Julio Severo

At last, will Brazil have an antiterror legislation?

Posted in Aloysio Nunes Ferreira, Department of Homeland Security, DHS, George Bush, Islamic terrorists by juliosevero on 19 de janeiro de 2012

At last, will Brazil have an antiterror legislation?

By Julio Severo
If the United States has a law against terror, Brazil also needs to have it. It is with that concern that Brazilian senator Aloysio Nunes Ferreira drafted a bill classifying as terrorism “the conduct of provoking or instilling terror or widespread panic through offense to the physical integrity or privation of a person’s freedom, for ideological, religious, political or social prejudice, ethnic, ‘homophobic’ or xenophobe reason. The punishment reaches 30 years of imprisonment in case of murder.”
However, the Brazilian press made it clear that such law is not an answer to the famous massacre in Rio de Janeiro, where journalists and the government itself clouded the murderer’s Islamic motivation.
The law is not also an answer to political terror. The famous Celso Daniel case has been for years accumulating corpses and cover-ups, and the Brazilian press doesn’t dare to connect it to political terror or Mafia, although everybody involved were members of the socialist, ruling Workers’ Party PT and had explicit interests to silence Celso Daniel, a Workers’ Party mayor that administered millions in illegal funds for the Workers’ Party electoral campaigns.
The senator recognized that “there is no consensus about the definition of what terrorism is.” Even so, his bill makes terror into a non-bailable and unpardonable crime, and it attacks directly the funding sources for terror.
The lack of a consensus on terror definition leaves the field open for hazy interpretations.
The Brazilian antiterror law will, basically, follow the spirit of the American law, which doesn’t aim at Muslims or Muslim motivations for terrorist crimes. In fact, after the terrorist attack to the World Trade Center in 2001, George Bush, the conservative US president, began to proclaim to the whole world that “Islam is a religion of peace.” With such “John the Baptist” of Islamic flattery preparing the road, it was perfectly natural for the next White House occupier to be not only leftist, but also radically pro-Islam.
The Department of Homeland Security (DHS), which was created specifically in response to the first, biggest terrorist attack to the US, has a lot of difficulty today to criticize Islamic radicals, although all the terrorists involved in that attack to the US were Islamic.
However, DHS has not been having difficulty of aiming at Christian groups for activities against abortion and against the so called gay “marriage.” In its fight against “terror”, DHS has been monitoring Christians, including my blog.
That picture gives us an idea on how the terror definition will come for the Brazilian law, which will follow the main concerns from the government and media, which faithfully obey Bush’s and Obama’s “doctrine”: Islam is a religion of peace. Therefore, their concern is not Islamic radicals.
The Brazilian media and government’s obsessive worry has been Christians and their “homophobia”, and each assault and murder of homosexuals in places of prostitution gives leftist journalists full opportunities to spend one week criticizing Christian “homophobia”, which “incites” assaults and murders.
With the antiterror law enforced, these journalists can maneuver their “reports” to invoke the government’s intervention against “terror” and against its funding sources. In my case, even without a Brazilian legislation, a campaign by an American gay group closed my PayPal account.
How then is one to define what terrorism is in Brazil? If a journalist asks a gay activist if he considers as “terrorist” a Christian that is opposed to homosexual “marriage” or gay adoption, his answer will be a resounding “yes.” And the Brazilian government and media will pay all attention to him.
Don’t have any false expectations. If approved, the antiterror law will make Brazil take an important step for the “Americanization” of its laws.
With information of Brazilian newspaper Estadão.
Portuguese version of this article: Finalmente, Brasil terá lei contra o terrorismo?
Source: Julio Severo in English: www.lastdayswatchman.blogspot.com

Finalmente, Brasil terá lei contra o terrorismo?

Posted in Aloysio Nunes Ferreira, massacre do Realengo, terrorismo by juliosevero on 19 de janeiro de 2012

Finalmente, Brasil terá lei contra o terrorismo?

Julio Severo
Se os Estados Unidos têm uma lei contra o terrorismo, o Brasil também precisar ter. É com essa preocupação que o senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP) elaborou um projeto de lei que classifica como terrorismo “a conduta de provocar ou infundir terror ou pânico generalizado mediante ofensa à integridade física ou privação de liberdade de pessoa, por motivo ideológico, religioso, político ou de preconceito social, étnico, ‘homofóbico’ ou xenófobo. As penas chegam a 30 anos de prisão em caso de morte”.
Contudo, a imprensa deixou claro que tal lei não é uma resposta ao famoso caso do massacre do Realengo, onde jornalistas e o próprio governo nublaram a motivação islâmica do assassino.
A lei também não é uma resposta ao terrorismo político. O famoso caso Celso Daniel está há anos acumulando cadáveres e acobertamentos, e a imprensa brasileira não ousa ligá-lo a terrorismo ou máfia política, embora todos os envolvidos fossem do PT e tivessem interesses explícitos para silenciar o político do PT que administrava milhões para as campanhas eleitorais do PT.
O senador reconheceu que “não há consenso sobre a definição do que é terrorismo”. Mesmo assim, o projeto de lei dele torna o terrorismo crime inafiançável, sem chance de receber graça ou anistia, e ataca diretamente as fontes de financiamento do terrorismo.
A falta de consenso sobre a definição de terrorismo deixa o campo aberto para interpretações nebulosas.
A lei antiterrorismo brasileira seguirá, basicamente, o espírito da lei americana, que não mira muçulmanos nem motivações muçulmanas para os crimes de terrorismo. Aliás, depois do ataque terrorista ao World Trade Center em 2001, George Bush, o presidente conservador dos EUA, saiu proclamando para o mundo que o “islamismo é uma religião de paz”. Com esse “João Batista” da adulação islâmica preparando o caminho, foi perfeitamente natural que o próximo ocupante da Casa Branca fosse não só esquerdista, mas também radicalmente pró-islamismo.
O Ministério de Segurança Nacional (MSN) dos EUA, que foi criado especificamente em resposta ao primeiro grande ataque terrorista aos EUA, tem hoje muita dificuldade de criticar islâmicos, apesar de que todos os terroristas desse ataque aos EUA eram islâmicos.
Entretanto, o MSN não tem tido dificuldade de mirar grupos cristãos por atividades contra o aborto e contra o chamado “casamento” gay. Em sua luta contra o “terrorismo”, o MSN está monitorando os cristãos, inclusive meu blog.
Esse quadro nos dá uma ideia de como virá a definição de terrorismo para a lei brasileira, que seguirá as principais preocupações do governo e da mídia, que obedecem fielmente à “doutrina” de Bush e Obama: o islamismo é uma religião de paz. A preocupação deles, pois, não são os islâmicos.
A preocupação obsessiva da mídia e do governo do Brasil tem sido os cristãos e sua “homofobia”, e cada agressão e assassinato de homossexuais em pontos de prostituição às altas horas da madrugada deixa os jornalistas esquerdistas com um prato cheio para passar uma semana criticando a “homofobia” cristã, “incitadora” de agressões e assassinatos.
Com a lei antiterrorismo em vigor, esses jornalistas poderão manobrar suas “reportagens” para cobrar a ação do governo contra o “terrorismo” e contra as fontes de financiamento. No meu caso, mesmo sem uma lei brasileira, a campanha de um grupo gay dos EUA encerrou minha conta no PayPal.
Como então definir o que é terrorismo no Brasil? Se um jornalista perguntar a um ativista gay se ele considera como “terrorista” um cristão que se opõe ao “casamento” homossexual ou à adoção de crianças por duplas gays, a resposta dele será um retumbante “sim”. E o governo e a mídia são todo ouvidos para eles.
Não tenha pois falsas expectativas. Se a lei antiterrorismo for aprovada, o Brasil estará dando um importante passo para a “americanização” de suas leis.
Com informações do Estadão.
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