seu Salvador total.
Viva sob o senhorio de um Jesus total, aceitando que ele seja Senhor não somente de sua alma, mas também de todas as outras áreas de sua vida, inclusive de seu voto. Diga para Jesus: “Senhor, minha vida é tua. E meu voto também. Só votarei se tu me dirigires. Só votarei em quem tu me mostrares”.
O que fazer então nas próximas eleições? Como um pequeno irmão em Cristo, apenas dou minha sugestão: Converse com o Jesus que você aceitou. Ele não disse que “minhas ovelhas ouvem a minha voz”? Ouça a voz dele.
Deus levantou Elias e muitos profetas para confrontar Baal, o deus dos sacerdotes homossexuais e dos sacrifícios de bebês. Deixe agora Deus levantar você nesta geração como um Elias contra o baalismo pró-aborto e pró-homossexualismo promovido pelas políticas e políticos socialistas do Brasil.
Com seu voto, você decide se Baal, mediante seus servos pró-aborto e pró-homossexualismo, continuará governando o Brasil. Por isso, não se venda aos salvadores baalistas de plantão que saem das cartolas mágicas como lobos em pele de coelhinho em época de eleição.
E se você é pastor, bispo ou apóstolo, não se venda aos reavivamentos de apostasia e prostituição política.
Quanto a mim e minha casa, mesmo que não haja nenhum candidato em quem votar, Jesus será glorificado e honrado como Salvador do Brasil. E os falsos messias jamais ganharão nosso voto.
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Denúncia pública: MEP virou EPJ


Apesar das camuflagens e mudança de máscaras, intenções dos evangélicos progressistas não mudam

Julio Severo
Durante anos eu vinha denunciando o Movimento Evangélico Progressista (MEP), fundado pelo ultra-socialista Robinson Cavalcanti, que tinha o propósito de ajuntar os evangélicos do Brasil e levá-los a um envolvimento político esquerdista. Depois que conseguiram o que queriam (Lula & Cia. no poder), eles desaparecem.
E reaparecem com outro nome. Agora, é Evangélicos pela Justiça (EPJ), formado no início de 2009.
Será que veremos no EPJ as mesmas aberrações que só o MEP conseguia produzir? Em 2004, por exemplo, o encontro do MEP sobre ética no Congresso Nacional trouxe nada menos do que o “ultra-ético” Caio Fábio. Em matéria de sexo e dinheiro, CF no Congresso falando sobre ética é como peixe nadando livre no próprio aquário.
Para ler as declarações de CF sobre ética e meio-ambiente, clique aqui. Mas aviso: segure-se na cadeira, pois em matéria de ecofanatismo, CF dá um show de bola, perdendo apenas para o “profeta” Al Gore, o homem que quer acabar com a raça humana a fim de salvar o meio-ambiente.
Durante o evento sobre ética, cheguei a ver Geter Borges, secretário-geral do MEP, junto com CF. A bancada evangélica do PT, com a qual Geter convivia tão bem, recepcionou CF de braços abertos. O que Lula e o PT teriam feito sem a sedução ideológica do Geter, MEP e CF entre os evangélicos?
Eu sei muito bem o que o MEP andou fazendo. Em 2002, a igreja pela qual eu era responsável recebeu por SEDEX milhares de folhetos de apoio a Lula, com nomes de pastores evangélicos diretamente ligados ao MEP. O pacote veio diretamente do diretório nacional do PT em São Paulo e estava endereçado à igreja no mesmo tipo de endereçamento utilizado pela cúpula da denominação da qual eu fazia parte. Tendo ou não a direção denominacional cumplicidade nessa traição, resolvi queimar todos os folhetos e expliquei aos membros da igreja que o candidato Lula era uma ameaça ao Brasil.
Hoje, com toda essa experiência, daria para eu fingir que as reais pretensões do EPJ são obscuras ou indecifráveis?
Vejamos o que os fatos mostram. Em seu documento “Evangélicos pela Justiça”, de 6 de janeiro de 2009, o EPJ, sem querer ou não, denuncia si mesmo ao declarar na página 15:
“Na América Latina apenas três países conseguiram vencer o problema do analfabetismo: Cuba, Venezuela e, recentemente, a Bo­lívia. A importância de um país alfabetizar seus cida­dãos é inquestionável”.
Desculpe-me, ex-MEP e hoje EPJ, mas vence-se o analfabetismo educando as pessoas a raciocinar. O que Cuba, Venezuela e agora a Bolívia fazem é apenas doutrinar sistematicamente suas oprimidas populações a ler, ouvir, comer, beber e ingerir o socialismo, dia e noite. Nesses países, a capacidade de raciocínio da população foi enforcada, pela imperiosa vontade de seus governantes. O povo cubano, venezuelano e boliviano estão incapacitados de julgar e avaliar o que lêem e “aprendem”. Eles são apenas repetidores robóticos da ideologia que o Estado socialista lhes impõe. Dá para chamar isso de vitória sobre o analfabetismo?
Se você acha que há muito marxismo nas escolas do Brasil, você ainda não viu nada. Se depender do EPJ, o Brasil só terá vitória contra o “analfabetismo” quando tiver 100% do controle sobre a educação e a mente da população. Só então o Brasil “merecerá” ser colocado ao lado das tiranias comunistas da América Latina. E esse tempo não está longe, pois o governo Lula conseguiu aprovar uma emenda à Constituição obrigando os pais a entregar seus filhos de 4 anos às escolas. O controle marxista sobre a mente das crianças será agora um “direito” do Estado consagrado na própria Constituição brasileira.
Quando o governo Lula e seus sucessores ideológicos atingirem sua meta de “alfabetizar” 100% da população brasileira, aí o EPJ poderá alegremente declarar que finalmente o Brasil alcançou o “majestoso” nível educacional de Cuba, Venezuela e Bolívia. Se matar a capacidade do povo raciocinar é “alfabetização”, então por que condenar Hitler e Stálin? Se doutrinação sistemática é “alfabetização”, então as ditaduras de Hitler e Stálin foram excelentes alfabetizadoras.
Se o EPJ fosse uma criatura honesta, seu documento diria a verdade:
“Na América Latina apenas três países conseguiram impor doutrinação comunista em 100% da população através das escolas: Cuba, Venezuela e, recentemente, a Bo­lívia. Para os comunistas, doutrinar os cida­dãos e controlar a educação é de importância inquestionável”.
Se o EPJ fosse um movimento genuinamente cristão, seu apoio seria direcionado para a educação escolar em casa, não para a “educação” estatal de países amasiados com o comunismo. A educação em casa traz genuína liberdade. A educação socialista estatal gera apenas escravidão psicológica. Mas, tal qual o MEP, o EPJ mostra suas inclinações.
O decrépito MEP adorava o MST, um movimento comunista radical. E o EPJ? Na comemoração dos 25 anos do MST, o esquerdista Ariovaldo Ramos recebeu permissão de Geter Borges para representar o EPJ e aproveitou para louvar os desbravadores evangélicos socialistas do Brasil: Geter Borges, Robinson Cavalcanti, Caio Fábio, Ed Rene Kivitz, Marina Silva, Valdir Steuernagel e tantos outros.
Se onde há fumaça há fogo, então toda essa turma junta significa o que?
De que adianta mudar de nome se o coração abriga depravação política e ideológica? Seja MEP ontem, EPJ hoje e algum nome mais meloso amanhã, o fato é que os evangélicos “progressistas” não podem dar ao Brasil uma libertação que eles mesmos não têm.
Quer eles gostem ou não, Lula na presidência foi também fruto dos esforços do MEP. Antes que venha algum fruto do EPJ, saibamos reconhecer a árvore pelos seus frutos.
A raiz socialista do MEP e do EPJ está espiritualmente podre.
Então como é que alguém poderia esperar algum fruto bom do EPJ?
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