Julio Severo

Pastor tradicional quer campos de concentração para gays

Publicado em Adolf Hitler, apologetas, calvinistas, campos de concentração, Fred Phelps, Genizah, Rev. Charles Worley por juliosevero em 24 de maio de 2012

Pastor tradicional quer campos de concentração para gays

Julio Severo
A grande mídia esquerdista, embalada pela mídia gay, vem dando destaque a um pastor tradicional dos EUA que, em sua pregação de 13 de maio, sugeriu a construção de uma grande cerca eletrificada de 155 a 233 km para confinar os homossexuais de tal forma que não possam escapar.
O pastor é o Rev. Charles Worley, da Igreja Batista Providence Road, nos EUA.
Os holofotes não foram jogados sobre o Rev. Charles porque sua pregação representa os cristãos em geral ou os cristãos tradicionais em particular.
A mídia o escolheu como exemplo porque sabe que os cristãos não têm esse pefil. Afinal, o Rev. Charles não está recebendo aplausos das igrejas cristãs. Ele está recebendo críticas.
Portanto, o exemplo do Rev. Charles é um caso isolado.
Se a grande mídia esquerdista e a mídia gay quiserem encontrar casos não isolados, o mundo islâmico fornece abundância de exemplos. Qualquer chefe de mesquita que pregasse exatamente o que o Rev. Charles pregou seria aplaudido e aclamado por multidões islâmicas. Aliás, um chefe de mesquita que pregasse a pena de morte para gays seria ovacionado como herói.
A mídia conhece tais pregações vindas do mundo islâmico, mas abafa cuidadosamente. Nem mesmo os supremacistas gays ousam incomodar os islâmicos quando, com o poder do Estado islâmico, torturam e matam gays.
Portanto, a preocupação da mídia não é salvar os gays de campos de concentração, mas unicamente atacar os cristãos sob quaisquer pretextos, até mesmo usando e abusando de casos isolados.
A mídia escolheu o Rev. Charles porque o exemplo dele fornece a arma perfeita para desestimular os cristãos que lutam contra a agenda gay.
No Brasil, falsos apologetas, inclusive o tabloide sensacionalista Genizah, usaram o exemplo do Rev. Charles não para atacar os cristãos tradicionais, mas para apontar o dedo de acusação para os cristãos que lutam contra o PLC 122. Por esse e outros motivos, o Genizah é amplamente celebrados por cristãos esquerdistas e até por pastores gays.
Os falsos apologetas, que usam todo e qualquer caso para atacar os pentecostais e neopentecostais, não ousaram usar o Rev. Charles para apontar o dedo para os tradicionais.
Da parte do Genizah, é um comportamento previsível, pois seu dono, Danilo Fernandes, se gaba de ser calvinista. Contudo, dificilmente Calvino, se estivesse vivo, não concordaria com o Rev. Charles, apenas com uma adição: como ministro do Evangelho, Calvino teria recomendado capelães nos campos de concentração e a oportunidade de os gays saírem dali se abandonassem o estilo de vida gay.
Rev. Fred Phelps, um pastor tradicional que prega: “Deus Odeia as Bichas”

O Genizah também omite o fato de que o maior pastor antigay do mundo é um “cristão” tradicional. O Rev. Fred Phelps, da Igreja Batista Westboro, é famoso por fazer piquetes com cartazes dizendo “Deus Odeia as Bichas”. Uma investigação de LifeSiteNews anos atrás revelou que Phelps é membro de carteirinha do Partido Democrático, o mesmo partido de Obama e outros políticos pró-homossexualismo dos EUA. Phelps já concorreu cinco vezes em eleições por esse partido e “fez campanha em favor do Senador Al Gore na campanha presidencial de 1988, o que lhe trouxe a oportunidade de ser um dos convidados na posse do Presidente Clinton e seu vice Gore”.

Portanto, as ligações do Rev. Fred Phelps são nitidamente esquerdistas. Mas o exemplo dele é convenientemente usado pela mídia esquerdista e gay não para atacar os evangélicos esquerdistas, mas para debochar dos cristãos conservadores que se opõem à agenda gay. Ele é a bomba evangélica esquerdista para explodir evangélicos conservadores.
Danilo o Calvinista tem muita sorte de não haver um Genizah pentecostal ou neopentecostal. O Rev. Charles e o Rev. Fred, que são do mundo gospel tradicional, dariam o exemplo perfeito para debochar e zombar dele e outros tradicionais.
Deixando de lado a hipocrisia do calvinista Danilo, os supremacistas gays não têm moral para atacar o Rev. Charles Worley. Adolf Hitler, um dos maiores líderes homossexuais que o mundo já viu, condenou 6 milhões de judeus e outras pessoas, inclusive pastores e padres, aos campos de concentração. Ele também condenou alguns milhares de gays, por não se encaixarem no perfil que ele tinha de homossexual forte e másculo.
Com um Hitler gay no comando de um país, até mesmo gays desmunhecados não escapam de campos de concentração.
Num país de maioria cristã, os supremacistas gays (e os falsos apologetas!) podem acusar os cristãos de tentarem impor uma ditadura “assassina”.
Até mesmo Barack Obama, um cristão tradicional liberal, faz muito bem tais acusações, enquanto promove descaradamente a agenda gay, o aborto e o islamismo.
É uma mistura estranha, mas lembremo-nos de que Hitler não só era grande aliado dos islâmicos, mas também que seu nome continua sendo amado no mundo islâmico hoje, embora alguns países islâmicos nunca tenham precisado de campos de concentração para solucionar rapidamente seu problema com gays…

Silas Malafaia, Avon e a esquerda gayzista

Publicado em AllOut, apologetas, Avon, Carta Capital, deboche, Luis Nassif, Sergio Viula, Silas Malafaia por juliosevero em 7 de maio de 2012

Silas Malafaia, Avon e a esquerda gayzista

Revista esquerdista Carta Capital dá vez e voz para apologeta gayzista atacar Malafaia

Julio Severo
Silas Malafaia ganhou a antipatia dos setores mais gayzistas e esquerdistas da sociedade. Não importa que ele tenha apoiado Lula em duas eleições presidenciais: Os esquerdistas nunca aceitarão a postura dele contra a agenda política e legal gayzista. Não importa que ele tenha deixado claro, milhares de vezes, que não é contra as pessoas, mas contra atos depravados específicos, como homossexualismo: os ativistas gays nunca aceitarão o que ele fala sobre Bíblia e homossexualismo.
E agora, esquerdistas e gayzistas unidos nunca aceitarão que a empresa Avon venda os livros de Malafaia. 
A revista ultraesquerdista Carta Capital, em sua mais recente edição online, conta a estorinha de um gay coitado que, ao folhear inocentemente a revista da Avon, fica horrorizado ao ver o nome de Malafaia. Carta Capitaldiz:
O professor [Sergio Viula] conta que a gota d’água foi a inclusão do livro A Estratégia entre os títulos comercializados pela empresa. A obra, escrita pelo pastor americano Louis Sheldon, também é distribuída pela Editora Central Gospel – cujo dono é Silas Malafaia. Diante da situação, Viula resolveu se manifestar.
Primeiro, Viula se queixou para seus amigos gays. Depois, para a Avon. A resposta da Avon disse que a “variedade de títulos comercializados contempla a diversidade de estilos de vida, religião e filosofia presentes em nosso País”.
Grupos gays também entraram em contato com AllOut, milionária entidade gayzista americana que faz campanhas no mundo inteiro para promover o homossexualismo e derrubar toda oposição à agenda gay. No ano passado, AllOut lançou uma campanha para pressionar o PayPal a encerrar a conta de dez grupos cristãos, inclusive do meu blog. Tiveram sucesso, no meu caso, pois não sou tão poderoso e endinheirado quanto os promotores da agenda gay.
Por queixa de Sergio Viula, AllOut, multimilionário grupo gay americano, definiu Malafaia como ‘extremista anti-gay’

Contudo, AllOut quebrou a cara quando lançou uma campanha para derrubar a lei anti-sodomia da cidade russa de São Petersburgo. A lei proíbe promoção pública da agenda gay. Mesmo sob intensa pressão de AllOut e do governo dos EUA, os russos não cederam.

Agora, por causa da queixa de Viula, a AllOut está de olho em Malafaia.
Viula tem um passado complicado: era homossexual. Depois, diz que se converteu. Então, virou pastor batista. Em seguida, virou “apologeta” (tendo como seu hobby preferido, para variar, atacar igrejas neopentecostais). Depois, desvirou tudo! Agora, voltou ao que era, ou, em termos bíblicos, voltou ao vômito.
E não é um vômito pequeno. Num artigo sobre a Páscoa, em 27 de março de 2005, Viula diz:
[Quando menino] Jesus, a figura-mor da páscoa cristã, cresce, entra na puberdade com todas as tensões e tesões que ela abarca, mas não pode tocar em mulher e nem em homem, porque a doutrina da castidade e do celibato exigem que se pinte um cristo que tem pau mas não come, tem língua mas não lambe, tem boca mas não chupa, tem mãos mas não masturba, etc. Parece o salmo 115 (na Bíblia protestante) que fala dos ídolos mudos. Ele é sexualmente como um daqueles ídolos, ou seja, nada pode fazer.
Milagres lhe são atribuídos como prova de sua filiação divina. Ele faz aquilo que o povo sempre quer: pão e circo. Multiplica pães e arma o maior barraco no pátio do templo expulsando os camelôs da época. É o primeiro rapa da história registrada. Se fosse hoje teria saído no Ratinho. Detalhe: todos os milagres supostamente feitos num tempo e entre pessoas que jamais poderiam ser conferidos posteriormente. Hoje, que a gente pode conferir, os milagres só acontecem com a ajuda de remédios, terapias e médicos especializados. Mas o crédito fica sempre por conta do mito e não da ciência que desenvolveu tais procedimentos terapêuticos. Afinal, sem esse deus engravidador de virgens, a medicina não poderia coisa alguma.
Ele morre. Mas um herói não pode morrer no final e ficar por isso mesmo. O filme tem que ter continuação. Afinal, promete ser um sucesso de bilheteria no circuito histórico universal. Então, a classe sacerdotal dribla o suposto fato histórico de sua morte (apesar de não se ter certeza de que ele sequer tenha existido de fato). O drible é a invenção do milagre da ressurreição.
Trata-se simplesmente da retomada do mito egípcio de Osíris, sua morte e ressurreição, só que desta vez com ares de “fato histórico” — o que constitui o verdadeiro problema, pois uma coisa é conhecer um mito sabendo que é apenas um mito, outra coisa é afirmar que a narração mítica é histórica e ser capaz de matar e morrer por esse engodo.
O engraçado é que ele ressuscita, mas se esconde num suposto céu…
Quem disse que ateu não adora nada? Eu adoro os homens!
“Dessa maneira, confirma-se neles o quanto é verdadeiro o provérbio que diz: ‘O cão volta ao seu vômito’ e mais: ‘A porca lavada volta a revolver-se no lamaçal’”. (2 Pedro 2:22 KJA)
É claro que Viula não é, em termos bíblicos, a única porca lavada voltando ao vômito e ao lamaçal. Lanna Holder era lésbica, virou pastora, desvirou tudo e hoje é pastora lésbica.Ela prefere o pastorado porco!
Já Viula prefere o ateísmo porco. Com sua experiência passada de apologeta debochador de neopentecostais, hoje ele mira o próprio Jesus Cristo.
O problema então de Viula e inúmeros outros ativistas gays não é só Malafaia, Julio Severo e outros cristãos. O problema é Jesus Cristo! A rebelião deles é contra o Criador dos homens e da sexualidade.
“Esses rebeldes dizem: ‘Vamos nos livrar do domínio deles; acabemos com o poder que eles têm sobre nós.’ Do seu trono lá no céu o Senhor ri e zomba deles.” (Salmos 2:3-4 BLH)
Deus pouco se importa com a conduta porca desses debochadores. Aliás, ele ri deles. Nesse aspecto, Silas Malafaia tem tido uma reação exemplar.
De acordo com a Carta Capital, Malafaia deu de ombros para a apologética gayzista de Viula. Em nota divulgada em seu site, Malafaia declarou: “Esses gays estão dando um ‘tiro no pé’, estão me promovendo com uma tamanha grandeza que nunca pensei de ser tão citado e até defendido por jornalistas como, por exemplo, Reinaldo Azevedo”.
Ele afirmou ainda que essas perseguições lhe dão mais força para lutar contra o PLC 122. “Se antes de ter leis que dão a eles privilégios, já se acham no direito de perseguir e intimidar os que são contra seus ideais, imaginem se a lei for aprovada”, disse ele.
Diante do comunicado de Malafaia, Viula afirmou: “Malafaia é um extremista. Inclusive, outros pastores não concordam com as atitudes dele”.
Esquerdistas e gayzistas são grandes debochadores dos cristãos. Por isso, Carta Capital escolheu Viula para expressar seus sentimentos com relação a Malafaia e aos cristãos. Tal preconceito não é de admirar: Luis Nassif, um dos figurões da Carta Capital, já me atacou por denunciar a nomeação de um professor pró-aborto para a Pontifícia Academia de Ciências.
Viula pode ser hoje um grande apologeta gayzista e debochador de Jesus Cristo, mas se o Genizahe outros apologetas debochadores precisarem de ajuda para lançar mais ataques a Malafaia, tenho certeza de que Viula seria capaz de mostrar um generoso espírito de colaboração. Porcaria é com ele mesmo.

Críticos do mundo gospel atacam tudo, menos a heresia progressista

Críticos do mundo gospel atacam tudo, menos a heresia progressista

Julio Severo
Jean Wyllys disse que os calvinistas são aliados do movimento homossexual. Olhando para o Genizah, um tabloide sensacionalista assumidamente calvinista, as palavras de Wyllys se confirmam. Posições conservadoras são rotineiramente debochadas ali. Um dos alvos, é claro, sou eu. Do jeito que sou atacado pelo movimento gay, sou atacado pelo Genizah.
Provavelmente, quando mencionou aliança entre calvinistas e movimento gay, Jean Wyllys estava se referindo ao Genizah. Ele deve achar que essa autodenominada quadrilha deve representar todos os calvinistas do Brasil, pois suas defesas progressistas nunca são nominalmente contestadas por calvinistas conservadores, comprovando que o silêncio é tão danoso quanto a defesa descarada.
O silêncio danoso da maioria diante das arruaças de uma minoria deixa um ativista socialista gay secularista como Wyllys a vontade para elogiar os “aliados” calvinistas, e deixa a vontade pastores gays, que me atacam, para fazer semelhantes elogios ao Genizah.
O ataque mais recente veio não desses pseudo-pastores, mas do tabloide que eles amam. O Genizah, com sua liberdade de expressão, publicou um artigo de Ariovaldo Ramos, um calvinista progressista, chamando Robinson Cavalcanti de “profeta”. Ariovaldo é um dos “profetas” da Teologia da Missão Integral, considerada por ele a versão protestante da Teologia da Libertação, que tanto estrago marxista trouxe à Igreja Católica.
A versão protestante não foi menos maléfica. Em 2002, o Comitê Nacional Evangélico Lula 2002, sob inspiração e em parceria com o Movimento Evangélico Progressista (MEP), fundado por Cavalcanti, declarou: “Apoiamos Lula para presidente porque reconhecemos que várias propostas de seu programa de governo se identificam com a vocação profética da Igreja de Jesus Cristo”.
Se trabalhar com o PT e para o PT é “vocação profética da Igreja de Jesus Cristo”, então o ministério de Jeremias, Isaías e outros profetas da Bíblia não faz sentido algum.
A igreja evangélica brasileira está hoje tão contaminada e adoecida pelo trabalho sujo dos defensores de teologias marxistas que quando um deles é apontado como “profeta”, muitos se prostram e dizem “amém”, prestando reverência, idolatria, etc. E ainda apontam seu marxismo disfarçado de evangelho como instrumento de “bem” para a sociedade — como se o governo do PT, que é resultado dos esforços deles, fosse uma grande bênção para o Brasil. O elogio fúnebre do Genizah e outros evangélicos progressistas a Cavalcanti destacou esse “bem”. Nesse clima de euforia progressista, os discordantes se tornam “heréticos”.
Meu blog cometeu tal “heresia” ao reproduzir matéria jornalística secular tratando do bispo assasasinado, apenas acrescentando que o marxismo do morto que Genizah e Ariovaldo interpretam como “bem”, eu interpreto como “estrago”.
Pronto! Bastou isso para que Danilo Fernandes partisse para o ataque, com seu habitual deboche. É moleza ele fazer isso, pois os “profetas” progressistas têm uma multidão de seguidores. Os falsos profetas andam em matilha. Alguma semelhança com o profeta Jeremias, que tinha todo o povo de Israel contra ele? Profetas verdadeiros de Deus como Jeremias andavam sozinhos ou em companhia muito pequena.
Os calvinistas Danilo Fernandes e Ariovaldo Ramos já decidiram que o bispo marxista assassinado, e eles mesmos, são “profetas”. Os discordantes são heréticos.
E outros calvinistas, querendo ou não, embarcaram no mesmo “espírito”. Renato Vargens, em dois artigos, tratou o assassinato do bispo marxista como “grande perda”.
Em que sentido exatamente ocorreu essa “perda”? Teria então sido uma “desgraça” se o MEP de Cavalcanti não tivesse existido e ludibriado uma geração de evangélicos? Teria sido uma “desgraça” se o MEP não tivesse doutrinado pastores e outros líderes nas maravilhas do socialismo e do PT?
Evidentemente, não podemos presumir que os grandes estragos que o PT e outros partidos socialistas estão causando no Brasil são obra exclusiva de revolucionários e radicais seculares. Há envolvimento de cristãos também. É óbvio que a CNBB tem a maior parcela de culpa. Mas igualmente culpados sãos os líderes evangélicos que absorveram a contaminação “teológica” da CNBB e a transformaram num novo evangelho, incitando uma participação e ativismo político evangélico de acordo com os ditames de um Karl Marx supostamente dessatanizado.
Por que então os maiores criticadores do mundo gospel preferem o silêncio diante da heresia progressista? Por que a Teologia da Missão Integral, descaradamente pró-socialismo, se tornou um tabu?
Caricatura de Renato Vargens em seus tempos “apologéticos” de Genizah

Renato Vargens sabe criticar pastores quando vê seus erros. Desde o seus tempos “apologéticos” no Genizah, ele faz críticas ácidas a Silas Malafaia, sem nunca ter escrito um artigo inteiro sobre o trabalho de Malafaia em defesa da família. Eu, por exemplo, tenho críticas a Malafaia no meu blog. Mas também tenho elogios, pois tenho de ser justo e equilibrado.

Vargens também ataca muitos outros líderes, quase que exclusivamente neopentecostais. Há inúmeros artigos dele contra eles. Contudo, não há artigos de Vargens fazendo críticas necessárias a colegas calvinistas que provocam estragos nas igrejas e passam, erroneamente, a imagem de que todos os calvinistas são como eles. O mesmo calvinista Vargens que cita nominalmente Malafaia e outros líderes neopentecostais silencia o nome e as más ações de calvinistas progressistas, dando a impressão, para ativistas gays como Jean Wyllys, de que todos os calvinistas são como Danilo Fernandes do Genizah, ou como a maior igreja presbiteriana americana, que já está ordenando pastores gays.
Talvez os calvinistas conservadores evitem mencionar o nome e más obras de seus colegas progressistas a fim de não manchar o nome do calvinismo. Mas em última análise, omitir o nome deles em denúncias necessárias não traz benefício algum ao calvinismo.
No caso de Vargens, há questões óbvias, pois seu histórico inclui participação na organização esquerdista Rio de Paz, onde ele confessa que conheceu Cavalcanti. Rio de Paz foi fundada pelo calvinista progressista Antonio Carlos Costa. E, é claro, o histórico de Vargens inclui participação passada no igualmente progressista Genizah. É um histórico ligado a adoradores da Teologia da Missão Integral.
Vargens tem alguma dúvida sobre a heresia deles? Há um consenso conservador de que o evangelho progressista é outro evangelho, que apresenta vários salvadores, entre os quais Jesus e o socialismo. O próprio Rev. Augustus Nicodemus, um conceituado calvinista conservador no Brasil, tem um entendimento que vai nessa direção. Ele disse: “Depois de tantos séculos, nossos teólogos progressistas têm algo de novo para nos dizer sobre esse ponto? Os que tentaram, caíram nas antigas heresias soteriológicas já discutidas e refutadas ad nauseam pelos Pais da Igreja e pelos Reformadores”.
No entanto, seria fácil Vargens lidar com seu passado comprometedor. No genuíno espírito de Cristo, ele poderia ser publicamente honesto sobre seu passado público, dizendo que errou, mas que Deus operou na sua vida, dando-lhe uma nova mentalidade. Cristo é sempre o Deus de transformações sobrenaturais e novas oportunidades. Ele transforma pecadores (até mesmo pecadores religiosos e apologetas) em novas criaturas.
Mas, em vez de ser claro sobre seu passado progressista, Vargens é claro apenas nas críticas aos desafetos do Genizah e outros progressistas.
Ao contrário de Malafaia e outros neopentecostais, cujos nomes Vargens (e também o Genizah) cita com muito barulho e estardalhaço, as matérias estridentes de Vargens não mencionam Cavalcanti, Rio de Paz, Antonio Carlos Costa, Genizah e Danilo Fernandes. Nenhuma denúncia. Nenhuma menção negativa desses nomes. Só silêncio.
Pelo contrário, Vargens parece ter reclamado dos que reclamaram das inúmeras profetadas encapetadas do morto, dizendo:
“O frio assassinato de Robinson Cavalcanti e sua esposa pelo filho adotivo aponta nitidamente para o esfriamento do amor. Senão bastasse a tragédia de um filho matar os pais, encontramos inúmeras pessoas lidando com a situação com extrema frieza, tratando da morte do bispo anglicano com desdém e desprezo. Confesso que fico chocado com a forma que muitos lidam com o sofrimento humano!”
Vargens garantiu que o texto não era uma indireta a mim. Mesmo assim, Danilo Fernandes disse “amém” para Vargens, citando nominalmente meu nome.
Mas o que pareceu indireta mesmo foi um texto de Vargens desta semana onde ele disse:
“Caro leitor, por acaso você já reparou o fato de que existem inúmeras casas que vivem um verdadeiro inferno? Pois é, lamentavelmente em boa parte dos lares evangélicos encontramos inúmeras pessoas que brigam e discutem por coisas desnecessárias. Que tal contrapor-se aos valores deste mundo transformando o seu inferno familiar num pedacinho do céu?”
Claro que se um evangélico conservador tivesse feito tal comentário, a patrulha progressista o condenaria sumariamente como um comentário cruel, insensível, anticristão e muitos outros adjetivos. O passado progressista de Vargens tem pelo menos uma vantagem: garante-lhe salvo-conduto no território dos chamados “apologetas” e criticadores do mundo gospel.
Pena que o comentário veio tarde demais para um bispo assassinado por um filho que há anos guardava rancor do pai, que estava preocupado demais tentando transformar o Brasil num pedacinho de “céu” socialista.
Talvez Vargens tenha criticado Cavalcanti sem querer nesse caso. Mas em todos os outros casos, suas críticas são perfeitamente conscientes.
Ele criticou a Marcha para Jesus do ano passado, onde Silas Malafaia denunciou publicamente o PLC 122 e o STF por ter criado do nada uma permissão constitucional à união civil homossexual. Até mesmo Olavo de Carvalho e Nivaldo Cordeiro, que não são evangélicos, elogiaram a Marcha para Jesus que, quer aceitemos ou não, foi a maior manifestação pública contra os desmandos imorais do governo petista.
Mas do Genizah só vieram críticas. E Vargens se prestou a imitar sua antiga “quadrilha” — como o próprio Genizah gosta muito acertadamente de se definir.
Os telepastores responsáveis pela Marcha para Jesus são imperfeitos, mas, quer gostemos ou não, o próprio PT já reconheceu que hoje a única oposição ao socialismo no Brasil são as posições conservadoras de telepastores como Silas Malafaia e R.R. Soares que, ao serem confrontados com questões de aborto e homossexualismo, falam publicamente o que o PT não quer ouvir, falam o que está na Bíblia e educam suas imensas audiências na defesa da família, atrapalhando assim a hegemonia imoral da revolução marxista no Brasil.
A preocupação e alvo do PT e outros radicais socialistas não é o Genizah, Ariovaldo Ramos e outros evangélicos progressistas. Esses são colaboradores. O alvo são os telepastores neopentecostais, que também são alvo constante do Genizah, Renato Vargens & Cia.
Não dá para esperar nenhuma mudança positiva no Genizah. Mas como é que um pastor como Vargens, que anda com o pessoal do Mackenzie, considerado elite conservadora no Brasil, não consegue assumir uma postura genuinamente conservadora? Como é que ele, que já leu muitos dos escritos de Cavalcanti, nunca encontrou nada para criticar na vastidão progressista do morto? No imenso espírito crítico de Vargens não há espaço para lidar com o marxismo evangélico e suas camuflagens teológicas?
Vargens podia ter ficado calado, mas preferiu abrir a boca e dizer que o assassinato de um bispo marxista foi uma “grande perda”, essencialmente dizendo “amém” às bajulações do Genizah ao morto. Essencialmente desmentindo todos os evangélicos que acertadamente denunciaram as más ideias e obras do morto.
O fato é que as declarações de Vargens disseminaram confusão, fazendo o Christian Post apresentar Cavalcanti ao público americano como um conservador que ele nunca foi, com a autenticação de Vargens. E dando farta munição ao Genizah para, sem base nenhuma, atacar os que sempre denunciaram o marxismo do bispo morto.
O dono do Genizah, em seu ataque a mim, recomendou dois artigos: Um artigo totalmente debochado dele (mas sem assinatura), no seu blog laranja Observador Cristão, que se autointitula de “reformado conservador”. O outro, um texto de Renato Vargens que contém um lamento pela “grande perda” do bispo marxista.

Um profeta verdadeiro vai contra a multidão. Um profeta falso prioriza sua própria ideologia e os sentimentos adoecidos da multidão. Se Vargens quer ser uma voz profética, tem de renunciar aos seus tempos “apologéticos” no Genizah e embarcar no caminho estreito, onde o verdadeiro profeta é criticado e atacado pela maioria. Esse é o preço de ser uma voz profética que critica sob a direção de Deus.

Vargens fez uma boa coisa se desvinculando do Genizah, o blog oficial da apologética progressista. Essa é uma decisão difícil até mesmo para um conhecido pastor assembleiano. Mas é preciso muito mais. É preciso abandonar o espírito de Genizah, o espírito de lixo, que critica e debocha dos que estão pelo menos fazendo alguma coisa pelo Brasil, e poupa, defende e adula os que usam sua teologia marxista para jogar o Brasil no abismo.
Do contrário, Vargens engrossará as fileiras dos cristãos progressistas (ou esquerdistas, ou comunistas, ou socialistas) que cooperam com a revolução socialista. De aliados calvinistas (conscientes ou não) de Jean Wyllys e seus socialismo gayzista, já basta o Genizah.

Silas Malafaia repreende mau-caratismo de Edir Macedo e sua TV Record

Publicado em apologetas, cair no Espírito, Domingo Espetacular, Edir Macedo, Silas Malafaia por juliosevero em 16 de novembro de 2011

Silas Malafaia repreende mau-caratismo de Edir Macedo e sua TV Record

Julio Severo
Silas Malafaia é contra a prática neopentecostal de “cair no Espírito”, mas ele teve de criticar reportagem do Domingo Espetacular, da TV Record, que atacou o “cair no Espírito”. Malafaia mostra que o que há na Record é muito pior do que qualquer prática neopentecostal indesejável por outros. “O que tem nessa TV? Lascívia, homossexualismo, adultério, prostituição, safadeza, roubalheira, mau-caratismo, ensinando mau-caratismo”, disse Malafaia, que também denunciou que a única motivação do poderoso chefão da IURD é a inveja, pois sua igreja está perdendo muitos clientes por causa de igrejas “concorrentes”.
Confira vídeo da excelente repreensão de Malafaia aqui: http://youtu.be/7Wa7xoSEekI
Edir Macedo, com seu apoio imoral ao aborto, não tem nenhuma credibilidade para criticar o “cair no Espírito” e outras práticas neopentecostais. Assim também vigaristas travestidos de apologetas, que têm moral duvidosa e se aliam a Macedo e Caio Fábio para atacar as mesmas práticas, têm pouca ou nenhuma credibilidade.
Macedo com sua defesa ao seu próprio “evangelho” peculiar se encaixa, juntamente com os falsos apologetas, exatamente no que Jesus disse:
“Por que é que você vê o cisco que está no olho do seu irmão e não repara na trave de madeira que está no seu próprio olho? Como é que você pode dizer ao seu irmão: “Me deixe tirar esse cisco do seu olho,” quando você está com uma trave no seu próprio olho? Hipócrita! Tire primeiro a trave que está no seu olho e então poderá ver bem para tirar o cisco que está no olho do seu irmão.” (Mateus 7:3-5 BLH)
Sobre a prática do “cair no Espírito”, já vi pessoalmente pastores orarem e empurrem pessoas para cair. Aliás, eu mesmo fui vítima, pelo menos duas vezes, desse “empurra” confundido com “cair no Espírito”.
Contudo, já vi pessoas recebendo oração e caindo sem que ninguém tivesse nem se aproximado delas. Elas caíram, em muita paz. Em outras ocasiões, o cair que vi não era do Espírito, mas uma manifestação demoníaca.
Seja como for, quem quiser criticar precisa ter moral e credibilidade, e Macedo e os falsos apologetas não têm essas qualidades.
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