Julio Severo

Pastor tradicional quer campos de concentração para gays

Publicado em Adolf Hitler, apologetas, calvinistas, campos de concentração, Fred Phelps, Genizah, Rev. Charles Worley por juliosevero em 24 de maio de 2012

Pastor tradicional quer campos de concentração para gays

Julio Severo
A grande mídia esquerdista, embalada pela mídia gay, vem dando destaque a um pastor tradicional dos EUA que, em sua pregação de 13 de maio, sugeriu a construção de uma grande cerca eletrificada de 155 a 233 km para confinar os homossexuais de tal forma que não possam escapar.
O pastor é o Rev. Charles Worley, da Igreja Batista Providence Road, nos EUA.
Os holofotes não foram jogados sobre o Rev. Charles porque sua pregação representa os cristãos em geral ou os cristãos tradicionais em particular.
A mídia o escolheu como exemplo porque sabe que os cristãos não têm esse pefil. Afinal, o Rev. Charles não está recebendo aplausos das igrejas cristãs. Ele está recebendo críticas.
Portanto, o exemplo do Rev. Charles é um caso isolado.
Se a grande mídia esquerdista e a mídia gay quiserem encontrar casos não isolados, o mundo islâmico fornece abundância de exemplos. Qualquer chefe de mesquita que pregasse exatamente o que o Rev. Charles pregou seria aplaudido e aclamado por multidões islâmicas. Aliás, um chefe de mesquita que pregasse a pena de morte para gays seria ovacionado como herói.
A mídia conhece tais pregações vindas do mundo islâmico, mas abafa cuidadosamente. Nem mesmo os supremacistas gays ousam incomodar os islâmicos quando, com o poder do Estado islâmico, torturam e matam gays.
Portanto, a preocupação da mídia não é salvar os gays de campos de concentração, mas unicamente atacar os cristãos sob quaisquer pretextos, até mesmo usando e abusando de casos isolados.
A mídia escolheu o Rev. Charles porque o exemplo dele fornece a arma perfeita para desestimular os cristãos que lutam contra a agenda gay.
No Brasil, falsos apologetas, inclusive o tabloide sensacionalista Genizah, usaram o exemplo do Rev. Charles não para atacar os cristãos tradicionais, mas para apontar o dedo de acusação para os cristãos que lutam contra o PLC 122. Por esse e outros motivos, o Genizah é amplamente celebrados por cristãos esquerdistas e até por pastores gays.
Os falsos apologetas, que usam todo e qualquer caso para atacar os pentecostais e neopentecostais, não ousaram usar o Rev. Charles para apontar o dedo para os tradicionais.
Da parte do Genizah, é um comportamento previsível, pois seu dono, Danilo Fernandes, se gaba de ser calvinista. Contudo, dificilmente Calvino, se estivesse vivo, não concordaria com o Rev. Charles, apenas com uma adição: como ministro do Evangelho, Calvino teria recomendado capelães nos campos de concentração e a oportunidade de os gays saírem dali se abandonassem o estilo de vida gay.
Rev. Fred Phelps, um pastor tradicional que prega: “Deus Odeia as Bichas”

O Genizah também omite o fato de que o maior pastor antigay do mundo é um “cristão” tradicional. O Rev. Fred Phelps, da Igreja Batista Westboro, é famoso por fazer piquetes com cartazes dizendo “Deus Odeia as Bichas”. Uma investigação de LifeSiteNews anos atrás revelou que Phelps é membro de carteirinha do Partido Democrático, o mesmo partido de Obama e outros políticos pró-homossexualismo dos EUA. Phelps já concorreu cinco vezes em eleições por esse partido e “fez campanha em favor do Senador Al Gore na campanha presidencial de 1988, o que lhe trouxe a oportunidade de ser um dos convidados na posse do Presidente Clinton e seu vice Gore”.

Portanto, as ligações do Rev. Fred Phelps são nitidamente esquerdistas. Mas o exemplo dele é convenientemente usado pela mídia esquerdista e gay não para atacar os evangélicos esquerdistas, mas para debochar dos cristãos conservadores que se opõem à agenda gay. Ele é a bomba evangélica esquerdista para explodir evangélicos conservadores.
Danilo o Calvinista tem muita sorte de não haver um Genizah pentecostal ou neopentecostal. O Rev. Charles e o Rev. Fred, que são do mundo gospel tradicional, dariam o exemplo perfeito para debochar e zombar dele e outros tradicionais.
Deixando de lado a hipocrisia do calvinista Danilo, os supremacistas gays não têm moral para atacar o Rev. Charles Worley. Adolf Hitler, um dos maiores líderes homossexuais que o mundo já viu, condenou 6 milhões de judeus e outras pessoas, inclusive pastores e padres, aos campos de concentração. Ele também condenou alguns milhares de gays, por não se encaixarem no perfil que ele tinha de homossexual forte e másculo.
Com um Hitler gay no comando de um país, até mesmo gays desmunhecados não escapam de campos de concentração.
Num país de maioria cristã, os supremacistas gays (e os falsos apologetas!) podem acusar os cristãos de tentarem impor uma ditadura “assassina”.
Até mesmo Barack Obama, um cristão tradicional liberal, faz muito bem tais acusações, enquanto promove descaradamente a agenda gay, o aborto e o islamismo.
É uma mistura estranha, mas lembremo-nos de que Hitler não só era grande aliado dos islâmicos, mas também que seu nome continua sendo amado no mundo islâmico hoje, embora alguns países islâmicos nunca tenham precisado de campos de concentração para solucionar rapidamente seu problema com gays…

Livro best-seller sobre Hitler promovido no Pravda

Publicado em Adolf Hitler, Pravda, Ray Comfort por juliosevero em 18 de abril de 2012

Livro best-seller sobre Hitler promovido no Pravda

Novo projeto de evangelista atinge versão em língua portuguesa de jornal russo

Um evangelista que nasceu na Nova Zelândia e agora tem a sede de seu ministério nos EUA escreveu um livro sobre um ditador alemão e Deus. Qual é o lugar mais provável para ser promovido?
O Pravda, da Rússia, na versão em português, é óbvio
É o que aconteceu com o recente best-seller “Hitler, God & the Bible” (Hitler, Deus & a Bíblia), escrito pelo evangelista e escritor Ray Comfort.

O artigo — “Como Hitler torceu a Biblia para matar judeus!” — apareceu hoje na versão online do jornal russo. É uma tradução de uma coluna de Jim Fletcher no WND. Fletcher é diretor da organização evangélica Prophecy Matters (A Profecia É Importante).

A resenha de Fletcher, a qual explica como veio a existir o “monstro”, disse que o livro já está na rota para ser tornar seu “Livro do Ano”.
Ele relatou como o desconhecido Hitler apareceu repentinamente no cenário da Alemanha depois da 1ª Guerra Mundial, quando os alemães “magros de fome empurravam carroças cheias de seu desvalorizado dinheiro de papel pelas ruas na esperança de encontrar um pão velho no mercado”.
Hitler prometeu mudança e esperança, e Fletcher descreveu como, “criado por um pai dominador e arrogante, Alois (até o ataque fatal de coração no velho quando Adolf tinha 13 anos), e por uma mãe coruja, Hitler desenvolveu grandes doses de egoísmo”.
Em seu livro, Comfort escreve: “Quando não faziam o que ele queria — ou se os outros indicavam que tinham soluções melhores — Adolf imaturamente gritaria sua ignorância e sentiria muita auto-piedade”.

Fletcher comentou que “antes da Segunda Guerra Mundial, a Alemanha estava infestada pelo tão chamado movimento cristão alemão, que procurava ‘nazificar’ o Cristianismo, entre outras medidas, suprimindo o ensino do Antigo Testamento. O que é interessante é que Hitler e seus mais importantes representantes junto com a maioria dos líderes militares e as próprias tropas, haviam sido a vida inteira católicos ou luteranos”.

Ele disse que Comfort “desenterra algumas evidências super-estranhas de que o palco estava armado para Hitler perverter o Cristianismo na Alemanha, e suas próprias origens nesse esforço surgiram por influência do fabricante de carros dos EUA, Henry Ford, e do compositor Richard Wagner, entre outros. Wagner de modo particular estava infectado com o vírus do antissemitismo, realmente chegando ao ponto de afirmar que Jesus havia nascido alemão! (Não é de admirar que Yasser Arafat afirmasse que Jesus era palestino.)”
Fletcher também apontou para o fato de que o livro explica que Hitler era discípulo de Charles Darwin, adotando completamente o princípio da “sobrevivência dos mais fortes”.
O artigo foi traduzido por Julio Severo, um ativista cristão conhecido por sua defesa de padrões bíblicos no Brasil.
Traduzido por Julio Severo do artigo de WND: Bestselling Hitler book promoted in Pravda
Artigos do WND sobre Julio Severo em português:

Como Hitler torceu a Bíblia para matar judeus

Publicado em Adolf Hitler, Darwin, Ray Comfort por juliosevero em 10 de abril de 2012

Como Hitler torceu a Bíblia para matar judeus

Exclusivo: Jim Fletcher analisa livro de Ray Comfort sobre a “fé” demoníaca dos nazistas

Nos anos após a Primeira Guerra Mundial, enquanto alemães magros de fome empurravam carroças cheias de seu desvalorizado dinheiro de papel pelas ruas na esperança de encontrar um pão velho no mercado, apareceu um homem que prometeu melhorar tudo.

Adolf Hitler, até aquele momento um joão-ninguém sem nenhuma distinção, teve uma ascensão governamental jamais vista na Alemanha. A maioria de nós sabe o resto da história (embora duvido que muitos jovens a compreendam muito). Contudo, nos volumes incontáveis que foram escritos sobre esse ditador diabólico, poucos investigaram como as opiniões torcidas dele a respeito da fé religiosa foram usadas para subjugar um continente.

É por isso que o novo livro de Ray Comfort, “Hitler, God & the Bible” (Hitler, Deus e a Bíblia), é uma adição tão valiosa a esse campo de estudo. Eu estava tão ansioso de ler este livro (sou um grande fã de Ray Comfort), que o li durante o jantar numa noite, virando as páginas com uma mão e usando o garfo com a outra numa restaurante da Bavária.
Comfort, um observador incisivo de cosmovisão nas fervilhantes massas de pessoas que agitam nossa cultura, não só colocou em palavras o que sinto que é um livro extraordinário… mas ele também deu a entender que esse é o primeiro de uma série! Com certeza, “Stálin, Deus e a Bíblia” não pode estar longe.
Mas, voltemos ao pintor fracassado que se tornou um assassino de massas.
Pelo fato de que Comfort é um cristão que crê na Bíblia, ele tem discernimentos que pintam um retrato muito mais colorido de Hitler, e ouso dizer, esse discernimento bíblico colocou alguma carne e sangue no cadáver, pelo menos figurativamente — felizmente.
De imediato, Comfort desenterra algumas características principais de caráter que comprovariam ser mortais em Hitler mais tarde. Criado por um pai dominador e arrogante, Alois (até o ataque fatal de coração no velho quando Adolf tinha 13 anos), e por uma mãe coruja, Hitler desenvolveu grandes doses de egoísmo.
A pesquisa de Comfort é combinada com seu jeito especial de dizer muito com poucas palavras (esse volume fino não intimidará ninguém), e já na página 5 ele revela uma deficiência imensa na natureza do jovem Hitler: “Quando não faziam o que ele queria — ou se os outros indicavam que tinham soluções melhores — Adolf imaturamente gritaria sua ignorância e sentiria muita auto-piedade”.
A criação de um monstro.
Comfort também astutamente pega outra característica que, creio eu, aponta para o fato de que Hitler abraçou a filosofia de Darwin (e isso também o coloca em conflito com o Evangelho, que diz que Jesus — como o Bom Pastor — deixa alegremente as 99 ovelhas no curral para ir em busca da ovelha perdida).
Note o que ele diz sobre os sentimentos de lealdade que estavam presentes na juventude de Hitler: “Resumindo, enquanto outros soldados eram leais uns aos outros, Hitler era leal ao Estado. Para ele, esse era o relacionamento pelo qual todos deveriam lutar para preservar. Um soldado poderia morrer, mas o Estado, acima de tudo, tem de viver”.
A conclusão óbvia então é que Hitler poderia com facilidade e brutalidade exigir que seus generais forçassem suas tropas duras de frio a avançar mais profundamente na Rússia soviética alguns anos mais tarde, onde centenas de milhares de soldados alemães pereceram por causa das ideias excêntricas de um louco.
É quando Comfort discute Hitler e fé que o livro fica super-interessante — esse ponto vem na Parte Dois.
Antes da Segunda Guerra Mundial, a Alemanha estava infestada pelo tão chamado movimento cristão alemão, que procurava “nazificar” o Cristianismo, entre outras medidas, suprimindo o ensino do Antigo Testamento. O que é interessante é que Hitler e seus mais importantes representantes junto com a maioria dos líderes militares e as próprias tropas, haviam sido a vida inteira católicos ou luteranos.
Comfort desenterra algumas evidências super-estranhas de que o palco estava armado para Hitler perverter o Cristianismo na Alemanha, e suas próprias origens nesse esforço surgiram por influência do fabricante de carros dos EUA, Henry Ford, e do compositor Richard Wagner, entre outros. Wagner de modo particular estava infectado com o vírus do antissemitismo, realmente chegando ao ponto de afirmar que Jesus havia nascido alemão! (Não é de admirar que Yasser Arafat afirmasse que Jesus era palestino.)
Em “Hitler, God & the Bible” Comfort também toca num assunto principal: Hitler era discípulo de Charles Darwin. O fato de que ele abraçou essa filosofia de morte, em conflito evidente com o Cristianismo, é revelador.
No capítulo intitulado “Hitler, A Christian?” (Hitler, um Cristão?) Comfort alcança o coração do problema. Como ele eloquentemente declara: “Em resumo, os abusos que Hitler cometeu contra a teologia desmantelaram a fibra moral de uma nação”.
No fim, depois de comparar as metas e convicções de Hitler com o verdadeiro Cristianismo, Comfort responde à pergunta do que Hitler realmente era: “Ele era um mentiroso”.
Essa declaração resume tudo muito bem. Com “Hitler, God & the Bible,” Ray Comfort lançou o que espero será uma série imensamente bem-sucedida. Este livro não tem fraquezas. Desde uma pesquisa e escrita magnífica e sucinta, à elegante produção deste volume fino, os leitores receberam um presente de verdade.
“Hitler, God & the Bible,” já está na rota para ser o Livro do Ano.
Traduzido por Julio Severo de artigo do WND “How Hitler twisted the Bible to kill the Jews

O chocante amor árabe por Hitler

Publicado em Adolf Hitler, islâmicos, muçulmanos por juliosevero em 19 de dezembro de 2011

O chocante amor árabe por Hitler

Walid Shoebat
A extensão do amor ou ódio do público a personagens históricos talvez possa ser determinado digitando o nome desse personagem na ferramenta de busca do Google. Hoje em dia, digitar o nome de ditadores árabes em caracteres árabes mostra uma insatisfação geral que os iguala a tiranos como Hitler. Mas e se você digitasse o nome do próprio “Hitler” em caracteres árabes no Google? O que vai encontrar? “Hitler” em árabe tem tantos resultados quanto o número de judeus que ele assassinou: mais de 6 milhões. Embora seja impossível ler 6 milhões de blogs e sites para apurar o que o mundo árabe pensa sobre ele, ler atentamente algumas centenas deles pode deixar os ocidentais chocados ao perceberem que a maioria dos comentários, de uma maneira ou de outra, elogiam ou glorificam Hitler.
Líder islâmico em reunião com Hitler

O primeiro site árabe possui um blog que o apresenta da seguinte forma: “Hitler não era um homem comum para ser esmagado pela roda do tempo e deixado para trás como poeira, para ser esquecido neste vasto universo. Tampouco era o rei apenas da Alemanha. Ele é um dos grandes entre poucos. É o rei da história”. Os ocidentais poderiam pensar que o primeiro comentário em um artigo como esse seria de repúdio. Nada disso. Muhammad Jasem postou: “Se os maiores líderes se juntassem, não se igualariam em magnificência a Hitler”. O restante dos comentários não focou longe disso. O segundo resultado foi um vídeo do Youtube intitulado “Os Judeus São Covardes”, mostrando um imitador de Hitler andando pelas ruas, com transeuntes judeus, supostamente apavorados, desviando-se dele. Isso “prova que judeus são covardes”, interpretavam os comentários.

A citação mais popular de Hitler em sites árabes é uma em que ele supostamente diz: “Eu poderia ter destruído todos os judeus, mas deixei alguns para que o mundo saiba um dia por que eu os matei”. O resultado seguinte é um vídeo do Youtube intitulado “A Declaração de Hitler sobre a Aniquilação dos Judeus”; o primeiro comentário dizia como Hitler “respeitava o Islã” e como ele chegou a convocar uma unidade muçulmana da SS e lhes conceder as pausas para orações.
Lendo com atenção, centenas de sites árabes mostram conteúdos similares. Alegrei-me ao ver o que pensei ser o primeiro comentário positivo, à maneira ocidental, entre milhares, que dizia: “Hitler era um psicopata. Ele também teria matado todos os muçulmanos” mas logo me decepcionei com “mas, para ser sincero, eu adoro o Hitler por sua capacidade de liderança”. É claro, isso foi rapidamente repreendido por outros: “Se Hitler odiasse os árabes, por que ele iria convocar soldados muçulmanos para os seus postos? Isso deve ser propaganda sionista”.
Acusações de “propaganda sionista” e teorias da conspiração empesteiam a internet em língua árabe; a história factual é descreditada como “conspiração sionista”. Concluí das minhas próprias experiências antissemitas da minha infância que uma cultura empesteada de teorias da conspiração geralmente é a mesma que as produz.
Um comentário bastante típico afirmava: “Hitler deixou a outra metade [dos judeus] viva para que a profecia de Maomé seja cumprida e abra o caminho para o Islã destruir o restante”. No site Alsaha.com, principal fonte de notícias do Golfo Árabe, uma notícia sobre um filme recém-lançado em Paris retrata pela primeira vez como a Mesquita de Paris salvou guerrilheiros da resistência judaica e muçulmana durante a Segunda Guerra Mundial. Os comentários mais comuns vão de negadores do holocausto, longos posts de como o Grande Mufti Haj Amin Al-Husseini, líder palestino que fez aliança com Hitler, era um grande herói e como Hitler havia supostamente citado o Corão: “a Hora está próxima, e a lua foi feita em pedaços”. A citação do Corão supostamente dita por Hitler era tão comum que Ayed Al-Qarni, um dos mais respeitados teólogos sauditas, observou que Hitler havia gravado essa frase nos canhões e tanques das tropas da SS.
Líder islâmico passa em revista tropa nazista de soldados muçulmanos

De acadêmicos muçulmanos a referências históricas, Hitler é um herói. Objeções ao amor de Hitler existem, mas raramente são isentas de contradições nos mesmos termos. Um comentário criticava tal amor: “Hitler era um nazista que acreditava na raça ariana… É óbvio que Hitler elogiava o islã porque estava aliado aos otomanos. Mas por que nós árabes temos que insistir nesse amor por Hitler? Só porque ele fez uma limpeza dos judeus? Maomé, e Omar depois dele, limparam Jerusalém deles muito antes de Hitler”. Se os ocidentais equiparassem Maomé a Hitler, a reação seria imensa. Mas não é incomum encontrar sites árabes afirmando que Hitler era um modelo que seguiu os passos de Maomé. “O único personagem na história que foi capaz de ganhar os judeus para mutilá-los foi Maomé”, Hitler foi citado dizendo. E é claro, consideraram um elogio.

Os comentários árabes não deixam de usar Hitler como exemplo para comparar tiranos árabes e para combater o extremismo. O site de notícias do Oriente Médio Walfajr.net publicou um artigo escrito por Al-Baqer Ali Al-Shamasi intitulado “Os Tambores Sionistas Tocam para a Guerra”. Ele escreve: “Hitler, esse nacionalista extremista, e seu amigo Mussolini, vieram e desencadearam uma guerra mundial que vitimou 60 milhões de pessoas”. Até aí tudo bem. Até que algumas linhas depois: “Quando Hitler fez o que fez com eles [os judeus], os sionistas usaram táticas para inventar o Holocausto”. Aceitar o Holocausto como uma realidade e negá-lo na mesma argumentação não é incomum nos sites árabes. Isso é sinal de um mentiroso patológico.
Pesquisar por “Hitler” em árabe foi uma jornada a um túnel de escuridão deprimente. “Hitler, o artista”, dizia um artigo. Hitler até mesmo “descobriu os desenhos de Walt Disney”, afirmava um comentário. Foi “Hitler quem desenhou pela primeira vez a ‘Branca de Neve e os Sete Anões’”. Do primeiro ao último comentário, o artigo foi um deleite.
O último comentário dizia que “Hitler odiava os judeus porque o médico de sua mãe, que era judeu, não cuidou dela e a deixou morrer. Foi um judeu que comprou as primeiras peças de arte de Hitler e lhe pagou pouco por elas, para depois revendê-las muito mais caro. Hitler mais tarde descobriu o roubo da sua arte pelos judeus. Essa foi a história que despertou a família de Hitler para quão trapaceiros são os judeus”.
Tudo isso me faz lembrar dos meus primeiros dias de escola na cidade de Belém, quando estudávamos os escritos do mais respeitado e eminente escritor egípcio, Anis Mansour, que uma vez escreveu: “Pessoas de todo o mundo vieram a se dar conta de que Hitler estava certo, pois os judeus são sanguessugas… interessados em destruir o mundo inteiro, que os enxotou e desprezou por séculos… e os queimou nos crematórios de Hitler… 1 milhão… 6 milhões.  Se apenas ele tivesse terminado o serviço!”
Anis Mansour não passava de um marginal. Eu sei que isso pode irritar centenas de milhões de pessoas no mundo árabe que o respeitam. Talvez digam que eu fui infectado por uma conspiração americana. De fato, eu fui: chama-se “pensamento crítico”.
Traduzido por: Luis Gustavo Gentil
Fonte em português: www.juliosevero.com

Vídeo “180” alcança mais de 1 milhões de visitas e provoca “milhares” de conversões à causa pró-vida

Publicado em Adolf Hitler, Filme 180, Holocausto, Ray Comfort por juliosevero em 29 de novembro de 2011

Vídeo “180” alcança mais de 1 milhões de visitas e provoca “milhares” de conversões à causa pró-vida

2 de novembro de 2011 (Notícias Pró-Família) — O criador do filme pró-vida “180”, que se tornou um fenômeno na internet, diz que está recebendo “milhares” de testemunhos descrevendo como a lembrança inesquecível do Holocausto no filme e os argumentos sobre o aborto convenceram os que escreveram as cartas a se opor ao aborto legalizado.
O vídeo se tornou um grande fenômeno no YouTube depois de seu lançamento em setembro, alcançando a segunda colocação entre os vídeos mais debatidos e assistidos e a terceira colocação entre os filmes favoritos do mês passado, de acordo com dados postados na página de Facebook de Pro-Life Rocks. Mais de 1 milhão de pessoas já o assistiram. Para assistir ao filme: http://www.youtube.com/watch?v=7cBA9Be9fDs
O documentário pró-vida de 33 minutos tem uma abertura com cenas perturbantes de vários jovens que não conseguem reconhecer Adolf Hitler, uma ignorância que o autor e entrevistador Ray Comfort liga à aceitação generalizada do moderno Holocausto: o aborto legalizado. Enquanto jovens adultos que são entrevistados no filme são forçados a conectar a matança legalizada de judeus com o fato de que a sociedade está aceitando a matança de bebês em gestação, eles são vistos mudando de opinião, passando a se opor ao aborto.
“Assistir ao 180 é como andar na montanha-russa — uma experiência que provoca emoções —, pois assistimos pessoas se contorcendo enquanto são colocadas num dilema moral com perguntas do tipo ‘se enterraríamos judeus vivos (algo que aconteceu na Segunda Guerra Mundial), sob a ponta de um revólver nazista’”, disse Comfort. “O filme testa o caráter para mostrar o quanto as pessoas valorizam a vida humana. Ficar ignorante do que é possivelmente a parte mais sombria da história humana inevitavelmente resultará na desvalorização da vida, e uma repetição do Holocausto”.
Comfort diz esperar que o filme “possa estar chegando até uma escola secundária perto de você”: no mês passado, entre 180.000 e 200.000 exemplares do DVD de 33 minutos foram distribuídos para as 100 mais importantes universidades dos EUA, e agora o autor, que é judeu e co-apresentador de um programa de TV, está voltando a atenção para as escolas secundárias.
Embora alguns possam fazer objeção à iniciativa de dar lição sobre o Holocausto para adolescentes da escola secundária, Comfort, que é pastor evangélico e judeu, diz que os Estados Unidos hoje precisam muito de tal educação.
“Voltei aos nossos estúdios [depois de filmar 180] com 14 entrevistas com pessoas que acham que [Hitler] era comunista, ou um ator, ou que até mesmo nunca tinham escutado o nome dele”, disse ele. “Esses jovens são um tanto ignorantes quanto ao que é possivelmente a parte mais sombria da história humana, pois o sistema de educação dos EUA os deixou na mão”.
Comfort disse que os vídeos do 180 estão “rapidamente desaparecendo das prateleiras, como se fossem sorvetes vendidos em pleno verão quente”, nas campanhas locais de doação.
Mas a coisa mais fascinante sobre 180 não é sua popularidade, mas seu impacto em audiências que são a favor do aborto, diz ele. “A coisa estupenda é que as pessoas que assistem a esse filme mudam da posição pró-aborto para a posição pró-vida”, disse Comfort. “Temos recebido milhares de e-mails de pessoas, muitas das quais mudaram enquanto estavam assistindo ao filme”.
Uma estudante de escola pública secundária na Virginia Ocidental escreveu um e-mail sobre como o 180 ajudou a mudar a mente da sala de aula inteira dela acerca do aborto. “Nesta semana passada em nossa aula de educação cívica estávamos escrevendo trabalhos didáticos sobre leis que desejávamos mudar nos EUA. Depois de assistir a esse vídeo, minha escolha é mudar as leis de aborto, e como eu desejava que fosse ilegal”, escreveu ela.
Depois que eu havia acabado de ler meu trabalho didático, surgiu um debate na aula (obviamente) sobre como é que eles achavam que o aborto deveria ser uma escolha, principalmente se o bebê está doente ou a causa da gravidez é um estupro. Mas logo que começamos a comparar essa situação com Hitler e os judeus, a mente de todos começou a mudar… Por causa do filme 180, pude mudar a opinião da minha classe inteira sobre o aborto e no final da aula, todos os 25 estudantes e meu professor haviam levantado a mão concordando que o aborto propositado deveria ser ilegal.
Outro escreveu simplesmente: “Eu costumava votar em candidatos pró-aborto. Mas nunca mais farei isso. NUNCA”.
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Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
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