Julio Severo

Forças armadas americanas desenvolvem chips espiões para soldados

Publicado em Bob Unruh, chips, Departamento de Segurança Interna, Department of Homeland Security por juliosevero em 15 de maio de 2012

Forças armadas americanas desenvolvem chips espiões para soldados

Governo americano alega apenas querer benefícios de “saúde” com os nanosensores

Bob Unruh
As forças armadas americanas querem implantar nanosensores nos soldados para monitorar sua saúde em futuros campos de batalha e responder imediatamente às suas necessidades, mas especialistas em privacidade alertam que o avanço é apenas mais um passo no caminho que levará à obrigatoriedade de chips para todos os cidadãos.
Chip

“Nunca será o caso de o governo lhe apontar uma arma e dizer: ‘Você vai usar um chip de rastreamento’”, disse Katherine Albrecht, coautora, junto com Liz McIntyre, de “Spychips” (Chips Espiões), um livro que alerta para a ameaça à privacidade representada pela RFID, ou identificação de radiofrequência.

“Sempre são passos gradativos. Se você colocar em uma pessoa um microchip que não a rastreia… todos dirão, ‘Ah vá’”, disse ela. “Será interessante ver aonde isso vai chegar”.
De acordo com repertagem da Mobiledia, a Agência de Pesquisa de Projetos Avançados de Defesa (conhecida pela sigla em inglês DARPA) confirmou planos de criar nanosensores para monitorar a saúde de soldados nos campos de batalha.
Os dispositivos também permitiriam informar dados aos médicos. Mas analistas de privacidade manifestaram a preocupação de que os implantes pudessem ser usados não apenas para monitorar a saúde, mas também para monitorar e possivelmente controlar as pessoas.
A DARPA descreve a tecnologia na qual está trabalhando como “uma inovação realmente prejudicial”, que iria diagnosticar e monitorar sinais vitais e “até liberar medicamentos na corrente sanguínea”.
De acordo com a LiveScience.com, “Resolver o problema das doenças poderia ter um impacto enorme no número de soldados prontos para lutar, porque, historicamente, um número muito maior morreu de doenças do que em combate”.
O relatório sugeriu que para as forças especiais, “a concretização prática de nanosensores capazes de monitorar múltiplos indicadores de estado fisiológico poderia ser uma inovação realmente prejudicial”.
O conceito de nanosensores capazes de diagnosticar doenças já está sendo pesquisado.
A DARPA espera lançar um segundo esforço focado em tratamentos ainda este ano.
Albrecht disse que a ação é outro passo no caminho de ter chips implantados em todas as pessoas, que poderiam muito bem monitorar a saúde, mas também outras áreas da vida.
Os microchips, diz ela, já são comuns em animais estimação em várias partes do país, e que a sua aceitação tornará mais fácil para exigir o mesmo para pessoas.

Ela afirma que já se esperava que a população confinada, como prisioneiros e tropas, seria a primeira sujeitada à obrigação, o que tornaria mais fácil para o público geral também aceitá-lo.

“É interessante”, disse ela. “Estou surpresa com a apatia dessa geração nova. Eles não enxergam o problema… ‘Por que alguém não iria querer ser rastreado?’”
Mas ela afirma que todos os americanos terão que decidir e dizer não a esses avanços gradativos, ou então quando as autoridades finalmente lançarem a ideia de chips para todos, querendo eles ou não, será tarde demais para decidir.
“A analogia que faço é [a de um trem], e se estou na Califórnia e não quero ir parar em New City, cada parada me leva mais próximo”, afirma. “Em algum momento, terei que descer do trêm”.
Albrecht também ajudou a desenvolver e lançar um novo projeto chamado StartPage, que agora está processando 2 milhões de solicitações de busca por dia.
O benefício da página é a sua privacidade. O site explica que cada vez que uma pessoa utiliza um típico site de busca, como o Google, “os dados da sua busca são armazenados”.
“Eles então armazenam as informações em um enorme banco de dados”, explica.
Como resultado, os empresários americanos e o governo têm acesso a “uma quantidade impressionante de informações sobre você, como seus interesses, circunstâncias familiares, inclinações políticas, condições de saúde e mais”.
O WND noticiou anteriormente que donos de animais relataram câncer nos seus animais após a implantação do microchip.A notícia documentou como um cachorro desenvolveu um câncer altamente agressivo justo no local onde o chip foi inserido.
Albrecht contou a história de outro cachorro, um yorkshire de cinco anos chamado Scotty que foi diagnosticado com câncer em Memphis, no estado de Tennessee. Scotty desenvolveu um tumor entre as omoplatas, no mesmo local onde o microchip havia sido implantado. O tumor, do tamanho de um pequeno balão, descrito como um linfoma maligno, foi removido. O microchip de Scotty estava preso dentro do tumor.
A Verichip, um grande fabricante de implantes de microchip, exalta a possibilidade de a tecnologia identificar um animal perdido e permitir que ele retorne para casa, e descartou os potenciais riscos de saúde.
“Nos últimos 15 anos”, afirma o site da Verichip, “milhões de cachorros e gatos receberam com segurança o microchip, com poucos ou nenhum relato de reações adversas de saúde desse produto que pode salvar vidas, recentemente endossado pelo Ministério de Agricultura dos Estados Unidos. Esses chips são um meio bem aceito e bem respeitado de identificação global para animais de estimação na comunidade veterinária”.
O WND também noticiou que existem alertas sobre um chip de radiofrequência que permitiria a identificação de indivíduos por agentes do governo simplesmente ao passarem por eles.
A proposta, que recebeu o apoio de Janet Napolitano, diretora do Departamento de Segurança Interna, iria implantar chips de radiofrequência em carteiras de motorista, ou “carteiras de motorista aprimoradas”.
“Carteiras de motorista aprimoradas dão a garantia de que a pessoa portando a carteira seja a sua verdadeira dona, e é menos complicada do que o REAL ID (Documento de Identidade Real)”, disse Napolitano em uma reportagem do Washington Times.
O REAL ID foi um plano para um sistema federal de identificação padronizado por toda a nação que preocupou tanto os governadores que muitos estados adotaram planos formais para impedi-lo. No entanto, um defensor da privacidade disse ao WND que a carteira de motorista aprimorada é muito pior.
Traduzido por Luis Gustavo Gentil do artigo do WND: “U.S. military developing spychips for soldiers”.

Cristãos da Europa na mira

Publicado em Bob Unruh, Europa, Gudrun Kugler, perseguição, perseguição religiosa por juliosevero em 28 de março de 2012

Cristãos da Europa na mira

Relatório mostra que eles sofrem mais ataques do que qualquer outra religião

Um novo relatório revela que os cristãos são alvo de ataques físicos, intolerância e discriminação por motivo religioso mais do que pessoas de qualquer outra fé na Europa.

Estatísticas mostram a amplitude do problema: 74% dos entrevistados no Reino Unido responderam que houve mais discriminação negativa contra os cristãos do que contra pessoas de outras fés, segundo relatório divulgado em 2011 pela organização Observatório da Intolerância e Discriminação contra Cristãos na Europa.

O relatório mostra que 84% do “vandalismo em rápida ascensão na França é direcionado a locais de culto cristãos. Na Escócia, 95% da violência com motivação religiosa tem como alvo os cristãos”.
Elaborado por Gudrun Kugler, cuja ONG pode ser encontrada em IntoleranceAgainstChristians.eu, o relatório destaca o fato de que os cristãos são atacados exatamente por serem cristãos.
“O termo ‘intolerância’ remete à dimensão social, e o termo ‘discriminação’ ao legal. O comportamento intolerante e discriminatório resulta da oposição a pontos específicos da fé cristã ou de posições morais que são parte intrínseca da fé cristã”, afirma o relatório. “O comportamento intolerante e discriminatório também é resultado de um viés negativo e categórico contra cristãos e contra o cristianismo como um todo. Esse comportamento faz com que vários setores da sociedade sejam usados como veículos de intolerância e discriminação contra cristãos. Dentre eles estão a mídia e as artes (por meio de estereótipos negativos e exibições profanas); o âmbito governamental (por meio de uma lei discriminatória ou uma decisão judicial enviesada); o âmbito político (exclusão da esfera pública, uma resolução do parlamento, etc.). Intolerância e discriminação contra cristãos também se tornam públicos no local de trabalho, na universidade e na esfera privada e social.
“’Cristofobia’ e ‘anticristianismo’ são termos comuns que descrevem o mesmo problema”, afirma o relatório.
O documento observa também que não existe uma estimativa no âmbito da Europa inteira, mas várias pesquisas locais fundamentam a preocupação quanto ao sentimento e às ações anticristãs.
Na Escócia, por exemplo, de 693 acusações agravadas por preconceito religioso, 2,3% foram contra judeus e 2,1% contra o islã. O restante foi contra católicos e protestantes.
Na França, 94% do vandalismo com ligações religiosas “foi direcionado a locais cristãos”, afirma o relatório.
Mais de dez organizações reconheceram a ascensão do problema e emitiram declarações, incluindo o Seminário do Parlamento Europeu, que declarou que “a intolerância anticristã ocorre de diferentes formas na União Europeia e, portanto, precisa de uma abordagem em várias frentes”.
De acordo com o Instituto Cristão do Reino Unido, cerca de 85% dos crimes de ódio na Europa são contra cristãos.
Kigler afirma: “Notamos também restrições profissionais aos cristãos: uma aplicação restritiva da liberdade de consciência faz com que profissões como juízes, médicos, enfermeiras, parteiras e farmacêuticos gradativamente se fechem para os cristãos. Já está na hora de um debate público para responder a essa realidade”, afirma Kugler. “Professores e pais enfrentam perigo quando discordam da ética sexual definida pelo Estado. Nossa pesquisa mostra que com uma abordagem mais complacente à religião e ao Cristianismo em particular, a Europa cumprirá com seu valor fundamental de liberdade”.
Na categoria Liberdade Religiosa foi listado um caso envolvendo um mosteiro na Turquia, cujas terras foram “expropriadas” pelo governo, decisão que foi mantida pelo judiciário do país. E na Espanha, um painel de vidro foi fixado para impedir os fiéis de entrarem na capela da Universidade de Valladolid. A direção da universidade disse aos alunos: “Vão rezar no pátio”.
Na Alemanha, uma mãe cumpriu pena de prisão de 43 dias por se recusar a matricular seu filho em uma aula de educação sexual explícita considerada obrigatória pelo governo, e um membro da equipe do Primeiro Ministro Britânico David Cameron exigiu a proibição de casamentos em igrejas cristãs até que eles celebrassem também “casamentos” entre pessoas do mesmo sexo.
Na categoria Liberdade de Expressão, um professor francês foi demitido por mostrar a seus alunos um vídeo sobre o aborto e por falar sobre as leis do aborto na França. Na Polônia, uma conferência terapêutica que visava ajudar pessoas que lutavam contra a atração pelo mesmo sexo teve negada a permissão de utilizar as instalações da Fundação Faculdade de Medicina em Poznan. Carteiros do Reino Unido se recusaram a entregar gravações do Livro de Marcos do Novo Testamento depois de o chamarem de “material ofensivo”. Um líder do Partido Nacional Escocês, Gordon Wilson, relatou que um “motim” o expulsou do conselho do Gabinete de Apoio ao Cidadão de Dundee por ter manifestado apoio ao casamento tradicional.
Em Liberdade de Consciência, pais adotivos no Reino Unido perderam o direito de ajudar crianças porque se recusaram a apoiar o homossexualismo, uma farmácia foi vandalizada na Alemanha depois que o dono se recusou a vender drogas abortivas, e juízes de paz da Holanda serão avaliados anualmente para garantir que facilitem o “casamento” entre pessoas do mesmo sexo.
Alguns dos problemas mais relevantes vêm das políticas de “igualdade” que favorecem os homossexuais, de acordo com o estudo. Em um disparate na Croácia, um “professor de catecismo católico em uma escola primária de Zagreb foi acusado de homofobia por não dizer nada a não ser ensinamentos da Igreja Católica durante as aulas de catecismo”.
Internacionalmente, a Apple suprimiu a diversidade com a retirada de dois aplicativos cristãos do iPhone, e organizações católicas do Reino Unido foram ordenadas a facilitar as adoções por homossexuais ou então fecharem as portas.
Outros problemas vieram da intolerância social ao Cristianismo e da exclusão dos cristãos da vida pública, segundo o relatório.
A difamação contra os cristãos se destacou em um caso na Polônia em que torcedores de futebol homossexuais demandaram assentos separados nos campeonatos de 2012.
Segundo o relatório, “O comentarista esportivo da Imprensa Associada, Terry Taylor, noticiou a respeito do pedido com o seguinte comentário: ‘A homofobia também continua profundamente enraizada na Polônia por causa do legado do comunismo, que tratava o homossexualismo como um tabu, e dos ensinamentos da igreja em um país predominantemente católico romano’”.
Acrescentou o jornalista com relação ao caso da Polônia: “Autoridades da embaixada americana sob o governo Obama reclamaram que os ensinamentos da Igreja Católica são uma das principais fontes de ‘homofobia’ no país de maioria católica”.
Foram citados também dezenas de casos de “ódio”, como o incidente na Bélgica em que uma autoridade católica foi alvejada com tortas, janelas quebradas na Áustria após um evento pró-vida, incêndio em uma igreja da Espanha e túmulos vandalizados na França.
“Os cristãos não deveriam ser marginalizados ou discriminados por serem herdeiros de um grupo religioso que teve no passado, e ainda tem, um papel importante”, conclui o relatório.
“A religião, e acima de tudo a fé cristã, é um bem valioso para a sociedade: As pessoas religiosas possuem um estilo de vida mais saudável e expectativas de vida mais longas; possuem chances menores de sofrerem de depressão, têm casamentos mais estáveis, são menos propícios a cometerem atos criminosos e são mais generosos na contribuição para o bem comum A religião deveria ser promovida e estimulada, e não restringida e oprimida”.
Traduzido por Luis Gustavo Gentil do artigo do WND: “Bull’s-eye placed on European Christians

Universidade chama polícia para parar pregações

Publicado em Bob Unruh, pastores por juliosevero em 23 de março de 2012

Universidade chama polícia para parar pregações

Universidade Estadual do Sudoeste de Minnesota demonstrou preconceito contra os cristãos

Bob Unruh
Um pastor evangélico que acredita que deveria seguir o mandamento bíblico “ir e pregar” a mensagem do Evangelho está revoltado que a diretoria da Universidade Estadual do Sudoeste de Minnesota em Marshall chamou a polícia local para ameaçá-lo com uma intimação por invasão de propriedade.
Robert Yant, porta-voz da polícia de Marshall, disse para WND que não houve boletim de ocorrência contra o Pr. John Chisham. A história do pastor aparece num site ligado a Igreja Aliança Rio da Vida. O site apresenta a mais recente disputa que ele teve sobre direitos de expressão na universidade.
Chisham disse que ele e outro “pastor universitário”, Jake Larson, estavam “proclamando o Evangelho ao ar livre no campus da UESM antes de sua reunião semanal da Rede Universitária Mudança”.
“Em nenhum momento alguém da universidade — estudantes, professores, ou seguranças — se aproximou dos pregadores para fazer objeção à sua prática de liberdade de expressão”, o relatório explica. “Isso é, até o Capitão Brian Ehlenbach se aproximar dos pregadores com dois policiais uniformizados de Marshall e sarcasticamente perguntar a John Chisham, um cidadão contribuinte de impostos nos Estados Unidos da América e no Estado de Minnesota, ambos dos quais financiam (sic) essa universidade pública, ‘Você está pronto para sair daqui agora?’”.
WND fez contato com a diretoria da universidade, mas não obteve resposta.
Yant disse que Chisham saiu, de modo que não foi citado por invasão de propriedade como a universidade alega.
“Em nenhum momento os policiais foram capazes de ou se dispuseram a dar uma razão para a nossa saída. Tudo o que disseram foi ‘a universidade não quer vocês aqui’”, o relato de Chisham disse. “Chisham repetidamente perguntou ao Capitão Ehlenbach e aos policiais que lei ele estava quebrando, ou que política ele estava transgredindo na universidade. Os policiais e o Capitão Ehlenbach foram incapazes ou se recusaram a responder”.
Yant também disse para WND que ele desconhecia qualquer política de restrição de expressão do campus que a universidade tenha deixado disponível publicamente.
“Tudo se resume a isso: a Universidade Estadual do Sudoeste de Minnesota não tem razão legal para ordenar a remoção à força desses pregadores de seu campus. A Universidade Estadual do Sudoeste de Minnesota demonstrou repetidamente uma tendenciosidade e preconceito contra cristãos que praticam suas crenças religiosas no seu campus. Não há uma política clara proibindo essa prática de liberdade de expressão em seu campus, mas os seguranças do campus e do gabinete do reitor têm (sic) usado políticas relativas à solicitação para silenciar a liberdade de expressão e crenças religiosas”, o relato de Chisham disse.
“Então eles usam a delegacia de polícia de Marshal para participar dessa conspiração para silenciar a liberdade de expressão e a prática de crenças religiosas ao dizer a nós ‘não queremos vocês mais aqui’”.
Em seu site Chisham pediu aos seus leitores para fazerem contato com a diretoria da universidade para expressarem o que pensam sobre o incidente.
Yant disse que a universidade tinha estabelecido restrições de expressão anteriormente para Chisham, e ele “não estava as estava seguindo”, então ele foi ameaçado com uma intimação por invasão de propriedade.
Semanas antes, Chisham foi ameaçado de prisão por distribuir literatura evangélica no campus. Mas ele mais tarde teve permissão de voltar depois que WND pediu à universidade que comentasse sobre a disputa.
Naquela época, Chisham disse que ele foi multado por distribuir folhetos evangelísticos e cartões de visita e foi emitida uma “determinação de invasão de propriedade” dizendo a ele para ficar longe do campus.
Michael Munford, funcionário de segurança da universidade, se recusou a falar sobre o assunto naquela época. Outro funcionário, Bill Molso, disse para WND que não houve nenhum conflito, insistindo em que apenas foi emitida uma intimação ao pastor por ter violado a política de “publicidade”. Ele também insistiu em que Chisham não foi banido do campus.
Munford estendeu a mão para Chisham em apenas alguns minutos depois da investigação da WND, e o pastor então informou que Munford tinha “concordado em permitir que o pastor e o co-líder voltassem ao campus com a condição de que [seu grupo] não distribuísse nenhum material que não fosse aprovado”, de acordo com  Chisham.
Ele continuou, “Quando o material for aprovado, CCNSMSU vai estipular um horário, lugar e localização onde o pastor terá permissão de distribuir o material. CCNSMSU será liberada, de acordo com o acordo verbal, para a volta ao campus e terá discussões abertas e livres a qualquer estudante que queira participar”.
Chisham disse que ele tem visitado o campus, falado com os estudantes, dado seus folhetos ou cartões de visita se eles quiserem e mantido estudos bíblicos por vários anos.
Então, subitamente, funcionários da universidade se opõem, chamando seus folhetos de “publicidade”.
No fim, o professor James Dimock foi com um grupo de estudantes “gays” para interromper o culto do pastor na Igreja Aliança Rio da Vida em Marshal.
Foi em 2010 quando uma dezena de estudantes marchou para o culto da Igreja de Chisham e ficou em silêncio em frente da congregação. Eles levantaram placas que bloqueavam a visão de Chisham enquanto ele pregava.
Dimock disse naquela época que o protesto foi motivado pela visita do pastor ao campus de Mankato.
Traduzido por Eliseu P. L. J. do artigo de WND: Pastor: School calls cops to shut down preaching

Lei de aborto nos EUA poderá ser revogada?

Publicado em Alabama, Bob Unruh, Justice Tom Parker, Roe versus Wade, Supremo Tribunal do Alabama por juliosevero em 19 de fevereiro de 2012

Lei de aborto nos EUA poderá ser revogada?

Comentário de Julio Severo: Manchete de ontem no meu site favorito, WorldNetDaily, tratou de decisão importantíssima do Supremo Tribunal do Alabama defendendo a vida. Quem sabe essa decisão, de um tribunal estadual, não poderia mudar a lei federal de aborto nos EUA? A decisão Roe versus Wade, decidida pelo Supremo Tribunal federal dos EUA, legalizou o aborto nos EUA em 1973. A legalização foi feita mediante manobras de ativistas esquerdistas e feministas pró-aborto. Desde então, mais de 50 milhões de bebês em gestação foram sacrificados sob a faca de médicos aborteiros e bem debaixo da lei que, em vez de proteger as vítimas inocentes, protege os criminosos e seus crimes. O aborto nos EUA, que é o país mais evangélico do mundo, é legalmente permitido desde a concepção até o parto. O médico aborteiro, com o consentimento da mulher, pode abortar o bebê até mesmo no próprio dia do parto, contanto que legalmente o bebê não tenha primeiro colocado a cabeça para fora do corpo da mulher para nascer. Os abortos nos EUA podem ser realizados por todo e qualquer motivo da mulher, contando sempre com a proteção da lei, tanto para as mulheres quanto para os médicos que matam. Basta que a mulher diga: “Quero matar meu bebê!” E o Estado americano diz: “Seu desejo é uma ordem!” O único totalmente desprotegido é o bebê. A esperança agora é que a decisão do Supremo Tribunal do Alabama venha a servir de precedente para derrubar uma lei federal insana criada para atender a desejos assassinos, ativistas assassinos e uma indústria médica de aborto que ganha bilhões com o derramamento de sangue inocente. Mas é trágico que, por meios judiciais e políticos, indivíduos pérfidos tenham conseguido, há quase quatro décadas, legalizar o holocausto de bebês em gestação na maior nação evangélica do planeta, e é igualmente trágico que evangélicos, católicos e outros americanos de boa vontade estejam há décadas conseguindo avançar muito pouco na luta para revogar a lei do holocausto de bebês em gestação. Quando a ditadura assassina se instala nas leis, os ditadores não largam do poder. Parabéns ao juiz Tom Parker, ao Supremo Tribunal do Alabama e a todos os que estão tentando confrontar o holocausto do aborto legal nos EUA.

Para entender o moderno holocausto americano, veja este vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=BxXeBABZVqg
A seguir, a manchete do WND:

Supremo Tribunal do Alabama afirma que lei de aborto nos EUA tem de ser revogada

Decisão: bebê em gestação tem direito à total proteção da lei
Uma decisão assombrosa do Supremo Tribunal do Alabama está indicando que os estados dos EUA simplesmente “rejeitem” o conceito de pré-viabilidade dos bebês em gestação da lei de aborto, conforme a mera vontade da mulher, resultante da decisão Roe versus Wade, até que o Supremo Tribunal dos EUA anule o precedente.

Numa declaração muito forte que parece defender o conceito do movimento que diz que o bebê em gestação é uma pessoa humana, conceito por meio do qual os ativistas pró-vida estão procurando convencer cada estado dos EUA a reconhecer os bebês em gestação como “pessoas”, a declaração da decisão unânime, escrita pelo Juiz Tom Parker, disse: “Desde que Roe versus Wade foi decidido em 1973, nosso conhecimento da vida pré-natal foi muito expandido com os avanços na tecnologia médica e científica. O desenvolvimento da tecnologia ultrassom aumentou a compreensão médica e pública, permitindo-nos assistir ao crescimento e desenvolvimento do bebê em gestação de uma forma que gerações passadas jamais poderiam ter imaginado”, escreveu ele.

“De forma semelhante, os avanços na genética e áreas relacionadas deixam claro que um ser humano novo e único é formado no momento da concepção, quando duas células, incapazes de vida independente, se fundem para formar uma única entidade humana individual”.
Ele continuou: “É claro que a nova vida não é ainda matura — crescimento e desenvolvimento são necessários antes que a vida possa sobreviver de modo independente — mas é apesar de tudo vida humana. E nesse ponto tem havido um amplo consenso legal nos EUA, mesmo antes de Roe versus Wade, de que a vida de um ser humano começa na concepção”.
Sua declaração da decisão unânime continuou: “Um bebê em gestação é um ser humano único e individual desde a concepção e, portanto, ele tem o direito à total proteção da lei em toda fase do desenvolvimento. A norma de viabilidade de Roe versus Wade foi baseada em histórias imprecisas e na maior parte não foi apoiada por precedentes legais. Os avanços médicos desde Roe versus Wade têm demonstrado que um bebê em gestação é um ser humano único em toda fase do desenvolvimento. E juntos, o estatuto de homicídio do Alabama, as decisões deste tribunal e os estatutos e decisões judiciais de outros estados deixam abundantemente claro que a lei não é mais, nas palavras do Juiz Blackmun, ‘relutante… para conceder direitos legais aos bebês em gestação… ’ Por essas razões, a norma de viabilidade de Roe versus Wade não é nem dominante nem convincente aqui e deveria ser rejeitada por outros estados até o dia em que for revogada pelo Supremo Tribunal dos Estados Unidos”, disse ele.
[O caso que foi tratado pelo Supremo Tribunal do Alabama envolveu] uma mulher que perdeu seu bebê em gestação pré-viável, por causa de negligência médica. Os médicos citados como réus haviam argumentado que pelo fato de que a criança não era ainda viável, eles não poderiam ser responsabilizados pelos danos.
A opinião unânime da maioria, escrita por Parker, disse que a mulher, Amy Hamilton, tem o direito de fazer uma queixa judicial por causa da morte de seu bebê por negligência, de modo que o caso deverá voltar para o tribunal de primeira instância para “procedimentos em conformidade com essa opinião”.
De acordo com um relatório do Liberty Counsel, “Parker escreveu que Roe está em descompasso com todas as outras áreas do direito em que muitas assembleias legislativas e tribunais estaduais têm reconhecido os direitos do bebê em gestação em testamentos e leis estaduais, civis ou criminais, e mais”.
Parker comentou que seu tribunal anteriormente havia decidido que era “injusto e arbitrário… fixar um limite que permita a recuperação em favor de um feto ferido antes da viabilidade que morra depois de alcançar a viabilidade para fixar um limite que impeça a recuperação em favor de um feto ferido que, como consequência de seus ferimentos, não sobreviva à viabilidade”.
Parker explicou que ele escreveu a decisão especial, que foi unânime, porque Roe versus Wade não se aplica a tais casos.
“Pelo fato de que Roe não é autoridade dominante além da lei de aborto, e pelo fato de que seu padrão de viabilidade não é convincente, concluo que, pelo menos com relação à lei de morte por negligência de terceiros, o padrão de viabilidade de Roe tem de ser abandonado universalmente”.
Parker explicou que vários tribunais têm concluído que Roe versus Wade sustenta que os estados não devem se envolver na proteção da vida dos bebês em gestação.
“Roe não apoia essa conclusão”, escreveu ele. “Os estados são proibidos de proteger os bebês em gestação só até onde essa proteção entra em conflito com o ‘direito’ das mulheres. Roe sustenta que o ‘direito à privacidade das mulheres grávidas… é amplo o suficiente para abranger a decisão da mulher de se ou não exterminar sua gravidez’. Ninguém, porém, a não ser a própria mulher que quer ‘exterminar sua gravidez’, possui o ‘direito’ que Roe criou”.
Ele escreveu: “Roe não proíbe os estados de proteger a vida dos bebês em gestação. Pelo contrário, o Supremo Tribunal reconheceu que ‘o Estado tem interesses legítimos desde o início da gravidez’ na proteção do bebê em gestação. A menos que a lei de um estado entre em conflito com o ‘direito’ de uma mulher ao aborto, a lei estadual não entra em conflito com Roe”, disse ele.
A campanha em defesa da classificação dos bebês em gestação como pessoas humanas que vem crescendo nos EUA pede que os estados adotem emendas constitucionais que descrevam como “pessoas” os bebês em gestação desde o momento da concepção.
A campanha tem como alvo uma brecha na decisão original de Roe versus Wade, na qual o Supremo Tribunal observou que se for provado que o bebê em gestação é uma “pessoa”, os argumentos a favor do aborto cairão por terra, pois os bebês em gestação serão beneficiados com as plenas proteções da Constituição.
Traduzido e editado por Julio Severo do artigo de WND: “State Supreme Court says ‘Roe’ should be ‘overruled’

Campanha de “ódio” online mira sites cristãos

Publicado em AllOut, Bob Unruh, Paypal, Peter LaBarbera, TFP, WND, WorldNetDaily por juliosevero em 19 de setembro de 2011

Campanha de “ódio” online mira sites cristãos

Homossexuais que criticam perspectiva bíblica da família desencadeiam “investigação” do PayPal

Bob Unruh
© 2011 WND
Uma investigação formal de várias organizações cristãs foi lançada pelo PayPal, a enorme empresa de transferência de dinheiro, por causa de uma campanha online de “ódio” contra elas por parte de homossexuais, de acordo com um dos que se tornaram alvos.
Os avisos de investigação foram enviados para o blog Last Days Watchman de Julio Severo e Americans for Truth de Peter LaBarbera.
Ambos sites são assumidamente cristãos, e ambos defendem a perspectiva bíblica acerca da homossexualidade.
As exigências do PayPal ocorreram na forma de um questionário exigindo que os donos dos sites deem explicações sobre o botão do PayPal no site deles e “o propósito… de coletar essas doações”.
O PayPal, que retornou um pedido de WND em busca de comentários acerca da campanha de “ódio” contra as organizações cristãs, mas disse que não tinha uma declaração preparada, também queria saber como o PayPal seria usado como um meio para receber pagamentos e se a organização tinha condição “registrada” de isenção de impostos.
Severo explicou para o PayPal que seu ministério cristão, por meio de seus blogs em português, inglês, espanhol e alemão, tem como objetivo “informar as pessoas acerca de questões polêmicas, inclusive eutanásia, aborto, homossexualidade, etc”.
“Notei que sua mensagem veio a mim depois de uma campanha de ódio contra mim e outros ministérios cristãos”, ele disse ao PayPal, citando o site AllOut.org.
A campanha online critica “extremistas anti-LGBT” que estão usando o PayPal para levantar dinheiro para “sua causa perigosa”.
A campanha coloca como centro do alvo Severo e LaBarbera, bem como Abiding Truth Ministries, New Generation Ministries, Noua Dreapta da Romênia, Truth in Action Ministries, Dove World Outreach, Igreja Batista Palavra da Fé, Instituto de Pesquisa de Família e a Sociedade Americana para a Defesa da Família Tradicional.
AllOut alega que esses grupos promovem “ódio”.
Mas Severo insistiu em que exatamente o oposto é a verdade.
“Quero que vocês saibam que nós cristãos amamos os homossexuais, mas discordamos de seus estilos de vida imorais”, dele disse ao PayPal.
Uma resposta do PayPal para Severo comentou: “Apreciamos a informação que você nos enviou. Sua conta foi registrada de acordo com essa informação. Nós investigaremos sua conta e daremos uma resposta assim que for possível. Apreciamos muito a sua paciência nesse caso”.
Severo disse que AllOut está também em atividade no Facebook, Twitter e por meio de e-mails para pressionar o PayPal a censurar suas convicções religiosas.
“Diferentemente dos ativistas gays que recebem imensas verbas governamentais, eu não recebo nenhum dinheiro do governo”, disse Severo.
“Gasto muito tempo preparando e escrevendo artigos para postar em meus blogs. Meus blogs e suas mensagens são minhas contribuições voluntárias e sacrifício pessoal para ajudar a informar vocês. Ore contra as campanhas gays que têm como alvo isolar financeiramente a mim e minha família. Se eles tiverem êxito, nós como família… não teremos condições de sobreviver”.
Ele disse ao PayPal: “Ficarei aguardando sua resposta, e também uma resposta pública com relação à campanha de ódio que está me fazendo de alvo. Todas as acusações dessa campanha de ódio contra mim são falsas. Como cristão, nunca preguei nenhuma violência contra outras pessoas. Posso apresentar centenas de testemunhas que confirmarão o que estou dizendo”.
LifeSiteNews já criou uma petição online em apoio aos sites e ministérios cristãos que diz: “Protesto contra o ataque de organizações homossexuais contra os ativistas cristãos Julio Severo, Americans for Truth About Homosexuality (AFTAH) e Tradição, Família e Propriedade (TFP). Incentivo o PayPal a defender o direito de organizações pró-família de usar seu serviço e a rejeitar ataques contra a fé cristã e outras religiões que defendem a moralidade sexual e os valores da família”.
De acordo com LaBarbera, a questão é que os ativistas homossexuais não mais estão dispostos a meramente prosseguir seu próprio estilo de vida; eles agora estão exigindo que sejam totalmente silenciadas as pessoas que têm perspectivas bíblicas das quais eles discordam.
“Eles querem dominação ainda que isso signifique caluniar pessoas pró-família como ‘odiadoras’ e destruir nossas liberdades religiosas que tanto amamos”, disse ele.
Em reportagem anterior, WND mostrou quando Severo relatou que seu site estivera sob monitoração do Ministério de Segurança Nacional dos EUA.
WND também noticiou quando uma série similar de ataques foi produzida contra ministérios e grupos online que discutem o perigo do islamismo.
De acordo com as reportagens, o PayPal eliminou várias contas por causa de preocupações com mensagem desses sites expondo a verdade sobre o islamismo, então restaurou-os um curto tempo mais tarde.
Pamela Geller, ativista, escritora e blogueiro popular do Atlas Shrugs, que também ajudou a fundar a Iniciativa de Defesa da Liberdade e Detenham a Islamização dos Estados Unidos, relatou que recebeu cartas intimidatórias do PayPal que afirmavam que os sites “promovem ódio” e “intolerância racial”.
De acordo com Geller, o PayPal lhe enviou cartas explicando que os sites haviam violado as normas da empresa, que proíbem o uso do PayPal para itens que “promovem ódio, violência, intolerância racial ou exploração financeira de um crime”.
A fim de se submeter às normas, Geller relatou, ela foi obrigada a remover o PayPal como opção de pagamento de seus sites, bem como referências à empresa, seu logotipo e características de compra.
Mais tarde, ela relatou que um executivo da empresa PayPal telefonou e explicou que a decisão foi um erro e que os serviços financeiros para os sites dela podiam ser reiniciados.
WND também noticiou quando a organização Charitable Give Back Group, que no passado era conhecida como Rede de Valores Cristãos, disse que ativistas estavam fazendo uma campanha online para coletar assinaturas e assustar clientes por causa da mensagem cristã.
Versão em inglês deste artigo reproduzida no blog em inglês de Julio Severo: Online ‘hate’ campaign targets Christian sites
Versão em inglês deste artigo reproduzida no blog inglês de Julio Severo: Online ‘hate’ campaign targets Christian sites
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Fonte: WND

Detetive particular resgata crianças em missões noturnas

Publicado em Bob Unruh, Conselho Tutelar por juliosevero em 24 de agosto de 2011

Detetive particular resgata crianças em missões noturnas

Investigador devolve aos pais crianças levadas por conselhos tutelares

Bob Unruh (WND)
Não é bem um “Pequenos Espiões” da vida real, mas certamente há aventura envolvida.
Parece que um investigador particular polonês, apelidado de “Rambo” pelos fãs, encontrou uma solução para os problemas criados quando conselhos tutelares tomam a guarda de crianças contra a vontade dos pais nos países nórdicos: ele simplesmente as “sequestra” e as devolve aos pais.
Aconteceu pelo menos duas vezes na Noruega e é um avanço maravilhoso para famílias de lá e de países como a Suécia, onde conselhos tutelares, como já mostrado pelo WND, possuem controle praticamente total sobre as crianças, uma vez que são colocadas sob a guarda do governo.
Em junho, o detetive particular Krzysztof Rutkowski ganhou fama pela “libertação” de uma menina de 9 anos da sua “prisão norueguesa” — o lar temporário determinado pelo governo — e devolvendo-a a aos seus pais, que fugiram da Noruega para viver na Polônia.
E há poucos dias, o mesmo detetive teria tomado um menino de 13 anos da guarda do conselho tutelar e devolvido à sua mãe. A reunião da família, mais uma vez, teria ocorrido na Polônia, de acordo com a IceNews.
O trabalho recebeu aprovação de Ruby Harrold-Claeson, presidente do Comité Nórdico dos Direitos humanos, fundado em Copenhague em 1996. O grupo busca “expandir direitos e liberdades dos indivíduos e suas famílias e fortalecer o respeito por direitos humanos básicos e liberdades fundamentais nos países nórdicos”.
Harrold-Claeson esteve envolvida em alguns dos casos mais notórios de guarda de menores, incluindo o caso de Domenic Johansson, na Suécia. O envolvimento de Harrold-Claeson alarmou tanto as autoridades judiciais que elas determinaram que a família Johansson fosse representada por outro advogado escolhido pelo tribunal em vez dela.
O caso está pendente no Tribunal Europeu dos Direitos Humanos, onde a Home School Legal Defense Association (Associação de Defesa Legal da Educação Escolar em Casa) e a Alliance Defense Fund, organização internacional de direitos civis e religiosos, estão debatendo a necessidade de Domenic ser devolvida aos pais.
Conforme reportagem do WND, seu pai, Christer Johansson, ficou preso por 2 meses por pegar Domenic com sua família temporária, designada pelo tribunal, e levá-lo para uma visita em casa no último feriado de ação de graças.
O caso começou em meados de 2009, quando o conselho tutelar e a polícia levaram Domenic à força, na época com 7 anos, porque estavam preocupados com o fato de ele estar sendo educado em casa. Os tribunais locais depois negaram aos pais a representação legal que procuravam em Harrold-Claeson, exigindo em vez disso que fossem representados por um advogado autorizado pelo Estado. Os tribunais por fim decidiram que o Estado deveria manter a custódia de Domenic.
De acordo com relatórios publicados, o detetive particular fez a primeira tentativa em junho. A agência Aftenposten noticiou que a polícia do condado de Vestfold estava investigando um caso no qual um menor estava “sendo tomado ilegalmente dos seus pais ou tutores, neste caso, o serviço de proteção à criança”.
De acordo com o relatório, o conselho tutelar tomou a guarda da criança, supostamente com problemas de depressão, e enfrentou resistência dos pais. Constava ainda nos relatórios que a criança de 9 anos pulou a janela da casa de seus pais adotivos e desceu por uma corda na noite em que se encontrou com o detetive particular, que então fez a travessia até a Polônia — onde seus pais já a estavam esperando.
Os nomes dos membros da família não foram divulgados. A família contou à Rádio Szczecin que autoridades foram à escola da criança e a interrogaram, depois disseram aos seus pais que estavam assumindo sua guarda.
O segundo caso foi noticiado há poucos dias, mais uma vez na mídia norueguesa. Dessa vez, Rutkowski teria devolvido um garoto de 13 anos à sua mãe em uma operação parecida.
De acordo com a Icenews, o detetive “encontrou-se com o garoto em uma academia antes de desaparecer com ele para a Polônia em um comboio de carros não identificados”.
De acordo com a reportagem, em declaração do advogado do garoto: “Ele sempre dizia que queria voltar para a casa de sua mãe. Ele foi claro desde o início. Eu pedi que arrumasse um porta-voz, mas não quiseram lhe dar um, e um porta-voz deveria estar presente quando a decisão de emergência (sobre a guarda) foi julgada pelo conselho regional de apelações”.
Harrold-Claeson chamou a estratégia que reuniu a criança de 9 anos com seus pais de “um excelente trabalho”.
Disse ainda que “as estações de rádio e TV e jornais da Polônia noticiaram o resgate da criança e fizeram fortes críticas à Noruega. Crianças levadas como reféns pela política de bem-estar social dos países nórdicos devem ser resgatadas, pois não há justiça nesse sistema”.
“De acordo com a lei, os pais precisam ir a audiências no tribunal para libertar seus filhos, mas uma vez que o sistema se apodera da criança, eles não a deixam ir. Eu ajudei muitos dos meus clientes em suas desesperadas porém inúteis batalhas para recuperar guarda de seus filhos”, declarou Harrold-Claeson.
“Alguns acabam em instituições psiquiátricas e alguns morrem de ataques cardíacos porque o sistema destrói suas vidas. Até hoje, eu salvei 53 crianças da destruição iminente pelos conselhos tutelares. A maioria das famílias em questão pegou seus filhos e fugiu da Suécia”, disse a advogada.
Harrold-Claeson acusa os sistemas de assistência social dos países nórdicos, principalmente na Suécia, de oferecer gordas pensões às famílias adotivas.
“Esses lares adotivos frequentemente são de baixa qualidade, e seu principal objetivo é ganhar dinheiro por meio das crianças adotadas”, disse Harrold-Claeson, e acrescentou: “famílias cujas crianças foram colocadas sob a guarda do Estado são geralmente pais solteiros, desempregados ou recebendo ajuda do governo”.
Ela disse à HSLDA que espera que a notícia dos resgates chegue aos pais para que eles saibam das “atrocidades sendo cometidas contra crianças e suas famílias na Noruega, Suécia, Dinamarca, e em menor grau, na Finlândia”.
Os casos “devem ser trazidos ao conhecimento do mundo todo”, disse a advogada.
Michael P. Donnelly, diretor de relações internacionais da HSLDA, disse que Harrold-Claeson é “uma advogada corajosa que enfrentou o sistema de assistência social da Suécia e protegeu crianças de serem sequestradas pelo Estado”.
Harrold-Claeson disse ao WND que o caso da criança de 9 anos ocorreu porque os seus pais tiveram uma briga e o serviço social “interveio para evitar que a criança ficasse triste”.
“Estranhamente, esses órgãos de proteção à criança não se dão conta de que intervir nas famílias, removendo crianças e colocando-as em lares temporários, no meio de completos estranhos, é muito mais traumatizante do que os eventuais problemas com os pais”, concluiu Harrold-Claeson.
De acordo com ela, as autoridades suecas acreditam que “crianças são propriedades do Estado, para serem compradas e vendidas como se fossem mercadorias. Tomar a guarda de crianças e colocá-las em lares temporários é uma indústria na qual crianças, pais e entes queridos, assim como sua saúde — tanto física como mental — são irreparavelmente destruídos”.
Ela disse ainda ao WND que o Estado ”decidiu usurpar os poderes dos pais e substituir a autoridade paternal sobre as crianças deixando-as nas mãos de servidores públicos, que por definição deveriam ser servidores, e não senhores”.
Harrold-Claeson fez um apelo aos americanos para que condenem tais práticas e fiquem atentos, pois ela já viu práticas parecidas acontecendo nos EUA.
Donnelly já havia demonstrado preocupação com o tratamento dado à família Johansson na Suécia.
“A desumanidade das autoridades suecas em manter Domenic Johansson sob guarda temporária, praticamente sem visitas dos pais, continua sendo uma grande preocupação para a nossa organização”, disse o diretor da HSLDA. “A falha das autoridades provinciais e federais em investigar e retificar um escandaloso abuso de poder por parte das autoridades municipais de Gotland e assistentes sociais faz a Suécia parecer mais um antigo Estado totalitário soviético do que uma nação ocidental livre e democrática”.
O governo tomou a guarda de Domenic quando, em 2009, policiais invadiram o avião onde a família havia embarcado a caminho da Índia, país de origem da mãe de Domenic, Annie Johansson.
O caso também está sendo acompanhado por um blog chamado Friends of Domenic.
Gustaf Hofstedt, presidente do conselho tutelar local de Gotland, havia dito ao WND da Suécia por telefone que há mais em questão do que o homeschooling, mas se recusou a explicar.
“Entendo que a repercussão foi de que o caso envolvia apenas o homeschooling”, disse Hofstedt ao WND. “Mas esse não é o caso”.
Ao ser solicitado que explicasse, ele disse: “Não posso responder porque é confidencial”.
Fonte: WND
Divulgação: www.juliosevero.com
Mais informações sobre o caso do menino Domenic Johansson:
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