Julio Severo

O método “arrastão” de investigação científica

Publicado em Ann Coulter, teoria da evolução por juliosevero em 6 de setembro de 2011

O método “arrastão” de investigação científica

Ann Coulter
A definição de inferno está sendo condescendida por idiotas. E lá devem estar os repórteres da MSNBC Chris Matthews e Contessa Brewer lhe soltando risadinhas por toda a eternidade por você não acreditar na evolução.
Quase um terço do meu best-seller de 2007, primeiro lugar no New York Times, Sem Deus — A Igreja do Liberalismo, é um ataque ao mito liberal da criação: a evolução darwinista. Apresentei os argumentos de todos os especialistas no campo, desde o retardado Richard Dawkins ao brilhante Francis Crick, e os confrontei.
Mas parece que os liberais não querem argumentar.
Apesar da fixação obsessiva de Matthews, manifestada por sua constante em perguntar aos republicanos eleitos se eles acreditam na evolução, ao me entrevistar durante uma hora a respeito do Sem Deus — o mesmo livro que está repleto de ataques ao darwinismo — Matthews não me fez uma única pergunta sobre o assunto.
Aliás, nenhum liberal fez. Matthews sequer sabe o que é evolução.
Um ano mais tarde, em um debate entre presidenciáveis republicanos, Matthews pediu que levantasse a mão quem acreditava na evolução. A discussão estava proibida! Vai ver isso abre espaço para que fatos científicos, e não gracinhas de pátio de escola, venham à tona.
A evolução é o único assunto que é discutido exclusivamente na base do “Você acredita?”, permitindo apenas sim ou não. Que tal se jornalistas conservadores começarem a colocar um microfone na frente de candidatos liberais e perguntarem: “Você acredita na Bíblia, sim ou não?” “Um bebê na barriga da mãe é humano, sim ou não?” ou “Você acredita que adolescentes devam fazer sexo, sim ou não?”.
Esse é o método “arrastão” de investigação científica. Os liberais rapidamente cercam e humilham qualquer um que discorde deles. Ficam perdidos quando seus apelos a posições ideológicas (que funcionam muito bem com eles próprios) não funciona com o resto do mundo.
Agora que o candidato republicano à presidência Rick Perry declarou que há “furos” na teoria da evolução — ou “gás”, como noticiado originalmente pelo New York Times, antes de publicarem uma errata — está aberta uma nova rodada de escárnio a loucos fundamentalistas, ignorando-se quaisquer fatos.
Mas a verdade é que não foram os avanços do cristianismo (que é relativamente constante), mas da própria ciência, que desacreditaram completamente a teoria evolucionista de Darwin.
Esta semana, vamos considerar uma pequena fatia da montanha de evidências científicas refutando essa misteriosa religião da era vitoriana.
O mais devastador para os “darwimaniacos” foram os avanços na microbiologia desde a época de Darwin, revelando mecanismos incrivelmente complexos, que necessitam de centenas de partes funcionando ao mesmo tempo — estruturas celulares complexas, o DNA, mecanismos de coagulação sanguínea, moléculas e os pequeninos cílios e flagelos celulares.
De acordo com a teoria de Darwin, a vida na Terra começou com formas de vida unicelulares, que por meio de mutações aleatórias, acasalamento e morte, passavam para frente mutações desejáveis, em cujo processo ao longo de bilhões de anos levou à criação de novas espécies.
O teste (extremamente generoso) que Darwin propôs para sua teoria foi o seguinte: “Se fosse possível demonstrar que existe um organismo tão complexo que fosse impossível de ter sido formado por uma série de pequenas e sucessivas modificações, minha teoria cairia por terra”.
Graças aos avanços dos microscópios, milhares dos tais mecanismos complexos foram descobertos desde os dias de Darwin. Ele teve que explicar apenas dispositivos simples, como bicos e guelras. Se Darwin pudesse voltar nos dias de hoje e olhar através de um microscópio moderno para ver as funções internas de uma célula, ele iria prontamente abandonar a própria teoria.
É uma impossibilidade matemática que, por exemplo, todas as 30 a 40 partes de um flagelo celular — esqueça as 200 partes de um cílio! — poderiam ter surgido todas de uma vez por mutações aleatórias. De acordo com a maioria dos cientistas, tal ocorrência é considerada talvez menos provável do que o senador John Edwards se casar com Rielle Hunter, o “marco zero” do impossível.
Tampouco faria cada uma das 30 a 40 partes individualmente um organismo mais apto a sobreviver e se reproduzir; o que é o ponto central da engenhoca toda, se bem nos lembramos.
Como explica Michael Behe, bioquímico e autor do livro “A Caixa-preta de Darwin”, mesmo um mecanismo tão simples quanto uma ratoeira de três partes requer que essas três partes funcionem ao mesmo tempo. Senão você não vai ter uma ratoeira que pegue metade dos ratos que deveria pegar para conseguir a sobrevivência da lei do mais forte. Enfim, você não vai ter uma ratoeira.
Quanto mais aprendemos sobre moléculas, células e DNA — um conjunto de conhecimentos que alguns chamam de “ciência” — mais próspera se torna a teoria de Darwin. Como diria Bill Gates, o DNA “é como um programa de computador, mas muito, muito mais avançado que qualquer software já criado” (Além disso, o DNA não costuma travar quando estamos no meio da reprodução).
Os fanáticos evolucionistas preferem não ser convocados para explicar esse complexos mecanismos que, de acordo com o próprio Darwin, iriam refutar sua teoria.
Ao invés disso, fazem piadas sobre quem sabe a verdade. Dizem que discutir evolução significa acreditar que os homens viveram junto com dinossauros.
Os perseguidores de Galileu devem ter dado boas gargalhadas do fato de ele acreditar em Fred Flintstone.
É por isso que os “darwimaniacos” mais iluminados soam como cientologistas para poderem se ater à sua religião misteriosa.
Crick, ganhador do Prêmio Nobel por sua codescoberta do DNA, levantou a hipótese de que extraterrestres de inteligência superior mandaram células vivas para a Terra em uma espaçonave não tripulada, teoria exposta em seu livro de 1981, “Life Itself”.
Logo ele perdeu Deus por um fio!
Mas a solução de Crick obviamente demanda a seguinte pergunta: como os extraterrestres de inteligência superior evoluíram?
O biólogo populacional de Harvard, Richard Lewontin, disse que os “darwimaniacos” toleram “estórias bonitinhas mas incomprovadas” sobre a evolução e ignoram “a patente absurdidade de alguns de seus argumentos” por estarem comprometidos em criar uma teoria que exclui Deus. “Não podemos”, disse Lewontin “permitir um primeiro passo na direção do divino”.
Talvez se trocássemos o nome de “design inteligente” para Louis Vuitton para não assustar os “teofóbicos”, eles iriam admitir a verdade: A ciência moderna refutou a evolução darwinista.
Traduzido por Luis Gustavo Gentil especialmente para o Blog Julio Severo: www.juliosevero.com
Título original: The flash-mob method of scientific inquiry
Fonte: WND

>Esquerdistas fazem doações que custam caro — para você, não para eles

Publicado em Al Gore, Ann Coulter, caridade, Cheney, doações, George Bush, Joe Biden, Ted Kennedy por juliosevero em 13 de janeiro de 2011

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Esquerdistas fazem doações que custam caro — para você, não para eles

Ann Coulter
Os esquerdistas nunca se cansam de discutir sua própria generosidade, particularmente quando exigem que o governo tome à força o dinheiro que você ganha com tanto suor para financiar preguiçosos funcionários governamentais supervisionando contraprodutivos programas governamentais.
Eles parecem ter substituído “Deus” por “governo” em frases bíblicas como “Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu pensamento.” (Mateus 22:37 ACF)
Ann Coulter

Nesta semana, vamos dar uma olhada nas doações de caridade feitas pelos que se julgam campeões dos pobres.

Em 2009, Obama e sua esposa deram 5,9 por cento de sua renda para instituições de caridade, praticamente a mesma quantia que eles deram em 2006 e 2007. Nos oito anos antes de se tornar presidente, Obama deu uma média de 3,5 por cento de sua renda para instituições de caridade, elevando para 6,5 por cento em 2008.
As doações de caridade de Obama e sua esposa são igualmente divididas entre “esperança” e “mudança”.
George W. Bush dava, em contribuições de caridade, mais de 10 por cento de sua renda anualmente quando era presidente, e mesmo antes de se tornar presidente.
Portanto, em 2005, Obama deu a mesma quantia de dólares para instituições de caridade quanto o presidente George Bush deu. A diferença é que Obama ganhava um salário anual de 1 milhão e 700 mil dólares, muito mais que o dobro do salário anual de $735.180 do presidente Bush. De novo em 2006, Bush doou mais para instituições de caridade do que Obama com uma renda um terço menor do que a de Obama.
Na década antes de Joe Biden se tornar vice-presidente, Biden e sua esposa doaram um total — durante 10 anos inteiros combinados — de 3.690 dólares para instituições de caridade, ou 0,2 por cento de sua renda. Eles deram numa década o que a maioria dos americanos em sua faixa de imposto de renda dá em média durante um ano, ou cerca de uma fileira de cabelos transplantados.
É claro que até mesmo nos anos mais mesquinhos de Biden ele deu mais para instituições de caridade do que o senador [esquerdista] John Kerry deu em 1995, o que foi absolutamente nada. Contudo, nesse ano Kerry gastou meio milhão de dólares numa pintura holandesa do século XVII, conforme informa Peter Schweizer em seu livro de 2008 “Makers and Takers” (tradução livre: Os que produzem e os que tomam).
Para ser justa, 1995 foi um ano em que as doações de caridade de Kerry estavam baixas. No ano anterior, ele havia dado $2.039 para instituições de caridade, e no ano antes ele deu uma quantia inacreditavelmente baixa de $175.
Ele também jogou uma nota de 5 dólares no balde do Exército de Salvação e quase que não pediu o troco.
Em 1998, Al Gore deu $353 para instituições de caridade — o lucro aproximado do trabalho de um dia numa barraca de venda de limonada em sua vizinhança. Essa quantia foi 10 por cento da média nacional para doações caritativas feitas por pessoas que ganham na faixa de $100.000 a $200.000 por ano. Gore estava no topo desse nível econômico, com uma renda anual de $197.729.
Quando o senador [esquerdista] Ted Kennedy anunciou sua declaração de renda a fim de concorrer para presidente na década de 1970, os registros mostraram que Kennedy mal deu 1 por cento de sua renda para instituições de caridade — ou, como diz Schweizer, “cerca da mesma quantia que ele afirmou que gastou no seu iate de 15m”. ([Apesar do fato de que Kennedy vivia se embriagando em bares], gorjetas para garçons e garçonetes não são consideradas doações de caridade.)
Os membros comuns do [esquerdista] Partido Democrático doam para instituições de caridade tanto quanto seus líderes de partido. Com a mesma renda, uma mãe solteira que recebe assistência social do governo tem uma probabilidade sete vezes menor de fazer doações para instituições de caridade do que uma família pobre que trabalha e frequenta cultos cristãos.
Em 2006 e 2007, John McCain, que faz sua declaração de renda separadamente de sua esposa rica, deu 27,3 por cento e 28,6 por cento de sua renda para instituições de caridade.
Em 2005, o vice-presidente [conservador] Cheney deu 77 por cento de sua renda para instituições de caridade. Ele também deu um tiro na cara de um advogado, o que considero que deveria valer como algo positivo.
Num só ano, informa Schweizer, Rush Limbaugh “deu 109.716 dólares para ‘vários indivíduos em necessidade de assistência, principalmente devido a enfermidades na família’, 52.898 dólares para organizações que prestam assistência médica para crianças, inclusive ‘vários programas para beneficiar famílias em necessidade’, 35.100 dólares para uma ‘instituição para pacientes de Alzheimer de famílias necessitadas’ e 40.951 para unidades de ar condicionado e aquecedores entregues para tropas americanas no Iraque”.
(Rush também certa vez deu 50 dólares para Maxine Waters depois de achar, por engano, que ela era uma sem-teto.)
O único jeito de conseguir fazer com que um esquerdista abra o próprio bolso é realizar para ele paradas, permitindo que ele se gabe de seus próprios atos de caridade em revistas e na TV.
Não é sobre isso que Jesus instruiu no Sermão do Monte?
“Quando, pois, deres esmola, não faças tocar trombeta diante de ti, como fazem os hipócritas… Mas, quando tu deres esmola, não saiba a tua mão esquerda o que faz a tua direita; Para que a tua esmola seja dada em secreto; e teu Pai, que vê em secreto, ele mesmo te recompensará publicamente.” (Mateus 6:2-4 ACF)
Em minha Bíblia, essa passagem vem com uma ilustração de Bill Gates e Warren Buffett.
Pelo menos os hipócritas na Bíblia e também Bill Gates e Warren Buffett, que incessantemente se gabam de seus atos de caridade, realmente soltam sua grana.
Os políticos esquerdistas cacarejam quanto amor eles têm pelos pobres exigindo que cidadãos excessivamente sobrecarregados de impostos financiem esquemas governamentais de redistribuição de renda, mas eles mesmos nunca abrem os próprios bolsos.
A única evidência que temos de que os políticos esquerdistas amam os pobres é que eles sistematicamente apoiam políticas que criarão mais pobres.
Traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com
Fonte: WND
Outros artigos de Ann Coulter:

>O avarento Scrooge era esquerdista

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O avarento Scrooge era esquerdista

Ann Coulter
É época de Natal. Por isso, os esquerdistas, que não querem nada com Deus, estão citando a Bíblia para exigir a redistribuição de renda mediante força governamental. Jesus não disse “Bem-aventurados os burocratas da assistência social do governo, pois dos tais é o reino dos céus”?
Os esquerdistas estão sempre indignados e acusando os conservadores de afirmar que Deus está do nosso lado. O que de fato dizemos é: Estamos do lado de Deus, principalmente quando os esquerdistas estão exigindo que Deus seja banido das escolas públicas, querem impor leis de aborto legal irrestrito e exigem que o dinheiro do imposto dos trabalhadores seja gasto em “obras de arte” como quadros de Jesus submersos em jarro de urina ou quadros da Virgem Maria cobertos de fotos pornográficas.
Ann Coulter

Mas para esquerdistas como Al Franken, não há a menor dúvida de que Jesus apoiaria um aumento no seguro-desemprego federal.

Isso não tem nada a ver com a Bíblia, mas ilustra bem o que Shakespeare quis dizer quando disse que o “diabo pode recitar a Bíblia para atingir seus propósitos”.
O que a Bíblia diz sobre fazer doação para os pobres é: “Cada um dê conforme determinou em seu coração, não com pesar ou por obrigação, pois Deus ama quem dá com alegria.”. (2 Coríntios 9:7 NVI)
Mas ser forçado a pagar impostos sob a pena de ir para a cadeia não é algo voluntário e raramente é algo feito com alegria. Além disso, nossos impostos não vão para “os pobres”. Em grande parte, nossos impostos vão para funcionários governamentais que ganham mais dinheiro do que você ganha trabalhando.
As razões por que os esquerdistas adoram o governo redistribuindo dinheiro é que as políticas de redistribuição permitem que eles passem por cima da parte da caridade que envolve abrir o próprio bolso e entregar o próprio dinheiro. Conforme sabemos a partir de estudo após estudo, eles não aguentam fazer isso — a menos que lhes sejam garantidas entrevistas coletivas à imprensa onde eles possam se gabar de sua generosidade.
Arthur Brooks, professor da Universidade de Syracuse, fez um estudo sobre doações para entidades filantrópicas nos EUA. O estudo revelou que os conservadores doam 30 por cento a mais para instituições de caridade do que doam os esquerdistas, apesar do fato de que os esquerdistas têm rendas mais elevadas do que os conservadores.
Em seu livro “Who Really Cares?” (Quem realmente se importa?), Brooks comparou as doações de caridade de quatro grupos: conservadores cristãos, esquerdistas seculares, conservadores seculares e esquerdistas “cristãos”.
A conclusão surpreendente dele foi que… o esquerdista Al Franken foi o homem que mais fez doações!
Ha, ha! Só estou brincando. Os conservadores cristãos, o maior grupo (perfazendo uns 20 por cento da população), foram os que mais fizeram doações para as instituições de caridade — 2.367 dólares por ano, em comparação com 1.347 dólares para os EUA em geral.
Mesmo em se tratando de instituições de caridade puramente seculares, os conservadores cristãos doam mais do que os outros americanos, o que é de surpreender, pois os esquerdistas se consideram especialistas em “entidades de caridade” que lhes dão um benefício direto, tal como balé ou as escolas particulares de elite para seus filhos.
Aliás, os cristãos, diz Brooks, “fazem mais caridade em todos os aspectos não religiosos que dá para se medir”.
Brooks revelou que os conservadores doam mais em tempo, serviços e até sangue do que os outros americanos, notando que se os esquerdistas e moderados doassem tanto sangue quanto os conservadores doam, o abastecimento de sangue aumentaria em cerca de 50 por cento.
Deviam estabelecer bancos de sangue nas reuniões do movimento conservador Tea Party.
Em média, uma pessoa que frequenta cultos cristãos e não crê na redistribuição de renda doará 100 vezes mais — e 50 vezes mais para instituições seculares de caridade — do que uma pessoa que não frequenta cultos cristãos e crê fortemente na redistribuição de renda.
Os esquerdistas seculares, o segundo maior grupo (perfazendo 10 por cento da população), foram os mais brancos e ricos dos quatro grupos. (Alguns de vocês talvez os conheçam também como os “insuportáveis alardeadores”.) Esses “mesquinhos de bom coração”, como os chama Nicholas Kristof, colunista do jornal esquerdista New York Times, foram os mais sovinas, logo atrás dos conservadores seculares, que são caras brancos em grande parte jovens, pobres e excêntricos.
Apesar de sua riqueza e vantagens, os esquerdistas seculares fazem doações para entidades de caridade a uma taxa de 9 por cento menos do que todos os americanos e 19 por cento menos do que os conservadores cristãos. Eles tinham também “consideravelmente menos probabilidade do que a média da população de devolverem troco a mais lhes dado por engano por um caixa de loja”. (Ao atender a deputada esquerdista Nancy Pelosi numa loja, conte o troco com todo cuidado!)
Contudo, os esquerdistas seculares têm 90 por cento mais de probabilidade de dar discursos santarrões no Senado exigindo a redistribuição forçada de renda. (Essa exigência subiu 7 por cento desde o ano passado!)
Examinaremos esquerdistas específicos na próxima semana.
É desnecessário dizer que os “esquerdistas cristãos” perfizeram o menor grupo (cerca de 6 da população).
O que é interessante é os esquerdistas cristãos foram também o “grupo mais confuso” de todos. Composto em grande parte de negros e unitaristas, os esquerdistas cristãos alegam que fazem quase tantas doações de caridade quanto os conservadores cristãos, mas a suposição é que os unitaristas são os responsáveis pelos números baixos deles, tornando-os o segundo colocado em doações para instituições de caridade.
Brooks escreveu que ele ficou chocado com suas conclusões, pois ele cria que os esquerdistas “genuinamente se importavam mais com os outros do que os conservadores se importavam” — provavelmente porque os esquerdistas estão sempre nos dizendo isso.
Por isso, ele refez os cálculos e coletou mais dados, mas os resultados que vinham eram sempre os mesmos. “No fim”, diz ele, “não tive opção senão mudar minha perspectiva”.
Cada segundo estudo sobre o assunto produziu resultados semelhantes. Aliás, um estudo sobre filantropia no Google revelou uma disparidade ainda maior, com conservadores fazendo 50 por cento mais doações do que os esquerdistas. O estudo do Google mostrou que os esquerdistas fizeram mais doações para causas seculares em geral, mas os conservadores ainda fizeram mais doações conforme a percentagem de suas rendas.
O Índice de Ajuda Humanitária analisou uma década de declarações estaduais e federais do imposto de renda e constatou que as regiões conservadoras eram muito mais generosas do que as regiões esquerdistas, com a percentagem mais elevada dos pães duros vivendo na região esquerdista do Nordeste dos EUA.
Em seu livro “Intellectuals” (Intelectuais), Paul Johnson cita Pablo Picasso debochando da ideia de que ele faria doações às pessoas que estão em necessidade. “Temo que você entendeu errado”, explica Picasso, “somos socialistas. Não fingimos ser cristãos”.
Feliz Natal a todos, tanto para avarentos esquerdistas quanto para cristãos generosos!
Copyright 2010 Ann Coulter
Traduzido e adaptado por Julio Severo
Fonte: WND
Divulgação: www.juliosevero.com
Outros artigos de Ann Coulter neste blog:

>Bradley Manning, o homossexual que provou para o mundo inteiro que homossexuais nas forças armadas são inconfiáveis

Publicado em Ann Coulter, Bradley Manning, WikiLeaks por juliosevero em 6 de dezembro de 2010

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Bradley Manning, o homossexual que provou para o mundo inteiro que homossexuais nas forças armadas são inconfiáveis

Ann Coulter
As duas maiores notícias desta semana são a continuação da publicação de documentos secretos do governo pela WikiLeaks, que provocou um prejuízo incalculável aos interesses de segurança nacional dos Estados Unidos, e a determinação fanática dos membros do esquerdista Partido Democrático de derrubar a política “não pergunte, não revele” (que, na essência, significa que o Exército não deve perguntar se um soldado é gay e o soldado não deve revelar esse fato, sob pena de perder a farda) e permitir que gays atuem nas forças armadas.
O informante que supostamente deu ao Wikileaks as montanhas de documentos secretos é o soldado Bradley Manning, analista de informações confidenciais do Exército e um gay revoltado.

Já ouvimos falar um bilhão de vezes do caso do soldado que trabalhava como tradutor do Exército e que só queria servir a seu país, mas foi forçado a deixar a farda porque ele amava outro homem.

Pois dê-me seu tradutor do Exército e eu lhe dou um Bradley Manning.
De acordo com os bate-papos de Bradley na Internet, ele estava num “lugar inadequado” tanto “emocionalmente quanto psicologicamente”. Aí por puro chilique ele traiu seu país, orquestrando o maior vazamento de informações confidenciais da história dos Estados Unidos.
Será que isso não está no Código de Conduta do Exército? “Você deve seguir ordens sempre. Exceções serão abertas aos militares que estejam num lugar inadequado. Agora, quem quer um abraço? Garçonete, mais três drinks!”
De acordo com o jornal New York Times, Bradley buscou “apoio moral” de seu namorado “que se declarava drag queen.” Ai, ai, mas ele ainda se sentia infeliz. Então, por que ele não experimentava trair seu país?
Num bate-papo na Internet com um hacker de computadores, Bradley disse que roubou centenas de milhares de documentos secretos, fingindo estar ouvindo um CD de título “Lady Gaga.” Aí ele agia como se estivesse cantando junto a música de sucesso dela, “Telephone”, enquanto baixava freneticamente documentos secretos.
Não sou um militar, mas acho que cantar junto com Lady Gaga constitui “revelar”, sob a política “não pergunte, não revele.”
Será que é preciso usar um vestido para ser pego pela política “não pergunte, não revele” do Exército?
O que constitui ser “assumidamente gay”, agora? Vir desmunhecando para o treinamento? Frequentar os exercícios militares vestido como um imitador da Cher? Seguir Anderson Cooper no Twitter?
Além disto, senhores militares, vocês já viram uma foto de Bradley Manning? A fotografia que eu vi era só da cintura para cima, mas dava a impressão de que ele estava usando uma calça sem fundilhos embaixo. Ele parece um cara com roupa de soldado em um desfile de Halloween de Greenwich Village.
Com um pouco de sorte, a corte marcial de Bradley vai ser mais gay do que um casamento de Liza Minelli. Pode vir a ser a primeira corte marcial na história dos Estados Unidos trazendo esculturas em gelo e uma barraca temática do “Mágico de Oz” como atrações. “Ei, você vai à corte marcial do Bradley? Ouvi dizer que a Pati LaBelle vai cantar lá!”
Talvez haja uma razão pela qual os gays tenham sido tradicionalmente mantidos fora dos serviços envolvendo informações confidenciais, além do fato de que gays enrustidos são fáceis de chantagear. Os gays sempre desconfiaram daquela lógica e talvez eles tenham razão.
Os espiões mais prejudiciais na história britânica foram os Cinco de Cambridge, também chamados de os “Cinco Magníficos”: Kim Philby, Guy Burgess, Anthony Blunt, Donald Maclean e John Cairncross. Eles tinham altos postos no serviço secreto britânico, todos trabalhando secretamente para a KGB.
O único que não era gay era Philby. Burgess e Blunt eram espalhafatosamente gays. Na verdade, os russos deram um namorado de presente para Burgess assim que ele desertou para a União Soviética.
O compatriota americano dos Cinco Magníficos, Michael Straight [na gíria americana, “straight” significa “hétero”] era —- por pura ironia — bissexual, como Whittaker Chambers, pelo menos durante o período em que era espião. E há, é claro, David Brock.
Tantos espiões soviéticos eram gays que, de acordo com o repórter de inteligência Phillip Knightley, referiam-se ao Comintern como “o Homintern.” (Eu o teria chamado de a “Gay G.B.”)
Os amigos de Bradley disseram ao Times que eles suspeitam que “o desespero dele por aceitação — ou ilusões de grandeza” podem tê-lo impelido a vazar todos aqueles documentos.
Vamos checar nosso “Guia Compacto do Perfil Gay” e… vejamos… desesperado por aceitação… ilusões de grandeza… é, ambos os casos estão alistados aqui!
Obviamente, a grande maioria dos gays são americanos leais — e cômicos e legais de chutar para fora! Mas uma pequena porcentagem dos gays vai ser de egocêntricas flores de estufa como Bradley Manning.
Por que eles não trabalham para a econômica linha área JetBlue? Os Estados Unidos estariam muito mais seguros agora se os gays que se sentissem num “lugar inadequado” psicologicamente provocassem como único estrago pegar umas cervejas e saltar com o paraquedas de emergência.
Olhe o desastre que um só gay criou durante o vigor de nossa política malvada do “não pergunte, não revele.” O que mais aguarda os Estados Unidos com a derrubada de uma política que provavelmente foi colocada lá por alguma razão (além de ser a única coisa que Bill Clinton já fez com a qual eu concordei)?
Os esquerdistas não ligam. A atitude deles é demolir os fundamentos da sociedade sem se perguntarem se esses fundamentos não servem para algum propósito.
Por que temos leis de imigração? Para que estas fronteiras? Para que temos a instituição do casamento, afinal? Para que precisamos de testes padronizados? Ei, eu gosto do Keith Richards — por que não legalizar a heroína? Vamos meter uma marreta nessas paredes pesadonas todas e ver o que acontece!
Para os esquerdistas, os gays no exército são uma proposta com a qual eles só têm a ganhar. Ou os gays nas Forças Armadas dão certo ou isso arruína as Forças Armadas, e eles apoiam entusiasticamente ambos os resultados.
Mas já que os esquerdistas estão falando tanto em gays atuando no exército, vamos falar de Bradley Manning. Ele ao que tudo indica vazou centenas de milhares de documentos secretos do governo, só porque ele era um gay num “lugar inadequado.”
Qualquer discussão sobre o “não pergunte, não revele” deve começar por Bradley Manning. Quem vive de piadas tristes, morre delas.
Tradução e links do Dextra, feita a pedido e por recomendação de Julio Severo.
Divulgação: www.juliosevero.com

>Governo de Obama humilha americanos

Publicado em Ann Coulter, Janet Napolitano, segurança dos aeroportos, terrorismo por juliosevero em 23 de novembro de 2010

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Governo de Obama humilha americanos

A fim de deter onda de terrorismo que é 100% islâmica, segurança americana nos aeroportos humilha milhões de passageiros que não são nem terroristas nem islâmicos

Ann Coulter
Depois dos ataques de 11 de setembro de 2001, quando 19 terroristas muçulmanos — 15 da Arábia Saudita, dois dos Emirados Árabes Unidos e um do Egito e outro do Líbano, 14 deles com “al” nos nomes — tomaram aviões comerciais com estiletes, o governo proibiu objetos afiados nos aviões.

A segurança dos aeroportos começou a confiscar as agulhas de tricô das velhinhas e a quebrar as lixas de unhas dos cortadores de unhas dos passageiros. Surpreendentemente, não se observou nenhuma diminuição no número de tentativas de sequestros feitos por velhinhas ou manicures.

Depois que outro terrorista muçulmano, Richard Reid, vulgo Tariq Raja, vulgo Abdel Rahim, vulgo Abdul Raheem, vulgo Abu Ibrahim, vulgo Sammy Cohen (que era apenas seu apelido no [site de relacionamentos] eHarmony), tentou explodir uma avião comercial com seu tênis carregado de explosivos, o governo proibiu o porte de mais de 85 gramas de líquidos em aviões.
Todos os passageiros foram obrigados a tirar os sapatos para uma inspeção de segurança especial, o que não frustrou um só ataque terrorista, mas deixou os postos de checagem de segurança dos aeroportos muito mais fétidos.
Depois que o terrorista muçulmano Umar Farouk Abdulmutallab, da Nigéria, tentou detonar material explosivo em sua cueca quando o avião em que ele era passageiro estava sobrevoando Detroit no Natal passado, o governo começou a exigir nos aeroportos escâneres que mostram o corpo totalmente nu.
Os equipamentos, que não conseguem detectar substâncias químicas ou material plástico, não teriam conseguido apanhar o homem com bomba na cueca. Então, novamente, nenhum sequestrador foi detido, mas poder ver os passageiros nuzinhos aumentou em 22 por cento o ânimo do pessoal da segurança.
Depois que explosivos foram inseridos em dois cartuchos de tinta e colocados em um avião originário da nação muçulmana do Iêmen com destino aos Estados Unidos, o governo americano proibiu cartuchos de impressoras em todos os voos nacionais, sem resultar em nenhuma melhoria na segurança dos aeroportos, enquanto exigiu que os cartuchos que eram transportados em aviões passassem a ser transportados por trem.
Daí, quando o próximo terrorista muçulmano, provavelmente com o nome de Abdul Ahmed al Shehri, colocar explosivos no próprio orifício anal, o que o governo vai exigir, então? (Se você estiver procurando por uma boa oportunidade de investimentos, posso sugerir luvas de borracha?)
No ano passado um muçulmano que tentou assassinar o príncipe Mohammed bin Nayef, da Arábia Saudita, se explodiu com uma bomba enfiada no ânus. Felizmente isso não aconteceu próximo a um aeroporto, ou a Ministra de Segurança Nacional Janet Napolitano estaria agora exigindo inspeções completas nos orifícios dos corpos dos passageiros antes de embarcarem nos voos.
A busca por explosivos nunca impedirá os ataques terroristas assim como tirar as armas de todo mundo nunca impedirá os crimes.
Na década de 1970, ideias esquerdistas a respeito da criminalidade varreram o país. As pessoas que possuíam armas legais eram tratadas como criminosas, enquanto os criminosos de verdade eram paparicados e soltos. Se apenas tratássemos os criminosos com dignidade e respeito e mostrássemos a eles que o sistema era justo, nos diziam os esquerdistas, os criminosos nos recompensariam com um bom comportamento.
Como se sabe bem agora, a criminalidade explodiu na década de 1970. Foi preciso décadas de políticas conservadoras de imposição da lei e da ordem para fazer a criminalidade voltar aos níveis próximos dos níveis que havia na década de 1950.
É igualmente inútil tratar todos os americanos como se eles fossem terroristas em potencial, enquanto se tenta encontrar e confiscar qualquer coisa que possa ser usada como arma. Não podemos revistar todos os passageiros em busca de explosivos, porque os muçulmanos enfiam explosivos até no ânus. (O tipo de coisa que os americanos não vão fazer mesmo.)
É preciso mirar e revistar os terroristas.
Felizmente, essa é a única vantagem que temos nesta guerra. Por um golpe de sorte, todos os terroristas são muçulmanos do sexo masculino, pardos e nascidos no exterior. (Pense: “Caras que a Madonna namoraria.”)
Isso para nós seria uma grande ajuda — se ao menos os EUA não estivessem sofrendo de insanidade.
Há alguma dúvida de que nós estaríamos procurando por suecos se os terroristas do 11 de setembro de 2001, o homem do sapato-bomba, o homem da bomba na cueca e o homem do cartucho de impressora-bomba fossem todos suecos? Se o Exército Republicano Irlandês estivesse explodindo nossos aviões, estaríamos procurando por pessoas com sobrenomes e aparência irlandesa, não é mesmo?
Só porque os terroristas são muçulmanos nós fingimos que não percebemos quem fica tentando explodir nossos aviões.
A bordo dos aviões de passageiros nos Estados Unidos é mais fácil identificar muçulmanos do que suecos ou irlandeses. Estrangeiros de pele morena dão na vista em um aeroporto. O público dos voos nacionais americanos é notavelmente homogêneo. Um aeroporto não é uma loja de departamentos da Sears.
Só cerca de um terço de todos os americanos voou pelo menos uma vez no ano passado e só 7 por cento fizeram mais do que quatro viagens de ida e volta. A maioria dos passageiros de linhas aéreas são homens de negócios, brancos, de meia-idade, classe média e com cerca de um milhão de milhas acumuladas em programas de milhagem. Eu apostaria que mais de 90 por cento dos passageiros de voos domésticos nasceram nos Estados Unidos.
Bastaria ao governo apenas conversar cinco minutos com o único passageiro por voo que nasceu fora dos Estados Unidos, e 90 por cento dos agentes do Ministério de Segurança dos Transportes [cuja sigla em inglês é TSA] seriam desnecessários e as linhas aéreas seriam muito mais seguras do que são agora.
Em vez disso, Napolitano não para de dar ordens para impor inspeções mais invasivas em todos os passageiros — exceto nos membros do Legislativo e funcionários do governo, que recebem tratamento VIP, de modo que eles nunca sabem o que ela está fazendo com o resto de nós.
Há duas semanas, Napolitano deu ordens aos agentes do TSA para começarem a apalpar os seios das mulheres e os órgãos genitais de todos os passageiros — crianças, freiras e vítimas de estupro, todo mundo, com exceção de funcionários do governo e membros do Legislativo. (O que é esquisito, porque [o deputado democrata ultra-esquerdista] Dennis Kucinich teria gostado.)
“Por favor, coloque seu órgão sexual para fora e prepare-se para ser acariciado quando se aproximar do posto de checagem de segurança”, dirá o funcionário da segurança.
Esse é o castigo para os passageiros que recusam o escâner invasivo e não querem aparecer nus num vídeo ao vivo ou estão preocupados com o risco de câncer de pele por causa das máquinas — riscos reconhecidos pelo próprio estudo da Universidade Johns Hopkins tão elogiado pelo governo.
Está ficando cada vez mais óbvio que precisamos manter o governo tão longe quanto possível da segurança dos aeroportos e não só porque Janet Napolitano fez seu trabalho de graduação na Coréia do Norte.
Ann Coulter é correspondente de assuntos legais de HUMAN EVENTS e autora de “High Crimes and Misdemeanors,” [Crimes Graves e Delitos Leves], “Slander” [Calúnia], “How to Talk to a Liberal (If You Must)”, [Como conversar com um esquerdista (Se você for obrigado)], “Godless”, [Sem Deus], “If Democrats Had Any Brains, They’d Be Republicans” [Se os Democratas tivessem alguma inteligência seriam Republicanos] e mais recentemente, “Guilty: Liberal ‘Victims’ and their Assault on America” [Culpados: As “vítimas” esquerdistas e seu ataque contra os EUA].
Tradução do DEXTRA, feita por recomendação e a pedido de Julio Severo.
Divulgação: www.juliosevero.com
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