Julio Severo

Província do Canadá quer proibir famílias que educam filhos em casa de ensinar que homossexualismo é pecado

Publicado em Canadá por juliosevero em 29 de fevereiro de 2012

Província do Canadá quer proibir famílias que educam filhos em casa de ensinar que homossexualismo é pecado

EDMONTON, Alberta, 23 de fevereiro de 2012 (LifeSiteNews.com) — Sob o novo projeto de lei da educação (Education Act) da província de Alberta, no Canadá, pais que educam seus filhos em casa e escolas religiosas não poderão mais ensinar que práticas homossexuais são pecado como parte do seu programa acadêmico, afirma o porta-voz do ministro da educação Thomas Lukaszuk.
“Qualquer que seja a natureza da educação (em casa ou em escolas privadas ou católicas), não iremos tolerar desrespeito às diferenças”, disse a assessora de comunicação de Lukaszuk, Donna McColl, para LifeSiteNews em 22 de fevereiro.

“É permitido defender a ideologia da família na vida familiar, mas o que não se pode é fazer isso como parte do estudo e da instrução escolar”, afirma.

Em reação aos comentários, Paul Faris da Associação de Defesa Legal da Educação Escolar em Casa (cuja sigla em inglês é HSLDA) afirma que o ministro da educação está “claramente sinalizando que eles planejam violar as conversas privadas que as famílias têm em suas próprias casas”.
“Um governo que busca esse tipo de controle sobre nossas vidas privadas deveria ser temido e combatido”, acrescentou.
A HSLDA e outros grupos de educação domiciliar alertaram nesta semana que a nova lei de educação de Alberta, que foi retomada pelo governo do Partido Progressista Conservador de Alison Redford (premier de Alberta) em 14 de fevereiro, para substituir a lei escolar atual (School Act), ameaça forçar o ensino da “diversidade” em todas as escolas, incluindo as domiciliares.
A seção 16 da nova legislação reafirma a obrigatoriedade da atual lei escolar de que as escolas “reflitam a natureza diversificada” de Alberta no seu currículo, mas acrescenta que elas devem também “honrar e respeitar” a controversa lei de direitos humanos de Alberta, que foi usada para visar cristãos com crenças tradicionais sobre o homossexualismo. “Escola” é definida para incluir os pais que ensinam seus filhos em casa e escolas privadas, além dos conselhos escolares financiados com dinheiro público.
McColl enfatiza que os pais que educam seus filhos em casa já estavam inclusos na definição de “escola” da legislação atual, datando de 1988 ou antes. E a seção 16, afirma, “é especificamente com relação a programas, cursos e materiais didáticos”.
De acordo com McColl, as famílias cristãs que educam em casa podem continuar a transmitir ensinamentos bíblicos sobre o homossexualismo em suas casas, “desde que não seja parte do seu programa acadêmico de estudos e material didático”.
“O que eles quiserem fazer sobre sua ideologia fora desse âmbito, é assunto de família. Mas a natureza fundamental da nossa sociedade é respeitar a diversidade”, conclui McColl.
Ao ser pressionada com relação à distinção exata da educação escolar dos pais e a vida familiar, McColl disse que a questão envolvia ”nuances reais”, e que ela teria que tratar das questões específicas em outra ocasião.
Mas em uma segunda entrevista no dia 22, McColl disse que o governo “não irá especular” quanto a exemplos particulares, e explicou que ela ainda não obteve uma “resposta direta” quanto ao que exatamente constitui “desrespeito”. No entanto, ela afirmou que as famílias não poderão “incitar o ódio, por assim dizer”.
Na primeira entrevista, ela justificou a posição do governo citando a decisão do último dia 17 da Suprema Corte, que decidiu manter a recusa do governo da província de Quebec de dispensar as famílias o seu controverso programa cultural de ética e religião. O programa, que visa apresentar um espectro das religiões do mundo e escolhas de estilo de vida de um ponto de vista “neutro”, é obrigatório para todos os estudantes, inclusive para os que estudam em casa.
“Na última sexta-feira, a Suprema Corte do Canadá publicou uma decisão unânime sobre o caso S.L. v. Comission scolare des Chênes 2012. Trata-se da mesma coisa, a seção 16 vale para todos, incluindo as famílias educadas em casa”, afirmou McColl.
Os observadores pró-família alertaram que a decisão corre o risco de estimular outros governos provincianos nos seus esforços de impor programas de “diversidade”. Nos últimos dois anos houve grandes batalhas em Quebec, Ontario, Colúmbia Britânica, e agora Alberta a respeito da crescente normalização do homossexualismo nas escolas.
A decisão específica da Suprema Corte não cita diretamente a educação escolar em casa; no entanto, abre caminho para futuras batalhas judiciais. O tribunal defendeu que as famílias de Quebec que buscam dispensa simplesmente não cumpriram o ônus da prova necessário para mostrar que a participação dos seus filhos no curso iria impedir a capacidade dos pais de criar seus filhos na sua fé católica.
Patty Marler, intermediária do governo para a Associação de Educação Domiciliar de Alberta, disse estar surpresa com a franqueza do ministério, e questionou como eles irão definir o limite entre os períodos de ensino escolar e de convivência familiar.
“Nós educamos nossos filhos o tempo todo, e é assim que vivemos. É um estilo de vida”, afirma. “Fazer uma distinção entre as horas em que estamos ensinando e quando estamos vivendo é algo bastante difícil”.
“Some a isso o fato de que eu realmente utilizo a Bíblia como parte do meu currículo, e eu estarei patentemente ensinando coisas que vão contra [a lei de direitos humanos]”, conclui.
Marler aponta que a questão tem implicações diretas na forma como as famílias ensinam seus filhos sobre o casamento, pois a lei de direitos humanos de Alberta recebeu uma emenda em 2009 para definir o casamento como uma união entre duas “pessoas” em vez de um homem e uma mulher. “Quando eu leio o Gênesis e ele fala sobre o casamento como a união entre um homem e uma mulher, estou muito claramente desrespeitando a lei de direitos humanos que afirma que casamento é meramente uma pessoa se unindo a outra”, afirma.
De acordo com Faris, a questão com as afirmações de McColl “não é sobre sexualidade ou qualquer outra questão homossexual, mas sobre o governo tentando controlar a forma como ensinamos nossas crianças nas nossas próprias casas”.
Ele afirma que as afirmações de McColl são “particularmente interessantes se levarmos em conta as informações, no mínimo enganosas, que muitos pais que ensinam seus filhos estão recebendo quando ligam para o gabinete do Ministro e escutam coisas do tipo: ‘Veja, não há mudanças aqui. Não iremos fazer nada diferente’”.
“O longo braço do governo quer alcançar as casas das famílias e controlar o que elas ensinam aos seus próprios filhos e nas suas próprias casas sobre religião, sexualidade e moralidade”, acrescenta. “Essas não são palavras de um governo que é amigável à educação domiciliar ou à liberdade dos pais”.
O governo do Partido Progressista Conservador possui 67 dos 83 da casa legislativa da província, de maneira que a aprovação do projeto é praticamente garantida. Mas uma eleição é iminente, e espera-se uma forte demonstração do novo partido direitista Wildrose Alliance. Uma enquete do Forum Research na semana passada mostrou que o jovem partido possui 30% de aprovação do eleitorado, logo atrás do governo com 37%.
A Associação de Defesa Legal da Educação Escolar em Casa faz um apelo aos cidadãos de Alberta para que em contato com o ministério da educação e com seus representantes eleitos.
Informações para contato:
Ministério da Educação:
Hon. Thomas Lukaszuk, Education Minister
423 Legislature Building
10800 – 97 Avenue NW
Edmonton, AB
Canada T5K 2B6
Fone: +1(780) 427-5010
Fax: +1(780) 427-5018
E-mail: edmonton.castledowns@assembly.ab.ca
Gabinete da Premier de Alberta:
Premier Alison Redford
Office of the Premier
Room 307, Legislature Building
10800-97 Avenue
Edmonton, Alberta T5K 2B7
Fone: +1(780)427-2251
Traduzido por Luis Gustavo Gentil do artigo do LifeSiteNews: “Homeschooling families can’t teach homosexual acts sinful in class says Alberta gvmt

Líder anglicano: “Casamento gay? Farei assim que a lei permitir”

Publicado em Igreja Anglicana por juliosevero em 29 de fevereiro de 2012

Líder anglicano: “Casamento gay? Farei assim que a lei permitir”

Juliana Sayuri
Dizem que o reverendo Aldo Quintão, 49, é polêmico. “Não é bem assim. Sou contemporâneo”, diz ele, que é casado há 23 anos e tem um filho de 22.
Na Catedral Anglicana, em Santo Amaro, zona sul, o brasiliense conquistou fiéis com um discurso sem restrições. O direito ao aborto e o respeito aos gays estão na pauta.
O reverendo Aldo Quintão, 49, da Catedral Anglicana de São Paulo, já celebrou mais de 3.000 casamentos

O padre, em São Paulo desde 1984, já celebrou mais de 3.000 casamentos. Para este ano, não há vagas nos dias mais procurados, sextas e sábados.

Qual é o maior pecado paulistano?
O individualismo, que se traduz na insensibilidade diante dos dramas sociais. Precisamos de mais solidariedade. Parece óbvio, mas é muito difícil encontrar isso em uma cidade como São Paulo.
Por que dizem que o sr. é liberal?
Talvez porque debato questões polêmicas e defendo minorias. Temas como o direito ao aborto, os estudos com células-tronco, o respeito aos gays e o uso de anticoncepcionais devem ser abordados. Quero discutir o que é o mundo contemporâneo –e não o que é a igreja.
São Paulo é uma cidade liberal?
Por um lado, é liberal. É uma metrópole gigante, que garante o anonimato. Por outro, é conservadora nas relações entre conhecidos. Somos liberais enquanto cidade e conservadores enquanto família.
Quem frequenta a Igreja Anglicana?
Todos são bem-vindos. Inclusive gays assumidos, divorciados e fiéis desiludidos com outras religiões. O mundo moderno é marcado por uma sociedade plural. Na minha leitura do Evangelho, todo mundo tem o direito de ser feliz. Aqui, as pessoas sentem que as diferenças são respeitadas.
Quais foram os casamentos mais marcantes que realizou?
Foram dois extremos. Um foi a união de dois amigos de infância, num rancho em Pindamonhangaba (SP), onde brincavam quando crianças. O outro foi o casamento do cantor sertanejo Bruno, no Terraço Daslu. Adoro música sertaneja. De repente, vi que estava celebrando uma missa para Chitão- zinho, Daniel e Michel Teló. O próximo noivo famoso é o cantor Paulo Ricardo.
Quantos casamentos já celebrou?
Já fiz mais de 3.000 casamentos, 90% em São Paulo. Casei evangélicos, hindus, judeus, muçulmanos, grávidas, desquitadas e por aí vai. Casamento gay? Farei assim que a lei permitir.
Divulgação: www.juliosevero.com

Jean Wyllys diz que calvinistas são aliados do movimento homossexual

Crianças: inocentes peões da tirania ideológica

Publicado em gênero, Plenarinho por juliosevero em 28 de fevereiro de 2012

Crianças: inocentes peões da tirania ideológica

Congresso Nacional estimula crianças a encarar homossexualismo como normalidade

Julio Severo
Na Alemanha nazista, as crianças, desde a escola, eram “ensinadas” a adorar os valores nazistas.
Na União Soviética, as crianças eram incentivadas a fazer trabalhos escolares elogiando os valores comunistas. Os melhores elogiadores ganhavam um prêmio.

A disposição estatal de produzir cidadãos bajuladores, desde a infância, é uma praga, com manifestações clínicas maiores em governos mais tirânicos.

No Brasil, a Câmara dos Deputados está promovendo um concurso para premiar crianças e adolescentes com idades entre 9 e 14 anos que escrevam o melhor roteiro de radionovela sobre o tema “Gênero”.
O objetivo é incentivar crianças e adolescentes a questionar a “tradição” de se considerar certas atividades como tipicamente masculinas e outras como exclusivamente femininas. Se você pensou que brincar de boneca é só para meninas e brincar de carrinho é só para meninos, o governo se incumbiu de jogar muitas dúvidas na mente das crianças.
Esse questionamento dos papéis sexuais, sob a ideologia de “gênero”, já vem ocorrendo nas escolas há um bom tempo. O site da Câmara diz: “É comum ver meninas que jogam bola e meninos que gostam de realizar tarefas domésticas receberem apelidos depreciativos, como forma de crítica à adoção de comportamentos considerados masculinos e femininos, respectivamente”.

Para eliminar, desde cedo, as diferenças entre o sexo masculino e feminino, o governo tem investido em campanhas anti-“bullying”. Com o concurso da Câmara, espera-se que alunos que já absorveram essa campanha e as mensagens das novelas possam expressar em suas próprias palavras suas críticas aos papéis sexuais tradicionais.

O site da Câmara mostra também que o fato de que existem crianças que ainda trazem esses papéis, aprendidos no lar, é “motivo de preocupação entre os especialistas da Organização das Nações Unidas… do Comitê para a Eliminação da Discriminação contra as Mulheres”, os quais querem reeducar as crianças do mundo inteiro a ver os papéis masculinos e femininos como invenção social.
O site da Câmara ainda diz: “A equipe do portal Plenarinho também quer estimular crianças e adolescentes brasileiros a refletir sobre o assunto. Para isso, está promovendo um concurso que vai selecionar o melhor roteiro de radionovela escrito por estudantes com idades entre 9 e 14 anos sobre a questão de ‘gênero’. O vencedor vai ter o texto adaptado para veiculação na Rádio Câmara e receber um jogo, DVD e livro como prêmio”.
Na União Soviética e na Alemanha nazista, as campanhas de doutrinação para as crianças atingiam toda a sociedade, e se os pais tentassem proteger os filhos, eles eram denunciados e acusados. No Brasil de tirania ideológica gay, os pais olham o próprio governo fazendo lavagem cerebral em seus filhos, sem nada poderem fazer. Governo e mídia andam de braços dados para impor a doutrinação gay das crianças.
Conselhos Tutelares, que se autointitulam de “protetores das crianças”, desprezam os clamores dos pais contra os abusos do governo na educação das crianças, que estão à mercê da doutrinação gay promovida nas escolas e meios de comunicação.
É a sociedade da lavagem cerebral, onde crianças treinadas para bajular os valores estatais são premiadas. Essas crianças brasileiras agora juntam-se às pobres crianças alemães e soviéticas premiadas por nazistas e comunistas, num jogo ideológico cósmico pela deformação de mentes e corações.
Não é de hoje que alerto sobre esses perigos. Em 1998, eu disse no meu livro “O Movimento Homossexual”:
No entanto, conforme a moderna teoria feminista, a palavra “gênero” (assim como preferência ou orientação sexual) pode expressar uma variedade sexual muito mais ampla do que o restritivo masculino/feminino da palavra sexo. Poderia ajudar a equiparar o homossexualismo, o lesbianismo e outras perversões ao tradicional relacionamento sexual entre homem e mulher.
O fato é que o movimento homossexual e o feminista estão tentando minimizar as diferenças entre os homens e as mulheres no trabalho, lazer e moda. A finalidade é demolir os padrões sexuais tradicionais e criar um ambiente favorável à homossexualização da sociedade. Conforme diz o Dr. James Dobson:
“A tendência de misturar os papéis masculinos e femininos está em moda na sociedade atual. As mulheres jogam futebol e usam calças. Os homens assistem a novelas e usam brincos. Vê-se pouca identidade sexual no comprimento de seus cabelos, em suas maneiras, interesses ou ocupações, e a tendência é se igualar ainda mais. Tal falta de distinção entre os homens e as mulheres causa muita confusão na mente das crianças com relação à sua própria identidade de papel sexual. Elas ficam sem um modelo claro para imitar e acabam tendo de andar sozinhas como que cegas, à procura da conduta e atitudes apropriadas para elas. É quase certo que esse obscurecimento dos papéis sexuais está contribuindo para a explosão do homossexualismo e da confusão sexual que enfrentamos hoje. A História mostra que as atitudes unissex sempre apareceram antes da deterioração e destruição das sociedades que se deixaram levar por essa tendência. O Dr. Charles Winick, professor de Antropologia na Universidade Municipal de Nova Iorque, estudou duas mil culturas diversas e encontrou cinqüenta e cinco que se caracterizavam pela ambigüidade sexual. Nenhuma delas sobreviveu…”
A eliminação das diferenças entre o sexo masculino e o feminino é extremamente prejudicial à saúde psicológica das crianças. Foi o que notou, por exemplo, certa mãe cuja filha de dez anos voltava da escola com atitudes cada vez mais hostis em relação ao trabalho doméstico como função da mulher. Depois de muito pesquisar, ela acabou descobrindo algo. Na sala de aula, a professora, sem o conhecimento dos pais, apresentava uma boneca e um boneco de papel nus. Os estudantes deveriam vestir-lhes uma roupa masculina de trabalho a fim de mostrar que ambos os sexos podem escolher qualquer profissão. Além disso, os livros didáticos só apresentavam figuras opostas aos papéis tradicionais, como a de um pai dando mamadeira ao bebê e a de uma mãe trabalhando como bombeiro. Tudo feito em nome da “igualdade sexual”.
A sociedade como um todo sente-se impotente diante das mudanças comportamentais que o feminismo e o homossexualismo tentam impor. Nesse clima, muitos cristãos, assim como Ló, simplesmente se acomodam, achando que pouco ou nada podem fazer.
Ló não era homossexual. O simples fato de viver numa sociedade onde o homossexualismo era aceito não o tornou um deles. Ele nem mesmo gostava do que faziam. “Todos os dias esse homem bom, que vivia entre eles, sofria no seu bom coração, ao ver e ouvir as coisas más que aquela gente fazia.” (2 Pe 2.8 – BLH.) Mas a sua passividade e inércia lhe custaram caro. Primeiro perdeu seus valores morais e espirituais, depois ficou sem a esposa e, por último, sobreveio-lhe a ruína moral e espiritual de seu lar e filhas.
Para adquirir o livro “O Movimento Homossexual”, clique aqui.
Distribua esta mensagem a todos os pais que precisam conhecer os perigos contra seus filhos.

Inicia-se planejamento para o califado islâmico

Publicado em califado por juliosevero em 28 de fevereiro de 2012

Inicia-se planejamento para o califado islâmico

Metas ganharam aceleração quando governo de Obama legitimou lei muçulmana para proibir críticas

Bob Unruh
Um membro sênior de um instituto de políticas estratégicas com sede em Madri está alertando as pessoas amantes da liberdade sobre uma conferência de planejamento do califado que estará sendo realizada por muçulmanos em breve, uma ação que, segundo ele, foi acelerada recentemente com o apoio do governo de Obama quando permitiu uma conferência de três dias do “Processo de Istambul” em Washington.

O evento, escreve Soeren Kern, membro sênior do Políticas Europeias do Grupo de Estudo de Madri, “deu [para a Organização Islâmica para a Cooperação] a legitimidade política que ela vem buscando para globalizar a iniciativa de proibir críticas ao islamismo”.

O evento que acontecerá, Conferência do Califado 2012, está sendo organizada por Hibz-ut-Tahrir, que Kern descreve como um “grupo pan-islâmico extremista que busca estabelecer um Estado islâmico global, ou califado, governado pela lei islâmica da sharia”.
A OIC, que tem 57 membros, vem há anos propondo uma lei internacional especial que tornará crime falar mal de Maomé ou de seus seguidores, mas nunca obteve sucesso sob seus planos passados que foram retratados como a proibição da “difamação das religiões”. Na verdade, o apoio para a ideia tinha começado a diminuir.
Mas então propuseram a Resolução 16/18, um plano para os países “combaterem” coisas como “intolerância, estereótipo negativo e estigmatização de… religiões e crenças”. A ideia foi aprovada na Assembleia Geral da ONU apenas algumas semanas atrás e a análise de Kern comenta que seria altamente ineficaz, contanto que o Ocidente não a seguisse.
É por isso que foi um “golpe diplomático”, de acordo com Kern, quando Obama realizou a conferência de três dias em Washington, onde a secretária de Estado Hillary Clinton se comprometeu a atender ao que os muçulmanos mais têm buscado há anos: prender pessoas responsáveis quando a “liberdade de expressão”… “resulta em confrontos religiosos”.
A questão crítica que tem estado entre as razões para os planos assim chamados “anti-difamação” terem falhado anteriormente é que tais limites sugerem, e até requerem, que a culpa seja colocada na pessoa que fez a declaração, se a situação é que outro indivíduo reajiu a essa declaração de forma violenta.
Defensores da liberdade de expressão estão preocupados com o comentário de que, “Uma coisa é as pessoas estarem apenas discordando. Isso faz parte do jogo. Isso é liberdade de expressão. Mas se resultar em confrontos religiosos, se resultar na destruição ou mutilação ou vandalização de locais religiosos, se até mesmo resultar em aprisionamento ou morte, então o governo deve prender aqueles que são os responsáveis”.
Na civilização ocidental, o padrão de responsabilidade seria fazer com que prestassem contas os que agem com violência, não os que fazem declarações que aqueles que agem com violência culpam por suas ações.
A estratégia da ONU, proposta pelo Paquistão “em nome da Organização da Conferência Islâmica”, novamente cria uma porta aberta para culpar alguém por fazer uma declaração sobre o islamismo contra a qual os muçulmanos reagiriam violentamente, ao criar preocupações quanto ao “incitamento à descriminação, hostilidade ou violência”.
Além disso, “condena qualquer defesa de ódio religioso que constitua incitamento à descriminação, hostilidade ou violência”.
Preocupações repetidas têm sido levantadas por tais declarações, já que abrem portas para ataques a pessoas que fazem declarações sobre suas crenças, que alguém escolheria condenar como “de ódio”.
Na verdade, a resolução pede “medidas para criminalizar” alguns comportamentos relacionados.
Sharona Schwartz no site Blaze notou que o vídeo promocional em língua alemã para a conferência começa com: “O declínio implacável do capitalismo começou. Chegou a hora de lutar contra a pobreza. Hora de destruir injustiças. Hora para o sistema correto”.
O tal sistema correto é identificado como o islamismo.
Num relatório publicado pelo instituto Stonegate, Kern disse que o “objetivo explícito” do Processo de Istambul é criminalizar críticas ao Islã.
Ele escreve, “De acordo com Steve Emerson, uma autoridade importante em redes extremistas islâmicas, Hizb ut-Tahir está emulando um processo de três estágios pelo qual os muçulmanos estabeleceram o primeiro califado islâmico após a morte do profeta Maomé, no ano 632. Durante o primeiro estágio, Hizb ut-Tahir constrói um grupo ao cultivar um pequeno número de apoiadores para se engajarem em recrutamento e propaganda. No segundo estágio (que Hibz ut-Tahrir está agora implementando na Europa e nos Estados Unidos), o grupo educa muçulmanos a fim de recrutarem um grupo maior de pessoas para se juntarem a Hizb ut-Tahrir e apoiarem sua revolução. Finalmente, tendo o apoio dos muçulmanos, Hizb ut-Tahrir age para estabelecer um governo islâmico governado pela sharia”.
Ele nota que a OIC há apenas duas semanas atrás patrocinou um simpósio em Bruxelas para falar sobre “anti-islamofobia”.
“A resolução 16/18, que foi adotada na sede do Conselho de Direitos Humanos da ONU em Genebra em março de 2011, é amplamente vista como um passo significativo à frente nos esforços da OIC para o avanço do conceito legal internacional de difamação do Islã”, ele informa.
Ele citou o relatório da Agência Internacional Islâmica, que declarou, “O fenômeno da islamofobia se encontra geralmente no Ocidente, mas está crescendo em países europeus em particular, de uma forma diferente do que ocorre nos EUA, a qual contribuiu para a elaboração da Resolução 16/18. A nova posição europeia representa o começo da mudança da sua reserva anterior ao longo dos anos com as tentativas da OIC para se opor à “difamação das religiões” no Conselho de Direitos Humanos e na Assembleia Geral das Organização das Nações Unidas.
WND escreveu anteriormente sobre a lei de Difamação Religiosa encaminhada pelos países islâmicos na ONU. Era “nada mais do que uma campanha para alcançar proteções especiais para o islamismo — uma ação para reprimir a liberdade de expressão”, de acordo com uma análise de Jay Sekulow do Centro Americano para Lei e Justiça.
De acordo com a organização Direitos Humanos Primeiro, o plano simplesmente viola as normas fundamentais de direito de expressão.
Tad Stahnke, da Direitos Humanos Primeiro, disse que o conceito é “infeliz para indivíduos sob risco de que seus direitos serão com certeza violados sob a desculpa de proibição de ‘difamação religiosa’, bem como para os padrões de normas internacionais sobre a liberdade de expressão”.
O assunto também foi tratado por Carl Moeller, diretor da Portas Abertas EUA, numa entrevista com WND na época, por causa da iminente ameaça para as liberdades na América.
“Essa é uma batalha pelas liberdades básicas”, ele alertou.
“[A ideia da ONU] é Orweliana em sua perversidade”, ele disse, “ao usar uma linguagem como a anti-difamação de uma religião. Soa como como uma linguagem obscura cujo significado é diferente do que se diz, digno do livro ‘1984’ de George Orwell, devido ao que de fato essa linguagem faz”.
Ele disse que as nações muçulmanas vão usar essa lei para apoiar seus ataques aos cristãos por declarações simples como suas convicções na divindade de Jesus Cristo, a qual os muçulmanos consideram uma afronta.
Pior seria o efeito “assustador” na linguagem que o plano da ONU criaria ao redor do mundo, ele disse.
“Essa lei será uma grande benção para aqueles que querem amordaçar dissidentes em seus países e nos regimes islâmicos”, ele disse. “Essa lei é um monumento às massas nos Estados Unidos e em outros lugares  quesão burras por não verem essa lei pelo que ela realmente é”.
Traduzido por Eliseu PLJ e Julio Severo de artigo do WND: Planning for Islamic caliphate to begin

Robinson Cavalcanti, fundador de movimento esquerdista evangélico, é assassinado por filho adotivo

Publicado em MEP, Movimento Evangélico Progressista, Robinson Cavalcanti por juliosevero em 27 de fevereiro de 2012

Robinson Cavalcanti, fundador de movimento esquerdista evangélico, é assassinado por filho adotivo

Fundador do MEP (Movimento Evangélico Progressista), o maior movimento evangélico político esquerdista da história do Brasil, colunista da revista esquerdista Ultimato, candidato do PT: o trágico fim de um evangélico que não teve tempo ou disposição de desfazer os estragos que provocou na igreja evangélica brasileira. A notícia abaixo é do jornal Pernambuco

O pastor da Igreja Anglicana, cientista político e ex-reitor da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), Edward Robinson Cavalcanti, de 64 anos, e a esposa dele, a professora aposentada Mirian Nunes Machado Cotias Cavalcante, também de 64 anos foram assassinados na casa da família, na Rua Barão de São Borja, número 305, em Jardim Fragoso, Olinda.
De acordo com a polícia, o autor do crime é o filho adotivo do casal Eduardo Olímpio Cotias Cavalcante, de 29 anos. O rapaz morava nos Estados Unidos desde os 16 anos de idade e teria voltado ao Brasil há cerca de 15 dias depois de ter sido preso no país estrangeiro várias vezes por envolvimento com drogas e outros delitos.
Segundo o reverendo Hermany Soares, amigo da família, quando Eduardo chegou ao Brasil, ele foi buscá-lo no aeroporto e ainda no desembarque teria perguntado onde compraria uma arma.
Ontem pela manhã, o rapaz saiu de casa, foi beber na praia e voltou à tarde. À noite ele foi visto amolando uma faca na frente do portão de  casa. Por volta das 22 horas da noite, Eduardo começou a discutir com o pai, pegou a faca e começou a golpear o idoso. A mãe foi defender o marido e também foi esfaqueada.
O bispo Robinson morreu no quarto. Já a mãe ainda foi levada para o Hospital Tricentenário, em Olinda, com uma facada no peito esquerdo, mas já chegou morta. Após o crime, Eduardo tentou cometer suicídio ingerindo uma substância não identificada e aplicando vários golpes de faca no próprio peito. Ele foi levado para o Hospital da Restauração (HR) em uma viatura da Polícia Militar. Eduardo estava passando por um processo de deportação.
Segundo informações de parentes, o bispo Robinson foi o coordenador regional da primeira campanha do ex-presidente Lula para presidente da República, que o teria visitado em casa depois de eleito. O bispo também foi candidato a deputado federal e proferiu palestras na ONU.
Fonte: Pernambuco.
Divulgação: www.juliosevero.com
Para ler uma importante nota em inglês sobre o assassinato do bispo, veja: Brazilian Marxist Bishop Killed by Adopted Son
Artigos no Blog Julio Severo mencionando Robinson Cavalcanti:

Cristãos da Síria Pedem por Orações

Publicado em Primavera Árabe, Síria por juliosevero em 27 de fevereiro de 2012

Cristãos da Síria Pedem por Orações

Jerry Dykstra
Após um ano de protestos e violência, a situação na Síria trouxe grande sofrimento a toda a população. De acordo com a Missão Portas Abertas, os cristãos da Síria dizem que sua maior necessidade agora são orações.
A Síria possui mais de 20 milhões de habitantes, sendo que 1,9 milhões deles são cristãos. No ranking dos 50 países que mais perseguem cristãos publicado pela Portas Abertas em 2012, a Síria está na posição 36.
O perigo alertou muitas igrejas pelo país para que se reunissem apenas durante o dia, muitas delas apenas nos domingos. Nas sextas-feiras, dia da reunião dos muçulmanos, muitas escolas cristãs agora fecham.
Devido à onda de assassinatos, roubo e sequestro de crianças, alguns pais pararam de mandar seus filhos à escola. A Síria agora sofre com falta de combustível e eletricidade, uma economia desestruturada e poucas vagas de emprego.
“Os problemas dos cristãos variam de acordo com o lugar”, afirma o Dr. Carl Moeller, diretor presidente da Portas Abertas nos EUA. “Os cristãos de Damasco parecem ter menos dificuldades; por outro lado, muitos fieis de Homs fugiram da cidade, que se tornou uma zona de guerra”.
Alguns cristãos querem ficar; outros buscam desesperadamente por um meio de emigrar, afirma Moeller. Muitos afirmam que não podem fugir.
“Muitos fieis nos dizem que a Síria é o lugar deles e é onde irão ficar, mesmo que isso signifique morrer lá”.
Mais de 80% dos cristãos fugiram de Homs, cidade onde acontece a maior parte dos conflitos. Saqueadores invadiram as casas dos que fugiram. Pelo menos uma igreja evangélica foi atacada. Os que ficaram possuem poucos meios de transporte seguros. Poucos ainda se reúnem nas igrejas.
“Homs é uma cidade fantasma, e a situação das pessoas de lá não é estável”, Afirma Moeller.  “Todos temem por sua segurança. Não há recursos ou mantimentos. A situação faz chorar qualquer ser humano decente”.
Em algumas áreas, a situação é relativamente segura para os cristãos.
“Nós nos reunimos para o culto, e as pessoas têm muita fé”, disse um pastor sírio. “No momento, os cristãos não estão sob ataque. Mas não sabemos como seremos tratados caso as coisas mudem”.
Os cristãos temem que caso o presidente Assad seja derrubado, os seus problemas se agravem drasticamente. Mas, de acordo com Moeller, os cristãos encontram força na sua fé.
Traduzido por Luis Gustavo Gentil do artigo do Charisma News: “Syria’s Christians Cry Out for Prayer

Irã pode executar pastor a qualquer momento

Publicado em Irã, Jordan Sekulow, Youcef Nadarkhani por juliosevero em 26 de fevereiro de 2012

Irã pode executar pastor a qualquer momento

Comentário de Julio Severo: Ao contrário dos EUA, o Brasil tem relações boas com o Irã. Lula, o encapetado, tinha excelentes relações com o Irã, apesar do histórico do governo iraniano de perseguição aos cristãos e ameaça a Israel.
Incentivo todos os leitores deste blog a se comunicarem com o deputado federal e senador em quem votaram e insistir com eles para que intervenham no caso do pastor iraniano que foi condenado à morte exclusivamente por ser cristão.
Peço também que todos orem para que a Frente Parlamentar Evangélica se comova com esse caso e possa tomar a atitude correta de agendar ainda nesta semana uma viagem ao Irã para ajudar o pastor. Milagres ocorrem quando oramos.
Falando em milagres, até a Globo já noticiou o caso do pastor iraniano. Assista ao vídeo: http://youtu.be/0F9HQibTVTg
O que a bancada evangélica está esperando? Deus descer do céu para ajudar o pastor e fazer o que eles mesmos podem fazer?
Eis o artigo que saiu na revista Charisma:

Youcef Nadarkhani Pode Estar Próximo da Pena de Morte

Jennifer LeClaire
Uma ordem de execução do pastor cristão Youcef Nadarkhani pode ter sido emitida no Irã, de acordo com o Centro Americano para Lei e Justiça.
As autoridades prenderam Nadarkhani na cidade de Rasht, onde residia, em outubro de 2009 sob a acusação de ter questionado as aulas obrigatórias de religião nas escolas iranianas. Após ter sido condenado por apostasia, o tribunal de segunda instância de Rasht emitiu em novembro de 2010 uma confirmação por escrito das acusações, além da sentença de morte.
Em uma audiência para julgar um recurso, a Suprema Corte do Irã manteve a sentença de Nadarkhani, mas pediu para o tribunal de Rasht que determinasse se ele era um muçulmano praticante antes da sua conversão. O tribunal declarou que Nadarkhani não praticava o islã, mas que era culpado por apostasia por ter ancestrais muçulmanos.
A Suprema Corte também havia determinado que sua sentença de morte poderia ser anulada se ele renunciasse à sua fé. De acordo com a organização Christian Solidarity Worldwide, há poucas semanas foi oferecido a Nadarkhani a opção de sair livre caso aceitasse Maomé como “um mensageiro enviado por Deus”. Ele recusou.
“É fundamental que façamos algo agora para proteger essa vida inocente”, disse o diretor executivo do Centro Americano para Lei e Justiça, Jordan Sekulow, em uma mensagem de alerta. “O pastor Youcef foi preso ilegalmente e separado de sua esposa e de seus dois filhos desde 2009; todas as vezes em que o regime iraniano exigiu que ele renunciasse à sua fé cristã, ele respondeu: ‘Não posso’. Agora, a vida desse pastor cristão tem um futuro incerto”.
Sekulow menciona que o Congresso americano considera uma resolução condenando as violações de direitos humanos do Irã e requerendo a soltura de Youcef. O Centro Americano para Lei e Justiça encoraja todos os membros do Congresso a apoiar essa resolução. Também estaremos levando o caso de Yousef às Nações Unidas.
“Não temos certeza se o pastor Youcef tem direito de recorrer da ordem de execução, mas o que sabemos é que o regime iraniano adiou a execução até o momento devido à pressão internacional”, afirma Sekulow. “Devemos manter a pressão sobre o Irã. Da mesma forma que o pastor Youcef defende a sua fé diante da morte iminente, defenda-o também hoje”.
Clique aqui e assine a petição para libertar Nadarkhani.
Traduzido por Luis Gustavo Gentil do artigo do Charisma News: “Youcef Nadarkhani May Be Facing Execution Order

Grupo gay dos EUA por trás do fechamento da conta de PayPal de Julio Severo quer derrotar lei russa que proíbe propaganda homossexual

Publicado em AllOut, conservadorismo, Rússia, São Petersburgo por juliosevero em 25 de fevereiro de 2012

Grupo gay dos EUA por trás do fechamento da conta de PayPal de Julio Severo quer derrotar lei russa que proíbe propaganda homossexual

Julio Severo
Pessoas no mundo inteiro estão aclamando uma recente lei em São Petersburgo, a segunda maior cidade da Rússia, que proíbe a propaganda homossexual.
Contudo, AllOut não está aclamando. Está convocando gays e autoridades governamentais nos EUA, na Europa e no mundo inteiro para derrotarem a lei russa que protege crianças da doutrinação gay. O grupo gay americano lançou uma campanha internacional nesta semana para exercer pressão nos legisladores russos.
AllOut diz: “Nos meses passados, mais de 250.000 pessoas se uniram a All Out em denunciar o projeto de lei, e milhares de nós pegaram o telefone para ligar para gabinetes estrangeiros, pressionando os EUA, Inglaterra, Alemanha, França, Austrália e outros para providenciarem condenações oficiais. Temos de manter a pressão — agora, mais do que nunca”.
AllOut também diz: “Ligações telefônicas e cartas estão vindo de todo o mundo, mas não é o suficiente. Por isso, com sua ajuda, vamos atingir o governador de São Petersburgo onde é importante — na carteira de dinheiro dele”.
Em sua campanha internacional para fechar minha conta de PayPal, AllOut queria também atingir meu bolso, impedindo meus leitores e amigos de me enviarem doações voluntárias por meio do PayPal.
Muito embora o PayPal tenha escolhido sucumbir à pressão deles, meus leitores e amigos continuam ajudando, mediante outros meios.
Não sei o que São Petersburgo poderá fazer para resistir a tal pressão de um grupo gay americano, mas não há dúvida de que AllOut precisa também ser atingido em seu bolso.
A crise econômica nos EUA poderia afetar AllOut, mas então o governo de Obama poderia dar um jeito de ajudá-los, já que sua prioridade é promover a causa gay, até mesmo ameaçando atingir nações do terceiro mundo em seus bolsos — ao lhes negar assistência — se não se sujeitarem à agenda gay-americana.
Hillary Clinton e o governo dos EUA têm condenado publicamente a lei conservadora de São Petersburgo. De acordo com LifeSiteNews, “O projeto, que proíbe ‘atividades públicas que promovam a homossexualidade’, está sendo denunciado por grupos homossexuais como ‘antigay’ e está sofrendo oposição estridente do governo dos EUA”.
As poderosas estruturas esquerdistas dos EUA só vão parar suas ações anticonservadoras quando forem profundamente atingidas em seus próprios bolsos.
Sinto falta dos tempos de Ronald Reagan, quando o conservadorismo americano ameaçava o comunismo russo.
Hoje, a decadência cultural dos EUA ameaça o emergente conservadorismo na Rússia e no mundo.

Eles estão entre nós: ativistas gays “cristãos”

Publicado em evangélicos gays, Genizah, igreja inclusiva, Márcio Retamero, teologia gay por juliosevero em 24 de fevereiro de 2012

Eles estão entre nós: ativistas gays “cristãos”

Julio Severo
Se você não vai à igreja deles, eles irão até a sua. Ativistas gays “cristãos” estão se infiltrando no meio de eventos cristãos a fim de sabotarem o que sabemos da Bíblia e homossexualismo.
Em conversa ontem com um ministério evangélico de São Paulo, fui informado que numa vigília do ministério, aberta às igrejas evangélicas, houve uma experiência incomum.
O líder da vigília aproveitou o momento de oração para apresentar para o grupo de intercessores e interessados em oração alguns pedidos especiais de oração, inclusive sobre o aborto e o homossexualismo. O líder destacou meu nome como um homem na frente de batalha nessas questões.
Logo que ele citou meu nome, um pequeno grupo de “crentes” se levantou e se retirou, mandando depois um bilhete reclamando da menção do nome de Julio Severo e oposição ao homossexualismo. Nesse ponto, um evangélico, que havia sido gay, se manifestou dizendo que conhecia o pequeno grupo de “crentes” descontentes. Eles eram na verdade membros de uma igreja inclusiva — uma igreja evangélica para homens e mulheres “evangélicos” que estão determinados a permanecer no homossexualismo.
Ao conhecer a realidade do episódio, o líder da vigília ficou perplexo com a ousadia da militância gay “cristã”, que adotou a postura de se infiltrar e se misturar num evento evangélico a fim de provocar questionamentos.
Essa é, no meu entender, uma nova fase da guerra espiritual que estamos enfrentando.
Eles agora estarão vindo às nossas reuniões para marcar presença e dar “testemunho” de suas perversões teológicas. Estarão vindo às nossas vigílias e reuniões de oração, não para orar, mas para provocar desconcerto com seu testemunho contraditório.
Eles estão também marcando presença na internet, em sites evangélicos populares, lançando dúvidas em posições contrárias à agenda gay e ao homossexualismo por meio de sabotagens teológicas de conhecidas passagens da Bíblia, como anda fazendo a “pastora” lésbica Lanna Holder.
O número de “pastores” gays assumidos está aumentando. Um site com aparência “evangélica”, por exemplo, traz um artigo, assinado por um “Reverendo Márcio Retamero, Pastor da Comunidade Betel do Rio de Janeiro”. “Pastor” e “comunidade” aí são “evangélicos” só no rótulo, e o artigo, intitulado “Carta Aberta a Júlio Severo – Homofóbico e Fundamentalista Religioso”, segue a linha da sabotagem teológica pró-homossexualismo.
Mas o Rev. Retamero, como gosta de ser chamado, não é universalmente anti-evangélico. Sua língua mostra respeito e admiração por evangélicos que, como ele, desprezam o conservadorismo evangélico.
Duas mensagens diretas de Retamero ao Genizah manifestam sua alegria, sem nenhum sentimento de sabotagem ou provocação de questionamentos:
“Parabéns, mil vezes, parabéns! Gostaria de ler um texto lúcido como o assinado por você em outros blogs na web. O Estado é Laico e a Igreja (no sentido calvinista do conceito) deve, para seu próprio bem, ser separada do Estado. Nós, LGBTs brasileiros e brasileiras, não queremos amordaçar ninguém… O problema é o desiquilíbrio de certos púlpitos e a falta de amor destes para com seres humanos e o elevado amor ao dinheiro como vocês aqui no Genizah denunciam sem piedade, no que fazem muito bem! Mais uma vez, parabéns! Oxalá os protestantes deste país pensassem como você! Rev. Márcio Retamero”. (Publicado em 9 de maio de 2011 às 00:31 no Genizah.)
“Graça e Paz! Gostei muito do seu artigo, ele me dá muita esperança no futuro, quando leio reflexões como essa que o sr. agora traz. Sou Pastor da Igreja Presbiteriana da Praia de Botafogo e da Igreja da Comunidade Metropolitana do Rio de Janeiro (Comunidade Betel) e sou gay assumido desde que não tive como mais permanecer na IPB por conta da minha orientação sexual e não OPÇÃO sexual, posto que eu e creio que nenhum outro LGBT OPTARIA por ser gay, caso isso lhe fosse oferecido como opção. Seu artigo me trouxe alegria não apenas enquanto pastor gay e de gays, mas enquanto ser humano gay, que não tem medo, nem vergonha de sê-lo, posto que não optei por isso, mas desde que me entendo como gente, sou assim. Homofobia é pecado sim! E obrigado por dizer isso com todas as letras! Saudações em Jesus Cristo nosso Rei, Salvador e Senhor, Rev. Márcio Retamero”. (Publicado em 19 de janeiro de 2012 às 14:10 no Genizah.)
Por que um pastor da teologia gay criticaria adeptos de uma teologia esquerdista e liberal?
Além de Retamero, outros ativistas gays “cristãos” não poupam elogios ao tabloide sensacionalista Genizah. Em contraste, esses mesmos ativistas, se identificando ou não como tais, não poupam críticas aos sites evangélicos mais conservadores. Logo que um site evangélico publica um bom artigo contra a agenda gay, os infiltradores aparecem com argumentos envenenados para provocar desacreditamentos, numa linguagem de “evangélico” para evangélico. Eles entram sorrateiramente nas seções de comentários, com cara de um João ou Maria, rebatendo mensagens cristãs com interpretações inspiradas diretamente na teologia gay.
Os únicos que escapam dessa campanha de infiltração e críticas são os evangélicos com comportamento de Genizah.
Precisamos pois nos preparar para essa invasão, mantendo firme nosso testemunho e alerta, pois diferente do homossexual comum, que está ocupado com seu pecado sexual, o militante gay “cristão” é um indivíduo ocupado com seu pecado sexual e também ocupado com a promoção e imposição de seu pecado sexual.
O homossexual comum não refuta a condenação da Bíblia ao homossexualismo. O ativista gay “cristão” tem sua própria interpretação da Bíblia, onde coloca na boca de Deus palavras de aceitação ao homossexualismo que Deus nunca disse. Ele sabe desmentir, como “evangélico”, evangélicos que creem e pregam o que a Bíblia realmente diz sobre o homossexualismo.
O homossexual comum não tem interesse nenhum em doutrinar os outros em seus pecados pessoais. Em contraste, o ativista gay, “cristão” ou secular, não pensa em outra coisa.
O alerta de Jesus é válido para todos nós: “Orai e vigiai”.
Orar: Manter comunhão com o Pai, Filho e Espírito Santo, dando atenção à Sua voz.
Vigiai: Manter os olhos bem abertos e atentos, tendo cuidado e tendo abertura para as oportunidades de Deus e tendo atitude de prudência diante de situações de risco que podem aparecer. Manter os olhos no Senhor e em sites que verdadeiramente glorificam Seu nome, não em sites que abusam do Seu nome para defender a teologia gay ou servir, direta ou indiretamente, de cúmplices para essa teologia.
Diante da infiltração gay “cristã” e seus cúmplices, oremos, vigiemos e mantenhamos firme o testemunho da Palavra de Deus.

Jogos de aborto entre Brasil e ONU

Jogos de aborto entre Brasil e ONU

Julio Severo
Na semana passada, o governo de Dilma Rousseff foi pressionado pelo CEDAW (Comitê para a Eliminação da Discriminação contra as Mulheres) sobre um número alegado de 200.000 mortes de mulheres a cada ano por causa do aborto ilegal no Brasil. As representantes do Brasil não mostraram nenhuma disposição de questionar esse número patentemente inflado.
Dados oficiais do governo brasileiro mostram que 146 mulheres, cuja gravidez terminou em aborto, morreram em 1996. Em 2004, 156 mulheres morreram.
Onde foi que o CEDAW arranjou a estatística extravagante de 200.000 mortes? Das ONGs feministas brasileiras financiadas por instituições americanas pró-aborto como as Fundações MacArthur, Rockefeller e Ford, que geralmente patrocinam o treinamento pró-aborto de líderes feministas do Brasil, de modo que elas não estejam em descompasso com as feministas americanas em manobras de linguagem, estatísticas e ações políticas e legais.
Depois desse treinamento, elas estão prontas para avançar para ocupações governamentais e não governamentais, e muitas delas estão hoje no sistema da ONU ecoando insanidades ideológicas do Primeiro Mundo com uma voz “brasileira”.
O CEDAW cobrou as representantes brasileiras acerca dessa estatística elevada, perguntando: “O que é que vocês vão fazer com esse problema político enorme que têm?” O CEDAW também deixou claro que acredita que a criminalização do aborto está ligada à alta taxa de mortes por ano.
Essa foi uma “pressão” excelente e oportuna, pois o governo brasileiro tem toda disposição do mundo, ideológica e outras, para resolver “esse problema político enorme”. Dilma Rousseff, “ex-membro de uma organização terrorista comunista que lutava para derrubar o governo do Brasil nas décadas de 1960 e 1970, tem um histórico de apoio à descriminalização do aborto antes de sua corrida presidencial”.
Contudo, ela se viu forçada a assinar um documento de compromisso de não apresentar legislação abortista ou homossexualista durante seu mandato presidencial para elevar seus números cada vez mais baixos nas pesquisas eleitorais depois que os cristãos começaram a alertar a população sobre o histórico dela.
Por causa desse documento de compromisso, ela tem algumas dificuldades para resolver “esse problema político enorme”. Mas isso não a impediu de nomear Eleonora Menicucci como ministra das mulheres. Menicucci, que liderou a delegação do Brasil para “enfrentar” o CEDAW, é amiga de Rousseff e esteve encarcerada com ela na década de 1970, quando elas foram presas por terrorismo.
Menicucci era membro de um grupo feminista e foi treinada, na Colômbia, para realizar abortos. Ainda que o aborto seja ilegal no Brasil (exceto em caso de estupro e risco de vida para a mãe), ela se gabou de que ela mesma teve dois abortos propositados.
Não foi um desprazer para ela se encontrar com suas amigas feministas do CEDAW, que deixou claro que o CEDAW “não pode defender o aborto”. Apesar disso, Magaly Arocha, do CEDAW, disse à delegação brasileira: “As mulheres vão abortar. Essa é a realidade”.
O documento oficial da ONU disse: “Os abortos inseguros no Brasil são uma questão de grande preocupação para esse Comitê [para a Eliminação da Discriminação contra as Mulheres], que já recomendou que o Brasil descriminalize o aborto”.
Para acalmar suas camaradas abortistas na ONU, o relatório de Menicucci explicou a tentativa do governo de esmagar um projeto de lei que defende a vida chamado Estatuto do Nascituro, que proibiria o assassinato de crianças em gestação em todas as circunstâncias.
O CEDAW também se queixou para a delegação brasileira de que “dá para se ver práticas discriminatórias… de casamento na legislação e quis uma explicação”. Mas a resposta brasileira oficial assegurou que o governo vem adotando medidas para eliminar as “desigualdades”: “Importantes realizações estão sendo feitas por meios judiciais, principalmente o Supremo Tribunal Federal, que permitiu que duplas de mesmo sexo registrassem sua união civil homossexual”.
Uau! A prioridade do CEDAW, como agência da ONU para “ajudar” as mulheres, é avançar o “casamento” homossexual e o aborto! Não é de surpreender que o mesmo CEDAW que está avançando uma ideologia feminista radical seja um feroz inimigo do Dia das Mães. O CEDAW odeia todo traço original de características femininas. O CEDAW quer as mulheres em 50% de todas as ocupações masculinas, inclusive as forças armadas. O CEDAW odeia as mulheres em papéis femininos.
O CEDAW se queixou de que o Brasil tem um número pequeno de mulheres no Congresso Nacional. O ideal da ONU, é claro, seria 50%, mas pode ter certeza de que a ONU não ficaria contente se tais mulheres se parecessem com Madre Teresa de Calcutá. A mulher ideal para a ONU é como Eleonora Menicucci, com um histórico de abortos, treinamento para realizar abortos, terrorismo comunista e uma vida sexual promíscua. Com tais mulheres, o Congresso Nacional e Dilma nunca mais terão problema alguma para avançar o feminismo, o aborto, o homossexualismo e outras ideologias aprovadas pela ONU.
O CEDAW também elogiou muito a Lei Maria da Penha, uma lei contra violência doméstica. Qualquer mínimo ato violento de um marido ou parceiro pode acarretar penalidades duras contra eles. Contudo, em atos violentos entre mulheres e crianças em gestação, não existe nenhuma Maria da Penha para proteger as crianças de violência e assassinato, que são suavizados e transformados em direito. Se os homens adotassem semelhante insanidade, eles poderiam receber da ONU um “direito” de matar mulheres. E com tal insanidade em andamento, a preocupação prioritária da ONU seria o assassinato de mulheres como “direito”.
A realidade é que a preocupação prioritária do CEDAW com a delegação brasileira foi como descriminalizar o assassinato de bebês em gestação por meio do aborto!
Havia um interessante jogo entre o Brasil e a ONU. Menicucci e o CEDAW queriam defender o aborto abertamente, mas ambos recorreram a uma linguagem malandra para expressar seus sentimentos ideológicos.
O relatório brasileiro para CEDAW se queixou: “O afastamento de posições conservadoras em relação ao papel de homens e mulheres em nossa sociedade está ocorrendo mais lentamente do que se desejaria”.
As opiniões conservadoras da maioria dos brasileiros, principalmente mulheres, estão impedindo Dilma e Menicucci de serem livres para impor suas opiniões pessoais e ideológicas em todas as mulheres brasileiras e outros brasileiros.
De forma semelhante, as opiniões conservadoras da maioria das mulheres e nações estão impedindo a ONU de ser livre para impor suas opiniões pessoais e ideológicas no resto do mundo.
Mesmo assim, com jogos de palavras e linguagem malandra sobre “direitos”, eles esperam alcançar o que com honestidade e números corretos jamais poderiam alcançar.
Uma versão deste artigo, também de autoria de Julio Severo, foi publicada por LifeSiteNews para o público internacional.
Versão em inglês deste artigo: Abortion games between Brazil and UN.

Supremo Tribunal do Alabama enfrenta aborto legalizado nos EUA

Publicado em Alabama Supreme Court, Judge Tom Parker, Justice Tom Parker, Supremo Tribunal do Alabama, Tom Parker por juliosevero em 22 de fevereiro de 2012

Supremo Tribunal do Alabama enfrenta aborto legalizado nos EUA

Tom Parker, juiz do Supremo Tribunal do Alabama, deu aos ativistas pró-vida exatamente o que precisavam quando ele usou um caso de morte por negligência de terceiros para exortar os estados dos EUA a darem direitos legais aos bebês em gestação, argumentando que, com relação à decisão Roe versus Wade [que legalizou o aborto nos EUA em 1973], seu “padrão de viabilidade não é convincente” e “deve ser abandonado”.

Numa decisão unânime dada na sexta-feira, o Supremo Tribunal do Alabama determinou que uma mulher do Condado de DeKalb pode prosseguir uma queixa judicial de morte por negligência de terceiros contra seus médicos em favor de seu filho em gestação, ainda que o feto tivesse morrido antes de poder sobreviver fora do útero.

A decisão do tribunal anulou a decisão do tribunal de primeira instância de DeKalb, a qual sustentava que a mulher, Amy Hamilton, não poderia processor porque seu filho não era ainda viável.
Amy e seus advogados haviam processado três médicos e um grupo médico que afirmavam que seus “atos negligentes” resultaram na morte do filho dela em gestação.
A decisão de autoria de Parker e assinada pelos três outros juízes afirma que o padrão de viabilidade tem de ser abandonado no que se refere à lei de morte por negligência de terceiros.
“Hoje, este Tribunal reafirma que as vidas de crianças em gestação são protegidas pelo estatuto do Alabama referente à morte por negligência de terceiros, independente da viabilidade”, Parker escreveu na decisão. “Escrevo separadamente para explicar por que a decisão Roe versus Wade, 410 U.S. 113 (1973) do Supremo Tribunal Federal, não impede o resultado a que chegamos hoje e para frisar a influência decrescente do padrão de viabilidade de Roe. Pelo fato de que Roe não é uma autoridade dominadora além da lei de aborto, e pelo fato de que seu padrão de viabilidade não é convincente, concluo que, pelo menos com relação à lei de morte por negligência de terceiros, o padrão de viabilidade de Roe tem de ser abandonado por todos”.
Parker acrescentou que “O Supremo Tribunal Federal erroneamente concluiu que ‘os bebês em gestação nunca foram reconhecido no direito como pessoas’” e que fora da lei de aborto, “a viabilidade” tem “pouco sentido”. De acordo com Parker, a norma de viabilidade tem de ser rejeitada pelos estados.
Em sua decisão, Parker também comentou que até a data de março de 2010, 38 estados tinham leis de homicídio fetal e o estatuto de homicídio do Alabama inclui “uma criança em gestação no útero em qualquer fase do desenvolvimento, independente da viabilidade”.
Traduzido por Julio Severo do artigo do Daily Caller: “Alabama Supreme Court takes on Roe v. Wade
Para entender mais dessa importante decisão, confira este outro artigo:

Israel moderno: o maior milagre da história humana?

Publicado em Israel, Joseph Farah por juliosevero em 22 de fevereiro de 2012

Israel moderno: o maior milagre da história humana?

Exclusivo: Joseph Farah repreende os cristãos que não são gratos pelo fato de que o Salvador é judeu

Se você acredita na Bíblia, como eu acredito, o retorno de Israel como nação depois de 2.000 anos é um milagre maior do que o milagre que ocorreu com a saída do povo de Israel do Egito.
É isso o que Deus diz em Jeremias 16:14-15:
“Portanto, eis que dias vêm, diz o SENHOR, em que nunca mais se dirá: Vive o SENHOR, que fez subir os filhos de Israel da terra do Egito”.
“Mas: Vive o SENHOR, que fez subir os filhos de Israel da terra do norte, e de todas as terras para onde os tinha lançado; porque eu os farei voltar à sua terra, a qual dei a seus pais.”
Pense nisso.
A restauração da nação de Israel em 1948 e o ajuntamento dos judeus dispersos de todas as partes do mundo é um milagre maior do que todos os seguintes milagres:
* a divisão do mar Vermelho;
* o maná do céu;
* a água das rochas;
* a entrega da lei no monte Sinai.
Penso que a maioria dos cristãos e judeus do século 21 não aprecia de modo pleno o que significa serem testemunhas de tal milagre estupendo.
Às vezes quando lemos a Bíblia zombamos da cegueira que o povo do passado demonstrava para o que estava ocorrendo na época. Mas acho que somos tão culpados quanto eles — talvez até mais.
O milagre do ajuntamento é maior do que os milagres da saída do povo de Israel do Egito. Quem diz isso não sou eu. É o Senhor quem diz isso. E é um milagre que tivemos o privilégio de experimentar de primeira mão. Mas esse privilégio vem com uma responsabilidade — a responsabilidade de reconhecer o que Deus está fazendo e reconhecer sem demora que foi uma obra poderosa.
Os Estados Unidos têm hoje muitos cristãos que não entendem isso. Eles não estão ficando do lado dos filhos de Israel, nossos irmãos cuja aliança experimentamos e vivemos pela virtude de sermos enxertados, como Paulo explica no livro de Romanos.
Os cristãos que não mostram gratidão por estarem conectados a esse milagre são cristãos que em última análise não são gratos pelo presente da salvação e redenção oferecido ao mundo inteiro. Eles não são completamente gratos por quem é seu Senhor e Salvador — por que Ele veio e que Ele está voltando!

Eles não são gratos pelo lugar que Ele escolheu para voltar.

Ele não estará indo para Washington, D.C., para governar o mundo. Ele estará indo para Jerusalém.
Quando e por que Ele estará vindo? Ele estará vindo num tempo em que Israel estará enfrentando desastre, e Ele estará vindo para salvar Israel.
A teologia da substituição não é apenas uma teologia perigosa. É uma teologia rasa — é uma teologia que tentou interpretar a maior parte da Bíblia como irrelevante e retratar Deus como um quebrador de alianças que muda de ideia e até Sua personalidade.
Mas hoje boa parte das igrejas está confusa sobre quem somos como crentes e a rica herança bíblica que serve como o alicerce da nossa fé e nossa esperança.
Alguns cristãos não têm certeza se nosso Salvador estará mesmo voltando — sem mencionar que duvidam que Ele estará voltando para salvar e preservar Israel.
Alguns cristãos estão confusos sobre se o moderno milagre de Israel é verdadeiramente uma manifestação profética.
Alguns cristãos até veem mais conexão entre sua fé e o islamismo do que veem entre sua fé e o judaísmo, muito embora o Cristianismo não faça sentido fora do contexto da promessa messiânica do Deus de Abraão, Isaque e Jacó.
Cabe a todos nós como crentes ler e estudar as ricas e abundantes passagens das Escrituras que lidam com a Segunda Vinda, pois suspeito que haverá crentes despreparados e pegos de surpresa.
Muitas pessoas não compreenderam nem enxergaram a primeira vinda dEle porque estavam antecipando um rei conquistador. Suspeito que muitos cristãos não reconhecerão o rei conquistador quando Ele voltar porque estarão antecipando, em vez disso, um servo sofredor.
O que Yeshua vai fazer quando voltar?
A Bíblia nos diz que Ele estará voltando para fazer justiça. Suas vestes estarão com manchas de sangue. Ele vai destruir nações. Ele vai impor Sua vontade com vara de ferro.
Estamos preparados para esse Yeshua?
Ele vai julgar indivíduos e nações, conforme lemos em Mateus 25. As nações serão divididas em nações de ovelhas e nações de bodes em grande parte com base no modo como trataram Seu precioso Israel.
Ele abençoará aqueles que abençoam Israel e amaldiçoará aqueles que o amaldiçoam.
Nossa fé cristã — e nossa própria redenção — foi construída num alicerce de promessa feita pelo Deus de Abraão, Isaque e Jacó. Sem uma compreensão e apreciação dessa conexão, nossa fé nem faz sentido. Nosso Salvador não apareceu de repente certo dia em Belém 2.000 anos atrás sem nenhuma expectativa. Ele veio como o messias judeu há muito tempo esperado, o Rei dos Judeus, da linhagem de Davi, e Ele no final reinará no trono de Davi por 1.000 anos no futuro.
A propósito, Ele não veio para começar uma nova religião chamada Cristianismo. Ele veio para cumprir a lei e os profetas e oferecer salvação aos judeus e aos não judeus igualmente.

Se você crê que a Bíblia é a infalível Palavra de Deus, você também reconhecerá que quando Ele voltar você, eu e outros crentes vamos guardar o Sábado e observar a Festa dos Tabernáculos. Estaremos visitando Jerusalém regularmente — e se não visitarmos, não haverá chuva alguma. Acho que alguns cristãos vão ficar chocados com o fato de que, no reino de mil anos, o centro de nossa vida será Israel.

Quantos cristãos nos Estados Unidos hoje realmente compreendem a realidade de que nosso Deus e Salvador é judeu? Ele não estará comendo sanduíches de presunto nas lanchonetes das igrejas.
Quantos de nós O reconheceremos quando Ele voltar?
Traduzido por Julio Severo do artigo de WND: Modern Israel: Greatest miracle ever?

Rússia e Ocidente: entre a manipulação e a perseguição

Publicado em Don Hank, Rússia por juliosevero em 21 de fevereiro de 2012

Rússia e Ocidente: entre a manipulação e a perseguição

Comentário de Julio Severo: No sistema político da antiga União Soviética, os cristãos eram implacavelmente perseguidos, e escolas e governo estavam a serviço de uma ideologia centrada no homem, com consequências terríveis para os cristãos. Não dá para dizer que hoje a Rússia é cristã no melhor sentido da palavra, mas em comparação com o Ocidente, que está cada vez mais hostil aos cristãos, a Rússia está começando a sobressair. Isso me faz recordar uma passagem da Bíblia onde o próprio Deus denuncia que a nação que tinha uma aliança com ele, Israel, havia ficado pior do que as perversas nações vizinhas: “Mas Israel se revoltou contra os meus mandamentos e acabou se tornando mais perverso do que as outras nações, mais desobediente do que os povos que estão em volta dela. Israel rejeitou os meus mandamentos e não quis guardar as minhas leis.” (Ezequiel 5:6) Esse é exatamente o caso quando olhamos para os EUA e Europa, onde escolas e governo estão agora a serviço de uma ideologia centrada no homem, com consequências terríveis para os cristãos. Não tenho a menor dúvida de que Putin tem más intenções, assim como Obama, o presidente dos EUA, tem más intenções, algumas das quais são patentes e tangíveis, como impor a ideologia do aborto e do homossexualismo no mundo inteiro. Assim, os cristãos ficam no fogo cruzado das más intenções de duas grandes potências. Se ficarem com a Rússia, serão inevitavelmente manipulados. Se ficarem com os EUA e Europa, serão perseguidos, especialmente considerando o fato de que a Europa e o EUA estão cada vez mais se aliando e fazendo as vontades dos maiores perseguidores de cristãos do mundo: os muçulmanos… Penso que temos de aproveitar o melhor das duas e jogar fora o pior.
O artigo abaixo é do escritor americano Don Hank:
Por que a Rússia e o Ocidente inverteram os papéis?
Rússia, o Ocidente e os cristãos perseguidos
Don Hank
Há evidência de que a Rússia está, seja lá por qual motivo for, interessada em proteger os cristãos. Um artigo na Interfax traz o título “Putin se compromete que Rússia defenderá os cristãos perseguidos em outros países”.
Então, até que ponto os russos estão sendo sinceros? Tem havido uma abundância de comentários sobre o assunto aqui nos Estados Unidos, em grande parte atacando a Rússia por defender seus próprios interesses sob o pretexto de preocupações com os cristãos. Quem sabe?
Mas eis algumas coisas a se considerar:
1) Até mesmo na União Soviética ateísta, as igrejas que haviam sofrido bombas na guerra foram restauradas com amor e sacrifício, com um custo enorme para a nação, como foram outros lugares de valor cultural. O governo russo pode ter criticado publicamente o Cristianismo, mas o povo russo não teria tolerado a destruição física das igrejas ortodoxas russas. Ora, eu cheguei a visitar uma dessas igrejas em Leningrado (nome que agora foi revertido para São Petersburgo), que foi, lamentavelmente, transformada no tão chamado Museu da Religião e Ateísmo, um exemplo deplorável de sacrilégio e blasfêmia descarada. Mas o edifício inteiro e suas mobílias, inclusive imagens, estavam em condições excelentes. Diferente da China de Mao, os objetos tradicionais e antigos não foram destruídos, muito pelo contrário.
2) A oposição russa à intervenção ocidental em Kosovo tinha também raízes culturais e religiosas. A população eslávica ali é e era majoritariamente russa ortodoxa, com cultos geralmente realizados no eslavônio eclesiástico, uma variante arcaica do russo. Vamos nos lembrar dos temas de arrependimento cristão na novela Crime e Castigo, e da mensagem pró-cristã de Anna Karenina de Tolstoy. Ambos os livros eram impressos e publicados na União Soviética e estavam disponíveis para o público a preços baixos em toda a história soviética. (Sei disso porque comprei meus exemplares diretamente da União Soviética, e por uma bagatela.) O nome Raskolnikov, o protagonista de Crime e Castigo, vem de “raskolniki,” uma seita cristã perseguida da Rússia do século XVII que estoicamente sofreu torturas excruciantes por sua fé. A alma russa identifica-se com os cristãos perseguidos, principalmente os cristãos ortodoxos perseguidos, mas por extensão, com todas as variedades de Cristianismo.
4) Em Moscou e São Petersburgo, os prefeitos têm se oposto às paradas gays, se recusando a conceder autorização e até prendendo ativistas gays que desafiaram a lei para realizar as paradas. Isso tem a ver com a cultura, já que está ligado à variedade eslávica do “machismo”, e com a religião. É difícil separar a doutrina bíblica sobre a homossexualidade (que nunca morreu entre o povo) de um fenômeno puramente cultural, mas ao recusar autorizações para eventos homossexuais, os governos locais sem dúvida levam em consideração o respeito e amor do povo pela família tradicional. Contraste isso com as escolas ocidentais que ensinam sujeira e perversão para as crianças como se fossem algo divino a ser adorado e amado.
5) A Rússia se opôs à intervenção ocidental no Egito, Líbia e agora na Síria, especificamente expressando preocupações com o destino da população cristã ali.
Agora, você pode argumentar que a Rússia está preocupada apenas com seus próprios planos políticos, temerosa de sua própria inquieta população islâmica e como eles responderão ao que resultar da situação síria, ou com questões econômicas ou coisas do tipo. Pode haver alguma verdade nisso.
Mas uma coisa é certa. Embora as autoridades russas estejam tendo a coragem de lamentar o sofrimento dos cristãos no Oriente Médio, as autoridades de nossos países “cristãos” não disseram absolutamente nada sobre o sofrimento dos cristãos durante as duas últimas décadas de intervenções militares ocidentais que trouxeram como consequência perseguição, exílio e assassinato de cristãos no exterior.
Qualquer que seja o motivo ou razão, os primeiros agora são os últimos e os últimos são os primeiros.
Traduzido por Julio Severo do Laigle’s Forum do artigo original: Why did Russia and the West reverse roles?

Sob Cerco? Espanha Resiste “Invasão” Islâmica

Publicado em CBN, Espanha, invasão islâmica por juliosevero em 21 de fevereiro de 2012

Sob Cerco? Espanha Resiste “Invasão” Islâmica

Dale Hurd
BARCELONA, Espanha — As touradas agora são ilegais na província espanhola de Catalunha. Algumas arenas foram convertidas em espaços de negócios.
Mas os muçulmanos querem transformar a arena mais famosa, o Coliseum, em uma gigantesca mesquita.
Aliás, algumas cidades espanholas agora se parecem mais com o Oriente Médio. Os muçulmanos, que um dia já dominaram grande parte da nação, agora estão retornando em grande número.
Na cidade de Salt, os pais agora estão achando necessário levar e pegar seus filhos na escola. Os muçulmanos já representam 40% dos residentes da cidade, e logo se tornarão maioria.
Mas o governo da cidade está resistindo, e impôs um embargo de um ano a um projeto de mesquita financiado pelos radicais wahhabistas da Arábia Saudita.
Além disso, alguém amaldiçoou o solo do terreno com uma cabeça de porco, que ainda estava lá quando a CBN News chegou. A lei islâmica proíbe a construção de uma mesquita em um terreno sujado por porcos.
Mas o número de muçulmano em Salt está crescendo tão rapidamente que é apenas uma questão de tempo até que eles governem a cidade.
“Quando o primeiro partido político islâmico se apresentar, todos os muçulmanos irão votar nele, e vamos acabar vestindo véus e turbantes. Estamos com um problema muito sério”, disse a vereadora da cidade de Salt, Maria Osuna, à CBN News.

Imigração ou Invasão?

No século VII, os exércitos muçulmanos conquistaram a maior parte da Espanha, chamando-a de Al-Andulus, e não foram expulsos até 700 anos depois, no ano em que Colombo descobriu o novo mundo.
Agora eles estão voltando, e pesquisas indicam que não é para serem cidadãos espanhóis. Uma pesquisa de opinião descobriu que 7 entre 10 muçulmanos na Espanha se veem como muçulmanos em vez de espanhóis.
O “Plataforma x Catalunya”, ou Plataforma por Catalunha, foi o primeiro partido político a levar a ascensão muçulmana a sério. Mas na Espanha politicamente correta, que celebrou o aniversário de 1300 anos da invasão muçulmana como algo bom, a Plataforma por Catalunha está sendo denunciada como racista e xenófoba.
O líder da Plataforma Joseph Anglada disse que seu partido não é contra imigrantes. Eles são contra a imigração desenfreada e o que eles dizem ser imigrantes que não querem ser parte da Espanha.
“Os imigrantes muçulmanos não estão aqui para se adaptar”, disse Anglada. “Estão aqui para conquistar”.
“Primeiro vem o pai de família”, ele explica. “Depois vem a mulher e os filhos, e depois os seus pais, sogros e avós, e isso se torna uma invasão”.

Os “Misteriosos” Envenenamentos de Cachorros

Na cidade de Lleida, alguém está envenenando cachorros. A polícia não sabe quem é, mas a suspeita maior é de que sejam muçulmanos.
Antes dos envenenamentos, os muçulmanos estavam tentando fazer com que o governo da cidade proibisse os cachorros nos transportes e áreas públicas por considerá-los imundos.
“O que aconteceu foi que, um belo dia, 12 a 14 animais apareceram mortos. Eles comeram alguma coisa ou alguém lhes deu algo. Não sabemos”, disse Josep Ortiz à CBN News.
Lleida, cuja população é cerca de ¼ muçulmana, foi a primeira cidade espanhola a banir a burca. O prefeito, então, fechou a mesquita da cidade porque estava superlotada de fieis nas sextas-feiras.
A CBN News foi ver onde os homens muçulmanos estavam rezando agora, e é em um pavilhão a céu aberto. Utilizando uma câmera escondida, filmamos mais de 500 homens escutando um sermão em árabe.
“Não sabemos o que os líderes muçulmanos estão dizendo às pessoas”, disse Moises Font da Plataforma por Catalúria. “Será que eles estão incentivando os muçulmanos a assimilarem ou a se manterem separados?”

Espanhóis Desaparecendo

Já se fala em mais de 100 mesquitas dos radicais wahhabistas na Espanha.  E duas emissoras de TV radicais muçulmanas do Oriente Médio agora estão transmitindo para o país.
Enquanto a imigração muçulmana está em ascensão, os espanhóis nativos estão lentamente desaparecendo. Seu índice de natalidade está abaixo do número de reposição.
Além disso, um grande número de espanhóis em idade universitária está deixando o país fugindo da taxa de desemprego de 50% da população jovem.
Enquanto isso, as taxas de natalidade dos muçulmanos são pelo menos o dobro da taxa dos espanhóis, e o número deles hoje é 10 vezes maior do que há 20 anos.
Um relatório secreto do serviço secreto espanhol vazado na mídia revelou que grupos radicais do Oriente Médio estão mandando enormes quantias em dinheiro à Espanha para controlar os muçulmanos do país.
“A maior ameaça à Espanha, à Catalunha e à Europa é a imigração muçulmana”, disse Anglada à CBN News.
“Sabemos que eles estão vindo para cá para conquistar o que, de acordo com os muçulmanos, já foi deles. Temos um dever moral, de modo que no futuro eles possam dizer que pelo menos houve alguém, um partido, que não estava disposto a se render à islamização do Ocidente”.
Traduzido por Luis Gustavo Gentil do artigo original do CBN News: Under Siege? Spain Resists Islamic ‘Invasion’

Revista Veja menciona LifeSiteNews!

Publicado em LifeSiteNews, revista Veja por juliosevero em 20 de fevereiro de 2012

Revista Veja menciona LifeSiteNews!

Ministra “abortista” é destaque em site internacional

As controvérsias sobre as posições da nova ministra de Políticas Para as Mulheres, Eleonora Menicucci, já não se resumem ao Brasil. Criticada por ter interrompido a gestação de dois filhos e por ter feito um curso de aborto na Colômbia, ela atraiu a rejeição de grupos cristãos dentro e fora do país. O Life Site News, um dos principais portais do movimento intitulado “pró-vida” nos Estados Unidos, dedica a sua manchete desta quarta-feira à nova integrante da equipe de Dilma Rousseff.  A reportagem também cita o jornalista Reinaldo Azevedo, blogueiro do site de VEJA. O portal exibe ainda uma matéria a respeito da posição do governo brasileiro em um debate sobre a legalização do aborto na Organização das Nações Unidas, neste mês. Nesta quarta, o jornal espanhol ABC também dá destaque à figura de Eleonora Menicucci.

Fonte: Revista Veja

Divulgação: www.juliosevero.com
Veja o artigo de LifeSiteNews em português:
Veja também:

Derrubem Assad e vamos dar boas vindas à Irmandade Islâmica

Publicado em al-Qaeda, Irmandade Islâmica, Síria por juliosevero em 20 de fevereiro de 2012

Derrubem Assad e vamos dar boas vindas à Irmandade Islâmica

Pat Buchanan vê o episódio da Líbia se repetir na Síria se a “Festa da Guerra” dos EUA se meter

Pat Buchanan
A Festa da Guerra dos EUA foi temporariamente desviada do seu clamor por guerra ao Irã pela insurreição contra o regime sírio de Bashar al-Assad.
Estimativas dos mortos desde que a revolta síria começou, há um ano, beiram os 6.000. E a responsabilidade pela carnificina está sendo jogada nas costas de Bashar, que sucedeu seu pai Hafez al-Assad na presidência, onde ficou de 1971 até sua morte em 2000.
Diferente do Egito de Hosni Mubarak, que cedeu, renunciou e fugiu após três semanas de protestos, Bashar não está quieto.
E, como era de se prever, com o número de mortos aumentando, aqueles defensores da revolução democrática mundial (John McCain, Joe Lieberman e Lindsey Graham) já começaram a tocar os tambores para que os EUA deem uma ajuda ao “Exército de Libertação Sírio”.
Na semana passada, os três senadores declararam juntos:
“Na Líbia, a ameaça de iminentes atrocidades em Benghazi mobilizaram o mundo a agir. Tais atrocidades agora são realidade em Homs e em outras cidades em todo o país… Devemos considerar… fornecer aos grupos de oposição dentro da Síria, tanto política quanto militar, melhores meios de… se defenderem, e de revidarem contra as forças de Assad”.
“O fim do regime de Assad seria… uma vitória moral e humanitária para o povo sírio” e “uma derrota estratégica do regime iraniano”.
Danielle Pletka, do think tank neoconservador American Enterprise Institute, também insiste no ponto de vista do Irã.
“A Síria é um ponto fraco do Irã, o aliado mais importante de Teerã, canal de armas e dinheiro para terroristas… Uma confluência do propósito moral e do interesse estratégico dos EUA sugerem uma intervenção na Síria… É hora de começar a armar o Exército de Libertação Sírio”.
Quais são os argumentos contra a intervenção americana?
Primeiro, não existe um interesse vital dos EUA quanto a quem governa a Síria. Se conseguimos viver com Hafez al-Assad por décadas (Bush pai o recrutou como um aliado na Guerra do Golfo) e com seu filho por doze anos, que ameaça poderia o governo de Bashar impor aos EUA?
Resposta: nenhuma.
Segundo, enquanto McCain e companhia insistem em que “o derramamento de sangue precisa parar, e não podemos descartar uma opção que pode salvar vidas”, armar os rebeldes pode causar um aumento exponencial de mortos e feridos.
Caso os EUA decidam começar a fornecer armas aos rebeldes, Assad irá se dar conta de que, assim como Moammar Gadhafi, está em uma luta até a morte.
Em 1982, seu pai, para conter uma rebelião concentrada na cidade de Hama, juntou sua artilharia e atacou a cidade, matando um número estimado de 20.000 pessoas. Isso é o que estamos arriscando ter se começarmos a armar os rebeldes.
A Síria não é a Líbia. O arsenal de mísseis, tanques, aviões e armas de Assad é muito superior. Ele possui um exército de 270.000 homens e milhares de policiais.
E com uma pequena facção xiita alauita dominante na Síria, sendo a rebelião baseada em uma maioria sunita, Assad e seus apoiadores sabem que se eles forem derrubados, serão executados.
“Os cristãos deverão fugir para o Líbano, e os aliados de Assad deverão ser fuzilados” foi um dos primeiros slogans da resistência.
E após vermos as atrocidades dispensadas aos cristãos no Iraque com a queda de Saddam e aos coptas com a queda de Mubarak, será que queremos derrubar outro ditador secular, apenas para dar poder a outro regime de fundamentalistas islâmicos?
Na Líbia, os britânicos e franceses foram à frente. Mas esses aliados da OTAN não querem participação na guerra civil síria.
Na Líbia, um terço do país era território rebelde. Com uma única estrada litorânea levando ao posto de comando de Gadhafi entre Tripoli e Benghazi, os aviões da OTAN podiam facilmente interceptar comboios tentando chegar à base rebelde.
Na síria, os rebeldes não possuem território “livre”.
O Conselho de Segurança da ONU autorizou uma zona de exclusão aérea sobre a Líbia. Mas a Rússia, irada com o que a OTAN fez na Líbia, está pronta para vetar essa medida para a Síria. Ajuda das forças armadas americanas aos rebeldes poderia fazer com que a Rússia desse ajuda militar ao governo de Damasco, que é seu cliente.
A intervenção americana poderia gerar uma guerra por procuração ou uma guerra regional. O Hezbollah, aliado de Assad, já está enfrentando rebeldes sírios no Líbano. Os sunitas na província iraquiana de Anbar estão mandando armas para seus companheiros sunitas na Síria.
E se Assad cair, quem irá subir ao poder?
Seria uma triunfante Irmandade Islâmica em Damasco capaz de manter a paz nas Colinas de Golã, como fizeram os Assads por 40 anos?
De acordo com fontes americanas, a al-Qaeda foi responsável pelos quatros ataques de homens-bombas que mataram vários soldados e autoridades sírias em Damasco e Aleppo. O sucessor de Osama bin Laden, Ayman al-Zawahiri, está convocando sunitas de todos os países vizinhos para se juntarem á guerra contra o regime “pernicioso e cancerígeno” de Assad.
Se a saída de Assad será boa para a al-Qaeda, como pode ser boa para os EUA?
Quanto ao Exército de Libertação Sírio para o qual iria a ajuda americana, ele próprio está dividido, e um dos coronéis de mais alta patente descreveu o Conselho Nacional Sírio, para o qual estava trabalhando, como “traidor”.
Iraque, Afeganistão, Líbia, em nenhum desses países as coisas saíram como os EUA esperavam. E deixando de lado a ideologia neoconservadora, o que nos faz pensar que intervir na Síria vai funcionar?
Traduzido por Luis Gustavo Gentil do artigo original do WND: “Depose Assad, welcome Muslim Brotherhood

Lei de aborto nos EUA poderá ser revogada?

Publicado em Alabama, Bob Unruh, Justice Tom Parker, Roe versus Wade, Supremo Tribunal do Alabama por juliosevero em 19 de fevereiro de 2012

Lei de aborto nos EUA poderá ser revogada?

Comentário de Julio Severo: Manchete de ontem no meu site favorito, WorldNetDaily, tratou de decisão importantíssima do Supremo Tribunal do Alabama defendendo a vida. Quem sabe essa decisão, de um tribunal estadual, não poderia mudar a lei federal de aborto nos EUA? A decisão Roe versus Wade, decidida pelo Supremo Tribunal federal dos EUA, legalizou o aborto nos EUA em 1973. A legalização foi feita mediante manobras de ativistas esquerdistas e feministas pró-aborto. Desde então, mais de 50 milhões de bebês em gestação foram sacrificados sob a faca de médicos aborteiros e bem debaixo da lei que, em vez de proteger as vítimas inocentes, protege os criminosos e seus crimes. O aborto nos EUA, que é o país mais evangélico do mundo, é legalmente permitido desde a concepção até o parto. O médico aborteiro, com o consentimento da mulher, pode abortar o bebê até mesmo no próprio dia do parto, contanto que legalmente o bebê não tenha primeiro colocado a cabeça para fora do corpo da mulher para nascer. Os abortos nos EUA podem ser realizados por todo e qualquer motivo da mulher, contando sempre com a proteção da lei, tanto para as mulheres quanto para os médicos que matam. Basta que a mulher diga: “Quero matar meu bebê!” E o Estado americano diz: “Seu desejo é uma ordem!” O único totalmente desprotegido é o bebê. A esperança agora é que a decisão do Supremo Tribunal do Alabama venha a servir de precedente para derrubar uma lei federal insana criada para atender a desejos assassinos, ativistas assassinos e uma indústria médica de aborto que ganha bilhões com o derramamento de sangue inocente. Mas é trágico que, por meios judiciais e políticos, indivíduos pérfidos tenham conseguido, há quase quatro décadas, legalizar o holocausto de bebês em gestação na maior nação evangélica do planeta, e é igualmente trágico que evangélicos, católicos e outros americanos de boa vontade estejam há décadas conseguindo avançar muito pouco na luta para revogar a lei do holocausto de bebês em gestação. Quando a ditadura assassina se instala nas leis, os ditadores não largam do poder. Parabéns ao juiz Tom Parker, ao Supremo Tribunal do Alabama e a todos os que estão tentando confrontar o holocausto do aborto legal nos EUA.

Para entender o moderno holocausto americano, veja este vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=BxXeBABZVqg
A seguir, a manchete do WND:

Supremo Tribunal do Alabama afirma que lei de aborto nos EUA tem de ser revogada

Decisão: bebê em gestação tem direito à total proteção da lei
Uma decisão assombrosa do Supremo Tribunal do Alabama está indicando que os estados dos EUA simplesmente “rejeitem” o conceito de pré-viabilidade dos bebês em gestação da lei de aborto, conforme a mera vontade da mulher, resultante da decisão Roe versus Wade, até que o Supremo Tribunal dos EUA anule o precedente.

Numa declaração muito forte que parece defender o conceito do movimento que diz que o bebê em gestação é uma pessoa humana, conceito por meio do qual os ativistas pró-vida estão procurando convencer cada estado dos EUA a reconhecer os bebês em gestação como “pessoas”, a declaração da decisão unânime, escrita pelo Juiz Tom Parker, disse: “Desde que Roe versus Wade foi decidido em 1973, nosso conhecimento da vida pré-natal foi muito expandido com os avanços na tecnologia médica e científica. O desenvolvimento da tecnologia ultrassom aumentou a compreensão médica e pública, permitindo-nos assistir ao crescimento e desenvolvimento do bebê em gestação de uma forma que gerações passadas jamais poderiam ter imaginado”, escreveu ele.

“De forma semelhante, os avanços na genética e áreas relacionadas deixam claro que um ser humano novo e único é formado no momento da concepção, quando duas células, incapazes de vida independente, se fundem para formar uma única entidade humana individual”.
Ele continuou: “É claro que a nova vida não é ainda matura — crescimento e desenvolvimento são necessários antes que a vida possa sobreviver de modo independente — mas é apesar de tudo vida humana. E nesse ponto tem havido um amplo consenso legal nos EUA, mesmo antes de Roe versus Wade, de que a vida de um ser humano começa na concepção”.
Sua declaração da decisão unânime continuou: “Um bebê em gestação é um ser humano único e individual desde a concepção e, portanto, ele tem o direito à total proteção da lei em toda fase do desenvolvimento. A norma de viabilidade de Roe versus Wade foi baseada em histórias imprecisas e na maior parte não foi apoiada por precedentes legais. Os avanços médicos desde Roe versus Wade têm demonstrado que um bebê em gestação é um ser humano único em toda fase do desenvolvimento. E juntos, o estatuto de homicídio do Alabama, as decisões deste tribunal e os estatutos e decisões judiciais de outros estados deixam abundantemente claro que a lei não é mais, nas palavras do Juiz Blackmun, ‘relutante… para conceder direitos legais aos bebês em gestação… ’ Por essas razões, a norma de viabilidade de Roe versus Wade não é nem dominante nem convincente aqui e deveria ser rejeitada por outros estados até o dia em que for revogada pelo Supremo Tribunal dos Estados Unidos”, disse ele.
[O caso que foi tratado pelo Supremo Tribunal do Alabama envolveu] uma mulher que perdeu seu bebê em gestação pré-viável, por causa de negligência médica. Os médicos citados como réus haviam argumentado que pelo fato de que a criança não era ainda viável, eles não poderiam ser responsabilizados pelos danos.
A opinião unânime da maioria, escrita por Parker, disse que a mulher, Amy Hamilton, tem o direito de fazer uma queixa judicial por causa da morte de seu bebê por negligência, de modo que o caso deverá voltar para o tribunal de primeira instância para “procedimentos em conformidade com essa opinião”.
De acordo com um relatório do Liberty Counsel, “Parker escreveu que Roe está em descompasso com todas as outras áreas do direito em que muitas assembleias legislativas e tribunais estaduais têm reconhecido os direitos do bebê em gestação em testamentos e leis estaduais, civis ou criminais, e mais”.
Parker comentou que seu tribunal anteriormente havia decidido que era “injusto e arbitrário… fixar um limite que permita a recuperação em favor de um feto ferido antes da viabilidade que morra depois de alcançar a viabilidade para fixar um limite que impeça a recuperação em favor de um feto ferido que, como consequência de seus ferimentos, não sobreviva à viabilidade”.
Parker explicou que ele escreveu a decisão especial, que foi unânime, porque Roe versus Wade não se aplica a tais casos.
“Pelo fato de que Roe não é autoridade dominante além da lei de aborto, e pelo fato de que seu padrão de viabilidade não é convincente, concluo que, pelo menos com relação à lei de morte por negligência de terceiros, o padrão de viabilidade de Roe tem de ser abandonado universalmente”.
Parker explicou que vários tribunais têm concluído que Roe versus Wade sustenta que os estados não devem se envolver na proteção da vida dos bebês em gestação.
“Roe não apoia essa conclusão”, escreveu ele. “Os estados são proibidos de proteger os bebês em gestação só até onde essa proteção entra em conflito com o ‘direito’ das mulheres. Roe sustenta que o ‘direito à privacidade das mulheres grávidas… é amplo o suficiente para abranger a decisão da mulher de se ou não exterminar sua gravidez’. Ninguém, porém, a não ser a própria mulher que quer ‘exterminar sua gravidez’, possui o ‘direito’ que Roe criou”.
Ele escreveu: “Roe não proíbe os estados de proteger a vida dos bebês em gestação. Pelo contrário, o Supremo Tribunal reconheceu que ‘o Estado tem interesses legítimos desde o início da gravidez’ na proteção do bebê em gestação. A menos que a lei de um estado entre em conflito com o ‘direito’ de uma mulher ao aborto, a lei estadual não entra em conflito com Roe”, disse ele.
A campanha em defesa da classificação dos bebês em gestação como pessoas humanas que vem crescendo nos EUA pede que os estados adotem emendas constitucionais que descrevam como “pessoas” os bebês em gestação desde o momento da concepção.
A campanha tem como alvo uma brecha na decisão original de Roe versus Wade, na qual o Supremo Tribunal observou que se for provado que o bebê em gestação é uma “pessoa”, os argumentos a favor do aborto cairão por terra, pois os bebês em gestação serão beneficiados com as plenas proteções da Constituição.
Traduzido e editado por Julio Severo do artigo de WND: “State Supreme Court says ‘Roe’ should be ‘overruled’

Líderes Políticos Querem Proteger Casamento e Crianças das Exigências Homossexuais/Transexuais

Publicado em Rússia, São Petersburgo, Vitaly Milonov, Wendy Wright por juliosevero em 18 de fevereiro de 2012

Líderes Políticos Querem Proteger Casamento e Crianças das Exigências Homossexuais/Transexuais

Wendy Wright
NOVA IORQUE, EUA, 17 de fevereiro (C-FAM) Resistência à nova prioridade de política externa dos Estados Unidos está se formando no mundo inteiro pelas mesmas razões que essa política tem sido rejeitada dentro dos EUA. Líderes políticos estão mantendo forte oposição às exigências homossexuais/transexuais no que se refere ao casamento e aulas para crianças sobre a atividade homossexual/transexual.
Líderes da Organização das Nações Unidas, Inglaterra e União Europeia se uniram aos EUA para exercer pressão nos países para promover a agenda homossexual. Em vez de defender direitos humanos que abranjam indivíduos que se identificam como homossexuais, o lema da Secretária de Estado dos EUA Hillary Clinton de que “direitos gays são direitos humanos” tenta transformar preferências especiais por indivíduos homossexuais em direitos humanos.
Recentemente, Nicolas Sarkozy, presidente da França, reiterou sua oposição ao casamento homossexual porque abre “as portas para a adoção [de crianças por duplas gays]”. O mais elevado tribunal da França decidiu que um casamento entre dois homens é ilegal.
“Em tempos atribulados, quando nossa sociedade precisa manter-se firme, não acho que seja necessário turvar a imagem dessa instituição essencial que é o casamento”, Sarkozy disse a um jornal. Embora possa haver bons pais que são homossexuais, “eles não me levam a pensar que é necessário gravar em lei uma nova definição da família”.
Na Rússia, São Petersburgo se tornou a cidade mais recente a aprovar uma lei que protege alunos de escola, proibindo ações públicas que promovem a homossexualidade, o lesbianismo, a bissexualidade, o transgenderismo e a pedofilia para menores de idade.
Vitaly Milonov, que introduziu o projeto de lei, explicou: “O projeto não toca nos direitos humanos da comunidade LGBT. Lida puramente com a propaganda direta entre menores de idade. Tal propaganda é proibida em nível federal e nós como um órgão regional estamos impondo sanções. Só estamos falando sobre propaganda pelo fato de que esse tipo de informação sobre perversões sexuais afeta nossos filhos”.
Líderes cristãos ortodoxos pediram aos legisladores que impedissem a disseminação de “propaganda gay” entre menores de idade, explicando, “Não coletamos assinaturas a fim de [prejudicá-los]. Se eles querem ser desse jeito, que vivam”. Um governador regional disse que a proibição “serviria para o bem da moralidade pública”.
O projeto de lei descreve a propaganda homossexual/transexual como “capaz de prejudicar a saúde e o desenvolvimento moral e espiritual de menores de idade [formando] percepções erradas sobre a equivalência social do casamento tradicional com os casamentos não tradicionais”. É ilegal também toda iniciativa ou informação que normalizaria “relacionamentos íntimos entre adultos e menores de idade”.
Os EUA e a Inglaterra criticaram o projeto quando foi introduzido em novembro passado. A resposta russa foi aumentar as multas em dez vezes mais do que era antes da intervenção dos EUA e Inglaterra. Um Comissário do Ministério das Relações Externas da Rússia defendeu a legislação, comentando que seu objetivo é proteger as crianças.
Ativistas homossexuais/transexuais planejam se queixar diante do Comitê de Direitos Humanos da ONU e diante do Tribunal Europeu de Direitos Humanos (TEDH). A organização europeia de direitos humanos Human Rights Watch Europe chamou o projeto de lei de um “ataque descarado à liberdade de expressão”.
Na semana passada o TEDH condenou quatro pessoas na Suécia por “discurso de ódio” por distribuírem literatura que estimulava estudantes do ensino secundário a questionar a propaganda homossexual/transexual ensinada nas escolas. O tribunal disse que os panfletos eram ofensivos aos homossexuais e assim não estavam sob a proteção da liberdade de expressão garantida na Convenção Europeia de Direitos Humanos.
Um projeto de lei no Tennessee limitaria a instrução em escolas de ensino fundamental ou médio à “ciência da reprodução humana natural conforme a idade permite”. O patrocinador explicou: “pela natureza, os homossexuais não se reproduzem”.
Fonte: Friday Fax

Ministério Público Federal aumenta pressão em Malafaia por “homofobia”

Publicado em Ministério Público Federal, Silas Malafaia, telepastores por juliosevero em 17 de fevereiro de 2012

Ministério Público Federal aumenta pressão em Malafaia por “homofobia”

Procurador federal diz que Malafaia fez discurso de “ódio” e “incitação de violência em relação aos homossexuais” e quer adotar medidas para que “Malafaia não faça mais discursos que poderiam ser considerados homofóbicos”. Procurador também quer penalizar rede de televisão que transmitir qualquer crítica bíblica de Malafaia ao homossexualismo

Julio Severo
As declarações de Silas Malafaia sobre aborto e homossexualismo estão incomodando. E cada vez que um telepastor prega contra o aborto e o homossexualismo, o PT espuma.
Declaração do homem sinistro do PT, Gilberto Carvalho, apontou que o PT está se preparando para um confronto com telepastores pentecostais e neopentecostais, pelo simples motivo de que o PT não conseguiu fechar a boca desses homens com relação a dois importantes elementos de sua agenda: a sacralização do assassinato de bebês em gestação e a sacralização da atividade sexual homossexual.
Carvalho reconheceu que toda a oposição política ao PT e ao socialismo está liquidada no Brasil. Mesmo tendo apoio eleitoral da população, inclusive de pastores (tradicionais, pentecostais e neopentecostais), o PT está preocupado com telepastores pentecostais e neopentecostais que, como Malafaia, não abrem mão das duas questões tão queridas para o PT e para os socialistas.
Silas Malafaia, um dos maiores telepastores do Brasil, não abre mão de posturas bíblicas públicas contra o aborto e o homossexualismo

Malafaia já votou no PT, mas não abre mão de posturas bíblicas públicas nessas questões.

R.R. Soares e outros telepastores igualmente votaram no PT, mas quando indagados sobre aborto e homossexualismo, não têm medo de dar respostas públicas embasadas na ética bíblica.
Essa ousadia bíblica está incomodando o PT, que quer ser senhor da verdade em tudo, até nessas questões. Para o PT, é insuportável que os telepastores consigam direcionar a população a defender a ética moral em conflito com a ética imoral do socialismo.
Mesmo sem ter intenção, Carvalho foi profético ao dizer que haverá um confronto entre telepastores e o PT. Enquanto isso, esse confronto vai sendo feito com o uso e abuso do Ministério Público Federal e outros órgãos federais já amplamente à disposição dos interesses de militantes esquerdistas e homossexualistas.
A matéria abaixo, com sua habitual tendenciosidade esquerdista, é do jornal Falha de S. Paulo:
Malafaia chama de ‘absurda’ a ação que o acusa de homofobia
O pastor Silas Malafaia, da Assembleia de Deus Vitória em Cristo, classificou de “absurda” a ação na qual o Ministério Público Federal em São Paulo que pede sua retratação por um discurso considerado homofóbico.
Em hipótese alguma vou pedir retratação, pois isso é um absurdo. Os gays manipularam a minha fala para me incriminar, e sou eu que tenho de pedir retratação? Isto deve ser uma brincadeira“, afirma o pastor, em nota.
Segundo o pastor, querem “rasgar” a Constituição para beneficiar os homossexuais. “Vou às últimas consequências na Justiça.”
Os comentários de Malafaia foram feitos em julho de 2011 no programa “Vitória em Cristo”, que é exibido na TV Bandeirantes em horário comprado por ele.
Em meio ao debate sobre a proposta de lei para criminalizar a homofobia, o pastor falava sobre a Marcha para Jesus e a Parada Gay, eventos que aconteceram em junho em São Paulo.
“Os caras na Parada Gay ridicularizaram símbolos da Igreja Católica e ninguém fala nada. É para a Igreja Católica ‘entrar de pau’ em cima desses caras, sabe? ‘Baixar o porrete’ em cima pra esses caras aprender. É uma vergonha”, afirma o pastor no programa.
Para o procurador Jefferson Aparecido Dias, mais do que expressar sua opinião, o pastor fez um discurso de ódio.
A ação também foi movida contra a TV Bandeirantes. De acordo com o procurador, a emissora deve impedir que mensagens homofóbicas sejam exibidas em sua programação.
A Band afirma que vai se pronunciar “oportunamente através do seu departamento jurídico”.
“As gírias ‘entrar de pau’ e ‘baixar o porrete’ têm claro conteúdo homofóbico, por incitar a violência em relação aos homossexuais“, afirma o procurador na ação.
Aparecido Dias pede a retratação do pastor na TV, que deve ter, no mínimo, o dobro do tempo usado para fazer os comentários.
Ele ainda quer que Malafaia não faça mais discursos que poderiam ser considerados homofóbicos.
Durante o inquérito, o pastor afirmou que fez uma “crítica severa a determinadas atitudes de determinadas pessoas desse segmento social, acrescida também de reflexão e crítica sobre a ausência de posicionamento adequado por parte das pessoas atingidas”.
Ele ainda disse que as expressões “baixar o porrete” ou “entrar de pau” significam “formular críticas, tomar providências legais”.
Segundo o procurador, durante o inquérito o pastor pediu que os fiéis da sua igreja enviassem e-mails ao responsável pelo caso. Aparecido Dias relata ter recebido centenas de mensagens.
“Da mesma forma que seus seguidores atenderam prontamente o seu apelo para o envio de tais e-mails, o que poderá acontecer se eles decidirem, literalmente, “entrar de pau” ou “baixar o porrete” em homossexuais?”, questiona o procurador.

A sangrenta liberdade da África do Sul

Publicado em aparheid, África do Sul, Barbara Simpson, Ilana Mercer por juliosevero em 17 de fevereiro de 2012

A sangrenta liberdade da África do Sul

Exclusivo: Barbara Simpson observa a transição da meta de democracia para escravidão

É triste. Um país antes bem sucedido e com uma economia próspera está se tornando uma bagunça e caindo no status de país de terceiro mundo do século XXI.
Não, não estou falando do Zimbábue, que após se tornar “livre” entrou no caos, na fome e no desamparo econômico sob o seu ditador “eleito”, Robert Mugabe.
A África do Sul parece o Iraque, que agora que é “livre”, possui “eleições”, e, é claro, há a “Primavera Árabe” em andamento abundantemente elogiada pelos EUA e pelo Ocidente como uma mudança em direção à democracia e à liberdade.
Certo.
A única pessoa que conheci que possui a visão mais clara da verdade sobre a África do Sul, antes e depois do apartheid, e suas implicações para os EUA é a escritora, comentarista e, sim, filósofa da realidade, Ilana Mercer.
Ela coloca isso em detalhes explícitos e bastante assustadores no seu novo livro “Into the Cannibal’s Pot — Lessons for America from Post-Apartheid South Africa” (No Caldeirão do Canibal — Lições para os EUA da África do Sul no pós-Apartheid)
O livro de Mercer enxerga padrões na dissolução de um governo e um país supostamente a caminho da democracia, à medida que os políticos e pessoas influentes abraçam o socialismo/marxismo. Ela não tem papas na língua, seja escrevendo sobre negros ou brancos.
Mercer nasceu na África do Sul e viveu lá até a década de 60, quando seu pai, o rabino Bem Isaacson, mudou-se com a família para Israel devido a abusos por parte do governo do apartheid.
Na década de 80, ela retornou à África do Sul. Casou-se, teve um filho e depois emigrou para o Canadá. E por último, a família se estabeleceu nos Estados Unidos.
Tive um interesse especial por seu livro porque estive na África do Sul duas vezes, não como turista, mas convivendo com algumas pessoas de lá, conversando, vendo como vivem, lendo jornais locais e observando o país, não com óculos cor-de-rosa, mas como ele realmente é. Isso me levou a buscar me informar também dos horrores do Zimbábue. O padrão é claro e quase idêntico.
Infelizmente, a cegueira do nosso país continua, mais recentemente com a ministra da Suprema Corte dos EUA Ruth Bader Ginsburg viajando para a África.
Ela visitou a Tunísia e principalmente o Egito, onde buscava “escutar e aprender” enquanto o país fazia a sua “transição constitucional para a democracia”.
Será que ela viu baderna, incêndios e espancamentos no “florescer” da Primavera Árabe?
Durante uma entrevista à emissora egípcia Al Hayat, Ginsburg arriscou sua opinião e seu conselho aos egípcios a respeito de como estruturar a sua nova constituição.
Essa mulher, ministra da maior corte dos EUA, que fez o juramento de “preservar, proteger e defender a Constituição dos Estados Unidos”, aconselhou o Egito a não basear o seu governo no dos EUA.
Ginsburg afirmou que ela “não iria olhar para a Constituição americana se fosse elaborar uma constituição no ano de 2012…”
Em vez disso, ela acredita que eles devem utilizar a Constituição da África do Sul como modelo.
Deixando de lado o mérito de ela estar humilhando o seu próprio país, fica claro que a sua afinidade com a África do Sul a cegou para a realidade daquele país “livre”.
Será que ela viu as estatísticas sul-africanas da violência? São mais de 50 assassinatos por dia. O país lidera os índices de estupros de crianças e bebês, para não falar dos de adultos. O número de fazendeiros brancos e suas famílias, incluindo crianças, visados, brutalmente torturados e sadicamente assassinatos nas suas próprias fazendas ou casas, cerca de 4.000 desde que o apartheid terminou em 1994, literalmente tornando a agricultura na África do Sul a ocupação mais perigosa do mundo. Roubos de automóveis são acontecimentos diários, com os motoristas frequentemente sequestrados e assassinados. As frequentes invasões e assaltos a casas forçam as pessoas a viverem como prisioneiras em casas protegidas por paredes, cercas elétricas, cães treinados, segurança particular, sistemas de alarme, sensores de movimento dentro e fora, salas-cofre e, se possível, armas (embora sejam ilegais).
Nunca vou me esquecer de uma reportagem de um jornal local quando estava na África do Sul. Era sobre um roubo de veículo de um indivíduo branco, que foi jogado de um penhasco antes que seu carro fosse levado.
Chega de constituição moderna governando um país livre. Um pedaço de papel não é nada se o império das leis não funciona. Não importa o que os comunicados do governo e folhetos turísticos digam, a África do Sul é claramente um país perigoso para visitantes, para negócios e para os seus próprios cidadãos, não importando a cor da pele.
A contagem total de corpos naquele país desde que foram “libertos” do domínio branco é estimada em mais de 300.000, e aumentando a cada ano. Há crimes de negro contra branco, negro contra negro e negro contra qualquer outra cor de pele. A criminalidade é sempre perpetuada com condescendência da polícia e do governo. Chega dessas estórias de “governo negro e livre”. Corrupção é corrupção.
A atrocidade do que está acontecendo na África do Sul desde que Nelson Mandela assumiu o poder após o apartheid pode ser chocante pela violência, mas não surpreendeu Mercer. Ela conhece a história e vê a transição da meta de liberdade democrática para a forma de ditadura e escravidão que existe lá agora.
Ao apresentar seu livro, Ilana Mercer a chama de “Nação Rambo”, e não tem papas na língua:
“Quando a África do Sul era governada por uma minoria branca e racista, ela era desdenhada pelo Ocidente e tratada tal qual Saddam Hussein, com boicotes e sanções. Agora que um governo racista da maioria negra controla o país, que está tão violento quanto o Iraque, a Libéria ou o Congo e se tornando rapidamente outro estado africano falido e islamizado, ele é a estrela do Ocidente”.
O livro de Mercer mostra a dissolução de um governo e um país supostamente a caminho da democracia, à medida que os políticos e pessoas influentes abraçam o socialismo/marxismo. Ela vê paralelos nos EUA.
Ironicamente, dia 11 de fevereiro foi o 22º aniversário da libertação de Mandela da prisão e o começo da sua ascensão à presidência, e agora à sua santidade virtual.
Nada negativo pode ser escrito a respeito dele, e a mídia mundial é cúmplice do encobrimento maciço e politicamente correto da destruição gradual daquele país.
Mas Mercer põe tudo à mostra. Se você consegue lidar com a verdade, leia o livro. Essa é uma mulher corajosa.
Traduzido por Luis Gustavo Gentil do artigo original do WND: “South Africa’s bloody freedom
Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.